Confirmados no Optimus Alive 2012. [Pai Natal, avisa alguém, por favor! Os bilhetes estão à venda a partir de amanhã!]
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
[E eu que nunca gostei do Natal!] VI
Gosto de romances históricos. Gosto de histórias que me façam pensar. Gosto de personagens que me façam chorar. Com os livros não sou minimamente esquisita. Pode vir um qualquer no sapatinho... Será sem dúvida uma futura óptima companhia...
Ainda do Amanhecer - parte 1
Esta música é divinal... pelo som e pela letra...
I've waited a hundred years,
But I'd wait a million more for you
Nothing prepared me for the privilege of being yours
If I had only felt the warmth within your touch
If I had only seen how you smile when you blush
Or how you curl your lip when you concentrate enough
I would have known what I was living for
What I've been living for
Your love is my turning page
Only the sweetest words remain
Every kiss is a cursive line
Every touch is a redefining phrase
I surrender who I've been for who you are
Nothing makes me stronger than your fragile heart
If I had only felt how it feels to be yours
I would have known what I've been living for all along
What I've been living for
We're tethered to the story we must tell
When I saw you well I knew we'd tell it well
With the whisper we will tame the vicious scenes
Like a feather bringing kingdoms to their knees
I've waited a hundred years,
But I'd wait a million more for you
Nothing prepared me for the privilege of being yours
If I had only felt the warmth within your touch
If I had only seen how you smile when you blush
Or how you curl your lip when you concentrate enough
I would have known what I was living for
What I've been living for
Your love is my turning page
Only the sweetest words remain
Every kiss is a cursive line
Every touch is a redefining phrase
I surrender who I've been for who you are
Nothing makes me stronger than your fragile heart
If I had only felt how it feels to be yours
I would have known what I've been living for all along
What I've been living for
We're tethered to the story we must tell
When I saw you well I knew we'd tell it well
With the whisper we will tame the vicious scenes
Like a feather bringing kingdoms to their knees
Do Amanhecer - parte 1
Ontem foi dia de cinema. [Iupiii!] Com direito a pipocas e tudo. [Iupiii x 2!] Lá fui eu ver o Amanhecer - parte 1. [E o Taylor Lautner... e o Robert Pattinson... cof, cof!] Sou viciada na Saga Twilight, é verdade. Não porque ache que o filme tenha grande conteúdo, mas sim porque me divirto muito com a história da Bella e do Edward. E com o Jacob. E com os vampiros e lobisomens. Etc, etc... Este último filme, nem é bom nem mau. Para ser franca: é mais do mesmo! Agora, que daqui a um ano volto ao cinema, ai lá isso volto! Não consigo evitar o vício, não senhora! O final deixa antever um próximo capítulo interessante...
Continuo é com a mesma dúvida de sempre: qual dos dois é o mais bonito? Taylor Lautner ou Robert Pattinson?
Oh pah, é que não consigo mesmo ter uma opinião fundamentada.
Ambos são de ver e chorar por mais...
«Oh God make me good, but not yet!»
51??? Ei lá!? Tantos!
Hoje quando abri o meu blog, apercebi-me que tenho 51 pessoas a seguir o meu cantinho. Confesso que quando comecei O Meu Lado B, em 2004, nem me passava pela cabeça que o blogger criasse esta história dos seguidores. Nunca me preocupou se tinha muita ou pouca gente a ler-me. Admito que fico feliz por saber que gostam de me ler e que partilham comigo as vossas histórias e me dão forças quando eu preciso. Fico muito... mas não escrevo nem publico, absolutamente nada, para agradar a quem quer que seja. Tudo o que deixo aqui são coisas minhas... desabafos... divagações... coisas, muitas vezes, parvas. Sei que tenho gente que sabe quem é a desnorteada e procura este cantinho para saber novidades minhas [um conselho: seria mais fácil se mandassem e-mail ou escrevessem um sms!], sei que há muita gente que me lê só porque se identifica [e ainda bem... faz-me sentir menos ET!], sei que há outras pessoas que só vêm cá para coscuvilhar a minha vida [e essas nem percebo porque o fazem!], sei que há gente que vem aqui parar pelas pesquisas mais estranhas que possam imaginar, outras chegam, lêem e nunca mais voltam... enfim, como digo sempre, são todos muito bem-vindos. Aqui sou eu, sem máscaras e sem rodeios... sem ter medo de assumir o que sinto ou o que penso. Aqui, eu posso ser politicamente incorrecta e gosto disso. Gosto muito. Fiquem quanto tempo quiserem. Sintam-se à vontade. Eu estou de braços abertos...
