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BRPI0819444A2 - chave comutadora para montagem em uma unidade deslocável e processo para o controle da chave comutadora - Google Patents

chave comutadora para montagem em uma unidade deslocável e processo para o controle da chave comutadora Download PDF

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Publication number
BRPI0819444A2
BRPI0819444A2 BRPI0819444-0A BRPI0819444A BRPI0819444A2 BR PI0819444 A2 BRPI0819444 A2 BR PI0819444A2 BR PI0819444 A BRPI0819444 A BR PI0819444A BR PI0819444 A2 BRPI0819444 A2 BR PI0819444A2
Authority
BR
Brazil
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key
switch
fact
values
blade
Prior art date
Application number
BRPI0819444-0A
Other languages
English (en)
Inventor
Hugo Felder
Original Assignee
Inventio Aktiengesellschaft
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Inventio Aktiengesellschaft filed Critical Inventio Aktiengesellschaft
Publication of BRPI0819444A2 publication Critical patent/BRPI0819444A2/pt
Publication of BRPI0819444B1 publication Critical patent/BRPI0819444B1/pt

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    • G07CHECKING-DEVICES
    • G07CTIME OR ATTENDANCE REGISTERS; REGISTERING OR INDICATING THE WORKING OF MACHINES; GENERATING RANDOM NUMBERS; VOTING OR LOTTERY APPARATUS; ARRANGEMENTS, SYSTEMS OR APPARATUS FOR CHECKING NOT PROVIDED FOR ELSEWHERE
    • G07C9/00Individual registration on entry or exit
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    • G07C9/00658Electronically operated locks; Circuits therefor; Nonmechanical keys therefor, e.g. passive or active electrical keys or other data carriers without mechanical keys operated by passive electrical keys
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    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
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Abstract

CHAVE COMUTADORA PARA MONTAGEM EM UMA UNIDADE DESLOCÁVEL E PROCESSO PARA O CONTROLE DA CHAVE COMUTADORA. A presente invenção refere-se a uma chave comutadora (15) para uma unidade deslocável com meios de conhecimentos de chave (30) para reconhecimento de chave (13) com palheta de chave (13.1) e um encaixe de chave para introdução da palheta da chave (13.1). Os meios de reconhecimento de chave (30) trabalham isentos de contato e possuem meios de detecção (32) correspondentes para a detecção de ao menos uma . parte da palheta da chave (13.1). Os meios de detecção (32) fornecem valores reais na chave (13). Meios de memorização (31) estão (10) previstos para memorizarem em uma fase de inicialização valores comparativos de uma chave (13). Um comparador eletrônico (33) está previsto que faz a comparação de valores reais com valores comparativos e na coincidência de valores reais e dos valores comparativos produz uma liberação.

Description

Reiatório Descritivo da Patente de lnvenção para "CHAVE CO- .
MUTADORA PARA MONTAGEM EM UMA UNIDADE DESLOCÁVEL E PROCESSO PARA O CONTROLE DA CHAVE COMUTADORA". A presente invenção refere-se a uma chave comutadora de a- 5 cordo com o preâmbulo da reivindicação 1, que está conformada, por exem- plo, para ser montada em uma cabine de elevador, de uma instaiação de elevadores, bem como um processo de acordo com o preâmbulo da reivindi- cação 14 para inicialização de uma unidade deslocável por meio de uma chave comutadora desta espécie. " 10 O documento DE 27.08.701 descreve uma proteção contra ar- rombamento para veículos automotores, que devido a uma disposição de - abridores e fechadores, integrados no arranque ou na bomba de gasolina elétrica, uma ativação do arranque, ou seja, da bomba de gasolina somente é viabilizado na posição fechada da combinação de abridor-fechador comu- 15 tado sequencialmente. O documento US 4176782 descreve uma chave comutadora digital isenta de contato com uma variedade de circuitos comutadores que contém um número predeterminado de sensores magnéticos. No caso, os sensores magnéticos estão alinhados em sentido longitudinal dentro da cha- 20 ve comutadora em sentido adjacente. O documento DE 3308487 Al descreve uma fechadura de cilin- dro. Durante a introdução de