[go: up one dir, main page]

BRPI1003075A2 - processo e dispositivo para a determinação da composição de uma mistura de combustìveis para a operação de uma máquina de combustão interna - Google Patents

processo e dispositivo para a determinação da composição de uma mistura de combustìveis para a operação de uma máquina de combustão interna Download PDF

Info

Publication number
BRPI1003075A2
BRPI1003075A2 BRPI1003075-1A BRPI1003075A BRPI1003075A2 BR PI1003075 A2 BRPI1003075 A2 BR PI1003075A2 BR PI1003075 A BRPI1003075 A BR PI1003075A BR PI1003075 A2 BRPI1003075 A2 BR PI1003075A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
composition
value
fuel mixture
fuel
internal combustion
Prior art date
Application number
BRPI1003075-1A
Other languages
English (en)
Inventor
Martin Klenk
Stephan Uhl
Klaus Winkler
Original Assignee
Bosch Gmbh Robert
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Bosch Gmbh Robert filed Critical Bosch Gmbh Robert
Publication of BRPI1003075A2 publication Critical patent/BRPI1003075A2/pt

Links

Classifications

    • GPHYSICS
    • G01MEASURING; TESTING
    • G01NINVESTIGATING OR ANALYSING MATERIALS BY DETERMINING THEIR CHEMICAL OR PHYSICAL PROPERTIES
    • G01N33/00Investigating or analysing materials by specific methods not covered by groups G01N1/00 - G01N31/00
    • G01N33/26Oils; Viscous liquids; Paints; Inks
    • G01N33/28Oils, i.e. hydrocarbon liquids
    • G01N33/2835Specific substances contained in the oils or fuels
    • G01N33/2852Alcohol in fuels
    • FMECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
    • F02COMBUSTION ENGINES; HOT-GAS OR COMBUSTION-PRODUCT ENGINE PLANTS
    • F02DCONTROLLING COMBUSTION ENGINES
    • F02D19/00Controlling engines characterised by their use of non-liquid fuels, pluralities of fuels, or non-fuel substances added to the combustible mixtures
    • F02D19/06Controlling engines characterised by their use of non-liquid fuels, pluralities of fuels, or non-fuel substances added to the combustible mixtures peculiar to engines working with pluralities of fuels, e.g. alternatively with light and heavy fuel oil, other than engines indifferent to the fuel consumed
    • F02D19/08Controlling engines characterised by their use of non-liquid fuels, pluralities of fuels, or non-fuel substances added to the combustible mixtures peculiar to engines working with pluralities of fuels, e.g. alternatively with light and heavy fuel oil, other than engines indifferent to the fuel consumed simultaneously using pluralities of fuels
    • F02D19/082Premixed fuels, i.e. emulsions or blends
    • F02D19/085Control based on the fuel type or composition
    • F02D19/087Control based on the fuel type or composition with determination of densities, viscosities, composition, concentration or mixture ratios of fuels
    • FMECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
    • F02COMBUSTION ENGINES; HOT-GAS OR COMBUSTION-PRODUCT ENGINE PLANTS
    • F02DCONTROLLING COMBUSTION ENGINES
    • F02D41/00Electrical control of supply of combustible mixture or its constituents
    • F02D41/0025Controlling engines characterised by use of non-liquid fuels, pluralities of fuels, or non-fuel substances added to the combustible mixtures
    • F02D41/003Adding fuel vapours, e.g. drawn from engine fuel reservoir
    • FMECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
    • F02COMBUSTION ENGINES; HOT-GAS OR COMBUSTION-PRODUCT ENGINE PLANTS
    • F02DCONTROLLING COMBUSTION ENGINES
    • F02D41/00Electrical control of supply of combustible mixture or its constituents
    • F02D41/0025Controlling engines characterised by use of non-liquid fuels, pluralities of fuels, or non-fuel substances added to the combustible mixtures
    • F02D41/0047Controlling exhaust gas recirculation [EGR]
    • YGENERAL TAGGING OF NEW TECHNOLOGICAL DEVELOPMENTS; GENERAL TAGGING OF CROSS-SECTIONAL TECHNOLOGIES SPANNING OVER SEVERAL SECTIONS OF THE IPC; TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC CROSS-REFERENCE ART COLLECTIONS [XRACs] AND DIGESTS
    • Y02TECHNOLOGIES OR APPLICATIONS FOR MITIGATION OR ADAPTATION AGAINST CLIMATE CHANGE
    • Y02TCLIMATE CHANGE MITIGATION TECHNOLOGIES RELATED TO TRANSPORTATION
    • Y02T10/00Road transport of goods or passengers
    • Y02T10/10Internal combustion engine [ICE] based vehicles
    • Y02T10/30Use of alternative fuels, e.g. biofuels
    • YGENERAL TAGGING OF NEW TECHNOLOGICAL DEVELOPMENTS; GENERAL TAGGING OF CROSS-SECTIONAL TECHNOLOGIES SPANNING OVER SEVERAL SECTIONS OF THE IPC; TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC CROSS-REFERENCE ART COLLECTIONS [XRACs] AND DIGESTS
    • Y02TECHNOLOGIES OR APPLICATIONS FOR MITIGATION OR ADAPTATION AGAINST CLIMATE CHANGE
    • Y02TCLIMATE CHANGE MITIGATION TECHNOLOGIES RELATED TO TRANSPORTATION
    • Y02T10/00Road transport of goods or passengers
    • Y02T10/10Internal combustion engine [ICE] based vehicles
    • Y02T10/40Engine management systems

Landscapes

  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Chemical & Material Sciences (AREA)
  • Combustion & Propulsion (AREA)
  • Mechanical Engineering (AREA)
  • General Engineering & Computer Science (AREA)
  • Health & Medical Sciences (AREA)
  • Oil, Petroleum & Natural Gas (AREA)
  • Life Sciences & Earth Sciences (AREA)
  • Food Science & Technology (AREA)
  • General Chemical & Material Sciences (AREA)
  • Chemical Kinetics & Catalysis (AREA)
  • Medicinal Chemistry (AREA)
  • Physics & Mathematics (AREA)
  • Analytical Chemistry (AREA)
  • Biochemistry (AREA)
  • General Health & Medical Sciences (AREA)
  • General Physics & Mathematics (AREA)
  • Immunology (AREA)
  • Pathology (AREA)
  • Combined Controls Of Internal Combustion Engines (AREA)
  • Output Control And Ontrol Of Special Type Engine (AREA)