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
«Chorar em público»
«Quando sair este jornal, a Maria João e eu estaremos a caminho do IPO de Lisboa, à porta do qual compraremos o PÚBLICO de hoje, Hoje ela será internada e hoje à noite, desde o mês de Setembro do ano passado, será a primeira vez que dormiremos sem ser juntos.
O meu plano é que, quando me expulsarem do IPO, ela se lembre de ir ler o PÚBLICO e leia esta crónica a dizer que já estou cheio de saudades dela. É a melhor maneira que tenho de estar perto dela, quando não me deixam estar. Mesmo ficando num hotel a 30 passos dela, dói-me de muito mais longe.
O IPO consegue ser segunda casa. Nenhum outro hospital consegue ser isso. podem ser hospitais muito bons, Mas não são como uma casa. O IPO é. Há uma alegria, um humor, uma dedicação e uma solidariedade, bem-educada e generosa, que não poderiam ser mais diferentes da nossa atitude e maneira de ser - resignada, fatalista e piegas - que são o default institucional da nacionalidade portuguesa. É graxa? Para que tratem bem a Maria João? Talvez seja. Mas é merecida. Até porque toda a gente que os três IPO de Portugal tratam é tratada como se tivesse direito a todas as regalias. Há muitos elogios que, não obstante serem feitos para nos beneficiarem, não deixam de ser absolutamente justos e justificados.
Este é um deles. Eu estou aqui ao pé de ti. Como tu estás ao pé de mim. Choram em público é como pedir que nada de mau nos aconteça. É uma sorte. É o contrário do luto. Volta para mim.»
O meu plano é que, quando me expulsarem do IPO, ela se lembre de ir ler o PÚBLICO e leia esta crónica a dizer que já estou cheio de saudades dela. É a melhor maneira que tenho de estar perto dela, quando não me deixam estar. Mesmo ficando num hotel a 30 passos dela, dói-me de muito mais longe.
O IPO consegue ser segunda casa. Nenhum outro hospital consegue ser isso. podem ser hospitais muito bons, Mas não são como uma casa. O IPO é. Há uma alegria, um humor, uma dedicação e uma solidariedade, bem-educada e generosa, que não poderiam ser mais diferentes da nossa atitude e maneira de ser - resignada, fatalista e piegas - que são o default institucional da nacionalidade portuguesa. É graxa? Para que tratem bem a Maria João? Talvez seja. Mas é merecida. Até porque toda a gente que os três IPO de Portugal tratam é tratada como se tivesse direito a todas as regalias. Há muitos elogios que, não obstante serem feitos para nos beneficiarem, não deixam de ser absolutamente justos e justificados.
Este é um deles. Eu estou aqui ao pé de ti. Como tu estás ao pé de mim. Choram em público é como pedir que nada de mau nos aconteça. É uma sorte. É o contrário do luto. Volta para mim.»
Miguel Esteves Cardoso, Público de 28.11.2011
Verdade, verdadinha! II
Se quisermos mudar a nossa vida, é mais importante mudarmos as atitudes do que as circunstâncias. A menos que mudemos as atitudes, é improvável que as circunstâncias, realmente, possam mudar um dia.
Robin Norwood
domingo, 27 de novembro de 2011
Fado é Património da Humanidade
«A partir de agora, o fado não é apenas a canção de Portugal, a canção de Severa, Marceneiro, Amália, Carlos do Carmo, Camané e Carminho - é um tesouro do mundo. Um tesouro que fala de Portugal, da sua cultura, da sua língua, dos seus poetas, mas que também tem muito de universal nos sentimentos que evoca: a dor, o ciúme, a solidão, o amor.» in Fugas, Público
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Beyoncé's performance...
