PT1567011E - Misturas fungicidas - Google Patents
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Description
1
DESCRIÇÃO
MISTURAS FUNGICIDAS A presente invenção é relativa a misturas fungicidas, que contêm
A) a triazolopirimidina com a fórmula I
B) os compostos amida com a fórmula II
II <x2)y em que X1 e X2 são iguais ou diferentes e representam halogéneo, nitro, ciano, alquilo Ci-C8, alcenilo C2-C8, alcinino C2-C8, Ci-C8-halogenoalquilo, C2-C8- halogenoalcenilo, C2-C8-halogenoalcinilo, alcoxi Ci-C8, Ci-C8-halogenoalcoxi, Ci-C8-halogenoalquiltio, Ci-C8- alquilsulfinilo ou Ci-C8-alquilsulfonilo; x significa 1, 2, 3 ou 4; e y significa 1, 2, 3, 4 ou 5; numa quantidade de eficácia sinérgica. 2
Além disso, a invenção é relativa a processos destinados ao combate a fungos nocivos com misturas dos compostos I e II, ao meios que as contêm e à utilização dos compostos I e II no fabrico deste tipo de misturas. 0 composto com a fórmula I, 5-cloro-7-(4-metilpiperidin-l-il)-6-(2,4,β-trifluorofenil-[1,2,4]triazolo[1,5—a]— pirimidina, o seu fabrico e a sua acção contra fungos nocivos são conhecidos da literatura (WO 98/46607).
No US 5 593 996, é mostrada a eficácia das triazolopirimidinas, tal como são utilizados no EP A 988 790, contra fungos nocivos fitopatogénicos como o Botrytis sp. .
As misturas de triazolopirimidinas com outras substâncias activas são dum modo geral conhecidas a partir do EP A 988 790 e do US 6 268 371.
Do mesmo modo conhecidos são os compostos amida com a fórmula II, o respectivo fabrico e a eficácia dos mesmos contra fungos nocivos (EP A 545 099).
As misturas dos compostos amida com a fórmula II com outras substâncias activas são igualmente conhecidas (WO 97/10716, WO 97/39628, WO 99/31981). O WO 02/56688 descreve misturas sinérgicas de N-bifenil-nicotinamidas fungicidas, como, por exemplo, o boscalide, com benzofenonas fungicidas, com vista ao combate a fungos fitopatogénicos, como, por exemplo, o Sphaerotheca sp.. A presente invenção teve por objectivo disponibilizar 3 outras misturas particularmente eficazes para o combate a fungos nocivos e, sobretudo, para determinadas indicações.
Em relação a um decréscimo das quantidades de aplicação e a uma melhoria do espectro de acção dos compostos conhecidos I e II, a presente invenção teve por objecto misturas que mostrassem, no caso de uma menor quantidade total de substâncias activas aplicadas, uma melhor acção contra fungos nocivos (misturas sinérgicas).
Em conformidade com isso, descobriu-se as misturas definidas no início. Além disso descobriu-se que, através da aplicação ao mesmo tempo, seja em separado ou em conjunto, dos compostos I e dos compostos II, ou no caso da aplicação dos compostos I e dos compostos II consecutivamente, é possível um melhor combate aos fungos nocivos do que com os compostos individualmente.
