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BRPI0614818A2 - dispositivo para terapia de inalação com uma ampola para armazenar um medicamento a ser nebulizado - Google Patents

dispositivo para terapia de inalação com uma ampola para armazenar um medicamento a ser nebulizado Download PDF

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BRPI0614818A2
BRPI0614818A2 BRPI0614818-2A BRPI0614818A BRPI0614818A2 BR PI0614818 A2 BRPI0614818 A2 BR PI0614818A2 BR PI0614818 A BRPI0614818 A BR PI0614818A BR PI0614818 A2 BRPI0614818 A2 BR PI0614818A2
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BR
Brazil
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ampoule
inhalation therapy
therapy device
holder
opening
Prior art date
Application number
BRPI0614818-2A
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English (en)
Inventor
Uwe Hetzer
Thomas Gallem
Original Assignee
Pari Pharma Gmbh
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Abstract

<UM>DISPOSITIVO PARA TERAPIA DE INALAçãO COM UMA AMPOLA PARA ARMAZENAR UM MEDICAMENTO A SER NEBULIZADO<MV>. A invenção trata de um dispositivo para terapia de inalação (1), que compreende um atomizador (2) para atomizar um medicamento que está sob a forma de um fluido (8) em uma câmara de atomização (12), para que um aerossol ou névoa (21 ) seja fornecido na câmara de atomização (12). O paciente ou usuário pode inalar o aerossol (21) produzido pelo atomizador (2) a partir da câmara de atomização (12) através de um bocal (13). A ampola (100) está inserida em um suporte de ampola (3) segurando a ampola contendo fluido (100). O dispositivo para terapia de inalação (1) também compreende uma unidade aberta (4) para a abertura da ampola contendo o fluido (100). O do suporte de ampola (3) vantajosamente compreende uma primeira parte (31), dispostos de forma deslocada em relação à unidade de abertura (4), permitindo assim que uma ampola (100) presente no suporte de ampola seja deslocado na direção da unidade aberta.

Description

DISPOSITIVO PARA TERAPIA DE INALAÇÃO COM UMA AMPOLA PARA ARMAZENAR UM MEDICAMENTO A SER NEBULIZADO
A presente invenção descreve um dispositivo para terapia de inalação no qual o medicamento a ser nebulizado é armazenado em uma ampola que pode ser inserida no mesmo.
Aerossóis para fins terapêuticos, alguns dos quais têm que cumprir requisitos muito rigorosos, são gerados com dispositivos para terapia de inalação. Os requisitos advêm do tratamento a ser realizado com o dispositivo para terapia de inalação. Um dos requisitos é a precisão da dose, isto é, a precisão da quantidade de medicamento administrada na forma de aerossol. Somente se a dose do medicamento administrado ao paciente for precisamente estabelecida pode-se realizar um tratamento efetivo com medicamentos altamente eficazes. Uma das condições básicas que influenciam a precisão da dosagem é a quantidade de fluido a ser nebulizado que é colocada no dispositivo para terapia de inalação.
Uma forma de garantir que uma quantidade pré- determinada será fornecida ao usuário, do dispositivo para terapia de inalação, consiste de uma ampola que contém uma quantidade de fluido precisamente determinada na produção da ampola e que o usuário coloque no dispositivo no preparo da sessão de terapia de inalação.
Um dispositivo para terapia de inalação que contém uma ampola é descrito no W002/074374A e na US2003/0140921A. Depois da ampola ter sido aberta pelo usuário, esta é inserida por cima no suporte de ampola que se encontra no dispositivo nebulizador. Após a inserção da ampola, o fluido armazenado na ampola é alimentado ao gerador de aerossol do nebulizador.
O desenho de ampolas conhecidas é desvantajoso sob vários aspectos. Primeiro, quando o usuário abre a ampola, o conteúdo da ampola pode ser contaminado. Segundo, o fluido pode ser perdido quando a ampola é inserida no dispositivo para terapia. Finalmente, não se pode assegurar, com a certeza necessária, para precisão elevada da dosagem que todo o fluido contido na ampola passará da ampola ao gerador de aerossol do dispositivo de terapia para nebulização.
Neste contexto, o objeto da invenção é fornecer um dispositivo para terapia de inalação que compreende uma ampola para armazenar um medicamento a ser nebulizado, que não apresente as desvantagens descritas e com o qual possa ser obtida uma precisão mais elevada da dosagem.
O objeto da presente invenção trata de um dispositivo para terapia de inalação apresentando as características da reivindicação 1 e/ou uma ampola apresentando as características da reivindicação 16. Outras características vantajosas são descritas nas reivindicações dependentes.
Um dispositivo para terapia de inalação de acordo com a invenção compreende um dispositivo nebulizador que serve para nebulizar um fluido introduzido nele e gerar um aerossol, um suporte de ampola para reter uma ampola contendo o fluido e meios de abertura para abrir dita ampola contendo o fluido. De acordo com a invenção os meios de abertura e uma primeira parte do suporte de ampola são arranjados para serem deslocados um em relação ao outro, de tal modo que, após o deslocamento, o meio de abertura abra a ampola colocada no suporte de ampola e então, o fluido contido na ampola alcance o dispositivo nebulizador. Consegue-se desse modo que a abertura da ampola não tenha que ser realizada pelo usuário antes de introduzir a ampola no dispositivo para terapia de inalação. O usuário pode introduzir a ampola no suporte da ampola e abrir dita ampola usando os meios de abertura, que é parte do dispositivo para terapia de inalação, pelo deslocamento do meio de abertura em relação ao suporte da ampola. O deslocamento pode ser conseguido de várias maneiras, porém, de acordo com a invenção, ocorre geralmente somente depois da inserção da ampola no dispositivo para terapia de inalação, mais precisamente, no suporte da ampola do dispositivo para terapia de inalação.
Neste ponto deve-se afirmar que o termo ampola deve ser compreendido como qualquer tipo de recipiente ou reservatório em que um medicamento possa ser armazenado. Uma ampola pode consistir de vários tipos de materiais, por exemplo, plástico, vidro, metal ou outros materiais apropriados. Em particular, uma ampola pode igualmente consistir em materiais diferentes nas seções. Por exemplo, uma ampola de vidro pode ser vedada com um selo plástico ou as áreas diferentes da ampola podem ser feitas por diferentes tipos de plásticos selecionados dependendo da sua aplicação nas áreas correspondentes da ampola.
