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BRPI0814371B1 - Bebida a base de verduras e/ou frutas com estabilidade aumentada e um método para sua preparação - Google Patents

Bebida a base de verduras e/ou frutas com estabilidade aumentada e um método para sua preparação Download PDF

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Publication number
BRPI0814371B1
BRPI0814371B1 BRPI0814371-4A BRPI0814371A BRPI0814371B1 BR PI0814371 B1 BRPI0814371 B1 BR PI0814371B1 BR PI0814371 A BRPI0814371 A BR PI0814371A BR PI0814371 B1 BRPI0814371 B1 BR PI0814371B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
vegetable
weight
fruit
drink
ester
Prior art date
Application number
BRPI0814371-4A
Other languages
English (en)
Inventor
Koponen Leena
Lahtinen Ritva
Wester Ingmar
Original Assignee
Raisio Nutrition Ltd.
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Raisio Nutrition Ltd. filed Critical Raisio Nutrition Ltd.
Publication of BRPI0814371A2 publication Critical patent/BRPI0814371A2/pt
Publication of BRPI0814371A8 publication Critical patent/BRPI0814371A8/pt
Publication of BRPI0814371B1 publication Critical patent/BRPI0814371B1/pt

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Description

(54) Título: BEBIDA A BASE DE VERDURAS E/OU FRUTAS COM ESTABILIDADE AUMENTADA E UM MÉTODO PARA SUA PREPARAÇÃO (51) Int.CI.: A23L 33/11; A23L 2/02 (30) Prioridade Unionista: 25/07/2007 Fl 20070569 (73) Titular(es): RAISIO NUTRITION LTD.
(72) Inventor(es): KOPONEN, LEENA; LAHTINEN, RITVA; WESTER, INGMAR
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BEBIDA A BASE DE VERDURAS E/OU FRUTAS COM ESTABILIDADE AUMENTADA E UM MÉTODO PARA SUA PREPARAÇÃO
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a bebidas a base de verduras e/ou frutas estáveis contendo éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal e a um método para a preparação destas.
Antecedentes da Invenção
É altamente recomendado o aumento do consumo de frutas e verduras na medida em que são fontes valiosas de vitaminas e uma ampla variedade de nutrientes com efeitos conhecidos e ainda desconhecidos sobre a saúde humana. Muitos estudos epidemiológicos implicam benefícios claros na saúde relacionados com uma ingestão dietética mais alta de frutas e verduras. O consumo de níveis diários recomendados especialmente de verduras pode ser difícil devido à necessidade de preparação, tal como descascamento e mesmo cozimento, antes da ingestão. Bebidas de fruta e verdura se tornaram recentemente disponíveis comercialmente e estão dentro do conceito de pronta-para-consumo. Tipicamente, 100 ml de bebida equivalem até a 200 g de peso fresco das frutas e/ou verduras.
Produtos alimentícios contendo esterol vegetal e/ou estanol vegetal reduzem a absorção tanto de colesterol de dieta quanto de colesterol biliar, levando a uma redução dos níveis sorológicos de colesterol, especialmente o nível sorológico do assim chamado colesterol ruim (colesterol LDL), enquanto que os níveis sorológicos de “colesterol bom” (colesterol HDL) não são afetados. Os esteróis vegetais e estanóis vegetais reduzem o colesterol LDL no soro mesmo quando utilizados como parte de uma dieta de 16/01/2017, pág. 12/38
2/20 recomendada e, desta forma, auxiliam efetivamente na redução do risco de aterosclerose.
Uma desvantagem com bebidas a base de verduras é que não são tão palatáveis quanto as bebidas a base de frutas. As principais razões são provavelmente o gosto ácido forte e adstringente e sensação dentro da boca insatisfatória. Também a sedimentação torna a bebida inaceitável quanto a aparência embora o sedimento possa ser misturado com a parte líquida por agitação no momento do uso. Estes tipos de produtos são, desta forma, embalados em recipientes não transparentes de maneira a obter a aceitação do consumidor. Também as bebidas a base de frutas apresentam o mesmo tipo de problema no que diz respeito à sedimentação.
O documento WO 2004/093571 descreve, por exemplo, bebidas com o gosto amargo, ácido e/ou adstringente mascarado contendo uma quantidade reduzida de agente adoçante e em adição éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal. Também sucos e néctares de frutas e de verduras são mencionados como bebidas adequadas de acordo com a invenção. À página 15, linhas 1-7, o método de preparação das bebidas é descrito por referência ao método de adição de triglicerídeos às bebidas. Isto é feito por homogeneização da bebida como também descrito nos Exemplos 1-3 da publicação.
O documento WO 2007/016630 descreve uma bebida compreendendo um meio aquoso e éster de esterol ou estanol, e um método para a preparação da bebida. Este método inclui também a homogeneização do produto final.
O documento WO 2003/105611 descreve um processo para a produção de composições aquosas, tais como bebidas, contendo esteróis vegetais não esterificados. Este método inclui também homogeneização e a bebida não contem qualquer fruta e/ou verdura não homogeneizada.
de 16/01/2017, pág. 13/38
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O documento US 2005/0175672 descreve uma composição de esterol vegetal particulada e seu uso em produtos alimentícios e bebidas. O exemplo 9 mostra polpa de fruta, água e a composição de esterol foi pré-misturada com alto cisalhamento (10000 rpm) e então homogeneizada (4500/500 psi) para a obtenção de uma bebida.
