"ALIMENTO E CONDIMENTO CREMOSOS, COMPOSIÇÃO DECONDIMENTO À BASE DE ABÓBORA-MORANGA, E, PROCESSOPARA PRODUÇÃO DE UM CONDIMENTO À BASE DE HORTALIÇA".
Campo da invenção
A presente invenção refere-se a uma formulação alimentíciacremosa à base de vegetal e a um processo. De modo mais específico, elarefere-se a uma formulação de um alimento cremoso universal, tal como umcondimento, utilizando matéria vegetal, tal como, por exemplo, abóbora-moranga, como uma base.
Fundamentos
Em anos recentes, consumidor tende a mostrar preocupaçãosobre questões de saúde, tais como conteúdo de gordura etc., e umdecréscimo na preparação/consumo domésticos de refeições usandoalimentos de alto teor de gordura, tais como condimentos do tipo demaionese.
Alimentos cremosos comercialmente disponíveis, tais comopastas, condimentos, e semelhantes, são formulados com combinações deóleo, ovos, amidos, gomas, vinagre etc. para proporcionar a textura cremosa,aroma agradável e paladar. Bosco et al., Patentes US 4.273.790. e 4.273.795descrevem pastas de baixo teor de gordura que podem usar pequenasquantidades de abóbora-moranga como um ingrediente aromatizanteopcional. Entretanto, não é conhecida a existência de condimentoscomercialmente disponíveis, e especialmente estáveis durante armazenagem,formulados com matéria vegetal como o principal componente, que sejamresponsáveis pela textura do produto e pelo paladar. Por exemplo, não éconhecida a existência comercial de alimento cremoso usando, em especial,base de abóbora-moranga.
Portanto, há uma necessidade de alimentos cremososcomercialmente disponíveis usando matéria vegetal como uma base, quesejam tanto baixos em gordura quando elevados em vitaminas, todas partesimportantes em uma dieta saudável. Por exemplo, um condimento à base devegetal como uma alternativa à convencional maionese e a outras pastaselevadas em gordura seria bem aceito pelo consumidor ciente de sua saúde.
Além do mais, um alimento cremoso à base de vegetal que seja textural eorganolepticamente comparável às suas contrapartes convencionais seria bemvindo pelos consumidores.
De modo mais específico, há uma necessidade de umcondimento cremoso comercialmente disponível que utilize matéria vegetalcomo o principal componente, devido às qualidades nutricionalmente ricas ede baixa gordura.
Consequentemente, um objetivo da presente invenção éproporcionar um alimento cremoso universal usando matéria vegetal como oprincipal componente dador de características texturais e organolépticas aoalimento.
Outro objetivo da presente invenção é que o alimento cremososeja capaz de ser armazenado na forma fresca, refrigerada, congelada ouestável na prateleira.
Outro objetivo da presente invenção é proporcionar uma pastade condimento universal utilizando matéria vegetal, incluindo mas não selimitando a, abóbora-moranga, abóbora, zucchini, tomate, batata, e feijõescomo ingrediente principal.
Outro objetivo da presente invenção é proporcionar umproduto com funcionalidade semelhante a de um alimento cremoso, tal comoum condimento, mas com benefícios nutricionais não correntementedisponíveis.
Outro objetivo da presente invenção é proporcionar uma pastade condimento, que seja cremosa e espalhável.
Um outro objetivo da presente invenção é proporcionar umabase vegetal baixa em gordura e nutricionalmente rica para uma variedade deaplicações alimentícias.
Outros objetivos e características da presente invenção setornarão evidentes para uma pessoa experiente na arte relevante tendo porreferência o relatório descritivo.
No presente relatório descritivo e nas reivindicações, todas aspartes e percentagens são em peso, a não ser que seja especificado de outromodo.
Sumário da invenção
Estes e outros objetivos são alcançados de acordo compresente invenção, que proporciona um alimento cremoso à base de vegetal eum processo para sua produção. A matéria vegetal, que pode ser usada naforma natural, como purê, ou como pó, é utilizada como o principalcomponente dador de textura e paladar. Hortaliças tais como abóbora-moranga, abóbora, feijões, zucchini, tomate e batata podem ser utilizadas. Amatéria vegetal de preferência está presente nas quantidades de até 78% empeso. O alimento cremoso pode compreender adicionalmente óleo eestabilizantes e é apropriado para armazenagem na forma refrigerada,congelada, e estável na prateleira. Condimentos, pastas, molhos, temperos,sopas e realçadores de sopa são incluídos dentre os alimentos cremososcontemplados pela presente invenção.
