BRPI0708908A2 - kit de treinamento de futebol modular - Google Patents
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Abstract
KIT DE TREINAMENTO DE FUTEBOL MODULAR. A presente invenção refere-se a um kit modular para uso no treinamento de futebol. O kit compreende diversas partes que podem ser usadas em conjunto em diferentes combinações para proporcionar diversos objetos que são de utilidade no treinamento e avaliação de jogadores de futebol. O kit pode ser montado e desmontado em qualquer local específico, desse modo tornando o mesmo portátil. O kit fornece elementos que permitem que aparelhos diferentes sejam montados para o desenvolvimento e avaliação de diferentes habilidades no futebol. Além disso, a natureza portátil do kit significa que o treinamento e a avaliação são totalmente reprodutíveis de local para local.
Description
ClOPSÜ/YôW/W
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "KIT DETREINAMENTO DE FUTEBOL MODULAR".
A presente invenção refere-se a um kit modular para uso no trei-namento de futebol. O kit compreende diversas partes que podem ser usa-das em conjunto, em diferentes combinações, para fornecer diversos objetosque são de utilidade no treinamento e avaliação de jogadores de futebol.
O treinamento de futebol envolve exercícios variados para de-senvolver habilidades fundamentais necessárias para o jogo. Por exemplo,habilidades para passar, chutar, controlar a bola de futebol (tal como prendera bola e driblar), agarrar o adversário e defender o gol, são habilidades fun-damentais que o treinamento procura desenvolver. O treinamento pode as-sumir a forma de um jogo de futebol, ou pode envolver exercícios que visamdesenvolver habilidades específicas. Esses exercícios podem envolver apa-relhos projetados para esse fim específico. Adicionalmente a treinamento, osexercícios e aparelhos associados podem ser usados na avaliação dos jo-gadores de futebol, tanto inicialmente como à medida que progridem, atra-vés de um programa de treinamento.
É óbvio que "futebol" refere-se ao jogo chamado de futebol naGB, mas que algumas vezes é chamado de "soccer". Embora projetado, ini-cialmente, para treinamento de habilidades no futebol, está previsto que, nodevido tempo, partes do aparelho possam ser adaptadas para integração emaspectos de treinamento de habilidades para outros esportes, além de fute-bol/" soccer".
Embora a presente invenção ponha à disposição aparelhos quepodem ser usados com um jogo de futebol, por exemplo, gols, a presenteinvenção está mais voltada para pôr à disposição diferentes aparelhos, a -propriados para diferentes exercícios de treinamento. Particularmente, apresente invenção procura pôr à disposição um kit flexível de partes, quepodem ser usadas em diversas combinações, para proporcionar aparelhosque diferem de acordo com a habilidade fundamental que está sendo desen-volvida ou avaliada. Além disso, a presente invenção procura pôr à disposi-ção aparelhos que podem ser utilizados em uma pluralidade de locais (porexemplo, ginásios de esporte, campos, playgrounds, estacionamento de car-ros etc.), em vez de estar limitados ao uso apenas em um campo de futebol.Como resultado, a presente invenção procura pôr à disposição um kit de par-tes, que é facilmente portátil e que seja fácil e rápido de montar.
À luz desses fundamentos e em um primeiro aspecto, a presenteinvenção consiste em um aparelho portátil, para uso no treinamento de fute-bol, que compreende um kit modular de partes, em que o kit compreendepartes configuradas para montagem, para formar um gol, em um primeirolocal, e subseqüente desmontagem, para transporte para um outro local.Desse modo, o aparelho é facilmente transportável.
A fim de manter o kit com o peso mais leve possível, uma redu-ção de peso pode ser obtida prevendo que uma ou mais partes possam serusadas de diferentes maneiras para formar diferentes aparelhos. Isso reduzo número total de partes.
Em um segundo aspecto, a presente invenção consiste em umsistema para avaliar a habilidade de jogadores de futebol que compreendeconstruir um ou mais aparelhos de treinamentos de um kit de partes, queformam aparelhos portáveis que podem ser levados de local para local emontados para formar aparelhos padronizados em cada local, avaliando osjogadores quando eles executam uma pluralidade de exercícios convencio-nais, usando o aparelho de treinamento, e obtendo uma pontuação ou clas-sificação, com base na avaliação dos jogadores. Portanto, os jogadores po-dem ser pontuados e/ou classificados de acordo com uma escala padroniza-da, por avaliação de cada jogador usando exercícios de treinamento padro-nizados, utilizando aparelhos padronizados. Portanto, os jogadores podemser avaliados objetivamente, independentemente de sua localização. Issopermite que um número maior de jogadores podem ser comparados uns aosoutros, e, desse modo, bancos de dados de jogadores de todos os padrõespodem ser acumulados.
Para que a presente invenção possa ser entendida mais facil-mente, são descritas, agora, modalidades preferidas, apenas a título de e-xemplo, com referência aos desenhos anexos, nos quais:Figura 1 é uma vista em perspectiva de um gol pelo lado de trás;
Figura 2 é uma vista em perspectiva de um gol pelo lado da fren-te;
Figura 3 é uma vista em perspectiva frontal de um gol, incluindouma placa de base, configurada para a prática de passes;
Figura 4 é uma vista em perspectiva frontal de dois gols dispos-tos próximos um do outro e configurados para prática de chutes;
Figura 5 corresponde à Figura 4, mas mostra um marcador dedistância alternativo;
Figura 6 é uma vista em perspectiva de dois gols dispostos pró-ximos um do outro e configurados para prática de controle;
Figura 7 é uma vista em perspectiva de dois gols dispostos pró-ximos um do outro, embora voltados para direções opostas, e configuradospara prática de controle e passes;
Figuras 8a e 8b mostram vistas frontais de jogadores simulados,configurados para prática de dribles;
Figuras 9 e 10 são vistas em perspectiva de partes de basemostradas na figura 8a;
Figura 11 é uma vista em perspectiva de um gol, que inclui duaspartes de base tal como a mostrada na figura 10 e uma placa de ricochete,ligada à superfície traseira do gol; e
Figura 12 é uma vista em perspectiva de um conector de três viapara uso na presente invenção.
