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BRPI0608976B1 - Esteira transportadora sem fim modular - Google Patents

Esteira transportadora sem fim modular Download PDF

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BRPI0608976B1
BRPI0608976B1 BRPI0608976-3A BRPI0608976A BRPI0608976B1 BR PI0608976 B1 BRPI0608976 B1 BR PI0608976B1 BR PI0608976 A BRPI0608976 A BR PI0608976A BR PI0608976 B1 BRPI0608976 B1 BR PI0608976B1
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BR
Brazil
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belt
rail
rollers
wedge
notch
Prior art date
Application number
BRPI0608976-3A
Other languages
English (en)
Inventor
Petrovic Zmaj
Original Assignee
Gebo Packaging Solutions France
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Gebo Packaging Solutions France filed Critical Gebo Packaging Solutions France
Publication of BRPI0608976A2 publication Critical patent/BRPI0608976A2/pt
Publication of BRPI0608976B1 publication Critical patent/BRPI0608976B1/pt

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Abstract

esteira transportadora sem fim modular. a esteira transportadora sem fim modular compreende uma armação munida de guias para suportar o trecho superior (6) da referida esteira (2), meios de orientação curvilínea e meios para estabilizar a referida esteira em relação à normal nas partes de trajetórias curvas. os meios de orientação curvilínea são constituídos de roletes, regularmente distribuídos sobre a referida armação, cooperando com os callços (15) que são dispostos sobre a superfície interna (16) da referida esteira, calços (15) esses que comportam um talão que estabiliza a referida esteira. o guia se apresenta sob a forma de um trilho (21) disposto sob os roletes (17) e coopera com um talão (24) disposto sobre cada calço (15), de forma a se opor às solicitações verticais às quais a esteira (2) é submetida em função da carga que ela transporta. o trilho (21) disposto sob os roletes (17) se apresenta sob a forma de uma lâmina fina metálica conformada em arco de círculo, lâmina essa que é alojada em um rebaixo (19) que é disposto na estrutura portadora do trecho (6) superior da esteira (2)

Description

(54) Título: ESTEIRA TRANSPORTADORA SEM FIM MODULAR (51) Int.CI.: B65G 17/08; B65G 21/22 (52) CPC: B65G 17/08,B65G 17/086,B65G 21/22 (30) Prioridade Unionista: 13/05/2005 FR 05/04824 (73) Titular(es): GEBO PACKAGING SOLUTIONS FRANCE (72) Inventor(es): ZMAJ PETROVIC
ESTEIRA TRANSPORTADORA SEM FIM MODULAR
A presente invenção se refere a um dispositivo esteira transportadora sem fim modular, munido de meios para orientar essa esteira nas partes de trajetórias curvas.
Esse tipo de esteira, geralmente fabricado em material termoplástico, conforme descrito no documento US 5573105, pode comportar meios intrínsecos que permitem melhorar sua orientação, em particular ao nível das partes curvas da esteira. Na realidade, trata-se essencialmente de reduzir os atritos entre a esteira e a estrutura portadora desta e, tanto quanto possível, prevenir as conseqüências desse atrito que pode variar em proporções importantes, segundo a importância da carga veiculada pelo filamento superior da esteira.
As conseqüências desse atrito são múltiplas. Há inicialmente o aquecimento entre as partes móveis, isto é, a esteira, e as partes fixas constituídas pelos diferentes elementos da estrutura portadora dessa esteira; há também o desgaste da esteira que é fabricado em material termoplástico, e a outra conseqüência importante, a instabilidade dessa esteira. Com efeito, nas curvas, sob o efeito da carga e da tração, a esteira pode ter tendência a se levantar a nível de sua periferia externa.
Existem soluções para reduzir o atrito entre a esteira e a estrutura da esteira transportadora. Conforme descrito no documento pré-citado, a esteira pode comportar rodetes que são montados em ressalto sobre sua superfície interna e esses rodetes são dispostos por toda a extensão da esteira, fixados por meios apropriados para cooperar com um guia curvo situado a nível de cada parte curva dessa esteira transportadora.
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Além de sua função específica ligada à orientação curvilínea da esteira, os rodetes podem também assegurar a estabilização da esteira contra os riscos de levantamento do filamento superior nas partes em curva da esteira transportadora.
