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BRPI1100168A2 - processo e dispositivo para equilibrar o desbalanceamento em uma roda de bicicleta - Google Patents

processo e dispositivo para equilibrar o desbalanceamento em uma roda de bicicleta Download PDF

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Publication number
BRPI1100168A2
BRPI1100168A2 BRPI1100168-2A BRPI1100168A BRPI1100168A2 BR PI1100168 A2 BRPI1100168 A2 BR PI1100168A2 BR PI1100168 A BRPI1100168 A BR PI1100168A BR PI1100168 A2 BRPI1100168 A2 BR PI1100168A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
station
balancing
applicator head
bicycle wheel
compensation
Prior art date
Application number
BRPI1100168-2A
Other languages
English (en)
Inventor
Andreas Peinelt
Wilhelm Weyrich
Original Assignee
Schenck Rotec Gmbh
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Schenck Rotec Gmbh filed Critical Schenck Rotec Gmbh
Publication of BRPI1100168A2 publication Critical patent/BRPI1100168A2/pt
Publication of BRPI1100168B1 publication Critical patent/BRPI1100168B1/pt

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    • GPHYSICS
    • G01MEASURING; TESTING
    • G01MTESTING STATIC OR DYNAMIC BALANCE OF MACHINES OR STRUCTURES; TESTING OF STRUCTURES OR APPARATUS, NOT OTHERWISE PROVIDED FOR
    • G01M1/00Testing static or dynamic balance of machines or structures
    • G01M1/30Compensating imbalance
    • G01M1/32Compensating imbalance by adding material to the body to be tested, e.g. by correcting-weights
    • G01M1/326Compensating imbalance by adding material to the body to be tested, e.g. by correcting-weights the body being a vehicle wheel
    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B23MACHINE TOOLS; METAL-WORKING NOT OTHERWISE PROVIDED FOR
    • B23PMETAL-WORKING NOT OTHERWISE PROVIDED FOR; COMBINED OPERATIONS; UNIVERSAL MACHINE TOOLS
    • B23P21/00Machines for assembling a multiplicity of different parts to compose units, with or without preceding or subsequent working of such parts, e.g. with programme control
    • GPHYSICS
    • G01MEASURING; TESTING
    • G01MTESTING STATIC OR DYNAMIC BALANCE OF MACHINES OR STRUCTURES; TESTING OF STRUCTURES OR APPARATUS, NOT OTHERWISE PROVIDED FOR
    • G01M1/00Testing static or dynamic balance of machines or structures
    • G01M1/30Compensating imbalance
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Abstract

PROCESSO E DISPOSITIVO PARA EQUILIBRAR O DESBALANCEAMENTO EM UMA RODA DE BICICLETA. A presente invenção refere-se a um processo para equilibrar um desbalanceamento em uma roda de bicicleta com um aro e um pneu, o desbalanceamento da roda de bicicletas será medido em uma estação medidora de desbalanceamento (10), a roda da bicicleta, na estação medidora de desbalanceamento (10), será girada para uma posição de ângulo de giro definida e a posição de ângulo de giro definida e os dados de equilíbrio serão transmitidos para um conjunto de comando (16) para o controle de um cabeçote aplicador (131) de uma estação de equilíbrio (13, 14), a roda da bicicleta será transportada desde a estação medidora de desbalanceamento (10), até a estação de equilíbrio (13, 14) com o auxílio de uma garra (123), montada em um conjunto de manipulação (12), sendo mantida de modo centrado na estação de equilíbrio (13, 14), sendo que um elemento de equilíbrio, revestido em uma face com adesivo, e que possui a massa determinada na estação medidora de desbalanceamento (10) será introduzido no cabeçote aplicador (131) da estação de equilíbrio (13, 14) e a roda da bicicleta e/ou o cabeçote aplicador (131), na dependência do conjunto de comando (16), será de tal modo girado que o elemento de equilíbrio alcança no compartimento oco do aro o plano de equilíbrio e, na posição de fixação, alcança a superfície de fixação, prendendo o elemento de equilíbrio por compressão com cola na face de fixação.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSO E DISPOSITIVO PARA EQUILIBRAR O DESBALANCEAMENTO EM UMA RODA DE BICICLETA"
A presente invenção refere-se a um processo e a um dispositivo para equilibrar o desbalanceamento em uma roda de bicicleta com um aro e um pneu, pela fixação, por meio de colagem, de ao menos de um elemento de desbalanceamento em uma face de fixação do aro.
Um processo e um dispositivo da espécie indicada passou a ser conhecido do documento JP 05 107144 A de acordo com o processo conhe- cido, a roda da bicicleta, após a sua montagem, será transportada para uma estação de medição de desbalanceamento e a massa e a posição de fixação para o elemento de equilíbrio serão determinados. Os dados serão transferi- dos para um conjunto de comando que controlam um dispositivo para produ- ção e aplicação de um desbalanceamento adequado. Enquanto que o ele- mento de equilíbrio de desbalanceamento é separado de uma cinta de mate- rial, sendo revestida com uma cinta de colagem dupla, a roda da bicicleta será mantida por um robô de transporte na superfície de atarraxamento do aro, sendo transportado da estação de medição do desbalanceamento até uma estação de equilíbrio, onde a roda é protendida de tal maneira em uma posição vertical que a posição de fixação para o elemento de equilíbrio se encontra em um ponto determinado. O elemento de equilíbrio preparado se- rá capitado por um robô de aplicação na estação de desbalanceamento pela introdução girada de uma perfuratriz no elemento de equilíbrio, sendo trans- portado até a retenção e colado no lado externo ou divido no lado externo e no lado interno na borda do aro. Em seguida, a roda, na qual foi aplicado o elemento de equilíbrio, será transportada pelo robô de transporte para uma esteira de transporte de remoção.
O processo conhecido é destinado para aplicação de elementos de equilíbrio na borda do aro de bicicletas e não para fixação de elementos de compensação no compartimento oco do aro. O processo conhecido é conformado para o equilíbrio do desbalanceamento é apenas um plano e exigira muito tempo para um equilíbrio de um desbalanceamento em dois planos.
O objetivo da invenção é propor um processo da espécie inicial- mente mencionada que possibilita um equilíbrio do desbalanceamento parci- almente automático ou totalmente automático ou em um curto espaço de tempo, sendo um processo seguro. O processo deve ser adequado para a compensação do desbalanceamento em um ou dois planos. Além disso, a invenção tem como objetivo criar um dispositivo vantajoso para concretiza- ção do processo.
Com relação ao processo, a tarefa será solucionada pelos pas- sos processuais indicados na reivindicação 1. Conformações vantajosas do processo são indicadas nas reivindicações de 2 a 9. Com relação ao disposi- tivo, a tarefa mencionada será solucionada por um dispositivo com as carac- terísticas indicadas na reivindicação 10. Nas reivindicações 11 até 17 são indicadas modalidades vantajosas do dispositivo.
