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BRPI0816257B1 - Esteviol islamic compounds of esteviol glucose, food and drink products, sweetener, and method for preparing the compounds - Google Patents

Esteviol islamic compounds of esteviol glucose, food and drink products, sweetener, and method for preparing the compounds Download PDF

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BRPI0816257B1
BRPI0816257B1 BRPI0816257-3A BRPI0816257A BRPI0816257B1 BR PI0816257 B1 BRPI0816257 B1 BR PI0816257B1 BR PI0816257 A BRPI0816257 A BR PI0816257A BR PI0816257 B1 BRPI0816257 B1 BR PI0816257B1
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BR
Brazil
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glycopyranosyl
compound
formula
bis
drinks
Prior art date
Application number
BRPI0816257-3A
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English (en)
Inventor
Lee Thomas
Original Assignee
Pepsico, Inc.
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Pepsico, Inc. filed Critical Pepsico, Inc.
Publication of BRPI0816257A2 publication Critical patent/BRPI0816257A2/pt
Publication of BRPI0816257B1 publication Critical patent/BRPI0816257B1/pt

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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSTOS ISÔMEROS DE GLICOSÍDEO DE ESTEVIOL, PRODUTOS DE BEBIDA E ALIMENTÍCIO, EDULCORANTE, E MÉTODO PARA PREPARAR OS REFERIDOS COMPOSTOS".
Este pedido reivindica prioridade do PCT/US2008/075192, depositado em 4 de setembro de 2008 e intitulado Isômeros de Glicosídeo de Esteviol (Documento do Procurador N° 056943.00325), que reivindica prioridade do Pedido de Patente de Utilidade Norte-Americano No. de Série 11/856,274, depositado em 17 de setembro de 2007 e intitulado Isômeros de Glicosídeo de Esteviol (Documento do Procurador No. 056943,00381), cuja inteira descrição é aqui incorporada por referência.
Campo da Invenção Esta invenção refere-se a certos novos isômeros de glicosídeos de esteviol que são adequados para uso como edulcorantes, por exemplo, por incorporação a produtos alimentícios e de bebida.
Antecedentes Devido a uma crescente atenção aos efeitos negativos sobre a saúde da obesidade nos Estados Unidos e em todo o mundo, a demanda do mercado para produtos alimentícios e de bebida que tenham características nutricionais alternativas incluindo, por exemplo, teor calórico reduzido ou nulo, também tem crescido. Há uma demanda de mercado para substituir os edulcorantes de alta caloria tipicamente usados em produtos alimentícios e de bebida, tal como sacarose e xarope de milho de alta frutose (HFCS), por edulcorantes não-nutritivos. Por exemplo, bebidas de cola dietéticas têm sido sugeridas, as quais são adoçadas com potentes edulcorantes não-nutritivos, tais como glicosídeos de esteviol (esteviosídeo, rebaudiosídeo A, etc.).
Glicosídeos de esteviol são compostos de sabor doce extraídos da planta estévia (Stevia rebaudiana Bertoni). Tipicamente, verificou-se que estes compostos incluem esteviosídeo (peso seco a 4 - 13%), esteviolbiosí-deo (traço), os rebaudiosídeos, incluindo rebaudiosídeo A (1 - 6%), rebaudiosídeo B (traço), rebaudiosídeo C (1 - 2%), rebaudiosídeo D (traço) e rebaudiosídeo E (traço) e dulcosídeo A (0,4 - 0,7%). Muitos glicosídeos de esteviol são edulcorantes potentes, não-nutritivos. Glicosídeos esteviol compreen- dem um núcleo diterpeno (fórmula I) substituído em R1 e R2 com diversas combinações de hidrogênio, glicose, ramnose e xilose.
Fórmula I
Por exemplo, R1 pode ser hidrogênio, 1-/3-D-glicopiranosila ou 2-(1 -/3-D-glicopiranosil)- 1 -/3-D-glicopiranosila e R2 pode ser hidrogênio, 1 -/3-D-glicopiranosila, 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila, 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila, 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 1 -^3-D-glicopiranosila, 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 3- (1 -/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila ou 2- (1-/3-D-xilopiranosil)- 3- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila. Rebaudiosídeo A (em que R1 = 1 -/3-D-glicopiranosila e R2 = 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila) tem uma doçura de cerca de 200 a 300 vezes a doçura da sacarose. A indústria alimentícia tem se tornado interessada em glicosídeos esteviol na busca de edulcorantes alternativos. Entretanto, a substituição direta de edulcorantes nutritivos com potentes edulcorantes não-nutritivos conhecidos enfrenta problemas de sabores desagradáveis, por exemplo, início lento, ou gosto amargo, licorice, ou gosto residual persistente. Estes sabores desagradáveis também surgem quando os glicosídeos de esteviol são usados como edulcorantes não-nutritivos em produtos alimentícios e de bebida. Portanto, há uma necessidade de edulcorantes não-nutritivos alternativos. É, portanto, um objetivo de pelo menos determinadas modalidades da presente invenção proporcionar compostos que sejam úteis como edulcorantes. É um objetivo de pelo menos determinadas modalidades da invenção proporcionar produtos de bebida ou produtos alimentícios que tenham características nutricionais alternativas e propriedades de sabor. Estes e outros objetivos, características e vantagens da invenção ou de certas modalidades da invenção serão aparentes para aqueles versados na técnica da divulgação a seguir e descrição de modalidades exemplares.
Breve Sumário da Invenção Uma família de novos isômeros de glicosídeo de esteviol foi recentemente descoberta. Nesses isômeros, a dupla ligação exocíclica da fórmula I foi movida para uma posição endocíclica dentro do anel de cinco membros (vide Fórmula II). Estes compostos são úteis como edulcorantes e podem ser incluídos como tais e produtos alimentícios e de bebida. De acordo com um primeiro aspecto da invenção, é proporcionado um composto tendo a fórmula II: Fórmula II
Em que R1 pode ser hidrogênio, 1-/3-D-glicopiranosila ou 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila e R2 pode ser hidrogênio, 1-/S-D-glicopiranosila, 2- (1 -/3-D-glicopiranosil)-1 -/3-D-glicopiranosila, 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila, 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila, 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 3- (1 -/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila ou 2- (1-/3-D-xilopiranosil)- 3- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila. Em certas modalidades exemplares, o composto da fórmula II pode ser isolado e purificado. Como usado aqui, "isolado e purificado" significa que a pureza do isômero de glicosídeo de esteviol é de pelo menos 90%.
De acordo com outros aspectos, um produto de bebida é proporcionado compreendendo um líquido aquoso e um composto da fórmula II.
De acordo com outros aspectos, um produto alimentício é proporcionado compreendendo um componente alimentar e um composto da fórmula II.
De acordo com outro aspecto da invenção, um edulcorante é proporcionado compreendendo um composto da fórmula II.
De acordo com outro aspecto, um método é proporcionado para preparar os compostos da fórmula II, compreendendo as etapas de propor- cionar uma solução aquosa acídica compreendendo um composto da fórmula I, e aquecer a solução aquosa acídica a uma temperatura dentro da faixa de 30°C a 90°C por um período de tempo maior do que dois dias. Em certas modalidades exemplares, uma solução aquosa acídica compreendendo re-baudiosídeo A é aquecida a uma temperatura dentro da faixa de 40°C a 50°C a um pH dentro da faixa de pH de 1,0 - 4,0 por um período de tempo maior do que dois dias.
Breve Descrição das Figuras Figura 1 é um espectro RMN de próton de rebaudiosídeo A.
Figura 2 é um espectro RMN de próton de isorrebaudiosídeo A.
Figura 3 é uma sobreposição dos espectros das Figuras 1 e 2.
Figura 4 é um espectro de massa ESI de rebaudiosídeo A.
Figura 5 é um espectro de massa ESI de isorrebaudiosídeo A.
Figura 6 é um cromatograma HPLC de uma mistura de reação de 10 semanas contendo rebaudiosídeo A e isorrebaudiosídeo A.
Figura 7 é um espectro de massa ESI do pico de isorrebaudiosídeo A da Figura 6.
Figura 8 é um cromatograma HPLC de rebaudiosídeo A.
Figura 9 é um cromatograma HPLC de isorrebaudiosídeo A.
Figura 10 é um espectro de massa ESI do pico de rebaudiosídeo A da Figura 8.
