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BRPI1001944B1 - Método para controlar plantas daninhas - Google Patents

Método para controlar plantas daninhas Download PDF

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BRPI1001944B1
BRPI1001944B1 BRPI1001944-8A BRPI1001944A BRPI1001944B1 BR PI1001944 B1 BRPI1001944 B1 BR PI1001944B1 BR PI1001944 A BRPI1001944 A BR PI1001944A BR PI1001944 B1 BRPI1001944 B1 BR PI1001944B1
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BR
Brazil
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weeds
dicamba
cotton
soybean
flumioxazin
Prior art date
Application number
BRPI1001944-8A
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English (en)
Inventor
Ikeda Hajime
Original Assignee
Sumitomo Chemical Company, Limited
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Sumitomo Chemical Company, Limited filed Critical Sumitomo Chemical Company, Limited
Publication of BRPI1001944A2 publication Critical patent/BRPI1001944A2/pt
Publication of BRPI1001944B1 publication Critical patent/BRPI1001944B1/pt

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    • A01AGRICULTURE; FORESTRY; ANIMAL HUSBANDRY; HUNTING; TRAPPING; FISHING
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Abstract

método para controlar plantas daninhas. a presente invenção refere-se a um método para controlar plantas daninhas em um campo de soja ou algodão, que compreende a etapa de aplicar uma quantidade eficaz de flumioxazina e dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste às plantas daninhas ou em um local onde as sementes estão para crescer.

Description

(54) Título: MÉTODO PARA CONTROLAR PLANTAS DANINHAS (51) lnt.CI.: A01N 43/84; A01N 37/40; A01P 13/00 (52) CPC: A01N 43/84,A01N 37/40 (30) Prioridade Unionista: 18/06/2009 JP 2009-145149 (73) Titular(es): SUMITOMO CHEMICAL COMPANY, LIMITED (72) Inventor(es): HAJIME IKEDA
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para MÉTODO PARA CONTROLAR PLANTAS DANINHAS.
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um método para controlar plantas daninhas em um campo de soja ou algodão.
Antecedentes da Invenção
Muitos compostos são conhecidos como ingredientes ativos de herbicidas. Sumário da Invenção
Um objetivo da presente invenção é fornecer um método para controlar plantas daninhas em um campo de soja ou algodão.
De acordo com a presente invenção, as plantas daninhas em um campo de soja ou algodão podem ser eficazmente controladas por aplicação combinada ou uso de uma combinação de flumioxazina e dicamba no campo de soja ou algodão.
A presente invenção inclui o seguinte:
(1) Um método para controlaras plantas daninhas em um campo de soja ou algodão, que compreende a etapa de aplicar uma quantidade eficaz de flumioxazina e dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste às plantas daninhas no campo de soja ou algodão ou no local onde elas estão para crescer;
(2) Um método para controlar as plantas daninhas de acordo com (1),em que uma razão de peso de mistura de flumioxazina para dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste é de 1:0,001 a 1:600;
(3) Um método para controlar plantas daninhas de acordo com (1), onde uma razão de peso de mistura de flumioxazina para dicamba ou um sal agricolamente aceitável desse é de 1:0,01 a 1:300;
(4) Um método para controlar as plantas daninhas de acordo com (1),em que uma razão de peso de mistura de flumioxazina para dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste é de 1:1 a 1:150;
(5) um método para controlar as plantas daninhas de acordo com qualquer um dentre (1) a (4), em que o campo de soja é para cultivar uma soja transgênica e em que o campo de algodão é para cultivar um algo2 dão transgênico;
(6) Um método para controlar as plantas daninhas de acordo com qualquer dentre (1) a (4), em que o campo de soja é para cultivar uma soja transgênica resistente a herbicida e em que o campo de algodão é para cultivar um algodão transgênico resistente a herbicida; e (7) Um método para controlar as plantas daninhas de acordo com qualquer um dentre (1) a (4), em que o campo de soja é para cultivar uma soja transgênica resistente a dicamba e em que o campo de algodão é para cultivar um algodão transgênico resistente a dicamba.
De acordo com a presente invenção, as plantas daninhas em um campo de soja ou algodão podem ser eficazmente controladas.
Descrição Detalhada da Invenção
O método para controlar as plantas daninhas em um campo de soja ou algodão da presente invenção compreende a etapa de aplicar uma quantidade eficaz de flumioxazina e dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste às plantas daninhas ou no local onde elas estão para crescer.
A flumioxazina usada na presente invenção é um composto tendo um nome químico de N-(7-fluoro-3,4-di-hidro-3-oxo-4-prop-2-inil-2H-1,4benzoxadin-6-il)ciclo-hex-1-eno-1,2-dicarboxamida. A flumioxazina é um composto descrito na Patente U.S. No. 4.640.707 e pode ser produzida pelo método descrito na publicação.
O dicamba usado na presente invenção é um composto tendo um nome químico de 3,6-dicloro-o-anisato de 2-(2-aminoetóxi)etanol. O dicamba é um composto descrito na Patente U.S. No. 3.013.054 e pode ser produzido pelo método descrito na publicação.
