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BRPI1006017B1 - Trilho à base de perlita - Google Patents

Trilho à base de perlita Download PDF

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BRPI1006017B1
BRPI1006017B1 BRPI1006017-0A BRPI1006017A BRPI1006017B1 BR PI1006017 B1 BRPI1006017 B1 BR PI1006017B1 BR PI1006017 A BRPI1006017 A BR PI1006017A BR PI1006017 B1 BRPI1006017 B1 BR PI1006017B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
perlite
rail
fatigue
hardness
based rail
Prior art date
Application number
BRPI1006017-0A
Other languages
English (en)
Inventor
Ueda Masaharu
Sonoyama Kyohei
Tanahashi Takuya
Miyazaki Teruhisa
Iwano Katsuya
Original Assignee
Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Family has litigation
First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=43607037&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI1006017(B1) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Application filed by Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation filed Critical Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation
Publication of BRPI1006017A2 publication Critical patent/BRPI1006017A2/pt
Publication of BRPI1006017B1 publication Critical patent/BRPI1006017B1/pt

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Description

(54) Título: TRILHO À BASE DE PERLITA (51) Int.CI.: C22C 38/00; C22C 38/04; C22C 38/58 (30) Prioridade Unionista: 18/08/2009 JP 2009-189508 (73) Titular(es): NIPPON STEEL & SUMITOMO METAL CORPORATION (72) Inventor(es): MASAHARU UEDA; KYOHEI SONOYAMA; TAKUYA TANAHASHI; TERUHISA MIYAZAKI; KATSUYA IWANO
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Relatório Descritivo da Patente de Invenção para TRILHO À BASE DE PERLITA.
Campo Técnico [001] A presente invenção refere-se a um trilho de perlita que intensifica resistência a dano de fadiga do boleto e do patim do trilho. Em particular, a presente invenção se refere a um trilho de perlita que é usado para curvas acentuadas em ferrovias de trem de carga domésticas e estrangeiras.
[002] Prioridade é reivindicada baseado no Pedido de Patente Japonês No. 2009-189508, depositado em 18 de agosto de 2009, os conteúdos do qual são aqui incorporados por referência.
Técnica Antecedente [003] Com relação a ferrovias de trem de carga estrangeiras, de modo a alcançar alta eficiência no transporte de ferrovia, uma capacidade de transporte de cargas de trem de carga foi aperfeiçoada. Em particular, em trilhos usados para uma seção através da qual um grande número de trens passa ou para curvas acentuadas, desgaste significante ocorre em uma porção de topo superior ou em uma porção de canto superior do trilho (a periferia de canto da cabeça do trilho que contacta intensamente com porções de flange das rodas). Portanto, existe um problema de uma redução na vida útil devido a um aumento na quantidade de desgaste.
[004] Em adição, similarmente, em trilhos de passageiro domésticos, particularmente, no trilho usado para curvas acentuadas, o desgaste progride marcadamente como em ferrovias de trem de carga estrangeiras, de modo que existe um problema em que a vida útil é reduzida devido a um aumento na quantidade de desgaste.
[005] A partir deste antecedente, o desenvolvimento de um trilho com alta resistência ao desgaste é requerido. De modo a solucionar o problema, um trilho conforme descrito no Documento de Patente 1 foi
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2/65 desenvolvido. A característica principal do trilho é que sua estrutura de perlita (espaçamento lamelar) é produzida finamente pela realização de um tratamento de calor de modo a aumentar a dureza da estrutura de perlita.
[006] No Documento de Patente 1, uma técnica de realização de um tratamento de calor em um trilho de aço contendo aço de alto carbono de modo a fazer com que a estrutura metálica tenha uma estrutura de sorbita ou uma estrutura de perlita fina. Consequentemente, alcançando-se uma alta dureza do trilho de aço, é possível proporcionar um trilho com excelente resistência ao desgaste. [007] Contudo, nos anos recentes, capacidade de transporte adicional e velocidade alta adicional dos trens de cargas de frete têm sido aperfeiçoadas para as ferrovias de trem de carga estrangeiras e os trilhos de passageiro domésticos de modo a adicionalmente alcançar alta eficiência no transporte de ferrovia. No trilho descrito no Documento de Patente 1, torna-se difícil assegurar a resistência ao desgaste do boleto do trilho, de modo que existe um problema em que a vida útil do trilho é grandemente reduzida.
[008] Aqui, de modo a solucionar o problema, um trilho de aço com uma alta quantidade de carbono foi considerado. Este trilho tem características tais que a resistência ao desgaste é intensificada pelo aumento da proporção de volume de cementita nas lamelas da estrutura de perlita (por exemplo, se refere ao Documento de Patente
2).
[009] No Documento de Patente 2, um trilho que tem uma estrutura de perlita como sua estrutura metálica pela intensificação de uma quantidade de carbono do trilho de aço a uma região hipereutectoide é revelado. Consequentemente, a resistência ao desgaste é intensificada pelo aumento da proporção de volume de uma fase de cementita na lamelar de perlita, de modo que um trilho
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3/65 com vida útil mais alta pode ser provido. De acordo com o trilho descrito no Documento de Patente 2, a resistência ao desgaste do trilho é intensificada, de modo que um aperfeiçoamento de vida útil definitivo é alcançado. Contudo, nos anos recentes, um aumento excessivo na densidade de transporte de ferrovia tem sido progredido, de modo que a geração de dano por fadiga a partir do boleto ou do patim do trilho existe. Como um resultado, embora o trilho descrito no Documento de Patente 2 seja usado, existe um problema em que a vida útil do trilho não é suficiente.
Lista de Citação
Literatura de Patente
Documento de Patente 1 Pedido de Patente Não Examinado Japonês, Primeira Publicação No. S51-002616
Documento de Patente 2 Pedido de Patente Não
Examinado Japonês, Primeira Publicação No. H08-144016
Documento de Patente 3 Pedido de Patente Não
Examinado Japonês, Primeira Publicação No. H08-246100
Documento de Patente 4 Pedido de Patente Não
Examinado Japonês, Primeira Publicação No. H09-111352 Sumário da Invenção
Problemas a serem Solucionados pela Invenção [0010] A partir do precedente, para o trilho de aço incluindo uma estrutura de perlita tendo um alto componente de carbono, proporcionando um trilho em que resistência ao dano por fadiga do boleto e do patim do trilho é aperfeiçoada é preferível.
[0011] A invenção foi produzida com relação aos problemas acima mencionados, sendo um objetivo da presente invenção proporcionar um trilho de perlita em que resistência ao dano por fadiga do trilho é aperfeiçoada para ferrovias de trem de carga estrangeiras e trilhos de passageiro domésticos.
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Solução para o Problema (1) De acordo com um aspecto da invenção, um trilho de perlita incluindo: por massa%, 0,65 a 1,20% de C; 0,05 a 2,00% de Si; 0,05 a 2,00% de Mn; e o restante composto de Fe e impurezas inevitáveis, no qual pelo menos parte do boleto e pelo menos parte do patim têm uma estrutura de perlita, e uma dureza superficial de uma porção da estrutura de perlita está em uma faixa de Hv320 a Hv500 e uma rugosidade superficial máxima de uma porção da estrutura de perlita é menor do que ou igual a 180 mm.
(2) No trilho de perlita descrito acima (1), é preferível que a proporção da dureza superficial para a rugosidade superficial máxima é maior do que ou igual a 3,5.
(3) No trilho de perlita descrito acima (1) ou (2), é preferível que na porção da qual a rugosidade superficial máxima é medida, o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima com relação a um valor médio de rugosidades na direção vertical ao trilho (direção da altura) a partir do patim para o boleto ser menor do que ou igual a 40 por comprimento de 5 mm na direção longitudinal ao trilho de superfícies do boleto e do patim.
(4) a (14) É preferível que o trilho de perlita descrito acima (1) ou (2) contém seletivamente componentes (a) a (k) conforme segue, por massa%: (a) um ou dois tipos de 0,01 a 2,00% de Cr e 0,01 a 0,50% de Mo; (b) um ou dois tipos de 0,005 a 0,50% de V e 0,002 a 0,050% de Nb; (c) um tipo de 0,01 a 1,00% de Co; (d) um tipo de 0,0001 a 0,0050% de B; (e) um tipo de 0,01 a 1,00% de Cu; (f) um tipo de 0,01 a 1,00% de Ni; (g) 0,0050 a 0,0500% de Ti; (h) um ou dois tipos de 0,0005 a 0,0200% de Ca e 0,0005 a 0,0200% de Mg; (i) um tipo de 0,0001 a 0,0100% de Zr; (j) um tipo de 0,0100 a 1,00% de Al; e (k) um tipo de 0,0060 a 0,0200% de N.
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5/65 (15) É preferível que o trilho de perlita descrito em (1) ou (2) contenha, por massa%: um ou dois tipos de 0,01 a 2,00% de Cr e 0,01 a 0,50% de Mo; um ou dois tipos de 0,005 a 0,50% de V e 0,002 a 0,050% de Nb; 0,01 a 1,00% de Co; 0,0001 a 0,0050% de B; 0,01 a 1,00% de Cu; 0,01 a 1,00% de Ni; 0,0050 a 0,0500% de Ti; 0,0005 a 0,0200% de Mg e 0,0005 a 0,0200% de Ca; 0,0001 a 0,2000% de Zr; 0,0040 a 1,00% de Al; e 0,0060 a 0,0200% de N.
Efeitos Vantajosos da Invenção [0012] No trilho de perlita descrito acima (1), desde que uma quantidade de 0,65 a 1,20% de C, uma quantidade de 0,05 a 2,00% de Si, e uma quantidade de 0,05 a 2,00% de Mn seja contida, é possível manter a dureza (resistência) da estrutura de perlita mantida e aperfeiçoar a resistência ao dano por fadiga. Em adição, uma estrutura de martensita que é perniciosa às propriedades de fadiga não é facilmente gerada, e uma redução na faixa de estresse de limite de fadiga pode ser suprimida, de modo que se torne possível intensificar resistência à fadiga.
[0013] Em adição, no trilho de perlita, pelo menos parte do boleto e pelo menos parte do patim têm uma estrutura de perlita, e a dureza superficial de pelo menos parte do boleto e pelo menos parte do patim está em uma faixa de Hv320 a Hv500 e tem uma rugosidade superficial máxima de menos do que ou igual a 180 mm. Portanto, torna-se possível intensificar a resistência ao dano por fadiga do trilho para as ferrovias de trem de carga estrangeiras e os trilhos de passageiro domésticos.
[0014] No trilho de perlita descrito acima (2), desde que a proporção da dureza superficial para a rugosidade superficial máxima é maior do que ou igual a 3,5, a faixa de estresse de limite por fadiga é aumentada, de modo que torna-se possível intensificar a resistência à fadiga. Portanto, torna-se possível adicionalmente aperfeiçoar a
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6/65 resistência ao dano por fadiga do trilho de perlita.
[0015] No trilho de perlita descrito acima (3), desde que o número de concavidades e convexidades é menor do que ou igual a 40, a faixa de estresse de limite por fadiga é aumentada, de modo que a resistência à fadiga é significantemente intensificada.
[0016] No trilho de perlita descrito acima (4), desde que um ou dois tipos de 0,01 a 2,00% de Cr e 0,01 a 0,50% de Mo estão contidos, espaçamento lamelar da estrutura de perlita é produzido finamente, de modo que a dureza (resistência) da estrutura de perlita é aperfeiçoada e geração da estrutura de martensita que é danosa às propriedades de fadiga é suprimida. Como um resultado, torna-se possível aperfeiçoar a resistência ao dano por fadiga do trilho de perlita.
[0017] No trilho de perlita descrito acima (5), desde que um ou dois tipos de 0,005 a 0,50% de V e 0,002 a 0,050% de Nb esteja contidos, grãos de austenita são produzidos finamente, de modo que a tenacidade da estrutura de perlita é aperfeiçoada. Em adição, desde que V e Nb impedem uma zona afetada por calor da junta de soldagem de amolecimento, torna-se possível aperfeiçoar a tenacidade da estrutura de perlita e resistência das juntas soldadas. [0018] No trilho de perlita descrito acima (6), desde que 0,01 a 1,00% de Co esteja contido, a estrutura de ferrita da superfície de contato de laminação é produzida adicionalmente finamente, de modo que as características de resistência ao desgaste são aperfeiçoadas. [0019] No trilho de perlita descrito acima (7), desde que 0,0001 a 0,0050% de B esteja contido, a dependência da taxa de resfriamento de uma temperatura de transformação de perlita é reduzida, de modo que o trilho de perlita é provido com uma distribuição de dureza mais uniforme. Como um resultado, torna-se possível alcançar um aumento na vida útil do trilho de perlita.
[0020] No trilho de perlita descrito acima (8), desde que 0,01 a
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1,00% de Cu esteja contido, a dureza (resistência) da estrutura de perlita é aperfeiçoada, de modo que geração da estrutura de martensita que é danosa às propriedades de fadiga é suprimida. Como um resultado, torna-se possível aperfeiçoar a resistência ao dano por fadiga do trilho de perlita.
[0021] No trilho de perlita descrito acima (9), desde que 0,01 a 1,00% de Ni esteja contido, a resistência e tenacidade da estrutura de perlita é aperfeiçoada, de modo que a geração da estrutura de martensita que é danosa às propriedades de fadiga é suprimida. Como um resultado, torna-se possível aperfeiçoar a resistência ao dano por fadiga do trilho de perlita.
[0022] No trilho de perlita descrito acima (10), desde que 0,0050 a 0,0500% de Ti esteja contido, grãos de austenita são produzidos finamente, e, desse modo, a tenacidade da estrutura de perlita é aperfeiçoada. Em adição, perda de ductilidade de uma porção de junta de soldagem pode ser impedida, de modo que torna-se possível aperfeiçoar a tenacidade do trilho de perlita.
[0023] No trilho de perlita descrito acima (11), desde que um ou dois tipos de 0,0005 a 0,0200% de Mg e 0,0005 a 0,0200% de Ca estejam contidos, grãos de austenita são produzidos finamente, e, desse modo, a tenacidade da estrutura de perlita é aperfeiçoada. Como um resultado, torna-se possível aperfeiçoar a resistência ao dano por fadiga do trilho de perlita.
[0024] No trilho de perlita descrito acima (12), desde que 0,0001 a 0,2000% de Zr esteja contido, a geração da estrutura de martensita ou a estrutura de cementita pró-eutectoide é suprimida em uma porção de segregação do trilho de perlita. Consequentemente,torna-se possível aperfeiçoar a resistência ao dano por fadiga do trilho de perlita.
[0025] No trilho de perlita descrito acima (13), desde que 0,0040 a
1,00% de Al esteja contido, uma temperatura de transformação de
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8/65 eutectoide pode ser movida para um lado de temperatura alta. Consequentemente, a estrutura de perlita tem uma alta dureza (resistência), torna-se possível aperfeiçoar a resistência ao dano por fadiga.
[0026] No trilho de perlita descrito acima (14), desde que 0,0060 a 0,0200% de N esteja contido, a transformação de perlita de limites de grão de austenita é acelerada e um bloqueio de dimensão da perlita é produzido finamente. Consequentemente, a tenacidade deste sendo aperfeiçoada, torna-se possível aperfeiçoar a tenacidade do trilho de perlita.
[0027] No trilho de perlita descrito acima (15), por adição de Cr, Mo, V, Nb, Co, B, Cu, Ni, Ti, Ca, Mg, Zr, Al, e N, torna-se possível alcançar o aperfeiçoamento da resistência ao dano por fadiga, o aperfeiçoamento da resistência ao desgaste, o aperfeiçoamento da tenacidade, a prevenção de amolecimento da zona afetada por calor de soldagem, e controle de uma distribuição de dureza de seção transversal de uma porção interna do boleto do trilho de perlita.