uma chave no canai na fechadura de cilindro, os pinos retentores serão movidos para cima e para baixo de acordo com a endentação da chave, até que no caso de uma chave introduzida totalmente, 25 tiver sido alcançada a posição aberta dos pinos retentores. O movimento conjunto de pelo menos um pino retentor será medido durante o movimento de introdução do modo mecânico ou eletrônico, sendo comparado com o valor teórico, quando na coincidência um bloqueio do núcleo do cilindro é suspenso e/ou um relê para promover o desligamento de uma instalação de 30 alarme é ativado. Entre as concavidades para o posicionamento apresenta dentes cuja altura é variada para formação do código da chave. O documento WO 87/02736 descreve um sistema de chave que wU 2 - transforma o movimento rotativo mecânico de uma chave em um orifício de chaves em sinais eiétricos. Unidade deslocável, como instalações de elevadores, escadas
W rolantes e esteiras rolantes frequentemente são providos de chaves comuta- 5 doras. Em alguns países existem normas que determinam que, em ca- so de necessidade, uma cabine de elevador (por exemplo, em caso de in- cêndio) poderá ser operada pelo corpo de bombeiros através de uma chave especial. O comando do elevador poderá ser comutado com esta chave, por 10 exemplo, em um modo especial (modo emergencial). - Outras unidades deslocáveis por sua vez possuem chaves co- . b mutadoras que são ativadas pelos operadores de serviço poder em fazer a operação normal para um modo de serviço. Também são conhecidas unidades deslocáveis que por meio de 15 uma chave comutadora são controlados. Assim, por exemplo, o alcance de uma residência de cobertura poderá ser viabilizado com o elevador, caso antes tiver sido ativada uma chave comutadora com a chave corresponden- te. As chaves comutadoras frequentemente são muito dispendio- 20 sas, já que frequentemente existe o desejo que o elevador possa ser ativado com a mesma chave como a porta da casa. Caso várias pessoas tiverem necessidade de uma chave, toda a instalação de chave comutadora terá de ser planejada e configurada correspondente por meio de um plano de em- prego de chaves. 25 Constitui outra desvantagem o fato de que nas chaves comuta- doras convencionais a instalação de elevadores se torna mais dispendiosa com o emprego de chaves comutadoras idênticas em vários pontos. Tam- bém quando a instalação dos elevadores tiver que ser modificada, por e- xemplo, porque houve perda de chaves, todas as chaves comutadoras terão 30 que ser substituídas por chaves idênticas novas. Atualmente várias funções devem poder ser controladas por chaves comutadoras, e para cada função terá que ser montada uma chave
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- comutadora o que requer bastante espaço.
Além dos custos, também outro ponto desempenha um papel muito importante.
Tipicamente, as chaves co- mutadoras possuem um cilindro que tem uma determinada profundidade na sua configuração em virtude dos elementos eletromecânicos.
Uma análise - 5 de diferentes chaves comutadora mostrou que esta profundidade está situa- da entre 50 e 60 mm (parcialmente até 90 mm). Especialmente nas unidades deslocáveis existe, todavia, apenas uma profundidade de construção reduzi- da.
Também nas soiuções que terão de atender aspectos estéticos, a gran- de profundidade de construção da peça é prejudicial. " 10 Constitui objetivo da presente invenção, portanto oferecer uma
¥ chave comutadora que é mais vantajosa na produção e pode ser empregada b de forma mais flexível e cuja profundidade de montagem é menor do que nas soiuções convencionais.
Mesmo assim deverá ser oferecida uma segurança ao menos 15 igual como nos dispositivos convencionais.
Além disso, o dispositivo deverá cumprir as normais locais e regras.
Com a invenção também deverá ser logrado uma restrição tem- poral de uma liberação para uma função.
Por exemplo, o pessoal da limpeza poderá ter acesso apenas entre 16 horas até 22 horas. 20 A solução da tarefa verifica-se pelas partes da reivindicação 1 e da reivindicação 14. Exemplos de execução e ampliações vantajosas da invenção estão descritos nas reivindicações dependentes.