Para essa função de estabilização da esteira, os rodetes do documento pré-citado cooperam com uma disposição do guia curva fixa, essa disposição se apresenta sob a forma de um rebordo continuo, disposto em ressalto em relação à superfície ativa de rolamento desse guia, esse rebordo se estende entre esses rodetes e a superfície interna da esteira.
Em um outro modo de realização, essa função de estabilização do filamento superior da esteira nas partes curvas da esteira transportadora é assegurada por meio de um guia curvo que é disposto ao nível da periferia externa dessas partes curvas, e esse guia coopera com protuberâncias em forma de esquadro, ou de gancho, que são dispostas em ressalto sobre a superfície interna do rebordo periférico dessa esteira.
Existem também, conforme descritos no documento US 3 094 206, de outros tipos de esteiras transportadoras, não modulares, que comportam rodetes que cooperam com um guia nas partes curvas. Nesse documento, rodetes são também dispostos diretamente sobre a armação curva, para reduzir o atrito e melhorar a orientação.
No documento US 6 129 202, a esteira transportadora não comporta rodetes, mas protuberâncias dispostas em ressalto sobre sua superfície interna dessas protuberâncias cooperam com rodetes que são dispostos somente sobre o que exerce a função de armação na parte curva da esteira transportadora. Esses rodetes permitem reduzir os atritos e comportam, além disso, uma calha que
3/17
Ιγ coopera com uma espécie de apêndice disposto na parte inferior de cada protuberância para estabilizar a esteira e mantê-la plana.
A presente invenção propõe uma disposição que permite tratar de uma forma relativamente simples esses problemas de orientação curvilínea e de estabilização das esteiras modulares nas partes curvas de esteiras transportadoras.
O dispositivo esteira transportadora, de acordo com a invenção, compreende uma estrutura, ou armação, para sustentar e orientar os filamentos superior e inferior dessa esteira nas partes de trajetórias curvas e, em particular, meios de orientação curvilínea e de estabilização do filamento superior, meios esses que são, por um lado, constituídos de rodetes que são solidários a essa estrutura portadora desse filamento superior e, por outro lado, constituídos de calços que são dispostos sobre a superfície interna dessa esteira, calços esses que são dispostos para rodar sobre esses rodetes e comportam, em sua extremidade, um talão que coopera com meios apropriados para estabilizar esse filamento superior, meios esses de estabilização que são constituídos de um trilho que é disposto diretamente sob esses rodetes para cooperarem com esse talão de cada calço, de forma a realizar com esses calços, ao mesmo tempo, uma orientação curvilínea do filamento superior da esteira por meio de rodetes e a estabilização desse filamento superior, mas de maneira contínua, por meio desse trilho.
Essa disposição construtiva original permite utilizar rodetes em forma de simples rolamento do tipo com esferas, pouco onerosos.
Sempre de acordo com a invenção, estrutura portadora do filamento superior da esteira é constituída de
4/17 um calço moldado sob a forma de uma parte de coroa circular, a partir de uma placa em material termoplástico, calço esse que comporta um entalhe que é disposto em curva em sua espessura, nas proximidades de seu rebordo externo, entalhe esse que é constituído de uma ranhura para a passagem dos calços e de um encaixe para alojar os rodetes e o trilho de estabilização desse filamento superior da esteira.
De acordo com uma outra disposição da invenção, o trilho de estabilização da esteira se apresenta sob a forma de uma lâmina metálica fina conformada, como o calço, em arco de círculo, trilho esse que é disposto e fixado no encaixe desse calço e seu rebordo externo, que serve de guia para o talão de cada calço, avança em ressalto na ranhura onde circulam estes.
De acordo com um primeiro modo de realização da invenção, o trilho de estabilização comporta eixos sobre os quais são encaixados à força os diferentes rodetes, esse trilho sendo ele próprio fixado por parafusos ou outro no encaixe do calço portador do filamento superior da esteira.
De acordo com uma variante de realização da invenção, o encaixe do calço portador da esteira comporta orifícios para acolher e travar o eixo de cada rodete, eixo esse que compreende, por um lado, uma intumescência em sua extremidade inferior para permitir seu travamento em relação a esse calço por meio de um encaixe à força na espessura deste e, por outro lado, um rebordo situado sob o rodete, rebordo esse que trava o trilho de estabilização no fundo desta, trilho esse que comporta, diante dos orifícios, orifícios oblongos, cujas dimensões consideram, notadamente, coeficientes de dilatação diferentes que existem entre esse trilho e esse calço.
