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PT80032B - Processo de preparacao de um produto em po - Google Patents

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PT80032B
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Description

DESCRIÇÃO DO INVENTO
O presente invento refere-se ao processo de preparação de um produto em pó de alta fluidez.
Certos produtos tensioactivos, por exemplo agentes tensioactivos para a melhoria dos alimentos como agentes emulsionantes ou de aeração (agente de aeração ê uma designação usada na indústria de alimentos para um emulsionante que è utilizado para fins de batimento, por outras palavras, para a preparação de emulsões em que o ar constitui a fase dispersa) para se usar na indústria da alimentação, como emulsionantes que são ésteres parciais de ácidos gordos de glicerol ou condensados de glicerol, são substâncias de comportamento e consistência semelhantes aos das gorduras, ou quer dizer, substâncias de carácter lí pidico.
Para adicionamento aos produtos a arejar ou emulsionar, por exemplo massas de pão ou misturas de massas, aqusles são convenientemente usados na forma de um pó, de preferência um pó de alta fluidez.
E conhecida a preparação desses pós por secagem de aspersão ou pela aplicação da substância tensioactiva sobre partículas de sacarose como veículo. Assim, um processo conhecido para a preparação desses pós ê secar por aspersão uma emulsão feita de leite desnatado ou soro e um emulsionante. Por ve> zes é necessário tomar precauções especiais para secar por aspersão a emulsão em condições particularmente delicadas para se evitar um substancial enfraquecimento das suas propriedades ten sioactivas. A secagem por aspersão requer um aparelho grande e tem necessidade que a substância tensioactiva se converta num estado dissolvido ou suspenso a partir do qual o solvente ê retirado no processo de secagem por aspersão.
Devido aos parâmetros do processo ds secagem por aspersão, há certas limitações no respeitante à composição do produto final, sua gravidade específica, etc.. 0 processo em que se usa sacarose como veículo inclui a aplicação de um emulsionante sobre partículas de sacarose por exemplo "icing sugar", por má63 572
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quina de misturar. Neste processo não é normalmente possível aplicar mais de cerca de 10-15/ por peso da substância tensioactiua sobre a sacarose. Esta pode ser uma concentração demasiado baixa do emulsionante para certos fins, e um emulsionante aplicado na sacarose introduzirá necessariamente uma certa quantidade de sacarose nos produtos em que é usado, o que nem sempre se deseja.
0 presente invento provê um processa simples e económico para a preparação de um produto tensioactivo em pó com uma substancial alta fluidez desejável.
0 produto do invento é um produto em pó de.substancial alta fluidez, incluindo uma ou várias substâncias tensioactivas aplicadas sobre um veículo em partículas numa quantidade de, pe, lo menos 10/ por peso, calculado, sobre o peso do produto, com a condição de que o veículo não consista de sacarose.
A substância tensioactiva é normalmente uma substância tensioactiva de carácter lípidico, em especial tensioactiva pja ra a melhoria dos alimentos como seja por exemplo um emulsionajrj te ou agente de aeração para uso na indústria da alimentação, em especial na indústria de padaria.
0 veículo á, de preferência, de origem vegetal, e os veículos que interessam são seleccionados de farinhas,amidos, mono- e dissacarideos e pentosanos e suas misturas, por opção com uma mistura de material fibroso de origem vegetal.
, Prefere-se na generalidade que o veículo consista de amido ou contenha amido.
Como exemplos desses veículos que são ds grande interesse em ligação com substâncias tensioactivas para se usarem na indústria da alimentação podem mencionar-se amidos ou farinhas de tubérculos como sejam amido de batata, amido de batata doce e amido de inhame, amido de sagu, farinha de leguminosas e farinha de ervilha, amidos de cereais ou farinhas dos mesmos cai mo amido de arroz, amido de trigo, amido de centeio, amido de cevada, amido de aveia, farinha de arroz, farinha de trigo, farinha de centeio, farinha de cevada, farinha de aveia e amido
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ds milho, maltodextrinas, dextrose, frutose e suas misturas.
Está, contudo, dentro do âmbito do invento a utilização de um veículo que ê de origem animal por exemplo farinha de ossos ou farinha de sangue que podem ter interesse eijáigaçSo com certas substâncias tensioactivas ou de origem inorgânica como sejam greda, bentonite ou talco que podem interessar especialmente em ligação com substâncias tensioactivas.
