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BRPI0809156A2 - Processo para preparar ácido fórmico. - Google Patents

Processo para preparar ácido fórmico. Download PDF

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BRPI0809156A2
BRPI0809156A2 BRPI0809156-0A BRPI0809156A BRPI0809156A2 BR PI0809156 A2 BRPI0809156 A2 BR PI0809156A2 BR PI0809156 A BRPI0809156 A BR PI0809156A BR PI0809156 A2 BRPI0809156 A2 BR PI0809156A2
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BR
Brazil
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process according
formic acid
radicals
hydrogenation
catalyst
Prior art date
Application number
BRPI0809156-0A
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English (en)
Inventor
Nina Challand
Xavier Sava
Michael Roeper
Original Assignee
Basf Se
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Publication date
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Description

“PROCESSO PARA PREPARAR ÁCIDO FÓRMICO” A presente invenção refere-se a um processo para preparar
ácido fórmico.
Sabe-se que formiatos de amônio de aminas primárias, secundárias e/ou terciárias podem ser obtidos por cataliticamente hidrogenando dióxido de carbono com hidrogênio sobre catalisadores de hidrogenação na presença das aminas primárias, secundárias e/ou terciárias em um solvente. O ácido fórmico pode ser liberado dos formiatos de amônio por aquecimento.
O ácido fórmico é preparado em uma escala industrial particularmente por carbonilação de metanol com monóxido de carbono para dar formiato de metila e subseqüente hidrólise para ácido fórmico com recuperação de metanol (K. Weissermel, H. -J. Arpe, Industrielle organische Chemie, (Industrial Organic Chemistry, 4a. ed, VCH-Verlag, pág. 45 a 46).
Em vez de monóxido de carbono, é também possível usar dióxido de carbono para a preparação de ácido fórmico. O dióxido de carbono de unidade C1 é disponível em grandes quantidades na terra na forma gasosa ou em forma ligada como carbonato.
Sabe-se de numerosos estudos que o dióxido de carbono pode ser convertido por redução eletroquímica ou fotoquímica, mas também por hidrogenação catalisada por metal de transição com hidrogênio, em ácido fórmico ou seus sais (W. Leitner, Angewandte Chemie 1995, 107, pág. 2391 a 2405).
Um método que parece ser promissor em escala industrial é, particularmente, a hidrogenação catalítica de dióxido de carbono na presença de aminas. Os formiatos de amônio formados aqui podem, por exemplo, ser clivados termicamente em ácido fórmico e a amina usada, que pode ser reciclada na hidrogenação.
EP 0 095 321 BI (BP Chemicals) descreve a reação de dióxido de carbono com hidrogênio na presença de aminas alifáticas, cicloalifáticas ou aromáticas, terciárias, compostos homogeneamente dissolvidos como catalisadores que compreendem metais do oitavo grupo de transição, e álcoois inferiores ou misturas de álcool/ água como solventes para formiatos de 5 amônio correspondentes. No exemplo 1, misturas de trietilamina, i-propanol/ água e tricloreto de rutênio são usadas. Uma desvantagem é o trabalho complicado do efluente de hidrogenação: primeiro, i-propanol substância de baixo ponto de ebulição (ponto de ebulição : 82 0C/ 1013 mbars), água e amina em excesso (ponto de ebulição de trietilamina 98,5 0C / 1013 mbars) 10 precisam ser removidos por destilação dos formiatos de amônio formados como substâncias de ponto de ebulição elevado.
Para obter o ácido fórmico a partir de formiatos de amônio obtidos após remoção das substâncias de ponto de ebulição elevado, eles podem ser clivados termicamente. O ácido fórmico destilado via o topo 15 (ponto de ebulição 100 0C/ 1013 mbar) é, no entanto, contaminada pela amina com um ponto de ebulição similar, que é parcialmente destilada sobre com o ácido fórmico, para reformar o formiato de amônio. Outro problema é a remoção e reciclagem dos catalisadores homogêneos.
De acordo com DE-A 44 31 233 também, exemplos 1 a 4, 20 dióxido de carbono é hidrogenado em presença de trietilamina, água e álcoois. Os catalisadores usados são catalisadores heterogêneos, por exemplo rutênio em Al2O3 como um suporte ou complexos compreendendo rutênio em dióxido de silício como suporte. Isto mitiga o problema de reciclo do catalisador. No entanto, o trabalho da mistura de produto da hidrogenação para obter ácido 25 fórmico é afetado com os mesmos problemas como no processo de acordo com EP 0 095 321 BI.
