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BRPI1014629B1 - Composição inseticida que compreende uma macrolactona, um polímero e um material proteináceo e método para controlar insetos - Google Patents

Composição inseticida que compreende uma macrolactona, um polímero e um material proteináceo e método para controlar insetos Download PDF

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Publication number
BRPI1014629B1
BRPI1014629B1 BRPI1014629-6A BRPI1014629A BRPI1014629B1 BR PI1014629 B1 BRPI1014629 B1 BR PI1014629B1 BR PI1014629 A BRPI1014629 A BR PI1014629A BR PI1014629 B1 BRPI1014629 B1 BR PI1014629B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
weight
spp
composition
pesticide
polymeric material
Prior art date
Application number
BRPI1014629-6A
Other languages
English (en)
Inventor
Lewis Wilson Stephen
Liu Lei
D.Thomas James
Raymond E. Boucher, Jr.
Edwin Dripps James
Sue Kempe Margaret
Original Assignee
Dow Agrosciences Llc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Dow Agrosciences Llc filed Critical Dow Agrosciences Llc
Publication of BRPI1014629A2 publication Critical patent/BRPI1014629A2/pt
Publication of BRPI1014629B1 publication Critical patent/BRPI1014629B1/pt
Publication of BRPI1014629B8 publication Critical patent/BRPI1014629B8/pt

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Description

(54) Título: COMPOSIÇÃO INSETICIDA QUE COMPREENDE UMA MACROLACTONA, UM POLÍMERO E UM MATERIAL PROTEINÁCEO E MÉTODO PARA CONTROLAR INSETOS (51) Int.CI.: A01N 37/46; A01N 43/22; A01N 43/90; A01P 7/04 (30) Prioridade Unionista: 30/04/2009 US 61/214,952 (73) Titular(es): DOW AGROSCIENCES LLC (72) Inventor(es): STEPHEN LEWIS WILSON; LEI LIU; JAMES D.THOMAS; RAYMOND E. BOUCHER, JR.; JAMES EDWIN DRIPPS; MARGARET SUE KEMPE
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Relatório Descritivo da Patente de Invenção para COMPOSIÇÃO INSETICIDA QUE COMPREENDE UMA MACROLACTONA, UM POLÍMERO E UM MATERIAL PROTEINÁCEO E MÉTODO PARA CONTROLAR INSETOS.
REFERÊNCIA CRUZADA A PEDIDOS CORRELATOS
O presente pedido reivindica prioridade para o Pedido Provisório U.S. n° 561/214.952 depositado em 30 de abril de 2009, cujo conteúdo está incorporado aqui por referência em sua totalidade.
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se ao campo dos pesticidas e seu uso no controle de pragas.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
As pragas causam milhões de mortes de humanos em todo o mundo a cada ano. Adicionalmente, existem mais do que dez mil espécies de pragas que causam perdas na agricultura. Essas perdas agrícolas somam bilhões de dólares americanos a cada ano. Os cupins causam danos a várias estruturas tais como casas. Essas perdas causadas pelos cupins somam bilhões de dólares americanos a cada ano. Como uma observação final, várias pragas de alimentos armazenados se alimentam e adulteram o alimento armazenado. Essas perdas com alimentos armazenados custam bilhões de dólares americanos a cada ano, mas com maior importância, privam as pessoas do alimento necessário.
Várias composições pesticidas têm sido desenvolvidas ao longo do tempo para destruir as pragas e aliviar os danos que elas causam. Essas composições são frequentemente aplicadas ao meio ambiente no qual os insetos ou outras pragas vivem ou onde seus ovos estão presentes, incluindo o ar que os circunda, o alimento que eles comem ou os objetos com os quais eles têm contato. Várias dessas composições são vulneráveis à degradação química e física quando aplicadas a esses ambientes. Se esses tipos de degradação ocorrerem, a atividade pesticida dos pesticidas pode ser adversamente afetada, necessitando comumente de um aumento na concentração na qual os pesticidas são aplicados e/ou aplicações mais fre2/58 qüentes dos pesticidas. Como resultado, os custos para os usuários e os custos para o consumidor podem aumentar. Portanto, existe uma necessidade por novas composições pesticidas que exibam estabilidade aumentada e atividade intensificada em comparação a composições pesticidas existentes quando, por exemplo, as composições pesticidas são aplicadas a um meio ambiente para controlar pragas.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a novas composições pesticidas e seu uso no controle de insetos e de certos outros invertebrados. Em uma modalidade, uma composição inclui pelo menos um pesticida, pelo menos um material proteináceo e pelo menos um material polimérico. Nessa modalidade, a composição exibe níveis de atividade pesticida elevados em comparação a uma composição diferente apenas por não possuir o pelo menos um material proteináceo e o pelo menos um material polimérico. Em uma forma, o pelo menos um pesticida é um pesticida fotolábil. Em outra forma, o pelo menos um pesticida é um inseticida de lactona macrocíclica.
Em uma forma mais particular, o pelo menos um pesticida é uma espinosina, tal como espinoteram ou espinosade e o pelo menos um material proteináceo inclui pelo menos um de albumina sérica bovina, albumina de ovo, soro de leite, gelatina ou zeína e o pelo menos um material polimérico inclui pelo menos um de álcool polivinílico, polivinil pirrolidona, um látex ou polímero de terpeno. Entretanto, deve-se apreciar que alternativas para o pelo menos um pesticida, material proteináceo e material polimérico estão contempladas.
Em outra modalidade, uma composição inclui de cerca de 2% a cerca de 25%, em peso, de espinetoram, de cerca de 15% a cerca de 75%, em peso, de um material proteináceo e de cerca de 5% a cerca de 70%, em peso, de um material polimérico. Em um aspecto desta modalidade, o material proteináceo inclui albumina de ovo e o material polimérico inclui álcool polivinílico.
Em uma outra modalidade, uma composição inclui de cerca de
15% a cerca de 60%, em peso, de espinetoram e de cerca de 30% a cerca
3/58 de 75%, em peso, do pelo menos um material polimérico. Nessa modalidade, a composição exibe níveis de atividade pesticida intensificados em comparação a uma composição diferente apenas por não possuir o pelo menos um material polimérico. Em uma forma desta modalidade, o pelo menos um pesticida é um pesticida foto-lábil. Em uma forma particular, o pelo menos um pesticida é uma espinosina, tal como espinoteram ou espinosade.
Em ainda outra modalidade, um método inclui aplicar uma quantidade inativadora de insetos de uma composição pesticida a um local onde o controle é desejado.
Além disso, modalidades, formas, características, aspectos, benefícios, objetos e vantagens adicionais da presente invenção se tornarão evidentes a partir da descrição detalhada e dos exemplos fornecidos. DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Ao longo desse documento, todas as temperaturas são dadas em graus Celsius e todos os percentuais são percentuais em peso, exceto onde especificado em contrário.
As composições pesticidas que exibem estabilidade aumentada e atividade pesticida intensificada são descritas nesse documento. Mais particularmente, em uma ou mais modalidades, as composições pesticidas exi20 bem atividade pesticida residual intensificada. Um pesticida é definido aqui como qualquer composto que mostra alguma atividade pesticida ou biocida ou participa de outra maneira no controle ou limitação das populações de pragas. Tais compostos incluem fungicidas, inseticidas, nematocidas, acaricidas, cupinicidas, rodenticidas, moluscicidas, artropodicidas, herbicidas, biocidas, assim como ferormônios e atraentes e semelhantes.
Exemplos de pesticidas que podem ser incluídos nas composições aqui descritas incluem, mas não são limitados a inseticidas antibióticos, inseticidas de lactona macrocíclica (por exemplo, inseticidas de avermectina, inseticidas de milbemicina, e inseticidas de espinosina), inseticidas de arsê30 nico, inseticidas botânicos, inseticidas de carbamato (por exemplo, inseticidas de benzofuranil metilcarbamato, inseticidas de dimetilcarbamato, inseticidas de oxima carbamato, e inseticidas de fenil metilcarbamato), inseticidas
4/58 de diamida, inseticidas dessecantes, inseticidas de dinitrofenol, inseticidas de flúor, inseticidas de formamidina, inseticidas fumigantes, inseticidas inorgânicos, reguladores do crescimento de insetos (por exemplo, inibidores da síntese de quitina, miméticos de hormônios juvenis, hormônios juvenis, agonistas de hormônios de ecdise, hormônios de ecdise, inibidores de ecdise, precocenos, e outros regulares do crescimento de insetos não classificados), inseticidas análogos de nereistoxina, inseticidas nicotinóides (por exemplo, inseticidas de nitroguanidina, inseticidas de nitrometileno, e inseticidas de piridilmetilamina), inseticidas organoclorados, inseticidas organofosforados, inseticidas de oxadiazina, inseticidas de oxadiazolona, inseticidas de ftalimida, inseticidas de pirazol, inseticidas piretróides, inseticidas de pirimidinamina, inseticidas de pirrol, inseticidas de ácido tetrâmico, inseticidas de ácido tetrônico, inseticidas de tiazol, inseticidas de tiazolidina, inseticidas de tioureia, inseticidas de uréia assim como outros inseticidas não classificados.
Alguns dos inseticidas particulares que podem ser empregados nas composições descritas nesse documento incluem, mas não se limitam aos seguintes: 1,2-dicloropropano, 1,3 dicloropropeno, abamectina, acefato, acetamiprida, acetion, acetoprol, acrinatrina, acrilonitrila, alanicarbe, aldicarbe, aldoxicarbe, aldrin, aletrina, alosamidina, alixicarbe, alfa-cipermetrina, alfa-endosulfam, amidition, aminocarbe, amiton, amitraz, anabasina, atidation, azadiractin, azametifos, azinfos-etil, azinfosmetil, azotoato, barium hexafluorosilicato, bartrina, bendiocarbe, benfuracarbe, bensultape, beta-ciflutrina, beta-cipermetrina, bifentrina, bioaletrina, bioetanometrina, biopermetrina, bioresmetrina, bistrifluron, borax, ácido bórico, ácido bórico, bronfenvinfos, bromociclem, bromo-DDT, bromofos, bromofosetil, bufencarbe, buprofezina, butacarbe, butatiofos, butocarboxim, butonato, butoxicarboxim, cadusafos, arsenato de cálcio, polissulfeto de cálcio, canfeclor, carbanolato, carbaril, carbofuran, dissulfeto de carbono, tetracloreto de carbono, carbofenotion, carbosulfan, cartap, clorantraniliprol, clorbiciclen, clordano, clordecona, clordimeform, cloretoxifos, clorfenapir, clorfenvinfos, clorfluazuron, clormefos, clorofórmio, cloropicrina, clorfoxim, clorprazofos, clorpirifos, clorpirifos-metil, clortiofos, cromafenozide, cinerina I, cinerina II, cismetrina, cloetocarbe, cio5/58 santel, clotianidin, acetoarsenito de cobre, arsenato de cobre, naftenato de cobre, oleato de cobre, coumafos, coumitoato, crotamiton, crotoxifos, crufomato, criolite, cianofenfos, cianofos, ciantoato, cicletrina, cicloprotrina, ciflutrina, cialotrina, Cipermetrina, cifenotrina, ciromazine, citioato, DDT, decarbofuram, deltametrina, demefion, demefion-O, demefion-S, demeton, demetonmetila, demeton-O, demeton-O-metila, demeton-S, demeton-S-metila, demeton-S-metilsulfona, diafentiurom, dialifos, terra de diatomáceas, diazinona, dicaptona, diclofention, diclorvos, dicresil, dicrotofos, diciclanil, dieldrin, diflubenzurona, dilor, dimeflutrina, dimefox, dimetan, dimetoato, dimetrina, dimetilvinfos, dimetilam, dinex, dinoprop, dinosam, dinotefuran, diofenolan, dioxabenzofos, dioxacarbe, dioxation, disulfoton, diticrofos, d-limoneno, DNOC, doramectina, ecdisterona, emamectina, EMPC, empentrina, endosulfam, endotiona, endrina, EPN, epofenonano, eprinomectina, esfenvalerato, etafos, etiofencarbe, etion, etiprol, etoato-metila, etoprofos, etil formato, etil-DDD, dibrometo de etileno, dicloreto de etileno, óxido de etileno, etofenprox, etrinfos, EXD, fanfur, fenamifos, fenazaflor, fenclorfos, fenotacarbe, fenflutrina, fenitrotion, fenobucarbe, fenoxacrim, fenoxicarbe, fenpiritrina, fenpropatrina, fensulfotion, fention, fention-etila, fenvalerato, fipronila, flonicamid, fiubendiamide, flucofuron, flucicloxuron, flucitrinato, flufenorim, flufenoxuron, flufenprox, fluvalinato, fonofos, formetanato, formotion, formparanato, fosmetilan, fospirato, fostietan, furatiocarbe, furetrina, gama-cialotrina, gama-HCH, halfenprox, halofenozida, HCH, HEOD, heptaclor, heptenofos, heterofos, hexaflumurom, HHDN, hidrametilnom, cianeto de hidrogênio, hidropreno, hiquincarbe, imidacloprida, imiprotrina, indoxacarbe, iodometano, IPSP, isazofos, isobenzano, isocarbofos, isodrina, isofenfos, isoprocarbe, isoprotiolano, isotioato, isoxation, ivermectina, jasmolina I, jasmolina II, jodfenfos, hormônio juvenil I, hormônio juvenil II, hormônio juvenil III, celevam, quinopreno, lambda-cialotrina, arsenato de chumbo, lepimectina, leptofos, lindano, lirinfos, lufenuron, litidation, malation, malonoben, mazidox, mecarbam, mecarfon, menazon, mefosfolan, cloreto mercuroso, mesulfenfos, metaflumizona, metacrifos, metamidofos, metidatiom, metiocarbe, metocrotofos, metomil, metopreno, metoxiclor, metoxifenozida, brometo de metila, metilclorofórmio, clore6/58 to de metileno, metoflutrina, metolcarbe, metoxadiazona, mevinfos, mexacarbato, milbemectina, milbemicina oxima, mipafox, mirex, monocrotofos, morfotion, moxidectina, naftalofos, naled, naftaleno, nicotina, nifluridida, nitenpiram, nitiazina, nitrilacarbe, novaluron, noviflumuron, ometoato, oxamil, oxidemeton-metil, oxideprofos, oxidisulfoton, para-diclorobenzeno, paration, paration-metil, penfluron, pentaclorofenol, permetrina, fenkapton, fenotrina, fentoato, forato, fosalone, fosfolan, fosmet, fosniclor, fosfamidon, fosfine, foxim, foxim-metila, pirimetafos, pirimicarbe, pirimifos-etila, pirimifos-metila, arsenito de potássio, tiocianato de potássio, ρρ'-DDT, praletrim, precoceno I, precoceno II, precoceno III, primidofos, profenofos, proflutrina, promacila, promecarbe, propafos, propetanfos, propoxur, protidation, protiofos, protoato, protrifenbute, piraclofos, pirafluprol, pirazofos, piresmetrina, Piretrina I, Piretrina II, piridabeno, piridalil, piridafentiom, pirifluquinazom, pirimidifem, pirimitato, piriprol, piriproxifem, quassia, quinalfos, quinalfosmetila, quinotion, rafoxanida, resmetrina, rotenona, riania, sabadila, scradan, selamectina, silafluofeno, sílica gel, arsenito de sódio, fluoreto de sódio, hexafluorossilicato de sódio, tiocianato de sódio, sofamida, espinetoram, espinosade, espiromesifene, espirotetramato, sulcofuron, sulfluramida, sulfotep, fluoreto de sulfurila, sulprofos, tau-fluvalinato, tazimcarbe, TDE, tebufenozida, tebufenpirade, tebupirinfos, teflubenzuron, teflutrina, temefos, TEPP, teraletrina, terbufos, tetracloroetano, tetraclorvinfos, tetrametrina, teta-cipermetrina, tiacloprida, tiametoxam, ticrofos, tiocarboxima, tiociclam, tiodicarbe, tiofanox, tiometon, tiosultap, turingiensina, tolfenpirade, tralometrina, transfiutrina, transpermetrina, triaratono, triazamato, triazofos, triclorfom, triclormetafos-3, tricloronato, trifenofos, triflumurom, trimetacarbe, tripreno, vamidotiom, vaniliprol, XMC, xililcarbe, zeta-cipermetrina, zolaprofos, e a-ecdisona.