Figura 11 é um espectro de massa ESI do pico de isorrebaudiosídeo A da Figura 9.
Figura 12 é um cromatograma HPLC de uma mistura de reação de 10 semanas enriquecida com isorrebaudiosídeo A isolado.
Figura 13 é um espectro de massa ESI do pico de rebaudiosídeo Ada Figura 12.
Figura 14 é uma estrutura de cristal de raio X de isorrebaudiosídeo A.
Figura 15 é uma estrutura de cristal de raio X de rebaudiosídeo A.
Figura 16 é uma comparação das estruturas de rebaudiosídeo A e isorrebaudiosídeo A.
Figuras 17 e 18 mostram a dependência de pH da taxa de síntese de isorrebaudiosídeo A (Cmpd X) a partir de rebaudiosídeo A (Reb A).
Figura 19 mostra a dependência de temperatura da taxa de síntese de isorrebaudiosídeo A (Cpmd X) a partir de rebaudiosídeo A (Reb A).
Figura 20 é um espectro de RMN de próton de rebaudiosídeo B.
Figura 21 é um espectro de RMN de próton de isorrebaudiosídeo B.
Figura 22 é uma sobreposição dos espectros das Figuras 20 e 21.
Figura 23 é uma sobreposição de cromatogramas de HPLC de rebaudiosídeo B, isorrebaudiosídeo B e uma mistura 1:1 dos dois compostos.
Descrição Detalhada de Certas Modalidades Exemplares Em certas modalidades exemplares, isômeros de glicosídeo de esteviol da presente invenção podem ser definidos pela fórmula geral II: Fórmula II
Em que R1 pode ser hidrogênio, 1-/3-D-glicopiranosila ou 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila, e R2 pode ser hidrogênio, 1-/3-D-glicopiranosila, 2- (1 -/3-D-glicopiranosil) -1 -/3-D-glicopiranosila, 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila, 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila, 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 3- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila ou 2- (1-/3-D-xilopiranosil)- 3- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila. Certas modalidades exemplares compreendem compostos da fórmula II, em que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (isorrebaudiosídeo A), R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2- (1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila (isoeste-viosídeo), R1 é hidrogênio e R2 é 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D- glicopiranosila (isorrebaudiosídeo B), R1 é hidrogênio e R2 é 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (isoesteviolbiosídeo), R1 é 1-/3-D-glicopiranosila é R2 é 1-/J-D-glicopiranosila (iso-rubusosídeo), R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (isodul-cosídeo A), R1 é 1-j3-D-glicopiranosila e R2 é 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 3- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranose (isorrebaudiosídeo C), R1 é 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila (isorrebaudiosídeo D), R1 é 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (i-sorrebaudiosídeo E), R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2- (1-/3-D-xilopiranosil)- 3- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (isorrebaudiosídeo F), R1 é hidrogênio e R2 é 1-/3-D-glicopiranosila (isoesteviolmonosídeo), ou R1 é 1 -/3-D-glicopiranosila e R2 é hidrogênio (isoesteviol II glicosil éster). Uma modalidade exemplar compreende o composto da fórmula II, em que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila. Este composto tem a estrutura mostrada na fórmula III abaixo. Daqui por diante, este composto é referido como isorrebaudiosídeo A.
Fórmula III
Em certas modalidades exemplares, isômeros de glicosídeo es-teviol descritos aqui podem ser preparados por aquecimento de rebaudiosí-deo A em solução aquosa a uma temperatura dentro da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 - 4,0, tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente (por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir isorrebaudiosídeo A (Fórmula III). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5%, pelo menos 10%, pelo menos 25%, pelo menos 40%, pelo menos 50%, pelo menos 75%, pelo menos 90% por peso) do material de partida de rebaudiosídeo A é convertido em isorrebaudiosídeo A. Um relatório da literatura sugere que sob condições acídicas (pH 2,4 a 2,6) esteviosídeo ou rebaudiosídeo A é bastante estável a 60°C, porém sofrem drásticas mudanças a 100°C, produzindo subprodutos de hidrólise tal como glicose, esteviolbiosídeo (a partir de esteviosídeo), rebaudiosídeo B (a partir de rebaudiosídeo A) e compostos desconhecidos que têm R/s de TLC ou ír's de HPLC muito distantes removidos de esteviosídeo ou rebaudiosídeo A. Quando esteviosídeo foi submetido a altas temperaturas, isoesteviol também foi formado (Fórmula IV). (S.S. Chang e J. M. Cook, J. Agric. Food Chem., 31,409-412 (1983)).
Fórmula IV
Outros relatórios da literatura indicaram que a hidrólise catalisada por ácido de esteviosídeo rende isoesteviol (M. Bridel e R. Lavieille, Journal de Pharmacle et de Chimie, 14, 321 -328, e 369 -379 (1931), e J.R. Han-son e B.H. Oliverira, Natural Product Reports, 10, 301-309 (1993)). Também foi demonstrado que isoesteviol é um produto reagente Wagner-Meerwein envolvendo inversão do anel D de esteviol (Fórmula I, em que R1 e R2, cada um, são hidrogênio). Ensinamentos da literatura, assim, sugerem que glico-sídeos de esteviol, por exemplo, rebaudiosídeo A, podem, cada um, sofrer uma isomerização catalisada por ácido a um produto resultante semelhante tendo isoesteviol como a porção aglicona.
Porém, surpreendentemente, verificou-se que o tratamento ácido e térmico de glicosídeos de esteviol, por exemplo, rebaudiosídeo A, de acordo com a presente invenção, produz isômeros de glicosídeo de esteviol da Fórmula II, por exemplo, isorrebaudiosídeo A (Fórmula III), que têm uma porção aglicona que não é nem esteviol nem isoesteviol, mas sim uma nova porção aglicona que tem uma dupla ligação migrada em comparação a esteviol. A porção aglicona inesperada do novo composto é daqui por diante chama isoesteviol II (vide Fórmula II). Quando R1 e R2 da Fórmula II são, cada um, hidrogênio, o composto é chamado isoesteviol II (Fórmula V).
Fórmula V
Em certas modalidades exemplares, isômeros de glicosídeo de esteviol descritos aqui podem ser hidrolisados para remover unidades de glicose, ramnose e / ou xilose. Assim, isômeros de glicosídeo de esteviol, por exemplo, isorrebaudiosídeo A-F, isoesteviosídeo, isodulcosídeo, etc., podem ser hidrolisados com tratamento adicional com calor e ácido em vários outros isômeros de glicosídeo de esteviol, por exemplo, isoesteviosídeo, isorrebaudiosídeo B, isoesteviolbiosídeo, isorrubusídeo, isoesteviolmonosí-deo, isoesteviol II glicosil éster, etc. Assim, como um exemplo não-limitante, rebaudiosídeo A pode ser isomerizado por tratamento com calor e ácido a isorrebaudiosídeo A como um intermediário, que pode ser então hidrolisado a isorrebaudiosídeo B. Em certas modalidades exemplares, materiais de partida de glicosídeo esteviol podem ser primeiro hidrolisados para remover uma ou mais unidades de glicose, ramnose e / ou xilose, e então isomeriza-dos a isômeros de glicosídeo de esteviol. Como um exemplo não-limitante, rebaudiosídeo A pode ser hidrolisado por tratamento com calor e ácido a rebaudiosídeo B como um intermediário, que pode então ser isomerizado a isorrebaudiosídeo B.
Em certas modalidades exemplares, uma solução aquosa acídi-ca tendo um pH dentro da faixa de pH 1,0 - 4,0 (por exemplo, dentro da faixa de pH 2,0 - 2,5) e compreendendo rebaudiosídeo A (ou seja, o composto da fórmula I, em que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila) é aquecido a uma temperatura dentro da faixa de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) por um período de tempo suficiente (por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas( para produzir isorrebaudiosídeo B (ou seja, o composto da fórmula II, em que R1 é hidrogênio e R2 é 2,3-bis (1-/?-D-glicopiranosil)-1-β-D-glicopiranosila). Em uma modalidade exemplar, sob as condições acima, rebaudiosídeo A é primeiro convertido em isorrebaudiosídeo A, que é então convertido em isorrebaudiosídeo B. Em outra modalidade exemplar, sob as condições acima, rebaudiosídeo A é convertido em rebaudiosídeo B, que é então convertido em isorrebaudiosídeo B. Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5%, pelo menos 10%, pelo menos 25%, pelo menos 40%, pelo menos 50%, pelo menos 75%, pelo menos 90% por peso) do material de partida de rebaudiosídeo A é convertido em isorrebaudiosídeo B.
