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BR0012061B1 - processo e aparelho para a pirólise e gaseificação de substáncias orgánicas ou misturas de substáncias orgánicas. - Google Patents

processo e aparelho para a pirólise e gaseificação de substáncias orgánicas ou misturas de substáncias orgánicas. Download PDF

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BR0012061B1
BR0012061B1 BRPI0012061-8A BR0012061A BR0012061B1 BR 0012061 B1 BR0012061 B1 BR 0012061B1 BR 0012061 A BR0012061 A BR 0012061A BR 0012061 B1 BR0012061 B1 BR 0012061B1
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bed
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Wolfgang Krumm
Guenter Funk
Stefan Hamel
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Publication date
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSO E APARELHO PARA A PIRÓLISE E GASEIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS ORGÂNICAS OU MISTURAS DE SUBSTÂNCIAS ORGÂNICAS".
A invenção refere-se a um processo para a pirólise e gaseifica- ção de substâncias orgânicas ou misturas de substâncias orgânicas e a um aparelho para a realização de tal processo.
É conhecida uma série de processos para o tratamento e utiliza- ção de substâncias orgânicas e misturas de substâncias orgânicas por, por exemplo, gaseificação e pirólise. Os processos diferem de acordo com o gás de oxidação ou de redução utilizado de acordo com o tipo de contato entre o sólido e o gás. Em processos suportados por sólido ou suportados por gás, é feita distinção, entre outros, entre um gaseificador de leito fluidizado circu- lante, um gaseificador de leito arrastado, um gaseificador de forno rotativo, um gaseificador de leito móvel com suporte por gás em contracorrente, su- porte por gás co-corrente ou suporte por gás em fluxo cruzado. A maioria dos processos conhecidos de gaseificação não é adequada para sistemas menores, descentralizados, devido à elevada solicitação do aparelho. Siste- mas menores descentralizados são recomendados em particular quando da utilização de biomassa como material a ser tratado.
O comportamento operacional dos processos de gaseificação de acordo com o princípio do leito fluidizado circulante é altamente dependente dos respectivos tamanhos de partículas mantidas no leito fluidizado, consis- tindo no material utilizado a ser gaseificado e do material inerte circulante. Disto resultam demandas correspondentes do tamanho unitário do material a ser tratado. Demandas extremamente mais elevadas na preparação do combustível resultam no caso de gaseificação em leito arrastado que per- mite somente a utilização de partículas de combustível pulverizado.
Substanciais desvantagens adicionais dos processos de gaseifi- cação conhecidos residem no fato dos estágios de processo de secagem, desgaseificação, gaseificação e incineração do material em tratamento se processam em zonas que ficam situadas diretamente próximas umas das outras e que imergem umas nas outras. Como resultado, as zonas individu- ais dentro do reator ficam indefinidas e a desgaseificação, gaseificação e incineração podem se processar incompletamente em certos pontos. Em pro- cessos conhecidos adicionais, é feita uma tentativa de eliminar essas desvan- tagens pela separação dos estágios individuais de processo de desgaseifica- ção, gaseificação e incineração que ocorrem nos estágios de processo.
Na DE 197 20 331 A1, é proposto um processo e aparelho para a gaseificação e incineração de biomassa ou refugo seco ou úmido, em partícu- las finas ou em fragmentos em que, devido às paredes quentes de um incine- rador e devido à entrada de gás residual quente do incinerador para dentro do forno de desgaseificação, materiais biológicos brutos desgaseificam no mesmo, com a produção de coque e gás de pirólise, com o coque chegando ao leito incandescente do reator de gaseificação após passagem pelo retalhador, en- quanto que o gás de pirólise queima na câmara de incineração do reator de gaseificação sob condições de suprimento limitado da quantidade de ar, sendo que o gás residual subseqüentemente produzido flui através do leito incandes- cente do reator de gaseificação no qual ocorre uma oxidação do carbono a CO com simultânea redução de gás residual (CO2) e vapor (H2O) a um gás com- bustível pobre (CO, H2). Devido ao fato da pirólise ser realizada devido ao aquecimento em função do contato com gases residuais quentes e que adicio- nalmente ocorre uma incineração parcial do gás de pirólise, somente pode ser produzido um gás com baixo poder calorífico segundo o processo proposto na DE 197 20 331. Quando da utilização de combustíveis com um teor mais ele- vado de componentes voláteis e um baixo rendimento de coque de pirólise, existe o risco da formação insuficiente do leito incandescente do reator de ga- seificação, consistindo em coque de pirólise, pelo que a oxidação do carbono a CO com simultânea redução do gás residual e vapor a um gás combustível po- bre ocorre em grau insuficiente às custas do poder calorífico do gás produto.