Adicionalmente, é contemplado que qualquer combinação dos inseticidas acima pode ser empregada nas composições aqui descritas. Para mais informações consulte COMPENDIUM OF PESTICIDE COMMON NAMES localizado em http://www.alanwood.net/pesticides/index.html. Consulte também THE PESTICIDE MANUAL 14a edição, editado por C D S Tomlin, Copyright 2006 por British Crop Production Council.
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Vários pesticidas são suscetíveis à degradação química e física na presença de certas influências ambientais, tais como calor e/ou luz. Os pesticidas que são suscetíveis à degradação com relação à última destas influências são comumente referidos como foto-lábeis. Com relação a pelo menos alguns dos pesticidas foto-lábeis, acredita-se que sua degradação possa ser atribuída a uma reação com oxigênio singlete.
Exemplos de pesticidas que são reativos com oxigênio singlete incluem, mas não se limitam a certas olefinas, aromáticos, fenóis, naftóis, furanos, piranos e outros heterociclos contendo oxigênio; pirróis, oxazóis, imidazóis e outros heterociclos contendo nitrogênio; aminas alifáticas, alicíclicas e aromáticas; aminoácidos, peptídeos e proteínas; e compostos contendo enxofre tais como mercaptanos e sulfetos; e semelhantes. Detalhes adicionais com relação à determinação de se um pesticida é reativo com oxigênio singlete são fornecidos na Publicação de Patente Internacional N° WO 2007/053760. Deve ser apreciado que qualquer um ou qualquer combinação dos pesticidas fotolábeis, reativos ao oxigênio singlete acima mencionados podem ser incluídos nas composições aqui descritas.
Exemplos mais particulares de pesticidas fotolábeis, reativos ao oxigênio singlete que poderíam ser incluídos isolados ou em combinação um com o outro nas composições aqui descritas incluem, mas não se limitam a produtos naturais que são microrganismos, produtos microbianos e materiais derivados ou extraídos de plantas, animais ou rochas que abrigam minerais. Esses produtos naturais incluem produtos derivados de organismos que habitam naturalmente o solo, tais como as bactérias actinomicetos, tais como, por exemplo, inseticidas de lactona macrocíclica. Um inseticida de lactona macrocíclica exemplificador inclui avermectina e seus derivados, como abamectina, doramectina, emamectina, eprinomectina, ivermectina e selamectina. Outro inseticida de lactona macrocíclica exemplificador inclui as milbemicinas e seus derivados, tais como lepimectina, milbemectina, milbemicina oxima e moxidectina. Outro inseticida de lactona macrocíclica exemplificador inclui as espinosinas, tais como espinosade e seus derivados tais como espinetoram produzido sinteticamente, conforme descrito nas patentes U.S. 5.227.295;
8/58
5.670.364; 5.591.606; 6.001.981; 6.143.526; 6.455.504; 6.585.990;
6.919.464; 5.362.634; 5.539.089; e 5.202.242, cada uma das quais está aqui incorporada por referência em sua totalidade. Outros produtos naturais incluem sabadila ou veratrina, píretro ou piretrina, óleo de nim ou azadiractina, rotenona, riania ou rianodina, Bacillus thuringiensis (B.t.), Bacillus subtilis, ferormônios, atraentes naturais e semelhantes Outros pesticidas que podem ser incluídos nas composições aqui descritas podem incluir pesticidas produzidos sinteticamente que são reativos contra o oxigênio singlete. Exemplos incluem, mas não são limitados a indoxicarbe, imazalil e fempropimorfe. Em adição aos precedentes, deve ser apreciado que as composições aqui descritas também podem incluir pelo menos um pesticida que é reativo com o oxigênio singlete e pelo menos um pesticida que não é reativo com o oxigênio singlete ou fotolábil de outra maneira.
Em uma modalidade, uma composição inclui pelo menos um ou uma mistura dos pesticidas supracitados e pelo menos um material proteináceo e pelo menos um material polimérico. Nessa modalidade, a composição exibe atividade pesticida intensificada em comparação a uma composição diferente apenas por não possuir o material proteináceo e o material polimérico. Por exemplo, é contemplado que a atividade ou meia-vida da composição é prolongada e, portanto, a mesma atividade pode ser obtida com uma quantidade menor da composição em comparação a uma composição diferente apenas por não possuir o material proteináceo e o material polimérico. Adicional ou alternativamente, é contemplado que o controle pesticida aperfeiçoado ao longo do tempo é obtido com a composição que inclui o material proteináceo e o material polimérico quando comparada a uma composição diferente apenas por não possuir o material proteináceo e o material polimérico.
Para uso na presente invenção, o termo material proteináceo é usado para descrever um material, composição ou composto que é definido por uma proteína, inclui pelo menos uma proteína ou é um elemento básico de uma proteína. Em uma forma, o material proteináceo pode ser uma proteína solúvel em água. Alguns outros exemplos não limitadores de materiais
9/58 proteináceos incluem albumina, como albúmen de ovo ou albumina sérica bovina (BSA); caseína; gelatina; zeína; uma composição de soro de leite, como uma mistura de lactose e proteína de soro de leite; proteína de soro de leite e aminoácidos como cisteína, metionina, triptofano, histidina, e tirosina, apenas para citar algumas possibilidades. Também é contemplado que uma mistura de dois ou mais dos exemplos não limitadores de materiais proteináceos supracitados poderiam ser incluídos em uma ou mais das composições descritas neste documento.
Para uso na presente invenção, o termo material polimérico é usado para descrever um material, composto ou composição que é definida por ou que inclui pelo menos um polímero ou um derivado do mesmo. Em um exemplo não limitador, o material polimérico inclui álcool polivinílico. Em outros exemplos, o material polimérico pode incluir derivados de álcool polivinílico; polivinil pirrolidona e/ou um ou mais derivados dessas substâncias; látexes naturais ou sintéticos; um polissacarídeo ou um polímero de terpeno. Em um exemplo específico, o material polimérico é um látex vinil-acrílico de alto peso molecular, como UCAR™ Latex 379G disponível comercialmente junto à Dow Chemical Company, 2030 Dow Center, Midland, Michigan 48674. Em um outro exemplo específico, o material polimérico é um polímero de terpeno, como NU FILM 17® disponível comercialmente junto à Miller Chemical and Fertilizer Corporation, P.O. Box 333, 120 Radio Road, Hanover, Pensilvânia, EUA 17331. Deve-se apreciar que uma mistura de dois ou mais dos exemplos não limitadores de material polimérico supracitados também podem ser incluídos em uma ou mais das composições descritas neste documento.
O material proteináceo e o material polimérico estão presentes tipicamente dentro das composições descritas neste documento em uma quantidade intensificadora da atividade. Uma quantidade intensificadora da atividade é uma quantidade que aumenta a meia-vida da composição ou, alternativamente, que possibilitará que a composição obtenha o mesmo controle de pragas em um nível menor do que a quantidade necessária para a mesma proteção pesticida ou de controle da composição na ausência do
10/58 material proteináceo e o material polimérico. Em outras palavras, o material proteináceo e o material polimérico reduzirão a taxa necessária para a proteção ou prolongarão o efeito residual da composição.
Em uma modalidade, uma composição pode incluir uma razão, em peso, entre o material proteináceo e o pesticida entre cerca de 1:100 e cerca de 100:1, cerca de 1:50 e cerca de 50:1, cerca de 1:25 e cerca de 25:1, cerca de 1:5 e cerca de 15:1, cerca de 1:2 e cerca de 12:1, cerca de 1:1 e cerca de 10:1, ou cerca de 2:1 e 8:1. Em outra modalidade, uma composição pode incluir uma razão, em peso, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 1:100 e cerca de 100:1, cerca de 1:50 e cerca de 50:1, cerca de 1:25 e cerca de 25:1, cerca de 1:8 e cerca de 15:1, cerca de 1:4 e cerca de 12:1, cerca de 1:2 e cerca de 10:1, ou cerca de 1:1 e cerca de 8:1. Em ainda outra modalidade, uma composição pode incluir uma razão, em peso, entre o material proteináceo e o material polimérico entre cerca de 1:100 e cerca de 100:1, cerca de 1:50 e cerca de 50:1, cerca de 1:25 e cerca de 25:1, cerca de 1:12 e cerca de 12:1, cerca de 1:8 e cerca de 10:1, cerca de 1:6 e cerca de 8:1, ou cerca de 1:4 e cerca de 5:1. Adicionalmente, também contempia-se que uma composição poderia incluir uma combinação de uma ou mais das razões em peso apresentadas acima entre o material proteináceo e o pesticida, o material polimérico e o pesticida e o material proteináceo e o material polimérico.
Em uma modalidade mais particular, uma composição inclui uma razão, em peso, entre o material proteináceo e o pesticida entre cerca de 3.Ί e cerca de 10:1, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 1:4 e cerca de 5:1 e entre o material proteináceo e o material polimérico entre cerca de 1:1 e cerca de 7:1. Em uma outra modalidade mais particular, uma composição inclui uma razão, em peso, entre o o material proteináceo e o pesticida entre cerca de 2:1 e cerca de 8:1, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 1:2 e cerca de 3:1 e entre o material proteináceo e o material polimérico entre cerca de 2:1 e cerca de 5:1. Além disso, em uma outra modalidade mais particular, uma composição inclui uma razão, em peso, entre o o material proteináceo e o pesticida de cerca de 4:1 a cerca de
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7:1, entre o material polimérico e o pesticida de cerca de 1:1 a cerca de 2.5:1 e entre o material proteináceo e o material polimérico de cerca de 2:1 a cerca de 5:1.
Em uma outra modalidade particular, uma composição inclui uma razão, em peso, entre o o material proteináceo e o pesticida entre cerca de 1:4 e cerca de 8:1, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 2:1 e cerca de 12:1 e entre o material proteináceo e o material polimérico entre cerca de 1:10 e cerca de 2:1. Em uma outra modalidade ainda mais particular, uma composição inclui uma razão, em peso, entre o o material proteináceo e o pesticida entre cerca de 1:2 e cerca de 4:1, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 4:1 e cerca de 10:1 e entre o material proteináceo e o material polimérico entre cerca de 1:8 e cerca de 1:1. Em uma outra modalidade particular, uma composição inclui uma razão, em peso, entre o o material proteináceo e o pesticida de cerca de 1:1 a cerca de 2:1, entre o material polimérico e o pesticida de cerca de 6:1 a cerca de 8:1 e entre o material proteináceo e o material polimérico de cerca de 1:6 a cerca de 1:2.
Deve-se apreciar, entretanto, que valores alternativos para as razões em peso entre o material proteináceo e o pesticida, o material polimérico e o pesticida e o material proteináceo e o material polimérico são contemplados. Por exemplo, em uma modalidade, contempla-se que uma composição pode incluir uma razão, em peso, entre o material proteináceo e o pesticida entre cerca de 1:100 e cerca de 100:1, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 1:100 e cerca de 100:1 e entre o material proteináceo e o material polimérico entre cerca de 1:100 e cerca de 100:1. Em outra modalidade, contempla-se que uma composição pode incluir uma razão, em peso, entre o material proteináceo e o pesticida entre cerca de 1:50 e cerca de 50:1, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 1:50 e cerca de 50:1 e entre o material proteináceo e o material polimérico entre cerca de 1:50 e cerca de 50:1. Além disso, em outra modalidade, contemplase que uma composição pode incluir uma razão, em peso, entre o o material proteináceo e o pesticida entre cerca de 1:25 e cerca de 25:1, entre o mate12/58 rial polimérico e o pesticida entre cerca de 1:25 e cerca de 25:1 e entre o material proteináceo e o material polimérico entre cerca de 1:25 e cerca de 25:1.
Em mais uma outra modalidade, uma composição inclui de cerca de 1% a cerca de 35%, em peso, do pesticida, de cerca de 5% a cerca de 85% em peso do material proteináceo e de cerca de 2% a cerca de 80% em peso do material polimérico. Em outra modalidade, uma composição inclui de cerca de 1% a cerca de 30%, em peso, do pesticida, de cerca de 10% a cerca de 80%, em peso, do material proteináceo e de cerca de 3% a cerca de 75%, em peso, do material polimérico. Em mais uma outra modalidade, uma composição inclui de cerca de 2% a cerca de 25%, em peso, do pesticida, de cerca de 15% a cerca de 75% em peso do material proteináceo e de cerca de 5% a cerca de 70% em peso do material polimérico.
Em uma modalidade mais particular, uma composição inclui de cerca de 1% a cerca de 35%, em peso, do pesticida, de cerca de 10% a cerca de 85%, em peso, do material proteináceo e de cerca de 1% a cerca de 35%, em peso, do material polimérico. Em uma outra modalidade mais particular, uma composição inclui de cerca de 1% a cerca de 30%, em peso, do pesticida, de cerca de 15% a cerca de 75%, em peso, do material proteináceo e de cerca de 3% a cerca de 30%, em peso, do material polimérico. Em uma outra modalidade ainda mais particular, uma composição inclui de cerca de 2% a cerca de 25%, em peso, do pesticida, de cerca de 20% a cerca de 70%, em peso, do material proteináceo e de cerca de 5% a cerca de 25%, em peso, do material polimérico. Em uma modalidade ainda mais particular, uma composição inclui de cerca de 10% a cerca de 20%, em peso, do pesticida, de cerca de 40% a cerca de 60%, em peso, do material proteináceo e de cerca de 5% a cerca de 20%, em peso, do material polimérico. Em uma outra modalidade, uma composição inclui de cerca de 5% a cerca de 25%, em peso, do pesticida, de cerca de 60% a cerca de 80% em peso do material proteináceo e de cerca de 5% a cerca de 25% em peso do material polimérico. Em outra modalidade, uma composição inclui de cerca de 5% a cerca de 15%, em peso, do pesticida, de cerca de 65% a cerca de 75%, em
13/58 peso, do material proteináceo e de cerca de 10% a cerca de 20%, em peso, do material polimérico.
Além disso, em uma outra modalidade mais particular, uma composição inclui de cerca de 2% a cerca de 25%, em peso, do pesticida, de cerca de 5% a cerca de 30%, em peso, do material proteináceo e de cerca de 55% a cerca de 85%, em peso, do material polimérico. Em uma outra modalidade mais particular, uma composição inclui de cerca de 3% a cerca de 20%, em peso, do pesticida, de cerca de 5% a cerca de 25%, em peso, do material proteináceo e de cerca de 60% a cerca de 80%, em peso, do material polimérico. Em uma outra modalidade ainda mais particular, uma composição inclui de cerca de 5% a cerca de 15%, em peso, do pesticida, de cerca de 10% a cerca de 20%, em peso, do material proteináceo e de cerca de 65% a cerca de 75%, em peso, do material polimérico.
