[go: up one dir, main page]

BRPI1004996A2 - pneu com componente contendo celulose - Google Patents

pneu com componente contendo celulose Download PDF

Info

Publication number
BRPI1004996A2
BRPI1004996A2 BRPI1004996-7A BRPI1004996A BRPI1004996A2 BR PI1004996 A2 BRPI1004996 A2 BR PI1004996A2 BR PI1004996 A BRPI1004996 A BR PI1004996A BR PI1004996 A2 BRPI1004996 A2 BR PI1004996A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
cellulose
rubber
elastomer
phr
water
Prior art date
Application number
BRPI1004996-7A
Other languages
English (en)
Inventor
Annette Lechtenboehmer
David Andrew Benko
Maurice Peter Klinkenberg
Joseph John Kulig
Klaus Unseld
Georges Maarcel Victor Thielen
Claude Ernest Felix Boes
Hans-Bernd Fuchs
Original Assignee
Goodyear Tire & Rubber
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Goodyear Tire & Rubber filed Critical Goodyear Tire & Rubber
Publication of BRPI1004996A2 publication Critical patent/BRPI1004996A2/pt

Links

Classifications

    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C08ORGANIC MACROMOLECULAR COMPOUNDS; THEIR PREPARATION OR CHEMICAL WORKING-UP; COMPOSITIONS BASED THEREON
    • C08JWORKING-UP; GENERAL PROCESSES OF COMPOUNDING; AFTER-TREATMENT NOT COVERED BY SUBCLASSES C08B, C08C, C08F, C08G or C08H
    • C08J3/00Processes of treating or compounding macromolecular substances
    • C08J3/20Compounding polymers with additives, e.g. colouring
    • C08J3/22Compounding polymers with additives, e.g. colouring using masterbatch techniques
    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B60VEHICLES IN GENERAL
    • B60CVEHICLE TYRES; TYRE INFLATION; TYRE CHANGING; CONNECTING VALVES TO INFLATABLE ELASTIC BODIES IN GENERAL; DEVICES OR ARRANGEMENTS RELATED TO TYRES
    • B60C1/00Tyres characterised by the chemical composition or the physical arrangement or mixture of the composition
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C08ORGANIC MACROMOLECULAR COMPOUNDS; THEIR PREPARATION OR CHEMICAL WORKING-UP; COMPOSITIONS BASED THEREON
    • C08JWORKING-UP; GENERAL PROCESSES OF COMPOUNDING; AFTER-TREATMENT NOT COVERED BY SUBCLASSES C08B, C08C, C08F, C08G or C08H
    • C08J5/00Manufacture of articles or shaped materials containing macromolecular substances
    • C08J5/04Reinforcing macromolecular compounds with loose or coherent fibrous material
    • C08J5/045Reinforcing macromolecular compounds with loose or coherent fibrous material with vegetable or animal fibrous material

Landscapes

  • Chemical & Material Sciences (AREA)
  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Chemical Kinetics & Catalysis (AREA)
  • Medicinal Chemistry (AREA)
  • Polymers & Plastics (AREA)
  • Organic Chemistry (AREA)
  • Health & Medical Sciences (AREA)
  • Mechanical Engineering (AREA)
  • Manufacturing & Machinery (AREA)
  • Materials Engineering (AREA)
  • Compositions Of Macromolecular Compounds (AREA)
  • Processes Of Treating Macromolecular Substances (AREA)
  • Tires In General (AREA)

Abstract

PNEU COM COMPONENTE CONTENDO CELULOSE. A presente invenção é dirigida para um método de fabricação de composição de borracha, compreendendo as etapas de mistura de fibras e agua para formar uma primeira mistura, mixagem da primeira misutra com látex de elastômero com base em em dieno de modo a formar uma segunda mistura compreendendo fibras de celulose, elastômero e água, e separação das fibras de celulose da água de modo a formar uma batelada mestre de celulose/elastômero.