O processo de acordo com a invenção abrange os seguintes passos:
Medição do desbalanceamento da roda de bicicleta em uma es- tação medidora de desbalanceamento e produção de dados de equilíbrio que indicam a massa e a posição da fixação de ao menos um elemento de equilíbrio com relação ao menos a um plano de equilíbrio e um diâmetro de uma face de fixação no compartimento oco do aro;
Giro da roda da bicicleta na estação medidora de desbalancea- mento em uma posição de ângulo de giro definida e transmissão da posição de ângulo de giro definida e dos dados de equilíbrio para um conjunto de comando, visando controlar um cabeçote aplicador com dois encaixes para pesos de balanceamento de uma estação de equilíbrio;
Transporte da roda da bicicleta da estação medidora do desba- lanceamento até uma estação de equilíbrio com o auxílio de uma garra mon- tada em um conjunto de manipulação que segura o pneu da roda da bicicleta pela parte externa, centralizando a roda da bicicleta na estação de equilíbrio onde mantém presa a roda e transmissão da posição de ângulo de giro defi- nida da roda da bicicleta para a estação de equilíbrio; Inserção de um elemento de equilíbrio revestido, em um lado, com cola que possui a massa determinada na estação medidora de desba- lanceamento, em cada um dos dois encaixes da estação de equilíbrio.
Movimentação axial da roda da bicicleta e/ou do cabeçote apli- cador e giro e do cabeçote de ajuste na dependência do conjunto de coman- do de tal maneira que o elemento de equilíbrio alcança o compartimento oco do aro no plano de equilíbrio e a posição de fixação na face de fixação e fi- xação de um dos elementos de fixação por compressão do lado revestido com cola contra a face de fixação do aro;
Giro e alinhamento do cabeçote aplicado e da roda da bicicleta em sentido recíproco relativo, de tal modo que o segundo elemento de com- pensação alcança a posição de fixação no segundo plano de compensação, e fixação do segundo elemento de compensação,por compressão da face, revestida com cola, contra a face de fixação do ar;
Transporte da roda de bicicleta balanceada da estação de equi- líbrio até um conjunto transportador que realiza o transporte continuado e transferência da roda da bicicleta balanceada para o conjunto de remoção através do conjunto de manipulação.
No processo de acordo com a invenção, a roda da bicicleta será mantida com o auxílio de uma garra na parte externa junto da face de rola- mento do pneu, com o que é viabilizada uma manipulação simples, sendo evitadas desvantagens na aplicação da roda na face de atarraxamento. O compartimento interno na gamela do aro oferece assim livre acesso para introdução de um cabeçote de ajuste que também prende vários elementos de equilíbrio, de maneira que com reduzido tempo pela introdução única do cabeçote de ajuste na gamela do aro da roda em um ou dois planos de equi- líbrio podem ser aplicados elementos de equilíbrio. Outra vantagem do pro- cesso de acordo com a invenção resulta pelo fato de que a roda da bicicleta na estação de equilíbrio é mantida e centralizada pelo conjunto de manipula- ção de maneira que não são necessários dispositivos retentores adicionais. Também o movimento relativo axial da roda da bicicleta e do cabeço aplica- dor pode ser produzido pela movimentação axial da garra do conjunto de manipulação quando o conjunto de manipulação, por exemplo, um robô de eixos múltiplos, dispuser desta função de movimentação. Além disso, o ca- beçote aplicador pode estar provido de um acionamento regulador pelo qual pode ser axialmente posicionado.
Para poder realizar o equilíbrio em dois planos de equilíbrio de modo especialmente simples e rápido, pode ser previsto, além disso, que o cabeçote aplicador apresente dois encaixes para elementos de equilíbrio. Os encaixes podem ter uma distância axial entre si que corresponde à distância dos planos de equilíbrio. Desta maneira, após o posicionamento axial do ca- beçote de ajuste no compartimento oco da roda de bicicleta em um passo e eventualmente sem outro deslocamento axial da roda ou do cabeçote de ajuste, poderá ser seguidamente fixado em cada plano de equilíbrio o ele- mento de equilíbrio para tanto destinado.
Segundo outra proposta da invenção, está prevista que para a 1compensação do desbalanceamento seja usada uma primeira estação de equilíbrio com um primeiro cabeçote de ajuste e uma segunda seção de e- quilíbrio com um segundo cabeçote aplicador, sendo que em sequencia ro- das das bicicletas a serem equilibradas serão transportadas pelo conjunto de manipulação alternadamente para a primeira e para a segunda estação de equilíbrio e durante o equilíbrio são mantidas na respectiva estação de equi- líbrio. Pela disposição de duas estações de equilíbrio, o tempo de cadencia- mento para a compensação do desbalanceamento de rodas de bicicletas pode ser consideravelmente reduzido, porque durante a aplicação dos ele- mentos de equilíbrio em uma roda da bicicleta, na primeira estação de equi- líbrio, o cabeçote aplicador pode ser provido na outra estação de ajuste com elementos de equilíbrio para a roda da bicicleta subsequente e que acaba de ser medida. Para reduzir o tempo do cadenciamento também poderá contri- buir que a roda da bicicleta, mediante preservação de uma posição de ângu- lo de giro definido, seja transportada da estação medidora do desbalancea- mento para uma estação transferidora, sendo nela centrado e com o auxílio da garra montada no conjunto de manipulação seja captada em sentido cên- trico, sendo em seguida transportado pela estação de transferência até a estação de equilíbrio. Pela disposição de uma estação de transferência tor- na-se possível, independente do ritmo de trabalho do conjunto de manipula- ção, remover uma roda já medida mais cedo da estação medidora do desba- lanceamento, transportando a próxima roda da bicicleta para a estação me- didora do desbalanceamento.
O ganho de tempo pela disposição de duas estações de equilí- brio também possibilita usar estações de equilíbrio que contém uma varie- dade de elementos de equilíbrio de diferentes massas ou tipos, sendo que por um operador, baseado nos dados do equilíbrio da estação medidora do desbalanceamento, são selecionados os elementos de equilíbrio determina- dos para o equilíbrio, sendo introduzidos no cabeçote de ajuste. Neste pro- cesso, o cabeçote de ajuste será deslocado em uma região de trabalho pro- tegida do operador. Da mesma maneira, o processo de acordo com a inven- ção também poderá ser realizado com a estação de equilíbrio que possui um dispositivo de seccionamento automático, o qual, na dependência dos dados do equilíbrio, seccionado elementos de equilíbrio adequados de uma cinta de material, sendo que o cabeçote de ajuste para receber um elemento de equilíbrio seccionado será aproximado do dispositivo de seccionamento e, em seguida, será movido para a posição de aplicação.
O processo de acordo com a invenção poderá ser realizado com diferentes conjuntos de manipulação. O conjunto de manipulação poderá ser conformado de tal modo que a garra, no transporte da roda da bicicleta, rea- lize o movimento linear na direção da estação de equilíbrio, quando a posi- ção de ângulo de giro definida e aplicada na estação medidora do desbalan- ceamento, durante o transporte para a estação de equilíbrio, é preservada. Por outro lado, o conjunto de manipulação, por exemplo, um robô de braço giratório, no transporte da roda da bicicleta até a estação de equilíbrio, pode- rá realizar o movimento de giro ao redor de um eixo vertical, sendo que o ângulo de giro registra o movimento de giro de um conjunto de comando, sendo usado para calcular a posição da posição de ângulo de giro definida na estação de equilíbrio.
