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BRPI1005424A2 - dispositivo eletroluminescente, método para proteger um eletrodo do substrato de um dispositivo eletroluminescente e substrato - Google Patents

dispositivo eletroluminescente, método para proteger um eletrodo do substrato de um dispositivo eletroluminescente e substrato Download PDF

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BRPI1005424A2
BRPI1005424A2 BRPI1005424A BRPI1005424A BRPI1005424A2 BR PI1005424 A2 BRPI1005424 A2 BR PI1005424A2 BR PI1005424 A BRPI1005424 A BR PI1005424A BR PI1005424 A BRPI1005424 A BR PI1005424A BR PI1005424 A2 BRPI1005424 A2 BR PI1005424A2
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BR
Brazil
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substrate
electrode
contact
electroluminescent device
counter electrode
Prior art date
Application number
BRPI1005424A
Other languages
English (en)
Inventor
M Goldmann Claudia
F Boerner Herbert
Original Assignee
Koninl Philips Electronics Nv
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
Application filed by Koninl Philips Electronics Nv filed Critical Koninl Philips Electronics Nv
Publication of BRPI1005424A2 publication Critical patent/BRPI1005424A2/pt
Publication of BRPI1005424B1 publication Critical patent/BRPI1005424B1/pt

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Abstract

dispositivo eletroluminescente, método para proteger um eletrodo do substrato de um dispositivo eletroluminescente e substrato a invenção refere-se a um dispositivo eletrolurninescente (10) que compreende um substrato e, em cima do substrato, um eletrodo do substrato, um contraeletrodo e urna pilha de camadas eletrolurninescentes com pelo menos urna camada eletrolurninescente orgânica (50) arranjada entre o eletrodo do substrato (20) e o contraeletrodo (30), e um meio de encapsulação (90) que encapsula pelo menos a pilha de camadas eletrolurninescentes, em que o dispositivo eletrolurninescente (10) compreende pelo menos um meio de contato (60) para contatar eletricamente o contraeletrodo (30) a urna fonte elétrica. a invenção indica que pelo menos um meio de proteção (70) é arranjado no eletrodo do substrato (20), em que o meio de proteção (70) é eletricamente não-condutor e está pelo menos cobrindo completamente a área abaixo do meio de contato (60).

Description

DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, MÉTODO PARA. PROTEGER UM ELETRODO DO SUBSTRATO DE UM DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE E SUBSTRATO
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a um dispositivo eletroluminescente de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1, o qual compreende um substrato e em cima do substrato um eletrodo do substrato, um contraeletrodo e uma camada eletroluminescente empilhada com pelo menos uma camada 10 eletroluminescente orgânica arranjada entre o eletrodo do substrato e o contraeletrodo, e um meio de encapsulação que encapsula pelo menos a pilha de camada eletroluminescente, em que o dispositivo eletroluminescente compreendem pelo menos um meio de contato, para contatar eletricamente o 15 contraeletrodo a uma fonte elétrica. Além disso, a invenção refere-se a um método para proteger um eletrodo do substrato de um dispositivo eletroluminescente de acordo com a reivindicação 10.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Na publicação de patente WO 2007/013 001 A2 é descrito um diodo emissor de luz orgânico (OLED) é descrito. O diodo emissor de luz orgânico consiste em uma camada fina de aproximadamente 100 nm de substâncias orgânicas, imprensadas entre dois eletrodos. As camadas do eletrodo 25 possuem normalmente uma espessura aproximadamente igual à espessura da substância orgânica. Quando uma tensão tipicamente entre 2 e 10 volts - é aplicada entre os dois eletrodos, as substâncias orgânicas emitem luz. Infelizmente, devido à sua espessura pequena, a resistência de tais 30 eletrodos é elevada, de modo que é difícil obter uma distribuição homogênea da tensão sobre uma área do eletrodo. Para eliminar esta desvantagem, pinos condutores são aplicados ao contraeletrodo do OLED no pedido de patente
2/39 internacional acima mencionado. Estes pinos condutores são conectados a um meio de encapsulação, o qual encapsula a pilha de camadas formada pelos eletrodos e pela camada eletroluminescente. Infelizmente, as camadas orgânicas e o contraeletrodo são muito sensíveis. Portanto, a conexão dos pinos condutores com os contraeletrodos conduz frequentemente a curtos-circuitos. Estes curtos-circuitos podem, por exemplo, surgir devido à destruição local das camadas orgânicas moles, colocando o contraeletrodo e o eletrodo do substrato em contato direto.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DA INVENÇÃO
Desse modo, a invenção tem por seu objetivo a eliminação das desvantagens acima mencionadas. Particularmente, um objetivo da invenção consiste na provisão de dispositivo eletroluminescente que pode ser facilmente conectado sem o perigo de um curto-circuito.
Este objetivo é atingido por um dispositivo eletroluminescente tal como ensinado pela reivindicação 1 da presente invenção. 0 objetivo também e atingido por um método tal como ensinado pela reivindicação 10 da presente invenção. As realizações vantajosas do dispositivo eletroluminescente e do método são definidas nas reivindicações secundárias. As características e os detalhes descritos com respeito ao dispositivo eletroluminescente também se aplicam ao método, e vice-versa.
A presente invenção indica que pelo menos um meio de proteção é arranjado no eletrodo do substrato, em que o meio de proteção é eletricamente não-condutor e está pelo menos cobrindo completamente a área abaixo do meio de contato.
A idéia principal da presente invenção consiste na utilização de um meio de proteção para impedir um curtocircuito, induzido pela conexão do meio de contato ao contraeletrodo e/ou pelo próprio meio de contato. Devido à
3/39 espessura do contraeletrodo, os danos causados pelo meio de contato podem conduzir facilmente a um curto-circuito. Devido ao fato que também a espessura da camada eletroluminescente orgânica é pequena, partes do contraeletrodo danificado podem penetrar nesta camada eletroluminescente orgânica e colocar a mesma em contato direto com o eletrodo do substrato. Para impedir isto, o meio de proteção é arranjado no eletrodo do substrato e é eletricamente não-condutor. Portanto, os elementos do contraeletrodo que estão sendo dobrados para o eletrodo do substrato são impedidos de um contato direto com o eletrodo do substrato pelo meio de proteção enquanto está pelo menos cobrindo completamente a area abaixo do meio de contato ou pode ainda exceder a área abaixo do meio de contato. Devido ao meio de proteção o dispositivo eletroluminescente apresentado pode ser facilmente conectado a uma fonte elétrica, uma vez que nenhuma consideração especial a respeito do meio de contato tem que ser feita. Mesmo se o contato for feito de uma maneira que o meio de contato danifique o contraeletrodo, não há nenhum risco de um curto-circuito porque o meio de proteção irá impedir qualquer contato direto entre o meio de contato ou o contraeletrodo e o eletrodo do substrato. Para atingir este alvo, a área coberta pelo meio de proteção está pelo menos completamente abaixo ou pode exceder a área onde o meio de contato fica em contato com o contraeletrodo. Dessa maneira, o meio de proteção está pelo menos cobrindo completamente a área abaixo do meio de contato.
No contexto da invenção a expressão camada eletroluminescente (EL) denota todas as camadas preparadas entre o eletrodo do substrato e os contraeletrodos. Em uma realização de uma pilha de camadas EL, compreende pelo menos uma camada eletroluminescente orgânica emissora de luz preparada entre o substrato e o contraeletrodo. Em outras
4/39 realizações, as pilhas de camadas podem compreender diversas camadas preparadas entre o substrato e o contraeletrodo. As várias camadas podem ser camadas orgânicas, tais como um ou mais camadas de transporte de furos, camadas bloqueadoras de elétrons, camadas de transporte de elétrons, camadas bloqueadores de furos, camadas emissoras ou uma combinação de camadas orgânicas e não-orgânicas. As camadas não-orgânicas podem ser eletrodos adicionais no caso de duas ou mais camadas emissoras de luz dentro da pilha de camadas/camadas de injeção de carga. Em uma realização preferida, o eletrodo do substrato e ou o contraeletrodo compreendem pelo menos um dos seguintes materiais: ITO, alumínio, prata, ZnO dopado ou uma camada de oxido.
No contexto da invenção, a expressão substrato denota um material base em que camadas diferentes de um dispositivo eletroluminescente sao depositadas. Normalmente, o substrato é transparente e é feito de vidro. Além disso, pode ser preferível que o substrato seja transparente, preferivelmente compreendendo pelo menos um dos seguintes materiais: prata, ouro, vidros ou cerâmica. Também podem ser folhas transparentes ou folhas de um polímero com uma barreira apropriada contra a umidade e o oxigênio para impedir essencialmente a penetração de umidade e/ou oxigênio na pilha de camadas eletroluminescentes do dispositivo. Também é possível utilizar materiais nao-transparentes tais como folhas de metal como substrato. 0 substrato pode compreender camadas adicionais, por exemplo, para finalidades óticas como o realce do acoplamento sem a luz ou outras finalidades. O substrato é geralmente liso, mas também pode ser formado em qualquer formato tridimensional que for desejado.
No contexto da invenção, a expressão eletrodo do substrato denota um eletrodo depositado em cima do substrato.
5/39
Geralmente, ele consiste em ITO transparente (óxido de índioestanho) opcionalmente com uma camada subjacente de SiO2 ou de SiO para suprimir a difusão de átomos ou de íons móveis do vidro no eletrodo. Para um substrato de vidro com um eletrodo de ITO, o ITO é geralmente o ânodo, mas em casos especiais também pode ser utilizado como o cátodo. Em alguns casos, camadas finas de Ag ou Au (8-15 nm de espessura) são utilizadas individualmente ou em combinação com ITO como eletrodo do substrato. Se uma folha de metal for utilizada como substrato, também assume o papel do eletrodo do substrato, tanto o ânodo quanto o cátodo. A notação em cima de denota a seqüência das camadas listadas. Esta notação compreende explicitamente a possibilidade de camadas adicionais entre a camada denotada como uma em cima da outra. Por exemplo, pode haver camadas óticas adicionais para realçar o acoplamento sem a luz arranjado entre o eletrodo do substrato e o substrato.