As misturas em conformidade com a invenção têm acção sinérgica e adequam-se, por isso, em particular ao combate a fungos nocivos e, sobretudo, a fungos do oídio nos cereais, hortaliça, fruta, plantas decorativas e vides. A fórmula II representa sobretudo compostos em que X1 se encontra na 2.a posição e em que X2 se encontra na 4.a posição (fórmula II.1):
11,1 4 É dada preferência aos compostos com a fórmula II. 1, nos quais a combinação dos substituintes corresponde a uma linha da seguinte tabela 2: X1 X2 11-1 F F ti-2 F Cl 11-3 F Br 11-4 Cl F il-5 C! Cl 11-6 C! Br il-7 cf3 F 11-8 CF3 Cl 11-9 CF3 Br íi-iO cf2h F 11-11 cf2h Cl 11-12 cf2h Br 11-13 ch3 F 11-14 CH3 Cl 11-15 ch3 Br 11-18 OCHj F 11-17 och3 C! 11-10 0C1 k Br 11-19 sch3 F 11-20 sch3 Ci 11-21 SCI'3 Br 11-22 S (0; CH3 F 11-23 S iO; CH3 Cl 11-24 S{0)CH3 Br 11-25 SCÍ2CH3 F 11-26 SUjCH-^ Cl 11-27 so2ch3 Br É dada particular preferência aos compostos II. 1, em que X1 representa CF3 ou halogéneo e X2 representa halogéneo, 5 sobretudo ao composto II-5 (nome comum: boscalide).
Em termos preferenciais, emprega-se na preparação das misturas as substâncias activas puras I e II, com as quais é possivel misturar outras substâncias activas contra fungos nocivos ou contra outros parasitas, tais como insectos, aracnideos ou nemátodos, ou também herbicidas ou substâncias activas reguladoras do crescimento, ou então fertilizantes.
As misturas dos compostos I e II ou os compostos I e II utilizados ao mesmo tempo, seja em separado ou em conjunto, distinguem-se por uma acção extraordinária contra um largo espectro de fungos fitopatogénicos, em particular os da classe dos ascomicetes, deuteromicetes, ficomicetes e basidiomicetes. São em certa medida de acção sistémica e podem por isso ser igualmente empregues como fungicidas das folhas e do solo. Têm um particular peso no combate a uma multiplicidade de fungos em diversas plantas de cultura, tais como bananas, algodão, plantas hortícolas (por exemplo, pepinos, feijões e cucurbitáceas), cevada, forragem, aveia, café, batata, milho, plantas de fruta, arroz, centeio, soja, tomate, vinha, trigo, plantas decorativas, cana do açúcar e uma série de sementes.
Adequam-se em particular ao combate aos seguintes fungos fitopatogénicos: Blumeria graminis (oidio) nos cereais, Erysiphe cichoracearum e Sphaerotheca fuliginea nas cucurbitáceas, Podosphaera leucotricha nas maçãs, Uncinula necator nas vides, espécies Puccinia nos cereais, espécies Rhizoctonia no algodão, arroz e relva, espécies Ustilago 6 nos cereais e na cana do açúcar, Venturia inaequalis nas maçãs, espécies Bipolaris e Drechslera nos cereais, arroz e relva, Septoria nodorum no trigo, Botrytis cinera nos morangos, legumes, plantas decorativas e vides, espécies Mycosphaerella nas bananas, amendoins e cereais, Pseudocercosporella herpotrichoides no trigo e na cevada, Pyricularia Oryzae no arroz, Phytophthora infestans nas batatas e nos tomates, espécies Pseudoperonospora no lúpulo e nas cucurbitáceas, Plasmopara vitícola nas vides, espécies Alternaria nos legumes e na fruta, e espécies Fusarium e espécies Verticillium.
Além disso, podem ser aplicadas/os na protecção dos materiais (por exemplo, na protecção da madeira), contra, por exemplo, o Paecilomyces variotii.
Os compostos I e II podem ser aplicados ao mesmo tempo, seja em conjunto ou em separado, ou então consecutivamente, não produzindo geralmente a sequência no caso da aplicação em separado qualquer efeito sobre o êxito do combate.
Os compostos I e II são usualmente aplicados numa relação de peso de 100 : 1 a 1 : 100, em particular de 20 : 1 a 1 : 20, de preferência de 20 : 1 a 1 : 5.
As quantidades de aplicação das misturas de acordo com a invenção encontram-se - sobretudo no caso de áreas de cultura agrícolas e consoante o tipo de efeito pretendido -entre 5 e 2 000 g/ha, de preferência entre 50 e 1 500 g/ha, em particular entre 50 e 750 g/ha.