Description

"PNEU COM COMPONENTE CONTENDO CELULOSE" Fundamento da invenção
Em um esforço para incluir recursos renováveis como componentes em pneus, que naturalmente ocorrendo materiais orgânicos foram previamente usados como cerregadores nas composições de borrachas de pneus. Contudo, a compatibilidade entre os carregadores orgânicos e a borracha é geralmente pobre, conduzindo a carga de baixo nível devido à dispersão de carregamento pobre e devido à pobre dispersão e também pobre adesão entre a borracha e o carregador. Existe, entretanto, uma necessidade para composições de borracha aperfeiçoada contendo carregadores orgânicos que ocorrem naturalmente. Sumário da Invenção
A presente invenção é dirigida a um método de fabricação de uma composição de borracha, caracterizada por compreender as etapas de misturar fibras de celulose e água de modo a formar uma primeira mistura; misturando a primeira mistura com um látex de eiastômero de base em dieno para formar uma segunda mistura compreendendo fibras de celulose, eiastômero e água, e separando as fibras de celulose e o eiastômero da água para formar um elastômero/batelada mestre..
Descrição Resumida dos Desenhos
FIG. - 1 é um gráfico de propriedade de tensão para diversas amostras de borrachas.
FIG. - 2 é um gráfico de propriedades de estresse de tensão para diversos tipos de
borrachas;.
FIG. - 3 é um gráfico de delta tangente versus tensão para delta versus strain for several rubber samples.diversas amostras de borracha;
Descrição Detalhada da Invenção Descreve-se um método de fabricação de uma composição de borracha,
compreendendo as etapas de mistura de fibras de celulose e água para formar uma primeira mistura com um látex de eiastômero com base em dieno aauoso de modo a formar uma segunda misiitura compreendendo fibras de celulose compreendendo fibras de celulose, eiastômero e água, e separando as fibras de celulose e eiastômero da agua para formar uma batelada matriz de celulose/elastômero..Em uma primeira etapa, as fibras de celulose e água são misturadas para formar uma primeira mistura. Em uma realizaçao, as fibras de celulose podem ser adicionados com uma pasta aquosa com teores sólidos relativamente altos de fibras. Em uma realização, as fibras de celulose podem ser adicionados como uma pasta aquosa com 5 a 50 por cento em peso de fibras de celulose. As fibras de celulose são misturadas com água suficiente para se obter uma mistura de celulose na água que pode ser misturada com um látex eiastômero. Em uma segunda etapa, a primeira mistura de fibras de celulose e água é misturada com um látex de elastômero com base em dieno para formar uma segunda mistura para formar uma segunda mistura. A porção de látex combinada com a primeira mistura de fibras de celulose e água de forma a resultar na razão de desejo do elastômero para celulose no final de batelada. Látex de elastômero com base em dieno inclui látex de borracha natural, látex poliisopreno, látex de borracha estireno-butadieno, látex de borracha, látex polibutadieno, látex de borracha nitrila e outros.
Em uma terceira etapa, a agua é separada da segunda mistura contendo a fibra de celulose, elastômero e água para obter a batelada final de fibras de celulose e elastômero. A separação pode ser feita usando-se qualquer das várias técnicas conforme sejam conhecidas na arte, incluindo, porém não se limitando a filtração, centrifugação e secagem.
O eiastômero/batelada de celulose é usada em composição de borracha. E uma realização a composição de borrachainclui elastômero e celulose de uma batelada, e outros aditivos conforme são descritos a seguir: A composição de borracha desta forma inclui uma fibra de celulose. Por fibra de
celulose , quer se entender que a celulose no mesmo está substancialmente livre de lignina. Conforme aqui descrito, o termo "fibra de celulose" é pretendido excluir aqueles materiais celulósicos contendo porões expressivas de lignina, como fibra de Madeira. Em uma realização, a fibra de celulose de 95 a 99,5 por cento de celulose. Em uma realização, a fibra de celulose tem um comprimento médio de de 15 a 25
micirons. Em uma realização, a fibra de celulose tem um comprimento médio de 14 a 20 microns. Em uma realização, a fibra de celulose tem uma espessura media de 10 a 20 microns. Em uma realização, a fibra de celulose tem uma espessura media de 12 a 18 microns.
Em uma realização, a fibra de celulose é uma celulose tendo um diâmetro variando
de 1 a 4000 nanômetros. Em uma realização, a fibra de celulose é uma celulose tendo um diâmetro variando de 1 a 1000 nanômetros. Em uma fibra de ceiuiose é uma celulose tendo um diâmetro variando de 5 a 500 nanômetros..
Fibra de celulose adequada está disponível comercialmente pela J. Rettenmaier & Sohne GmbH como Arbocel® Arbocel Nano Disperse Celulose MH 40-10 (10 por cento em sólidos de peso) ou MH 40-40 (40 porcento em sólidos de peso).
Em uma realização, de 1 a 10 phr de um aditivo eficaz em acoplar a ceiuiose à borracha pode ser adicionada durante a mixagem da primeira mistura.
Em uma realização, a fibra de celulose está presente na composição de borracha em uma concentração variando de 1 a 30 partes em peso por 100 parts em peso de elastômero com base em dieno (phr). Em ainda outra realização, a fibra de celulose está presente na composição de borracha variando de 5 a 25 partes em peso por 100 partes em peso do elastômero com base em dieno. Em outra realização a fibra de celulose está presente na composição de borracha em uma concentração variando de 10 a 20 partes em peso por 100 partes em peso do elastômero com base em dieno (phr).
A composição de borracha pode ser usada com borrachas ou elastômeros contendo insaturação olefinica . As frases "borracha ou elastômero contendo insaturação oleficinica" ou " "elastômero baseado em dieno" são pretendidos em incluir ambas as naturais borrachas e suas várias formas brutas e reclamadas, assim como várias borrachas sintéticas. Na descrição da presente invenção, os termos "borracha" e "elastômero" podem ser usados intercambiavelmente, exceto se de outra forma prescrito. Os termos "composição de borracha", "borracha composta" e "composto de borracha" são usados intercambiavelmente para referirem-se à borracha que tenha sido misturada ou mixada com vários ingredientes e materiais e estes termos são bem conhecidos por aqueles que têm habilidade na mistura de borracha ou na arte de composição de borracha. Polímeros sintéticos representativos são os produtos de homopolimerização de butadieno e seus homologos e derivados, por exemplo: metilbutadieno, dimeíiibutadieno e pentadieno bem como copolimeros tais como aqueles formados a partir do butadiene ou seus homoiogos ou derivados com outros monômemros insaturados. Dentre os últimos estão acetileno, por exemplo vinil acetileno, olefinas, por exemplo isobutieno que se copolimeriza com isopreno para formar borracha butila, compostos de vinil, por exemplo, ácido acriüco, acrilonitrila (que polimeriza com butadiene para formar NBR), ácido metacriiico e estireno, o último composto polimerizando de modo a formar SBR, assim como esteres de vinil e vários aldehidos Insaturados, cetonas e eteres, por exemplo acroleina, cetona isopropenil metal. Exemplos específicos de borrachas sintéticas incluem neopreno (policloropreno), polibutadieno (incluindo cis-1,4-polibutadieno), polisoprene (incluindo cis-1,4-poliisopreno), borracha butil, borracha halobutila do tipo como borracha clorobutila ou borracha bromobutüa, borracha estireno/isopreno/butadieno, copolimeros de 1,3-butadieno ou isopreno com monômemros do tipo como estireno, acrilonitrila e metil metacrilato, assim como etileno./propüeno terpolímeros, também conhecido como monômemros dieno/propileno/etileno (EPDM), e de modo particular, terpolímeros diciclopentadieno/etileno/propileno, Exempios adicionais de borrachas que podem ser usadas incluem alcóxi-silil e