Os veículos sm partículas são normalmente veículos cujas partículas tâm uma distribuição do tamanho das mesmas com a fracção maior de um tamanho da ordem de cerca de 1-20 m, em especial 1-10 y. m, embora veículos com um tamanho um tanto maior por exemplo com as fracções maiores atê cerca de 20-50m ou mesmo 50-100m ss possam usar tambám. Contudo, como se ex, plica abaixo, prefere-se por vezes que os veículos tenham tamanhos ds partículas muito pequenos, por exemplo com fracções de tamanhos de partículas maiores da ordem de 1-5yt, m ou menos.
Em produtos que interessam especialmente para o invento, a substância tensioactiva é um agente tensioactivo de melhoria dos alimentos, por exemplo um agente para melhoria da massa, um emulsionante da massa, um agente de efeito anti-pegajoso, um agente de melhoria de ligação comyágua, um agente de aeração para se usar na indústria de padaria ou alimentação, um emulsio nante para gelados, um emulsionante para alimentos finos, um agente de modificação de crescimento de cristais para uso em pastelaria, um agente tensioactivo farmacêutico e/ou um agente tensioactivo de cosméticos.
Assim, a substância ou substâncias tensioactivas podem incluir um emulsionante, em especial um emulsionante de alimentos, por opção com uma mistura de um componente ou componentes que podem ser convencionais e/ou aconselháveis para combinar com um emulsionante, como seja um estabilizador, um agente de espessamento e/ou um agente de formação de gel ou misturas destes adicionamentos. Normalmente essas misturas adicionadas à substância ou substâncias tensioactivas, irão constituir no máximo 20$, de preferência no máximo 10$ e de preferência maior no máximo 5$ do peso combinado da substância ou substâncias ten
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sioactivo θ da mistura, e para a maior parta dos objectivos é preferível que a mistura ou misturas do estabilizador, agente de espessamento e/ou agente de gel, quando presentes constituam no máximo 1% do peso combinado da substância ou substâncias tensioactivas e da mistura. E aconselhável ter um estabilizador, um agente de espessamento e/ou um agente de gel presentes no produto, também se podem incorporar como parte do veículo.
Como exemplos de estabilizadores ou agentes de espessamento podem mencionar-se alginatos, carboximetilcelulose e celu lose microcristalina e como exemplo de um agente gel pode mencionar-se a pectina.
São importantes representações do invento os pés em que a substância tensioactiva é um emulsionante éster parcial de um álcool polihídrico como seja etileno glicol ou glicerol ou de um condensado de etileno glicol ou de glicerol, um açúcar ou sorbitol com um ácido gordo comestível e, por opção com ácido láctico, ácido cítrico, ácido málico, ácido tartârico ou ácido acético ou uma mistura desses ésteres por opção com uma mistura de no máximo 20/, de preferência no máximo 10/, com maior prefe rência no máximo 5/ e mais preferentemente no máximo 1% de um estabilizador, agente de espessamento e/ou agente de gel, por exemplo um agente de gel do tipo alginato. Como é sabido os emulsionantes dos tipos mencionados acima podem obter melhores propriedades de emulsão para certos fins quando são combinados com substâncias que não são em si mesmas tensioactivas, como s.e ja um éster parcial de propileno glicol e/ou um condensado de propileno glicol com um ácido gordo. Essas combinações também são consideradas para utilização sm conjunto com o presente invento. Outros exemplos de emulsionantes para a melhoria de ali mentos são lecitina e lecitina modificada que são usadas por exemplo como agentes de melhoria da farinha ou agentes para melhoria da massa.
Entre os emulsionantes para alimentos mencionadas acima, são emulsionantes de alimentos com muito interesse para incorporação nos produtos do invento os ésteres parciais de glic_e rol e/ou os condensados de glicerol.
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Os produtos em pó do invento, como sejam os pós em que os agentes tensioactivos são agentes de melhoria de alimentos dos tipos mencionados acima, têm vantagem pois que podem ser preparados com mais simplicidade e maior economia do que por meio de secagem de aspersão, como se explica a seguir. São fáceis ds administrar nas composições a que têm de ser adicionadas e são perfeitamente compatíveis com produtos da indústria de alimentação ou padaria. Também, podem ser feitos com.óptima conservação das propriedades tensioactivas da substância tensijg activa. Como regra geral serão usados na mesma quantidade e da mesma maneira que outras formas comerciais da substância tensija activa, calculados na base do peso da substância tsnsioactiva.