Breve Descrição dos Desenhos [0028] A figura 1 é um gráfico mostrando um relacionamento entre uma dureza ou uma estrutura metálica de uma superfície do patim de um trilho de perlita e uma faixa de estresse de limite por fadiga como um resultado de um este de fadiga no trilho de perlita de acordo com uma modalidade da invenção.
[0029] A figura 2 é um gráfico mostrando um relacionamento entre a rugosidade superficial máxima Rmáx da superfície do patim do trilho de perlita e a faixa de estresse de limite por fadiga.
[0030] A figura 3 é um gráfico mostrando um relacionamento entre
SVH/Rmáx da superfície do patim do trilho de perlita e a faixa de estresse de limite por fadiga.
[0031] A figura 4 é um gráfico mostrando um relacionamento entre
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9/65 o número de concavidades e convexidades do trilho de perlita e a faixa de estresse de limite por fadiga.
[0032] A figura 5 é uma vista em corte transversal lateral mostrando uma região que necessita de uma estrutura de perlita com uma dureza de Hv320 a Hv500 e um nome de posição de superfície na seção transversal, no trilho de perlita.
[0033] A figura 6A é um diagrama esquemático mostrando o resumo do teste de fadiga na superfície do boleto do trilho de perlita. [0034] A figura 6B é um diagrama esquemático mostrando o resumo do teste de fadiga na superfície do patim do trilho de perlita. [0035] A figura 7 é um gráfico mostrando um relacionamento entre a dureza superficial do boleto e a faixa de estresse de limite por fadiga a ser distinguida pela proporção da rugosidade de superfície de SVH para a rugosidade superficial máxima Rmáx do trilho de perlita.
[0036] A figura 8 é um gráfico mostrando um relacionamento entre a dureza superficial do patim e a faixa de estresse de limite por fadiga a ser distinguida pela proporção da rugosidade de superfície de SVH para a rugosidade superficial máxima Rmáx do trilho de perlita.
[0037] A figura 9 é um gráfico mostrando relacionamentos entre a dureza superficial do boleto do trilho à base de perlita e a faixa de estresse de limite por fadiga a ser distinguida pelo número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima.
[0038] A figura 10 é um gráfico mostrando relacionamentos entre a dureza superficial do patim do trilho à base de perlita e a faixa de estresse de limite por fadiga a ser distinguida pelo número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima.
Descrição das Modalidades [0039] Daqui por diante, um trilho à base de perlita (um trilho de
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10/65 perlita) tendo excelente resistência ao desgaste e resistência ao dano por fadiga de acordo com uma modalidade da invenção será descrito em detalhe. Aqui, a modalidade não é limitada a seguinte descrição e será compreendido por aqueles técnicos no assunto que as formas e detalhes desta pode ser modificada em várias formas sem fugir do espírito e escopo da modalidade. Portanto, a modalidade não é construída como sendo limitada pela descrição provida mais tarde. Daqui por diante, em termos de composição, massa% é simplesmente referida como %. Em adição, conforme necessário, o trilho à base de perlita de acordo com esta modalidade é referido como um trilho de aço.
[0040] Primeiro, os inventores examinaram situações em que dano por fadiga de trilhos de aço em uma trilha real ocorre. Como um resultado, foi confirmado que dano por fadiga de um boleto do trilho de aço não ocorre em uma superfície de laminação que está em contato com rodas, mas ocorre de uma superfície de uma porção de não contato na periferia desta. Em adição, foi confirmado que dano por fadiga de um patim do trilho de aço ocorre de uma superfície na vizinhança de uma porção central do patim em uma direção da largura onde estresse é relativamente alto. Portanto, foi verificado que o dano por fadiga da trilha real ocorre a partir do boleto e da superfície do patim de um trilho produto.
[0041] Além disso, os inventores mostraram fatores de geração do dano por fadiga do trilho de aço baseados nos resultados de exame. É sabido que a resistência à fadiga de aço é geralmente correlacionada com uma resistência à tensão (dureza) do aço. Aqui, um trilho de aço foi produzido pelo uso de aço tendo uma quantidade de C de 0,60 a 1,30%, uma quantidade de Si de 0,05 a 2,00%, e uma quantidade de Mn de 0,05 a 2,00%, e realizando laminação de trilho e tratamento de calor neste, e um teste de fadiga que as condições de uso de uma
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11/65 trilha real foram reproduzidas. Em adição, as condições de teste são conforme segue:
(x1) Forma do trilho: um trilho de aço (67 kg/m) de 136 libras é usado.
(x2) Teste de fadiga
Método teste: um teste de encurvamento de três pontos (comprimento de extensão de 1 m e uma frequência de 5 Hz) é realizado em um trilho de aço real.
Condição de carga: controle de faixa de estresse (carga máxima-mínima, a carga mínima é 10% da carga máxima) é realizado.
(x3) Postura do teste: uma carga é adicionada em um boleto do trilho (resistência à tensão é adicionada em um patim).
(x4) Número de repetição: 2 milhões de vezes, a faixa de estresse máxima sem fraturamento é referida como uma faixa de estresse de limite por fadiga.
[0042] Os resultados do teste de fadiga do trilho de aço real no encurvamento de três pontos são mostrados na figura 1. A figura 1 é um gráfico mostrando um relacionamento entre uma dureza ou uma estrutura metálica da superfície do patim do trilho de aço e uma faixa de estresse de limite por fadiga. Aqui, a superfície do patim do trilho de aço é uma porção única 3 mostrada na figura 5. Com relação a faixa de estresse de limite por fadiga, conforme descrito acima (x2), quando o teste é realizado por variação da carga entre o estresse máximo e o estresse mínimo, a diferença entre o estresse máximo e o estresse mínimo é a mesma conforme a faixa de estresse no teste de fadiga, e, particularmente, conforme descrito acima (x4), a faixa de estresse máxima sem fraturamento é conforme a faixa de estresse de limite por fadiga.
[0043] Na figura 1, foi confirmado que a faixa de estresse de limite por fadiga que determina as propriedades de fadiga de aço é
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12/65 correlacionada com a estrutura metálica de aço. Foi verificado que o trilho de aço em uma região indicada pela seta A da figura 1 (dureza superficial do patim de Hv250 a 300) em que uma quantidade pequena de estrutura de ferrita é misturada com a estrutura de perlita, e o trilho de aço em uma região indicada pela seta C da figura 1 (dureza superficial de fundo de Hv530 a 580) em que uma quantidade pequena de estrutura de martensita e estrutura de cementita pró-eutectoide é misturada com a estrutura de perlita tem faixas de estresse de limite por fadiga grandemente reduzidas, e, desse modo, tem resistência à fadiga grandemente reduzida.
[0044] Em adição, em uma região indicada pela seta B da figura 1 que representa uma estrutura de fase simples de perlita (dureza superficial de fundo de Hv300 a 530), existe uma tendência em direção à faixa de estresse de limite por fadiga aumentar com a dureza superficial. Contudo, conforme a dureza superficial do patim excede Hv500, a faixa de estresse de limite por fadiga é grandemente reduzida. Portanto, foi verificado que de modo a segurar seguramente uma resistência à fadiga predeterminada, a dureza superficial necessita ser confinada dentro de uma faixa predeterminada.
[0045] Além disso, os inventores verificaram fatores que variam as faixas de estresse de limite por fadiga de trilhos de aço tendo a mesma dureza, de modo a aperfeiçoar seguramente a resistência à fadiga do trilho de aço. Conforme mostrado na figura 1, as faixas de estresse de limite por fadiga da estrutura de perlita tendo a mesma dureza variam com faixas de cerca de 200 a 250 MPa. Aqui, o ponto de partida de um trilho de aço que foi fraturado durante o teste de fadiga foi examinado. Como um resultado, foi confirmado que o ponto de partida tem concavidades e convexidades, e dano por fadiga ocorre das concavidades e convexidades.
[0046] Aqui, os inventores examinaram um relacionamento entre a
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13/65 resistência à fadiga do trilho de aço e as concavidades e convexidades da superfície deste em detalhe. O resultado é mostrado na figura 2. A figura 2 é um gráfico mostrando um relacionamento entre a rugosidade superficial máxima Rmáx e a faixa de estresse de limite por fadiga por medição da rugosidade da superfície de um patim de um trilho de aço tendo uma quantidade de C de 0,65 a 1,20%, uma quantidade de Si de 0,50%, uma quantidade de Mn de 0,80%, e uma dureza de Hv320 a Hv500 usando-se um medidor de rugosidade. Aqui, a rugosidade superficial máxima é a soma de uma profundidade do vale máximo e uma altura de montanha máxima com relação a um valor médio de profundidades ou alturas a partir do patim a um boleto na direção vertical ao trilho (direção da altura) como uma medição de comprimento de referência, e, para detalhes, indica a altura máxima (Rz) de uma curva de rugosidade descrita em JIS B 0601. Em adição, quando a rugosidade da superfície é medida, a incrustação (película de óxido) da superfície do trilho foi removida por lavagem com ácido ou explosão em avanço.
[0047] A resistência à fadiga de aço é correlacionada com a rugosidade superficial máxima Rmáx, e na figura 2, quando a rugosidade superficial máxima Rmáx é menor do que ou igual a 180 mm, a faixa de estresse de limite por fadiga é significantemente aumentada. Consequentemente, foi verificado que a resistência à fadiga mínima (>300 MPa) necessária para o trilho é assegurada. Em adição, o trilho tendo uma dureza de Hv320 adicionalmente aumentado na faixa de estresse de limite por fadiga quando sua rugosidade superficial máxima Rmáx é menor do que ou igual a 90 mm, o trilho tendo uma dureza de Hv400 adicionalmente aumenta na faixa de estresse de limite por fadiga quando sua rugosidade superficial máxima Rmáx é menor do que ou igual a 120 mm, e o trilho tendo uma dureza de Hv500 adicionalmente aumenta na faixa de estresse de
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14/65 limite por fadiga quando sua rugosidade superficial máxima Rmáx é menor do que ou igual a 150 mm.
[0048] A partir do resultado, de modo a aperfeiçoar a resistência à fadiga do trilho de aço tendo alto componente de carbono, foi recentemente verificado que a estrutura metálica tem que ser uma estrutura de fase simples de perlita, a dureza superficial do trilho de aço tem que ser confinada na faixa de Hv320 a Hv500, e a rugosidade superficial máxima (Rmáx) tem que ser confinada para ser menor do que ou igual a 180 mm.
[0049] Aqui, quando uma quantidade pequena de ferrita, martensita, e cementita pró-eutectoide é misturada com a estrutura de perlita, a resistência à fadiga não é reduzida significantemente. Contudo, de modo a aperfeiçoar a resistência à fadiga ao grau máximo, é preferível que a estrutura de perlita tenha a estrutura de fase simples.
[0050] Além disso, os inventores examinaram um relacionamento entre a faixa de estresse de limite por fadiga, dureza superficial (SVH : Dureza de Superfície Vickers), e rugosidade superficial máxima Rmáx do trilho de aço em detalhe. Como um resultado, foi verificado que existe uma correlação entre a proporção da dureza superficial (SVH) do trilho de aço para a rugosidade superficial máxima Rmáx, isto é, SVH/Rmáx e a faixa de estresse de limite por fadiga. A figura 3 é um gráfico mostrando um relacionamento entre SVH/Rmáx do trilho de aço tendo uma quantidade de C de 0,65 a 1,20%, uma quantidade de C de Si de 0,50%, uma quantidade de C de Mn de 0,80%, e uma dureza de Hv320 a Hv500 e a faixa de estresse de limite por fadiga deste. Foi recentemente conhecido que com relação aos trilhos de aço tendo qualquer das durezas Hv320, Hv400, e Hv500, as faixas de estresse de limite por fadiga dos trilhos de aço tendo um valor SVH/Rmáx de mais do que ou igual a 3,5 aumentam para 380 MPa ou
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15/65 mais alta e, desse modo, a resistência à fadiga aumenta grandemente. [0051] Em adição à modalidade, os inventores examinaram uma correlação entre a rugosidade da superfície e a resistência à fadiga do trilho de aço de modo a aperfeiçoar a resistência à fadiga do trilho de aço. A figura 4 mostra um resultado do teste de fadiga dos trilhos de aço tendo uma quantidade de C de 1,00%, uma quantidade de Si de 0,50%, uma quantidade de Mn de 0,80%, e uma dureza de Hv400 quando as rugosidades superficial máxima Rmáx destes são 150 mm e 50 mm. De modo a examinar um relacionamento entre a rugosidade da superfície do patim e a faixa de estresse de limite por fadiga em detalhe, uma correlação entre o número de concavidades e convexidades que excede 0.30 vezes a rugosidade superficial máxima com relação a um valor médio de profundidades ou alturas na direção vertical ao trilho (direção da altura) a partir do patim para o boleto e a faixa de estresse de limite por fadiga. Em adição, o número de concavidades e convexidades é contado para um comprimento do patim de 5 mm na direção longitudinal ao trilho. Foi verificado que com relação aos trilhos de aço tendo qualquer dureza e rugosidade superficial máxima Rmáx de 150 mm e 50 mm, pelo uso dos trilhos de aço tendo o número de concavidades e convexidades de 40 ou menos, e, preferivelmente, 10 ou menos, a faixa de estresse de limite por fadiga adicionalmente aumenta, e, desse modo, a resistência à fadiga aumenta grandemente.
[0052] Isto é, nesta modalidade, permitindo-se que a dureza superficial SVH do boleto e o patim do trilho de aço esteja na faixa de Hv320 a Hv500, e usando-se o trilho de aço que tem uma estrutura de perlita com alto componente de carbono e a rugosidade superficial máxima Rmáx de menos do que ou igual a 180 mm, a resistência ao dano por fadiga do trilho à base de perlita usado para ferrovias de trem de carga estrangeiras e os trilhos de passageiro domésticos pode ser
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16/65 aperfeiçoada. Em adição, pelo uso do trilho à base de perlita que tem uma estrutura de perlita com alto componente de carbono em que uma proporção SVH/Rmáx da dureza superficial para a rugosidade superficial máxima é mais alta do que ou igual a 3,5, ou pelo uso do trilho à base de perlita que tem uma estrutura de perlita com alto componente de carbono em que o número de concavidades e convexidades é menor do que ou igual a 40, é possível aumentar a faixa de estresse de limite por fadiga e aumentar grandemente a resistência à fadiga.
[0053] Nesta modalidade, os resultados da superfície do patim do trilho à base de perlita são mostrados nas figuras 1 a 4. Os mesmos resultados conforme aqueles mostrados nas figuras 1 a 4 podem ser obtidos para a superfície do boleto do trilho à base de perlita.
[0054] Em adição, a quantidade de C, a quantidade de Si, e a quantidade de Mn não são limitadas aos valores descritos acima, e os mesmos resultados podem ser obtidos considerando-se a quantidade de C está na faixa de 0,65 a 1,20%, a quantidade de Si está na faixa de 0,05 a 2,00%, e a quantidade de Mn está na faixa de 0,05 a 2,00%. [0055] Além disso, partes tendo a estrutura de perlita, partes tendo uma dureza superficial SVH na faixa de Hv320 a Hv500, e partes tendo a rugosidade superficial máxima Rmáx de menos do que ou igual a 180 mm podem ser incluídas pelo menos parte do boleto e pelo menos parte do patim do trilho à base de perlita.
[0056] Em adição, a proporção da dureza superficial SVH para a rugosidade superficial máxima Rmáx pode não necessariamente ser maior do que ou igual a 3,5, e o número de concavidades e convexidades não pode necessariamente ser menor do que ou igual a 40. Contudo, permitindo-se que a proporção SVH/Rmáx seja maior do que ou igual a 3,5 e permitindo-se que o número de concavidades e convexidades seja menor do que ou igual a 40, conforme descrito
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17/65 acima, o aperfeiçoamento da resistência à fadiga pode ser adicionalmente alcançado.
[0057] Em seguida, a razão de limitação nesta modalidade será descrita em detalhe. Daqui por diante, em termos de composição de aço, massa% é simplesmente referida como %.