Uma das vantagens da invenção é que o suporte da ampola está disposto em uma tampa do dispositivo para terapia de inalação. Isto assegura que o usuário, ao fechar o dito dispositivo, coloque corretamente a ampola, que está no suporte da ampola na tampa, no dispositivo para terapia de inalação e que o usuário somente segure um número mínimo de componentes, por exemplo, o dispositivo da terapia de inalação com sua tampa.
Uma outra vantagem adicional da invenção é que o meio de abertura da ampola para abrir a ampola, contendo o fluido, é feita como uma agulha. A ampola, em forma apropriada, pode ser aberta facilmente sem precisar de mecanismos complexos. A ampola pode ser puncionada pela agulha em uma área apropriada e então ser aberta, por exemplo, em uma fina área de vedação feita de plástico.
Em outra vantagem adicional da invenção, o dispositivo para terapia de inalação é adicionalmente provido com meio de alimentação para fornecer o fluido a ser nebulizado no dispositivo nebulizador, onde o fluido alcança o dispositivo nebulizador através dos meios de alimentação. Desta maneira, o dispositivo nebulizador não precisa necessariamente ser suprido imediatamente próximo aos meios de abertura, mas, pode também, ser suprido remotamente a partir da abertura, em particular, se o alinhamento do meio de abertura e o alinhamento do dispositivo nebulizador forem diferentes. O meio de alimentação então, não atua apenas como um condutor, mas, também permite que o alinhamento do meio de abertura e do dispositivo nebulizador seja arbitrariamente selecionado para adaptá-lo às condições locais.
Em outra vantagem adicional da invenção, os meios de abertura compreendem um conduto que se estende pelo menos em parte na direção longitudinal dos meios de abertura, através do conduto o fluido passa da ampola ao dispositivo nebulizador ou ao meio de alimentação. Em particular, se os meios de abertura são formados como uma agulha, o fluido pode, se uma ampola apropriadamente projetada é puncionada, passar, após a punção, através do conduto formado como um canal dentro da agulha no dispositivo nebulizador ou meio de alimentação. 0 problema da vedação na abertura da ampola pode facilmente ser resolvida desta maneira.
Em outra vantagem adicional da invenção, os meios de abertura e a primeira parte do suporte da ampola são deslocados ao longo de um trajeto substancialmente reto, circular ou helicoidal. Por um deslocamento linear, o selo entre a ampola e o meio de abertura pode ser mantido durante todo o processo da abertura, se a ampola é projetada apropriadamente, de modo que não haja perda do medicamento contido na ampola. Um deslocamento substancialmente circular é particularmente vantajoso no caso de um movimento da abertura na direção tangencial ou se a peça de uma ampola correspondentemente projetada está cortada fora da abertura. No caso de um deslocamento substancialmente helicoidal da abertura, os movimentos substancialmente lineares e substancialmente circulares da abertura podem ser combinados o que é particularmente vantajoso ao fechar a tampa do dispositivo da terapia de inalação por meio de- uma rosca. No caso de- um deslocamento substancialmente reto, o movimento axial pode ser usado para o fechamento da baioneta, quando no caso de um movimento substancialmente circular o movimento de rotação que segue o movimento axial pode ser usado para um fechamento da baioneta.
Em outra vantagem adicional da invenção, os meios de abertura apresentam um cortador projetado para cortar, quando o deslocamento ocorre, em uma área da parede da ampola planejada para abrir. 0 cortador permite uma abertura substancialmente previsível que- possa ser produzida de maneira precisa de modo que um selo de garantia possa ser conseguido durante o movimento da abertura. Além disso, o movimento da abertura pode ser realizado de forma controlada de modo a dar um desenho apropriado do cortador e da ampola, de tal modo que possa impedir que as peças da ampola se tornem destacadas ou se lasquem e alcancem acidentalmente o dispositivo nebulizador, ou, no pior caso, o sistema respiratório do paciente. 0 cortador pode ser fornecido substancialmente na direção axial, perpendicular à direção axial ou em um ângulo à direção axial, dependendo do que é necessário para abrir uma ampola projetada.
Em outra vantagem adicional da invenção, os meios de abertura são conectados integralmente com os meios de alimentação. Um meio de abertura que é integral ou conectado em uma parte com os meios de alimentação permite a produção técnica simples do dispositivo para terapia de inalação com poucos componentes e sem junções que são suscetíveis à contaminação.
Em outra vantagem adicional da invenção, o dispositivo para terapia de inalação compreende um dispositivo de vedação para vedar a ampola de encontro aos meios de abertura. Tal selo da ampola de encontro ao dispositivo da terapia da inalação pode impedir a perda de fluido ou de medicamento presente na Smpola7 que conduziria inevitável perda na exatidão da dosagem, e em conseqüência o derramamento do fluido ou do medicamento no exterior.
Em outra vantagem adicional da invenção, os meios de- abertura são formados para vedar a abertura da ampola contra os meios de abertura. Desta maneira, o selo pode ser fornecido tão próximo como possível aos meios de abertura. Como superfícies e áreas pequenas do dispositivo para terapia de inalação possam vir a entrar em contato com o fluido na ampola, então, somente quantidades pequenas do fluido são perdidas devido à adesão às superfícies externas. Os meios da vedação podem ser realizados por elementos de vedação explícitos tais como "O-rings", tampas de vedação ou outros, ou igualmente por um ajuste preciso entre a ampola e os meios de abertura.
Em outra vantagem adicional da invenção, o dispositivo para terapia de inalação compreende um meio de compressão projetado para criar uma pressão positiva na ampola de modo que pressione a ampola em uma posição deslocada. Pode-se conseguir desse modo que ao abrir a ampola, um gás ou um ar contido na ampola juntamente com o fluido possa evadir-se-. Se a ampola estiver vedada de- encontro ao dispositivo para terapia de inalação no estado comprimido, após o escape do ar ou do gás, e se uma compressão é então parada, uma pressão negativa prevalece na ampola, que atua no fluido na ampola mesmo que já tenha alcançado o dispositivo nebulizador. Uma pressão negativa no reservatório fluido tem um efeito particular benéfico nos resultados da nebulização desde que, como pode ser provada, a formação de gotas ao lado da membrana, de um nebulizador de membrana, que faz face com os meios de alimentação, podem ser reduzidas.
