BRPI0608976A2 - esteira transportadora sem fim modular - Google Patents
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Abstract
ESTEIRA TRANSPORTADORA SEM FIM MODULAR. A esteira transportadora sem fim modular compreende uma armação munida de guias para suportar o trecho superior (6) da referida esteira (2), meios de orientação curvilínea e meios para estabilizar a referida esteira em relação à normal nas partes de trajetórias curvas. Os meios de orientação curvilínea são constituídos de roletes, regularmente distribuídos sobre a referida armação, cooperando com os calLços (15) que são dispostos sobre a superfície interna (16) da referida esteira, calços (15) esses que comportam um talão que estabiliza a referida esteira. O guia se apresenta sob a forma de um trilho (21) disposto sob os roletes (17) e coopera com um talão (24) disposto sobre cada calço (15), de forma a se opor às solicitações verticais às quais a esteira (2) é submetida em função da carga que ela transporta. O trilho (21) disposto sob os roletes (17) se apresenta sob a forma de uma lâmina fina metálica conformada em arco de círculo, lâmina essa que é alojada em um rebaixo (19) que é disposto na estrutura portadora do trecho (6) superior da esteira (2)
Description
ESTEIRA TRANSPORTADORA SEM FIM MODULAR
A presente invenção se refere a um dispositivoesteira transportadora sem fim modular, munido de meiospara orientar essa esteira nas partes de trajetórias curvas.
Esse tipo de esteira, geralmente fabricado emmaterial termoplástico, conforme descrito no documento US5573105, pode comportar meios intrínsecos que permitemmelhorar sua orientação, em particular ao nivel das partes
curvas da esteira. Na realidade, trata-se essencialmente dereduzir os atritos entre a esteira e a estrutura portadoradesta e, tanto quanto possível, prevenir as conseqüênciasdesse atrito que pode variar em proporções importantes,segundo a importância da carga veiculada pelo filamento
superior da esteira.
As conseqüências desse atrito são múltiplas. Háinicialmente o aquecimento entre as partes móveis, isto é,a esteira, e as partes fixas constituídas pelos diferenteselementos da estrutura portadora dessa esteira; há também o
desgaste da esteira que é fabricado em materialtermoplástico, e a outra conseqüência importante, ainstabilidade dessa esteira. Com efeito, nas curvas, sob oefeito da carga e da tração, a esteira pode ter tendência ase levantar a nivel de sua periferia externa.
Existem soluções para reduzir o atrito entre a
esteira e a estrutura da esteira transportadora. Conformedescrito no documento pré-citado, a esteira pode comportarrodetes que são montados em ressalto sobre sua superfícieinterna e esses rodetes são dispostos por toda a extensão
da esteira, fixados por meios apropriados para cooperar comum guia curvo situado a nivel de cada parte curva dessaesteira transportadora.Além de sua função especifica ligada à orientaçãocurvilinea da esteira, os rodetes podem também assegurar aestabilização da esteira contra os riscos de levantamentodo filamento superior nas partes em curva da esteira transportadora.
Para essa função de estabilização da esteira, osrodetes do documento pré-citado cooperam com uma disposiçãodo guia curva fixa, essa disposição se apresenta sob aforma de um rebordo continuo, disposto em ressalto em relação à superfície ativa de rolamento desse guia, esse rebordo se estende entre esses rodetes e a superfícieinterna da esteira.
Em um outro modo de realização, essa função deestabilização do filamento superior da esteira nas partes curvas da esteira transportadora é assegurada por meio deum guia curvo que é disposto ao nivel da periferia externadessas partes curvas, e esse guia coopera comprotuberâncias em forma de esquadro, ou de gancho, que sãodispostas em ressalto sobre a superfície interna do rebordo periférico dessa esteira.
Existem também, conforme descritos no documentoUS 3 094 206, de outros tipos de esteiras transportadoras,não modulares, que comportam rodetes que cooperam com umguia nas partes curvas. Nesse documento, rodetes são também dispostos diretamente sobre a armação curva, para reduzir oatrito e melhorar a orientação.