A chave comutadora de acordo com a invenção se destaca pelo 25 fato de que apresenta meios de reconhecimento da chave para a detecção de uma chave de palheta e um encaixe de chave para introdução, condução e posicionamento da palheta.
Os meios de reconhecimento da chave traba- lham isentos de contato e exploram ao menos uma parcela da palheta intro- duzida no encaixe da chave.
Os respectivos meios de detecção fornecem 30 valores reais de uma chave que estão momentaneamente introduzido no encaixe da chave.
Meios de memorização estão previstos a fim de que em uma fase de inicialização possam ser memorizados valores comparativos de
¥ uma chave. Uma unidade de comparação eietrônica está prevista que com- para valores reais com valores comparativos e na coincidência dos valores reais e dos valores comparativos produz uma liberação. O processo de acordo com a invenção se destaca pelo fato de . 5 que para inicialização de um conjunto deslocável por meio de uma chave comutadora com meios de reconhecimento da chave, para detecção de uma chave com palheta e com um encaixe de chave introduzir a palheta no en- caixe da chave são realizadas os seguintes passos: - introdução da palheta no encaixe da chave, " 10 - detecção isenta de contato através de uma parte da palheta da - chave e suprimento de um valor real da chave momentaneamente encaixada
V ^ < no encaixe da chave, - comparação do valor real com um ou vários valores comparati- vos memorizados em uma memória, 15 - produção de uma liberação. Graças à nova invenção, na cabine não precisa ser empregada outra chave comutadora quando a instalação de elevadores tiver que ser modificada e já com a nova invenção apenas se torna necessário memorizar uma nova chave. 20 Caso várias funções tiverem que ser controladas pela chave comutadora, será necessário com a invenção prover apenas uma unidade central para todas as funções. Como outra vantagem, ferramentas mecânicas e convencionais atualmente para abertura de fechaduras (também ferramentas para abertura 25 forçada) ficam ineficazes, já que o seu formato mecânico, realização e modo de ação são reconhecidos de modo confiável por meio de reconhecimento da chave de acordo com a invenção e, portanto, não produzem uma libera- ção. Outros detalhes e vantagens da invenção são descritos em se- 30 guida com base em exemplos de execução e com relação aos desenhos. As figuras mostram: figura 1 uma parte de um painel de comando com chave comu-
Y tadora de acordo com a invenção em uma representação esquematizada e simplificada; figura 2 uma chave mecânica com palheta de chave; figura 3A uma vista superior para um ciiindro de chave conven- 5 cional; figura 3B uma vista lateral do cilindro de chave convencional de acordo com a figura 3A; figura 4A uma vista dorsal da chave comutadora de acordo com
" a invenção; "' 10 figura 4B uma vista lateral da chave comutadora de acordo com a invenção segundo a figura 4A; .. figura 4C vista de corte esquemática da chave comutadora de acordo com a invenção segunda a figura 4A; figura 5 sequência esquemática de um processo de acordo com 15 a invenção.
No contexto do presente pedido de patente, conforme inicial- mente indicado, se trata de chaves comutadoras como são empregadas em conjuntos de elevadores, nas escadas rolantes ou esteiras rolantes.
Como chave comutadora é designada um sistema ou uma unidade que possibilita a 20 um determinado grupo de pessoas, por exemplo, colaboradores dos bombei- ros, polícia, locatários ou semelhantes pessoal de transferir o conjunto des- locável para um modo desejado (por exemplo, um modo emergencial) ou, por exemplo, iniciar um deslocamento especial.
Para tanto será usada uma chave mecânica, aqui designada simplesmente como chave.
A invenção 25 também poderá ser empregada nas chaves chamadas inteligentes desde que nessas chaves esteja previsto uma palheta que apresenta caracterlsti- cas que podem ser reconhecidas e que a destacam de outras chaves.
A figura 2 apresenta uma chave 13 deste tipo em uma represen- tação simplificada.