De preferência, o alimento cremoso é um condimento cremosouniversal à base de abóbora-moranga, que em seus aspectos mais amploscompreende abóbora-moranga, óleos, e estabilizantes. A composição podeincluir adicionalmente um ou mais hortaliças tais como abóbora-moranga,pepino, zucchini, pimenta/pimentão, tomate, batata, feijões, cebolas e alface.
O processo para produção de um condimento à base deabóbora-moranga compreende combinação de matéria vegetal, gorduras eestabilizantes usando meios para permitir que a água seja liberada dashortaliças de modo a uniformemente hidratá-las e componentes adicionais. Oprocesso pode ser realizado em um caldeirão, moinho coloidal, prensa, ouhomogeneizador e é de preferência realizado em um caldeirão comrecirculação contínua.
Descrição detalhada da invenção
O alimento cremoso à base de hortaliça da presente invenção éum produto, preparado pelo processo da presente invenção, que é feito deingredientes principais que são nutricionais e de baixa gordura ou semgordura. Alimentos cremosos da presente invenção incluem, mas não selimitam a, uma ampla variedade de condimentos, pastas, molhos, temperos,realçadores de sabor, escabeches, coberturas vegetais, patês, recheios paraartigos assados, bebidas, sopas, realçadores de sopa e bases ou ingredientespara uma ampla variedade de outros alimentos. Além do mais, a invençãopermite a produção de uma ampla variedade de novas pastas e de outrosprodutos alimentícios cremosos, que não são simulações de produtosconhecidos. Os alimentos cremosos da presente invenção são intencionadospara serem tomados comercialmente disponíveis, e deste modocomercialmente processados. De maneira surpreendente, tem sido verificadoque um condimento contendo matéria vegetal proporciona uma alternativamais saudável sem comprometer a funcionalidade. Matéria vegetal, comoaqui usada, é intencionada para englobar matéria vegetal incluindo, mas nãose limitando a, abóbora-moranga, abóbora, pepino, zucchini,pimenta/pimentão, tomate, batata, cebolas, alface, e feijões, incluindo todasas variedades destas hortaliças.
Avarias hortaliças eram avaliadas para sua textura macia,paladar cremoso, capacidade de ser aromatizada, e contribuições nutricionais.Foi verificado que hortaliças incluindo abóbora-moranga, abóboras de todosos tipos, incluindo abóbora de inverno e abóbora de noz-manteiga, pepinos,zucchini, feijões, batatas brancas e batatas doces, bem como tomates, sãoaceitáveis para uso como uma base para alimentos cremosos e apropriadaspara conferir sua textura ao alimento. Estes hortaliças podem ser usadasindividualmente ou em combinação com outras hortaliças. A matéria vegetalpode ser utilizada na forma fresca, purificada, ou desidratada. O uso damatéria vegetal como o ingrediente principal em combinação com um baixoconteúdo de óleo e de amido proporciona uma singular textura cremosa epaladar prazeroso ao mesmo tempo proporcionando nutrição positiva.
A gordura estará de preferência presente em quantidadesdentro da faixa de cerca de 0 a 40 por cento baseadas no peso do produtofinal, tal como uma pasta, e mais preferivelmente em uma quantidade de 10 a20 por cento em peso de pasta. O termo "gordura" como aqui usado éintencionado para incluir todos os triglicerídeos de ácido graxo, edíveisindependentemente da origem ou de serem sólidos ou líquidos natemperatura ambiente. Típicos óleos vegetais, que são incluídos, são osusuais óleos vegetais tais como óleo de feijão-soja, óleo de milho, óleo decaroço de algodão, óleo de amendoim, óleo de açafrão, óleo de girassol, óleode palma e óleo de semente de colza. As gorduras preferidas para uso nainvenção compreenderão óleo de feijão-soja, azeite de oliva, óleo de milho, emanteiga. Gorduras mais preferidas são óleo de feijão-soja e azeite de oliva.
Os óleos proporcionam lubricidade à composição e mantêm baixo o conteúdototal de umidade, o que ajuda a controlar ou balancear os efeitos de ácido ede sal sobre a microestabilidade.