No documento US 6 129 202, a esteiratransportadora não comporta rodetes, mas protuberânciasdispostas em ressalto sobre sua superfície interna dessas protuberâncias cooperam com rodetes que são dispostossomente sobre o que exerce a função de armação na partecurva da esteira transportadora. Esses rodetes permitemreduzir os atritos e comportam, além disso, uma calha quecoopera com uma espécie de apêndice disposto na parteinferior de cada protuberância para estabilizar a esteira emantê-la plana.
A presente invenção propõe uma disposição que permite tratar de uma forma relativamente simples essesproblemas de orientação curvilinea e de estabilização dasesteiras modulares nas partes curvas de esteirastransportadoras.
dispositivo esteira transportadora, de acordo
10 com a invenção, compreende uma estrutura, ou armação, parasustentar e orientar os filamentos superior e inferiordessa esteira nas partes de trajetórias curvas e, emparticular, meios de orientação curvilinea e deestabilização do filamento superior, meios esses que são,
por um lado, constituídos de rodetes que são solidários aessa estrutura portadora desse filamento superior e, poroutro lado, constituídos de calços que são dispostos sobrea superfície interna dessa esteira, calços esses que sãodispostos para rodar sobre esses rodetes e comportam, em
sua extremidade, um talão que coopera com meios apropriadospara estabilizar esse filamento superior, meios esses deestabilização que são constituídos de um trilho que édisposto diretamente sob esses rodetes para cooperarem comesse talão de cada calço, de forma a realizar com esses
calços, ao mesmo tempo, uma orientação curvilinea dofilamento superior da esteira por meio de rodetes e aestabilização desse filamento superior, mas de maneiracontinua, por meio desse trilho.
Essa disposição construtiva original permite
30 utilizar rodetes em forma de simples rolamento do tipo comesferas, pouco onerosos.
Sempre de acordo com a invenção, estruturaportadora do filamento superior da esteira é constituída deum calço moldado sob a forma de uma parte de coroacircular, a partir de uma placa em material termoplástico,calço esse que comporta um entalhe que é disposto em curvaem sua espessura, nas proximidades de seu rebordo externo, entalhe esse que é constituído de uma ranhura para apassagem dos calços e de um encaixe para alojar os rodetese o trilho de estabilização desse filamento superior daesteira.
De acordo com uma outra disposição da invenção, o
trilho de estabilização da esteira se apresenta sob a formade uma lâmina metálica fina conformada, como o calço, emarco de circulo, trilho esse que é disposto e fixado noencaixe desse calço e seu rebordo externo, que serve deguia para o talão de cada calço, avança em ressalto na
ranhura onde circulam estes.
De acordo com um primeiro modo de realização dainvenção, o trilho de estabilização comporta eixos sobre osquais são encaixados à força os diferentes rodetes, essetrilho sendo ele próprio fixado por parafusos ou outro no
encaixe do calço portador do filamento superior da esteira.
De acordo com uma variante de realização dainvenção, o encaixe do calço portador da esteira comportaorifícios para acolher e travar o eixo de cada rodete, eixoesse que compreende, por um lado, uma intumescência em sua
extremidade inferior para permitir seu travamento emrelação a esse calço por meio de um encaixe à força naespessura deste e, por outro lado, um rebordo situado sob orodete, rebordo esse que trava o trilho de estabilizaçãono fundo desta, trilho esse que comporta, diante dos
orifícios, orifícios oblongos, cujas dimensões consideram,notadamente, coeficientes de dilatação diferentes queexistem entre esse trilho e esse calço.Sempre, de acordo com a invenção, cada calço seapresenta sob a forma de uma excrescência moldada, de formamonobloco, sobre a superfície interna da esteira,excrescência essa que comporta, por um lado, um alojamento para acolher uma peça complementar em forma de patim emmaterial adaptado para o contato com os rodetes e, poroutro lado, além desse alojamento, uma disposição em formade esquadro, cuja ramificação terminal forma uma espécie detalão que coopera com o trilho de estabilização para opor- se às solicitações verticais às quais essa esteira ésubmetida em função da carga que ele transporta.
A invenção permite assim concentrar em um localúnico apropriado o conjunto dos meios que permitemsolucionar os problemas ligados à orientação e à estabilização da esteira nas partes curvas das esteirastransportadoras.
