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BRPI1001721B1 - Method of control against weeds in a soybean or corn field - Google Patents

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BRPI1001721B1
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO DE CONTROLE CONTRA ERVAS DANINHAS EM UM CAMPO DE SOJA OU MILHO".
Campo da Invenção [001] A presente invenção refere-se a um método para controle de organismos nocivos, a saber, patógenos de planta e ervas daninhas.
ANTECEDENTES.......DA.INVENÇÃO
[002] Muitos compostos são conhecidos como ingredientes ativos de composições para controle de organismo nocivo tais como inseticidas, bactericidas ou herbicidas (Crop Protection Handbook, vol. 89 (2003), Patente U.S. No. 6077812 ou Crop Protection Handbook, vol. 95 (2009)).
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
[003] A presente invenção proporciona um método o qual mostra excelentes efeitos de controle sobre organismos nocivos em um campo de soja ou milho.
[004] A presente invenção refere-se aos seguintes. 1 um método de controle contra organismos nocivos em um campo de soja ou milho, o qual compreende aplicação de um ou mais compostos de inibição de PPO selecionados do grupo consistindo em flumioxazina, sulfentrazona, saflufenacila, oxyfluorfeno e 3-(4-cloro-6-fluoro-2-trifluorometilbenzimidazol-7-il)-1-metil-6-trifluorometil-2,4-(1H,3H) pirimidinadiona ao solo ou ervas daninhas no campo onde sementes de soja ou milho tenham sido plantadas ou onde as referidas sementes têm de ser plantadas, as referidas sementes sendo tratadas com um ou mais compostos de estrobilurina. 2 um método de controle contra organismos nocivos em um campo de soja ou milho, o qual compreende as etapas de: tratamento de sementes de soja ou milho com o composto de estrobilurina e tratamento do campo com um ou mais compostos inibidores de PPO selecionados do grupo consistindo em flumioxazina, sul-fentrazona, saflufenacila, oxyfluorfeno e 3-(4-cloro-6-fluoro-2-trifluorometilbenzimidazol-7-il)-1-metil-6-trifluorometil-2,4-(1H,3H)pirimidinadiona antes, em ou após plantio da semente de soja ou milho tratada com um ou mais compostos de estrobilurina. 3 o método de controle de acordo com 1 ou 2 da invenção, em que o composto de estrobilurina é kresoxim-metila azoxiestrobina, trifloxiestrobina, fluoxastrobina, picoxiestrobina, piraclostrobina, dimo-xiestrobina, pyribencarb, metominostrobina, orisastrobina, enestrobina, piraoxiestrobina e pirametostrobina. 4 o método de controle de acordo com 1 ou 2 da invenção, em que o composto de estrobilurina é piraclostrobina, azoxiestrobina, dimoxiestrobina ou trifloxiestrobina, 5 o método de controle de acordo com 1 ou 2 da invenção, em que o composto de estrobilurina é piraclostrobina, azoxiestrobina ou trifloxiestrobina. 6 o método de controle de acordo com 1 a 4 da invenção, em que o composto de inibição de PPO é flumioxazina, sulfentrazona ou saflufenacila. 7 o método de controle de acordo com 5 da invenção, em que o composto de inibição de PPO é flumioxazina. 8 o método de controle de acordo com qualquer um de 1 a 7 da invenção, em que o campo, antes de plantio da semente de soja ou milho tratada com o composto de estrobilurina é submetido à etapa de tratamento com o composto de inibição de PPO. 9 o método de controle de acordo com qualquer um de 1 a 7 da invenção, em que o campo, ao plantio da semente de soja ou milho tratada com o composto de estrobilurina é submetido à etapa de tratamento com o composto de inibição de PPO. 10 o método de controle de acordo com qualquer um de 1 a 7 da invenção, em que o campo, após plantio da semente de soja ou milho tratada com o composto de estrobilurina é submetido à etapa de tratamento com o composto de inibição de PPO. 11 o método de controle de acordo com qualquer um de 1 a 10 da invenção, em que os organismos nocivos são ervas daninhas. 12 o método de controle de acordo com qualquer um de 1 a 10 da invenção, em que os organismos nocivos são patógenos de planta. 13 o método de controle de acordo com qualquer um de 1 a 12 da invenção, em que o campo é um campo de soja e em que a semente de soja é tratada com o composto de estrobilurina. 14 o método de controle de acordo com qualquer um de 1 a 12 da invenção, em que o campo é um campo e em que a semente de milho é tratada com o composto de estrobilurina.