O documento US 2002/0064548 descreve um método para a dispersão de esterol vegetal em bebidas tais como água, um suco, uma bebida carbonatada, leite e leite de soja. Isto é feito pelo derretimento do esterol e um emulsificante e mistura do material derretido em uma bebida aquosa, agitação a alta velocidade 6800-7000 rpm por 10 minutos e então homogeneização (por exemplo, Microfluidizer M110EHI) da bebida final.
O documento DE 10063288 descreve bebidas contendo esterol vegetal. Na descrição um emulsificante é adicionado a néctar de laranja que é então aquecido. O esterol vegetal é adicionado a óleo aquecido para dissolver o esterol vegetal. As duas misturas são então misturadas e homogeneizadas em um aparelho de dispersão para produzir a bebida.
Sumário da Invenção
A presente invenção refere-se a uma bebida a base de verdura e/ou fruta estável contendo ésteres de esterol vegetal e/ou ésteres de estanol vegetal e a um método para a preparação da bebida.
A bebida de acordo com a invenção apresenta um gosto suave e provê uma forma conveniente de ingestão de verduras e frutas de forma compacta, simultaneamente a bebida provê uma quantidade redutora de colesterol de ésteres de esterol vegetal e/ou ésteres de estanol vegetal. A bebida apresenta uma sensação frutada dentro da boca devido ao de 16/01/2017, pág. 14/38
4/20 purê de verdura, purê de fruta e/ou polpa de fruta não homogeneizado que contém.
A bebida pode conter adicionalmente, por exemplo, extrato de chá verde rico em catequinas, suco de aloe vera, néctar de agave, ginseng, adicionada de vitaminas e/ou minerais adicionais como ingredientes promotores de saúde.
Definições
Bebida refere-se a uma bebida pronta-para-consumo contendo pelo menos um componente de textura como definido abaixo. A bebida pode conter adicionalmente material de fruta e/ou verdura na forma de suco de fruta e/ou suco de verdura, bem como na forma de purê de verdura, purê de fruta e/ou polpa de fruta homogeneizados.
Neste relatório, componente de textura refere-se a purê de verdura não homogeneizado, purê de fruta não homogeneizado e/ou polpa de fruta não homogeneizada, onde a textura do purê de verdura, purê de fruta e/ou polpa de fruta é mantida na bebida.
Pela expressão emulsão aquosa contendo éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal quer-se aqui significar a emulsão formada pela homogeneização do éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal em um meio aquoso. Preferivelmente é também adicionado um emulsificante.
Suco é o líquido naturalmente contido no tecido da verdura ou fruta. Os sucos podem ser fornecidos na forma de concentrados, os quais subseqüentemente podem ser diluídos para sua concentração natural ou a desejada por adição de água.
Polpa é a parte carnosa mole de uma fruta.
Purê refere-se a verduras ou frutas que foram moídas ou comprimidas para uma consistência de pasta mole. Quase sempre as verduras têm sido tratadas por calor, por de 16/01/2017, pág. 15/38
5/20 exemplo, cozidas antes da redução de tamanho do material. Também as frutas utilizadas para a preparação de purê de fruta podem ser tratadas a quente.
Pelo termo “material de verdura” quer-se significar todo material obtido a partir de verduras , isto é, suco e/ou purê de verdura de verdura. Por “material de verdura homogeneizado” quer-se significar quaisquer materiais de verdura que foram homogeneizados com o éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal para formar uma emulsão, a qual é utilizada na preparação da bebida. Este termo pode incluir também material de verdura que foi homogeneizado como tal. O termo “material de verdura homogeneizado”, desta forma, exclui o componente de textura feito de verduras, bem como no suco de verdura opcionalmente misturado com o componente de textura.
De forma correspondente, o termo “material de fruta” significa todo material obtido de frutas , isto é, suco de fruta, purê de fruta e/ou polpa de fruta. Por “material de fruta homogeneizado” quer-se significar quaisquer materiais de fruta que foram homogeneizados com o éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal para formar uma emulsão, a qual é utilizada na preparação da bebida. Este termo pode incluir também material de fruta que foi homogeneizado como tal. O termo “material de fruta homogeneizado”, desta forma, exclui o componente de textura feito de frutas, bem como o suco de fruta opcionalmente misturado com componente de textura.
Por uma questão de clareza, pela expressão “material de verdura e/ou material de fruta homogeneizado” quer-se significar material de verdura homogeneizado e/ou material de fruta homogeneizado. A linguagem correspondente é utilizada também para outros componentes, bem como para material não homogeneizado. Se há três ou mais componentes possíveis listados como na expressão “A, B e/ou C de 16/01/2017, pág. 16/38
6/20 homogeneizado” isto significa A homogeneizado, B homogeneizado, C homogeneizado ou uma mistura de dois ou mais destes.
Pelo termo “estabilidade aumentada” quer-se significar aqui que a bebida é mais estável em comparação com a bebida correspondente sem a adição de éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal. Preferivelmente, a bebida permanece como é quando produzida sem qualquer fase de separação do éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal e sem qualquer separação substancial do material em purê e/ou polpa para o fundo ou para a superfície da bebida durante o tempo de prateleira da bebida, por exemplo, por duas semanas. O melhoramento, desta forma, pode ser observado como menos sedimentação como função do tempo de armazenagem, e, preferivelmente, nenhuma sedimentação é encontrada após duas semanas de armazenagem, isto é, a bebida é estável.