Em outras modalidades exemplares, cada um dos isômeros de glicosídeo de esteviol descritos aqui pode ser preparado por tratamento de um glicosídeo de esteviol adequado, por exemplo, o glicosídeo de esteviol correspondente, com ácido e calor de acordo com o método da invenção. Especificamente, esteviosídeo pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dentro da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C, ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 -4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente (por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2- (1-/3-D-glicopiranosil)-1 -/3-D-glicopiranosila (isoeste-viosídeo). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de esteviosídeo é convertido em isoesteviosídeo. Se maneira similar, rebaudiosídeo pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dento da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por e-xemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 - 4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo sufici-ente(por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é hidrogênio e R2 é 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (isorrebaudi-osídeo B). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de rebaudiosídeo B é convertido em isorrebaudio-sídeo B. Esteviolbiosídeo pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dentro da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 -4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente (por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é hidrogênio e R2 é 2- (1 -/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (isoesteviolbiosídeo). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de esteviolbiosídeo é convertido em isoesteviolbiosídeo. Rubuso-sídeo pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dentro da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 - 4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente (por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 1-/3-D-glicopiranosila (iso-rubusosídeo). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de rubusosídeo é convertido em iso-rubusosídeo. Esteviolmonosídeo pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dento da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 - 4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente(por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é hidrogênio e R2 é 1-/3-D-glicopiranose (isoesteviolmonosídeo). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de esteviolmonosídeo B é convertido em iso- esteviolmonosídeo. Esteviol glicose éster (Fórmula I, em que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é hidrogênio) pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dento da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 - 4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente(por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é 1-/3-D-glicopiranose e R2 é hidrogênio (isoesteviol II glicosil éster). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de esteviol glicose éster é convertido em isoesteviol II glicosil éster. Dulcosídeo A pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dento da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 - 4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente(por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é 1 -y8-D-glicopiranosil e R2 é 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosil (isodulcosídeo A). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de dulcosídeo A é convertido em isodulcosídeo A. Rebaudiosídeo C pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dento da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 - 4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente(por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2- (1-a-L-ramnopiranosil)- 3- (1-/3-D-glicopiranosil)-1-j3-D-glicopiranose (isorrebaudiosídeo C). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de rebaudiosídeo C é convertido em isorrebaudiosídeo C. Rebaudiosídeo D pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dento da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 - 4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente(por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (isorrebaudiosídeo D). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de rebaudiosídeo D é convertido em isorrebaudiosídeo D. Rebaudiosídeo E pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dento da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 - 4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente(por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2- (1-/3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (isorrebaudiosídeo E). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de rebaudiosídeo E é convertido em isorrebaudiosídeo E. Rebausídeo F pode ser aquecido em solução aquosa a uma temperatura dento da faixa de cerca de 30°C a cerca de 90°C (por exemplo, 43°C, 65°C, 75°C, 85°C ou dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, pH de cerca de 1,0 -4,0; tal como pH de cerca de 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficien-te(por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir um composto da fórmula II, em que R1 é 1-/J-D-glicopiranosila e R2 é 2- (1-/3-D-xilopiranosil)- 3- (1-j3-D-glicopiranosil)- 1-/3-D-glicopiranosila (isorrebaudiosídeo F). Em certas modalidades exemplares, pelo menos 1,0 % por peso (por exemplo, pelo menos 5 %, pelo menos 10 %, pelo menos 25 %, pelo menos 40 %, pelo menos 50 %, pelo menos 75 %, pelo menos 90 % por peso) do material de partida de rebaudiosídeo F é convertido em isorrebaudiosídeo F. Outros métodos de síntese podem ser empregados, por exemplo, isomerização enzimática. Isômeros de glicosídeo esteviol podem ser isolados e purificados, por exemplo, por cromatografia, recristalização, etc. Ácidos exemplares adequados para uso na preparação de isô- meros de glicosídeo de esteviol sob condições fortemente acídicas incluem ácidos inorgânicos, tal como ácido fosfórico, ácido clorídrico, ácido nítrico, ácido sulfúrico, etc. e / ou ácidos orgânicos, tal como ácido cítrico, ácido má-lico, ácido tartárico, ácido lático, ácido ascórbico, etc. Um ou mais ácidos, e opcionalmente o sal do ácido correspondente (por exemplo, ácido cítrico e citrato), são incluídos na mistura da reação em uma quantidade suficiente para render a mistura da reação fortemente acídica (por exemplo, para alcançar um valor de pH dentro da faixa de cerca de pH 1,0 - 4,0, tal como de cerca de pH 2,0 - 2,5). Isomerização enzimática também pode ser empregada.
Glicosídeos de esteviol da fórmula I, singularmente ou como uma mistura, podem ter um número adicional de unidades de β-D-glicopiranosila covalentemente ligadas 4 1 para existir unidades β-D- glicopiranosila em R1 e / ou R2 através de reações de transglicosilação com amido, rendendo uma mistura complexa de produtos. (Vide Kazuhiro Ohtani e Kazuo Yamasaki, Capítulo 7, "Method to improve the taste of the sweet principies of Stevia rebaudiana," p. 145 no livro intitulado "Stevia, The genus Stevia", editado por A. Douglas Kinghorn, Taylor & Francis, 2002). Estes extratos de Estévia modificados por enzima estão comercialmente disponíveis para uso como edulcorantes em produtos alimentícios e de bebida. Isômeros de glicosídeo de esteviol da Fórmula II podem ser submetidos ao mesmo tipo de reações de transglicosilação enzimática, rendendo uma mistura complexa de produtos que são úteis como edulcorantes para produtos alimentícios e de bebida. Também é contemplado que o produto de transglicosilação anzimática dos glicosídeos de esteviol da Fórmula I devem ser aquecidos em solução aquosa a uma temperatura dentro da faixa de cerca de 30°C e cerca de 90°C (por exemplo, dentro da faixa de cerca de 40°C a cerca de 50°C, tal como 43°C) sob condições fortemente acídicas (por exemplo, cerca de pH 1,0 - 4,0, tal como cerca de pH 2,0 - 2,5) por um período de tempo suficiente (por exemplo, maior do que dois dias, tal como de dois dias a cerca de 11 semanas) para produzir uma mistura complexa de produtos tendo a porção aglicona da Fórmula II. Estes produtos de isomerização também po- dem ser úteis como edulcorantes em produtos alimentícios e de bebida.
Em certas modalidades exemplares, isômeros de glicosídeo de esteviol compreendendo pelo menos um composto da Fórmula II podem ser suados como um potente edulcorante não-nutritivo. Edulcorantes são produtos de consumo alimentares adequados para o consumo e para utilização em alimentos e de bebida. Como usado aqui, "produtos de consumo alimentar" significa um alimento ou bebida ou um ingrediente de um alimento ou bebida para consumo humano ou animal. Como usado aqui, um "edulcorante não-nutritivo" é aquele que não proporciona teor calórico significante em quantidades típicas de uso, por exemplo, aquele que adiciona menos do que 5 calorias por porção de 226,80 g (8 oz) da bebida para alcançar a doçura equivalente a 10 Brix de açúcar. Como usado aqui, um "edulcorante potente" significa um edulcorante que é pelo menos duas vezes tão doce quanto açúcar (sacarose), ou seja, um edulcorante que, em uma base de peso, requer não mais do que metade do peso do açúcar para alcançar uma doçura equivalente. Por exemplo, um edulcorante potente pode requerer menos do que metade do peso do açúcar para alcançar uma doçura equivalente em uma bebida adoçada a um nível de 10 graus Brix com açúcar.
Em certas modalidades exemplares, um edulcorante pode compreender pelo menos um composto da Fórmula II, e opcionalmente um enchimento, um agente espessante, tal como dextrose, maltodextrina, eritritol, tagatose ou combinação de eritritol e tagatose, polidextrose e / ou um agente antiaglutinação.
