quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Adeus 2009, Olá 2010!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Das arrumações...
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Olá Inverno!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Sobre o Natal...
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Das saudades...
Acho que se fosse mais fria, falsa e má, tinha a minha vida facilitada em muitos aspectos, mas eu sou boa pessoa e tenho o perdão como uma das minhas maiores qualidades. Aqueles que amo podem fazer de mim um autêntico saco de boxe que mais cedo ou mais tarde eu irei ver as pancadas como demonstrações de carinho. Sim, é verdade, eu sou muito estúpida… E também me odeio por isso. Odeio com todas as minhas força a minha falta de coragem, todos os sentimentos e sensações contraditórias que tenho em mim, a amargura que sinto quando não tenho as respostas que quero ouvir.
Bem sei que não é fácil aceitar a realidade. Não é fácil que as pessoas se entendam umas às outras seja como for. Hoje, é tudo muito claro. Hoje sei que até as pessoas mais importantes das nossas vidas nem sempre aparecem para ficar. Hoje o tempo é suspenso e nada é como foi. «Se eu podia optar por acreditar num cenário diferente? Podia, mas não ia ser a mesma coisa!» Para quê??? Se as pessoas que mais quero me falham quando eu mais preciso. Porquê??? Se tudo o que mais desejo está longe de se concretizar. Esta sou eu, num dia mau, parada no tempo, com a cabeça e o coração vazios, testemunha da ausência de histórias e pessoas. Dói. Dói muito. E como ando há tempo demais a fugir, não consigo disfarçar. Eu sei que se torna mais fácil não pensar, para não sentir, mas hoje não quero. Não quero. Não quero. Ponto final.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Dos sorrisos...
O sorriso respondeu: enganas-te, pois muitas vezes sou apenas o disfarce da tua dor.»
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Do concerto...
sweet oh luscious life
celebrate your dreams when you are away
doesn't it taste so sweet
like it's growing on oh growing on the trees
growing on the trees
when you pick me up off the ground
i'll slowly turn you from a frown
sweet oh luscious life
my sweet oh my sweet oh luscious life
you taste so sweet
when you are so free
my sweet oh luscious life you taste so sweet to me
Find More lyrics at www.sweetslyrics.com
hold time no need for the moment of the day
i celebrate i need i need today
one minute of the day
to celebrate
to let it be
to feel so free
when you and me
in a sweet luscious life
for a minute of day
you taste so sweet
Do concerto de sexta-feira no Sá da Bandeira, podia eleger vários momentos pela genialidade de Patrick Watson, mas porque Luscious Life do álbum Close to Paradise é uma das músicas da minha vida e porque a versão ao vivo me deixou sem palavras... escolhi-a para deixar aqui no meu cantinho.
Enjoy it!
domingo, 29 de novembro de 2009
Chorei baba e ranho no episódio da Anatomia de Grey quando a Meredith chegou a esta conclusão, que, hoje, percebo tão bem. Às vezes esqueço-me de mim em prol das circunstâncias e das pessoas que convivem comigo. Nem sei bem porque o faço e, de certa forma, raras são as vezes em que tenho consciência de que isso acontece. Há dias disseram-me que eu só escrevia aqui quando me sentia triste… pensando bem, é verdade que a inspiração e vontade em desabafar por palavras são maiores de coração apertado, mas escrevo também quando certas e determinadas «coisinhas» não me saem da cabeça. E é importante que certos momentos da vida nos façam parar para meditar e agir em direcção à felicidade, porque, no fundo, é disso que se trata: uma procura incessante por sorrisos autênticos e seguros, capazes de um bem-estar completo.
