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BRPI1000038A2 - estrutura de introdução de vento para motocicletas - Google Patents

estrutura de introdução de vento para motocicletas Download PDF

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Publication number
BRPI1000038A2
BRPI1000038A2 BRPI1000038-0A BRPI1000038A BRPI1000038A2 BR PI1000038 A2 BRPI1000038 A2 BR PI1000038A2 BR PI1000038 A BRPI1000038 A BR PI1000038A BR PI1000038 A2 BRPI1000038 A2 BR PI1000038A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
wind
wrap
wrapper
fuel tank
path
Prior art date
Application number
BRPI1000038-0A
Other languages
English (en)
Inventor
Kumada Masahiro
Suzuki Shinya
Yokomori Tetsuhito
Original Assignee
Honda Motor Co., Ltd.
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
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First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=42579523&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI1000038(A2) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Application filed by Honda Motor Co., Ltd. filed Critical Honda Motor Co., Ltd.
Publication of BRPI1000038A2 publication Critical patent/BRPI1000038A2/pt
Publication of BRPI1000038B1 publication Critical patent/BRPI1000038B1/pt

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    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B62LAND VEHICLES FOR TRAVELLING OTHERWISE THAN ON RAILS
    • B62JCYCLE SADDLES OR SEATS; AUXILIARY DEVICES OR ACCESSORIES SPECIALLY ADAPTED TO CYCLES AND NOT OTHERWISE PROVIDED FOR, e.g. ARTICLE CARRIERS OR CYCLE PROTECTORS
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    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B62LAND VEHICLES FOR TRAVELLING OTHERWISE THAN ON RAILS
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  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Mechanical Engineering (AREA)
  • Automatic Cycles, And Cycles In General (AREA)
  • Cooling, Air Intake And Gas Exhaust, And Fuel Tank Arrangements In Propulsion Units (AREA)

Abstract

ESTRUTURA DE INTRODUçãO DE VENTO PARA MOTOCICLETAS. Divide-se o vento em uma parte voltada a um condutor e emuma parte destinada a arrefecer um motor através de uma estrutura simples utilizando-se um envoltório. Um envoltório 22 que reveste os lados anteriores de um tanque de combustível 20 e um cilindro 5 inclui um envoltório externo 100 e um envoltório interno 200. O envoltório interno 200 inclui uma primeira porção para introdução de vento 210 em uma porção superior e uma segunda porção para introdução de vento 240 em uma porção inferior, sendo que se introduz vento a partir de cada uma dessas. A primeira porção para introdução de vento 210 introduz a partir das primeiras aberturas para introdução de vento 214 na primeira trajetória do vento formada entre o envoltório externo 100 e o envoltório interno 200, se curva obliquamente para cima, induz um fluxo para trás, descarrega a partir de uma abertura de descarga para trás, induz a passagem por um lado de um tanque de combustível 20, e fica voltada em direção ao assento do condutor 21a. Proporciona-se uma segunda trajetória do vento à porção inferior do envoltório 22, e o vento introduzido a partir das aberturas para introdução de vento 242 da segunda porção para introdução de vento 240 na segunda trajetória do vento é curvado obliquamente para trás e para baixo, e flui até o lado de um cilindro 5 para arrefecimento.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ESTRUTURA DE INTRODUÇÃO DE VENTO PARA MOTOCICLETAS".
Campo da Técnica
A presente invenção refere-se a uma estrutura de introdução devento para motocicletas que utiliza um envoltório que reveste um lado de umtanque de combustível, e, particularmente, a uma estrutura de introdução devento para uma motocicleta na qual o deslocamento de vento pode ser intro-duzido, simultaneamente, tanto a um condutor como a um motor.
Antecedentes da Técnica
Conhece-se uma estrutura de envoltório que reveste parte deum lado de um tanque de combustível na qual se proporciona uma aberturade grade que penetra através do envoltório à parte do envoltório de modo afazer com que o vento flua para trás a partir da abertura de grade.
Lista de Citação
Literatura de Patente
[Literatura de Patente 1] JP-A No. 2007-320427
Sumário da Invenção
Problema Técnico
Na técnica relacionada anterior, a abertura de grade é formadana parte de revestimento do envoltório do lado do tanque, porém, nesta es-trutura, o vento flui apenas em uma direção constante, e, portanto, o fluxo devento não pode ser ativamente controlado por esta abertura. No entanto,quando o vento puder ser controlado e induzido a fluir até um condutor, a ummotor, etc., podem-se aperfeiçoar uma capacidade de som agradável e umacapacidade do motor. Consequentemente, necessita-se de um controle dovento utilizando-se tal envoltório. A presente invenção realiza essa necessidade.
Solução ao Problema
Com a finalidade de atribuir o problema anterior, a invençãodescrita na reivindicação 1 consiste em uma estrutura de introdução de ven-to que inclui: um tanque de combustível disposto entre as rodas dianteira etraseira; um assento no qual um condutor se senta; um motor disposto abaixo do motor; e um envoltório que reveste ao menos parte de um lado do tan-que de combustível, sendo que a estrutura de introdução de vento é caracte-rizada pelo fato de incluir: uma primeira trajetória do vento que serve paraintroduzir vento ao condutor, sendo que a primeira trajetória do vento é for-mada em uma porção superior do envoltório; e uma segunda trajetória dovento que serve para introduzir vento ao motor, sendo que a segunda traje-tória do vento é formada em uma porção inferior do envoltório.
Na reivindicação 1, a invenção de acordo com a reivindicação 2é caracterizada pelo fato de que uma vela de ignição é disposta em um ladodo motor.
Na reivindicação 1, a invenção de acordo com a reivindicação 3é caracterizada pelo fato de que as aberturas da primeira trajetória do ventosão dispostas à frente de um quadro inferior que suspende o motor e formaum chassi de veículo.
Em qualquer uma das reivindicações 1 a 3, a invenção de acor-do com a reivindicação 4 é caracterizada pelo fato de que o envoltório incluium envoltório interno disposto internamente e um envoltório externo dispostoexternamente, sendo que a primeira trajetória do vento é formada entre oenvoltório interno e o envoltório externo, e a segunda trajetória do vento éformada no envoltório interno.
Em qualquer uma das reivindicações 1 a 4, a invenção de acor-do com a reivindicação 5 é caracterizada pelo fato de que as nervuras quese estendem verticalmente são formadas na primeira trajetória do vento, ese proporciona um espaço aberto acima das nervuras.
Na reivindicação 3, a invenção de acordo com a reivindicação 6é caracterizada pelo fato de que as aberturas da primeira trajetória do ventosão abertas em direção de uma parte interna do corpo de veículo.
Em qualquer uma das reivindicações 1 a 6, a invenção de acor-do com a reivindicação 7 é caracterizada pelo fato de que uma superfícieinterna do envoltório que forma a segunda trajetória do vento é formada àfrente de um eixo geométrico do cilindro do motor de modo a ficar voltadapara um lado do motor.Na reivindicação 4, a invenção de acordo com a reivindicação 8é caracterizada pelo fato de que ao menos parte do envoltório interno ficaexposta para fora e para trás do envoltório externo, e uma parede protube-rante que se projeta a partir de uma borda posterior do envoltório externo emuma direção de largura do veículo é formada em uma porção exposta doenvoltório interno.
Na reivindicação 4, a invenção de acordo com a reivindicação 9é caracterizada pelo fato de que uma porção de orientação voltada para tráse para cima a partir de uma abertura de descarga da primeira trajetória dovento é formada em uma borda posterior do envoltório externo.
Efeitos Vantajosos da Invenção
Na invenção de acordo com a reivindicação 1, uma primeira tra-jetória do vento e uma segunda trajetória do vento são proporcionadas emuma porção superior e em uma porção inferior no mesmo envoltório, intro-duz-se vento em um condutor através da primeira trajetória do vento, sendoque o vento introduzido pode ser dividido, de modo controlável, em dois flu-xos em um condutor através da primeira trajetória do vento e introduzir ventoa um motor através da segunda trajetória do vento, e podem-se aperfeiçoar,simultaneamente, o conforto de viagem e a capacidade do motor. Adicional-mente, o uso de vento é realizável através de um pequeno número de com-ponentes.