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Figure BRPI0608976B1_D0001
Sempre, de acordo com a invenção, cada calço se apresenta sob a forma de uma excrescência moldada, de forma monobloco, sobre a superfície interna da esteira, excrescência essa que comporta, por um lado, um alojamento para acolher uma peça complementar em forma de patim em material adaptado para o contato com os rodetes e, por outro lado, além desse alojamento, uma disposição em forma de esquadro, cuja ramificação terminal forma uma espécie de talão que coopera com o trilho de estabilização para oporse às solicitações verticais às quais essa esteira é submetida em função da carga que ele transporta.
A invenção permite assim concentrar em um local único apropriado o conjunto dos meios que permitem solucionar os problemas ligados à orientação e à estabilização da esteira nas partes curvas das esteiras transportadoras.
De acordo com uma outra disposição da invenção, o entreeixo entre dois rodetes adjacentes está compreendido entre meia e 1 vez e meia o intervalo que existe entre dois calços consecutivos da esteira; esse entreeixo é escolhido em função dos esforços aos quais é submetida a esteira; ele pode ser relativamente importante pela particularidade de certos tipos de esteiras modulares que, nas curvas, formam uma estrutura relativamente rígida, enrijecida pelos atritos entre as diferentes malhas.
Sempre, de acordo com a invenção, o patim comporta uma parede de rolagem de forma trapezoidal, cuja altura corresponde pelo menos àquela dos rodetes e cujo comprimento é da ordem dos % do intervalo que existe entre
dois calços consecutivos da esteira.
De acordo com outra disposição da invenção , o
patim comporta, atrás da parede de rolagem, uma
excrescência em forma de cabo que se encaixa em um
6/17 alojamento apropriado disposto no calço, cabo esse que é munido de meios que permitem travá-lo em relação a esse calço como, por exemplo, um apêndice em forma de cilindro truncado que coopera com um orifício aberto em uma das divisórias desse calço.
Sempre, de acordo com a invenção, a divisória do calço que permite o travamento do cabo do patim se estende entre dois flancos desse calço, calços esses que são perpendiculares à esteira e a seu sentido de deslocamento, divisória essa que se prolonga além da parede trapezoidal desse patim, sob a forma de um esquadro que termina pelo talão de estabilização dessa esteira.
A invenção se refere também, a título de produto industrial, a estrutura portadora do filamento superior esteira equipada ou não com rodetes e do trilho de estabilização.
Mas a invenção será ainda detalhada com o auxílio da descrição seguinte e desenhos anexados, dados a título indicativo e nos quais:
- a figura 1 representa, esquematicamente, uma esteira transportadora curva com uma esteira sem fim do tipo modular, da qual uma parte é detalhada para mostrar o sistema de orientação;
- a figura 2 representa um corte esquemático conforme 2-2 da figura 1;
- a figura 3 mostra, de forma mais detalhada, uma parte da esteira modular e o trilho que é munido dos rodetes;
- a figura 4 representa um corte segundo 4-4 da figura 3, mostrando, esquematicamente e de forma mais detalhada, a disposição dos meios de orientação e de estabilização da esteira, de acordo com um primeiro modo de realização da invenção;
7/17
--il
- a figura 5 representa, em perspectiva e mais particularmente em vista inferior um patim, de acordo com a invenção;
- a figura 6 representa, em vista frontal, isto 5 é, em vista lateral dos rodetes, a esteira com um calço e o patim instalado sobre esse calço;
- a figura 7 representa um corte, segundo 7-7 da figura 6, que mostra o calço soba superfície interna da esteira e o patim integrado nesse calço;
- a figura 8 representa uma vista correspondente à figura 7, mas sem patim;
calço - a sozinho; figura 9 representa uma vista de dorso do
calço - a sozinho; figura 10 representa uma vista frontal do
- a figura 11 mostra um modo de realização do
calço portador do filamento superior da esteira, calço esse
que está representado sozinhos, isto é, sem os meios de orientação e de estabilização da esteira;
- a figura 12 representa uma seção, segundo 12-12 do calço portador, que está representada na figura 11;
- a figura 13 representa, de forma detalhada e em corte, um outro modo de realização dos meios de orientação da esteira, em relação com o calço representado nas figuras
11 e 12.