De acordo com a invenção trata-se de uma chave 13 me- 30 cânica ou de uma chave inteligente (por exemplo, com chip integrado) que apresenta uma palheta e configurados de tal maneira que mecanicamente entram em ação recíproca de elementos contrários de um cilindro de chave
- tão logo a palheta 13.1 da chave 13 for encaixado em um encaixe de chave
16.2 do cilindro de chave 16.3. Somente quando for introduzia a chave 13 "certa" poderá ser liberada uma ação. A liberação de uma ação aqui geral- mente é designada como liberação, já que uma Iiberação somente se verifi- " 5 ca quando tiver sido reconhecida uma chave 13 permitida. Sem a chave cer- ta, portanto, não se produz uma iiberação. Na paiheta 13.1 podem ser previstas características mecânicas, por exemplo, pequenas concavidades 13.2 e/ou 13.3. A palheta da chave · 13.1, como é frequentemente possÍvel, pode também apresentar uma ou " 10 duas arestas semelhantes a câmaras. . Detalhes da invenção serão agora descritos com base em um exemplo de execução, mostrados nas figuras de 1 a 4A até 4C. A figura 1 apresenta uma chave comutadora 15 de acordo com a invenção como parte de painel de comando 1. A chave comutadora 15 co- 15 mumente está prevista atrás de uma placa de cobertura de painel de co- mando 1. O painel de comando 1 pode ter uma série de elementos de co- mando 2, possuindo uma indicação 3. A chave comutadora 15 pode, todavia, também estar montada em outro locai, em uma cabine de elevadora e/ou fora da cabine do eleva- 20 dor, por exemplo, ao iado de portas de poço. De acordo com a invenção, na cabine do elevador está prevista uma chave comutadora 15 que apresenta meios de reconhecimento da cha- ve para detecção de uma chave 13 com palheta de chave 13.1. A chave co- mutadora 15 abrange um encaixe de chave 16.2 para introdução de uma 25 palheta de chave 13.1. De acordo com a invenção, os meios de reconheci- mento de chave 30 trabalham sem contato e apresentam por esta razão meios de detecção 32 correspondentes para detectar ao menos uma parte da palheta 13.1, introduzido no encaixe da chave 16.2. Os meios de detec- ção 32 fornecem valores reais de uma chave 13, momentaneamente intro- 30 duzida no encaixe de chave 16.2. Um estado correspondente está mostrado nas figuras 4A e 4B. Estão previstos meios de memorização 31 para memo- rização em uma fase de iniciaiização valores comparativos de uma chave
.
4 7 e - 13. Além disso, está previsto um comparador 33 eletrônico que compara va- lores reais com valores de comparação e na coincidência de valores reais e dos valores comparativo produz uma comparação. As figuras 4A, 4B e 4C apresentam uma primeira modalidade da 5 invenção. Trata-se de uma representação exemplificada para poder explicar o princípio da invenção. As ilustrações 4A e 4B foram dispostas de tal maneira que po- dem ser comparadas com as ilustrações 3A e 3B de uma chave comutadora ' convencional. A partir desta comparação pode-se reconhecer que a chave " 10 comutadora 15, mostrada na figura 4B, possui uma profundidade de monta- . gem B nitidamente menor do que a chave comutadora na figura 3B. Nas fi- .. guras 4A, 4B e 4C foi selecionada uma disposição dos elementos 15, cuja profundidade de montagem a até mesmo um pouco mais curta do que o comprimento da palheta da chave 13.1. Na figura 4B pode-se reconhecer 15 que a palheta da chave 13.1 transfixa a chave comutadora 15 salientando-se a ponta da palheta da chave 13.1. A seguir serão descritos mais detalhadamente os elementos da chave comutadora 15 de acordo com a invenção. Na figura 4B pode-se re- conhecer que a chave 13 foi introduzida pelo lado direito através de uma 20 placa de 16.1 dentro da chave comutadora 15. Como também sucede nas chaves comutadoras convencionais, a nova chave comutadora apresenta uma espécie de cilindro chave 16.3 ou corpo de encaixe (a seguir, por moti- vo de simplificação designada como ciiindro de chave). Diferente do que su- cede em uma chave comutadora convencional, este cilindro de chave 16.3 25 não envolve meios de fechamento mecânicos específicos. Como a invenção trabalha isenta de contato, a chave 13 será simplesmente introduzida e não precisa ser forçosamente girada. Mais pode também acontecer que a chave seja girável e com o giro de uma chave torna-se possÍvel detectar vários la- dos da chave sem ampliar o esforço de detecção e, portanto, majorar a se- 30 gurança (não é possÍvel uma fotocópia de uma chave). Aqui deve-se notar que em uma força de realização preferida, ao lado do reconhecimento isento de contato da chave 13, também pode ser previsto um reconhecimento me-
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8 *
. cânico simples a fim de permitir apenas determinados tipos de chaves.