Na invenção de acordo com a reivindicação 2, visto que o ventoque passou através da segunda trajetória do vento é introduzido em umavela de ignição e em sua periferia, a vela de ignição, que tende a se tornarquente, e sua periferia podem ser ativamente arrefecidas.
Na invenção de acordo com a reivindicação 3, visto que as aber-turas da primeira trajetória do vento encontram-se à frente de um quadroinferior, as aberturas podem ser proporcionadas afastadas de uma fonte decalor e uma área onde o calor tende a se acumular, e pode-se introduzir arfresco ao condutor.
Na invenção de acordo com a reivindicação 4, visto que umaentre a primeira trajetória do vento e a segunda trajetória do vento é formadaentre um envoltório interno e um envoltório externo, e a outra é formada noenvoltório interno, o volume de vento introduzido ao condutor e o volume devento necessário para o arrefecimento do motor podem ser otimizados atra-vés de uma estrutura simples.
Na invenção de acordo com a reivindicação 5, visto que as ner-vuras que se estendem verticalmente para dentro da primeira trajetória dovento são formadas, e se proporciona um espaço aberto acima das nervu-ras, o vento na primeira trajetória do vento é conduzido de maneira controlá-vel pelas nervuras obliquamente ascendentes, e o vento que age diretamen-te sobre o condutor pode ser otimizado.
Na invenção de acordo com a reivindicação 6, visto que as aber-turas da primeira trajetória do vento encontram-se abertas para dentro docorpo de veículo, as áreas das aberturas podem ser ampliadas comparadasao caso no qual as aberturas se encontram abertas para frente do corpo deveículo.
Na invenção de acordo com a reivindicação 7, visto que umasuperfície interna do envoltório que forma a segunda trajetória do vento ficavoltada para o lado do motor à frente de um eixo geométrico do cilindro domotor, pode-se introduzir, de modo eficaz, vento ao motor.
Na invenção de acordo com a reivindicação 8, visto que se for-ma uma parede protuberante que se projeta para fora na direção de largurado veículo na borda posterior do envoltório externo, pode-se criar uma noçãode união como um envoltório, e uma capacidade de movimento veicular po-de ser aperfeiçoada induzindo-se, de modo controlável, que o vento quepassa sobre a superfície externa do envoltório externo flua para fora atravésdo uso da parede protuberante.
Na invenção de acordo com a reivindicação 9, visto que se for-ma uma porção de orientação voltada para trás e para cima a partir da saídada primeira trajetória do vento na borda posterior do envoltório externo, po-de-se introduzir vento próximo ao condutor.
Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é uma vista lateral esquerda de uma motocicleta dopresente exemplo.
A figura 2 é uma vista explodida de uma estrutura de um reves-timento de corpo de veículo ao redor de um tanque de combustível.
A figura 3 é uma vista em perspectiva de uma porção anterior deum corpo de veículo referente ao tanque de combustível e sua periferia.
A figura 4 é uma vista lateral direita da porção anterior do corpode veículo referente ao tanque de combustível e sua periferia.
A figura 5 é uma vista em perspectiva anterior direita de umaporção de envoltório na figura 4.
A figura 6 é uma vista em perspectiva posterior direita da porçãode envoltório.
A figura 7 é uma vista em perspectiva anterior direita da porçãode envoltório.
A figura 8 mostra uma porção de envoltório direito observada portrás do corpo de veículo.
A figura 9 é uma vista ampliada de um estado da figura 5 a partirdo qual se removeu um envoltório externo.
A figura 10 mostra um estado da figura 9 a partir da qual se re-moveu um envoltório interno.
A figura 11 é uma vista em perspectiva posterior externa do en-voltório externo.
A figura 12 é uma vista lateral do envoltório externo observado apartir de sua parte interna.
A figura 13 é uma vista em perspectiva anterior de um estado dafigura 12.
A figura 14 é uma vista em perspectiva posterior do estado dafigura 12.
A figura 15 é uma vista em perspectiva posterior da parte exter-na do envoltório interno.
A figura 16 é uma vista em perspectiva anterior da parte externado envoltório interno.
A figura 17 é uma vista do lado interno do envoltório interno.A figura 18 é uma vista em perspectiva anterior da superfícieinterna.
A figura 19 é uma vista em perspectiva posterior da superfícieinterna.
A figura 20 é uma vista em corte tomada ao longo da linha 20-20da figura 4.
A figura 21 é uma vista em corte tomada ao longo de uma linha21-21 da figura 4.
A figura 22 é uma vista em corte tomada ao longo de uma linha22-22 da figura 4.
A figura 23 é igual à figura 3 de outro exemplo.
A figura 24 é uma vista plana do envoltório fixado ao tanque decombustível (comum a cada exemplo).
Descrição das Modalidades
A seguir, explica-se um exemplo com referência aos desenhos.
A figura 1 é uma vista lateral esquerda de uma motocicleta deste exemplo.
Dispõe-se um motor arrefecido a ar 3 entre uma roda dianteira 1 e uma rodatraseira 2. Este motor arrefecido a ar 3 inclui uma caixa do eixo de manivela4 e um cilindro 5 que se projeta para cima a partir da porção anterior da cai-xa do eixo de manivela 4 e se inclina para frente, na qual se proporcionauma admissão pela parte traseira do cilindro 5 através de um carburador 6 eum filtro de ar 7, e se proporciona um escapamento a partir do cano de des-carga 8 que se estende obliquamente para baixo pela parte frontal do cilin-dro 5 e que se estende para trás abaixo do corpo de veículo até um silencio-so traseiro 9.
Os chassis de veículo que sustentam o motor arrefecido a ar 3incluem: um quadro principal 11 que se estende a partir de um tubo coletor10 obliquamente para baixo acima do motor arrefecido a ar 3; um quadroinferior 12 que se estende a partir do tubo coletor 10 obliquamente para bai-xo à frente do motor arrefecido a ar 3 e dotado de uma extremidade inferiorque sustenta uma extremidade anterior da caixa do eixo de manivela 4; e umquadro central 13 curvado para baixo a partir da extremidade posterior doquadro principal 11, estendendo-se para baixo atrás do motor arrefecido a ar3, e dotado de uma extremidade inferior que sustenta a extremidade posteri-or da caixa do eixo de manivela 4.
Além disso, um suporte de assento 14 se estende obliquamentea partir da porção superior do quadro central 13 para cima e para trás. Aco-pla-se um subquadro 15 entre uma porção intermediária longitudinal do su-porte de assento 14 e a porção inferior do quadro central 13 de maneira o-blíqua. Proporcionam-se esses chassis de veículo lateralmente em paresexceto o quadro principal, e são formados por um tubo ou por um materialmetálico apropriado, tal como uma peça fundida. A extremidade anterior deum garfo traseiro 16 é sustentada, de modo articulado, pela porção inferiordo quadro central 13 em um pivô 17. A roda traseira 2 é sustentada pela ex-tremidade posterior do garfo traseiro 16, e acionada por uma correia. Pro-porciona-se uma unidade de amortecedor traseiro 18 entre a extremidadeposterior do garfo traseiro 16 e uma porção de acoplamento do suporte deassento 14 e do subquadro 15.
