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PT90566B - Torneira para embalagem asseptica - Google Patents

Torneira para embalagem asseptica Download PDF

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PT90566B
PT90566B PT90566A PT9056689A PT90566B PT 90566 B PT90566 B PT 90566B PT 90566 A PT90566 A PT 90566A PT 9056689 A PT9056689 A PT 9056689A PT 90566 B PT90566 B PT 90566B
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PT90566A
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PT90566A (pt
Inventor
Victor Krutten
Riku H Rautsola
Original Assignee
Fresenius Ag
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Publication date
Application filed by Fresenius Ag filed Critical Fresenius Ag
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Publication of PT90566B publication Critical patent/PT90566B/pt

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    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61JCONTAINERS SPECIALLY ADAPTED FOR MEDICAL OR PHARMACEUTICAL PURPOSES; DEVICES OR METHODS SPECIALLY ADAPTED FOR BRINGING PHARMACEUTICAL PRODUCTS INTO PARTICULAR PHYSICAL OR ADMINISTERING FORMS; DEVICES FOR ADMINISTERING FOOD OR MEDICINES ORALLY; BABY COMFORTERS; DEVICES FOR RECEIVING SPITTLE
    • A61J1/00Containers specially adapted for medical or pharmaceutical purposes
    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B67OPENING, CLOSING OR CLEANING BOTTLES, JARS OR SIMILAR CONTAINERS; LIQUID HANDLING
    • B67BAPPLYING CLOSURE MEMBERS TO BOTTLES JARS, OR SIMILAR CONTAINERS; OPENING CLOSED CONTAINERS
    • B67B7/00Hand- or power-operated devices for opening closed containers
    • B67B7/24Hole-piercing devices
    • B67B7/26Hole-piercing devices combined with spouts

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  • Veterinary Medicine (AREA)
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Description

DESCRIÇÃO
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
1. Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um sisteâia para a distribuição de tuna eolução a partir de uma embala-j gem asséptica e, em particular, a uma torneira para uma tal embalagem contendo soluções para aplicações médicas, tais como ailimentação parentérica, por exemplo por sonda nasal.
2. Descrição da técnica anterior i
Para os fins da presente memória descri ίtiva e para as reivindicações, o tenno embalagem asséptica de ve abranger a embalagem de vários liquidos no interior de uma embalagem de cartão, sendo esta do tipo que deve ser perfurada para ter acesso ao liquido acondicionado. Quando o liquido acondicionado for tun produto alimentar, tais como produtos lácteos ou sumos, é uma prática comum perfurar a embalagem num lo-
cal pré-seleccionado (que muitas vezes é enfraquecido) e aspirar o liquido através de uma palhinha. Na Europa, é conhecido i o processo de proporcionar uma torneira que é ponteaguda para perfurar uma parede lateral da embalagem e que tem uma pa_s sagem para o liquido permitindo que o liquido seja vazado atra vés da torneira.
As caracteristicas dos sistemas de embalagem assépticos indicados tornam a sua utilização desejável em muitas aplicações médicas. Por exemplo, é muitas vezes des£ jável, ou necessário, distribuir liquidoe para uma pessoa por um tubo nasal para fins tais como a alimentação parentérica, para o fornecimento de nutrientes, pare o fornecimento de medi cação, etc. A embalagem asséptica é muitas vezes apropriada pa re tais liquidos. Porém, embora a embalagem asséptica tenha si do usada pare certas soluções médicas, foi muitas vezes usada I a pratica de abrir as embalagens e despejar o seu conteúdo para um recipiente maie tradicional para a distribuição. Em parte, isso tem eido devido a limitação das dimensões da embalagem. Porem, as técnicas maie recentes da embalagem permitem a embalagem de liquidos em maiores quantidades. Também, a tornei^ ra atrás descrita no contexto dos produtos alimentares, tem o inconveniente de não descarregar o liquido com um fluxo regular mas sim, em vez disso, descarrega o conteúdo da embalagem inter mitentemente â medida que o ar entra no recipiente através da torneira.