(1) Razão de Limitação de Componentes Químicos [0058] A razão de limitação dos componentes químicos do trilho à base de perlita de modo que a quantidade de C esteja na faixa de 0,65 a 1,20%, a quantidade de Si de 0,05 a 2,00%, e a quantidade de Mn esteja na faixa de 0,05 a 2,00% será descrita em detalhe.
[0059] O C acelera a transformação de perlita e, desse modo, assegura resistência ao desgaste. Quando a quantidade de C no trilho à base de perlita é menor do que 0,65%, ferrita pró-eutectoide que é danosa às propriedades de fadiga da estrutura de perlita é mais provável de ocorrer, e, além disso, torna-se difícil manter a dureza (resistência) da estrutura de perlita. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Em adição, quando a quantidade de C no trilho de perlita excede 1,20%, uma estrutura de cementita pró-eutectoide que é danosa às propriedades de fadiga da estrutura de perlita é mais provável de ocorrer. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a quantidade de C no trilho à base de perlita é limitada a 0,65 a 1,20%.
[0060] O Si é um componente essencial como um agente de desoxidação. Em adição, Si aumenta a dureza (resistência) da estrutura de perlita devido ao fortalecimento da solução sólida da fase sólida na estrutura de perlita, e, desse modo, aperfeiçoa a resistência ao dano por fadiga da estrutura de perlita. Além disso, o Si suprime um geração de uma estrutura de cementita pró-eutectoide em aço hipereutectoide e, desse modo, suprime a degradação das
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18/65 propriedades de fadiga. Contudo, quando a quantidade de Si no trilho à base de perlita é menor do que 0,05%, aqueles efeitos não podem ser suficientemente esperados. Em adição, quando a quantidade de Si no trilho à base de perlita excede 2,00%, a dureza aumenta significantemente, e, desse modo, uma estrutura de martensita que é danosa às propriedades de fadiga é mais provável de ocorrer. Consequentemente, a quantidade de Si adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,05 a 2,00%.
[0061] O Mn aumenta a dureza e, desse modo, produz um espaçamento lamelar na estrutura de perlita fina, desse modo assegurando a dureza (resistência) da estrutura de perlita e intensificando a resistência ao dano por fadiga. Contudo, quando a quantidade de Mn contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,05%, estes efeitos são pequenos, e torna-se difícil assegurar a resistência ao dano por fadiga que é necessária para o trilho. Em adição, quando a quantidade de Mn contida no trilho à base de perlita excede 2,00%, a dureza é significantemente aumentada, e a estrutura de martensita que é danosa às propriedades de fadiga é mais provável de ocorrer. Consequentemente, a quantidade de Mn adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,05 a 2,00%.
[0062] Em adição, ao trilho à base de perlita produzido da composição de componente descrita acima, os elementos Cr, Mo, V, Nb, Co, B, Cu, Ni, Ti, Ca, Mg, Zr, Al, e N são adicionados conforme necessário para a proposta de intensificar a dureza (resistência) da estrutura de perlita, isto é, aperfeiçoando a resistência ao dano por fadiga, aperfeiçoando a resistência ao desgaste, aperfeiçoando tenacidade, impedindo uma zona de soldagem afetada pelo calor de amolecimento, e controlando uma distribuição de dureza de seção transversal do interior do boleto do trilho.
[0063] Aqui, Cr e Mo aumentam o ponto de transformação de
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19/65 equilíbrio da perlita e principalmente torna o espaçamento lamelar da perlita fino, desse modo, assegurando a dureza da estrutura de perlita. V e Nb suprimem o crescimento de grãos de austenita por carbureto e nitreto gerados durante laminação a quente e resfriamento em seguida. Além disso, V e Nb aperfeiçoam a tenacidade e dureza da estrutura de perlita ou da estrutura de ferrita por endurecimento de precipitação. Em adição, V e Nb geral estavelmente carbureto e nitreto durante reaquecimento e, desse modo, impedem a zona afetada por calor da junta de soldagem de amolecimento. O Co produz a estrutura lamelar ou tamanho de grão de ferrita de uma superfície de contato de laminação fina aumentando, desse modo, a resistência ao desgaste da estrutura de perlita. O B reduz a dependência da taxa de resfriamento da temperatura de transformação de perlita uniformizando, desse modo, a distribuição de dureza do trilho boleto. O Cu solubilizado sólido na ferrita na estrutura de perlita ou a estrutura de perlita, desse modo, aumenta a dureza da estrutura de perlita. O Ni aperfeiçoa a tenacidade e dureza da estrutura de ferrita ou da estrutura de perlita e simultaneamente impede a zona afetada por calor da junta de soldagem de amolecimento. O Ti refina a estrutura nas zonas afetadas por calor de solda e impede a perda de ductilidade das zonas afetadas por calor da junta soldada. Ca e Mg tornam os grãos de austenita finos durante laminação do trilho e simultaneamente aceleram a transformação de perlita, desse modo, intensificando a tenacidade da estrutura de perlita. O Zr aumenta uma taxa de cristalização equiaxial de uma estrutura solidificada e suprime a formação de uma zona de segregação de uma porção central de um lingote tornando, desse modo, a espessura da estrutura de cementita pró-eutectoide fina. O Al move uma temperatura de transformação de eutectoide para um lado de temperatura mais alto e, desse modo, aumenta a dureza da estrutura de perlita. A proposta principal de adição de N é acelerar a
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20/65 transformação de perlita conforme N segrega a limites de grão de austenita e torna um tamanho de bloco de perlita fino, desse modo, intensificando a tenacidade.
[0064] A razão da limitação das quantidades de aditivo de tais componentes no trilho à base de perlita será descrita em detalhe. [0065] O Cr aumenta a temperatura de transformação de equilíbrio e, consequentemente, torna o espaçamento lamelar da estrutura de perlita fino, desse modo, contribuindo para o aumento na dureza (resistência). Simultaneamente, o Cr fortalece uma fase de cementita e, desse modo, aperfeiçoa a dureza (resistência) da estrutura de perlita, desse modo, intensificando a resistência ao dano por fadiga da estrutura de perlita. Contudo, quando a quantidade de Cr contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,01%, aqueles efeitos são pequenos, e o efeito de intensificação da dureza do trilho à base de perlita não pode ser completamente exibido. Em adição, quando a quantidade de Cr contida no trilho à base de perlita excede 2,00%, a dureza é aumentada, e, desse modo, a estrutura de martensita que é danosa às propriedades de fadiga da estrutura de perlita é mais provável de ocorrer. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a quantidade de Cr adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,01 a 2,00%.
[0066] O Mo aumenta a temperatura de transformação de equilíbrio similar a Cr e, consequentemente torna o espaçamento lamelar da estrutura de perlita fina, desse modo, contribuindo para o aumento na dureza (resistência) e intensificando a resistência ao dano por fadiga da estrutura de perlita. Contudo, quando a quantidade de Mo contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,01%, aqueles efeitos são pequenos, e o efeito de intensificar a dureza do trilho à base de perlita não pode ser completamente exibido. Em adição, quando a quantidade de Mo contida no trilho à base de perlita excede
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0,50%, a taxa de transformação é significantemente reduzida, e, desse modo, a estrutura de martensita que é danosa às propriedades fadiga da estrutura de perlita é mais provável de ocorrer. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a quantidade de Mo adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,01 a 0,50%.
[0067] O V precipita como carbureto de V ou nitreto de V durante laminação a quente típica, ou um tratamento de calor realizado a uma alta temperatura e produz grãos de austenita finos devido a um efeito de pinagem. Consequentemente, a tenacidade da estrutura de perlita pode ser aperfeiçoada. Além disso, V aumenta a dureza (resistência) da estrutura de perlita devido ao endurecimento de precipitação pelo carbureto de V e nitreto de V gerados durante resfriamento após a laminação a quente, desse modo, intensificando a resistência ao dano por fadiga da estrutura de perlita. Em adição, V gera carbureto de V e nitreto de V em uma faixa de temperatura relativamente alta em uma zona afetada por calor, isto, é reaquecida em uma faixa de temperatura de mais baixa do que ou igual ao ponto Ac1, e, desse modo, é efetivo na prevenção da zona afetada por calor da junta de soldagem de amolecimento. Contudo, quando a quantidade de V é menor do que 0,005%, aqueles efeitos não podem ser suficientemente esperados, e o aperfeiçoamento da estrutura de perlita na tenacidade e dureza (resistência) não é limitado. Em adição, quando a quantidade de V excede 0,50%, o endurecimento de precipitação do carbureto de V ou nitreto de V ocorre excessivamente, e, desse modo, a tenacidade da estrutura de perlita é degradada, desse modo degradando a tenacidade do trilho. Consequentemente, a quantidade de V adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,005 a 0,50%.
[0068] Nb, do mesmo modo que V, torna os grãos de austenita finos devido ao efeito de pinagem do carbureto de Nb ou nitreto de Nb
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22/65 durante a laminação a quente típica ou o tratamento de calor realizado a uma alta temperatura e, desse modo, aperfeiçoa a tenacidade da estrutura de perlita. Desse modo, intensifica-se a resistência ao dano por fadiga da estrutura de perlita. Em adição, Nb aumenta a dureza (resistência) da estrutura de perlita devido ao endurecimento por precipitação pelo carbureto de Nb e nitreto de Nb gerado durante resfriamento após a laminação a quente. Em adição, Nb gera estavelmente carbureto de Nb e nitreto de Nb de uma faixa de temperatura baixa a uma faixa de temperatura alta na zona afetada por calor, isto é, reaquecida na faixa de temperatura de mais baixa do que ou igual ao ponto Ac1, e, desse modo, previne a zona afetada por calor da junta de soldagem de amolecimento. Contudo, quando a quantidade de Nb contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,002%, aqueles efeitos não podem ser esperados, e o aperfeiçoamento da estrutura de perlita na tenacidade e dureza (resistência) não é admitido. Em adição, quando o Nb contido no trilho à base de perlita excede 0,050%, o endurecimento por precipitação do carbureto de Nb ou nitreto de Nb ocorre excessivamente, e, desse modo, a tenacidade da estrutura de perlita é degradada, desse modo degradando a tenacidade do trilho. Consequentemente, a quantidade de Nb adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,002 a 0,050%.
[0069] O Co é solubilizado sólido na fase de ferrita na estrutura de perlita e produz a estrutura de ferrita fina formada por contato com rodas na superfície de contato de laminação do trilho boleto adicionalmente fina, desse modo aperfeiçoando a resistência ao desgaste. Quando a quantidade de Co contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,01%, a finura da estrutura de ferrita não pode ser alcançada, de modo que o efeito de intensificar a resistência ao desgaste não pode ser esperado. Em adição, quando a quantidade de
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Co contida no trilho à base de perlita excede 1,00%, aqueles efeitos são saturados, de modo que a finura da estrutura de ferrita de acordo com a quantidade aditiva não pode ser alcançada. Em adição, eficiência econômica é reduzida devido ao aumento nos custos causados por adição de ligas. Consequentemente, a quantidade de Co adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,01 a 1,00%.
[0070] O B forma boreto de carbureto de ferro (Fe23(CB)6) nos limites de Gao de austenita e reduz a dependência da taxa de resfriamento da temperatura de transformação de perlita pelo efeito de aceleração da transformação de perlita. Consequentemente, B dá uma distribuição de dureza mais uniforme a partir da superfície para o interior do boleto ao trilho, tornando-se possível aumentar a vida útil do trilho. Contudo, quando a quantidade de B contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,0001%, aqueles efeitos não são suficientes, e o aperfeiçoamento da distribuição de dureza do boleto do trilho não é admitido. Em adição, quando a quantidade de B contida no trilho à base de perlita excede 0,0050%, boreto de carbureto de ferro mais grosso é gerado, resultando em uma redução na tenacidade. Consequentemente, a quantidade de B adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,0001 a 0,0050%.
[0071] O Cu é solubilizado sólido na ferrita na estrutura de perlita e aperfeiçoa a dureza (resistência) da estrutura de perlita devido ao enrijecimento da solução sólida, desse modo intensificando a resistência ao dano por fadiga da estrutura de perlita. Contudo, quando a quantidade de Cu contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,01%, aqueles efeitos não podem ser esperados. Em adição, quando a quantidade de Cu contida no trilho à base de perlita excede 1,00%, devido a um aumento significante na dureza, a estrutura de martensita que é danosa às propriedades de fadiga da estrutura de perlita é mais provável de ocorrer. Como um resultado, a resistência
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24/65 ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a quantidade de Cu no trilho à base de perlita é limitada a 0,01 a 1,00%. [0072] O Ni aperfeiçoa a tenacidade da estrutura de perlita e simultaneamente aumenta a dureza (resistência) devido ao enrijecimento da solução sólida, desse modo intensificando a resistência ao dano por fadiga da estrutura de perlita. Além disso, Ni precipita finamente como um composto intermetálico Ni3Ti com Ti na zona de soldagem afetada pelo calor e suprime o amolecimento devido ao endurecimento por precipitação. Em adição, Ni suprime perda de ductilidade de limites de Gao no cobre ao qual Cu é adicionado. Contudo, quando a quantidade de Ni contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,01%, aqueles efeitos são significantemente pequenos, e quando quantidade de Ni contida no trilho à base de perlita excede 1,00%, a estrutura de martensita que é danosa às propriedades de fadiga é mais provável de ocorrer na estrutura de perlita devido ao significante aperfeiçoamento da dureza. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a quantidade de Ni adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,01 a 1,00%.
[0073] O Ti precipita como carbureto de Ti ou nitreto de Ti durante a laminação a quente típica ou o tratamento de calor realizado a uma alta temperatura e produz grãos de austenita finos devido ao efeito de pinagem, desse modo intensificando a tenacidade da estrutura de perlita. Além disso, Ti aumenta a dureza (resistência) da estrutura de perlita devido ao endurecimento por precipitação pelo carbureto de Ti e nitreto de Ti gerados durante resfriamento após a laminação a quente, desse modo intensificando a resistência ao dano por fadiga da estrutura de perlita. Em adição, Ti é usado que precipita carbureto de Ti e nitreto de Ti que não dissolve durante o reaquecimento na soldagem, Ti torna a estrutura da zona afetada por calor aquecida a
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25/65 uma faixa de austenita fina, desse modo prevenindo perda de ductilidade da porção de junta de soldagem. Contudo, quando a quantidade de Ti contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,0050%, aqueles efeitos são pequenos. Em adição, quando a quantidade de Ti contida no trilho à base de perlita excede 0,0500%, carbureto de Ti e nitreto de Ti mais grossos são gerados, e dano por fadiga ocorre a partir do precipitado grosso. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a quantidade de Ti adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,0050 a 0,0500%.
[0074] Mg é ligado a O, S, ou Al e similares e forma óxido ou sulfeto finos. Como um resultado, Mg suprime crescimento de grãos de cristal durante reaquecimento para laminação do trilho e torna os grãos de austenita finos, desse modo intensificando a tenacidade da estrutura de perlita. Além disso, o Mg contribui para geração da transformação de perlita desde que MgS faça com que MnS se distribua finamente e estes MnS formem núcleos de ferrita ou cementita na periferia de si mesmo. Como um resultado, pela produção do tamanho de bloco de perlita fina, a tenacidade da estrutura de perlita pode ser aperfeiçoada. Contudo, quando a quantidade de Mg contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,0005%, aqueles efeitos são fracos, e quando a quantidade de Mg contida no trilho à base de perlita excede 0,0200%, óxido grosseiro de Mg é gerado, e dano por fadiga ocorre a partir do óxido grosseiro. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a quantidade de Mg no trilho à base de perlita é limitada a 0,0005 a 0,0200%.