O tanque de combustível 20 é sustentado sobre o quadro princi-pal 11 e os suportes de assento 14 acima do cilindro 5. Um assento 21 ésustentado acima da roda traseira 2 atrás do tanque de combustível 20. Aporção anterior do assento 21 consiste em um assento do condutor (motoris-ta) 21a. Os envoltórios 22 são dispostos no lado anterior do tanque de com-bustível 20. Os envoltórios 22 revestem o lado da metade inferior dianteirado tanque de combustível 20 até a porção lateral superior do cilindro 5, e sãoproporcionados, em pares, nos lados esquerdo e direito do corpo de veículo.A extremidade posterior do envoltório 22 é acoplada a um painel lateral 23.O painel lateral 23 reveste o lado do corpo de veículo abaixo da metade tra-seira do tanque de combustível 20 e da metade dianteira do assento 21.
Na figura, uma referência numérica 24 mostra um revestimentodo tanque que reveste o lado anterior do tanque de combustível 20, umareferência numérica 25 mostra uma carenagem dianteira que reveste a parteanterior do tubo coletor 10, uma referência numérica 26 mostra os garfosanteriores em pares esquerdos e direitos, sustentados, de modo giratório,pelo tubo coletor 10 através de uma ponte inferior 33 e uma ponte superior34, e sustentam a roda dianteira 1 entre as extremidades inferiores dos gar-fos dianteiros, e uma referência numérica 27 mostra um guidão.
A figura 2 é uma vista explodida que mostra uma estrutura dorevestimento de corpo de veículo ao redor do tanque de combustível 20, e oenvoltório 22 é estruturado sobrepondo-se dois membros, um envoltório ex-terno 100 e um envoltório interno 200, na direção para dentro e para fora,que são respectivamente proporcionados em pares esquerdos e direitos.
Um painel lateral 23 inclui integralmente, em sua porção anterior,uma porção de braço 23a que se estende longitudinalmente, e atrás da por-ção de braço 23a, uma porção triangular 23b que forma um formato generi-camente triangular na vista lateral. A borda superior do painel lateral 23 éfixada ao lado do corpo de veículo ao longo da extremidade inferior da por-ção lateral posterior do tanque de combustível 20 e à extremidade lateralinferior de um assento do condutor 21a proporcionado na porção anterior doassento 21. Fixa-se um 23d a um quadro através de um orifício de fixação23e proporcionado na extremidade anterior do painel lateral 23, e parafusa-do em um esteio (não mostrado) próximo à porção de acoplamento do qua-dro central 13 e do subquadro 15 utilizando-se uma protuberância 23c pro-porcionada na extremidade inferior da porção triangular 23b.
A porção triangular 23b se alarga a partir da porção de braço23a para fora do corpo de veículo. A extremidade anterior da porção de bra-ço 23a forma uma porção de fixação 23d, e utilizando-se o orifício de fixação23e proporcionado na porção de fixação 23d, a porção de projeção do envol-tório interno 200 se sobrepõe à porção de fixação 23d, e é integralmentefixada à porção de fixação 23d utilizando-se um parafuso a partir da parteexterna. Uma inclinação de orientação 20c, dotada de uma extremidade infe-rior inclinada para trás de modo que fique voltada para o corpo de veículo, éformada no lado inferior do tanque de combustível 20. A extremidade inferiorda inclinação de orientação 20c é acoplada à borda superior da extremidadeposterior do envoltório interno 200 e à borda superior do painel lateral 23. Olado anterior do tanque de combustível 20 tem uma porção que se sobrepõejunto a uma porção de projeção lateral do tanque 110 do envoltório externo100 de modo a formar uma base de fixação 20e. Uma inclinação de orienta-ção 20d voltada para o corpo de veículo também é formada atrás da base defixação 20e.
Um revestimento do tanque 24 tem um formato genérico em Una vista anterior, e reveste uma porção anterior 20a do tanque de combustí-vel 20 pela frente, sendo que se forma um canal na porção central inferior daporção anterior 20a. A borda posterior do revestimento do tanque 24 se so-brepõe junto a uma porção de estribo proporcionada na porção anterior 20acom a finalidade de acoplar o tanque de combustível 20 e uma superfícieexterna do revestimento do tanque 24 entre si. Os orifícios 24e proporciona-dos no topo do revestimento do tanque 24 sobrepõem as protuberâncias 20gda porção anterior 20a, e são parafusadas por cima. Forma-se um flange24b inclinado linearmente no lado do revestimento do tanque 24. Uma por-ção que se estende para baixo do flange 24b é proporcionada em uma por-ção anterior 24a, e uma protuberância 24c é proporcionada nesta porção.Além disso, as porções de extensão 24d que se estendem para baixo daporção protuberante e se estendem lateralmente são proporcionadas naporção anterior 24a.
Posteriormente, explica-se o contorno do controle de fluxo de arque serve para conduzir vento pelos envoltórios com referência à figura 3. Afigura 3 é uma vista em perspectiva que mostra o tanque de combustível 20e a porção anterior do corpo de veículo próxima ao tanque, observada a par-tir da direita obliquamente anterior do corpo de veículo. Conforme mostradonesta figura, os envoltórios 22 são formados tanto nos lados esquerdos co-mo nos lados direitos do corpo de veículo. O envoltório externo 100 que for-ma o envoltório 22 se sobrepõe ao lado externo do envoltório interno 200 éfixado ao lado do tanque de combustível 20 utilizando-se um parafuso 111, eintegrado ao envoltório interno 200 parafusando-se a partir do lado internodo corpo de veículo, conforme será explicado posteriormente. A porção su-perior e a porção inferior do envoltório 22 formam diferentes trajetórias devento. A porção superior forma um fluxo de ar ascendente (seta A) em dire-ção ao assento do condutor 21a, e a porção inferior forma um fluxo de ardescendente (seta B) em direção ao cilindro 5 do motor. Ou seja, o envoltó-rio 22 pode dividir a trajetória introduzida do vento em dois fluxos de ar, ofluxo de ar ascendente e o fluxo de ar descendente, e pode controlar cadafluxo de ar.
Na porção superior do envoltório 22, uma primeira trajetória dovento (mostrada pelo fluxo de ar da seta A) que serve para formar o fluxo dear ascendente entre o envoltório externo 100 e o envoltório interno 200. A-través da primeira trajetória do vento, introduz-se vento a partir da parte di-anteira, descarregada próxima à porção inferior do lado anterior do tanquede combustível 20, e flui obliquamente para cima e para trás ao longo dolado do tanque de combustível 20. Consequentemente, visto que se introduzvento a partir de próximo ao tubo coletor 10 na porção anterior de corpo deveículo de modo a proporcionar ar fresco a um condutor, pode-se aperfeiço-ar o conforto ao condutor durante a viagem. Além disso, o vento descarre-gado a partir do envoltório 22 pode ser eficientemente introduzido ao assen-to do condutor 21a utilizando-se uma inclinação de orientação 116 propor-cionada na porção posterior do envoltório externo 100 e o lado central 20bdo tanque de combustível 20.
Uma segunda trajetória do vento (mostrada pelo fluxo de ar daseta B) que serve para formar o fluxo de ar descendente no interior do envol-tório interno 200 é proporcionada na porção inferior do envoltório 22. Intro-duz-se vento na parte interna da porção inferior do envoltório 22 (envoltóriointerno 200) a partir da segunda abertura para introdução de vento 242 for-mada em uma segunda porção para introdução de vento 240 que tem umformato fixo de parede e disposta tendo uma superfície plana à direita volta-da para frente do cilindro 5. Então, altera-se o vento um fluxo obliquamentedescendente de modo que flua para baixo, e o mesmo é introduzido ao redordo cilindro 5 disposto para trás e para baixo de modo a arrefecer. Conse-quentemente, aperfeiçoa-se o arrefecimento eficiente de um motor arrefeci-do a ar de modo a aumentar a potência. Adicionalmente, visto que a introdu-ção de vento se torna fácil em porções que tentem a se tornar quentes, talcomo uma vela de ignição 30 proporcionada ao lado do cilindro 5 e sua peri-feria, as porções podem ser arrefecidas eficiente e facilmente.