Um dispositivo vantajoso para realização do processo abrange, de acordo com a invenção, uma estação medidora de desbalanceamento para medir o desbalanceamento da roda de bicicleta e para produzir dados de equilíbrio, os quais indicam a massa e a posição de fixação de ao menos um emento de equilíbrio com relação ao menos ao um plano de equilíbrio e um diâmetro de uma superfície de fixação no compartimento oco do aro, com um conjunto de manipulação e uma garra nele integrada para transpor- te da roda da bicicleta medida até uma estação de equilíbrio, sendo que a garra está conformada para prender o aro da roda pela parte externa e o conjunto de manipulação está conformado para centralizar a roda da bicicle- ta dentro da estação de equilíbrio, ali mantendo a roda, e com um conjunto para a transmissão da posição de ângulo de giro definida e os dados de e- quilíbrio para um conjunto de comando, visando o comando da estação de equilíbrio sendo que a referida estação de equilíbrio possui um cabeçote de ajuste com um encaixe para ao menos um elemento de equilíbrio, dimensio- nado de tal maneira que pode penetrar no compartimento oco do aro e que por meio de um acionamento de giro, que pode ser controlado pelo conjunto de comando, pode ser girado para uma posição de fixação aleatória na face de fixação e com um conjunto compressão que pode ser ativado pelo con- junto de comando, previsto para comprimir o elemento de equilíbrio contra a face de fixação do aro.
No dispositivo de acordo com a invenção, verifica-se o posicio- namento e a retenção da roda da bicicleta na estação de equilíbrio com o auxílio do conjunto de manipulação, com o que esforço de construção para a estação de equilíbrio pode ser consideravelmente reduzido. O conjunto de manipulação também pode ser conformado para movimentar a roda da bici- cleta diante do cabeçote de ajuste em direção axial, a fim de fazer o seu ali- nhamento para os dois planos de compensação diante do cabeçote do ajuste.
Segundo outra proposta da invenção, poderá ser previsto que o encaixe para os elementos de equilíbrio do cabeçote aplicador esteja mon- tado em um carro que é mantido em uma condução retilínea de um compo- nente de suporte e que por um acionamento regulador controlável pode ser movimentado ao longo da trajetória retilínea, sendo que esta trajetória retilí- nea está alinhada em paralelo para com o eixo de giro do cabeçote de ajus- te. Com esta conformação torna-se possível movimentar o encaixe para o elemento de equilíbrio no cabeçote de ajuste para o respectivo plano de e- quilíbrio, enquanto que a roda da bicicleta é mantida pelo conjunto de mani- pulação em uma posição definida. Também para o ajuste axial da posição do encaixe em relação à roda da bicicleta ou diante de um segundo encaixe, previsto no cabeçote de ajuste, poderá servir esta conformação.
Outra modalidade da invenção pode residir em que na seção de suporte do cabeçote de ajuste esteja previsto um primeiro encaixe para o menos um elemento de equilíbrio e no lado oposto, em relação ao eixo do primeiro encaixe, esteja previsto um segundo encaixe para ao menos um elemento de equilíbrio sendo que os encaixes podem ser movimentados por meio de um conjunto de compressão, ativável pelo conjunto de comando, destinado a comprimir o elemento de equilíbrio. Pela disposição de dois en- caixes, convenientemente apresentando uma distância recíproca em direção axial, correspondendo à distância dos planos de equilíbrio, a aplicação de elementos de equilíbrio nos dois planos de equilíbrio pode ser realizada de modo especialmente simples e rápido, já que se torna necessário apenas um posicionamento axial do cabeçote aplicador relativamente à roda da bici- cleta para ambos os planos de equilíbrio.
Segundo outra proposta da invenção, o encaixe do cabeçote de ajuste poderá apresenta ruma parede curvada com uma região marginal curvada em forma circular que se estende a uma distância constante a partir do eixo, sendo que no lado interno da região marginal estão presas várias placas de fixação de alinhamento radial, nas quais estão dispostas Iinguetas fixadoras elásticas de modo girável, sendo que no lado externo das placas de montagens, afastada em relação ao eixo, está previsto uma régua de compressão curvada, a qual possui no lado externo uma face de encosto cilíndrica e ali limítrofe possui uma nervura saliente para o exterior, sendo que as Iinguetas fixadoras com suas extremidades ultrapassam de tal manei- ra a régua de compressão curvada para o exterior que as suas extremidades se encontram opostas à nervura.
Em uma extremidade circunferencial da régua de compressão curvada pode, além disso, estar disposto uma alavanca fixadora de dois bra- ços que está oposta com uma extremidade de fixação a uma nervura salien- te para o exterior da régua de compressão e por um cilindro de deslocamen- to controlável pode ser movida para uma posição de fixação que prende um elemento de equilíbrio, podendo ser movido para uma posição de liberação. Com o auxílio da alavanca de fixação, um elemento de equilíbrio ao ser re- cebido de um dispositivo de seccionamento, poderá ser capitado de modo ativo e mantido de forma confiável.
Para reduzir o tempo do cadenciamento, o dispositivo de acordo com a invenção pode apresentar duas estações de equilíbrio, ambas situa- das na região de trabalho do conjunto manipulador. Além disso, poderá estar prevista uma estação de transferência que por um conjunto transportador está unido com a estação medidora de desbalanceamento, sendo que o con- junto de transporte está conformado para transportar uma roda de bicicleta sem alterar a sua posição de ângulo de giro desde uma estação medidora de desbalanceamento até a estação de transferência.
Além disso, o dispositivo pode ter um conjunto de seccionamen- to automático com uma alimentação para uma sinta de material, um conjunto de seccionamento, o qual, na dependência dos dados de equilíbrio, corta elementos de equilíbrio adequados da sinta de material, sendo que o cabe- çote de ajuste possui um dispositivo de movimentação controlável, pelo qual o cabeçote aplicador pode ser aproximado do dispositivo de seccionamento para a aplicação de elementos de equilíbrios seccionados. Desta maneira, é viabilizado um equilíbrio de desbalanceamento integralmente automático de rodas de bicicletas.
Em seguida, a invenção será explicitada com base em exemplos de execução representados no desenho. As figuras mostram:
figura 1 - um conjunto para equilibrar o desbalanceamento de rodas de bicicleta com duas estações de equilíbrios semiautomáticas,
figura 2 - uma instalação totalmente automática para o equilíbrio do desbalanceamento de rodas de bicicleta,
figura 3 - vista em perspectiva de um cabeçote aplicador de uma estação de equilíbrio de acordo com a invenção,
figura 4 - outra vista em perspectiva do cabeçote aplicador de acordo com a figura 3,
figura 5 - corte parcial do cabeçote de ajuste de acordo com a figura 3,
figura 6 - fixação de um elemento de equilíbrio em uma roda de bicicleta,
figura 7 - dispositivo de seccionamento de acordo com a invenção.
