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BRPI1005600A2 - lanterna traseira para uma motocicleta - Google Patents

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Publication number
BRPI1005600A2
BRPI1005600A2 BRPI1005600-9A BRPI1005600A BRPI1005600A2 BR PI1005600 A2 BRPI1005600 A2 BR PI1005600A2 BR PI1005600 A BRPI1005600 A BR PI1005600A BR PI1005600 A2 BRPI1005600 A2 BR PI1005600A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
lens
light
cut
taillight
light source
Prior art date
Application number
BRPI1005600-9A
Other languages
English (en)
Inventor
Koji Okamoto
Takafumi Yamaguchi
Shiro Miyamoto
Tomohiko Sasaki
Original Assignee
Honda Motor Co Ltd
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Family has litigation
First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=44128347&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI1005600(A2) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Application filed by Honda Motor Co Ltd filed Critical Honda Motor Co Ltd
Publication of BRPI1005600A2 publication Critical patent/BRPI1005600A2/pt
Publication of BRPI1005600B1 publication Critical patent/BRPI1005600B1/pt

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  • Lighting Device Outwards From Vehicle And Optical Signal (AREA)

Abstract

LANTERNA TRASEIRA PARA UMA MOTOCICLETA. A presente invenção refere-se a uma pequena lanterna traseira (40) com uma visibilidade garantida. Uma lanterna traseira (40) para uma motocicleta (10) é provida em uma parte traseira de um veículo, e faz com que uma fonte de luz (50) realize tanto uma função de lanterna de cauda (40) de acender uma luz por uma operação em um comutador (102) e uma função de luz de freio de acender uma luz durante a frenagem. A lâmpada traseira é caracterizada como segue. A luz desde a fonte de luz (50) é refratada em uma lente (75). A lente (75) tem diferentes cortes de lente formados em uma parte superior (55) e uma parte inferior (53) da mesma para fazer qualquer uma dentre a parte superior (55) e a parte inferior (53) parecer mais brilhante do que a outra. Qualquer uma dentre a parte superior (55) e a parte inferior (53) parece mais brilhante do que a outra, formando diferentes cortes. Provendo tal contraste em brilho, a lanterna traseira (40) torna-se visível, e pode ser obtida alta visibilidade. Além disso, a fonte de luz comum (50) é utilizada para a função de lanterna de cauda e função de luz de freio. A diminuição de tamanho da lanterna traseira (40) é tornada possível, em comparação com um caso onde diferentes fontes de luz (50) são utilizadas para as respectivas funções.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "LANTERNA TRASEIRA PARA UMA MOTOCICLETA".
Descrição Campo Técnico
A presente invenção refere-se a uma lanterna traseira para uma motocicleta que tem uma função de lanterna de cauda e uma função de luz de freio.
Antecedente da Técnica
A lanterna traseira para uma motocicleta tem uma função de lan- terna de cauda para avisar o veículo seguinte da presença da motocicleta, e - 10 uma função de luz de freio para indicar que o piloto aplicou um freio (ver, por exemplo, Documento de Patente 1, figura 2)).
Como mostrado na figura 2 do Documento de Patente 1, uma lanterna traseira (1) (o número entre parênteses indica o número de referên- cia descrito no Documento de Patente 1. O mesmo se aplica a seguir) inclui: uma lanterna traseira (2T), provida na parte superior, uma luz de freio (2S), provida na parte inferior separadamente da lanterna traseira (2T) e uma len- te externa (3) para refratar a luz da lanterna traseira (2T) e a luz de freio (2S). A lente externa (3) tem formado nela cortes de lente olho de peixe (5S, 5T). Cortes de lente na região da lanterna traseira são diferentes de cortes de lente na região da luz de freio.
No entanto, nunca houve uma idéia para variar os cortes de len- te tanto dentro da região da lanterna traseira quanto dentro da região da luz de freio.
Por outro lado, na lanterna traseira convencional (1), a lanterna traseira (2T) e a luz de freio (28) são providas separadamente. São necessá- rias duas placas para suportar estas lanternas (2T, 2S) respectivamente. Assim, existe espaço para aperfeiçoamento em termos de diminuição de tamanho.