Em uma modalidade preferida da presente invenção, é posto àdisposição um kit de partes que podem ser montadas para formar diversosaparelhos para uso em exercícios de treinamento de futebol. O kit está proje-tado para ser portátil e, desse modo, pode compreender uma ou mais bol-sas, nas quais as outras partes podem ser carregadas. O kit de partes tam-bém pode compreender itens acessórios, tais como bolas de futebol, peiti-lhos, para serem usados pelos jogadores, bandeiras, apitos etc. Vantajosa-mente, o kit inclui componentes que podem ser montados em diversas com-binações, para formar diferentes aparelhos para treinamento e avaliação dediferentes habilidades fundamentais do futebol. O kit é particularmente van-tajoso, uma vez que várias das partes atendem mais de uma função e sãousadas diferentemente em diferentes aparelhos. O kit inclui partes que po-dem ser montadas para formar um par de gols; coberturas de formas dife-rentes, que podem ser fixadas nos gols em diferentes locais, para funçõesdiferentes, tais como formar alvos, obstáculos ou fazer com que a bola defutebol ricocheteie do gol; fitas de medição, que podem ser usadas para in-dicar distâncias, e jogadores simulados, que podem ser usados como obstá-culos, tal como para a prática de dribles.
As figuras 1 e 2 mostram um gol 20 montado, sendo que o kitproporciona dois dos mesmos. Tal como fica evidente das figuras, cada gol20 é feito de uma série de tubos extrudados, que são unidos uns aos outrospor conectores. Os tubos e os conectores podem ser feitos de qualquer ma-terial apropriado, embora seja preferido um plástico durável, mas de pesoleve. Cada gol 20 compreende uma face de gol 22, definida em seus ladospor um par de sarrafos 24, em seu lado superior, por uma barra transversal26, e em sua base, pelo solo 28. Os sarrafos 24 estão ligados à barra trans-versal 26 por conectores 29.
A estabilidade do gol 20 é obtida por uma estrutura de suporte30 na parte posterior do gol 20. A estrutura de suporte 30 compreende umabase e escoras diagonais 32. A base, por sua vez, consiste em um par delados de base 34, que estão unidos em uma extremidade a respectivas ba-ses dos sarrafos 24 por conectores 36. A outra extremidade dos lados debase 34 está ligada por um lado posterior de base 38, que corresponde aosconectores 29. Os lados de base 34 e o lado posterior de base 38 são todosda mesma forma tubular extrudada como os sarrafos 24 e a barra transver-sal 26. Embora com a mesma forma geral extrudada, as escoras diagonais32 são menores em diâmetro do que os lados de base 34, lado posterior debase 38, sarrafos 24 e barra transversal 26. Conseqüentemente, o gol 20 éestável pelo fato de que uma bola de futebol que atinge os sarrafos 24 ou abarra transversal 26 não faz com que o gol 20 tombe. A barra transversal 26,as escoras diagonais 32 e o lado posterior de base 38 formam, em conjunto,uma face posterior 42 do gol 20.
Os conectores 29, 36 são de dois tipos. Conectores de cotovelo36 simples são usados para ligar a base dos sarrafos 24 aos lados de base34. Conectores de três vias 29 formam as junções entre (a) os lados superio-res dos sarrafos 24, as extremidades da barra transversal 26 e os lados su-periores das escoras diagonais 32 e (b) os lados de base 34, as extremida-des do lado posterior de base 38 e a base das escoras diagonais 32. Os co-nectores de três vias 29 compreendem, essencialmente, um conector emcotovelo, com uma projeção adicional para receber uma extremidade da es-cora diagonal 32. Os conectores de três vias 29 vêm em dois tipos: umaforma de lado esquerdo e uma forma de lado direito, para permitir a monta-gem necessária de peças. Em uma modalidade alternativa, os conectores detrês vias 29 compreendem um conector em cotovelo, com um par de abertu-ras 92, tal como mostrado na figura 12. As aberturas localizadas 92 estãolocalizadas próximas aos cantos do conector 29 e estão orientadas e dimen-sionadas de tal modo a receber uma extremidade de uma escora diagonal32. Prever duas aberturas 92, tal como mostrado, permite que um único co-nector 29 seja usado para todas as junções, desse modo evitando a neces-sidade de obter conectores de cotovelo 36 específicos. Prever duas abertu-ras 92 permite que sejam feitas tanto formas de lado esquerdo como de ladodireito do conector de três vias 29. Quando usadas para ligar a base dossarrafos 24 aos lados de base 34, as aberturas 92, que normalmente rece-bem a escora diagonal 32, não são usadas.
Cada conector 29, 36 está dotado de encaixes em cada uma desuas extremidades, que estão dimensionados para receber as extremidadesdos diversos tubos, como um encaixe perfeitamente ajustado, de modo quea montagem do gol 20 é uma simples operação de encaixe por pressão. Na-turalmente, outros encaixes podem ser usados para prender as partes umasàs outras. Um exemplo e um encaixe do tipo baioneta ou similar, onde ostubos e conectores são unidos por um simples movimento de torção e tra-vamento. Os tubos podem precisar de uma torção por um quarto de voltapara que fiquem travados em uma posição. Isso é vantajoso, uma vez que anecessidade de uma ação de torção para a desmontagem ajuda a evitaruma desmontagem acidental, tal como por flexão repetida dos tubos devidoao impacto por bolas de futebol.