Adicionalmente é conhecido um processo da US 4.568.362 para a gaseificação de substâncias orgânicas e de misturas de substâncias orgâ- nicas em que as substâncias orgânicas são conduzidas a um reator de piró- lise em que as substâncias orgânicas entram em contato com um meio de transferência de calor, por meio do qual ocorre uma pirólise rápida que transforma as substâncias orgânicas em produtos de pirólise, que consiste em gases de pirólise contendo substâncias condensáveis e um resíduo car- bonáceo sólido, sendo a energia de aquecimento necessária para a pirólise produzida pela incineração do resíduo carbonáceo sólido em um reator de combustão, e em uma segunda zona de reação do reator de pirólise, em que os gases de pirólise contendo alcatrão são submetidas a reações de cra- queamento e reações com vapor tais de modo a ser obtido um produto ga- soso com elevado poder calorífico. Nesses processos, tanto a pirólise como a incineração do resíduo carbonáceo sólido se realiza em um leito fluidizado.
É proporcionada uma zona de reação para os gases de pirólise contendo alcatrão na parte superior do leito fluidizado de pirólise. A operação dos lei- tos fluidizados requer elevada energia e a reação dos gases de pirólise na zona de reação mal é possível.
O pedido de patente alemão 197 77 693.0 de prioridade mais antiga e não pré-publicada, sobre a qual foi concedida a patente alemã DE 197 55 693 C1, descreve um processo para a gaseificação de substâncias orgânicas e de misturas de substâncias orgânicas,
Constitui um objetivo fundamental da invenção proporcionar um processo simples de ser executado para a pirólise e gaseificação de sub- stâncias orgânicas e de misturas de substâncias orgânicas e um aparelho para gerar gás com elevado poder calorífico.
Esses objetos são solucionados pelas características das reivin- dicações 1 e 11. Concretizações e desenvolvimentos adicionais vantajosos da invenção resultam da utilização das características apresentadas nas rei- vindicações dependentes.
Em um processo para a pirólise e gaseificação de substâncias orgânicas e de misturas de substâncias orgânicas, este objeto é solucionado de acordo com a invenção pelo fato da pirólise ser realizada em um reator de leito fluidizado ou em um reator rotativo, pelo fato de um agente de gasei- ficação, por exemplo vapor e/ou oxigênio, ser opcionalmente adicionado aos gases de pirólise e pelo fato de serem conduzidos a uma zona de reação em que os gases de pirólise reagem com o agente de gaseificação. O resíduo carbonáceo sólido e, opcionalmente, uma parte do gás de pirólise são con- duzidos a um reator de leito fluidizado por si próprios ou juntamente com o material do leito fluidizado e aí incinerados. O material do leito fluidizado é aí aquecido. Os gases residuais de combustão e o material do leito fluidizado são postos em contato com a zona de reação de tal modo que seu conteúdo térmico pode ser utilizado para a reação dos gases de pirólise com o agente de gaseificação. Material do leito fluidizado retirado do reator de combustão em leito fluidizado e consistindo em cinza, coque não queimado e, opcional- mente, material refratário de leito fluidizado suprido adicionalmente, é retor- nado ao reator de pirólise como um meio de transferência de calor, sendo que a transferência de calor para o material a ser tratado para a realização da pirólise ocorre por contato com o material de reator de leito fluidizado e, opcionalmente, adicionalmente através da parede quente do reator de com- bustão em reator de leito fluidizado.