A esteira transportadora (1) representada na figura 1, em plano, compreende uma esteira (2) sem fim que é esticada entre tambores (3) e (4), dos quais um é motorizado. Essa esteira sem fim é do tipo modular; ela é constituída, conforme visíveis na figura 3, de elementos (5) em material termoplástico ligados entre si, elementos esses que são capazes de se deslocarem angularmente um em relação ao outro para curvar essa esteira (2).
8/17 o<J->
Tal como representado, essa esteira transportadora comporta uma esteira (2) que percorre partes retilineas e, entre as duas, uma parte curva. Esse tipo de esteira pode também ser utilizado para esteiras transportadoras de grande extensão, com várias partes de trajetórias curvas orientadas em um mesmo sentido.
A orientação da esteira nas partes de trajetórias retilineas não apresenta problema particular. Nas partes curvas, é necessário orientar a esteira para conseguir um raio de curvatura regular e estabilizá-lo para evitar qualquer risco de levantamento sob o efeito dos esforços verticais que podem nascer, quando é carregada.
O filamento (6) superior da esteira (2), figura 2, se baseia em uma estrutura portadora em forma de calço (7) que faz parte da estrutura geral, ou armação, da est eira transportadora. Esse calço (7) é moldado em um material termoplástico; ele é disposto em curva e pode comportar guias (8) que são curvos também e servem de suportes à superfície interna (superfície inferior) do filamento (6) superior da esteira.
filamento (9) inferior, ou filamento retorno, da esteira (2) é portado e orientado também por um calço (10) inferior, do mesmo tipo que o calço (7), qual é munido, da mesma forma, de guias (11) que servem de suportes.
raio de curvatura do calço (7) é adaptado à capacidade de deformação da esteira e esse calço (7) comporta meios de orientação apropriados que aparecem nas figuras 1 a 4 para um primeiro modo de realização e figuras 11 a 13 para um segundo modo de realização.
Os dois calços (7) e (10) são ligados entre si por flancos (12) e o conjunto forma a estrutura, ou armação, da esteira transportadora; esses flancos (12) são,
9/17 por exemplo, constituídos de chapas metálicas sobre as quais se fixam também os mourões (13) que servem para sustentação dessa armação.
A orientação curvilínea da esteira (2) é feita por meio de calços (15) que são dispostos sobre a face (16 ) interna dessa esteira, visíveis na figura 4 e para o filamento (6) superior, por meio de um guia (8') curva disposta sobre o calço (7), esse guia (8') exerce também o papel de guia suporte no mesmo título que os outros guias (8). Esse guia (8') suporte se situa nas proximidade da periferia do calço (7); esse guia (8' ) corresponde, por exemplo, ao segundo guia suporte, partindo do exterior da esteira transportadora; assim os calços (15) circulam no espaço que se estende entre os dois guias (8 e 8') que ficam situados sobre a periferia externa dessa esteira.
Um outro guia (8) é disposto sob o calço (7) para realizar a orientação do filamento (9) inferior da esteira; esse segundo guia (8) coopera com os calços (15) desse filamento retorno da esteira (2) que circula sobre o calço (10) inferior.
Para se obter uma orientação curvilínea sem atrito para o filamento (6) superior da esteira, os calços (15) circulam na realidade sobre um elemento de orientação particular que compreende notadamente rodetes (17) . Esses rodetes (17), visíveis na figura 4, são, de preferência, simples rolamentos de esferas, e estão em contato com patins (18) que são portados pelos calços (15). Esses patins (18) são solidários aos calços (15) como detalhados mais adiante em relação com as figuras 5 a 10; eles são fabricados em material termoplástico, como a esteira (2) e seus calços (15), mas um material termoplástico diferem, mais elástico, para resistir melhor à pressão, quando do contato com os rodetes (17).
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Figure BRPI0608976B1_D0002
Os rodetes (17) sâo dispostos em um encaixe (19) que disposto na parte superior externa do guia (8'), figura 4; eles são montados, cada um, sobre um eixo (20) que é interna da vertical, perpendicular à superfície esteira (2), e esses eixos, nesse primeiro modo de realização, sâo solidários a um trilho (21) que é fixado por parafusos (22), por exemplo, sobre o fundo (23) do encaixe (19).
elemento de orientação curvilíneo do trilho (21), dos rodetes (17) e dos eixos (20), forma uma peça à parte facilmente adaptável sobre esse tipo de esteira transportadora. A montagem em encaixe permite posicionar ps rodetes (17) e o trilho (21) com .uma grande precisão e obter assim uma orientação regular da esteira.