[0075] O Ca é fortemente ligado ao S e forma sulfeto como CaS, e, além disso, Ca faz com que MnS se distribua finamente e faz com que uma zona exaurida de Mn se forme na periferia de Mns, desse
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26/65 modo contribuindo para a geração da transformação de perlita. Como um resultado, pela produção de tamanho de bloco de perlita fino, a tenacidade da estrutura de perlita pode ser aperfeiçoada. Contudo, quando a quantidade de Ca contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,0005%, aqueles efeitos são fracos, e quando a quantidade de Ca contida no trilho à base de perlita excede 0,0200%, óxido de Ca grosseiro é gerado, e dano por fadiga ocorre a partir do óxido grosseiro. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a quantidade de Ca no trilho à base de perlita é limitada para ser 0,0005 a 0,0200%.
[0076] Zr aumenta a taxa de cristalização equiaxial da estrutura solidificada desde que um inclusão de ZrO2 tenha alta consistência de cristal com γ-Fe e torne-se um núcleo de solidificação do trilho de alto carbono à base de perlita que é primariamente solidificação de cristal. Como resultado, Zr suprime a formação da zona de segregação da porção central do lingote, desse modo suprimindo a geração de martensita a partir da porção de segregação de trilho ou a geração da estrutura de cementita pró-eutectoide. Contudo, quando a quantidade de Zr contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,0001%, o número de inclusões à base de ZrO2 é pequeno, e Zr não mostra uma função suficiente como um núcleo de solidificação. Como um resultado, uma martensita ou estrutura de cementita pró-eutectoide é gerada da porção de segregação, de modo que a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Em adição, quando a quantidade de Zr contida no trilho à base de perlita excede 0,2000%, uma grande quantidade de inclusões à base de Zr grosseiras é gerada, e dano por fadiga ocorre a partir das inclusões grosseiras à base de Zr como pontos de partida, de modo que a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a quantidade de Zr no trilho à base de perlita é limitada para ser 0,0001 a 0,2000%.
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27/65 [0077] Al é um componente essencial as como componente de desoxidação. Em adição, Al move a temperatura de transformação de eutectoide a um lado de alta temperatura e, desse modo, contribui para o aumento na dureza (resistência) da estrutura de perlita, desse modo a intensificar a resistência ao dano por fadiga da estrutura de perlita. Contudo, quando a quantidade de Al contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,0040%, aqueles efeitos são fracos. Em adição, quando a quantidade de Al contida no trilho à base de perlita excede 1,00%, torna-se difícil fazer com que o Al se dissolva sólido em aço, inclusões grosseiras à base de alumina são geradas, e dano por fadiga ocorre a partir dos precipitados grosseiros. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Além disso, óxido é gerado durante soldagem e a soldabilidade é significantemente degradada. Consequentemente, a quantidade de Al adicionada ao trilho à base de perlita é limitada a 0,0040 a 1,00%.
[0078] N precipita nos limites de grão de austenita, acelera a transformação de perlita a partir dos limites de grão de austenita. Principalmente, pela produção do tamanho de bloco de perlita fine, desse modo aperfeiçoando a tenacidade. Em adição, N é adicionado simultaneamente com V ou Al para acelerar precipitação de VN ou AlN. Como um resultado, N produz os grãos de austenita finos devido a um efeito de pinagem de VN ou AlN durante a laminação a quente típica ou o tratamento de calor realizado a uma alta temperatura, desse modo intensificando a tenacidade da estrutura de perlita. Contudo, quando a quantidade de N contida no trilho à base de perlita é menor do que 0,0060%, aqueles efeitos são fracos. Quando a quantidade de N contida no trilho à base de perlita excede 0,0200%, torna-se difícil para N se dissolver sólido no aço, e bolhas são geradas como pontos de partida do dano por fadiga, de modo que a resistência ao dano por fadiga do trilho é degradada. Consequentemente, a
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28/65 quantidade de N contida no trilho à base de perlita é limitada a 0,0060 a 0,0200%.
[0079] O trilho à base de perlita tendo a composição de componente descrita acima é produzido por uma fornalha de fusão que é tipicamente usada, tal como uma fornalha conversora ou uma fornalha elétrica. Em adição, lingotes são produzidos de aço fundido, isto é, dissolvido na fornalha de fusão por método de lingotamento de lingote, método de separação de lingote, ou fundição contínua, e o trilho à base de perlita é produzido através de laminação a quente novamente.
(2) Razão de Limitação de Estrutura Metálica [0080] A razão que a estrutura metálica das superfícies do boleto e do patim do trilho à base de perlita seja limitada à estrutura de perlita será descrita.
[0081] Quando a estrutura de ferrita, a estrutura de cementita próeutectoide e a estrutura de martensita são misturadas com a estrutura de perlita, a tensão é concentrada na estrutura de ferrita tendo uma dureza relativamente baixa (resistência), a geração de fraturas de fadiga é causada. Em adição, na estrutura de cementita pró-eutectoide e na estrutura de martensita tendo tenacidade relativamente baixa, fratura quebradiça fina ocorre, a geração de fraturas de fadiga é causada. Além disso, desde que o boleto do trilho à base de perlita necessite de assegurar resistência ao desgaste, é preferível que o boleto tenha a estrutura de perlita. Consequentemente, a estrutura metálica de pelo menos parte do boleto e pelo menos parte do patim é limitada à estrutura de perlita.
[0082] Em adição, é preferível que a estrutura metálica do trilho à base de perlita de acordo com esta modalidade tenha uma estrutura de fase simples de perlita em que a estrutura de ferrita, a estrutura de cementita pró-eutectoide, e a estrutura de martensita não sejam
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29/65 misturadas com esta. Contudo, dependendo de um sistema de componente do trilho à base de perlita, ou um método de manufaturamento de tratamento de calor deste, uma quantidade pequena da estrutura de ferrita pró-eutectoide, a estrutura de cementita pró-eutectoide, ou a estrutura de martensita que tem uma proporção de área de 3% ou menos podem ser misturadas na estrutura de perlita. Embora tais estruturas sejam misturadas, as estruturas não têm um efeito significantemente adverso na resistência ao dano por fadiga ou boleto da resistência ao desgaste do trilho. Portanto, mesmo através de uma quantidade pequena da estrutura de ferrita pró-eutectoide, a estrutura de cementita pró-eutectoide, ou a estrutura de martensita de 3% ou menos é misturada com o trilho à base de perlita, é possível proporcionar um trilho à base de perlita com resistência ao dano por fadiga excelente.
[0083] Em outras palavras, 97% ou mais alto da estrutura metálica do boleto do trilho à base de perlita de acordo com esta modalidade pode ser a estrutura de perlita. De modo a assegurar suficientemente a resistência ao dano por fadiga ou resistência ao desgaste, é preferível que 98% ou mais alto da estrutura metálica do boleto seja a estrutura de perlita. Em adição, na seção de Microestrutura nas Tabelas 1-1, 1-2, 1-3, 1-4, 2-1, 2-2, 3-1, e 3-2, trilhos de aço (trilhos à base de perlita) mencionados como Perlita significam aqueles tendo 97% ou mais alto da estrutura de perlita.
(3) Razão de Limitação de Dureza Superficial [0084] Em seguida, a razão que a dureza superficial SVH das estruturas de perlita do boleto do trilho e do patim do trilho à base de perlita é limitada para estar na faixa de Hv320 a Hv500 será descrita. [0085] Nesta modalidade, quando a dureza superficial SVH da estrutura de perlita é menor do que Hv320, as resistências à fadiga da superfície do boleto e do patim do trilho à base de perlita são
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30/65 reduzidas. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga do trilho é reduzida. Em adição, quando a dureza superficial SVH da estrutura de perlita excede Hv500, a tenacidade da estrutura de perlita é significantemente reduzida, e fratura quebradiça fina é mais provável de ocorrer. Como um resultado, a geração de fraturas de fadiga é induzida. Consequentemente, a dureza superficial SVH da estrutura de perlita é limitada para estar na faixa de Hv320 a Hv500.
[0086] Em adição, SVH (Dureza de Superfície Vickers) é uma dureza superficial da estrutura de perlita do boleto ou do patim do trilho de acordo com esta modalidade, e especificamente, um valor medido por um testador de dureza Vickers a uma profundidade de 1 mm a partir da superfície do trilho. O método de medição é descrito conforme segue.
(y1) Pré-tratamento: após o trilho à base de perlita ser cortado, uma seção transversal deste é polida.
(y2) Método de medição: SVH é medida baseada em JIS Z
2244.
(y3) Medidor: SVH é medida por um testador de dureza Vickers (uma carga de 98N).
(y4) Pontos de medição: posições a uma profundidade de 1 mm a partir do boleto da superfície do trilho e o patim.
* Posições específicas do boleto das superfícies do trilho e do patim são conformadas para indicações da figura 5.
(y5) Contagem medida: é preferível que 5 ou mais pontos sejam medidos e um valor médio destes é usado como um valor representativo do trilho à base de perlita.
[0087] Em seguida, a razão que faixas que necessitam da estrutura de perlita tendo uma dureza superficial SVH de Hv320 a
Hv500 são limitadas a pelo menos parte das superfícies do boleto e do patim do trilho à base de perlita será descrita.
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31/65 [0088] Aqui, a figura 5 ilustra nomes das porções do trilho à base de perlita tendo excelente resistência ao dano por fadiga em posições de superfície de seção transversal do boleto e regiões que necessitam da estrutura de perlita tendo uma dureza superficial SVH de Hv320 a Hv500.
[0089] Na boleto 11 do trilho à base de perlita 10, uma região incluindo porções angulares 1A faceando superfícies laterais na esquerda e direita na direção da largura a partir da linha central L indicada por uma linha tracejada na figura 5 é uma porção de topo superior 1, e regiões incluindo as superfícies laterais a partir das porções angulares 1A em ambos as laterais da porção de topo superior 1 são porções de canto superiores 2. A uma porção de canto superior 2 é uma porção de canto de medida (G.C.), isto é, principalmente em contato com as rodas. Nesta modalidade, a superfície do boleto do trilho é a superfície 1S da porção de topo superior 1.
[0090] Em adição, na patim 12 do trilho à base de perlita 10, uma porção incluindo 1/4 da amplitude de pé (largura) W a partir da linha central L na esquerda e direita da direção da largura é uma porção única 3. Nesta modalidade, a superfície do patim do trilho é a superfície 3S da porção única 3.
[0091] Na boleto 11 do trilho à base de perlita 10, quando a estrutura de perlita tendo uma dureza superficial SVH de Hv320 a Hv500 é disposta em pelo menos parte do boleto 11, isto é, uma região R1 a uma profundidade de 5 mm a partir da superfície 1S da porção de topo superior 1 como um ponto de partida, a resistência ao dano por fadiga do boleto 11 pode ser assegurada. Em adição, a profundidade de 5 mm é somente um exemplo, e a resistência ao dano por fadiga do boleto 11 do trilho à base de perlita 10 pode ser assegurada considerando-se que a profundidade está na faixa de 5
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32/65 mm a 15 mm.
[0092] Em adição, na patim 12 do trilho à base de perlita 10, quando a estrutura de perlita tendo uma dureza superficial SVH de Hv320 a Hv500 é disposta em pelo menos parte do patim 12, isto é, em uma região R3 a uma profundidade de 5 mm a partir da superfície 3S da porção única 3 como um ponto de partida, a resistência ao dano por fadiga do patim 12 pode ser assegurada. Em adição, a profundidade de 5 mm é somente um exemplo, e a resistência ao dano por fadiga do patim 12 do trilho à base de perlita 10 pode ser assegurada considerando-se que a profundidade está na faixa de 5 mm a 15 mm.
[0093] Portanto, é preferível que a estrutura de perlita tendo uma dureza superficial SVH de Hv320 a Hv500 seja disposta na superfície 1S do trilho boleto 1 e na superfície 3S da porção única 3, e outras porções podem ter estruturas metálicas outras do que a estrutura de perlita.
[0094] Em adição, embora somente a porção de topo superior 1 do boleto 11 tenha a estrutura de perlita, uma região a partir da superfície total do boleto 11 como um ponto de partida pode ter a estrutura de perlita. Em adição, embora somente a porção única 3 do patim 12 tenha a estrutura de perlita, uma região a partir da superfície total do patim 12 como um ponto de partida pode ter a estrutura de perlita. [0095] Em particular, desde que o boleto do trilho se desgasta devido ao contato com as rodas, é preferível que a estrutura de perlita seja disposta na boleto do trilho incluindo a porção de topo superior 1 e a porção de canto 2 de modo a assegurar resistência ao desgaste. Em termos de resistência ao desgaste, é preferível que a estrutura de perlita seja disposta na faixa de uma profundidade de 20 mm a partir da superfície como um ponto de partida.
[0096] Como um método de obtenção da estrutura de perlita tendo
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33/65 uma dureza superficial SVH de Hv320 a Hv500, resfriamento natural após laminação e resfriamento acelerado do boleto das superfícies do trilho ou do patim a uma alta temperatura na qual a região de austenita existe após a laminação ou após reaquecimento conforme necessário são preferíveis. Como um método de resfriamento acelerado, tratamentos de calor usando os métodos revelados nos Documentos de Patente 3 e 4, ou similares, podem ser realizados para obter estruturas e dureza predeterminadas.
(4) Razão de Limitação de Rugosidade Superficial Máxima [0097] Em seguida, a razão que a rugosidade superficial máxima Rmáx da superfície do boleto e do patim do trilho à base de perlita 10 é limitada a 180 mm ou menos é explanada.
[0098] Nesta modalidade, quando a rugosidade superficial máxima (Rmáx) da superfícies do boleto e do patim do trilho à base de perlita excede 180 mm, a concentração de estresse na superfície do trilho torna-se excessiva, e a geração de fraturas de fadiga a partir da superfície do trilho é causada. Consequentemente, a rugosidade da superfície (Rmáx) das superfícies do boleto e do patim do trilho à base de perlita é limitada a 180 mm ou menos.
[0099] Além disso, embora o limite inferior da rugosidade superficial máxima (Rmáx) não seja particularmente limitado, na premissa que o trilho é manufaturado por laminação a quente, o limite inferior é cerca de 20 mm no manufaturamento industrial. Em adição, regiões tendo uma rugosidade superficial máxima na faixa de 20 mm a 180 mm são, conforme ilustrado na figura 5, a superfície 1S da porção de topo superior 1 do trilho 10 e a superfície 3S da porção única 3, e quando a rugosidade superficial máxima desta é menor do que ou igual a 180 mm, a resistência ao dano por fadiga do trilho pode ser assegurada.
[00100] É preferível que a medição da rugosidade superficial
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34/65 máxima (Rmáx) seja realizada no seguinte método.
(z1) Pré-tratamento: incrustação na superfície do trilho é removida por lavagem ácida ou explosão.
(z2) Medição da Rugosidade: a rugosidade superficial máxima (Rmáx) é medida baseada em JIS B 0601.
(z3) Medidor: a rugosidade superficial máxima (Rmáx) é medida por um medidor de rugosidade geral 2D ou 3D.
(z4) Ponto de Medição: três pontos arbitrários na superfície 1S da porção de topo superior 1 do boleto do trilho 11 e a superfície 3S da porção única 3 do patim 12 ilustrada na figura 5.
(z5) Contagem de medição: é preferível que a medição seja realizada em cada ponto três vezes, e um valor médio desta (contagem de medição: 9) seja usado como um valor representativo do trilho à base de perlita.
(z6) Comprimento de medição (por cada medição): um comprimento de 5 mm de uma superfície de medição na direção longitudinal ao trilho (z7) Condição de medição: velocidade de escaneamento: 0,5 mm/seg
Em adição, a definição da rugosidade superficial máxima Rmáx é conforme segue.
(z8) A rugosidade superficial máxima Rmáx: a rugosidade superficial máxima Rmáx é a soma da profundidade da máxima da profundidade de vale e a altura da montanha com relação a um valor médio de comprimentos a partir do patim para o boleto na direção vertical ao trilho (direção da altura) como uma base que é um comprimento de referência de medição, e Rmáx é mudada para Rz em JIS 2001.
(5) Razão que Proporção de SVH/Rmáx de Dureza superficial SVH para A Rugosidade superficial máxima Rmáx é
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Limitada a 3,5 ou mais alta.