O material de reator de leito fluidizado quente suprido ao reator de pirólise a partir do leito de combustão fluidizado efetua uma rápida seca- gem e pirólise do material em tratamento por meio de contato. Um forno de cuba é adequado como reator, em que a mistura do material em tratamento e o material de leito fluidizado migram do topo para a base através do forno de cuba. Com a finalidade de assegurar o transporte de sólidos através do forno de cuba, podem ser proporcionados equipamento fixo, espirais trans- portadoras ou agitadores de acordo com a técnica anterior. O reator de piró- lise também pode, por exemplo, ser projetado como reator rotativo, por meio do qual é alcançada uma boa misturação do material em tratamento com o material de leito fluidizado e, ao mesmo tempo, é conseguido o transporte dos sólidos. O vapor que escapou do material em tratamento durante a se- cagem e os gases de pirólise deixam o reator de pirólise e entram em uma zona de reação adicional. A mistura do resíduo carbonáceo de pirólise sólido remanescente e o material de leito fluidizado é transportada em conjunto para dentro do leito fluidizado de combustão, por meio de componentes con- vencionais tais como transportadores helicoidais ou rodas estrela podendo ser utilizado com tubo inclinado de transporte. Um transportador helicoidal é preferido para o aparelho da invenção.
Devido ao fato de pirólise ser realizada preferivelmente em um forno de cuba, pode ser omitido o fornecimento de um meio de fluidização necessário para um leito fluidizado de pirólise. Desse modo, existe a possibi- lidade da pirólise ser realizada completamente sem suprimento de gás ou, diferentemente de um leito fluidizado de pirólise ao qual deve ser suprida uma quantidade mínima de gás para fluidização, adicionar quaisquer quanti- dades baixas, por exemplo do gás produto ou de um agente de gaseificação tal como vapor, oxigênio ou ar. Por esse meio, existe a possibilidade de adi- cionar gás ou um agente de gaseificação ao reator de pirólise como uma adaptação técnica ao processo para o respectivo material em tratamento. No processo da invenção, a pirólise é realizada preferentemente no reator de pirólise na ausência de ar e de gás. Outra vantagem de realizar a pirólise em um estágio separado de processo consiste no efeito de esmagamento que ocorre durante a pirólise, permitindo a utilização de material fragmentado mais grosseiro do que o normalmente utilizado em reatores de leito fluidiza- do, devido à queima incompleta e desgaseificação. Alternativamente, existe a possibilidade de interpor um aparelho de esmagamento tal como um britador de rolos antes do aparelho de alimentação para o resíduo carbonáceo sólido de pirólise e o material de leito fluidizado para dentro do leito de combustão fluidi- zado, pelo qual podem ser adicionalmente reduzidas as demandas dos tama- nhos de partículas do material a ser tratado. A energia a ser utilizada para o esmagamento do coque de pirólise é aqui substancialmente inferior ao neces- sário para o esmagamento de, por exemplo, biomassa tal como madeira.
O resíduo sólido carbonáceo de pirólise é incinerado com ar no leito fluidizado, transformando-se por si em material de leito fluidizado como cinza e, devido à liberação de energia, aquece adicionalmente ou reaquece o material de leito fluidizado já presente. O leito fluidizado de combustão pode ser projetado e operado de acordo com o nível de conhecimento da tecnologia de leito fluidizado. Uma adição escalonada de ar pode ser vanta- josa em relação às emissões do leito fluidizado de combustão. O reator de combustão é projetado como um leito fluidizado estacionário, isto é, a quan- tidade de gás do meio fluidizado tem que ser suficiente, por um lado, para exceder a taxa mínima de fluidização do sólido e não deve, por outro lado, exceder a velocidade para fins de rendimento. A partir de uma altura de leito fluidizado de aproximadamente 2,5 a 3 m, torna-se necessário equipamento fixo para evitar a formação de um leito fluidizado pulsante e as pulsações de pressão que o acompanha. O material de leito fluidizado aquecido pelo pro- cedimento de combustão é finalmente novamente suprido ao reator de piróli- se. O material de leito fluidizado consiste em cinza que resta da incineração do resíduo carbonáceo sólido. No caso de ocorrer uma combustão incom- pleta do coque de pirólise dentro do leito fluidizado de combustão, o material de leito fluidizado, que é conduzido no circuito como o meio de transferência de calor, consiste na cinza do material em tratamento e de resíduo carboná- ceo de pirólise. Conquanto os resíduos carbonáceos sólidos das substâncias orgânicas e de misturas de substâncias orgânicas, via de regra, se transfor- mam rapidamente no leito fluidizado de combustão e em parte têm somente baixas