Quando uma fonte de luz feita para ter tanto uma função de Ian- terna de cauda quanto uma função de luz de freio, é utilizada apenas para reduzir o tamanho de uma lanterna traseira, de qualquer modo, a aparência de trás é uniforme. Isso ocorre porque não há o pensamento como acima descrito de que os cortes de lente sejam variados. Assim, uma mudança en- genhosa foi desejada para chamar mais atenção de outros veículos, mesmo quando uma lanterna traseira é reduzida em tamanho.
Em outras palavras, mesmo no caso onde uma lanterna traseira é para ser reduzida em tamanho, uma consideração foi almejada para cha- mar a atenção para a lanterna traseira. Documento da Técnica Anterior Documento de Patente
Documento de Patente 1, Patente Japonesa n° 4023777 Sumário da Invenção
Problema a ser Resolvido pela Invenção
Um objeto é prover uma lanterna traseira capaz de chamar a a- tenção para a lanterna traseira mesmo quando a lâmpada é reduzida em tamanho.
Meios para Resolver o Problema
Um primeiro aspecto da invenção provê uma lanterna traseira para uma motocicleta, sendo a lanterna traseira provida em uma parte trasei- ra de um veículo, e causando uma fonte de luz comum para executar tanto a função de lanterna de cauda de acender uma luz por uma operação em um comutador quanto uma função de luz de freio de acender uma luz durante a frenagem, a lanterna traseira caracterizada em que a luz da fonte de luz é retratada na lente, e a lente tem cortes de lente diferentes formados em uma parte superior e uma parte inferior da mesma para fazer qualquer uma den- tre a parte superior e a parte inferior parecer mais brilhante do que a outra. Em um segundo aspecto da invenção, o corte de lente formado
na parte superior é um corte de olho de peixe e o corte de lente formado na parte inferior é um corte de Fresnel.
Em um terceiro aspecto da invenção, a lanterna traseira com- preende a lente e uma cobertura clara cobrindo a lente, e a lente de corte é provida perpendicularmente a um eixo geométrico da fonte de luz.
Em um quarto aspecto da invenção, a fonte de luz é um diodo emissor de luz. Em um quinto aspecto da invenção, o corte de olho de peixe é formado em uma superfície externa da lente de uma forma que um centro do corte de olho de peixe esteja no eixo geométrico da fonte de luz, e o corte de Fresnel seja formado em uma superfície interna da lente de uma forma que um centro do corte de Fresnel esteja sobre o eixo geométrico da fonte de luz.
Em um sexto aspecto da invenção, a lente tem substancialmente uma forma semicircular que é convexa para cima em uma vista frontal.
Em um sétimo aspecto da invenção, a lente que tem uma forma substancialmente semicircular tem o corte de Fresnel ao longo de um fundo reto da mesma, e o corte de olho de peixe formado em uma parte remanes- cente da mesma. Efeitos da Invenção
De acordo com o primeiro aspecto da invenção, a fonte de luz comum é utilizada para a função de lanterna de cauda e a função de luz de freio. Isto torna possível diminuir o tamanho da lanterna traseira, em compa- ração com um caso em que diferentes fontes de luz são usadas para as res- pectivas funções.
Além disso, a lente tem cortes de lente diferentes formados entre a parte superior e a parte inferior, e qualquer uma dentre a parte superior e a parte inferior parece mais brilhante do que a outra. Assim, pode ser provido o contraste em brilho para a lanterna traseira. A lanterna traseira torna-se visível e é chamada a atenção de outros veículos. Desta forma, pode ser obtida grande visibilidade. Do exposto, enquanto a redução da lanterna traseira é alcança-
da, pode ser chamada atenção para a lanterna traseira, e consequentemen- te, pode ser garantida a visibilidade.
De acordo com o segundo aspecto da invenção, o corte de olho de peixe é formado na parte superior, e o corte de Fresnel é formado na par- te inferior. Depois de passar pelo corte de olho de peixe, a luz torna-se uma luz difusa. Enquanto isso, depois de passar através do corte de Fresnel, a luz se torna uma luz direta. Relativa à luz difusa, a luz direta parece forte e brilhante. Como resultado, a parte inferior da lente pode parecer mais bri- lhante.
De acordo com o terceiro aspecto da invenção, a lente é coberta com a cobertura clara. A cobertura clara cobrindo a lente pode impedir a en- trada de poeira na lente. Se a poeira é fixada à lente, a poeira atrapalha a luz e muda a orientação em alguns casos. De acordo com a presente inven- ção, tal preocupação é eliminada.
