terça-feira, 30 de outubro de 2012
Gosto tanto!
Someday it's so easy
And sometimes I forget her
But I want you back again...
Back again
Maybe it's lucky...
You win some and you lose some
Oh, when you've found a good one
Don't you let her get away
Don't let her go
If only I could love you
Just the way I want to
Oh, to have you back again
Back again, baby,,,
Oh, I'm just a fool baby
Playing Mr. Cool baby
Rolling round like I got nothing much to lose..
But I know you and you know me
And I know you can see
So help me get my way back to you
Back to you
Walking past your window
Used to mile when you'd throw
Your sweet kisses back to me
Back to me
Remember when I asked you
If you'd be my one true
Oh, it seems like yesterday
It's yesterday
I want you so take me back please
Take me back, oh, to you
If only I could love you
Just the way I want to
[...]
Puro devaneio...
Está a chover muito lá fora... e eu estou a chover muito cá dentro. Que merda! Deve ser a "descompressão" por ter terminado o trabalho a tempo e horas...
domingo, 28 de outubro de 2012
Do fim-de-semana...
Dizem que sábado e domingo são fim-de-semana. E que são para descansar. Not! Aqui a Desnorteada está a ocupar estes dois dias com muito trabalho. [Projecto enormíssimo por terminar que exige muita concentração e muita força de vontade!]. Não durmo, como mal, ando uma pilha de nervos e não tenho tempo nem para me coçar. Só me apetece tomar café e fumar [coisa que deixei de fazer há muitos meses...]. Isto não é nada bom, não senhor, e por isso estou chateada comigo. Bateu uma saudade de uma pausa para a escrita acompanhada que nem queiram imaginar... enfim, eu sou mais forte e isto é só um "stresszinho" de fecho. É que isto é muito bonito, mas a pressão alta que por aqui se sente é assustadora. Ok! Já passaram cinco minutos desde que entrei no blogguer... tenho de voltar para os meus rascunhos. Baaaaaah!
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
Ainda te imagino...
É fácil acreditar em ti quando nos reencontramos nos sonhos, na vida, nos projectos que queremos para o futuro e nas experiências que fomos deixando pelo passado. Não sei como és, como me vais encontrar, como te vou descobrir; sei, apenas, que um dia, os nossos caminhos se cruzarão e aí tudo será mais simples. Eu sei. Ainda te imagino. Num gesto único e rápido, prolongas a saudade que criaste em mim e nem te dás conta disso, porque não faz sentido, porque tudo dói mais se for vivido intensamente, porque chegas sempre de mansinho.
Odeio-te. Não é justo que entres em jogo sem ter intenção de jogar. Não interessa se é para perder, ganhar ou até empatar. É a sinceridade que conta, é o que fica que vai magoar, que vai preencher, que vai construir. [Suspiro!] Ai, odeio-te! Com todas as minhas forças. És tão fraquinho, tão cobarde, tão ruidoso. Tens de ser sempre o protagonista, nem que para isso, um de nós fique desolado, com o coração em carne viva, sem poder ser tocado, ser alimentado, ser curado. Odeio-te tanto!
Como te imagino? Leve. Em paz. Com sorrisos e abraços, todos os dias. Com palavras, com beijos e beijos e beijos. Com regressos demorados e ausências adiadas. Com projectos, com desejos, com a felicidade vestida de silêncios que não incomodam, de afectos que preenchem, de tempo que teima em voar [porque só as coisas boas nos fogem!]. Como te imagino? Um ser que protege, que cuida, que finta a desilusão e se rende aos sentimentos. Um lugar que se quer fazer segredo e esconder a sete chaves. Um detalhe que faz a diferença, que indica o caminho a seguir, sem desvios nem atalhos. Como te imagino? Meu.