Uma torneira que se orienta para carac teristicae de escoamento intermitente do produto alimentar das
I referidas torneiras está descrita no pedido de patente também pendente N2 109 230, depositado em 16 de Outubro de 1987, em nome de Riku H. Rautsola e intitulado ENTERAL NUTRIENT DELIVE RY SYSTEM”. A torneira de Rautsola proporciona, entre outrae coisas, um acessório que tem uma ponta saliente/penetrante para formar um orificio através da parede da caixa de cartão/embalagem. Uma passagem de liquido através do acessório permite uma distribuição da solução embalada, enquanto se toma providências para o fornecimento de ar para o interior da embalagem. 0 acessório é mantido e posicionado na parede lateral da emba2
lagem por fios de rosca que cooperara com o orifício através da ' parede lateral da embalagem.
A torneira de Rautsola está dependente da cooperação das roscas da torneira com a parede lateral da embalagem e exige também uma rotação relativa significativa en tre a embalagem e o acessório para fixação e vedação.
I
A patente francesa 857 465 de Herve re fere-se a uma torneira para embalagens metálicas, cujas paredes têm uma rigidez relativamente elevada. Assim, esta torneira tem um disco elástico que é empurrado pare o interior de uma abertura na parede metálica que foi previamente provida de uma abertura por meio de uma ponta penetrante representada na fig. 4. Como pode ver-se a partir das fig. 5 a 7, este furo ou aber tura na parede forma um flange anular que se estende para dentro que faz pressão contra a porção do referido disco elástico que foi empurrado para o interior da embalagem. Por outras palavras, isso significa que o material elástico do disco nSo se expande no interior da passagem mas á comprimido pelo referido i
flange anular para fixar e vedar a torneira conhecida, na pare de.
Um tal tipo de torneira não á no entan to apropriado para ser usado com embalagens assépticas.
Além disso, como pode ver-se nas fig.
e 2 da patente francesa, o disco elástico compreende tuna dimensão radial que á muito maior que a dimensão radial da porção da haste que está unida à ponta penetrante. Portanto, o re ferido disco elástico não pode ser introduzido através da aber tura na parede sem fazer pressão axialmente no mesmo, por exem pio, pelo parafuso das fig. 5 a 7 da patente francesa.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Tal como para o sistema de distribuição de Rautsola atrás descrito (cujo pedido de patente identificado ié aqui incorporado por referencia), a presente invenção proporciona um sistema para o fornecimento por via parentárica de uma solução contida no interior de uma embalagem asséptica sem a in
tervenção da fase de esvaziamento da embalagem para um recipiente tradicional. Deste modo, a solução pode ser distribuída ' através de um jogo de administração e de um sistema de dosea- ! mento de concepção conhecida e, tipicamente, por via de um tàa bo tal como uma sonda nasal. Para isso, e em comum com a torneira de Rautsola do pedido de patente incorporado, proporciona-se uma torneira que possui um corpo, uma ponta de penetração na embalagem que se estende a partir do corpo uma passagem ί
para o liquido que se estende a partir da ponta e através do corpo para distribuir liquido a partir da embalagem e uma passagem de fluido que se estende a partir da ponta através do corpo para admitir ar de compensação para a embalagem. A parede da embalagem é também responsável por segurar a torneira no interior da parede da embalagem. Porem, a torneira segundo a presente invenção utiliza um elemento cilíndrico de um material elástico, posicionado entre o corpo e a ponta penetrante, sendo o elemento cilíndrico susceptível de ser introduzido através da parede da embalagem à frente em relação à ponta. 0 elemento cilíndrico elástico á comprimido eelectivamente, ao longo do seu eixo cilíndrico fazendo com que o mesmo se expanda no interior da embalagem contra a parede da embalagem. Deste modo, a parede da embalagem á encostada sem a necessidade de uma cooperação do tipo de rosca entre a torneira e a parede da embalagem e sem uma rotação relativa significativa entre a torneira e a embalagem. Numa forma de realização preferida segundo a presente invenção, é necessária uma rotação de cerca de 90° (1/4 de volta) de uma porção da torneira segundo a presente invenção para aplicação completa a parede da embalagem.
