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BRPI1003165A2 - posto de trabalho de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta e processo para a operação do posto de trabalho - Google Patents

posto de trabalho de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta e processo para a operação do posto de trabalho Download PDF

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Publication number
BRPI1003165A2
BRPI1003165A2 BRPI1003165-0A BRPI1003165A BRPI1003165A2 BR PI1003165 A2 BRPI1003165 A2 BR PI1003165A2 BR PI1003165 A BRPI1003165 A BR PI1003165A BR PI1003165 A2 BRPI1003165 A2 BR PI1003165A2
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BR
Brazil
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rotor
workstation
drive
braking
voltage
Prior art date
Application number
BRPI1003165-0A
Other languages
English (en)
Inventor
Norbert Coenen
Original Assignee
Oerlikon Textile Gmbh & Co Kg
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Oerlikon Textile Gmbh & Co Kg filed Critical Oerlikon Textile Gmbh & Co Kg
Publication of BRPI1003165A2 publication Critical patent/BRPI1003165A2/pt

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    • DTEXTILES; PAPER
    • D01NATURAL OR MAN-MADE THREADS OR FIBRES; SPINNING
    • D01HSPINNING OR TWISTING
    • D01H4/00Open-end spinning machines or arrangements for imparting twist to independently moving fibres separated from slivers; Piecing arrangements therefor; Covering endless core threads with fibres by open-end spinning techniques
    • D01H4/04Open-end spinning machines or arrangements for imparting twist to independently moving fibres separated from slivers; Piecing arrangements therefor; Covering endless core threads with fibres by open-end spinning techniques imparting twist by contact of fibres with a running surface
    • D01H4/08Rotor spinning, i.e. the running surface being provided by a rotor
    • D01H4/12Rotor bearings; Arrangements for driving or stopping
    • D01H4/14Rotor driven by an electric motor
    • HELECTRICITY
    • H02GENERATION; CONVERSION OR DISTRIBUTION OF ELECTRIC POWER
    • H02PCONTROL OR REGULATION OF ELECTRIC MOTORS, ELECTRIC GENERATORS OR DYNAMO-ELECTRIC CONVERTERS; CONTROLLING TRANSFORMERS, REACTORS OR CHOKE COILS
    • H02P29/00Arrangements for regulating or controlling electric motors, appropriate for both AC and DC motors
    • H02P29/02Providing protection against overload without automatic interruption of supply
    • H02P29/024Detecting a fault condition, e.g. short circuit, locked rotor, open circuit or loss of load
    • H02P29/0241Detecting a fault condition, e.g. short circuit, locked rotor, open circuit or loss of load the fault being an overvoltage
    • HELECTRICITY
    • H02GENERATION; CONVERSION OR DISTRIBUTION OF ELECTRIC POWER
    • H02PCONTROL OR REGULATION OF ELECTRIC MOTORS, ELECTRIC GENERATORS OR DYNAMO-ELECTRIC CONVERTERS; CONTROLLING TRANSFORMERS, REACTORS OR CHOKE COILS
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    • H02P3/06Arrangements for stopping or slowing electric motors, generators, or dynamo-electric converters for stopping or slowing an individual dynamo-electric motor or dynamo-electric converter
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Abstract

POSTO DE TRABALHO DE UMA MáQUINA DE FIAçãO COM ROTOR DE EXTREMIDADE ABERTA E PROCESSO PARA A OPERAçãO DO POSTO DE TRABALHO. A invenção refere-se a um posto de trabalho (2) de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta (1) com um acionamento de rotor (20), que apresenta um motor de rotor (24) e meios de controle (23, 27, 28, 29, 31), sendo que os meios de controle (23, 27, 28, 29, 31) contêm um circuito eletrónico de potência (23), que apresenta uma entrada de tensão (41, 40) e uma saída de tensão (43, 44, 45), sendo que se acha presente uma unidade de rede (22), à qual se acha conectada a entrada de tensão (41, 40) ao menos na operação de produção do posto de trabalho (2) e sendo que o motor de rotor (24) está conectado à saída de tensão (43, 44, 45) e pode ser operado como gerador para a frenagem por meio dos meios de controle (23, 27, 28). De acordo com a invenção, no posto de trabalho (2) há no mínimo um outro consumidor elétrico (21), que é necessário para a operação de produção do posto de trabalho (2), e uma disposição de circuito (60) que está configurada para conduzir a energia de frenagem elétrica fornecida pelo acionamento de rotor (20) na frenagem para o - pelo menos um - outro consumidor elétrico (21), e o - no mínimo um - outro consumidor elétrico (21) está configurado para absorver a energia. Além disso, a invenção ainda se refere a um processo para a operação do posto de trabalho (2).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "POSTO DE TRABALHO DE UMA MÁQUINA DE FIAÇÃO COM ROTOR DE EXTRE- MIDADE ABERTA E PROCESSO PARA A OPERAÇÃO DO POSTO DE TRABALHO".