proporções de material que não pode ser gaseificado ou incinerado, é opcionalmente necessário adicionar material adicional com a finalidade de formar um leito fluidizado. Não há necessidade de adicionar material adicio- nal se os materiais a tratar possuem grandes quantidades de material que não pode ser gaseificado ou incinerado, que são adequados para formação de um leito fluidizado. Todos os materiais refratários tais como areia com um diâmetro de grão inferior a 1,5 mm são adequados como material a ser adicionado que serve para formar um leito fluidizado. A remoção do material de leito fluidizado quente e o transporte do mesmo no reator de pirólise é efetuado preferivel- mente por meio de um ou mais transbordamentos que são proporcionados na parede do reator ou que se projetam através do reator para dentro do leito fluidizado. O processo possui a vantagem de, adicionalmente à transferência do material quente de leito fluidizado para dentro do reator de pirólise, poder a altu- ra do leito de combustão fluidizado ser estabelecido de uma maneira simples. A remoção do material de leito fluidizado também pode ser realizada por meio de outros transportadores conhecidos tais como um transportador helicoidal; en- tretanto, a solicitação técnica do processo é maior. A invenção é baseada sobre a idéia básica de estruturar o pro- cesso em estágios de processo que são simples de serem executados. Os es- tágios individuais de processo são seus interativos e podem conseqüentemente ser projetados levando em consideração as propriedades especiais do material a ser tratado e com relação à qualidade de gás produto a ser obtido.
Vantagens adicionais da invenção são mostradas pelos dese- nhos descritos a seguir em que são apresentadas concretizações preferidas da invenção para fins de exemplificação. Os desenhos mostram:
Fig. 1as vazões mássicas e vazões de energia do estágio de pirólise, da zona de reação e do leito de combustão fluidizado do processo de acordo com a invenção;
Fig.2uma concretização do processo de acordo com a invenção em uma representação esquemática; e
Fig. 3uma concretização do aparelho de acordo com a invenção em uma representação esquemática.
Pode ser observado pela Fig. 1 que o material a tratar 10 e o material de leito fluidizado 35 são supridos como meio de transferência de calor ao estágio de pirólise 1. O fluxo de calor transportado com o material de leito fluidizado 35 resulta da temperatura do leito de combustão fluidiza- do, da condição e da vazão mássica do material de leito fluidizado 35 e da vazão do material a tratar 10 e da desejada temperatura de pirólise. Além do mais, um agente de gaseificação 11 é suprido e uma vazão de calor 34 é transferida do leito de combustão fluidizado 3. Do estágio de pirólise 1 sai o gás de pirólise 13 que é conduzido à zona de reação 2, gás de pirólise 15 que é conduzido para dentro do reator de combustão (para o leito de com- bustão fluidizado 3), uma mistura de material de leito fluidizado e resíduo carbonáceo sólido de pirólise 14 e uma vazão de perda de calor 12.
A mistura de material de leito fluidizado e de resíduo carbonáceo sólido de pirólise 14 é conduzida para dentro do leito de combustão fluidiza- do 3 juntamente com o gás de pirólise 15 e ar 31. O material de leito fluidi- zado 35, aquecido pela incineração, é conduzido de volta para dentro do reator de pirólise 1. O gás residual também quente 37 sai do leito de com- bustão fluidizado 3. Uma parte do calor 36 contido no gás residual é transferida para a zona de reação 2. Além disso saem do reator de combustão 3 uma per- da de calor 33 e material de leito fluidizado 32 que tem que ser removido com a finalidade de regular o inventário geral de sólido em operação estacionária.
O gás de pirólise 13 suprido à zona de reação 2 é transformado juntamente com o agente de gaseificação 21 no gás produto 23 com auxílio do calor suprido 36 na presença de um catalisador. O gás produto 23 e a vazão de perda de calor 22 finalmente saem da zona de reação 2.
Concretização
No exemplo que se segue, são descritos os projetos preferidos do processo da invenção e do aparelho da invenção. O processo preferido de acordo com a Fig. 2 e o aparelho preferido de acordo com a Fig. 3 ser- vem para a pirólise e gaseificação de 900 kg de madeira por hora. A madeira utilizada como um exemplo consiste substancialmente em 52,3 por cento em peso de carbono, 5,9 por cento em peso de hidrogênio e 41,8 por cento em peso de oxigênio, em cada caso em relação à substância combustível isenta de água e cinza, e tem adicionalmente uma parte de cinza de 0,51 por cento em peso em relação à matéria-prima a ser tratada. O poder calorífico da madeira alcança Hu = 17,2 MJ/kg com relação ao estado isento de água, o poder calorífico de gaseificação alcança então 3,92 PM.