O par de gols 20 pode ser usado em um jogo de futebol normal,isto é, com cada gol 20 posicionado em extremidades respectivas de umcampo de futebol. Alternativamente, os gols 20 podem ser usados com ou-tras partes, para formar aparelhos para exercícios de treinamento voltadospara habilidades fundamentais diferentes.
A figura 3 mostra um gol 20 configurado para uso na prática depasses. Uma placa de base 44 está fixada no gol 20, de modo que ela ocupauma parte inferior da face do gol 22. O fundo da placa de base 44 está apoi-ado no solo 28 e os lados da placa de base 44 estão alinhados com os sar-rafos 24, e fixados nos mesmos por qualquer meio conveniente. Por exem-plo, os lados da placa de base 44, ou ranhuras que se salientam dos mes-mos, podem ser recebidos dentro de ranhuras formadas nos sarrafos. Alter-nativamente, as placas de base podem estar dotadas de abas de materialflexível, que se enrolam em torno dos sarrafos 24. As abas podem estar do-tadas de tachas de pressão, fechos ecler, prendedores de ganchos e alças,cordões ou similares, para possibilitar uma fixação fácil.
A placa de base 44 traz marcações. Duas linhas verticais 46 di-videm a placa de base 44 em seções iguais, e indicadores 48 fornecem pon-tuações associadas a cada seção. Nesse exemplo, a seção central recebeuma pontuação de um e as seções periféricas recebem, cada uma, pontua-ções de dois. Desse modo, o exercício pode ser para um jogador que tenta25 passar a bola de futebol, de modo que ela atinge o centro da placa de base44 marcada com um. Um passe menos preciso falha em atingir o centro daplaca de base 44, mas atinge uma das seções adjacentes, marcadas comdois. Um passe incorreto passa longe do gol 20, e um passe alto demaispassa acima da placa de base 44.
A placa de base 44 mostrada na figura 3 ocupa em torno de umquarto da altura do gol 20, mas outros tamanhos podem ser usados. Na ver-dade, placas de base 44 diferentes, de alturas diferentes, podem ser incluí-das no kit. Obviamente, a placa de base 44 pode trazer indicadores diferen-tes, de modo que ela é dividida diferentemente e pontuada diferentemente.O verso da placa de base 44 pode estar em branco ou trazer indicadores. Osindicadores nos lados diferentes podem ser iguais ou podem diferir.
Uma fita de medição 50 também é mostrada na figura 3. A fita50 é flexível, para permitir que ela seja enrolada ou dobrada, para armaze-namento mais compacto. A fita 50 traz indicadores 52 separados de modoeqüidistante, para fornecer uma indicação de distância do gol 20. Desse mo-do, a fita 50 é colocada para estender-se ao longo de um dos lados de base34, de modo que ela se estende perpendicularmente da face do gol 22. Osindicadores 52 (círculos, nesse exemplo, embora possam ser usadas outrasmarcações, ou omitidas totalmente, caso desejado) fornecem guias para aque distância do gol 20 um jogador deve ficar ao fazer o passe. Portanto, adificuldade do passe pode ser aumentada colocando o jogador a uma dis-tância mais afastada do gol 20. Por exemplo, quando esse jogador atingecontinuamente a seção central, o jogador pode ser progressivamente movidoa uma distância maior do gol 20.
A figura 4 mostra aparelhos a serem usados na prática de chú-tes. O aparelho compreende os dois gols 20 colocados lado a lado, para a-presentar uma face de gol 22 contínua, maior. Os gols 20 podem ser fixadosum ao outro por qualquer meio apropriado ou podem ser deixados em posi-ção livre. Os dois gols 20 têm placas de base 44 montadas, tal como descri-to com referência à figura 3. Além disso, painéis de alvo 54 são fixados naparte superior de cada face de gol 22, de modo que a combinação de placade base 44 e painel de alvo 54 cobre cada face de gol 22.
Os painéis de alvo 54 podem trazer indicadores 56, nesse e-xemplo, um retículo indicando um alvo. Os painéis de alvo 54 podem estarligados a qualquer combinação da barra transversal 26 e sarrafos 24, demodo que estão fixamente mantidos em posição e resistem aos impactosrepetidos de bolas de futebol. Muitos meios de fixação provaram ser apropri-ados para a tarefa. Por exemplo, os painéis de alvo 54 podem incluir abasde material flexível· em suas bordas, que podem ser enroladas em torno dabarra transversal 26 ou dos sarrafos 27 e mantidos em posição por tachasde pressão, prendedores de ganchos e alças, cordões etc.
O painel de alvo 54 pode ser feito de material flexível, de modoque uma bola de futebol facilmente ricocheteia do painel de alvo 54. Emborauma face de gol composta possa ter sido descrita compreendendo painéisde alvo 54 e uma placa de base 44, uma cobertura de peça única pode serprevista, que cobre toda a face do gol. A cobertura de peça única pode tra-zer indicadores, tal como o painel de alvo 54 e a placa de base 44.
Um jogador simulado 58, que compreende uma placa formadaapropriadamente, é ligado ao gol 20 combinado, para dar a impressão de umgoleiro. O jogador simulado 58 está ligado a um ou aos dois sarrafos 24, porexemplo, usando dedos flexíveis, previstos no lado posterior do jogador si-mulado 58, que podem agarrar o sarrafo ou os sarrafos 24. O jogador simu-lado 58 pode estar ligado aos dois gols 20, de modo a prender os gols 20 umao outro.