EP 357243 BI (BP Chemicals) descreve a hidrogenação de dióxido de carbono na presença de bases de nitrogênio terciárias como trietilamina em uma mistura de dois solventes diferentes que tem um intervalo de miscibilidade. No exemplo 1, por exemplo, dióxido de carbono é hidrogenado na presença de trietilamina, tricloreto de rutênio, tri-nbutilfosfina, e os dois solventes tolueno e água. O efluente de hidrogenação decompõe em uma fase tolueno que compreende o catalisador de rutênio, e 5 uma fase aquosa que compreende o formiato de trietilamônio formado. Na página 3, linha 56 a pág. 4 linha 27, as bases de nitrogênio apropriadas para a reação da invenção são discutidas. Menção é também feita a aminas primárias, secundárias ou terciárias substituídas por grupos hidroxila.
Também se sabe que etanolaminas também podem ser usadas 10 na hidrogenação de dióxido de carbono na presença de aminas e [(mC6H4S03‘Na+)3P]3RhCl como um catalisador de metal de transição em solução aquosa n (W. Leitner et al. in “ Aqueous-Phase Organo- metallic Catalysis”, publicado por von B. Comils e W.A. Herrmann, Verlag WILEYVCH, pág. 49Iff.). No entanto, o uso de etanolaminas leva a rendimentos de 15 formiato significantemente menores e valores TOF menores do que quando trietilamina e dimetilamina são usadas. Dentro da série de etanolamina, o rendimento de formiato e o valor TOF diminuem, partindo de monoetanolamina através de dietanolamina para trietanolamina (pág. 491, figura 2).
r
E um objeto da presente invenção remediar as desvantagens
mencionadas e particularmente simplificar o trabalho dos efluentes de reação que ocorrem na hidrogenação catalítica de dióxido de carbono na presença de aminas.
Este objeto é alcançado, surpreendentemente, ao prover um 25 processo para preparar ácido fórmico, em que a hidrogenação catalítica de dióxido de carbono com hidrogênio sobre um catalisador que compreende um metal do grupo 8 a 10 da Tabela Periódica, na presença de uma amina primária, secundária e/ou terciária , gera o formiato de amônio correspondente e o formiato de amônio é clivado por aquecimento em ácido fórmico e a amina, que compreende selecionar a amina primária, secundária e/ou terciária a partir das aminas da fórmula I ou misturas das mesmas.
Ri
N-R2 I
R3
em que R1 a R3 são iguais ou diferentes e são, cada, hidrogênio, radicais alquila linear ou ramificada, tendo de 1 a 18 átomos de 5 carbono, radicais cicloalifáticos tendo de 5 a 7 átomos de carbono, radicais arila e/ou radicais arilalquila e pelo menos um dentre os radicais Ri a R3 contém um grupo hidroxila, e realizar a hidrogenação em um solvente que tem um ponto de ebulição de > 105 0C em pressão padrão, e obter o ácido fórmico na mistura de reação da hidrogenação compreendendo o solvente de 10 ponto de ebulição elevado por clivagem térmica do formiato de amônio e destilação do ácido fórmico.
A reação da invenção pode ser ilustrada, por exemplo, no caso de uso de trietanolamina como a base terciária e [RuH2(PPh3)4] como o catalisador de hidrogenação, pela seguinte equação da reação:
coz+ H2 + M(ch^ch2-Oh)3 -- hcoq- hn+ (ch2-ch2-oh)3
ERUH2(PPh3)4J
O dióxido de carbono pode ser usado em forma sólida, líquida,
ou gasosa, ele é preferivelmente usado na forma gasosa.
Nas aminas de fórmula I, os radicais R1 a R3 são iguais ou diferentes e são cada hidrogênio, radicais alquila linear ou ramificada, tendo de 1 a 18 átomos de carbono, radicais cicloalifáticos tendo de 5 a 8 átomos de 20 carbono, radicais arila tendo de 6 a 12 átomos de carbono ou radicais arilalquila. Pelo menos um dentre os radicais R1 a R3 contém um grupo hidroxila. Os compostos de fórmula I assim compreendem um grupo amino e pelo menos um grupo hidroxila na mesma molécula.
