Nada como uma boa música para me pôr um sorriso enorme nos lábios... Um amigo apresentou-mos hoje e eu ainda não parei de os ouvir. São simplesmente fantásticos... boa onda para dias felizes! :*
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Feliz dia, Pai!
Escrevo porque sei que não me lês. Não és propriamente um homem de afectos e nem sei como reagirias se te entregasse o que aqui me apetece deixar. Ao longo da minha vida, foste o meu porto de abrigo, aquele a quem recorria para resolver todos os meus problemas, todas as minhas dúvidas, todos os meus desejos. Tinhas [tens] sempre as respostas certas. Desde cedo que me ensinaste que a vida não é para ser vivida imprudentemente e que tudo que se quer tem de ser conquistado com muito esforço e muita dedicação. Fizeste-me crescer depressa demais, mas sei que foi isso que me tornou a mulher que sou hoje. Devo-te os valores, o carácter e a personalidade vincada que tanto me caracteriza... a minha força e a minha coragem. Devo-te inclusive o meu mau feito!
Sabes Pai, de todas a vezes, que deixámos de falar, que virámos as costas um ao outro ou que entrámos em total desacordo, [e foram muitas!], eu percebi que não dizias nada por acaso… Continuas a tentar aceitar que cresci, que deixei de ser a tua menina, que me tornei uma mulher independente e capaz de resolver tudo sozinha. Não deve ser fácil e talvez por isso, aceito que os teus mimos sejam um olhar pleno de orgulho e um sorriso aberto quando partilho contigo as minhas vitórias... é esse o teu jeito!
Gostava que visses o Dia do Pai como um dia feliz, mas desde há muito tempo que não o conseguimos ver, não é? Acho que nunca vou esquecer os teus olhos tristes, naquele dia 19 de Março… esse dia que nos mudou a vida para sempre. Nunca mais houve presentes em casa e desde esse dia que dizes: «isto é só mais um dia, porque dia do pai são todos os dias». Vou-te contar um segredo, gosto que penses assim, porque sei que vais estar lá sempre para mim, [mesmo quando te perdes e me pedes ajuda], mas gostava também que este dia existisse para nós como existe para todos os outros. Já merecias comemorar o dia do Pai!
Há muita coisa que não gosto em ti. Há muita coisa que reprovo, que receio e que, por vezes, evito. Por outro lado, tens muitas coisas que aprecio. Gosto quando estamos sentados à mesa em família; gosto dos momentos contigo, com a mãe e com o mano; gosto quando se ouve na casa a tua gargalhada; gosto quando dizes: «pronto, tu resolves!»; gosto de ver a brincar com o nosso cão; gosto quando abraças a tua neta; gosto quando me elogias os cozinhados; gosto quando gabas as minhas sobremesas; gosto de me lembrar dos passeios em trabalho onde te acompanhava; gosto quando partilhamos histórias, gosto quando aplaudes o meu trabalho; gosto que me reconheçam como tua filha só pela semelhança dos traços físicos; gosto de ir contigo ao Dragão e estarmos durante 90 minutos só os dois; gosto de gritar golo bem alto ao teu lado e de cantar o hino do FC Porto a duas vozes; gosto de fazer a análise dos jogos e de parodiar o «Benfas» contigo; gosto de te ver enrolar o teu cabelo; gosto de te ver à lareira; gosto do teu espírito no Natal; gosto de saber que confias em mim a 100% e gosto, principalmente, de saber que se pudesses me davas tudo o que tens e o que não tens para eu ser feliz.
Os dias não têm sido fáceis e o futuro não se prevê melhor, mas soubeste até aqui mostrar-me que se vive um dia de cada de vez e que, juntos, podemos superar tudo. Não podemos olhar para o passado e eu acredito que um dia não vamos pensar neste dia como pensámos há já 16 anos. Vamos superar tudo, Pai. Prometo! Prometo-te que estou aqui [apesar de precisar desesperadamente que tomem conta de mim]... Prometo-te: vai ficar tudo bem.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Das coisas da minha vida...