Posteriormente, explica-se o contorno da primeira trajetória dovento e da segunda trajetória do vento com referência às figuras 20 a 22. Afigura 20 corresponde a uma seção transversal tomada ao longo de umalinha 20-20 da figura 4, e o envoltório externo 100 e o envoltório interno 200são dispostos em um intervalo na direção para dentro e para fora, e o espa-ço interno forma uma primeira trajetória do vento 300. Esta primeira trajetóriado vento 300 encontra-se em comunicação com um primeiro espaço atravésda primeira abertura para introdução de ventos 214 proporcionada em umaprimeira porção para introdução de vento 210 que reveste a parte anterior daprimeira trajetória do vento 300, e com um espaço posterior através de umaabertura de descarga traseira 170. Introduz-se vento a partir da primeira a-bertura para introdução de vento 214 até a primeira trajetória do vento 300, omesmo flui para trás, e é descarregado a partir da abertura de descarga 170.
Na primeira trajetória do vento 300, proporcionam-se as nervu-ras 222 de modo que tenham um formato genérico de um triângulo retângulona vista anterior, sendo que o triângulo tem uma hipotenusa que se estendeem direção ao lado do corpo de veículo, e se proporciona um espaço abertoacima das nervuras 222. Consequentemente, o vento pode ser conduzidopelas nervuras 222 obliquamente para trás e para cima, e controlado paracima. A primeira porção para introdução de vento 210 forma uma superfíciecurvada para frente e para dentro, e a primeira abertura para introdução devento 214 também é formada em uma curva. Consequentemente, as áreasde abertura das aberturas para introdução de vento podem ser maiores doque quando se proporciona, simplesmente, as aberturas para introdução devento em direção à parte frontal do corpo de veículo. Portanto, pode-se in-troduzir vento de modo eficiente.
A figura 21 corresponde a uma seção transversal tomada aolongo de uma linha 21-21 da figura 4. No envoltório interno 200, a segundatrajetória do vento 400 é formada por uma zona cerca de pela segunda por-ção para introdução de vento 240 que reveste a parte anterior do envoltóriointerno 200, sendo que uma parede lateral 250 reveste o lado externo doenvoltório interno 200, e uma parede traseira 270 reveste a parte posteriordo envoltório interno 200. A segunda trajetória do vento 400 encontra-se emcomunicação com um espaço anterior através da segunda abertura paraintrodução de ventos 242 da segunda porção para introdução de vento 240.
O lado interno e o lado inferior encontram-se abertos.
Dispõe-se a segunda trajetória do vento 400 fora do cilindro 5 eà frente de um eixo geométrico do cilindro CL (que se estende verticalmenteem relação ao papel, e, portanto, é mostrado como um ponto). Consequen-temente, o vento introduzido a partir da segunda abertura para introdução deventos 242 até a segunda trajetória do vento 400 é obliquamente conduzidopara baixo e para dentro, e sopra um lado 5a do cilindro 5 de modo a arrefe-cer o cilindro 5, e, particularmente, arrefecer a vela de ignição 30 fixada a umorifício de vela 5b e sua periferia.
Na figura 22 correspondente a uma seção transversal tomada aolongo de uma linha 22-22 da figura 4, a primeira trajetória do vento 300 écercada por uma porção de estribo 150 que forma a porção de teto na partesuperior, uma parede interna da primeira trajetória do vento 220 na parteinterna, uma porção central 140 no lado externo, e um terraço 260 na parteinferior. A porção de estribo 150 e a porção central 140 são componentes doenvoltório externo 100 mencionado posteriormente, e a parede da primeiratrajetória do vento 220 e o terraço 260 são componentes do envoltório inter-no 200.
Na primeira trajetória do vento 300, as nervuras 222 se projetampara fora a partir da parede interna da primeira trajetória do vento 220. Pro-porciona-se um espaço aberto acima das nervuras 222. O terraço 260 fun-ciona para definir verticalmente a primeira trajetória do vento 300 e a segun-da trajetória do vento 400, e forma uma porção inferior da primeira trajetóriado vento 300 e uma porção de teto da segunda trajetória do vento 400. Aporção superior do envoltório externo 100 acima da porção de estribo 150 éinterada engatando-se as projeções de engate 115 através de orifícios deengate 35 do revestimento do tanque 24.Posteriormente, explica-se a estrutura do envoltório 22 fixada aolado direito do corpo de veículo. Nota-se que o lado esquerdo do corpo deveículo é simétrico em relação ao lado direito do corpo de veículo. A figura 4é um lado direito do corpo de veículo. A figura 5 é uma vista em perspectivafrontal direita do tanque de combustível 20 na figura 4. A figura 6 é uma vistaem perspectiva traseira direita do tanque de combustível 20. A figura 7 éuma vista em perspectiva frontal direita do tanque de combustível 20. A figu-ra 8 é uma porção direita do tanque de combustível 20 observado por trás docorpo de veículo. Além disso, a figura 9 é uma vista ampliada do estado dafigura 5 no qual se removeu o envoltório externo 100, e a figura 10 é umavista do estado da figura 5 na qual também se removeu o envoltório interno200.
Conforme mostrado na figura 4, o envoltório externo 100 inclui:uma porção de projeção lateral do tanque 110 que se projeta obliquamentepara cima em um formato genérico de triângulo agudo e sobrepõe o ladoanterior do tanque de combustível 20; uma porção de projeção anterior 120que se projeta para frente em um formato genérico de triângulo agudo tendouma porção aguda que sobrepõe a parte do lado do garfo dianteiro 26; euma porção que se projeta para baixo 130 tendo um formato genérico detriângulo agudo e se projeta para baixo de modo a revestir parte do lado docilindro 5. O envoltório externo 100 consiste em um membro de revestimentoformado integrando-se esses componentes ao redor da porção central 140 econstituído por um material apropriado, tal como resina.
A porção de projeção lateral do tanque 110 é fixada ao tanque decombustível 20 sobrepondo-se a parte superior da porção de projeção lateraldo tanque 110 com a base de fixação 20e (figuras 9 e 10) proporcionada aolado anterior do tanque de combustível 20 e fixando-se a parte superior atra-vés do uso do parafuso 111 por fora. A porção traseira da porção de proje-ção lateral do tanque 110 é a inclinação de orientação 116 voltada em dire-ção ao tanque de combustível. Toda a porção de projeção lateral do tanque110 é voltada para dentro do corpo de veículo e tornada mais baixa a partirda porção de estribo 150 em relação à porção central 140. A porção de es-tribo 150 é curvada em um formato de "V" na vista lateral como um todo, esua extremidade posterior é adicionalmente curvada obliquamente para tráse para cima, com a finalidade de formar uma porção superior da abertura dedescarga 152.
Esta porção de estribo 150 consiste em uma porção de paredeformada estendendo-se uma porção de borda posterior 153 do envoltórioexterno 100 para fora na direção lateral do veículo. A superfície externa daporção de estribo 150 orienta o vento. A extremidade posterior da porção deestribo 150 forma a abertura de descarga porção superior 152 contígua coma porção de borda posterior 153. A figura 24 é uma vista plana do envoltório22 comum a este exemplo e a outro exemplo descrito posteriormente, noqual se fixa o envoltório 22 ao tanque de combustível 20. Fica claro a partirdesta figura que a porção de borda posterior 153 se desloca para fora nadireção lateral do veículo. Atrás da porção de borda posterior 153, dispõe-seuma parede protuberante 258 (mencionada posteriormente) através da aber-tura de descarga 170. As porções de projeção anterior esquerda e direita120 se projetam para frente de modo a cercarem o espaço anterior do tan-que de combustível 20. Além disso, as referências numéricas 28 na figuramostram estribos para um condutor, e um condutor sentado sobre o assentoposiciona seus pés nos estribos.