Os exemplos do sal agricolamente aceitável de dicamba incluem sal diglicolamina de dicamba, sais alquilamina de dicamba, sais olamina de dicamba, metil-dicamba, e sais metálicos de alquil dicamba.
Exemplos específicos do sal agricolamente aceitável de dicamba incluem sal diglicolamina de dicamba, sal dimetilamina de dicamba, sal potássio de dicamba e sal sódico de dicamba.
No método para controlar as plantas daninhas da presente in3 venção, uma razão de peso de mistura de flumioxazina para dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste é usualmente de 1:0,001 a 1:600, preferencialmente de 1:0,01 a 1:300, mais preferencial mente de 1:1 a 1:150, e ainda preferencial mente de 1:1 a 1:50.
Na presente invenção, quantidade eficaz significa a quantidade de aplicação total de flumioxazina e dicamba ou sal agricolamente aceitável deste capaz, compostos esses que podem controlar as plantas daninhas em um campo de soja ou algodão.
No método para controlar as plantas daninhas da presente invenção, a quantidade de aplicação total de flumioxazina e dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste é usualmente de 20 a 5.000 g, preferencialmente de 50 a 2.000 g, e mais preferencialmente de 70 a 1.500 g, em termos da quantidade total de flumioxazina e dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste, por 10.000 m2 do campo de soja ou algodão.
No método para controlar as plantas daninhas da presente invenção, flumioxazina e dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste são misturados e então aplicados, ou são aplicados em combinação.
A flumioxazina e o dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste podem ser aplicados respectivamente como eles são, mas podem ser aplicados respectivamente na forma de formulação ou na forma de formulação contendo ambos os compostos. Exemplos de tal formulação incluem soluções oleosas, concentrados emulsificáveis, formulações fluxíveis, pós molháveis, pós molháveis granulares, formulações em pó e grânulos. A formulação pode ser preparada misturando-se flumioxazina, dicamba ou um sal agricolamente aceitável, ou ambos estes compostos com um carreador inerte, opcionalmente adicionando-se tensoativos ou outros adjuvantes para a formulação.
O teor total do componente ativo, isto é, flumioxazina, dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste, na formulação está usualmente dentro de uma faixa de 0,1 a 99% em peso, preferencial mente de 0,2 a 90% em peso, e mais preferencial mente de 1 a 80% em peso.
Como exemplos de aplicação de flumioxazina e dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste às plantas daninhas no campo de soja ou algodão ou no local onde elas estão para crescer, tais métodos são mostrados como abaixo:
Um método no qual uma formulação de flumioxazina e uma formulação de dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste são respectivamente diluídos com água e as respectivas diluições em água são misturadas para preparar uma diluição em água mista, e então esta é aplicada às plantas daninhas no campo de soja ou algodão ou no local onde elas estão para crescer;
Um método no qual uma formulação de flumioxazina e uma formulação de dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste são respectivamente diluídos com água e então as respectivas diluições em água são sequencialmente aplicadas às plantas daninhas no campo de soja ou algodão ou no local onde elas estão para crescer;
Um método no qual uma formulação de flumioxazina e uma formulação de dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste são misturados e a mistura é diluída com água para preparar uma diluição em água, e então a diluição em água é aplicada às plantas daninhas no campo de soja ou algodão ou no local onde elas estão para crescer, e um método no qual uma formulação de dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste é diluído com água e então uma formulação de flumioxazina e a diluição em água obtida são sequencialmente aplicadas às plantas daninhas no campo de soja ou algodão ou no local onde elas estão para crescer.
No método para controlar as plantas daninhas da presente invenção, flumioxazina e dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste são aplicados às plantas daninhas ou no local onde elas estão para crescer. Quando a flumioxazina e o dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste são aplicados às plantas daninhas, eles podem ser aplicados às plantas daninhas propriamente ditas ou no solo onde as plantas daninhas emergiram. Quando a flumioxazina e o dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste são aplicados a um local onde as plantas daninhas estão para crescer, eles podem ser aplicados a uma superfície do solo onde as plantas daninhas não emergiram ainda.
No método para controlar as plantas daninhas da presente invenção, a flumioxazina e o dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste podem ser aplicados antes da semeadura de soja ou algodão, na semeadura destes, ou após a semeadura destes e antes da emergência destes, ou após a emergência destes.
De acordo com a presente invenção, a flumioxazina e o dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste podem ser aplicados em tais modalidades como abaixo:
um método de aspersão sobre uma superfície do solo antes ou na semeadura de soja ou algodão, e antes da emergência de plantas daninhas;
um método de aspersão sobre uma superfície do solo antes ou na semeadura de soja ou algodão e após a emergência de plantas daninhas;
um método de aspersão sobre as plantas daninhas antes ou na semeadura de soja ou algodão e após a emergência de plantas daninhas;
um método de aspersão sobre uma superfície do solo após a semeadura de soja ou algodão, antes da emergência de soja ou algodão e antes da emergência de plantas daninhas;
um método de aspersão sobre uma superfície do solo após a semeadura de soja ou algodão, antes da emergência de soja ou algodão, e após a emergência de plantas daninhas;
um método de aspersão sobre as plantas daninhas após a semeadura de soja ou algodão, antes da emergência de soja ou algodão, e após a emergência de plantas daninhas;
um método de aspersão sobre uma superfície do solo após a emergência de soja ou algodão e antes da emergência de plantas daninhas;
um método de aspersão sobre uma superfície do solo após a emergência de soja ou algodão e após a emergência de plantas daninhas; e/ou um método de aspersão sobre as plantas daninhas após a e6 mergência de soja ou algodão e após a emergência de plantas daninhas.