De acordo com o quarto aspecto da invenção, um LED é usado como fonte de luz. Um LED é brilhante na emissão e de pequena dimensão. Assim, quando um LED é utilizado como a fonte de luz, é possível redução adicional do tamanho da lanterna traseira.
De acordo com o quinto aspecto da invenção, o corte de lente do corte de olho de peixe é formado na superfície externa. Como o corte de o- Iho de peixe é formado na superfície externa, o corte de olho de peixe pode difundir ainda mais luz, que foi emitida a partir da fonte de luz e difundida pela espessura da lente. Em outras palavras, a luz que passa através do corte de olho de peixe pode ser ainda mais difundida em comparação com um caso em que o corte de lente é formado na superfície interna.
Além disso, o corte de lente do corte de Fresnel é formado na superfície interna. Isso elimina uma preocupação de que a luz emitida a par- tir da fonte de luz difunda dentro da espessura da lente. Em outras palavras, o corte de Fresnel formado na superfície interna permite que a luz trafegue em linha reta, em relação a um caso em que o corte de lente é formado na superfície externa.
De acordo com o sexto aspecto da invenção, na lente substanci-
almente semicircular, as dimensões da parte superior e a dimensão da parte inferior diferem significativamente no sentido da largura do veículo em com- paração com uma lente retangular convencional e amplamente empregada com uma longa amplitude de comprimento. Assim, o efeito visual pode ser facilmente demonstrado. Além disso, o arredondamento é enfatizado, dando uma impressão visual suave.
De acordo com o sétimo aspecto da invenção, a superfície de corte de Fresnel é mais brilhante do que a superfície do corte de olho de peixe. Dispondo esta superfície brilhante de corte de Fresnel ao longo do lado maior, que está na parte inferior, pode ser formada uma superfície bri- lhante em uma forma de faixa que se estende lateralmente. Consequente- mente, a visibilidade de trás pode ser aumentada. Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é uma vista lateral de uma motocicleta, na qual está montada uma lanterna traseira de acordo com a modalidade 1 da presente invenção.
- 10 A figura 2 é uma vista na direção da seta 2 na figura 1.
A figura 3 é uma vista em corte transversal da lanterna traseira de acordo com a modalidade 1.
A figura 4 é uma vista em corte transversal tomada ao longo da linha 4-4 na figura 2.
A figura 5 é uma vista em corte transversal tomada ao longo da
linha 5-5 na figura 2.
A figura 6 é uma vista para explicar a refração de luz em uma parte superior.
A figura 7 é uma vista para explicar a refração de luz em uma parte inferior.
A figura 8 é uma vista para explicar uma relação entre a parte superior e a parte inferior
A figura 9 é uma vista para explicar uma unidade métrica inclu- indo um interruptor para a lanterna traseira. A figura 10 é uma vista para explicar uma estrutura de fixação
para a unidade métrica.
A figura 11 é uma vista para explicar uma lanterna traseira de acordo com a modalidade 2.
A figura 12 é uma vista para explicar a refração da luz de acordo com a modalidade 2.
A figura 13 é uma vista para explicar uma primeira região a uma terceira região. Modos para Realizar a Invenção
Serão descritas modalidades da presente invenção com base nos desenhos anexos. Observe-se que os desenhos são destinados a serem vistos de acordo com a direção dos números de referência.
Modalidade 1
Primeiro será descrita a modalidade 1 da presente invenção com base nos desenhos.