Nos produtos do invento, a percentagem de substância ou substâncias tensioactivas é normalmente da ordem de 10-60% como sejam 10-50% e por vezes de preferência 15-50%, em especial 15-40%, calculada sobre o peso total da substância ou substâncias tensioactivas, e do veiculo.
0 invento refere-se também a um processo especialmente vantajoso para a preparação de um produto em pó de substancial alta fluidez tendo as caracteristicas descritas acima. Este processo inclui a mistura de uma ou várias substâncias tensioac/ tivas com um ou vários veículos em partículas e sujeitando a mistura resultante a extrusão ou a um tratamento equivalente pja ra formar um pó de alta fluidez substancial.
Tem-se verificado que, quando a substância tensioactiva e um veiculo em partículas apropriado, em especial um veículo que estâ apto a tornar-se “embebido em” ou a “sorver" (adsorver e/ou absorver) a substância tensioactivo sob as condições existentes, é sujeita a extrusão, é possível obter um extrusado que, em vez de ter a forma de um cordão extrusado da mistura, se desintegra imediatamente num produto em pó com propriedades altamente desejáveis.
0s veículos apropriados são os mencionados acima, em ejs pecial veículos em particulas que são amidos ou farinhas. Embo ra estes veículos preferidos possam ser usados como estão (com distribuições de tamanho de partículas tendo por vezes uma frac:
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ção maior com um tamanho da ordem de cerca de 1-20 JL· m a, de preferência 1-10 jL· m, mas podem ser também um tanto maiores, por exemplo com as fracções maiores até 20-50m ou mesmo 50-100 JL· m, considera-se que pode ser vantajoso assegurar um tamanho de partículas do veículo muito fino, como seja 1-5ju, m ou mais fino, sujeitando os veículos a uma pulverização adicio nal para alêm da pulverização a que esses produtos (por exemplo farinhas ou amidos) foram norrnalmente sujeitos. Essa pulveriza ção adicional pode ser efectuada por exemplo numa máquina de jacto de câmara circular ou numa máquina tipo misturadora.
Os veículos vegetais em farinha ou amido, se se desejar, podem ser combinadas com materiais fibrosos para se obter um veículo de combinação amido ou farinha/fibra, dado que os ma teriais fibrosos no produto final têm cerca do mesmo tamanho de "partícula" (por exemplo comprimento de fibra) que as partículas de farinha ou amido, como seja um tamanho da ordem de 1-100 Ή m, em especial 1-20 JL· m ou menos como se explicou acima. Os materiais fibrosos podem ser pulverizados para esses tamanhos pequenos antes de serem adicionados à mistura, ou podem ser materiais fibrosos com um carácter tão quebradiço ou fraco que são pulverizados para os tamanhos pequenos de partículas meneio nados, durante o processo de mistura. São exemplos de materiais fibrosos apropriados para este fim os farelos, como sejam farelo de trigo, farelo de centeio ou farelo de ervilha ou fare lo de leguminosas. Quando os materiais fibrosos finamente divididos são incluídos no veículo ê preferível que ele^constituam no máximo 50% por peso do material veículo, de preferência no máximo 20% por peso do veículo e de maior preferência no máximo 5% por peso do veículo.
Embora a extrusão seja descrita aqui em detalhe, considera-se que podem ser usados também outros tratamentos que influenciam a mistura ds uma maneira semelhante, como seja a mistjj ra de alto cisalhamento e subsequentes exposição/distribuição eficientes, para se obter 0 mesmo efeito. Esses outros tratamentos que dão origem à formação de produtos em pó com alta flui dez substancial são considerados "equivalentes" à extrusão aqui mencionada.