Os radicais alquila lineares utilizáveis incluem, por exemplo, radicais metila, etila, n-butila, n-propila, n-hexila, n-decila, n-dodecila. Os radicais alquila ramificada apropriados derivam de radicais alquila linear e contém, como cadeias laterais, radicais alquila tendo de um a quatro átomos de carbono, como radicais metila, etila, propila ou butila. A preferência é dada a radicais alquila linear ou ramificada, tendo não mais que 14, mais preferivelmente não mais que 10 átomos de carbono.
Os exemplos de radicais cicloalifáticos utilizáveis tendo de 5 a 8 átomos de carbono incluem radicais ciclopentila ou ciclohexila, que podem ser não substituídos ou substituídos por radicais metila ou etila.
Os radicais arila utilizáveis incluem radicais fenila não substituídos ou radicais fenila que podem ser mono- ou poli-substituídos por radicais alquila C} a C4.
Os radicais aralquila apropriados são, por exemplo, radicais fenilalquila da fórmula -CH2CeH5, cujo grupo fenila pode ser mono- ou polisubstituído por radicais alquila C1 a C4.
Pelo menos um dentre os radicais Rj a R3 compreende um
grupo hidroxila. No entanto, é também possível que dois ou três dos radicais Ri a R3 compreenda um grupo hidroxila cada. Também pode ser um grupo hidroxila primária, secundária ou terciária.
Preferivelmente, um total de dois, mais preferivelmente três, grupos hidroxila estão presentes nos radicais R1 a R3. Como um resultado da presença de grupos hidroxila, os radicais Rj a R3 se tomam álcoois alifáticos ou cicloalifáticos ou se tomam fenóis.
Uma preferência muito particular é dada a aminas I com radicais Rj a R3 que são selecionados dentre o grupo consistindo de alquila Ci-Ci4, benzila, fenila e ciclohexila, onde os radicais Ri a R3contém um total de 1 a 3 grupos hidroxila.
Os exemplos de aminas da invenção I são etanolamina, dietanolamina, trietanolamina, metildietanolamina, etildietanolamina, dodecildietanolamina, fenildietanolamina, difeniletanolamina, phidroxifenildietanolamina, p-hidroxi ciclohexiletiletanolamina,
dietiletanolamina, dimetiletanolamina.
As aminas terciárias são preferidas sobre as aminas primárias e secundárias I, por exemplo as aminas terciárias mencionadas individualmente acima. Uma preferência muito particular é dada a trietanolamina.
As misturas particularmente preferidas de aminas I são misturas de mono etanolamina, dietanolamina, e trietanolamina, como obtidas pela reação de óxido de etileno com amônia, enquanto variando a relação molar. (K. Weissermel, H. -J. Arpe, Industrielle Organische Chemie, 4a, 10 edição, VCH-Verlag, paginas 172 a 173, 1994). Estas compreendem, por exemplo, de 10 a 75 %, em mols, de mono etanolamina, de 20 a 25 %, em mols, de dietanolamina, e de 0 a 70%, em mols, de trietanolamina.
Em geral, o ponto de ebulição das aminas usadas de acordo com a invenção em pressão padrão (1013 mbar) é pelo menos 130 0C, preferivelmente pelo menos 150 0C.
O catalisador de hidrogenação compreende, como componentes cataliticamente ativos, um ou mais metais ou compostos destes metais do grupo 8 a 10 da Tabela Periódica, isto é, os metais do grupo do ferro, grupo do cobalto e grupo do níquel (Fe, Co, Ni, Ru, Rh, Pd, Os, Ir, Pt). 20 Dentre estes, preferência é dada aos metais nobres (Ru, Rh, Pd, Os, Ir, Pt), uma preferência muito particular para paládio, ródio e rutênio. Os componentes cataliticamente ativos compreendem os próprios metais, mas também compostos dos mesmos, por exemplo tricloreto de rutênio e os complexos dicloreto de bis (trifenilfosfma) rutênio, e cloreto de tris 25 (trifenilfosfma) ródio. Os metais mencionados e seus compostos podem ser usados em forma em suspensão ou homogeneamente dissolvida. No entanto, é também possível aplicar os metais ou seus compostos a suportes de catalisador inerte e a suspender os catalisadores heterogêneos assim preparados na reação da invenção ou usar os mesmos na forma de catalisadores de leito fixo.
