sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Desabafinho...
Estou cansada de ser feliz com a felicidade dos outros.
Já merecia ser feliz com as minhas próprias coisas.
Ai já, já!
quinta-feira, 22 de março de 2012
«Mãos que vêem»
Uma publicação para gente especial só podia ser especial.
Uma publicação universal numa linguagem igual para todos, só podia resultar na perfeição.
Simplesmente fantástica a edição em braille do Jornal de Notícias.
Uma publicação universal numa linguagem igual para todos, só podia resultar na perfeição.
Simplesmente fantástica a edição em braille do Jornal de Notícias.
domingo, 18 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Desabafo pequenito...
Se há coisa que não suporto é ler blogues com erros ortográficos.
[Pronto, já disse!]
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Porquê?
Porque o bilhete para o dia 25 de Julho no Coliseu do Porto já cá canta e eu não consigo parar de ouvir...
sexta-feira, 9 de março de 2012
Que bela surpresa!
Conheci-o em Frankfurt no concerto da Tori Amos e desde então tenho acompanhado o seu percurso. Aqui está o primeiro vídeo oficial... Enjoy it!!
quinta-feira, 8 de março de 2012
E não é que somos mesmo assim?!
As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos. Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas. São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer.
Miguel Esteves Cardoso
domingo, 4 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Subscrever:
Comentários (Atom)