As mudanças nem sempre chegam para o bem, mas abrem-nos os olhos para aquilo que realmente desejamos e sabemos que nos faz bem. Disso não tenho dúvidas. Tenho passado muito tempo da minha vida à espera… a esperar pelo momento, pela pessoa certa, por qualquer coisa que nem sei ao certo o que é. E fico tão absorvida nessa expectativa que deixo as coisas passarem por mim e nem reparo. Ontem disseram-me que eu sou bonita e quase nem acreditei, porque o elogio me soou a falso, porque não é normal ser elogiada, porque me tenho esquecido de mim enquanto mulher. Realmente, há alturas na vida em que devemos reflectir e pensar nas mudanças que ela nos traz diariamente…
Tenho deixado que escolham o meu caminho, que tomem as decisões por mim. Sou uma mulher determinada e, às vezes, não me reconheço nas minhas acções, nas minhas palavras. As escolhas que tenho feito ou que tenho deixado que façam por mim são sempre com medo de perder aquilo que sonhei… e, hoje, sei que esta nem sempre foi / é a melhor saída, mas também não sei se não foi / é / será. Quantos sonhos se desfazem? Quantas ilusões se desvanecem? Quantas certezas se conseguem quando se vive o presente em pleno? E quantas dúvidas se transformam em fantasmas por não as esclarecermos? Gostava de ter a famosa bola de cristal e perguntar-lhe o que me reserva o futuro. Não que não esteja a ficar bem com o presente, mas gostava de saber por onde ir amanhã… se devo arriscar ou não o que tenho mesmo não sabendo se com isso vou conseguir o que me faz falta. Gostava de perguntar à bola de cristal o que fazer para não sentir esta dúvida tão asfixiante. Sempre. Todos os dias. Porque esta dúvida só me veio provar que «quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas.»
domingo, 22 de novembro de 2009
Da noite de ontem...
As the cheerless towns pass my window
I can see a washed out moon through the fog
And then a voice inside my head breaks the analogue
And says
"Follow me down to the valley below
You know
Moonlight is bleeding from out of your soul"
I survived against the will of my twisted folk
But in the deafness of my world the silence broke
And said
"Follow me down to the valley below
You know Moonlight is bleeding from out of your soul"
"My David don't you worry
This cold world is not for you
So rest your head upon me
I have strength to carry you"
(Ghosts of the twenties rising Golden summers just holding you)
"Follow me down to the valley below
You know
Moonlight is bleeding from out of your soul
Come to us Lazarus
It's time for you to go"
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Na ordem do dia...
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Dos dias difíceis...
terça-feira, 10 de novembro de 2009
We Can Do Anything...
We can do anything at all
Just as long as we stand tall
We can go anywhere from here
Just as long as you’re near
Whenever I’m around you
It all seems so clear
If I wasn’t such a fool
I’d kiss your lips, my dear
We could be the future and the past
…Just as long as we can make it last
We could just let go, very slowly
Cause right now you’re filling my head
With so many silly questions
About human chemistry
They’re making me uneasy
And soft in my knees
When your heart is trying to tell you something
Not that far from the truth…just do it
And if you try to make the right decisions
based on what you’re made of…remember
We can do anything at all
Just as long as we stand tall
Mikkel Solnado
domingo, 8 de novembro de 2009
Das insónias...
domingo, 1 de novembro de 2009
Das decisões...
Tenho pensado nas perguntas que me consomem todos os dias e tentado encontrar a melhor solução para as respostas certas. Quanto tempo levarei a conseguir que no «meu jardim» fiquem apenas as flores? Quanto tempo levarei a retirar todas as raízes, ainda que tenha de cavar muito e muito fundo e revirar toda a terra do jardim? Quanto tempo levarei a querer cultivar de novo?
Eu já comecei a arrancar a última «erva daninha» do meu jardim e sei que muitas das raízes ainda estão lá… [e também sei que é um processo longo e que exige paciência!] Tenho de continuar a cavar, a escavar e a puxar para o bem do meu jardim e de quem o habita. Tenho de ter coragem para não desistir. Porque está na hora de arrancar para sempre a «erva daninha» do meu jardim… e sem a mínima hesitação!
domingo, 18 de outubro de 2009
Do coração...
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Abençoado sejas André Sousa!
O anúncio foi publicado num «famoso» site de procura e oferta de trabalho nacional – o Carga de Trabalhos (ou Estágios), tal é a elevada percentagem de pedidos!
Um jovem recém-licenciado na área lê-o e achou que devia responder à letra!
O ANÚNCIO:
A XXXXXXXXXX está a aceitar candidaturas para estágio na área de Design
Requisitos Académicos: Finalista ou recém-licenciada(o) em Design
Competências pessoais :
• Poder de comunicação;
• Iniciativa;
• Auto-motivação;
• Orientação para resultados;
• Capacidade de planeamento e organização;
• Criatividade
Competências técnicas :
Conhecimentos nos seguintes programas/linguagens
® Adobe Photoshop,
® InDesign,
® Illustrator (FreeHand e Corel Draw) Flash,
® Dreamweaver,
® Premiere,
® AfterEffects,
® SoundBooth,
® SoundForge,
® AutoCad,
® 3D StudioMax
® HTML (basic),
® ActionScript 2.0 (basic),
® CSS,
® XML.