Os suportes de catalisador inerte usados podem, por exemplo, ser SiO2, Al2O3, ZrO2, misturas destes óxidos ou grafite.
Os catalisadores particularmente preferidos são compostos da fórmula RuH2L4 ou RuH2(LL)2, em que L é um ligando à base de fósforo monodentado e LL é um ligando à base de fósforo bidentado.
Quando os compostos de metal homogeneamente dissolvidos são usados, a concentração do catalisador é de 0,1 a 1000 ppm, preferível de 1 a 800 ppm, mais preferivelmente de 5 a 500 ppm de metal cataliticamente ativo, com base na mistura de reação global.
Um catalisador homogêneo particularmente preferido é o complexo de rutênio [RuH2(trifenilfosfma)4].
Quando os catalisadores heterogêneos são usados, a quantidade de metal sobre o suporte é geralmente de 0,1 a 10 % em peso do catalisador heterogêneo.
A hidrogenação é realizada na presença de solvente de ponto de ebulição elevado, geralmente orgânico, que em pressão padrão (1013 mbar) ferve a uma temperatura de pelo menos 5 0C, especialmente pelo menos 10 0C, maior do que o ácido fórmico. O ácido fórmico ferve de 100 a 20 101 0C, em pressão padrão. Os exemplos de solventes apropriados incluem álcoois, éteres, sulfolanos, dimetil sulfóxido, amidas de cadeia aberta ou cíclicas, amidas como dialquilformamidas, dialquilacetamidas, Nformilmorfolina (ponto de ebulição 240 0C / 1013 mbar) ou lactamas de 5 a 7 membros ou misturas dos compostos mencionados. Em geral, uma mistura de 25 reação homogênea de solvente de ponto de ebulição elevado e a(s) amina(s) sem um intervalo de miscibilidade está presente sob as condições da hidrogenação.
O ponto de ebulição do solvente orgânico usado está preferivelmente acima de 105 0C, mais preferivelmente acima de 115 0C. Os solventes preferidos são, por exemplo, dialquilformamidas, dialquil acetamidas, e sulfóxidos de dialquila, preferivelmente tendo grupos alquila CiO- C6 e especialmente N-N- dibutilformamida (ponto de ebulição de 119 a 120 0C, 15 mm), Ν,Ν-dibutilacetamida (ponto de ebulição de 77 a 78 0C/ 6 mm de Hg) e dimetil sulfóxido (ponto de ebulição 189 0C).
Também é possível realizar a reação da invenção sem a adição de solventes que fervem a uma temperatura maior do que 105 0C em pressão padrão e formam somente uma fase líquida sob as condições de reação da hidrogenação. Neste caso, as próprias aminas de fórmula I funcionam como solventes.
A mistura de solvente pode compreender até 5 % em peso de água. As quantidades pequenas de água podem, por exemplo, ser formadas por esterificação de alcanolamina e ácido fórmico na clivagem térmica dos formiatos de amônio e a remoção destilativa de ácido fórmico.
A quantidade de solvente é de 5 a 80 % em peso,
especialmente de 10 a 60 % em peso, com base na mistura de entrada usada.
A hidrogenação catalítica pode ser realizada na fase líquida em batelada ou preferivelmente em modo contínuo.
A temperatura de reação na hidrogenação catalítica é geralmente de 30 a 150 0C, preferivelmente de 30 a 100 0C, mais preferivelmente de 40 a 75 0C.
A pressão parcial do dióxido de carbono é geralmente de 5 bar até 60 bar, especialmente de 30 bar até 50 bar, a pressão parcial do hidrogênio de 5 bar até 250 bar, especialmente de 10 a 150 bar.
A relação molar de dióxido de carbono para hidrogênio é
geralmente de 10:1 a 0,1: 1, preferivelmente de 1:1 a 1:3.
A relação molar de dióxido de carbono para amina pode ser variada na faixa de 10:1 a 0,1:1, preferivelmente na faixa de 0,5:1 a 2:1.
O tempo de residência é geralmente de 10 min a 8 horas. O processo de acordo com a invenção apresenta uma maior solubilidade do dióxido de carbono na mistura de reação compreendendo as aminas I: comparar a solubilidade de CO2 em trietilamina de: I. G. Podvigaylova et al. Soc. Chem. Ind. 5, 1970, págs. 19 a 21 com a solubilidade 5 de CO2 em trietanolamina de: R.E. Meissner, U. Wagner, Oil e Gas Journal, Feb. 7, 1983, págs. 55 a 58.