[00101] Em seguida, a razão que a proporção de SVH/Rmáx da dureza superficial (SVH) para a dureza superficial máxima (Rmáx) é limitada a 3,5 ou mais alta é explanada.
[00102] Os inventores examinaram o relacionamento entre a faixa de estresse de limite por fadiga do trilho à base de perlita, a dureza superficial SVH, e a rugosidade superficial máxima Rmáx em detalhe. Como um resultado, foi verificado que a proporção da dureza superficial SVH para a rugosidade superficial máxima Rmáx do trilho à base de perlita, isto é, SVH/Rmáx é correlacionada com a faixa de estresse de limite por fadiga.
[00103] Em adição, o resultado de avançar o experimento, conforme mostrado na figura 3, foi visto que indiferente da dureza das superfícies do boleto ou do patim do trilho, se o valor de SVH/Rmáx que é a proporção da dureza superficial SVH para a rugosidade superficial máxima Rmáx é mais alto do que ou igual a 3,5, a faixa de estresse de limite por fadiga é aumentada, e a resistência à fadiga é adicionalmente aperfeiçoada.
[00104] Baseado na evidência experimental, a proporção da dureza superficial SVH para a rugosidade superficial máxima Rmáx, isto é, o valor de SVH/Rmáx é limitado a 3,5 ou mais alto.
(6) Razão que o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima com relação ao valor médio de rugosidades na direção vertical ao trilho (direção da altura) é limitada a 40 ou menos por comprimento de 5 mm.
[00105] Em seguida, a razão que o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima com relação ao valor médio de rugosidade na direção da altura é limitada a 40 ou menos por comprimento de 5 mm no comprimento longitudinal do trilho do boleto 11 e do patim 12 é explanada. O
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36/65 número de concavidades e convexidades aqui mencionado é o número de montanhas e vales que excede uma faixa do valor médio de rugosidade na direção vertical ao trilho (direção da altura) a partir do boleto 11 para o patim 12, a 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima na direção vertical (direção da altura).
[00106] Os inventores examinaram em detalhe a rugosidade das superfícies do trilho à base de perlita de modo a aperfeiçoar a resistência à fadiga do trilho à base de perlita. Como um resultado, foi verificado que o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima com relação ao valor médio de rugosidades na direção da altura é correlacionado com a faixa de estresse de limite por fadiga. Em adição, o resultado de avançar o experimento, conforme mostrado na figura 4, foi visto que com relação ao trilho à base de perlita com qualquer dureza e a rugosidade superficial máxima Rmáx 150 mm e 50 mm, quando o número de concavidades e convexidades excede 40, a faixa de estresse de limite por fadiga é reduzida, como um resultado, a resistência à fadiga é significantemente reduzida. Quando o número deste é menor do que ou igual a 40, a faixa de estresse de limite por fadiga é aumentada, como um resultado, a resistência à fadiga é significantemente aumentada. Em adição, foi visto que quando o número de concavidades e convexidades é menor do que ou igual a 10, a faixa de estresse de limite por fadiga é adicionalmente aumentada, como um resultado, a resistência à fadiga é aumentada. Portanto, baseado nas evidências experimentais, é preferível que o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima com relação ao valor médio de rugosidade na direção da altura ser menor do que ou igual a 40 por comprimento de 5 mm na direção de extensão do boleto e do patim. Além disso, o número de concavidades e convexidades é menor do
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37/65 que ou igual a 10.
[00107] Um método de medição do número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima é baseado em um método de medição da rugosidade superficial máxima (Rmáx). O número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima é obtido por análise dos dados de rugosidade em detalhe. É preferível que o valor médio (contagem de medição: 9) de concavidades e convexidades medido em cada ponto três vezes seja usado como um valor representativo do trilho à base de perlita .
(7) Método de Manufaturamento de Controle da Rugosidade Superficial Máxima [00108] Foi confirmado que as concavidades e convexidades ocorrem na superfície do trilho quando a incrustação de um rolo de moer é empurrada a um material durante laminação a quente, e como um resultado, a rugosidade da superfície é aumentada.
[00109] Aqui, de modo a reduzir a rugosidade superficial,a geração de incrustação primária de um lingote gerado dentro de uma superfície de aquecimento é reduzida ou removida. Em adição, a remoção da incrustação secundária do lingote gerado durante a laminação a quente torna-se um modo efetivo.
[00110] Para uma redução na incrustação primária do lingote gerado dentro da fornalha de aquecimento, uma redução na temperatura de aquecimento da fornalha de aquecimento, uma redução no tempo de retenção, controle da atmosfera da fornalha de aquecimento, remoção mecânica do lingote extraído a partir da fornalha de aquecimento, remoção usando água de alta pressão ou ar antes da laminação a quente são efetivos.
[00111] Para a redução na temperatura de aquecimento do lingote e a redução no tempo de retenção, no ponto de vista de assegurar
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38/65 formabilidade de laminação, existem grandes limitações no aquecimento uniformemente do lingote para a porção central. Consequentemente, como modo prático, o controle da atmosfera da fornalha de aquecimento, remoção mecânica do lingote extraído a partir da fornalha de aquecimento, e remoção usando água de alta pressão ou ar antes da laminação a quente são preferíveis.
[00112] Para a redução na incrustação secundária do lingote gerado durante a laminação a quente, remoção usando água de alta pressão ou ar antes de cada laminação a quente é efetiva.
(8) Método de manufaturamento do controle do número de concavidades e convexidades que excedem 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima [00113] O número de grandes concavidades e convexidades nas superfícies do boleto e na patim do trilho é mudado dependendo da remoção mecânica do lingote para redução da incrustação primária, a aplicação de água de alta pressão antes da laminação a quente, e a remoção usando água de alta pressão ou ar antes de cada laminação a quente para remoção da incrustação secundária.
[00114] Aqui, para a proposta de descascar uniformemente a incrustação a partir da superfície e, desse modo, suprimir novas concavidades e convexidades de superfície geradas devido a remoção excessiva, é preferível que o número de concavidades e convexidades seja ajustado para ser menor do que ou igual a um predeterminados número por remoção mecânica, controle ou projeção de medições de material de pulverização, uma velocidade de projeção, uma pressão de injeção durante injeção de água de alta pressão ou ar, e flutuações na injeção.
[00115] Daqui por diante, cd condição será descrita em detalhe.
Contudo, as seguintes condições são preferíveis e a invenção não é limitada a tais condições.
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39/65 (A) Controle de Atmosfera de Fornalha de aquecimento [00116] Com relação ao controle da atmosfera da fornalha de aquecimento, uma atmosfera de nitrogênio que inclui pouco oxigênio na periferia do lingote quanto possível, não tem um efeito nas características de um material de aço, e é barato é preferível. Uma proporção de volume de 30% a 80% é preferível como uma quantidade de nitrogênio adicionada à fornalha de aquecimento. Quando a proporção de volume de nitrogênio na fornalha de aquecimento é mais baixa do que 30%, a quantidade de incrustação primária gerada dentro da fornalha de aquecimento é aumentada, e mesmo quando remoção é realizada em seguida, a incrustação primária é insuficientemente removida, resultando em um aumento na rugosidade da superfície. Em adição, mesmo embora a quantidade de nitrogênio exceda 80% de uma proporção de volume, o efeito é saturado, e, desse modo, a eficiência econômica é reduzida. Consequentemente, uma proporção de volume de cerca de 30% a 80% é preferível como a quantidade de nitrogênio.
(B) Remoção Mecânica [00117] Com relação à remoção química do lingote, é preferível que explosão de carga seja realizada imediatamente após reaquecimento do lingote para o trilho em que incrustação primária está sendo gerada. Como para as condições da explosão de carga, o método descrito conforme segue é preferível.
(a) Material de carga: no caso de uma esfera rígida diâmetro: 0,05 a 1,0 mm, velocidade de projeção: 50 a 100 m/seg, densidade de projeção: 5 a 10 kg/m2 ou mais alta (b) Material de carga: no caso de fragmentos poligonais (grade) produzidos de ferro dimensão de comprimento: 0,1 a 2,0 mm, velocidade de projeção: 50 a 100 m/seg, densidade de projeção: 5 a 10 kg/m2
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40/65 (c) Material de carga: no caso de fragmentos poligonais (grade) incluindo alumina e carbureto de silício dimensão de comprimento: 0,1 a 2,0 mm, velocidade de projeção: 50 a 100 m/seg, densidade de projeção: 5 a 10 kg/m2 [00118] Em adição ao controle da atmosfera da fornalha de aquecimento para estar na faixa acima e a remoção mecânica, pela realização de remoção usando água de alta pressão ou ar descrita mais tarde, a rugosidade da superfície é reduzida, como um resultado, torna-se possível controlar a rugosidade superficial máxima (Rmáx) para ser menor do que ou igual a 180 mm.
[00119] Em adição, no controle da atmosfera da base da fornalha de aquecimento, a remoção mecânica, e a remoção usando água de alta pressão ou ar, no caso onde a proporção da dureza superficial SVH para a rugosidade superficial máxima Rmáx é para ser igual a ou mais alta do que 3,5 de modo a aperfeiçoar a resistência ao dano por fadiga, isto é, quando a resistência ao dano por fadiga é para ser adicionalmente aumentada, é preferível que a remoção usando água de alta pressão ou ar seja adicionalmente realizada.
(C) Remoção usando Água de alta pressão ou ar [00120] É preferível que a remoção usando água de alta pressão ou ar seja realizada imediatamente após extração de reaquecimento do lingote para o trilho em que a incrustação primária é gerada, durante laminação a quente bruta, e durante laminação a quente acabada de trilho em que incrustação secundária é gerada. Como para condições da remoção usando água de alta pressão ou ar, o método descrito conforme segue é preferível.
(a) Água de alta pressão pressão de injeção: 10 a 50 MPa faixa de temperatura de remoção (temperatura de lingote para injeção) imediatamente após extração de reaquecimento e
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41/65 durante laminação a quente bruta (remoção de incrustação primária): 1.250 a 1.050 °C durante laminação a quente acabada (remoção de incrustação secundária): 1.050 a 950°C (b) Ar pressão de injeção: 0,01 a 0,10 MPa faixa de temperatura de remoção (temperatura do lingote para injeção) imediatamente após extração de reaquecimento e durante laminação a quente bruta (remoção de incrustação primária): 1.250 a 1.050°C durante laminação a quente acabada (remoção de incrustação secundária): 1.050 a 950°C (D) Controle detalhado de remoção mecânica, e remoção usando água de alta pressão ou ar [00121] De modo a descascar uniformemente a incrustação das superfícies do boleto do patim do trilho e suprimir as concavidades e convexidades da superfície recentemente geradas durante a remoção de modo a fazer com que o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima ser um predeterminado número ou menor, é preferível que a remoção seja realizada sob as seguintes condições.
[00122] No caso da remoção mecânica, medidas para suprimir a velocidade de projeção de ser excessiva e produzir dimensões (diâmetro ou comprimento) da esfera de aço que é um material de carga, fragmentos poligonais (grade) produzidos de ferro, e fragmentos poligonais (grade) incluindo alumina e carbureto de silício finos são necessários.
[00123] Em adição, no caso de injeção de água de alta pressão ou ar, medidas para suprimir a pressão de injeção de ser excessiva e produzir furos de injeção para determinar as dimensões do material de pulverização fino.
[00124] Em adição, com relação a flutuação de bocais para a
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42/65 injeção, é preferível que flutuação de bocal periódica seja realizada em resposta a velocidade de movimento do biller ou do trilho. Embora a velocidade de flutuação não seja limitada, é preferível que a velocidade de flutuação seja controlada de modo que o material de pulverização seja pulverizado uniformemente nas porções correspondentes às superfícies do boleto e na patim do trilho.
(E) Faixa de temperatura da Remoção [00125] É preferível que uma faixa de temperatura de remoção imediatamente após a extração de reaquecimento do lingote para o trilho e durante a laminação a quente bruta seja 1.250 a 1.050 °C. Desde que a remoção é realizada imediatamente após a extração de reaquecimento (1.250 a 1.300 °C) do lingote, o limite superior da temperatura de remoção é praticamente 1.250 °C. Em adição, quando a temperatura de remoção torna-se menor do que ou igual a 1.050 °C, a incrustação primária é enrijecida e, desse modo, não pode ser facilmente removida. Consequentemente, é preferível que a faixa de temperatura de remoção seja 1.250 a 1.050°C.
[00126] É preferível que a faixa de temperatura de remoção durante laminação a quente acabada do trilho seja 1.050 a 950 °C. A incrustação secundária é gerada a 1.050 °C ou menos, o limite superior desta é praticamente 1.050 °C. Em adição, quando a temperatura de remoção torna-se menor do que ou igual a 950 °C, a temperatura do trilho é provável de ser reduzida, de modo que a temperatura de partida do tratamento de calor durante um tratamento de calor descrito nos Documentos de Patentes 3 e 4 não pode ser assegurada. Consequentemente, a dureza do trilho é reduzida, resultando em uma redução significante na resistência ao dano por fadiga. Portanto, é preferível que a faixa de temperatura de remoção seja 1.050 a 950°C.
(F) Número de remoção
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43/65 [00127] De modo a remover suficientemente a incrustação primária imediatamente após a extração do lingote reaquecido e durante laminação a quente bruta, é preferível que remoção seja realizada 4 a 12 vezes imediatamente antes da laminação a quente. Quando a remoção é realizada menos do que quatro vezes, a incrustação primária não pode ser suficientemente removida, concavidades e convexidades ocorrem na superfície do trilho empurrando-se no lado do material de incrustação, a rugosidade da superfície é aumentada. Isto é, é difícil para a rugosidade superficial máxima Rmáx da superfície do trilho ser menor do que ou igual a 180pm. Por outro lado, quando a remoção é realizada mais do que 12 vezes, a rugosidade da superfície do trilho é reduzida. Contudo, a temperatura do próprio trilho é reduzida, e a temperatura de partida do tratamento de calor durante o tratamento de calor descrito nos Documentos de Patente 3 e 4 não pode ser assegurada. Como um resultado, a dureza do trilho é reduzida, e a resistência ao dano por fadiga é significantemente reduzida. Consequentemente, é preferível que a remoção seja realizada 4 a 12 vezes imediatamente após a extração do lingote reaquecido e a laminação a quente bruta.
[00128] De modo a remover suficientemente a incrustação secundária durante laminação a quente acabada, é preferível que a remoção seja realizada 3 a 8 vezes imediatamente antes da laminação a quente. Quando a remoção é realizada menos do que 3 vezes, a incrustação secundária não pode ser suficientemente removida, e concavidades e convexidades ocorrem conforme a incrustação é empurrada no material, resultando em um aumento na rugosidade da superfície. Por outro lado, quando a remoção é realizada mais do que 8 vezes, a rugosidade da superfície do trilho é reduzida. Contudo, a temperatura do próprio trilho é reduzida, e a temperatura de partida do tratamento de calor durante o tratamento de calor descrito nos
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Documentos de Patente 3 e 4 não pode ser assegurada. Como um resultado, a dureza do trilho é reduzida, a resistência ao dano por fadiga é significantemente reduzida. Consequentemente, é preferível que a remoção seja realizada 3 a 8 vezes durante a laminação a quente acabada.
[00129] De modo a fazer com que a proporção da dureza superficial SVH para a rugosidade superficial máxima Rmáx do trilho à base de perlita seja mais alta do que ou igual a 3,5 para adicionalmente intensificar a resistência ao dano por fadiga, é preferível que a remoção seja realizada 8 a 12 vezes a uma temperatura laminação a quente bruta de 1.200 a 1.050 °C ou 5 a 8 vezes a uma temperatura de laminação a quente acabada de 1.050 a 950 °C.
[00130] Com relação a porções nas quais a remoção é para ser realizado, é preferível que a remoção seja realizada em posições correspondentes nas superfícies do boleto e do patim do trilho no lingote para a laminação do trilho. Com relação a outras porções, o aperfeiçoamento na resistência ao dano por fadiga não pode ser esperado mesmo embora remoção ativa seja realizada, e o trilho é excessivamente resfriado, como um resultado, existe um interesse que o material do trilho possa ser deteriorado.