A invenção refere-se a um posto de trabalho de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta com um acionamento de rotor, o qual apresenta um motor de rotor e meios de controle, sendo que os meios de controle contêm um circuito eletrônico de potência, o qual apresenta uma entrada de tensão e uma saída de tensão, sendo que a máquina de fiação com rotor de extremidade aberta apresenta no mínimo uma unidade de rede à qual se acha conectada a entrada de tensão ao menos na operação de produção do posto de trabalho e sendo que o motor de rotor está conectado à saída de tensão e pode ser operado como gerador para a freada por meio dos meios de controle. Além disso, a invenção se refere a um processo para a operação do posto de trabalho.
Máquinas de fiação com rotor de extremidade aberta já são co- nhecidas há muito tempo pelo estado da técnica. Nesse caso, uma faixa de fibras é fornecida ao posto de trabalho da máquina de fiação com rotor de extremidade aberta. Inicialmente, a faixa de fibras é separada em fibras indi- viduais e é transportada por uma corrente de ar para um tambor que gira muito rapidamente com parede inclinada para dentro - o rotor de fiação -, cujo número de rotações comporta até 150.000 U/min. Devido a essa acele- ração, as fibras escorregam nos sulcos na base da parede escorregadia do rotor de fiação. Lá, elas são reunidas até que seja alcançada a solidez de uma linha e são retiradas axialmente através do bocal no eixo de rotação e, com isso, são torcidas para formar uma linha. A linha retirada é então bobi- nada sobre uma bobina cruzada.
Devido ao elevado número de rotações, o rotor apresenta uma elevada energia cinética. Para a freada do rotor de fiação, respectivamente do acionamento de rotor, é preciso retirar novamente essa energia do rotor. Para manter reduzidas as perdas do rotor na operação normal e para evitar uma avaria, esses rotores ficam apoiados com pouca fricção. Portanto, um simples desligamento do acionamento teria como conseqüência um longo rolamento do rotor até a parada.
Na DE 44 21 406 A1 é evidenciado um acionamento de um úni- co motor com um mancai magnético/a gás para um rotor de fiação. Nesse caso, o fornecimento de gás é monitorado. No caso de um mau funciona- mento do fornecimento de gás que seja identificado, uma resistência de car- ga é conectada ao circuito elétrico do motor de acionamento através de um comutador. O motor de acionamento trabalhará então na operação de gera- dor e fornecerá energia elétrica de frenagem para a resistência de carga, a qual a converterá em calor dissipado. A frenagem rápida é necessária no caso aqui descrito, para evitar uma avaria do acionamento no caso da ater- rissagem da área de apoio do rotor sobre a área de apoio pelo lado do esta- tor em função da ruptura da almofada de gás.
A frenagem rápida do rotor pode ser necessária por uma série de motivos, independentemente das respectivas formas de execução do a- cionamento de rotor. Por um lado, uma frenagem do rotor pode ser necessá- ria para evitar uma avaria do rotor ou de outras peças do posto de trabalho no de ser identificado um defeito e, por outro lado, antes de cada abertura do box de fiação, onde está disposto o rotor de fiação, é preciso paralisar o ro- tor de fiação por razões de segurança. Nesse caso, a abertura do box de fiação é necessária, por exemplo, para substituir o rotor de fiação no caso de uma troca de partidas ou para limpar o rotor e liberá-lo de resíduos indesejá- veis do processo de fiação, que, caso contrário, poderiam agir negativamen- te sobre a linha fiada. Sem a possibilidade de uma frenagem rápida do rotor, respectivamente do acionamento de rotor, a produtividade cairia nitidamente.