Abstract

PROCESSO E DISPOSITIVO PARA A DETERMINAçãO DA COMPOSIçãO DE UMA MISTURA DE COMBUSTìVEIS PARA A OPERAçãO DE UMA MáQUINA DE COMBUSTãO INTERNA. A presente invenção refere-se a um processo para a determinação da composição de uma mistura de combustível composta de um primeiro combustível e, pelo menos, de um segundo combustível, para a operação de uma máquina de combustão interna, sendo que, os combustíveis se distinguem em seu poder calorífico, em seu limite de funcionamento pobre e/ ou em sua compatibilidade de retorno dos gases de exaustão. Neste caso, está previsto que, do consumo da mistura de combustível na marcha em vazio da máquina de combustão interna seja determinado um primeiro valor de composição da mistura de combustível, pelo fato de que, o limite de funcionamento pobre da máquina de combustão interna seja determinado para a mistura de combustível, pelo fato de que, do limite de funcionamento pobre seja determinado um segundo valor de composição e, pelo fato de que, a composição da mistura de combustível seja determinada a partir de uma combinação do primeiro valor de composição e do segundo valor de composição. A invenção refere-se, além disso, a um dispositivo correspondente. O processo e o dispositivo possibilitam uma determinação económica e confiável da composição das misturas de combustível para máquinas de combustão interna.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSO E DISPOSITIVO PARA A DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO DE UMA MISTURA DE COMBUSTÍVEIS PARA A OPERAÇÃO DE UMA MÁQUINA DE COMBUSTÃO INTERNA".
Descrição
A presente invenção refere-se a um processo para a determina- ção da composição de uma mistura de combustível composta de um primei- ro combustível e, pelo menos, de um segundo combustível, para a operação de uma máquina de combustão interna, sendo que, os combustíveis se dis- tinguem em seu poder calorífico, em seu limite de funcionamento pobre e/ ou em sua compatibilidade de retorno dos gases de exaustão.
A invenção refere-se, além disso, a um dispositivo para a deter- minação da composição de uma mistura de combustível a partir de um pri- meiro combustível e, pelo menos, de um segundo combustível, para a ope- ração de uma máquina de combustão interna, sendo que, os combustíveis se distinguem em seu poder calorífico, em seu limite de funcionamento po- bre e/ ou em sua compatibilidade de retorno dos gases de exaustão, sendo que, à máquina de combustão interna está coordenada uma unidade de controle.
Estado da técnica
Máquinas de combustão interna com base em motores tipo Otto em geral são operadas com um combustível de hidrocarbonetos, composto de combustíveis fósseis com base em petróleo refinado. A este combustível, cada vez mais, é adicionado álcool produzido a partir de matérias primas re- nováveis (plantas), por exemplo, etanol ou metanol em relações de mistura diferentes. Nos EUA e na Europa, em geral é empregada uma mistura de 75% a 85% de etanol e de 15 a 25% de gasolina sob o nome comercial de E85. As máquinas de combustão interna são projetadas, de tal modo que, elas possam ser operadas tanto com gasolina pura, como também com mis- turas de até E85; isto é designado como "operação com combustível flex". Para uma operação econômica com uma baixa emissão de substâncias tó- xicas nocivas com uma simultânea alta potência do motor, os parâmetros de operação na operação com combustível flex precisam ser adaptados à res- pectiva mistura de combustível existente. Se1 por exemplo, existir uma rela- ção estequiométrica de ar e combustível de 14,7 partes de peso de ar por partes de gasolina, no emprego de etanol, contudo, precisa ser ajustada uma parte de ar de 9 partes de peso.
No caso da operação com combustível flex, em virtude das pro- priedades de evaporação distintas, dependentes da temperatura, do etanol e da gasolina durante a partida da máquina de combustão interna, em fun- ção da relação de mistura deve ser predeterminado um fator de enriqueci- mento adaptado. Do mesmo modo, o instante de ignição precisa ser adap- tado em função da mistura de combustível. Por isto, o conhecimento da re- lação de mistura de combustível disponível é de importância decisiva para a operação da máquina de combustão interna.
Para a determinação da composição da mistura de combustível podem ser empregados diversos sensores do tipo de combustível, também designados como "sensores de composição de combustível". Os sensores do tipo de combustível aproveitam as diferentes propriedades dos combustí- veis empregados, por exemplo, do álcool e da gasolina, para a determina- ção da composição do combustível. Deste modo, por exemplo, o etanol é um solvente prótico, que contém íons de hidrogênio e apresenta uma cons- tante dielétrica grande, porém dependente do teor de água. A gasolina, pelo contrário, é um solvente aprótico com uma constante dielétrica pequena. Com base nisto, existem sensores do tipo de combustível, os quais determi- nam a composição de combustível por meio das propriedades dielétricas da mistura de combustível. Outros sensores do tipo de combustível aproveitam a condutibilidade elétrica ou as propriedades ópticas distintas dos combustí- veis como, por exemplo, os diferentes índices de refração. Neste caso, é desvantajoso o fato de que, através do emprego de sensores do tipo de combustível, os custos do sistema são aumentados. Uma outra desvanta- gem reside no fato que, de acordo com as normas existentes, a correta ca- pacidade de funcionamento dos sensores do tipo de combustível precisa ser monitorada, o que exige um dispêndio adicional. Por isto, foram desenvolvidos sistemas baseados em software para a determinação da composição de combustível, que não empregam nenhum sensor do tipo de combustível especial, mas que avaliam os sinais dos sensores existentes na máquina de combustão interna. Estes sistemas podem ser realizados com custos mais em conta que os sistemas com sen- sores do tipo de combustível.
Da patente DE 3036107 C3 é conhecido um dispositivo de regu- lagem para um sistema de medição de combustível em uma máquina de combustão interna, constituído de um dispositivo de alimentação de com- bustível (válvula de injeção de combustível), de uma sonda de lambda, de meios (elemento de tempo) para a formação de um sinal de medição básico, que, em função da grandeza característica de operação, corrige por último o sinal de controle (ti) do dispositivo de alimentação de combustível, de um regulador de lambda que, partindo de um sinal (λ) medido pela sonda de lambda, determina um fator de correção que influencia, de modo multiplica- tivo, o sinal de medição básico (tp) com o fator de correção. Neste caso, es- tá previsto que, além do fator de correção (KR λ), a correção de lambda é dependente de uma grandeza de correção aditiva (ΚΑ λ) e/ ou uma grande- za de correção multiplicativa (KL λ) que é determinada em função do fator de correção e do parâmetro de operação.
O dispositivo de regulagem torna possível compensar desvios sistemáticos das medições de combustível específicas através do sinal de medição básico, portanto, do denominado controle prévio, do valor determi- nado através da regulagem de lambda, por meio de uma intervenção de a- daptação com uma correspondente correção em longo prazo. Desvios sis- temáticos podem ser condicionados, por exemplo, através de influências de envelhecimento ou através de influências de acabamento. Na média, a quantidade de combustível definida através do controle prévio corrigido, cor- responde à quantidade necessária de fato. Desvios em curto prazo podem ser compensados com o regulador de lambda, para o qual agora está no- vamente à disposição a faixa de regulagem toda. O processo baseado nele também é conhecido sob a denominação de adaptação de mistura. A determinação da relação de mistura de combustível pode o- correr sem sensor do tipo de combustível adicional, por meio de uma adap- tação de combustível. A adaptação de combustível é ativada após um rea- bastecimento reconhecido através do transmissor de nível do tanque. Uma composição de combustível alterada através do processo de abastecimento conduz a uma relação de combustível e ar estequiométrica alterada. Através de uma intervenção correspondente da regulagem de Iambda sobre os pa- râmetros de operação da máquina de combustão interna, em particular, so- bre a relação de combustível e ar ajustada e sobre o instante de ignição, es- ta alteração das propriedades do combustível é considerada no contexto da adaptação do combustível. Deste modo, a partir da intervenção da regula- gem de Iambda ou da adaptação do combustível, pode ser concluído sobre a relação estequiométrica e, a partir disto, sobre a composição da mistura de combustível. De modo correspondente, a composição da mistura de combustível pode ser determinada com custos em conta através de uma mera solução por software.