No método de controle de plantas daninhas da presente invenção, o campo de soja pode ser para cultivar uma soja transgênica, e o campo de algodão pode ser para cultivar um algodão transgênico.
Os exemplos da soja transgênica e algodão transgênico incluem sojas ou algodões fornecidos com resistência a herbicidas, incluindo inibidores de 4-hidroxifenilpiruvato dioxigenase tal como isoxaflutol; inibidores de acetolactato sintase (abreviado como ALS) tal como imazetapir e tifensulfuron-metil; inibidores de 5-enolpiruvilshiquimato-3-fosfato sintase (abreviado como EPSP) tal como glifosato; inibidores de glutamina sintase tal como glufosinato; herbicidas do tipo auxina tal como 2,4-D e dicamba; herbicidas inibidores de protoporfirinogênio IX oxidase tal como flumioxazina e fomesafeno; e bromoxinil, por meio de uma tecnologia de recombinação genética.
Os exemplos da soja transgênica e algodão transgênico incluem cultivares de soja e algodão resistentes a glifosato, que já estavam no mercado sob as marcas RoundupReady®, Agrisure® GT e Glytol®. Os exemplos da soja e algodão transgênicos incluem cultivares de soja e algodão com resistência a glufosinato, que já estavam no mercado sob a marca LibertyLink®. Os exemplos do algodão transgênico incluem cultivares de algodão fornecidos com resistência a bromoxinil, que já estava no mercado sob a marca BXN. Os exemplos da soja transgênica incluem cultivares de soja fornecidos com resistência a ambos os inibidores de glifosato e ALS, que estão sob as marcas Optimum® e GAT®.
Os exemplos das plantas fornecidas com resistência ao inibidor de acetil CoA carboxilase são descritos na Proc. Ntl. Acad. Sei. USA), Vol. 87, PP., 7175 a 7179 (1990) ou seus similares. Também, a acetil CoA carboxilase mutada, que é resistente ao inibidor de acetil CoA carboxilase, é relatada na Weed Science, Vol. 53, pp. 728 a 746 (2005). As plantas com resistência ao inibidor de acetil CoA são fabricadas introduzindo tal gene de acetil CoA carboxilase mutada em uma colheita por meio de tecnologia de recombinação genética, ou introduzindo mutação com resistência em acetil CoA carboxilase da colheita.
τAdemais, introduzindo-se ácido nucléico por mutagênese de substituição de base em uma célula de planta e induzindo-se mutação substituta de aminoácido sítio-específico ao gene para acetil CoA carboxilase da planta e gene para ALS, a tecnologia representada por tecnologia de quimeraplastia (Gura T., Repairing the Genome’s Spelling Mistakes, Science 285: 316 a 318 (1999), as plantas resistentes aos inibidores de acetil CoA carboxilase e inibidores de ALS são fabricadas.
Introduzindo-se uma enzima degradante de dicamba, que contém dicamba mono-oxigenase isolada de Pseudomonas maltophilia, colheitas, tal como soja resistente a dicamba, podem ser fabricadas (Behrens e outros, 2007, Dicamba Resistance: Enlarging e Preserving BiotechnologyBased Weed Management Strategies. Science 316: 1185 a 1188).
Introduzindo-se gene codificando ariloxialcanoato dioxigenase, as colheitas resistentes a sistemas herbicidas de herbicidas à base de fenóxi ácido tal como 2,4-D, MCPA, diclorprop e mecoprop, e herbicidas à base de ácido ariloxifenoxipropiônico tal como quizalofop, haloxifop, fluazifop, diclofop, fenoxaprop, metamifop, cihalofop e clodinafop, podem ser fabricados (WO 05/107437, WO 07/053482, WO 08/141154).
Uma planta da cultura resistente a inibidores de HPPD pode ser produzida introduzindo-se um gene codificando HPPD que mostra resistência a inibidores de HPPD (US 2004/0058427). Uma planta da cultura resistente a inibidores de HPPD pode ser produzida introduzindo-se genes codificando enzimas que catalisam a síntese de homogentisato independente de HPPD (WO 02/036787). Uma planta de cultura resistente a inibidores de HPPD pode ser produzida introduzindo-se um gene codificando HPPD superexpresso (WO 96/38567). Uma planta de cultura resistente aos inibidores de HPPD pode ser produzida introduzindo-se um gene codificando prefenato desidrogenase para aumentar o fluxo de p-hidroxifenilpiruvato em uma planta superexpressando HPPD (Rippert P e outros, 2004, Engineering plant shikimate pathway for production of tocotrienol and improving herbicide resistance. Plant Physiol. 134: 92 a 100).
