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PT1469859E - Utilização de cetonas poli-insaturadas para o tratamento da psoríase - Google Patents

Utilização de cetonas poli-insaturadas para o tratamento da psoríase Download PDF

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PT1469859E
PT1469859E PT03704739T PT03704739T PT1469859E PT 1469859 E PT1469859 E PT 1469859E PT 03704739 T PT03704739 T PT 03704739T PT 03704739 T PT03704739 T PT 03704739T PT 1469859 E PT1469859 E PT 1469859E
Authority
PT
Portugal
Prior art keywords
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compound
double bonds
psoriasis
hydrocarbon group
Prior art date
Application number
PT03704739T
Other languages
English (en)
Inventor
Berit Johansen
Marit Anthonsen
Wenche Sjursen
Anne Kristen Holmeide
Lars Skattebol
Original Assignee
Avexxin As
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Publication date
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Description

1
DESCRIÇÃO
"UTILIZAÇÃO DE CETONAS POLI-INSATURADAS PARA O TRATAMENTO DA PSORÍASE" A presente invenção é destinada à utilização de certas cetonas poli-insaturadas de cadeia longa no tratamento da psoriase e, em particular a cetonas transportando substituintes alfa de remoção de eletrões para a funcionalidade carbonilo desse tratamento. A psoriase é uma doença de pele comum, crónica, inflamatória. 0 tecido psoriático é caracterizado pela inflamação crónica tanto na epiderme como na derme, a doença sendo também caracterizada por uma hiperplasia dos queratinócitos da epiderme, ativação dos fibroblastos, alteração do metabolismo eicosanoide e infiltração de leucócitos.
Os tratamentos eficazes para a psoriase, tais como a ciclosporina A, os esteroides, o metotrexato e a fotoquimioterapia todos têm atividade imunossupressora e, por isso não são tratamentos ideais devido aos seus efeitos colaterais. Devido a isso os cientistas, têm perseguido outros potenciais tratamentos para esta doença.
Tem sido observado que o tecido psoriático exibe elevados níveis de ácido araquidónico e de eicosanóides. Isto sugere que a fosfolípase A2 (PLA2) pode estar envolvida na patogénese da psoriase.
As fosfolípases são um grupo de enzimas que libertam ácidos gordos insaturados da posição sn2 da membrana 2 fosfolipídica. Uma vez libertados, os ácidos gordos são convertidos por várias enzimas em moléculas de sinalização muito importantes biologicamente. A libertação de ácido araquidónico inicia a cascata de ácido araquidónico conduzindo à síntese de eicosanóides, tais como as prostaglandinas. Os eicosanóides são importantes numa variedade de processos fisiológicos e têm um papel central na inflamação. Em Inflammation, Vol. 18, N°. 1, 1994, Andersen et al identificam a presença de certas fosfolípases na psoríase da pele humana. É por isso que se acredita que a inibição das enzimas da fosfolípase deve ter potencial na cura de alguns dos sintomas inflamatórios, incluindo a híper-proliferação epidérmica devido à maior produção de leucotrieno, relacionada com a produção de eicosanoide e a ativação da célula tanto na epiderme como na derme na psoríase.
No documento WO00/02561, os inventores descrevem um método para modificar a vasoatividade através da regulação de um percurso pró-inflamatório-Αβ solúvel. 0 regulador é oleil-oxi-etilfosforilcolina.
No documento de Sagami Chem Res Centre, de 14 de outubro de 1997, os autores discutem inibidores seletivos da fosfolípase A2 citosólica ou secretora como bloqueadores da ativação do TNF-induzido da expressão NF-kB e do ICAM-1. Em particular, os autores notaram que o AACOCF3 e o EPACOCF3 podem inibir a cPLA2.
Em J. Chem. Soc. Perkin Trans. 1, 2000, 2271 - 2276 são reportados vários compostos estruturalmente diferentes como inibidores da cPLA2 in vitro. Os compostos testados tiveram 3 base em torno de todos os Z -ácido eicosa-pentaenóico - 5, 8, 11, 14, 17 (EPA) e de todos os Z -ácido docosa-hexaenóico 4, 7, 10, 13, 16, 19 (DHA) . O documento sugere que estudos preliminares mostram que in vitro os compostos são ativos como inibidores de enzimas.