A instalação, mostrada na figura 1, faz parte de um trem de pro- dução de rodas de bicicletas 2 completas, consistindo, essencialmente, de um aro 3 e de um pneu 4 que envolve o aro 3. As rodas da bicicleta 2 serão montadas em uma linha de montagem e depois, por meio de um dispositivo de transporte, serão conduzidos para a instalação 1. A instalação 1 abrange uma estação medidora de desbalanceamento 10, uma estação de transfe- rência 11, um conjunto de manipulação 12, duas estações de equilíbrio 13, 14 e uma estação de transporte para remoção 15. A estação medidora de desbalanceamento 10 forma a entrada da instalação. Aqui, as rodas das bi- cicletas já montadas serão aproximadas em posição deitada, sendo que o lado externo das rodas da bicicleta aponta para cima.
A estação medidora de desbalanceamento 10 possui tradicio- nalmente um conjunto de esteira transportadora 101 para alimentação e re- moção das rodas de bicicleta 2, conjuntos de centragem 102, um fuso medi- dor 103 motorizado com eixo vertical e conjuntos medidores não mostrados, os quais registram os valores de medição necessários, de acordo com a po- sição e tamanho, para a determinação do desbalanceamento. Está alocado para a estação medidora de desbalanceamento 10 um conjunto central 16 que contém um circuito avaliador para avaliação dos dados medidos e para gerar dados de equilíbrio, contendo a massa e a posição da fixação dos e- lementos de equilíbrio a serem aplicadas para equilibrar o desbalanceamen- to. Além disso, a unidade central 16 contém conjuntos de comando para a estação medidora do desbalanceamento 10 bem como outros dispositivos e estações da instalação.
Para a medição do desbalanceamento, será recebida pelo fuso medidor 103 uma roda de bicicleta 2 introduzida na estação medidora de desbalanceamento 10 em posição centrada, sendo acelerada para as rota- ções de medição, sendo novamente freada e após o giro em uma posição de ângulo de giro definida será transportado pela esteira transportadora 101, preservando a posição de ângulo de giro, até a estação de transferência 11. Simultaneamente, os dados medidos, que foram obtidos durante o processo da medição, de parte do conjunto do circuito avaliador da unidade central 16 serão processados, sendo produzidos dados para o equilíbrio do desbalan- ceamento e sendo transmitidos para as estações de equilíbrio 13, 14. Na estação de transferência 11, a roda de bicicleta 2b alimentada será centrali- zada e mantida até que seja apanhada pelo conjunto manipulador 12.
Na instalação mostrada na figura 1, o conjunto de manipulação 12 é um robô de braço articulado 121 girável ao redor de um eixo elevado, com um braço de robô 122 girável ao redor de um eixo horizontal, que pos- sui uma garra 123 de quatro braços. O robô do braço articulado 121 possui um conjunto de comando 124 e está entrelaçado com a unidade central 16 e comanda o robô do braço articulado 121 na dependência da unidade central 16. A versão do conjunto de manipulação 12 não está restrita a um robô de braço articulado. Ao invés desta unidade, pode, por exemplo, também ser prevista uma chamada garra de portal.
As estações de equilíbrio 13, 14 contêm um cabeçote aplicador 131, a seguir descrito mais detalhadamente, tendo encaixes para vários e- lementos de equilíbrio. O cabeçote aplicador 131 pode ser girado ao redor de um eixo vertical com o auxílio de um acionamento regulador controlável, ocupando uma posição de fixação aleatória. A introdução dos elementos de equilíbrio no cabeçote de ajuste 131 se verifica nas estações de equilíbrio 13, 14 por um operador 20 que retira o elemento de equilíbrio, destinado ao equilíbrio, de um recipiente de reserva 18 que contém uma variedade de e- lementos de equilíbrio de diferente tamanhos. A introdução dos elementos de equilíbrio no cabeçote aplicador 131 da respectiva estação de equilíbrio 13, 14 verifica-se alternadamente sempre em uma das duas estações de compensação 13, ou seja, 14, ao passo que a outra das duas estações de compensação 14, 13, faz a montagem de elementos de equilíbrio em uma roda da bicicleta.
Na representação da figura 1, se verifica a aplicação de elemen- tos de equilíbrio na estação de equilíbrio 13. Para tanto, o cabeçote aplica- dor 131 da estação de equilíbrio 13, montado em um carro, sob o recipiente de reserva 18 será deslocado para uma região de trabalho 19 protegida, de maneira que o operador 20 pode colocar, sem perigo, os elementos de equi- líbrio no cabeçote de ajuste 131. O tamanho dos elementos de equilíbrio a serem aplicados no operador 20 verificará com base nos dados de equilíbrio transmitidos pelas unidades central 16 e referentes à roda de bicicleta 2b, ainda existente dentro da estação de transferência 11. Os dados de equilí- brios serão mostrados para o operador 20 em um display. Após a introdução dos elementos de equilíbrio, o operador 20, ao apertar uma tecla, libera o cabeçote de ajuste 131, com o que este será deslocado para a posição de trabalho 21 na área de trabalho do conjunto de manipulação 12 no lado tra- seiro do recipiente de reserva 18.
Na posição de serviço mostrada na fig. 1, o conjunto de manipu- lação 12 está ocupado com uma roda de bicicleta 2a que é mantida pelo conjunto de manipulação 12 neste momento em posição centrada na esta- ção de equilíbrio 14, enquanto que o cabeçote de ajuste da estação equilí- brio 14 prende elementos de equilíbrio na face anelar interna do aro da roda da bicicleta 2a.
Depois de os elementos de equilíbrio estarem presos na estação de equilíbrio 14 na roda 2a, o conjunto de manipulação 12 levanta a roda 2a em tal extensão que fica liberada do cabeçote de ajuste e coloca a roda 2a no conjunto transportador de remoção 15 que, neste ínterim já acabou de avançar a roda 2 ainda existente na posição de serviço mostrada na figura 1. Após a deposição da roda 2a, o conjunto de manipulação 12 movimenta a garra 123 para uma posição excêntrica na estação de transferência 11 e prende ali, de modo cêntrico, a roda da bicicleta 2b nas faces externas do pneu. Do conjunto de manipulação 12, a roda 2b será depois transportada pela estação de transferência 11 até a estação de equilíbrio 13, sendo cen- trada, abaixada sobre o cabeçote aplicador 131, de maneira que os elemen- tos de equilíbrio existentes no cabeçote aplicador 131 se encontram nos pla- nos de equilíbrio da roda da bicicleta. O ângulo de giro, que é atravessado pelo conjunto manipulador 12 ao redor do seu eixo elevado, será transmitido pelo conjunto de comando 124 da unidade central 16. Ao calcular as posi- ções de ângulo do cabeçote aplicador 131 para a fixação dos elementos de equilíbrio, o ângulo de giro será somado com a posição de ângulo de giro definida da roda da bicicleta 2b. Seguidamente, o cabeçote aplicador 131 será comandado até a posição de ângulo calculada e os elementos de equi- líbrio serão colados na roda da bicicleta 2b. Durante este processo, o cabe- çote aplicador 131 da estação de equilíbrio 14 se encontra a estação de tra- balho 19 do operador 20 e pode por este receber os elementos de equilíbrio já determinados para próxima roda de bicicleta na estação medidora de des- balanceamento.