O trilho (21) é, por exemplo, constituído de uma lâmina metálica fina moldada em arco de círculo; a largura dessa lâmina fina é essencialmente superior ao diâmetro dos rodetes (17). Os eixos (20) dos rodetes são soldados sobre essa lâmina, perpendicularmente. Os rodetes (17) são simplesmente introduzidos sobre os eixos (20), ligeiramente apertados, de forma a poder serem facilmente substituídos em caso de deterioração, por exemplo.
A largura da lâmina que constitui o trilho (21) é superior àquela do fundo (23) do encaixe (19), o que permite utilizar a parte em ressalto desse trilho (21) para realizar a estabilização vertical da esteira, isto é, sua manutenção plana, independentemente da carga sustentada pelo filamento (6) superior dessa esteira.
Esta estabilização é obtida por uma disposição da extremidade do calço (15) , extremidade essa que está em forma de esquadro e sua ramificação horizontal de extremidade constitui uma espécie de talão (24). Esse talão (24) coopera com aparte inferior do trilho (21) e, em
11/17 particular, com sua parte em ressalto que se estende ao exterior do rebordo (23) do guia (8) .
Todos os meios de orientação e de estabilização da esteira são concentrados sobre o trilho (21) que porta os rodetes (17), em cooperação com o calço (15) que sustenta o patim (18) e o talão (24) . As operações de manutenção desse conjunto se acham grandemente facilitadas devido também a montagem particular dos patins (18) sobre os calços (15).
Os calços (15) cooperam da mesma forma com o guia (8), como representado na figura 2; esse guia (8) permite realizar a orientação do filamento (9), inferior da esteira.
Um patim (18) está representado na figura 5, em perspectiva. Esse patim é constituído de uma parede (25) de forma trapezoidal; essa parede (25) rola sobre os diferentes rodetes (17); sua forma trapezoidal permite atacar e deixar esses rodetes (17) em suavidade.
dorso da parede (25) comporta, de forma monobloco, um cabo (26) que coopera com um alojamento (27) aberto no calço (15) . Esse alojamento (27) é delimitado pela superfície (16) interna da esteira (2), pelos flancos (28) que são paralelos entre si e que se estendem perpendicularmente a essa superfície (16) e no sentido de avanço da esteira (2), e por uma divisória (29) que liga esses flancos e que é paralela a essa superfície interna (16). Essa divisória 29 comporta um orifício (30) que acolhe um apêndice (31) disposto sobre o cabo (26), sob a superfície que prolonga o lado menor da parede (25) trapezoidal do patim (18).
O apêndice (31) permite travar o patim (18) no alojamento (27) do calço (15) com uma possibilidade de desmontagem para substituir esse patim em caso de desgaste
12/17
Figure BRPI0608976B1_D0003
ou de deterioração. Esse apêndice (31) se apresenta sob a forma de uma parte de cilindro truncado, conforme mostrado nas figuras 5 e 7.
A parede (25) trapezoidal do patim (18) fica apoiada sobre a fachada dos flancos (28) do calço (15); seu lado maior fica situado sob a face interna (16) da esteira (2) .
Sob essa parede (25), figuras 6 e 7, e em particular sob seu lado menor, encontra-se o prolongamento em esquadro que lava ao talão (24) . Esse talão (24) disposto na extremidade do calço (15) se estende em ressalto além do patim (18); ele é defasado em relação à divisória (29) e é ligado a esta por uma ramificação (32) que se estende sob esse lado menor da parede (25) , de forma a contribuir para o escoramento desta.
A ramificação (32) é disposta no esquadro em relação à divisória (29) e ela fica ligeiramente em recuo em relação à superfície de rolamento da parede (25) do patim (18), a fim de evitar o contato com o trilho (21), cujo rebordo periférico se situa sensivelmente na vertical da zona de rodagem dos patins (18) sobre os rodetes (17) .
O trilho (21) constitui uma espécie de acessório ou de peça destacada. Ele pode também ser realizado sob a forma de uma única peça para uma esteira transportadora quarto de curva ou ser dividido em vários trechos que são ligados, segundo as necessidades, no encaixe (19) especialmente feito para acolhê-los.