polímeros polimerizados de solução de extremidade funcionalizada (SBR, PBR, IBR and SIBR), polímeros estrelado ramificado de estanho acoplado. Os elastômeros ou as borrachas preferidas (natural ou sintéticas). Polibutadieno e SBR.
Em um aspecto a borracha é preferivelmente de menos que dois das borrachas de base em dieno. Por exemplo, uma combinação de duas ou mais borrachas é preferido tal como borracha de eis 1,4-poliisopreno (natural or sintética, embora natural seja preferida) borracha de 3,4-poliisopreno, borracha de estireno/isopreno/butadienor, emulsão e solução de polimerização derivada de borrachas de estireno/butadieno, borrachas de eis 1,4- polibutadieno e polimerização de emulsão preparada de copolimeros de butadieno/acrilonitrila.
Em um aspecto da presente invenção, uma polimerização de emulsão derivada de estireno/butadieno (E-SBR) pode ser usada tendo tendo um teor relativamento convencional de cerca de 20 a cerca de 28 porcento de estireno de ligação ou, para algumas aplicações, um E-SBR tendo um meio para teor de estireno relativamete alto, nomeadamente, um teor de estireno de ligação de cerca de 30 a cerca de 45 porcento.
Por polimerização de emulsão preparada E-SBR, quer dizer estireno e 1,3-butadieno são copolimerizados como uma emulsão aquosa. Estes tipos são bem conhecidos por aqueles versados na técnica. O teor de estireno ligado pode variar, por exemplo, de cerca de 5 a cerca de 50 porcento. Em um aspecto, o E-SBR pode também conter acrilonitrila para formar uma borracha terpolímera, como E-SBAR, em quantidades, por exemplo, de cerca de 2 a cerca de 30 em peso percentual de acrilonitrila de ligação no terpolímero.
A polimerização de emulsão preparada de borrachas de copolimeros estirene/butadieno/acrilonitrila contendo cerca de 2 a cerca de 40 em peso percentual de acrilonitrila de ligação no copolimero são também contempladas como borrachas com base em dieno para uso na presente invenção. A polimerização de solução preparada SBR (S-SBR) de forma geral tem um teor de
estireno de ligação na faixa de cerca de 5 a cerca de 50, preferivelmente de cerca de 9 a cerca de 36 por cento. O S-SBR pode ser convenientemente preparado, por exemplo por catalisação de Iitio organo na presença de um solvente hidrocarbono orgânico.
Em uma realização, a borracha eis 1,4-polibutadieno (BR) pode ser usada. Este tipo de BR pode ser preparada, por exemplo, por polimerização de soluções organicas de 1,3- butadieno. O BR pode ser convenientemente caracterizada, por exemplo, por ter pelo menos 90 porcento de teor de eis 1,4.
A borracha natural de eis 1,4-poiiisopreno e eis 1,4-poliisoprene são bem conhecidas por aqueles que têm habilidade na técnica de borrachas. O termo "phr" conforme aqui usado, e de acordo com as práticas convencionais,
refere-se a "parte em peso de um material respectivo por 100 partes por peso de borracha ou elastômero.
A composição de borracha pode também incluir algo acima de 70 phr do óleo de processamento. Óleo de processamento pode ser inciuido na composição de borracha conforme um óleo de extensão tipicamente para estender elastômeros. Óleo de processamento pode também ser include na composição de borracha pela adição do óleo diretamente durante a composição da borracha. O óleo de processamento usado pode incluir ambos os óleos de estensão presentes nos elastômero e o óleo de processo adicionado durante a composição. Óleos de processos adequados incluem vários óleos que são conhecidos na técnica, incluindo óleos aromáticos, parafinicos, naftênicos, óleos vegetais, e óleos PCA baixos, tais como MES, TDAE, SRAE e óleos naftênicos pesados.
Óleos PCA baixos adequados incluem aqueles tendo um teor aromático policiclico de menos que 3 por centro conforme determionado pelo método IP346. Procedimentos para o método IP346 podem ser encontrado no Standard Methods for Analvsis & Testing of Petroleum and Related Products and British Standard 2000 Parts. 2003, 62a. edição, publicada pelo Institute of Petroleum, Reino Unido. A composição de borracha pode incluir de cerca de 10 a cerca de 150 silica, Em
outra realização, de 20 a 80 phr of silica pode ser usado.
Os pigmentos de silica comumente empregados que podem ser usados nos compostos de borracha incluem (silica) pigmentos silicatos precipitados e pirogenicos convencionais. Em outra realização, siclio precipitado é usado.Os pigmentos silicatos convencionais empregados na presente invenção são siiicas precipitados, tais como, por exemplo, aqueles obtidos pela acidificão de silicato solúvel, por exempio silicato de sodio, ion de um solúvel.
Estes siiicas convencionais podem ser caracterizado, por exemplo, por ter uma área de superfície BET, conforme mensurado usando gas de nitrogênio. Em uma reaiizaçã, a superfície BET conforme medido usando gás de nitrogênio. Em uma realização, a área de superfície BET pode estar na faixa de cerca de 40 a cerca de 600 metros quadrados por grama. Em outra realização, a área de superfície BET pode estar na faixa de cerca de 80 a cerca de 300 metros quadrados por grama. O método BET de mensuração de área de superfície está descrito no Journal of tne American Chemical Societv. Volume 60, Pag. 304 (1930).
A silica conencional pode também ser caracterizado por ter um valor de absorção de dibutilftalato (DBP) na faixa de cerca de 100 a cerca de 400, alternativamente de cerca de 150 a cerca de 300.
A silica convencional pode ser esperada para ter uma tamanho de particular último médio, por exemplo, na faixa de 0.01 a 0.05 micron conforme determinado pelo microscopio eletronico, embora as partículas de silica possam ser ainda menores, ou possivelmente maiores em tamanhos.
Várias siiicas comercialmente disponíveis podem ser usadas, tais como, somente por exemplo aqui, sem limitação, siiicas comercialmente disponíveis de PPG Industries sob a marca registrada Hi-Sil com as designações 210, 243, etc; siiicas disponíveis pela Rhodia, com, por exemplo, as designações de Z1165MP e Z165GR e siiicas disponíveis pela Degussa AG com, por exemplo as designações VN2 e VN3, etc. Comumento empregado carbonos negros podem ser usados como carregadores convencionais em uma quantidade variando de 10 a 150 phr. Em outra reaiizaçã, de 20 a 80 de negro de fumo pode ser usado . Exemplos representativos de tais cabomos negros incluem N110, N121, N134, N220, N231, N234, N242, N293, N299, N315, N326, N330, N332, N339, N343, N347, N351, N358, N375, N539, N550, N582, N630, N642, N650, N683, N754, N762, N765, N774, N787, N907, N908, N990 e N991. Estes carbonos negros têm absorções de iodo variando de 9 a 145 g/kg e de número DBP variando de 34 to 150 cm3/100 g.
Outros filtros podem ser usados nas composições de borracha incluindo, porém não se limitando a carregadores particulados incluindo polietileno de peso molecular ultra alto (UHMWPE), géis de polímero particulado reticulado incluindo porém não se limitando a aqueles descritos nas Patentes Norte-Americanas de números 6,242,534; 6,207,757; 6,133,364; 6,372,857; 5,395,891; ou 6,127,488, carregadores de composito de amido plasticizado incluindo porém não Imitado àquele descrito ao que foi descrito na Patente Norte-Americana número 5,672,639. Estes outros carregadores podem ser usados em uma quantidade variando de 1 to 30 phr.
Em uma realização a composição de borracha pode conter enxofre convenciona! contendo composto organosilicon. Exemplos de enxofres contendo organosilicon são os da formula:
Z — Alk — Sn — Alk — Z I
em que Z é selecionado do grupo consistindo de
R1 R1 R2
I I I
-Si-R1 — Si — R2 -Si-R2
I I I
R2 , R2 e R2