Neste caso, a quantidade de aplicação para o composto I encontram entre 5 e 2 000 g/ha, de preferência entre 50 e 1 7 500 g/ha, em particular entre 5 e 750 g/ha.
As quantidades de aplicação para os compostos II encontram-se de forma correspondente entre 5 e 2 000 g/ha, de preferência entre 50 e 1 500 g/ha, em particular entre 50 e 750 g/ha.
No tratamento das sementes, aplica-se dum modo geral quantidades de aplicação da mistura de 0,001 a 1 g/kg de semente, de preferência de 0,01 a 0,5 g/kg, em particular de 0,01 a 0,1 g/kg.
Se o objectivo for combater fungos nocivos fitopatogénicos, a aplicação em separado ou em conjunto dos compostos I e II ou das misturas dos compostos I e II, é feita por pulverização ou por polvilhamento das sementes, das plantas ou do solo, seja antes ou depois da sementeira das plantas, ou antes ou depois do crescimento das plantas.
As misturas de acordo com a invenção, ou os compostos I e II, podem ser transformadas/os nas formulações usuais, tais como, por exemplo, soluções, emulsões, suspensões, pós, pós finos, pastas e granulados. A forma de aplicação depende do respectivo fim de utilização. Em todo o caso, deverá garantir uma distribuição fina e uniforme do composto segundo a invenção.
As formulações são produzidas de modo conhecido, através, por exemplo, do estiramento da substância activa com solventes e/ou substâncias de suporte, caso se pretenda mediante a utilização de emulsionantes e de dispersores. Os solventes/as substâncias auxiliares essencialmente considerados/as para esse fim são: água, solventes aromáticos (por exemplo, produtos Solvesso, xileno), parafinas (por exemplo, fracções de petróleo), álcoois (por exemplo, metanol, butanol, pentanol, álcool benzilico), cetonas (por exemplo, ciclo-hexanona, gama-butirolactona), pirrolidonas (NMP, NOP), acetatos (diacetato de glicol), glicóis, amidas de ácidos dimetil-gordos, ácidos gordos e ésteres de ácidos gordos. Em principio, também se pode empregar misturas de solventes; substâncias de suporte, tais como farinhas de pedra naturais (por exemplo, caulina, aluminas, talco, giz) e farinhas de pedra sintéticas (por exemplo, ácido silicico de elevada dispersão, silicatos); emulsionantes como os emulsionantes não ionogénicos e aniónicos (por exemplo, éteres de álcoois gordos-polioxietileno, sulfonatos de alquilo e sulfonatos de arilo), e dispersores como lixívias de ligninossulfito e celulose de metilo.
As substâncias de actividade superficial utilizadas tratam-se de sais alcalinos, alcalino-terrosos ou de amónio de ácido ligninossulfónico, ácido fenolsulfónico, ácido naftalinossulfónico e ácido dibutilnaftalinossulfónico, sulfonatos de alquilarilo, sulfatos de alquilo, sulfonatos de alquilo, sulfatos de álcoois gordos, ácidos gordos e éteres glicólicos de álcoois gordos, e ainda os produtos de condensação da naftalina sulfonada e os derivados de naftalina com formaldeído, os produtos de condensação da naftalina ou do ácido naftalinossulfónico com fenol e formaldeído, éter polioxietilenooctilfenólico, isooctilfenol, octilfenol ou nonilfenol etoxilado, éter alquilfenolpoliglicólico, éter tributilfenilpoliglicólico, 9 éter triesterilfenilpoliglicólico, álcoois de poliéteres alquilarílicos, condensados de óxido de etileno-álcool gordo e de óxido de etileno-álcool, óleo de rícino etoxilado, éter polioxietilenoalquílico, polioxipropileno etoxilado, acetal de éteres poliglicólicos do álcool laurílico, ésteres de sorbitol, lixívias de ligninossulfito e celulose de metilo.