Odeio-te. Não é justo que entres em jogo sem ter intenção de jogar. Não interessa se é para perder, ganhar ou até empatar. É a sinceridade que conta, é o que fica que vai magoar, que vai preencher, que vai construir. [Suspiro!] Ai, odeio-te! Com todas as minhas forças. És tão fraquinho, tão cobarde, tão ruidoso. Tens de ser sempre o protagonista, nem que para isso, um de nós fique desolado, com o coração em carne viva, sem poder ser tocado, ser alimentado, ser curado. Odeio-te tanto!
Como te imagino? Leve. Em paz. Com sorrisos e abraços, todos os dias. Com palavras, com beijos e beijos e beijos. Com regressos demorados e ausências adiadas. Com projectos, com desejos, com a felicidade vestida de silêncios que não incomodam, de afectos que preenchem, de tempo que teima em voar [porque só as coisas boas nos fogem!]. Como te imagino? Um ser que protege, que cuida, que finta a desilusão e se rende aos sentimentos. Um lugar que se quer fazer segredo e esconder a sete chaves. Um detalhe que faz a diferença, que indica o caminho a seguir, sem desvios nem atalhos. Como te imagino? Meu.
sábado, 20 de outubro de 2012
Da blogosfera...
O universo da blogosfera é engraçado, inquietante, curioso. E é tudo isto porque podemos ser nós sem o sermos; podemos revelar-nos sem nos revelar; podemos contar as nossas histórias como se fossem de outros. No meu caso, eu adoptei um nome... [usava-se na altura] e, apesar de já ter ponderado assumir o meu nome muitas vezes, nunca me quis desligar da desnorteada. É a minha companhia, sou eu, nua, sem esconder nada, sem disfarçar o que quer que seja, sem receios e sem pudor. O Meu Lado B é o meu lugar, onde me assumo tal e qual sou, sem andar às voltas, sem rodeios, onde as palavras não ferem e os gestos são desejados. Quando, há oito anos, idealizei este cantinho, pensei-o numa linha intimista, queria que ele fosse realmente o meu lado b...
É verdade que, por aqui, conseguem traçar um perfil e para quem me conhece não é difícil encontrar-me em cada texto, em cada imagem, em cada música que publico. Está lá tudo: tudo o que vejo, tudo o que oiço, tudo o que leio, tudo o que sou. Não há margem para dúvidas. Não há um querer ser quem não se é, não há uma personagem inventada, querida para os outros, politicamente correcta [é que até nas intenções, na maneira de pensar, de agir, de ser, isso pode acontecer e, como diz a minha avó, "de boas intenções está o inferno cheio"!]. Eu assumo: não tem sido fácil viver. Estar aqui e ser feliz. Não tem sido fácil... mas tenho os meus momentos e contento-me com eles. Não gosto que me digam que tenho de agradecer o pouco que tenho [um dia de sol, os amigos, a família, blá,blá,blá, wiskas saquetas...]. Isso é que todos querem ler. Isso é o que aquelas frases lindas que publicamos no "livro das caras", todos os dias, nos dizem. Sinceramente, isso chega? As palavras serão suficientes?
Como é que alguém que trai, que mente, que engana, que não perdoa, que é pobre de espírito, pode depois ser moralista e vir para a blogosfera falar da vida como se fosse o Paulo Coelho de saias? Estou por cá desde 2004 e nunca me senti tão burlada como agora. Sim, BURLADA! Todos os dias descubro blogues que não têm conteúdo algum, com erros de português aos magotes, com filosofias que merecem o Nobel da Paz, com 1000 e muitos seguidores, que não acrescentam nada de nada a este mundo. Não, não são textos pessoais, desabafos, diários, são uma espécie de conselhos que vão deixando como se fossem o supra-sumo da verdade. A mim, não convencem... Mesmo! É que não dá para acreditar no que se lê por esta blogosfera fora... E, citando mais uma vez a minha avó, "o pior cego é aquele que não quer ver".