O emprego de uma resistência de carga ou de frenagem, para absorver energia proveniente de um acionamento elétrico, já é conhecido há muito tempo e foi aprovado em sua função. Com relação ao comutador ne- cessário, freqüentemente um comutador semicondutor, fala-se também de um chopper de frenagem. Nesse caso, trata-se de um componente adicional, para absorver energia elétrica e fornecê-la como calor. O chopper de frena- gem tem que ser disposto de tal modo que o calor também possa ser forne- cido. Em caso extremo pode ser necessário inclusive um resfriamento adi- cional.
A DE 10 2005 035 055 A1 evidencia um acionamento de rotor de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta com um rotor apoi- ado magneticamente. Para se evitar uma avaria do acionamento e do apoio no caso de uma pane da tensão de alimentação, o motor elétrico que aciona o rotor é operado como gerador no caso de uma pane da tensão de alimen- tação, para continuar abastecer com tensão o dispositivo de controle do cir- cuito de motor e especialmente o apoio magnético do rotor que serve para o apoio sem contato. Nesse caso, o número de rotações do motor do rotor di- minui então obrigatoriamente, pois o dispositivo de controle absorve energia. Somente quando o número de rotações tiver caído até que não seja mais possível manter a operação do dispositivo de controle, é que o motor do ro- tor será fechado em curto sem ajuda de uma resistência de carga. Esse pro- cesso possibilita, de fato, uma frenagem segura do rotor no caso de pane da alimentação de tensão; no entanto, devido à absorção de energia nada pe- quena do dispositivo de controle, o processo é muito mais lento em compa- ração com uma frenagem com resistência de carga. Desse modo não é pos- sível uma frenagem rápida dentro dos processos de produção em curso na máquina de fiação com rotor. Na DE 10 2005 035 055 A1 trata-se muito mais de impedir um impacto do acionamento de rotor no caso de uma pane da tensão de alimentação.
Por isso, é objetivo da invenção viabilizar com meios simples uma frenagem rápida do rotor de fiação, respectivamente do correspondente motor de rotor, de um posto de trabalho de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta.
Esse objetivo é alcançado de acordo com a invenção por meio das características do posto de trabalho apresentadas na parte caracterizan- te da reivindicação 1, bem como por meio do processo de acordo com a rei- vindicação 7. Formas vantajosas de desenvolvimento da invenção são obje- to das demais reivindicações.
Para se alcançar esse objetivo, no posto de trabalho há no mí- nimo um outro consumidor elétrico que é necessário para a operação de produção do posto de trabalho, e uma disposição de circuito acha-se consti- tuída para fornecer a energia elétrica de frenagem, que é fornecida pelo a - cionamento de rotor na frenagem, a um outro - no mínimo um - consumidor elétrico, e o outro - no mínimo um - consumidor elétrico é projetado para ab- sorver a energia.
A solução de acordo com a invenção substitui uma resistência de carga adicional por no mínimo um consumidor elétrico do posto de traba- lho, que está presente, aliás, para a operação de produção. Portanto, de a - cordo com a invenção, não é necessário nenhum componente adicional para a recepção da potência, o que simplifica nitidamente o dispositivo de frena- gem do posto de trabalho. No entanto, a frenagem pode ser efetuada de modo exatamente rápido e efetivo como no caso com uma resistência de carga. No caso de uma seleção adequada do consumidor pode ser suficien- te um consumidor para se obter um tempo de frenagem adequadamente curto. Vantajosamente, no entanto, a energia de frenagem do rotor é forne- cida a vários consumidores elétricos, pois desse modo a energia que pode ser emitida pelo rotor pode ser nitidamente elevada e os tempos de frena- gem podem ser encurtados ainda mais. Além disso, o emprego de muitos consumidores tem a vantagem de que o calor de dissipação surgido pode ser distribuído e, portanto, pode ser melhor eliminado. Naturalmente, entre os consumidores também podem estar os dispositivos de controle dos pos- tos de trabalho. Como já foi explicado, os dispositivos de controle, no entan- to, só podem absorver pouca energia, de tal modo que eles são muito mais empregados de modo complementar.
Vantajosamente, o outro - no mínimo um - consumidor elétrico, que pode absorver a energia de frenagem do acionamento de rotor, acha-se projetado como acionamento elétrico. Um acionamento elétrico apresenta uma alta capacidade de admissão de energia. Além de meios de controle, um acionamento desse tipo apresenta um motor elétrico, cujos enrolamentos apresentam uma resistência elétrica e podem ser empregados como uma resistência de carga. A energia absorvida pelo enrolamento é novamente eliminada como calor de dissipação elétrico. Adicionalmente, o motor pode ser colocado em rotação por meio da energia de frenagem. A energia de frenagem absorvida é convertida pelo motor também, portanto, em energia cinética além do calor de dissipação elétrico. A energia cinética também é convertida em calor devido à fricção que ocorre.