Em certas modalidades exemplares, um ou mais dos isômeros de glicosídeo de esteviol descritos aqui podem estar presentes como um edulcorante não-nutritivo em um produto de bebida. Em certas modalidades exemplares, o produto de bebida inclui uma quantidade de edulcorante de isorrebaudiosídeo A (ou seja, o composto da Fórmula II, em que R1 é 1-/8-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis (1-/5-D-glicopiranosil)- 1-j6-D-glicopiranosila). Em certas modalidades exemplares, a bebida inclui pelo menos 0,005 % por peso (por exemplo, pelo menos 0,01%, pelo menos 0,02%, pelo menos 0,03% por peso) de isorrebaudiosídeo A. Em certas modalidades exempla- res, o produto de bebida inclui uma quantidade edulcorante de isorrebaudio-sídeo B (ou seja, o composto da Fórmula II, em que R1 é hidrogênio e R2 é 2,3-bis (1-j3-D-glicopiranosil)- 1-j8-D-glicopiranosila). Em certas modalidades exemplares, o produto de bebida inclui pelo menos 0,005 % por peso (por exemplo, pelo menos 0,01 %, pelo menos 0,02 %, pelo menos 0,03 % por peso) de isorrebaudiosídeo B.
Produtos de bebida exemplares compreendem um líquido aquo-so e um composto da fórmula II, e incluem bebidas tais como, por exemplo, formulações líquidas prontas para beber, concentrados de bebida e similares. Bebidas incluem, por exemplo, refrigerantes carbonatados e não-carbonatados, bebidas servidas em máquinas, bebidas congeladas prontas para beber, bebidas carbonatadas, concentrados líquidos, concentrados em pó, bebidas de café, bebidas de chá, bebidas lácteas, águas aromatizadas, suco de fruta, bebidas aromatizadas de suco de fruta, bebidas aromatizadas de fruta, bebidas esportivas, bebidas de soja, bebidas de vegetais, bebidas à base de grãos (por exemplo, bebidas de malte), bebidas fermentadas (por exemplo, iogurte e "kefir"), bebidas alcoólicas e misturas de quaisquer delas. Fontes exemplares de suco de fruta incluem fruta cítrica, por exemplo, laranja, toranja, limão e lima, baga, por exemplo, oxicoco, framboesa, mirtilo e morango, maçã, uva, abacaxi, ameixa, pêra, pêssego, cereja, manga e romã. Produtos de bebida incluem garrafas, latas e produtos de embalagem e aplicações de xarope servidos em máquina.
Os termos "concentrados de bebida" e "xarope" são usados indiferentemente por todo o relatório. Pelo menos certas modalidades exemplares dos concentrados de bebida contemplados são preparadas com um volume inicial de água, ao qual os ingredientes adicionais são adicionados. Composições de bebida de concentração total podem ser formadas a partir do concentrado de bebida pela adição de volumes adicionais de água ao concentrado. Tipicamente, por exemplo, bebidas de concentração total podem ser preparadas a partir dos concentrados combinando aproximadamente 1 parte de concentrado com entre aproximadamente 3 a aproximadamente 7 partes de água. Em certas modalidades exemplares, a bebida de con- centração total é preparada combinando e parte de concentrado com 5 partes de água. Em certas modalidades exemplares, a água adicional usada para formar as bebidas de concentração total é água carbonatada. Em certas outras modalidades, uma bebida de concentração total é diretamente preparada sem a formação de um concentrado e subsequente diluição.
Em certas modalidades exemplares, um ou mais dos isômeros de glicosídeo de esteviol descritos aqui podem estar presentes como um edulcorante não-nutritivo em um produto alimentício. Produtos alimentícios compreendem pelo menos um componente alimentar, ou seja, qualquer material de consumo alimentar adequado para consumo humano ou animal, se totalmente ou parcialmente digestível ou não. Exemplos não-limitantes de componentes alimentares incluem proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais, etc. Produtos alimentícios compreendendo um composto da fórmula II descritos aqui incluem, por exemplo, farinha de aveia, cereais, assados (por exemplo, biscoitos, bolachas, bolos, brownies, pães, etc), lanches (por exemplo, batata chips, tortilhas, pipoca, barras de lanche, bolos de arroz, etc), e outros produtos alimentícios à base de grãos. Todas as variações, alternativas, opções, etc. discutidas aqui nesta descrição se aplicam a modalidades alimentares da invenção.
Deve ser entendido que produtos alimentícios ou de bebida de acordo com esta descrição podem ter qualquer das numerosas formulações ou constituições específicas diferentes. A formulação de um produto alimentício ou de bebida de acordo com esta descrição pode variar até um certo limite, dependendo de fatores como o segmento de mercado destinado do produto, suas características nutricionais desejadas, perfil de sabor e similares. Por exemplo, em geral será uma opção adicionar ingredientes adicionais à formulação de uma modalidade de alimento ou bebida particular, incluindo qualquer das formulações de alimento ou bebida descritas aqui. Edulcoran-tes adicionais (ou seja, mais e / ou outros) podem ser adicionados. Acidulan-tes, aromatizantes, colorantes, eletrólitos, minerais, suplementos nutricionais não-minerais, sucos de fruta ou outros produtos de fruta, agentes que conferem sabor, agentes mascarantes e similares, melhoradores de sabor, agen- tes de tamponamento, espessantes, emulsificantes, partículas comestíveis, agentes antiespuma, conservantes, carbonação e misturas dos mesmos podem ser tipicamente adicionados a qualquer de tais formulações para variar o sabor, sensação na boca, características nutricionais, funcionalidade, etc. do produto alimentício ou de bebida. Exemplos de ingredientes suplementares nutricionais não-minerais são conhecidos para aqueles versados na técnica e incluem, por exemplo, antioxidantes e vitaminas, incluindo vitaminas A, D, E (tocoferol), C (ácido ascórbico), B (tiamina, B2 (riboflavina), B6, B12 e K, niacina, ácido fólico, biotina e combinações dos mesmos. Os suplementos nutricionais não-minerais opcionais estão tipicamente presentes em quantidades geralmente aceitas sob boas práticas de fabricação. Quantidades e-xemplares estão entre cerca de 1% e cerca de 100% do RDC (valor diário recomendado), onde tais VDR são estabelecidos. Em certas modalidades exemplares, o(s) ingrediente(s) suplementar(es) nutricional(ais) não-mineral(ais) estão presente em uma quantidade de cerca de 5% a cerca de 20% do VDR, onde estabelecido. Ingredientes adequados adicionais e alternativos serão reconhecidos por aqueles versados na técnica, dado o benefício desta descrição.
Certas modalidades exemplares de bebidas carbonatadas descrita aqui são bebidas carbonatadas aromatizadas com cola, que caracteris-ticamente compreendem água carbonatada, um composto da fórmula II, extrato de noz de cola e / ou outro aromatizante de cola, corante caramelo e acidulante (por exemplo, ácido fosfórico), e opcionalmente outros ingredientes tais como outros edulcorantes. Certas outras modalidades exemplares de bebidas carbonatadas descritas aqui são aromatizadas com cítricos (por exemplo, lima-limão, toranja, limão, lima, etc.) bebidas carbonatadas, que caracteristicamente compreendem água carbonatada, um composto da fórmula II, aromatizantes cítricos, um acidulante (por exemplo, ácido cítrico) e opcionalmente outros ingredientes tais como agentes corantes e / ou edulcorantes. Em certas modalidades exemplares, um concentrado de bebida é proporcionado compreendendo água, aromatizantes de cola, corante caramelo e acidulante (por exemplo, ácido fosfórico), e opcionalmente outros ingredientes tais como outros edulcorantes. Em certas modalidades exemplares, um concentrado de bebida é proporcionado compreendendo água, um composto da fórmula II, aromatizante cítrico, um acidulante (por exemplo, ácido cítrico) e opcionalmente outros ingredientes tais como agentes corantes e / ou outros edulcorantes.
Em pelo menos certas modalidades exemplares dos produtos alimentícios e de bebida descritos aqui, edulcorantes adicionais / outros podem ser incluídos, por exemplo, edulcorantes nutritivos ou edulcorantes não-nutritivos. Exemplos não-limitantes de edulcorantes nutritivos incluem saca-rose, sacarose líquida, frutose, frutose líquida, glicose, glicose líquida, xarope de glicose-frutose de fontes naturais, tais como maçã, chicória, agave, mel, etc., por exemplo, xarope de milho de lata frutose, xarope de chicória, xarope de agave, açúcar invertido, açúcar invertido médio, xarope de bordo, açúcar de bordo, mel, melaços de açúcar mascavo, por exemplo, melaços de cana e melaços de beterraba, xarope de sorgo, uma mistura de qualquer dos mesmos. Tais edulcorantes estão presentes em pelo menos certas modalidades exemplares em uma quantidade de cerca de 0,1% a cerca de 20% por peso do produto alimentício ou de bebida acabado, tal como de cerca de 6% a cerca de 16% por peso, dependendo do nível desejado de doçura para o produto alimentício ou de bebida acabado. Edulcorantes nutritivos podem estar presentes em concentrados de bebida até cerca de 60% por peso do concentrado de bebida.