De acordo com uma outra disposição da invenção, oentreeixo entre dois rodetes adjacentes está compreendidoentre meia e 1 vez e meia o intervalo que existe entre dois calços consecutivos da esteira; esse entreeixo é escolhidoem função dos esforços aos quais é submetida a esteira;ele pode ser relativamente importante pela particularidadede certos tipos de esteiras modulares que, nas curvas,formam uma estrutura relativamente rigida, enrijecida pelos atritos entre as diferentes malhas.
Sempre, de acordo com a invenção, o patimcomporta uma parede de rolagem de forma trapezoidal, cujaaltura corresponde pelo menos àquela dos rodetes e cujocomprimento é da ordem dos *3 do intervalo que existe entredois calços consecutivos da esteira.
De acordo com outra disposição da invenção, opatim comporta, atrás da parede de rolagem, umaexcrescência em forma de cabo que se encaixa em umalojamento apropriado disposto no calço, cabo esse que émunido de meios que permitem travá-lo em relação a essecalço como, por exemplo, um apêndice em forma de cilindrotruncado que coopera com um orificio aberto em uma das divisórias desse calço.
Sempre, de acordo com a invenção, a divisória docalço que permite o travamento do cabo do patim se estendeentre dois flancos desse calço, calços esses que sãoperpendiculares à esteira e a seu sentido de deslocamento, divisória essa que se prolonga além da parede trapezoidaldesse patim, sob a forma de um esquadro que termina pelotalão de estabilização dessa esteira.
A invenção se refere também, a titulo de produtoindustrial, a estrutura portadora do filamento superior esteira equipada ou não com rodetes e do trilho deestabilização. Mas a invenção será ainda detalhada com oauxilio da descrição seguinte e desenhos anexados, dados atitulo indicativo e nos quais:
- a figura 1 representa, esquematicamente, uma
esteira transportadora curva com uma esteira sem fim dotipo modular, da qual uma parte é detalhada para mostrar osistema de orientação; a figura 2 representa um corte esquemático conforme 2-2 da figura 1;
- a figura 3 mostra, de forma mais detalhada, umaparte da esteira modular e o trilho que é munido dosrodetes;
- a figura 4 representa um corte segundo 4-4 da figura 3, mostrando, esquematicamente e de forma mais
detalhada, a disposição dos meios de orientação e deestabilização da esteira, de acordo com um primeiro modo derealização da invenção;- a figura 5 representa, em perspectiva e maisparticularmente em vista inferior um patim, de acordo coma invenção;
- a figura 6 representa, em vista frontal, isto é, em vista lateral dos rodetes, a esteira com um calço e o
patim instalado sobre esse calço;
- a figura 7 representa um corte, segundo 7-7 dafigura 6, que mostra o calço soba superfície interna daesteira e o patim integrado nesse calço;
- a figura 8 representa uma vista correspondente
à figura 7, mas sem patim;
- a figura 9 representa uma vista de dorso docalço sozinho;
- a figura 10 representa uma vista frontal do calço sozinho;
- a figura 11 mostra um modo de realização docalço portador do filamento superior da esteira, calço esseque está representado sozinhos, isto é, sem os meios deorientação e de estabilização da esteira;
- a figura 12 representa uma seção, segundo 12-12
do calço portador, que está representada na figura 11;
- a figura 13 representa, de forma detalhada e emcorte, um outro modo de realização dos meios de orientaçãoda esteira, em relação com o calço representado nas figuras
11 e 12.
A esteira transportadora (1) representada nafigura 1, em plano, compreende uma esteira (2) sem fim queé esticada entre tambores (3) e (4), dos quais um émotorizado. Essa esteira sem fim é do tipo modular; ela é constituída, conforme visíveis na figura 3, de elementos(5) em material termoplástico ligados entre si, elementosesses que são capazes de se deslocarem angularmente um emrelação ao outro para curvar essa esteira (2).Tal como representado, essa esteira
transportadora comporta uma esteira (2) que percorre partes,retilineas e, entre as duas, uma parte curva. Esse tipo deesteira pode também ser utilizado para esteiras transportadoras de grande extensão, com várias partes detrajetórias curvas orientadas em um mesmo sentido.