Os compostos no documento J. Chem. Soc. Perkin Trans. 1, 2000, 2271 - 2276 não foram, no entanto, testados in vivo e, desse modo não há qualquer forma de prever os seus efeitos in vivo. Além disso, ao elaborar um tratamento para uma doença é necessário assegurar a seletividade. Existe um número muito grande de enzimas de fosfolipase conhecidas e mais enzimas deste tipo estão a ser descobertas conforme a ciência médica se vai desenvolvendo. Uma vez que as fosfolipases controlam uma ampla variedade de diferentes funções intracelulares é necessário desenvolver inibidores destas enzimas que sejam seletivos para a particular fosfolipase cuja atividade deva ser alterada. Compostos que inibam um grande número de enzimas de fosfolipase têm pouco interesse comercial, uma vez que os benefícios de uma inibição enzimática desejada serão adversos pela presença de muitos efeitos colaterais indesejados e potencialmente perigosos provocados pela inibição indesejada de enzimas. Permanece assim, portanto, uma necessidade para conferir inibidores altamente seletivos das enzimas de fosfolipase.
Os presentes inventores descobriram surpreendentemente que compostos de estrutura de algum modo semelhante ou de estrutura idêntica à daqueles identificados no documento Perkin Transaction são seletivos para as enzimas IVa PLA e são, por isso, candidatos ideais para o tratamento da psoríase na ausência de efeitos colaterais. Tendo em conta que existe um total de 23 enzimas no grupo de fosfolipase e 4 que cada enzima desempenha uma diferente funçã.o fisiológica e patológica isto é surpreendente. Além disso, foi surpreendentemente verificado que os compostos da invenção são particularmente potentes na redução da produção de eicosanoide, por exemplo, na inibição do grupo IVa PLA2.
Desse modo, vista a partir de um ponte de vista a invenção confere um composto de fórmula (I)
em que R é um grupo de hidrocarbonetos insaturados C16-24 β interrompido para o grupo carbonilo através de um heteroátomo ou grupo de heteroátomos selecionado a partir de S, 0, N, SO, SO2 em que o referido grupo de hidrocarbonetos compreende pelo menos 5 ligações duplas não conjugadas; e X é um grupo de remoção de eletrões selecionado a partir de CHal3, CHHal2 ou CHalH2 em que
Hal representa um halogéneo para utilização no fabrico de um medicamento para o tratamento da psoríase.
Vista a partir de ainda outro aspeto, a invenção confere composição farmacêutica compreendendo um composto de fórmula (I)
em que R é um grupo de hidrocarbonetos insaturados C16-24 β interrompido para o grupo carbonilo através de um heteroátomo ou grupo de heteroátomos selecionado a partir de S, 0, N, SO, S02 em que o referido grupo de 5 hidrocarbonetos compreende pelo menos 5 ligações duplas não conjugadas; e X é um grupo de remoção de eletrões selecionado a partir de CHal3, CHHal2 ou CHalH2 em que Hal representa um halogéneo e um excipiente farmaceuticamente aceitável. 0 grupo R compreende de preferência 5 a 7 ligações duplas, de preferência 5 ou 6 ligações duplas, por exemplo, 5 ligações duplas que devem ser não-conjugadas. Também é preferível se as ligações duplas não se conjugarem com a funcionalidade carbonilo.
As ligações duplas presentes no grupo R podem ter configuração cis ou trans, no entanto, é preferível que a maioria das ligações duplas presentes (ou seja, pelo menos 50%) tenha configuração cis. Em outras formas de realização vantajosas todas as ligações duplas no grupo R têm configuração cis ou todas as ligações duplas têm configuração cis exceto a ligação dupla mais próxima do grupo carbonilo que pode ter configuração trans. O grupo R pode ter entre 16 e 24 átomos de carbono. O grupo R transporta um heteroátomo ou grupo de heteroátomos β posicionado, para o carbonilo. De preferência o heteroátomo é O ou S ou um derivado de enxofre, tal como o SO.