Remuneração: Estágio Remunerado
Duração: 6 meses, com possibilidade de integração na equipa
Resumindo, esta empresa quer um recém-licenciado que saiba de origem 13 softwares e 4 linguagens de programação. Enfim… é o país em que vivemos!
Eis A RESPOSTA (a meu ver, brilhante):
«Boa noite,
Estou a entrar em contacto para responder ao anúncio colocado no site Carga de Trabalhos para a posição de estagiário em Design.
Chamo-me André Sousa, tenho 25 anos e sou um recém licenciado em Design de Equipamento (Fac. Belas Artes de Lisboa).
Sou extremamente comunicativo, transbordo iniciativa e auto-motivação, estou constantemente orientado para os objectivos como uma bússola para o Norte (magnético), sou mais planeado e organizado que o Secretário de Estado de Planeamento e Organização e sou um diamante da criatividade como já devem ter percebido e como vão poder comprovar nas próximas linhas.
Quanto aos conhecimentos técnicos:
Sou um mestre em Adobe Photoshop.
Conheço o InDesign por dentro e por fora.
O Illustrator, Freehand, Corel e o Flash são os meus brinquedos do dia a dia, faço o que quiser com eles.
Nem me ponham a falar do Dreamweaver, até de olhos fechados...
Premiere... Até sonho com ele!
AfterEffects tem um lugar especial no meu coração.
Faço umas coisas bem maradas com o SoundBooth e o SoundForge.
Com o Autocad e o 3d Studio Max até vos faço duvidar dos vossos próprios olhos.
Html, Action Script 2.0, CSS e XML são as linguagens do meu mundo.
Mas sejamos francos, qualquer estudante de 1º ano sabe de cor e salteado qualquer um destes 13 softwares e 4 linguagens de programação...
Eu sou um recém finalista. E como tal tenho muito mais para oferecer:
Tenho conhecimentos de Cinema 4D, Maya, Blender, Sketch Up e Paint ao nível de guru.
Tenho conhecimentos mega-avançados de C+, C, C++, C+ ou -, Java, JavaScript, Ruby on Rails, Ruby on Skates, MySQL, YourSQL, Everyone'sSQL, Action Script 3.0, Drama Script 3.0, Comedy Strip 3.0 e Strip Tease 2.5, Ajax, Vanish Oxi Action, Oracle, Sonasol, XHTML, Batman e VisualBasic.
Conheço o Office todo de trás pra frente assim como o Microsoft WC.
Domino o Flex ao nível do Bill Gates e mexo no Final Cut Pro melhor que o Steven Spielberg.
Tenho ainda conhecimentos de grande amplitude em 4 softwares que estão a ser desenvolvidos por grandes marcas e também de 3 outros softwares que ainda não foram inventados.
Falo 17 línguas, 5 das quais já estão mortas e 6 dialectos de povos indígenas por descobrir.
Com estes conhecimentos todos estou super interessado num estágio porque acho que ainda tenho muito para aprender e experiência para ganhar. Espero que ao fim de 6 meses tenha estofo suficiente para poder fazer parte da vossa equipa e quem sabe liderá-la.
Fico ansiosamente à espera de uma resposta vossa.
Embora tenha uma oportunidade de emprego na NASA e outra no CERN espero mesmo poder fazer parte da vossa equipa.
Cumprimentos,
A. S.
PS: Com um anúncio desses, a pedir o que pedem a um recém-licenciado, é uma resposta destas que merecem. Peço desculpa se feri susceptibilidades mas não me consegui conter.»
domingo, 4 de outubro de 2009
É isto!
Better Man
Waitin', watchin' the clock, it's four o'clock, it's got to stop
Tell him, take no more, she practices her speech
As he opens the door, she rolls over...
Pretends to sleep, as he looks her over
She lies and says she's in love with him, can't find a better man...
She dreams in color, she dreams in red, can't find a better man...
Can't find a better man
Can't find a better man
Talkin' to herself, there's no one else who needs to know...
She tells herself, oh...
Memories back when she was bold and strong
And waiting for the world to come along...
Swears she knew it, now she swears he's gone
She lies and says she's in love with him, can't find a better man...
She dreams in color, she dreams in red, can't find a better man...
She lies and says she still loves him, can't find a better man...
She dreams in color, she dreams in red, can't find a better man...