A orientação da esteira nas partes de trajetóriasretilineas não apresenta problema particular. Nas partescurvas, é necessário orientar a esteira para conseguir um raio de curvatura regular e estabilizá-lo para evitarqualquer risco de levantamento sob o efeito dos esforçosverticais que podem nascer, quando é carregada.
O filamento (6) superior da esteira (2), figura2, se baseia em uma estrutura portadora em forma de calço (7) que faz parte da estrutura geral, ou armação, da esteira transportadora. Esse calço (7) é moldado em ummaterial termoplástico; ele é disposto em curva e podecomportar guias (8) que são curvos também e servem desuportes à superfície interna (superfície inferior) do filamento (6) superior da esteira.
O filamento (9) inferior, ou filamento retorno,da esteira (2) é portado e orientado também por um calço(10) inferior, do mesmo tipo que o calço (7), qual émunido, da mesma forma, de guias (11) que servem de25 suportes.
O raio de curvatura do calço (7) é adaptado àcapacidade de deformação da esteira e esse calço (7)comporta meios de orientação apropriados que aparecem nasfiguras 1 a 4 para um primeiro modo de realização e figuras30 11 a 13 para um segundo modo de realização.
Os dois calços (7) e (10) são ligados entre sipor flancos (12) e o conjunto forma a estrutura, ouarmação, da esteira transportadora; esses flancos (12) são,por exemplo, constituídos de chapas metálicas sobre asquais se fixam também os mourões (13) que servem parasustentação dessa armação.
A orientação curvilínea da esteira (2) é feita por meio de calços (15) que são dispostos sobre a face (16) interna dessa esteira, visíveis na figura 4 e para ofilamento (6) superior, por meio de um guia (8') curvadisposta sobre o calço (7), esse guia (8') exerce também opapel de guia suporte no mesmo título que os outros guias
(8) . Esse guia (8') suporte se situa nas proximidade daperiferia do calço (7); esse guia (8') corresponde, porexemplo, ao segundo guia suporte, partindo do exterior daesteira transportadora; assim os calços (15) circulam noespaço que se estende entre os dois guias (8 e 8') que
ficam situados sobre a periferia externa dessa esteira.
Um outro guia (8") é disposto sob o calço (7)para realizar a orientação do filamento (9) inferior daesteira; esse segundo guia (8") coopera com os calços (15)desse filamento retorno da esteira (2) que circula sobre o
calço (10) inferior.
Para se obter uma orientação curvilínea sematrito para o filamento (6) superior da esteira, os calços(15) circulam na realidade sobre um elemento de orientaçãoparticular que compreende notadamente rodetes (17). Esses
rodetes (17), visíveis na figura 4, são, de preferência,simples rolamentos de esferas, e estão em contato compatins (18) que são portados pelos calços (15). Essespatins (18) são solidários aos calços (15) como detalhadosmais adiante em relação com as figuras 5 a 10; eles são
fabricados em material termoplastico, como a esteira (2) eseus calços (15), mas um material termoplastico diferem,mais elástico, para resistir melhor à pressão, quando docontato com os rodetes (17).Os rodetes (17) são dispostos em um encaixe (19)que disposto na parte superior externa do guia (8'), figura4; eles são montados, cada um, sobre um eixo (20) que évertical, perpendicular à superfície (16) interna daesteira (2), e esses eixos, nesse primeiro modo derealização, são solidários a um trilho (21) que é fixadopor parafusos (22), por exemplo, sobre o fundo (23) doencaixe (19).
O elemento de orientação curvilineo do trilho (21), dos rodetes (17) e dos eixos (20), forma uma peça àparte facilmente adaptável sobre esse tipo de esteiratransportadora. A montagem em encaixe permite posicionar psrodetes (17) e o trilho (21) com uma grande precisão eobter assim uma orientação regular da esteira.O trilho (21) é, por exemplo, constituído de umalâmina metálica fina moldada em arco de circulo; a larguradessa lâmina fina é essencialmente superior ao diâmetro dosrodetes (17) . Os eixos (20) dos rodetes são soldados sobreessa lâmina, perpendicularmente. Os rodetes (17) sãosimplesmente introduzidos sobre os eixos (20), ligeiramenteapertados, de forma a poder serem facilmente substituídosem caso de deterioração, por exemplo.