Especificamente os grupos RCOX preferidos são aqueles de fórmula 6
X \
44^«^W η . , , . , , , nl, r-, 6-alquilo. Se estiverem selecionados a partir de halo ou '-i presentes os substitutos de preferência são não polares, e pequenos, por exemplo, um grupo metilo. É preferível, no entanto, se o grupo R permanecer por substituir. 0 grupo X é um grupo de remoção de eletrões, CHal3, CHa^H ou CHalH2 em que Hal representa um halogéneo, por exemplo, flúor, cloro, bromo ou iodo, de preferência, flúor.
Numa forma de realização preferida o grupo de remoção de eletrões é CHal3, especialmente CF3.
Compostos altamente preferidos para utilização na intenção são EPASCOCF3 e AKH 217 conforme descrito abaixo.
Compostos de fórmula (I) podem ser fabricados utilizando rotas quimicas sintéticas conhecidas. É conveniente iniciar 7 a síntese a partir dos compostos comercialmente disponíveis, ácido araquidónico, EPA ou DHA. A conversão da funcionalidade ácida destes compostos em, por exemplo um grupo -COCF3f pode ser rapidamente conseguida, por exemplo, através da conversão do ácido carboxílico no seu correspondente ácido clorídrico e da reação do mesmo com anidrido trifluoroacético em presença da piridina. A introdução de um heteroátomo na cadeia de carbono também é rapidamente conseguida. Convenientemente, por exemplo, o ácido inicial é reduzido para um álcool e, se requerido, convertido no correspondente tiol. 0 tiol nucleofílico pode então ser reagido com um grupo tal como o BrCH2COCF3, introduzindo, desse modo, as espécies carbonilo e de remoção de eletrões. Protocolos sintéticos completos podem ser encontrados no documento J. Chem. Soc., Perkin Trans 1, 2000, 2271 - 2276 ou no documento J. Immunol., 1998, 161, 3421.
Os compostos de fórmula (I) podem ser formulados em medicamentos utilizando técnicas convencionais bem conhecidas para os químicos com competências farmacêuticas. Desse modo, os compostos podem ser formulados com excipientes bem conhecidos ou transportadores farmacêuticos.
Os medicamentos da invenção também podem incluir outros aditivos convencionais tais como antioxidantes, conservantes, corantes, aromatizantes, etc.
Os medicamentos da invenção podem ser formulados como comprimidos, pastilhas, pó, cápsulas, emulsões, mas, estão de preferência sob a forma de cremes ou de pomadas. A forma de administração pode ser qualquer forma conhecida, tal como oral, nasal, transmucosal, parentérica, tópica, intradérmica etc. No entanto, é vantajoso se o medicamento for aplicado topicamente, isto é, diretamente na parte infetada da pele humana. A quantidade de medicamento necessária para efetuar um tratamento bem-sucedido irá depender, claro, do paciente e da gravidade da psoriase. A dose será rapidamente determinada pelo químico qualificado.
Os compostos da invenção podem ser utilizados para tratar a psoriase em combinação com outros fármacos conhecidos para o referido propósito e isto estabelece um outro aspeto da invenção. A invenção é descrita mais abaixo em referência aos exemplos e fiquras seguintes não limitativos. A Figura 1 mostra a relativa inibição da atividade da enzima IVa PLA2 para um número de compostos da invenção em comparação com os compostos comerciais. A enzima IVa PLA2 recombinante foi pré-incubada com inibidor (5 μΜ) durante 10 minutos e, depois, ensaiada no ensaio de atividade enzimática na micela variada. O controlo não foi tratado com o inibidor. Os resultados são conferidos como % do controlo e são a média das determinações duplicadas de 1 das 4 experiências representativas. A Figura 2 mostra a inibição dependente da concentração de IVa PLA2 no ensaio de atividade enzimática na micela variada. 