No fabrico de soluções directamente pulverizáveis, emulsões, pastas ou dispersões oleicas, entram em linha de conta fracções de óleo mineral com um ponto de ebulição de médio a elevado, como o querosene ou o óleo Diesel, ainda óleos de alcatrão de hulha, assim como óleos de origem animal ou vegetal, hidrocarbonetos alifáticos, cíclicos e aromáticos, tais como, por exemplo, tolueno, xileno, parafina, tetra-hidronaftalina, naftalinas alquiladas ou os respectivos derivados, metanol, etanol, propanol, butanol, ciclo-hexanol, ciclo-hexanona, isoforona, solventes fortemente polares, como, por exemplo, sulfóxido de dimetilo, N-metilpirrolidona ou água.
Os pós, os meios de espalhamento e os meios de polvilhamento podem ser produzidos por meio de mistura ou de moagem conjunta das substâncias activas com uma substância de suporte sólida.
Os granulados, por exemplo, os granulados de revestimento, de impregnação ou de homogeneização, podem ser produzidos pela ligação das substâncias activas a substâncias de suporte sólidas. As substâncias de suporte sólidas são, por exemplo, terras minerais como géis de sílica, silicatos, talco, caulina, attaclay, pedra calcária, calcário, giz, bolus, loesse, argila, dolomita, diatomito, sulfato de 10 cálcio e sulfato de magnésio, óxido de magnésio, plásticos moidos; assim como fertilizantes, tais como, por exemplo, sulfato de amónio, fosfato de amónio, nitrato de amónio, ureias e produtos vegetais como farinha de cereais, farinha de casca de árvore, serradura e farinha de casca de noz, pós de celulose e outras substâncias de suporte sólidas.
Geralmente, as formulações contêm entre 0,01 e 95% em peso, de preferência entre 0,1 e 90% em peso, das substâncias activas. Neste caso, as substâncias activas são empregues com uma pureza de 90% a 100%, de preferência de 95% a 100% (de acordo com o espectro NMR).
Os exemplos de formulações são: 1. Produtos para a diluição em água A) Concentrados hidrossolúveis (SL) 10 partes de peso das substâncias activas são dissolvidas em água ou num solvente hidrossolúvel. Em alternativa, junta-se reticulantes ou outras substâncias auxiliares. A substância activa dissolve-se aquando da diluição em água. B) Concentrados dispersáveis (DC)
Dissolve-se 20 partes de peso das substâncias activas em ciclo-hexanona, mediante a adição de um dispersor, por exemplo, polivinilpirrolidona. Surge uma dispersão aquando da diluição em água. C) Concentrados emulsionáveis (EC)
Dissolve-se 15 partes de peso das substâncias activas em xileno, mediante a adição de sulfonato de dodecilbenzeno-Ca e etoxilato de óleo de ricino (5%, respectivamente). Surge 11 uma emulsão aquando da diluição em água. D) Emulsões (EW, EO)
Dissolve-se 40 partes de peso das substâncias activas em xileno, mediante a adição de sulfonato de dodecilbenzeno-Ca e etoxilato de óleo de rícino (5%, respectivamente). Esta mistura é deitada em água recorrendo a uma máquina de emulsionamento (Ultraturax) e é transformada numa emulsão homogénea. Surge uma emulsão aquando da diluição em água. E) Suspensões (SC, OD) 20 partes de peso das substâncias activas são fragmentadas mediante a adição de dispersores e de reticulantes, e de água ou de um solvente orgânico, num moinho de esferas agitador, passando a uma suspensão fina de substâncias activas. Surge uma suspensão estável da substância activa aquando da diluição em água. F) Granulados dispersáveis na água e hidrossolúveis (WG, SG) 50 partes de peso das substâncias activas são finamente moídas mediante a adição de dispersores e de reticulantes, e são produzidas na forma de granulados dispersáveis na água ou hidrossolúveis, por meio de equipamentos técnicos (por exemplo, extrusão, torre de pulverização, leito fluidizado). Aquando da diluição em água, surge uma solução ou uma dispersão estável da substância activa. G) Pós dispersáveis na água e hidrossolúveis (WP, SP) 75 partes de peso das substâncias activas são moídas mediante a adição de dispersores e de reticulantes e de gel de ácido silícico, num moinho de rotor-estator. Aquando da diluição em água, surge uma solução ou uma dispersão 12 estável da substância activa. 2. Produtos destinados à aplicação directa H) PÓS finos (DP) 5 partes de peso das substâncias activas são finamente moídas e misturadas de forma íntima com 95% de caulina fina. Obtém-se assim um meio de polvilhamento. I) Granulados (GR, FG, GG, MG) 0,5 partes de peso das substâncias activas são finamente moídas e ligadas a 95,5% de substâncias de suporte. Os processos correntes são neste caso a extrusão, a absorção de líquido pulverizado ou o leito fluidizado. Obtém-se assim um granulado destinado à aplicação directa. J) Soluções ULV (UL) 10 partes de peso das substâncias activas são dissolvidas num solvente orgânico, como, por exemplo, o xileno. Deste modo, obtém-se um produto destinado à aplicação directa.