A figura 11 mostra um modo original de realização do calço (7) que exerce o papel de estrutura portadora para o filamento (6) superior da esteira (2).
Esse calço (7) se apresenta sob a forma de um parte (um quarto) de coroa circular; ela é moldada, por simples usinagem, a partir de uma placa em material
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Figure BRPI0608976B1_D0004
termoplástico de espessura estreita; sua superfície (36) superior exerce a função de superfície de deslizamento para o filamento (6) superior da esteira (2) . Ela comporta um entalhe (37) em arco de círculo que é feito em sua espessura e na superfície (36).
Esse entalhe (37), marcado também a título indicativo, figuras 2 e 4, fica situado próximo do flanco (38) externo do calço (7), a uma distância deste que corresponde, por exemplo, à espessura da placa que constitui esse calço (7) . Ela forma, ao mesmo tempo, uma espécie de ranhura (39) e de entalhe (19); essa ranhura (39) sendo disposta entre a superfície (36) superior periférica externa e esse entalhe (19).
A ranhura (39) permite, notadamente, conforme detalhado mais adiante, a passagem dos calços (15) da esteira (2), e o entalhe (19) permite, como para o modo de realização detalhado anteriormente, a instalação dos meios de orientação e de estabilização do filamento (6) superior a essa esteira (2) .
O entalhe (19) comporta orifícios (40), regularmente repartidos para o acolhimento dos eixos dos rodetes (17).
O calço (7) comportam conforme detalhados depois em relação com a figura 13, dos orifícios (41) que permitem realizar sua fixação sobre os elementos constitutivos da armação da esteira transportadora. Esses orifícios (41) são dispostos por pares, radialmente.
Sobre cada uma de suas extremidades, o calço (7) comporta chanfraduras (42) para facilitar o deslizamento das esteira (2) a nível das ligações dos diferentes elementos constitutivos da esteira transportadora.
A figura 12 mostra, de uma forma mais detalhada, o calço (7), em corte radial. Encontra-se o entalhe (37)
14/17 constituído, por um lado, da ranhura (39) e, por outro lado, do entalhe (19), entalhe (19) esse que comporta os orifícios (40) para o acolhimento dos eixos dos rodetes (17). Esses orifícios (40) são perpendiculares à superfície (36) de deslizamento do calço (7) . Encontram-se também os orifícios (41) para realizar a fixação do calço (7) sobre a armação de esteira transportadora.
Os flancos (38) externo e (43) interno do calço (7) comportam, cada um, um entalhe (44) e (45) respectivamente; esses entalhes cooperam com os flancos (12) que fazem parte da armação da esteira transportadora. A profundidade dos entalhes (44) e (45) corresponde à espessura desses flancos (12).
A figura 13 mostra, em corte, um modo de realização da esteira transportadora que comporta o calço (7). Essa esteira transportadora é constituída de uma armação que compreende os flancos (12), flancos esses que são ligados entre si por travessas (46) e são fixados nestas por meio de parafusos com porca (47).
As travessas (46) servem também de suporte para a estrutura portadora constituída do calço (7) . Esse calço (7) é fixado nas diferentes travessas por meio de parafusos com porcas (48) dispostos nos diferentes orifícios (41) desse calço (7) .
A esteira (2) está representada de forma simbólica na figura 13. Seu filamento (6) superior desliza sobre a superfície (36) superior do calço (7), superfície (36] essa superior que se estende de ambos os lados do entalhe (37) que é aberto na espessura desse calço (7) conforme mostrado nas figuras 11 e 12.
A ranhura (39) desse entalhe (37) serve de zona de passagem para os calços (15) que se estendem em ressalto sob a superfície inferior do filamento (6) superior. A
15/17 profundidade da ranhura (39) é superior à altura dos calços (15) e sua largura é nitidamente superior à dimensão radial desses calço para permitir a montagem e a desmontagem do filamento (6) superior da esteira, considerando-se a presença dos meios de orientação desse filamento (6) superior.
Os meios de orientação e de estabilização vertical desse filamento (6) superior são alijados no entalhe (19) do entalhe (37). Esse entalhe (19) se estende sobre o lado interno da ranhura (39) sob o nível da superfície (36) de orientação do filamento (6) superior; a profundidade desse entalhe é da ordem da metade daquela da ranhura (39) e sua largura é da mesma ordem.