O cilindro da chave 16.3 apresenta uma janela 16.4, indicada na figura 4C.
A expressão "janela" é aqui escolhida para mostrar que entre um : meio de detecção 32 e a parte a ser detectada da palheta da chave 13.1 e- - 5 xiste uma "conexão visual ou atuante". No caso de uma detecção óptica, trata-se de uma janela (transparente) com propriedades ópticas definidas ou trata-se de uma abertura.
Caso verificado outra forma ou combinação de diferentes formas da detecção isenta de contato, a janela será correspon-
" dentemente configurada de modo diferente.
No caso de uma detecção capa- "" 10 citiva ou indutiva, por exemplo, a janela poderá abranger um material cor- . respondente (por exemplo, material dielétrico). - Nas figuras 4A até 4C pode-se reconhecer como os diferentes elementos que podem estar dispostos.
Por exemplo, uma platina 34 ou outro material básico poderá ser empregado para receber os componentes e!etrô- 15 nicos dos meios de reconhecimento da chave 30. É mostrado nas figuras 4A e 4B que a platina 34 está posicionada ao lado do cilindro da chave 16.3. No centro encontram-se os efetivos meios de detecção 32 para proceder a de- tecção de ao menos uma parte da palheta da chave 13.1 introduzido no en- caixe da chave 16.2. Os meios de detecção 32 estão firmemente unidos com 20 o cilindro da chave 16.3 e através da janela 16.4 tem acesso para a reglão a ser detectada da paiheta da chave 13.1. Podem também estar previstos na referida platina 34 os demais componentes (por exemplo, um chip de memo- rização que serve de meio de memorização 31 e um comparador eletrônico 33). Nas figuras 4A e 4B estes componentes são mostrados na forma de 25 circuitos comutadores integrados (lCs). Mas também são possÍveis soluções de montagem discreta ou completa integrada em lC.
Na figura 4A pode-se reconhecer que o cilindro da chave 16.3 apresenta na parte esquerda uma seção achatada (secante pela circunfe- rência do cilindro da chave 16.3). Na região desta seção achatada o meio de 30 detecção 32 está preso ou disposto.
Na figura 4C está mostrado que a jane- la 16.4 se estende a partir do lado achatado do cilindro de chave 16.3 até a região onde se encontra a palheta da chave 13.1.
< A figura 4C que dentro do meio de detecção 32, por exemplo, pode esta prevista um elemento de câmara (meio de detecção óptico) 32.1 (por exemplo, um chip CCD). Este elemento de câmara 32.1 produz uma - imagem, ou seja, uma foto da região a ser explorada da palheta da chave 5 13.1. Os sinais ou valores digitais correspondentes, que foram oferecidos pela câmara 32.1, serão aqui designados geralmente como valores reais. Esses valores reais podem ser transferidos através de cabos ou outras co- nexões para o comparador eletrônico 33 que compara este valor real com · um ou vários valores de comparação que estão memorizados no meio de " 10 memorização 31. No caso de uma coincidência de um valor reai com um dos 4 valores de comparação, o meio de reconhecimento de chave 30 produz uma . liberação. Através desta liberação pode, por exemplo, ser iniciado um deslo- - camento especial (por exemplo, para uma região protegida do escritório) ou