A soja transgênica e o algodão transgênico também incluem soja e algodão que tornam possível sintetizar toxinas seletivas conhecidas como o gênero Bacillus, usando tecnologia de recombinação genética.
Os exemplos das toxinas inseticidas expressas em tal soja transgênica e algodão transgênico incluem proteínas inseticidas derivadas de Bacillus cereus e Bacillus popilliae; δ-endotoxinas derivadas de Bacillus thuringiensis, por exemplo, CrylAb, CrylAc, Cry1F, Cry1Fa2, Cry2Ab, Cry3A, Cry38b1 e Cry9C, e proteínas inseticidas tal como VIP1, VIP2, VIP3 e VIP3A; toxinas inseticidas derivadas de nematodos; toxinas inseticidas produzidas por animais, tal como toxina de escorpião, toxina de aranha, toxina de abelha e neurotoxinas específicas de insetos, toxinas de fungos filamentosos, lectinas de plantas, aglutinina, inibidores de protease tal como inibidores de tripsina, inibidor de serina protease, inibidores de patatina, cistatina e papaína, proteínas de inativação de ribossomo (RIP) tal como ricina, RIP de milho, abrina, rufina, sapolina e priodina; enzimas metabólicas de esteroide tal como 3-hidroxiesteroide oxidase, ecdisteroide-UDPglicosiltransferase e colesterol oxidase; inibidores de ecdisona; HMG-COA redutase; inibidores de canal iônico tal como inibidores de canal de sódio e inibidores de canal de cálcio; esterase do hormônio juvenil; aceptores do hormônio diurético; estilbeno sintetase; bibenzil sintetase; quitinase e glucanase.
As toxinas expressas em tal soja transgênica e algodão transgênico incluem proteínas de δ-endotoxina tal como CrylAb, CrylAc, Cry1Fa2, Cry2Ab, Cry3A, Cry3Bb1, Cry9C, Cry34Ab e Cry35Ab, toxinas híbridas de proteínas inseticidas tal como VIP1, VIP2, VIP3 e VIP3A, toxinas parcialmente deficientes, e toxinas modificadas. As toxinas híbridas são fabricadas por uma nova combinação dos diferentes domínios de tais proteínas, usando tecnologia de recombinação genética. A toxina parcialmente deficiente conhecida é CrylAb, na qual uma parte da sequência de aminoácido é deficiente. Em toxinas modificadas, um ou mais aminoácidos de uma toxina natural são substituídas. Exemplos de tais toxinas e plantas transgênicas capazes de sintetizar tais toxinas são descritos em EP-A-0 374 753, WO 93/07278, WO 95/34656, EP-A-0 427 529, EP-A-451 878, e WO 03/052073.
As toxinas contidas em tais plantas transgênicas conferem resistência a insetos-praga de Coleoptera, insetos-praga de Diptera e insetos-praga de Lepidoptera às plantas.
O gene Rag1 (Gene 1 da resistência ao afídeo) é conhecido como um gene resistente a pragas, e a soja contendo este gene introduzido nesta é conhecida.
Já se sabe que há soja transgênica e algodão transgênico contendo um ou mais genes resistentes a pragas e capazes de produzir uma ou mais toxinas. Algumas delas são comercialmente disponíveis. Os exemplos de tal soja transgênica e algodão transgênico incluem Bollgard® I (cultivar de algodão expressando uma toxina CrylAc), Bollgard® II (cultivar algodão expressando toxinas CrylAb e Cry2Ab) e VIPCOT® (cultivar algodão expressando uma toxina VIP).
A soja transgênica e algodão transgênico acima incluem aqueles com uma capacidade de produzir uma substância antipatogênica tendo atividade seletiva. Como as antipatogênicas, as proteínas PR (PRPs, descritas em EP-A-0 392 225) são conhecidas. Estas substâncias antipatogênicas e plantas geneticamente modificadas destas são descritas em EP-A-0 392 225, WO 95/33818, e EP-A-0 353 191. Os exemplos da substância antipatogênica expressa por tais plantas transgênicas incluem inibidores de canal iônico, tal como um inibidor de canal de sódio e inibidor de canal de cálcio (toxinas KP1, KP4 e KP6 produzidas por vírus são conhecidas); estilbeno sintases; bibenzil sintases; quitinase, glucanase, proteínas PR e substâncias produzidas por micro-organismos, tal como peptídeos antibióticos, antibióticos tendo um anel heterocíclico e fatores de proteína (chamados genes resistentes a doenças de plantas e são descritos em WO 03/000906) envolvidos em resistência a doenças de plantas.
As plantas acima incluem aquelas fornecidas com características úteis, tal como componente de óleo reformado e teor de aminoácido intensificado, por meio de técnica de recombinação genética. As culturas são exemplificadas por VISTIVE® (soja com baixo teor de linolênicos com teor de ácido linolênico reduzido).
As plantas ainda incluem variedades empilhadas, que são fabricadas combinando-se as características herbicidas clássicas acima ou genes resistentes a herbicidas, genes resistentes a pragas inseticidas, genes de produção de substância antipatogênica, componente de óleo reformado e teor de aminoácido intensificado.