[00131] Nas Tabelas 3-1 e 3-2, os relacionamentos entre o controle da atmosfera controle da fornalha de aquecimento durante laminação a quente, remoção mecânica, condições da remoção durante laminação a quente bruta imediatamente após a extração do lingote reaquecido e durante remoção da laminação a quente acabada, o controle de remoção mecânica usando água de alta pressão ou ar, temperatura de partida do tratamento de calor, e tratamento de calor e características de trilhos de aço (os trilhos à base de perlita) A8 e A17 são mostrados.
[00132] Pela realização do controle da atmosfera, a remoção
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45/65 mecânica, e a remoção usando água de alta pressão ou ar sob certas condições, e pela realização de tratamentos de calor apropriados conforme necessário, a dureza (SVH) das superfícies do boleto e do patim do trilho pode ser assegurada, e, além disso, a rugosidade superficial máxima (Rmáx) é reduzida, e o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima pode ser menor do que ou igual ao número predeterminado. Consequentemente, desde que a proporção da dureza superficial (SVH) para a rugosidade superficial máxima Rmáx pode ser aumentada, e o número de concavidades e convexidades pode ser reduzido para ser menor do que ou igual a 40, e, preferivelmente, ser menor do que ou igual a 10, a resistência ao dano por fadiga do trilho pode ser significantemente aperfeiçoada.
Exemplos [00133] Em seguida, Exemplos da invenção serão explanados. [00134] As Tabelas 1-1 a 1-4 mostram componentes químicos e características do trilho de aço (trilho à base de perlita) dos Exemplos. As Tabelas 1-1 (trilhos de aço A1 a A19), 1-2 (trilhos de aço A20 a A38), 1-3 (trilhos de aço A39 a A52), e 1-4 (trilhos de aço A53 a A65) mostram valores de componente químico, microestruturas das superfícies do boleto e do patim do trilho, dureza superficial (SVH), a rugosidade superficial máxima (Rmáx), valor de dureza superficial (SVH) /a rugosidade superficial máxima (Rmáx), e o número de concavidades e convexidades (NCC) que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima, faixa de estresse de limite por fadiga (FLSR). Além disso, os resultados dos testes de fadiga realizados pelos métodos mostrados nas figuras 6A e 6B são incluídos.
[00135] Tabelas 2-1 (trilhos de aço a1 a a10) e 2-2 (trilhos de aço a11 a a20) mostram componentes químicos e características de trilhos de aço comparados aos trilhos de aço (A1 a A65) dos Exemplos. As
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Tabelas 2-1 e 2-2 mostram valores de componente químico, microestruturas das superfícies do boleto e do patim do trilho, dureza superficial (SVH), a rugosidade superficial máxima (Rmáx), dureza superficial (SVH) /a rugosidade superficial máxima (Rmáx), o número de concavidades e convexidades (NCC) que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima, e faixa de estresse de limite por fadiga (FLSR). Além disso, os resultados dos testes de fadiga realizados pelos métodos mostrados nas figuras 6A e 6B são incluídos.
[00136] Os trilhos mostrados nas Tabelas 1-1 a 1-4, 2-1, e 2-2 foram seletivamente submetidos a (A) a controle de atmosfera da fornalha de aquecimento, (B) a remoção mecânica, e (C) a remoção usando água de alta pressão ou ar.
[00137] A remoção usando água de alta pressão ou ar foi realizada 4 a 12 vezes a uma temperatura de laminação a quente bruta de 1.250 a 1.050 °C e 3 a 8 vezes a uma temperatura de laminação a quente acabada de 1.050 a 950°C.
[00138] Durante o tratamento de calor após laminação a quente, resfriamento acelerado conforme descrito nos Documentos de Patente 3 e 4 ou similares foi realizado conforme necessário.
[00139] Especialmente, os trilhos de aço A1 a A6 dos Exemplos e os trilhos comparativos a1 a a6 foram submetidos a remoção usando água de alta pressão ou ar 6 vezes a uma temperatura de laminação a quente bruta de 1.250 a 1.050°C e 4 vezes a uma temperatura de laminação a quente acabada de 1.050 a 950°C sem o controle de atmosfera e a remoção mecânica, e foram submetidos a resfriamento acelerado conforme descrito nos Documentos de Patente 3 e 4 ou similares após a laminação a quente a ser manufaturada em condições predeterminadas, e efeitos dos componentes foram examinados.
Petição 870170091449, de 27/11/2017, pág. 52/85 [Tabela 1-1]
Aço No. Componente químico (massa%) Local Microestrutura SVH Rmáx SVH/ Rmáx NCC FLSR Nota
C Si Mn Cr Mo V Nb Co B Cu Ni Ti Ca Mg Zr Al N (Hv.98N) (mm) (peças) (Mpa)
Exemplos da invenção A1 0,65 0,50 0,80 Porção superior Perlita 335 120 2,8 22 310 C Limite inferior
Porção inferior Perlita 340 110 3,1 20 315
A2 1,20 0,50 0,80 Porção superior Perlita 430 160 2,7 28 340 C Limite superior
Porção inferior Perlita 425 175 2,4 30 330
A3 0,90 0,10 1,10 Porção superior Perlita 344 100 3,4 20 330 Si Limite inferior
Porção inferior Perlita 350 115 3,0 24 325
A4 0,90 1,95 1,10 Porção superior Perlita 445 170 2,6 28 355 Si Limite superior
Porção inferior Perlita 442 180 2,5 30 350
A5 0,70 0,70 0,10 Porção superior Perlita 320 180 1,8 32 300 Mn Limite inferior
Porção inferior Perlita 322 170 1,9 30 300
A6 0,70 0,70 1,90 Porção superior Perlita 455 160 2,8 28 345 Mn Limite superior
Porção inferior Perlita 465 170 2,7 30 340
A7 0,70 0,50 1,00 Porção superior Perlita 360 120 3,0 22 335 Melhor
Porção inferior Perlita 365 130 2,8 24 340
A8 0,80 0,30 0,85 Porção superior Perlita 395 160 2,5 28 320 Melhor
Porção inferior Perlita 384 155 2,5 27 315
A9 0,80 0,30 0,85 Porção superior Perlita 395 160 2,5 9 355 Melhor
Porção inferior Perlita 384 155 2,5 9 350
A10 A11 0,80 0,80 0,31 0,30 0,85 0,86 Porção superior Perlita 396 100 4,0 20 420 Melhor
Porção inferior Perlita 380 110 3,5 21 358
Porção superior Perlita 398 55 7,2 13 440 Melhor
Porção inferior Perlita 388 60 6,5 14 430
A12 0,80 0,30 0,86 Porção superior Perlita 398 55 7,2 4 465 Melhor
47/65
Petição 870170091449, de 27/11/2017, pág. 53/85 [Tabela 1-1] Continuação
Aço No. Componente químico (massa%) Local Microestrutura SVH Rmáx SVH/ Rmáx NCC FLSR Nota
C Si Mn Cr Mo V Nb Co B Cu Ni Ti Ca Mg Zr Al N (Hv.98N) (mm) (peças) (Mpa)
Porção inferior Perlita 388 60 6,5 5 450
A13 0,92 0,78 1,03 Porção superior Perlita 402 180 2,2 33 315 Melhor
Porção inferior Perlita 332 180 1,8 34 305
A14 0,92 0,78 1,02 Porção superior Perlita 403 110 3,7 13 400 Melhor
Porção inferior Perlita 335 95 3,5 11 375
A15 0,92 0,79 1,01 Porção superior Perlita 405 25 16,2 12 455 Melhor
Porção inferior Perlita 331 30 11,0 14 410
A16 1,01 0,55 0,55 0,35 Porção superior Perlita 480 180 2,7 32 340 Melhor
Porção inferior Perlita 480 155 3,1 28 340
A17 1,01 0,55 0,54 0,35 Porção superior Perlita 485 115 4,2 22 440 Melhor
Porção inferior Perlita 480 100 4,8 23 435
A18 1,01 0,55 0,54 0,35 Porção superior Perlita 485 115 4,2 8 465 Melhor
Porção inferior Perlita 480 100 4,8 8 470
A19 1,01 0,54 0,57 0,35 Porção superior Perlita 490 45 10,9 4 480 Melhor
Porção inferior Perlita 480 35 13.7 3 480
48/65
Petição 870170091449, de 27/11/2017, pág. 54/85
Tabela 1-2
Aço No. Componente químico (massa%) Local Micro- estrutura SVH Rmáx SVH/ Rmáx NCC FLSR Nota
C Si Mn Cr Mo V Nb Co B Cu Ni Ti Ca Mg Zr Al N (Hv.98N) (mm) (peças) (Mpa)
Exemplos da invenção A20 1,10 0,80 0,80 Porção superior Perlita 430 140 3,1 25 350 Melhor
Porção inferior Perlita 420 135 3,1 24 345
A21 1,10 0,80 0,80 Porção superior Perlita 425 80 5,3 6 440 Melhor
Porção inferior Perlita 415 75 5,5 7 435
A22 0,91 0,50 0,75 Porção superior Perlita 465 140 3,3 28 350 Cr Altamente adicionado
Porção inferior Perlita 380 130 2,9 23 330
A23 0,91 0,50 0,75 Porção superior Perlita 465 75 6,2 7 450 Cr Altamente adicionado
Porção inferior Perlita 380 70 5,4 8 425
A24 0,65 0,35 0,80 0,04 Porção superior Perlita 345 160 2,2 27 310 Mo Adicionado
Porção inferior Perlita 320 170 1,9 28 300
A25 0,65 0,35 0,80 0,04 Porção superior Perlita 350 70 5,0 8 410 Mo Adicionado
Porção inferior Perlita 322 60 5,4 8 405
A26 0,99 0,45 0,72 0,02 Porção superior Perlita 435 130 3,3 24 335 V Adicionado
Porção inferior Perlita 425 140 3,0 25 340
A27 0,99 0,45 0,72 0,02 Porção superior Perlita 435 130 3,3 9 370 V Adicionado
Porção inferior Perlita 425 140 3,0 9 360
A28 0,99 0,45 0,72 0,02 Porção superior Perlita 435 70 6,2 15 450 V Adicionado
Porção inferior Perlita 425 60 7,1 16 460
A29 0,99 0,45 0,72 0,09 Porção superior Perlita 445 145 3,1 28 350 V Adicionado
Porção inferior Perlita 420 130 3,2 22 340
A30 0,99 0,44 0,71 0,24 - 0,02 - - - - - - - - - - - Porção superior Perlita 495 160 3,1 25 355 Cr+V Adicionado
49/65
Petição 870170091449, de 27/11/2017, pág. 55/85
Continuação
Exemplos da invenção Porção inferior Perlita 490 170 2,9 24 350
A31 0,95 0,45 0,88 - - - 0,008 - - - - - - - - - - Porção superior Perlita 410 140 2,9 23 330 Nb Adicionado
Porção inferior Perlita 350 120 2,9 21 320
A32 0,95 0,45 0,88 - - - 0,008 - - - - - - - - - - Porção superior Perlita 410 55 7,5 13 455 Nb Adicionado
Porção inferior Perlita 350 40 8,8 12 420
A33 0,84 0,45 1,12 - - - - 0,15 - - - - - - - - - Porção superior Perlita 390 120 3,3 24 340 Co Adicionado
Porção inferior Perlita 350 120 2,9 22 320
A34 0,84 0,45 1,12 - - - - 0,15 - - - - - - - - - Porção superior Perlita 390 40 9,8 12 450 Co Adicionado
Porção inferior Perlita 350 30 11,7 11 430
A35 0,84 0,45 1,12 - - - - 0,15 - - - - - - - - - Porção superior Perlita 390 40 9,8 3 475 Co Adicionado
Porção inferior Perlita 350 30 11,7 2 450
A36 0,84 0,43 1,12 0,22 - - - 0,15 - - - - - - - - - Porção superior Perlita 432 130 3,3 23 340 Cr+Co Adicionado
Porção inferior Perlita 370 120 3,1 21 325
A37 1,00 0,70 0,45 - - - - - 0,0025 - - - - - - - - Porção superior Perlita 380 120 3,2 20 325 B Adicionado
Porção inferior Perlita 375 130 2,9 21 320
A38 1,00 0,70 0,45 - - - - - 0,0025 - - - - - - - - Porção superior Perlita 380 70 5,4 13 420 B Adicionado
Porção inferior Perlita 375 65 5,8 12 425
50/65
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Tabela 1-3
Aço No. Componente químico (massa%) Local Micro- estrutura SVH Rmáx SVH/ Rmáx NCC FLSR Nota
C Si Mn Cr Mo V Nb Co B Cu Ni Ti Ca Mg Zr Al N (Hv,98N) (mm) (peças) (Mpa)
Exemplos da invenção A39 0,89 0,25 0,89 0,40 Porção superior Perlita 415 125 3,3 22 335 Cu Adicionado
Porção inferior Perlita 420 130 3,2 26 330
A40 0,89 0,25 0,89 0,40 Porção superior Perlita 415 75 5,5 13 440 Cu Adicionado
Porção inferior Perlita 420 70 6,0 14 445
A41 0,75 0,40 1,00 0,30 Porção superior Perlita 350 140 2,5 23 315 Ni Adicionado
Porção inferior Perlita 345 125 2,8 20 320
A42 0,75 0,40 1,00 0,30 Porção superior Perlita 350 80 4,4 14 410 Ni Adicionado
Porção inferior Perlita 345 70 4,9 13 415
A43 0,75 0,40 1,01 0,25 0,30 Porção superior Perlita 385 125 3,1 21 330 Cu+Ni Adicionado
Porção inferior Perlita 390 130 3,0 22 330
A44 0,67 0,45 0,85 0,0089 Porção superior Perlita 345 125 2,8 24 310 Ti Adicionado
Porçã inferior Perlita 340 150 2,3 24 305
A45 0,67 0,45 0,85 0,0089 Porção superior Perlita 345 45 7,7 12 405 Ti Adicionado
Porção inferior Perlita 340 50 6,8 13 405
A46 0,66 0,48 0,85 0,0015 0,0085 Porção superior Perlita 350 125 2,8 18 310 B+ Ti Adicionado
Porção inferior Perlita 360 135 2,7 19 310
A47 1,12 0,95 0,35 0,0015 Porção superior Perlita 400 130 3,1 22 335 Ca Adicionado
Porção inferior Perlita 350 140 2,5 23 315
A48 1,12 0,95 0,35 0,0015 Porção superior Perlita 400 80 5,0 14 430 Ca Adicionado
Porção inferior Perlita 350 70 5,0 13 415
A49 1,05 0,78 0,65 0,0025 Porção superior Perlita 430 150 2,9 26 330 Mg Adicionado
Porção inferior Perlita 445 130 3,4 25 320
51/65
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Aço
No.