A largura da lâmina que constitui o trilho (21) ésuperior àquela do fundo (23) do encaixe (19), o quepermite utilizar a parte em ressalto desse trilho (21) pararealizar a estabilização vertical da esteira, isto é, suamanutenção plana, independentemente da carga sustentadapelo filamento (6) superior dessa esteira.
Esta estabilização é obtida por uma disposição da extremidade do calço (15), extremidade essa que está emforma de esquadro e sua ramificação horizontal deextremidade constitui uma espécie de talão (24). Esse talão(24) coopera com aparte inferior do trilho (21) e, emparticular, com sua parte em ressalto que se estende aoexterior do rebordo (23) do guia (8").
Todos os meios de orientação e de estabilizaçãoda esteira são concentrados sobre o trilho (21) que portaos rodetes (17), em cooperação com o calço (15) quesustenta o patim (18) e o talão (24) . As operações demanutenção desse conjunto se acham grandemente facilitadasdevido também a montagem particular dos patins (18) sobreos calços (15).
Os calços (15) cooperam da mesma forma com o guia(8"), como representado na figura 2; esse guia (8") permiterealizar a orientação do filamento (9), inferior daesteira.
Um patim (18) está representado na figura 5, em perspectiva. Esse patim é constituído de uma parede (25) deforma trapezoidal; essa parede (25) rola sobre osdiferentes rodetes (17); sua forma trapezoidal permiteatacar e deixar esses rodetes (17) em suavidade.
O dorso da parede (25) comporta, de formamonobloco, um cabo (26) que coopera com um alojamento (27)aberto no calço (15). Esse alojamento (27) é delimitadopela superfície (16) interna da esteira (2), pelos flancos(28) que são paralelos entre si e que se estendemperpendicularmente a essa superfície (16) e no sentido de avanço da esteira (2), e por uma divisória (29) que ligaesses flancos e que é paralela a essa superfície interna(16). Essa divisória 29 comporta um orifício (30) queacolhe um apêndice (31) disposto sobre o cabo (26), sob asuperfície que prolonga o lado menor da parede (25) trapezoidal do patim (18).
O apêndice (31) permite travar o patim (18) noalojamento (27) do calço (15) com uma possibilidade dedesmontagem para substituir esse patim em caso de desgasteou de deterioração. Esse apêndice (31) se apresenta sob aforma de uma parte de cilindro truncado, conforme mostradonas figuras 5 e 7.
A parede (25) trapezoidal do patim (18) fica apoiada sobre a fachada dos flancos (28) do calço (15); seulado maior fica situado sob a face interna (16) da esteira(2) .
Sob essa parede (25), figuras 6 e 7, e emparticular sob seu lado menor, encontra-se o prolongamento
em esquadro que lava ao talão (24). Esse talão (24)disposto na extremidade do calço (15) se estende emressalto além do patim (18); ele é defasado em relação âdivisória (29) e é ligado a esta por uma ramificação (32)que se estende sob esse lado menor da parede (25), de forma
a contribuir para o escoramento desta.
A ramificação (32) é disposta no esquadro emrelação à divisória (29) e ela fica ligeiramente em recuoem relação à superfície de rolamento da parede (25) dopatim (18), a fim de evitar o contato com o trilho (21),
cujo rebordo periférico se situa sensivelmente na verticalda zona de rodagem dos patins (18) sobre os rodetes (17).
O trilho (21) constitui uma espécie de acessórioou de peça destacada. Ele pode também ser realizado sob aforma de uma única peça para uma esteira transportadora
25 quarto de curva ou ser dividido em vários trechos que sãoligados, segundo as necessidades, no encaixe (19)especialmente feito para acolhê-los.
A figura 11 mostra um modo original de realizaçãodo calço (7) que exerce o papel de estrutura portadora para
30 o filamento (6) superior da esteira (2).