Ainda, deve-se apreciar que valores alternativos para as porcentagens em peso do pesticida, material proteináceo e material polimérico estão contemplados. Por exemplo, em uma modalidade, contempla-se que uma composição pode incluir entre cerca de 0,1% e cerca de 50%, em peso, do pesticida, entre cerca de 2% e cerca de 90%, em peso, do material proteináceo e entre cerca de 1% a cerca de 90%, em peso, do material polimérico. Ainda, em uma outra modalidade, contempla-se que uma composição pode incluir entre cerca de 0,1% e cerca de 75%, em peso, do pesticida, entre cerca de 0,1% e cerca de 95%, em peso, do material proteináceo e entre cerca de 0,1% a cerca de 95%, em peso, do material polimérico.
Em outra modalidade, uma composição inclui pelo menos um ou uma mistura dos pesticidas supracitados e pelo menos um material polimérico. Nessa modalidade, a composição exibe atividade pesticida intensificada em comparação a uma composição diferente apenas por não possuir o material polimérico. Por exemplo, é contemplado que a atividade ou meia-vida da composição é prolongada e, portanto, a mesma atividade pode ser obtida com uma quantidade menor da composição em comparação a uma composição diferente apenas por não possuir o material polimérico. Adicional ou alternativamente, é contemplado que o controle pesticida aperfeiçoado ao
14/58 longo do tempo é obtido com a composição que inclui o material polimérico quando comparada a uma composição diferente apenas por não possuir o material polimérico.
O material polimérico pode ser um ou uma mistura de mais de um dos materiais poliméricos descritos acima e está presente, tipicamente, dentro da composição em uma quantidade intensificadora da atividade. Uma quantidade intensificadora da atividade é uma quantidade que aumenta a meia-vida da composição ou, altemativamente, que possibilitará que a composição obtenha o mesmo controle de pragas em um nível menor do que a quantidade necessária para a mesma proteção pesticida ou de controle da composição na ausência do material polimérico. Em outras palavras, o material polimérico reduzirá a taxa necessária para a proteção ou prolongará o efeito residual da composição.
Em uma forma desta modalidade, a composição inclui uma razão, em peso, entre o material polimérico e o pesticida de cerca de 1:4 a cerca de 10:1. Em uma outra forma, a razão, em peso, entre o material polimérico e o pesticida é de cerca de 1:4 a cerca de 8:1. Em uma forma mais particular, a razão, em peso, entre o material polimérico e o pesticida é de cerca de 1:2 a cerca de 4:1. Em uma forma ainda mais particular, a razão, em peso, entre o material polimérico e o pesticida é de cerca de 1:1 a cerca de 2:1. Deve-se apreciar, entretanto, que valores alternativos para as razões em peso entre o material polimérico e o pesticida estão contemplados. Por exemplo, em uma forma, contempla-se que uma composição pode incluir uma razão, em peso, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 1:100 e cerca de 100:1. Em uma outra forma, contempla-se que uma composição pode incluir uma razão, em peso, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 1:50 e cerca de 50:1. Em ainda outra forma, contempla-se que uma composição pode incluir uma razão, em peso, entre o material polimérico e o pesticida entre cerca de 1:25 e cerca de 25:1.
Em uma outra forma desta modalidade, a composição inclui entre cerca de 5% e cerca de 75%, em peso, do pesticida e entre cerca de
20% e cerca de 90%, em peso, do material polimérico. Em uma forma mais
15/58 particular, a composição inclui entre cerca de 10% e cerca de 70%, em peso, do pesticida e entre cerca de 25% e cerca de 80%, em peso, do material polimérico. Em outra forma, a composição inclui de cerca de 15% a cerca de 60%, em peso, do pesticida e de cerca de 30% a cerca de 75%, em peso, do material polimérico. Além disso, em uma outra forma, a composição inclui de cerca de 20% a cerca de 50%, em peso, do pesticida e de cerca de 40% a cerca de 70%, em peso, do material polimérico. Em ainda outra forma, a composição inclui de cerca de 20% a cerca de 45%, em peso, do pesticida e de cerca de 45% a cerca de 65%, em peso, do material polimérico. Em outra forma, a composição inclui de cerca de 25% a cerca de 40%, em peso, do pesticida e de cerca de 50% a cerca de 65%, em peso, do material polimérico. Deve-se apreciar, entretanto, que valores alternativos para as razões em peso entre o o material polimérico e o pesticida, junto com as porcentagens em peso para pesticida e o material polimérico são contemplados.
As composições descritas acima podem ser preparadas e fornecidas em qualquer forma adequada e incluem, também outros componentes, cujos detalhes adicionais serão fornecidos abaixo. Em uma forma exemplificadora, o pesticida, o material polimérico, o material proteináceo, caso presente, água e quaisquer outros componentes, caso presentes, são misturados uns aos outros, homogeneizados e fornecidos como uma composição líquida. A composição líquida pode, então, ser seca por atomização para fornecer uma composição sólida que pode estar sob uma forma de pó ou granular, apenas para citar algumas possibilidades. Durante a secagem por atomização, a composição líquida é pelo menos parcialmente desidratada ou seca, com tal desidratação ou secagem resultando na conversão da composição líquida em composição sólida que in-clui uma percentagem em peso de água menor do que na composição líquida. Em uma ou mais formas, a secagem por atomização removerá toda ou substancialmente toda a água da composição líquida quando ela for convertida em composição sólida. . Entretanto, deve ser entendido que a água residual pode estar presente em uma ou mais formas da composição sólida.
Por exemplo, em uma forma, a composição sólida inclui entre
16/58 cerca de 0,001% a cerca de 20% em peso de água após a secagem por atomização. Em uma outra forma, a composição sólida inclui entre cerca de 0,001% a cerca de 15% em peso de água após a secagem por atomização. Em uma outra forma ainda, a composição sólida inclui entre cerca de 0,001% a cerca de 10% em peso de água após a secagem por atomização. Em ainda uma outra forma, a composição sólida inclui entre cerca de 0,001% a cerca de 5% em peso de água após a secagem por atomização. Em uma outra forma, a composição sólida inclui entre cerca de 0,001% a cerca de 4% em peso de água após a secagem por atomização. Além disso, em uma outra forma, a composição sólida inclui entre cerca de 0,001% a cerca de 2% em peso de água após a secagem por atomização. Em ainda uma outra forma, a composição sólida inclui entre cerca de 0,001% a cerca de 1 % em peso de água após a secagem por atomização. Entretanto, devese apreciar que valores alternativos para a porcentagem em peso de água na composição sólida após a secagem por atomização estão contemplados.
Consequentemente, em uma modalidade, um método inclui fornecer uma composição líquida que inclui pelo menos um pesticida, pelo menos um material proteináceo, pelo menos um material polimérico e água, e secar por atomização a composição líquida para fornecer uma composição sólida. Em outra modalidade, um método inclui fornecer uma composição líquida que inclui pelo menos um pesticida, pelo menos um material polimérico e água, e secar por atomização a composição líquida para fornecer uma composição sólida. Em uma forma particular destas modalidades, a secagem por atomização inclui remover substanciaimente toda a água das composições líquidas enquanto elas são convertidas para as composições sólidas. Embora não tenha sido discutido anteriormente, quaisquer outros materiais voláteis além de água, caso presente nas composições líquidas, será tipicamente completamente ou substanciaimente removidos conforme as composições líquidas são convertidas nas composições sólidas durante a secagem por atomização. Entretanto, contempla-se que materiais voláteis residuais além de água poderíam estar presentes nas composições sólidas após a secagem por atomização. Adicionalmente, o pesticida e os materiais
17/58 proteínáceos e poliméricos geralmente não são voláteis e geralmente não serão afetados pela secagem por atomização. Desta forma, deve-se apreciar que as composições sólidas, após secagem por atomização, incluirão razões, em peso, entre o material proteináceo e o pesticida, o material polimérico e o pesticida, e o material proteináceo e o material polimérico, conforme for adequado, que são iguais ou substancialmente equivalentes às razões em peso entre estes ingredientes na composição líquida.
PRAGAS
Em uma ou mais modalidades adicionais, a invenção descrita neste documento pode ser usada para controlar pragas.
Em uma modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar pragas do filo Nematoda.
Em uma outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar pragas do filo Arthropoda.
Em uma outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar pragas do subfilo Chelicerata.
Em uma outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar pragas da classe Arachnida.
Em uma outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar pragas da subfilo Myriapoda.
Em uma outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar pragas da classe Symphyla.
Em uma outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar pragas do subfilo Hexapoda.
Em uma outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar pragas da classe Insecta.
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Coleópteros (besouros). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Acanthoscelides spp. (gorgulhos), Acanthoscelides obtectus (gorgulho comum do feijão), Agrilus planipennis (besouro verde), Agriotes spp. (brocas), Anoplophora glabripennis (besouro de chifre asiático), Anthonomus spp. (besouros), Anthonomus
18/58 grandis (bicudo), Aphidius spp., Apion spp. (besouros), Apogonia spp. (larvas), Ataenius spretulus (besouro coprófago), Atomaría linearís (besouro anão da folha da beterraba), Aulacophore spp., Bothynoderes punctiventrís (besouro da raiz da beterraba), Bruchus spp. (besouros), Bruchus pisorum (besouro da ervilha), Cacoesia spp., Callosobruchus maculatus (gorgulho do feijão do sudeste), Carpophilus hemipteras (besouro de fruta seca), Cassida vittata, Cerostema spp., Cerotoma spp. (crisomelídeos), Cerotoma trifurcata (besouro da folha do feijão), Ceutorhynchus spp. (besouros), Ceutorhynchus assimilis (besouro da semente do repolho), Ceutorhynchus napi (curculionídeos do repolho), Chaetocnema spp. (crisomelídeos), Colaspis spp. (besouros do solo), Conoderus scalaris, Conoderus stigmosus, Conotrachelus nenuphar (curculionídeos da ameixa), Cotinus nitidis (besouro verde de junho), Crioceris asparagi (besouro do aspargo), Cryptolestes ferrugineus (desouro da ferrugem do grão), Cryptolestes pusillus (caruncho do café), Cryptolestes turcicus (besouro de grão turco), Ctenicera spp. (brocas), Curculio spp. (besouros), Cyclocephala spp. (larvas), Cylindrocpturus adspersus (besouro do caule do girassol), Deporaus marginatus (besouro da folha da manga), Dermestes lardarius (besouro da colméia), Dermestes maculates (besouro necrófago), Diabrotica spp. (crisolemídeos), Epilachna varivestis (caruncho do feijão mexicano), Faustinus cubae, Hylobius pales (besouros pálidos), Hypera spp. (besouros), Hypera postiça (besouro da alfafa), Hyperdoes spp. (besouro Hyperodes), Hypothenemus hampei (besouro da cereja do café), Ips spp. (praga quarentenária), Lasioderma serricome (cigarrinha), Leptinotarsa decemlineata (besouro da batata do Colorado), Liogenys fuscus, Liogenys suturalis, Lissorhoptrus oryzophilus (besouro da água do arroz), Lyctus spp. (besouros da madeira/besouro pulverizador), Maecolaspis joliveti, Megascelis spp., Melanotus communis, Meligethes spp., Meligethes aeneus (besouro de flor), Melolontha melolontha (besouro europeu comum), Oberea brevis, Oberea linearís, Oryctes rhinoceros (besouro da tamareira), Oryzaephilus mercator (caruncho de grão), Oryzaephilus surinamensis (besourinho dos cereais), Otiorhynchus spp. (besouros), Oulema melanopus (besouro da folha de cereal), Oulema oryzae, Pantomorus spp. (besouros), Phyllophaga
19/58 spp. (besouro de Maio/Junho), Phvllophaga cuyabana, Phyllotreta spp. (crisomelídeos), Phynchites spp. , Popillia japonica (besouro japonês), Prostephanus truncates (besourinho de cereal), Rhizopertha dominica (besourinho de cereal), Rhizotrogus spp. (besouro europeu), Rhynchophorus spp. (besouros), Scolytus spp. (besouros de madeira), Shenophorus spp. (bicudo), Sitona lineatus (besouro da folha da ervilha), Sitophilus spp. (besouros de grãos), Sitophilus granaries (besouro de celeiro), Sitophilus oryzae (besouro de arroz), Stegobium paniceum (besouro de farmácia), Tribolium spp. (besouros de farinha), Tribolium castaneum (besouro vermelho da farinha), Tribolium confusum (gorgulho), Trogoderma variabile (besouro de armazém), e Zabrus tenebioides.