DESCRIÇÃO DETALHADA DE MODALIDADES
[005] O método para controle de organismos nocivos de acordo com a presente invenção inclui as etapas de: (1) tratamento de sementes de soja ou milho com um ou mais compostos de estrobilurina e (2) tratamento do campo com um ou mais compostos inibidores de PPO selecionados do grupo consistindo em flumioxazina, sul-fentrazona, safiufenacila, oxyfluorfeno e 3-(4-cloro-6-fl uoro-2-tr ifl u or om eti I ben zi m i d azo I -7- i I)-1 - meti l-6-tr ifl u o ro m eti I -2,4 - (1 H,3H}pirimidinadiona antes, em ou após as sementes de soja ou milho tratada com os compostos de estrobilurina terem sido plantadas no campo. (1) Etapa de tratamento de sementes de soja ou milho com um ou mais compostos de estrobilurina [006] Na presente invenção, a semente de soja e a semente de milho não estão particularmente limitadas, na medida em que elas pertençam a cultivares os quais são, em geral, cultivados como plantas de safra.
[007] Exemplos de tais cultivares de planta incluem aqueles aos quais resistência a herbicidas tenha sido conferida por meio de um método clássico de melhoramento, uma técnica de engenharia genética ou semelhante, tais herbicidas sendo um inibidor de dioxigenase de ácido 4-hidroxifenilpirúvico (aqui depois referido como HPPD) (por exemplo, isoxaflutol), um inibidor de sintase de acetolactato (aqui depois referido como ALS) (por exemplo, imazethapyr, thifensulfuron-metila), um inibidor de sintase de 5-enolpiruvilshikimato-3-fosfato (por exemplo, glifosato), um inibidor de sintase de glutamina (por exemplo, glufosinato), um inibidor de oxidase de protoporfirinogênio (por exemplo, flumioxazina), um herbicida do tipo auxina (por exemplo, 2,4-D, dicamba) ou bromoxinila.
[008] Exemplos da planta de safra à qual resistência a um herbicida tenha sido conferida por meio de um método clássico de melhoramento incluem milho o qual é resistente a um herbicida inibidor de ALS do tipo imidazolinona (por exemplo, imazethapyr) e o qual já esteja comercialmente disponível sob a marca comercial Clearfield (marca registrada). Tal planta de safra também inclui soja STS, a qual é resistente a um herbicida inibidor de ALS do tipo sulfonilureia, tal como thi-fensulfuron-metila. Similarmente, exemplos da planta de safra à qual resistência a um inibidor de carboxilase de acetil CoA, tal como um herbicida de oxima de triona ou ácido ariloxifenoxipropiônico tenha sido conferida por meio de um método clássico de melhoramento, incluem milho SR. Plantas de safra às quais resistência a um inibidor de carboxilase de acetil CoA tenha sido conferida são descritas em Proc. Natl. Acad. Sei. USA (1990), 87, 7175-7179.
[009] Exemplos da planta de safra à qual resistência a um herbicida tenha sido conferida por meio de uma técnica de engenharia genética incluem cultivares de milho e cultivares de soja, cada um tendo resistência ao glifosato e tais cultivares de milho e de soja já são vendidos sob as marcas comerciais de Roundup Ready (marca registrada), Agrisure(marca registrada) GT e semelhantes. Similarmente, tais plantas de safra às quais resistência a um herbicida tenha sido conferida por meio de uma técnica de engenharia genética incluem cultivares de milho e cultivares de soja, cada um tendo resistência ao glufo-sinato e eles já são vendidos sob a marca comercial LibertyLink (marca registrada) e semelhantes. Existem cultivares de milho e cultivares de soja os quais são resistentes tanto a inibidores de glifosato quanto ALS e eles são vendidos sob a marca comercial Optimum GAT (marca registrada).
[0010] Carboxilase de acetil CoA mutante, o qual é resistente a um inibidor de carboxilase de acetil CoA, foi reportado em Weed Science (2005) vol. 53, páginas 728-746 e uma planta de safra tendo resistência a um inibidor de carboxilase de acetil CoA pode ser produzida quando um gene que codifica a carboxilase de acetil CoA mutante é introduzido em uma planta de safra por meio de uma técnica de engenharia genética ou quando uma mutação relacionada à conferência de resistência é introduzida em um gene que codifica carboxilase de acetil CoA de uma planta de safra. Ainda, ácidos nucleicos para introdução de uma mutação por substituição de base podem ser introduzidos em células de uma planta de safra mediante quimeraplastia (Gura T., 1999, Repairing the Genome's Spelling Mistakes, Science 285: 316-318) para induzir a uma mutação por substituição de aminoácido sítio-dirigida no gene de carboxilase de acetil CoA ou no gene de ALS da planta de safra, pelo que uma planta de safra resistente a um inibidor de carboxilase de acetil CoA ou um inibidor de ALS pode ser produzi- da.
[0011] Uma planta de safra de soja resistente ao dicamba pode ser produzida por meio de introdução de um gene de enzima de degradação de dicamba, tal como mono-oxigenase de dicamba isolada de Pseudomonas maltophilia na planta (Behrens et ai, 2007 Dicamba Resistance: Enlarging and Preserving Biotechnology-Based Weed Management Strategies. Science 316; 1185-1188).