O uso de estabilizantes é essencial para proporcionar a texturanecessária. Estes podem ser qualquer um daqueles conhecidos na arte paraeste propósito e serão de preferência amidos, gomas, polissorbato 60 (umemulsificador), e semelhantes e suas misturas. Amido de arroz é o amidopreferido, que atua como um agente aglutinante e espessante. Exemplos degomas que podem ser empregadas são goma xantana e carragena, que servemcomo espessantes. O estabilizante pode ser empregado em qualquerquantidade efetiva sob as condições do processamento e com os específicosingredientes. Tem sido verificado, entretanto, que níveis de cerca de 0 a 5 porcento de amido, preferivelmente de 1 a 3% de amido, e de 0 a 0,5 por centode gomas, preferivelmente de até 0,3% de gomas, baseado no peso dacomposição total, são particularmente efetivos. Em adição à sua função deestabilização de emulsão, estes materiais também apresentam efeito deaumento de viscosidade sobre a composição. De modo típico, as gomas serãodissolvidas ou dispersas no óleo e na fase aquosa para evitar aglomeração.
Os produtos preferidos da invenção serão adequadamentecorados e aromatizados com aqueles materiais conhecidos na arte para estespropósitos. Um exemplo de um agente de coloração ou agente opacificante édióxido de titânio (TiO2), mas outros agentes de coloração também podemser empregados. Compostos de coloração tais como beta-carotenoencontram-se naturalmente presentes na abóbora-moranga. De modo típico,os compostos de coloração serão dissolvidos ou dispersos no óleo ou na faseaquosa para facilitar a misturação. De outro modo, o dióxido de titânioformará aglomerados. Representantes de agentes aromatizantes e/oumtensificadores de aroma serão cloreto de sódio, especiarias, ervas, e aromassintéticos e naturais, bem como a própria matéria vegetal.
Em adição, os produtos da invenção são de preferênciaestáveis contra deterioração oxidativa e microbiológica. Para controlar ocrescimento de bactérias e de fungos, os produtos contêm um ou maispreservativos ou inibidores de fungos tais como benzoato de sódio, sorbatode potássio, e outros materiais semelhantes. EDTA é um agente antioxidantee quelante, que se liga em metais de modo que eles não promovam oxidação.O pH da fase aquosa é preferivelmente mantido em um valor menor do que 4,e com maior preferência dentro da faixa de 3 a 3,5, para proporcionarcontrole microbiano efetivo e bom aroma com os menores níveis possíveis depreservativos. Ácido cítrico e vinagre podem ser adicionados na formulaçãotanto por seus efeitos preservativos (abaixamento de pH) quanto por suascaracterísticas aromáticas.
Também podem ser adicionadas quaisquer vitaminas eminerais desejados os quais estão normalmente associados com a matériavegetal, tais como vitaminas A, C, D, E, e ferro.
De modo surpreendente, abóbora-moranga foi identificadacomo uma hortaliça superior e preferida devido à sua textura não-arenosa,polposa, de aroma relativamente suave, e nutrição positiva. O aroma suavedas misturas de abóbora-moranga com muitos outros ingredientes ricos emaroma, produz variados aromas, que são tão versáteis quanto os condimentoscorrentes ou outros alimentos cremosos. Abóbora-moranga é elevada emvitamina A e como substituta de gordura ou de óleos rende um alimentocremoso que é relativamente baixo em gordura. Abóbora-moranga emqualquer forma, tal como abóbora-moranga fresca, abóbora-moranga empurê, ou abóbora-moranga seca é adequada para uso de acordo com presenteinvenção. Purê de abóbora-moranga está relativamente disponível na formapurificada, enlatada. Com até 78% de abóbora-moranga, em combinação comamido, preferivelmente 1-2%, e óleo, preferivelmente 1-15%, a textura deuma base de abóbora-moranga para alimentos cremosos torna-se leve eespalhável com um paladar suave. Não é crido que o aumento da quantidadede abóbora-moranga para mais do que 78% seja vantajoso porque o aroma daabóbora-moranga se torna muito forte e a cor da abóbora-moranga fica maisdifícil de mascarar com corantes tais como TiO2.
O alimento cremoso à base de hortaliça da presente invençãopode ser preparado para ser adequadamente armazenado na formarefrigerada, congelada, ou estável na prateleira.
A seguir são considerações para a preparação do alimentocremoso à base de hortaliça da presente invenção. O objetivo é misturar todosos ingredientes para obtenção de um produto uniforme de textura aceitável.Trabalhando para esta finalidade, ocorrem certos desafios. Dispersabilidade éum fator. Se todos os ingredientes forem simplesmente misturados juntos, oproduto parecerá com uma pasta.
A seguir são soluções que têm sido descobertas de modoinesperado.