 um modo emergencial. 15 A fim de preparar os meios de reconhecido da chave 30 para o emprego, para uma fase denominada de inicia|izatão será previamente indi- cado ao menos o valor de comparação de uma chave 13 sendo memoriza- do. Somente quando após a fase de inicialização a mesma chave 13 ou uma cópia desta chave 13 for utilizada, se verificará após a detecção e a compa- 20 ração uma liberação. O princlpio de acordo com a invenção da detecção isenta de , contato (reconhecimento) de uma chave 13 está descrito na figura 5 com base em um exemplo de execução que trabalha com um chip CCD com um elemento de câmara 32.1. O passo A mostra a chave e o campo de pixel do 25 elemento da câmara 32.1 com um grande número de pixel dispostos em car- reiras e coIunas. O elemento da câmara 32.1 produz agora uma ilustração
32.3 eletrônica (digital) da palheta da chave 13.1. Esta ilustração é mostrada na figura 5 como passo B. Na ilustração pode-se reconhecer três regiões de coIoração preta correspondentes a posição e ao tamanho das concavidades 30 13.2 da palheta da chave 13.1. Na parte direita embaixo na figura 5 está in- dicado um meio de memorização 31 de forma esquemática. No exemplo mostrado, na fase de inicialização das ilustrações (valores comparativos
- VWl até VW3) são indicadas de três chaves. No passo C verifica-se uma comparação da ilustração 32.3 com os valores comparativos memorizados VWl até VW3. Como VWl corresponde ao valor real atual (ilustração 32.3), verifica-se uma liberação, conforme indicado pela seta 31.1. - 5 Porém, a invenção também funciona por meios de detecção que l produzem a ilustração (valor real) ponto por ponto ou passo por passo. Por exemplo, poderá ser empregado um diodo luminoso que conduz luz para a palheta da chave 13.1 e que depois de uma reflexão será registrada por um " detector. O princípio do funcionamento, todavia, permanece inalterado. ' 10 Em uma modalidade especialmente preferida, com efeito, traba- . lho com algoritmo de comparação de imagem ou de amostra.
W A liberação será produzida pelos meios de reconhecimento de chave 30 sendo fornecido impulso elétrico ou sendo, por exemplo, liberado â um "1" digital ou "0" digital. Este impulso ou este valor digital pode, por e- 15 xempio, ser reconhecido e processado sequencialmente por outro compo- nente de um comando do elevador. Os meios de reconhecimento da chave 30 podem ser inicializa- dos. A inicialização pode-se realizar em um mecanismo ou pode ser reaiiza- da no local. Na fase de inicialização serão memorizados valores comparati- 20 vos VWl - VW3 de uma ou de várias chaves 13. Estes valores comparativos VWl - VW3 estão aplicados na memória 31. De preferência, existem possibilidades para apagar ou editar valores comparativos, ou para acrescentar novos valores de comparação. Para proteger estas alterações poderá ser prevista uma autenticação espe- 25 cial. Na autenticação (em uma fase de autenticação) será, por exemplo, de- tectada uma chave mestre após a introdução no encaixe da chave 16.2. O vaíor comparativo correspondente VW* da chave mestre poderá ser deposi- tada em uma região da memória protegida (que somente pode ser escrita uma única vez). Somente quando a ilustração da chave mestre for reconhe- 30 cida, pode-se mudar para um modo alterado (modo de administração). O ingresso no modo alterado (modo de administração) poderá também ser via- bilizado pela aiimentação anual de um código através de um painel de co-
· mando 10. De modo alternativo e adicional a leitura de um cartão de chip poderá ser previsto para realizar uma autenticação.