Um par de fitas de medição 50 está previsto para estender-sedos lados de base 34 perpendicularmente à frente do gol 20. Uma outra fita60 é estendida entre os indicadores 52 correspondentes nas fitas de medi-ção 50, para formar uma linha, atrás da qual os chutes devem ser feitos. Umjogador faz chutes no gol combinado 20 e tenta atingir as marcações, porexemplo, os números 48 dispostos nas placas de base 44 ou os alvos 56dispostos nos painéis de alvo 54. O jogador deve tentar não atingir o jogadorsimulado 58, que representa um goleiro. A fita 60, que define a linha atrás daqual os chutes devem ser feitos, pode ser movida para mais longe do gol 20,para criar um nível de dificuldade maior, à medida que os jogadores progri-dem ao longo de seu treinamento e tornam-se mais aptos nos chutes.
A figura 5 mostra um método alternativo de marcação, onde oschutes devem ser feitos. Uma fita 62, com uma cabeça 64 ampliada em umaextremidade é estendida do centro do gol 20 combinado, com a cabeça 64ampliada afastada do gol 20. A cabeça 64 ampliada simula um chute de pê-nalti e, desse modo, pode ser usada para praticar chutes de pênalti. A cabe-ça 64 ampliada pode servir como o próprio ponto do pênalti, ou o ponto depênalti 66 pode ser marcado por um ponto, ou a cabeça 64 ampliada podeser um arco.
A figura 6 mostra os dois gols 20 sendo usados em conjunto pa-ra formar aparelhos para prática de controle. Nesse exercício, os jogadorespraticam pondo uma bola de futebol sob controle. Cada gol 20 é virado, demodo que a face posterior 42 está voltada para a área de jogo. Um painel dericochete 68 está ligado a cada face posterior 42. O painel de ricochete 68pode ligar-se a qualquer combinação da base posterior 38, às escoras dia-gonais 32 e à barra transversal 26, de modo que o mesmo está fixado no gol20 e não se solta quando as bolas de futebol atingem o mesmo. Os painéisde ricochete 68 podem ser fixados de qualquer modo conveniente. Tal comodescrito acima, material pode ser enrolado em torno da barra transversal 26ou outros tubos e ligados usando prendedores de ganchos e alças, cordõesetc.
O painel de ricochete 68 é feito de uma rede elástica de material,de modo que uma bola de futebol que atinge o painel de ricochete 68 rico-cheteia de volta em direção ao jogador. Para aumentar a natureza elásticado painel de ricochete 68, o mesmo pode ser fixado ao gol 20 usando pren-dedores elásticos. Por exemplo, em uma modalidade preferida, o painel dericochete 68 está dotado de telas elásticas de material ao longo de uma bor-da, que se liga a uma parte do gol e ajuda a prender o painel de ricochete 68em posição. De preferência, as redes elásticas enrolam-se em torno da bar-ra transversal 26. Redes elásticas podem estar dispostas em outras bordasdo painel de ricochete. Mas, é preferível que a borda inferior esteja fixada nolado posterior de base 38.
Além disso, o ângulo da face posterior 42 é de tal modo que abola de futebol ricocheteia para cima e, desse modo, move-se adicionalmen-te em direção ao jogador. O jogador está parado atrás da linha definida pelafita 60, esticada entre as duas fitas de medição 50. O jogador, ou outra pes-soa, chuta a bola de futebol contra o painel de ricochete 68 ou joga a bola defutebol contra o painel de ricochete 68. Depois, o jogador tenta pôr a bola defutebol sob controle, quando ela quica de volta em direção ao jogador. A po-sição da fita pode ser movida, de modo que a bola de futebol quica mais oumenos (ou de modo algum), antes de alcançar o jogador. Quando a bola defutebol não quica, a altura da bola de futebol quando ela chega ao jogadorpode ser variada, de tal modo que o jogador precisa usar diferentes partesde seu corpo para pôr a bola de futebol sob controle. Obviamente, o apare-lho pode compreender apenas um único gol, montado com um painel de ri-cochete 68.
A figura 7 mostra uma variação do aparelho de prática de contro-le. Aqui, um dos gols é invertido e traz um painel de ricochete 68. Portanto,as bolas de futebol são quicadas da face posterior 42 desse gol 20, de voltapara um jogador, que deve pôr a bola de futebol sob controle. O segundo gol20 está montado para a prática de passes, de modo que, quando o jogadorpôs a bola de futebol sob controle, o jogador faz um passe para o segundogol 20, tal como já descrito acima. Os gols 20 podem estar separados ou, talcomo mostrado na figura 7, os gols 20 podem estar dispostos lado a lado. Ogol 20 usado para o elemento de passe desse exercício também está equi-pado com um painel de ricochete 68. Como resultado, quaisquer bolas defutebol que são altas demais e passam sobre a placa de base 44 são apa-nhadas pelo painel de ricochete 68. Outras combinações dos gols 20 sãopossíveis. Por exemplo, o gol 20 com um painel de ricochete 68 pode serusado em conjunto com um gol 20 com uma placa de base 44 e um painelde alvo 54, para praticar controle e chutes. Novamente, os gols 20 podemestar dispostos lado a lado ou estar separados.
Aparelhos para praticar habilidades de drible são mostrados nafigura 8a. O aparelho corresponde, em linhas gerais, a um jogador simulado58 em torno do qual um jogador precisa driblar a bola de futebol passando abola de futebol através de um arco 70. O jogador simulado 58 está ligado aum poste 24, por exemplo, um dos sarrafos 24 de um gol 20. Portanto, o mé-todo de ligação pode ser o mesmo tal como descrito com relação à figura 5.
O poste 24 está apoiado em um cone de base 72, de modo que ele está emposição vertical. Formatos diferentes de cones podem ser usados para asbases, por exemplo, formatos cilíndricos, do tipo de blocos ou outros forma-tos regulares ou irregulares podem ser usados. O arco 70 é formado colo-cando um tubo em formato de L 74 adjacente ao jogador simulado 58. O tu-bo em formato de L pode ser formado de parte do gol 20, por exemplo, umsarrafo 24 e um lado de base 34, unidos com um conector de cotovelo 36. Aparte curta 34 do tubo em formato de L 74 é recebida dento de outro cone debase 72, de modo que a parte mais longa 24 é mantida de modo substanci-almente plano acima do solo 28. A parte mais longa 24 está disposta parasobrepor-se ao poste 24, que sustenta o jogador simulado 58, de modo aformar o arco 70.