O envoltório interno 200 que sobrepõe à parte interna do envol-tório externo 100 inclui: a primeira porção para introdução de vento 210 quese projeta para frente em um formato genérico de triângulo agudo conformemostrado na figura 9; a parede interna da primeira trajetória do vento 220proporcionada para trás contígua com a extremidade posterior da primeiraporção para introdução de vento 210 e tendo um formato fixo de parede;sendo que a porção protuberante posterior 230 se projeta obliquamente paracima e para trás; sendo que a segunda porção para introdução de vento 240se volta em direção ao lado interno do corpo de veículo e reveste a partefrontal do cilindro 5; sendo que a parede lateral 250 reveste o lado do cilindro5; sendo que o terraço 260 define verticalmente a primeira trajetória do ventoe a segunda trajetória do vento na extremidade superior da parede lateral250; e uma parede traseira 270 (figura 6) curvada a partir da extremidadeposterior da parede lateral 250 e se volta em direção à parte interna do cor-po de veículo. O envoltório interno 200 consiste em um membro de revesti-mento formado integrando-se esses componentes contiguamente através douso de um material apropriado, tal como uma resina.
A primeira porção para introdução de vento 210 é disposta de talmodo que sua borda de extremidade superior que forma a hipotenusa dotriângulo reto esteja sobre uma continuação do flange lateral 24b proporcio-nado obliquamente para baixo em direção à parte anterior do revestimentodo tanque 24. A extremidade anterior da primeira porção para introdução devento 210 é disposta lateralmente em relação à ponte inferior 33. As primei-ras aberturas para introdução de vento horizontalmente longas 214 encon-tram-se abertas na primeira porção para introdução de vento 210, e introdu-zem vento em direção à superfície externa da parede interna da primeiratrajetória do vento 220 contígua em relação à parte posterior da primeiraporção para introdução de vento 210. Neste momento, o vento é conduzidoobliquamente para cima e para trás através do uso das nervuras 222 inte-gralmente formadas na superfície externa da parede interna da primeira tra-jetória do vento 220. As duas nervuras 222 são proporcionadas em um inter-valo longitudinal (vide a figura 20).
O terraço 260 é disposto abaixo e separado do flange lateral24b. A parede interna da primeira trajetória do vento 220 é menor, em altura,do que a extremidade posterior da primeira porção para introdução de vento210, e separada do flange lateral 24b. Os orifícios de engate 35 são propor-cionados próximos ao flange lateral 24b do revestimento do tanque, e a por-ção de projeção lateral do tanque 110 do envoltório 100 e a porção superiorpodem ser engatadas junto aos orifícios de engate 35. Entre a porção poste-rior do flange lateral 24b e a porção posterior do terraço 260, dispõe-se abase de fixação 20e formada no lado anterior do tanque de combustível 20,e a porção de projeção lateral do tanque 110 é parafusada à protuberãncia20f proporcionada na porção central da base de fixação 20e.
A base de fixação 20e é contígua em relação ao lado central 20bdo tanque de combustível 20 através da inclinação 20d cujo lado posterior évoltado para dentro. O lado central 20b é rebaixado para dentro, menor quepelo menos a porção inferior (acima da inclinação 20c) da base de fixação20e disposta à frente do lado central 20b, e forma uma superfície de orienta-ção que introduz vento descarregado a partir da abertura de descarga daprimeira trajetória do vento ao assento do condutor 21 a.
A porção protuberante posterior 230 se estende, abaixo da basede fixação 20e, até uma posição de certa forma atrás da base de fixação20e, sobrepõe a extremidade anterior da porção de braço 23a do painel Iate-ral 23, e apertada, de modo cooperativo, ao tanque de combustível 20 atra-vés do uso de um parafuso 231 (figura 6). A porção protuberante posterior230 se projeta para trás da parede lateral 250. A parede lateral 250 se es-tende para baixo a partir de uma posição próxima à extremidade anterior dotanque de combustível à qual se proporciona a base de fixação 20e, e reves-te a porção superior anterior do lado do cilindro 4. A borda posterior da pare-de lateral 250 sai da borda posterior da porção de projeção inferior 130 paratrás, e exposta, e esta porção exposta é curvada e se projeta para fora emum formato de flange que serve para revestir a borda posterior da porção deprojeção inferior 130 com a finalidade de formar uma parede protuberante258 verticalmente. A porção inferior da parede protuberante 258 forma umaporção de passagem lateral 259 curvada para frente de modo a passar late-ralmente a vela de ignição 30.
Uma borda interna 246 da segunda porção para introdução devento 240 contígua em relação à porção anterior da parede lateral 250 seestende verticalmente ao longo do quadro inferior 12. As múltiplas aberturaspara introdução de vento 242 dotadas de um formato de orifício lateralmentelongo são formadas verticalmente à segunda porção para introdução de ven-to 240. Introduz-se vento a partir dessas aberturas para introdução de vento242 nas partes internas da segunda porção para introdução de vento 240 eda parede lateral 250, com a finalidade de arrefecer a superfície anterior e asuperfície lateral anterior do cilindro 5.
Conforme aparente a partir das figuras 4 e 9, o envoltório exter-no 100 reveste, em geral, todo o envoltório interno 200. Apenas a porçãoprotuberante posterior 230 e a parede protuberante 258 do envoltório interno200 saem do envoltório externo 100. Neste momento, a primeira porção paraintrodução de vento 210, a parede interna da primeira trajetória do vento220, e o terraço 260 do envoltório interno 200 são dispostos no interior daporção de projeção anterior 120 e da porção central 140. Adicionalmente, aporção de projeção inferior 130 sobrepõe-se à parte externa da parede late-ral 250, e funciona principalmente como uma porção de alinhamento. O en-voltório interno 200 reveste, em geral, todo o envoltório externo 100 de modoa criar uma noção de unidade de todo o corpo de veículo.
Conforme mostrado na figura 5, a extremidade anterior do envol-tório externo 100 abre a parte anterior do envoltório interno 200, e é dispostaà frente, de tal modo que a segunda porção para introdução de vento 240 doenvoltório interno 200 receba o vento. A extremidade superior da extremida-de anterior da porção de projeção inferior 130 forma uma porção mais exter-na 138 alargando-se mais para fora. Uma extremidade inferior 139 é a maispróxima do quadro inferior 12. A porção de projeção inferior 130 reveste aparede lateral 250 com a finalidade de tornar a aparência excelente. Adicio-nalmente, a parede protuberante 258 se alarga para fora sobre a extremida-de posterior da porção de projeção inferior 130 de modo a conduzir e intro-duzir, de modo controlável, o vento que flui acima da superfície externa daporção de projeção inferior 130. Consequentemente, pode-se aperfeiçoar acapacidade de movimento da motocicleta.
Conforme mostrado na figura 7, os quadros inferiores 12 sãoproporcionados em pares, e proporciona-se uma placa de reforço 40 entreas extremidades superiores dos quadros inferiores 12 e o tubo coletor 10,com a finalidade de reforçar. Os quadros inferiores esquerdos e direitos 12são reforçados por um tubo transversal 41 abaixo da placa de reforço 40.
Forma-se um espaço longitudinalmente aberto entre os quadros inferioresesquerdos e direitos 12 abaixo do tubo transversal 41. O cilindro 5 fica volta-do para este espaço. Consequentemente, o vento na parte central do corpode veículo é introduzido, diretamente, na superfície anterior do cilindro 5.Dispõe-se uma buzina 32 fora do quadro inferior 12 à esquerda do corpo deveículo.
Os envoltórios 22 são proporcionados, separadamente, à es-querda e à direita do corpo de veículo. No espaço anterior entre o tubo cole-tor 10 e o corpo de veículo frames dos quadros inferiores 12 e os envoltóriosexternos 100, a porção anterior 24a e a extremidade inferior 24d do revesti-mento do tanque 24 são proporcionadas entre a primeira porção para intro-dução de vento 210 e a segunda porção para introdução de vento 240. Aporção anterior 24a do revestimento do tanque 24 é engatada ao envoltóriointerno 200 na protuberância 24c através do uso do parafuso 38. Nota-seque, nesta figura, omite-se o parafuso 38 à esquerda com a finalidade demostrar a protuberância 24c.