Como mostrado na figura 1, uma motocicleta 10 inclui uma es- trutura de carroceria do veículo 11, um garfo dianteiro dirigível 13 ligado a um tubo frontal 12 provido à extremidade dianteira da estrutura de carroceria do veículo 11, uma roda dianteira 14 fixada giratoriamente à extremidade inferior do garfo dianteiro 13, um para-choque dianteiro 15 fixado ao garfo dianteiro 13, o para-choque dianteiro 15 bloqueando lama e pedras atiradas para cima pela roda da frente 14, um farol 16 fixado a uma parte frontal do tubo frontal 12, o farol 16 iluminando a frente do veículo, uma unidade de medida 17 provida acima do farol 16 e indicado por uma linha tracejada, com um manipulo de direção 18, provido atrás da unidade de medida 17 para dirigir o veículo, um espelho retrovisor 21 fixado ao manipulo de direção 18 para verificar a traseira; um tanque de combustível 22 disposto na estrutura de carroceria do veículo 11, o tanque de combustível 22 armazenando com- bustível, um assento 25 montado em um trilho de assento 24 se estendendo para trás da estrutura de carroceria do veículo 11, um motor 26 montado sobre a estrutura de carroceria do veículo 11, uma roda traseira 29 rotativa- mente fixada a um braço oscilante 28 em uma parte traseira da estrutura de carroceria do veículo 11, uma almofada traseira 31 provida entre o braço oscilante 28 e o trilho de assento 24, o amortecedor traseiro 31 amortecendo movimentos verticais da roda traseira 29, e uma lanterna traseira 40 fixada a uma parte traseira do trilho do assento 24.
Um tubo de admissão 41 é conectado ao motor 26. O tubo de admissão 41 supre ao motor 26 uma mistura gasosa na qual o ar limpo por um filtro de ar disposto abaixo do assento 25 é misturado com um combustí- vel em um carburador 43. Além disso, os tubos de exaustão 44, 44 se estendem desde o motor 26. Um silenciador 45 é conectado a estes tubos de exaustão 44, 44.
A estrutura de carroceria do veículo 11 inclui: o tubo frontal 12 na extremidade frontal da mesma, uma estrutura principal 47 estendendo-se para trás do tubo frontal 12, e posteriormente estendendo-se obliquamente para baixo, o trilho de assento 24 estendendo-se para trás desde a estrutura principal 47 e uma estrutura inferior 48 estendendo-se obliquamente para trás e para baixo da extremidade dianteira da estrutura principal 47.
Nos desenhos seguintes, será descrita em detalhes a lanterna traseira 40 de acordo com a presente invenção.
Como mostrado na figura 2, quando a lanterna traseira 40 é vista em uma vista frontal, estão dispostas múltiplas fontes de luz 50 (neste caso, 15). Cada uma destas fontes de luz 50 tem uma função de lanterna de cau- da em que uma luz é acesa pela operação de um comutador e uma função de luz de freio em que uma luz é acesa durante a frenagem.
Feixes de luz emitidos por essas múltiplas fontes de luz 50 são retratados em uma lente 75 coberta com uma cobertura clara 51. As fontes de luz 50, a lente 75 e a cobertura clara 51 são providas nesta ordem na di- reção da parte de trás do desenho para o lado da frente do mesmo. A lente 75 é dividida em duas regiões de uma parte inferior 53 e
uma parte superior 55 que diferem uma da outra no corte de lente.
Nota-se que, como fontes de luz 50, podem ser usados diodos emissores de luz (doravante indicados como LEDs). Um LED tem uma vida longa. Assim, quando são usados LEDs como fontes de luz 50, a vida útil da lanterna traseira 40 pode ser prorrogada. Além disso, os LEDs são brilhantes em emissão e de pequena dimensão. Assim, quando os LEDs são usados como fontes de luz 50, é possível diminuição de tamanho adicional da lan- terna traseira.
No desenho seguinte, será descrita a estrutura de fixação para tal lanterna traseira 40.
Como mostrado na figura 3, a lanterna traseira 40 inclui: um es- teio 61 suportado pelo trilho do assento (figura 1, numerai de referência 24), um membro inferior de apoio de parafuso 64 fixado a um furo 62 aberto nes- te esteio 61, o membro inferior de apoio de parafuso 64 suportando um para- fuso inferior 63, um membro de base 68 para encerrar o parafuso inferior 63 encaixando o membro inferior de apoio de parafuso 64, usando uma arruela 65 e uma porca 66; um alojamento 72 suportado por este membro de base 68 com um parafuso 69, uma placa 74 fixada a este alojamento 72, com um parafuso 73, a placa 74 suportando as fontes de luz 50, a lente 75 conectada a partes de extremidade deste alojamento 72 de uma maneira que a lente 75 cubra esta placa 74, a lente 75 retratando luz das fontes de luz 50; a cober- tura clara 51 cobrindo a lente 75, a cobertura clara 51 fixada ao membro de base 68 com um membro de vedação 76 provido na parte de extremidade da cobertura clara 51, um tubo 78 agregando múltiplos chicotes 77 para o for- necimento de eletricidade para as fontes de luz 50, e um conector 79 conec- tado às extremidades da ponta dos chicotes 77. Além do parafuso inferior 63, parafusos superiores 82 indicados
por uma linha tracejada são anexados no membro de base 68. Cada um desses parafusos superiores 82 é suportado por um membro superior de suporte de parafuso 83, e encaixa o membro superior de suporte de parafu- so 83, com uma arruela 84, uma porca 85, e o membro de base 68. Em outras palavras, o membro de base 68 é fixado ao esteio 61
com o parafuso inferior 63 e parafusos superiores 82.