Por “mistura” neste relatório quer-se significar mistura branda, tipicamente de 50 a 500 rpm. Durante a mistura o tamanho de partícula praticamente não é reduzido, enquanto que o objetivo da homogeneização é a redução do tamanho de partícula. Durante a homogeneização o tamanho de gotícula do éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal é reduzido e se o purê de verdura, purê de fruta e/ou polpa de fruta está presente as partículas deste serão reduzidas praticamente para um tamanho menor que 100 pm.
O suco e/ou purê de verdura pode ser utilizado como matéria prima básica para a bebida. Exemplos não exclusivos de verduras que podem ser utilizadas para a produção de suco ou purê de verdura são cenoura, tomate, milho, aipo, beterraba, salsa, couve, alface, espinafre, pepino, chícharo, abóbora, repolho e misturas de duas ou mais destas.
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Alternativamente, ou preferivelmente, em adição ao suco e/ou purê de verdura sucos, polpas e/ou purês de frutas adequados, podem ser utilizados na bebida. Exemplos não exclusivos de frutas (aqui incluindo também bagas) que podem ser utilizadas para a produção de suco, polpa ou purê são laranja, maçã, romã, goji, grapefruit, limão, lima, abacaxi, manga, banana, pêssego, uva, pera, kiwi, cereja, acerola, melancia, melão cantaloupe, morango, framboesa, oxicoco, mirtilo, groselha, ameixa, mamão, goiaba e misturas de duas ou mais destas.
Conforme utilizado aqui, o termo éster de esterol e/ou éster de estanol refere-se a esteróis vegetais e/ou estanóis vegetais apresentando pelo menos 60%, preferivelmente pelo menos 85%, mais preferivelmente pelo menos 95% de esteróis e/ou estanóis na forma esterificada.
Neste relatório o termo esterol inclui esteróis 4desmetil, esteróis 4-monometil e o termo estanol inclui estanóis 4-desmetil, estanóis 4-monometil. Esteróis 4desmetil típicos são sitosterol, campesterol, estigmasterol, brassicasterol, 22-dehidro-brassicasterol e δ5avenasterol. Estanóis típicos são sitostanol, campestanol e seus 24-epímeros. O termo esterol e/ou estanol inclui todas as misturas possíveis dos esteróis e/ou estanóis nomeados, bem como qualquer esterol ou estanol individual.
Nesta invenção, os esteróis e/ou estanóis são esterificados com um ácido carboxílico ou uma mistura de ácidos carboxílicos e são então chamados de éster de esterol. Exemplos de ácidos carboxílicos adequados são ácidos graxos (2-24 átomos de carbono, preferivelmente 12-20 átomos de carbono, saturados, mono insaturados ou poli insaturados, incluindo também ácidos graxos especiais, tais como ácidos graxos conjugados, por exemplo, CLA, e EPA e DHA), di e tri ácidos carboxílicos e hidroxi ácidos, e qualquer mistura dos ditos ácidos. Preferivelmente, os de 16/01/2017, pág. 18/38
8/20 esteróis e/ou estanóis são esterificados com ácidos graxos, masi preferivelmente com ácidos graxos a base de óleos de verduras.
Éster de ácido graxo de estanol e seus efeitos, bem como um método adequado para sua preparação, são descritos na patente US 6.174.560. Obviamente, os ésteres de esterol podem ser eficientemente produzidos pelo mesmo método. Alternativamente, os ésteres de ácido graxo de esteróis e/ou estanóis podem ser produzidos por qualquer método descrito na técnica.
Extratos de chá verde podem ser obtidos de fontes comerciais como HerbaSway Laboratories & Danisco. Preferivelmente extratos de chá verde ricos em catequina são utilizados. Um extrato de chá verde com teor padronizado de epigalocatequina (EGGG) è o extrato de chá verde mais preferido a ser utilizado na bebida a base de verdura e/ou fruta de acordo com a invenção.
Com o termo emulsificante quer-se significar aqui qualquer emulsificante adequado e preferivelmente um composto apresentando um valor de equilíbrio hidrófilolipófilo (HLB) de pelo menos 5. Mais preferivelmente, o emulsificante apresenta um valor de HLB de no máximo 15, mais preferivelmente no máximo 13. Emulsificantes representativos de acordo com esta invenção são éster de ácido cítrico de mono e diglicerídeos, éster de ácido lático de mono e diglicerídeos, éster de ácido diacetiltartárico de mono e diglicerídeos, estearoil lactilato de sódio, estearoil lactilato de cálcio, ésteres de ácido graxo de sacarose, e polioxietileno sorbitana monolaurato ou misturas destes. O emulsificante mais preferido é Ester de ácido cítrico de mono e diglicerídeos, éster de ácido lático de mono e diglicerídeos, éster de ácido diacetiltartárico de mono e diglicerídeos e misturas destes.
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Descrição Detalhada de Invenção
As recomendações dietéticas na maior parte do mundo ocidental promovem uma ingestão de 5-6 refeições de frutas e verduras. O consumo de frutas e verduras, bem como produtos alimentícios e bebidas as contendo é altamente recomendado por orientações dietéticas na maioria dos países. Uma forma conveniente de consumir frutas e verduras é as consumir em forma reduzida como bebidas. Entretanto, a quantidade de verduras em tais bebidas é limitada devido ao gosto ácido adstringente e textura grosseira e áspera que são típicos das bebidas de verdura.
É sabido que quando da adição de éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal a uma bebida uma etapa de homogeneização é necessária para tornar o produto homogêneo e estável. É sabido também que a homogeneização e adição de agentes de turvamento alteram a textura original das bebidas de verdura de uma forma tal que estas se tornam mais lisas e perdem a textura do tipo purê.