Os meios de orientação são constituídos de rodetes (17) em forma de simples rolamentos do tipo de esferas. Esses rodetes (17) são montados sobre eixos (50) que são introduzidos nos diferentes orifícios (40) do calço (7). Esses eixos (50) comportam um rebordo (51) que assegura o posicionamento vertical dos rodetes (17), cada rodete sendo montado comprimido sobre seu eixo (50).
O eixo (50) se prolonga sob o rebordo (51) e comporta, em sua extremidade inferior, uma intumescência (52) que permite realizar seu travamento em seu orifício (40), por cisalhamento, ao término de um encaixe à força nos calço (7) . Essa intumescência (52) consiste em uma superespessura que se estende em forma de cone por uma extensão da ordem do raio do eixo (50).
Os meios de estabilização vertical do filamento (6) superior, constituído do trilho (21), são interpostos enter o fundo (23) do entalhe (19) e o rebordo (51) do eixo (50). 0 trilho (21) é constituído, conforme no exemplo representado na figura 4, de uma lâmina metálica arqueada que comporta orifícios (53) dispostos face aos orifícios
16/17 ϊο (40) . Esses orifícios (53) têm uma forma oblonga cujas dimensões consideram o diâmetro do eixo (50) e da diferença que existe entre o coeficiente de dilatação desse trilho e aquele do calço (7). Cada orifício (53) tem 8,2 mm radialmente e 9,2 mm no sentido da extensão, enquanto que o diâmetro da intumescência é de 8 mm e aquele do eixo (50) a nível do trilho (21) é de 7,3 mm; o rebordo (51) forma um diâmetro da ordem de 10 mm para cobrir o orifício (53).
Os patins (18) rolam sobre os diferentes rodetes (17), e os talões (24) associados a esses diferentes calços (15) cooperam com o trilho (21) para reter o filamento (6) superior e evitar sua oscilação em caso de carga excessiva da esteira (2).
calço (7) forma, com os meios de orientação e de estabilização vertical da esteira, uma espécie de subconjunto que é facilmente integrável a uma armação ou uma estrutura de esteira transportadora.
filamento (9) inferior da esteira (2) é também orientado por meio de um trilho (54) que constitui uma estrutura equivalente aos meios de orientação e estabilização do filamento (6) superior.
Esse trilho (54) tem uma espessura corresponde àquela do rodete de que
17), aumentada daquela do rebordo (51) do trilho (21. Ele sustentado por um perfilado (55) que é fixado sobre as travessas (46) por meio dos parafusos com porcas (48).
perfilado (55) é em forma de U com abas de extensões desiguais dispostas horizontalmente e sua aba inferior porta o trilho (54) por intermédio de uma travessa (56) e de um parafuso com porca (57).
O filamento (9) inferior à esteira se apóia também em um calço de orientação não representada,
17/17 sustentado pelos flancos (12) da armação transportadora.
ÍL da esteira òx>

Claims (12)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Esteira transportadora sem fim modular, compreendendo uma estrutura, ou armação para portar e orientar os filamentos superior e inferior dessa esteira
    5 nas partes de trajetórias curvas e, em particular, meios de orientação curvilínea e de estabilização do filamento superior, meios de orientação curvilínea esses que são constituídos de rodetes (17), regularmente repartidos sobre essa estrutura portadora, cooperando com calços (15) que
    10 são dispostos sobre a superfície interna (16) dessa esteira, calço (15) esses que comportam um talão (24) que coopera com meios apropriados para estabilizar esse filamento superior da esteira, caracterizado pelo fato de comportar meios de estabilização constituídos de um trilho
    15 (21) curvo que é disposto diretamente sob esses rodetes (17) para cooperar com esse talão (24) de cada calço (15).
  2. 2. Esteira transportadora sem fim modular, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender uma estrutura para sustentar o filamento (6)
    20 superior da esteira que é constituída de um calço (7) moldada, em forma de parte de coroa circular, em uma placa em material termoplástico, calço (7) esse que comporta um entalhe que aberto em curva em sua espessura, nas proximidades de seu rebordo externo, entalhes esse que é
    25 constituído de uma ranhura (39) para a passagem dos calços (15) e de um entalhe (19) para alojar os meios de orientação e de estabilização desse filamento (6) superior da esteira.