Esse calço (7) se apresenta sob a forma de umparte (um quarto) de coroa circular; ela é moldada, porsimples usinagem, a partir de uma placa em materialtermoplástico de espessura estreita; sua superfície (36)superior exerce a função de superfície de deslizamento parao filamento (6) superior da esteira (2). Ela comporta umentalhe (37) em arco de circulo que é feito em sua espessura e na superfície (36).
Esse entalhe (37), marcado também a tituloindicativo, figuras 2 e 4, fica situado próximo do flanco
(38) externo do calço (7), a uma distância deste quecorresponde, por exemplo, à espessura da placa que constitui esse calço (7) . Ela forma, ao mesmo tempo, umaespécie de ranhura (39) e de entalhe (19); essa ranhura
(39) sendo disposta entre a superfície (36) superiorperiférica externa e esse entalhe (19).
A ranhura (39) permite, notadamente, conforme detalhado mais adiante, a passagem dos calços (15) da
esteira (2), e o entalhe (19) permite, como para o modo de
realização detalhado anteriormente, a instalação dos meios
de orientação e de estabilização do filamento (6) superior
a essa esteira (2). O entalhe (19) comporta orifícios (40),
regularmente repartidos para o acolhimento dos eixos dos
rodetes (17).
O calço (7) comportam conforme detalhados depois
em relação com a figura 13, dos orifícios (41) que permitem realizar sua fixação sobre os elementos constitutivos da
armação da esteira transportadora. Esses orifícios (41) são
dispostos por pares, radialmente.
Sobre cada uma de suas extremidades, o calço (7)
comporta chanfraduras (42) para facilitar o deslizamento das esteira (2) a nivel das ligações dos diferentes
elementos constitutivos da esteira transportadora.
A figura 12 mostra, de uma forma mais detalhada,
o calço (7), em corte radial. Encontra-se o entalhe (37)constituído, por um lado, da ranhura (39) e, por outrolado, do entalhe (19), entalhe (19) esse que comporta osorifícios (40) para o acolhimento dos eixos dos rodetes(17). Esses orifícios (40) são perpendiculares à superfície (36) de deslizamento do calço (7) . Encontram-se também osorifícios (41) para realizar a fixação do calço (7) sobre aarmação de esteira transportadora.
Os flancos (38) externo e (43) interno do calço(7) comportam, cada um, um entalhe (44) e (45)
respectivamente; esses entalhes cooperam com os flancos(12) que fazem parte da armação da esteira transportadora.A profundidade dos entalhes (44) e (45) corresponde àespessura desses flancos (12).
A figura 13 mostra, em corte, um modo de
realização da esteira transportadora que comporta o calço(7). Essa esteira transportadora é constituída de umaarmação que compreende os flancos (12), flancos esses quesão ligados entre si por travessas (46) e são fixadosnestas por meio de parafusos com porca (47) .
As travessas (46) servem também de suporte para a
estrutura portadora constituída do calço (7). Esse calço(7) é fixado nas diferentes travessas por meio de parafusoscom porcas (48) dispostos nos diferentes orifícios (41)desse calço (7).
A esteira (2) está representada de forma
simbólica na figura 13. Seu filamento (6) superior deslizasobre a superfície (36) superior do calço (7), superfície(36.) essa superior que se estende de ambos os lados doentalhe (37) que é aberto na espessura desse calço (7)
conforme mostrado nas figuras 11 e 12.
A ranhura (39) desse entalhe (37) serve de zonade passagem para os calços (15) que se estendem em ressaltosob a superfície inferior do filamento (6) superior. Aprofundidade da ranhura (39) é superior à altura dos calços(15) e sua largura é nitidamente superior à dimensão radialdesses calço para permitir a montagem e a desmontagem dofilamento (6) superior da esteira, considerando-se apresença dos meios de orientação desse filamento (6)superior.
Os meios de orientação e de estabilizaçãovertical desse filamento (6) superior são alijados noentalhe (19) do entalhe (37). Esse entalhe (19) se estende sobre o lado interno da ranhura (39) sob o nivel dasuperfície (36) de orientação do filamento (6) superior; aprofundidade desse entalhe é da ordem da metade daquela daranhura (39) e sua largura é da mesma ordem.