Na concretização preferida descrita na Figura 2, do processo para a gaseificação de madeira, a madeira 10 é submetida a britagem e/ou secagem em um estágio de preparação 4, dependendo da condição do material a ser tratado, antes do mesmo ser passado no estágio de pirólise 1. A madeira tem um teor de água de 8,9 por cento em peso após o estágio de preparação 4.
A pirólise é realizada a uma temperatura de 580°C. O material de leito fluidizado 35, introduzido no reator de pirólise 1, tem uma temperatu- ra de 900°C de modo que a quantidade de material de leito fluidizado de 4,1 vezes, isto é, 3,7 t/h, tem que ser suprido e estar em circulação com a finali- dade de aquecer o material a ser tratado até a temperatura de pirólise de 580 °C. Quando da pirólise da madeira, restam finalmente 20,3 por cento em peso (em relação ao combustível, bruto) como resíduo sólido de pirólise que tem um poder calorífico de Hu = 30 MJ/kg. Os produtos remanescentes da secagem e da pirólise deixam o reator de pirólise 1 como gás 13 e entram na zona de reação 2. A mistura de resíduo sólido de pirólise e material de leito fluidizado 14 é suprido ao leito de combustão fluidizado 3 e queimado com ar 31. A vazão de entalpia suprida ao leito de combustão fluidizado com o resí- duo sólido de pirólise da madeira atinge 1,52 PM. No presente exemplo, um excesso de potência acoplado ao gás de exaustão 37 permanece no materi- al de combustão em leito fluidizado 3 após remoção da perda de calor 33, do material de leito fluidizado removido 32, do material de leito fluidizado 35 e da quantidade de energia 36 transferida para a zona de reação 2. Por essa razão, é gerada uma vazão de vapor superaquecido com uma vazão de água 70 sujeita a tratamento 7 enquanto é levada em consideração a efici- ência de queima no membro de transmissão de calor 8. Se a vazão de vapor 21, que é suprida à zona de reação 2, é tirada da vazão de vapor supera- quecido gerado em 8, resta uma vazão de vapor superaquecido 71 com uma potência de 0,45 PM que é dissipada através de uma turbina 9.
Sob o suprimento do agente de gaseificação do vapor 21, os gases de pirólise 13 são levados para dentro da zona de reação 2 consistin- do em um membro de transmissão de calor que é provido de um catalisador para melhorar o craqueamento do alcatrão. A energia necessária à reação do gás de pirólise 13 com o vapor 21 é emitida do elemento de transferência de calor 2 via vazão do gás de exaustão quente 36 do leito de combustão fluidizado 3, com a reação ocorrendo a 850 °C a 900 °C, dependendo do gerenciamento da operação do leito de combustão fluidizado 3. Também pode ser misturado ar ou oxigênio ao agente de gaseificação do vapor 21 para um aumento adicional de temperatura através de uma incineração par- cial do gás de pirólise. O gás produto 23 obtido possui um poder calorífico de 9,87 MJ/m3(VN) e é constituído dos seguintes componentes: 48,7 por cento por volume de H2; 36,1 por cento por volume de CO, 0,1 por cento por volu- me de CH4; 6,1 por cento por volume de CO2; 9 por cento por volume de H2O. O gás produto 23 é subseqüentemente submetido a uma separação de poeira e resfriado em um estágio de preparação 5. A eficiência do gás frio, isto é, a energia química do material tratado com relação ao conteúdo em energia química do gás produto atinge a 80,8 %.