Can't find a better man
Can't find a better man
She loved him, yeah...
she don't want to leave this way
She needs him, yeah...
that's why she'll be back again
Can't find a better man (can't find a better man)
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Da vitória de ontem...
... o Guarín é grande, o Falcão brihante e a magia do Dragão continua inigualável!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
Virar de Página
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Glory Box
"Glory Box"
I'm so tired, of playing
Playing with this bow and arrow
Gonna give my heart away
Leave it to the other girls to play
For I've been a temptress too long
Just. .
Give me a reason to love you
Give me a reason to be ee, a woman
I just wanna be a woman
From this time, unchained
We're all looking at a different picture
Thru this new frame of mind
A thousand flowers could bloom
Move over, and give us some room
Give me a reason to love you
Give me a reason to be ee, a woman
I just wanna be a woman
[INSTRUMENTAL]
So don't you stop, being a man
Just take a little look from our side when you can
Sow a little tenderness
No matter if you cry
Give me a reason to love you
Give me a reason to be ee, a woman
Its all I wanna be is all woman
For this is the beginning of forever and ever
Its time to move over...
Portishead
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Outono
Contra as regras do que somos, vou chamar-te "meu amor"
Hoje só por ser diferente te encontrar
É tanto o fado contra nós
Mas nem por isso estamos sós
E embora fique tanto por contar
Hoje, só por ser Outono, vou...
Entre dentes, entre a fuga, vou chamar-te "meu amor"
Enquanto não se encontra forma, vou chamar-te "meu amor"
Entre gente que é demais e tão pequena para saber
Que é tanto vento a favor
Mas tão pouco o espaço para a dor
Só pode ficar tudo por contar...
Hoje, só por ser Outono, vou...
E há flores e há cores e há folhas no chão
que podem não voltar...
podes não voltar.
Mas é eterno em nós
e não vai sair...
Desce o tempo e a noite
vem lembrar que as tuas mãos também
já não são de nós para ficar
Por ser tanto quanto somos
Certo quando vemos
Calmo quando queremos
Hoje, só por ser Outono, vou...
Tiago Bettencourt
sábado, 19 de setembro de 2009
Haja Paciência!
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Desde segunda-feira que sigo com atenção o novo programa dos Gato Fedorento e a forma como o «quarteto fantástico» Esmiúça os Sufrágios. Finalmente, temos de novo na programação um produto com piada. As peças introdutórias são deliciosas e fazem-me rir bastante e as entrevistas de Ricardo Araújo Pereira (RAP) às figuras da política nacional têm sido no mínimo surpreendentes.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Hungry Eyes
I've been meaning to tell you
I've got this feelin' that won't subside
I look at you and i fantasize
You're mine tonight
Now i've got you in my sights
With these hungry eyes
One look at you and i can't disguise
I've got hungry eyes
I feel the magic between you and i
I wanna hold you so hear me out
I wanna show you what love's all about
Darlin' tonight
Now i've got you in my sights
With these hungry eyes
One look at you and i can't disguise
I've got hungry eyes
I feel the magic between you and i
I've got hungry eyes
Now i've got you in my sights
With those hungry eyes
Now did i take you by surprise
I need you to see
This love was meant to be
[solo]
I've got hungry eyes
One look at you and i can't disguise
I've got hungry eyes
I feel the magic between you and i
I've got hungry eyes
Now i've got you in my sights
With those hungry eyes
Now did i take you by surprise
With my hungry eyes
I need...
Hungry eyes
Now i've got you in my sights
With my hungry eyes
Patrick Swayze com composição: Eric Carmen
O Dança Comigo é um dos filmes da minha vida. O Patrick Swayze um dos meus actores preferidos. Hoje partiu! O céu ganhou mais uma estrela...
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Ulisses Pereira - Caldeirão de Bolsa
11 de Setembro de 2001.Passam 30 minutos do meio dia quando a janela do MSN pisca no meu computador. Do outro lado do Atlântico, Bill escreve a mesma frase com que me cumprimenta todos os dias: "Hi Portuguese guy!".
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Das férias...
P.S.: A foto foi tirada nas Fisgas do Ermelo em Mondim de Basto
terça-feira, 8 de setembro de 2009
simples
adj. 2 gén. 2 núm.
1. Que não é composto.
2. Que não é complicado.
3. Sem ornatos nem enfeites.
4. De fácil interpretação.
5. Puro; claro.
6. Singelo; inocente.
7. Mero; natural.
8. Ingénuo; crédulo.
9. Vulgar.
10. Exclusivo.
11. Fácil.
12. Modesto.
13. Sem luxo.
14. Individuado.
15. Gram. Diz-se dos tempos dos verbos que se conjugam sem auxiliar.
s. 2 gén. 2 núm.