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-8Na. especificação e reivindicações apresentadas, a expressão "tensioactiva” no seu sentido mais lato indica um produto que está apto a "embeber" o veiculo com eficácia sob as condições de mistura existentes. (Experiências mostraram que quando uma substância á usada e que não é uma substância tensioactiva não se obtém a formação ideal de um produto em partí cuias apropriado). Crê-se que o facto de ser possível obter um produto em partículas de alta fluidez substancial mesmo com substâncias tensioactivas viscosas lípidicas é parcialmente devido à sorção da substância tensioactiva pelas partículas do veículo e parcialmente devido à formação de pequenos aglomerados de partículas de veículos com substância tensioactiva em meniscos entre partículas individuais conservando assim as várias partículas juntas em pequenos aglomerados. Os aglomerados irão incluir normalmente um número bastante pequeno de partículas individuais e aparecerão portanto em si mesmas como partículas finas; terão por vezes tendência para se desintegrarem em partículas individuais quando manuseadas. Em todo o caso o produto preparado no processo terá normalmente uma distribuição muito igual e homogénea da substância tensioactiva no veículo.
A mistura dos constituintes é efectuada imediata e apro priadamente antes da extrusão no dispositivo de mistura/transporte do equipamento de extrusão. Esse dispositivo de transpoj: te é ,tipicamente uma misturadora de parafusos como seja uma mis turadora de duplo parafuso. A temperatura na última parte do misturador de parafuso (e daí apròximadamente a temperatura da mistura sujeita a extrusão) é normalmente da ordem de 100-1809C, tipicamente 1109-1509C e por vezes, de preferência 120-1409C. 0 orifício ou cada orifício através do qual a mistura ô extrusada terá normalmente um diâmetro de cerca de l/2 a cerca de 8 mm; por vezes um diâmetro de cerca de 1-4 mm como seja de cerca de 2 mm ê muito conveniente.
A mistura sujeita a extrusão terá em geral um conteúdo
de água livre (água que não está quimicamente ligada) de 1-30%
por peso, especialmente 5-25% por peso. Em certos casos pode
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verificar-se ser vantajoso adicionar uma pequena percentagem de água como seja 0,1-5$ por peso, em particular 0,1-3$ por peso, ao misturador juntamente com a substância tensioactiva e o veículo.
A combinação óptima de condições mantida na extrusão, como sejam diâmetro de orifício, velocidade de rotação dos para fusos, temperatura das misturas extrusadas, e a razão a que a mistura é extrusada pode ser verificada por provas de teste pre liminares para cada combinação especial de substância tensioactiva e veículo; os valores apropriados para estes perâmetros são mostrados nos Exemplos.
0 invento é ainda indicado nos Exemplos que se seguem.
EXEMPLO 1
A um extrusor do tipo BC 45 fornecido por Creusot-Loire, França, e incluindo um duplo parafuso que gira a uma velocidade de rotação de 180 r.p.m. e dois bicos com o diâmetro de 2 mm, sendo parte da extensão do duplo parafuso arrefecida por meio de uma camisa ds água s sendo parte do duplo parafuso adjacente aos bicos aquecida por meio de uma camisa de aquecimento por indução, forneceu-se amido de arroz por um funil de entrada incluindo dois parafusos que conduzem o amido e lecitina (um produto comercial contendo 62,4$ por peso de lecitina de soja não solúvel em acetona, sendo o restante óleo de soja s um pouco de proteína, número de ácido 33,9) na forma de fusão, forneceu-se ao para fuso duplo atravás ds um tubo. Adicionou-ss através de um outro tubo ao extrusor 1,5$ de água (calculada na mesma base de percentagem que o áster e o amido de arroz). A razão de peso entre o fornecimento de lecitina e o fornecimento de amido de arroz foi de 35$ de lecitina a 65$ de amido de arroz. A quanti dade total fornecida por hora foi de 45 kg.
A temperatura da parte em parafuso foi levada a 1303C, por termostato.
Como fase inicial adicionou-se um excesso de lecitina e água e o produto emergiu como um cordão como pasta ssmi-líquida ou líquida pastosa. Quando a água e a lecitina fornecidas foram
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-10ajustadas para as quantidades referidas acima o produto mudou para um pó em partículas de alta fluidez.