Neste caso é desvantajoso o fato de que, após um processo de abastecimento, durante a adaptação do combustível, a adaptação da mistu- ra precisa ser provisoriamente desativada, para que as propriedades de combustão alteradas da mistura de combustível não sejam reguladas falsa- mente devido à correção de longo prazo da adaptação da mistura. A desati- vação da adaptação da mistura é indesejada e contradiz as exigências, em particular, da CARB nos EUA de acordo com um monitoramento contínuo e diagnóstico do sistema de alimentação de combustível.
Uma outra desvantagem do processo reside no fato de que, du- rante um processo de reabastecimento com pequenas quantidades de com- bustível, os sensores do nível de enchimento do tanque nem sempre reco- nhecem isto de modo confiável. Se forem realizados repetidos reabasteci- mentos de quantidades mínimas deste tipo, então, em particular, no caso de baixo nível de enchimento do tanque de combustível, pode ocorrer que a composição do combustível se altere de modo significativo, sem que isto se- ja reconhecido e regulado pela adaptação de combustível. Então a alteração das propriedades de combustão é falsamente corrigida através da adapta- ção da mistura.
Um outro sistema para a determinação da relação de mistura de combustível sem o emprego de um sensor do tipo de combustível especial é descrito na publicação R.312407 da requerente ainda não publicada. A pu- blicação descreve um processo para a determinação da relação (z) de com- ponentes de uma mistura de combustível, a qual é transportada através de uma bomba de combustível, sendo que, o processo é caracterizado pelo fa- to de que, uma medida (p_KP) é registrada para o consumo de potência da bomba de combustível e que, por meio da medida (p_KP) registrada, é de- terminada a relação (z) de componentes da mistura de combustível.
No requerimento R.325571 da requerente ainda não publicado é descrito um processo para a determinação de uma composição de combus- tível de uma mistura de combustível de um primeiro e, pelo menos, de um segundo combustível para a operação de uma máquina de combustão inter- na com relação de ar e combustível conhecida ou um valor de Iambda em um combustível conhecido, no qual através de intervenções visadas o fun- cionamento suave da máquina de combustão interna, pelo menos, parcial- mente é influenciado negativamente. Neste caso, está previsto que a influ- ência é realizada por meio de uma variação do ângulo de ignição e/ ou por meio de uma variação da relação de combustível e ar, sendo que, a partir de um funcionamento suave resultante disto ou de um gradiente para o funcio- namento suave resultante disto, pode ser derivado um parâmetro para a composição da mistura de combustível existente atual ou um valor de Iamb- da para os cilindros da máquina de combustão interna.
Os processos mencionados para a determinação da composição de uma mistura de combustível com base em vários parâmetros e sinais da máquina de combustão interna ou de sua unidade de controle já existentes mostram a desvantagem que a falta de exatidão de afirmação obtida na de- terminação da composição do combustível em parte é visivelmente maior que a exatidão necessária para o controle da máquina de combustão inter- na. No requerimento R.322094 da requerente ainda não publicado é descrito um processo para o controle de uma máquina de combustão interna que é operada com uma mistura de combustível composta de um primeiro e, pelo menos, de um segundo combustível, sendo que, a máquina de com- bustão interna apresenta um dispositivo de dosagem de combustível, um medidor do nível de enchimento do tanque, para a determinação do conteú- do do tanque e uma alteração do conteúdo do tanque, um sensor para o re- gistro do enchimento do cilindro para a determinação de uma massa de ar conduzida à máquina de combustão interna e, pelo menos, uma sonda de gás de exaustão para a determinação e a regulagem do teor de oxigênio no gás de exaustão. O processo é caracterizado pelo fato de que, consideran- do o teor de oxigênio no gás de exaustão, em uma primeira etapa de pro- cesso é determinado um primeiro valor para a composição da mistura de combustível da massa de ar conduzida e da alteração medida do conteúdo do tanque, pelo fato de que, em uma segunda etapa do processo é determi- nado um segundo valor para a composição da mistura de combustível com- posta da massa de ar conduzida na marcha em vazio à máquina de com- bustão interna, e da quantidade de combustível conduzida por meio do dis- positivo de dosagem de combustível, pelo fato de que, o primeiro e o se- gundo valor são comparados quanto à concordância dentro de um limite es- pecificado e que, no caso de valores que desviam um do outro, é concluído sobre uma falha no dispositivo de dosagem de combustível, na determina- ção da massa de ar conduzida ou do medidor do nível de enchimento do tanque. Por conseguinte, o processo serve para o monitoramento do dispo- sitivo de dosagem de combustível, para o monitoramento da massa de ar conduzida ou para o monitoramento do medidor do nível de enchimento do tanque; a exatidão na determinação dos dois valores para a composição da mistura de combustível está limitada à exatidão dos processos individuais que servem de base para a determinação da composição e, com isto, sujeita a grandes faltas de exatidão de afirmação.
A tarefa da invenção é preparar um processo, o qual torne pos- sível um reconhecimento confiável e de baixo custo da composição de uma mistura de combustível a partir de, pelo menos, dois combustíveis com uma falta de exatidão de afirmação suficientemente baixa.
Divulgação da invenção
A tarefa da invenção referente ao processo é solucionada, pelo fato de que, a partir do consumo da mistura de combustível na marcha em vazio da máquina de combustão interna é determinado um primeiro valor de composição da mistura de combustível, pelo fato de que, o limite de funcio- namento pobre da máquina de combustão interna é determinado para a mistura de combustível, pelo fato de que, do limite de funcionamento pobre é determinado um segundo valor de composição e, pelo fato de que, a com- posição da mistura de combustível é determinada a partir de uma combina- ção do primeiro valor de composição e do segundo valor de composição.
Neste caso, os valores de composição descrevem a composição da mistura de combustível do modo como a que é determinada a partir dos respectivos parâmetros individuais.