De acordo com o método para controlar plantas daninhas da presente invenção, as plantas daninhas no campo de soja ou algodão podem ser eficazmente controladas.
Exemplos de plantas daninhas, que podem ser controladas pelo método para controlar plantas daninhas da presente invenção, incluem: plantas daninhas pertencentes a Polygoneceae: Polygonum convolvulus, Polygonum lapathifolium, Polygonum pensylvanicum, Polygonum persicaria, Polygonum longisetum, Polygonum aviculare, Polygonum arenastrum, Polygonum cuspidatum, Rumex japonicus, Rumex crispus, Rumex obtusifolius, Rumex acetosa, plantas daninhas pertencentes a Portulaceceae: Portulaca oleracea, plantas daninhas pertencentes a Caryopnyllaceae: Stellaria media, Cerastium holosteoides, Cerastium glomeratum, Spergula arvensis, plantas daninhas pertencentes a Chenopodiaceae: Chenopodium album, Kochia scoparia, Salsola kali, Atriplex spp., plantas daninhas pertencentes a Amaranthaceae: Amaranthus retroflexus, Amaranthus viridis, Amaranthus lividus, Amaranthus spinosus, Amaranthus hybridus, Amaranthus palmeri, Amaranthus rudis, Amaranthus patulus, Amaranthus tuberculatos, Amaranthus blitoides, Altemanthera philoxeroides, Alternanthera sessilis, plantas daninhas pertencentes a Papaveraceae: Papaver rhoeas, plantas daninhas pertencentes a Brassicaceae: Raphanus raphanistrum, Sinapis arvensis, Capsella bursa-pastoris, Brassica juncea, Descurainia pinnata, Rorippa islandica, Roxippa sylvestrís, Thlaspi arvense, plantas daninhas pertencentes a Leguminosae: Aeschynomene indica, Sesbania exaltata, Cassia obtusifolia, Cassia occidentalis, Desmodium tortuosum, Trifolium repens, Pueraria lobata, Vicia angustifolia, plantas daninhas pertencentes a Oxalidaceae: Oxalis comiculata, Oxalis stríca, plantas daninhas pertencentes a Geraniaceae: Geranium carolinense, Exodium cicutaríum, plantas daninhas pertencentes a Euphorbiaceae: Euphorbia helioscopia, Eupnorbia maculata, Euphorbia humistrata, Euphorbia esula, Euphorbia heterophylla, Acalypha australis, plantas daninhas pertencentes a Malvaceae: Abutilon theophrasti, Sida spinosa, Hibiscus trionum, plantas daninhas pertencentes a Violaceae: Viola arvensis, Viola tricolor plantas daninhas pertencentes a Cucurbitaceae: Sicyos angulatus, Echinocystis lobata, plantas daninhas pertencentes a Lythraceae: Lythrum salicaria, plantas daninhas pertencentes a Apiaceae: Hydrocotyle Sibthorpioides, plantas daninhas pertencentes a Asclepiedeceae: Asclepias syriaca, Ampelamus albidus, plantas daninhas pertencentes a Rubiaceae: Galium aparine, Galium spurium var. echinospermon, Spermacoce latifolia, plantas daninhas pertencentes a Convolvulaceae: Ipomoea nil, Ipomoea hederacea, Ipomoea purpurea, Ipomoea hederaceavar var integriuscula, Ipomoea lacunosa, Ipomoea triloba, Ipomoea coccinea, Ipomoea quamoclit, Convolvulus arvensis, Calystegia hederacea, plantas daninhas pertencentes a Boraginaceae: Myosotis arvensis, plantas daninhas pertencentes a Lamiaceae: Lamium purpureum, Lamium amplexicaule, plantas daninhas pertencentes a Solanaceae: Datura stramonium, Solanum nigrum, Solanum americanum, Solanum ptycanthum, Solanum sarrachoides, Solanum rostratum, Solanum aculeatissimum, Solanum carolinense, Physalis angulata, Physalis subglabrata, Nicandra physaloides, plantas daninhas pertencentes a Scrophulariaceae: Verônica hederaefolia,
Verônica pérsica, Verônica arvensis, plantas daninhas pertencentes a Plantaginaceae: Plantago asiatica, plantas daninhas pertencentes a Asteraceae: Xanthium pensylvanicum, Xan12 thium occidentale, Helianthus annuus, Matrícaria chamomilla, Metricaría perforata, Chrysanthemum segetum, Matrícaria matricarioides, Artemisia princeps, Solidago altíssima, Taraxacum offícinale, Galinsoga ciliata, Senecio vulgaris, Conyza bonariensis, Conyza canadensis, Ambrosia artemisiaefolia, Ambrosia trifída, Bidens pilosa, Bidens frondosa, Cirsium arvense, Cirsium vulgare, Carduus nutans, Lactuca serriola, Sonchus asper, plantas daninhas pertencentes a Liliaceae: Allium canadense, Allium vineale, plantas daninhas pertencentes a Commelinaceae: Commelina communis, Commelina bengharensis, plantas daninhas pertencentes a: Poaceae Echinochloa crus-galli, Setaria viridis, Setaria faberi, Setaria glauca, Digitaria ciliaris, Digitaria sanguinalis, Eleusine indica, Poa annua, Alospecurus aequalis, Alopecurus myosuroides, Avena fatua, Sorghum halepense, Sorghum vulgare, Agropyron repens, Lolium multiflorum, Lolium perenne, Lolium rigidum, Bromus secalinus, Bromus tectorum, Hordeum jubatum, Aegilops cylindrica, Phalaris arundinacea, Phalaris minor, Apera spica-venti, Panicum dichotomiflorum, Penicum texanum, Brachiaria platyphylla, Cenchrus echinatus, Cenchrus pauciflorus, Eriochloa villosa, plantas daninhas pertencentes a Cyperaceae: Cyperus microiria, Cyperus iria, Cyperus rotundus, Cyperus esculentus, Kyllinga gracillima, plantas daninhas pertencentes a Equisetaceae: Equisetum arvense, Equisetum palustre e seus similares.