Foi agora encontrado que a homogeneização de uma bebida contendo tanto éster de esterol vegetal quanto éster de estanol vegetal ou um dos dois e purê de verdura, purê de fruta e/ou polpa de fruta não é necessário para se obter uma bebida uniformemente dispersa com estabilidade melhorada e a bebida de acordo com a invenção é preferivelmente uma bebida estável contendo tanto éster de esterol vegetal quanto éster de estanol vegetal ou um dos dois e purê de verdura, purê de fruta e/ou polpa de fruta. Adicionalmente, o gosto da bebida é melhorado. A adição de éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal produz uma sensação na boca suave e um gosto menos ácido adstringente, mas não altera o tipo de caráter purê do produto. Entretanto, aumenta a estabilidade da bebida.
Açúcar é muito freqüentemente utilizado para mascarar o gosto indesejado, especialmente a acidez. Mas também o de 16/01/2017, pág. 20/38
10/20 gosto amargo e adstringente. Nas bebidas de acordo com a invenção, é possível se melhorar as propriedades nutricionais pela redução da quantidade de açúcar. Um benefício adicional com a invenção é que é possível se reduzir a quantidade de material de fruta, por exemplo, suco(s) de fruta e, em vez disto, aumentar a quantidade de material de verdura, por exemplo, suco(s) de verdura e desta forma reduzir o teor energético do produto. Preferivelmente, a quantidade de material de verdura é de pelo menos 10% em peso da quantidade total de verdura e material de fruta na bebida.
Desta forma, em um primeiro aspecto da presente invenção, é provido um método para a preparação de uma bebida com estabilidade aumentada compreendendo pelo menos um componente de textura selecionado do grupo consistindo em purê de verdura, polpa de fruta e purê de fruta não homogeneizados, opcionalmente suco de verdura e/ou suco de fruta não homogeneizados, opcionalmente material de verdura e/ou material de fruta homogeneizados, e um éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal em uma quantidade de 0,2 a 25% em peso da bebida, o dito método compreendendo a mistura de uma emulsão aquosa contendo éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal com pelo menos um componente de textura selecionado do grupo consistindo em purê de verdura, polpa de fruta e purê de fruta não homogeneizados para produzir a bebida.
Como o componente de textura, isto é, purê de verdura, purê de fruta e/ou polpa de fruta, não é submetido a homogeneização, a textura do purê de verdura, purê de fruta e/ou polpa de fruta é mantida na bebida. Desta forma, a bebida contém partículas de tamanho de 100 pm a 3000 pm. O éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal forma partículas muito menores, tipicamente abaixo de 10 pm, e a bebida pode conter também outras partículas de 16/01/2017, pág. 21/38
11/20 menores que 100 pm provenientes, por exemplo, da fruta e/ou material de verdura incluindo, por exemplo, sucos e, se presente, purê de verdura, purê de fruta e/ou polpa de fruta homogeneizados. A bebida pode conter também algumas partículas maiores que 3000 pm, por exemplo, de polpa de laranja. Se a bebida, por outro lado, contiver partículas entre 100 pm e 3000 pm, pode-se concluir que contém o componente de textura de acordo com a invenção.
De acordo com a invenção, a emulsão aquosa contendo éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal misturados com o dito componente de textura pode adicionalmente ser misturada com material de verdura e/ou material de fruta na forma de um suco para produzir a bebida.
Alternativamente, de acordo com a invenção o dito componente de textura pode ser primeiro misturado com o material de verdura e/ou material de fruta na forma de um suco, subseqüentemente a mistura assim obtida é misturada com a emulsão aquosa contendo éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal para produzir a bebida. Além disto, a emulsão aquosa contendo éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal misturada com a mistura do dito componente de textura e material de verdura e/ou material de fruta na forma de um suco pode adicionalmente ser misturada com material de verdura e/ou material de fruta adicional na forma de um suco para produzir a bebida.
Preferivelmente a emulsão aquosa é preparada pela formação de uma mistura aquosa compreendendo um meio aquoso, o éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal e um emulsificante e homogeneização da mistura.
Em uma realização preferida da invenção, o éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal é aquecido para uma temperatura entre 30 e 90°C onde o éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal está em de 16/01/2017, pág. 22/38
12/20 estado líquido e é misturado com o emulsificante para formar a mistura, e a mistura é misturada com o meio líquido e aquecida para uma temperatura entre 30°C e 90°C para formar a mistura aquosa e a mistura aquosa é homogeneizada.
O dito meio aquoso pode consistir essencialmente (isto é, pelo menos 95% em peso) de água ou o dito meio aquoso pode compreender água e material de fruta e/ou material de verdura, preferivelmente na forma de um suco.
A dita emulsão aquosa pode alternativamente ser preparada pela formação de uma mistura aquosa compreendendo um meio aquoso contendo proteína e o éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal e homogeneização da mistura. Desta forma, o dito meio aquoso contendo proteína compreende tipicamente pelo menos 80 % em peso de água. A substância seca do meio aquoso pode incluir proteína, tal como proteína do leite ou proteína de soja, o que significa que o meio aquoso pode ser ou pode conter leite, soro de leite, iogurte, leite de soja ou um produto de soja semelhante a iogurte. O teor de água de um meio aquoso contendo proteína é preferivelmente de 80% em peso a menos de 95% em peso. Quando o meio aquoso contém proteína, a adição de emulsificante para formar a emulsão aquosa não é necessária. Preferivelmente, por outro lado, o meio aquoso consiste essencialmente , isto é, pelo menos 95% em peso de água ou compreende material de fruta e/ou material de verdura preferivelmente na forma de suco(s) e sem qualquer proteína de leite e/ou soja.