A50
A51
A52
Tabela 1-3 continuação
1,05
1,05
1,05
Si
Mn
Cr
Mo
Nb
Componente químico (massa%)
Local
Co
Cu
Ni
Ti
Ca
Mg
Z:
Al
0,78
0,78
0,78
0,65
0,65
0,65
0,0025
0,0025
0,0025
Porção superior
Porçã inferior
Porção superior
Porçã inferior
Porção superior
Porção inferior
Microestrutura
Perlita
Perlita
Perlita
Perlita
Perlita
Perlita
SVH (Hv,98N)
430
445
430
445
430
445
Rmáx (mm)
150
130
SVH/
Rmáx
2,9
3,4
4,8
5,6
4,8
5,6
NCC
FLSR (peças) (Mpa)
355
355
430
Nota
Mg
Adicionado
Mg
Adicionado
435
465
460
Mg
Adicionado
52/65
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Tabela 1-4
Aço No. Componente químico (massa%) Local Micro- estrutura SVH Rmáx SVH / Rmáx NCC FLSR Nota
C Si Mn Cr Mo V Nb Co B Cu Ni Ti Ca Mg Zr Al N (Hv,98N) (mm) (peças) (Mpa)
Exemplos da invenção A53 1,05 0,79 0,64 0,0018 0,0027 Porção superior Perlita 425 145 2,9 22 340 Ca+Mg Adicionado
Porção inferior Perlita 405 125 3,2 20 330
A54 1,05 0,55 0,60 0,45 0,0020 Porção superior Perlita 450 140 3,2 23 345 Cr+Mg Adicionado
Porção inferior Perlita 445 160 2,8 30 335
A55 1,00 0,55 0,60 0,0012 Porção superior Perlita 370 160 2,3 29 310 Zr Adicionado
Porção inferior Perlita 350 170 2,1 24 300
A56 1,00 0,55 0,60 0,0012 Porção superior Perlita 370 80 4,6 13 420 Zr Adicionado
Porção inferior Perlita 350 70 5,0 14 410
A57 1,12 0,85 0,55 0,12 Porção superior Perlita 385 130 3,0 24 330 Al Adicionado
Porção inferior Perlita 390 145 2,7 20 325
A58 1,12 0,85 0,55 0,12 Porção superior Perlita 385 130 3,0 6 360 Al Adicionado
Porção inferior Perlita 390 145 2,7 7 355
A59 1,12 0,85 0,55 0,12 Porção superior Perlita 385 80 4,8 15 420 Al Adicionado
Porção inferior Perlita 390 75 5,2 14 430
A60 0,78 0,45 0,91 0,0085 Porção superior Perlita 345 140 2,5 28 310 N Adicionado
Porção inferior Perlita 350 120 2,9 26 320
A61 0,78 0,45 0,91 0,0085 Porção superior Perlita 345 50 6,9 12 430 N Adicionado
Porção inferior Perlita 345 60 5,8 14 415
A62 0,78 0,45 0,91 0,0085 Porção superior Perlita 345 50 6,9 2 465 N Adicionado
Porção inferior Perlita 345 60 5,8 3 445
A63 0,78 0,45 0,91 0,0135 0,0081 Porção superior Perlita 360 140 2,6 24 310 Al+N Adicionado
Porção inferior Perlita 370 150 2,5 23 310
A64 0,78 0,45 0,91 0,03 0,0110 Porção superior Perlita 365 110 3,3 20 335 V+N Adicionado
Porção inferior Perlita 370 110 3,4 20 335
A65 0,78 0,45 0,91 0,03 0,0110 Porção superior Perlita 365 110 3,3 7 355 V+N Adicionado
Porção inferior Perlita 370 110 3,4 6 350
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Tabela 2-1
Aço No. Componente químico (massa%) Local Microestrutura SVH Rmáx SVH/ Rmáx NCC FLSR Nota
C Si Mn Cr Mo V Nb Co B Cu Ni Ti Ca Mg Zr Al N (Hv,98N) (mm) (peças) (Mpa)
Comparative Example al 0,60 0,50 0,80 Porção superior Perlita+Ferrita 260 120 2,2 23 180 Desviado de C Limite inferior
Porção inferior Perlita+Ferrita 260 110 2,4 21 185
a2 1,25 0,35 0,80 Porção superior Perlita+Cementita pró-eutectoide 540 160 3,4 25 190 Desviado de C Limite superior
Porção inferior Perlita+Cementita pró-eutectóide 540 175 3,1 30 185
a3 0,90 0,02 1,10 Porção superior Perlita 300 100 3,0 20 250 Desviado de Si Limite inferior
Porção inferior Perlita 310 115 2,7 20 240
a4 0,90 2,30 1,10 Porção superior Perlita+Martensita 570 170 3,4 27 150 Desviado de Si Limite superior
Porção inferior Perlita+Martensita 560 180 3,1 28 150
a5 0,70 0,70 0,03 Porção superior Perlita 280 180 1,6 27 230 Desviado de Mn Limite inferior
Porção inferior Perlita 270 170 1,6 27 235
a6 0,70 0,70 2,50 Porção superior Perlita+Martensita 550 160 3,4 25 170 Desviado de Mn Limite superior
Porção inferior Perlita+Martensita 560 170 3,3 24 165
a7 0,80 0,31 0,85 Porção superior Perlita 300 100 3,0 18 230 Desviado de Dureza Limite inferior
Porção inferior Perlita 310 110 2,8 19 235
a8 0,92 0,78 1,03 Porção superior Perlita 402 180 2,2 28 315 Desviado de Dureza Limite inferior
Porção inferior Perlita 300 180 1,7 28 270
a9 1,01 0,55 0,54 0,35 Porção superior Perlita 525 180 2,9 25 260 Desviado de Dureza Limite superior
Porção inferior Perlita 430 155 2,8 24 335
a10 0,99 0,44 0,71 0,24 0,02 Porção superior Perlita 520 160 3,3 24 250 Desviado de Dureza Limite superior
Porção inferior Perlita 515 170 3,0 25 245
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Tabela 2-2
Aço No. Componente químico (massa%) Local Micro- estrutura SVH Rmáx SVH /Rmáx NCC FLSR Nota
C Si Mn Cr Mo V Nb Co B Cu Ni Ti Ca Mg Zr Al N (Hv,98N) (mm) (peças) (Mpa)
Comparative Example a11 0,70 0,70 0,10 Porção superior Perlita 285 180 1,6 26 180 Desviado de Dureza Limite inferior
Porção inferior Perlita 290 170 1,7 24 185
a12 0,65 0,35 0,80 0,04 Porção superior Perlita 345 160 2,2 23 310 Desviado de Dureza Limite inferior
Porção inferior Perlita 270 170 1,6 23 170
a13 1,10 0,80 0,80 Porção superior Perlita 300 140 2,1 24 250 Desviado de Dureza Limite inferior
Porção inferior Perlita 420 135 3,1 23 345
a14 0,92 0,78 1,03 Porção superior Perlita 402 250 1,6 45 250 Desviado de Tenacidade
Porção inferior Perlita 332 230 1,4 42 230
a15 1,01 0,55 0,55 0,35 Porção superior Perlita 480 240 2,0 43 260 Desviado de Tenacidade
Porção inferior Perlita 420 155 2,7 24 330
a16 1,12 0,95 0,35 0,0015 Porção superior Perlita 400 130 3,1 23 335 Desviado de Tenacidade
Porção inferior Perlita 350 250 1,4 44 220
a17 0,78 0,45 0,91 0,0085 Porção superior Perlita 290 240 1,2 43 235 Desviado de Dureza+Tenacidade
Porção inferior Perlita 300 220 1,4 42 240
a18 0,99 0,45 0,72 0,02 Porção superior Perlita 435 130 3,3 22 355 Desviado de Dureza+Tenacidade
Porção inferior Perlita 300 190 1,6 28 255
a19 0,67 0,45 0,85 0,0089 Porção superior Perlita 300 190 1,6 27 240 Boleto : Desviado de Dureza+Tenacidade
Porção inferior Perlita 340 150 2,3 24 305
a20 0,84 0,45 1,12 0,15 Porção superior Perlita 390 120 3,3 23 340 Patim Desviado de Patim Dureza+Tenacidade
Porção inferior Perlita 300 185 1,6 27 270
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Petição 870170091449, de 27/11/2017, pág. 61/85 abela 3-1
Aço No. Local Controle da atmosfera da fornalha de aquecimento Remoção mecânico Remoção durante Laminação bruta direita após Extração de reaquecimento Remoção durante Laminação acabada Água de alta pressão, ar e controle de remoção mecânico Temperatura de partida de tratamento de calor (°C) Tratamento de calor Micro- estrutura SVH Rmáx SVH/ Rmáx NCC FLSR Nota
Temperatura (°C) Contagem (vezes) Temperatura (°C) Contagem (vezes) (Hv,98N) (mm) (peças) (Mpa)
A8 Porção superior Não Não 1250 a1050 4 1050 a 950 4 Não Não Perlita 330 160 2,1 26 305
Porção inferior Perlita 325 155 2,1 24 305
Porção superior Não Não 1250 a1050 6 1050 a 950 4 Não Não Perlita 330 120 2,8 22 315
Porção inferior Perlita 325 115 2,8 23 315
Porção superior Não Não 1250 a1050 6 1050 a 950 4 Sim Não Perlita 330 120 2,8 8 335
Porção inferior Perlita 325 115 2,8 7 335
Porção superior Não Não 1250 a 1050 4 1050 a 950 4 Não 800 Sim Perlita 395 160 2,5 24 320
Porção inferior Perlita 384 155 2,5 23 315
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 4 Não 780 Sim Perlita 395 120 3,3 22 340
Porção inferior Perlita 384 115 3,3 21 335
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 4 Sim 780 Sim Perlita 395 120 3,3 7 360
Porção inferior Perlita 384 115 3,3 7 355
Porção superior Não Sim (Hard Ball) 1250 a 1050 6 1050 a 950 4 Não 780 Sim Perlita 395 110 3,6 21 410
Porção inferior Perlita 384 100 3,8 20 415
Porção superior Sim (Nitrogênio 30%) Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 4 Não 780 Sim Perlita 395 95 4,2 15 425
Porção inferior Perlita 384 90 4,3 17 425
Porção superior Não Não 1250 a 1050 8 1050 a 950 4 Não 770 Sim Perlita 395 85 4,6 14 430
Porção inferior Perlita 384 70 5,5 13 430
Porção superior Não Não 1250 a 1050 12 1050 a 950 4 Não 750 Sim Perlita 395 50 7,9 12 440
Porção inferior Perlita 384 50 7,7 11 445
Porção superior Não Não 1250 a 1050 12 1050 a 950 4 Sim 750 Sim Perlita 395 50 7,9 4 460
Porção inferior Perlita 384 50 7,7 3 465
Porção superior Não Sim (Alumina Grid) 1250 a 1050 12 1050 a 950 4 Não 750 Sim Perlita 395 45 8,8 13 450
Porção inferior Perlita 384 45 8,5 12 450
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Petição 870170091449, de 27/11/2017, pág. 62/85
Tabela 3-1 continuação
Aço No. Local Controle da atmosfera da fornalha de aquecimento Remoção mecânico Remoção durante Laminação bruta direita após Extração de reaquecimento Remoção durante Laminação acabada Água de alta pressão, ar e controle de remoção mecânico Temperatura de partida de tratamento de calor (°C) Tratamento de calor Micro- estrutura SVH Rmáx SVH/ Rmáx NCC FLSR Nota
Temperatura (°C) Contagem (vezes) Temperatura (°C) Contagem (vezes) (Hv,98N) (mm) (peças) (Mpa)
Porção superior Sim (Nitrogênio 30%) Não 1250 a1050 12 1050 a 950 4 Não 750 Sim Perlita 395 40 9,9 13 455
Porção inferior Perlita 384 40 9,6 12 455
Porção superior Sim (Nitrogênio 30%) Sim (Hard Ball) 1250 a 1050 12 1050 a 950 4 Não 750 Sim Perlita 395 35 11,3 11 460
Porção inferior Perlita 384 30 12,8 11 465
Porção superior Sim (Nitrogênio 30%) Sim (Hard Ball) 1250 a 1050 12 1050 a 950 4 Sim 750 Sim Perlita 395 35 11,3 3 480
Porção inferior Perlita 384 30 12,8 2 485
Porção superior Não Não 1250 a 1050 14 1050 a 950 4 Não 700 Redução de temperatura Não permitida Perlita 300 25 12,0 11 230 Muitas contagens de remoção
Porção inferior Perlita 305 20 15,3 12 240
Porção superior Não Não 1250 a 1050 2 1050 a 950 4 Não 820 Sim Perlita 395 190 2,1 28 270 Baixas contagens de remoção
Porção inferior Perlita 384 180 2,1 24 280
Porção superior Não Não 1250 a 1050 12 1050 a 950 4 Não 700 Redução de temperatura Não permitida Perlita 300 50 6,0 12 215 Baixa temperatura de remoção
Porção inferior Perlita 305 50 6,1 13 220
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 4 Não 780 Sim Perlita 395 120 3,3 22 340 Baixas contagens de remoção na Patim
Porção inferior Não Não 1250 a 1050 2 1050 a 950 4 Não 820 Perlita 400 200 2,0 35 260
Porção superior Não Não 1250 a 1050 2 1050 a 950 4 Não 820 Sim Perlita 400 195 2,1 25 255 Baixas contagens de remoção na Boleto
Porção inferior Não Não 1250 a 1050 7 1050 a 950 4 Não 770 Perlita 384 120 3,2 20 345
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Tabela 3-2
Aço No. Local Controle da atmosfera da fornalha de aquecimento Remoção mecânico Remoção durante Laminação bruta direita após Extração de reaquecimento Remoção durante Laminação acabada Água de alta pressão, ar e controle de remoção mecânico Temperatura de partida de tratamento de calor (°C) Tratamento de calor Micro- estrutura SVH Rmáx SVH / Rmáx NCC FLSR Nota
Temperatura (°C) Contagem (vezes) Temperatura (°C) Contagem (vezes) (Hv,98N) (mm) (peças) (Mpa)
A17 Porção superior Não Não 1250 a1050 6 1050 a 950 3 Não Não Perlita 350 140 2,5 23 310
Porção inferior Perlita 345 135 2,6 21 310
Porção superior Não Não 1250 a1050 6 1050 a 950 4 Não Não Perlita 350 125 2,8 21 320
Porção inferior Perlita 355 125 2,8 20 320
Porção superior Não Não 1250 a1050 6 1050 a 950 4 Sim Não Perlita 350 125 2,8 8 340
Porção inferior Perlita 355 125 2,8 9 340
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 3 Não 800 Sim Perlita 430 140 3,1 23 330
Porção inferior Perlita 420 135 3,1 22 335
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 4 Não 780 Sim Perlita 430 125 3,4 21 345
Porção inferior Perlita 420 125 3,4 19 350
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 4 Sim 780 Sim Perlita 430 125 3,4 20 365
Porção inferior Perlita 420 125 3,4 18 375
Porção superior Não Sim(Iron Piece Grid) 1250 a 1050 6 1050 a 950 4 Não 780 Sim Perlita 430 110 3,9 17 420
Porção inferior Perlita 420 105 4,0 16 420
Porção superior Sim (Nitrogênio 80%) Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 4 Não 780 Sim Perlita 430 100 4,3 15 425
Porção inferior Perlita 420 90 4,7 16 435
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 5 Não 770 Sim Perlita 430 100 4,3 15 425
Porção inferior Perlita 420 105 4,0 16 420
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 5 Sim 770 Sim Perlita 430 100 4,3 6 445
Porção inferior Perlita 420 105 4,0 7 450
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 8 Não 750 Sim Perlita 430 80 5,4 14 425
Porção inferior Perlita 420 75 5,6 13 430
Porção superior Não Sim (Hard Ball) 1250 a 1050 6 1050 a 950 8 Não 750 Sim Perlita 430 60 7,2 12 455
Porção inferior Perlita 420 70 6,0 13 460
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Petição 870170091449, de 27/11/2017, pág. 64/85 abela 3-2 continuação
Aço No. Local Controle da atmosfera da fornalha de aquecimento Remoção mecânico Remoção durante Laminação bruta direita após Extração de reaquecimento Remoção durante Laminação acabada Água de alta pressão, ar e controle de remoção mecânico Temperatura de partida de tratamento de calor (°C) Tratamento de calor Micro- estrutura SVH Rmáx SVH / Rmáx NCC FLSR Nota
Temperatura (°C) Contagem (vezes) Temperatura (°C) Contagem (vezes) (Hv,98N) (mm) (peças) (Mpa)
Porção superior Sim (Nitrogênio 80%) Não 1250 a1050 6 1050 a 950 8 Não 750 Sim Perlita 430 50 8,6 11 470
Porção inferior Perlita 420 60 7,0 12 460
Porção superior Sim (Nitrogênio 80%) Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 8 Sim 750 Sim Perlita 430 50 8,6 4 490
Porção inferior Perlita 420 60 7,0 5 475
Porção superior Sim (Nitrogênio 80%) Sim (Iron Piece Grid) 1250 a 1050 6 1050 a 950 8 Não 750 Sim Perlita 430 30 14,3 11 480
Porção inferior Perlita 420 40 10,5 13 470
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 10 Não 720 Redução de temperatura Não permitida Perlita 310 30 10,3 12 250 Muitas contagens de remoção
Porção inferior Perlita 300 30 10,0 13 245
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 1 Não 820 Sim Perlita 430 195 2,2 28 280 Baixas contagens de remoção
Porção inferior Perlita 420 200 2,1 34 275
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 8 Não 720 Redução de temperatura Não permitida Perlita 310 80 3,9 13 220 Baixa temperatura de remoção
Porção inferior Perlita 300 75 4,0 14 225
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 3 Não 780 Sim Perlita 430 140 3,1 21 350 Baixas contagens de remoção na Patim
Porção inferior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 1 Não 820 Perlita 420 200 2,1 35 275
Porção superior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 1 Não 780 Sim Perlita 430 210 2,0 31 260 Baixas contagens de remoção na Boleto
Porção inferior Não Não 1250 a 1050 6 1050 a 950 3 Não 820 Perlita 420 135 3,1 24 350
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60/65 [00140] Em adição, as Tabelas 3-1 e 3-2 mostram as condições de manufaturamento usando trilhos de aço A8, A13 mostrados nas Tabelas 1-1 e características dos trilhos. As Tabelas 3-1 e 3-2 mostram controle de atmosfera da fornalha de aquecimento durante laminação a quente, remoção mecânica, faixas de temperatura ou número de remoção usando água de alta pressão ou ar durante laminação a quente bruta imediatamente após a extração do lingote reaquecido e durante laminação a quente acabada, controle de água de alta pressão ou ar e remoção mecânica, temperatura de partida de tratamento de calor, tratamento de calor, microestruturas das superfícies do boleto e do patim do trilho, dureza superficial (SVH), a rugosidade superficial máxima (Rmáx), dureza superficial (SVH)/a rugosidade superficial máxima (Rmáx), o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima (NCC), e valores de faixa de estresse de limite por fadiga (FLSR). Além disso, os resultados destes testes de fadiga realizados pelos métodos mostrados nas figuras 6A e 6B são incluídos.