Onde R1 é um grupo alquila de 1 a 4 átomos de carbono, ciclohexila ou fenila; R2 é alcoxi 1 a 8 átomoss de carbono, or cicloalcóxi de 5 a 8 átomoss de carbono. Aiquii é um hidrocarbono divalente de 1 a 18 átomos de carbono η um número inteiro de 2 a 8.
Em uma realização, o enxofre contendo compostos organosilicon são 3,3'-bis(trimetoxi ou trietoxi sililpropil) polisulfetos. Em uma realização , o enxofre contendo compostos organosilicon compounds são 3,3'-bis(trietoxisiliipropila) disulfeto e/ou 3,3'-bis(trietoxisiiiipropiia) ietrasuifeío. Contudo m de acordo com as formulas I, Z podem ser
-Si-R2
I
R2 "7 /
Onde R2 é um alcóxi de 2 a 4 átomos de carbono, alternativamente 2 átomoss de carbono; aik é um nidrocarboneto divaiente de 2 a 4 átomoss de carbono, alternativamente com 3 átomos de carbono, e η é um número inteiro de 2 a 5, alternativamente de 2 ou 4.
Em outra realizaçã, enxofre adequado contendo organosilicon incluem compostos descritos nas Patentes Norte-Americanas de número 6,608,125. Em outra realização o enxofre contendo compostos organosilicon compounds inciui 3-(octanoiltio)-1- propiltrietoxiysilano, CH3(CH2)6C(=0) -S-CH2CH2CH2Si(OCH2CH3)3, que está disponível comercialmente como NXT™ da Momentive Performance Materials.
Em outra realização, enxofre adequado contendo compostos organosiliconincluem aqueles revelados no Pedido de Publicação de Patente Norte Americana de Número 2003/0130535. Em outra realização, o enxofre contendo composto organosilicon é Si-363 da Degussa.
A quantidade de composto organisilicon contendo enxofre em uma composição de borracha variará dependendo do nível de outros aditivos que sejam usados. De forma geral assim falando, a quantidade do composto variará de 0.5 a 20 phr. Em outra realização, a quantidade variará de 1 a 10 phr.
É prontamente compreendido por aqueles que têm habilidade na presente arte que as composições de borracha seriam compostas por métodos de forma gerai conhecidos na arte de composição de borracha, como mistura de várias borrachas consituintes de exofre vulcanizável com vários materiais aditivos comumente usados tais como, por exemplo, doadores de enxofre, ajudantes de cura, tais como ativadores de retardadores e aditivos de processamento, tais como óleos, resinas, incluindo resinas de colagem e plasticizadores, carregadores, pigmentos, ácidos graxos, oxidos de zinco, ceras, antioxiddantes e antiozonizantes e agentes peptizante. Conforme conhecido por aqueles versados na técnica, dependendo do uso pretendido do (borrachas) material de enxofre vuleanizado ou do enxofre vuleanizado, os aditivos mencionados acima são selecionados e comumente usados em porções convencionais. Exemplos representativos de doadores de enxofre incluem enxofre elementar (enxofre livre), uma amina de dissulfeto, polissulfeto polimérico e adutores de olefina de enxofre. Em outra realização, o agente de vuicanização de enxofre é um enxofre elementar. O agente de vuicanização de enxofre pode ser usado em uma porção variando de 0.5 a 8 phr, alternativemente com uma faixa de 1.5 a 6 phr. Quantidades típicas de resinas colantes, se usadas, compreendem de cerca de 0.5 a cerca de 10 phr, comumente em cerca de 1 a cerca de 5 phr. Porções típicas de ajudantes de processamento compreendem cerca de 1 a cerca de 50 phr. Porções típicas de antioxidantes comprendem cerca de 1 a cerca de 5 phr. Antioxidantes representativos podem ser, por exemplo, difenil- p-fenilenediamina e outros, tais como, por exemplo, aqueles descritos em/no Manual de Borracha Vanderbilt (19781 Pags. 344 ate 346. Porções típicas dos antiozonicos compreendem cerca de 1 a 5 phr. Quantidades típicas de ácidos graxos, se usados, que podem incluir ácido esteárico compreendem cerca de 0.5 a cerca de 3 phr. Porções típicas de oxido de zinco compreendem de cerca de 2 a cerca de 5phr. Quantidades típicas de ceras compreendem de cerca de 1 a 5 phr. Ceras microcristalinas são freqüentemente usadas. Porções típicas de peptizadores compreendem de cerca de 0,1 a 1 phr. Peptizadores típicos podem ser por exemplo, pentaclorotiofenoi e dissulfeto de dibenzamidodifenii.
Aceleradores são usados para controlar o tempo e/ou temperatura requerida para vulcanização e para aperfeiçoar as propriedades do vulcanizado. Em outra realização um sistema de acelerador simples pode ser usado, isto é, acelerador primário. Os aceleradores primários podem ser usados em porções totais variando de cerca de 0.5 a cerca de 4, alternativamente de cerca de 0.8 a cerca de 1.5, phr. Em outra realização, combinações de acelerador primário e secundário poderiam ser usados com o acelerador secndario sendo usado em quantidades menores, tais como de cerca de 0.05 a cerca de 3 phr, com o propositi de ativar e de aperfeiçoar as proprieaaes do vulcanizado. Combinações destes aceleradores poderiam ser esperados de modo a produzir um efeito sinergiconas propriedades finais são algo melhores que aquelas produzidas por uso indistinto do acelerador isolado. Adicionalmente, acelerador de ação demorada podem ser usados que não sejam afetados peias temperaturas de processamento normal porém produzem uma cura satisfatória em temperatura de vulcanização ordinária. Retardadores de vulanização poderiam também ser usados. Modelos adequados de aceleradores que podem ser usado na presente invenção são aminas, dissulfetos, guanidinas, tioureias, tiazolas, tiuramas, sulfanamidas, ditiocarbamatos e xantanas. Em uma realização, o acelerador primário é uma sulfanamida. Se um segundo acelerador for usado, o acelerador secundário pode ser uma guanidina, ditiocarbamato ou composo tiurama.
A mixagem da composição de borracha pode ser complementada por métodos conhecidos por aqueles versados na técnica. Por exemplo, os ingredientes são tipicamentemisturados em pelo menos dois estágios, nomeadamente, em pelo menos um estágio não produtivo seguido por um estagio de mixagem produtivo, Os curativos finais incluindo agentes de vulcanização de enxofre são tipicamente misturados no estágio final que é convencionalmente chamado estágio de mixagem "produtivo" em que a mixagem ocorre em uma temperatura derradeira, mais baixa que a temperatura de mixagem que as do estagio de mixagem não produtiva precedente. Os termos estágios de mistura "não produtivo" e "produtivo" são bem conhecidos por aqueles que têm habilidade na técnica de mistura de borracha.. A composição de borracha pode ser submetida a uma etapa de mistura termomecanica. A etapa de mixagem termomecanica de forma geral compreende um trabalho mecânico em um misturador ou extrusor, por um periodo de tempo adequado com o proposito de produzir uma temperatura de borracha entre 140°C e 190° C. A duração apropriada do trabalho termomecanico varia conforme a função das condições de operação, e o volume e natureza dos components. Por exemplo, o trabalho termomecanico pode ser de 1 a 20 minutos.
As composições de borracha podem ser incorporadas em uma variedade de
componentes de borracha do pneu. Por exemplo, os componentes de borracha pode ser um trilho (incluindo um trilho de cobertura um trilho de base), parede lateral, ápice, besouro, inserto de parede lateral, revestimento de fio ou alinhamento interno. Em outra realização, o componente é um trilho.
O pneu da presente invenção pode ser pneu de carro de corrida, pneu de carro de
passageiro, pneu de aeronave, agrícola, movedor de terra, fora de Estrada, pneu de caminhão e outros. Em outra realização, o pneu é um pneu de veiculo de passageiro ou pneu de caminhão. O pneu pode também ser um radial ou diagonal.