A lente 75 é coberta com a cobertura clara 51. A cobertura clara 51 cobrindo a lente 51 pode impedir a entrada de poeira na lente. Se a poei- ra é fixada à lente, a poeira atrapalha a luz e muda a orientação em alguns casos. De acordo com a presente invenção, essa preocupação é eliminada.
Além disso, a lente 75 é provida perpendicularmente ao eixo ge- ométrico 87 das fontes de luz 50. Já que a lente 75 é provida perpendicular- mente ao eixo geométrico 87 das fontes de luz 50, cortes de lente devem ser formados perpendicularmente à lente 75. Em outras palavras, em compara- ção com um caso onde a lente 75 é inclinada, essa configuração torna pos- sível simplificar o processamento e, encurtar o tempo de processamento pa- ra a lente 75. Nos desenhos seguintes, os cortes de lente formados na lente 75 serão descritos em detalhe.
Como mostrado na figura 4, um corte de olho de peixe 89 é for- mado na superfície externa da parte superior 55 da lente 75 (ver a figura 2 também), enquanto cortes de prisma 92, 92 são formados na superfície in- terna da mesma.
Os dois parafusos superiores 82, 82 são, respectivamente, ane- xados nos lados direito e esquerdo. Três parafusos dos dois parafusos supe- riores 82, 82 e o parafuso inferior 63 são anexados no membro de base 68, e fixados ao esteio 61.
Como mostrado na figura 5, cortes de Fresnel 95 são formados na superfície interna da parte inferior 53 da lente 75 (ver a figura 2. também). Enquanto isso, cortes de prisma 96 são formados em partes da superfície externa, coincidindo com os eixos geométricos 87 das fontes de luz 50. Um corte de flauta 97 é formado em cada parte entre estes cortes de prisma 96, 96.
Como mostrado na figura 6, na parte superior 55, o eixo geomé- trico 87 coincide com um centro 01 do corte de olho de peixe 89. A luz emi- tida pela fonte de luz 50 entra na lente 75 enquanto difundindo. A luz trafega em seguida, enquanto difundindo um pouco na lente 75 pelo corte de prisma 92 (ver também a referência numérica 92, indicada por círculos concêntricos na parte superior 55 na figura 2). A luz trafegada na lente 75 é difundida pelo corte de olho de peixe 89 (ver também referência numérica 89 indicada por quadrados na parte superior 55 na figura 2). O corte de olho de peixe 89 é formado na superfície externa da
lente 75 para difundir a luz emitida pela fonte de luz 50. Desde que o corte de olho de peixe 89 seja formado na superfície externa, o corte de olho de peixe 89 pode difundir ainda mais a luz que foi emitida das fontes de luz 50 e, então, difundida pela espessura da lente 75. Em outras palavras, a luz que passa através do corte de olho de peixe 89 pode ser ainda mais difundi- da, em comparação com um caso em que o corte de lente é formado na su- perfície interna. Como mostrado na figura 7 (a), na parte inferior 53, o eixo geo- métrico 87 coincide com um centro 02 do corte de Fresnel 95. A luz emitida pela fonte de luz 50 entra na lente 75 enquanto difundindo. O corte de Fres- nel 95 faz com que a luz trafegue reto na lente 75 (ver também a referência numérica 95 indicada por círculos concêntricos na parte inferior 53 da figura 2). A luz que trafegou reto na lente 75 é difundida pelo corte de prisma 96.