Fica demonstrado que com a instalação 1 mostrada e descrita na figura 1, pode ser logrado um equilíbrio de desbalanceamento semiauto- mático, que também possibilita, em conexão com o ajuste manual dos ele- mentos de equilíbrio, um tempo de cadenciamento reduzido.
A figura 2 apresenta uma instalação 5 integralmente automática para o equilíbrio de desbalanceamento de rodas de bicicleta. A instalação 5 abrange uma estação medidora de equilíbrio 10, uma estação de transferên- cia 11, um conjunto de manipulação 12 com um captador 123, uma única estação de equilíbrio 23 e um conjunto removedor 15. Entre a estação de desbalanceamento 10 e a estação de transferência 11, na instalação 5, está também disposto um conjunto de limpeza 24 no qual são limpas as faces de fixação para a colagem dos elementos de equilíbrio a fim de garantir melhor aderência dos referidos elementos de equilíbrio.
Adjacente à estação de equilíbrio 23, na instalação 5, está pre- visto um conjunto de seccionamento 25 automático, o qual, controlado por uma unidade central 16 na dependência dos dados de equilíbrios medidos, produz elementos de equilíbrio na medida exata, introduzindo-as em um ca- beçote aplicador 231 da estação de equilíbrio 23. Os elementos de equilíbrio no caso serão seccionados por uma cinta de metal 251 no comprimento a- dequado cinta esta que desenrolada de uma bobina 252 sendo conduzida para o dispositivo de seccionamento 25. A cinta de material possui preferen- cialmente uma seção transversal retangular e consiste de um material de alta densidade, por exemplo, uma liga de metal. Em um lado largo, a cinta de material 251 possui uma camada de adesivo. A camada de adesivo está recoberta com uma fita protetora de parede delgada que pode ser facilmente removida da camada do adesivo. No dispositivo de seccionamento 25 a tira de cobertura será removida da cinta de material 252, de maneira que com os elementos de equilíbrio seccionados e introduzidos no cabeçote aplicador 231, a camada de adesivo está liberada e para a fixação dos elementos de equilíbrio poderá ser posta em contacto com a face de fixação no aro da ro- da da bicicleta.
Para evitar tempos de paralisação quando estiver exaurida a ca- pacidade da bobina 252, o dispositivo de seccionamento 25 é conformado em tal sentido que a cinta de material 251 também poderá ser alimentada e processada a partir de uma segunda bobina 253. Desta maneira, sem uma interrupção significativa do serviço, poderá ser feita a troca de uma bobina para outra, restando bastante tempo para substituir uma bobina exaurida.
O cabeçote aplicador 231 da estação de equilíbrio 23 está mon- tado em um carro 230 motorizado cuja movimentação é controlada pelo con- junto central 16. Com o auxílio do carro 230, o cabeçote de ajuste 231 pode ser bem aproximado do conjunto de seccionamento 25, de tal maneira que os elementos de equilíbrio podem ser introduzidos a partir dos dispositivos de seccionamento 25 nos encaixes dos cabeçotes aplicadores 231. Neste processo de inserção, o cabeçote de ajuste 231 é simultaneamente girado ao redor do seu eixo, com o que é assegurado que também elementos de equilíbrio mais longos podem ser introduzidos em todo seu comprimento de modo uniforme dentro do encaixe do cabeçote aplicador 231, encostando com sua face dorsal no cabeçote de ajuste. Após a introdução dos elemen- tos de equilíbrio, o carro 230 desloca o cabeçote aplicador de volta para a posição básica, prevista para aplicação dos elementos de equilíbrio, que é acessada pelo conjunto manipulador 12 com a roda de bicicleta a ser equili- brada.
Na operação da instalação 5, mostrada na figura 2, as rodas de bicicleta 2 serão conduzidas para a estação medidora de desbalanceamento 10, onde são medidas e depois transportadas, em posição de ângulo de giro definido, até a estação de limpeza 24 e, em seguida, pra a estação de trans- ferência 11. Ao mesmo tempo, pela unidade central 16 serão calculados os dados de equilíbrio, e na dependência dos dados de equilíbrio, o dispositivo de seccionamento 25 e cabeçote de ajuste 231 serão de tal modo ativados que sejam aplicados elementos de equilíbrio de tamanho aplicado no cabe- çote aplicador 231. O conjunto de manipulação 12 buscará, depois, a roda da bicicleta da estação de transferência 11 e a transfere através do cabeçote aplicador 231 até a posição prevista para a fixação dos elementos de equilí- brio. O cabeçote de ajuste 131 será depois virado para a respectiva posição de fixação e o elemento de equilíbrio será comprimido por um movimento radial do cabeçote de ajuste 231 contra a face de fixação da roda da bicicle- ta. Em seguida, o conjunto de manipulação 12 posiciona a roda da bicicleta no conjunto removedor 15 e estará novamente pronto para buscar a próxima roda de bicicleta da estação transferidora 11.
As figuras 3 e 4 mostram um cabeçote aplicador 28 para a apli- cação de elementos de equilíbrio em uma face interna essencialmente cilín- drica do aro de uma roda de bicicleta. O cabeçote aplicador 28 possui uma seção de suporte 29 que está preso em uma placa básica 30 e se estende em sentido ascendente em direção ortogonal para com a placa básica 30. Em lados reciprocamente opostos, em posição oposta no componente de suporte 21, estão previstos dois encaixes 31, 32 para os elementos de equi- líbrio. Os encaixes 31, 32 possuem corpos retentores 33, 34 que nos seus lados, afastados em relação à placa básica 30, suportam paredes 35, 36 que tenha o formato de segmentos de uma parede anelar em forma de cone ob- tuso, cujo diâmetro cresce com crescente distanciamentos dos corpos reten- tores 33, 34. Nas suas livres bordas, as paredes 35, 36 possuem réguas de compressão 37, 38 dobradas salientes em sentido radial para ao exterior e que formam, com os seus lados externos, fáceis de encosto 39, 40 cilíndri- cas para elementos de equilíbrio 41. Na sua borda superior externa, as ré- guas de compressão 37, 38 possuem nervuras 42, 43 salientes para o exte- rior que servem com os seus lados inferiores para retenção lateral dos ele- mentos de equilíbrio 41. Na borda inferior das réguas de compressão 37, 38 estão previstos linguetas fixadoras 44 elásticas cujas extremidades estão opostas as nervuras 42, 43. As linguetas fixadoras 44 se estendem por aber- turas em formato de fendas nas paredes 35, 36, estando montadas giráveis no lado interno das paredes 35, 36 em placas de montagem 45 de alinha- mento radial. Como pode ser visto da figura 5, entre as placas de montagem 45 estão previstas molas de pressão 47, estando apoiadas em uma parede 46 que une as placas de montagem 45. As molas de pressão 47 agem de tal modo sobre as linguetas fixadoras 44 que são comprimidas com suas ex- tremidades externas contra o lado inferior das réguas de compressão 37, 38. A distância das linguetas fixadoras 44 das nervuras 42, 43 é um pouco me- nor do que a largura dos comprimentos de equilíbrio 41. Se um elemento de equilíbrio 41 for introduzido na região de encaixe entre as nervuras 42, 43 e as linguetas fixadoras 44, as extremidades das linguetas fixadoras 44 se po- sicionam na face lateral do elemento de equilíbrio 41, sendo suspensas pe- las réguas de compressão 37. A força molar será agora transferida para o elemento de equilíbrio 41, com o que este é distendido e mantido entre as nervuras 42 e as linguetas fixadoras 44.