As substâncias activas podem ser aplicadas como tais ou na forma das respectivas formulações ou nas formas de aplicação preparadas a partir daí, como, por exemplo, na forma de pós, suspensões, dispersões ou soluções directamente pulverizáveis, emulsões, dispersões oleicas, pastas, meios de espalhamento, meios de polvilhamento, granulados; por meio de pulverização, atomização, espalhamento, polvilhamento ou rega. As formas de aplicação dependem totalmente dos fins de utilização. Em todo o caso, deverão garantir uma distribuição o mais fina possível das substâncias activas segundo a invenção. 13
As formas de aplicação aquosas podem ser preparadas a partir de concentrados de emulsão, de pastas ou de pós reticuláveis (pós de pulverização, dispersões oleicas), através da adição de água. Para o fabrico de emulsões, pastas ou dispersões oleicas, as substâncias podem ser homogeneizadas como tal ou dissolvidas num óleo ou solvente, por meio de reticulantes, adesivantes, dispersores ou emulsionantes em água. No entanto, também é possível produzir concentrados, que são compostos por substância activa, reticulantes, adesivantes, dispersores ou emulsionantes e, eventualmente, solvente ou óleo; concentrados esses que são adequados à diluição com água.
As concentrações de substâncias activas nas preparações prontas a aplicar podem variar dentro de valores amplos. Dum modo geral, encontram-se compreendidas entre 0,0001 e 10%, de preferência entre 0,01 e 1%.
As substâncias activas também podem ser empregues com bom êxito no processo de ultra-low-volume (ULV), onde é possível aplicar formulações com mais de 95% em peso de substância activa ou até mesmo a substância activa sem aditivos. É possível adicionar às substâncias activas óleos de diversos tipos, reticulantes, adjuvantes, herbicidas, fungicidas, outros pesticidas, bactericidas, eventualmente também apenas directamente antes da aplicação (tank mix) . Estes meios podem ser adicionados por mistura aos meios de acordo com a invenção, numa relação de peso de 1 : 10 a 10 : 1. A aplicação dos compostos I e II, ou das misturas ou das 14 respectivas formulações, é feita pelo tratamento dos fungos nocivos, das plantas, das sementes, do solo, das áreas, dos materiais ou dos espaços a manter livres desses fungos, com uma quantidade de eficácia fungicida da mistura, ou dos compostos I e II no caso de aplicação em separado. A aplicação pode ser feita antes ou depois do ataque pelos fungos nocivos. A acção fungicida do composto e das misturas pode ser mostrada pelas seguintes experiências:
As substâncias activas foram preparadas em separado ou em conjunto, na forma de uma solução-mãe com 0,25% em peso da substância activa em acetona ou DMSO. A esta solução foi adicionado 1% em peso do emulsionante Uniperol EL (reticulante com acção emulsionante e dispersante à base de alquilfenóis etoxilados), e diluiu-se em conformidade com a concentração pretendida com água.