Como mostrado em (b), na parte inferior 53, a parte da luz emiti- da pela fonte de luz 50 entra na lente 75 enquanto difundindo, e faz com que trafegue reto na lente 75 pelo corte de Fresnel 95. A luz que trafegou reto na lente 75 é ligeiramente difundida pelo corte de flauta 97.
O que segue pode ser dito coletivamente a respeito de (a) e (b).
Na parte inferior 53, onde a luz da fonte de luz 50 é para ser tra- fegada reto, o corte de Fresnel 95 é formado na superfície interna da lente 75. Isto elimina a preocupação de que a luz emitida da fonte de luz 50 seja difundida dentro da espessura da lente 75. Em outras palavras, o corte de Fresnel 95 formado na superfície interna permite que a luz trafegue reto, em relação a um caso onde o corte de lente é formado na superfície externa.
Adicionalmente, a lente 75 é provida perpendicularmente ao eixo geométrico 87 da fonte de luz 50. Uma vez que a lente 75 é provida perpen- dicularmente ao eixo geométrico 87 da fonte de luz 50, entre feixes de luz emitidos pela fonte de luz 50, os feixes de luz que passam através do corte de Fresnel 95 são permitidos trafegar reto na direção axial da fonte de luz 50 diretamente. Ao permitir a luz trafegar reto na direção axial da fonte de luz 50 diretamente, a visibilidade pode ser aumentada. Cortes de lente, tais como o corte de prisma 96 e o corte de flau-
ta 97são formadas na superfície externa de uma parte inferior 53. Pelos cor- tes de lente tais como esses cortes 96, 97 na superfície externa, pode ser obtida aparência mais característica, e o valor estético é aumentado.
O sumário das figuras 6 e 7 acima, será descrito com a figura 8. Como mostrado na figura 8, as fontes de luz 50 na parte inferior
53 estão dispostas retas na direção do eixo geométrico como ilustrado em uma linha imaginária 52. As fontes de luz 50 na parte superior 55 estão dispostas como em uma forma semicircular que é convexa para cima, conforme ilustrado por uma linha imaginária 54.
Na parte superior 55, o corte de olho de peixe é formado na su- perfície externa (lado da frente do desenho) da lente 75 coberta com a co- bertura clara 51. Na parte inferior 53, o corte de Fresnel é formado na super- fície interna (lado de trás do desenho) da lente 75. Depois de passar através do corte de olho de peixe, a luz torna-se uma luz difusa. Enquanto isso, de- pois de passar através do corte de Fresnel, a luz se torna uma luz reta. Rela- tivamente à luz difusa, a luz reta parece forte e brilhante. Em conseqüência, a parte inferior 53 da lente 75 pode parecer mais brilhante.
Adicionalmente, as fontes de luz comum 50 são usadas para a função de lanterna de cauda e a função de luz de freio. Isso torna possível reduzir o tamanho da lanterna traseira 40, em comparação com um caso onde são utilizadas diferentes fontes de luz 50 para as respectivas funções.
Além disso, a lente 75 tem diferentes cortes de lente entre a par- te superior 55 e a parte inferior 53, e qualquer uma dentre a parte superior 55 e a parte inferior 53 parece mais brilhante do que a outra. Assim, o con- traste de luminosidade pode ser provido à lanterna traseira 40. A lanterna traseira 40 é feita visível, e as atenções para a lanterna traseira 40 são rece- bidas de outros veículos. Desta forma, pode ser obtida grande visibilidade.
Do exposto, enquanto é alcançada a redução da lanterna trasei- ra 40, as atenções para a lanterna traseira 40 podem ser recebidas, e con- sequentemente a visibilidade pode ser garantida. Na lente substancialmente semicircular 75, as dimensões da
parte superior 55 e as dimensões da parte inferior 53 diferem no sentido da largura do veículo em comparação com uma lente retangular convencional- mente e amplamente empregada com uma longa amplitude de comprimento. Assim, o efeito visual pode ser facilmente demonstrado. Além disso, o arre- dondamento é enfatizado, dando uma impressão visual suave.
A superfície de corte de Fresnel (a parte inferior 53) é mais bri- lhante do que a superfície de corte de olho de peixe (a parte superior 55). Ao dispor esta superfície brilhante de corte de Fresnel ao longo do lado maior que está no fundo, pode ser formada uma superfície brilhante em uma faixa que se estende lateralmente. Assim, a visibilidade de trás pode ser aumen- tada ainda mais.