No contexto da invenção a expressão contraeletrodo denota um eletrodo afastado do substrato. Geralmente ele é não-transparente e feito de camadas de Al ou Ag de espessura suficiente tal que o eletrodo está refletindo (tipicamente 100 nm para o Al e 100-200 nm para a Ag) . Geralmente é o cátodo, mas também pode ser polarizado como ânodo. Para os dispositivos eletroluminescentes emissores em cima ou transparentes, o contraeletrodo tem que ser transparente. Os contraeletrodos transparentes são feitos de camadas finas de Ag ou Aal (5-15 nm) ou de camadas de ITO depositadas em cima das outras camadas previamente depositadas.
No contexto da invenção, um dispositivo eletroluminescente com uma combinação de um substrato transparente, um eletrodo do substrato transparente e um contraeletrodo não-transparente (geralmente reflexivo), emitindo a luz através do substrato é denominado emissor em
6/39 baixo”. No caso do dispositivo eletroluminescente compreendendo eletrodos adicionais, em determinadas realizações ambos o substrato e os contraeletrodos poderíam ser ambos os ânodos ou ambos os cátodos, quando os eletrodos internos são dirigidos como cátodos ou ânodos. Além disso, no contexto da invenção um dispositivo eletroluminescente com uma combinação de um eletrodo do substrato não-transparente e um contraeletrodo transparente, emitindo a luz através do contraeletrodo é denominado emissor em cima.
No contexto da invenção, a expressão dispositivo eletroluminescente transparente denota um dispositivo eletroluminescente, onde o substrato, o eletrodo do substrato, o contraeletrodo e o meio de encapsulação são transparentes. Aqui, o dispositivo eletroluminescente é emissor em cima e em baixo. No contexto da invenção uma camada, um substrato ou um eletrodo são chamados transparentes se a transmissão da luz na faixa visível for maior do que 50%; o restante é absorvido ou refletido. Além disso, no contexto da invenção uma camada, um substrato ou um eletrodo são chamados semi-transparentes se a transmissão da luz na faixa visível estiver entre 10% e 50%; o restante é absorvido ou refletido. Além disso, no contexto da invenção a luz é chamada luz visível quando possui um comprimento de onda entre 4 50 nm e 6 50 nm. No contexto da invenção a luz é chamada luz artificial quando é emitida pela camada eletroluminescente orgânica do dispositivo eletroluminescente.
Além disso, no contexto da invenção uma camada, um conector ou um elemento de construção de um dispositivo eletroluminescente são chamados eletricamente condutores se a sua resistência elétrica for menor do que 100.000 ohms. No contexto da invenção, os componentes eletrônicos passivos compreendem resistores, capacitores e indutividades. Além
7/39 disso, no contexto da invenção os componentes eletrônicos ativos compreendem diodos, transistores e todos os tipos de circuitos integrados.
No contexto da invenção, uma camada, substrato, eletrodo ou um elemento de construção de um dispositivo eletroluminescente são chamados reflexivos se a luz incidente em sua interface for retornada de acordo com a lei de reflexão: o ângulo de incidência macroscópico é igual ao ângulo de reflexão macroscópico. 0 termo reflexão especular também é utilizado neste caso. Além disso, no contexto da invenção uma camada, substrato, eletrodo ou um elemento de construção de um dispositivo eletroluminescente são chamados dispersadores se a luz incidente nos mesmos nao for retornada de acordo com a lei de reflexão: o ângulo de incidência macroscópico não é igual ao ângulo macroscopico da luz retornada. Também há uma distribuição dos ângulos para a luz retornada. Em vez de dispersão, o termo reflexão difusa também é utilizado.
Em uma realização preferida, o meio de proteção compreende cola não-condutora. A cola nao-condutora tem a vantagem de ser fácil de aplicar e nao irá danificar o eletrodo do substrato. Além disso, ela pode ser aplicada no ar e não há nenhuma necessidade de usar uma câmara de vácuo ou um aposento limpo. Portanto, uma gota de cola nãocondutora pode ser facilmente aplicada ao eletrodo do substrato e impedir, como meio de proteção, qualquer curtocircuito entre os dois eletrodos.
Para obter uma cola não-condutora durável pelo menos uma das seguintes matrizes pode ser utilizada: epoxis, poliuretanos, acrílico ou silicone.
O oxigênio ou a água podem danificar a camada eletroluminescente orgânica ou o contraeletrodo. Uma vez que o meio de proteção podem ter um contato direto com a camada
8/39 eletroluminescente orgânica, é preferível que a cola nãocondutora do meio de proteção seja anidra e/ou isenta de água. No contexto da invenção, a expressão isenta de água e/ou anidra descreve o fato que nenhuma degradaçao devida ao teor de água durante a vida média de um dispositivo eletroluminescente pode ser observada a olho nu. Uma degradação visível da camada eletroluminescente organica devida à água que difunde na pilha de camadas pode assumir a forma de pontos pretos crescendo ou a contração da região emissora a partir das bordas. A expressão isenta de água e/ou anidra depende não somente da própria cola não-condutora, mas também da quantidade de água que pode ser absorvida pela camada eletroluminescente orgânica sem danificar a mesma.
Em uma realização preferida adicional, o dispositivo eletroluminescente pode compreender barreiras contra a umidade e/ou oxigênio. No contexto da invenção, as camadas que impedem a difusão prejudicial da umidade e/ou do oxigênio na pilha de camadas são chamadas barreiras contra umidade e/ou oxigênio. Uma difusão é denotada como prejudicial se uma redução significativa da vida da luz emitida puder ser observada. Os dispositivos padrão de OLED de acordo com o estado da técnica atingem tempos de vida útil da ordem de 100.000 horas ou mais. Uma redução significativa denota uma vida reduzida de aproximadamente um fator de 2 ou mais.
Em uma outra realização preferida, o meio de proteção podem compreender pelo menos um dos seguintes: um elemento fotoresistivo, uma laca, tinta ou uma camada de vidro, feita de fritas de vidro re-fundido ou uma camada de metal oxidado, preferivelmente alumínio anodizado. O meio de proteção tem que impedir o contato direto entre o contraeletrodo e o eletrodo do substrato, que deve conduzir a um curto-circuito. Os materiais indicados podem ser facilmente aplicados ao eletrodo do substrato, frequentemente
9/39 sem a necessidade de um aposento limpo ou uma câmara de vácuo. Portanto, a aplicação do meio de proteção pode ser feita de uma maneira fácil e econômica. Os elementos versados na técnica podem escolher outros materiais eletricamente nãocondutores dentro do âmbito da presente invenção.
O meio de proteção deve ter propriedades que, por um lado, asseguram de que ele não seja eletricamente condutor. Além disso, deve ser suficientemente espesso e/ou duro para proteger o eletrodo do substrato contra o meio de contato. A espessura e a dureza precisas dependem da pressão real exercida pelo meio de contato, mas uma espessura tipicamente de 1-100 micrômetros é suficiente. A proteção desejada foi obtida com camadas de elemento fotoresistente de uma espessura de 1,5 micrômetro, bem como com camadas de cola não-condutora com uma espessura de 10-200 micrômetros, mas camadas mais grossas também podem ser utilizadas. Além disso, deve-se assegurar-se que o meio de proteção não danifique o eletrodo do substrato, a camada eletroluminescente orgânica ou o contraeletrodo. Na realização preferida, o meio de proteção compreende a cola não-condutora. Além disso, é preferível que a cola não-condutora do meio de proteção seja anidra e/ou isenta de água.
dispositivo eletroluminescente de acordo com a invenção compreende um meio de encapsulação que encapsula a pilha de camadas eletroluminescentes. 0 meio de encapsulação também pode encapsular a pilha total das camadas do dispositivo eletroluminescente ou apenas uma pluralidade de camadas, formando uma parte da pilha total de camadas. Preferivelmente, o meio de encapsulação é um elemento impermeável a gases, pelo menos cobrindo a camada eletroluminescente orgânica e o contraeletrodo. Com a utilização um meio de encapsulação impermeável a gases, impede-se que fatores ambientais tais como a água ou o
10/39 oxigênio possam danificar as camadas encapsuladas. O meio de encapsulação pode formar uma tampa impermeável a gases. Esta tampa pode ser formada por vidro ou metal. Também é possível formar o meio de encapsulação por uma camada ou uma pluralidade de camadas aplicadas ao dispositivo eletroluminescente ou apenas partes do mesmo. As camadas podem compreender silicone, oxido de silício, nitreto de silicone, óxido de alumínio ou oxinitreto de silício. Todos os meios de encapsulação indicados impedem que fatores mecânicos e/ou ambientais afetem adversamente a pilha de camadas do dispositivo eletroluminescente.
Como um exemplo, o meio de encapsulação pode ser feito de metais, vidro, cerâmica ou combinações destes. Ele é unido ao substrato por cola condutora ou não-condutora, por fritas de vidro derretido ou por solda de metal. Portanto, ele também pode conferir estabilidade mecânica ao dispositivo eletroluminescente.