A vulcanização do conjunto pneumatico de acordo com a presente invenção é geralmente realizado em temperatura convencional variando de 100°C a 200°C. Em outra realização, a vulcanização é conduzida em temperatura variando de 1100C a 180°C. Qualquer dos processos de vulcanização podem ser usados tal como aquecimento em pressão ou moldagem, aquecimento com vapor super aquecido ou ar quente. Tais pneus podem ser construídos, moldados e curados por vários métodos que são conhecidos e estarão prontamente aparentes àqueles versados no assunto. A invenção é adicionalmente ilustrada pelos exemplos não Iimitativos que segue:
Exemplo 1
No presente exemplo, o método de combinar 10 por cento em peso de fibra de ceiuiose de dispsersão aquosa com um látex de elastômero para preparar 15 phr de mistura de elastômero de ceiuiose é ilustrado. Na primeira etapa, 400 g de uma pasta de celulose (Arbocel Nano Disperse Celulose MH 40-10, da J. Rettenmaier & Sohne) contendo 10 porcento em peso de sólidos foi diiuido com 400 g de água. A mistura foi agitada por 30 minutos, com um pH de 5.2. Na etapa de mistura separada, 430 g de látex de borracha natural de alta amonia contendo 61.9 porcento em peso de sólidos em ρH 10.3 foi diiuido com 430 g de água e 5 g de um 50 porcento em peso de antioxidante fenol dificultado (Bostex 24). A mistura de látex foi agitada por 25 minutos. Subseqüentemente, a mistura de látex foi transferida para um recipiente com 36 g de água de enxague, seguido por uma adição da mistura de celulose por aigo de 1 minuto com 123 g água de enxágue, com agitação continua. O iátex combinado e a dispersão de celulose foi agitada por 15 minutos. A dispersão de celulose de látex foi secada através da aplicação de 50 a 100 g de
porções em um moinho quente (tambor de secagem) em 1410C. Amostras de celulose/borracha de aproximadamente 30 g foram coletadas e as bordas de faca. Cada amostra foi secada pela passagem através do moinho 5 vezes. Um total de 289 g foi coietaao (rendimento teorico rendeu 307 g, 95 porcento de recuperação). O teor de umidade final foi de 0.57 porcento com uma viscosidade Mooney viscosity MS(1+4) de 60.3 e Tg de - 62.2°C. As amostras foram estabilizadas com 0.5 phr do Bostex 24. Este produto está referido como Amostra 1.
Exemplo 2
O procedimento do Exemplo 1 foi repetido, exceto pelo uso de 400 g de 40 porcento em peso da fibra de celulose de dispersão aquosa (Arbocel Nano Disperse Celulose MH 40-40, da J. Rettenmaier & Sohne) ao invés dos 10 porcento em peso de material. Todas as porções dobraram para render 578 g de 15 phr de celulose em elastômero com um teor de umidade final de 0.43 porcento, um Mooney MS(1+4) de 75.1 e Tg de -62.10C. Este produto é referido como a Amostra 2.
Exemplo 3
O procedimento do Exemplo 2 foi repetido para adição de 1 phr de ácido ditiopropionico 3,3'- O rendimento foi de 567 g de 15 phr celulose e 1 phr ácido ditiopropionico 3,3' em elastômero com um teor de umidade final de 1.31 porcento Mooney MS(1+4) de 70.6 e Tg de 62.10C. Este produto está referido como a Amostra 3.
Exemplo 4
Neste exemplo, o efeito de combinar as amostras dos Exempios 1, 2 e 3 em compostos de borracha está ilustrado. Nove compostos de borracha foram preparados seguindo a receita na Tabela 1, com todas as porções mostradas em phr, usando-se procedimentos de mistura de duas etapas com uma etapa de mistura de não produção em um Brabender Plasticorder e curado a 10 min a 150°C, proximo a t90. A amostra 4 foi um controle com nenhuma celulose adicionada. As amostras 9 e 10 foram comparativas, contendo uma celulose tendo um diâmetro mais largo. As amostras de 5 até 8 e 11 e 12 continham as amostras dos Exemplos 1, 2 ou 3 e são representativas da presente invenção.
As amostras foram testadas pelas propriedades viscoelasticas usando-se RPA. "RPA" refere-se a Analisador de Processo de Borracha (Rubber Process Analyzer) como RPA 2000™ instrumento pela Alpha Technologies, antecedentemente Flexsys Company e anteriormente Monsanto Company. Referencia a um instrumento RPA 2000 pode ser encontrada nas seguintes publicações: H. A. Palowski, et ai, Rubber World, Junho 1992 e Janeiro 1997, assim como Rubber & Plastics News. Abrii 26 e May 10, 1993.
Os resultados do teste de "RPA" na Tabela 2 estão reportados como sendo dos dados obtidos em 100°C em um modo de cisalhamento numa frequencia de 1 hertz e em valores de cepas dinamicas reportadas . As propriedades de tensão foram também mensuradas e reportadas na Tabela 2.
Um gráfico de propriedades de tensão é dado na Figura 1. Um gráfico de propriedades de estresse de tensão para as amostras de 4 até 12 é dado na Figura 2. Um gráfico de delta tan versus tensão para amostras 4 até 12 é dado na Figura 3.
Tabela 1
Amostra no. 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Tipo cont inv inv inv inv comp comp inv inv Etapa de Mistura Não Produtiva 100 0 0 0 0 100 100 0 0 Amostra 11 0 115 115 0 0 0 0 0 0 Amostra 22 0 0 0 115 0 0 0 115 0 Amostra 33 0 0 0 0 115 0 0 0 115 Negro de fumo 45 0 30 30 30 0 30 0 0 Celulose4 0 η 0 0 0 15 15 0 0 Antidegradante5 1 1 1 1 I 1 1 1 1 1 Oxido de Zinco 5 5 5 5 5 5 5 5 5 Acido Estearico 2 2 2 2 2 2 2 2 2 Etapa de Mistura Produtiva Enxofre 2 2 2 2 2 2 2 2 2 Acelerador6 IA u. u IA IA u. U. IA IA
1 Produto do Exemplo 1, 15 phr de celulose em borracha natural
2 Produto do Exemplo 2, 15 phr celulose em borracha naturai
3 Produto do Exemplo 3, 15 phr celulose com 1 phr de ácido 3,3' ditiopropionico em borracha natural;
4 Arbocel 600-10 TG1 da J. Rettenmaier & Sohne
Tipo diamina para-fenileno
6Tipo sulfenamida Tabela 2
Amostra No. 4 5 6 7 8 9 10 11 12 RPA2000 Teste: @ 100°C, Frequencia =11 Hz, Varred. de Tensão 0.7/1.0/2.0/3.1/5.0/7.0/10.0/14.0 G',1 % tensão, MPa 3,06 0,67 1,41 1,38 IA 0,66 Ll 0,67 0,71 G', 5 % tensão, MPa 2,21 0,66 1,25 1,23 1,35 0,65 1,41 0,65 QZ G',10% tensão, MPa 1,89 0,66 1,14 1,14 1,23 0,65 1,27 0,65 0,7 Tanõ,10% tensão 0,117 0,017 0,069 0,062 0,062 0,014 0,081 0,018 0,018 Tensão Fria D53504 Cura: Melhor 150°C; Teste @ 23°C, Velocidade de Extração=20 Cm/Min Along. na Ruptura,% 499 577 532 523 510 607 580 554 590 100% Mod.,Mpa 13. 16 2*9 3J. U. 1,7 IA 300% Mod.,MPa 13,7 5,7 11,7 12,0 12,0 2^3 IA 6,3 5,4 Resist. Tensão,MPa 29,4 26,0 30,4 30,5 28,8 15,6 8J_ 25,6 25,7
Conforme visto na Figura 1, os valores de moduios mostram as propriedades de reforço dos compostos de celulose preparados de acordo com a presente invenção: compostos não negros com celulose (Amostras 5 e 11) têm um modulo mais alto e resistencia de tensão mais alta que um com a celulose "bruta" (Sampie 9). O mesmo se aplica como verdade a uma etensão menor para as combinações de celulose com negro de fumo amostras 6, 7 and 8 versus Amostra 10)
Este comportamento está confirmado pelas curvas de estresse de tensão conforme mostrado na FIG. -1; observe as diferenças entre as Amostras 5 e 11 versus Amostra 9, e entre 6, 7 e 8 versus Amostra 10. Amostras 6 e 7 contendo 15 phr de celulose e 30 phr negro associado com o comportamento da tensão de estresse do composto do negro total da Amostra 4 com 45 do phr negro. Pelo contraste, a Amostra 10 com 15 phr celulose "bruta" 30 phr negro poderia não ter um comportamento de tensão e estresse muito inferior ao compartamento de tensão de estresse comparado ao controle da Amostra 4. As histereses, conforme indicado pela medida de tangencia delta usando RPA a
100°C, é inferior para as combinações de negro de fumo/ceiuiose que as combinações de celulose "bruta'7negro de fumo.
Os dados completos indicam que o uso da celulose em borracha mostra um expressivo efeito de reforço, um aumento no modulo e tensão, um efeito positive na histerese comparado com a celulose "bruta".
Ainda que determinadas realizações representativas e detalhes tenham sido mostradas para fins de ilustração da presente invenção, ficará aparente para aqueles versados na presente técnica que várias mudanças e modificações podem ser feitas no mesmo sem que se afaste do espirito e âmbito da presente invenção.