Na função de lanterna de cauda da lanterna traseira 40 de acor-
do com a presente invenção, uma luz é acesa por uma operação de comu- tador. Nos desenhos seguintes, será descrita a unidade de medida na qual tal comutador está disposto.
Como mostrado na figura 9, a unidade de medida 17 inclui: um comutador 102 para ligar e desligar a lanterna traseira (número de referência 40, figura 1); um velocímetro de mostrador digital 103 de mostrador digital, um tacômetro de mostrador analógico 104 indicando o número de revolu- ções; e um medidor de gás de mostrador analógico 105, indicando a quanti- dade residual de combustível. Quando o comutador 102 é ligado, esta unidade de medida 17
acende as luzes de fundo do tacômetro de mostrador analógico 104 e medi- dor de gás 105, além da lanterna traseira.
Enquanto isso, o velocímetro de mostrador digital 103 sempre tem a sua luz de fundo ligada independentemente dos estados LIGADO E DESLIGADO do comutador 102. Já que a luz de fundo está sempre ligada, a visibilidade do velocímetro de mostrador digital 103 é aumentada.
No desenho seguinte, será descrito como fixar uma tal unidade de medida 17.
Como mostrado na figura 10, parafusos 106, 106 anexados na unidade de medida 17 são primeiro inseridos nos furos de fixação 108 , 108 de um esteio 107; então, a unidade de medida 17 é fixada nela usando por- cas 109, 109.
Este esteio 107 é inserido dentro e fixado a uma ponte de topo 13a do garfo dianteiro 13. Nos desenhos seguintes, será descrita em detalhe outra modali-
dade da lanterna traseira (número de referência 40, figura 2). Modalidade 2 Como mostrado na figura 11, uma lanterna traseira 110 inclui a parte superior 55 tendo: a superfície externa com o corte de olho de peixe 89 formado nele; e na superfície interna com vários diferentes tipos de cortes de lente formados nela. Especificamente, os cortes de prisma 92 são formados em ambas as extremidades da superfície interna, e os cortes de Fresnel 111 são formados nas partes entre estes cortes de prisma 92.
Em uma lente 112, uma primeira região 114 é uma região que tem a superfície externa com o corte de olho de peixe 89 e a superfície in- terna com o corte de Fresnel 111; e uma segunda região 115 é uma região que tem a superfície externa com o corte de olho de peixe 89 e a superfície interna com o corte de prisma 92.
Especificamente, na modalidade 2, a parte superior 55 inclui a primeira região 114 e a segunda região 115, que têm as superfícies internas com cortes de lente diferentes um do outro. Já que a refração de luz na se- gunda região 115 foi descrita com a figura 6, a descrição aqui é omitida.
A refração de luz na primeira região 114 será descrita em deta- lhes no desenho subsequente.
Como mostrado na figura 12, na primeira região 114, o eixo ge- ométrico 87 coincide com um centro 03 do corte de olho de peixe 89. A luz emitida pela fonte de luz 50 entra na lente 112 enquanto difundindo. O corte de Fresnel 111 faz com que a luz trafegue direto na lente 112. A luz que tra- fegou direto na lente 112 é difundida pelo corte de olho de peixe 89.
Agora, compare a primeira região 114 com a segunda região 115 retornando à figura 6. A luz da fonte de luz 50 se difunde mais na se- gunda região 115 do que na primeira região 114, pela quantidade de luz di- fundida pelo corte de prisma 92.
Especificamente, quando a lanterna traseira é vista na vista fron- tal, a primeira região 114 que tem a menor quantidade de difusão das duas é ligeiramente mais brilhante entre a primeira região 114, e a segunda região 115, tendo a primeira região 114 a menor quantidade de difusão das duas. Mesmo quando a luz é difundida pelo corte de olho de peixe 89 na superfície externa, a aparência pode ser variada usando diferentes cortes de lente na superfície interna. A aparência é melhorada por combinação de feixes de luz tendo aparências diferentes.
A lente 112 inclui uma terceira região, que é formada da parte in- ferior (referência numérica 53, figura 2), além desta primeira região 114 e desta segunda região 115. Estas primeira a terceira regiões serão descritas em detalhe nos desenhos subsequentes.