Segundo uma forma preferida de execução do posto de trabalho de acordo com a invenção, o acionamento elétrico está configurado para acionar no mínimo um dos agregados como cilindro de soltura para a faixa de fibras, unidade de retirada de fio do rotor de fiação, unidade de colocação de fio sobre a bobina de linha, cilindro de enrolamento para a rotação da bo- bina de linha e dispositivo de pivotamento para o bocal de sucção para a captura do fio da bobina de linha. Esses acionamentos mencionados são conhecidos para o emprego dentro do processo de produção em postos de trabalho de máquinas de fiação com rotor de extremidade aberta. De acordo com a invenção, eles podem ser configurados para absorver a energia de frenagem do rotor. Em geral, a operação de fiação no caso de uma frena- gem do rotor encontra-se, aliás, interrompida, de tal modo que nesse caso os acionamentos servem prioritariamente para absorção de energia e não para a função regular deles na operação de produção do posto de trabalho.
Eventualmente cabe atentar para o fato de que, nesse caso, não ocorram efeitos retroativos danosos para o processo de produção. Nesse sentido, por exemplo, é conveniente que a bobina de linha seja levantada do cilindro de enrolamento quando o cilindro de enrolamento girar para a absorção da e- nergia de frenagem do rotor de fiação. A princípio, o bocal de sucção pode ser movido para cima e para baixo para a absorção de energia. Apenas quando passar um carro de troca de fios deve-se atentar para que não ocor- ra uma colisão.
Vantajosamente, o acionamento de rotor e o outro - no mínimo um - consumidor elétrico encontram-se, ambos, conectados à unidade de rede. Nessa disposição de circuito, o acionamento de rotor e o - no mínimo um - consumidor elétrico já se encontram conectados um com o outro ao ocorrer a introdução de uma frenagem do rotor, de tal modo que não se faz necessário um dispositivo adicional de conexão. É possível, embora não ab- solutamente necessário, que a unidade de rede na operação de frenagem seja separada dos consumidores, para se impedir um fluxo de energia adi- cional a partir da unidade de rede.
Na operação como gerador do motor de rotor, pode ocorrer um aumento excessivo da tensão de alimentação quando a potência fornecida pelo gerador não puder ser absorvida pelos consumidores do posto de traba- lho. Esse problema pode ocorrer no caso de uma pane em um dos consumi- dores. Para se evitar uma tensão excessiva que ponha em risco os compo- nentes, segundo uma configuração preferida da invenção os meios de con- trole do acionamento de rotor estão projetados para limitar a potência de frenagem fornecida pelo motor de rotor, de um modo tal que na entrada de tensão do circuito eletrônico de potência do acionamento de rotor não seja ultrapassado um valor de voltagem admissível. Para isso, os meios de con- trole podem comandar o circuito eletrônico de potência de tal modo que no caso de ultrapassagem de um valor de voltagem admissível na entrada de tensão, a tensão na saída de tensão seja adaptada ao circuito eletrônico de potência. Por meio de uma adaptação dessa tensão é possível reduzir a magnitude da corrente do motor e, por conseguinte, a potência de frenagem. A corrente do motor, respectivamente da frenagem, pode servir, nesse caso, de grandeza de referência e pode ser reduzida para um valor predetermina- do.
Para se alcançar o objetivo é proposto ainda um processo para a operação de um posto de trabalho de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta, que apresenta um motor de rotor e meios de controle, sendo que os meios de controle contêm um circuito eletrônico de potência que apresenta uma entrada de tensão e uma saída de tensão, sendo que a entrada de tensão, ao menos na operação de produção do posto de traba- lho, está conectada a uma unidade de rede e sendo que o motor de rotor está conectado à saída de tensão e é operado como gerador para a frena- gem por meio dos meios de controle. De acordo com a invenção, a energia de frenagem elétrica que é fornecida pelo acionamento de rotor ao ocorrer a frenagem é absorvida por pelo menos um outro consumidor elétrico do posto de trabalho, que é necessário para a operação de produção do posto de tra- balho.
Segundo uma forma preferida de execução do processo de a- cordo com a invenção, a energia de frenagem é absorvida por um aciona- mento elétrico do posto de trabalho.