Claims (10)

1. Método para fabricação cie uma composição de borracha, CARACTERIZADO pelo fato de compreender as etapas de: misturar as fibras de celulose e água para formar uma primeira mistura; misturar uma primeira mistura com um látex com base em dieno aquoso para forma uma segunda mistura compreendendo as fibras de celulose, elastômero, e água, e separar as fibras de celulose da água de modo a formar uma batelada master de elastomer/celulose.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que as fibras de celulose têm um diâmetro médio de 1 a 4000 nm.
3. Método, de acordo com a reivindicação, CARACTERIZADO pelo fato de que as fibras de celulose têm um diâmetro médio de 1 a 1000 nm.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que as fibras de celulose têm um diâmetro médio de 5 a 500 nm.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o método adicionalmente compreende a adição de 1 a 10 phr de ácido 3,3' ditiopropiônico à primeira mistura.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a fibra de celulose está presente na batelada de elastômero/celulose em uma concentração variando de 5 a 25 partes em peso por 100 partes em peso de elastômero com base em dieno (phr).
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a fibra de celulose tem comprimento médio de 15 a 20 microns.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a fibra de celulose tem um comprimento médio de 15 a 20 microns..
9. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de o elastômero baseado em dieno é selecionado do grupo consistindo de borracha natural, borracha poliisopreno sintética, borracha polibutadieno e borracha butadiene estireno.
10. Pneu, CARACTERIZADO pelo fato de compreender uma composição de borracha compreendendo uma batelada principal de elastômero/celulose feita por um método conforme definido na reivindicação 1.
BRPI1004996-7A 2009-12-08 2010-11-26 pneu com componente contendo celulose BRPI1004996A2 (pt)

Applications Claiming Priority (1)

Application Number Priority Date Filing Date Title
US12/632,910 US20110136939A1 (en) 2009-12-08 2009-12-08 Tire with component containing cellulose

Publications (1)

Publication Number Publication Date
BRPI1004996A2 true BRPI1004996A2 (pt) 2013-03-26

Family

ID=43617938

Family Applications (1)

Application Number Title Priority Date Filing Date
BRPI1004996-7A BRPI1004996A2 (pt) 2009-12-08 2010-11-26 pneu com componente contendo celulose

Country Status (4)

Country Link
US (1) US20110136939A1 (pt)
EP (1) EP2333008B1 (pt)
CN (1) CN102086276B (pt)
BR (1) BRPI1004996A2 (pt)