Exemplo de aplicação 1 - eficácia curativa contra a ferrugem castanha do trigo
Folhas de plântulas de trigo criadas em vaso da variedade "Kanzler" foram cobertas com esporos da ferrugem castanha (Puccinia recôndita). Em seguida, colocou-se os vasos durante 24 horas numa câmara com uma elevada humidade do ar (90 a 95%) e 20 a 22°C. Durante este tempo, o esporos sofreram germinação e os fios germinados entraram no tecido de folha. As plantas infectadas foram pulverizadas no dia seguinte com uma suspensão aquosa com a concentração abaixo indicada de substância activa, até à molhagem com gotas. A suspensão ou a emulsão foi produzida como acima descrito. Depois da secagem da cobertura de pulverização, as plantas 15 da experiência foram cultivadas na estufa a temperaturas entre 20 e 22°C e com 65 a 70% de humidade relativa do ar durante 7 dias. Em seguida, determinou-se o grau de desenvolvimento do fungo da ferrugem nas folhas. A avaliação foi feita por meio da determinação das áreas de folha atacadas em percentagem. Estes valores percentuais foram convertidos em graus de acção. O grau de acção (W) foi determinado de acordo com a fórmula de Abbot como se segue: W = (1 - α/β) . 100 α corresponde ao ataque fúngico nas plantas tratadas em % e β corresponde ao ataque fúngico nas plantas (de controlo) não tratadas em %.
No caso de um grau de acção de 0, o ataque às plantas tratadas corresponde ao das plantas de controlo não tratadas. No caso de um grau de acção de 100, as plantas tratadas não apresentavam qualquer ataque.
Os graus de acção a esperar por parte das misturas de substâncias activas, foram determinados segundo a fórmula de Colby [R. S. Colby, Weeds, 15, 20 - 22, 1967)] e foram comparados com os graus de acção observados. Fórmula de Colby: E = x + y - x.y/100 E grau de acção a esperar, expresso em % do controlo não 16 tratado, aquando do emprego da mistura das substâncias activas A e B nas concentrações a e b, x grau de acção, expresso em % do controlo não tratado, aquando do emprego da substância activa A na concentração a, y grau de acção, expresso em % do controlo não tratado, aquando do emprego da substância activa B na concentração b.
Tabela A - Substâncias activas individuais
Exemplo Substância activa Concentração das substâncias activas no licor de pulverização [ppm] Grau de acção em % do controlo não tratado 1 Controlo - (90% de ataque) (não tratado) 2 I 4 56 1 0 3 II-5 4 0 (boscalide) 0,25 0
Tabela B - Misturas em conformidade com a invenção
Exemplo Concentração da mistura de substâncias activas Relação da mistura Grau de acção observado Grau de acção calculado*) 4 I + II-5 4 + 0,25 ppm 16 : 1 92 56 5 I + II-5 4+4 ppm 1 : 1 92 56 6 I + II-5 1+4 ppm 1 : 4 33 0 *) grau de acção calculado de acordo com a fórmula de Colby 17
Exemplo de aplicação 2: Eficácia contra a podridão cinzenta, provocada pelo Botrytis cinerea, nas folhas de pimenta de Espanha no caso de aplicação protectora
Plântulas de pimenta de Espanha da variedade "Neusiedler Ideal Elite" foram pulverizadas - depois de se terem bem desenvolvido 4 a 5 folhas - com uma suspensão aquosa com a concentração abaixo indicada de substâncias activas, até à molhagem com gotas. No dia seguinte, as plantas tratadas foram inoculadas com uma suspensão de esporos do Botrytis cinerea, que continha 1,7 x 106 esporos/ml numa solução de biomalte aquosa a 2%. Em seguida, as plantas da experiência foram colocadas numa câmara climatizada com 22 a 24°C e com uma elevada humidade do ar. Passados 5 dias, foi possível determinar visualmente o grau do ataque fúngico nas folhas em %. A avaliação foi feita em analogia com o exemplo 1.