16. Pessoa simples, humilde.
s. m. pl.
17. Pop. Cimbres.Superl.: simplicíssimo.
in www.priberam.pt
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
I’m back…
Pelo sol que me deixou com uma cor espectacular. Pela água gelada do mar da praia da Azurara, Vila do Conde que me acalmou o corpo e a alma. Pelas ondas da praia do Furadouro. Pela água serena de Areas de Agra na Galiza. Pelas brincadeiras na piscina em Ponte de Lima. Pela água incrível das Fisgas do Ermelo. Pelas Lagoas de S. Pedro de Arcos percorridas de havaianas. Pelos passeios. Pela companhia. Pelos jantares. Pelas caipirinhas. Pelas minis. Pelo Paintball. Pelas gargalhadas. Pelas conversas. Pelos livros que consegui devorar. Pelas boas notícias que fui recebendo. Pela ausência imposta e confirmada. Pelas palavras sufocadas (e ainda bem!). Pelo «não-amor» que afinal não foi suficiente. Pelas saudades de mim. Pela coragem de lutar em não ficar aninhada, encolhida, em mim. Pelos amigos [verdadeiros]. Pelas ideias arrumadas. Por tudo… tudo… tudo… tudo o que consegui perceber nestes últimos dias, as baterias estão completamente recarregadas para um resto de ano que espero que traga muitas mudanças e novos projectos.
Fecha-se um ciclo. Abraça-se uma fase de tanta coisa e de coisa nenhuma. Venha o que Deus quiser! Já dizia Agostinho da Silva: «Não faças planos para a vida, pois podes estragar os planos que a vida tem para ti.»
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Da vida...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Poucas horas de sono...
Aqui entre nós, que ninguém «nos ouve», [Shiuuuuu] tenho mesmo de resolver este problema...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Apesar da raiva...
Ausência dói-me. Refiro-me a essa dor que não
Magoa, que se limita à alma; mas que não deixa,
Por isso, de deixar alguns sinais - um peso
Nos olhos, no lugar da tua imagem, e
Um vazio nas mãos, como se as tuas mãos lhes
Tivessem roubado o tacto. São estas as formas
Do amor, podia dizer-te; e acrescentar que
As coisas simples também podem ser complicadas,
Quando nos damos conta da diferença entre o sonho e a realidade.
Porém, é o sonho que me traz a tua memória; e a
Realidade aproxima-me de ti, agora que
Os dias correm mais depressa, e as palavras
Ficam presas numa refracção de instantes,
Quando a tua voz me chama de dentro de
Mim - e me faz responder-te uma coisa simples,
Como dizer que a tua ausência me dói.
Nuno Júdice
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Now I love Someone
Old lock, old door
Old yard, overgrown
I'm up, up and gone
So long, so long
For now I love someone
Our love is a song
That we sing, that's been sung
By our parents and their parents
They swear it and we swear it now
Now we love someone
We both bellow "Hello!"
We both bellow "Hello"
I don't want no "I guess sos"
Just yeses or instead so long, so long
And you don't love no one
Because my wins are your wins
In the sleet, in the spring
And your losses are my losses when you're opposite me only
Now we love somebody
We both bellow "Hello!"
We both bellow "Hello! How are you? How are you? Hello!"
Holly Throsby
Nota:
Esta música faz parte do novo anúncio Sumol Bliss (que por sinal é um anúncio brilhante).
Só uma música consegue isto… um amor à primeira vista.
Now I Love Someone de Holly Throsby serve-me como um generico fraquinho para os dias cinzentos que tenho vivido.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Estou oficialmente deprimida.
terça-feira, 16 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
...
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal aquilo que sou
Sou um grito
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou
Às vezes sou também
Um sim alegre
Ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
E troco a minha vida por um dia de ilusão
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou
«Silêncio e Tanta Gente» de Maria Guinot
terça-feira, 2 de junho de 2009
Ora aí está!
by Scooby
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Taça de Portugal
O F. C. Porto venceu a 14ª Taça de Portugal e conseguiu a sexta dobradinha (Bib'ó Porto, Carago!), calando muita gente que ficou sem argumentos para denegrir um clube. Dentro das 4 linhas, o ambiente foi pobre e, fora delas, o que valeu foram as cores azul, branco e amarelo. Apesar da envolvência do jogo ter sido um espectáculo de louvar, o Estádio Nacional não tem condições para receber um jogo de futebol: há ervas no meio dos bancos, insectos por todo o lado, lixo, não há casas de banho decentes, há bancos soltos (mesmo à mão de semear e susceptíveis de arremesso!), não transmite segurança absolutamente nenhuma e desrespeita o conforto no desporto.