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Dermaptera (tesourinhas).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Dictyoptera (baratas). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Blattella germanica (barata germânica), Blatta orientalis (barata oriental), Parcoblatta pennylvanica, Periplaneta americana (barata americana), Periplaneta australoasiae (barata australiana), Periplaneta brunnea (barata marrom), Periplaneta fuliginosa (barata marrom), Pyncoselus suninamensis (barata do Suriname), e Supella longipalpa (barata de lista marrom).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Diptera (moscas verdadeiras). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Aedes spp. (mosquitos), Agromyza frontella (lagarta da alfafa), Agromyza spp. (moscas de folhas), Anastrepha spp. (fruit flies), Anastrepha suspensa (Caribbean fruit fly), Anopheles spp. (mosquitos), Batrocera spp. (mosca de fruta), Bactrocera cucurbitae (mosca do melão), Bactrocera dorsalis (mosca de fruta oriental), Ceratitis spp. (mosca de fruta), Ceratitis capitata (mosca de fruta do Mediterrâneo), Chrysops spp. (moscas de estábulo), Cochliomyia spp. (mosca da bicheira), Contarinia spp. (moscas galhadoras), Culex spp. (mosquitos), Dasineura spp. (moscas galhadoras), Dasineura brassicae (mosca galhadora
20/58 do repolho), Delia spp., Delia platura (verme da semente do milho), Drosophila spp. (moscas do vinagre), Fannia spp. (moscas de putrefação,), Fannia canicularis (mosquinha doméstica), Fannia scalarís (mosca de banheiro), Gasterophilus intestinalis (mosca intestinal do cavalo), Gracillia perseae, Haematobia irritans (mosca do chifre), Hylemyia spp. (vermes da raiz), Hypoderma lineatum (larva comum do gado), Liriomyza spp. (moscas minadoras), Liriomyza brassica (moscas minadoras), Melophagus ovinus (carrapato de ovelha), Musca spp. (muscídeas), Musca autumnalis (face fly), Musca domestica (mosca doméstica), Oestrus ovis (mosca do nariz de ovelha), Oscinella frít, Pegomyia betae (minadora da folha da beterraba), Phorbia spp., Psila rosae (mosca do bolor da cenoura), Rhagoletis cerasi (mosca da cereja), Rhagoletis pomonella (mosca da maçã), Sitodiplosis mosellana (mosca dos cítricos, trigo e flores), Stomoxys calcitrans (mosca de estábulo), Tabanus spp. (moscas de cavalo), e Tipula spp. (típulas).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Hemiptera (insetos verdadeiros). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Acrostemum hilare (percevejo verde), Blissus leucopterus (percevejo das gramíneas), Calocoris norvegicus (percevejo da batata), Cimex hemipterus (percevejo tropical), Cimex lectularius (percevejo tropical), Dagbertus fasciatus, Dichelops furcatus, Dysdercus suturellus (manchador do algodão), Edessa meditabunda, Eurygaster maura (percevejo do cereal), Euschistus heros, Euschistus servus (percevejo marrom), Helopeltis antonii, Helopeltis theivora (praga da planta do chá), Lagynotomus spp. (percevejos), Leptocorisa oratorius, Leptocorisa varicomis, Lygus spp. (percevejos de planta), Lygus hesperus (percevejo castanho ocidental de planta), Maconellicoccus hirsutus, Neurocolpus longirostris, Nezara viridula (percevejo verde do sudeste), Phytocoris spp. (percevejos de planta), Phytocoris califomicus, Phytocoris relativus, Piezodorus guildingi, Poecilocapsus lineatus (pulgão), Psallus vaccinicola, Pseudacysta perseae, Scaptocoris castanea, e Triatoma spp. (percevejos sugadores de sangue/barbeiro).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento po21/58 de ser usada para controlar Homoptera (afídeos, cochonilhas, moscas brancas, gafanhotos). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Acrythosiphon pisum (afídeo da ervilha), Adelges spp. (adelgideos), Aleurodes proletella (mosca branca do repolho), Aleurodicus disperses, Aleurothrixus floccosus (mosca branca), Aluacaspis spp., Amrasca bigutella bigutella, Aphrophora spp. (gafanhotos), Aonidiella aurantii (cochonilha vermelha), Aphis spp. (afídeos), Aphis gossypii (afídeo do algodão), Aphis pomi (afídeo da maçã), Aulacorthum solani (afídeo da dedaleira), Bemisia spp. (mosca branca), Bemisia argentifolii, Bemisia tabaci (mosca branca da batata doce), Brachycolus noxius (afídeo da Rússia), Brachycorynella asparagi (afídeo do aspargo), Brevennia rehi, Brevicoryne brassicae (afídeo do repolho), Ceroplastes spp. (cochonilhas), Ceroplastes rubens (cochonilha cerosa vermelha), Chionaspis spp. (cochonilhas), Chrysomphalus spp. (cochonilhas), Coccus spp. (cochonilhas), Dysaphis plantaginea (afídeo Rosado da maçã), Empoasca spp. (gafanhotos), Eriosoma lanigerum (afídeo da maçã), Icerya purchasi (cochonilha australiana), Idioscopus nitidulus (gafanhoto da manga), Laodelphax striatellus (cigarrinha marrom), Lepidosaphes spp., Macrosiphum spp., Macrosiphum euphorbiae (afídeo da batata), Macrosiphum granaríum (afídeo de grão inglês), Macrosiphum rosae (afídeo rosa), Macrosteles quadrilineatus (gafanhoto), Mahanarva frimbiolata, Metopolophium dirhodum (afídeo rosa de grão), Mictis longicomis, Myzus persicae (afídeo verde do pessego), Nephotettix spp. (gafanhotos), Nephotettix cinctipes (gafanhoto verde), Nilaparvata lugens (cigarrinha marrom), Parlatoria pergandii (cigarrinha de resíduo de cereal), Parlatoria ziziphi (cigarrinha preta), Peregrinus maidis (delfacídeo do milho), Philaenus spp. (cigarrinhas das pastagens), Phylloxera vitifoliae (filoxera da uva), Physokermes piceae (cigarrinha do abeto), Planococcus spp. (piolhos), Pseudococcus spp. (piolho da farinha), Pseudococcus brevipes (piolho do abacaxi), Quadraspidiotus pemiciosus (cigarrinha de San Jose), Rhapalosiphum spp. (afídeos), Rhapalosiphum maida (afídeo da folha do milho), Rhapalosiphum padi (pulgão), Saissefia spp. (cochonilha), Saissefia oleae (cochonilha preta), Schizaphis graminum (pulgão verde), Sitobion avenae (afídeo do grão inglês), Sogatella
22/58 furcifera (cigarrinha de dorso branco), Therioaphis spp. (afídeos), Toumeyella spp. (cochonilhas), Toxoptera spp. (afídeos), Tríaleurodes spp. (mosca branca), Tríaleurodes vaporariorum (mosca branca de estufa), Tríaleurodes abutiloneus (mosca branca), Unaspis spp. (cochonilhas), Unaspis yanonensis (cochonilha cabeça de flecha), e Zulia entreriana.
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Hymenoptera (formigas, vespas e abelhas). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Acromyrrmex spp., Athalia rosae, Atta spp. (formigas cortadeiras), Camponotus spp. (formigas carpinteiras), Diprion spp. (mosca de serra), Formica spp. (formigas), Irídomyrmex humilis (formiga argentina), Monomoríum ssp., Monomorium minumum (formiguinha preta), Monomoríum pharaonis (formiga faraó), Neodipríon spp. (mosca de serra), Pogonomyrmex spp. (formigas cortadeiras), Polistes spp. (vespas), Solenopsis spp. (formigas de fogo), Tapoinoma sessile (formiga doméstica), Tetranomoríum spp. (formigas de calçamento), Vespula spp. (vespas), e Xylocopa spp. (abelhas carpinteiras).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Isoptera (cupins). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Coptotermes spp., Coptotermes curvignathus, Coptotermes frenchii, Coptotermes formosanus (cupim subterrâneo de Formosa), Comitermes spp. (cupins), Cryptotermes spp. (cupins de madeira seca), Heterotermes spp. (cupins subterrâneos do deserto), Heterotermes aureus, Kalotermes spp. (cupins de madeira seca). Incistitermes spp. (cupins de madeira seca), Macrotermes spp. (cupins que crescem em fungos), Marginitermes spp. (cupins de madeira seca), Microcerotermes spp. (cupins cortadores), Microtermes obesi, Procomitermes spp., Reticulitermes spp. (cupins subterrâneos), Reticulitermes banyulensis, Reticulitermes grassei, Reticulitermes flavipes (cupim subterrâneo oriental), Reticulitermes hageni, Reticulitermes hesperus (cupim subterrâneo ocidental), Reticulitermes santonensis, Reticulitermes speratus, Reticulitermes tibialis, Reticulitermes virginicus, Schedorhinotermes spp., e Zootermopsis spp. (cupins de madeira podre).
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Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Lepidoptera (mariposas e borboletas). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Achoea janata, Adoxophyes spp., Adoxophyes orana, Agrotis spp. (larvas de mariposa), Agrotis ipsilon (lagarta-rosca), Alabama argillacea (curuquerê do algodoeiro), Amorbia cuneana, Amyelosis transitella (verme da laranja), Anacamptodes defectaría, Anarsia lineatella (broca do pessego), Anomis sabulijera (jute looper), Anticarsia gemmatalis (lagarta), Archips argyrospila (enroladora de folha de arvore frutífera), Archips rosana (enroladora de folha de rosa), Argyrotaenia spp. (larvas tortricidas), Argyrotaenia citrana (tortrix da laranja), Autographa gamma, Bonagota cranaodes, Borbo cinnara (dobradora da folha do arroz), Bucculatrix thurberíella (perfuradora da folha do algodão), Caloptilia spp. (minadoras de folhas), Capua reticulana, Carposina niponensis (larva do pêssego), Chilo spp., Chlumetia transversa (broca do broto de manga), Choristoneura rosaceana (enroladora de folha), Chrysodeixis spp., Cnaphalocerus medinalis (enroladora de grama), Colias spp., Conpomorpha cramerella, Cossus cossus (larva carpinteira), Crambus spp. (lagarta de Sod), Cydia funebrana (larva da ameixa), Cydia molesta (larva de fruta oriental), Cydia nignicana (larva da ervilha), Cydia pomonella (larva da maçã verde), Dama diducta, Diaphania spp. (brocas de caule), Diatraea spp. (brocas de caule), Diatraea saccharalis (broca da cana de açúcar), Diatraea graniosella (broca do milho do sudoeste), Earias spp. (lagarta do algodão), Earias insulata (lagarta do algodão egípcio), Earias vitella (lagarta do algodão do nordeste), Ecdytopopha aurantianum, Elasmopalpus lignosellus (broca do caule do milho), Epiphysias postruttana (larva da maçã), Ephestia spp. (mariposas de farinha), Ephestia cauteila (mariposa da amêndoa), Ephestia elutella (mariposa do tabaco), Ephestia kuehniella (mariposa da farinha do Mediterrâneo), Epimeces spp., Epinotia aporema, Erionota thrax (lagarta da banana), Eupoecilia ambiguella (larva da uva), Euxoa auxiliaris (lagarta de cartucho), Feltia spp. (larvas de mariposa), Gortyna spp. (brocas), Grapholita molesta (larva de fruta oriental), Hedylepta indicata (lagarta da folha do feijão), Helicoverpa spp. (mariposas noturnas), Helicoverpa armigera (lagarta
24/58 do algodão), Helicoverpa zea (lagarta do algodão/lagarta do grão de milho), Heliothis spp. (mariposas noturnas), Heliothis virescens (larva de traça do tabaco), Hellula undalis (lagarta tecedora do repolho), Indarbela spp. (brocas de raiz), Keifería lycopersicella (traça do tomateiro), Leucinodes orbonalis (lagarta da berinjela), Leucoptera malifoliella, Lithocollectis spp., Lobesia botrana (lagarta do grapefruit), Loxagrotis spp. (mariposas noturnas), Loxagrotis albicosta (lagarta do feijão), Lymantria díspar (mariposa cigana), Lyonetia clerkella (minadora da folha da maçã), Mahasena corbetti (lagarta da palmeira), Malacosoma spp. (lagartas), Mamestra brassicae (lagarta de cartucho do repolho), Maruca testulalis (broca da vagem), Metisa plana (lagarta), Mythimna unipuncta (lagarta de cartucho verdadeira), Neoleucinodes elegantalis (traça do tomateiro), Nymphula depunctalis (lagarta bioadeira), Operophthera brumata (mariposa de inverno), Ostrínia nubilalis (broca do milho europeu), Oxydia vesulia, Pandemis cerasana (lagarta da groselha), Pandemis heparana (lagarta marrom da maçã), Papilio demodocus, Pectinophora gossypiella (lagarta do algodão rosa), Peridroma spp. (brocas), Peridroma saucia (broca variegada), Perileucoptera coffeella (lagarta mineira do café), Phthorímaea operculella (lagarta da batata), Phyllocnisitis citrella, Phyllonorycter spp. (lagartas minadoras), Pieris rapae (larva do repolho), Plathypena scabra, Plodia interpunctella (larva de cereal da índia), Plutella xylostella (mariposa de costa de diamante), Polychrosis viteana (traça da uva), Prays endocarpa, Prays oleae (traça da azeitona), Pseudaletia spp. (mariposas noturnas), Pseudaletia unipunctata (lagarta de cartucho), Pseudoplusia includens (lagarta da soja),7?achiplusia nu, Scirpophaga incertulas, Sesamia spp. (brocas de tronco), Sesamia inferens (broca rosa da haste do arroz), Sesamia nonagríoides, Setora nitens, Sitotroga cerealella (traça de grão de Angoumois), Sparganothis pilleriana, Spodoptera spp. (lagartas de cartucho), Spodoptera exigua (lagarta de cartucho da beterraba), Spodoptera fugiperda (lagarta de cartucho do outono), Spodoptera orídania (lagarta de cartucho do sudeste), Synanthedon spp. (brocas de raiz), Thecla basilides, Thermisia gemmatalis, Tineola bisselliella (traça de roupas), Trichoplusia ni (lagarta de repolho), Tuta absoluta, Yponomeuta spp., Zeuzera coffeae (broca vermelha de ramo), e Zeuzera
25/58 pyrina (mariposa leopardo).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Mallophaga (parasitas mastigadores). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Bovicola ovis (piolho de ovelha), Menacanthus stramineus (piolho de galinha), e Menopon gallinea (piolho comum de galinheiro).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Orthoptera (gafanhotos e grilos). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Anabrus simplex (grilo Mormon), Gryllotalpidae (grilos), Locusta migratória, Melanoplus spp. (gafanhotos), Microcentrum retinerve (gafanhoto de asa angulada), Pterophylla spp. (gafanhotos), Chistocerca gregaria, Scudderia furcata (gafanhoto de arbusto), e Valanga nigricomi.
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Phthiraptera (parasitas sugadores). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Haematopinus spp. (piolho do gado e do porco), Linognathus ovillus (piolho de ovelha), Pediculus humanus capitis (piolho do corpo humano), Pediculus humanus humanus (piolho do corpo humano), e Pthirus pubis (piolho pubiano).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Siphonaptera (pulgas). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Ctenocephalides canis (pulga de cachorro), Ctenocephalides felis (pulga de gato), e Pulex irritans (pulga humana).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Thysanoptera (tripés). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Frankliniella fusca (tripés do tabaco), Frankliniella occidentalis (tripés das flores ocidentais), Frankliniella shultzei Frankliniella williamsi (tripés do milho), Heliothrips haemorrhaidalis (tripés de estufa), Riphiphorothrips cruentatus, Scirtothrips spp., Scirtothrips citri (tripés dos cítricos), Scirtothrips dorsalis (tripés do chá), Taeniothrips rhopalantennalis, e Thrips spp.
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Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Thysanura (tisanuros). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Lepisma spp. (peixinho-deprata) e Thermobia spp. (traças).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Acarina (ácaros e carrapatos). Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Acarina (ácaros e carrapatos). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Acarus spp. (ácaros de alimentos), Acarus siro (ácaros de grão), Acena mangiferae (ácaro de broto de manga), Aculops spp., Aculops lycopersici (ácaro castanho do tomate), Aculops pelekasi, Aculus pelekassi, Aculus schlechtendali (ácaro da ferrugem da maçã), Amblyomma americanum (carrapato estrela), Boophilus spp. (carrapatos), Brevipalpus obovatus (ácaro da alfena), Brevipalpus phoenicis (ácaro vermelho e preto), Demodex spp. (ácaros da sarna), Dermacentor spp. (carrapatos), Dermacentor variabilis (carrapato americano canino), Dermatophagoides pteronyssinus (ácaro da poeira doméstica), Eotetranycus spp., Eotetranychus carpini (ácaro amarelo), Epitimerus spp., Eriophyes spp., Ixodes spp. (carrapatos), Metatetranycus spp., Notoedres cati, Oligonychus spp., Oligonychus coffee, Oligonychus ilicus (ácaro vermelho do sudeste), Panonychus spp., Panonychus citri (ácaro vermelho dos cítricos), Panonychus ulmi (ácaro vermelho europeu), Phyllocoptruta oleivora (ácaro da ferrugem dos cítricos), Polyphagotarsonemun tatus (ácaro branco), Rhipicephalus sanguineus (carrapato marrom canino), Rhizoglyphus spp. (ácaros de bulbos), Sarcoptes scabiei (ácaro da escabiose), Tegolophus perseaflorae, Tetranychus spp., Tetranychus urticae (ácaro rajado), e Varroa destructor (ácaro de abelha melífera).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento pode ser usada para controlar Nematoda (nematódeos). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Aphelenchoides spp. (nematódeos do broto, folha do pinheiro), Belonolaimus spp. (nematódeos de ferrão), Criconemella spp. (nematódeos anelares), Dirofílaria immitis (verme
27/58 do coração do cão), Ditylenchus spp. (nematódeos de tronco e bulbo), Heterodera spp. (nematódeos císticos), Heterodera zeae (nematódeo cístico do milho), Hirschmanniella spp. (nematódeos da raiz), Hoplolaimus spp. (nematodeos em forma de flecha), Meloidogyne spp. (nematódeos do nó da raiz),
Meloidogyne incógnita (nematódeos do nó da raiz), Onchocerca volvulus (nematódeo da oncocercose), Pratylenchus spp. (nematódeos de feridas), Radopholus spp. (nematódeos escavadores), e Rotylenchus reniformis (nematódeos em forma de rim).