Tabela C - Substâncias activas individuais
Exemplo Substância activa Concentração das substâncias activas no licor de pulverização [ppm] Grau de acção em % do controlo não tratado 7 Controlo (ataque de 95%) (não tratado) 8 I 4 68 1 37 0,25 0 9 II-5 (boscalide) 1 0 0,25 0 18
Tabela D - Misturas em conformidade com a invenção
Exemplo Concentração da mistura de substâncias activas Relação da mistura Grau de acção observado Grau de acção calculado*) 10 I + II-5 4 + 0,25 ppm 16 : 1 95 68 11 I+II-51+1 ppm 1 : 1 100 37 12 I + II-5 0,25 + 0,25 ppm 1 : 1 79 0 13 I + II-5 0,25 + 1 ppm 1 : 4 89 0 *) grau de acção calculado de acordo com a fórmula de Colby A partir dos resultados das experiências, depreende-se que o grau de acção observado em todas as relações de mistura para as combinações de acordo com a invenção, é superior ao pré-calculado de acordo com a fórmula de Colby.
Lisboa, 23 de Março de 2007
Claims (10)
1 REIVINDICAÇÕES 1. Misturas fungicidas que contêm A) a triazolopirimidina com a fórmula I
B) os compostos amida com a fórmula II
XI em que X1 e X2 são iguais ou diferentes e representam halogéneo, nitro, ciano, alquilo Ci-C8, alcenilo C2-C8, alcinino C2-C8, Ci-C8-halogenoalquilo, C2-C8- halogenoalcenilo, C2-C8-halogenoalcinilo, alcoxi Ci-C8, C2-C8-halogenoalcoxi, Ci-C8-halogenoalquiltio, Ci-C8- alquilsulfinilo ou Ci-C8-alquilsulfonilo; x significa 1, 2, 3 ou 4; e y significa 1, 2, 3, 4 ou 5; numa quantidade de eficácia sinérgica.
2. Misturas fungicidas de acordo com a reivindicação 1, em 2 que os compostos amida correspondem à fórmula II-l
II, 1 em que X1 representa CF3 ou halogéneo e X2 representa halogéneo.
3. Misturas fungicidas de acordo com as reivindicações 1 e 2, que contêm como composto amida com a fórmula II o composto II-5
Cl
4. Misturas fungicidas de acordo com as reivindicações 1 a 3, caracterizadas pelo facto de a relação de peso da triazolopirimidina I para os compostos amida com a fórmula II ser de 100 : 1 a 1 : 100.
5. Meio fungicida que contém as misturas fungicidas de acordo com as reivindicações 1 a 4, e um suporte sólido ou liquido.
6. Processo destinado ao combate a fungos nocivos fitopatogénicos, caracterizado pelo facto de tratar-se os fungos nocivos, o respectivo espaço vital ou as plantas, sementes, solo, superfícies, materiais ou espaços a manter 3 livres dos mesmos, com a triazolopirimidina com a fórmula I de acordo com as reivindicações 1 e 2, e os compostos amida com a fórmula II de acordo com as reivindicações 1 e 3, ou os meios de acordo com a reivindicação 5.
7. Processo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo facto de aplicar-se a triazolopirimidina com a fórmula I de acordo com a reivindicação 1 e os compostos amida com a fórmula II de acordo com a reivindicação 1, ao mesmo tempo, seja em conjunto ou em separado, ou então consecutivamente.
8. Processo de acordo com a reivindicação 6 ou 7, caracterizado pelo facto de aplicar-se a triazolopirimidina com a fórmula I de acordo com a reivindicação 1, numa quantidade de 5 a 2 000 g/ha.
9. Processo de acordo com a reivindicação 6 ou 7, caracterizado pelo facto de aplicar-se os compostos amida com a fórmula II de acordo com as reivindicações 1 e 3 numa quantidade de 5 a 2 000 g/ha.
10. Utilização dos compostos I e II de acordo com a reivindicação 1, no fabrico de um meio adequado ao combate a fungos nocivos. Lisboa, 23 de Março de 2007
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