Os jogos no Jamor são únicos, mas para continuar a receber gente terá de sofrer uma renovação, ou pelo menos, deverá ter uma manutenção irrepreensível. Quando ontem me sentei para ver o jogo, só tinha uma pergunta na cabeça: com 10 estádios construídos de raiz em POrtugal, novos, sem enchentes durante todo o ano, porque é que duas equipas do norte se têm de deslocar à capital para jogar num sítio onde ver um jogo de futebol é um sacrifício??
Lamentável!
quinta-feira, 28 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Insulto ao Amor
O amor é o maior filho da puta à face da terra. É um falso, um embuste, um sacana da pior espécie. É o escroque que se embrenha em nós, que nos consome, que nos corrói, que se cola como uma lapa e que depois, quando nos queremos ver livre dele, recusa-se a ir. E não nos larga o coração e suga-nos até à alma.
O amor é tudo o que não se quer. Porque não dura sempre – e nós sabemos que ele não dura sempre e teimamos em idolatrá-lo. Enquanto dura, enquanto existe no ar, enquanto alimenta uma vida, finge-se de herói, de salvador, de deus da alegria. Mas anda a enganar-nos a todos. O amor é um Judas, um Robert Ford, é o vira-casacas que nos entrega aos bandidos, que nos espeta uma faca nas costas. É o cínico que se faz de amigo, de gajo porreiro, para que quando viremos costas nos atirar para a valeta.
Miguel Esteves Cardoso fez um dia o elogio ao amor. Ah! Ah! Só dá para rir. Elogiar o quê? O amor puro só serve para vender bilhetes de cinema, porque não há amor puro, porque se houvesse o amor puro venceria tudo, aguentaria embates com a força de um camião TIR, derrubaria fortalezas, esmagaria exércitos, mas não, o amor puro só faz isso no cinema, porque é nas telas e nos guiões que ele existe. Diz o Miguel que o amor é uma coisa e a vida é outra. Nisso tem razão. A vida é o que é, é o que nós fazemos dela, o amor não, o amor é um traste que quando se quer ir embora vai e não liga puto a quem o tratou bem, a quem acreditou nele, a quem lutou por ele – falso, Judas, cabrão de merda.
O amor é uma praga que se espalha e se impregna nos corações dos fracos, porque ele sabe que todos somos fracos e que todos queremos encher o coração com alguma coisa. Geralmente é com o amor, que chega de pantufas, pé ante pé, mergulha no quentinho do coração e tapa-se até às orelhas. E ali fica, como se fosse a coisa mais querida do mundo. Só que ele não dorme. Ele finge que dorme, porque - não sei se já disse - o amor é um falso, um paneleiro sem vergonha, que só nos quer conquistar para mostrar que é forte, que move marés, faz o sol brilhar e gera tempestades. E é isso que ele faz. Mostra-nos o sol, para logo de seguida nos espetar com um trovão nos cornos, que nos frita os miolos e nos manda desta para melhor.
O mundo está cheio de gente enganada, de gente infectada por esta doença mascarada de coisa fofinha, esta coisa que diz chamar-se amor. A esses, aos enganados, aos pobres coitados que pensam que ganharam o Euromilhões porque têm o coração cheio, só deixo um recado: não perdem pela demora. O amor só está à espera do melhor momento para vos fulminar. É no momento em que virarem costas, é no momento em que se mostrarem frágeis, é no momento em que derem o flanco, é aí, meus caros, que estão fodidos.
Porque noutra coisa o Miguel Esteves Cardoso tinha razão: o Amor é fodido.
by O Arrumadinho
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Desengano
1. Saída do erro ou do engano em que está.
2. Franqueza, sinceridade (que não deixa lugar a enganos).
desenganar - Conjugar
v. tr.
1. Tirar (a alguém) do engano.
2. Fig. Fazer perder a esperança.
3. Fazer claro a.
v. pron.
4. Sair do engano; conhecer a verdade.
5. Pop. Decidir-se.
in www.priberam.pt
sexta-feira, 15 de maio de 2009
«Se ele quisesse, éramos dois a querer!»