Na forma de realização apresentada, a presente invenção utiliza uma plataforma circular, tendo a pla_ taforma carnes que se estendem a partir da sua superficie para a ponta de penetração da torneira na embalagem. Uma tampa que |j tem uma platina que define uma sua parede de topo está posicfo hada com a referida platina genericamente paralela à plataforma e com uma parede lateral da tampa envolvendo uma porção do corpo. Um elemento elástico cilindrico está colocado entre a tampa e a ponta de penetração para a compressão selectiva ao
longo do seu eixo cilíndrico (e expansão no interior da embala j gem contra a parede da embalagem) num movimentoe da tampa afa_s ! tando-se da plataforma. ;
I
A plataforma da forma de realização preferida apresentada está provida com várias carnes enquanto que a platina suporta vários seguidores das carnes, cada um de'les cooperando com uma das carnes diferente da plataforma. Quan ' do da rotação da plataforma e/ou da tampa em relação um ao outro, ae carnes e os seguidores das carnes estabelecem selectivamente a distância entre a platina de cames e a plataforma e, por conseguinte, o estado de compressão do elemento elástico. Isto ê, a orientação angular ou de rotação relativa da platina i e da plataforma estabelece a distância entre a platina e a pia taforma e o estado de compressão do elemento cilíndrico elásti co. Os seguidores das cames podem ser formados sob a forma de rampas, estando cada rampa provida com um prato para proporci£ ’ nar um estado de compressão estável do elemento cilíndrico elástico. j
Resumindo, em contraste com os disposi tivos da técnica anterior, com a presente invenção, a fixação da torneira segundo a presente invenção numa embalagem é obtida por compressão do elemento cilindrico elástico no interior da embalagem, estando o referido elemento na sua configuração genericamente cilíndrica durante a entrada. Apenas depois do elemento cilindrico ter sido introduzido no interior da embala gem ele é comprimido ao longo do seu eixo cilindrico para se expandir no interior da embalagem e aplicar-se à parede lateral da embalagem para vedar o orifício formado pela ponta e também para fixar a torneira da embalagem.
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS j As figuras dos desenhos representam:
A fig. 1, uma vista com as peças separadas e parcialmente em corte ilustrando uma forma de realizajção preferida da presente invenção;
A fig. 2, uma vista da forma de reali- 5 -
zação da fig. 1 segundo a linha (2-2) da fig. 1;
A fig. 3, uma porção da forma de realij zação da fig. 1 vista segundo a seta (3) da fig. 1; e i
A fig. 4, a cooperação de uma tampa s_e gundo as fig. 1 a 3 com a parede de uma embalagem, ilustrada vista no sentido da seta (3) da fig. 1.
DESCRIÇÃO PORMENORIZADA DAS FORMAS DE
REALIZAÇÃO PREFERIDAS. j
A fig. 1, é uma vista com as peças separadas de uma tampa segundo a presente invenção, incluindo um corpo com a designação genérica (10), uma tampa com a designação genérica (11), um elemento cilindrico elástico (12) e um elemento de ponta de penetração com a designação genérica (13). 0 corpo (10) está fixado a um reservatório (14), de qualquer ! maneira desejada, estando o reeervatório ligado a um tubo alon gado (15) Que se estende para um jogo de administração” e a qualquer sistema de doseamento desejado. 0 reservatório (14) pode estar fixado ao corpo (10) por exemplo por colagem do me_s mo num colar de corpo. A acumulação de solução distribuída a partir de uma embalagem asséptica verificai?-se-á no interior do reservatório (14), permitindo o controlo da distribuição.