Os combustíveis se diferenciam em sua densidade de energia. De modo correspondente, a densidade de energia de uma mistura de com- bustível depende da relação de mistura e das respectivas densidades de energia dos combustíveis empregados. A necessidade de potência de uma máquina de combustão interna na marcha em vazio pode ser conhecida ou determinada em função da temperatura do meio de resfriamento, do grau de eficiência, do ângulo de ignição e de consumidores auxiliares como, por e- xemplo, compressor de ar condicionado, gerador, bomba do meio de resfri- amento, bomba de óleo e número de rotações. No caso de um combustível com pouca densidade de energia, na marcha em vazio precisa ser conduzi- do mais combustível em comparação a um combustível com alta densidade de energia da máquina de combustão interna. A quantidade de combustível conduzida à máquina de combustão interna, portanto, está em relação direta com a relação de mistura da mistura de combustível, e pode ser empregada como parâmetro para a determinação de um primeiro valor de composição. Neste caso, é vantajoso o fato de que, a corrente do volume de combustível conduzida à máquina de combustão interna na marcha em vazio existe co- mo parâmetro ao longo da duração de injeção no aparelho de controle.
Uma redução da mistura de combustível e ar, isto é, um aumen- to do valor de lambda, em máquinas de combustão interna leva a uma agi- tação de funcionamento crescente. Neste caso, diferentes combustíveis e misturas de combustível compostas disso têm um denominado típico limite de funcionamento pobre. Se a mistura de combustível e ar conduzida à má- quina de combustão interna for reduzida, então é aumentado tanto o atraso de ignição como também a inflamação é bastante retardada, ou a inflama- ção não se inicia de modo algum. Isto leva a combustões extremamente re- tardadas, ou a falhas de combustão, que então, resultam em uma agitação de funcionamento nitidamente aumentada. No caso de uma mistura de combustível composta, por exemplo, de gasolina e etanol, o limite de fun- cionamento pobre se desloca com teor de etanol crescente na direção de valores de lambda maiores. O conhecimento do limite de funcionamento po- bre, por isso, é um indício para a relação de mistura da mistura de combus- tível empregada, e pode ser empregado para a determinação do segundo valor de composição. Ele pode ser facilmente determinado através de uma variação correspondente da relação de combustível e ar conduzida à má- quina de combustão interna, sendo que, o sistema estocástico de combus- tão alterado deste modo pode ser avaliado através da avaliação do número de rotações do eixo de manivelas, por exemplo, através de algoritmos de repouso de funcionamento correspondentes.
Para o controle da máquina de combustão interna a composição da mistura de combustível precisa ser conhecida com uma exatidão sufici- ente. Esta exatidão considerada em si não pode ser alcançada seguramente nem através da determinação da composição do limite de funcionamento pobre, nem através da determinação da composição do consumo de com- bustível da máquina de combustão interna na marcha em vazio. Somente através da combinação de acordo com a invenção dos valores de composi- ção derivados do limite de funcionamento pobre e do consumo de combustí- vel na marcha em vazio, a composição da mistura de combustível pode ser determinada com uma exatidão suficiente para o controle da máquina de combustão interna. Neste caso, é vantajoso o fato de que, os valores de composição são determinados a partir de parâmetros independentes um do outro, e distribuídos de modo estocástico correspondente em torno da com- posição de fato da mistura de combustível.
Além disso, é vantajoso o fato de que, para a realização do pro- cesso não precisam estar previstos quaisquer componentes adicionais co- mo, por exemplo, sensores do tipo de combustível adicionais, o que torna possível uma conversão com custos em conta do processo como mera so- lução de software. Neste caso, também o limite de funcionamento pobre e o segundo valor de composição derivado disso podem ser determinados atra- vés de uma adaptação de software.
Para a realização do processo de acordo com a invenção, não precisam ser desativadas as funções de diagnóstico exigidas pelo legislador, como, por exemplo, a adaptação da mistura, pelo que a aceitação para o processo aumenta visivelmente em relação às soluções de software existen- tes.
Uma outra vantagem em relação às soluções existentes é que, a determinação da composição do combustível não está ligada ao reconheci- mento de um processo de abastecimento. Se, no caso de processos exis- tentes, os quais pressupõem o reconhecimento de um processo de abaste- cimento, freqüentemente forem abastecidas quantidades mínimas não mais reconhecidas pelo sistema de sensor de nível de enchimento do tanque, en- tão, isto pode levar - em particular, no caso de baixo nível de enchimento do tanque - a uma alteração notável da composição da mistura de combustível, sem que isto seja reconhecido pelo processo. Esta desvantagem é evitada através do processo de acordo com a invenção.
Se estiver previsto que, um limite para a compatibilidade de re- torno dos gases de exaustão da máquina de combustão interna é determi- nado para a mistura de combustível que, do limite para a compatibilidade de retorno dos gases de exaustão é determinado um terceiro valor de composi- ção e que, a composição da mistura de combustível é obtida de uma combi- nação do primeiro valor de composição e do terceiro valor de composição, ou de uma combinação do segundo valor de composição e do terceiro valor de composição ou de uma combinação do primeiro valor de composição, e do terceiro valor de composição, ou de uma combinação do primeiro valor de composição, do segundo valor de composição e do terceiro valor de composição, então, a exatidão na determinação da composição da mistura de combustível pode continuar a ser aumentada.
Como uma redução da mistura de ar e combustível conduzida à máquina de combustão interna uma alteração da quantidade de gás de e- xaustão conduzida à máquina de combustão interna através do retorno do gás de exaustão também leva a uma influência de funcionamento suave da máquina de combustão interna dependente da composição da mistura de combustível. No caso de uma mistura de combustível de gasolina e etanol, a compatibilidade de retorno dos gases de exaustão aumenta com o teor de etanol aumentando. Através da variação do retorno do gás de exaustão e de uma avaliação do sistema estocástico de combustão, por exemplo, através da avaliação do número de rotações do eixo de manivelas através de algo- ritmos de funcionamento suave correspondente pode ser determinado o limi- te para a compatibilidade de retorno dos gases de exaustão e disso pode ser concluído sobre a composição da mistura de combustível. Também nes- te caso, é vantajoso que, o limite para a compatibilidade de retorno dos ga- ses de exaustão possa ser determinado sem componentes adicionais, por meio de uma adaptação de software.
Uma determinação da composição da mistura de combustível a partir dos valores de composição individuais que pode ser realizada através de uma simples operação aritmética pode ser obtida pelo fato de que, a combinação dos valores de composição ocorre por meio de formação do va- lor médio através dos valores de composição.
Uma determinação mais exata da composição da mistura de combustível pode ser obtida, pelo fato de que, fatores de ponderação são especificados para os valores de composição, em função da exatidão de a- firmação do respectivo valor de composição, e pelo fato de que, a composi- ção da mistura de combustível é determinada a partir de uma combinação ponderada dos valores de composição ponderados com os fatores de pon- deração correspondentes. Os fatores de ponderação indicam qual o tama- nho é a exatidão na determinação do respectivo valor de composição. O va- lor de composição mais exato é ponderado, na combinação dos valores de composição para a determinação da composição da mistura de combustível de acordo com o fator de ponderação, de modo mais intenso que o valor de composição mais inexato.
Os fatores de ponderação podem ser determinados a partir do valor de retorno da exatidão de afirmação do valor de composição e com o método da propagação de falha de Gauss pode ser calculada a mais prová- vel composição da mistura de combustível e o desvio médio do valor verda- deiro. Se a exatidão de afirmação para um valor de composição, por exem- plo, for 20%, então deve ser empregado o fator de ponderação 1/0,2 = 5. No caso de dois valores de composição Z1 e Z2 e dois fatores de ponderação W1 e W2, a composição mais provável é wZ