A extremidade inferior 24d formada contígua em relação à por-ção inferior da porção anterior 24a do revestimento do tanque 24 se estendelateralmente entre a primeira porção para introdução de vento 210 e a se-gunda porção para introdução de vento 240. Na segunda porção para intro-dução de vento 240, uma borda interna 246 no lado interno do veículo en-contra-se ao longo do quadro inferior 12. Conforme mostrado na figura, asmúltiplas primeiras aberturas para introdução de vento lateralmente oblon-gas 214 e as múltiplas segundas aberturas para introdução de vento lateral-mente oblongas 242 que se estendem à direita e à esquerda são respecti-vamente formadas na primeira porção para introdução de vento 210 e nasegunda porção para introdução de vento 240 em múltiplos estágios. Essasaberturas para introdução de vento são abertas pela frente, e o vento podeser introduzido no envoltório 22 pela frente do corpo de veículo.
Conforme mostrado nas figuras 6 e 8, em um estado no qual oenvoltório externo 100 e o envoltório interno 200 são integrados entre si, aabertura de descarga 170 da primeira trajetória do vento é aberta por trás naporção superior da porção posterior do envoltório 22. A abertura de descarga170 é formada sendo cercada por uma abertura de descarga porção superior152 do envoltório externo 100, cada borda posterior de uma porção lateralda abertura de descarga 142 e o terraço 260, e a superfície lateral inferior dotanque de combustível 20. A inclinação de orientação 116 é proporcionadaabaixo da abertura de descarga 170.
A parte posterior inferior do envoltório interno 200 abaixo do ter-raço 260 é revestida pela parede traseira 270 voltada, amplamente, paradentro do corpo de veículo. A porção superior da parede traseira 270 formaa superfície inferior da porção protuberante posterior 230, e é contígua emrelação ao terraço 260.
A inclinação de orientação 116 se estende na direção de largurado veículo como uma área relativamente grande (figura 6), é consiste emuma inclinação de orientação inclinada para trás de modo genericamentelinear na vista lateral (figura 6). A inclinação de orientação 116 é integral-mente formada pela abertura de descarga porção superior 152 girando-se nolado interno do corpo de veículo com a finalidade de formar o teto da abertu-ra de descarga 170, e serve como um guia que serve para fazer com que ovento descarregado a partir da abertura de descarga 170 flua obliquamentepara cima e para trás junto à inclinação de orientação 20d do tanque decombustível.
Conforme mostrado na figura 9, o envoltório interno 200 é aper-tado, de modo cooperativo, a uma porção de fixação (não mostrada) propor-cionada na extremidade inferior do lado do tanque de combustível 20 naporção protuberante posterior 230 utilizando-se o parafuso 231 junto à por-ção de braço 23a, e fixado ao lado do quadro inferior 12 utilizando-se a pro-tuberância 256 que se projeta em direção à parte interna do corpo de veículona porção inferior da parede lateral. Dispõe-se a maioria das primeiras aber-turas para introdução de vento 214 à frente do quadro inferior 12, e podeintroduzir vento enquanto estiver afastada de uma fonte de calor e uma áreaonde o calor tende a se acumular.
Uma referência numérica 31 na figura 10 mostra uma porção defixação proporcionada ao lado do quadro inferior 12 e próxima à extremidadesuperior anterior do cilindro 5, e através de uma borracha antivibratória pro-porcionada nesta porção de fixação, a extremidade superior da protuberân-cia 256 é engatada à porção de fixação. Uma referência numérica 33 mostrauma ponte inferior, e uma referência numérica 34 mostra uma ponte superi-or, que acopla, de modo articulado, as porções inferiores e superiores dogarfo dianteiro 26 ao tubo coletor 10 respectivamente. Uma referência numé-rica 39 mostra um tubo de reforço que acopla o tubo coletor 10, o quadroprincipal 11 e o quadro inferior 12, obliquamente.
Posteriormente, explica-se o envoltório externo 100 em mais de-talhes. A figura 11 é uma vista em perspectiva externa posterior do envoltó-rio externo 100. A figura 12 é uma vista lateral interna do envoltório externo100. A figura 13 é uma vista em perspectiva anterior do estado da figura 12.A figura 14 é uma vista em perspectiva posterior do estado da figura 12.
Nessas figuras, a protuberância 112 que se projeta em direção àparte interna do corpo de veículo é integralmente formada pela porção deprojeção lateral do tanque 110, e o parafuso 111 (vide a figura 3) passa atra-vés do orifício 113 formado na parte inferior da protuberância 112. Uma pa-rede anterior 114 e a inclinação de orientação 116 voltada em direção à par-te interna do corpo de veículo são formadas ao redor da porção de projeçãolateral do tanque 110. As projeções de engate 115 que engatam os orifíciosde engate 35 do flange lateral 24b voltado para fora são integralmente for-madas pela borda da parede anterior 114 para dentro (vide a figura 22). Asprojeções de engate 115 são inseridas nos orifícios de engate 35 dispostosem duas posições longitudinais, e parafusados na protuberância 112. Con-sequentemente, a porção de projeção lateral do tanque 110 pode ser fixadaao tanque de combustível 20.
A parede anterior 134 e a parede traseira 136 voltada para den-tro do corpo de veículo também são formadas à frente e atrás da parede la-teral 250 e da porção de projeção inferior 130. Essas paredes anteriores 114e 134, a inclinação de orientação 116, e a parede traseira 136 são contíguasumas em relação às outras. Além disso, decide-se que uma porção acopladaà porção superior da abertura de descarga 152 na porção superior na pare-de traseira 136 e voltada para a abertura de descarga 170 seja particular-mente uma porção lateral da abertura de descarga 142.
As protuberâncias 122 e 132 que se projetam em direção à parteinterna do corpo de veículo são integralmente formadas na extremidade an-terior da porção de projeção anterior 120 e na superfície interna da porçãode projeção inferior 130 respectivamente. Cada extremidade superior dasprotuberâncias é fixada a cada protuberância correspondente do envoltóriointerno 200. A porção superior da abertura de descarga 152 é voltada a par-tir da extremidade posterior da porção de estribo 150 em direção à parte in-terna do corpo de veículo, e acoplada à extremidade inferior da inclinação deorientação 116. Consequentemente, a porção superior da abertura de des-carga 152 se estende na direção de largura do veículo, e a largura da aber-tura de descarga 170 é alargada (vide a figura 8).
Posteriormente, explica-se o envoltório interno 200 em mais de-talhes. A figura 15 é uma vista em perspectiva posterior da parte externa doenvoltório interno 200. A figura 16 é uma vista em perspectiva anterior daparte externa do mesmo. A figura 17 mostra a superfície interna do envoltó-rio 200. A figura 18 é uma vista em perspectiva anterior da superfície interna.A figura 19 é uma vista em perspectiva posterior da superfície interna.
Nessas figuras, uma protuberância 212 se projeta para fora apartir da extremidade superior da primeira porção para introdução de vento210. A periferia de cada primeira abertura para introdução de vento 214 écercada por uma parede circular 215 que se projeta para fora. A primeiraporção para introdução de vento 210 se inclina em um formato externo aber-to como um todo. A extremidade posterior da primeira porção para introdu-ção de vento 210 é voltada mais para dentro, e disposta para dentro da ex-tremidade anterior do terraço 260. A extremidade anterior da primeira porçãopara introdução de vento 210 é disposta mais para fora, e voltada para den-tro do corpo de veículo do que a parede lateral 250.