. Caso os valores de comparação divergirem de uma faixa de tole- rância definida, pela correção adaptada dos valores de comparação poderão e 5 ser compensados o desgaste ou alteração natural da palheta de chave de- tectado, sem reduzir a confiabilidade e a segurança do sistema. A invenção oferece numerosas vantagens e resultam da descri- ção. É especialmente digno de nota o fato de que a profundidade construída " pode ser nitidamente menor do que nas chaves comutadoras convencionais. " 10 Aiém disso, a invenção oferece numerosas possibilidades da adaptação a bè respectiva situação já existente no local. É possÍvel detectar outras chaves e « permitir o seu uso. Chaves perdidas podem simplesmente ser apagadas da memória. 'j Mas também torna-se possível sem problemas de registrar cha- 15 ves de diferentes fabricantes e diferentes tipos de construção nos meios de reconhecimento de chave 30 e assim viabilizar uma operação dos meios de reconhecimento de chave 30 nestas chaves. Assim, por exemplo, um Iocatá- rio de uma casa pode registrar a sua chave da garagem a fim de que futu- ramente possa operar um elevador com a chave da garagem. Outro residen- 20 te com o mesmo imóvel pode, por exemplo, registrar e utilizar a sua chave da porta de casa. A solução mostrada é nitidamente mais vantajosa e flexível do que soluções até agora conhecidas por ser possível empregar um conjunto para vários meios de fechamento/funções e não um cilindro de fechamento 25 para cada função. Também chaves produzidas independente podem ser re- gistradas e memorizadas. O grau de segurança pode ser majorado aleatoriamente quando, por exemplo, para extinguir uma função for necessário registrar várias cha- ves em uma sequência determinada (ou não determinada). Por exemplo, a 30 liberação para alcançar a residência da cobertura: 1. chave do carro = libe- ração, 2. Chave da residência = indicação de chamada etc.

Claims (13)

. REIVINDICAÇÕES
1. Chave comutadora (15) para uma unidade deslocável com " meios de reconhecimento de chave (13), com palheta de chave (13.1) e um ~- encaixe de chave (16.2) para introdução da palheta da chave (13.1) dentro 5 do encaixe da chave (16.2) caracterizado peio fato de que, - os meios de reconhecimento de chave (30) são meios de de- ° tecção (32) que trabalham isentos de contato, destinados a detectar pelo menos uma parte da palheta da chave (13.1), introduzida no encaixe da . chave (16.2), sendo que os meios de detecção (32) fornecem valores reais " 10 de uma chave (13) que momentaneamente está introduzida no encaixe da "" % chave (16.2), - a palheta da chave (13.1) transfixa a chave comutadora (15) e . a extremidade da palheta da chave (13.1) se salienta fora da unidade, . ,¥ + - estão previstos meios de memorização (31) a fim de que em 15 uma fase de memorização possa memorizar valores comparativos de uma chave (13), - está previsto um comparador eletrônico (33) que compara valo- res reais com valores comparativos e na coincidência dos valores reais e dos valores comparativos produz uma liberação. 20
2. Chave comutadora (15) de acordo com a reivindicação 1, ca- racterizado pelo fato de que, os meios de detecção (32) estão previstos na região do encaixe da chave (16.2), e apresentando uma (ou várias) janelas (16.4) ativas, nas quais as partes da palheta da chave (13.1), introduzida no encaixe da chave (16.2), podem ser detectadas para os meios de detecção 25 (32), de preferência isento de contato e isento de desgaste.
3. Chave comutadora (15) de acordo com a reivindicação 1, ca- racterizado pelo fato de que, os meios de detecção (32) detectam passo a passo a parte da palheta da chave (13.1) introduzida no encaixe da chave (16.2), por passos. 30
4. Chave comutadora (15) de acordo com a reivindicação 3, ca- racterizado pelo fato de que, um scanner óptico serve de meio de detecção (32).
* .
5. Chave comutadora (15) de acordo com a reivindicação 4, ca- racterizado peio fato de que, o scanner óptico abrange uma fonte de luz, de " preferência um laser de miniatura e um detector de Iuz. ~
6. Chave comutadora (15) de acordo com a reivindicação 1, ca- - 5 racterizado pelo fato de que, os meios de detecção (32) registram conjunta- mente a parcela da palheta de chave (13.1) introduzida no encaixe da chave ' (16.2).
7. Chave comutadora (15) de acordo com a reivindicação 6, ca- ". racterizado pelo fato de que, um elemento óptico CCD serve de meio de de- " 10 tecção (32). p ""
8. Chave comutadora (15) de acordo com uma das reivindica- . ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, abrange um painel de controle (10) com ao menos um meio de aiimentação (2) e ao menos uma indicação (3). 15
9. Chave comutadora (15) de acordo com a reivindicação 8, ca- racterizado pelo fato de que, a chaves comutadoras (15) através de meios de alimentação (2) podem ser transferidas para um modo de inicialização que em uma fase de inicialização registra valores comparativos de uma cha- ve (13), fazendo a memorização no meio de memorização (31). 20
10. Chave comutadora (15) de acordo com uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, por ser programável, sen- do que uma troca em um modo de programa somente se verifica após uma fase de autenticação.