Em uma realização preferida, o meio de encapsulação é conectado eletricamente ao meio de contato. A conexão elétrica entre o meio de contato e o meio de encapsulação pode ser direta ou indireta. Na maneira direta, o meio de encapsulação tem um contato direto com o meio de contato. Na maneira indireta, um meio tal como um fio pode ser utilizado para conectar o meio de encapsulação e o meio de contato. Além do fio indicado, outros meios podem ser utilizados para conectar o meio de encapsulação e o meio de contato, que são conhecidos de um técnico no assunto. É possível conectar o dispositivo eletroluminescente a uma fonte elétrica com a ajuda do meio de encapsulação. Portanto, um fio, etc., pode ser unido ao meio de encapsulação, que transfere a corrente elétrica através do meio de contato ao contraeletrodo. Um requisito para esta realização é que o meio de encapsulação seja pelo menos condutor em uma parte. Para impedir curtos
11/39 circuitos, o meio de encapsulação tem então que ser isolado contra o eletrodo do substrato. Isto pode ser realizado de tal maneira que o meio de encapsulação seja dividido em duas áreas. Um delas é uma área de contato eletricamente condutora 5 e a outra é uma área eletricamente isolante. 0 meio de encapsulação tem que ser projetado de uma maneira tal que a área de contato eletricamente condutora seja conectada ao meio de contato.
Em uma outra realização preferida, o meio de encapsulação compreende uma alimentação de passagem impermeável a gases eletricamente condutora. Esta alimentação de passagem impermeável a gases compreende um elemento condutor, o qual é conectado ao meio de conexão. Isto pode ser feito pelo contato direto ou pela ajuda de um fio ou um elemento conhecido de um técnico no assunto. Se o meio de encapsulação for eletricamente condutores e conectado ao eletrodo do substrato, é preferível que a alimentação de passagem impermeável a gases seja isolada eletricamente contra o meio de encapsulação. Isto pode ser feito por um
0 meio isolante no qual o elemento condutor é embutido. Este meio isolante para a alimentação de passagem impermeável a gases pode, por exemplo, ser formado por vidro ou cerâmica, encerrando o elemento condutor.
Em uma outra realização preferida, o meio de encapsulação compreende uma área de contato eletricamente condutora. Nesta realização, o meio de encapsulação consiste em dois elementos diferentes, um que forma a área de contato e outro que forma uma área isolante. Preferivelmente, a área de contato é arranjada em cima do meio de encapsulação.
0 Alternativamente, a área de contato pode ser formada por um elemento embutido no meio de encapsulação, em que este elemento encaixado é condutor. Por exemplo, um disco de metal pode ser embutido em uma estrutura de múltiplas camadas
12/39 impermeável a gases, formando o meio de encapsulação. Este disco de metal forma então a área de contato, que fica em contato elétrico com o meio de contato do dispositivo eletroluminescente. Preferivelmente, a área de contato é 5 isolada eletricamente contra o meio de encapsulação. Isto pode ser feito ao embutir a área de contato em vidro ou cerâmica ou um outro material conhecido de um técnico no assunto.
A idéia principal da presente invenção é a prevenção de curtos-circuitos entre os dois eletrodos do dispositivo eletroluminescente apresentado provocados pelo meio de contato e/ou a aplicação do meio de contato ao contraeletrodo utilizando o meio de proteção. Portanto, vários meios de contato podem ser aplicados ao dispositivo eletroluminescente apresentado sem o perigo de um curto-circuito. Para diminuir ainda mais a probabilidade de um curto-circuito, uma pluralidade de meios de contato é apresentada dentro da presente invenção, os quais podem ser utilizados para conectar o dispositivo eletroluminescente, especialmente o 2 0 contraeletrodo, a uma fonte elétrica. Mesmo se um dos meios de contato indicados for utilizado deliberadamente para danificar o contraeletrodo em uma área, onde o meio de contato fica em contato com o contraeletrodo nenhum curtocircuito irá ocorrer, uma vez que o meio de proteção é pelo menos arranjado completamente abaixo da área danificada do contraeletrodo para impedir isto.
O meio de contato pode compreender uma mola, a qual é colocada entre o meio de encapsulação e o contraeletrodo. Esta mola pode, portanto, estar em contato direto com o 30 contraeletrodo e conduzir a corrente elétrica do meio de encapsulação ao contraeletrodo. A mola pode ser unida ao contraeletrodo, por exemplo, por meio de solda, por soldagem a laser ou por soldagem ultra-sônica. 0 processo de fixação
13/39 pode conduzir a uma penetração do contraeletrodo e/ou da pilha de camadas eletroluminescentes. Outra vez, o meio de proteção abaixo deve impedir um curto-circuito. Em uma outra realização, a mola pode pressionar uma placa de contato do tipo moeda ao contraeletrodo. Mesmo que a superfície deste elemento do tipo moeda não possa ser perfeitamente plana, mas penetra partes do contraeletrodo, nenhum curto-circuito irá ocorrer porque o meio de proteção abaixo irá impedir que a superfície do meio de contato entre em contato elétrico com o eletrodo do substrato.
Em uma outra realização preferida, o meio de contato pode compreender uma mola em forma de arco. A mola em forma de arco pode ser facilmente unida ao meio de encapsulação e o contato entre o meio de contato e o contraeletrodo é estabelecido facilmente. Em uma outra realização preferida, o meio de contato é uma ponta arredondada. Ele também pode compreender uma mola, que pressiona a ponta arredondada sobre o contraeletrodo. Devido à grande área de contato entre a ponta arredondada e o contraeletrodo, um contato confiável é estabelecido.
Conforme apresentado, o meio de proteção pode compreender uma cola não-condutora. Esta cola não-condutora pode ser transparente, opaca ou compreender propriedades de dispersão. Dependendo do material utilizado para o meio de proteção, as experiências mostraram que a área à qual o meio de proteção é aplicado pode parecer escura na operação normal do dispositivo eletroluminescente, uma vez que a injeção da carga do eletrodo do substrato à pilha de camadas eletroluminescentes é bloqueada. Portanto, uma outra realização preferida é caracterizada em que o meio de proteção compreende pelo menos um meio de dispersão, para dispersar a luz gerada pela camada eletroluminescente orgânica; preferivelmente, esse meio de dispersão é embutido
14/39 no meio de proteção. Este meio de dispersão dispersa e/ou reflete parte da luz artificial guiada pelo substrato. Isto resulta em um clareamento de uma área não-emissora. Uma vez que o substrato trabalha frequentemente como um tipo de luz guia, o meio de dispersão do meio de proteção permite que esta luz seja dispersa e refletida para fora do dispositivo eletrolurninescente. O meio de dispersão pode ser formado por uma pluralidade de pigmentos e/ou flocos embutidos no meio de proteção. Estes pigmentos e/ou flocos podem, por exemplo, compreender: alumínio, pigmentos de efeito de mica, partículas de dióxido de titânio ou outros flocos ou partículas conhecidos de um técnico no assunto como dispersando e/ou refletindo a luz artificial do dispositivo eletrolurninescente orgânico.
Em uma outra realização preferida, o meio de proteção é tingido. Isto pode ser feito ao colorir o próprio meio de proteção ou ao aplicar pigmentos coloridos ao meio de proteção,
Em uma outra realização, o meio de proteção é arranjado como um contorno fechado que tem uma borda interna e uma borda externa que moldam a pilha de camadas eletrolurninescentes, em que o contraeletrodo cobre em parte o contorno fechado, estabelecendo uma abertura contígua entre a borda externa do contorno e a borda do contraeletrodo suficientemente grande para isolar o contraeletrodo do eletrodo do substrato. Com tal contorno fechado, o esforço de fabricação pode ser reduzido ainda mais ao aplicar a mesma máscara para depositar a pilha de camadas eletrolurninescentes e o contraeletrodo. Com a aplicação da mesma máscara para a deposição da pilha de camadas eletrolurninescentes e do contraeletrodo sem um contorno fechado não condutor em cima do eletrodo do substrato, o enquadramento da dita pilha de camadas, seria muito provável que ambos os eletrodos ficassem
15/39 em contato elétrico em algum lugar na borda do contraeletrodo. Nesta realização, o isolamento entre o substrato e o contraeletrodo é mantido pela abertura contígua entre o contraeletrodo e a borda externa do contorno do meio da proteção não-condutor.
Para obter uma distribuição homogênea da tensão através da área do contraeletrodo, é preferível que uma pluralidade de meios de contato seja aplicada ao contraeletrodo. Utilizando um número de meios de contato, a distribuição obtida da tensão é mais homogênea. Pode ser apropriado conectar todos os meios de contato ao mesmo potencial da fonte elétrica. Isto se transforma em uma distribuição uniforme da corrente e da tensão para a camada eletroluminescente orgânica e em uma geração homogênea da luz artificial pela camada eletroluminescente orgânica. Para impedir um curto-circuito, o número dos meios de proteção aplicados ao eletrodo do substrato depende do número dos meios de contato. Portanto, é preferível que uma pluralidade de meio de proteção seja arranjada no eletrodo do substrato. Para dispositivos eletroluminescentes conhecidos, foi mostrado que é preferível que os seguintes números dos meios de proteção sejam aplicados ao eletrodo do substrato: 2, 4, 5, 8, 16 ou 32.