Em outra vantagem adicional da invenção, o suporte da ampola constitui os meios de compressão e esses são formados de tal forma a comprimir a ampola durante a abertura. Desta maneira, a pressão positiva gerada na ampola pode escapar na abertura, que é particularmente vantajosa se o orifício da ampola é seguro em uma posição para cima, durante este procedimento, de modo que na abertura, nenhum fluido, mas somente o gás da ampola possa escapar. Em uma vedação posterior e na liberação subseqüente da ampola nos meios de compressão, uma pressão negativa pode ser gerada na ampola, que tem provado ser particular vantajosa para a nebulização, pois, particularmente, bons resultados da nebulização foram conseguidos quando o fluido estava sob pressão negativa. Alternativamente, os meios de compressão podem igualmente ser originados nos meios de abertura de modo que os meios de compressão não sejam fixos em relação à parte deslocada do suporte da ampola mas em relação aos meios de abertura. Assim, a compressão e a liberação subseqüente da compressão podem ser conseguidas quando a ampola é introduzida nos meios de compressão.
Em outra vantagem adicional da invenção, a primeira parte do suporte da ampola é projetada de modo que acople com a ampola somente- quando ocorre o deslocamento.
Em outra vantagem adicional da invenção,, o suporte da ampola compreende uma segunda parte projetada para segurar a ampola. Desta maneira, a ampola pode ser introduzida em uma outra parte do suporte da ampola que, por exemplo, não é- deslocada, de modo que- o usuário possa segurar a ampola respectivamente a uma segunda parte estacionária do suporte da ampola e esta parte do suporte não pode mover-se ao posicionar a ampola. Desta maneira, entre outras coisas, a irritação do usuário pode ser evitada se, por exemplo, uma parte móvel na tampa do dispositivo para terapia de inalação move-se na inserção da ampola. Além disso, o usuário está dando um perceptível retorno no que diz respeito à abertura completa e à prontidão do dispositivo para o uso.
Em outra vantagem adicional da invenção, a primeira parte do suporte da ampola e a segunda parte do suporte da ampola são formadas de forma a serem deslocadas uma em relação à outra de modo que a primeira parte do suporte da ampola que atua em uma primeira área da ampola e a segunda parte do suporte da ampola que atua em uma segunda área da ampola se movam uma em relação a outra quando a primeira área e a segunda área da ampola são deslocadas de tal modo que uma pressão negativa ou pressão positiva se- forme· na ampola. Isto pode- ser obtido, após a inserção no suporte da ampola, sendo que uma ampola pode ser movida de tal modo que uma pressão negativa ou uma pressão positiva se forme na ampola sem que a ampola tenha que ser aberta previamente. Tal projeto de· suporte da ampola permite, por exemplo, que- uma pressão negativa seja gerada na ampola mesmo no seu topo e que a ampola possa ser aberta com confiabilidade e selada de tal maneira que nenhum fluido ou medicamento seja perdido.
A ampola de acordo com a invenção é- projetada para ser usada em um dispositivo para terapia de inalação como descrita acima, onde a ampola compreende uma primeira área projetada para abrir por meios de abertura e uma segunda área projetada para ser segura pelo suporte da ampola. Desta maneira, uma ampola é fornecida de modo que possa ser usada no dispositivo para terapia de inalação descrito acima e que, devido ao seu projeto, vantajosamente não precise ser aberta diretamente pelo usuário, mas pode ser aberta por meios de abertura do dispositivo da terapia da inalação. Isto evita que o usuário tenha que segurar diretamente a abertura da ampola. Isto permite a precisão melhorada da dosagem e segurança da manipulação ao usar a ampola no dispositivo da terapia da inalação.
Em outra vantagem adicional da invenção, a ampola tem uma superfície de vedação que é formada para vedar a ampola contra os meios de abertura ou meios de alimentação. Isto pode evitar que o fluido ou o medicamento da ampola possa escapar acidentalmente- da ampola e não ficar disponível para a terapia de inalação.
A superfície de vedação pode ser realizada por um elemento de selagem explícito tal como um "O-ring" ou tampas de vedação ou outros. Estes elementos de vedação podem igualmente ser formados diretamente- na ampola.
Alternativamente,, uma área correspondentemente projetada da parede da ampola pode servir como o elemento de vedação devido a sua elasticidade quando, por exemplo, puncionado por uma agulha.
Em outra vantagem adicional da inve-nção, a primeira área da ampola é planejada para ser deslocada em relação à segunda área da ampola. Isto permite que o volume da ampola seja aumentado ou reduzido a fim de gerar uma pressão positiva ou negativa na ampola, que, por exemplo, tem um efeito positivo para uma nebulização sobre o resultado da nebulização.
Em outra vantagem adicional da invenção, a primeira área da ampola e a segunda área da ampola são reunidas por um elemento flexível ou por foles. Desta maneira, a primeira área da ampola e a segunda área da ampola são móveis uma em relação a outra sem que a ampola tenha que ser aberta e o fluido ou o medicamento se percam. Assim, o volume da ampola pode ser aumentado ou reduzido sem ter que abrir a ampola selada.
Em outra vantagem adicional da invenção, a ampola é projetada de tal forma que a segunda parte da ampola absorva forças elásticas em cima do acoplamento do suporte da ampola. Desta maneira, é possível prender a primeira área da ampola em sua posição em relação à segunda área da ampola depois do deslocamento uma em relação a outra a fim de manter uma pressão positiva ou negativa gerada na ampola pelo deslocamento. Além disso, com a ampola, em que a pressão negativa foi gerada, é possível, de· acordo com projeto apropriado da ampola e dos meios da abertura, manter o estado da pressão negativa mesmo quando a ampola está no estado aberto. Assim, a nebulização pelo dispositivo nebulizador pode ocorrer quando o fluido é alimentado ao dispositivo nebulizador sob uma pressão negativa, que, como citado acima, proporciona resultados da nebulização particularmente bons com o dispositivo nebulizador.