A tampa de penetração (13) inclui uma porção genéricamente cónica (16) e uma haste de estensão (17), estando a porção cónica (16) e a haste (17) unidas uma â outra num ressalto de encosto (18). A porção cónica (16) é truncada ohliquamente numa superfície (19), proporcionando a superfície (19), em conpensaão com a porção cónica (16), uma aresta de corte para facilitar a penetração de uma embalagem asséptica. Uma passagem do fluido para o ar de compensação está representada pela linha a tracejado (21) e estende-se a partir da super ficie (19) através da ponta (13) pare sair através da parede lateral da haste (17). Uma segunda passagem para a solução a distribuir está representada por uma linha a tracejado (22) e •'estende-se de uma abertura (23) na porção cónica (16) da tampa .(13) através da porção da haste (17)· As passagens (21) e (22)
cooperam com passagens no interior da porção do corpo (10), o que será descrito mais completamente mais adiante. I
Um elemento genericamente cilíndrico e e- 1 lástico (12) tem uma configuração de modo a ajustar-se na por- j ção de haste (17) da ponta (13) para se encostar contra o res- salto de encosto (18). Quando da inserção da ponta (13) através da parede da embalagem, o orificio feito pela tampa (13) permitirá que o elemento (12) se estenda através da parede da embalagem e pare o interior da embalagem. Como será evidente a partir da discussão anterior, o elemento cilindrico elástico (12) será comprimido ao longo do seu eixo cilindrico de modo tal que ele expandir-se-á no interior da embalagem para se apli car à parede da embalagem e vedar o orificio nessa parede formado pela ponta (13)» bem como para segurar a tampa na embalagem. A solução no interior da embalagem será distribuida através da passagem (22), entrando a ponta (13) na abertura (23), enquanto o ar de compensação pare o interior da embalagem entrará na embalagem por via da passagem (21).
corpo (10) está provido de uma platafor ma (25) que possui um cubo centrei (26) e membros de came de extensão (27). 0 cubo (26) tem uma abertura centrei (28) (ver a fig. 2) pare receber a haste (17) da ponta (13). A haste (17) pode ser fixada no interior da abertura (28) do cubo (26) de qualquer maneire desejada, por exemplo por colagem. Uma pri meira passagem (29) estende-se da abertura (28) através do cor po (10) e pare o interior do reservatório (14) por via de um segmento de tubo (30). A passagem (29) está representada por uma linha a tracejado na fig. 1. Uma segunda passagem de fluido (31) estende-se através de um segmento de tubo (32) numa pa rede lateral do corpo (10) e está também representada por uma linha a tracejado.
A passagem (31)» co® θ orientação apropri ada da haste (17) no interior do corpo, estabelecerá uma comunicação hidráulica com a passagem (21) da ponta (13), quando a haste (17) da ponta (13) estiver no interior da abertura (28) do cubo (26). Analogamente, a comunicação hidráulica entre a passagem (29) do corpo (10) e a passagem (22) da ponta (13) é
- 7 estabelecida quando a haste (17) for introduzida n<? interior | da abertura (18) do cubo (26) do corpo (10). Assim, a passagem para a soluçSo é estabelecida através da abertura (21), da pas sagem (22) e da passagem (29) e para o interior do reservató- j rio (14-) para uma soluçSo a distribuir enquanto o ar de compen sação para o interior da embalagem é proporcionado através da passagem (21) do corpo (10) e da passagem (21) da ponta (13). !
Como se descreveu até este ponto, ο ί conjunto da ponta (13) e do corpo (10) com as suas passagens respectivas (21/31) θ (22/29) em comunicaçSo, estabelece uma torneira por meio da qual a soluçSo no interior de uma embalagem asséptica pode ser distribuída, com uma provisSo de ar de j compensaçSo. Forem, a torneira, como se descreveu até este pon to, nSo é susceptível de se fixar numa embalagem.
A fixaçSo da torneira numa embalagem é conseguida por compressão do elemento cilíndrico elástico (12) no interior da embalagem. Como atráz se notou, o elemento (12) á posicionado sobre a haBte (17) e entra na embalagem por um orificio formado pela ponta (13). Durante a entrada, o elemento (12) está na sua configuraçSo genáricamente cilíndrica. Esta configuraçSo esta ilustrada na fig. 3, que pode ser designada por configuração de penetração na embalagem. Depois da entrada na embalagem, o elemento (12) á comprimido ao longo do seu eixo cilíndrico para se expandir no interior da embalagem e aplicar-se ã parede lateral da embalagem para vedar o orificio formado pela ponta (13) e também para fixar a torneira na embalagem. Esta configuraçSo do elemento (12) está ilustrada na fig. 4» representando o elemento em corte (35) a parede da embalagem.