Lembram-se do vídeo que publiquei há uns dias? Aqui está a versão ao vivo... trabalho gráfico brutal e uma performance desta senhora fantástica. Não me canso de ver! Ai como eu gostava de dançar como ela! [suspiro!]
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Tortitas de milho...
Estou completamente viciada nisto.
Oh my God, como isto é bom!!!
Oh my God, como isto é bom!!!
[E ainda há quem diga que isto não sabe a nada... pffffff!]
Coisas [parvas] do coração...
Há pessoas que ao passar pela nossa vida nos deixam uma vontade enorme de lutar por elas a vida inteira, mesmo quando não nos ligam nenhuma. Outras há que não nos encantam o suficiente para nos perdermos em lutas desenfreadas. Raramente são as que nos fogem que valem a pena, mas esta é uma verdade que demoramos muito a perceber.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
[E eu que nunca gostei do Natal!] IV
Acho imensa piada a estas mensagens. E nunca recebi nenhuma. Damn it!
[Pai Natal, se me estás a ouvir, avisa, os meus amigos que estão longe. Please! Please! Please!]
terça-feira, 22 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Ainda da vida...
Não sei se já andei para a frente, se abandonei inteiramente o passado ou se ainda estou a olhar para trás, parada na esperança de que um dia o final seja outro. Não sei se já sou quem desejava mas acredito que estou mais perto. Depois dos entraves, das dificuldades, das máscaras, dos refúgios e «saídas de emergência», tudo acaba por se encaminhar. E na direcção correcta. Sei que tudo o que tenho, e que consegui até hoje, é resultado de muitos sacrifícios. Sei que sofro sempre mais... mas chego lá... à terra dos sonhos... [à dos meus sonhos]. Um dia de cada vez. E sei-o porque sempre cheguei. Quanto àquele lugar, ao da magia e dos sorrisos parvos o dia inteiro, esse está a fazer-se de difícil. Nunca o cheguei a atingir... Ou porque me assusto e fujo a sete pés, ou porque me fazem acreditar nesse lugar, mas depois fecham-me as portas na cara... não, não, os portões de ferro, com chaves que dão voltas e voltas, e nunca mais se hão-de abrir, [pelo menos para mim!]. Não sei nada sobre o amor. É a mais pura das verdades. Será que vale a pena continuar à procura do tal lugar? Será que se eu fizesse meio caminho, a porta se abriria afinal? Será que eu conheceria finalmente o lugar? [Aquele onde me sinto completamente eu... o melhor lugar do mundo: TU. Ainda que estejas longe, que eu desconheça e de quem tenho medo... muito medo?] Não sei... e acho que nem vale a pena tentar saber. Aconteça o que tiver que acontecer, porque, neste momento, já não tenho mão sobre o que sinto ou o que venha a sentir.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Inspiração precisa-se... III
O que eu descobri! É que agora não quero outra coisa... é genial!!
[Tentem! Sem som...]
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
[E eu que nunca gostei do Natal!]
Com esta chuva nada melhor que umas galochas para os pezinhos. As da DKNY já me saltaram à vistinha o ano passado, mas não consegui comprá-las [outras prioridades se levantaram!]. Este ano, espero que alguma alminha se lembre que desejo muito um parzinho destes e me deixe isto na árvore no dia 24 de Dezembro. Ai que a lista está a compor-se... [Estás a ouvir Pai Natal?]
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Da amizade...
[...]
A diferença entre perder um amigo e perder um Amor é que perder um Amor dói mais no início, perder um amigo dói mais depois. Perder um Amor é levar uma sova, perder um amigo é empobrecer devagar. A razão é simples. O Amor tem um lugar que pode ou não estar ocupado. Quando esse lugar está desocupado, sentimo-nos mal e procuramos ocupá-lo. Para a amizade não há lugares nem numerus clausus, o que faz dum amigo alguém que não podia ser outra coisa senão isso mesmo. É que um Amor ocupa espaço, uma amizade não.