A presente invenção será descrita agora por meio das características vantajosas e em referência às seguintes figuras. A invenção, entretanto, não se restringe aos dispositivos específicos mostrados nas figuras.
Fig. 1 mostra uma incorporação para terapia de inalação de acordo com um dos dispositivos da presente invenção.
Fig. 2 mostra um processo da abertura de uma ampola por meios de uma abertura em vários estágios.
Fig. 3 Mostra vários dispositivos das ampolas no que diz respeito ao projeto do corpo da ampola e da área de abertura. Fig. 4 mostra uma incorporação do dispositivo da terapia da inalação para abrir a ampola com os meios de abertura.
Fig. 5 mostra várias incorporações do selo de uma ampola contra aos meios da abertura
Fig. 6 mostra a compressão de uma ampola de acordo com uma incorporação da presente invenção.
Fig. 7 mostra o acúmulo da pressão negativa dentro de· uma ampola de acordo com uma incorporação da presente invenção.
Fig. 8 mostra o acúmulo da pressão negativa dentro de uma ampola de acordo com uma outra incorporação da presente· invenção.
Fig. 9 mostra várias incorporações de uma ampola para a geração de uma pressão negativa na ampola.
A Fig. 1 mostra uma versão vantajosa de um dispositivo (1) para terapia de inalação de acordo com a presente invenção. O dispositivo (1) para terapia de inalação compreende um dispositivo nebulizador(2), o gual nebuliza um medicamento fornecido de maneira otimizada sob a forma de um fluido (8) em uma câmara (12) do nebulizador tal como um aerossol ou uma névoa (21) que são fornecidos na câmara (12) do nebulizador. O paciente ou o usuário pode inalar o aerossol (.21) gerado pelo dispositivo (2) nebulizador da câmara (12) do nebulizador através de um adaptador bucal (13). As válvulas em formas de válvulas de inalação ou de exalação, possivelmente necessárias no dispositivo para terapia de inalação não foram incluídas na Fig. 1 em razão da clareza. Na versão mostrada aqui, o fluido (8) é fornecido em uma ampola (100) que, de acordo com a invenção, é fechada antes da inserção no dispositivo para terapia de inalação. A ampola (100) é introduzida em um suporte (3) da ampola que retém a ampola (100) contendo o fluido. O dispositivo (1) para terapia de inalação também compreende o meio de abertura (4) que serve para abrir a ampola (100) contendo o fluido. 0 suporte (3) da ampola compreende vantajosamente uma primeira parte (31) arranjada para ser deslocada em relação aos meios da abertura (4) de tal forma que uma ampola (100) disposta no suporte da ampola possa ser movida na direção dos meios da abertura. Os meios da abertura são configurados de tal forma que abrem a ampola (100) quando uma parte (31) do suporte (3) da ampola é deslocado. A Fig. 1 mostra que uma parte (31) do suporte (3) da ampola se move dentro do dispositivo (1) para terapia de inalação, porém é igualmente concebivel para os meios da abertura (4) se moverem dentro do dispositivo para terapia de inalação e para a uma parte 31 do suporte 3 da ampola a ser estacionário.
O suporte (3) da ampola, com sua parte móvel (31), é disposto vantajosamente em uma tampa (5) do dispositivo para terapia de inalação a fim reter a ampola (100) com o fluido (8). De acordo com a invenção, o paciente ou o usuário introduz a ampola (100) no suporte (3) da ampola no estado ainda selado quando a tampa (5) é removida do dispositivo (1) para terapia da inalação. Uma parte (31) do suporte (3) da ampola que está em uma primeira posição em que prende a ampola (100) que está posicionada distante dos meios de abertura (4) quando a tampa (5) é colocada no dispositivo para terapia de inalação. Uma parte (31) do suporte (3) da ampola é projetada de tal modo que movendo a ampola (100) no sentido dos meios da abertura (4), quando a tampa (5) é fechada por meio de um movimento de empurrar, de girar ou de parafusar, fazendo com desse modo a ampola (100) seja aberta pelos meios (4) de abertura.
Os meios de abertura (4) compreendem vantajosamente um cortador (42) com a finalidade de cortar uma área da parede (130) da ampola (100) quando a ampola (100) é movida pela parte (31) do suporte da ampola (3) . A tampa (5) do dispositivo para terapia de inalação é guiada cuidadosamente durante estes movimentos por um dispositivo apropriado de tal modo que a ampola (100) possa vantajosamente não inclinar em relação aos meios de abertura (4). Uma vez que a ampola (100) for movida na direção dos meios de abertura (4), por uma parte (31) do suporte da ampola (3), o cortador (42) corta em uma área da parede (130) da ampola (100) quando adicional deslocamento ocorre de tal modo que a ampola (100) será aberta neste momento. O cortador (42) dos meios de abertura (4) sendo vantajosamente projetado e arranjado de tal modo que não separa completamente a área da parede (130), da ampola (100), mas pelo menos parte da área da parede (130) da ampola (100) sobra como uma conexão à ampola (100) de modo que esta área da parede (130) não alcança involuntariamente a área do dispositivo (1) para terapia de inalação.
O cortador (42) é disposto vantajosamente em uma borda dos meios de abertura (4) de maneira tal que em um plano, o cortador (42) esteja disposto perpendicularmente à direção axial ou ângulo. 0 cortador (42) pode ser liso, ondulado ou serrilhado a fim de melhorar a abertura ou o corte na área (130) da parede da ampola.
Os meios de abertura (4) são configurados vantajosamente como uma agulha que possa perfurar as áreas de uma ampola (100) apropriadamente projetada de tal modo que um fluido (8) eliminado da ampola (100) pode alcançar o dispositivo nebulizador.
O dispositivo para terapia de inalação é fornecido vantajosamente com os meios de alimentação (6) , através do qual um fluido (8) eliminado da ampola (100) pode alcançar o dispositivo nebulizador (2) de modo a iniciar a nebulização.
Embora a Fig. 1 mostre um dispositivo nebulizador do tipo de nebulizador de membrana, um nebulizador de ar comprimido/nebulizador do tipo bocal ou nebulizador de ultra-som ou outros tipos conhecidos de nebulizadores podem ser utilizados e também podem fazer uso do objeto da presente invenção.