A compressão do elemento (12) á obtida por uma cooperação de carnes entre as carnes (26) na plataforma (25) θ as superfícies de carne (36) no interior de uma tampa (38). A tampa (38) inclui uma parede de topo (39), cuja superfície interior serve de platina de suporte das superfícies de carne (36). Numa forma de realização preferida, a plataforma (25) θ genericamente circular, enquanto que a parede lateral da tampa (38) á cilíndrica e estende-se pelo corpo (10) flcan- n -
_ do a. superfície da platina, da parede de topo (38) genáricamen-{ te paralela à plataforma (25). As superfícies de carne (36) coç> peram, cada uma com uma carne diferente das carnes (27) e sSo formadas como rampas, de modo tal que a rotaçSo ou orientação relativas da tampa (38) e do elemento do corpo (10) estabelecem a distancia entre a superfície da platina da parede de to-i
I po (39) e a plataforma (25). Isto é, a rotação da tampa (38), por exemplo, relativamente â plataforma (25) faz com que as ca mes (27) subam pelas plataformas das superfícies de carne (36) í e forcem o afastamento da tampa da plataforma (25) e fique numa relação de compressão com o elemento (12). A compressão do elemento (12) ao longo do seu eixo cilíndrico tem como consequência um alargamento desse elemento numa direcçSo radial, fa zendo com que ele se aplique a uma parede (35) no interior de uma embalagem em que tenha penetrado (fig. 4). Deste modo, a torneira fica fixada na parede da embalagem enquanto o orificib através da parede é vedado.
Obviamente são possíveis quaisquer modi ficações e variações da presente invençSo, â luz dos ensinamen tos anteriores. Por exemplo, a parede lateral da tampa (38) fa cilita a manipulação da tampa durante o movimento de rotaçSo relativa com o corpo (10) e a sua plataforma (25). Para facili tar esse movimento, mantendo no entanto a compacidade da tonej. ra, pode ser desejável dotar a parede lateral com um recorte para acomodar o segmento de tubo (32). Sete recorte está ilustrado em (40) nas fig. 3 e 4· Também para controlar a entrada para o ar de compensação, pode eer desejável proporcionar uma tampa para o segmento de tubo (32). Uma tal tampa está ilustrada em (41) na fig. 1. A tampa (41) tambám ajudará a manipulação do corpo (10) durante o estabelecimento da sua orientação angular relativa com a tampa (38). A tampa (41) não está i lustrada nas fig. 2 a 4· Além disso, para reduzir o atrito entre a parede (35) e uma embalagem perfurada (durante a rotaçSo jda tampa (38), por exemplo), pode ser desejávem proporcionar 'uma superfície reduzida da área de encosto na tampa (38), tal ίcomo se ilustra em (42). A superfície (42) pode estar provida « | .;com uma cavidade para receber a extremidade do elemento (12), como se desejar. Finalmente, para prpporcionar um estado de
- 9 compressão do elemento (12) com maior estabilidade, ss superfi cies de carnes (36) podem estar providas de pratos nas zonas in dicadas em (44), sendo os pratos ou rampas de angulo reduzido ou porções achatadas”. Deve portanto considerar-se, dentro do escopo das reivindicações anexas, a presente invençSo pode ser realizada na prática de maneiras diferentes da descrita especi. ficamente.

Claims (1)

  1. REIVINDICAÇÕES
    - lê Torneira para embalagens assépticas,ca racterizada por compreender um corpo (10), uma ponta (13) de penetração na embalagem, que ae estende do corpo (10) e que in clui uma porção na generalidade cónica (16) e uma haste extensa (17) ligadae entre si num ressalto (18), uma passagem de lj. quido (22) que se estende a partir da ponta (13) e através do corpo (10) para distribuir liquido proveniente da embalagem, uma passagem de fluidos (21) que se estende a partir da ponta (13) e através do coxpo (10) para a admissão de ar de constitui ção para a embalagem, meios pare se aplicarem à parede (23) da embalagem para fixar a torneira no interior da parede (35) da embalagem, incluindo meios cilíndricos (12) de um material eI lástico situado de modo a ajustar-se na haste (17) e encostar- J -se ao ressalto (18) entre o referido corpo (10) e a referida j ponta (11), e meios que comprimem selectivamente os referidos meios cilindricos elásticos (12) ao longo do seu eixo cilindri co para expandir os meios cilindricos (12) contra a referida parede (35) no interior da referida embalagem.