Em um segundo aspecto da invenção, é provida uma bebida com estabilidade aumentada compreendendo pelo menos um componente de textura selecionado do grupo consistindo em purê de verdura, polpa de fruta e purê de fruta não homogeneizados, suco de verdura e/ou suco de fruta opcionalmente não homogeneizados, material de verdura e/ou de 16/01/2017, pág. 23/38
13/20 material de fruta opcionalmente homogeneizados, e um éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal em uma quantidade de 0,2 a 25% em peso da bebida. Preferivelmente, a bebida é estável por duas semanas a +4°C de armazenagem.
A quantidade do componente de textura pode ser de 10 a 100% em peso, preferivelmente de 30 a 98% em peso e mais preferivelmente de 50 a 95% em peso da quantidade total do material de verdura e material de fruta.
A quantidade do componente de textura pode ser de 15 a 80% em peso, preferivelmente de 20 a 60% em peso, e mais
preferivelmente de 2 5 a 50% em peso da bebida.
A quantidade do material de verdura pode ser de 0 a
100% em peso, preferivelmente de 2 a 100% em peso, mais
preferivelmente de 5 a 100% em peso, ainda mais
preferivelmente de 10 a 100% em peso, ainda mais
preferivelmente de 20 a 90% em peso, ainda mais
preferivelmente de 30 a 85% em peso, muito mais
preferivelmente de 40 a 80% em peso u e mais preferivelmente
de 45 a 75% em peso da quantidade total do material de
verdura e do material de fruta.
A quantidade do material de fruta pode ser de 0 a
100% em peso, preferivelmente de 0 a 98% em peso, mais
preferivelmente de 0 a 95% em peso, ainda mais
preferivelmente de 0 a 90% em peso, ainda mais
preferivelmente de 10 a 80% em peso, ainda mais
preferivelmente de 15 a 70% em peso, muito mais
preferivelmente de 20 a 60% em peso , e mais preferivelmente
de 25 a 55% em peso da quantidade total do material de verdura e do material de fruta.
A quantidade do éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal pode ser de 1,4 a 7,5% em peso, preferivelmente de 1,4 a 6.8% em peso, mais preferivelmente de 16/01/2017, pág. 24/38
14/20 de 1,4 a 5.2% em peso, e mais preferivelmente de 1,4 a 4.8% em peso da bebida.
A bebida pode conter adicionalmente um emulsificante, a quantidade deste sendo preferivelmente de 1 a 10% em peso do éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal.
As verduras que podem ser utilizadas na presente invenção incluem cenoura, tomate, milho, aipo, beterraba, salsa, couve, alface, espinafre, pepino, chícharo, abóbora, repolho e misturas de duas ou mais destas.
As frutas que podem ser utilizadas na presente invenção incluem laranja, maçã, romã, goji, grapefruit, limão, lima, abacaxi, manga, banana, pêssego, uva, pera, kiwi, cereja, acerola, melancia, melão cantaloupe, morango, framboesa, oxicoco, mirtilo, groselha, ameixa, mamão, goiaba e misturas de duas ou mais destas. Os sucos de romã e goji são especialmente benéficos.
A bebida pode conter adicionalmente extrato de chá verde, suco de aloe vera, néctar de agave, ginseng, vitaminas adicionais, minerais adicionais ou uma mistura de dois ou mais destes.
A viscosidade da bebida fica preferivelmente na faixa de 500 a 2000 mPas, mais preferivelmente de 600 a 1700 mPas e mais preferivelmente de 700 a 1500 mPas, medida a 20°C utilizando-se o Brookfield modelo LVDV II, fuso n° 4.
Adicionalmente, a presente invenção provê uma bebida com uma combinação de ingredientes saudáveis. Em uma realização a invenção provê meios para a administração de verdura e/ou frutas correspondendo a 1-2 refeições de verduras e/ou frutas e uma quantidade diária efetiva de éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal para uma redução efetiva dos níveis sorológicos de colesterol. A bebida pode prover a quantidade efetiva diária necessária de éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal em 1-3 refeições, preferivelmente em uma refeição em 50-350 de 16/01/2017, pág. 25/38
15/20 ml, mais preferivelmente 50-200 ml de bebida, mais preferivelmente em uma refeição de 100 ml ou 150 ml.
Em uma outra realização, a invenção provê meios para a administração de verdura e/ou frutas correspondendo a 1-2 refeições de verduras e/ou frutas em uma bebida a base de verdura e/ou fruta e adicionalmente a administração de uma quantidade efetiva diária de éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal para a redução efetiva dos níveis sorológicos de colesterol e um extrato de chá verde rico em catequina em uma preferivelmente de 150-250 ml. contém catequinas de chá refeição de 100-250 ml de bebida, O extrato de chá verde verde de 50-500 mg, preferivelmente 100-300 mg, mais preferivelmente 150-250 mg por dose diária da bebida, sendo preferivelmente uma embalagem de 100-250 ml. Tal bebida com extrato de chá verde adicionado pode opcionalmente ainda conter suco de aloe vera, néctar de agave, ginseng, vitaminas adicionais e/ou minerais adicionais.