Families Citing this family (31)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
EP2581390B1 (en) 2010-06-10 2015-01-14 Sumitomo Rubber Industries, Ltd. Modified natural rubber, method for producing same, rubber composition, and pneumatic tire
US20110319531A1 (en) 2010-06-29 2011-12-29 Eastman Chemical Company Cellulose ester compositions
US9273195B2 (en) * 2010-06-29 2016-03-01 Eastman Chemical Company Tires comprising cellulose ester/elastomer compositions
JP5469151B2 (ja) 2011-11-11 2014-04-09 住友ゴム工業株式会社 アンダートレッド用ゴム組成物及び空気入りタイヤ
US9708475B2 (en) 2011-12-07 2017-07-18 Eastman Chemical Company Cellulose esters in highly-filled elastomeric systems
JP5706863B2 (ja) * 2012-01-16 2015-04-22 住友ゴム工業株式会社 マスターバッチ、ゴム組成物及び空気入りタイヤ
JP5616369B2 (ja) 2012-01-24 2014-10-29 住友ゴム工業株式会社 タイヤ用ゴム組成物及び空気入りタイヤ
JP2013155304A (ja) * 2012-01-30 2013-08-15 Sumitomo Rubber Ind Ltd タイヤ用ゴム組成物、その製造方法及び空気入りタイヤ
JP5770757B2 (ja) * 2012-05-09 2015-08-26 住友ゴム工業株式会社 ゴム組成物及び空気入りタイヤ
CN102718995B (zh) * 2012-07-05 2013-12-18 张仲伦 一种工业木质素补强橡胶及其制备方法
KR101433162B1 (ko) * 2012-08-14 2014-08-22 한국타이어 주식회사 타이어 트레드용 고무 조성물 및 이를 이용하여 제조한 타이어
JP5687671B2 (ja) 2012-09-03 2015-03-18 住友ゴム工業株式会社 ゴム組成物及び空気入りタイヤ
JP2014074164A (ja) * 2012-09-13 2014-04-24 Mitsubishi Chemicals Corp ゴム改質材、ゴムラテックス分散液、及びゴム組成物
FR3000081B1 (fr) * 2012-12-21 2015-07-17 Michelin & Cie Composition de caoutchouc comportant de la cellulose
FR3000082B1 (fr) * 2012-12-21 2015-07-17 Michelin & Cie Composition de caoutchouc comportant de la cellulose
JP2014133829A (ja) 2013-01-10 2014-07-24 Sumitomo Rubber Ind Ltd 複合体、その製造方法、ゴム組成物及び空気入りタイヤ
JP5981359B2 (ja) * 2013-01-25 2016-08-31 住友ゴム工業株式会社 ゴム組成物及び空気入りタイヤ
KR101507825B1 (ko) * 2013-10-31 2015-04-07 한국타이어 주식회사 타이어용 고무 조성물 및 이를 이용하여 제조한 타이어
FR3015497B1 (fr) * 2013-12-23 2016-02-05 Michelin & Cie Composition de caoutchouc comprenant des fibres de cellulose
JP5814410B2 (ja) 2014-03-17 2015-11-17 住友ゴム工業株式会社 スタッドレスタイヤ用ゴム組成物及びスタッドレスタイヤ
FR3045628B1 (fr) * 2015-12-18 2018-03-16 Compagnie Generale Des Etablissements Michelin Composition de caoutchouc comportant de la cellulose greffee
CN105504406A (zh) * 2015-12-28 2016-04-20 张桂华 一种新型橡胶及其制备方法
US10077343B2 (en) 2016-01-21 2018-09-18 Eastman Chemical Company Process to produce elastomeric compositions comprising cellulose ester additives
JP6944451B2 (ja) * 2016-07-11 2021-10-06 日本製紙株式会社 マスターバッチの製造方法
JP6951844B2 (ja) * 2017-02-01 2021-10-20 日本製紙株式会社 マスターバッチの製造方法
KR20190118659A (ko) * 2017-04-18 2019-10-18 요코하마 고무 가부시키가이샤 타이어 펑크 실제
CN107674254A (zh) * 2017-09-29 2018-02-09 安徽北马科技有限公司 一种轮胎胎面胶的生产方法
CA3115827A1 (en) * 2018-10-22 2020-04-30 Birla Carbon U.S.A., Inc. Methods for improving nanocellulose dispersion in elastomeric compounds, and compositions containing dispersed nanocellulose in elastomer compounds
JP7215672B2 (ja) * 2018-10-25 2023-01-31 横浜ゴム株式会社 ゴムマスターバッチおよびその製造方法
JP6661156B1 (ja) * 2019-09-13 2020-03-11 株式会社Tbm 生分解性ゴム組成物、生分解性ゴム組成物の製造方法及び生分解性ゴム成形品
CN115135512B (zh) * 2020-02-19 2024-11-01 博拉炭黑美国有限责任公司 用于轮胎应用的含有炭黑的纳米纤维素分散体组合物