<formula>formula see original document page 12</formula>
De acordo com isto, a composição da mistura de combustível pode ser determinada a partir da soma dos valores de composição multipli- cada pelo quadrado dos fatores de ponderação correspondentes, dividido pela soma do quadrado dos fatores de ponderação. De acordo com este cálculo, conforme o método da propagação de falha de Gauss é determina- do o valor mais provável para a composição wZ.
A exatidão m para a composição mais provável wZ para um teor máximo de etanol de 85% é calculado de
<formula>formula see original document page 12</formula>
A exatidão m obtida deste modo na determinação da composi- ção da mistura de combustível é claramente melhor do que a que deve ser obtida através dos valores de composição individuais.
A exatidão da determinação dos valores de composição a partir do consumo de combustível na marcha em vazio da máquina de combustão interna, a partir do limite de funcionamento pobre e do limite para a compa- tibilidade de retorno dos gases de exaustão é, respectivamente, dependente da faixa de operação, na qual a máquina de combustão interna justamente é operada. Por isto pode estar previsto que, os fatores de ponderação dos va- lores de composição individuais sejam especificados em função da faixa de operação existente da máquina de combustão interna, a fim de obter, deste modo, em todas as faixas de operação, uma alta exatidão na determinação da composição da mistura de combustível.
A tarefa da invenção referente ao dispositivo é solucionada pelo fato de que, na unidade de controle está prevista uma seqüência de pro- grama para a determinação de um primeiro valor de composição, a partir do consumo da mistura de combustível na marcha em vazio da máquina de combustão interna, pelo fato de que, está prevista uma seqüência de pro- grama para a determinação do limite de funcionamento pobre, pelo fato de que, está prevista uma seqüência de programa para a determinação de um segundo valor de composição a partir do limite de funcionamento pobre, e, pelo fato de que, está prevista uma seqüência de programa para a determi- nação da composição da mistura de combustível a partir de uma combina- ção do primeiro valor de composição e do segundo valor de composição.
Deste modo, a composição de uma mistura de combustível pode ser determinada através de uma mera solução por software sem componen- tes adicionais, sem que precisem ser desativadas provisoriamente as fun- ções de diagnóstico exigidas pelo legislador. Neste caso, o consumo da má- quina de combustão interna na marcha em vazio, bem como, o limite de funcionamento pobre se correlacionam diretamente com a composição da mistura de combustível, de tal modo que, a partir disto, através de sequên- cias de programa correspondentes possam ser determinados os valores de composição individuais. Através da combinação dos valores de composição, a composição da mistura de combustível pode ser determinada de modo claramente mais exato do que através de valores de composição individuais.
De acordo com uma variante de execução preferida da invenção pode estar previsto que, na unidade de controle esteja prevista uma se- qüência de programa para a determinação de um limite para a compatibili- dade de retorno dos gases de exaustão da máquina de combustão interna para a mistura de combustível, pelo fato de que, uma seqüência de progra- ma está prevista para a determinação de um terceiro valor de composição do limite para a compatibilidade de retorno dos gases de exaustão, e pelo fato de que, está prevista uma seqüência de programa para a determinação da composição da mistura de combustível de uma combinação do primeiro valor de composição e do terceiro valor de composição, ou de uma combi- nação do segundo valor de composição e do terceiro valor de composição, ou de uma combinação do primeiro valor de composição, do segundo valor de composição e do terceiro valor de composição. Através do terceiro valor de composição obtido do limite para o retorno do gás de exaustão a exati- dão de afirmação na determinação da composição da mistura de combustí- vel pode ser aperfeiçoada ainda mais.
De acordo com uma variante de execução preferida da invenção pode estar previsto que, a seqüência de programa para a determinação da composição da mistura de combustível contenha uma rotina de programa para a determinação do valor médio do primeiro valor de composição e do segundo valor de composição, ou do primeiro valor de composição e do ter- ceiro valor de composição, ou do segundo valor de composição e do terceiro valor de composição, ou do primeiro valor de composição e do segundo va- lor de composição e do terceiro valor de composição. O valor médio dos va- lores de composição pode ser determinado facilmente, e sem grande ne- cessidade de memória e de cálculo, e no resultado conduz a uma exatidão na determinação da composição da mistura de combustível, que é essenci- almente melhor que a exatidão na determinação dos valores de composição individuais que servem de base.
De acordo com uma variante de execução particularmente pre- ferida da invenção pode estar previsto que, os fatores de ponderação este- jam especificados em função da exatidão de afirmação dos valores de com- posição nas respectivas faixas de operação da máquina de combustão in- terna, pelo fato de que, na unidade de controle está prevista uma área de memória para o armazenamento dos fatores de ponderação dos valores de composição, em função das faixas de operação da máquina de combustão interna e, pelo fato de que, para a determinação da composição da mistura de combustível, a seqüência de programa contém uma rotina de programa para a determinação da composição da mistura de combustível a partir dos valores de composição ponderados com os respectivos fatores de pondera- ção. Durante a determinação da composição da mistura de combustível, os fatores de ponderação tornam possível considerar as distintas exatidões de afirmação dos valores de composição empregados. Uma vez que, as exati- dões de afirmação dos valores de composição dependem da respectiva fai- xa de operação, na qual a máquina de combustão interna está sendo ope- rada, os fatores de ponderação podem ser armazenados em função da faixa de operação e considerados de modo correspondente na combinação dos valores de composição.
De preferência, o processo e o dispositivo podem ser emprega- dos para a determinação da composição de uma mistura de combustível constituída de gasolina e de álcool, de preferência, de uma mistura de com- bustível constituída de gasolina e de etanol. Breve descrição do desenho
A invenção será esclarecida, a seguir, com auxílio de um exem- plo de execução representado nas figuras. É mostrado:
Na figura 1 um diagrama de fluxo para a determinação de uma composição de uma mistura de combustível, para a operação de uma má- quina de combustão interna.
Na figura 2 um diagrama para a determinação de uma composi- ção de uma mistura de combustível, para a operação de uma máquina de combustão interna.
A figura 1 mostra um diagrama de fluxo para a determinação de uma composição 30 mostrada na figura 2, de uma mistura de combustível para a operação de uma máquina de combustão interna, no exemplo de uma mistura de combustível de gasolina e etanol.
Em uma primeira ramificação do diagrama de fluxo estão previs- tos um bloco ZW1 10 e um bloco WF 12, e em uma segunda ramificação estão previstos um bloco ZW2 11 e um bloco WF2 13. Ao bloco ZW1 10 como grandeza de entrada é conduzido um consumo da mistura de combustível na marcha em vazio 20, ao bloco ZW2 11 é conduzido um limite de funcionamento pobre 21 determinado em uma rotina de programa, não representada da máquina de combustão interna.
Aos blocos WF1 12 e WF2 13 é conduzida a faixa de operação 22, pelo fato de que, a máquina de combustão interna está justamente sendo operada.