Como é mostrado na figura 13, a lente 112 que tem uma forma substancialmente semicircular que é convexa para cima, quando vista em uma vista frontal, é dividida na primeira região 114, na segunda região 115, e na terceira região 116 no que diz respeito a combinações de cortes de len- te nas superfícies interna e externa.
A primeira região 114 é formada em uma parte superior da parte superior 55 tendo uma forma substancialmente semicircular. A parte restante da parte superior é a segunda região. A terceira região 116 é uma região que tem uma superfície inter-
na com o corte de Fresnel 95 e a superfície externa com o corte de prisma 96 ou tendo uma superfície interna com o corte de Fresnel 95 e a superfície externa com o corte de flauta 97.
Quando os cortes de lente são formados dessa maneira tam- bém, a luz torna-se uma luz difusa após passar pelo corte de olho de peixe 89. Neste meio tempo, depois de passar através do corte de Fresnel 95, a luz torna-se uma luz reta. Relativa à luz difusa, a luz reta parece forte e bri- lhante. Como resultado, é possível obter um efeito da presente invenção, o qual é que a parte inferior 53 da lente 112 pode parecer mais brilhante. Em outras palavras, vários tipos diferentes de cortes de lente
podem ser formados na superfície interna da parte superior 55.
Note-se que, nas lanternas traseiras de acordo com a presente invenção, os LEDs têm sido utilizados para as descrições nas modalidades, no entanto, são também aplicáveis lâmpadas e, portanto, as lanternas não estão limitadas a usar os LEDs. Aplicabilidade Industrial
Uma lanterna traseira da presente invenção é apropriada para uma motocicleta.
LISTAGEM DE REFERÊNCIA
motocicleta 40 lanterna traseira 50 fonte de luz 51 cobertura clara 53 parte inferior 55 parte superior 75 lente 87 eixo geométrico 89 corte olho de peixe 95 corte de Fresnel 102 comutador

Claims (7)

1. Lanterna traseira (40) para uma motocicleta, sendo a lanterna traseira provida em uma parte traseira de um veículo, e fazendo com que uma fonte luminosa comum (50) realize tanto uma função de lanterna de cauda quanto uma função de acender uma luz por uma operação em um comutador (102) e uma função de luz de freio de acender uma luz durante a frenagem, caracterizada pelo fato de que a luz da fonte de luz (50) é refrata- da na lente (75), e a lente (75) tem diferentes cortes de lente formados em uma parte superior (55) e uma parte inferior (53) da mesma para fazer qual- quer uma da parte superior (55) e da parte inferior (53) parecerem mais bri- lhantes do que a outra.
2. Lanterna traseira para uma motocicleta de acordo com a rei- vindicação 1, caracterizada pelo fato de que o corte de lente formado na par- te superior (55) é um corte de olho de peixe (89), e o corte de lente formado na parte inferior (53) é um corte de Fresnel (95).
3. Lanterna traseira para uma motocicleta de acordo com qual- quer uma das reivindicações 1 e 2, caracterizada pelo fato de que compre- ende a lente (75) e uma cobertura clara (51) cobrindo a lente (75), em que a lente (75) é provida perpendicularmente a um eixo geométrico (87) da fonte de luz (50).
4. Lanterna traseira para uma motocicleta de acordo com qual- quer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizada pelo fato de que a fonte (50) é um diodo emissor de luz.
5. Lanterna traseira para uma motocicleta de acordo com qual- quer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizada pelo fato de que o corte de olho de peixe (89) é formado em uma superfície externa da lente (75) de forma que um centro do corte de olho de peixe (89) esteja no eixo geométri- co (87) da fonte de luz (50), e o corte de Fresnel (95) é formado em uma su- perfície interna da lente (75) de forma que um centro do corte de Fresnel (95) esteja no eixo geométrico (87) da fonte de luz (50).
6. Lanterna traseira para uma motocicleta de acordo com qual- quer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo fato de que a lente (75) tem uma forma substancialmente semicircular que é convexa para cima em uma vista frontal.
7. Lanterna traseira para uma motocicleta de acordo com a rei- vindicação 6, caracterizada pelo fato de que a lente (75) tendo substancial- mente a forma semicircular tem o corte de Fresnel (95) formado ao longo de um fundo reto da mesma e o corte de olho de peixe (89) formado na parte restante da mesma.
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