Em uma outra realização preferida, o contraeletrodo é estruturado em uma pluralidade de sehmentos eletricamente separados do contraeletrodo, em que cada segmento do contraeletrodo compreende pelo menos um meio de proteção. Nesta realização, o contraeletrodo não é conectado como um todo à fonte elétrica. Ao invés disto, o contraeletrodo é estruturado. Esta estruturação do contraeletrodo conduz a segmentos do contraeletrodo separados. Portanto, nenhuma corrente elétrica pode fluir diretamente entre os contraeletrodos separados. Os contraeletrodos podem ser
16/39 conectados pelo uso do meio de encapsulação. Um a vez que cada um dos segmentos do contraeletrodo compreende pelo menos um meio de contato, que é conectado ao meio de encapsulação, pode haver um contato entre os segmentos do contraeletrodo através do meio de encapsulação. Mas não há nenhum contato direto entre os segmentos do contraeletrodo. Para cada meio de contato, um meio de proteção pode ser aplicado ao eletrodo do substrato para impedir qualquer tipo de curto-circuito. Além disso, no meio de proteção pode ser arranjada abaixo uma pluralidade de meios de contato.
objetivo da presente invenção também é atingido por um método para proteger um eletrodo do substrato de um dispositivo eletroluminescente, em que o dispositivo eletroluminescente compreende uma pilha de camadas eletroluminescentes com pelo menos uma camada eletroluminescente orgânica arranjada entre um eletrodo do substrato e um contraeletrodo em cima de um substrato e um meios de encapsulação que encapsula pelo menos a pilha de camadas eletroluminescentes, em que o dispositivo eletroluminescente compreende pelo menos um meio de contato, para contatar eletricamente o contraeletrodo a uma fonte elétrica, em que o método compreende a etapa de:
- aplicação de pelo menos um meio de proteção ao eletrodo do substrato, em que o meio de proteção é eletricamente não-condutor e está pelo menos cobrindo completamente a área abaixo do meio de contato.
As características e os detalhes descritos com respeito ao dispositivo eletroluminescente também se aplicamse ao método, e vice-versa.
dispositivo eletroluminescente indicado descrito acima é preferivelmente fabricado de acordo com o método apresentado.
O meio de proteção é uma camada que protege as
17/39 camadas orgânicas e o contraeletrodo contra qualquer efeito negativo do meio de contato ao isolar o eletrodo do substrato de maneira confiável em relação ao contraeletrodo. Desse modo, mesmo se o meio de contato puder danificar o contraeletrodo e as camadas orgânicas, nenhum curto-circuito irá ocorrer, uma vez que o meio de proteção impede qualquer contato direto entre os dois eletrodos. O meio de proteção pode compreender cola não-condutora ou um elemento fotoresistente. A área do meio de proteção pode se estender além da área do meio de contato.
A invenção também apresenta o uso do meio de proteção para impedir curtos-circuitos entre o eletrodo do substrato e um contraeletrodo, provido com pelo menos um meio de contato. O meio de proteção é arranjado no eletrodo do substrato e impede, portanto, um contato direto entre o eletrodo do substrato e o contraeletrodo, mesmo se o meio de contato penetrar em parte do contraeletrodo e nas camadas orgânicas.
Além disso, a invenção apresenta o uso da cola nãocondutora como meio de proteção para impedir um curtocircuito entre um eletrodo do substrato e um contraeletrodo, provido com pelo menos um meio de contato. O uso da cola nao~ condutora como meio de proteção tem a vantagem que a cola não-condutora pode ser facilmente aplicada ao eletrodo do substrato. A cola não-condutora é principalmente um fluido viscoso, que pode ser facilmente unido ao eletrodo do substrato. Não há nenhuma necessidade de um aposento limpo ou uma câmara de vácuo. Além disso, a cola nao-condutora tem a vantagem que não danifica a camada eletroluminescente orgânica e o contraeletrodo, uma vez que o meio de proteção é coberto.
A invenção também se refere a um substrato coberto por somente um eletrodo contíguo a ser utilizado como um
18/39 eletrodo do substrato em um dispositivo eletroluminescente de acordo com a presente invenção. O eletrodo contíguo não é estruturado, denotando nenhum eletrodo onde a área do substrato revestida com o eletrodo para ser o eletrodo do substrato não é adaptada para aplicar uma segunda área condutora no substrato dentro da área encapsulada da área do substrato de um dispositivo eletroluminescente orgânico coberto por um meio de encapsulação, que é isolado eletricamente ao eletrodo do substrato.
Para produzir o dispositivo eletroluminescente indicado da invenção, camadas diferentes da pilha de camadas são depositadas no substrato. Após ter sido depositado o eletrodo do substrato no substrato, o meio de proteção pode ser aplicado ao eletrodo do substrato. Posteriormente, as camadas orgânicas são depositadas. Finalmente, o contraeletrodo é depositado. De acordo com o estado da técnica, a tecnologia preferida de deposição para as camadas orgânicas e o contraeletrodo são por meio de evaporação a vácuo. A evaporação a vácuo é uma tecnologia de deposição onde os materiais a serem depositados seguem uma trajetória direta da fonte da evaporação ao substrato, conduzindo a uma deposição dirigida. Se o meio de proteção tiver bordas agudas ou bordas pendentes, irão ocorrer efeitos de sombreamento, que conduzem a furos nas camadas orgânicas e no contraeletrodo. Para impedir este efeito indesejável, é preferível que o meio de proteção tenha bordas lisas e nãoagudas. Portanto, a invenção também reivindica um meio de proteção que compreende propriedades materiais e/ou procedimentos de aplicação que impedem a emergência de uma borda de sombreamento em um eletrodo do substrato. Em uma realização preferida, a propriedade material que impede a emergência de uma borda de sombreamento é a viscosidade, por exemplo, a viscosidade a uma temperatura realçada.
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Preferivelmente, a viscosidade é baixa. Se a cola nãocondutora for utilizada como meio de proteção, ela pode ser aplicada como uma gota no eletrodo do substrato. Se esta cola não-condutora do meio de proteção compreender uma viscosidade que permita que ela flua, irá resultar um formato do tipo colina lisa do meio de proteção, que impede efeitos de sombreamento. Se um material for utilizado para o meio de proteção que faça com que as bordas agudas que podem criar efeitos de sombreamento se somente uma fonte de deposição for utilizada, diversas fontes de deposição poderíam ser utilizadas para depositar o material de direções diferentes sobre o substrato. Também pode ser aconselhável girar ou então mover o substrato durante a deposição para assegurar uma deposição contínua das camadas sobre o meio de proteção.
dispositivo eletroluminescente e/ou o método acima mencionados, assim como os componentes reivindicados e os componentes a serem utilizados de acordo com a invenção nas realizações descritas não são sujeitos a nenhuma exceção
especial com respeito ao tamanho, forma, e seleção de
material. Os conceitos técnicos tais que os critérios de
seleção são conhecidos no campo pertinente podem ser
aplicados sem limitações . Os detalhes, as características e
as vantagens adicionais do objetivo da presente invenção são apresentados nas sub-reivindicações e na seguinte descrição das figuras respectivas - que são apenas uma forma exemplificadora - mostrando uma pluralidade de realizações preferidas do dispositivo eletroluminescente de acordo com a presente invenção.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Outras realizações da invenção serão descritas com respeito às seguintes figuras, que mostram:
Figura 1: uma primeira realização de um dispositivo eletroluminescente com meio de proteção de acordo com a
20/39 invenção,
Figura 2: uma vista superior do dispositivo eletroluminescente de acordo com a Figura 1,
Figura 3: uma outra realização do dispositivo eletroluminescente com um meio de contato,
Figura 4: o dispositivo eletroluminescente com uma outra realização do meio de contato,
Figura 5: o dispositivo eletroluminescente com uma realização diferente do meio de contato,
Figura 6: o dispositivo eletroluminescente com uma realização diferente do meio de contato,
Figura 7: o dispositivo eletroluminescente com uma alimentação de passagem impermeável a gases através,
Figura 8: o dispositivo eletroluminescente com uma área de contato eletricamente condutora,
Figura 9: o dispositivo eletroluminescente com uma realização adicional do meio de contato,
Figura 10: o dispositivo eletroluminescente com uma pluralidade de meios de proteção,
Figura 11: uma vista superior do dispositivo eletroluminescente de acordo com a Figura 10,
Figura 12: uma vista superior do dispositivo eletroluminescente com um contraeletrodo segmentado,
Figura 13: o dispositivo eletroluminescente de 25 acordo com a Figura 12 com áreas de contato eletricamente condutoras,
Figura 14: o dispositivo eletroluminescente de acordo com a Figura 13 com uma outra realização do meio de proteção,
Figura 15: uma vista superior do dispositivo eletroluminescente de acordo com a Figura 14, e
Figura 16: o dispositivo eletroluminescente com o meio de proteção e o meio de contato.
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Figura 17: o dispositivo eletroluminescente com o meio de proteção arranjado como um contorno fechado que enquadra a pilha de camadas eletroluminescentes como uma vista lateral.
Figura 18: o dispositivo eletroluminescente com o meio de proteção arranjado como um contorno fechado que enquadra a pilha de camadas eletroluminescentes como uma vista superior da Figura 17.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS REALIZAÇÕES
Na figura 1 é mostrado um dispositivo eletroluminescente 10 de acordo com uma primeira realização da invenção. 0 dispositivo eletroluminescente compreende um eletrodo 20 do substrato, um contraeletrodo 30 e uma camada eletroluminescente orgânica 50 como a pilha de camadas eletroluminescentes neste exemplo e nos seguintes exemplos. A camada eletroluminescente orgânica 50 é arranjada entre o eletrodo 20 do substrato e o contraeletrodo 30, formando uma pilha de camadas. Esta pilha de camadas é arranjada em um substrato 40. Na realização mostrada, o eletrodo 20 do substrato é formado por uma camada com aproximadamente 100 nm de espessura de ITO, que é um material transparente e condutor. Neste eletrodo 20 do substrato a camada eletroluminescente orgânica 50 é depositada. Se uma tensão for aplicada entre o eletrodo 20 do substrato e o contraeletrodo 30, algumas das moléculas orgânicas dentro da camada eletroluminescente orgânica 50 são retiradas, tendo por resultado a emissão de luz artificial, que é emitida pela camada eletroluminescente 50. 0 contraeletrodo 30 é formado por uma camada de alumínio, trabalhando como um espelho que reflete a luz artificial através do eletrodo 20 e do substrato 40 do substrato. Para emitir a luz no meio circundante, o substrato 40 nesta realização é feito de vidro. Desse modo, o dispositivo eletroluminescente de acordo
22/39 com a Figura 1 é um OLED emissor em baixo. O dispositivo de eletroluminescente 10 mostrado nas seguintes figuras, bem como seus componentes e os componentes utilizados de acordo com a invenção, não são mostrado realmente em escala. Especialmente a espessura dos eletrodos 20, 30, da camada eletroluminescente orgânica 50 e do substrato 40 não é realmente em escala. Todas as figuras servem apenas para esclarecer a invenção.