0 aumento da inibição de IVa PLA2, através de EPACOCF3, EPASCOCF3 e AACOCF3 é mostrada na Figura B e 9 os aumentos da inibição da IVa PLA2 através de EPACH (OH) COCF3, DHACOCF3 e MAFP são mostrados na Figura A. Os resultados são dados como % do controlo e são a média das determinações duplicadas de uma de 2 a 4 experiências representativas. A Figura 3A mostra que o ionóforo de cálcio A23i87 estimula a liberação extracelular de lipidos marcados-[3H] de modo dependente da concentração. As células HaCaT foram tratadas com A23187 durante 1 hora, o ácido araquidónico e os eicosanóides foram extraídos do meio de célula utilizando colunas Bond Elut <318 e os conteúdos de lipidos marcados-[3H] no meio foram determinados através da contagem de cintilação. Cada coluna na figura representa a média das determinações triplicadas de uma das 3 experiências representativas. A Figura 3B mostra que o ionóforo de cálcio A23i87 dependente da dosagem também estimula a produção de prostaglandina E2 (PGE2) , um produto da modificação por ciclo-oxigenase do ácido araquidónico (AA). A acumulação de PGE2 no meio foi ensaiada por imunoensaio enzimático do PGE2 (EIA) . A Figura 4 mostra que ativação do NF-kB estimulado TNFa ou IL-Ιβ é inibida dependente da dosagem de AKH217 (91% e 81% respetivamente). MATERIAIS E MÉTODOS Materiais 0 ionóforo da cálcio A23i87, da Sigmacoat, 3-(4,5-dimetiltiazol-2-il)-2,5-difeniltetrazólio de brometo (MTT) e a albumina do soro bovino foram obtidos a partir da Sigma (St. Louis, MO, EUA). A fosfatidilcolina, 1-estearil-2-araquidonilo e ο [3H] araquidónico foram obtidos a partir da Amersham (Buckinghamshire, Reino Unido). À Merck 10 (Darmstadt, Alemanha) foram adquiridas folhas de alumínio de gel de sílica 60, acetato de etilo, isooctano e ácido acético. O TNF α foi um generoso presente do Professor Terje Espevik, da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, NTNU e o It-ΐβ foi adquirido a partir da Roche Molecular Biochemicals. O AACOCF3 veio da BIOMOL (Plymouth Meeting, PA, EUA), e o MAFP veio da Cayman (Ann Arbor, MI, EUA). Todos os compostos de ácidos gordos foram armazenados em N2 a -80°C.
Cultura celular A linha da célula queratinócito HaCaT de pele humana espontaneamente imortalizada foi gentilmente fornecida pelo Prof. N. E. Fusenig (Heidelberg, Alemanha). As células foram cultivadas em Dulbecco's Modified Eagle's Médium (DMEM) com 1 g de glucose/L (Gibco BRL, Life Technologies Ltd, Paisley, Escócia) , complementada com 5% de soro fetal (FCS) (HyClone Laboratories, Inc., Utah, EUA), 0,3 mg/mL de L-glutamina (Sigma Chemical Company, St. Louis, Mo, EUA), 0,1 mg/mL de gentamicina (Sigma) e 1 pg/mL de fungizona (Gibco). As células confluentes foram estimuladas com A23187, ΙΙ-1β (10 mg/mL) ou TNFoc (10 mg/mL) em 0,5% (v/v) de FCS durante 1 hora antes da colheita. Foram utilizadas as passagens 40 - 80 das células. A geração de transfetantes de HaCaT expressando luciferase sob estrito controlo do fator de transcrição NF-kB é descrita em qualquer outro local (Anthonsen et al, J. Biol. Chem. 2001, 276, 30527). 0 plasmídeo pBIIX reportado contém duas cópias da sequência HIV NF-kB clonada a montante do promotor do rato para a expressão de condução do gene do gene de luciferase de Photinus pyralis. 11 A deteção de EIA foi executada de acordo com a descrição do fabricante, Cayman Chemical, MI, EUA. Uma diluição de 1:10 foi utilizada para a medição da PGE2. 0 Microplate Manager Software (Bio-Rad Laboratory) calculou os dados da amostra.
Ensaio de Luciferase
As células foram inoculadas em placas de várias lâminas de 24 ciclos (2,8 x 105 paredes celulares). As células tratadas foram lavadas duas vezes com soro tampão salino de fosfato e alisadas, e as atividades da luciferase foram determinadas utilizando o sistema de Ensaio Reportado de Luciferase (Promega) e o Turner Luminometer modelo TD-20/20 (Turner Designs) conforme descrito pelo fabricante. Síntese de todos os Z -ácido eicosa-pentaenóico - 5, 8, 11, 14, 17 (EPA) e de todos os derivados (DHA) dos Z -ácido docosa-hexaenóico 4, 7, 10, 13, 16, 19.