No método para controlar plantas daninhas da presente invenção, um ou mais tipos de outros produtos químicos agrícolas podem ser usados em combinação. Os exemplos de outros produtos químicos agrícolas incluem inseticidas, acaricidas, nematocidas, fungicidas, herbicidas, reguladores do crescimento de plantas e protetores.
Os exemplos de outros produtos químicos agrícolas incluem: inseticidas:
fention, fenitrotion, pirimifos-metil, diazion, quinalfos, isoxation, Piridafention, chlorpirifos-metil, vamidotion, malation, fentoato, dimetoato, disulfoton, monocrotofos, tetrachlorvinfos, chlorfenvinfos, propafos, acepato, criclorfon,
EPN, piraclorfos, carbarila, metolcarbe, isoprocarbe, BPMC, propoxur, XMC, carbofurano, carbosulfano, benfuracarbe, furatiocarbe, metomila, tiodicarbe, cicloprotrina, etofenprox, cartap, bensultap, tiociclam, buprofezina, tebufenozida, etiprole e piridalila.
acaricidas: hexitiazox, piridabeno, fenpiroximato, tebufenpirad, clorfenapir, etoxazol, pirimidifeno, e espirodiclofeno.
fungicidas: captano, IBP, EDDP, tolclofos-metil, benomila, carbendazim, tiofanato-metil, mepronila, flucolanila, tifluzamida, furametpir, tecloftalam, pencicuron, carpropemida, diclocimet, metalaxila, triflumizol, azaconazol, bromuconazol, ciproconazol, diclobutrazol, difenoconazol, diniconazol, diniconazolM, epoxiconazol, fenbuconazol, fluquinconazol, flusilazol, flutriafol, furconazol, furconazol-cis, hexaconazol, imibenconazol, ipconazol, metconazol, miclobutanil, penconazol, propiconezol, protioconazol, quinconazol, simeconazol, tebuconazol, tetraconazol, triadimefon, triadimenol, triticonazol, pefurazoato, procloraz, azoxistrobina, dimoxistrobina, fluoxastrobina, kresoximmetil, metominostrobina, orisastrobina, picoxistrobina, puraclostrobina, trifloxistrobina, validamicina A, blasticidina S, kasugamicina, polioxina, ftalida, probenazol, isoprotiolano, triciclazol, piroquilon, ferimzona, acibnzolar Smetil, diclomezina, ácido oxolínico, óxido de fenazina, TPN, e iprodiona. herbicidas: 2,4-D, 2,4-DB, MCPA, MCPB, mecoprop, mecoprop-P, diclorprop, diclorprop-P, bromoxinila, diclobenila, ioxinila, di-alato, butilato, trialato, fenmedifam, clorprofam, asulam, fenisofam, bentiocarbe, molinato, esprocarbe, piributicarbe, prosulfocarbe, orbencarbe, EPTC, dimepiperato, swep, propaclor, metazaclor, alaclor, acetoclor, metolaclor, S-metolaclor, butaclor, pretilaclor, tenilclor, aminociclopiraclor, trifluralina, pendimetalina, etalfluralina, benfluralina, prodiamina, simazina, atrazina, propazina, cianazina, ametrina, simetrina, dimetametrina, prometrina, indaziflam, triaziflam, metribuzina, hexazinona, isoxabeno, diflufenican, diuron, linuron, fluometuron, difenoxuron, metil-daimuron , isoproturon , isouron , tebutiuron, benztiazuron, metabenztiazuron, propanila, mefenacet, clomeprop, naproanilida, bromobutida, daimuron, cumiluron, etobenzanida, bentazon, tridifano, indanofano, amitrol, fenclorazol, clomazona, hidrazida maleica, piridato, cloridazon, norflurazon , bromacila, terbacila, oxaziclomefona, cinmetilina, benfuresato, cafenstrol, piritiobac, piritiobacsódio, piriminobac, piriminobac-metil, bispiribac, bispiribac-sódio, piribenzoxim, pirimisulfano, piriftalida, fantrazamida, dimetenamida, dimetenamida-P, ACN, bennzobiciclon, ditiopir, triclopir, tiazopir, aminopiralida, clopiralida, dalapon, clortiamida, amidosulfuron, azinsulfuron, bensulfuron, bensulfuronmetil, clorimuron, clorimuron-etil, ciclosulfamuron, etoxisulfuron,flazasulfuron,flucetosulfuron,flupirsulfuron, flupirsulfuron-metil-sódio, foramsulfuron, halosulfuron, halosulfuron-metil, imazosulfuron, mesosulfuron, masosulfuron-metil, nicosulfuron, ortosulfamuron, oxasulfuron, primisulfuron, primisulfuron-metil, propirisulfuron, pizazosulfuron, pirazosulfuron-etil, rimsiilfuron,sulfometuron,sulfometuron-metil, sulfosulfuron,trifloxisulfuron,clorsulfuron, cinosulfuron, etametsulfuron, etametsulfuronmetil, iodosulfuron, iodosulfuron-metil-sódio, metsulfuron, metsulfuron-metil, prosulfuron, tifensulfuron, tifensulfuron-metil, triasulfuron, tribenuron, tribenuron-metil, triflusulfuron, triiflusulfuron-metil, tritosulfuron, picolinafeno, baflubutamid, mesotriona, sulcotriona, tefuriltriona, tembotriona, isoxaclortol, isoxaflutol, benzofenap, pirasulfotol, pirazolinato, pirazoxifen, topramezona, flupoxam, amicarbazona, bencarbazona, flucarbazona, flucarbazona-sódio, ipfencarbazona, propoxicarbazona, propoxicarbazona-sódio, tiencarbazona, tiencarbazona-metil, cloransulam, cloransulam-metil, diclosulam, florasulam, flumetsulam, metosulam, penoxsulam, piroxsulam, imazametabenz, imazametabenz-metil, imazamox, imazamox-amônio, imazapic, imazapic-amônio, imazapir, imazaquin, imazetapir, clodinafop, clodinafop-propargil, cihalofop, cihalofop-butil, diclofop, diclofop-metil, fenoxaprop, fenoxaprop-etil, fenoxaprop-P, fenoxaprop-P-etil, fluazifop, fluazifop-butil, fluazifop-P, fluazifop-Pbutil, haloxifop, haloxifop-metil, haloxifop-P, haloxifop-P-metil, metamifop, propaquizafop, quizalofop, quizalofop-etil, quizalofop-P, quizalofop-P-etil, aloxidim, cletodim, setoxidim, tepraloxidim, tralcoxidim, pinoxaden, piroxasulfona, glifosato, glifosato-isopropilamina, qlifosato-trimetilsulfônio, glifosatoamônio, glifosato-diamônio, glifosato-sódio, glifosato-potássio, glufosinato, glufosinato-amônio, glufosinato-P, glufosinato-P-sódio, bialafos, anilofos, bensulida, butamifós, diflufenzopir, diflufenzepir-sódio, paraquat, e diquat.
Reguladores de crescimento de planta (componentes de ativação do regulador): himexazol, paclobutrazol, uniconazol, uniconazol-P, inabenfida, prohexadiona-cálcio, 1-metilciclopropeno, trinexapac, e giberelinas. protetores: benoxacor, cloquintocet, ciometrinila, ciprosulfamida, diclormid, diciclonon, dietolato, fenclorazol, fenclorim, flurazol, fluxofenim, furilazol, isoxadifeno, mefenpir, mefenato, anidrido naftálico e oxabetrinila.
Exemplos
A presente invenção será descrita especifica mente a título dos exemplos, mas ela não está limitada a estes exemplos.
Na seguinte descrição, ha significa hectare, em outras palavras, 10.000 m2.
Nos seguintes exemplos, a atividade herbicida foi avaliada pelos seguintes critérios de avaliação.
Critérios de Avaliação
A atividade herbicida foi avaliada pelos seguintes critérios. O escore é dividido em 0 a 100 com base na redução na biomassa aérea que é visualmente avaliada, comparando com as amostras comparativas nas quais a semeadura foi conduzida da mesma maneira da amostra de teste, exceto que nenhum produto químico foi aplicado. Quando a emergência ou crescimento das plantas daninhas de teste é quase ou completa mente a mesma da emergência ou crescimento nas amostras comparativas, o escore é 0, Quando as plantas daninhas de teste estão completamente mortas, ou a emergência ou crescimento das plantas daninhas é completamente suprimida, o escore é 100.
Exemplo 1
Um vaso plástico medindo 177 mm de diâmetro interno e 140 mm de altura foi preenchido com o solo, e sementes de soja, Porfu/aca oteracea, Amaranthus retroflexus e Spergula arvensis foram semeadas.
No dia de semeadura, uma quantidade predeterminada de uma formulação líquida de sal diglicolamina de dicamba (formulação líquida contendo 56,8% de sal diglicolamina de dicamba, fabricada por BASF Corporation sob a marca Clarity) e uma quantidade predeterminada de um pó mo16
Ihável granular de flumioxazina (pó molhável granular contendo 51% de flumioxazina, fabricado por Valent USA sob a marca Valor SX) foram misturados e a mistura foi diluída com água, Esta diluição em água foi uniformemente pulverizada sobre uma superfície do solo em cada quantidade mostrada na tabela 1 usando um pulverizador.