Os meios de abertura (4) compreendem vantajosamente um conduto (41) que se estende, pelo menos em parte, em uma direção longitudinal e através de qual o fluido (8) da ampola (100) possa alcançar o dispositivo do nebulizador (2) ou os meios de alimentação (6). Pode-se conseguir desse modo que o fluido possa alcançar o dispositivo nebulizador (2) através do conduto (41) que se estende no interior dos meios de abertura (4) sem perdas devido ao escapamento. Entretanto, é também concebivel projetar os meios da abertura (4) de tal modo que não tenha um conduto explicito (41), estendendo-se em seu interior, mas de tal modo que o fluido possa alcançar o dispositivo nebulizador (2) ao longo de outras áreas expostas pelos meios de abertura (4), por exemplo, os sulcos ou os entalhes que podem ser fornecidos na parte externa dos meios de abertura (4).
A Fig. 2 mostra detalhes do processo da abertura da ampola (100) de acordo com uma versão vantajosa da presente invenção.
A Fig. 2a mostra a área da parede (130) da ampola (100) contendo o fluido, que se pretende abrir, antes que esta área conecte-se com os meios de abertura (4). Nesta versão, os meios de abertura (4) compreendem um cortador (42) que é formado na extremidade de um conduto (41) através do qual o fluido (8) eliminado da ampola (100) alcance o dispositivo nebulizador como mostrado na Fig. 1. A área da parede (130) da ampola (100) que pretende ser aberta vantajosamente tem pelo menos um limite de ruptura pré-determinado no ponto (131), em que a ampola 100 é aberta.
A Fig. 2b mostra uma posição da ampola (100) contendo o fluido imediatamente depois que entrou em contato com os meios de abertura (4). 0 cortador (42) dos meios de abertura (4) corta desse modo a área (130), já ligeiramente cortada ou aberta, da parede da ampola (100) no limite de ruptura pré-determinado (131), sem demora, o fluido (8) eliminado da ampola (100) chega ao canal aberto ou no conduto (41) dos meios de abertura (4).
Ambas, a área da parede (130) da ampola (100) e a própria ampola (100), assim como os meios de abertura (4), são projetados vantajosamente de tal modo que os meios de abertura (4) são selados firmemente de modo que nenhum fluido (8) possa escapar acidentalmente. A área da parede (130) vantajosamente não expõe o canal ou o conduto (41) até que a ampola (100) esteja completamente aberta e selada.
A Fig. 2c mostra uma abertura um pouco mais avançada da ampola (100), em que a área da parede (130) foi cortada em uma extensão maior, porém está ainda em tal posição que o conduto (41) dos meios de abertura (4) está fechado de modo que nenhum fluido (8) da ampola (100) possa escapar no conduto (41), dos meios de abertura (4). Na superfície de selagem (143), desenvolvida com esta finalidade, ocorre a formação da vedação entre a ampola e meios de abertura (4).
A Fig. 2d mostra a ampola (100) colocada nos meios de abertura (4) em um estado já completamente aberto de modo que o fluido (8) eliminado da ampola (100) possa alcançar o dispositivo para terapia de inalação através do conduto (41). A seção de parede (130) da ampola (100) é aberta completamente, porém vantajosamente não se separa da ampola (100). A superfície (143) da ampola propiciou a vedação de tal modo que veda os meios de abertura (4) de modo que o fluido possa somente escapar da ampola (100) através do conduto (41), porém não entre os meios de abertura (4) e a ampola (100). Um canal de ventilação pode ser fornecido para facilitar o fluxo do fluido para fora da ampola (100), como, por exemplo, guias de deslocamento de ar fora do conduto (41) e na ampola, assim ajudando à saida do fluido da ampola (100).
A Fig. 3 mostra várias versões de uma ampola que difere no que diz respeito, à área de abertura (130) e a área na qual são acomodados o suporte da ampola (3) e na qual a ampola (100) é retida no suporte da ampola (3). O posicionamento e a retenção são importantes de modo que a ampola (100) possa ser aberta precisamente em um processo de movimento definido de modo que forme uma vedação com os meios de abertura (4).
A Fig. 3a mostra uma ampola (100) preenchida com um fluido (8) e tendo uma primeira área (110) projetada para abrir em cima do deslocamento no sentido da abertura (4), vantajosamente em uma área (130) da ampola, de tal modo que o fluido (8) eliminado da ampola (100) alcance o dispositivo para terapia de inalação. A ampola 100, além disso, compreende uma segunda área (120) que foi configurada de tal forma que após a inserção, uma parte (32) do suporte da ampola (3) prende esta e retém a ampola. Na versão mostrada em Fig. 3a, a ampola (100) foi projetada de tal modo que está retida firmemente pelo suporte da ampola (3) por meio de aperto. A ampola (100) pode ser completamente preenchida com um fluido (8) de tal modo que não há nenhum espaço ocupado por ar na ampola (100).
A Fig. 3b mostra uma ampola (100) que não foi preenchida completamente com o fluido (8) e adicionalmente possui um espaço ocupado por ar (180). Isto permite uma dosagem precisa da quantidade de medicamento sem, no entanto, alterar no tamanho padrão da ampola.
A ampola (100) mostrada em Fig. 3b compreende um recorte ou depressão (121) na área de exploração (120) da ampola (100), que permite que a ampola seja retida firmemente acoplando-se em um suporte da ampola (3) , equipado com as projeções apropriadamente projetadas, sem que a ampola (100) deslize involuntariamente para fora do suporte da ampola (3). O recorte ou depressão pode ser um canal em forma de circunferência ou uma depressão que seja restrita aos segmentos periféricos. A área da parede (130) da ampola (100), compreendendo limites de ruptura (131) onde a ampola é aberta especificamente, foi projetada em uma área (110) da ampola. Vantajosamente, perto da abertura da área da parede (130) uma superfície de vedação (143) foi projetada de tal modo que a ampola 100 forma uma vedação nos meios de abertura (4) de tal forma que nenhum fluido (8) possa escapar da ampola (100).
A Fig. 3c mostra uma ampola similar a mostrada na Fig. 3b, porém, em vez de um recorte (121), a ampola (100) mostrada na Fig. 3c tem uma bolha em forma de circunferência (122) ou uma bolha fornecida somente em determinadas áreas. Esta bolha (122) tem essencialmente a mesma finalidade que o recorte (121), porém a bolha pode também impedir que a ampola seja introduzida de maneira errada no suporte da ampola (3).