Um terraço anterior 216 tendo um formato genérico de triânguloe acoplando cada extremidade anterior da parede lateral 250 e o terraço 260à extremidade inferior da primeira porção para introdução de vento 210 éproporcionado à frente do terraço 260 de maneira deslocada. O terraço 260consiste em uma porção plana dobrada a partir da extremidade superior daparede lateral 250 em um ângulo genericamente reto e estendendo-se paradentro do corpo de veículo (figura 16). A porção inferior da superfície internada primeira porção para introdução de vento 210 forma uma parede anterior218 voltada para frente do corpo de veículo e estendendo-se para dentro docorpo de veículo (figura 18), e é integralmente acoplada à extremidade supe-rior da segunda porção para introdução de vento 240. As nervuras 225 sãoproporcionadas entre o lado interno do terraço 260 e a extremidade superiorda parede lateral 250 para reforço (figuras 17 e 19).
A parede interna da primeira trajetória do vento 220 é proporcio-nada entre a extremidade posterior da primeira porção para introdução devento 210 e a extremidade interna do terraço 260. Um esteio 226 que se pro-jeta para dentro do corpo de veículo é proporcionado na superfície interna daparede interna da primeira trajetória do vento 220, e um orifício de fixação227 na parte superior do esteio 226 sobrepõe a parte posterior da protube-rância 24c da porção inferior anterior 24a, e fixado pelo parafuso 38 (vide afigura 7).
As nervuras 222 são integralmente formadas entre o terraço 260e a parede interna da primeira trajetória do vento 220 em pares na direçãoposterior e anterior. Cada uma das nervuras 222 tem um formato genéricode triângulo retângulo, cuja hipotenusa se acopla entre a parede interna daprimeira trajetória do vento 220 e o terraço 260. As nervuras 222 são diferen-tes em tamanho, e a nervura anterior 222 é de certa forma maior do que anervura posterior 222. Além disso, a hipotenusa de cada uma das nervuras222 se estende lateralmente, e disposta de tal modo que seu grau de exten-são seja reduzido em uma posição superior. Consequentemente, o ventointroduzido a partir das primeiras aberturas para introdução de vento 214 naprimeira trajetória do vento é obliquamente conduzido para cima e para tráse flui.
A porção protuberante posterior 230 inclui uma parede superior234 e uma parede inferior 236 que se estende para dentro do corpo de veí-culo. Forma-se uma protuberância 232 que se projeta para dentro em umaporção aguda da porção protuberante posterior 230, e a porção protuberanteposterior 230 é fixada ao tanque de combustível 20 utilizando-se um orifício233 na parte inferior da protuberância e um parafuso 231 (vide a figura 4). Aperiferia de cada abertura para introdução de vento 242 proporcionada nasegunda porção para introdução de vento 240 é cercada por uma paredeanular 243 que se projeta para dentro.
As protuberâncias 252 e 254 são formadas à frente e atrás daporção superior da parede lateral 250. Forma-se a protuberância 252 no ladoposterior projetando-se para fora do corpo de veículo. A extremidade superi-or da protuberância 252 e a extremidade superior da protuberância 132 cor-respondente proporcionada na superfície interna do envoltório externo 100(vide a figura 12, etc.) se sobrepõem entre si, e integradas parafusando-sepor dentro. Um total de três protuberâncias 254 no lado posterior são verti-calmente formadas no lado anterior da parede lateral 250, e cada uma seprojeta para dentro do corpo de veículo. As protuberâncias 132 (vide a figura12) que se projetam para dentro e formadas na superfície interna da porçãode projeção lateral do tanque 110 são inseridas nas porções rebaixadas ex-ternas das protuberâncias 254, e integradas parafusando-se por dentro docorpo de veículo através dos orifícios inferiores 255.
As protuberância 256 proporcionadas na porção lateral inferiorda parede lateral 250 têm um formato genericamente cônico e se projetamlongitudinalmente para dentro do corpo de veículo. Uma porção protuberantede engate 257 (figura 18) proporcionada na extremidade superior da protu-berância 256 é inserida na porção de fixação 31 (vide a figura 10) no quadroinferior 12 para fixação isolada por vibração.
Conforme aparente na figura 19, a parede traseira 270 que seestende para dentro do corpo de veículo é integralmente formada atrás daparede lateral 250, e contígua em relação à parede de superfície inferior 236na parte superior. A parede traseira 270 junto à parede lateral 250 orienta,obliquamente para trás e para baixo, o vento introduzido a partir das segun-das aberturas para introdução de vento 242 para dentro do envoltório interno200.
Posteriormente, explica-se a operação deste exemplo. Conformemostrado nas figuras 20 e 22, o envoltório 22 é estruturado sobrepondo-se oenvoltório externo 100 e o envoltório interno 200. A primeira trajetória dovento 300 é formada entre o envoltório externo 100 e o envoltório interno200 na porção superior do envoltório 22 de modo a fazer com que o ventoflua a partir da primeira abertura para introdução de ventos 214 na primeiratrajetória do vento 300 para trás conforme mostrado pela seta B. Visto que oespaço aberto é proporcionado acima das nervuras 222, o vento é conduzi-do de modo controlável obliquamente para trás e para cima pelas nervuras222, e o vento que age em um condutor pode ser otimizado.
O vento descarregado a partir da abertura de descarga 170 fluiobliquamente para trás e para cima, e é diretamente introduzido no assentodo condutor 21a (figura 3). Neste momento, a inclinação de orientação 116voltada para trás e para cima a partir da abertura de descarga 170 da primei-ra trajetória do vento 300 é proporcionada acima da abertura de descarga170, e a inclinação de orientação 20d contígua em relação à inclinação deorientação 116 é proporcionada no tanque de combustível. Consequente-mente, o vento pode ser introduzido de modo eficiente próximo ao assentodo condutor 21a através dessas inclinações de orientação. Adicionalmente,visto que a superfície lateral central 20b do tanque de combustível 20 é re-baixada, o vento pode ser introduzido de modo eficiente próximo ao assentodo condutor 21 a através desta superfície.
Além disso, visto que as primeiras aberturas para introdução devento 214, que formam as aberturas para introdução da primeira trajetória dovento 300, são abertas à primeira porção para introdução de vento 210, queconsiste em uma inclinação disposta obliquamente para frente e para dentrodo corpo de veículo, as áreas de abertura podem ser alargadas conformecomparado ao caso onde as primeiras aberturas para introdução de vento124 são simplesmente abertas à frente do corpo de veículo. Além disso, vis-to que as primeiras aberturas para introdução de vento 124 são dispostas àfrente do quadro inferior 12, as primeiras aberturas para introdução de vento124 podem ser proporcionadas afastadas de uma fonte de calor e uma áreaonde o calor tende a se acumular, e pode-se introduzir ar fresco a um condu-tor.Conforme mostrado nas figuras 21 e 22, a segunda trajetória dovento 400 é formada na porção interna inferior do envoltório interno 200.Quando se introduz vento a partir das segundas aberturas para introduçãode vento 242 na segunda trajetória do vento 400, que é cercada pela paredelateral 250, a parede traseira 270 e o terraço 260 na porção de teto, e cujolado interno e lado superior encontram-se abertos, o vento é conduzido obli-quamente para dentro e para baixo.
Neste momento, conforme mostrado na figura 21, visto que olado interno da porção que forma a segunda trajetória do vento 400 fica vol-tado à frente do eixo geométrico do cilindro CL e o lado do cilindro do motor5, pode-se introduzir vento ao motor de modo eficiente. Adicionalmente, vistoque o motor consiste em um motor arrefecido a ar, o motor pode ser arrefe-cido efetivamente pelo vento. Além disso, visto que o vento que passou atra-vés da segunda trajetória do vento 400 é orientado à vela de ignição 30 e asua periferia, a vela de ignição 30 susceptível a altas temperaturas e suaperiferia podem ser arrefecidas de modo efetivo.