O exercício de dribles envolve um jogador driblando a bola defutebol em direção do jogador simulado 58, passando a bola de futebol atra-vés do arco 70 e continuando a driblar a bola de futebol para além do joga-dor simulado 58, mantendo a bola de futebol sob controle preciso, em todosos momentos. O tamanho do arco 70 pode ser variado movendo o tubo emformato de L 74, tal como indicado pela seta 76 na figura 8a. Também, otubo em formato de L 74 pode ser girado em torno do tubo 24 que sustenta ojogador simulado 58, de modo que o tamanho do arco 70 apresentado a umjogador voltado para o jogador simulado 58 varia.
A parte longa 24 do tubo em formato de L 74 pode ser ligada aotubo 24 que sustenta o jogador simulado 58, caso desejado, e por qualquermeio apropriado. Por exemplo, um furo pode ser formado no tubo de suporte24 para receber o tubo em formato de L 74.
Mais do que um desses aparelhos de dribles podem ser forma-dos e dispostos em qualquer formação apropriada, de modo que um jogadorprecisa driblar uma bola de futebol sucessivamente para além de cada joga-dor simulado 58.
As figuras 9 e 10 mostram modelos diferentes de cones de base72, que podem ser usados com o aparelho de dribles da figura 8a. O conede base 72a da figura 9 é relativamente simples e compreende um lado 78formado de modo frusto-cônico. O cone de base 72a está truncado em seulado superior e o lado superior inclui um furo 80 para formar um encaixe parareceber ou o poste 24 que sustenta o jogador simulado 58 ou o lado formadoem L 74. O furo 80 é ligeiramente mais largo do que os postes 24, 74, demodo que os postes 24, 74 podem ser deslizados para dentro do furo 80, atéque toquem o solo 28. Os postes 24, 74 podem estar fixados no cone debase 72a usando um mecanismo de torção e travamento, tal como um en-caixe de baioneta. O cone de base 72a pode ser feito de qualquer materialapropriado, tal como plástico ou metal. Nessa modalidade, o cone de base72a é feito de plástico e é mostrado na figura 8a, onde ele recebe o lado emformato de L 74.
Um modelo alternativo do cone base 72 é mostrado na figura 10.Esse cone de base 72b corresponde, substancialmente, ao da Figura 9, masé feito de metal, para aumentar seu peso e está dotado de recortes 82 nabase de seu lado 78. Esse cone de base 72b é mostrado na figura 8a, ondeele recebe o poste 24 que sustenta o jogador simulado 58.
Os recortes 82 são de um tamanho e formato correspondentes,e estão voltados um para o outro de lados opostos do cone de base 72b. Otamanho dos recortes 82 é de tal forma que eles podem receber um dos tu-bos que formam os gols 20. Tal como mostrado na figura 11, os cones debase 72b podem usados como âncoras, para curvar um gol 20 para baixopela força do peso, colocando um cone de base 72b sobre os dois lados debase 34 do gol 20. Os cones de base 72b podem ser usados em outras dis-posições, por exemplo, apenas sobre um lado de base 34 e/ou sobre o ladoposterior da base 38. O gol 20 da Figura 11 também mostra um painel dericochete 68. Desse modo, uma bola de futebol que passa para dentro do gol20 atinge o painel de ricochete 68, que pára a bola de futebol. Os cones debase 72b ancoram o gol 20 e impedem o gol 20 de tombar, como resultadoda bola de futebol atingindo o painel de ricochete 68. Uma outra variaçãoconsiderada é um cone de base 72 que está dotado de dois pares de recor-tes alinhados, dispostos de modo a receber dois tubos paralelos, que for-mam os gols 20. Desse modo, um cone de base 72 pode ser usado tantopara ancorar como para prender os dois gols 20 dispostos lado a lado, umno outro, tais como os mostrados nas Figuras 4 a 7. Isso é obtido colocandoesse cone de base 72 sobre os lados adjacentes 34.Materiais mais pesados são preferidos para os cones de base 72, demodo a oferecer alguma estabilidade ao jogador simulado 58. Alternativa-mente, os cones de base 72 podem ser feitos de um material mais leve, mascontêm meios para permitir que o cone de base 72 seja mantido embaixopela força do peso. Por exemplo, o cone de base 72 pode definir um volumeenvolvido, para circundar o furo 80, que pode ser enchido com água, areiaou similar, in situ, para manter o cone embaixo pela força do peso. Tal comoobservado acima, os cones de base 72 não precisam ser cônicos, mas po-dem ser de qualquer formato.
Os cones de base 72 podem ser usados de outras maneiras. E-Ies podem ser usados como marcadores, por exemplo, para indicar os can-tos de um campo, ou podem ser usados como obstáculos, por exemplo, co-locados para ser separados ao longo de uma linha, de modo que um jogadorprecisa driblar uma bola de futebol, alternativamente, para a esquerda e paraa direita dos cones de base 72.