A Fig. 3d mostra uma ampola que tem uma área (111) que pode ser apertada de tal forma que quando a ampola (100) é comprimida, uma pressão positiva será gerada na ampola (100). Como o fluido (8) que preencheu a ampola é geralmente incompressivel, a pressão no espaço do ar (180) da ampola aumenta em cima da área comprimida.
A Fig. 4 mostra versões de um dispositivo para terapia de inalação em que a ampola (100) em um suporte da ampola (3) foi movida em um trajeto substancialmente reto na direção dos meios da abertura (4). Para isso, a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) é, por exemplo, provida, segundo as indicações da Fig. 4, com ranhuras helicoidais (35) que acoplam com os pinos (34) que são posicionados em uma segunda parte (32) do suporte da ampola. Somente um destes pinos (34) é visível na Fig. 4. Quando a segunda parte (32) do suporte da ampola é torcida em relação à primeira parte (31), as hastes (34) em colaboração com as ranhuras (35) fazem com que a primeira parte mova-se como descrito na Fig. 4 com a dupla seta. Para suportar este movimento e impedir que a primeira parte (31) torça, as hastes (33) são fornecidas na incorporação mostrada, que são arranjadas para serem móveis nos canais (33a) da primeira parte (31). Desta maneira, a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) move-se em uma linha reta e desloca a ampola (100) no sentido dos meios de abertura (4) . Deve-se citar que neste caso de um movimento reto, os meios de abertura (4) compreendem vantajosamente um cortador (42) que seja angular em relação ao sentido de movimento, de modo que o processo de abertura como mostrado na conexão da Fig. 2 ocorra.
De acordo com uma nova versão mostrada na Fig. 4b, os meios de abertura (4) compreendem um cortador (42), que foi perpendicular planejado na direção do movimento e que rodeia um orifício (41) em um plano que funciona substancialmente perpendicular à linha central longitudinal aos meios de abertura (4). A fim de formar o cortador (42), a área superior da parede dos meios de abertura (4), como mostrado na Fig. 4b, se inclina vantajosamente para dentro ou para fora em uma forma de cone. Neste caso, a ampola (100), no suporte de ampola (3), é igualmente movido em linha reta para os meios de abertura (4), no entanto, um movimento circular é sobreposto de modo que os meios de abertura (4) possam cortar e vedar a correspondente área da ampola. O movimento rotatório e linear simultâneo pode ser conseguido por um projeto correspondente das partes do suporte de ampola. Além disso, o cortador (42) é vantajosamente ondulado ou serrilhado na versão da Fig. 4.
A Fig. 5 mostra várias formas de vedação da ampola (100) de encontro aos meios da abertura (4).
A Fig. 5a mostra uma versão em que a ampola (100) limita diretamente uma superfície exterior, preferivelmente a superfície lateral, da abertura (4). Por meio de um projeto apropriado da ampola (100) e dos meios de abertura (4), a vedação da ampola nos meios de abertura (4) que pode assim ser conseguida sem o fornecimento de elementos de vedação ou materiais de vedação adicionais. Uma combinação de materiais vantajosa é formada por meios de abertura feitos de um material duro e uma ampola feita de um material mais macio, de modo que o material mais macio da ampola possa se adaptar ao material duro da abertura (4) a fim de assegurar um fechamento suficiente da ampola de encontro ao dispositivo para terapia de inalação.
A Fig. 5b mostra uma versão que tem uma extensão cônica da abertura (4) de modo que quando os meios de abertura (4) são introduzidos na ampola (100), as forças sobre o lado interno da ampola e a superfície de vedação (143) da ampola (100) aumentam e a vedação é melhorada. A parte cônica dos meios de abertura (4), da superfície de vedação (43) do dispositivo de abertura (4) é pressionada de encontro à superfície de vedação (143) da ampola (100) e uma vedação melhorada da abertura da ampola de encontro aos meios da abertura (4) é conseguido.
A Fig. 5c mostra uma versão em que um elemento de vedação separado (44), possa ser fornecido, por exemplo, no dispositivo para terapia de inalação, veda os meios da abertura (4) de encontro a uma ampola (100). Ambos, a superfície de vedação (143) do lado da ampola (100) e a superfície de vedação (43) do lado do dispositivo para terapia de inalação acoplam desse modo o elemento de vedação (44). Além do que as versões mostradas nas figuras 5c e 5d, no elemento de vedação (44) podem igualmente ser colados no dispositivo para terapia de inalação de modo que o elemento de vedação não seja perdido. 0 elemento de vedação (44) pode alternativamente ser fornecido na ampola para dar as configurações que são geometricamente similares àquelas dadas nas figuras 5c e 5d. Devido ao uso de um elemento de vedação separado (44), a vedação pode igualmente ser conseguida mesmo se a caber-vedação como na Fig. 5a ou a compressão-vedação como na Fig. 5b não foram possíveis, por exemplo, no caso de uma ampola de vidro.
A Fig. 6 mostra uma versão da presente invenção em que a ampola é fornecida com os meios de compressão (11). Os meios de compressão (11) comprimem uma ampola fornecida correspondentemente com uma área de compressão (111) de tal modo que uma pressão positiva se forme na ampola. A ampola (100) tem vantajosamente um espaço (180) de ar com esta finalidade. A compressão da ampola (100) pelo dispositivo de compressão (11) gera uma pressão positiva no espaço (180) do ar, que pode então escapar através dos meios de abertura (4) quando a ampola for aberta. Quando a ampola (100) é fechada subseqüentemente de encontro à abertura (4), o interior da ampola está fechado em relação aos meios de abertura de tal modo que quando a compressão pára, uma pressão negativa se forma no espaço (180) do ar que está sob a pressão normal após o escape. Desta maneira, pode-se conseguir que uma pressão negativa prevaleça na ampola (100). Como dito acima, a formação de gotas na membrana de um nebulizador de membrana pode ser impedida desse modo. Uma pressão negativa que seja vantajosa para a nebulização, é gerada assim na ampola com os meios de compressão (11) , que, em cima da inserção da ampola, comprimam primeiramente a ampola e que, após a eliminação da pressão positiva resultante na ampola e a vedação da ampola, param de comprimir novamente.