Os meios de orientação são constituídos de rodetes (17) em forma de simples rolamentos do tipo deesferas. Esses rodetes (17) são montados sobre eixos (50)que são introduzidos nos diferentes orifícios (40) do calço(7). Esses eixos (50) comportam um rebordo (51) queassegura o posicionamento vertical dos rodetes (17), cada rodete sendo montado comprimido sobre seu eixo (50).
O eixo (50) se prolonga sob o rebordo (51) ecomporta, em sua extremidade inferior, uma intumescência(52) que permite realizar seu travamento em seu orifício(40), por cisalhamento, ao término de um encaixe à força nos calço (7) . Essa intumescência (52) consiste em umasuperespessura que se estende em forma de cone por umaextensão da ordem do raio do eixo (50).
Os meios de estabilização vertical do filamento(6) superior, constituído do trilho (21), são interpostos enter o fundo (23) do entalhe (19) e o rebordo (51) do eixo(50) . O trilho (21) é constituído, conforme no exemplorepresentado na figura 4, de uma lâmina metálica arqueadaque comporta orifícios (53) dispostos face aos orifícios(40). Esses orifícios (53) têm uma forma oblonga cujasdimensões consideram o diâmetro do eixo (50) e da diferençaque existe entre o coeficiente de dilatação desse trilho eaquele do calço (7). Cada orificio (53) tem 8,2 mm radialmente e 9,2 mm no sentido da extensão, enquanto que odiâmetro da intumescência é de 8 mm e aquele do eixo (50)a nivel do trilho (21) é de 7,3 mm; o rebordo (51) forma umdiâmetro da ordem de 10 mm para cobrir o orificio (53).
Os patins (18) rolam sobre os diferentes rodetes (17), e os talões (24) associados a esses diferentes calços(15) cooperam com o trilho (21) para reter o filamento (6)superior e evitar sua oscilação em caso de carga excessivada esteira (2).
O calço (7) forma, com os meios de orientação e de estabilização vertical da esteira, uma espécie desubconjunto que é facilmente integrável a uma armação ouuma estrutura de esteira transportadora.
O filamento (9) inferior da esteira (2) é tambémorientado por meio de um trilho (54) que constitui uma estrutura equivalente aos meios de orientação e deestabilização do filamento (6) superior.
Esse trilho (54) tem uma espessura quecorresponde àquela do rodete (17), aumentada daquela dorebordo (51) e do trilho (21. Ele é sustentado por um perfilado (55) que é fixado sobre as travessas (46) pormeio dos parafusos com porcas (48).
O perfilado (55) é em forma de "U" com abas deextensões desiguais dispostas horizontalmente e sua abainferior porta o trilho (54) por intermédio de uma travessa (56) e de um parafuso com porca (57).
O filamento (9) inferior à esteira se apoiatambém em um calço de orientação não representada,sustentado pelos flancos (12) da armação da esteiratransportadora.
Claims (12)
1. Esteira transportadora sem fim modular,compreendendo uma estrutura, ou armação para portar eorientar os filamentos superior e inferior dessa esteira nas partes de trajetórias curvas e, em particular, meios deorientação curvilinea e de estabilização do filamentosuperior, meios de orientação curvilinea esses que sãoconstituídos de rodetes (17), regularmente repartidos sobreessa estrutura portadora, cooperando com calços (15) que são dispostos sobre a superfície interna (16) dessaesteira, calço (15) esses que comportam um talão (24) quecoopera com meios apropriados para estabilizar essefilamento superior da esteira, caracterizado pelo fato decomportar meios de estabilização constituídos de um trilho (21) curvo que é disposto diretamente sob esses rodetes(17) para cooperar com esse talão (24) de cada calço (15) .
2. Esteira transportadora sem fim modular, deacordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato decompreender uma estrutura para sustentar o filamento (6) superior da esteira que é constituída de um calço (7)moldada, em forma de parte de coroa circular, em uma placaem material termoplástico, calço (7) esse que comporta umentalhe que aberto em curva em sua espessura, nasproximidades de seu rebordo externo, entalhes esse que é constituído de uma ranhura (39) para a passagem dos calços(15) e de um entalhe (19) para alojar os meios deorientação e de estabilização desse filamento (6) superiorda esteira.