Para manter presos os elementos de equilíbrio 41, além disso, nas extremidades circunferenciais das paredes 35, 36, estão previstas ala- vancas fixadoras 48 de dois braços que por meio de cilindros de Ievanta- mento 49 pneumáticos podem ser movidos para uma posição de retenção e uma posição de liberação. As alavancas fixadoras 48 têm a tarefa na aplica- ção automática dos elementos de equilíbrio no cabeçote de ajuste 28, na posição aberta da alavanca de fixação 48 de fixar firmemente a extremidade inicial de um elemento de equilíbrio alimentado 41, sendo esta fixação por meio de fechamento, e durante a compressão continuada do elemento de equilíbrio 41 prover a retenção segura na área de fixação entre a nervura 42 e 43 e as Iinguetas fixadoras 44. Desta maneira, fica assegurado que o ele- mento de equilíbrio 41, no processo da aplicação, no possa deslizar, porém, recebendo a posição correta no cabeçote de ajuste 28.
Através de um elemento intermediário 51, o corpo de retenção 33 está rigidamente fixado na extremidade superior do componente de su- porte 29, distanciado da placa básica 30, através de um elemento intermedi- ário 51. Portanto, é constante a sua distância em relação à placa básica 30. Por meio de uma trajetória retilínea 52, o corpo de retenção 34 está mantido em forma móvel no componente de suporte 21 na direção do eixo longitudi- nal do componente de suporte 29. A distância do corpo de retenção 34 da placa básica 30 pode ser regulada com o auxílio de um cilindro de levanta- mento 53 pneumático, o qual, por meio de articulações, está ligado com a placa básica 30 e com a parede 36. Com esta mobilidade do corpo de reten- ção 34, a parede 36 com a régua de compressão 38 poderá ser posicionada ou de tal modo regulada em um segundo plano de equilíbrio que não se veri- fica uma colisão com um contorno de interferência da roda do veículo na compensação do desbalanceamento, com o auxílio do outro lado do cabeço- te de ajuste.
Como pode ser visto na figuras 3 e 4, no lado inferior da placa básica 30, oposta ao componente de suporte 29, está preso um carro 54 que está montado um móvel em um trilho condutor 55, paralelo para com o eixo longitudinal da placa básica 30, mostrado somente na figura 3. O trilho con- dutor 55 está preso em um divisor de giro 56, o qual com um auxílio de um acionamento giratório 57 pode ser girado em relação ao eixo de giro ortogo- nal relativamente à placa básica. Ao lado do carro 54 encontra-se um cilindro de levantamento 58 pneumático de dupla ação que também está preso no disco divisor 56. A haste de pistão do cilindro de levantamento 58 está preso por meio de uma placa 59 na placa básica 30. O cilindro de levantamento 59 pode ser movido em duas posições terminais, sendo que de uma posição terminal poderá ser feita a movimentação de uma posição terminal e da ou- tra posição terminal poderá ser feita a movimentação dos dois encostos 31, 32 na direção da parede interna do aro, a fim de que, desta maneira, ele- mentos de equilíbrio 41, mantidos nas réguas de compressão 37, 38 possam ser comprimidos contra a respectiva face de fixação de uma roda de bicicle- ta. Alternativamente, este movimento de compressão também poderá ser realizado com o auxílio do conjunto de manipulação que prende a roda da bicicleta, sendo que o cilindro de levantamento 58 pode ser empregado para limitação da força de compressão máxima.
A figura 6 apresenta a fixação de um elemento de equilíbrio 41 em uma superfície de fixação 60 no lado interno de um aro 61 de uma roda de bicicleta 62. A roda de bicicleta 61, mantida por uma garra 63 de um con- junto de manipulação, será aplicada pelo referido conjunto de manipulação por cima sobre o cabeçote aplicador 28, sendo de tal modo posicionada que a face de fixação 60 da face de colagem do elemento de equilíbrio 41, man- tido na régua de compressão 37 do cabeçote de ajuste 28, está oposta a uma reduzida distância de poucos milímetros. No caso, o cabeçote aplicador 28 já está girado para a posição de fixação prevista para o equilíbrio. Pela ativação do cilindro de levantamento 58, o cabeçote aplicador 28 será movi- mentado na direção da face de fixação 60 e inicialmente a extremidade inici- al do elemento de equilíbrio 41 será colada no aro 61. Depois, pela ativação do cilindro de levantamento 49, a alavanca de fixação 48 será liberada e por um movimento da garra 63, produzida pelo conjunto de manipulação, a roda da bicicleta 62 com sua face de fixação 60 será rolada ao longo da face de colagem do elemento de equilíbrio 41. O cabeçote aplicador 28 está parali- sado neste processo e a intensidade da força de compressão será controla- da por um sensor de força disposto no cabeçote aplicador 28.
Após a montagem do elemento de equilíbrio 41, o conjunto de manipulação movimenta a roda da bicicleta 62 inicialmente em direção radi- al, a fim de que o elemento de equilíbrio 41 seja totalmente separado do ca- beçote de ajuste 28. Em seguida, o conjunto de manipulação movimenta a roda da bicicleta 62 para uma posição adequada para prender um segundo elemento de equilíbrio 41' no segundo plano de equilíbrio da roda da bicicle- ta. Depois de o cabeçote aplicador 28 ter sido girado para a posição de fixa- ção predeterminada para o segundo plano, se repete o processo de fixação já descrito, com o que será colado o segundo elemento de equilíbrio 41', disposto na régua de compressão 38.
A figura 7 apresenta um dispositivo de seccionamento 65 vanta- joso de acordo com a invenção que está determinada para produzir elemen- tos de equilíbrio aderentes que possuem um comprimento individual, ade- quado ao respectivo processo de equilíbrio. O dispositivo de seccionamento 65 apresenta duas unidades de seccionamento 67, 67', dispostas lado a lado em uma mesa 66, os quais têm funcionamento similar, porém, são confor- mados com simetria especular. Cada unidade de seccionamento 67, 67' possui uma coluna 68 que sustenta um rolo defletor 69 e uma bobina de en- rolamento 70. A bobina de enrolamento 70 será acionada por um motor auxi- liar 71. Uma coluna 72 adjacente a coluna 68, apresenta, na sua extremida- de superior, dois rolos de avanços paralelos 73, 74, acionados por um motor auxiliar 75 com indicador de ângulo de giro. As bases de montagem dos ro- los de avanço 73, 74 estão de tal modo sujeitas por força molar que os rolos de avanços 73, 74 são de tal modo firmemente comprimidos em uma cinta de material 76, entre eles atravessada, de modo que é reduzida a fricção produzida pela compressão, desenrolando a cinta de material 76 de uma bobina e atravessando-a pelos rolos de avanço 73, 74. Essencialmente, a cinta de material 76 consiste em uma cinta de metal ou uma cinta plástica com partícula de metal embutidas de seção de metal retangular, que possui em um de seus lados largos uma camada de adesivo, recoberta por uma tira protetora 77. No lado da saída de rolos de avanço 73, 74 está previsto um trilho condutor 78 ao longo do qual é conduzida a cinta de material 76. Dian- te do trilho condutor 78 encontra-se uma face de corte 79 montada girável na coluna 72 e podendo ser ativada por um cilindro pneumático 80.