Exemplos não-limitantes de potentes edulcorantes naturais não-nutritivos que podem ser incluídos em produtos alimentícios ou de bebida incluem rebaudiosídeo A, esteviosídeo, outros glicosídeos de esteviol, extratos de Estévia rebaudiana, Lo Han Guo (LHG), por exemplo, concentrado de suco de LHG ou pó de LHG, taumatina, monelina, brazeína, monatina e misturas de qualquer dos mesmos. LHG, se usado, pode ter, por exemplo, teor de mogrosídeo V de cerca de 2 a cerca de 99%. Em certas modalidades e-xemplares, um produto alimentício ou de bebida é proporcionado, o qual compreende uma mistura de um composto da fórmula II e LHG tendo um teor de mogrosídeo V de pelo menos 30%. Em certas modalidades exempla- res, o LHG na mistura tem um teor de mogrosídeo V de cerca de 45% mais ou menos 5%. Em certa modalidade exemplar, uma mistura compreendendo LHG e um composto da fórmula II proporciona pelo menos 10% da doçura em um produto alimentício ou de bebida. Em certas modalidades exemplares, a mistura proporciona cerca de 1/3 a cerca de 2/3 da doçura. Outros exemplos de edulcorantes não-nutritivos incluem sorbitol, manitol, xilitol, gli-cirrizina, maltitol, maltose, lactose, xilose, arabinose, isomalte, lactitol, trealu-lose, ribose, fruto-oligossacarídeos e misturas de qualquer deles. Opcionalmente, o componente edulcorante pode incluir eritritol, tagatose, uma combinação de eritritol e tagatose ou polidextrose. Em certas modalidades exemplares, um produto alimentício ou de bebida é proporcionado, o qual compreende um composto da fórmula II e ou eritritol, tagatose, ou uma combinação de eritritol e tagatose.
Exemplos não-limitantes de potentes edulcorantes artificiais não-nutritivos que podem ser incluídos em produtos alimentícios e de bebida incluem edulcorantes à base de peptídeos, por exemplo, aspartame, neotame e alitame, e edulcorantes à base de não-peptídeos, por exemplo, sacarina de sódio, sacarina de cálcio, acessulfame (incluindo, porém não-limitados a acessulfame de potássio), ciclamato (incluindo, porém não-limitado a cicla-mato de sódio e / ou ciclamato de cálcio), neo-hesperidina di-hidrocalcona, sucralose e misturas de qualquer deles. Potentes edulcorantes não-nutritivos tipicamente são empregados em um nível de miligramas por g (onça) de alimento ou bebida de acordo com seu poder de doçura, quaisquer disposições regulamentares aplicáveis do país onde o alimento ou bebida deve ser comercializado, o nível desejado de doçura do alimento ou bebida, etc. Misturas de qualquer dos edulcorantes nutritivos e não-nutritivos acima estão incluídas no escopo da invenção descrita. Estará dentro da capacidade daqueles versados na técnica, dado o benefício desta descrição, selecionar edulcorantes adicionais ou alternativos adequados para uso em diversas modalidades dos produtos alimentícios ou de bebida descritos aqui.
Aqueles versados na técnica irão entender que, por conveniência, alguns ingredientes são descritos aqui, em certos casos, por referência à forma original do ingrediente em que é adicionado à formulação do produto de bebida. Tal forma original pode diferir da forma em que o ingrediente é encontrado no produto alimentício ou de bebida acabado. Assim, por exemplo, em certas modalidades exemplares dos produtos de bebida de cola desta descrição, sacarose e sacarose líquida estarão tipicamente substancialmente homogeneamente dissolvidas e dispersas na bebida. Da mesma forma, outros ingredientes identificados como um sólido, concentrado (por e-xemplo, concentrado de suco), etc., devem estar tipicamente homogeneamente dispersos no produto alimentício ou de bebida, em vez de permanecerem em sua forma original. Assim, a referência à forma de um ingrediente de uma formulação de produto alimentício ou de bebida não deve ser tomada como uma limitação com relação à forma do ingrediente, mas sim como um meio conveniente de descrever o ingrediente como um componente isolado da formulação do produto.
Em pelo menos certas modalidades exemplares, produtos alimentícios ou de bebida descritos aqui podem ser mantidos por pasteurização. O processo de pasteurização pode incluir, por exemplo, tratamento de temperatura ultraelevada (UHT) e / ou tratamento em tempo curto de temperatura elevada (HTST). O tratamento UHT inclui submeter o produto alimentício ou de bebida a altas temperatura, tal como por injeção de vapor direto ou infusão em vapor, ou por aquecimento indireto em um trocador de calor. Em geral, depois que o produto é pasteurizado, o produto pode ser resfriado conforme necessário pela composição / configuração do produto particular e / ou a aplicação de enchimento da embalagem. Por exemplo, em uma modalidade, o produto alimentício ou de bebida é submetido a aquecimento a cerca de 85°C até cerca de 121 °C por um curto período de tempo, por exemplo, cerca de 1 a 60 segundos, então rapidamente resfriado a cerca de 2,2°C +/-2,8°C) para produtos refrigerados, à temperatura ambiente para produtos refrigerados ou estáveis em prateleira, e a cerca de 85°C +/- 5,5°C para aplicações de enchimento a quente para produtos estáveis em prateleira. O processo de pasteurização é tipicamente conduzido em um sistema fechado, de modo a não expor o produto alimentício ou de bebida à atmosfera ou outras possíveis fontes de contaminação. Outras técnicas de pasteurização ou esterilização também podem ser úteis, tal como, por exemplo, embalagem asséptica, pasteurização túnel ou processos de retorta. Em geral, métodos de pasteurização túnel tipicamente usam temperaturas mais baixas por um tempo maior, por exemplo, cerca de 71 °C por 10 -15 minutos, e métodos de retorta tipicamente usam, por exemplo, cerca de 121 °C por 3 - 5 minutos em pressão elevada, ou seja, em pressão acima de 1 atmosfera. Em adição, múltiplos processos de pasteurização podem ser realizados em série ou paralelos, conforme necessário pelo produto alimentício ou de bebida ou ingredientes.
Os exemplos a seguir são modalidades específicas da presente invenção, porém não se destinam a limitá-la.
Exemplo 1 Síntese de isorrebaudiosídeo A: Rebaudiosídeo A (0,5 g) dissolvido em uma solução de tampão de citrato aquosa (pH de cerca de 2,0) foi aquecida por 10 semanas a cerca de 43,3°C. A mistura da reação foi então seca por congelamento e então submetida a uma coluna de sílica gel (1 x 20 cm) eluindo com um sistema solvente de acetona a 70%, trietilamina a 15% e água a 15%. Duas frações foram isoladas, com a fração 2 contendo rebaudiosídeo A e isorrebaudiosídeo A. Após concentração, aproximadamente 6 mg de óleo foram isolados da fração 2. O óleo foi dissolvido em D20 (0,6 mL) e deixado à temperatura ambiente por cerca de três dias. Cristais-agulha claros, sem-cor (1-2 mg) se formaram e foram isolados para análise. Exemplo 2 Análise de isorrebaudiosídeo A: Uma pequena quantidade do produto cristalino do Exemplo 1 foi analisada por RMN de próton e comparada ao espectro de rebaudiosídeo A parente (D20, 400 MHz 1H-RMN). Os dois compostos não eram idênticos, o que mostrou que um novo isômero se formou. Figuras 1 e 2 contêm os espectros de RMN de próton de um padrão de rebaudiosídeo A e isorrebaudiosídeo A, respectivamente. A Figura 3 mostra uma sobreposição dos dois espectros.
Amostras de padrão de rebaudiosídeo A e do produto cristalino do Exemplo 1 forma submetidas à análise espectral de massa (modo de íon positivo ESI). Ambos compostos mostraram o peso molecular esperado para rebaudiosídeo A de 966,5 amu e padrões similares de fragmentação. Figuras 4 e 5 mostram os espectros de massa de rebaudiosídeo A e isorrebaudi-osídeo A, respectivamente.