  3. 3. Esteira transportadora sem fim modular, de
    30 acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de o trilho (21) disposto sob os rodetes (17) se apresentar sob a forma de uma lâmina metálica fina que é conformada, como o calço (7), em arco de círculo, trilho (21) esse que é
    2/4 ^>3 alojado e fixado no entalhe (19) do calço (7) e seu rebordo externo se estende em ressalto na ranhura (39) onde circulam os calços (15).
  4. 4. Esteira transportadora sem fim modular, de
  5. 5 acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizada pelo fato de cada calço (15) se apresentar sob a forma de ume excrescência moldada, de forma monobloco, sobre a superfície (16) interna da esteira (2), excrescência essa que comporta, por um lado, um alojamento
    10 (27) para acolher uma peça complementar em forma de patim (18) disposto para rodar sobre rodetes (17) e, por outro lado, além desse alojamento (27), uma disposição em forma de esquadro, cuja ramificação terminal forma uma espécie de talão (24) que coopera com o trilho de estabilização.
    15 5. Esteira transportadora sem fim modular, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizada pelo fato de o entreeixo entre dois rodetes (17) adjacentes estar compreendido entre meia vez e uma vez e meia o intervalo existente entre dois calços (15)
    20 consecutivos da esteira (2) .
  6. 6. Esteira transportadora sem fim modular, de acordo com qualquer uma das reivindicações 4 ou 5, caracterizado pelo fato de o patim (18) comportar uma parede (25) de rodagem de forma trapezoidal cuja altura
    25 corresponde a pelo menos àquela dos rodetes (17) e cuja extensão é da ordem dos do intervalo existente entre dois calços (15) da esteira (2).
  7. 7 . Esteira transportadora sem fim modular, de acordo com qualquer uma das reivindicações 4 a 6,
    30 caracterizada pelo fato de o patim (18) compreender, atrás da parede (25) de rodagem, uma excrescência monobloco em forma de cabo (26), cabo (26) esse que se encaixa em um alojamento (27) apropriado que é aberto no calço (15) e é
    3/4 munido de meios que permitem seu travamento em relação a esse calço (15).
  8. 8. Esteira transportadora sem fim modular, de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo fato de os meios de travamento do cabo (26) do patim (18), sobre o calço (15), serem constituídos de um apêndice (31) como, por exemplo, um apêndice em forma de cilindro truncado que coopera com um orifício (30) aberto em uma divisória (29) desse calço (15).
  9. 9. Esteira transportadora sem fim modular, de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de a divisória (30) do calço (15) que permite o travamento do cabo (26) do patim (18) se estender, por um lado, entre dois flancos (28) desse corpo, flancos esses que são perpendiculares à superfície interna (16) da esteira (2) e em seu sentido 'de deslocamento, e ela se prolonga, por um lado, além da parede (25) trapezoidal desse patim, sob a forma de um esquadro que termina pelo talão (24).
  10. 10. Estrutura sustentadora curva, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizada pelo fato de ser constituída de uma placa em material termoplástico usinado, comportando - um entalhe (37) curvo em sua espessura , entalhe (37) esse que compreende uma ranhura (39) para a passagem dos calços (15) e um entalhe para acolher os rodetes (17) de orientação do filamento (6) superior da esteira e, disposto sob esses rodetes, o trilho (21) de estabilização desse filamento (6) superior da esteira.
  11. 11. Estrutura sustentadora curva, de acordo com a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de comportar, no entalhe de alojamento dos rodetes (17) e do trilho (21) de estabilização, orifícios (40) abertos para acolher os eixos (50) desses rodetes (17), cada eixo (50) comportando um
    4/4 rebordo (51) que se interpõe entre seu rodete (17) e o trilho (21) de estabilização, esse eixo (50) sendo, por outro lado, munido, em sua extremidade inferior, de uma intumescência (52) que permite seu travamento por encaixe à força nesse orifício (40) e o travamento desse trilho (21).
  12. 12. Estrutura sustentadora curva, de acordo com a reivindicação 11, caracterizada pelo fato de comportar um trilho (21) munido de orifícios (53) de forma oblonga, dispostos diante dos orifícios (40) abertos no calço (7) sobre o qual é travado, orifícios (53) esses que têm dimensões que consideram a diferença que existe entre o coeficiente de dilatação desse trilho e aquele desse calço (7) .
    1/3
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