A Figura 3 mostra uma concretização preferida do aparelho da invenção para pirólise e desgaseificação como um croqui esquemático. A madeira 10 é adicionada ao reator de pirólise 1 através de um aparelho de alimentação impermeável a gás, uma roda estrela no caso do exemplo aqui ilustrado. A secagem e a pirólise do material em tratamento ocorre pelo contato com o material quente de leito fluidizado 35 suprido por um trans- bordamento do leito de combustão fluidizado 3. O gás de pirólise produzido 13 é conduzido à zona de reação 2 ao mesmo tempo adicionando vapor 21, a dita zona de reação sendo aqui projetada, por via de exemplo, como um membro tubular de transferência de calor. Após transformação do gás de pirólise 13 pelo vapor 21, o gás produto 23 é resfriado e limpado no estágio de preparação 5. Para evitar a indesejada troca de gases entre o reator de pirólise 1 e o leito de combustão fluidizado 3, o soprador da linha de gás produto 50 e o soprador da linha de gás de exaustão 60 devem estar casa- dos entre si. Devido ao fato do transbordamento do leito de combustão flui- dizado 3 para o reator de pirólise 1 ser projetado de tal modo que o mesmo é constantemente enchido com material de leito fluidizado 35, então, em com- binação com os ditos sopradores, é evitada a troca de gases entre ambos os reatores de uma maneira simples. Preferivelmente um transportador helicoi- dal é proporcionado para transportar a mistura de resíduo sólido de pirólise e material circulante de leito fluidizado 14 no leito de combustão fluidizado 3. O transportador helicoidal é projetado de modo que a perda de pressão através das passagens do transportador helicoidal preenchidos com material seja maior do que via leito fluidizado 3 de modo que o ar 31 suprido ao leito de combustão fluidizado 3 não escoe no bypass através do reator de pirólise 1. Uma vazão de vapor 71, que tem sua pressão reduzida via, por exemplo, uma turbina 9, é produzida a partir de uma vazão de água com a vazão do calor do gás de exaustão 37 via um membro de transferência de calor 8. Parte do vapor 71 pode ser utilizado como vapor 21 para a zona de reação 2.0 gás residual 60 é suprido a uma limpeza de gás de exaustão 6. Lista numérica das referências
1 reator de pirólise 10 material a ser tratado 11 agente de gaseificação 12 perda de calor 13 gás de pirólise 14 mistura de resíduo sólido de pirólise e material de leito fluidizado 15 gás de pirólise 2 zona de reação 21 agente de gaseificação 22 perda de calor 23 gás produto 3 queima 31 ar 32 material de leito fluidizado 33 perda de calor 34 vazão de calor 35 material de leito fluidizado 36 vazão de calor 37 gás de combustão residual 4 estágio de pré-tratamento 5 limpeza de gás 50 gás produto limpado 6 limpeza do gás de escape 60 gás residual 7 tratamento de água 70 água 71 vapor 8 membro de transferência de calor 9 turbina

Claims (5)

1. Aparelho para conduzir um processo para a pirólise e gaseifi- cação de substâncias orgânicas ou misturas de substâncias orgânicas, ca- racterizado pelo fato de que compreende um reator de pirólise (1), uma queima em leito fluidizado (3) para o resíduo de pirólise, uma zona de rea- ção (2) para os gases de pirólise (13), e uma circulação de material de leito fluidizado entre o leito de combustão fluidizado (3) e o reator de pirólise (1), em que um reator de cuba ou um reator rotativo, tendo uma comporta para o material a ser tratado e uma entrada para o material de leito fluidizado do leito de combustão fluidizado (3), está disposto próximo ao leito de combus- tão fluidizado; que o reator de cuba (1) possui um aparelho de transporte dentro do leito de combustão fluidizado na sua extremidade inferior; que o leito de combustão fluidizado (3) possui um transbordamento para a transfe- rência do material de leito fluidizado para dentro do reator de cuba (1); e que os gases residuais (37) do leito de combustão fluidizado (3) podem ser ali- mentados a um membro de transferência de calor (2) que é conectado a um reator de cuba (1) para os gases de pirólise (13).
2. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o material de leito fluidizado pode ser removido do leito de com- bustão fluidizado (3) pelo menos em um ponto ou em uma pluralidade de pontos e pode ser conduzido ao setor de pirólise.
3. Aparelho de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o material de leito fluidizado pode ser removido do leito de combustão fluidizado (3) pelo menos em um ponto ou em uma pluralidade de pontos por meio de um ou mais transbordamentos e pode ser guiado pa- ra dentro do reator de pirólise.
4. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que as substâncias refratárias podem ser adi- cionadas para formar um leito fluidizado.
5. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que os componentes do material a ser tratado que não podem ser queimados e que não podem ser gaseificados podem ser utilizados para formar um leito fluidizado.
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