As análises foram realizadas em uma coluna analítica de fase reversa C-18 (Alltima 2,1 x 250 mm) a uma taxa de fluxo de 0,250 mL/min com detecção a 210 nm, e detecção de espalhamento de luz evaporativa (ELSD). A coluna foi pré-equilibrada com água contendo ácido trifluoroacéti-co a 0,1% (solvente A). O solvente B foi acetonitrila contendo ácido trifluoro-acético a 0,1%. As condições gradientes foram: Tempo (min) % de Solvente A % de Solvente B 0 100 0 3 100 0 35 5 95 40 5 95 41 0 00 50 0 100 O produto do Exemplo 1 foi injetado em água (5 pL), resultando em dois picos em uma razão de 30:70 que não eram reproduzidos no nível da linha de base, o pico menor eluindo a 22,523 minutos e o pico maior elu-indo a 22,60 minutos. Um padrão de rebaudiosídeo A foi executado em H-PLC sob as mesmas condições e provou ser o pico de eluição a 22,523 min. A mesmo padrão de rebaudiosídeo A foi enriquecido com uma pequena quantidade do produto cristalino do Exemplo 1, e quando executado em H-PLC revelou uma área de pico proporcionalmente aumentada a 22,680 minutos.
Rebaudiosídeo A e seu isômero foram reproduzidos no nível da linha de base por injeção da mistura de reação de 10 semanas bruta do E-xemplo 1 na mesma coluna de fase reversa C-18, eluindo com uma mistura isocrática que consiste em acetonitrila:água 30:70 com ácido fórmico a 0,1%, a uma taxa de fluxo de 0,25 mL/min. Resolução de base também foi obtida usando um gradiente de 15 minutos de 95% de água para acetonitrila a uma taxa de fluxo de 0,25 mL/min. Sob essas condições, rebaudiosídeo A eluiu a cerca de 10,9 minutos, e isorrebaudiosídeo A eluiu a cerca de 12,2 minutos (Figura 6). Detecção por LC/MS (ESI/MS) exibiu um íon molecular de 989 (M+23, o aduto do íon Na) para o pico de isorrebaudiosídeo A a 12,2 minutos (Figura 7). Um padrão de rebaudiosídeo A e isorrebaudiosídeo A isolado foram analisador separadamente por LC/MS. O padrão de rebaudiosídeo A eluiu a 11,08 minutos (Figura 8), correspondendo ao pico de 10,9 minutos na Figura 6, e o isorrebaudiosídeo A isolado eluiu a 12,1 minutos (Figura 9), correspondendo ao pico de 12,2 minutos na Figura 6. Ambos os produtos-padrão e o isolado tinham um íon molecular de 989 (Figuras 10 e 11, respectivamente). Uma mistura da mistura da reação de semanas bruta do Exemplo 1 enriquecida com isorrebaudiosídeo A isolado foi analisada por LC/MS. O isorrebaudiosídeo A adicionado coeluiu com e aumentou a área do pico em 12,2 minutos (Figura 12, compara com Figura 6), e espectro de massa do pico de 12,2 minutos ainda de um íon molecular de 989 (Figura 13).
Os dados de RMN, HPLC e de espectro de massa juntos inequivocamente confirmaram que o novo composto isorrebaudiosídeo A era um derivado quimicamente distinto do rebaudiosídeo A.
Exemplo 3 Síntese de isorrebaudiosídeo A: Rebaudiosídeo A (5 g) foi dissolvido em uma solução aquosa de tampão de citrato (pH 2, 100 mM, 200 mL) e aquecido a cerca de 75°C. O progresso da reação foi monitorado por HPLC e quando a razão de isorrebaudiosídeo A para rebaudiosídeo A era maior do que 75% (72 horas), a mistura da reação foi evaporada a um sólido cristalino pegajoso. A mistura da reação foi passada através de uma coluna de sílica (10 x 40 cm), eluindo com acetona:água:trietilamina (70:15:15) para proporcionar um óleo vítreo (cerca de 1,0 g). Análise por HPLC mostrou a presença de rebaudiosídeo A e isorrebaudiosídeo A junto com uma grande quantidade de material aparentemente hidrolisado correspondendo à perda de uma ou mais porções de açúcar (por exemplo, isoesteviosídeo, isorre- baudiosídeo B, iso-rubusosídeo, isoesteviolbiosídeo, isoesteviolmonosídeo, etc.). O óleo vítreo foi dissolvido em água (3 mL) e separado por H-PLC semipreparatória (coluna semipreparatória C-18 Alltech Alltima, 10 x 250 mm, taxa de fluxo de 5 mL/min, composição solvente acetonitrila a 30% em água com ácido fórmico a 0,1%). Repetidas injeções, 15 ao todo, foram feitas e um pico eluindo a 13,7 minutos foi coletado, as frações reunidas e concentradas a um pó branco (23 mg de isorrebaudiosídeo A isolado e purificado). O pó branco foi primeiro suspenso em água (2 mL) e centrifugado. O sólido residual foi dissolvido em acetonitrila quente (200 pL) seguido pela adição de água (200 mL) e deixado assentar à temperatura ambiente por 5 dias, no que cristais na forma de agulhas grandes apareceram lentamente. A mistura foi submetida à cristalografia de raio X sem agitar os cristais. Os cristais foram separados da porção líquida e as duas amostras foram secas separadamente sob alto vácuo por três dias. Os cristais secos foram usados para obter dados de cristalografia de raio X.
Uma estrutura de cristal de raio X de isorrebaudiosídeo A foi obtida e a estrutura foi esclarecida (vide Figura 14). Por comparação, uma estrutura de cristal de raio X foi obtida para padrão de rebaudiosídeo A, e a estrutura foi esclarecida (Figura 15). Análises de cristalografia de raio X i-nesperadamente mostraram que a estrutura tridimensional do isorrebaudiosídeo A tem uma dupla ligação endocíclica no anel de cinco membros, com um grupo metila externo, conforme evidenciado pelo comprimento de ligação mais curto entre os carbonos 15 e 16. A estrutura de cristal de rebaudiosídeo A mostrou a dupla ligação exocíclica esperada, conforme evidenciado pelo comprimento de ligação mais curto entre carbonos 15 e 17. Vide Figura 16 para uma comparação entre os comprimentos da ligação. Assim, surpreendentemente, a estrutura do isorrebaudiosídeo A foi mostrada ser um produto da migração de ligação dupla catalisada por ácido, e não um produto do re-arranjo de Wagner-Meerwein, conforme presumido com base nos relatórios da literatura, em que, sob condições acídicas e quentes, esteviol foi convertido em isoesteviol.
Exemplo 4 Isorrebaudiosídeo A da amostra de cristalografia de raio X do Exemplo 3 foi dissolvido em água a uma concentração de 1000 ppm, e foi verificado por um painel de cinco pessoas como tendo uma intensidade de doçura similar àquela de uma solução de sacarose a 7%, portanto sua potência de doçura foi estimada como sendo 70 vezes aquela da sacarose. Exemplo 5 Seis reações foram ajustadas sob condições idênticas Orno no Exemplo 3, exceto pelas temperaturas: 43°C, 65°C, 75°C, 85°C e 90°C. As reações foram ajustadas e seguidas por HPLC-MS ou detecção de UV (210 nm). Foi observado que, em elevadas temperaturas, ocorreu extensa hidróli-se com a maior parte do rebaudiosídeo A sendo hidrolisada, removendo uma ou mais porções de açúcar, como determinado por análise HLPC-MS na medida em que a reação procedeu.
Exemplo 6 Dois estudos foram realizados com relação à dependência do pH da síntese de isorrebaudiosídeo A (Cmpd X) a partir de rebaudiosídeo A (Reb A). Rebaudiosídeo A foi dissolvido na mesma concentração em uma série de soluções aquosas de ácido cítrico, cada uma tendo um pH diferente. As soluções foram aquecidas a 43°C por 11 semanas. Um estudo foi realizado com soluções a pH 2,0; 4,0 e 7,0. O outro estudo foi realizado com soluções a pH 2,5; 3,0 e 3,5. Os resultados dos dois estudos estão mostrados nas Figuras 17 e 18, respectivamente, em que Reb A significa rebaudiosídeo A e Cmpd X significa isorrebaudiosídeo A. Na Figura 17, a concentração de isorrebaudiosídeo A em pH 2 atinge o ponto máximo na semana 9 e diminui em seguida. A concentração de rebaudiosídeo A em pH 2 continua a diminuir após a semana 9. Isto indica que o próprio isorrebaudiosídeo A está sendo degradado/hidrolisado em outros isômeros de glicosídeo de esteviol, por e-xemplo, isorrebaudiosídeo B, etc.