Os derivados nos ensaios enzimáticos são mostrados abaixo. 0 AACOCF3 e o MAFP foram comprados a fornecedores conforme mencionado acima. Os restantes derivados foram preparados conforme descrito no documento J. Chem. Soc. Perkin Trans. 1, 2000, 2271 - 2276. 12 12
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Teste de micela variada da atividade do cPLA2
Fontes da atividade de enzima IV PLA2 foram células de insetos sobre IV PLA2 humana recombinante expressa (10 pg IVPLA2 proteína / 106 células; Sistema de expressão de Bac PAK Baculovirus; Laboratórios CLONTECH, Paio Alto, CA, EUA) . As frações citosólicas de células de insetos foram preparadas conforme descrito no documento de Schalkwijk et al (1992) Eur. J. Biochem. 210, 169 - 176. Os conteúdos de proteína das frações citosólicas foram medidos através do teste da proteína Bio-Rad (Laboratórios Βύο-Rad GmbH, Munique, Alemanha) utilizando albumina de soro bovino como padrão. Os derivados inibidores foram adicionados 10 minutos antes da adição do substrato. A pré-incubação dos inibidores foi efetuada à temperatura ambiente. A atividade da enzima IV PLA2 foi analisada utilizando [14CJ-L-3
Fosfatidilcolina, l-estearil-2-araquidonilo como substrato 13 de acordo com Wijkander et al (Eur. J. Biochem. 202, 873 -880, 1991) . Depois de 30 min, a reação foi interrompida e centrifugada, a fase CHC13 foi evaporada com gás N2 para secar e depois novamente suspensa em CHCI3: MeOH (9:1, v/v). A cromatografia de camada fina (CCF) separou o ácido araquidónico livre dos fosfolipidos em folhas de alumínio de gel de sílica 60 desenvolvido com acetato de etilo: iso-octano: ácido acético: água (55: 75: 8: 100, v/ v/ v/ v) (Gronnich et al, J. Clin. Invest., 93, 1224 - 1233, 1994) . O Captador de Fósforo quantificou o ácido araquidónico livre e os fosfolipidos e a atividade da IV PLA2 foi expressa como a diminuição da libertação do ácido araquidónico através da enzima incubada com inibidor quando comparada com sem inibidor.
Deteção de ácido araquidónico e de eicosanoide
As células confluentes foram marcadas com 1 pCi/mL de ácido araquidónico [3H] em meios complementados com 0,5% (v/v) de FCS 24 horas antes da indução e inibição da célula. Cerca de 90% do ácido araquidónico radioativo foi incorporado nas membranas celulares. O ácido araquidónico [3H] extracelular foi removido através da lavagem das células, em média, 3 vezes. As células de HaCaT, foram depois pré incubadas com inibidor durante 1 hora e estimuladas com ionóforo de cálcio durante 1 hora. O meio da célula foi recolhido e limpo através de centrifugação. O ácido araquidónico e os eicosanóides foram extraídos do meio utilizando colunas de octadecilo Bond Elut C18 (500 mg) (Varian SPP, Cidade de Harbor, CA) conforme descrito por Powell, Anal. Biochem. 164, 117 - 131, 1987; com modificações previamente descritas em Brekke, Cytokine, 4, 269 - 280, 1992. As amostras foram recolhidas em tubos de vidro pré-revestidos com Sigmacoat. A solução de acetato de etilo das amostras 14 foi completamente seca com N2, redissolvida em 0,5 mL de acetato de etilo fresco e as amostras (triplicadas) de aliquotas de 50 μΐ foram submetidas a contagem de β-cintilação liquida (Beckman LS 1701) em 5 mL de líquido de Ready Protein (Beckman). A quantidade de PGE2 em meio de cultura celular a partir de células estimuladas de HaCaT de ionóforo de cálcio foi medida utilizando um imunoensaio enzimático (EIA; Caimão). 0 ensaio é baseado na competição entre o PGE2 livre e uma PGE2-acetilcolinesterase por uma quantidade limitada de anticorpo monoclonal de PGE2. O meio foi diluído a 1:10 antes da análise do índice de PGE2. O Microplate Manager Software (Laboratório de Bio-Rad) calculou os dados da amostra.
