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Amorizade

Amor + Amizade – Termo de Luandino Vieira

Saudade 01/03/2005

Filed under: amorizade (blogspot) — jacky @ 2:32 pm

O que é a saudade?
É uma ausência que se quer presente, talvez preenchida num futuro próximo…
É uma presença da ausência, quando se esgota a esperança do reencontro…
É…

 

saudade

Filed under: emoções — jacky @ 2:18 pm

O que é a saudade?
É uma ausência que se quer presente, talvez preenchida num futuro próximo…
É uma presença da ausência, quando se esgota a esperança do reencontro…
É…

 

Letras à conversa…

Filed under: jogos de palavras — jacky @ 1:00 pm

Se gostas de personalizar as letrinhas do abecedário e de as pôr a falar, vai ao webcedário dar ideias! Hoje, é all day party!

 

Parabéns, Sofia!

Filed under: dias especiais — jacky @ 12:36 pm

Que entre uns e outros encontres a serenidade que procuras, tendo um dia muito feliz! 🙂

 

Pescador, Yardbird

Filed under: blogosfera — jacky @ 10:28 am

Hoje eu quero ser só pescador.
Quero pescar do mar imenso
que é o teu corpo
Quando se revolve em ondas
de desejo e de paixão
Quero lançar nele a rede
ansiosa por colher
De cada poro teu,
todo e cada instante de prazer
Quero descobrir no som do búzio
qual é a verdadeira cor do teu amor
Hoje eu quero ser só pescador
Quero afogar-me em maresias
E em ecos de gaivotas a voar
Quero navegar sem tempo
e sem destino certo
Soltar amarras,
deixar-me levar ao acaso pelo vento
Vogar para onde ele me quiser levar.
De peito aberto
Perder-me por aí,
Para no fim me poder entregar
Ao colo que me acolhe,
sedoso e perfumado
E adormecer feliz na praia
ao amanhecer
Com um fundo de céu em chamas e de mar

Do Yardbird, dos Novos Voos, ilustrado pelo seu pintor favorito: Vincent Van Gogh.

 

Ausencia, Pablo Neruda

Filed under: poemas de amor — jacky @ 8:38 am

Apenas te he dejado,
vas en mí, cristalina
o temblorosa,
o inquieta, herida por mí mismo
o colmada de amor, como cuando tus ojos
se cierran sobre el don de la vida
que sin cesar te entrego.

Amor mío,
nos hemos encontrado
sedientos y nos hemos
bebido toda el agua y la sangre,
nos encontramos
con hambre
y nos mordimos
como el fuego muerde,
dejándonos heridas.

Pero espérame,
guárdame tu dulzura.
Yo te daré también
una rosa.

 

soneto da fidelidade, Vinicius de Moraes

Filed under: poemas de amor — jacky @ 8:33 am


A persistência da memória, de Salvador Dali

De tudo, ao meu amor serei atento.
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa dizer do amor (que tive)
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Cada vez acredito mais que o amor é infinito enquanto dura. É como se as pessoas já não conseguissem manter laços. As relações são cada vez mais frágeis. Aquela frase de se estar juntos na vida e na doença, nas alegrias e na adversidade está a ficar obsoleta e é pena…
Contudo, mais vale viver um grande amor, mesmo que temporário, que ficar resguardado das próprias emoções…

 

 
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