Uma outra modalidade de aparelho para a prática de dribles émostrada na figura 8b. Novamente, o aparelho compreende um jogador si-mulado 58, sustentado sobre uma base 100, com um poste 102, ligando abase ao jogador simulado 58. Um lado em formato de L 104 forma o arco 70,através do qual a bola de futebol é passada. Nessa modalidade, uma baseseparada 72 não está prevista para o lado em formato de L 104, que estámeramente apoiado contra o solo 28. O lado em formato de L 104 está unidoao poste 102 por uma junta articulada 106. A articulação 108 está previstade tal modo que o lado em formato de L 104 pode ser levantado livrementedo solo 28. O lado em formato de L 104 pode, desse modo, ser girado demodo que ele fique substancialmente oculto atrás do jogador simulado 58. Ajunta 106 está encaixada de modo solto em torno do poste 102, de modoque ela pode ser girada em relação à figura simulada 58. Diversas posiçõesindicadas estão previstas, tal como se segue. Um pino 110 está previsto,que passa através de um furo 112 previsto na junta 106 e em um de umasérie de furos 114 previstos no lado superior da base 100. A série de furos114 está distanciada uniformemente em torno da circunferência da base100, desse modo proporcionando diversas posições angulares indicadaspara o arco 70.
Tal como é entendido, a modalidade descrita acima da presenteinvenção mostra como um kit flexível pode ser obtido para uso no treinamen-to de futebol. Um conjunto de partes básicas permite que sejam montadasdiversas combinações, para formar aparelhos apropriados para diferentesexercícios de treinamento e avaliação. Além disso, diversas partes podemser usadas em diversas funções diferentes, desse modo reduzindo a quanti-dade total de partes. Isso é altamente vantajoso, uma vez que o kit destina-10 se a ser portátil. Naturalmente, o kit pode ser levado para qualquer local a-propriado na forma de kit e, depois, montado e usado conforme desejado.
O kit pode ser usado como parte de um programa estruturado de trei-namento e avaliação. Por exemplo, jogadores podem ser matriculados emcursos de treinamento, onde são avaliados e desenvolvidos. Uma vantagem da natureza portátil do aparelho é que ele permite um método padronizadopara treinamento e avaliação, que pode ser usado em qualquer lugar. Con-seqüentemente, os jogadores podem ser avaliados, pontuados e classifica-dos em uma escala absoluta, onde quer que estejam. Em outras palavras, oaparelho pode ser levado de local para local, e os jogadores em cada localpodem ser avaliados e pontuados exatamente da mesma maneira objetiva.Portanto, jogadores com experiências diferentes e de todas as áreas podemser avaliados na mesma escala e comparações significativas podem ser fei-tas entre os mesmos. As classificações e pontuações podem ser derivadasde avaliações baseadas nos diferentes exercícios de treinamento descritosacima.
Um banco de dados pode ser formado com referência aos jogadoresmatriculados em programas de treinamento, que se refira às suas habilida-des e progressos. Por exemplo, o banco de dados pode registrar a capaci-dade em cada exercício e a configuração do aparelho para esse jogador, porexemplo, o alvo a ser atingido e distância do gol à qual um passe ou chutedeve ser feito.
Tal como fica facilmente visível para a pessoa versada na técni-ca, variações podem ser feitas na modalidade descrita acima, sem afastar-se do objeto da invenção definido pelas reivindicações anexas. Por exemplo,detalhes de como as diversas partes estão fixadas umas às outras podemser variados e podem incluir qualquer uma das possibilidades mencionadasacima, bem como outras não mencionadas. Materiais e tamanhos e formatosdas diversas partes podem ser variados sem afastar-se do objeto da inven-ção. Particularmente, os materiais usados pra as coberturas (isto é, as pla-cas de base, painéis de alvo e painéis de ricochete) podem ser variados.
Materiais preferidos incluem placas, telas, redes, malhas e filmes, que po-dem ser dispostos para dar uma resposta apropriada, por exemplo, uma re-de pode ser amarrada frouxamente, de modo que ela retém uma bola defutebol ou ela pode ser amarrada de modo esticado, de modo que a bola defutebol ricocheteia da mesma. Outros elementos podem ser usados paramarcar áreas de alvo, tais como cores, além dos ou como uma alternativaaos indicadores descritos acima.
Tal como fica evidente, outras partes podem ser usadas pra fixaros gols no solo, como alternativa aos ou além dos cones de base 72 descri-tos acima. Por exemplo, arcos podem ser usados, que podem ser fixados nosolo, por exemplo, cravando os arcos no solo 28, quando o gol 20 está posi-cionado sobre barro ou turfa. Sistemas de cordas de retenção também po-dem ser usados. Além disso, o próprio gol 20 pode ser tornado mais estável,tornando as partes de base mais pesadas em relação às partes superiores.
Por exemplo, os lados de base 34 e o lado posterior de base 38 podem sercompactos, enquanto os sarrafos 24 e a barra transversal 26 podem ser o-cos. Alternativamente, os lados de base 38 e o lado posterior de base 38podem ser ocos, mas dotados de furos, de modo a permitir que sejam en-chidos com água, areia ou similar.
Claims (70)
1. Aparelho portátil para uso em treinamento de futebol, quecompreende um kit modular de partes, em que o kit compreende partes pro-jetadas para montagem para formar um gol em um primeiro local e subse-qüente desmontagem para transporte para outro local.
2. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 1, que com-preende, ainda, coberturas para cobrir seletivamente parte do gol.
3. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 1 ou 2, emque pelo menos uma parte pode ser usada de maneiras diferentes para for-mar aparelhos diferentes.
4. Aparelho portátil de acordo com qualquer reivindicação prece-dente, em que as partes que formam o gol compreendem um par de sarra-fos, para formar os lados do gol, e uma barra transversal, adaptada para uniros sarrafos entre respectivos conectores superiores e para definir a partesuperior do gol, sendo que a barra transversal e os sarrafos definem a frentedo gol.
5. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 4, que com-preende, ainda, uma cobertura, disposta para ligar-se nos sarrafos e proion-gar-se ao longo apenas partes respectivas dos sarrafos, de modo que a co-bertura cobre apenas parte da frente do gol.
6. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 5, em que acobertura é uma cobertura de base, adaptada para ser ligada aos sarrafos,de modo a estender-se até o nível do solo e deixar uma parte superior dafrente do gol não obstruída.
7. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 6, em que acobertura de base traz indicadores que dividem a cobertura em respectivasporções.
8. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 7, em que asporções são dispostas lado a lado.
9. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 8, em quecada porção está marcada com uma contagem.
10. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 5 a 9, em que a cobertura é uma cobertura superior, adaptada paraser ligada aos sarrafos, de modo a estender até a barra transversal e deixaruma parte inferior da frente do gol não obstruída.
11. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 10, em que acobertura superior está adaptada para ser ligada à barra transversal.
12. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 10 ou reivin-dicação 11, em que a cobertura superior está marcada com um alvo.
13. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 12, em que oalvo é um retículo de fios cruzados.
14. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 4 a 13, que compreende, ainda, uma estrutura de suporte adaptadapara sustentar o gol no solo, de modo que a frente do gol é substancialmen-te vertical, e em que a estrutura de suporte forma uma face posterior, que seestende, substancialmente, da barra transversal para o nível das bases dossarrafos, mas deslocada para trás da base dos sarrafos, de modo que quan-do o gol está sustentado no solo, a face posterior está estendida em ângulopara cima.
15. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 14, em que aestrutura de suporte compreende lados de base e um lado posterior de base,em que os lados da base estão dispostos para estender as bases dos sarra-fos dos conectores frontais inferiores, e em que o lado posterior da base estádisposto para unir os lados de base entre os conectores posteriores inferiores.
16. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 15, quecompreende, ainda, escoras diagonais, dispostas para estender-se entre osconectores posteriores inferiores e os conectores superiores.
17. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 14 a 16, compreende uma cobertura posterior, adaptada para ligar-se ao gol, para estender-se através da face posterior.
18. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 17, em que acobertura posterior estende-se da barra transversal para o solo.
19. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 18, em que acobertura posterior está adaptada ligar-se à barra transversal.
20. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 18 ou reivin-dicação 19, em que a cobertura adicional está adaptada para ligar-se aoslados da base.
21. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 18 a 20, em que a cobertura adicional está adaptada para ligãr-se aolado posterior da base.
22. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 18 a 21, em que a cobertura adicional está adaptada para ligar-se àsescoras diagonais.
23. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 5 a 22, em que a cobertura e/ou cobertura posterior é uma placa,uma rede ou um filme.
24. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 5 a 23, em que a cobertura e/ou cobertura posterior está dotada deporções marginais para ligar a cobertura/cobertura posterior aos sarrafos e,opcionalmente, à barra transversal, enrolando as porções marginais em tor-no dos sarrafos/barra transversal.
25. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 24, em que acobertura/cobertura posterior está dotada de meios de fixação para fixar acobertura/cobertura posterior nos sarrafos e, opcionalmente, na barra trans-versal, em que pelo menos uma parte do meio de fixação está previsto nasporções marginais.
26. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 25, em que omeio de fixação compreende um fecho de ganchos e alças, uma parte doqual está prevista na porção marginal.
27. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 25 ou reivin-dicação 26, em que o meio de fixação é elástico.
28. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 4 a 27, em que qualquer um dos sarrafos, barra transversal, baseslaterais, base posterior ou membros diagonais é tubular.
29. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 28, em quequalquer um dos sarrafos, barra transversal, bases laterais, base posteriorou membros diagonais é uma extrusão tubular.
30. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 28 ou reivin-dicação 29, em que os conectores superiores estão em uma só peça com ossarrafos e compreendem um encaixe para receber a barra transversal ouvice-versa.
31. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 28 a 30, em que cada um dos dois conectores superiores é um co-nector em cotovelo, que compreende um par de encaixes para receber umaextremidade de um dos sarrafos e uma extremidade da barra transversal.
32. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 28 a 30, em que cada um dos dois conectores superiores é um co-nector de três vias, que compreende três encaixes dispostos para receberuma extremidade de um dos sarrafos, uma extremidade da barra transversale uma extremidade de uma escora diagonal.
33. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 4 a 32, em que qualquer um dos conectores superiores ou conecto-res frontais inferiores ou conectores posteriores inferiores estão dispostospara conectar-se às suas partes associadas usando uma ação de torção.
34. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 33, em quequalquer um dos conectores superiores ou conectores frontais inferiores ouconectores posteriores inferiores estão dispostos para conectar-se às suaspartes associadas usando uma ação de torção ou ação de travamento.
35. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações precedentes, que compreende, ainda, uma fita marcada com indica-dores que indicam distâncias.
36. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações precedentes, que compreende, ainda, um jogador simulado, adapta-do para ser ligado a um sarrafo.
37. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 36, quecompreende, ainda, um segundo gol igual, em que o primeiro e o segundogol estão dispostos lado a lado, para formar uma face de gol contínua, emque o primeiro e o segundo gol têm respectivas coberturas de base e res-pectivas coberturas superiores e em que a peça em formato humano estáligada a um sarrafo no centro do gol combinado.
38. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações precedentes, que compreende, ainda, um segundo gol igual, em queo primeiro e o segundo gol estão dispostos lado a lado, mas voltados paradireções opostas, em que o primeiro gol tem uma cobertura traseira e o se-gundo gol tem, ainda uma cobertura de base adaptada para ser ligada aossarrafos, de modo a estender-se para o nível do solo e que trazem indicado-res que dividem a cobertura em respectivas porções.
39. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 38, em que osegundo gol compreende, ainda, uma cobertura superior adaptada para serligada aos sarrafos, de modo a estender-se para a barra transversal e es-tender-se para encontrar a cobertura de base.
40. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 36, quecompreende, ainda, um aparelho para praticar dribles, que compreende: umcorpo que inclui o jogador simulado e um suporte adaptado para sustentar ojogador simulado no solo e manter o jogador simulado em uma posiçãosubstancialmente vertical; e um lado em formato de L, adaptado para sersustentado pelo solo, para formar uma seção vertical e uma seção plana.
41. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 40, em que olado em formato de L está colocado de tal modo que a seção plana sobre-põe-se ao corpo, desse modo definindo uma abertura de tamanho suficientepara permitir a passagem de uma bola de futebol.
42. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 41, quecompreende ainda meios de ligação de cooperação, que são operados paraligar o corpo ao lado em formato de L, em que o meio de ligação permite ummovimento relativo do corpo e do lado em formato de L, de modo que o ta-manho da abertura pode ser variado quando visto pela frente do corpo.
43. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 42, em que olado em formato de L está disposto para ser girado em relação ao corpo,desse modo permitindo que o tamanho da abertura seja variado, quandovisto pela frente do corpo.
44. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 43, em que olado em formato de L está disposto para girar em torno de um eixo substan-cialmente vertical, desse modo permitindo que a largura da abertura sejavariada quando vista pela frente do corpo.
45. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 44, em quemeios indicadores estão previstos para permitir que o lado em formato de Lseja ajustado em uma pluralidade de posições angulares indicadas.
46. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 45, em que omeio indicador compreende um membro para unir o lado em formato de L auma base do corpo em uma de uma pluralidade de posições.
47. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 46, em que omeio indicador compreende uma cavilha que pode ser inserida através deum furo previsto no lado em formato de L, para ser recebida em um de umapluralidade de furos previstos na base do corpo.
48. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 40 a 47, em que o lado em formato de L está disposto para girar emtorno de um eixo substancialmente horizontal, de modo que o lado em for-mato de L pode ser levantado do solo para uma posição vertical.
49. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 42, em que olado em formato de L está disposto para deslizar em relação ao corpo.
50. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 40 a 49, em que o suporte compreende umo sarrafo do gol e umabase.
51. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 50, em que abase tem um furo previsto para receber a base do sarrafo.
52. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 51, em que abase está dotada de um espaço vazio dimensionado para receber um ladoda base do gol, de modo que a base pode ser usada para vergar o gol com opeso.
53. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 52, quecompreende, ainda, um espaço vazio igual, posicionado em relação ao es-paço vazio, de modo que o espaço vazio e o outro espaço vazio podem re-ceber dois lados de base paralelos, adjacentes.
54. Aparelho portátil de acordo com qualquer uma das reivindi-cações 40 a 53, em que o lado em formato de L compreende um sarrafo eum lado de base do gol.
55. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 54, em que osarrafo e o lado de base estão unidos por um conector.
56. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 54 ou reivin-dicação 55, em que o lado de base forma a parte do sarrafo e o sarrafo for-ma a parte plana.
57. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 56, em que olado em formato de L está sustentado por uma base.
58. Aparelho portátil de acordo com a reivindicação 57, em que olado de base está recebido dentro de um furo previsto na base.
59. Aparelho para praticar dribles no futebol, que compreende:um corpo, um suporte adaptado para sustentar o corpo no solo e manter ocorpo em uma posição substancialmente vertical, e um lado em formato deL, adaptado para ser sustentado pelo solo, para formar uma seção vertical euma seção plana.
60. Aparelho de acordo com a reivindicação 59, em que o ladoem formato de L está colocado de tal modo que a seção plana sobrepõe-seao corpo, desse modo definindo uma abertura de tamanho suficiente parapermitir a passagem de uma bola de futebol.
61. Aparelho de acordo com a reivindicação 60, que compreen-de, ainda, meios de ligação de cooperação, que são operados para ligar ocorpo ao lado em formato de L, em que o meio de ligação permite um movi-mento relativo do corpo e do lado em formato de L, de modo que o tamanhoda abertura pode ser variado quando visto pela frente do corpo.
62. Aparelho de acordo com a reivindicação 61, em que o ladoem formato de L está disposto para ser girado em relação ao corpo, dessemodo permitindo que o tamanho da abertura seja variado, quando visto pelafrente do corpo.
63. Aparelho de acordo com a reivindicação 62, em que o ladoem formato de L está disposto para girar em torno de um eixo substancial-mente vertical, desse modo permitindo que a largura da abertura seja ajus-tada.
64. Aparelho de acordo com a reivindicação 63, em que meiosindicadores estão previstos para permitir que o lado em formato de L sejaajustado em uma pluralidade de posições angulares indicadas.
65. Aparelho de acordo com a reivindicação 64, em que o meioindicador compreende um membro para unir o lado em formato de L a umabase do corpo em uma de uma pluralidade de posições.
66. Aparelho de acordo com a reivindicação 65, em que o meioindicador compreende uma cavilha que pode ser inserida através de um furoprevisto no lado em formato de L, para ser recebida em um de uma plurali-dade de furos previstos na base do corpo.
67. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 59a 66, em que o lado em formato de L está disposto para girar em torno deum eixo substancialmente horizontal, de modo que o lado em formato de Lpode ser levantado do solo para uma posição vertical.
68. Aparelho de acordo com a reivindicação 59, em que o ladoem formato de L está disposto para deslizar em relação ao corpo.
69. Sistema para avaliar a habilidade de jogadores de futebol,que compreende construir um ou mais aparelhos de treinamento de um kitde partes, que formam aparelhos portáveis, que podem ser levados de localpara local e montados para formar aparelhos padronizados em cada local,avaliar jogadores quando eles executam uma pluralidade de exercícios pa-dronizados usando o aparelho de treinamento, e obter uma contagem ouclassificação com base na avaliação dos jogadores.
70. Sistema de acordo com a reivindicação 69, que compreendeusar o aparelho portátil de qualquer uma como definido em reivindicações 1a 58.
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