Os formiatos de amônio preparados de acordo com a invenção podem ser clivados termicamente em ácido fórmico e amina. De acordo com a invenção, isto é feito na mistura de reação da hidrogenação, que 10 compreende o solvente de ponto de ebulição elevado, se apropriado, após preceder à remoção do catalisador. O processo de acordo com a invenção é notável em que a remoção destilativa do ácido fórmico da mistura de reação é prontamente possível, porque o ácido fórmico é o componente com o menor ponto de ebulição. Isto permite que ele seja destilado facilmente da mistura de 15 reação compreendendo o solvente de ponto de ebulição elevado e a amina I.
Para isto, o efluente de destilação é destilado em um aparelho de destilação em pressões de 0,01 a 2 bar, preferivelmente de 0,02 a 1 bar, mais preferivelmente de 0,05 a 0,5 bar. Isto destila o ácido fórmico liberado via o topo e condensado o mesmo. O produto de fundo, que consiste de amina 20 I liberada, solvente e, se apropriado, catalisador, é reciclado na etapa de hidrogenação. As temperaturas de fundo são, dependendo da pressão fixada, de 130 a 220 0C, preferivelmente de 150 a 200 0C.
Os catalisadores de hidrogenação homogêneos, que são usados, por exemplo, em suspensão, são geralmente removidos do efluente de 25 hidrogenação por filtração antes da clivagem térmica dos formiatos. Dependendo da estabilidade térmica dos catalisadores de hidrogenação homogêneo, uma remoção antes da clivagem térmica dos formiatos de amônio pode ser vantajosa, por exemplo por extração, adsorção ou ultrafiltração. Para a clivagem térmica, o aparelho apropriado é particularmente aparelho de destilação como colunas de destilação, por exemplo colunas com recheio estruturado, recheio aleatório e bandejas de tampa de borbulhamento. Os recheios aleatórios apropriados incluem, por 5 exemplo, preferivelmente recheios aleatórios cerâmicos, para evitar corrosão. Além disso, evaporadores de película fina e película descendente podem ser vantajosos quando tempos de residência curtos são desejados.
Na remoção do ácido fórmico, a mistura de solvente de ponto de ebulição elevado e amina pode ser reciclada na hidrogenação de dióxido de
carbono. Preferência é dada a um processo contínuo em que a mistura solvente / amina, se apropriado após remoção de uma corrente de purga, é circulada.
A invenção é ilustrada em detalhes pelos exemplos que
seguem.
Exemplos
Método geral par as experiências sobre a hidrogenação catalítica de dióxido de carbono com hidrogênio
Em um autoclave, uma mistura de uma amina e um solvente em que catalisador [RuH2(PPh3)4] foi dissolvido foi agitada intensivamente 20 (600 rpm). Em temperatura ambiente, hidrogênio foi então injetado a uma pressão de 10 bar. A mistura foi então aquecida a 50 0C, e hidrogênio injetado a uma pressão de 30 bar. A injeção de dióxido de carbono aumentou a pressão até 60 bar. Subsequentemente, a mistura foi agitada a 50 0C durante uma hora.
O autoclave foi então resfriado e descomprimido. O teor de formiato do efluente de reação foi determinado por análise IC. Na tabela 1, as cargas de alimentação e suas quantidades são compiladas junto com as quantidades de formiato encontradas e as atividades catalíticas.
Exemplo 1 e exemplo comparativo 1
Os resultados experimentais mostram que, quando trietanolamina em dibutilformamida é empregada, TOFs na mesma ordem de grandeza como quando trietilamina em metanol é empregado, são obtidos. Exemplo 2 e exemplos comparativos 2a e 2b Os três exemplos foram realizados com um quarto da quantidade de catalisador do exemplo 1 e exemplo comparativo I. Eles mostram que, quando trietanolamina em dibutilformamida é empregada, TOFs significantemente melhores são obtidos do que quando trietanolamina em dibutilformamida ou mistura de dibutilformamida / água é empregada.