Family Cites Families (35)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
US3802478A (en) * 1970-04-16 1974-04-09 Monsanto Co A pneumatic tire containing high modules discontinuous fiber reinforced member
US3853599A (en) * 1970-10-16 1974-12-10 Takeda Chemical Industries Ltd Process for adhering reinforcing fibers and rubber
US4659754A (en) * 1985-11-18 1987-04-21 Polysar Limited Dispersions of fibres in rubber
EP0265070B1 (en) * 1986-09-26 1991-10-09 Ube Industries, Ltd. Fiber-reinforced rubber composition and production process and use thereof
US5246985A (en) * 1988-03-10 1993-09-21 Sumitomo Rubber Industries, Ltd. Rubber composition and tire that uses it in the tread portion
US5290830A (en) * 1991-11-06 1994-03-01 The Goodyear Tire And Rubber Company Reticulated bacterial cellulose reinforcement for elastomers
DE4220563A1 (de) 1992-06-24 1994-01-13 Bayer Ag Kautschukmischungen enthaltend Polybutadien-Gel
US5672639A (en) * 1996-03-12 1997-09-30 The Goodyear Tire & Rubber Company Starch composite reinforced rubber composition and tire with at least one component thereof
DE19701488A1 (de) 1997-01-17 1998-07-23 Bayer Ag SBR-Kautschukgele enthaltende Kautschukmischungen
US6058994A (en) * 1997-05-19 2000-05-09 The Yokohama Rubber Co., Ltd. Rubber composition for tire-tread having high frictional force on ice and pneumatic tire using same
DE69727302T2 (de) * 1997-05-26 2005-02-17 Bridgestone Corp. Sicherheitsluftreifen
DE69814353T3 (de) 1997-08-21 2009-04-16 Momentive Performance Materials Inc., Wilton Blockierte merkaptosilane als kupplungsmittel für gefüllte kautschukzusammensetzung
US5967211A (en) * 1997-09-24 1999-10-19 The Goodyear Tire & Rubber Company Tire tread for ice traction
US6153136A (en) * 1997-10-17 2000-11-28 Board Of Supervisors Of Louisiana State University And Agricultural And Mechanical College Process for manufacturing cellulosic microfibers
JPH11255966A (ja) * 1998-03-13 1999-09-21 Sumitomo Rubber Ind Ltd タイヤトレッド用ゴム組成物
US6230773B1 (en) * 1998-03-17 2001-05-15 The Goodyear Tire & Rubber Company Tire with sidewall carcass reinforcement
DE19834802A1 (de) 1998-08-01 2000-02-03 Continental Ag Kautschukmischung
DE19834803A1 (de) 1998-08-01 2000-02-03 Continental Ag Kautschukmischung
DE19834804A1 (de) 1998-08-01 2000-02-03 Continental Ag Kautschukmischung
DE19942620A1 (de) 1999-09-07 2001-03-08 Bayer Ag Mikrogelhaltige Kautschukmischungen mit verkappten bifunktionellen Mercaptanen und hieraus hergestellte Vulkanisate
US6743836B2 (en) * 2000-01-26 2004-06-01 R&D Technology, Inc. Method for predispersing compounding ingredients
DE60127044T2 (de) * 2000-07-26 2007-08-16 Sumitomo Rubber Industries Ltd., Kobe Kautschukzusammensetzung für Reifen und Luftreifen
ATE314381T1 (de) 2001-08-06 2006-01-15 Degussa Organosiliciumverbindungen
JP2003063206A (ja) * 2001-08-24 2003-03-05 Sumitomo Rubber Ind Ltd エコタイヤ
JP3998692B2 (ja) * 2004-12-27 2007-10-31 横浜ゴム株式会社 ゴム/短繊維マスターバッチ及びその製造方法並びにそれらのマスターバッチを用いた空気入りタイヤ
CN1914258A (zh) * 2004-12-27 2007-02-14 横滨橡胶株式会社 橡胶/短纤维母料和其制备方法以及使用该母料的充气轮胎
US8240350B2 (en) * 2005-04-28 2012-08-14 Pirelli Tyre S.P.A. Tire and crosslinkable elastomeric composition
BE1016754A6 (nl) * 2005-09-02 2007-06-05 Raemdonck Joris Van Werkwijze voor de bereiding van natuurvezelversterkte thermohardende of thermoplastische polymeer composieten en hun veelzijdige toepassingen als constructiemateriaal.
EP1957575A1 (en) * 2005-12-06 2008-08-20 Akzo Nobel N.V. Nanocomposite material comprising rubber and modified layered double hydroxide, process for its preparation and use thereof
US7631676B2 (en) * 2006-10-24 2009-12-15 The Goodyear Tire & Rubber Company Tire with central rubber layer reinforced with micro and/or macro reinforcing fillers to abridge split carcass ply ends
JP4581116B2 (ja) * 2007-09-10 2010-11-17 住友ゴム工業株式会社 加硫ゴム組成物、空気入りタイヤおよびこれらの製造方法
EP2039532B1 (en) * 2007-09-20 2010-04-21 The Goodyear Tire & Rubber Company Tire with component containing cellulose
US7625970B2 (en) * 2007-09-20 2009-12-01 The Goodyear Tire & Rubber Company Tire with component containing cellulose
US7897662B2 (en) * 2007-09-20 2011-03-01 The Goodyear Tire & Rubber Company Tire with component containing cellulose
GB0723384D0 (en) * 2007-11-29 2008-01-09 Dow Corning Filled rubber compositions

Also Published As

Publication number Publication date
CN102086276B (zh) 2013-01-02
EP2333008B1 (en) 2012-11-14
CN102086276A (zh) 2011-06-08
EP2333008A1 (en) 2011-06-15
US20110136939A1 (en) 2011-06-09

Similar Documents

Publication Publication Date Title
BRPI1004996A2 (pt) pneu com componente contendo celulose
BRPI1005567A2 (pt) pneu com componente contendo nanotubos de carbono
BRPI0804093A2 (pt) pneu com componente contendo celulose
BRPI0811216A2 (pt) pneumático com componente contendo fibra curta
JP2009046674A (ja) 黒色のサイドウォールを有するタイヤの製造方法、および、その方法によって製造されたタイヤ
BR102014029678A2 (pt) Pneu pneumático
US20110146873A1 (en) Pneumatic tire with rubber component containing epoxidized palm oil
BRPI1000975A2 (pt) pneu com um componente feito de uma composição de borracha composta por borrachas tendo grupos hidroxila pendentes
BR102017027728A2 (pt) composição de borracha e pneumático
BRPI1106272A2 (pt) Pneu pneumatico com banda rodagem
CN102234386B (zh) 充气轮胎和含有双聚合结构的橡胶组合物
BRPI1004248A2 (pt) pneumÁtico com banda de rodagem
BRPI0901456A2 (pt) composição elástica e cámara pneumática
BR112017010926B1 (pt) Laminado elastomérico que compreende 3 camadas
BR102015018464A2 (pt) composição de borracha e pneumáticos
CN102061016B (zh) 具有含羧甲基纤维素的橡胶组分的充气轮胎
US20100116404A1 (en) Tire with component containing polyketone short fiber and functionalized elastomer
JP2009144157A (ja) 高分子ナノ繊維を含む部品を有するタイヤ
US7669626B1 (en) Tire with component containing polyketone short fiber and polyethyleneimine
BRPI1101428A2 (pt) pneumatico com componente de borracha contendo alquilalcoxisilano e resina de silicone
BRPI1101516A2 (pt) pneumático apresentando banda de rodagem anisotrópica
CN113061293B (zh) 橡胶组合物和轮胎
BR102022016373A2 (pt) Uma composição de borracha e um pneu
BR102022019630A2 (pt) Composição de borracha e pneu
BR102020018559B1 (pt) Pneumático tendo banda de rodagem com três elastômeros e composição de borracha vulcanizável

Legal Events

Date Code Title Description
B03A Publication of a patent application or of a certificate of addition of invention [chapter 3.1 patent gazette]
B08F Application dismissed because of non-payment of annual fees [chapter 8.6 patent gazette]

Free format text: REFERENTE A 6A ANUIDADE.

B08K Patent lapsed as no evidence of payment of the annual fee has been furnished to inpi [chapter 8.11 patent gazette]

Free format text: EM VIRTUDE DO ARQUIVAMENTO PUBLICADO NA RPI 2386 DE 27-09-2016 E CONSIDERANDO AUSENCIA DE MANIFESTACAO DENTRO DOS PRAZOS LEGAIS, INFORMO QUE CABE SER MANTIDO O ARQUIVAMENTO DO PEDIDO DE PATENTE, CONFORME O DISPOSTO NO ARTIGO 12, DA RESOLUCAO 113/2013.