0 produto resultante da extrusão era um pó de alta flui dez incluindo as partículas de amido de arroz que conduziam a lecitina. 0 tamanho de partículas do pó era um tanto mais gros, seiro do que o de amido de arroz e consistia aparentemente de pequenos aglomerados, compreendendo cada um várias partículas de amido de arroz ligadas juntas, provavelmente devido à leciti na»
0 produto foi usado como um aditivo da farinha para a melhoria da massa de uma maneira semelhante à lecitina comercial normal. 0 produto foi adicionado numa quantidade de 0,57% por peso correspondendo ao adicionamento de 0,2/ por peso da l_e citina comercial. Devido ao seu carácter de pó de alta-fluidez o produto era muito fácil de distribuir na farinha. Verificou-se que o produto mostrava os mesmos efeitos em relação à melho ria das propriedades <je .'fermentação demassas que o líquido de lecitina viscoso, calculado para a mesma quantidade de lecitina.
EXEMPLO 2
No mesmo equipamento extrusor que se descreveu no Exemplo 1, aplicou-se sobre amido de trigo um emulsionante de éster parcial condensado de glicerol (preparado a partir de ácidos gordos de sebo completamente endurecido e uma mistura de condejn sado de glicerol incluindo 15% de glicerol monomárico, 60/ de diglicerol e sendo o restante condensados de glicerol mais elevados). A razão de peso entre o éster parcial poliglicerol e o amido de trigo era de 22,5/ a 77,5/. 0 amido de trigo foi adicionado através de um funil como no Exemplo 1 e o éster parcial de poliglicerol foi adicionado através de um tubo da mesma maneira descrita no Exemplo 1. Através de um outro tubo para o extrusor adicionou-se 3/ de água (calculada na mesma base de percentagem do éster e do amido de trigo). A velocidade de rotação foi de 200 r.p.m.. A temperatura do extrusor foi mantida a 12QBC durante a extrusão.
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0 produto resultante era um produto em partículas de aJL ta fluidez com um tamanho de partículas ligeiramente maior que as partículas de amido de trigo, provavelmente devido a uma ce_r ta aglomeração de um pequeno número de partículas de amido de trigo numa partícula do produto.
Sujeitaram-se 88 g do produto a um teste de batimento num misturador de massa por camadas com a composição seguinte:
405 g de açúcar granulado 270 g de farinha de trigo 157 g de amido de trigo
30 g de fermento em pú 50 g de leite em pó
350 g de ovos inteiros 350 g de água
0 produto foi misturado com outros ingredientes imediatamente antes de ser batido. Os resultados foram os seguintes:
Tempo de batimento
Imediatamente após a preparação
Passados 3 meses de armazenagem
Peeo/litro
3 minutos 5 minutqs 10 minutos
350 g 355 g 350 g
345 g 340 g 340 g
A execução do batimento do produto em pó preparado de acordo com o invento é consideravelmente melhor que a efectivação do batimento de produtos * Semelhantes pela secagem por aspersão tradicional com leite desnatado.
EXEMPLO 3
Oa mesma maneira descrita no Exemplo 2, aplicaram-se 35/ dos mesmos ésteres parciais de poliglicerol usados no Exemplo 2 sobre 65/ de amido de arroz. A quantidade de água adicionada foi 1,5/. Os parafusos do extrusor funcionaram a 200 r.p.m. e a temperatura do extrusor foi mantida a 130SC.
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0 produto resultante era de alta fluidez e incluia partículas de tamanho menor que nos exemplos anteriores.
Sujeitaram-se 57 g do produto a um teste de batimento na mesma mistura que se descreveu no Exemplo 2 (sendo, contudo, a quantidade de amido de trigo na mistura de 188 g).
Os resultados do batimento foram como se segue:
Tempo de batimento
Imediatamente após a preparação
Passados 3 meses de armazenagem
Pes o/lit ro
3 minutos 5 minutos 10 minutos
335g 315g 325g
36Og 330g 340g
Foram agitadas amostras do produto em água e glicerol respectivamente e observaram-se ao microscópio. Verificou-se que o produto se tinha desintegrado em partículas individuais substancialmente do mesmo tamanho que as partículas de amido de arroz.
EXEMPLO 4
Da mesma maneira descrita no Exemplo 2, uma mistura ds emulsionantes contendo 95/ de éster parcial de poliglicerol cç> mo se descreveu no Exemplo 2 e 5/ de éster de ácido láctico de ácidos gordos de sebo completamente endurecido foi aplicada sobre amido de arroz. A razão de peso sntre os componentes era de 35/ da mistura emulsionante e 65> do amido de arroz. Os com ponentes foram adicionados numa quantidade total de 45 kg/h. Si. multaneamente com a mistura emulsionante adicionou-se 1,5/ de água. 0 extrusor funcionou a 200 r.p.m. e a temperatura do extrusor era de 130SC.