Em outra modalidade, a invenção descrita nesse documento po10 de ser usada para controlar Symphyla (sínfilos). Uma lista não exaustiva dessas pragas inclui, mas não está limitada a Scutigerella immaculata.
Para informações mais detalhadas consulte o HANDBOOK OF
PEST CONTROL — THE BEHAVIOR, LIFE HISTORY, AND CONTROL OF HOUSEHOLD PESTS por Arnold Mallis, 9a edição, direitos autorais, 2004 por GIE Media Inc.
MISTURAS
As composições descritas nesse documento também podem ser usadas, por razões de economia, estabilidade química e física e sinergia, com acaricidas, algicidas, antialimentares, avicidas, bactericidas, repelentes de pássaros, esterilizantes químicos, fungicidas, protetores de herbicida (safeners), herbicidas, atraentes de insetos, repelentes de insetos, repelentes de mamíferos, interruptores do acasalamento, moluscicidas, outros inseticidas, outros pesticidas, ativadores de planta, reguladores do crescimento de planta, raticidas, sinérgicos, desfolhantes, dessecantes, desinfetantes, semi25 oquímicos e viricidas (essas categorias não sendo necessariamente mutuamente exclusivas).
FORMULAÇÕES
As composições descritas nesse documento também podem ser fornecidas com ingredientes inertes fitologicamente aceitáveis para fornecer ou complementar um veículo e podem ser formuladas, por exemplo, como iscas, emulsões concentradas, pós, concentrados emulsionáveis, fumigantes, géis, grânulos, microencapsulações, tratamentos de semente, concen28/58 trados em suspensão, suspoemulsões, comprimidos, líquidos solúveis em água, grânulos dispersíveis em água ou fluxíveis secos em água, pós moIháveis e soluções com volume ultrabaixo.
Para informações adicionais sobre os tipos de formulações, veja CATALOGUE OF PESTICIDE FORMULATION TYPES AND INTERNATIONAL CODING SYSTEM Monografia Técnica n° 2, 5a edição por CropLife International (2002).
As composições pesticidas podem ser frequentemente aplicadas como suspensões ou emulsões aquosas, preparadas a partir de formulações concentradas de tais composições. Tais formulações solúveis em água, que podem ser suspensas em água ou emulsionáveis são sólidas, geralmente conhecidas como pós molháveis, ou são grânulos dispersíveis em água ou líquidos geralmente conhecidos como concentrados emulsionáveis, suspensões aquosas ou suspensões oleosas. Os pós molháveis, que podem ser compactados para formar grânulos dispersíveis em água, compreendem uma mistura íntima da composição pesticida, um veículo e tensoativos. O veículo é geralmente escolhido dentre argilas de atapulgita, argilas montmorilonitas, terra de diatomáceas ou silicatos purificados. Tensoativos eficazes, que podem compreender de cerca de 0,5% a cerca de 10% do pó molhável, são encontrados entre ligninas sulfonatadas, naftalenossulfonatos condensados, naftalenossulfonatos, alquilbenzenossulfonatos, sulfatos de alquila e tensoativos não iônicos, tais como adutos de óxido de etileno de alquil fenóis.
Os concentrados emulsionáveis compreendem uma concentração conveniente de uma composição pesticida dissolvida em um veículo que é um solvente miscível em água ou é uma mistura de solventes orgânicos imiscíveis em água e emulsificantes. Solventes orgânicos úteis incluem aromáticos, especialmente xilenos e frações de petróleo, especialmente porções naftalênicas e olefínicas de petróleo de alto ponto de ebulição, tal como a nafta aromática pesada. Outros solventes orgânicos também podem ser usados, tais como os solventes terpênicos incluindo os derivados de rosina, cetonas alifáticas tais como a cicloexanona e alcoóis complexos tais como 229/58 etóxietanol. Emulsificantes adequados para concentrados emulsionáveis são escolhidos dentre tensoativos aniônicos e não iônicos convencionais.
As suspensões aquosas compreendem suspensões de composições pesticidas insolúveis em água dispersas em um veículo aquoso. As suspensões são preparadas pela trituração cuidadosa da composição de pesticida misturando-a vigorosamente em um veículo compreendido por água e tensoativos. Ingredientes, como sais inorgânicos e gomas sintéticas ou naturais, também podem ser adicionados para aumentar a densidade e a viscosidade do veículo aquoso. Geralmente é mais eficaz triturar e misturar a composição pesticida ao mesmo tempo pela preparação da mistura aquosa e homogeneizá-la em um implemento, tal como o moinho de areia, moinho de bolas ou homogeneizador do tipo pistão.
As composições pesticidas também podem ser aplicadas como formulações granulares que são particularmente úteis para aplicações no solo. As formulações granulares contêm a composição pesticida dispersa em um veículo que compreende uma argila ou uma substância similar. Tais formulações são geralmente preparadas pela dissolução da composição pesticida em um solvente adequado e aplicação da mesma a um veículo granulado que foi pré-formado em um tamanho de partícula adequado, na faixa de cerca de 0,5 a 3 mm. Tais formulações também podem ser formuladas pela preparação de uma massa ou pasta do veículo e da composição pesticida e trituração e secagem para obter o tamanho de partícula desejado.
Pós contendo a composição pesticida são preparados pela misturação íntima da composição pesticida em forma pulverizada com um veículo agrícola para pulverização adequado, tal como argila de caulim, rocha vulcânica triturada e semelhantes. Os pós podem ser aplicados como um revestimento de semente ou como aplicação foliar com uma máquina de pulverização.
É igualmente prático aplicar uma composição pesticida sob a forma de uma solução em um solvente orgânico apropriado, geralmente um óleo de petróleo, como óleos em spray, que são amplamente usados na química agrícola.
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As composições pesticidas também podem ser aplicadas sob a forma de uma formulação em aerossol. Em tais formulações, a composição pesticida é dissolvida ou dispersa em um veículo, que é uma mistura propelente que gera pressão. A formulação em aerossol é embalada em um recipiente a partir do qual a mistura é liberada através de uma válvula atomizadora.
Iscas de pesticida são formadas quando a composição pesticida é misturada com alimento ou um atraente ou ambos. Quando as pragas comem a isca, elas também consomem a composição de pesticida. As iscas podem assumir a forma de grânulos, géis, pós-fluxíveis, líquidos ou sólidos. Elas também podem ser usadas nos abrigos da praga ou no entorno deles.
Fumigantes são pesticidas que possuem uma pressão de vapor relativamente alta e, portanto, podem existir como um gás em concentração suficiente para exterminar pragas do solo ou de espaços fechados. A toxicidade do fumigante é proporcional a sua concentração e ao tempo de exposição. Eles são caracterizados por uma boa capacidade de difusão e agem pela penetração nos sistema respiratório da praga ou sendo absorvidos através da cutícula da praga. Os fumigantes são aplicados para controlar pragas em produtos estocados sob folhas a prova de gás, em câmaras ou edificações de gás lacradas ou em câmaras especiais.
Concentrados de solução em óleo são feitos pela dissolução de uma composição pesticida em um solvente que manterá a composição pesticida em solução. Soluções oleosas de uma composição pesticida geralmente fornecem redução e morte mais rápida das pragas do que outras formulações devido aos próprios solventes que possuem ação pesticida e a dissolução da cobertura cerosa do tegumento aumentando a velocidade de absorção do pesticida. Outras vantagens das soluções oleosas incluem melhor estabilidade ao armazenamento, melhor penetração de fendas e melhor adesão a superfícies gordurosas.
Outra modalidade é uma emulsão de óleo-em-água, sendo que a emulsão compreende glóbulos oleosos que são dotados de um revestimento de cristal líquido lamelar e são dispersos em uma fase aquosa, sendo
31/58 que cada glóbulo oleoso compreende pelo menos um composto que é agricolamente ativo e está individualmente coberto por uma camada monolamelar ou oligolamelar que compreende: (1) pelo menos um agente não iônico lipofílico ativo de superfície, (2) pelo menos um agente não iônico hidrofílico ativo de superfície e (3) pelo menos um agente iônico ativo de superfície, em que os glóbulos possuem um diâmetro médio de partícula menor que 800 nanometros. Informações adicionais sobre a modalidade são descritas na publicação de patente U.S. 20070027034, publicada em 1 de fevereiro de 2007, tendo o número de série de Pedido de Patente 11/495.228. Para facilitar o uso, essa modalidade será referida como OIWE.
Para informações adicionais, consulte INSECT PEST MANAGEMENT' 2a. Edição por D. Dent, direitos autorais para CAB International (2000). Adicionalmente, para informações mais detalhadas consulte o HANDBOOK OF PEST CONTROL - THE BEHAVIOR, LIFE HISTORY, AND CONTROL OF HOUSEHOLD PESTS por Arnold Mallis, 9a edição, direitos autorais, 2004 por GIE Media Inc.
OUTROS COMPONENTES DA FORMULACÃO
Geralmente, quando as composições descritas nesse documento são usadas em uma formulação, tal formulação também pode conter outros componentes. Esses componentes incluem, mas não são limitados a (essa é uma lista não exaustiva e não mutuamente exclusiva) umectantes, disseminadores, espessantes, penetrantes, tampões, agentes sequestrantes, agentes de redução de deslocamento, agentes de compatibilidade, agentes antiespumantes, agentes de limpeza, dispersantes, agentes reológicos, biocidas e emulsificantes. Alguns componentes são descritos a seguir.
Um agente umectante é uma substância que, quando adicionada a um líquido, aumenta o poder de dispersão ou de penetração do líquido pela redução da tensão interfacial entre o líquido e a superfície sobre a qual ele é espalhado. Agentes umectantes são usados para duas funções principais em formulações agroquímicas: durante o processamento e fabricação para aumentar a taxa de umidade dos pós na água para fazer concentrados líquidos solúveis ou concentrados em suspensão; e durante a mistura de um
32/58 produto com água em um tanque de pulverização para reduzir o tempo de umedecimento de pós molháveis e melhorar a penetração de água em grânulos dispersáveis em água. Exemplos de agentes umectantes usados em pó molhável, concentrado em suspensão e formulações de grânulos dispersíveis em água são; lauril sulfato de sódio; dioctil sulfosuccinato de sódio; alquil fenol etoxilatos; e etoxilatos de álcool alifático.
Um agente dispersante é uma substância que se adsorve sobre a superfície das partículas e auxilia na preservação do estado de dispersão das partículas e evita que elas se reagreguem. Os agentes dispersantes são adicionados a formulações agroquímicas para facilitar a dispersão e a suspensão durante a produção e para assegurar que as partículas dispersem novamente em água em um tanque de pulverização. Eles são amplamente usados nos pós molháveis, concentrados em suspensão e grânulos dispersíveis em água. Os tensoativos que são usados como agentes dispersantes possuem a habilidade de adsorver fortemente sobre uma superfície de partícula e fornecer uma barreira carregada ou estérica para a reagregação das partículas. Os tensoativos mais comumente usados são os aniônicos, não iônicos ou misturas dos dois tipos. Para formulações em pó molhável, os agentes dispersantes mais comuns são os lignossulfonatos de sódio. Para concentrados em suspensão, uma absorção e estabilização muito boas são obtidas usando poiieletrólitos tais como condensados de naftaleno sulfonato de sódio formaldeído. Ésteres fosfato de triestirilfenol etoxilato também são usados. Não iônicos como condensados de óxido de alquilariletileno e copolímeros em bloco de EO-PO são algumas vezes combinados com aniônicos como agentes dispersantes para concentrados em suspensão. Nos últimos anos, novos tipos de tensoativos poliméricos de peso molecular muito alto têm sido desenvolvidos como agentes dispersantes. Eles possuem arcabouços hidrofóbicos muito longos e um grande número de cadeias de óxido de etileno que formam um dente de um tensoativo em pente. Esses polímeros de alto peso molecular podem dar uma estabilidade muito boa em longo prazo aos concentrados em suspensão porque os arcabouços hidrofóbicos possuem vários pontos de ancoragem sobre as superfícies das partí33/58 cuias. Exemplos de agentes dispersantes usados em formulações agroquímicas são; lignossulfonatos de sódio; condensados de naftaleno sulfonato de sódio formaldeído; ésteres fosfato de triestirilfenol etoxilato; etoxilatos de álcool alifático; etoxilatos de alquila; copolímeros em bloco de EO-PO; e copolímeros enxertados.
Um agente emulsificante é uma substância que estabiliza uma suspensão de gotículas de uma fase líquida em outra fase líquida. Sem o agente emulsificante, os dois líquidos se separariam em duas fases líquidas imiscíveis. As misturas de emulsificantes mais comumente usadas contêm alquilfenol ou álcool alifático com 12 ou mais unidades de óxido de etileno e o sal de cálcio solúvel em óleo de ácido dodecilbenzenossulfônico. Uma faixa de valores de balanço hidrofílico-lipofílico (HLB) de 8 a 18 normalmente fornecerá emulsões bem estáveis. . A estabilidade da emulsão pode, às vezes, ser melhorada pela adição de uma pequena quantidade de um tensoativo de copolímero em bloco de EO-PO.
Um agente de solubilização é um tensoativo que formará micelas na água em concentrações acima da concentração crítica de micela. As micelas são então capazes de dissolver ou solubilizar materiais insolúveis em água dentro da parte hidrofóbica da micela. Os tipos de tensoativos geralmente usados para a solubilização são os não iônicos; monooleatos de sorbitana; etoxilatos de monooleato de sorbitana; e ésteres de oleato de metila.
Os tensoativos são usados, às vezes, sozinhos ou com outros aditivos tais como óleos minerais e vegetais como adjuvantes para misturas em tanques de pulverização para aperfeiçoar o desempenho biológico do pesticida sobre o alvo. Os tipos de tensoativos usados para a biointensificação dependem geralmente da natureza e do modo de ação do pesticida.
Entretanto, eles geralmente são não iônicos tais como: etoxilatos de alquila; etoxilatos de álcool alifático linear; etoxilatos de amina alifática.
Solventes orgânicos são usados, principalmente, na formulação de concentrados emulsionáveis, formulações ULV e, em menor grau, nas formulações granuladas. Algumas vezes, são usadas misturas de solventes.
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Os principais grupos de solventes são os óleos parafínicos alifáticos tais como querosene ou parafinas refinadas. O segundo grupo principal e mais comum compreende os solventes aromáticos tais como xileno e frações de alto peso molecular de solventes aromáticos C9 e C10. Hidrocarbonetos clorados são úteis como cossolventes para evitar a cristalização dos pesticidas quando a formulação é emulsionada em água. Os alcoóis são às vezes usados como cossolventes para aumentar o poder do solvente.