Portanto, o envoltório 22 é estrutura sobrepondo-se o envoltórioexterno 100 e o envoltório interno 200 lateralmente, sendo que a primeiratrajetória do vento 300 é formada entre a porção superior do envoltório ex-terno 100 e o envoltório interno 200 de modo a voltar o vento para cima e emdireção ao condutor, e a segunda trajetória do vento 400 é formada na por-ção inferior do envoltório 22 de modo a voltar o vento par abaixo e em dire-ção ao motor. Consequentemente, o fluxo de vento introduzido ao envoltório22 pode ser dividido de modo controlável em dois fluxos, e pode-se propor-cionar, simultaneamente, conforto de viagem e aperfeiçoamento da capaci-dade do motor. O uso de vento é realizável utilizando-se um pequeno núme-ro de componentes.
Além disso, visto que a primeira trajetória do vento 300 e a se-gunda trajetória do vento 400 são verticalmente proporcionadas de modoseparado, a capacidade de cada trajetória de vento pode ser facilmente ajus-tada, e o volume de vento introduzido ao condutor e o volume de vento ne-cessário para arrefecer o motor podem ser otimizados por uma simples es-trutura.
Adicionalmente, a parede protuberante do envoltório interno 200é exposta de modo externo para trás da borda posterior da porção de proje-ção inferior 130 do envoltório externo 100, e a parede protuberante 258 quese projeta a partir do envoltório externo na direção de largura do veículo éformada nesta porção exposta. Consequentemente, cria-se uma sensaçãode estar junto assim como o envoltório 22, o vento que passa através da su-perfície externa da porção de projeção inferior 130 é controlado pela paredede projeção 258 de modo a fluir para fora na seta C, e, portanto, a capacida-de de movimento do veículo pode ser aperfeiçoada.
A figura 23 é igual à figura 3, referindo-se a outro exemplo. Nes-te exemplo, múltiplas nervuras 510, 520 e 530 que se projetam umas a partirdas outras do envoltório externo 100 e do envoltório interno 200 são alonga-das na direção longitudinal. Essas nervuras são formadas acima da segundaporção para introdução de vento 240. A nervura 510 na parte mais superior égenericamente formada em uma continuação da extremidade superior daporção de braço 23a ao invés de ser formada para trás e para baixo. A ner-vura 520 na parte intermediária é genericamente formada em uma continua-ção da extremidade inferior da porção de braço 23a, tem um lado anteriorinclinado em um ângulo menor que a nervura 510 com a finalidade de ampli-ar a largura anterior entre as nervuras 520 e 510 e estreitar o espaço entreas mesmas por trás, e tem uma extremidade posterior curvada para trás demodo a ampliar a largura de saída entre as mesmas. A nervura 530 na partemais inferior é proporcionada de modo que seja curvada a partir da porçãointermediária da nervura 520 para baixo, e de modo que tenha uma extremi-dade posterior voltada para a superfície superior do cilindro 5, particularmen-te, próxima à vela de ignição 30.
Portanto, o vento introduzido entre a nervura 510 e a nervura520 que flui ao longo da seta A, é descarregado por cima da porção de bra-ço 23a, e orientado ao assento do condutor 21a. Por outro lado, conformemostrado pela seta D, o vento introduzido por baixo da nervura 520 é intro-duzido pela nervura 530, flui por cima do cilindro 5, particularmente próximoà vela de ignição 30, e arrefece a periferia do cilindro 5 e da vela de ignição30. Neste momento, o vento introduzido através das aberturas para introdu-ção de vento 242 flui para o lado do cilindro 5 assim como no exemplo ante-rior, e arrefece a periferia do cilindro 5 e da vela de ignição 30 através dovento mostrado pela seta B.
Portanto, aperfeiçoa-se a eficiência de arrefecimento para a peri-feria do cilindro 5 e da vela de ignição 30, e as estruturas do envoltório ex-terno 100 e do envoltório interno 200 podem ser simplificadas. Além disso,este exemplo é diferente do exemplo anterior apenas onde as nervuras 510,520, 530 forem proporcionadas e a primeira porção para introdução de vento210 e a parede interna da primeira trajetória do vento 220 forem omitidas noenvoltório interno 200, porém, o resto é igual. Além disso, o número de ner-vuras 510, 520 e 530 pode ser arbitrariamente aumentado. Além disso, asnervuras 510, 520 e 530 não precisam ter uma estrutura de nervura. Por e-xemplo, apenas é necessário que tenha alguma estrutura de introdução devento na qual se fixam os membros tipo correia separados.
Além disso, a presente invenção não se limita aos exemplos an-teriores, e várias modificações e aplicações são possíveis em relação aosprincípios da invenção. Por exemplo, a primeira trajetória do vento 300 podeser formada no envoltório interno 200, e a segunda trajetória do vento 400pode ser formada entre o envoltório interno 200 e o envoltório externo 100.
Listagem de Referência
5 cilindro10 tubo coletor12. quadro inferior20 tanque de combustível21 assento22 envoltório23 painel lateral24 revestimento do tanque100 envoltório externo110 porção de projeção lateral do tanque120 porção de projeção anterior 130 porção de projeção inferior 200 envoltório interno 210 primeira porção para introdução de vento 214 primeira abertura para introdução de vento 216 inclinação de orientação 220 parede superior 222 nervura 240 segunda porção para introdução de vento 242 segunda abertura para introdução de. vento 250 parede lateral 260 terraço 270 parede traseira 300 primeira trajetória do vento 400 segunda trajetória do vento

Claims (9)

1. Estrutura de introdução de vento destinada a uma motocicleta,que inclui:um tanque de combustível disposto entre as rodas dianteira etraseira;um assento no qual um condutor se senta; sendo que o assentoé disposto atrás do tanque de combustível;um motor disposto abaixo do tanque de combustível; eum envoltório que reveste ao menos parte de um lado do tanquede combustívelsendo que a estrutura de introdução de vento compreende:uma primeira trajetória do vento que serve para introduzir ventoao condutor, sendo que a primeira trajetória do vento é formada em umaporção superior do envoltório; euma segunda trajetória do vento que serve para introduzir ventoao motor, sendo que a segunda trajetória do vento é formada em uma por-ção inferior do envoltório.
2. Estrutura de introdução de vento destinada a motocicletas, deacordo com a reivindicação 1, em que uma vela de ignição é disposta em umlado do motor.
3. Estrutura de introdução de vento destinada a motocicletas, deacordo com a reivindicação 1, em que as aberturas da primeira trajetória dovento são dispostas à frente de um quadro inferior que sustenta o motor eforma parte de um chassi de veículo.
4. Estrutura de introdução de vento destinada a motocicletas, deacordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, em que o envoltório in-clui um envoltório interno disposto internamente e um envoltório externo dis-posto externamente, sendo que uma entre a primeira trajetória do vento e asegunda trajetória do vento é formada entre o envoltório interno e o envoltó-rio externo, e a outra é formada no envoltório interno.
5. Estrutura de introdução de vento destinada a motocicletas, deacordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, em que as nervuras quese estendem verticalmente são formadas na primeira trajetória do vento, ese proporciona um espaço aberto acima das nervuras.
6. Estrutura de introdução de vento destinada a motocicletas, deacordo com a reivindicação 3, em que as aberturas da primeira trajetória dovento são abertas em direção a um lado interno de um corpo de veículo.
7. Estrutura de introdução de vento destinada a motocicletas, deacordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, em que uma superfícieinterna do envoltório que forma a segunda trajetória do vento é formada àfrente de um eixo geométrico do cilindro do motor e voltada para um lado domotor.
8. Estrutura de introdução de vento destinada a motocicletas, deacordo com a reivindicação 4, em que pelo menos parte do envoltório internofica exposta para fora e para trás do envoltório externo, e uma parede protu-berante que se projeta a partir de uma borda posterior do envoltório externoem uma direção de largura do veículo é formada em uma porção exposta doenvoltório interno.
9. Estrutura de introdução de vento destinada a motocicletas, deacordo com a reivindicação 4, em que uma porção de orientação voltadapara trás e para cima a partir de uma abertura de descarga da primeira traje-tória do vento é formada em uma borda posterior do envoltório externo.
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