«Não chores porque terminou, sorri porque acontece.» [G.G.M.]
Pois. :/ Se pelo menos tivesse acontecido...
terça-feira, 15 de março de 2011
Das tonturas...
Quando perdemos as forças e quase caímos de cabeça no caixote do lixo devemos preocupar-nos, certo? É que seguiu-se uma agressão de uma secretária à barriga e ao joelho esquerdo e fiquei a ver estrelinhas durante um bom período de tempo... :/
P.S.: Não se preocupem, já soltei algumas gargalhadas com o episódio... apenas quis partilhar porque não foi bonito não conseguir desviar-me do caixote e acho mesmo que estou a ver a situação como um prenúncio... Fuck! A vida é mesmo uma merda... não poderia pelo menos cair num jardim fofinho?????
segunda-feira, 14 de março de 2011
Someone Like You...
I've heard that you're settled down
That you found a girl and you're married now
I've heard that your dreams came true
Guess she gave you things I didn't give to you
Old friend, why are you so shy?
Ain't like you to hold back or hide from the light
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it
I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you two
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead, yeah
You'd know how the time flies
Only yesterday was the time of our lives
We were born and raised in a summer haze
Bound by the surprise of our glory days
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight
I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over
Nothing compares, no worries or cares
Regrets and mistakes, they're memories made
Who would have known how bitter-sweet
This would taste?
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead...
O poder das escolhas...
Já aqui falei das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, os caminhos que evitamos e os riscos que aceitamos correr. Hoje, [ou melhor, nos últimos dias], dei comigo a pensar que a minha vida poderia ser outra se não tivesse feito muitas das coisas a que me propus fazer. Tenho para mim que muitos dos mergulhos que dei no incerto poderiam ter outro final, se pensasse muito bem antes de me atirar à água. É uma metáfora estúpida, mas serve plenamente para mostrar aquilo que quero dizer. Gostava de ter sido eu sempre a responsável pelas decisões que tomei, mas muitas delas acabaram por ser influenciadas pelas circunstâncias e algumas definidas por outras pessoas. Não gosto de mim assim, quando não sou eu sempre a decidir, a escolher, a seguir o meu caminho. E é quando estou vulnerável, frágil, quando me sinto um farrapo, que deixo que os outros, que a vida, que os erros, que as mágoas, que as desilusões, tomem as rédeas e as escolhas se façam sem a MINHA vontade. Quer dizer, isto não é de todo verdade, porque mesmo sendo influenciada, o poder das escolhas é sempre meu... sou eu que defino o que quero fazer e acarreto todas as consequências que os meus actos me podem trazer... para o bem e para o mal. Já perdi muitas coisas boas por decisões erradas, já deixei passar pela minha vida pessoas que faziam mais sentido presentes do que ausentes por escolhas mal feitas, já chorei muitas vezes em vez de sorrir por saber que o caminho que tinha evitado era o que deveria estar a fazer... enfim, acho que todos nós passamos por isto uma vez na vida. Será possível voltar atrás e corrigir aquilo que fizemos no passado? Será possível voltar a escolher algo que já deixamos de lado? Será possível vivermos segundas oportunidades? Ou será tudo isso também uma escolha a fazer?
sexta-feira, 11 de março de 2011
Dúvida:
Porquê que os nossos desejos não se cumprem????? Eu quero tanto, tanto, tanto que aconteça uma coisinha na minha vida... é pequenina, é inofensiva... juro que não faria mal a ninguém... [Suspiro!] Só preciso de notícias...
[Se o orgulho matasse, a esta hora estava mortinha!]
quarta-feira, 9 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Deliciosa...
«Ela tem boca torta, nariz grande, cabelo mal cortado...
rói as unhas, usa cunhas, mas eu estou apaixonado...