Acho que foi por isso que, com a idade, passei a exigir Amizade ao Amor. Por muito que ele estrebuchasse, e fê-lo várias vezes, se não viesse dividir uma garrafa de vinho e uma conversa comigo de vez em quando, acabava por deixá-lo. Por isso é quando a semana passada a Raquel me disse que tem a sorte de namorar com um amigo, eu pensei que não é sorte. É uma exigência da idade. Ainda bem.
Este texto é da autoria do Bagaço Amarelo. Diz-me tanto, tanto, mas tanto... que não resisti em publicá-lo.
A diferença entre perder um amigo e perder um Amor é que perder um Amor dói mais no início, perder um amigo dói mais depois. Perder um Amor é levar uma sova, perder um amigo é empobrecer devagar. A razão é simples. O Amor tem um lugar que pode ou não estar ocupado. Quando esse lugar está desocupado, sentimo-nos mal e procuramos ocupá-lo. Para a amizade não há lugares nem numerus clausus, o que faz dum amigo alguém que não podia ser outra coisa senão isso mesmo. É que um Amor ocupa espaço, uma amizade não.
Acho que foi por isso que, com a idade, passei a exigir Amizade ao Amor. Por muito que ele estrebuchasse, e fê-lo várias vezes, se não viesse dividir uma garrafa de vinho e uma conversa comigo de vez em quando, acabava por deixá-lo. Por isso é quando a semana passada a Raquel me disse que tem a sorte de namorar com um amigo, eu pensei que não é sorte. É uma exigência da idade. Ainda bem.
Este texto é da autoria do Bagaço Amarelo. Diz-me tanto, tanto, mas tanto... que não resisti em publicá-lo.
Da chuva...
Por mais que tentasse explicar-te tantas e tantas e tantas vezes, nunca te diria vezes que chegassem o que poderíamos ter vivido.
sábado, 12 de novembro de 2011
O prometido é devido!
Aqui estão as fotografias das minhas férias:
Podia escolher outras tantas, mas estas revelam o que mais me agradou. Desta selecção, destaco os indignados alojados mesmo em baixo do Euro em frente ao Banco Central Europeu e os cadeados na ponte, como símbolo de amor eterno [uma tradição que se vem espalhando por várias cidades europeias!] , em Frankfurt; o concerto da Tori, claro!; as bicicletas em quase todas as cidades por onde passei; as cores do Outono; a interessante Odense, cidade de Hans Chistian Andersen; e a fantástica Bremen, onde conseguiria ser muito feliz, sem dúvida alguma! [E depois desta publicação, já fiquei com saudades de viajar... damn it!]
Hamburg, Alemanha
Copenhaga, Dinamarca
Halmstäd, Suécia
Odense, Dinamarca
Bremen, Alemanha
Podia escolher outras tantas, mas estas revelam o que mais me agradou. Desta selecção, destaco os indignados alojados mesmo em baixo do Euro em frente ao Banco Central Europeu e os cadeados na ponte, como símbolo de amor eterno [uma tradição que se vem espalhando por várias cidades europeias!] , em Frankfurt; o concerto da Tori, claro!; as bicicletas em quase todas as cidades por onde passei; as cores do Outono; a interessante Odense, cidade de Hans Chistian Andersen; e a fantástica Bremen, onde conseguiria ser muito feliz, sem dúvida alguma! [E depois desta publicação, já fiquei com saudades de viajar... damn it!]
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Chiça!!
Esta mulher tem qualquer coisa... sem dúvida! Não posso dizer que estou sempre a ouvir, mas que me divirto com as músicas e com os vídeoclips... ai, isso sim! Mais do que saber cantar como ela, adorava saber «mexer-me» como ela... é genial!!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Não é defeito, é feitio!