Minha Nossa Senhora... onde é que há disto para eu procurar. Compro já!
Estou completamente derretida!
P.S.: A frase do título é da autoria desse grande fotógrafo internacional Orlando Fonseca e o sr. que me faz feliz chama-se SAKIS ROUVAS E FOI VOTADO O HOMEM MAIS BONITO DO MUNDO!
sábado, 2 de maio de 2009
Her Morning Elegance
Sun been down for days
A pretty flower in a vase
A slipper by the fireplace
A cello lying in its case
Soon she's down the stairs
Her morning elegance she wears
The sound of water makes her dream
Awoken by a cloud of steam
She pours a daydream in a cup
A spoon of sugar sweetens up
And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
As she goes in a store
With a thought she has caught
By a thread
She pays for the bread
And She goes...
Nobody knows
Sun been down for days
A winter melody she plays
The thunder makes her contemplate
She hears a noise behind the gate
Perhaps a letter with a dove
Perhaps a stranger she could love
And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
As she goes in a store
With a thought she has caught
By a thread
She pays for the bread
And She goes...
Nobody knows
And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
Where people are pleasently strange
And counting the change
And She goes...
Nobody knows
Oren Lavie
quarta-feira, 29 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Farol de luz em tempo de crise(s)
Um "farol luminoso" no seio da "decepção" nacionalizada pode dar esta quarta-feira a Portugal "a notícia que todos esperamos há muito". Desenganem-se os cépticos. É um sportinguista que fala. Do Porto com FC grande. Do Porto que tem marca. (...)»
Este artigo do JN é delicioso. Podem ler o resto aqui.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Almost Lover
Your fingertips across my skin
The palm trees swaying in the wind
Images
You sang me Spanish lullabies
The sweetest sadness in your eyes
Clever trick
Well, I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me
[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
We walked along a crowded street
You took my hand and danced with me
Images
And when you left, you kissed my lips
You told me you would never, never forget
These images
No
Well, I'd never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me
[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
I cannot go to the ocean
I cannot drive the streets at night
I cannot wake up in the morning
Without you on my mind
So you're gone and I'm haunted
And I bet you are just fine
Did I make it that
Easy to walk right in and out
Of my life?
[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should have known you'd bring me heartache
Almost lovers always do...
A Fine Frenzy
segunda-feira, 6 de abril de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Quase Perfeito
Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia
Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito
Donna Maria
(Miguel Rebelo, Letra: Miguel A. Majer)
quarta-feira, 11 de março de 2009
As minhas relações com as pessoas não são as melhores... acredito sempre que é possível receber tanto como dou e não é bem assim. Talvez o erro esteja em mim - por ser tão exigente com os outros como comigo - mas «c'um caraças» tantas vezes! Sou tudo aquilo que posso ser e, às vezes, até sou mais... desdobro-me em 50 esquecendo que como diz o povo: «o que é demais é erro!» e faço tudo e mais alguma coisa pelos outros [ainda!], quando nesta fase o que mais precisava era que alguém fizesse qualquer coisinha por mim. Preciso dos tais gestos, dos sorrisos, de um abraço daqueles que nunca mais se esquecem, de um beijo, de qualquer coisinha que me faça sentir eu novamente. Já percebi que todas as palavras do mundo não chegam e até já aprendi que mais vale calada e quieta do que a dizer aquilo que não quero ouvir - só para não saber aquilo que já sei mas que não quero, na verdade, saber...
Não aguento mais as distâncias inexplicáveis. Não aguento mais os silêncios impostos. Não aguento ser tão facilmente esquecida, ignorada e indiferente. As respostas que a vida me vai dando são tão duras, que não sei avaliar se não era melhor nem as ter - pelo menos, para não me sentir tão sozinha, tão incompreendida e não aceite por ninguém. Esta dor e raiva que tenho andado a guardar para mim - porque é melhor! - não é saudável. Esta impotência que sinto quando vejo que pensam que me estão a enganar e eu não estou a entender revolta-me de uma maneira que chego a ter medo de mim. Regra geral, sei sempre muito mais do que o que as pessoas pensam. A minha intuição não é simpática e isso magoa... muito! Estar sozinha numa batalha que se quer de mais alguns pode ser bom, mas também me vai transformando numa mulher que não quero ser. E esta é que é a verdade! Lamento...
domingo, 8 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Saudade...
s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;
Bot.,
nome de várias plantas dipsacáceas e das respectivas flores;
(no pl. ) lembranças afectuosas a pessoas ausentes;
(no pl. ) cumprimentos.
in www.priberam.pt
domingo, 1 de março de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Balançar
para balanço de vida.
