Passamos pelas coisas sem as ver, gastos, como animais envelhecidos: se alguém chama por nós não respondemos, se alguém nos pede amor não estremecemos, como frutos de sombra sem sabor, vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Eugénio de Andrade
Ando preguiçosa (preguiça que redunda em má educação!) para responder aos comentários.
Como desculpa, deixo um poema e uma papoila que fotografei esta manhã.)