A aplicação do meio de contato 60 ao contraeletrodo 3 0 pode danificar a camada fina do contraeletrodo 3 0 e/ou a camada eletroluminescente orgânica 50. Para usar qualquer tipo de meio de contato e/ou para reduzir a complexidade da aplicação do meio de contato 60 ao contraeletrodo 30, a invenção apresenta o meio de proteção 70. Este meio de proteção 7 0 é arranjado no eletrodo 20 do substrato. 0 meio de proteção 70 é eletricamente não-condutor e está pelo menos cobrindo completamente a área abaixo do meio de contato 60. A área do eletrodo 20 do substrato abaixo do meio de contato 60 coberta pelo meio de proteção 70 (área de proteção) excede a área no contraeletrodo 3 0 que fica em contato com o meio de contato 60 (área de contato). No entanto, seria suficiente se a área de proteção não excedesse a área de contato, mas fosse arranjada completamente abaixo da área de contato. O meio de proteção 70 isola o eletrodo 20 do substrato, do meio de contato 60 e/ou de todas as partes do contraeletrodo 30, que pode ser danificado com a aplicação do meio de contato 6 0 e pode penetrar na camada eletroluminescente orgânica 50. Portanto, a aplicação do meio de contato 60 ao contraeletrodo 30 do dispositivo eletroluminescente 10 apresentado não compreende o risco de produzir um curto-circuito.
O meio de proteção 70 pode compreender e/ou consistir em cola eletricamente não-condutora. Tal como um número de testes mostrou, a cola não-condutora comercialmente
23/39 disponível - tal como UHU mais schnellfest, com um tempo de cura de cinco minutos, uma cola de epoxi de dois componentes - pode ser unida ao eletrodo 20 do substrato. Tal tipo da cola não-condutora não prejudica os eletrodos 20, 30 ou a camada eletroluminescente orgânica 50. A aplicar uma cola eletricamente não-condutora como meio de proteção 70 ao eletrodo 2 0 do substrato, uma área de proteção é criada em que um curto-circuito é impedido, o que pode ocorrer devido ao fato que o meio de contato 60 é aplicado ao contraeletrodo 30. O meio de contato 6 0 pode perfurar pelo menos parcialmente o contraeletrodo 30 e a camada eletroluminescente orgânica 50, conduzindo à possibilidade de um contato elétrico do contraeletrodo 30 e do eletrodo 20 do substrato. O meio de proteção 70 protege o eletrodo 20 do substrato contra um contato direto com o meio de contato 60.
Conforme pode ser visto na figura 1, a camada eletroluminescente orgânica 50 e o contraeletrodo 30 são encapsulados pelo meio de encapsulação 90. Este meio de encapsulação 90 compreende um formato de tampa. Além disso, o dispositivo eletroluminescente 10 compreende pelo menos um meio de contato 60, para contatar eletricamente o contraeletrodo 30 a uma fonte elétrica. O meio de contato 60 é, portanto, uma parte da trajetória da corrente que segue do contraeletrodo 30 à fonte elétrica. Na realização mostrada, o meio de contato 60 é um pino condutor, aplicado ao contraeletrodo 30. Este pino condutor pode compreender um metal ou um outro material condutor conhecido de um técnico no assunto.
Na figura 1, o meio de contato 60 está em contato direto com o contraeletrodo 3 0 assim como com o meio de encapsulação 90. Portanto, é fácil conectar eletricamente o contraeletrodo 30 com uma fonte elétrica. 0 usuário apenas tem que aplicar um meio eletricamente condutor ao meio de
24/39 encapsulação 90, o que liga então o entreferro ao meio de contato 60. Na realização mostrada o meio de encapsulação 90 está por um lado conectado ao eletrodo 20 do substrato e, por outro lado, em contato com o meio de contato 60. Para impedir pelo menos um curto-circuito uma parte do meio de encapsulação 90 e/ou todo o meio de encapsulação 90 deve ser isolado contra o eletrodo 20 do substrato. Na realização mostrada, um topo 95 do meio de encapsulação 90 é eletricamente condutor, ao passo que um lado 96 do meio de encapsulação 90 é eletricamente isolante. Portanto, um curtocircuito entre o contraeletrodo 30 e o eletrodo 20 do substrato é impedido. Dependendo do tipo de uso, o meio de encapsulação 90 pode possuir as seguintes propriedades:
Propriedade do topo 95 do meio de encapsulação 90 Propriedade do lado 96 do meio de encapsulação 90
1. Condutor Condutor
2 . Isolante Condutor
3 . Condutor Isolante
4 . Isolante Isolante
No primeiro caso o meio de encapsulação 90 devem ser isolado contra o eletrodo 20 do substrato. Portanto, uma borda isolante 94 - mostrada na figura 3 - deve ser aplicada ao meio de encapsulação 90. No terceiro caso não deve haver nenhuma necessidade para nenhuma borda isolante 94, uma vez que o lado 96 do meio de encapsulação 90 isola o topo condutor 95 contra o eletrodo 20 do substrato. No segundo caso uma alimentação de passagem eletricamente condutora pode ser aplicada ao topo isolante 95 do meio de encapsulação para conectar o mesmo com o meio de contato 60. 0 mesmo se aplica no quarto caso, em que o lado 96 assim como o topo 95 do meio de encapsulação 90 são isolantes. 0 eletrodo 20 do substrato é conectado a uma fonte de poder através do meio de conexão 93'. Meios de conexão 93' apropriados são conhecidos de um
25/39 técnico no assunto.
O meio de encapsulação 90 tem que ser impermeável a gases para impedir que a atmosfera ambiente danifique a camada eletroluminescente orgânica 50 ou qualquer um dos dois eletrodos 20, 30 encapsulados no meio de encapsulação 90. O dispositivo eletroluminescente mostrado 10 também pode compreender um captador 170 arranjado dentro do meio de encapsulação 90. Este captador 170 é utilizado para absorver a umidade ou outros gases prejudiciais, que costumam se difundir em uma área protegida dentro do meio de encapsulação 90. O captador 170 pode compreender CaO ou zeólitos. Outros materiais são conhecidos de um técnico no assunto.
A Figura 2 mostra uma vista na parte traseira do dispositivo eletroluminescente 10 de acordo com a figura 1. Para uma compreensão mais fácil, o dispositivo eletroluminescente 10 é mostrado sem o meio de encapsulação 90. O meio de proteção 70 é arranjado no eletrodo 20 do substrato e é eletricamente não-condutor. O objetivo do meio de proteção 70 consiste em proteger o eletrodo 20 do substrato contra qualquer influência do meio de contato 60. Portanto, as partes, por exemplo, extensões, do meio de contato 60 que penetram no contraeletrodo 30 e na camada eletroluminescente orgânica 50 não irão alcançar o eletrodo 20 do substrato. Ao invés disto, elas serão bloqueadas pelo meio de proteção 70. Alternativamente, o meio de proteção 70 pode compreender um tamanho que limite a probabilidade de o meio de contato 60 ser a fonte de qualquer curto-circuito entre o contraeletrodo 3 0 e o eletrodo 20 do substrato. As experiências mostraram surpreendentemente que a cola nãocondutora é um material apropriado para ser utilizado como meio de proteção 70. Portanto, uma gota da cola não-condutora pode ser aplicada ao eletrodo 20 do substrato, antes de a camada eletroluminescente orgânica 50 e do contraeletrodo 30
26/39 serem depositados no substrato 40. A Figura 2 mostra o meio de proteção 70 arranjado abaixo da camada eletroluminescente orgânica 50 e do contraeletrodo 30. Conforme pode ser visto, o meio de proteção 70 ê arranjado abaixo do meio de contato 60. Além disso, o meio de proteção 70 cobre uma área da proteção no eletrodo 20 do substrato, que é maior do que a área de contato coberta pelo meio de contato 60 no contraeletrodo 20. Portanto, nenhuma influência da do meio de conexão 60 ao contraeletrodo 20 e/ou à camada eletroluminescente orgânica 50 conduz a qualquer tipo de ligação eletricamente condutora ao eletrodo 20 do substrato. Isto é impedido com sucesso pelo meio de proteção 70.
No eletrodo do substrato um meio de conexão 93' é aplicado. Em todas as figuras o meio de conexão 93’ do eletrodo 20 do substrato tem a forma de um fio unido ao eletrodo 20 do substrato. Isto deve apenas simbolizar a possibilidade de conectar o eletrodo 20 do substrato com a fonte elétrica. Obviamente, a realização mostrada do meio de conexão 93' é apenas um desenho exemplificador de tal meio de conexão 93' . Outros arranjos conhecidos de um técnico no assunto também podem ser utilizados para conectar o eletrodo 20 do substrato a uma fonte elétrica.