    Torneira para embalagem asséptica de acordo com a reivindicação 1, caracterizado per o referido cor po (10) compreender uma plataforma (25), compreendendo os refe ridos meios que se aplicam à embalagem ainda: uma platina situada entre a referida plataforma (25) θ os meios elásticos ci lindricos (12), sendo a referida platina e a plataforma (25) genericamente paralelas e rotativas uma em relação a outra; e meios de came (27) θ meios (36) comandados pelos meios de came suportados pelas referidas platina e plataforma (25) numa rela ção de cooperação mútua,sendo a distância entre a referida pia tina e a plataforma (25) estabelecida selectivamente pela orientação relativa ém rotação da referida platina e da plataforma (25) impelindo os referidos meios elásticos cilíndricos (12) a referida platina e a plataforma (25) uma para a outra.
    - 3â Torneira para embalagens assépticas de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por a referida pia taforma (25) ser genéricamente circular devido a referida platina a parede de topo (39) de uma tampa (38) e tendo a tampa (38) uma parede lateral que se estende sobre uma porção do referido corpo (10).
    - 4a _
    Torneira para embalagens assépticas de acordo com a reivindicação 3, caracterizada por os referidos meios de came compreenderem carnes múltiplas (27) estendendo-se a partir da referida plataforma (25) no sentido da referida platina, compreendendo os referidos meios comandados pelos meios de came rampas (36) suportadas pela referida platina, ca da uma delas cooperando com uma das referidas carnes (27) diferente .
    - π
    Torneira para embalagens assépticas de acordo coa a reivindicação 4» caracterizada por os referidos meios (56) comandados pelos meios de came compreenderem ainda una zona de prato na qual os referidos meios cilindricos elásticos (12) são mantidos num estado comprimido estável.
    - 63 Torneira para embalagens assépticas de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por os referidos meios de came compreenderem carnes múltiplas (27) estendendo-se a partir da referida plataforma (25) no sentido da referida platina, compreendendo os referidos meios comandados pelos meios de came rampas múltiplas (36^ suportadas pela referida platina cooperando cada uma delas com uma das referidas cases (27) diferente.
    - 7â Torneira para embalagens assépticas de acordo com a reivindicação 6, caracterizada por os referidos meios (36) comandados pelos meios de came compreenderem ainda uma zona de prato na qual os referidos meios cilindricos elásticos (12) são mantidos num estado comprimido estável.
    A requerente reivindica a prioridade do pedido norte-americano apresentado em 17 de Maio de 1988, sob o numere de série 194.963.
    Lisboa, 16 de Maio de 1989 0 AGENTE OFICIAL DA PE0P2IEDADE INI) CSTKIAL
    - 12 TORNEIRA PARA EílBALAGEE ASSÉFTICA”
    RHSUKO
    A presente invenção refere-se a uma torneira para uma embalagem asséptica do tipo que contém soluções e, em particular, soluções para aplicações medicinais. E_s te tipo tem um corpo, uma ponta que penetra na embalagem, que se estende a partir do corpo, uma passagem para o liquido que se estende da ponta, através do corpo, para distribuir liquido proveniente da embalagem e uma passagem de fluido que se esten de da ponta e através do corpo para a admissão de ar de consti tuição para o interior da embalagem. Um membro cilíndrico de material elástico está situado entre o corpo da torneira e a sua ponta de penetração e é susceptível de ser inserido através da parede da embalagem, atráe da ponta. 0 membro elástico é comprimido selectivamente ao longo do seu eixo do cilindro para se expandir no interior da embalagem e aplicar-se à parede, para vedar o orificio formado pela ponta na penetração na parede da embalagem e para fixar a torneira na embalagem.
PT90566A 1988-05-17 1989-05-16 Torneira para embalagem asseptica PT90566B (pt)

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