A bebida de acordo com a presente invenção pode ser preparada da seguinte forma. éster de estanol vegetal
Éster de esterol vegetal e/ou é derretido a 30-90°C, preferivelmente 30-70°C, e opcionalmente misturado com um emulsificante com um ligante para formar uma mistura derretida de ésterde esterol e/ou éster de estanol e emulsificante. Esta é misturada utilizando-se um misturador eficiente com uma fase ou meio aquoso, que contém água ou água e material de fruta e/ou material de verdura preferivelmente na forma de um suco. O meio aquoso pode ser também a base de proteína e compreender, por exemplo, leite, soro de leite, iogurte, leite de soja ou um produto de soja semelhante a iogurte. A mistura da fase aquosa e a fase de éster de esterol e/ou éster de estanol é homogeneizada a uma pressão de 50
500 bar, mais tipicamente de 150 a 350 bar para formar uma emulsão.
de 16/01/2017, pág. 26/38
16/20 emulsão é opcionalmente tratada com calor por pasteurização ou tratamento UHT. Este tratamento da emulsão aquosa é necessário se o restante do processo de preparação for realizado de forma asséptica utilizando matérias primas pasteurizadas. O homogeneizado e opcionalmente a emulsão tratada com calor são então resfriados. A emulsão resfriada é então misturada uniformemente com o componente de textura, o qual é purê de verdura, polpa de fruta e/ou purê de fruta, com um misturador utilizando tipicamente de 50 a 500 rpm. Também parte do(s) suco(s) pode ser adicionada neste estágio ou ser misturada com o purê e/ou pulp antes da mistura com a emulsão. Se este componente de textura não é pasteurizado ou é adicionado de forma não asséptica à emulsão a bebida final deve ser tratada com calor para se assegurar o tempo de prateleira necessário da bebida. Água e/ou suco(s) podem ser adicionados em qualquer estágio conveniente a qualquer componente conveniente durante a preparação da bebida. Os outros ingredientes promotores de saúde podem ser adicionados ou à fase aquosa antes da emulsificação, à emulsão formada ou à bebida final. A bebida de acordo com a invenção adicionalmente pode incluir também um espessante tal como pectina ou gomas. O teor de éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal da bebida pronta para consumo é preferivelmente de 1,4 a 7,5% e mais preferivelmente de 1,4 a 6,8% em peso. A viscosidade da bebida pronta para consumo é de 500 a 2000 mPas medida a 20°C por Brookfield modelo LVDV II, fuso n° 4.
Os exemplos a seguir são apresentados para ilustrar adicionalmente a presente invenção. Todas as percentagens apresentadas neste relatório são fornecidas como % em peso, se não especificado diferentemente.
Exemplo 1 de 16/01/2017, pág. 27/38
17/20 g de éster de ácido graxo de estanol vegetal derretidos, onde a parte ácido graxo é derivada de óleo de colza (Benecol Classic, Raisio Nutrition Ltd.) e 1,0 g de éster de ácido cítrico de mono e diglicerídeos (Danisco) foram misturados a 60°C. Separadamente a fase aquosa contendo 50 g de concentrado de suco de maçã, 25 g de concentrado de suco de pêra e 25 g de concentrado de suco de cenoura e 365 g de água, foi aquecida para 60°C. A mistura de estanol éster e emulsificante foi misturada a 450 rpm com a fase aquosa e homogeneizada (homogeneizador APV modelo 1000) em dois estágios a 250/50 bar. A emulsão foi resfriada para 20°C. A viscosidade da emulsão foi de 50 mPas medida com Brookfield modelo LVDV II, fuso 4.
Um componente de textura foi obtido pela mistura de 250 g de purê de cenoura, 150 g de purê de milho e 100 g de popa de laranja (todos produzidos por Rudolf Wild GmbH). Nenhum açúcar foi adicionado. A emulsão contendo éster de estanol vegetal e o componente de textura foram misturados a 200 rpm, embalados em garrafas de 100 ml e resfriados. A viscosidade da bebida a base de verdura pronta para consumo foi de 540 mPas medida com Brookfield modelo LVDV II, fuso n° 4 a 20°C e o pH foi de 4,1. A bebida era homogênea e nenhuma formação de creme foi detectada após duas semanas de armazenagem a 4°C. A sensação na boca era suave e a acidez aceitável.
Exemplo 2
453 g de éster de ácido graxo de estanol vegetal derretidos (como no Exemplo 1) e 6,8 g de éster de ácido diacetil-tartárico de mono e diglicerídeos (Danisco) e 6,8 g de éster de ácido cítrico de mono e diglicerídeos foram misturados a 60°C. Foram aquecidos 6,7 litros de água para 60°C. A mistura de éster de estanol e emulsificantes foi misturada com a água com um misturador (450 rpm) e de 16/01/2017, pág. 28/38
18/20 homogeneizada em dois ets a 250/50 bar e processada com UHT (4 segundos, a 144°C, Alfa-Laval Sterilab).
Um componente de textura foi obtido pela mistura de
4,4 kg de purê de cenoura, 3,2 kg de purê de tomate, 2,2 kg de purê de banana, 1,2 kg de polpa de laranja e 0,8 kg de purê de maçã e a esta foi ainda adicionados 0,5 kg de suco de laranja, 0,5 kg de suco de abóbora e 0,02 kg de suco de limão (todos produzidos por Rudolf Wild GmbH) a 20°C. A emulsão contendo éster de estanol e o componente de textura nos sucos foram misturados a 50 rpm e embalados em garrafas de 150 ml e resfriados para 20 °C. A viscosidade da bebida a base de verdura pronta para consumo foi de 624 mPas medida com Brookfield modelo LVDV II, fuso n° 4 a 20°C.