A Fig. 7 mostra uma outra versão de um dispositivo para terapia de inalação com um suporte de ampola (3) e uma correspondente ampola (100) projetada, que permite a geração de uma pressão negativa no espaço do ar (180) da ampola (100). De acordo com esta versão, o risco de perda de fluido é reduzido. A primeira área da ampola (110) da ampola (100) e a segunda área (120) da ampola são projetadas de modo a serem móveis uma em relação à outra de forma que, a ampola (100) esteja hermeticamente fechada, uma pressão negativa pode ser gerada no espaço de ar (180) da ampola em cima do movimento da primeira área (110) da ampola (100), em relação à segunda área (120) da ampola (100) . A primeira área da ampola (100) e a segunda área da ampola (120) estão vantajosamente ligados entre si por um elemento flexível (150).
Segundo a versão mostrada na Fig. 7, a segunda parte (32) do suporte de ampola (3) prende a ampola na segunda área (120) da ampola (100). As Figs. 7a e 7b mostradas, a primeira parte (31) do suporte de ampola (3) e é formado para ser móvel em relação à segunda parte (32) do suporte de ampola (3). A primeira parte (31) do suporte de ampola (3) é projetado para que ele atue sobre a primeira área (110) da ampola (100) de modo que um movimento da primeira parte (31) conduza a um movimento da primeira área (110) da ampola em relação à segunda área (120) da ampola. As duas áreas da ampola (100) são assim movidas uma em relação à outra, devido ao elemento flexível. Após o movimento da primeira área (110) da ampola (100), os meios de abertura (4) abrem a ampola (100) segundo as indicações da Fig. 7b.
Para o acoplamento da primeira parte (31) do suporte da ampola (3), a primeira área (110) da ampola (100) é formada vantajosamente como um colarinho (160). Segundo as indicações da Fig. 7. 0 colarinho (160) tem vantajosamente um diâmetro que seja maior, pelo menos em um ponto, do que o diâmetro do corpo da ampola, como indicado por linhas tracejadas da fig. 7. Desta maneira, a ampola (100) pode ser introduzida no suporte da ampola (3), mostrado na Fig. 7, de modo que a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) possa acoplar neste colarinho (160) a fim de mover a primeira área (110) da ampola (100) em relação à segunda área (120) da ampola (100). A função do colarinho pode ser assumida por círculos correspondentes ou por outras projeções.
A Fig. 7a mostra a ampola (100) introduzida no suporte da ampola (3), a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) está em uma posição em que não acoplou ainda na primeira área (110) da ampola (100). Neste estado, a ampola, em particular a primeira área (110) da ampola (100), está ainda distante dos meios de abertura (4). Quando a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) é movida, a primeira parte (31) se acopla na primeira área (110) da ampola (100) e se move em relação à segunda área (120) da ampola (100). Desde que a segunda parte (32) do suporte da ampola (3) retém a segunda área (120) da ampola (100), o movimento causa uma ampliação do volume da ampola de modo que uma pressão negativa se forme na ampola (100). A parte flexível (150) que conecta a primeira área (110) com a segunda área (120) é assim esticada.
Na versão mostrada na Fig. 7, a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) é deslocada, de acordo com a invenção, em relação aos meios da abertura (4).
A Fig. 8 mostra uma outra versão do dispositivo para terapia de inalação que compreende um suporte de ampola (3) e uma ampola correspondentemente projetada (100) que permite a geração de uma pressão negativa no espaço do ar (180) da ampola (100) e reduz o risco da perda do fluido.
A Fig. 8a mostra a ampola (100) introduzida no suporte da ampola (3). Neste estado, a ampola, em particular, a primeira área (110) da ampola (100), está ainda a uma distância dos meios de abertura (4). De acordo com a invenção, a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) foi planejada igualmente nesta incorporação para ser deslocada em relação aos meios da abertura (4) de tal modo que em cima do deslocamento da primeira parte (31) do suporte da ampola (3), os meios de abertura (4) possam abrir a ampola (100) no suporte da ampola (3). Na transição da posição mostrada na Fig. 8a à posição mostrada em Fig. 8b, a primeira parte (31) do suporte da ampola (3), de acordo com esta versão, é movida juntamente com o suporte da ampola (3), com quem está firmemente conectada. Durante este movimento, os meios da abertura (4) abrem a ampola (100).
De acordo com as versões mostradas nas Figs. 8a, 8b e 8c, a segunda parte (32) do suporte da ampola (3) retém a ampola (100) na segunda área (120) da ampola (100). A segunda parte (32) do suporte da ampola (3) é formada para ser deslocada em relação à primeira parte (31) do suporte da ampola (3). A segunda parte (32) do suporte da ampola (3) é projetada de modo que acople na segunda área (120) da ampola (100) de tal modo que em um movimento da segunda parte (32) conduza a um movimento da segunda área (120) da ampola com relação à primeira área (110) da ampola. Em conseqüência, as duas áreas da ampola (100) são movidas uma em relação à outra, o que é possível devido ao elemento flexível (150). Se a segunda parte (32) do suporte (3) da ampola é movida, a primeira parte (31) acopla na primeira área (110) da ampola (100) e no movimento da segunda área (120) em relação à primeira área (110) da ampola (100), prende isto na posição sobre meios da abertura (4). A Fig. 8c mostra a posição da segunda parte (32) do suporte da ampola (3) com a segunda área acoplada (120) da ampola (100) após o movimento da segunda parte (32) e da primeira parte (31) do suporte da ampola (3) uma em relação à outra. Desde que a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) retém a primeira área (110) da ampola (100), o movimento causa uma ampliação do volume da ampola de modo que uma pressão negativa se forme na ampola (100). A parte flexível (150) que conecta a primeira área (110) com a segunda área (120) é totalmente estendida.
A Fig. 9 mostra duas versões de uma ampola (100) com uma área flexível (150), cada um no estado em repouso e no estado prolongado ou esticado.
A Fig. 9a mostra uma ampola (100), a primeira área (110) que é conectada com uma segunda área (120) pelos foles (151). A Fig. 9b mostra a ampola da Fig. 9a em um estado em que a primeira área (110) da ampola (100) foi movida com relação à segunda área (120) da ampola (100). Como pode ser visto de uma comparação das Figs 9a e 9b, os foles (151) são estendidos.