Ele tem as suas sardas, pontos negros e uma boca exagerada...
desafina e desatina, mas eu estou apaixonada...
Ela é ciumenta, rabugenta, imbirrenta e tagarela...
intriguista e moralista, mas eu estou louco por ela...
Ele faz cenas gagas, altas fitas, não tem confiança em mim...
faz-se caro, faz-me trombas, mas eu gosto dele assim...
Diz-se que o amor é cego, deforma tudo a seu jeito...
mas eu acho que o amor descobre o lado melhor do que parece defeito...
[...]
Porque eu gosto, gosto dele... e ela gosta, gosta de gostar de mim...»
A nova música dos Clã deixa-me de sorriso nos lábios sempre que a ouço. A simplicidade da letra é tão grande, que faz desta canção um miminho para os nossos dias. :D
quinta-feira, 3 de março de 2011
E já lá vão 7...
Tenho visto nas minhas visitas que existe um blogue que assinala o aniversário de outros blogues. Pois, parece que O Meu Lado B nasceu precisamente há 7 anos. Ainda duvidei, mas bastou visitar o primeiro post, para perceber que, de facto, ando pela blogosfera desde 2004. Não escrevo todos os dias e, às vezes, o que publico são apenas desabafos, divagações e estados de espírito. Só tenho este meu canto, graças ao Manhoso, que tanto se esmerou ao construir um espaço à minha imagem que [se não me falha a memória] o post de inauguração é da sua autoria:
Quarta-feira, Março 03, 2004
Bem-vindos ao meu lado B...
Estou à espera que me descubram... que me conheçam...
Pois nem eu própria sei quem sou!
É verdade que mantenho a esperança de que quem me visita o faz para me descobrir e conhecer. É verdade que fico muito feliz quando vejo o número de visitas a aumentar. É verdade que adoro ler os elogios que fazem à minha escrita. A única mentira é a de que eu própria não sei quem sou. Hoje, passados estes 7 anos, conheço-me cada vez melhor, ainda que me sinta muitas vezes perdida e sem norte como «menina-mulher» que sou todos os dias. Hoje, passados estes 7 anos, aqui, lêem-se palavras sentidas, escritas com o coração na boca e onde a sinceridade se mistura com uma ingenuidade que não quero perder. A Desnorteada, hoje, é uma mulher de trinta, que ainda mantém a esperança de ver o seus sonhos realizarem-se. Só. Única e exclusivamente...
E agora, porque fica sempre bem, deixo os agradecimentos: aos que sempre me visitaram, obrigada pela companhia; aos que me deixam comentários em todos [ou quase todos] os post's, continuem a fazê-lo: sabe sempre bem «ouvir» o outro lado e a Desnorteada gosta; aos que me vêm ler mas não se manifestam, prometo: amigos, podem escrever à vontade... eu não mordo! [só se me pedirem com jeitinho]; aos anónimos [aqueles que me tiram do sério], serão sempre muito bem-vindos... não tenho medo do que escrevo e assumo sempre o que digo; aos que me visitam para me criticarem ou espreitarem a vida, apenas um recado: enjoy it!
Atchim! II
A gripe veio para ficar. [Puta!] Dói-me o corpo todo e na cabeça, aposto, está alguém a divertir-se muito com um bombo. Se alguém souber como expulsar esta maldita de mim, que se acuse. Por favor! [Agora vou ali fingir que estou bem e venho já...]
quarta-feira, 2 de março de 2011
Atchim!
Desde ontem que me sinto uma autêntica máquina de fazer ranhoca [sim, eu sei, ranhoca é uma palavra feia mas tenho de a escrever!]. Já nem sinto o meu nariz e dói-me a cabeça de tanto assoar-me: em média, diria, que o faço aí umas 203 vezes ao dia... Enfim... que bom que é estar sol e frio e ficarmos doentes quando todos já só pensam em comemorar a chegada da primavera... [Suspiro!]
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