11. Chave comutadora (15) de acordo com a reivindicação 8, 25 caracterizado pelo fato de que, durante da fase da autenticação da introdu- ção de uma chave mestra um encaixe de chave (16.2) ou pela introdução manual de um código se verifica através de um painei de comando (10).
12. Chave comutadora (15) de acordo com uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, os meios de memorização 30 (31) estão organizados de tal modo que valores comparativos de várias cha- ves (13) podem ser memorizados e o comparador (33) determina, a partir de um número de comparativos memorizados, se existe uma coincidência dos
- .
q valores reais com um dos valores comparativos, por exemplo, com correção adaptável de comparação. " 13. Chave comutadora (15) de acordo com uma das reivindica- ~ ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, está integrado em uma
K 5 instalação de elevador ou escada rolante, a fim de que possa iniciar uma ação após a liberação realizada. e
14. Processo para controle de uma unidade deslocável através de uma chave comutadora (15) com meios de reconhecimento de uma cha- - ve (30) para reconhecimento de uma chave (13), com palheta de chave "', 10 (13.1) e com um encaixe de chave (16.2) para introdução da palheta da cha- ': ve (13.1) dentro do encaixe da chave (16.2) caracterizado pelos seguintes passos: - introdução da palheta da chave (13.1) da chave (13) no encai- xe da chave (16.2), sendo que a palheta da chave comutadora (13.1) transfi- 15 xa a chave comutadora (15), salientando-se a extremidade da palheta da chave (13.1), - detecção isenta de contato de ao menos uma parte da palheta da chave (13.1) e provimento de um valor real (32.3) da chave (13), momen- taneamente introduzida no encaixe de chave (16.2), 20 - comparação do valor real (32-3) com um ou vários valores comparativos (VWl - \NV3) memorizados em uma memória (31), - realização de uma liberação (31.1).
15. Processo de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que, a parte da palheta da chave (13.1) é detectada opticamente 25 através de um meio de detecção (32), sendo que a detecção se verifica pas- so a passo ou em um único passo.
16. Processo de acordo com a reivindicação 14 ou 15, caracteri- zado peio fato de que, pelos seguintes passos: inicialização dos meios de reconhecimento de chave (30) em 30 uma fase de inicialização, sendo que nessa face de inicialização são memo- rizados valores comparativos (VWl - \NV3) de uma chave (13).
17. Processo de acordo com a reivindicação 14 ou 15, caracteri-
% 4 4
E ^ "Y 0 zado pelo fato de que, pelo seguinte passo: autenticação de uma chave (13) em uma fase de autenticação, quando ou uma chave mestre após a introdu- " ção no encaixe da chave (16.2) é detectada e reconhecida ou será feita uma " avaliação do registro manual de um código através de um painel de controle « 5 (10), sendo feito a avaliação deste registro.
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Fig. 5
Ü RESUMO Patente de lnvenção: "CHAVE COMUTADORA PARA MONTAGEM EM
UMA UNIDADE DESLOCÁVEL E PROCESSO PARA O CONTROLE DA CHAVE COMUTADORA". . 5 A presente invenção refere-se a uma chave comutadora (15) para uma unidade deslocável com meios de conhecimentos de chave (30) para reconhecimento de chave (13) com palheta de chave (13.1) e um en- caixe de chave para introdução da palheta da chave (13.1). Os meios de reconhecimento de chave (30) trabalham isentos de contato e possuem mei- " 10 os de detecção (32) correspondentes para a detecção de ao menos uma . parte da palheta da chave (13.1). Os meios de detecção (32) fornecem valo- res reais na chave (13). Meios de memorização (31) estão (10) previstos para memorizarem em uma fase de inicialização valores comparativos de uma chave (13). Um comparador eletrônico (33) está previsto que faz a 15 comparação de valores reais com valores comparativos e na coincidência de valores reais e dos valores comparativos produz uma liberação.
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