É verdade que, por aqui, conseguem traçar um perfil e para quem me conhece não é difícil encontrar-me em cada texto, em cada imagem, em cada música que publico. Está lá tudo: tudo o que vejo, tudo o que oiço, tudo o que leio, tudo o que sou. Não há margem para dúvidas. Não há um querer ser quem não se é, não há uma personagem inventada, querida para os outros, politicamente correcta [é que até nas intenções, na maneira de pensar, de agir, de ser, isso pode acontecer e, como diz a minha avó, "de boas intenções está o inferno cheio"!]. Eu assumo: não tem sido fácil viver. Estar aqui e ser feliz. Não tem sido fácil... mas tenho os meus momentos e contento-me com eles. Não gosto que me digam que tenho de agradecer o pouco que tenho [um dia de sol, os amigos, a família, blá,blá,blá, wiskas saquetas...]. Isso é que todos querem ler. Isso é o que aquelas frases lindas que publicamos no "livro das caras", todos os dias, nos dizem. Sinceramente, isso chega? As palavras serão suficientes?
Como é que alguém que trai, que mente, que engana, que não perdoa, que é pobre de espírito, pode depois ser moralista e vir para a blogosfera falar da vida como se fosse o Paulo Coelho de saias? Estou por cá desde 2004 e nunca me senti tão burlada como agora. Sim, BURLADA! Todos os dias descubro blogues que não têm conteúdo algum, com erros de português aos magotes, com filosofias que merecem o Nobel da Paz, com 1000 e muitos seguidores, que não acrescentam nada de nada a este mundo. Não, não são textos pessoais, desabafos, diários, são uma espécie de conselhos que vão deixando como se fossem o supra-sumo da verdade. A mim, não convencem... Mesmo! É que não dá para acreditar no que se lê por esta blogosfera fora... E, citando mais uma vez a minha avó, "o pior cego é aquele que não quer ver".
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Morreu Manuel António Pina...
O Resto é Silêncio ( Que Resto?)
Volto, pois, a casa. Mas a casa,
a existência, não são coisas que li?
E o que encontrarei
se não o que deixo: palavras?
Eu, isto é, palavras falando,
e falando me perdendo
entre estando e sendo.
Alguma vez, quando
havia começo
e não inércia,
quando era cedo
e não parecia,
as minhas palavras puderam estar
onde sempre estiveram:
no apavorado lugar
onde sou silêncio.
Manuel António Pina in Poesia Reunida (1974 - 2001, Assírio & Alvim)
Volto, pois, a casa. Mas a casa,
a existência, não são coisas que li?
E o que encontrarei
se não o que deixo: palavras?
Eu, isto é, palavras falando,
e falando me perdendo
entre estando e sendo.
Alguma vez, quando
havia começo
e não inércia,
quando era cedo
e não parecia,
as minhas palavras puderam estar
onde sempre estiveram:
no apavorado lugar
onde sou silêncio.
Manuel António Pina in Poesia Reunida (1974 - 2001, Assírio & Alvim)
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
E ainda dizem...
... "que de Espanha nem bons ventos nem bom casamentos". [Suspiro!]
Ponham no google Jon Kortajarena e suspirem. Muito.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Com'ó tempo passa!
Se me perguntarem se tenho saudades de ser jornalista, a resposta é muito rápida e sincera: não! Se me perguntarem se fico triste pela minha carreira como jornalista não ter sido como sonhei, a resposta é mais demorada mas, igualmente, honesta: sim, tenho pena que as coisas não tenham acontecido como sempre desejei e depois de tanto trabalho para que tal acontecesse. Coisas da vida! Da SIC, trouxe a minha experiência profissional mais importante, talvez por ter sido a primeira depois da licenciatura. Às vezes, ainda recordo o meu tempo de estagiária, os amigos que fiz, os trabalhos que vivi, as pessoas que conheci, o tempo de vida na capital. Hoje, a SIC comemora 20 anos e o slogan é "crescemos juntos!"... eu também cresci um pouco com a SIC e, ao assistir o excelente programa de informação desta noite, tenho muito orgulho de um dia ter andado de microfone da SIC nas mãos e de ter tido aprendido, profissional e pessoalmente, muita coisa com muitas das pessoas que fazem, actualmente, aquela casa.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
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