Aos blocos WF1 e WF2 está ligado posteriormente um bloco Z 14.
No caso de uma mistura de combustível constituída de etanol e gasolina, em conseqüência do baixo poder calorífico do etanol em relação à gasolina, o volume de combustível se altera na marcha em vazio da máqui- na de combustão interna, em função da relação de mistura dos combustí- veis empregados. Através de uma avaliação do consumo de combustível na marcha em vazio, através da avaliação do tempo de injeção, com o auxílio de densidades de energia conhecidas de etanol e gasolina, pode ser conhe- cido o teor de etanol da mistura de combustível, no qual o consumo de e- nergia momentâneo é determinado. Uma vez que, a exigência de energia na marcha em vazio é conhecida ou pode ser determinada em função da tem- peratura do meio de resfriamento, do grau de eficácia ou do ângulo de igni- ção e de consumidores secundários como compressor de ar condicionado, gerador, bomba de meio de resfriamento, bomba de óleo e número de rota- ções, o teor de etanol pode ser determinado através da comparação de uma exigência de potência na marcha em vazio e de uma exigência de potência na marcha em vazio, determinada do consumo de combustível, do teor de etanol na mistura de combustível e, com isto, da composição da mistura de combustível. Por isto, no bloco ZW1 10, a partir do consumo de combustível na marcha em vazio 20 pode ser determinado um primeiro valor de compo- sição 32 para a mistura de combustível, mostrado na figura 2.
As máquinas de combustão interna mostram um limite de fun- cionamento pobre 21 em função das propriedades de combustão do com- bustível empregado. Se a relação de combustível e ar conduzida à máquina de combustão interna for reduzida através do limite de funcionamento pobre 21, então isto resulta em uma agitação de funcionamento aumentada da máquina de combustão interna. No caso de uma mistura de combustível de etanol e gasolina, o limite de funcionamento pobre 21 com o aumento do teor de etanol desloca-se para Iambda maior. Através da avaliação do sis- tema estocástico de combustão, por exemplo, do desvio-padrão da pressão média indiciada em, pelo menos, um dos cilindros da máquina de combus- tão interna, pode ser determinado o limite de funcionamento pobre 21. Para isso, por exemplo, pode ser avaliado o número de rotações do eixo de ma- nivelas através de algoritmos de funcionamento suave. Em virtude da corre- lação do limite de funcionamento pobre 21 determinado dessa forma e do teor de etanol da mistura de combustível, no bloco ZW2 11 do limite de fun- cionamento pobre 21 pode ser determinado um segundo valor de composi- ção 33, mostrado na figura 2.
O primeiro valor de composição 32, derivado do consumo da mistura de combustível na marcha em vazio 20, e o segundo valor de valor de composição 33 derivado do limite de funcionamento pobre 21 são provi- dos com uma falta de exatidão de afirmação, que é maior que o desvio total 34 máximo necessário para o controle da máquina de combustão interna na determinação da composição 30 da mistura de combustível. Neste caso, a respectiva exatidão almejada é dependente da faixa de operação 22, na qual a máquina de combustão interna é operada. Por isto, no bloco WF1 12 ao primeiro valor de composição 32 é coordenado um primeiro fator de pon- deração 36a mostrado na figura 2, e no bloco WF2 13 ao segundo valor de composição 33 é coordenado um segundo fator de ponderação 36b, do mesmo modo, mostrado na figura 2 em função da faixa de operação 22 da máquina de combustão interna.
No bloco Z 14 ocorre, então, a determinação da composição 30 da mistura de combustível através de uma combinação, ponderada com os respectivos fatores de ponderação 36a, 36b, do primeiro valor de composi- ção 32 e do segundo valor de composição 33. Neste caso, quanto menor for a imprecisão da afirmação de um valor de composição 32, 33, tanto maior é determinado o respectivo fator de ponderação 36a, 36b e, de modo corres- pondente, mais intenso é considerado o valor de composição 32, 33 mais exato na combinação para a determinação da composição 30 da mistura de combustível.
A figura 2 mostra um diagrama para a determinação de uma composição 30 de uma mistura de combustível, para a operação de uma máquina de combustão interna no exemplo de uma mistura de combustível de gasolina e etanol.
Ao longo de um primeiro eixo 31 é aplicada a parte percentual de etanol em uma mistura de combustível de gasolina e etanol. A fim de ob- ter um desvio total 34 almejado na determinação da composição 30, do con- sumo da mistura de combustível na marcha em vazio 20 é determinado um primeiro valor de composição 32, e do limite de funcionamento pobre 21 é determinado um segundo valor de composição 33. Os valores de composi- ção 32, 33 são mostrados como valores esperados com desvio-padrão, e estão dispostos ao longo de um segundo eixo 17, um ao lado do outro. O desvio padrão dos valores de composição 32, 33, neste caso, é maior que o desvio total 34 máximo almejado para a determinação da composição 30 da mistura de combustível.
De acordo com a invenção, a composição 30 da mistura de combustível é determinada através de uma combinação dos valores de composição 32, 33. Neste caso, a combinação ocorre através da formação de um valor médio ponderado através dos valores de composição 32, 33. Aos valores de composição 32, 33 estão coordenados os fatores de ponde- ração 36, que são uma medida para a exatidão de afirmação do respectivo valor de composição 32, 33. A título de exemplo, o primeiro fator de ponde- ração 36a com o valor 5 expressa uma exatidão de afirmação de 1/5 = 20%; o fator de ponderação 36b com o valor 3 significa uma exatidão de afirma- ção de 1/3 = 33,3%.
Uma vez que os valores de composição 32, 33 foram determi- nados independentes um do outro e, por conseguinte, pode-se partir de uma distribuição estocástica dos valores de composição 32, 33 em torno da composição 30, por meio da combinação apropriada dos valores de compo- sição 32, 33 pode ser obtida a exatidão exigida e representada através do desvio total 34 na determinação da composição 30 da mistura de combustí- vel, mesmo se as faltas de exatidão de afirmação dos valores de composi- ção 32, 33 que servem de base forem nitidamente maiores.
O aperfeiçoamento da exatidão de afirmação através do empre- go da média ponderada será esclarecido a seguir em um exemplo de cálcu- lo:
O primeiro valor de composição 32 é de 40%, o segundo valor de composição 33 é de 20% da parte de etanol em uma mistura de combus- tível de gasolina e etanol. Os fatores de ponderação 36, que reproduzem o desvio de medição na determinação do respectivo parâmetro é 5 para o primeiro fator de ponderação 36a, e 3 para o segundo fator de ponderação 36b. De acordo com o método de Gauss bastante conhecido da observação de erro, a composição 30 determinada com base dos dois pares de valores acima:
composição <formula>formula see original document page 19</formula>
Do mesmo modo, de acordo com o método de Gauss da obser- vação de erro na determinação da composição 10 no caso dos dois fatores de ponderação 18 com os valores 5 e 3 e um teor de etanol máximo de 85% determinam:
<formula>formula see original document page 19</formula>
A combinação dos dois valores de composição 12, 13 com os fatores de ponderação 18 com os valores 5 e 3, que correspondem às exati- dões de 85%/5 = 17% ou 85%/3 = 28,3%, resulta, com isso, uma afirmação com uma exatidão aperfeiçoada de 14,6%.
De acordo com a invenção, os fatores de ponderação 36 são determinados em função da faixa de operação 22 da máquina de combus- tão interna. Isto melhora a confiabilidade do processo e sua exatidão, uma vez que, em alguns estados de operação os parâmetros, dos quais são de- finidos os valores de composição 32, 33 podem ser definidos de modo parti- cularmente exato, e por isso, os valores de composição 32, 33 obtidos disso podem ser ponderados mais altos que em outras faixas de operação.