Na figura 3 é mostrada uma outra realização do dispositivo eletroluminescente 10 apresentado. Desviando do dispositivo eletroluminescente da figura 1, o meio de contato 60 não tem nenhum contato direto com o topo 95 do meio de encapsulação 90. Ao invés disto, um meio de conexão 93 é utilizado. Este meio de conexão 93 pode ser um fio, mas também pode ser qualquer outro meio conhecido por um técnico no assunto para ligar a abertura entre o topo condutor 95 e o meio de contato 60. Na realização mostrada o topo 95, assim como o lado 96 do meio de encapsulação 90, são eletricamente condutores. Portanto, o dispositivo eletroluminescente 10
27/39 pode ser conectado a uma fonte elétrica em algum ponto do meio de encapsulação 90. Devido à sua propriedade material e/ou tamanho, o meio de encapsulação 90 possui uma resistência baixa em comparação com a resistência do contraeletrodo 30. Portanto, um usuário pode utilizar a seção mais conveniente do meio de encapsulação 90 para conectar a mesma com uma fonte elétrica. Para impedir um curto-circuito entre o contraeletrodo 30 e o eletrodo 2 0 do substrato, uma borda isolante 94 é aplicada ao dispositivo eletroluminescente 10. Esta borda isolante 94 é arranjada entre o eletrodo 2 0 do substrato e o lado 96 do meio de encapsulação 95. Portanto, não há nenhum contato elétrico direto entre o eletrodo 20 do substrato e o meio de encapsulação 90 nem o contraeletrodo 30. 0 meio de proteção 70 é arranjado no eletrodo 20 do substrato e é eletricamente não-condutor. Além disso, ele é arranjado abaixo do meio de contato 60, mas pode se estender ainda mais. Para impedir qualquer ocorrência de um curto-circuito, pelo menos um meio de proteção 7 0 é arranjado no eletrodo 20 do substrato, em que o meio de proteção 70 é eletricamente não-condutor e é arranjado pelo menos parcialmente abaixo do meio de contato 60. Aqui, a notação que o meio de proteção 7 0 é arranjado abaixo do meio de contato 60 denota que a área coberta pelo meio de proteção 70 fica pelo menos completamente abaixo ou pode exceder a área onde o meio de contato 60 está ou estará em contato com o contraeletrodo 30. Dessa maneira, o meio de proteção 70 compreende um tamanho que permite que ele pelo menos cubra completamente a área necessária pelo meio de contato 60 sobre o contraeletrodo 30. Adicionalmente, o desenho e os elementos do dispositivo eletroluminescente 10 de acordo com a figura 3 são idênticos àqueles da figura 1.
Na figura 4 é mostrada uma outra realização do meio de contato 60. Nesta realização o dispositivo
28/39 eletroluminescente 10 compreende um meio de contato 60, que é uma mola. Esta mola é conectada ao meio de encapsulação 90 e ao contraeletrodo 30. Portanto, o topo 95 do meio de encapsulação 90 tem que ser condutor. Para impedir um curtocircuito os lados 96 do meio de encapsulação 90 precisam ser isolantes. Uma mola pode ser utilizada como o meio de contato 60 mesmo que possa penetra no contraeletrodo 30, uma vez que o meio de proteção 70' impede qualquer tipo do curtocircuito. O meio de contato 60 será impedido pelo meio de proteção 70 de entrar em contato direto com o eletrodo 20 do substrato. Esta realização tem a vantagem que um usuário do dispositivo eletroluminescente 10 apresentado pode usar o lado externo do meio de encapsulação 90 para contatar o mesmo com uma fonte elétrica. Portanto, um fio ou outros elementos podem ser facilmente unidos ao meio de encapsulação 90 para conectar a pilha de camadas a uma fonte elétrica.
dispositivo eletroluminescente 10 mostrado na figura 5 difere do dispositivo eletroluminescente 10 da figura 4 pelo desenho do meio de contato 60. Na figura 5 o meio de contato 60 compreende uma mola em forma de arco, a qual é por um lado conectada ao meio de encapsulação 90 e, por outro lado, com o contraeletrodo 30. 0 topo 95 do meio de encapsulação 90 pode ser novamente utilizado para conectar o dispositivo eletroluminescente 10 a uma fonte elétrica. Para impedir um curto-circuito os lados 96 do meio de encapsulação 90 têm que ser isolantes, uma vez que ficam em contato direto com o eletrodo 2 0 do substrato. 0 meio de proteção 7 0 do dispositivo eletroluminescente 10 impede o contato direto do eletrodo 2 0 do substrato com o meio de contato 6 0 e/ou o contraeletrodo 30.
Na figura 6 é mostrada ainda uma outra realização do meio de contato 60. Nesta realização, o meio de contato 60 compreende um meio com uma ponta arredondada, que é
29/39 pressionada por uma mola no contraeletrodo 30. O meio com uma ponta arredondada e a mola são arranjados dentro de uma orientação para assegurar que o meio de contato 60 não deslize para um lado. Uma vez que o meio com uma ponta arredondada é pressionado no contraeletrodo 30, há uma probabilidade que ele pode penetrar no contraeletrodo 30 e na camada eletroluminescente orgânica 50 e alcançar o eletrodo 20 do substrato, o que deve conduzir a um curto-circuito. Para impedir isto, o meio de proteção 70 é arranjado abaixo do meio de contato. Mesmo se o meio com uma ponta arredondada do meio de contato 60 penetrar o contraeletrodo 30 e a camada eletroluminescente orgânica 50 não deve haver nenhum curtocircuito. Na realização mostrada, a área do eletrodo 20 do substrato abaixo do meio de contato 6 0 coberta pelo meio de proteção 70 (área de proteção) excede a área no contraeletrodo 30 que fica em contato com o meio de contato 60 (área de contato). No entanto, seria suficiente se a área de proteção não excedesse a área de contato, mas fosse arranjada completamente abaixo da área de contato. Todas as características restantes do dispositivo eletroluminescente 10 da figura 6 estão de acordo com aquelas das figuras 4 e 5.
Na figura 7 é mostrada uma outra realização do meio de encapsulação 90. Nesta realização, o meio de encapsulação compreende uma alimentação de passagem impermeável a gases eletricamente condutora 92. Esta alimentação de passagem 92 é conectada ao meio de contato 60. Isto pode - tal como mostrado - ser feito por um meio de conexão 93, que está conectando por um lado a alimentação de passagem 92 e, por outro lado, com o meio de contato 60. 0 meio de conexão 93 pode ser um fio, uma folha ou um outro elemento eletricamente condutor conhecido de um técnico no assunto. Também ser que a alimentação de passagem 92 fique em contato direto com o meio de contato 60. Na parte externa do meio de encapsulação
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90, a alimentação de passagem impermeável a gases 92 pode ser colocada em contato com uma fonte elétrica. Na realização mostrada supõe-se que o meio de encapsulação 90 como um todo seja eletricamente condutor. Portanto, é apropriado que a alimentação de passagem impermeável a gases 92 compreenda um meio isolante 97. Este meio isolante 97 impede o curtocircuito entre a alimentação de passagem 92 - conectada ao contraeletrodo 30 - e o meio de encapsulação 90 - conectado ao eletrodo 2 0 do substrato. Este meio isolante 97 pode ser formado por cerâmica, vidro ou ser feito de fritas de vidro refundido. Se não houver nenhum meio isolante 97 para a alimentação de passagem impermeável a gases 92, o topo 95 do meio de encapsulação 90 também pode ser isolante. Desse modo, um curto-circuito entre os dois eletrodos 20, 30 indicados também é impedido. O meio de proteção 70 é arranjado completamente abaixo da área do meio de contato 60, mas pode ser estendido além desta área. Na realização mostrada, o meio de proteção 70 ocupa uma área maior no eletrodo 2 0 do substrato do que o meio de contato 60 no contraeletrodo 30. Isto assegura que nenhuma perfuração do contraeletrodo 30 e da camada eletrolurninescente orgânica 50 pelo meio de contato 60 conduz a um curto-circuito, uma vez que a parte perfuradora será bloqueada pelo meio de proteção 70. Adicionalmente, o desenho e os elementos do dispositivo eletrolurninescente 10 de acordo com a figura 7 são idênticos àqueles da figura 1.
Na figura 8 é mostrada uma outra realização preferida do dispositivo eletrolurninescente 10. Este dispositivo eletrolurninescente 10 compreende uma pilha de camadas formadas pelo contraeletrodo 30, pela camada eletrolurninescente orgânica 50 e um eletrodo 20 do substrato. Na parte traseira do contraeletrodo 30, o meio de contato 60 é aplicado. Este meio de contato 60 é um pino eletricamente
31/39 condutor aplicado ao contraeletrodo 30. O meio de proteção 70 é arranjado abaixo do meio de contato 60. 0 meio de encapsulação 90 compreende uma área de contato eletricamente condutora 100. Conforme pode ser visto na figura 8, o meio de contato 60 fica em contato direto com a área de contato 100 do meio de encapsulação 90. 0 usuário do dispositivo eletroluminescente 10 de acordo com a figura 8 apenas tem que conectar a área de contato 100 com uma fonte elétrica para gerar luz artificial. Uma vez que a área de contato 100 é mais robusta e maior do que o meio de contato 60 e/ou os contraeletrodos 30, a conexão à fonte elétrica podem ser facilmente feita com meios conhecidos. Por exemplo, um fio pode ser unido à área de contato 100 do meio de encapsulação 90. A área de contato 100 pode ser formada por um disco de metal embutido no meio de encapsulação 90. Este disco de metal é eletricamente condutor e pode, portanto, ser utilizado como uma ponte entre o meio de contato 60 e a fonte elétrica. Na realização mostrada, o meio de encapsulação 90 é posicionado no eletrodo 20 do substrato e também é eletricamente condutor. Para impedir um curto-circuito, o meio de encapsulação 90 compreende uma beira isolante 101, a qual circunda a área de contato 100. Isto impede qualquer contato direto entre a área de contato 100 e o topo 95 do meio de encapsulação 90. Além da realização mostrada, a área de contato 100 pode não ser somente formada por um disco embutido no meio de encapsulação 90. Também pode ser que o meio de encapsulação 90 seja um elemento de uma peça, que é parcialmente dopada com partículas condutoras, de modo que a área condutora 100 seja formada. Nesta realização o restante do meio de encapsulação, que não é condutor, isola a área de contato 100 contra o eletrodo 20 do substrato.