[00141] Em adição, várias condições de teste são conforme segue. Teste de fadiga [00142] Forma do trilho: 136 libras de um trilho de aço (67 kg/m) são usadas.
Teste de fadiga (ver figuras 6A e 6B) [00143] Método de teste: um teste de encurvamento de três pontos (comprimento de extensão de 1 m e uma frequência de 5 Hz) é realizado em um trilho de aço real.
[00144] Condição de carga: controle de faixa de estresse (máximamínima, a carga mínima é 10% da carga máxima) é realizado.
Postura do teste (ver figuras 6A e 6B) [00145] Teste da superfície do boleto: carregamento na patim (exercer resistência à tensão na boleto)
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61/65 [00146] Teste da superfície do patim: exercer carga na boleto (exercer resistência à tensão na patim) [00147] Número de repetição: 200 milhões de vezes, a faixa de estresse máxima no caso de não fatura é referida como uma faixa de estresse de limite por fadiga.
(1) Trilhos dos Exemplos (65 peças) [00148] Os trilhos de aço A1 a A65 são trilhos dos quais os valores de componente químico, as microestruturas das superfícies do boleto e do patim, a dureza superficial (SVH), e o valor da rugosidade superficial máxima (Rmáx) estão nas faixas dos Exemplos.
[00149] Os trilhos de aço A9, A27, A50, A58, e A65 são trilhos dos quais, em adição aos valores de componente químico, as microestruturas das superfícies do boleto e do patim do trilho, a dureza superficial (SVH), e a rugosidade superficial máxima (Rmáx), o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima é menor do que ou igual a 10 nas condições mais adequadas dos Exemplos.
[00150] Os trilhos de aço A10, A11, A14, A15, A17, A19, A21, A23, A25, A28, A32, A34, A38, A40, A42, A45, A48, A51, A56, A59, e A61 são trilos dos quais o valor da dureza superficial (SVH)/a rugosidade superficial máxima (Rmáx), bem como os valores de componente químico, as microestruturas das superfícies do boleto e do patim do trilho, a dureza superficial (SVH), e a rugosidade superficial máxima (Rmáx) estão nas faixas dos Exemplos.
[00151] Os trilhos de aço A12, A18, A35, A52, e A62 são trilhos que o valor da dureza superficial (SVH)/a rugosidade superficial máxima (Rmáx), bem como os valores de componente químico, as microestruturas das superfícies do boleto e do patim do trilho, a dureza superficial (SVH), e a rugosidade superficial máxima Rmáx estão nas faixas dos Exemplos, e o número de concavidades (NCC) e
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62/65 convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima é menor do que ou igual a 10 nas condições mais adequadas dos Exemplos.
[00152] Os trilhos mostrados nas Tabelas 1-1 a 1-4 dos quais os valores da dureza superficial SVH/a rugosidade superficial máxima Rmáx é maior do que ou igual a 3,5 foram seletivamente submetidos a (A) o controle da atmosfera da fornalha de aquecimento, (B) a remoção mecânica, e (C) a remoção usando água de alta pressão ou ar durante laminação a quente.
[00153] Em particular, pelo aumento do número da remoção, a remoção usando água de alta pressão ou ar foi realizada 8 a 12 vezes a um temperatura de laminação a quente bruta de 1.250 a 1.050 °C e 5 a 8 vezes a uma temperatura de laminação a quente acabada de 1.050 a 950 °C. Em seguida, resfriamento acelerado após laminação a quente conforme descrito nos Documentos de Patente 3 e 4 ou similares foi realizado conforme necessário.
(2) Trilhos Comparativos (20 peças) [00154] Os trilhos de aço a1 a a6 são trilhos dos quais os componentes químicos não estão nas faixas da invenção.
[00155] Os trilhos de aço a7 a a20 são trilhos dos quais a dureza superficial (SVH) das superfícies do boleto e do patim do trilho e o valor da rugosidade superficial máxima (Rmáx) não estão nas faixas da invenção.
[00156] Conforme mostrado nas Tabelas 1-1, 1-2, 2-1, e 2-2, nos trilhos de aço a1 a a6, os componentes químicos C, Si, e Mn no aço não estão nas faixas da invenção, de modo que as estruturas de ferrita, estruturas de cementita pró-eutectoide, e estruturas de martensita são geradas. Isto é, desde que C contido nos trilhos de aço A1 a A65 dos Exemplos está na faixa de 0,65 a 1,20%, Si está na faixa de 0,05 a 2,00%, e Mn está na faixa de 0,05 a 2,00%, conforme
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63/65 comparado com os trilhos de aço al a a6, as estruturas de ferrita, estruturas de cementita pró-eutectoide, e estruturas de martensita que têm efeitos adversos na resistência ao dano por fadiga não são geradas. Portanto, as superfícies do boleto e do patim do trilho de aço podem ser estavelmente providas com a estrutura de perlita em faixas de dureza predeterminadas. Consequentemente, torna-se possível assegurar a resistência à fadiga (a faixa de estresse de limite por fadiga é igual a ou mais alto do que 300 MPa) necessária para os trilhos de aço e, desse modo, aperfeiçoa a resistência ao dano por fadiga do trilho.
[00157] Em adição, conforme mostrado nas Tabelas 1-1 a 1-4, 2-1, e 2-2, a dureza superficial SVH do boleto e do patim e a rugosidade superficial máxima Rmáx dos trilhos de aço a7 a a20 não estão nas faixas da invenção, a resistência à fadiga (maior do que ou igual a 300 MPa da faixa de estresse de limite por fadiga) necessária para o trilho não pode ser assegurada. Isto é, nos trilhos de aço A1 a A65 dos Exemplos, a dureza superficial do boleto e o patim está na faixa de Hv320 a Hv500, e a rugosidade superficial máxima Rmáx é menor do que ou igual a 180 mm, a resistência à fadiga (maior do que ou igual a 300 MPa da faixa de estresse de limite por fadiga) necessária para o trilho é assegurada. Como um resultado, torna-se possível aperfeiçoar a resistência ao dano por fadiga do trilho.
[00158] A figura 7 mostra o relacionamentos entre a dureza superficial do boleto e a faixa de estresse de limite por fadiga dos trilhos de aço (os trilhos de aço A8, A10 a A11, A13 a A17, A19 a A26, A28, A31 a A34, A37 a A42, A44 a A45, A47 a A49, A51, A55 a A57, A59 a A61, e A64 mostrados nas Tabelas 1-1 a 1-2) dos Exemplos a serem distinguidos pelos valores da dureza superficial (SVH)/a rugosidade superficial máxima (Rmáx).
[00159] A figura 8 mostra os relacionamentos entre a dureza
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64/65 superficial do patim e a faixa de estresse de limite por fadiga dos trilhos de aço (os trilhos de aço A8, A10 a A11, A13 a A17, A19 a A26, A28, A31 a A34, A37 a A42, A44 a A45, A47 a A49, A51, A55 a A57, A59 a A61, e A64 mostrados nas Tabelas 1-1 a 1-4) dos Exemplos a serem distinguidos pelos valores da dureza superficial SVH/a rugosidade superficial máxima Rmáx.
[00160] Conforme mostrado nas figuras 7 e 8, desde que os valores da dureza superficial (SVH)/a rugosidade superficial máxima (Rmáx) dos trilhos de aço dos Exemplos são confinados nas faixas predeterminadas, a resistência à fadiga (faixa de estresse de limite por fadiga) do trilho exibindo a estrutura de perlita pode adicionalmente ser aperfeiçoada. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga é significantemente aumentada.
[00161] Em adição, a figura 9 mostra os relacionamentos entre a dureza superficial do boleto e a faixa de estresse de limite por fadiga dos trilhos de aço (os trilhos de aço A8 a A9, A11 a A12, A17 a A18, A26 a A27, A34 a A35, A49 a A50, A51 a A52, A57 a A58, A61 a A62, e A64 a A65 mostrados nas Tabelas 1-1 a 1-4) dos Exemplos a serem distinguidos pelo número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima.
[00162] A figura 10 mostra os relacionamentos entre a dureza superficial do boleto e a faixa de estresse de limite por fadiga dos trilhos de aço (os trilhos de aço A8 a A9, A11 a A12, A17 a A18, A26 a A27, A34 a A35, A49 a A50, A51 a A52, A57 a A58, A61 a A62, e A64 a A65 mostrados nas Tabelas 1-1 a 1-4) dos Exemplos a serem distinguidos pelo número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima.
[00163] Conforme mostrado nas figuras 9 e 10, nos trilhos de aço dos Exemplos, desde que o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima é confinado
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65/65 na faixa predeterminada, a resistência à fadiga (faixa de estresse de limite por fadiga) do trilho exibindo a estrutura de perlita pode adicionalmente ser aperfeiçoada. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga pode adicionalmente ser aperfeiçoada.
[00164] Em adição, conforme mostrado nas Tabelas 3-1 e 3-2, o controle da atmosfera, a remoção mecânica, e a remoção usando água de alta pressão ou ar são realizados sob condições predeterminadas. Em adição, tratamento de calor é apropriadamente realizado conforme necessário para assegurar a dureza superficial do boleto e do patim e reduzir a rugosidade superficial máxima (Rmáx), desse modo, confinando o valor da dureza superficial (SVH)/a rugosidade superficial máxima (Rmáx) e o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima a estarem nas faixas predeterminadas. Desse modo, a resistência à fadiga (faixa de estresse de limite por fadiga) do trilho exibindo a estrutura de perlita pode adicionalmente ser aperfeiçoada. Como um resultado, a resistência ao dano por fadiga pode adicionalmente ser aperfeiçoada.
Lista de Sinais de Referência porção de topo superior porção de canto superior porção única trilho à base de perlita boleto patim
1S superfície de porção de topo superior
3S superfície de porção única
R1 região de 5 mm de 1S
R3 região de 5 mm de 3S
1A limite entre porção de topo superior e porção de canto
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Claims (15)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Trilho à base de perlita (10) consistindo de: por massa%,
    0,65 a 1,20% de C;
    0,05 a 2,00% de Si;
    0,05 a 2,00% de Mn; e opcionalmente, um ou mais dentre, um ou dois tipos de 0,01 a 2,00% de Cr e 0,01 a 0,50% de Mo;
    um ou dois tipos de 0,005 a 0,50% de V e 0,002 a 0,050% de Nb;
    0,01 a 1,00% de Co;
    0,0001 a 0,0050% de B;
    0,01 a 1,00% de Cu;
    0,01 a 1,00% de Ni;
    0,0050 a 0,0500% de Ti;
    0,0005 a 0,0200% de Mg e 0,0005 a 0,0200% de Ca;
    0,0001 a 0,2000% de Zr;
    0,0040 a 1,00% de Al; e 0,0060 a 0,0200% de N, e o restante composto de Fe e impurezas inevitáveis, em que uma região a uma profundidade de 5 mm de uma superfície de topo do boleto em um boleto (11) e uma região a uma profundidade de 5 mm de uma porção única em um patim (12) têm uma estrutura de perlita, uma dureza superficial de uma estrutura de perlita está em uma faixa de Hv320 a Hv500, e caracterizado pelo fato de que uma rugosidade superficial máxima de uma estrutura de perlita é menor do que ou igual a 180 mm.
  2. 2. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicaPetição 870180019692, de 12/03/2018, pág. 4/11
    2/4 ção 1, caracterizado pelo fato de que uma proporção da dureza superficial para a rugosidade superficial máxima é maior do que ou igual a 3,5.
  3. 3. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que na porção da qual a rugosidade superficial máxima é medida, o número de concavidades e convexidades que excede 0,30 vezes a rugosidade superficial máxima com relação a um valor médio de rugosidade em uma direção vertical ao trilho a partir do patim (12) para o boleto (11) é menor do que ou igual a 40 por comprimento de 5 mm em uma direção longitudinal ao trilho de superfícies do boleto (11) e do patim (12).
  4. 4. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, um ou dois tipos de 0,01 a 2,00% de Cr e 0,01 a 0,50% de Mo.
  5. 5. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, um ou dois tipos de 0,005 a 0,50% de V e 0,002 a 0,050% de Nb.
  6. 6. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, 0,01 a 1,00% de Co.
  7. 7. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém adicionalmente, por massa%, 0,0001 a 0,0050% de B.
  8. 8. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, 0,01 a 1,00% de Cu.
  9. 9. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicaPetição 870180019692, de 12/03/2018, pág. 5/11
    3/4 ção 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, 0,01 a 1,00% de Ni.
  10. 10. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, 0,0050 a 0,0500% de Ti.
  11. 11. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, um ou dois tipos de 0,0005 a 0,0200% de Mg e 0,0005 a 0,0200% de Ca.
  12. 12. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, 0,0001 a 0,2000% de Zr.
  13. 13. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, 0,0040 a 1,00% de Al.
  14. 14. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%, 0,0060 a 0,0200% de N.
  15. 15. Trilho à base de perlita (10), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o trilho à base de perlita (10) contém, por massa%:
    um ou dois tipos de 0,01 a 2,00% de Cr e 0,01 a 0,50% de Mo;
    um ou dois tipos de 0,005 a 0,50% de V e 0,002 a 0,050% de Nb;
    0,01 a 1,00% de Co;
    0,0001 a 0,0050% de B;
    0,01 a 1,00% de Cu;
    0,01 a 1,00% de Ni;
    0,0050 a 0,0500% de Ti;
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    0,0005 a 0,0200% de Mg e 0,0005 a 0,0200% de Ca;
    0,0001 a 0,2000% de Zr;
    0,0040 a 1,00% de Al; e
    0,0060 a 0,0200% de N.
    Petição 870180019692, de 12/03/2018, pág. 7/11
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