Exemplo 7 Um estudo foi realizado com relação à dependência de temperatura da síntese de isorrebaudiosídeo A (Cmpd X) a partir de rebaudiosídeo A (Reb A). Rebaudiosídeo A foi dissolvido na mesma concentração em uma série de soluções aquosas de ácido cítrico, todas em pH 2,5. Cada uma das soluções foi mantida em uma temperatura diferente (21 °C, 32°C e 43°C) por 11 semanas. Os resultados do estudo estão mostrados na Figura 19. Exemplo 8 Isorrebaudiosídeo B (Fórmula IV) foi sintetizado e purificado de acordo com o procedimento estabelecido no Exemplo 3, sob condições de reação mais favoráveis para a formação de isorrebaudiosídeo B. Tais condições de reação incluem um tempo de reação maior e / ou uma temperatura de reação mais elevada do que aqueles do Exemplo 3. O isorrebaudiosídeo B foi purificado por HPLC semipreparatória, e o isorrebaudiosídeo B purificado foi analisado por RMN de próton e comparado com o espectro de RMN de uma amostra de referência de rebaudiosídeo B (D20, 400 MHz 1H-RMN). As Figuras 20 e 21 mostram o espectro de RMN de próton de uma padrão de rebaudiosídeo B e isorrebaudiosídeo B, respectivamente, com sessões expandidas dos dois espectros de RMN. A Figura 22 mostra duas diferenças prontamente perceptíveis entre os dois compostos. O espectro de isorrebaudiosídeo B tem três camisetas de grupo metila, enquanto o espectro de rebaudiosídeo B tem apenas dois. Ainda, na região de alquenila em torno de 5,2 ppm, o pico de alquenila de dois prótons para rebaudiosídeo A está ligeiramente abaixo do pico de um próton do isorrebaudiosídeo B.
Análises foram realizadas em HPLC analítica de fase reversa, de acordo com o procedimento estabelecido no Exemplo 2. A Figura 23 mostra uma sobreposição de trações de HPLC para três amostras: um padrão de rebaudiosídeo B, isorrebaudiosídeo B, e uma mistura 1:1 dos dois. A Figura 23 mostra que os picos para rebaudiosídeo B e isorrebaudiosídeo B não estão separados no nível da linha de base sob estas condições, porém podem ser distinguidos. UV-VIS e espectros de massa são essencialmente idênticos para os dois compostos. O isorrebaudiosídeo B isolado da mistura da reação parece ainda ter aproximadamente 26% de rebaudiosídeo B, após comparação de traços de HPLC e espectros de RMN para os dois compostos. A invenção foi descrita com referência às modalidades preferi- das. Obviamente, modificações e alterações irão ocorrer àqueles versados na técnica após a leitura e entendimento da descrição detalhada precedente. Pretende-se que a invenção seja interpretada como incluindo todas tais modificações e alterações na medida em que elas estejam no escopo das reivindicações anexas ou o seu equivalente.
REIVINDICAÇÕES

Claims (36)

1. Composto, caracterizado pelo fato de que apresenta a fórmula II: em que R’é 1-/3-D-glicopiranosila, ou 2-{1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, e R2 é hidrogênio, 1-/3-D-glicopiranosila, 2-(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, 2,3-bis 1 -/3-D-glicopiranosil)-1 -/3-D-glicopiranosila, 2-(1 -α-L-ramnopiranosil }-1 -/3-D-glicopiranosila, 2-( 1 -a-L-ramnopiranosil)-3-( 1 -/3-D-giicopiranosiI)-1-/3-D-glicopiranosila ou 2-(1-/3-D-xilopiranosil )-3-(1 -/3-D-glícopiranosil )-1 -/3-D-glicopiranosila.
2. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R1 é 1 -/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis( 1 -/3-D-glicopiranosil)-1-jS-D-glicopiranosiIa.
3. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R1 é 1 -/?-D-gIioopiraπosiIa e R2 é 2-(1 -/3-D-giicopiranosil)-1 -β-D-glicopiranosila.
4. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R1 é 2-( 1 -jS- D-gl icopi ra r osil)-1 -/3- D-g I icopi ra r osi I a e R2 é 2,3-bis(1 -/3-D-glieopiranosil)-1 -/3-D-glicopiranosila.
5. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R1 é 2-(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2-(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila.
6. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R1 é 1 -/3-D-gIioopiranosiIa e R2 é 1-/3-D-glicopiranosila.
7. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R1 é 1 -/3-D-glicopiranosíla e R2 é 2-( 1-jS-D-xilopiranosil )-3-( 1 -β-D-g I i copi ra n os i I)-1 -/3-D-g! i co pi ranosi ia.
8. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é hidrogênio.
9. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R1 é 1 -jS-D-glicopiranosila e R2 é 2-(1-or-L-ramnopiranosil)-1-/S-D-glicopiranosila.
10. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R1 é 1 -β-D-glicopiranosila e R2 é 2-( 1 -jS-D-xilopiranosil )-3-(1 -j8-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila.
11. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o composto é isolado e purificado.
12. Composto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que R2 é 1 -β-D-glicopiranosila, 2(1 -/3-D-glicopiranosil )-1-jS-D-glicopiranosíla, 2,3-bisl-j0-D-glicopiranosil)-1 -jS-D-glieopiranosila, 2-(1-0-1.-ramnopiranosil)-1-jS-D-glicopiranosila, 2-{ 1 -a-L-ramnopiranosil)-3-(1 -0-D-glicopiranosil }-1 -/3-D-glicopiranosila ou 2-( 1 -β-D-xilopiranosil)-3-(1 -/3-D-glicopiranosil }-1 -/3-D-glicopiranosila.
13. Produto de bebida, caracterizado pelo fato de que compreende: um líquido aquoso, e um composto de fórmula II: em que R1 é 1-/J-D-glicopiranosila, ou 2- (1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, e R2 é hidrogênio* 1-/3-D-glicopiranosila, 2-(1-/8-0-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, 2,3-bís(1-/3-D-glicopiranosil)-1 -/3-D-glicopiranosila, 2-(1-a-L-ramnopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, 2-{1-a-L-ramnopiranosil )-3-( 1 -jS-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila ou 2-(1 -/8-D-xilopiranosil)-3-(1 -/3-D-glicopiranosil )-1 -/3-D-glícopiranosila.
14. Produto de bebida de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o produto de bebida é selecionado a partir do grupo que consiste em bebidas carbonatadas, bebidas não-carbonatadas, bebidas servidas em máquinas, bebidas carbonatadas congeladas, concentrados em pó, concentrados de bebida, sucos de fruta, bebidas aromatizadas de suco de fruta, bebidas aromatizadas de fruta, bebidas esportivas, bebidas energéticas, bebidas de água fortificada / melhorada, bebidas de soja, bebidas de vegetais, bebidas à base de grão, bebidas de malte, bebidas fermentadas, bebidas de iogurte, kefir, bebidas de café, bebidas de chá, bebidas lácteas e misturas de quaisquer delas.
15. Produto de bebida de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que adicionalmente compreende um edulcorante selecionado a partir do grupo que consiste em um glicosídeo de esteviol, extratos de Estévia rebaudiana, Lo Han Guo, concentrado de suco de Lo Han Guo, pó de Lo Han Guo, mogrosídeo V, taumatina, monelina, brazeína, mo-natina, eritritol, tagatose, sacarose, sacarose líquida, frutose, frutose líquida, glicose, glicose líquida, xarope de milho de alta frutose, açúcar invertido, açúcar invertido médio, xarope de bordo, açúcar de bordo, mel, xarope de chicória, xarope de Agave, melaços de açúcar mascavo, melaços de cana, melaços de beterraba, xarope de sorgo, sorbitol, manitol, maltitol, xilitol, gli-cirrizina, malitol, maltose, lactose, xilose, arabinose, isomalte, lactitol, trealu-lose, ribose, frutooligossacarídeos, aspartame, neotame, alitame, sacarina de sódio, sacarina de cálcio, acessulfame de potássio, ciclamato de sódio, ciclamato de cálcio, neo-hesperidina di-hidrocalcona, sucralose, polidextrose e misturas de quaisquer deles.