O mesmo produto sem a adição de éster de estanol vegetal foi obtido por mistura de 6,7 litros de água (esterilizada por fervura e resfriada para 20°C) e 12,8 kg do componente de textura mencionado acima em sucos.
A estabilidade dos produtos foi avaliada após 2 semanas a 20°C e nenhuma separação da polpa ou purê, ou formação de creme da bebida de verdura contendo éster de estanol éster foram detectadas. O gosto era suave. Alguma separação da polpa do produto sem sem éster de estanol vegetal foi detectada. Após agitação também esta bebida foi dispersada uniformemente por um tempo curto. As sensações na boca dos produtos foram detectadas como próximas entre si. A acidez do produto contendo éster de estanol vegetal foi avaliada como sendo menor que sem o éster de estanol vegetal.
Exemplo 3
680 g de éster de ácido graxo de estanol vegetal derretidos (como no Exemplo 1) e 13,6 g de éster de ácido diacetil-tartárico de mono e diglicerídeos e 13,6 g de éster de ácido cítrico de mono e diglicerídeos foram de 16/01/2017, pág. 29/38
19/20 misturados a 60°C. 100 g de extrato de chá verde GUARDIAN™ 20S (Danisco) contendo 20% de catequinas foram dissolvidos em 6,7 litros de água e aquecidos para 60°C. A mistura de éster de estanol vegetal e emulsificantes foi misturada com a água contendo extrato de chá verde e homogeneizada a 250/50 bar e processada com UHT (4 segundos, a 144°C, AlfaLaval Sterilab).
Um componente de textura foi obtido pela mistura de
4,4 kg de purê de cenoura, 3,2 kg de purê de tomate, 2,2 kg de purê de banana, 1,2 kg de polpa de laranja e 0,8 kg de purê de maçã, e a esta foi ainda adicionados 0,68 kg de suco de laranja e 0,02 kg de suco de limão (todos produzidos por Rudolf Wild GmbH). Nenhum açúcar foi adicionado. A emulsão contendo éster de estanol vegetal e o componente de textura nos sucos foram misturados a 50 rpm e embalados em garrafas de 100 ml e resfriados para 20°C.
A estabilidade dos produtos foi avaliada após 2 semanas a 20°C e nenhuma separação da polpa ou purê, ou formação de creme da bebida foram detectadas. O gosto era suave e em comparação com o produto do Exemplo 2 o concentrado de chá verde não causou impacto negativo sobre o gosto da bebida.
Exemplo 4
O mesmo produto como descrito no Exemplo 1 foi produzido, mas com a adição de 15 g de concentrado líquido 10X de Aloe Vera (Garuda International Inc.) ao componente de textura. Uma porção de 100 ml de bebida a base de verdura continha 3,3 g de éster de estanol vegetal e 1,5 g de aloe vera. O produto obtido apresentou uma sensação na boca ligeiramente mais suave quando em comparação com a bebida do Exemplo 1.
Exemplo 5 de 16/01/2017, pág. 30/38
20/20
290 g de concentrado de suco de cenoura 250 g de concentrado de suco de maçã 30 g de concentrado de suco de morango 2 g de concentrado de suco cítrico 310 g de purê de maçã
20 g de polpa de laranja
20 g de purê de morango
25 g de concentrado de purê de acerola
35 g de éster de de ácido graxo de esterol vegetal
g de éster de ácido cítrico de mono e diglicerídeos O éster de ácido graxo de esterol vegetal e o emulsificante foram tratados como no Exemplo 1. a mistura foi misturada e homogeneizada com os sucos de cenoura e de maçã para formar a emulsão aquosa como no Exemplo 1. Os sucos restantes foram adicionados às polpas e purês e esta mistura foi misturada com a emulsão aquosa a 250 rpm para se obter a bebida final.
Petição 870170003178, de 16/01/2017, pág. 31/38
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Claims (22)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Método para a preparação de uma bebida com estabilidade aumentada compreendendo pelo menos um componente de textura selecionado do grupo consistindo em purê de verdura, polpa de fruta e purê de fruta não homogeneizados, opcionalmente suco de verdura e/ou suco de fruta não homogeneizados, material de verdura e/ou material de fruta opcionalmente homogeneizado, e um éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal em uma quantidade de
    1,4 a 7,5% em peso da bebida, caracterizado pelo fato de compreender a mistura de uma emulsão aquosa contendo éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal com pelo menos um componente de textura selecionado do grupo consistindo em purê de verdura, polpa de fruta e purê de fruta não homogeneizados para produzir a bebida.
  2. 2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato da dita emulsão aquosa contendo éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal ser misturada com o dito componente de textura e adicionalmente misturada com material de verdura e/ou material de fruta na forma de um suco para produzir a bebida.
  3. 3. Método de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo fato do dito componente de textura ser primeiramente misturado com o material de verdura e/ou material de fruta na forma de um suco, e subseqüentemente a mistura assim obtida é misturada com a dita emulsão aquosa contendo éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal para produzir a bebida.
    de 16/01/2017, pág. 32/38
    2/5
  4. 4. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3 caracterizado pelo fato da emulsão aquosa ser preparada pela formação de uma mistura aquosa compreendendo um meio aquoso, o éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal e um emulsificante e pela homogeneização da mistura.