3. Esteira transportadora sem fim modular, de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de otrilho (21) disposto sob os rodetes (17) se apresentar soba forma de uma lâmina metálica fina que é conformada, comoo calço (7), em arco de circulo, trilho (21) esse que éalojado e fixado no entalhe (19) do calço (7) e seu rebordoexterno se estende em ressalto na ranhura (39) ondecirculam os calços (15).
4. Esteira transportadora sem fim modular, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3,caracterizada pelo fato de cada calço (15) se apresentarsob a forma de ume excrescência moldada, de formamonobloco, sobre a superfície (16) interna da esteira (2),excrescência essa que comporta, por um lado, um alojamento (27) para acolher uma peça complementar em forma de patim(18) disposto para rodar sobre rodetes (17) e, por outrolado, além desse alojamento (27), uma disposição em formade esquadro, cuja ramificação terminal forma uma espécie detalão (24) que coopera com o trilho de estabilização.
5. Esteira transportadora sem fim modular, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4,caracterizada pelo fato de o entreeixo entre dois rodetes(17) adjacentes estar compreendido entre meia vez e uma veze meia o intervalo existente entre dois calços (15) consecutivos da esteira (2).
6. Esteira transportadora sem fim modular, deacordo com qualquer uma das reivindicações 4 ou 5,caracterizado pelo fato de o patim (18) comportar umaparede (25) de rodagem de forma trapezoidal cuja altura corresponde a pelo menos àquela dos rodetes (17) e cujaextensão é da ordem dos % do intervalo existente entre doiscalços (15) da esteira (2).
7. Esteira transportadora sem fim modular, deacordo com qualquer uma das reivindicações 4 a 6, caracterizada pelo fato de o patim (18) compreender, atrásda parede (25) de rodagem, uma excrescência monobloco emforma de cabo (26), cabo (26) esse que se encaixa em umalojamento (27) apropriado que é aberto no calço (15) e émunido de meios que permitem seu travamento em relação aesse calço (15) .
8. Esteira transportadora sem fim modular, deacordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo fato de os meios de travamento do cabo (26) do patim (18), sobre ocalço (15), serem constituídos de um apêndice (31) como,por exemplo, um apêndice em forma de cilindro truncado quecoopera com um orifício (30) aberto em uma divisória (29)desse calço (15).
9. Esteira transportadora sem fim modular, deacordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de adivisória (30) do calço (15) que permite o travamento docabo (26) do patim (18) se estender, por um lado, entredois flancos (28) desse corpo, flancos esses que são perpendiculares à superfície interna (16) da esteira (2) eem seu sentido de deslocamento, e ela se prolonga, por umlado, além da parede (25) trapezoidal desse patim, sob aforma de um esquadro que termina pelo talão (24) .
10. Estrutura sustentadora curva, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizada pelofato de ser constituída de uma placa em materialtermoplástico usinado, comportando - um entalhe (37) curvoem sua espessura , entalhe (37) esse que compreende umaranhura (39) para a passagem dos calços (15) e um entalhe25 para acolher os rodetes (17) de orientação do filamento (6)superior da esteira e, disposto sob esses rodetes, o trilho(21) de estabilização desse filamento (6) superior daesteira.
11. Estrutura sustentadora curva, de acordo com a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de comportar, noentalhe de alojamento dos rodetes (17) e do trilho (21) deestabilização, orifícios (40) abertos para acolher os eixos(50) desses rodetes (17), cada eixo (50) comportando umrebordo (51) que se interpõe entre seu rodete (17) e otrilho (21) de estabilização, esse eixo (50) sendo, poroutro lado, munido, em sua extremidade inferior, de umaintumescência (52) que permite seu travamento por encaixe à força nesse orifício (40) e o travamento desse trilho (21).
12. Estrutura sustentadora curva, de acordo com areivindicação 11, caracterizada pelo fato de comportar umtrilho (21) munido de orifícios (53) de forma oblonga,dispostos diante dos orifícios (40) abertos no calço (7) sobre o qual é travado, orifícios (53) esses que têmdimensões que consideram a diferença que existe entre ocoeficiente de dilatação desse trilho e aquele desse calço(7) .
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