Não estou habituada a que gostem de mim, a que me adorem, a que me desejem ou a que lutem por mim. Isso nunca aconteceu. Ponto final. Sei que muitas vezes por ser impulsiva não meço bem as palavras e saem-me coisas que não devia dizer. E sei que perco muito com isso, que afasto muita gente de mim, que construo uma redoma em minha volta. Sei que já me prejudiquei muito com isso. Mas gosto de ser assim. Sinto-me genuína. Acho que se abdicar disso, estou a perder-me de mim própria, a deixar de lado a minha essência. Quando estou mal disposta, estou mal disposta... quando estou bem disposta, estou bem disposta. Não gosto de fingir aquilo que não sou... para o bem e para o mal.
Que é que me está a acontecer?
Eu ando completamente baralhada. Na terça-feira acordei convicta de que já era quarta. Nem queiram saber! Levantei-me e pensei: «chiça, que esta semana está a voar!»; depois, reparei que não tinha tomado o meu «comprimidinho» relativo à terça e pensei: «chiça, voltei-me a esquecer!» e pumba... lá mandei o comprimido abaixo; depois, entro no carro e vejo: «TER 8 de Novembro» e digo: «Oh pah, mas será que até o carro está confuso?!, vou ter de alterar isto...». Só acreditei que, de facto, era terça e não quarta, quando ouvi na rádio: «manhã de terça bastante complicada devido à greve... bla, blá, blá». Aí, não tive dúvidas de que afinal eu é que estava enganada. Hoje, levanto-me e penso: «que fixe já é sexta-feira!»; tomei o meu banhinho toda contente a pensar que amanhã já era fim-de-semana... quando entrei no meu carro, vejo: «QUI 10 de Novembro» e digo: «Ohhh, outra vez???» Acordei [efectivamente] e percebi que estava novamente a fazer confusão... Oh Deus, que raio se está a passar comigo? Isto não é normal...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
The Strangest Friend
Esta dedico-a a um amigo que já foi especial, mas que nunca deixou de ser estranho... :)
[Há dias em que as saudades são muitas, mas a razão, agora, fala mais alto...]
Inspiração precisa-se... II
Já não é a primeira vez que fico surpreendida com os resultados que o google me oferece aquando das minhas pesquisas. Quando fico bloqueada, tenho por hábito meter-me pela net dentro e arranjar motivos de inspiração para que as ideias fluam doutra maneira. Regra geral, essa opção resulta. Hoje, num desses momentos, entre as minhas procuras de desbloqueamento saltou-me à vista uma imagem que, ora bem, como dizer?!, me encheu os olhinhos... mas não percebi bem por que é que ela estava entre as opções. Visto que a palavra-chave que utilizei foi inspiração digam lá se os senhores do google não são uns marotos???
Bem, acho que a tarde me vai correr melhor... ou pior... depende da perspectiva! Mas lá que é uma imagem inspiradora, é!! «Oh God make me good, but no yet!»
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Verdade, verdadinha!
Quero aprender.
Quero ser sublime no que faço.
Quero dar algo de especial ao mundo.
Quero acreditar que há uma razão que dá sentido à vida,
um princípio que me ajuda a atravessar os maus momentos e os bons também.
Quero crer que no mundo existe alguém tão só quanto eu.
Quero acreditar que vamos encontrar-nos e amar-nos,
e que jamais voltaremos a conhecer a solidão.
e que jamais voltaremos a conhecer a solidão.
Richard Bach in Um
domingo, 6 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
[Faz tanto frio cá dentro!]
Lá fora está muito frio, mas cá dentro a temperatura não é melhor. O gelo invade-me o peito, mesmo que ache que estou a tentar deixar que o calor entre. Se me podia deixar apaixonar por ti? Sim, podia, mas arriscaria a perder muito mais do que o nada que tenho. Tenho saudades de sentir, de dar, de me deixar levar nas asas de uma emoção sem fim. De falar pelos cotovelos e escrever sem medo o que o coração dita, o que a alma sussurra. De parecer parva com um sorriso de orelha a orelha só porque sim, porque damos sentido aos sentidos. Às vezes, apetece-me fazer de conta que é possível, que existe um antes e um depois de ti, que desta vez vai ser diferente e que os homens afinal não são todos iguais. Às vezes apetece-me, outras não. Outras fazem-me fugir de ti e pôr a máscara a que me habituei nos últimos anos, para não me enganarem, para não me magoarem, para que a desilusão não fale mais alto... é que depois... hmmm, depois o vazio é sempre muito maior, não é?