Os resultados dos exemplos 1 e 2 são também surpreendentes 10 em que à hidrogenação de dióxido de carbono em água como um solvente com etanolaminas leva a resultados significantemente mais pobres do que com dimetil- e trietilamina. Confere W. Leitner et al. in ,,Aqueous-Phase Organometallic Catalysis”, publicado por B. Comils e W.A. Herrmann, Verlag WILEY-VCH, página 491. Tabela I Exemplos e Catalisador Amina Solvente Efluente de reação Formiato formado TOF 1} exemplo (mmol de Ru) (g) (ml) (g) HCOO (% em peso) comparativo (mmol) Exemplo 1 [RuH2(PPh3)4] Trietanolamina Dibutilformamida 91,1 6,9 698 (0,2) (60) (40) (400) Comparativo [RuH2(PPh3)4] Trietilamina Metanol 87,5 7,1 690 Ex. 1 (0,2) (40) (50) (400) Exemplo 2 [RuH2(PPh3)4] Trietanolamina Dibutilformamida 88,6 0,42 165 (0,05) (50 (50) (335) Comparativo Trietilamina . Dibutilformamida 90,2 0,26 104 Ex. 2a (5.1) (100) Comparativo Dibutilformamida 84,0 0,12 45 Ex.2b (100) Ex 1% em peso de água ) TOF (atividade catalítica) = mols de produto alvo por mol de metal catalisador e hora. TON (número de atividade catalítica), TOF = TON por hora, todas as experiências foram realizadas durante uma hora.

Claims (12)

1. Processo para preparar ácido fórmico, em que a hidrogenação catalítica de dióxido de carbono com hidrogênio sobre um catalisador que compreende um metal do grupo 8 a 10 da Tabela Periódica, na presença de uma amina primária, secundária e/ou terciária, gera o formiato de amônio correspondente e o formiato de amônio é clivado por aquecimento em ácido fórmico e a amina, caracterizado pelo fato de compreender selecionar a amina primária, secundária e/ou terciária a partir das aminas da fórmula I ou misturas das mesmas. <formula>formula see original document page 14</formula> em que Ri a R3 são iguais ou diferentes e são, cada, hidrogênio, radicais alquila linear ou ramificada, tendo de 1 a 18 átomos de carbono, radicais cicloalifáticos tendo de 5 a 7 átomos de carbono, radicais arila e/ou radicais arilalquila e pelo menos um dentre os radicais Ri a R3 contém um grupo hidroxila, e realizar a hidrogenação em um solvente que tem um ponto de ebulição de > 105°C em pressão padrão, e obter o ácido fórmico na mistura de reação da hidrogenação compreendendo o solvente de ponto de ebulição elevado por clivagem térmica do formiato de amônio e destilação do ácido fórmico.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a amina usada é monoetanolamina, dietanolamina ou trietanolamina ou uma mistura de dois ou três destes compostos
3. Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o catalisador compreende rutênio, ródio e/ou paládio.
4. Processo de acordo com as reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que o catalisador é um catalisador homogêneo ou um catalisador heterogêneo em suspensão ou em leito fixo.
5. Processo de acordo com as reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que o catalisador compreende um composto de fórmula RuH2L4 ou RuH2(LL)2, em que L é um ligando à base de fósforo monodentado e LL é um ligando à base de fósforo bidentado.
6. Processo de acordo com as reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o catalisador compreende o composto [RuH2(PPh3)4], em cujo caso o composto pode estar presente na mistura de reação em forma homogeneamente dissolvida ou em forma heterogênea sobre um suporte.
7. Processo de acordo com as reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que o solvente de ponto de ebulição elevado é selecionado dentre o grupo consistindo de álcoois, éteres, sulfolanos, sulfóxidos, amidas de cadeia aberta ou cíclica, ou misturas dos mesmos.
8. Processo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o solvente é selecionado dentre o grupo consistindo de N,Ndialquilformamidas, Ν,Ν-dialquilacetamidas, N-formilmorfolina, N-alquil lactamas de 5 a 7 membros e sulfóxidos de dialquila em que a alquila é, em cada caso, alquila Ci a C5, e misturas dos mesmos.
9. Processo de acordo com as reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de que o solvente de ponto de ebulição elevado é N,Ndibutilformamida ou dimetil sulfóxido.
10. Processo de acordo com as reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de que a hidrogenação catalítica é realizada em temperaturas de 30 0C a 150 0C.
11. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que a amina I e forma de solvente de ponto de ebulição elevado formam uma mistura monofásica sob as condições da hidrogenação.
12. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo fato de que a mistura de amina I e solvente de ponto de ebulição elevado é reciclada na hidrogenação após o ácido fórmico ter sido destilado.
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