0 produto resultante era de alta fluidez e incluia partículas do mesmo tamanho das partículas de amido de arroz.
Sujeitaram-se 57 g do produto a um teste de batimento na
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mesma mistura que se descreveu no Exemplo 2 (sendo contudo a quantidade de amido de trigo na mistura de 188 g).
Os resultados do batimento foram os seguintes:
Tempo de batimento
Imediatamente após a preparação
Passados 3 meses de armazenagem
Peso/litro
3 minutos 5 minutos 10 minutos
31 Og 34 Og 34 Og
315g 325g 335g
EXEMPLO 5
Exemplo de comparação
De maneira semelhante à descrita no Exemplo 2, 20$ dos mesmos esteres parciais de poliglicerol que se usaram no Exemplo 2 foram aplicados sobre 80$ de farelo de trigo. A quantidade total de componentes adicionados foi de 42,3 kg/h. Simultaneamente com os ésteres parciais adicionou-se a quantidade de 3$ de água. Os parafusos extrusores funcionaram a 200 r.p.m. e a temperatura do extrusor foi conservada a 1203C.
0 produto resultante não tinha as mesmas características de partículas de alta fluidez dos produtos dos exemplos anteriores. 0 produto do presente exemplo era um produto grossei. ro semelhante a bolinhas. No teste de batimento o produto mostrava a seguinte apresentação imediatamente após a sua preparação :
Peso/litro
Tempo de batimento 3 minutos 5 minutos 10 minutos
Imediatamente após a
preparação 485g 460g 44Qg
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-14Assim, notar-se-à que a apresentação do produto ê menos boa quando não estão incluídos farinha ou amido no veículo.
EXEMPLO 6
Exemplo de comparação
Aplicou-se éster de propileno glicol puro de ácido esteárico e de sebo completamente endurecido que não ê normalmente considerado um emulsionante ou um agente tensioactivo, sobre amido de arroz numa experiência, cujos parâmetros foram adaptados para serem semelhantes aos parâmetros do Exemplo 2. A quajn tidade do éster propileno glicol era de 35$ e a quantidade de amido de arroz era de 65/. 0 produto total foi de 45 kg/h, adi.
cionando-se 1,5$ de água. A temperatura do extrusor era de 1302C e a velocidade de rotação dos parafusos foi de 200 r.p.m..
0 produto resultante foi extrusado como um granulado e obtém-se como pequenos bocados rasgados ou desiguais.
Esses bocados foram pulverizados e sujeitos ao teste de batimento descrito no Exemplo 2.
Os resultados foram os seguintes:
Peso/litro
Tempo de batimento 3 minutos 5 minutos 10 minutos
Imediatamente após a
preparação 1045g 1045 g 980g
Assim pode concluir-se que, quando uma substância que não é um agente tensioactivo é aplicada num veículo em partículas usando o equipamento e as condições ds acordo com o invento, não se obtém o produto em partículas de alta fluidez. Por outras palavras, a condição de a substância aplicada ser um agente tensioactivo parece justificada.
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-15EXEMPLO 7
Efectuaram-se series de experiências para achar o melhor conjunto de parâmetros para um emulsionante especial a ser aplicado num veiculo determinado pelo processo do invento.
0 emulsionante era o mesmo usado no Exemplo 3.
Primeiro, usando a mesma razão entre emulsionante e ami do como no Exemplo 3, a temperatura na extrusão variou entre
115, 120, 130 e 1402C. (Não tura mais baixa que 115SC com disponível). Os três minutos como sa segue:
Temperatura de extrusão, 2C
115
120
130
140
ra possível conservar uma tempera o equipamento de arrefecimento de batimento de pesos/litro foram
Peso/litro
Tempo de batimento, 3 minutos
500g
365g
330g
345g
Assim, verificou-se que 1302C era a melhor temperatura para o amido de arroz. Da mesma maneira verificou-se que 1202C
| era a melhor temperatura para o amido de trigo.