No dispositivo de seccionamento 65, a cinta de material 76 de- senrolada de uma bobina, será de tal modo introduzida que encosta com a fita protetora 77 no rolo defletor 69, do rolo de avanço 73, e do trilho condu- tor 78. A folha protetora 77 será depois aplicada ao redor da extremidade do trilho condutor 78, sendo presa para enrolamento na bobina de enrolamento 70. Para o dimensionamento exato do comprimento de um elemento de e- quilíbrio, inicialmente será produzido, por um corte com a faca de corte 79, a ponta inicial do elemento de equilíbrio a ser medido. A faca de corte 77 é de tal modo ajustada que é seccionada apenas a cinta metálica, porém, não a folha protetora 77. O segmento da cinta de metal cortado no corte será re- movida. Uma vez recortada à extremidade inicial, por meio de ativação do motor auxiliar 75, os rolos de avanço 73, 74 serão a tal ponto girados na di- reção de avanço que o ângulo de giro corresponde a um comprimento cir- cunferencial dos rolos de avanço 73, 74, que é igual ao comprimento dese- jado do elemento de equilíbrio a ser cortado. Ao mesmo tempo, pela ativa- ção do motor auxiliar 71, a bobina de enrolamento 70 será girada no mesmo sentido. A extremidade inicial do elemento de equilíbrio a ser cortado se en- contra agora a uma distância da faca de corte 79, correspondente, ao com- primento desejado do elemento de equilíbrio, podendo ser separado da cinta de material 76 por um corte com a faca de corte 79. Pelo efeito aderente en- tre a tira protetora 77 e a camada de adesivo, o elemento de equilíbrio corta- do permanece preso, todavia, ainda na fita protetora 77. Para a transferên- cia, o elemento de equilíbrio cortado, por meio de ativação de rolos de avan- ço 73, 74, será movido com sua extremidade inicial para uma posição defini- da na extremidade de saída do trilho condutor, quando a fita protetora 77 será mantida entesada pela bobina de enrolamento 70.
Para introduzir o elemento de equilíbrio cortado dentro do cabe- çote aplicador, este será aproximado do dispositivo de seccionamento 65, sendo girado para uma posição tal que uma extremidade inicial do elemento de equilíbrio cortado pode ser fixado com o auxílio da alavanca fixadora 48. Por um seqüencial movimento de enrolamento do cabeçote aplicador ao longo do elemento de equilíbrio, este será então solto da tira protetora e in- troduzido forçosamente, em toda a sua extensão, na região de encaixe entre a nervura e as Iinguetas fixadoras. Desta maneira, fica assegurado uma transferência na posição exata e confiável do elemento de equilíbrio cortado do dispositivo de corte 65 para o cabeçote aplicador.
Na forma descrita, seguidamente poderão ser cortados outros elementos de equilíbrio, de comprimento variável da cinta de material 76, sendo que o corte do respectivo elemento de equilíbrio precedente e a res- pectiva produção dos rolos de avanço constitui o ponto de início para a de- terminação da extensão do avanço para o elemento de equilíbrio subse- quente. Se o elemento de equilíbrio subsequente for mais curto do que a distância entre a extremidade inicial da cinta de metal e a faca de corte 79, então os rolos de avanço movimentam a cinta de material para trás na ex- tensão necessária.

Claims (17)

1. Processo e equilíbrio de um balanceamento em um aro de uma roda de bicicleta com um pneu pela fixação de ao menos um elemento de equilíbrio em uma face de fixação no lado interno do aro, por meio de co- lagem, com os seguintes passos: medição do desbalanceamento da roda do veículo em uma es- tação medidora de desbalanceamento (10) e produção de dados de equilí- brio que indicam a massa e a posição de fixação de ao menos um elemento de equilíbrio com relação ao menos a um plano de equilíbrio e um diâmetro de uma face de fixação no compartimento oco do aro; giro da roda da bicicleta na estação medidora de desbalancea- mento (10) para uma posição angular de giro definida e transferência da po- sição de ângulo definida e dos dados de equilíbrio para um conjunto de co- mando 16 para controlar um cabeçote aplicador (131, 231, 28) de uma esta- ção de equilíbrio (13, 14, 23) com dois encaixes (31,32) para pesos de ba- lanceamento; transporte da roda da bicicleta da estação medidora de desba- lanceamento (10) até uma estação de equilíbrio 13, (14, 23) com o auxílio de uma garra (123) montada no conjunto de manipulação (12), garra esta que circunda por fora a roda da bicicleta e a centraliza e mantém na estação de equilíbrio (13, 14, 23); introdução de um elemento de equilíbrio, revestido, em uma fa- ce, com adesivo, o qual possui as medidas determinadas na estação medi- dora de desbalanceamento (10), sendo aplicado no cabeçote aplicador (131, 231) da estação de equilíbrio (13, 14, 23); movimentação axial da roda da bicicleta e/ou do cabeçote apli- cador (131, 231) e giro do cabeçote aplicador (131, 231, 28) na dependência do conjunto de comando 16 de tal maneira que o primeiro elemento de com- pensação alcança o compartimento oco do ar no primeiro plano de compen- sação e na primeira posição de fixação na face de fixação, e fixação do pri- meiro elemento de compensação por meio de compressão da face, revestida com adesivo, na face de fixação do aro; giro e alinhamento axial do cabeçote de ajuste (131,231,28) e da roda da bicicleta, em sentido relativo recíproco, de tal sorte que o segundo elemento compensador alcança a posição de fixação no segundo plano de compensação e fixação do segundo elemento de compensação, por com- pressão da face, revestida com adesivo, contra a face de fixação do aro; transporte da roda da bicicleta balanceada da estação de com- pensação (13,14,23) até conjunto transportador-removedor que se encarre- ga do avanço do transporte (15) e transferência da roda de bicicleta balan- ceada para o conjunto transportador-removedor (15) através do conjunto manipulador (12).
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os encaixes (31,32) do cabeçote aplicador (131,231,28) apresen- tam uma distância axial entre si que corresponde à distância dos planos de compensação. o cabeçote aplicador (28) apresenta dois encaixes (31, 32) para elementos de equilíbrio, sendo que os encaixes apresentam entre si uma distância axial que corresponde à distância dos planos de equilíbrio.
3. Processo de acordo com uma das reivindicações 1 ou 2, ca- racterizado pelo fato que para a compensação do desbalanceamento são usados uma primeira estação de compensação (13) com um primeiro cabe- çote aplicador (131) e uma segunda estação de compensação (14) com um segundo cabeçote aplicador, sendo que roda da bicicleta, a serem |continuadamente balanceadas, são transportadas pelo conjunto manipula- dor, em forma alternada, até a primeira (13) e até a segunda (14) estação de compensação, e durante a compensação são mantidas dentro da respectiva estação de compensação (13,14).