Segundo uma forma de desenvolvimento do processo, o acio- namento elétrico aciona no mínimo um dos agregados, como o cilindro de soltura para a faixa de fibras, a unidade de retirada de fios do rotor de fiação, a unidade de colocação de fios sobre a bobina de linha, o cilindro de enro- lamento para a rotação da bobina de linha e o dispositivo de pivotamento para o bocal de sucção para capturar o fio da bobina de linha.
Vantajosamente, a potência de frenagem fornecida pelo aciona- mento de rotor é influenciada de tal modo que na entrada de tensão do cir- cuito eletrônico de potência do acionamento de rotor não seja ultrapassado um valor de voltagem admissível. Para tanto, segundo uma forma preferida de execução, no caso de ultrapassagem de um valor de voltagem admissível na entrada de tensão, a tensão na saída de tensão é adaptada ao circuito eletrônico de potência.
A seguir, a invenção será explicada em detalhes com base em um exemplo de execução representado nos desenhos.
Mostra-se:
a Figura 1: esquematicamente em vista lateral, um posto de tra- balho de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta;
a Figura 2: uma disposição de circuito com um acionamento de rotor e outros consumidores elétricos para a absorção de energia de frenagem.
A figura 1 mostra um posto de trabalho de uma máquina de fia- ção com rotor de extremidade aberta 1 em si conhecida. Tais máquinas de fiação com rotor de extremidade aberta 1 apresentam uma multiplicidade de postos de trabalho 2 idênticos, dispostos um ao lado do outro em fileira, os quais estão respectivamente equipados com um dispositivo de fiação 3, bem como com um dispositivo de bobinar 4. Nos dispositivos de fiação 3, a faixa de fibras 6, colocada previamente em latas de fiação 5, é fiada por meio de um rotor de fiação para formar fios de fiação 7, os quais são enrolados sobre os dispositivos de bobinar 4 para formarem bobinas de linha 8.
Um cilindro de soltura 15 prepara a faixa de fibras 6, a qual é fornecida ao dispositivo de fiação 3. A unidade de retirada de fio 16 retira o fio de fiação 7 já fiado para fora do rotor da fiação, respectivamente para fora do dispositivo de fiação 3. De resto, os postos de trabalho 2 dispõem respec- tivamente de uma unidade de colocação de fio 18 que fornece o fio de fiação 7, com mudança de direção, para a bobina de linha 8. Tal como indicado, os dispositivos de bobinar 4 estão equipados respectivamente com um quadro de bobinas 9 para a retenção giratória de uma bobina de linha 8 e com um cilindro de enrolamento 11 para a rotação da bobina de linha 8. Além disso, acha-se presente um bocal de sucção 14 próprio do posto de trabalho. Este bocal de sucção está apoiado de modo pivotante e, no caso de uma ruptura de fio, ele é pivotado na direção da bobina de linha, para agarrar a extremi- dade de fio sobre a bobina de linha 8.
Os dispositivos de manejo descritos do posto de trabalho apre- sentam respectivamente um acionamento elétrico, não mostrado na figura 1, o qual apresenta um motor elétrico e um dispositivo de controle.
Uma disposição de circuito 60 de um posto de trabalho de acor- do com a invenção de uma máquina de fiação com rotor de extremidade a- berta é mostrada na figura 2. Uma unidade de rede de tensão constante 22 fornece a tensão de alimentação para um acionamento de rotor 20, o qual, como componente do dispositivo de fiação 3, aciona o rotor de fiação. À uni- dade de rede 22 acham-se conectados outros consumidores elétricos 21. No exemplo de execução mostrado, no caso dos consumidores elétricos se trata dos acionamentos elétricos dos dispositivos de manejo mostrados na figura 1. No exemplo de execução mostrado, cada posto de trabalho apresenta uma própria unidade de rede 22. No entanto, também é possível que haja uma unidade de rede para um grupo de postos de trabalho.
O acionamento de rotor apresenta um transistor de efeito de campo 30 e uma unidade de identificação de tensão 31. Enquanto a tensão de alimentação da unidade de rede 22 estiver se movendo dentro de uma faixa admissível de tolerância, o transistor de efeito de campo 30 estará conduzindo. Nesse caso, a corrente pode fluir em ambas as direções. A uni- dade de identificação de tensão 31, nesse caso, monitora a tensão de ali- mentação e controla, de modo correspondente, o transistor de efeito de campo. Apenas quando a tensão de alimentação cair abaixo de um valor admissível, é que o transistor de efeito de campo 30 é bloqueado e o rotor de acionamento abastece a si mesmo, como é conhecido no estado da téc- nica.