Então, a razão do emulsionante do Exemplo 3 para amido de arroz variava numa gama de 33:67, 35:65, 37:63, 39:61 e 41:59 numa base de percentagem por peso. Os parâmetros restantes foram os mesmos que se usaram no Exemplo 3. 0 produto resultante era um tanto mais gorduroso nos conteúdos mais elevados de emul, sionante e um tanto mais "nítido” e "duro" com conteúdos mais baixos. 0 batimento de três minutos pesos/litro foram como ss segue:
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Peso/litro
Tempo de batimento, 3 minutos
-16Razão
Emulsionante/Amido de arroz
33:67
35:65
37:63
39:61
41:59
495 g 370g 405 g 605 g 795g
A velocidade de rotação dos parafusos variava de 150 para 250 r.p.m.. Os resultados do batimento foram os seguintes:
Velocidade de rotação Peso/litro
Rotações por minuto Tempo de batimento, 3 minutos
150
175
205
225
250
380g
330g
315g
315g
380g
A capacidade, expressa em kg do produto trabalhado por hora variou numa gama de 35, 45, 65 e 75 kg.
Verificou-se que a variação deste parâmetro não era mui to exacta, mas as capacidadesmais elevadas não eram aconselháveis.
Os mesmos parâmetros que se usaram no Exemplo 3 foram usados aqui, mas variou a quantidade de água adicionada. Os re sultados do batimento foram os seguintes:
Agua adicionada, /
Peso/litro
Tempo de batimento, 3 minutos
2
1 1/2 1
0,5
0
395g 335g 345g 355 g 36 Og
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-170 diâmetro dos bicos variou numa gama de 2, 4 e 6 mm.
Os resultados expressos como 3 minutos de batimento, peso/litro foram como se segue:
Peso/litro
Diâmetro dos bicos Tempo de batimento, 3 minutos
2 mm 31Og
4 mm 39Og
6 mm 455g
EXEMPLO 8
No mesmo equipamento extrusor que se descreveu no Exemplo 1, um emulsionante de éster parcial de condensado glicerol (preparado de uma mistura de ácidos gordos de sebo endurecido e condensado glicerol incluindo 15$ de glicerol monomérico, 60$ de diglicerol e sendo o restante condensados de glicerol mais elevados, por outras palavras o mesmo emulsionante que se usou no Exemplo 2) foi aplicado num veículo consistindo numa mistura de 50$ por peso de farinha de centeio e 50$ de amido de arroz.
A razão de peso entre o éster parcial poliglicerol e a mistura de veículo foi de 25$ a 75$ por peso.
A produção total foi de 45 kg/h, adicionando-se 2,3$ de água. A temperatura do extrusor era de 1252C e a velocidade de rotação dos parafusos era de 200 r.p.m..
0 produto resultante era de alta fluidez.
Sujeitaram-se 80 g do produto a um teste de batimento na mesma mistura que se descreveu no Exemplo 2 (sendo contudo a quantidade de amido de trigo na mistura de 195 g).
Os resultados do batimento foram os seguintes:
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Peso/litro
3 minutos 5 minutos
-18Tempo de batimento
Imediatamente após a preparação
Passados 3 meses de armazenagem
10 minutos
315 g 335 g 345 g
360 g 330 g 340 g
Efectuou-se um teste de batimento adicional usando a mesma mistura e a mesma proporção, mas depois o produto de pó extrusado foi armazenado juntamente com os outros constituintes da mistura em vez de separado dos outros constituintes da mistu ra. Este teste simula as condiçães a que o produto será sujeito quando é incorporado nos produtos pré-misturados a que se adiciona somente água e ovo quando o produto vai ser usado. Os resultados do batimento foram os seguintes:
Pes o/litro
Tempo de batimento 3 minutos 5 minutos 10 minutos
Passados 3 meses de
armazenagem 370 g 365 g 340 g
> Os testes mostram que o produto tem excelentes propriedades como emulsionante e está apto a conservar essas proprieda des de modo muito satisfatório quando armazenado juntamente com constituintes de mistura da massa.
EXEMPLO 9
No mesmo equipamento extrusor que se descreveu no Exemplo 1, um emulsionante “alto mono” éster parcial de condensado glicerol consistindo de monoéster a 90% e no máximo 1% de glice rol livre, número de ácido 3πσοπ0Β5ά»κχ menor que 3, sendo os ácidos com os quais 'o glicerol foi esterificado uma mistura de ácidos monocarboxílicos saturados, foi aplicado em amido
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de arroz como veículo. A razão de peso entre o emulsionante e o veículo era de 35/ por peso do emulsionante e 65/ do amido de arroz.