Agentes espessantes ou de gelificação são usados principalmente na formulação de concentrados em suspensão, emulsões e suspoemulsões para modificar a reologia ou as propriedades de fluxo do líquido e para evitar a separação e a sedimentação das partículas ou gotículas dispersas. Agentes espessantes, gelíficantes e antissedimentação geraimente se enquadram em duas categorias, quais sejam, particulados insolúveis em água e polímeros solúveis em água. É possível produzir formulações de concentrado em suspensão usando argilas e sílicas. Exemplos desses tipos de materiais incluem, mas não se limitam a montmorilonita, por exemplo, bentonita; silicato de magnésio e alumínio e atapulgita. Polissacarídeos solúveis em água foram usados como agentes espessantes-gelificantes por vários anos. Os tipos de polissacarídeos mais comumente usados são extratos naturais de sementes e algas marinhas e são derivados sintéticos de celulose. Exemplos desses tipos de materiais incluem, mas não se limitam a goma guar; goma de alfarrobeira; carragena; alginatos; metil celulose; carbóximetilcelulose de sódio (SCMC); hidróxíetilcelulose (HEC). Outros tipos de agentes antideposição se baseiam em amidos modificados, poliacrilatos, álcool polivinílico e óxido de polietileno. Outro bom agente antideposição é a goma xantana.
Microrganismos induzem a decomposição de produtos formulados. Portanto, agentes de conservação são usados para eliminar ou reduzir seus efeitos. Exemplos de tais agentes incluem, mas não são limitados a: ácido propiônico e seu sal de sódio; ácido sórbico e seu sal de sódio ou potássio; ácido benzóico e seu sal de sódio; sal de sódio de ácido p-hidróxi benzoico; metil p-hidróxi benzoato; e 1,2-benzisotiazalin-3-ona (BIT).
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A presença de tensoativos, que diminuem a tensão interfacial, geralmente faz com que as formulações à base de água espumem durante operações de misturação na produção e na aplicação através de um tanque de pulverização. A fim de reduzir a tendência a espumar, os agentes antiespumantes são geralmente adicionados durante o estágio de produção ou antes de serem colocados em recipientes. Geralmente, há dois tipos de agentes antiespumantes, especialmente, silicones e não silicones. Os silicones são geralmente emulsões aquosas de dimetil polissiloxano enquanto que os agentes antiespumantes de não silicone são óleos insolúveis em água, tais como octanol ou nonanol ou silica. Em ambos os casos, a função do agente antiespumante é deslocar o tensoativo da interface ar-água.
Para informações adicionais veja CHEMISTRY AND TECHNOLOGY OF AGROCHEMICAL FORMULATIONS editado por D.A. Knowles, direitos autorais de 1998 por Kluwer Academic Publishers. Consulte também INSECTICIDES IN AGRICULTURE AND ENVIRONMENT - RETROSPECTS AND PROSPECTS por AS. Perry, I. Yamamoto, I. Ishaaya, e R. Perry, direitos autorais, 1998 por Springer-Verlag.
APPLICATIONS
A quantidade real de uma composição pesticida a ser aplicada nos locais das pragas não é, geralmente, crítica e pode ser facilmente determinada por aqueles versados na técnica. Em geral, espera-se que concentrações entre cerca de 0,01 gramas de pesticida por hectare a cerca de 5000 gramas de pesticida por hectare fornecem um bom controle.
O local ao qual a composição pesticida é aplicada pode ser qualquer local habitado por uma praga, por exemplo, plantações de vegetais, árvores frutíferas e amendoeiras, parreiras, plantas ornamentais, animais domésticos, superfícies internas ou externas de construções e o solo em volta das construções. Controlar pragas geralmente significa que as populações e a atividade das pragas ou ambas estão reduzidas em um local. Isso pode ocorrer quando: as populações de pragas são repelidas de um local; quando as pragas estão incapacitadas no local ou em volta dele; ou as pragas são exterminadas, no todo ou em parte, no local ou em volta dele. É cia36/58 ro que uma combinação desses resultados pode ocorrer. Geralmente, as populações e a atividade de pragas ou ambas são desejavelmente reduzidas em mais do que cinqüenta por cento, de preferência, mais de 90 por cento.
Geralmente, com iscas, as iscas são colocadas no solo onde, por exemplo, os cupins térmites podem entrar em contato com a isca. As iscas também podem ser aplicadas a uma superfície de uma construção (superfície horizontal, vertical ou inclinada) onde, por exemplo, formigas, cupins, baratas e moscas possam entrar em contato com a isca.
Devido à habilidade única dos ovos de algumas pragas resistirem às aplicações repetidas de composições pesticidas, pode ser desejável controlar as larvas recém-eclodidas.
O movimento sistêmico de pesticidas em plantas pode ser utilizado para controlar as pragas sobre uma porção da planta pela aplicação da composição pesticida em uma porção diferente da planta. Por exemplo, o controle de insetos que se alimentam de folhas pode ser obtido pela irrigação por gotejamento ou aplicação no sulco ou pelo tratamento da semente antes do plantio. O tratamento da semente pode ser aplicado a todos os tipos de sementes, incluindo aquelas a partir das quais plantas geneticamente transformadas para expressar características especializadas germinarão. Exemplos representativos incluem as que expressam proteínas tóxicas para pragas invertebradas, tais como Bacillus turingiensis ou outras toxinas inseticidas, as que expressam resistência a herbicida, tal como a semente Roundup Ready ou as com genes estranhos piramidados que expressam toxinas inseticidas, resistência a herbicidas, intensificação da nutrição ou quaisquer outras características benéficas. Adicionalmente, tais tratamentos de semente com a invenção descrita nesse documento podem intensificar adicionalmente a habilidade de uma planta para suportar melhor condições de crescimento estressantes. Isso resulta em plantas saudáveis, mais vigorosas, o que pode levar a rendimentos maiores no momento da colheita.
Ficará prontamente claro que a invenção pode ser usada com plantas geneticamente transformadas para expressar características especializadas, tais como Bacillus turingiensis ou outras toxinas inseticidas ou as
37/58 que expressam resistência a herbicida ou aquelas com genes estranhos piramidados que expressam toxinas inseticidas, resistência a herbicidas, intensificação de nutrição ou quaisquer outras características benéficas.
A invenção descrita nesse documento é adequada para o controle de endoparasitas e ectoparasitas no setor da medicina veterinária ou no campo dos cuidados com animais. As composições são aplicadas de uma maneira conhecida, tal como por administração orai sob a forma, por exemplo, de comprimidos, cápsulas, bebidas, grânulos ou pela aplicação dérmica sob a forma, por exemplo, de imersão, aspersão, pouring on, spotting on” e pulverização e por administração parenteral sob a forma, por exemplo, de uma injeção.
A invenção descrita nesse documento também pode ser vantajosamente empregada no cuidado com animais de criação, por exemplo, gado, ovelhas, porcos, galinhas, e gansos. As formulações adequadas são administradas por via oral aos animais com a água ou ração. As dosagens e as formulações adequadas dependem da espécie.
Antes de uma composição pesticida poder ser usada ou vendida comercialmente, tal composição é submetida a um processo de avaliação prolongado por várias autoridades governamentais (locais, regionais, estaduais, nacionais, internacionais). Grandes requisitos de dados são especificados pelas autoridades reguiamentadoras e devem ser atendidos através da geração de dados e da submissão pelo solicitante do registro ou por outro em nome do solicitante do registro. Essas autoridades governamentais revisam tais dados e se uma determinação de segurança for concluída, elas fornecem ao usuário em potencial ou ao vendedor a aprovação do registro do produto. Depois, naquela localidade onde o registro do produto é concedido e confirmado, tal usuário ou vendedor podem usar ou vender tal pesticida. EXEMPLOS
Os exemplos a seguir têm propósitos ilustrativos e não devem ser considerados como limitadores da invenção descrita nesse documento apenas às modalidades descritas nesses exemplos.
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EXEMPLOS DE COMPOSIÇÃO
Cada um dos exemplos de composição A-l descritos abaixo incluem espinetoram. Espinetoram é uma mistura de 50 a 90% de (2R,3aR, 5aR,5bS,9S, 13S, 14R, 16aS, 16bR)-2-(6-desoxi-3-O-etil-2,4-di-(O-metil-a-L-manopiranossilóxi)-13-[(2R,5S,6R)-5-(dimetilamino)tetraidro-6-metilpiran-2-ilóxi] -9-etil-2,3,3a,4,5,5a, 5b, 6,9,10,11,12,13,14,16a, 16b-hexadecaidro-14-metil1 H-as-indaceno [3,2-c/]oxaciclododecino-7,15-diona e 50 a 10% (2R, 3aR, 5aS, 5bS,9S, 13S.14R, 16aS, 16bS)-2-(6-desoxi-3-O-etil-2,4-di-O-metil-a-L-manopiranossilóxi)-13-[(2R,5S,6R)-5-(dimetilamino)tetraidro-6-metilpiran-2-ilóxi]-9etil-2,3,3a,5a,5b,6,9,10,11,12,13,14,16a,16b-tetradecaidro-4,14-dimetil-1Has- indaceno[3,2-Qf[oxaciclododecino-7,15-diona. O espinetoram é derivado sinteticamente de um produto natural e é acompanhado tipicamente por várias impurezas. Consequentemente, para cada uma das composições preparadas abaixo nos Exemplos A-l, foi realizado um teste no espinetoram usado para fazer os Exemplos para determinar a presença de impurezas.
Para cada teste, uma amostra da solução estoque de calibração foi preparada pela adição de aproximadamente 43 mg de uma forma analiticamente padronizada de espinetoram com 10,0 mL de água purificada em uma jarra de vidro de 125 mL. A jarra de vidro foi cuidadosamente agitada até que o espinetoram fosse disperso na água purificada. 100,0 mL de metanol foram adicionados à mistura de água/espinetoram na jarra de vidro. Uma segunda solução foi preparada pela adição de 10 mL de água purificada e aproximadamente 50 mg do produto de espinetoram usado em cada um dos Exemplos A-l a uma jarra de vidro de 125 mL. A jarra de vidro foi cuidadosamente agitada até que o espinetoram fosse disperso na água purificada. 100,0 mL de metanol foram, então, adicionados à mistura. . Cada amostra foi analisada usando cromatografia líquida realizada com a seguinte instrumentação e sob as seguintes condições:
Cromatógrafo: Agilent (formalmente Hewlett Packard) modelo
1100 ou equivalente
Coluna: Coluna Phenomenex Luna, C8(2) 3pm, 150 m x 4,6 mm
Fase móvel A: água com 2 g/L de acetato de amônio, pH ajusta39/58 do para 5,5 com ácido acético
Fase móvel B: acetonitrila/metanol (80:20, v:v)
Eluição isocrática: 20% A / 80% B
Fluxo: 1,0 mL/minuto
Volume de injeção: 10,0 pL
Detector: UV a 250 nm
Tempo de corrida: 20 minutos
Integrador: Sistema de captura de dados Agilent EZChrom Elite, ou equivalente
Com base nos resultados da cromatografia líquida, o percentual em peso do componente espinetoram puro de cada um dos produtos de espinetoram usados nos Exemplos A-l foi calculado. O percentual em peso das impurezas foi então calculado pela subtração do percentual em peso do componente de espinetoram puro de 100. O percentual em peso das impurezas de espinetoram em cada um dos Exemplos A-l com base nesses cálculos, é fornecido abaixo.
Exemplo A:
Uma composição líquida incluindo espinetoram, albúmen de ovo e álcool polivinílico, entre outros ingredientes, foi preparada da seguinte forma. Espinetoram, Reax® 88A, um dispersante disponível comercialmente junto à MeadWestvaco Corporation, Caixa Postal 118005, Charleston, SC 29423, Geropon® SDS, um tensoativo disponível comercialmente junto à Rhodia, Inc., 8 Cedar Brook Drive, Cranbury NJ, 08512, e a água suficiente para fornecer um concentrado em suspensão com 25 a 50% em peso de espinetoram foram misturados juntos. A mistura resultante foi moída em um moinho Eiger Mini Motormill da Eiger Machinery, Inc., 888 East Belvidere Road, Grayslake, Illinois 60030, até um tamanho de partícula de 1-10 pm (diâmetro médio ponderado pelo volume). O tamanho da partícula foi medido usando um analisador de partícula por difração de laser Malvern Mastersizer 2000 da Malvern Instruments Ltd., Enigma Business Park, Grovewood Road, Malvern, Worcestershire WR 14 1XZ, Reino Unido. Após a moagem, albúmen de ovo de claras de ovos de galinha grau II da Sigma Aldrich Corporati40/58 on, 3050 Spruce St., St. Louis, MO, 63103 e uma solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 da Celanese Corporation, 1601 West LBJ Freeway, Dallas, Texas, 75234, foram adicionados à mistura sob agitação.
A solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol®
205 foi preparada de acordo com as instruções do fabricante. A concentração total de sólidos da mistura foi ajustada na faixa de 20 a 50% em peso pela adição de água. A mistura foi então homogeneizada com um homogeneizador Silverson L4RT-A de Silverson Machines Inc., 355 Chestnut St., East Longmeadow, MA 01028, por cerca de 15 a 30 minutos. Os percentuais em peso dos ingredientes anteriores, calculados pela comparação do peso de cada respectivo ingrediente em relação ao peso total da composição, são fornecidos na Tabela 1. A Tabela 1 também fornece o percentual em peso das impurezas de espinetoram na composição com base nos valores determinados pelo procedimento de teste descrito acima.
TABELA 1 Exemplo A
Ingredientes %, em peso
Espinetoram 3,1
Impurezas de espinetoram 0,63
Albúmen de ovo 21,86
PVA 4,96
Reax® 88A 0,37
Geropon® SDS 0,07
Água 69,01
A composição líquida do Exemplo A foi usada mais tarde em experimentos de eficácia biológica, mas um teste foi realizado com antecedência para determinar sua proporção em peso de espinetoram puro para que concentrações apropriadas para o teste pudessem ser preparadas. Para este procedimento, uma amostra da solução estoque de calibração foi preparada pela adição de aproximadamente 43 mg de uma forma analiticamente padronizada de espinetoram com 10,0 mL de água purificada em uma jarra de vidro de 125 mL. A jarra de vidro foi cuidadosamente agitada até que o
41/58 espinetoram fosse disperso na água purificada. 100,0 mL de metanol foram adicionados à mistura de água/espinetoram na jarra de vidro. Uma segunda solução foi preparada pela adição de 10 mL de água purificada e aproximadamente 130 mg da composição a uma jarra de vidro de 125 mL. A jarra de vidro foi cuidadosamente agitada até que a composição fosse dispersa na água purificada. 100,0 mL de metanol foram adicionados à mistura e ela foi agitada por mais alguns minutos em um agitador mecânico. Uma alíquota da mistura foi então filtrada através de um filtro de seringa de náilon de 0,45 pm com as primeiras gotas do filtrado sendo descartadas e o filtrado remanescente fornecendo uma amostra para a cromatografia líquida. Cada amostra foi analisada usando cromatografia líquida realizada com a seguinte instrumentação e sob as seguintes condições;
Cromatógrafo: Agilent (formaimente Hewlett Packard) modelo 1100 ou equivalente
Coluna: Coluna Phenomenex Luna, C8(2) 3pm, 150 m x 4,6 mm
Fase móvel A: água com 2 g/L de acetato de amônio, pH ajustado para 5,5 com ácido acético
Fase móvel B: acetonitrila/metanol (80:20, v:v)
Eluição isocrática: 20% A / 80% B
Fluxo: 1,0 mL/minuto
Volume de injeção: 10,0 pL
Detector: UV a 250 nm
Tempo de corrida: 20 minutos
Integrador: Sistema de captura de dados Agilent EZChrom Elite, ou equivalente
Com base nos resultados da cromatografia líquida, o percentual em peso do componente espinetoram puro para a composição do Exemplo A foi calculado como sendo 3,1%.