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Constatação...
Estamos sempre a descobrir-nos, não é? De ano para ano. De dia para dia. De hora em hora. A minha última descoberta é que não consigo raciocinar com os pés frios... vá lá saber-se porquê... é que não sai nem uma linha de jeito... Raios!!
A-do-ro...
Sempre que ouço esta música penso que podia ter sido escrita por / para mim... é sempre esse o pensamento. Identifico-me tanto, mas tanto com estas palavras...
Cedo o meu lugar...
Eu não quero ser, eu não quero pedir, mas estou a perder, e não sei que fazer mais...
O que eu era desapareceu e quando falo parece... parece que não sou mais eu.
Tento encontrar-me, desenrascar-me, já faço a cama, ando ocupada... a tentar fugir de ti... Mas mais longe é mais perto, mais difícil fazer o correcto do que estar certo.
Por isso...
Cedo o meu lugar a quem te mereça, que decore os teus planos e não se esqueça. Cedo o meu lugar a quem te mereça, que te dê tudo e que nem pareça. Cedo o meu lugar a quem te mereça, que fique do teu lado e que não esmoreça. Cedo o meu lugar... mas a seguir peço para voltar.
Para mim nunca foi um jogo. Foi apenas um retrato onde ficávamos bem os dois, onde as dúvidas são para depois. Gosto mesmo de ti, mas tu nunca estás... nunca estás aqui.
Por isso...
Cedo o meu lugar a quem te mereça, que decore os teus planos e não se esqueça. Cedo o meu lugar a quem te mereça, que te dê tudo e que nem pareça. Cedo o meu lugar a quem te mereça, que fique do teu lado e que não esmoreça. Cedo o meu lugar... mas a seguir peço para voltar.
É que eu gosto mesmo de ti...
Eu gosto mesmo de ti...
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Tudo começou por aqui...
... e valeu tanto, tanto, tanto a pena!!
[Sim, sou uma privilegiada por ter estado na Alter Oper em Frankfurt!]
Back in town...
Apeteceu-me começar este post dizendo que estou rejuvenescida, mas, depois de alguns minutos de ponderação, só me ocorre perguntar: Por que é que os dias felizes passam tão depressa??? Enfim... valha-me a alma retemperada resultado das fantásticas férias pela Alemanha, pela Dinamarca e pela Suécia...
Andava há meses à espera da oportunidade de sair daqui, de viajar, de desligar, de abrir uns parêntesis na minha rotina, de fugir uns dias da vida real [que como sabem não é fácil!]. À custa da minha querida Tori Amos, que pude ver em Frankfurt numa das salas mais bonitas onde já estive, fui dar uma voltinha pela Europa: conheci Frankfurt, Hann Münden, Hamburg, Flensburg, Bremen [linda, linda, linda!] na Alemanha, Odense e Copenhaga [que já conhecia e está bastante mais sujita] na Dinamarca e ainda revisitar Malmö, Skurup e Halmstad na Suécia. Já sabia que o Outono era delicioso, mas na última semana pude vivê-lo intensamente e aproveitar as espectaculares telas entre o amarelo e o laranja das várias cidades por onde passei. Tenho tantas, tantas, tantas histórias para contar e fotografias para mostrar... hmmm, como é bom poder conhecer lugares novos e conviver de perto com outras culturas e sabores e hábitos e... música, muita música [vou mostrando o que descobri. Prometo!].
Eu sei... eu sei que agora é tempo de voltar ao meu dia-a-dia e dar graças a Deus por ainda ter tido a possibilidade de fazer uma viagem destas que é, sem dúvida, uma balão de oxigénio para os dias que aí vêm. É tempo de viver recordando e sorrindo por cada gargalhada conseguida e cidade visitada, por cada olhar cúmplice trocado e descoberta realizada, etc, etc... O resto??? O resto não interessa nada...
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