4. Processo de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, caracterizado pelo fato que a estação de compensação (13,14) possui uma variedade de elementos compensadores, de massas diversas, e por um operador (20), um elemento de compensação, ou vários, destinados à com- pensação são introduzidos no cabeçote aplicador (131), sendo que o cabe- çote aplicador (131) é movimentado para uma posição de carga (19), encon- trando-se em uma área de trabalho protegida para o operador (20).
5. Processo de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, caracterizado pelo fato que a estação de compensação (23) possui um dispositivo automático de seccionamento (25),o qual, na dependência dos dados de compensação, secciona elementos de compensação adequados de uma cinta de material (251), sendo que o cabeçote aplicador (251) para receber um elemento compensador seccionado, é movimentado até a posi- ção de carga (19) no dispositivo de seccionamento (25) e, em seguida, é movimentado até a posição de atuação.
6. Processo de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, caracterizado pelo fato que a roda da bicicleta, preservando sua posição angular giratória definida, é transportada da estação medidora de desbalan- ceamento (10) para uma estação de transferência (11), sendo nela centrada e com o auxílio da garra (123), disposta no conjunto manipulador (12), é se- gura em sentido cêntrico e depois é transportada desde a estação transferi- dora (11) até a estação de compensação (13,14,23).
7. Processo de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, caracterizado pelo fato de que, a garra do conjunto manipulador no transporte da roda da bicicleta, realiza o movimento linear em direção à es- tação de equilíbrio, quando será preservada a posição de ângulo de giro já definida.
8. Processo de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, caracterizado pelo fato de que, o conjunto de manipulação (12), no transporte da roda de bicicleta para a estação de equilíbrio (13, 14, 23), rea- liza o movimento giratório ao redor de um eixo vertical e o ângulo do movi- mento de giro é captado pelo conjunto de comando (16), sendo usado para calcular a posição da posição de ângulo de giro definida na estação de equi- líbrio (13, 14, 23).
9. Processo para compensar um desbalanceamento em uma ro- da de bicicleta, apresentando um aro e um pneu, por meio de fixação por adesivo de, ao menos, um elemento compensador em uma face de fixação no lado interno do aro, com uma estação medidora de desbalanceamento (10) para medir o desbalanceamento da roda da bicicleta e para gerar dados de compensação, os quais indicam a massa e a posição de fixação de ao menos um elemento compensador em um plano de compensação, bem co- mo um diâmetro de uma face de fixação no lado interno oco do aro, com um conjunto manipulador (12) com uma garra (123) ali disposta para o transpor- te do aro da roda medida até uma estação de compensação (13,14,23), sendo que a garra (123) está conformada para segurar externamente, envol- vendo pneu do ar da roda, sendo o conjunto manipulador (12) conformado para centrar a roda da bicicleta na estação compensadora e mantê-la naque- le ponto, e com um conjunto para a transmissão da posição de ângulo de giro definida e os dados de compensação para um conjunto de comando (16), para o comando da estação de compensação (13,14,23), sendo que a estação de compensação (13,14,23) apresenta um cabeçote aplicador (131,231,28) com ao menos um encaixe (31,32) para ao menos um elemen- to compensador e o cabeçote aplicador |(131,231,28) está de tal modo di- mensionado que pode entrar no compartimento oco do ar e o cabeçote apli- cador (131,2231,28) por meio de um acionamento giratório (57), controlável através do conjunto de comando (16), é girável ao redor de um eixo em uma posição aleatória de fixação na face de fixação, sendo que em um compo- nente de suporte (29) do cabeçote aplicador (28) apresenta um primeiro en- caixe (31) ara ao menos um elemento de compensação e no lado oposto em relação ao eixo do primeiro encaixe, possui um segundo encaixe (32) para ao menos um elemento de compensação.
10. Dispositivo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que, o cabeçote aplicador (28) possui um conjunto de compres- são, ativável pelo conjunto de comando (16), destinado a comprimir o ele- mento de equilíbrio contra a face de fixação do aro.
11. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações 9 ou 10, caracterizado pelo fato que o encaixe (31,32) do cabeçote aplicador (28) por meio de uma condução retilínea (52) está montado um componente de su- porte (29) e por um acionamento regulador (53) controlável pode ser movi- mentado ao longo da condução retilínea (52) e esta está alinhada em parale- lo para como eixo do cabeçote aplicador (28).
12. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações de 9 a 11, caracterizado pelo fato que o cabeçote aplicador (131,231,28), por meio de um acionamento translacional, pode ser movido em vaivém. Por meio de um acionamento translacional transversalmente para com o seu eixo, entre uma seção de colocação e uma posição de carga.
13. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações de 9 a 12, caracterizado pelo fato que o cabeçote aplicador (28) está disposto em um carro (54), o qual, por meio de um acionamento regulador (458) pode ser movimentado ao longo de um trilho-guia (55), sendo que o trilho-guia (55) se projeta transversalmente para com o eixo co cabeçote aplicador (28).
14. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações 9 a 13, caracterizado pelo fato que o encaixe (31,32) do cabeçote aplicador (28) a- presenta uma parede curvada (35,36) com uma região marginal curvada em formato circular, que se estende a uma distância constante do eixo, sendo que no lado interno da região marginal estão presas várias placas de monta- gem (45), de alinhamento radial, nas quais estão previstas Iinguetas tenso- ras (44) elásticas, estando montadas giráveis, sendo que no lado externo das placas de montagem (45), afastadas em relação ao eixo, está disposta uma régua de compressão (37,38) curvada, que no lado externo possui uma face de encosto (39,40) cilíndrica e adjacente uma nervura (42,43) saliente, sendo que as Iinguetas tensoras (44) com suas extremidades de tal modo ultrapassa a régua de compressão (37,38) curvada que as suas extremida- des estão situadas opostas à nervura (42,43).
15. Dispositivo de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato que em uma extremidade circunferencial da régua de compressão (387,38) curvada está disposta uma alavanca tensora (48) de dois braços, a qual, com uma extremidade tensora está oposta a uma nervura (42,43) da régua de compressão (37,28) saliente para o exterior e por um cilindro de curso (49) controlável poderá ser movida para uma posição de tensora que prende um elemento de compensação (41) e para uma posição de liberação.
16. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações 9 a 15, caracterizado pelo fato que por uma estação de transferência (11), a qual, por um conjunto transportador, está ligada com a estação medidora de des- balanceamento (10, sendo que o conjunto transportador está de tal modo conformado que transportar uma roda de bicicleta, sem alterar sua posição de ângulo de giro, da estação medidora de desbalanceamento (10) até a estação transferidora (11).
17. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações 9 a 16, caracterizado pelo fato que por um dispositivo de seccionamento (25,65) automático com uma adução para uma cinta de material (251,76), um con- junto de seccionamento, o qual, na dependência dos dados de compensa- ção, secciona elementos de balanceamento adequados da cinta de material (251,776) e por um dispositivo de movimentação controlável, pelo qual o ca- beçote aplicador (131,231,28) para fins de introdução de elementos de com- pensação seccionados, poderá ser aproximado do dispositivo de secciona- mento (26,65).
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