- Liberar água das hortaliças - importante para obtenção detextura adequada. Isto é realizado pela recirculação da composição dentro deum caldeirão para liberar o máximo de água possível de hortaliças frescas ouna forma de purê (decréscimo da quantidade de água ligada). O melhor modocontemplado pelos inventores para obter liberação de água é por meio do usode um misturador de elevado cisalhamento com recirculação contínua, devidoà sua simplicidade. Moinho coloidal, prensa, homogeneizador, e meiossemelhantes também podem ser usados para liberar a água das hortaliças.
- Adicionar hortaliças e líquidos dentre os primeiroscomponentes na mistura.
- Como uma alternativa, usar hortaliças secas com adição deágua, para evitar liberação de água. Por exemplo, foi verificado que abóbora-moranga desidratada, disponível na Pierre Cagne, produz resultadoscomparáveis ao uso de abóbora-moranga purificada quando reidratada para omesmo conteúdo total de água.
- Ordem de adição pode ser crítica. Matéria vegetal pode sertoda misturada junta. .Metade do óleo é adicionado a meio caminho doprocesso para perder a massa e proporcionar um pouco de lubricidade. Oleosempre é adicionado lentamente com o propósito de promover a formação deuma emulsão estável e misturação uniforme. Certos ingredientes secos devemser adicionados antes de outros ingredientes secos. Especiarias e outrosingredientes secos devem ser misturados a seco com amido para evitaraglomerações. Amido seco deve ser adicionado antes do açúcar.
- Gomas precisam ser hidratadas em separado.- Dióxido de titânio é melhor adicionado quando dispersadoem óleo.
- Vinagre e sal devem ser adicionados após total hidrataçãodos amidos e das gomas.
- Em muitos métodos, tem que haver cuidado para minimizarincorporação de ar para melhor controlar textura e densidade. Entretanto,como uma variação, os produtos da presente invenção podem ser aeradospara proporcionar maciez e lisura em toda a textura. Isto pode ser conseguidoborrifando o produto com nitrogênio, por exemplo.
Os seguintes são exemplos que não devem ser entendidoscomo meios de limitação da invenção.
Exemplo 1 - Produtos de condimento à base de hortaliça:
Neste exemplo, hortaliças tais como abóbora-moranga,pimentão verde, pimentão doce, e pasta de tomate são usadas devido à suafuncionalidade de fornecimento de aroma e de sólidos a uma formulação decondimento com o propósito de conferir-lhe as desejadas qualidades texturaise organolépticas. Suco de alface proporciona umidade, aroma, vitaminas C eA e qualifica como matéria vegetal para propósitos da presente invenção.
As seguintes formulações de condimento à base de matériavegetal foram preparadas para serem testadas por um painel deconsumidores.<table>table see original document page 11</column></row><table>Procedimento geral para preparação de pastas
1. Todas as hortaliças cortadas em tablete ou na forma de purêe líquidos foram adicionados em um caldeirão de misturação.
2. Durante misturação, os preservativos foram adicionadoslentamente e foi permitida sua dissolução.
3. Amido, especiarias, e aromatizantes foram adicionadoslentamente e sob misturação. Estes ingredientes secos foram permitidos sehidratarem completamente.
4. Açúcar e xarope de milho foram adicionados.
5. Um terço do óleo foi combinado com gomas, emulsificadore TiO2. A mistura de óleo foi aquecida a 49°C, agitada e adicionadalentamente no caldeirão de misturação.
6. O restante do óleo foi adicionado e foi permitida suaemulsificação por cerca de 3 minutos.
7. Vinagre foi adicionado e a misturação foi continuada porcerca de 1 minuto.
8. Sal foi adicionado e a misturação foi continuada por cercade 1 minuto.
9. O produto resultante foi preparado para uso ou paraarmazenagem por refrigeração ou outro meio apropriado.
Formulação A, condimento Southwest Fiesta, e FormulaçãoB, condimento Garden Blend, foram testadas pelos consumidores. Osresultados dos testes de consumidor foram comparados com umaMarketFacts Food Norm. Esta Food Norm foi estabelecida tendo por baseum teste de uso doméstico de 42 diferentes produtos alimentícios de 3distintas companhias. A análise mostrou que estes produtos sãosignificativamente superiores às Food Norms. Quando estas formulações àbase de hortaliça e abóbora-moranga foram testadas para textura ouespessura, consumidores as consideraram 56bem adequadas" para umcondimento. Paladar e aparência foram avaliados como "muito bons", osprodutos agradaram "bastante", e todos os produtos foram verificados comosendo "excepcionais" ou "muito excepcionais".