Exemplo B:
Uma composição líquida incluindo espinetoram, albúmen de ovo e álcool polivinílico, entre outros ingredientes, foi preparada da seguinte forma. Spinetoram, Reax® 88 A, Geropon® SDS e água suficiente para fornecer
42/58 um concentrado em suspensão com 25 a 50% em peso de espinetoram foram misturados juntos. A mistura resultante foi moída em um moinho Eiger Mini Motormill da Eiger Machinery, Inc. até um tamanho de partícula de 1 a 10 pm (diâmetro médio ponderado pelo volume). O tamanho da partícula foi medido usando um analisador de partícula por difração de laser Malvern Mastersizer 2000. Após a moagem, albúmen de ovo de claras de ovos de galinha grau II da Sigma Aldrích Corporation e uma solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 da Celanese Corporation foram adicionados à mistura sob agitação. A solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 foi preparada de acordo com as instruções do fabricante. A concentração total de sólidos da mistura foi ajustada na faixa de 20 a 50% em peso pela adição de água. A mistura foi então homogeneizada com um homogeneizador Silverson L4RT-A da Silverson Machines Inc. por cerca de 15 a 30 minutos. Os percentuais em peso dos ingredientes anteriores, calculados pela comparação do peso de cada respectivo ingrediente em relação ao peso total da composição com exceção da água, são fornecidos na Tabela 2. A Tabela 2 também fornece o percentual em peso das impurezas de espinetoram na composição com base nos valores determinados pelo procedimento de teste descrito acima.
Tabela 2
Exemplo B
Ingredientes %, em peso
Espinetoram 10,0
Impurezas de espinetoram 2,05
Albúmen de ovo 70,51
PVA 16,0
Reax® 88A 1,20
Geropon® SDS 0,24
A composição líquida foi então seca por atomização usando um secador por atomização de bancada Buchi® Modelo 190 da Buchi Corporation, 19 Lukens Drive, Suite 400, New Castle, DE 19720, a uma taxa de alimentação de cerca de 300 a 400 ml/h, uma pressão do bocal de 4 a 6 bar
43/58 (400 a 600 kPa), 115 a 140°C de temperatura de entrada e 50 a 100°C de temperatura de saída para fornecer uma composição sólida. Acredita-se que o processo de secagem por atomização remova toda ou substancialmente toda a água e outros ingredientes voláteis da composição líquida quando ela é convertida em composição sólida. Como nenhum dos ingredientes do Exemplo B, além da água, é considerado volátil, contempla-se que a composição sólida inclua percentuais em peso para cada um dos ingredientes substancialmente similares aos fornecidos na Tabela 2. A composição sólida do exemplo B foi usada posteriormente em experimentos de eficácia biológica, mas um teste foi feito com antecedência para determinar sua proporção em peso de espinetoram puro para que as concentrações adequadas para o teste pudessem ser preparadas.
Para este procedimento, uma amostra da solução estoque de calibração foi preparada pela adição de aproximadamente 43 mg de uma forma analiticamente padronizada de espinetoram com 10,0 mL de água purificada em uma jarra de vidro de 125 mL. A jarra de vidro foi cuidadosamente agitada até que o espinetoram fosse disperso na água purificada. 100,0 mL de metanol foram adicionados à mistura de água/espinetoram na jarra de vidro. Uma segunda solução foi preparada pela adição de 10 mL de água purificada e aproximadamente 130 mg da composição sólida a uma jarra de vidro de 125 mL. A jarra de vidro foi cuidadosamente agitada até que a composição sólida fosse dispersa na água purificada. 100,0 mL de metanol foram adicionados à mistura e ela foi agitada por aproximadamente mais 5 minutos em um agitador mecânico. Uma alíquota da mistura foi então filtrada através de um filtro de seringa de náilon de 0,45 pm com as primeiras gotas do filtrado sendo descartadas e o filtrado remanescente fornecendo uma amostra para a cromatografia líquida. Cada amostra foi então analisada usando cromatografia líquida realizada com a seguinte instrumentação e de acordo com os parâmetros apresentados acima no exemplo A. Com base nos resultados da cromatografia líquida, o percentual em peso do componente espinetoram puro para a composição sólida do Exemplo B foi calculado como sendo 9,8%.
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Exemplo C:
Uma composição líquida incluindo espinetoram, albúmen de ovo e álcool polivinílico, entre outros ingredientes, foi preparada da seguinte forma. Spinetoram, Reax® 88 A, Geropon® SDS e água suficiente para fornecer um concentrado em suspensão com 25 a 50% em peso de espinetoram foram misturados juntos. A mistura resultante foi moída em um moinho Eiger Mini Motormill da Eiger Machinery, Inc. até um tamanho de partícula de 1 a 10 pm (diâmetro médio ponderado pelo volume). O tamanho da partícula foi medido usando um analisador de partícula por difração de laser Malvern Mastersizer 2000. Após a moagem, aibúmen de ovo de claras de ovos de galinha grau II da Sigma Aldrich Corporation e uma solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 da Celanese Corporation foram adicionados à mistura sob agitação. A solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 foi preparada de acordo com as instruções do fabricante. A concentração total de sólidos da mistura foi ajustada na faixa de 20 a 50% em peso pela adição de água. A mistura foi então homogeneizada com um homogeneizador Silverson L4RT-A da Silverson Machines Inc. por cerca de 15 a 30 minutos. Os percentuais em peso dos ingredientes anteriores, calculados pela comparação do peso de cada respectivo ingrediente em relação ao peso total da composição, são fornecidos na Tabela 3. A Tabela 3 também fornece o percentual em peso das impurezas de espinetoram na composição com base nos valores determinados pelo procedimento de teste descrito acima.
Tabela 3
Exemplo C
Ingredientes %, em peso
Espinetoram 4,0
Impurezas de espinetoram 0,8
Albúmen de ovo 28,22
PVA 6,4
Reax® 88A 0,48
Geropon SDS 0,1
Água 60,0
45/58
A composição líquida do Exemplo C foi usada mais tarde em experimentos de eficácia biológica, mas um teste foi realizado com antecedência para determinar sua proporção em peso de espinetoram puro para que concentrações apropriadas para o teste pudessem ser preparadas. O teste foi realizado de acordo com o procedimento descrito acima com relação ao Exemplo A e o percentual em peso do componente espinetoram puro para a composição foi calculado como sendo 4,0%.
Exemplo D:
Uma composição líquida incluindo espinetoram, albúmen de ovo e álcool polivinílico, entre outros ingredientes, foi preparada da seguinte forma. Spinetoram, Reax® 88 A, Geropon® SDS e água suficiente para fornecer um concentrado em suspensão com 25 a 50% em peso de espinetoram foram misturados juntos. A mistura resultante foi moída em um moinho Eiger Mini Motormill da Eiger Machinery, Inc. até um tamanho de partícula de 1 a 10 pm (diâmetro médio ponderado pelo volume). O tamanho da partícula foi medido usando um analisador de partícula por difração de laser Malvern Mastersizer 2000. Após a moagem, albúmen de ovo de claras de ovos de galinha grau II da Sigma Aldrich Corporation e uma solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 da Celanese Corporation foram adicionados à mistura sob agitação. A solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 foi preparada de acordo com as instruções do fabricante.
A concentração total de sólidos da mistura foi ajustada na faixa de 20 a 50% em peso pela adição de água. A mistura foi então homogeneizada com um homogeneizador Silverson L4RT-A da Silverson Machines Inc. por cerca de 15 a 30 minutos. Os percentuais em peso dos ingredientes anteriores, calculados pela comparação do peso de cada respectivo ingrediente em relação ao peso total da composição com exceção da água, são fornecidos na Tabela 4. A Tabela 4 também fornece o percentual em peso das impurezas de espinetoram na composição com base nos valores determinados pelo procedimento de teste descrito acima.
46/58
Tabela 4 Exemplo D
Ingrediente %, em peso
Espinetoram 10,0
Impurezas de espinetoram 2,0
Albúmen de ovo 70,56
PVA 16,0
Reax® 88A 1,2
Geropon SDS 0,24
A composição líquida foi então seca por atomização usando um secador por atomização de bancada Buchi® Modelo 190 da Buchi Corporation a uma taxa de alimentação de cerca de 300 a 400 ml/h, uma pressão do bocal de 4 a 6 bar (400 a 600 kPa), 115 a 140°C de temperatura de entrada e 50 a 100°C de temperatura de saída para fornecer uma composição sólida. Acredita-se que o processo de secagem por atomização remova toda ou substancialmente toda a água e outros ingredientes voláteis da composição líquida quando ela é convertida em composição sólida. Como nenhum dos ingredientes do Exemplo D, além da água, é considerado volátil, contempla-se que a composição sólida inclua percentuais em peso para cada um dos ingredientes substancialmente similares aos fornecidos na Tabela 4. A composição sólida do exemplo D foi usada posteriormente em experimentos de eficácia biológica, mas um teste foi feito com antecedência para determinar sua proporção em peso de espinetoram puro para que as concentrações adequadas para o teste pudessem ser preparadas. O teste foi realizado de acordo com o procedimento descrito acima com relação ao Exemplo B e o percentual em peso do componente espinetoram puro para a composição sólida foi calculado como sendo 9,6%. Exemplo E:
Uma composição líquida incluindo espinetoram, albúmen de ovo e álcool polivinílico, entre outros ingredientes, foi preparada da seguinte forma. Spinetoram, Reax® 88 A, Geropon® SDS e água suficiente para fornecer um concentrado em suspensão com 25 a 50% em peso de espinetoram foram misturados juntos. A mistura resultante foi moída em um moinho Eiger
47/58
Mini Motormill da Eiger Machinery, Inc. até um tamanho de partícula de 1 a 10 pm (diâmetro médio ponderado pelo volume). O tamanho da partícula foi medido usando um analisador de partícula por difração de laser Malvern Mastersizer 2000. Após a moagem, albúmen de ovo de claras de ovos de galinha grau II da Sigma Aldrich Corporation e uma solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 da Celanese Corporation foram adicionados à mistura sob agitação. A solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 foi preparada de acordo com as instruções do fabricante. A concentração total de sólidos da mistura foi ajustada na faixa de 20 a 50% em peso pela adição de água. A mistura foi então homogeneizada com um homogeneizador Silverson L4RT-A da Silverson Machines Inc. por cerca de 15 a 30 minutos. Os percentuais em peso dos ingredientes anteriores, calculados pela comparação do peso de cada respectivo ingrediente em relação ao peso total da composição com exceção da água, são fornecidos na Tabela 5. A Tabela 5 também fornece o percentual em peso das impurezas de espinetoram na composição com base nos valores determinados pelo procedimento de teste descrito acima.
Tabela 5
Exemplo E
Ingredientes %, em peso
Espinetoram 10,0
Impurezas de espinetoram 2,05
Albúmen de ovo 16,81
PVA 69,7
Reax® 88A 1,20
Geropon SDS 0,24
A composição líquida foi então seca por atomização usando um secador por atomização de bancada Buchi® Modelo 190 da Buchi Corporation a uma taxa de alimentação de cerca de 300 a 400 ml/h, uma pressão do bocal de 4 a 6 bar (400 a 600 kPa), 115 a 140°C de temperatura de entrada e 50 a 100°C de temperatura de saída para fornecer uma composição sólida. Acredita-se que o processo de secagem por atomização remova toda ou
48/58 substancialmente toda a água e outros ingredientes voláteis da composição líquida quando ela é convertida em composição sólida. Como nenhum dos ingredientes do Exemplo E, além da água, é considerado volátil, contemplase que a composição sólida inclua percentuais em peso para cada um dos ingredientes substancialmente similares aos fornecidos na Tabela 5. A composição sólida do exemplo E foi usada posteriormente em experimentos de eficácia biológica, mas um teste foi feito com antecedência para determinar sua proporção em peso de espinetoram puro para que as concentrações adequadas para o teste pudessem ser preparadas. O teste foi realizado de acordo com o procedimento descrito acima com relação ao Exemplo B e o percentual em peso do componente espinetoram puro para a composição sólida foi calculado como sendo 7,1%.
Exemplo F:
Uma composição líquida incluindo espinetoram, albúmen de ovo e álcool poliviníiico, entre outros ingredientes, foi preparada da seguinte forma. Spinetoram, Reax® 88 A, Geropon® SDS e água suficiente para fornecer um concentrado em suspensão com 25 a 50% em peso de espinetoram foram misturados juntos. A mistura resultante foi moída em um moinho Eiger Mini Motormill da Eiger Machinery, Inc. até um tamanho de partícula de 1 a 10 pm (diâmetro médio ponderado pelo volume). O tamanho da partícula foi medido usando um analisador de partícula por difração de laser Malvern Mastersizer 2000. Após a moagem, albúmen de ovo de claras de ovos de galinha grau II da Sigma Aldrich Corporation e uma solução aquosa a 15% em peso de álcool poliviníiico Celvol® 205 da Celanese Corporation foram adicionados à mistura sob agitação. A solução aquosa a 15% em peso de álcool poliviníiico Celvol® 205 foi preparada de acordo com as instruções do fabricante. A concentração total de sólidos da mistura foi ajustada na faixa de 20 a 50% em peso pela adição de água. A mistura foi então homogeneizada com um homogeneizador Silverson L4RT-A da Silverson Machines Inc. por cerca de 15 a 30 minutos. Os percentuais em peso dos ingredientes anteriores, calculados pela comparação do peso de cada respectivo ingrediente em relação ao peso total da composição com exceção da água, são for49/58 necidos na Tabela 6. A Tabela 6 também fornece o percentual em peso das impurezas de espinetoram na composição com base nos valores determinados pelo procedimento de teste descrito acima.
Tabela 6
Exemplo F
Ingredientes %, em peso
Espinetoram 20,0
Impurezas de espinetoram 4,10
Albúmen de ovo 58,11
PVA 14,90
Reax® 88A 2,41
Geropon SDS 0,48
A composição líquida foi então seca por atomização usando um secador por atomização de bancada Buchi® Modelo 190 da Buchi Corporation a uma taxa de alimentação de cerca de 300 a 400 ml/h, uma pressão do bocal de 4 a 6 bar (400 a 600 kPa), 115 a 140°C de temperatura de entrada e 50 a 100°C de temperatura de saída para fornecer uma composição sólida. Acredita-se que o processo de secagem por atomização remova toda ou substancialmente toda a água e outros ingredientes voláteis da composição líquida quando ela é convertida em composição sólida. Como nenhum dos ingredientes do Exemplo F, além da água, é considerado volátil, contemplase que a composição sólida inclua percentuais em peso para cada um dos ingredientes substancialmente similares aos fornecidos na Tabela 6. A composição sólida do exemplo F foi usada posteriormente em experimentos de eficácia biológica, mas um teste foi feito com antecedência para determinar sua proporção em peso de espinetoram puro para que as concentrações adequadas para o teste pudessem ser preparadas.
O teste foi realizado de acordo com o procedimento descrito acima com relação ao Exemplo B e o percentual em peso do componente espinetoram puro para a composição sólida foi calculado como sendo 19,6%.