Para comparação, a semeadura foi conduzida da mesma maneira mencionada acima, exceto que a diluição em água não foí pulverizada.
Ambos os vasos com solos tratados e o vaso com solo não tratados foram localizados em uma estufa e, após 11 dias, cada atividade herbicida foí avaliada. Os resultados são mostrados na tabela 1.
Tabela 1
Quantidade de aplicação dos compostos de teste (g/ha) Avaliação da atividade contra plantas daninhas (Portuiaca oleracea, Amaranthus retrofíexus L. e Sperguta arvensis var. sativa).
Sal diglicolamina de dicamba Flumioxazina
6 1 80
6 10 100
60 1 95
60 10 100
Exemplo 2
Um vaso plástico medindo 177 mm de diâmetro interno e 140 mm de altura foi preenchido com o solo, as sementes de soja foram semeadas e o vaso plástico foi localizado em uma estufa. Após 3 dias, as sementes de Ipomoea hederacea foram semeadas no mesmo vaso e então localizadas em uma estufa.
Dez dias após a semeadura de soja, uma quantidade predeterminada de uma formulação líquida de sal diglicolamina de dicamba (formulação líquida contendo 56,8% de sal diglicolamina de dicamba, fabricada por BASF Corporation sob a marca Clarity) e uma quantidade predeterminada de um pó molhável granular de flumioxazina (pó molhável granular contendo 51% de flumioxazina, fabricado por Valent USA sob a marca Valor SX) foram misturados e a mistura foi diluída com água. Esta diluição em água foi uniformemente pulverizada sobre as plantas daninhas e em uma superfície do solo em cada quantidade mostrada na tabela 2 usando um pulverizador, Para comparação, a semeadura foi conduzida da mesma maneira mencionada acima, exceto que a diluição em água não foi pulverizada.
Ambos os vasos com solos tratados e o vaso com soio não tratados foram localizados em uma estufa e, após 4 dias, a atividade contra Ipomoea hederacea foi avaliada. Os resultados são mostrados na Tabela 2, Tabela 2
Quantidade de aplicação dos compostos de teste (g/ha) Avaliação contra ipomoea hederacea
Sal díglicolamina de dicamba Fiumioxazina
0,74 10 99
7,4 1 99
7,4 10 99
74 1 99
Exemplo 3
Um vaso plástico medindo 177 mm de diâmetro interno e 140 mm de altura foi preenchido com o solo, as sementes de algodão foram semeadas e o vaso plástico foi localizado em uma estufa. Após 3 dias, as sementes de Ipomoea hederacea foram semeadas no mesmo vaso e então localizadas em uma estufa.
Dez dias após a semeadura de algodão, uma quantidade predeterminada de uma formulação líquida de sal díglicolamina de dicamba (formulação líquida contendo 56,8% de sal díglicolamina de dicamba, fabricada por BASF Corporation sob a marca Clarity) e uma quantidade predeterminada de um pó molhável granular de fiumioxazina (pó molhável granular contendo 51% de fiumioxazina, fabricado por Valent USA sob a marca Valor SX) foram misturados e a mistura foi diluída com água. Esta diluição em água foi uniformemente pulverizada sobre as plantas daninhas e em uma superfície do solo em cada quantidade mostrada na tabela 3 usando um pulverizador. Para comparação, a semeadura foi conduzida da mesma maneira mencionada acima, exceto que a diluição em água não foi pulverizada.
Ambos os vasos com solos tratados e o vaso com solo não tratados foram localizados em uma estufa e, após 4 dias, a atividade contra
Ipomoea hederacea foi avaliada. Os resultados são mostrados na tabela 3.
Tabela 3
Τ8
Quantidade de aplicação dos compostos de teste (g/ha) Avaliação contra Ipomoea hederacea
Sal diglicolamina de dicamba Flumioxazina
0,74 10 99
7,4 1 99
7,4 10 99
74 1 99
O método da presente invenção é útil para controlar plantas da5 ninhas em um campo de soja ou de algodão.
1/1

Claims (4)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Método para controlar plantas daninhas em um campo de soja ou algodão, caracterizado pelo fato de que compreende a etapa de aplicar uma quantidade eficaz de flumioxazina e dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste às plantas daninhas ou no local onde elas estão para crescer, em que uma razão de peso de mistura de flumioxazina para dicamba ou um sal agricolamente aceitável deste é de 1:0,074 a 1:7,4.
  2. 2. Método para controlar plantas daninhas, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o campo de soja é para cultivar uma soja transgênica e em que o campo de algodão é para cultivar um algodão transgênico.
  3. 3. Método para controlar plantas daninhas, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o campo de soja é para cultivar uma soja transgênica resistente a herbicida e em que o campo de algodão é para cultivar um algodão transgênico resistente a herbicida.
  4. 4. Método para controlar plantas daninhas, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o campo de soja é para cultivar uma soja transgênica resistente a dicamba e onde o campo de algodão é para cultivar um algodão transgênico resistente a dicamba.
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