Claims (10)

1. Processo para a determinação da composição (30) de uma mistura de combustível composta de um primeiro combustível e, pelo me- nos, de um segundo combustível, para a operação de uma máquina de combustão interna, sendo que, os combustíveis se distinguem em seu poder calorífico, em seu limite de funcionamento pobre (21) e/ ou em sua compati- bilidade de retorno dos gases de exaustão, caracterizado pelo fato de que, do consumo da mistura de combustível na marcha em vazio da máquina de combustão interna é determinado um primeiro valor de composição (32) da mistura de combustível, pelo fato de que, o limite de funcionamento pobre (21) da máquina de combustão interna é determinado para a mistura de combustível, pelo fato de que, do limite de funcionamento pobre (21) é de- terminado um segundo valor de composição (33), e pelo fato de que, a composição (30) da mistura de combustível é determinada a partir de uma combinação do primeiro valor de composição (32) e do segundo valor de composição (33).
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que, é determinado um limite para a compatibilidade de retorno dos gases de exaustão da máquina de combustão interna para a mistura de combustível, pelo fato de que, do limite para a compatibilidade de retorno dos gases de exaustão é determinado um terceiro valor de composição, e que a composição (30) da mistura de combustível é obtida de uma combi- nação do primeiro valor de composição (32) e do terceiro valor de composi- ção ou de uma combinação do segundo valor de composição (32) e do ter- ceiro valor de composição, ou de uma combinação do primeiro valor de composição (32), do segundo valor de composição (33) e do terceiro valor de composição.
3. Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que, a combinação dos valores de composição (32, 33) ocorre através da formação do valor médio através dos valores de composição (32,33).
4. Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que, são especificados fatores de ponderação (36) para os valo- res de composição (32, 33) em função da exatidão de afirmação do respec- tivo valor de composição (32, 33), e pelo fato que, a composição (30) da mistura de combustível é determinada a partir de uma combinação ponde- rada dos valores de composição (32, 33) com os fatores de ponderação (36) correspondentes.
5. Processo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que, os fatores de ponderação (36) dos valores de composição (32, -33) individuais são especificados em função da faixa de operação (22) exis- tente da máquina de combustão interna.
6. Dispositivo para a determinação da composição (30) de uma mistura de combustível composta de um primeiro combustível e, pelo me- nos, de um segundo combustível, para a operação de uma máquina de combustão interna, sendo que, os combustíveis se distinguem em seu poder calorífico, em seu limite de funcionamento pobre (21) e/ ou em sua compati- bilidade de retorno dos gases de exaustão e, sendo que, à máquina de combustão interna está coordenada uma unidade de controle, caracterizado pelo fato de que, na unidade de controle está prevista uma seqüência de programa para a determinação de um primeiro valor de composição (32), a partir do consumo da mistura de combustível na marcha em vazio da má- quina de combustão interna, pelo fato de que, está prevista uma seqüência de programa para a determinação do limite de funcionamento pobre (21), pelo fato de que, está prevista uma seqüência de programa para a determi- nação de um segundo valor de composição (33) a partir do limite de funcio- namento pobre (21), e pelo fato de que, está prevista uma seqüência de programa para a determinação da composição (30) da mistura de combustí- vel a partir de uma combinação do primeiro valor de composição (32) e do segundo valor de composição (33).
7. Dispositivo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que, na unidade de controle está prevista uma seqüência de programa para a determinação de um limite para a compatibilidade de retor- no dos gases de exaustão da máquina de combustão interna, para a mistura de combustível, pelo fato de que, está prevista uma seqüência de programa para a determinação de um terceiro valor de composição a partir do limite para a compatibilidade de retorno dos gases de exaustão e, pelo fato de que, está prevista uma seqüência de programa para a determinação da composição (30) da mistura de combustível a partir de uma combinação do primeiro valor de composição (32) e do terceiro valor de composição, ou a partir de uma combinação do segundo valor de composição (33) e do tercei- ro valor de composição, ou partir de uma combinação do primeiro valor de composição (32), do segundo valor de composição (33) e do terceiro valor decomposição.
8. Dispositivo de acordo com a reivindicação 6 ou 7, caracteriza- do pelo fato de que, a seqüência de programa para a determinação da com- posição (30) da mistura de combustível contém uma rotina de programa pa- ra a determinação do valor médio do primeiro valor de composição (32) e do segundo valor de composição (33), ou do primeiro valor de composição (32) e do terceiro valor de composição, ou do segundo valor de composição (32) e do terceiro valor de composição (33), ou do primeiro valor de composição (32) e do segundo valor de composição (33) e do terceiro valor de composi- ção.
9. Dispositivo de acordo com a reivindicação 6 ou 7, caracteriza- do pelo fato de que, são especificados fatores de ponderação (36) em fun- ção da exatidão de afirmação dos valores de composição (32, 33) nas res- pectivas faixas de operação (22) da máquina de combustão interna, pelo fa- to de que, na unidade de controle está prevista uma área de memória para o armazenamento dos fatores de ponderação (36) dos valores de composição (32, 33), em função das faixas de operação (22) da máquina de combustão interna, e pelo fato de que, para a determinação da composição (30) da mis- tura de combustível, a seqüência de programa contém uma rotina de pro- grama para a determinação da composição (30) da mistura de combustível a partir dos valores de composição (32, 33) ponderados com os respectivos fatores de ponderação (36).
10. Emprego do processo e do dispositivo de acordo com uma das reivindicações anteriores, para a determinação da composição (30) de uma mistura de combustível constituída de gasolina e de álcool, de prefe- rência, de uma mistura de combustível constituída de gasolina e de etanol.
BRPI1003075-1A 2009-08-26 2010-08-25 processo e dispositivo para a determinação da composição de uma mistura de combustìveis para a operação de uma máquina de combustão interna BRPI1003075A2 (pt)