  5. 5. Método de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato do éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal ser aquecido para uma temperatura entre 30°C e 90°C onde o éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal está em estado líquido e misturado com o emulsificante para formar uma mistura, e a mistura é misturada com o meio aquoso aquecido para uma temperatura entre 30 e 90°C para formar uma mistura aquosa e a mistura aquosa é homogeneizada.
  6. 6. Método de acordo com as reivindicações 4 ou 5, caracterizado pelo fato do meio aquoso consistir essencialmente d'água.
  7. 7. Método de acordo com as reivindicações 4 ou 5, caracterizado pelo fato do meio aquoso compreender água e material de fruta e/ou material de verdura preferivelmente na forma de um suco.
  8. 8. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato da emulsão aquosa ser preparada pela formação de uma mistura aquosa compreendendo um meio aquoso contendo proteína e o éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal e homogeneização da mistura.
  9. 9. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato da verdura de 16/01/2017, pág. 33/38
    3/5 compreender cenoura, tomate, milho, aipo, beterraba, salsa, couve, alface, espinafre, pepino, chícharo, abóbora, repolho ou uma mistura de dois ou mais destes.
  10. 10. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato da fruta compreender laranja, maçã, romã, goji, grapefruit, limão, lima, abacaxi, manga, banana, pêssego, uva, pêra, kiwi, cereja, acerola, melancia, melão cantaloupe, morango, framboesa, oxicoco, mirtilo, groselha, ameixa, mamão, goiaba ou uma mistura de dois ou mais destes.
  11. 11. Bebida com estabilidade aumentada, caracterizada pelo fato de compreender pelo menos um componente de textura selecionado do grupo consistindo em purê de verdura, polpa de fruta e purê de fruta não homogeneizados, suco de verdura e/ou suco de fruta opcionalmente não homogeneizados, material de verdura e/ou material de fruta opcionalmente homogeneizados, e um éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal em uma quantidade de 1,4 a 7,5% em peso da bebida.
  12. 12. Bebida de acordo com a reivindicação 11, caracterizada pelo fato da quantidade do componente de textura ser de 10 a 100% em peso, preferivelmente de 30 a 98% em peso e mais preferivelmente de 50 a 95% em peso da quantidade total do material de verdura e material de fruta.
  13. 13. Bebida de acordo com qualquer reivindicações 11 a 12, caracterizada pelo quantidade do componente de textura ser de 15 peso, preferivelmente de 20 a 60% em peso preferivelmente de 25 a 50% em peso da bebida.
    uma das fato da a 80% em e mais de 16/01/2017, pág. 34/38
    4/5
  14. 14. Bebida de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 13, caracterizada pelo fato da quantidade de material de verdura ser de 0 a 100% em peso, preferivelmente de 2 a 100% em peso, mais preferivelmente de 5 a 100% em peso, ainda mais preferivelmente de 10 a 100% em peso, ainda mais preferivelmente de 20 a 90% em peso, muito mais preferivelmente de 30 a 85% em peso, ainda muito mais preferivelmente de 40 a 80% em peso, e o mais preferido sendo de 45 a 75% em peso da quantidade total de material de verdura e de material de fruta.
  15. 15. Bebida de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 14, caracterizada pelo fato da quantidade de material de fruta ser de 0 a 100% em peso, preferivelmente de 0 a 98% em peso, mais preferivelmente de 0 a 95% em peso, ainda mais preferivelmente de 0 a 90% em peso, ainda mais preferivelmente de 10 a 80% em peso, muito mais preferivelmente de 15 a 70% em peso, ainda muito mais preferivelmente de 20 a 60% em peso, e o mais preferido sendo de 25 a 55% em peso da quantidade total de material de verdura e de material de fruta.
  16. 16.
    Bebida de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 15, caracterizada pelo fato da quantidade de éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal ser de 1,4 a 7.5% em peso, preferivelmente de 1,4 a 6.8% em peso, e mais preferivelmente de 1,4 a 5.2% em peso da bebida.
  17. 17. Bebida de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 16, caracterizada pelo fato de compreender adicionalmente um emulsificante, a quantidade de 16/01/2017, pág. 35/38
    5/5 deste preferivelmente sendo de 1 a 10% em peso do éster de esterol vegetal e/ou éster de estanol vegetal.
  18. 18. Bebida de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 16, caracterizada pelo fato de compreender adicionalmente uma proteína.
  19. 19. Bebida de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 18, caracterizada pelo fato da verdura compreender cenoura, tomate, milho, aipo, beterraba, salsa, couve, alface, espinafre, pepino, chícharo, abóbora, repolho ou uma mistura de dois ou mais destes.
  20. 20. Bebida de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 19, caracterizada pelo fato da fruta compreender laranja, maçã, romã, goji, grapefruit, limão, lima, abacaxi, manga, banana, pêssego, uva, pêra, kiwi, cereja, acerola, melancia, melão cantaloupe, morango, framboesa, oxicoco, mirtilo, groselha, ameixa, mamão, goiaba ou uma mistura de dois ou mais destes.
  21. 21. Bebida de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 20, caracterizada pelo fato de compreender adicionalmente extrato de chá verde, suco de aloe vera, néctar de agave, ginseng, vitaminas adicionais, minerais adicionais ou uma mistura de dois ou mais destes.
  22. 22. Bebida de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 21, caracterizada pelo fato de sua viscosidade ficar na faixa de 500 a 2000 mPas, preferivelmente de 600 a 1700 mPas e mais preferivelmente de 700 a 1500 mPas medida a 20°C utilizando-se o Brookfield modelo LVDV II, fuso n° 4.
    de 16/01/2017, pág. 36/38
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