O acionamento de rotor apresenta ainda um motor de rotor 24 e um circuito eletrônico de potência 23. No exemplo de execução mostrado, o circuito eletrônico de potência 23 consiste em uma unidade de ajuste de re- dução 25, controlada por meio de modulação de amplitude de pulso, e em um inversor 26. A unidade de ajuste de redução 25 possui um estágio final ativo e, portanto, é capaz de realimentação. O inversor 26 opera na opera- ção em bloco.
Os nós 41 e 40 formam a entrada de tensão do circuito eletrôni- co de potência 23 e da unidade de ajuste de redução 25. A saída de tensão da unidade de ajuste de redução, que é formada pelos nós 42 e 40, está co- nectada com a entrada de tensão do inversor 26. O inversor 26 conecta a- penas a tensão de saída da unidade de ajuste de redução 25 para as fases 43, 44 e 45 do motor de rotor 24. As fases 43, 44 e 45 formam, então, a saí- da de tensão do circuito eletrônico de potência 23.
Alternativamente ao circuito eletrônico de potência 23, tal como é mostrado na figura 2, também pode ser empregado um inversor operado por meio de modulação de amplitude pulso.
A unidade de ajuste de redução 25 é comandada pelo regulador 27, o qual executa, no essencial, uma regulagem do número de rotações. Para isso, nas conexões 50 e 51 são transferidos para o regulador 27 o nú- mero de rotações teórico e o número de rotações efetivo. Além disso, o sen- sor de sobretensão 28 e o sensor de baixa tensão 29 influenciam o regula- dor 27. Esses dois sensores 28 e 29 detectam a tensão na entrada do circui- to eletrônico de potência 23. A influência do sensor de baixa tensão 29 não será descrita detalhadamente neste ponto, pois ela só é importante quando, no caso de uma falha de tensão, o acionamento de rotor 20 for separado, por bloqueio do transistor de efeito de campo 30, da unidade de rede 22 e dos demais consumidores elétricos 21. A função do sensor de sobretensão 28 será explicada ainda a seguir.
Ao ocorrer uma frenagem do acionamento de rotor 20, a relação de pausa de pulsos para o comando do estágio fino ativo da unidade de a- juste de redução 25 será tão diminuída que sua tensão de saídas se tornará menor do que a tensão interna do motor de rotor 24. Este trabalhará, então, como gerador. Desse modo, a energia que flui a partir dom motor de rotor 24 pode, então, fluir para os consumidores elétricos 21 conectados à unidade de rede 22. Quando a energia de frenagem, respectivamente energia do ge- rador, fornecida pelo acionamento de rotor 20 for maior do que a energia absorvida pelos consumidores elétricos 21 ocorre um aumento excessivo de tensão. Nesse caso, a transformação de tensão ocorre na unidade de ajuste de redução 25 com estágio final ativo. O aumento excessivo de tensão ocor- re quando o estado de conexão da unidade de juste de redução conduz a corrente de frenagem para os consumidores, respectivamente para a unida- de de rede. Para que a sobretensão não assuma um valor prejudicial, atra- vés do sensor de sobretensão 28 ocorre uma intervenção no regulador 27, na medida em que é executada uma modulação de amplitude de pulso so- breposta à regulagem de número de rotações. Nesse caso, a tensão no mo- tor de rotor é novamente aumentada. Isso tem como conseqüência que a potência de frenagem é diminuída de tal modo que na entrada do aciona- mento de rotor 20, respectivamente da unidade de ajuste de redução 25, se estabeleça uma sobretensão com valores de tensão ainda não críticos.

Claims (11)

1. Posto de trabalho (2) de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta (1) com um acionamento de rotor (20), que apresenta um motor de rotor (24) e meios de controle (23, 27, 28, 29, 31), sendo que os meios de controle (23, 27, 28, 29, 31) contêm um circuito eletrônico de potência (23), que apresenta uma entrada de tensão (41, 40) e uma saída de tensão (43, 44, 45), sendo que a máquina de fiação com rotor de extremida- de aberta (1) apresenta no mínimo uma unidade de rede (22), à qual se acha conectada a entrada de tensão (41, 40) ao menos na operação de produção do posto de trabalho (2) e sendo que o motor de rotor (24) está conectado à saída de tensão (43, 44, 45) e pode ser operado como gerador para a frena- gem por meio dos meios de controle (23, 27, 28), caracterizado pelo fato de que no posto de trabalho (2) há no mínimo um outro consumidor elétrico (21), que é necessário para a operação de produção do posto de trabalho (2), e uma disposição de circuito (60) está configurada para conduzir a ener- gia de frenagem elétrica fornecida pelo acionamento de rotor (20) na frena- gem para o - pelo menos um - outro consumidor elétrico (21), e o - no míni- mo um - outro consumidor elétrico (21) está configurado para absorver a e- nergia.