Exemplo G:
Uma composição líquida incluindo espinetoram, albúmen de ovo
50/58 e látex vinil acrílico, entre outros ingredientes, foi preparada da seguinte forma. Spinetoram, Reax® 88 A, Geropon® SDS e água suficiente para fornecer um concentrado em suspensão com 25 a 50% em peso de espinetoram foram misturados juntos. A mistura resultante foi moída em um moinho Eiger Mini Motormill da Eiger Machinery, Inc. até um tamanho de partícula de 1 a 10 pm (diâmetro médio ponderado pelo volume). O tamanho da partícula foi medido usando um analisador de partícula por difração de laser Malvern Mastersizer 2000. Após a moagem, albúmen de ovo de claras de ovos de galinha grau II da Sigma Aldrich Corporation, Min-U-Gel® 400, um silicato de magnésio e alumínio da Active Minerais Internatinal, LLC, 6 North Park Drive, Suite 105, Hunt Valley, MD, 21030, e um látex vinil acrílico sob a forma de UCAR™ Latex 379G da Dow Chemical Company, 2030 Dow Center, Midland, Michigan 48674 foram adicionados à mistura sob agitação. A concentração total de sólidos da mistura foi ajustada na faixa de 20 a 50% em peso pela adição de água. A mistura foi então homogeneizada com um homogeneizador Silverson L4RT-A da Silverson Machines Inc. por cerca de 15 a 30 minutos. Os percentuais em peso dos ingredientes anteriores, calculados pela comparação do peso de cada respectivo ingrediente em relação ao peso total da composição com exceção da água, são fornecidos na Tabela 7. A Tabela 7 também fornece o percentual em peso das impurezas de espinetoram na composição com base nos valores determinados pelo procedimento de teste descrito acima.
Tabela 7
Exemplo G
Ingredientes %, em peso
Espinetoram 10,0
Impurezas de espinetoram 2,05
Albúmen de ovo 47,07
Min-U-Gel® 400 16,00
Látex vinil acrílico 22,0
Reax® 88A 2,40
Geropon® SDS 0,48
51/58
A composição líquida foi então seca por atomização usando um secador por atomização de bancada Buchi® Modelo 190 da Buchi Corporation a uma taxa de alimentação de cerca de 300 a 400 ml/h, uma pressão do bocal de 4 a 6 bar (400 a 600 kPa), 115 a 140°C de temperatura de entrada e 50 a 100°C de temperatura de saída para fornecer uma composição sólida. Acredita-se que o processo de secagem por atomização remova toda ou substancialmente toda a água e outros ingredientes voláteis da composição líquida quando ela é convertida em composição sólida. Como nenhum dos ingredientes do Exemplo G, além da água, é considerado volátil, contemplase que a composição sólida inclua percentuais em peso para cada um dos ingredientes substancialmente similares aos fornecidos na Tabela 7. A composição sólida do exemplo G foi usada posteriormente em experimentos de eficácia biológica, mas um teste foi feito com antecedência para determinar sua proporção em peso de espinetoram puro para que as concentrações adequadas para o teste pudessem ser preparadas. O teste foi realizado de acordo com o procedimento descrito acima com relação ao Exemplo B e o percentual em peso do componente espinetoram puro para a composição sólida foi calculado como sendo 10,5%.
Exemplo H:
Uma composição líquida incluindo espinetoram, albúmen de ovo e polímero de terpeno, entre outros ingredientes, foi preparada da seguinte forma. Spinetoram, Reax® 20 88A, Geropon® SDS e água suficiente para fornecer um concentrado em suspensão com 25 a 50% em peso de espinetoram foram misturados juntos. A mistura resultante foi moída em um moinho Eiger Mini Motormill da Eiger Machinery, Inc. até um tamanho de partícula de 1 a 10 pm (diâmetro médio ponderado pelo volume). O tamanho da partícula foi medido usando um analisador de partícula por difração de laser Malvern Mastersizer 2000. Após a moagem, albúmen de ovo de claras de ovos de galinha grau II da Sigma Aldrich Corporation e um polímero de terpeno sob a forma de NU FILM 17® da Miller Chemical e Fertilizer Corporation, caixa postal 333,120 Radio Road, Hanover, Pensilvania, EUA 17331, foram adicionados à mistura sob agitação. A concentração total de sólidos da mistura foi
52/58 ajustada na faixa de 20 a 50% em peso pela adição de água. A mistura foi então homogeneizada com um homogeneizador Silverson L4RT-A da Silverson Machines Inc. por cerca de 15 a 30 minutos. Os percentuais em peso dos ingredientes anteriores, calculados pela comparação do peso de cada respectivo ingrediente em relação ao peso total da composição com exceção da água, são fornecidos na Tabela 8. A Tabela 8 também fornece o percentual em peso das impurezas de espinetoram na composição com base nos valores determinados pelo procedimento de teste descrito acima.
Tabela 8
Exemplo H
Ingredientes %, em peso
Espinetoram 10,0
Impurezas de espinetoram 2,05
Albúmen de ovo 48,95
Nu-Film 17 24,00
Reax® 88A 13,20
Geropon SDS 1,80
A composição líquida foi então seca por atomização usando um secador por atomização de bancada Buchi® Modelo 190 da Buchi Corporation a uma taxa de alimentação de cerca de 300 a 400 ml/h, uma pressão do bocal de 4 a 6 bar (400 a 600 kPa), 115 a 140°C de temperatura de entrada e 50 a 100°C de temperatura de saída para fornecer uma composição sólida. Acredita-se que o processo de secagem por atomização remova toda ou substancialmente toda a água e outros ingredientes voláteis da composição líquida quando ela é convertida em composição sólida. Como nenhum dos ingredientes do Exemplo H, além da água, é considerado volátil, contemplase que a composição sólida inclua percentuais em peso para cada um dos ingredientes substancialmente similares aos fornecidos na Tabela 8. A composição sólida do exemplo H foi usada posteriormente em experimentos de eficácia biológica, mas um teste foi feito com antecedência para determinar sua proporção em peso de espinetoram puro para que as concentrações adequadas para o teste pudessem ser preparadas. O teste foi realizado de
53/58 acordo com o procedimento descrito acima com relação ao Exemplo B e o percentual em peso do componente espinetoram puro para a composição sólida foi calculado como sendo 10,4%.
Exemplo I:
Uma composição líquida incluindo espinetoram e álcool polivinílico, entre outros ingredientes, foi preparada da seguinte forma. Spinetoram, Reax® 88 A, Geropon® SDS e água suficiente para fornecer um concentrado em suspensão com 25 a 50% em peso de espinetoram foram misturados juntos. A mistura resultante foi moída em um moinho Eiger Mini Motormill da Eiger Machinery, Inc. até um tamanho de partícula de 1 a 10 pm (diâmetro médio ponderado pelo volume). O tamanho da partícula foi medido usando um analisador de partícula por difração de laser Malvern Mastersizer 2000. Após a moagem, uma solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 da Celanese Corporation foi adicionada à mistura sob agitação. A solução aquosa a 15% em peso de álcool polivinílico Celvol® 205 foi preparada de acordo com as instruções do fabricante. A concentração total de sólidos da mistura foi ajustada na faixa de 20 a 50% em peso pela adição de água. A mistura foi então homogeneizada com um homogeneizador Silverson L4RT-A da Silverson Machines Inc. por cerca de 15 a 30 minutos. Os percentuais em peso dos ingredientes anteriores, calculados pela comparação do peso de cada respectivo ingrediente em relação ao peso total da composição com exceção da água, são fornecidos na Tabela 9. A Tabela 9 também fornece o percentual em peso das impurezas de espinetoram na composição com base nos valores determinados pelo procedimento de teste descrito acima.
Tabela 9
Exemplo I
Ingredientes %, em peso
Espinetoram 33,50
Impurezas de espinetoram 4,92
PVA 56,97
Reax® 88A 3,84
Geropon SDS 0,77
54/58
A composição líquida foi então seca por atomização usando um secador por atomização de bancada Buchi® Modelo 190 da Buchi Corporation a uma taxa de alimentação de cerca de 300 a 400 ml/h, uma pressão do bocal de 4 a 6 bar (400 a 600 kPa), 115 a 140°C de temperatura de entrada e 50 a 100°C de temperatura de saída para fornecer uma composição sólida. Acredita-se que o processo de secagem por atomização remova toda ou substancialmente toda a água e outros ingredientes voláteis da composição líquida quando ela é convertida em composição sólida. Como nenhum dos ingredientes do Exemplo I, além da água, é considerado volátil, contemplase que a composição sólida inclua percentuais em peso para cada um dos ingredientes substancialmente similares aos fornecidos na Tabela 9. A composição sólida do exemplo 9 foi usada posteriormente em experimentos de eficácia biológica, mas um teste foi feito com antecedência para determinar sua proporção em peso de espinetoram puro para que as concentrações adequadas para o teste pudessem ser preparadas. O teste foi realizado de acordo com o procedimento descrito acima com relação ao Exemplo B e o percentual em peso do componente espinetoram puro para a composição sólida foi calculado como sendo 27,7%.
Testes de eficácia biológica
Os experimentos de eficácia biológica nos exemplos l-V foram conduzidos de acordo com os seguintes parâmetros. Uma solução controle de espinetoram foi preparada usando Radiant®, uma formulação de concentrado em suspensão de espinetoram, ou Delegate®, uma formulação granular dispersível em água de espinetoram, em água para obter uma concentração de espinetoram em solução de 125 ppm. Radiant® e Delegate® são disponíveis comercialmente junto à Dow AgroSciences LLC, 9330 Zionsville Road, Indianapolis, IN, EUA, IN, 46268. As soluções de teste também foram preparadas usando as composições líquidas dos exemplos A e C e as composições sólidas dos exemplos B e D-l (coletivamente, as soluções dos exemplos A-l) em água para obter uma concentração de espinetoram em cada solução de 125 ppm.
Estas soluções, mais um controle apenas com água, foram apli55/58 cadas a plantas de pimenta plantadas (Capsicum annuum) com o uso de uma pulverizador de esteira Mandei calibrado para liberar o equivalente a 200 L/Ha de pulverização. As plantas tratadas foram deixadas para secar e então foram envelhecidas ao ar livre em luz solar natural ou sob um conjunto de lâmpadas emitindo luz ultravioleta em teores comparáveis à luz solar natural. No momento adequado após o tratamento, isto é, em 4, 7 e 10 ou 4, 7 e 11 dias após o tratamento, 2,5 cm discos de diâmetro foram cortados a partir das folhas tratadas. Um disco de folha foi colocado em cada poço de uma bandeja plástica de 32 poços, que também continha uma camada fina de ágar fornecer umidade. Foram feitos 8 discos repetidos por tratamento. Cada poço foi infestado com três larvas de lagarta do cartucho de beterraba (Spodoptera exigud) segundo instar e o poço foi lacrado com filme plástico. As larvas foram mantidas em uma câmara ambiental a 25°C/40 por cento de umidade relativa. 48 horas após a infestação, as larvas foram classificadas quanto a mortalidade. Uma larva foi considerada morta caso não se movesse após ser espetada, e o percentual de mortalidade (percentual do controle) foi calculado.
Para cada um dos exemplos I a V, a Tabela 10 abaixo fornece o percentual do controle do inseto associado à solução de controle de espinetoram em relação a um padrão não tratado. Para as soluções dos exemplos A a I, a Tabela 10 fornece o aprimoramento em percentual do controle em relação à solução de controle de espinetoram (isto é, (percentual do controle pelas soluções dos exemplos A a I) - (percentual do controle pela solução de controle de espinetoram)). A Tabela 10 também fornece o aprimoramento médio em relação à solução de controle de espinetoram que foi calculado por somar os aprimoramentos individuais para cada um dos dias em relação ao controle e, então, dividir pelo número de medições. Para os exemplos I, II e V, a solução de controle de espinetoram incluiu Radiant® e para os exemplos III e IV, a solução de controle de espinetoram incluiu Delegate®.
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espinetoram
57/58
Tabela 10 -continuação-
Aprimoramento médio CM 24 m CM CM
14 DAT 1 1 1 1 1 1 j I 1 1
13 DAT 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
12 DAT 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
11 DAT 29 33 50 r*- T | 1 1 1 1
10 DAT 1 1 1 1 1 1
9 DAT 1 1 1 s 1 1 1 1 1 1 1 1
7 DAT 29 67 CO 00 38 30
6 DAT 1 1 1 | 1 1 1 1 1 1 j
5 DAT 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
4 DAT 92 Μ CO 1 33 34 30
3 DAT 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
Solução Solução do exemplo F Exemplo IV Solução de controle de espinetoram Solução do exemplo E Solução do exemplo 1 > o CL E δ 111 Solução de controle de espinetoram Solução do exemplo G Solução do exemplo H
58/58
Os cabeçalhos neste documento são apenas para conveniência e não devem ser usados para interpretar qualquer porção do mesmo.
Qualquer teoria, mecanismo de operação, prova, ou achado aqui mencionado, se destina a acentuar ainda mais o entendimento da presente invenção e não se destina a tornar a presente invenção dependente, de qualquer maneira, desta teoria, mecanismo de operação, prova ou achado. Deve-se compreender que embora o uso da palavra preferível, de preferência ou preferencial na descrição acima indique que a característica assim descrita pode ser mais desejável, ela pode não ser necessária e modalidades sem ela podem ser contempladas como estando dentro do escopo da invenção, este escopo sendo definido pelas reivindicações a seguir. Ao ler as reivindicações, pretende-se que quanto palavras como a,, o, um, uma pelo menos um(a), pelo menos uma porção são usadas não há intenção de limitar a reivindicação apenas a um item, exceto quando especificamente mencionado de outro modo na reivindicação. Adicionalmente, quando a linguagem pelo menos uma porção” e/ou uma porção é usada, o item pode incluir uma porção e/ou todo o item, a menos que seja especificamente mencionado o contrário. Embora a invenção tenha sido ilustrada e descrita em detalhes nos desenhos e na descrição supracitada, eles devem ser considerados como tendo caráter ilustrativo e não restritivo, sendo compreendido que apenas as modalidades selecionadas foram mostradas e descritas e que todas as alterações, modificações e equivalentes que se encontram dentro do espírito da invenção, como definida aqui ou em qualquer uma das reivindicações a seguir têm proteção desejada.
1/1

Claims (6)

REIVINDICAÇÕES
1. Composição, caracterizada pelo fato de que compreende:
(a) de 2% a 25% em peso de espinetoram, (b) de 15% a 75% em peso de albumina de ovo, e (c) de 15% a 70% em peso de um material polimérico selecionado do grupo consistindo em álcool polivinílico, um látex vinil-acrílico e um polímero de terpeno, sendo que as porcentagens em peso de espinetoram, albumina de ovos e o material polimérico são à base do peso total da composição.
2. Composição, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o material polimérico é álcool polivinílico.
3. Composição, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que inclui:
de 5% a 15% em peso de espinetoram, e de 65% a 75% em peso de albumina de ovo.
4. Composição, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que inclui:
de 5% a 15% em peso de espinetoram, de 10% a 20% em peso de albumina de ovo, e de 65% a 75% em peso da material polimérico.
5. Composição, caracterizada pelo fato de que compreende: de 15% a 60% em peso de espinetoram, e de 30% a 75% em peso de álcool polivinílico, sendo que as percentagens em peso de espinetoram e álcool polivinílico são à base do peso total da composição.
6. Método para controle de insetos, caracterizado pelo fato de que compreende aplicar uma quantidade de inativadira de inseto de uma composição, como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 5, a um local onde o controle é desejado.
Petição 870170085606, de 07/11/2017, pág. 4/7
BRPI1014629A 2009-04-30 2010-04-27 Composição inseticida que compreende uma macrolactona, um polímero e um material proteináceo e método para controlar insetos BRPI1014629B8 (pt)

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