Na figura 9 é mostrada uma outra realização do dispositivo eletroluminescente 10. O dispositivo
32/39 eletroluminescente mostrado 10 compreende um meio de encapsulação 90 com uma área de contato 100. A área de contato 100 compreende beiras isolantes 101, que impedem um curto-circuito entre os dois eletrodos 20, 30. Dentro do meio 5 de encapsulação 90 e abaixo da área de contato 100, o meio de contato 60 é arranjado. Este meio de contato 60 compreende um meio com uma ponta arredondada, a qual é pressionada por uma mola no contraeletrodo 30. Um guiar assegura que o meio com uma ponta arredondada seja pressionado no contraeletrodo 30.
Tal desenho do meio de contato 60 tem a vantagem que pode ser utilizado para dispositivos com espaçamento diferente entre o contraeletrodo 3 0 e o meio de encapsulação 95. O meio de proteção 70 é arranjado no eletrodo 20 do substrato, em que o meio de proteção 70 é eletricamente não-condutor e está pelo 15 menos cobrindo completamente a área abaixo do meio de contato
60.
A Figura 10 mostra um dispositivo eletroluminescente com dois meios de contato 60. Abaixo de cada um dos meios de contato 60, o meio de proteção 7 0 é arranjado. O meio de 20 contato 60 preenche a abertura entre o contraeletrodo 30 e o meio de encapsulação 90. 0 meio de contato 60 se estende para o topo 95 do meio de encapsulação 90. Na realização mostrada o topo 95 e o lado 96 do meio de encapsulação 90 são eletricamente condutores. Portanto, é fácil conectar o 25 contraeletrodo 30 a uma fonte elétrica. O meio de encapsulação 90 pode ser conectado de uma maneira conhecida a uma fonte elétrica. Devido ao fato que quatro meios de contato 60 são utilizados para contatar o contraeletrodo 30, uma distribuição homogênea de tensão através do 30 contraeletrodo 30 é obtida. Isto irá resultar em uma geração homogênea de luz artificial pela camada eletroluminescente orgânica 50. Uma vez que o meio de encapsulação 90 como um furo é condutor, uma borda isolante 94 tem que ser arranjada
33/39 entre o meio de encapsulação 90 e o eletrodo 20 do substrato. Isto assegura que nenhum curto-circuito irá ocorrer.
A Figura 11 mostra uma vista superior do dispositivo eletroluminescente 10 de acordo com a figura 10. Quatro meios 5 de contato 60 são aplicados aqui ao contraeletrodo 30. Com a ajuda destes quatro meios de contato 60, uma distribuição mais homogênea da tensão e/ou da corrente no dispositivo eletroluminescente 10 pode ser obtida. Para uma compreensão mais fácil, o dispositivo eletroluminescente 10 na figura 11 10 é mostrado sem o meio de encapsulação 90. Conforme pode ser visto, cada um dos meios de contato 60 possui seus próprios meios de proteção 70. 0 meio de proteção 7 0 é arranjado abaixo do meio de contato 60.
Em uma outra realização preferida, o contraeletrodo 15 3 0 é estruturado em uma pluralidade de segmentos eletricamente separados 31 do contraeletrodo. Isto deve ser ilustrado pelas figuras 12 a 15. Na figura 12 é mostrada uma vista superior em um dispositivo eletroluminescente 10. Para uma compreensão mais fácil, o dispositivo eletroluminescente 20 10 é mostrado sem o meio de encapsulação 90. Conforme pode ser visto, o contraeletrodo 30 é separado em quatro segmentos 31, que não são conectados eletricamente, tal como pode ser visto na figura 12. Cada segmento 31 do contraeletrodo 30 possui seu próprio meio de contato 60. A Figura 13 mostra que 25 o meio de contato 60 está aplicado de uma maneira tal que tem um contato direto com o meio de encapsulação 90. O meio de encapsulação 90 possui, para cada um dos meios de contato 90, uma área de contato 100. Estas áreas de contato 100 são eletricamente condutoras e podem ser utilizadas para 30 alimentar a pilha de camadas com corrente elétrica. Uma vez que o meio de encapsulação 90 é montado diretamente no eletrodo 20 do substrato cada uma das áreas de contato 100 possui uma beira isolante 101 para impedir um curto-circuito.
34/39
Um usuário do dispositivo eletroluminescente 10 mostrado pode conectar individualmente cada área de contato 100 a uma fonte elétrica. Portanto, é possível ativar apenas partes do dispositivo eletroluminescente 10. Dependendo do segmento 31 do contraeletrodo, que é alimentado com corrente elétrica, somente a parte da camada eletroluminescente orgânica 50 sob este segmento do contraeletrodo irá emitir luz artificial. Conforme pode ser visto, cada um dos meios de contato 60 possui seu próprio meio de proteção 70 arranjado no eletrodo 20 do substrato. Cada um dos meios eletricamente nãocondutores 70 impede um curto-circuito. Todas as características restantes do dispositivo eletroluminescente 10 estão em correspondência com o dispositivo etroluminescente 10 de acordo com a figura 1.
A Figura 14 mostra o mesmo dispositivo eletroluminescente 10, mas desta vez o meio de proteção 70 é projetado de uma maneira que é arranjado abaixo de dois meios de contato 60. Portanto, não somente um pequeno meio de proteção 70 é aplicado ao contraeletrodo. Se a cola, por exemplo, não-condutora for utilizada para o meio de proteção 70, ela pode ser aplicada como um banco no eletrodo 20 do substrato. Portanto, é mais fácil de aplicar ao eletrodo 20 do substrato e pode ser utilizada para proteger o dispositivo eletroluminescente 10 contra curtos-circuitos para uma pluralidade de meios de contato 60. Além disso, é preferível que o meio de proteção 70 compreenda pelo menos um meio de dispersão 180, para dispersar uma luz gerada pela camada eletroluminescente orgânica 50. 0 meio de dispersão 180 pode compreender e/ou ser pigmentos e/ou partículas. Isto impede que a área abaixo do meio de proteção 7 0 possa parecer mais escura do que o seu meio circundante. Este meio de dispersão 18 0 pode compreender flocos de mica ou de alumínio ou um material com um índice de refração elevado, tais como
35/39 partículas de TiO2. O meio de dispersão 180 também reflete partes da luz artificial e/ou da luz visível guiada no substrato 40 e, portanto, clareia a camada que é não-emissora abaixo do meio de proteção 70. Todas as características restantes do dispositivo eletroluminescente 10 estão em correspondência com o dispositivo eletroluminescente 10 de acordo com a figura 13.
A Figura 15 mostra uma vista superior do dispositivo eletroluminescente 10 de acordo com a figura 14. Quatro meios de contato 60 são aplicados aqui ao contraeletrodo 30. Abaixo de dois meios de contato 60, é mostrado um único meio de proteção alongado 70. Para uma compreensão mais fácil, o dispositivo eletroluminescente 10 na figura 15 é mostrado sem o meio de encapsulação 90.
Na figura 16 é mostrada uma parte do dispositivo eletroluminescente 10. A Figura 16 é uma ampliação das camadas depositadas no substrato. Será observado que o tamanho das camadas não é realmente em escala. No substrato 40, o eletrodo 20 do substrato é depositado. Neste eletrodo 20 do substrato, o meio de proteção 70 é arranjado. O meio de proteção 70 é coberto pela camada eletroluminescente orgânica 50 e pelo contraeletrodo 30. Nesta camada eletroluminescente orgânica 50, o contraeletrodo 30 é depositado. Para conectar o contraeletrodo 30 a uma fonte elétrica, o meio de contato tem que ser aplicado (não mostrado aqui). Na realização mostrada, o meio de proteção 70 compreende a cola nãocondutora. Os eletrodos diferentes 20, 30 e a camada eletroluminescente 50 são aplicados em camadas ao substrato 40. Após ter sido aplicado o eletrodo 20 do substrato, o meio de proteção 70 tem que ser depositado no eletrodo 20 do substrato. 0 meio de proteção 70 tem que ter propriedades materiais e/ou procedimentos de aplicação que impedem a emergência de uma borda de sombreamento no eletrodo 20 do
36/39 substrato. Em uma realização preferida, a propriedade material é a viscosidade baixa. Portanto, o material que forma o meio de proteção irá fluir ao eletrodo 20 do substrato, formando uma estrutura do tipo colina com 5 inclinações lisas. Não haverá nenhuma borda de sombreamento que poderia impedir uma cobertura contínua da camada eletroluminescente orgânica 50 e do contraeletrodo 30. 0 meio de proteção 70 tem preferivelmente uma viscosidade mais baixa a uma temperatura realçada que permite uma aplicação de duas 10 etapas. Em uma primeira etapa o material que forma o meio de proteção - tal como a cola não-condutora - é aplicado ao eletrodo 20 do substrato na posição desejada. O substrato é aquecido então até uma temperatura realçada. Devido à sua viscosidade mais baixa, o material do meio de proteção 70 irá 15 então fluir para fora no eletrodo do substrato.
Preferivelmente, o material do meio de proteção 70 compreende uma viscosidade que permite que ele flua lentamente, para formar o meio de proteção 70 com uma espessura definida e inclinações lisas. À medida que a temperatura do meio de 20 proteção e/ou do material do meio de proteção diminui, ele deve solidificar, para formar o meio de proteção 70. Esta capacidade e/ou propriedade material do meio de proteção de fluir sobre o eletrodo 20 do substrato de uma maneira tal que nenhuma boda de sombreamento é formada, permite a fabricação 25 do dispositivo eletroluminescente 10 apresentado.