A Fig. 9c mostra uma ampola (100) em que a área flexível (150) conecta a primeira área (110) da ampola (100) com a segunda área (120) da ampola (100), através de um material elástico. Esta área (150) muda de comprimento no movimento da primeira área (110) em relação à segunda área (120), segundo as indicações de Fig. 9d.
As Figs. 7 e 9 mostram o projeto integral da ampola (100) em um material. Entretanto, as áreajs (110), (120) e (150) da ampola (100) podem igualmente ser feitas de materiais diferentes, em particular plásticos. As áreas, que têm graus diferentes de rigidez e de flexibilidade, podem não obstante ser formadas como uma única unidade, por exemplo, juntando-se os materiais rígidos e flexíveis em uma única modelagem.

Claims (20)

1. Dispositivo para terapia de inalação, CARACTERIZADO PELO FATO de compreender um dispositivo nebulizador (2), um suporte de ampola (3) para segurar uma ampola contendo um fluido (100), meios de abertura (4) para abrir a ampola contendo o fluido (100), onde os meios de abertura (4) e uma primeira parte (31) do suporte de ampola (3) são dispostos de modo a serem deslocados um em relação ao outro de tal modo que, após o deslocamento, o meio de abertura (4) abra a ampola (100) colocada no suporte de ampola (3) , para que um fluido (8), contido na ampola (100) atinja o dispositivo nebulizador (2).
2. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO PELO FATO que o suporte da ampola (3) , está disposto em uma tampa (5) do dispositivo para terapia de inalação.
3. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com a reivindicação 1 ou 2, CARACTERIZADO PELO FATO que os meios de abertura (4) para abrir a ampola contendo um fluido (100) é uma agulha.
4. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações anteriores, CARACTERIZADO PELO FATO que os meios de alimentação (6) é adicionalmente provido para alimentar um fluido (8) para ser nebulizado no dispositivo nebulizador (2), onde o fluido (8) atingindo o dispositivo nebulizador (2) pelos meios de alimentação (6).
5. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações anteriores, CARACTERIZADO PELO FATO que os meios de abertura (4) compreendem um conduto (41) que se estende, pelo menos parcialmente, na direção longitudinal do meio de abertura e através dos quais o fluido (8) da ampola (100) atinge o dispositivo nebulizador (2) ou os meios de alimentação(6) .
6. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações anteriores, CARACTERIZADO PELO FATO que os meios de abertura (4) e a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) são deslocados, um em relação a um outro, são deslocados ao longo de um trajeto substancialmente reto, circular ou helicoidal
7. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações anteriores, CARACTERIZADO PELO FATO que os meios de abertura apresentam um cortador (42) projetado para cortar, quando o deslocamento ocorre, em uma área da parede (130) da ampola (100) planejada para abrir.
8. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações 4 a 7, CARACTERIZADO PELO FATO que os meios de abertura (4) são conectados integralmente com os meios de alimentação(6).
9. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações anteriores, CARACTERIZADO PELO FATO que o dispositivo para terapia de inalação (1) compreende um dispositivo de vedação (43) para vedar a ampola (100) de encontro aos meios de abertura (4).
10. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações 1 a 8, CARACTERIZADO PELO FATO que os meios de abertura (4) foram projetados para vedar a abertura da ampola (100) contra os meios de abertura (4).
11. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações anteriores, CARACTERIZADO PELO FATO que o dispositivo para terapia de inalação (1) compreende um meio de compressão (11), projetados para criar uma pressão positiva na ampola (100) de modo que pressione a ampola (100) em uma posição deslocada.
12. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO PELO FATO que o suporte da ampola (3) constitui os meios de compressão (11) e esses são formados de tal forma a comprimir a ampola (100) durante a abertura.
13. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações 1 a 12, CARACTERIZADO PELO FATO que a primeira parte (31) do suporte da ampola (3) é projetada de modo que acople com a ampola (100) somente quando ocorre deslocamento.
14. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações 1 a 13, CARACTERIZADO PELO FATO que o suporte da ampola (3) tem uma segunda parte (32) projetado para segurar a ampola (100).
15. Dispositivo para terapia de inalação de acordo com uma das reivindicações 1 a 14, CARACTERIZADO PELO FATO que a primeira parte (31) e a segunda parte (32) do suporte da ampola (3) são formadas, de modo a serem deslocadas, uma em relação à outra, de modo que a primeira parte (31) do suporte da ampola (3), que atua em uma primeira área (110) da ampola (100) e a segunda parte (32) do suporte da ampola (3), que atua em uma segunda área (120) da ampola (100) se movem, quando ocorre deslocamento da primeira parte (110) e da segunda parte (120) da ampola (100) uma em relação a outro de tal modo que a pressão negativa ou a pressão positiva se forme na ampola (100).
16. Ampola projetada para ser usada em um dispositivo para terapia de inalação (1), de acordo com uma das reivindicações 1 a 15, CARACTERIZADA PELO FATO que a ampola (100) foi uma primeira área (110) projetada para abrir por meio da abertura (4) e uma segunda área (120) projetada para ser segura pelo suporte da ampola (3).
17. Ampola de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADA PELO FATO que a ampola (100) compreende uma superfície de vedação (143) projetada para vedar a ampola (100) contra os meios de abertura (4) ou os meios de alimentação (6).
18. Ampola de acordo com as reivindicações 16 ou 17, CARACTERIZADA PELO FATO que a primeira área (110) da ampola (100) é planejada para ser deslocada, em relação à segunda área (120) da ampola (100).
19. Ampola, de acordo com uma das reivindicações 16 a 18, CARACTERIZADA PELO FATO que a primeira área (110) da ampola (100) está reunida com a segunda área (120) da ampola (100) por um elemento flexível (150) ou foles (151).
20. Ampola, de acordo com uma das reivindicações 16 a 19, CARACTERIZADA PELO FATO que a ampola (100) é projetada de tal forma que a segunda parte (120) da ampola (100) absorva forças elásticas em cima do acoplamento do suporte da ampola titular (3).
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