Exemplo 2 - Escabeche:
Este exemplo demonstra o uso vantajoso das formulações dapresente invenção como escabeches.
Procedimento
Formulação B do exemplo 1, Garden Blend, foi misturada emiguais partes com vinagre. Pedaços de galinha foram adicionados noescabeche dentro de um recipiente de vidro e permitidos marinar durante anoite. Após cozimento, foi observada penetração de bom aroma dentro dacarne. O escabeche aderiu nos pedaços de galinha durante assadura e nãoficou marrom.
Exemplo 3 - Processo para produção de um condimento Garden Blend:
Uma batelada de 90,7 quilogramas de um condimento GardenBlend foi preparada de acordo com a formulação do exemplo IBeo processoe suas variações 3a-3d deste exemplo.2a:
Um caldeirão com um propulsor marinho de 35,56centímetros foi utilizado. A bomba empregada para recirculação foi umaWaukeshaw Model DO 30 ligada na máxima velocidade.
Purê de pimentão vermelho e xarope de milho foramcarregados no caldeirão. Recirculação foi iniciada a baixa velocidade.
Metade da água da fórmula foi adicionada, seguida pela pastade tomate e pelo purê de abóbora-moranga. A velocidade do propulsor foiaumentada para média, aproximadamente na metade da velocidade máxima.
Suco de limão, EDTA, e benzoato de sódio foram carregadosno caldeirão. Amido de arroz foi adicionado. E importante hidratar o amidode arroz com a água da fórmula e a água livre que é liberada das hortaliças. Avelocidade do propulsor foi aumentada para máxima. À medida que acomposição é misturada, água é liberada da matéria vegetal e é usada parahidratar os outros ingredientes.
Cebola em pó é adicionada, seguida pela metade restante deágua. Água é adicionada em duas etapas porque, inicialmente, é importantehaver suficiente líquido para escoamento, mantendo ao mesmo tempo massasuficientemente densa para remover líquido da matéria vegetal porcompressão. É crítico que a metade restante da água não seja adicionadaantes desta etapa, embora não seja crítica a quantidade de água que éadicionada com o propósito de dar à mistura consistência aceitável.
TiO2 é disperso na metade do óleo da fórmula e adicionado nocaldeirão, seguido pela adição da metade restante de óleo.
Açúcar é criticamente adicionado após total gelatinização ouhidratação do amido.
Tipicamente, as gomas serão dissolvidas ou dispersar no óleoou na fase aquosa antes da adição do restante da mistura com o objetivo deevitar aglomeração.
Vinagre é adicionado.
Sal é adicionado no final a fim de evitar interferência nahidratação das gomas.
Após adição de todos os ingredientes, a composição émisturada e recirculada por 6 a 15 minutos ou até que todos os ingredientesestejam uniformemente dispersos. De preferência, este processamentodemora 10 minutos se nenhum moinho coloidal for utilizado no processo, ou6 a 7 minutos se um moinho coloidal for empregado.
O produto preparado de acordo com este exemplo foiverificado como sendo aceitável quando testado pelos consumidores.3b:
Como uma variação deste experimento, após a adição dovinagre e do sal, a composição foi transferida para um moinho coloidal. Adistância, ou o espaço entre o rotor e o estator, e a quantidade produzidapodem ser variadas. Quando maior a distância, menor o cisalhamentoefetuado. Nesta variação do exemplo 3, a distância foi de 0,1016 milímetro eo material foi alimentado a 2,5 quilogramas por minuto. Processamento emmoinho coloidal pode ser mais preferido para a preparação de bebidas usandomatéria vegetal como uma base, visto que o material tende a ser maisprocessado e amolecido com o uso de um moinho coloidal.
3c:
Outra possibilidade para conferir uma textura desejável ao
produto seria borrifá-lo com nitrogênio. Esta etapa resulta em uma texturafofa.
3d:
Como outras alternativas, um moinho coloidal, uma prensa,um homogeneizador ou semelhantes poderiam ser usados para expelir águada pasta vegetal.
Deve ser entendido que várias modificações dentro do escopodesta invenção podem ser realizadas por uma pessoa comumente experientena arte sem se desvio de seu espírito. Portanto desejamos que nossa invençãoseja definida pelo escopo das reivindicações apensas tão amplamente quantoo permitido pela arte anterior, e em vista deste relatório descritivo senecessário for.