Em uma experiência, o meio de proteção foi feitos de um cola de epóxi de dois componentes (UHU mais schnellfest, com um tempo de cura de cinco minutos) . O aglutinante e o endurecedor foram misturados na relação prescrita de 1:1 e 30 aplicados então à temperatura ambiente ao substrato de vidro coberto com ITO em um ponto. 0 substrato foi aquecido então sobre uma placa quente a 60° C por quinze minutos, o que permitiu que a cola primeiramente fluísse em uma colina lisa
37/39 e então solidificasse rapidamente. 0 procedimento foi realizado em uma caixa de luvas em uma atmosfera de nitrogênio seco (menos de 1 ppm de água) . O substrato com o meio de proteção endurecido foi introduzido então em uma câmara de vácuo e as camadas orgânicas e o contraeletrodo foram depositados. O dispositivo terminado foi então encapsulado com uma tampa de cobertura de vidro que tem um furo na posição do meio de proteção. A tampa foi aplicada por cola com cura com UV. Um captador para a água foi colocado na 10 cavidade formada pelo substrato e pela tampa. Em uma última etapa, um meio de contato - uma placa de bronze com uma mola de bronze pequena - foi aplicado através do furo na tampa da cobertura ao contraeletrodo na posição do meio de proteção. Após a consolidação de todas as colas (aproximadamente uma 15 hora), o OLED foi dirigido de maneira confiável ao conectar a ligação positiva de uma fonte de alimentação à borda do substrato onde o eletrodo do substrato foi exposto e o cabo negativo à placa de bronze na tampa de cobertura. A pilha de camadas eletroluminescentes e o contraeletrodo feito do 20 alumínio cobriram o meio de proteção sem rachaduras ou furos.
Na posição do meio de proteção, não havia nenhuma emissão de luz.
Em uma segunda experiência, o aglutinante de cola foi misturado com partículas de TiO2, conduzindo a uma 25 substância branca. O restante do procedimento seguiu exatamente a descrição fornecida acima. Após a consolidação de toda a cola (aproximadamente uma hora) , o OLED foi dirigido de maneira confiável ao conectar a ligação positiva de uma fonte de alimentação â borda do substrato onde o 3 0 eletrodo do substrato foi exposto e o cabo negativo à placa de bronze na tampa de cobertura. A pilha de camadas eletroluminescentes e o contraeletrodo feito do alumínio cobriram o meio de proteção sem rachaduras ou furos. Na posição
38/39 do meio de proteção, não havia nenhuma emissão de luz devido à dispersão da luz guiada no substrato pelas partículas de TiO2 embutidas na cola.
As Figuras 17 e 18 mostram o dispositivo eletroluminescente com um meio de proteção 70 arranjados como um contorno fechado com uma borda externa 71 em cima do eletrodo 2 0 do substrato. A Figura 18 é a vista superior do dispositivo eletroluminescente da Figura 17 mostrado em uma vista lateral. 0 meio de proteção 70 é coberto pelo menos em parte pelo contraeletrodo 30 que estabelece uma abertura contígua 72 entre a borda do contraeletrodo 30 e a borda externa 71 do contorno fechado do meio de proteção 70. Uma vez que não há nenhum contato direto entre o contraeletrodo 30 e o eletrodo 20 e o contorno fechado do substrato do meio de proteção 70 é feito de material eletricamente não condutor, ambos os eletrodos 20, 30 são isolados uns contra os outros. A camada eletroluminescente orgânica 50 cobre completamente o interior do eletrodo 30 do substrato dentro do contorno fechado e se estende parcialmente em cima do meio de proteção 70, formando preferivelmente a mesma abertura entre a borda da camada eletroluminescente orgânica 50 e a borda externa 71 do contorno fechado do meio de proteção 70. O meio de contato 60 é aplicado em uma área do contraeletrodo 30, onde uma camada de proteção é posicionada completamente abaixo do meio de contato 60. Na Figura 22, somente a área não-coberta do contorno fechado é visível. O contorno fechado 70 estende-se mais abaixo do contraeletrodo 3 0 e do meio de contato 60 tal como mostrado na Figura 21. 0 contorno fechado permite a aplicação da mesma máscara para depositar a pilha de camadas eletroluminescentes e o contraeletrodo.
As realizações descritas compreendem como um exemplo uma camada eletroluminescente 50 dentro da pilha de camadas. Em realizações alternativas dentro do âmbito da presente invenção,
39/39 a pilha de camadas pode compreender camadas adicionais à camada 50, tais como camadas de transporte de furo, camadas bloqueadoras de furo, camadas de transporte de elétrons, camadas bloqueadoras de elétrons, camadas de injeção de carga, outras camadas condutoras, etc.
LISTA DAS REFERÊNCIAS NUMÉRICAS:
dispositivo eletroluminescente eletrodo do substrato contraeletrodo segmentos do contraeletrodo substrato camada eletroluminescente orgânica meio de contato meio de proteção borda externa do meio de proteção como um contorno fechado abertura contígua entre a borda do contraeletrodo e a borda externa do contorno fechado meio de encapsulação uma alimentação de passagem impermeável a gases
93, 93' meios de conexão borda isolante topo do meio de encapsulação lado do meio de encapsulação meio isolante para a alimentação de passagem impermeável a gases 92
100 área de contato
101 beira isolante para a área de contato 100
170 captador
180 meio de dispersão

Claims (12)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, o qual compreende um substrato (40) , e em cima do substrato (4 0) um eletrodo do substrato (20), um contraeletrodo (30) e uma pilha de camadas eletroluminescentes com pelo menos uma camada eletroluminescente orgânica (50) arranjada entre o eletrodo do substrato (20) e o contraeletrodo (30), e um meio de encapsulação (90) que encapsula pelo menos a pilha de camadas eletroluminescentes, em que o dispositivo eletroluminescente (10) compreende pelo menos um meio de contato (60) para contatar eletricamente o contraeletrodo (30) a uma fonte elétrica, caracterizado em que pelo menos um meio de proteção (70) é arranjado no eletrodo do substrato (20), em que o meio de proteção (70) é eletricamente não-condutor e está pelo menos cobrindo completamente a área abaixo do meio de contato (60).
  2. 2. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado em que o meio de proteção (70) compreende pelo menos um dos seguintes: uma cola nãocondutora, um elemento fotoresistente, uma laca, tinta ou uma camada de vidro, feita de fritas de vidro refundido ou uma camada de metal oxidado, preferivelmente alumínio anodizado.
  3. 3. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado em que a cola não-condutora do meio de proteção (70) é anidra e/ou isenta de água.
  4. 4. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, de acordo com todas as reivindicações precedentes, caracterizado em que o meio de encapsulação (90) é conectado eletricamente ao meio de contato (60).
  5. 5. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, de acordo com todas as reivindicações precedentes, caracterizado em que o
    2/3 meio de encapsulação (90) compreende uma alimentação de passagem impermeável a gases eletricamente condutora (92) ; preferivelmente em que a alimentação de passagem impermeável a gases (92) é isolada eletricamente contra o meio de encapsulação (90).
  6. 6. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, de acordo com todas as reivindicações precedentes, caracterizado em que o meio de encapsulação (90) compreende uma área de contato eletricamente condutora (100); preferivelmente em que a área de contato (100) é isolada eletricamente contra o meio de encapsulação (90).
  7. 7. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, de acordo com todas as reivindicações precedentes, caracterizado em que o meio de proteção (70) compreende pelo menos um meio de dispersão (180), para dispersar a luz gerada pela camada eletroluminescente orgânica (50) ; preferivelmente em que o meio de dispersão (18 0) está embutido no meio de proteção (70) .
  8. 8. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, de acordo com qualquer reivindicação precedente, caracterizado em que o meio de proteção (70) é arranjado como um contorno fechado que tem uma borda interna e uma borda externa (71) que enquadram a pilha de camadas eletroluminescentes (50), em que o contraeletrodo (30) cobre parcialmente o contorno fechado (70), estabelecendo uma abertura contígua (72) entre a borda externa (71) do contorno (70) e a borda do contraeletrodo (30) suficientemente grande para isolar o contraeletrodo (30) do eletrodo do substrato (20).
  9. 9. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, de acordo com todas as reivindicações precedentes, caracterizado em que uma pluralidade de meios de proteção (70) é arranjada no eletrodo do substrato (20).
  10. 10. DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, de acordo com
    3/3 todas as reivindicações precedentes, caracterizado em que o contraeletrodo (30) é estruturado em uma pluralidade de segmentos eletricamente separados do contraeletrodo (31), em que cada segmento do contraeletrodo (31) compreende pelo menos um meio de proteção (70).
  11. 11. MÉTODO PARA PROTEGER UM ELETRODO DO SUBSTRATO DE
    UM DISPOSITIVO ELETROLUMINESCENTE, caracterizado em que o dispositivo eletroluminescente (10) compreende uma pilha de camadas eletroluminescentes com pelo menos uma camada eletroluminescente orgânica (50) arranjada entre um eletrodo do substrato (20) e um contraeletrodo (30) em cima de um substrato (40) e um meio de encapsulação (90) que encapsula pelo menos a pilha de camadas eletroluminescentes, em que o dispositivo eletroluminescente (10) compreende pelo menos um meio de contato (60), para contatar eletricamente o contraeletrodo (30) a uma fonte elétrica, em que o método compreende a etapa de:
    - aplicação de meios pelo menos um meio de proteção (70) no eletrodo do substrato (20), em que o meio de proteção (70) é eletricamente não-condutor e está pelo menos cobrindo completamente a área abaixo do meio de contato (60).
  12. 12. SUBSTRATO, caracterizado em que é coberto por somente um eletrodo contíguo (20) a ser utilizado como um eletrodo do substrato (20) em um dispositivo eletroluminescente (10) de acordo com a reivindicação 1.
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