Ensaio MTT
As células confluentes foram pré-tratadas com inibidores em meio livre de soro durante 1 hora e, depois, tratadas com agente estimulante durante 1 hora. A conversão do substrato 3-(4,5-dimetiltiazol-2il)-2,5-difenilo brometo de tetrazolina] foi medido como densidade ótica a 580 nm depois de 4 horas de acordo com Mosmann [Mosmann T, J. Immunol. Methods 65, 55 - 63, 1983]. Para cada concentração de inibidor foram medidos nove paralelos.
RESULTADOS
Atividade enzimática da IV PLA2
De forma a investigar a ação dos derivados de ácidos gordos como inibidores da IV PLA2, medimos a atividade da IV PLA2 no ensaio da micela variada com IV PLA2 recombinante como fonte de enzima, conforme descrito nos materiais e métodos. Os derivados de ácidos gordos sintéticos que fizemos estão 15 listados acima, em conjunto com os inibidores disponíveis comercialmente, que usámos para comparação. 0 EPASCOCF3 e o AKH-217 parecem ter a mesma potência que os inibidores IV PLA2 como o AACOCF3 (ou seja, inibição de 75 - 80%) (Figura 1) . O MAFP e o DHACOCF3 foram inibidores IV PLA2 mais pobres (inibição de 50% e 30% respetivamente) . 0 composto EPACH(OH)CF3 também foi testado o que resultou em severa atenuação do efeito de inibição (inibição de 10%). O EPACOCH3 foi utilizado como um composto controlo com metilo em vez do grupo trifluorometilo (CF3) . O EPACOCH3 não mostrou qualquer inibição (Figura 1).
Os valores de IC50 de EPASCOCF3 e AACOCF3 foram medidos como sendo 3,5 ± 0 μΜ e 5,8 ± 1,9 μΜ, respetivamente (Figura 2B) . Enquanto os valores de IC50 de MAFP e EPACH(OH)CF3 foram determinados como sendo 24 ± 1,4 μΜ e 43 ± 7,1 μΜ respetivamente (Figura 2A).
Estudos cinéticos com os inibidores no ensaio de micela variada foram realizados de forma a ver se o curso de tempo era linear. Foi atingido um pico em dois minutos (resultados não mostrados), indicando que os inibidores atuam muito rapidamente.
Em resumo, o EPASCOCF3 e ο AKH217 parecem ter potência idêntica ou talvez ligeiramente mais elevada que o composto comercialmente disponíveis AACOCF3, na inibição do IVa PLA2.
Deteção de eicosanoide e do ácido araquidónico.
De modo a avaliar o efeito do EPA e dos derivados de DHA num sistema mais biológico, utilizámos as células HaCaT 16 como um sistema modelo [Sjursen et al, Cytokine, 12, 8, 1189 - 1194, 2000] . Foi mostrado que o ionóforo de cálcio A23i87 induz a libertação do ácido araquidónico em muitos tipos de células, provavelmente através do aumento da concentração intracelular de Ca2+ e, desse modo, induzindo a associação do cPLA2 com as membranas celulares [Kramer e Sharp, FEBS Lett, 410, 49 - 53, 1997] . Na célula de HaCaT, o ionóforo induziu uma libertação de resposta de dose de ácido araquidónico rotulado [3H] (Fiqura 3A).
Concentrações superiores a 10 μΜ de A23i87 foram tóxicas, conforme determinado pelo ensaio MTT. O próximo passo na avaliação dos nossos inibidores de síntese de ácidos gordos foi determinar a sua capacidade de reduzir a libertação extracelular de PGE2 em resposta ao A2 3i87 nas células HaCaT. Antes de se realizarem as experiências nas células, avaliámos a toxicidade dos inibidores. O ensaio MTT mostrou que concentrações de compostos de ácidos gordos de 25 μΜ e superiores são tóxicas para as células HaCaT (resultados não mostrados).