Mas eu sou de letras,
não me sei dividir.
Para mim um balanço
é mesmo balançar,
balançar até dar balanço
e sair...
Pedes-me um sonho,
para fazer de chão.
Mas eu desses não tenho,
só dos de voar.
Agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde~
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Pedes o mundo
dentro das mãos fechadas
e o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens.
Esqueces que às vezes,
quando falha o chão,
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos.
Pedes-me um sonho
para juntar os pedaços
mas nem tudo o que partes
e volta a colar.
E agarras a minha mão
com a tua mão e prendes-me
e dizes-me para te salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Mafalda Veiga
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Há artigos que valem mesmo a pena ler e reler...
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Banda Sonora Perfeita...
«Everywhere I'm turning
Nothing seems complete
I stand up and I'm searching
For the better part of me
I hang my head from sorrow
State of humanity
I wear it on my shoulders
Gotta find the strength in me
Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Still when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman
For all the mothers fighting
For better days to come
And all my women, all my women sitting here trying
To come home before the sun
And all my sisters
Coming together
Say yes I will
Yes I can
Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman
When I'm breaking down
And I can't be found
And I start to get weak
Cause no one knows
Me underneath these clothes
But I can fly
We can fly, Oooohh
Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman»
Alicia Keys
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
O Mar Fala de Ti
Eu nasci nalgum lugar
Donde se avista o mar
Tecendo o horizonte
E ouvindo o mar gemer
Nasci como a água a correr
Da fonte
E eu vivi noutro lugar
Onde se escuta o mar
Batendo contra o cais
Mas vivi, não sei porquê
Como um barco à mercê
Dos temporais.
Eu sei que o mar mão me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Que te levei ao mar quando te vi
Eu sei que o mar mão me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Quem dele se perdeu
Assim que te perdi.
Vou morrer nalgum lugar
De onde possa avistar
A onda que me tente
A morrer livre e sem pressa
Como um rio que regressa
Á nascente.
Talvez ali seja o lugar
Onde eu possa afirmar
Que me fiz mais humano
Quando, por perder o pé,
Senti que a alma é
Um oceano.
Mafalda Arnauth / Tiago Torres da Silva
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Portas Fechadas...
Nestes últimos dias, tenho andado a pensar e isso não é bom... Para quem me conhece bem sabe disso: pensar muito faz com que tenha noção dos meus erros, das minhas burrices e de todas as mentiras em que tenho vivido. A verdade é que quando passo por uma fase como esta, de reflexão, a única conclusão real a que chego é a de que com a verdade, pura e dura, apre(e)ndo sempre grandes lições e devo tirar partido disso. A mais recente [e partilho-a convosco não por gostar dela, mas por querer gritá-la com raiva] é a de que ando à procura de mim há demasiado tempo e tempos houve em que eu achei que me tinha encontrado, mas estava tão enganada... A razão dessa descoberta era pura ilusão... só eu a vi e só eu a vivi. E não percebo... não fui suficientemente importante para a conseguir, nem suficientemente inteligente para a detectar a tempo. O melhor é mesmo seguir caminho para um espaço só meu, onde não há o perigo de me ferir nem a sensação de perda que me consome o tempo inteiro. Podem achar que sou cobarde e que me estou a refugiar num medo estúpido, mas por enquanto as portas estão bem melhor fechadas...
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Festival para Gente Sentada
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Flor de Verde Pinho
dar-te o mais lindo nome português
podia dar-te um nome de rainha
que este amor é de Pedro por Inês.
Mas não há forma não há verso não há leito
para este fogo amor para este rio.
Como dizer um coração fora do peito?
Meu amor transbordou. E eu sem navio.
Gostar de ti é um poema que não digo
que não há taça amor para este vinho
não há guitarra nem cantar de amigo
não há flor não há flor de verde pinho.
Não há barco nem trigo não há trevo
não há palavras para dizer esta canção.
Gostar de ti é um poema que não escrevo.
Que há um rio sem leito. E eu sem coração.
Manuel Alegre
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Bem bom
por Rui Reininho
Sempre gostei desta música... mas esta versão delicia-me! Que sirva de bússola para 2009... para o bem e para o mal... ;)