A produção total foi de 45 kg/h, adicionando-se 1,5/ de água. A temperatura do extrusor era de 1352C, e a velocidade de rotação dos parafusos era 200 r.p.m.. 0 produto de alta flui dez resultante é apropriado para se usar em massas de levedura e produtos em pasta como sejam esparguete.

Claims (11)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1 - Processo de preparação de um produto em pó que, de modo substancial, tem alta fluidez, incluindo a mistura de uma ou várias substâncias tensioactivas aplicadas num ou mais veícju lo em particulas, numa quantidade de pelo menos 10/ por peso, calculada sobre o peso do produto com a condição de o veículo não consistir de sacarose; sujeitando-se a mistura a extrusão ou tratamento equivalente.
  2. 2 - Processo de preparação de produto de acordo com a reivindicação 1, em que a substância ou substâncias tensioactivas, incluem uma substância tensioactiva de carácter lipídico.
  3. 3 - Processo de preparação de produto de acordo com a reivindicação 2, em que a substância ou substâncias tensioactivas incluem um agente tensioactivo para a melhoria dos alimentos, como seja um agente melhorador da massa, um emulsionante da massa, um agente de efeito anti-pegajoso, um agente de melho ria de ligação da água com os alimentos, um agente de aeração para utilização na indústria de alimentos ou padaria, um emulsionante para gelados, um emulsionante para alimentos delicados, um agente modificador do crescimento de cristais para se usar em pastelaria, um agente tensioactivo farmacêutico e/ou um agente tensioactivo cosmético.
  4. 4 - Processo de preparação de produto de acordo com a reivindicação 3, em que a substância ou substâncias tensioactivas, incluem um emulsionante que é um éster parcial de um álcool
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    -20polihídrico como sejam etileno glicol ou glicerol ou de um con densado de etileno glicol ou glicerol, um açúcar, ou sorbitol, com um ácido gordo comestível e, por opção, com ácido láctico, ácido cítrico, ácido málico, ácido tartárico ou ácido acético ou uma mistura desses ésteres.
  5. 5 - Processo de preparação de produto de acordo com a reivindicação 4, que compreende adicionalmente à substância ou substâncias tensioactivas um éster parcial de propileno glicol e/ou um condensado de propileno glicol com um ácido gordo.
  6. 6 - Processo de preparação de produto de acordo com qualquer das reivindicações 1-5, em que o veiculo ê de origem vegetal.
  7. 7 - Processo de preparação de produto de acordo com a reivindicação 6, em que o veículo é seleccionado de farinhas, amidos, mono- e dissacarídeos e pentosanos e suas misturas, e por opção com uma mistura de material fibroso de origem vegetal.
  8. 8 - Processo de preparação de produto de acordo com qualquer das reivindicações 3-7, em que o veículo contém ou consiste de amido, em especial um veículo seleccionado de amidos ou farinhas de tubérculos como seja amido de batata, amido de batata doce e amido de inhame, amido de sagu, farinha de le guminosas e farinha de ervilhas, amidos ou farinhas de cereais como sejam amido de arroz, amido de trigo, amido de centeio, amido ds cevada, amido ds aveia, farinha de arroz, farinha de trigo, farinha de centeio, farinha de cevada, farinha de aveia e amido de milho, maltodextrinas, dextrose, frutose e suas mis turas.
  9. 9 - Processo de preparação de produto de acordo com a reivindicação 1 , em que a percentagem em peso da substância
    ou substâncias tensioactivas é da ordem de 10-60$ siomo seja 10-50$, de preferência 15-50$, como 20-50$, em especial 15-40$ calculada sobre o peso total da substância ou substâncias tensioactivas e do veículo.
  10. 10 - Processo de.acordo com qualquBr das reivindicações:
    |ρψ.·,
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    -21anteriores, em que a temperatura da mistura sujeita a extrusão é da ordem de 1002C-1803C, em especial 110-1500C, de preferência 1209-1402C.
  11. 11 - Processo de acordo com quaisquer reivindicaçães anteriores, em que a mistura sujeita a extrusão tem um conteúdo livre de água de 1-30$, em especial 5-25$.
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