Applications Claiming Priority (1)

Application Number Priority Date Filing Date Title
DE102009028878A DE102009028878A1 (de) 2009-08-26 2009-08-26 Verfahren und Vorrichtung zur Bestimmung der Zusammensetzung eines Kraftstoffgemischs zum Betrieb einer Brennkraftmaschine

Publications (1)

Publication Number Publication Date
BRPI1003075A2 true BRPI1003075A2 (pt) 2012-04-24

Family

ID=43524760

Family Applications (1)

Application Number Title Priority Date Filing Date
BRPI1003075-1A BRPI1003075A2 (pt) 2009-08-26 2010-08-25 processo e dispositivo para a determinação da composição de uma mistura de combustìveis para a operação de uma máquina de combustão interna

Country Status (2)

Country Link
BR (1) BRPI1003075A2 (pt)
DE (1) DE102009028878A1 (pt)

Families Citing this family (2)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
DE102009045419B4 (de) 2009-10-07 2022-07-14 Robert Bosch Gmbh Verfahren und Vorrichtung zur Bestimmung der Zusammensetzung eines Kraftstoffgemischs zum Betrieb einer Brennkraftmaschine
DE102009029011B4 (de) 2009-08-31 2022-04-21 Robert Bosch Gmbh Verfahren und Vorrichtung zur Bestimmung der Zusammensetzung eines Kraftstoffgemischs zum Betrieb einer Brennkraftmaschine

Family Cites Families (1)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
DE3036107C3 (de) 1980-09-25 1996-08-14 Bosch Gmbh Robert Regeleinrichtung für ein Kraftstoffzumeßsystem

Also Published As

Publication number Publication date
DE102009028878A1 (de) 2011-03-03

Similar Documents

Publication Publication Date Title
US7762127B2 (en) Method for determining the composition of a fuel mixture
CN101600874B (zh) 内燃机的控制装置
US9230371B2 (en) Fuel control diagnostic systems and methods
BRPI0803601B1 (pt) processo para a operação de um motor de combustão interna
JP4836810B2 (ja) 車両の始動情報表示装置
BRPI0900392A2 (pt) processo para a determinaÇço da composiÇço de uma mistura do combustÍvel
US20130276758A1 (en) Gaseous fuel rail sensor diagnostics
JP2010043531A (ja) 内燃機関の燃料噴射制御装置
RU2607099C2 (ru) Система двигателя и способ управления работой двигателя (варианты)
JP2009520909A (ja) 燃料の揮発度のオンボード測定方法
RU2717188C2 (ru) Способ (варианты) и система для эксплуатации датчика отработавших газов с переменным напряжением в двигателе внутреннего сгорания
BRPI1003075A2 (pt) processo e dispositivo para a determinação da composição de uma mistura de combustìveis para a operação de uma máquina de combustão interna
BRPI1003069B1 (pt) Processo, dispositivo para a determinação da composição de uma mistura de combustíveis e uso do processo
US8903626B2 (en) Method of adjusting a fuel composition estimate
BR9908241B1 (pt) processo de auto-adaptação rápida da riqueza da mistura para motor de combustão interna.
BRPI1003020A2 (pt) processo e dispositivo para a determinação da composição de uma mistura de combustìveis para a operação de uma máquina de combustão interna
Kumar et al. Development of optimal engine control map for flex fuel application in ethanol powered direct injection spark ignition engine
BRPI1002659A2 (pt) processo e dispositivo para a determinação da composição de uma mistura de combustìveis para a operação de uma máquina de combustão interna
BR102016010851B1 (pt) Dispositivo de cálculo de consumo de combustível de veículo
JP2007177654A (ja) Wiebe関数パラメータの決定方法および決定装置
WO2020178325A1 (en) Method to determine the torque of a spark ingnition engine
BRPI1000966A2 (pt) processo e dispositivo para operar um motor de combustão interna
BRPI0801258B1 (pt) Processo para a determinação de um teor de álcool no combustível de uma máquina de combustão interna e uso do processo
BRPI1003164A2 (pt) processo e dispositivo para a determinaÇço da composiÇço de uma mistura de combustÍvel para a operaÇço de uma mÁquina de combustço interna
BRPI0804932A2 (pt) processo para determinação da proporção dos componentes de uma mistura de combustìvel

Legal Events

Date Code Title Description
B03A Publication of an application: publication of a patent application or of a certificate of addition of invention
B08F Application fees: dismissal - article 86 of industrial property law
B08K Lapse as no evidence of payment of the annual fee has been furnished to inpi (acc. art. 87)

Free format text: EM VIRTUDE DO ARQUIVAMENTO PUBLICADO NA RPI 2476 DE 19-06-2018 E CONSIDERANDO AUSENCIA DE MANIFESTACAO DENTRO DOS PRAZOS LEGAIS, INFORMO QUE CABE SER MANTIDO O ARQUIVAMENTO DO PEDIDO DE PATENTE, CONFORME O DISPOSTO NO ARTIGO 12, DA RESOLUCAO 113/2013.