2. Posto de trabalho (2) de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que o - no mínimo um - outro consumidor elétrico (21) está configurado como acionamento elétrico.
3. Posto de trabalho (2) de acordo com a reivindicação 2, carac- terizado pelo fato de que o acionamento elétrico está configurado para acio- nar no mínimo um dos agregados como o cilindro de soltura (15) para a faixa de fibras (6), a retirada de fibras (16) do dispositivo de fiação (3), a coloca- ção de fios (18) sobre a bobina de linha (8), o cilindro de enrolamento (11) para a rotação da bobina de linha (8) e o dispositivo de pivotamento para o bocal de sucção (14) para agarrar o fio da bobina de linha (8).
4. Posto de trabalho (2) de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o acionamento de rotor (20) e o - no mínimo um - outro consumidor elétrico (21) estão ambos conectados à unidade de rede (22).
5. Posto de trabalho (2) de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que os meios de controle (23, 27, 28) do acionamento de rotor (20) estão configurados para influenciar a potência de frenagem fornecida pelo motor de rotor, de tal modo que na entrada de tensão (41, 40) do circuito eletrônico de potência (23) do acionamento de rotor (20) não seja ultrapassado um valor de tensão admissível.
6. Posto de trabalho (2) de acordo com a reivindicação 5, carac- terizado pelo fato de que os meios de controle (27, 28) estão configurados para comandar o circuito eletrônico de potência (23) de um modo tal que, no caso de ultrapassagem de um valor de tensão admissível na entrada de ten- são (41, 40), a tensão na saída de tensão (43, 44, 45) seja adaptada ao cir- cuito eletrônico de potência (23).
7. Processo para a operação de um posto de trabalho (2) de uma máquina de fiação com rotor de extremidade aberta (1), com um acio- namento de rotor (20), que apresenta um motor de rotor (24) e meios de controle (23, 27, 28, 29, 31), sendo que os meios de controle (23, 27, 28, 29, -31) contêm um circuito eletrônico de potência (23) que apresenta uma entra- da de tensão (41, 40) e uma saída de tensão (43, 44, 45), sendo que a en- trada de tensão (41, 40), ao menos na operação de produção do posto de trabalho (2), está conectada a uma unidade de rede (22) e sendo que o mo- tor de rotor (24) está conectado à saída de tensão (43, 44, 45) e é operado como gerador para a frenagem por meio dos meios de controle (23, 27, 28), caracterizado pelo fato de que a energia elétrica de frenagem, que é forneci- da pelo acionamento de rotor (20) na frenagem, é absorvida por no mínimo um outro consumidor elétrico (21) do posto de trabalho (2), que é necessário para a operação de produção do posto de trabalho (2).
8. Processo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a energia de frenagem é absorvida por um acionamento elétrico do posto de trabalho.
9. Processo de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o acionamento elétrico aciona no mínimo um dos agregados, como o cilindro de soltura (15) para a faixa de fibras (6), a retirada de fio (16) do dispositivo de fiação (3), a colocação de fio (18) sobre a bobina de linha (8), o cilindro de enrolamento (11) para a rotação da bobina de linha (8) e o dispositivo de pivotamento para o bocal de sucção (14) para agarrar o fio da bobina de linha (8).
10. Processo de acordo com uma das reivindicações de 7 a 9, caracterizado pelo fato de que a potência de frenagem fornecida pelo acio- namento de rotor (20) é influenciada de tal modo que na entrada de tensão (41, 40) do circuito eletrônico de potência (23) do acionamento de rotor (20) não seja ultrapassado um valor de tensão admissível.
11. Processo de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que no caso de ultrapassagem de um valor de tensão admissí- vel na entrada de tensão (41, 40), a tensão na saída de tensão (43, 44, 45) é adaptada ao circuito eletrônico de potência (23).
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