16. Produto de bebida de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, em que o produto de bebida é um concentrado de bebida, e adicionalmente compreendendo rebaudiosídeo A.
17. Produto de bebida de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, em que o produto de bebida é uma bebida carbonatada, e adicionalmente compreendendo rebaudiosídeo A.
18. Produto de bebida de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que compreende uma quantidade edulcorante do composto de fórmula II, em que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1-/3-D- glicopiranosil )-1 -/3-D-glicopiranosila.
19. Produto de bebida de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que compreende pelo menos 0,005% em peso do composto de fórmula II, em que R1 é 1 -/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1-/3-D-glicopiranosil )-1 -/3-D-glicopiranosila.
20. Produto de bebida de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que compreende uma quantidade adoçante do composto de fórmula II, em que R1 é 2-{ 1 -/3-D-glicopiranosil)-1 -/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1-/3-D-glicopiranosil)-1 -/3-D-glícopiranosíla,
21. Produto de bebida de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que compreende pelo menos 0,005% em peso do composto de fórmula II, em que R1 é 2-(1 -/3-D-glicopiranosil)-1 -/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1 -/3-D-glicopiranosil )-1 -/3-D-glicopiranosila.
22. Produto alimentício, caracterizado pelo fato de que compreende: um componente alimentício, e um composto de fórmula II: em que R1 é 1-/3-D-glicopiranosila, ou 2-( 1 -/3-D-glicopiranosil)-1 -/3-D-glicopiranosila, e R2 é hidrogênio, 1-/3-D-glicopiranosila, 2-(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/?-D-glicopiranosila, 2,3-bis(1-/3-D-glicopiranosi!)-1-/3-D-glicopiranosila, 2-(1-o-L-ramnopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, 2-{1-a-L-ramnopiranosil )-3-(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila ou 2-(1-/3-D-xilopiranosil)-3-(1-/3-D-glicopiranosil )-1-/3-D-glicopiranosila.
23. Produto alimentício de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato de que o produto alimentício é selecionado a partir do grupo que consiste em aveia, cereal, assados, biscoitos, bolachas, bolos, brow-nies, pães, lanches, batatas chips, tortilla, pipoca, barras de lanche, bolos de arroz e produtos alimentícios à base de grãos.
24. Produto alimentício de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato de que adicionalmente compreende um edulcorante selecionado a partir do grupo que consiste em glicosídeo de esteviol, extratos de Estévia rebaudiana, Lo Han Guo, concentrado de suco de Lo Han Guo, pó de Lo Han Guo, mogrosídeo V, taumatina, monelina, brazeina, monatina, eritritol, tagatose, sacarose, sacarose líquida, frutose, frutose líquida, glicose, glicose líquida, xarope de milho de alta frutose, açúcar invertido, açúcar invertido médio, xarope de bordo, açúcar de bordo, mel, xarope de chicória, xarope de Agave, melaços de açúcar mascavo, melaços de cana, melaços de beterraba, xarope de sorgo, sorbitol, manitol, maltitol, xilitol, glicírrizina, malitol, maltose, lactose, xilose, arabinose, isomalte, lactitol, trealulose, ribo-se, frutool igossacarídeos, as parta me, neotame, alitame, sacarina de sódio, sacarina de cálcio, acessulfame de potássio, ciclamato de sódio, ciclamato de cálcio, neo-hesperidina di-hidrocalcona, sucralose, polidextrose e misturas de quaisquer deles.
25. Produto alimentício, de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de que o glicosídeo de esteviol é rebaudiosídeo A, e em que R1 é 1-jG-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1 -jS-D-glicopiranosil)-1 -/3-D-glicopiranosila.
26. Edulcorante, caracterizado pelo fato de que compreende um composto de fórmula II: em que R1 é 1 -/?- D-gl icopi ra n osil a, ou 2-(1 -/3-D-glícopiranosil)-1 -jS-D-glicopiranosíla, e R2 é hidrogênio, 1 -0-D-glicopiranosíla, 2-(1-0-0-g I íco p i ra no sil)-1 -0- D-gl icopi ra n os il a, 2,3-bis(1-jS-D-glicopiranosil)-1-jS-D-glicopiranosila, 2-(1-a-L-ramnopiranosil)-1-jS-D-glicopiranosÍla, 2-(1-a-L-ramnopiranosil )-3-( 1 -j3-D-glicopiranosil)-1-j3-D-glicopiranosila ou 2-(1-0-D-xilopiranosil)-3-(1-)3-D-glÍcopiranosil)-1-jS-D-glicopiranosila.
27. Edulcorante de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de que adicional mente compreende pelo menos um dentre um enchimento, agente espessante, e um agente antiaglomeração.
28. Método para preparar um composto de fórmula II: em que R1 é 1 -β-D-glicopiranosila, ou 2-{ 1 -β-D-glicopiranosil )-1 -jS-D-glicopiranosila, e R2 é hidrogênio, 1 -β-D-glicopiranosíla, 2-{1-/3-D-glicopiranosiI)-1-/?-D-glicopiranosila, 2,3-bis(1-j3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, 2-(1 -α-L-ramnopíranosil )-1 -/3-D-glicopiranosila, 2-( 1 -a-L- ramnopiranosil )-3-( 1 -/3- D-gl i co pi ranosi I}-1 -/?- D-g I i copi ranosi I a ou 2-(1 ~/3-D- xilopiranosi 1)-3-(1 -jS-D-glicopiranosil }-1 -/3-D-glicopiranosila, caracterizado pelo fato de que compreende as etapas de: proporcionar uma solução aquosa acídica compreendendo um composto de fórmula I: em que R1 é 1 -β-D-glicopiranosila ou 2-(1 -jS-D-glicopiranosil)-1 -jS-D-glicopiranosila e R3 á hidrogênio, 1-/3-D-gl icopiranosil a, 2-(1-jG-D-g I ico p i ra no sil)-1-/3-D-glicopiranosila, 2,3-bis(1-)8-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila, 2-(1 -α-L-ramnopiranosi )-1 -/3-D-glicopiranosila, 2-( 1 -a-L-ramnopiranosil )-3-( 1 -/3- D-gl i copi ranosi I)-1 -/3-D-glicopiranosila ou 2-( 1 -β-D-xi lopi ranosi 1)-3-(1 -jS-D-gl icopiranosil )-1 -/3-D-gl icopiranosil a; e aquecer a solução a uma temperatura dentro da faixa de 30Ό a 90Ό por um período de tempo maior do que dois dias.
29. Método de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato de que R1 é 1 -/3-D-glicopiranosila e R3 é 2,3-bis(1~jS~D-glicopiranosil)~ 1 -/3-D-glicopiranosila no composto d# fórmula I.
30. Método de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que: R1 é 1-/J-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila no composto de fórmula II; e a solução aquosa acídica tem um valor de pH dentro da faixa de pH 1,0-4,0.
31. Método de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que pelo menos 1,0% em peso do composto de fórmula I é convertido no composto de fórmula II.
32. Método de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que R1 é 2-(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila no composto de fórmula II; e a solução aquosa acídica tem um valor de pH dentro da faixa de pH 1,0-4,0.
33. Método de acordo com a reivindicação 32, caracterizado pelo fato de que pelo menos 1,0% por peso do composto de fórmula I é convertido no composto de fórmula II.
34. Método de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato de que R1 é 2-(1-j3-D-glicopiranosil)-1-/3-D-glicopiranosila e R2 é 2,3-bis(1-/3-D-glicopiranosil)-1-/J-D-glicopiranosila tanto no composto de fórmula I como no composto de fórmula II; e a solução aquosa acídica tem um valor de pH dentro da faixa de pH 1,0-4,0.
35. Método de acordo com a reivindicação 34, caracterizado pelo fato de que pelo menos 1,0% por peso do composto de fórmula I é convertido no composto de fórmula II.
36. Método de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pelo fato de que a temperatura está dentro da faixa de 40Ό a 50Ό, e a solução aquosa acídica adicionalmente compreende pelo menos um dentre ácido fosfórico, ácido clorídrico, ácido nítrico, ácido sulfúrico, ácido cítrico, ácido málico, ácido tartárico, ácido láctico e ácido ascórbico, em uma quantidade suficiente para alcançar um valor de pH dentro da faixa de pH 1,0 - 4,0.
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