As células HaCat sobre regulam a expressão da mensagem da cicloxigenase 2 quando tratada com LPS (200 ng/mL, 5% de soro humano) durante 30 min. (resultados não publicados) . Depois da estimulação do ionóforo durante uma hora, o PGE2 acumula-se no meio (Figura 3B).
De forma a determinar se a inibição da IVa PLA2 tem qualquer consequência biológica, as células de HaCaT foram estimuladas com citocinas pró-inflamatórias IL-Ιβ ou TNFa. Como uma medida da inflamação, foi analisada a ativação do fator de transcrição NF-kB. Mostrámos anteriormente que o 17 TNFa ou o IL-Ιβ ativam o NF-kB nas células HaCat (Thommesen et al, J. Immunol., 1998, 161, 3421). A ativação do NF-kB foi analisada como expressão da luciferase. 0 tratamento das células de HaCat-pBIIX transfetadas estáveis com TNFa ou IL-Ιβ durante 1 h realçou a expressão dependente de NF-kB (não mostrada). Na presença de inibidores AKH217, a expressão da luciferase estimulada IL-Ιβ dependente da dose foi inibida em 81%. A TNFa estimulou a ativação do NF-kB inibindo ο AKH217 dependente da dose em 91% (Figura 4), confirmando desse modo que os nossos inibidores de síntese de ácidos gordos podem ser úteis na inibição de respostas inflamatórias.
Lisboa, 24 de Fevereiro de 2012

Claims (12)

1 REIVINDICAÇÕES 1. Um composto de fórmula (I)
em que R é um grupo de hidrocarbonetos insaturados Ci6-24 β interrompido para o grupo carbonilo através de um heteroátomo ou grupo de heteroátomos selecionado a partir de S, 0, N, S0, S02 em que o referido grupo de hidrocarbonetos compreende pelo menos 5 ligações duplas não conjugadas; e X é um grupo de remoção de eletrões selecionado a partir de CHal3, CHHal2 ou CHalH2 em que Hal representa um halogéneo para utilização no fabrico de um medicamento para o tratamento da psoriase.
2. Um composto para utilização conforme reivindicado na reivindicação 1, em que o referido grupo de hidrocarbonetos compreende 5 a 7 ligações duplas.
3. Um composto para utilização conforme reivindicado na reivindicação 2, em que o referido grupo de hidrocarbonetos compreende 5 ligações duplas.
4. Um composto para utilização conforme reivindicado nas reivindicações 1 a 3, em que não é conjugada qualquer ligação dupla com o grupo carbonilo.
5. Um composto para utilização conforme reivindicado em qualquer uma das reivindicações 1 a 4, em que todas as ligações duplas têm configuração cis. 2
6. Um composto para utilização conforme reivindicado em qualquer uma das reivindicações 1 a 4, em que todas as ligações duplas têm configuração cis exceto a ligação dupla mais próxima do carbonilo.
7. Um composto para utilização conforme reivindicado em qualquer uma das reivindicações 1 a 6, em que o grupo R compreende 19 a 21 átomos de carbono.
8. Um composto para utilização conforme reivindicado em qualquer uma das reivindicações 1 a 7, em que o referido heteroátomo ou grupo de heteroátomos é 0, S ou SO.
9. Um composto para utilização conforme reivindicado em qualquer uma das reivindicações 1 a 8, em que o grupo RCOX é:
3
10. Um composto para utilização conforme reivindicado nas reivindicações 1 a 9, em que X é CHal3.
11. Um composto para utilização conforme reivindicado na reivindicação 1, em que RCOX é
12. Uma composição farmacêutica compreendendo um composto de fórmula (I)
em que R é um grupo de hidrocarbonetos insaturados Ci6-24 β interrompido para o grupo carbonilo através de um heteroátomo ou grupo de heteroátomos selecionado a partir de S, 0, N, S0, S02 em que o referido grupo de hidrocarbonetos compreende pelo menos 5 ligações duplas não conjugadas; e X é um grupo de remoção de eletrões selecionado a partir de CHal3, CHHal2 ou CHalH2 em que Hal representa um halogéneo e um excipiente farmaceuticamente aceitável. Lisboa, 24 de Fevereiro de 2012
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