[0012] Uma planta de safra resistente tanto a um herbicida de fe-nóxi ácido (por exemplo, 2,4-D, MCPA, dichlorprop ou mecoprop) quanto um herbicida de ácido ariloxifenoxipropiônico (por exemplo, quizalofop, haloxyfop, fluazifop, dichlorfop, fenoxaprop, metamifop, cyhalofop ou clodinafop) pode ser produzida por meio de introdução de um gene que codifica uma dioxigenase de ariloxialcanoato (WO 05/107437, W0 07/053482, WO 08/141154).
[0013] Uma planta de safra resistente a inibidores de HPPD pode ser produzida por meio de introdução de um gene que codifica HPPD, a qual mostra resistência a inibidores de HPPD (US2004/0058427). Uma planta de safra resistente a inibidores de HPPD pode ser produzida por meio de introdução de genes que codificam enzimas as quais catalisam a síntese de homogentisato HPPD-independente (WO02/036787). Uma planta de safra resistente a inibidores de HPPD pode ser produzida por meio de introdução de um gene que codifica superexpressão de HPPD (W096/38567). Uma planta de safra resistente a inibidores de HPPD pode ser produzida por meio de introdução de um gene que codifica desidrogenase de prefenato para aumentar o fluxo de p-hidroxifenilpiruvato em uma planta superexpressando HPPD (Rippert P. et. al., 2004 Engineering plant shikimate pathway for pro-duction of tocotrienol and improving herbicide resistance. Plant Physiol. 134: 92-100).
[0014] Além disso, uma planta de safra resistente a herbicidas po- de ser produzida por meio de introdução de genes descritos nos documentos WO98/20144, WO02/46387 e US2005/0246800.
[0015] As plantas de safra descritas acima incluem aquelas às quais uma capacidade de produzir uma toxina seletiva, a qual é conhecida por ser produzida por Bacillus, tenha sido conferida por meio de uma técnica de engenharia genética. Exemplos da toxina a qual é produzida por tal planta de safra geneticamente manipulada incluem proteínas inseticidas derivadas de Bacillus cereus e Bacillus popilliae; δ-endotoxinas (por exemplo, CrylAb, CrylAc, Cry1F, Cry1Fa2, Cry2Ab, Cry3A, Cry3Bb1 e CrySC) e proteínas inseticidas (por exemplo, VIP 1, VIP 2, VIP 3 e VIP 3A), derivadas de Bacillus thuringiensis\ proteínas inseticidas derivadas de nematóides; toxinas produzidas por animais, tais como toxinas de escorpião, toxinas de aranha, toxinas de abelha e toxinas nervosas inseto-específicas; toxinas fúngicas; lectina de planta; aglutinina; inibidores de protease, tais como inibidores de tripsina, inibidores de protease de serina, inibidores de patatina, cista-tina e papaína; proteínas de inativação de ribossomo (RIP), tais como ricina, milho-RIP, abrina, lufina, saporina e briodina; enzimas que me-tabolizam esteroide, tais como oxidase de 3-hidroxiesteroide, ecdieste-roide-UDP-glucosiltransferase e oxidase de colesterol; inibidores de ecdisona; reductase de HMG-CoA; inibidores do canal de íons, tais como inibidores do canal de sódio e inibidores do canal de cálcio; hormônio juvenil esterase; receptores de hormônio diurético; sintase de estilbeno; sintase de bibenzila; quitinase; e glucanase; e semelhantes.
[0016] Além disso, a toxina inseticida a qual é expressa em tal planta de safra geneticamente manipulada também inclui toxinas híbridas de proteínas de δ-endotoxina, tais como CrylAb, CrylAc, Cry1F, Cry1Fa2, Cry2Ab, Cry3A, Cry3Bb1, Cry9C, Cry34Ab e Cry35Ab e proteínas inseticidas, tais como VIP 1, VIP 2, VIP 3 e VIP 3A e toxinas nas quais uma parte é deletada ou modificada. A toxina híbrida é feita combinando recentemente diferentes domínios das proteínas inseticidas com o uso de uma técnica de engenharia genética. CrylAb, na qual uma parte de uma sequência de aminoácido é deletada, é conhecida como um exemplo de tal toxina na qual uma parte é deletada. Um exemplo da toxina na qual uma parte é modificada é uma toxina na qual um ou mais dos aminoácidos de uma toxina que ocorre naturalmente são substituídos. A toxina inseticida e a planta de safra geneticamente manipulada tendo uma capacidade de sintetizar a toxina inseticida são descritas nos documentos EP-A-0374753, WO 93/07278, WO 95/34656, EP-A-0427529, EP-A-451878, WO 03/052073 e semelhantes. Tal toxina contida nessas plantas de safra geneticamente manipuladas confere resistência a uma planta, particularmente a uma peste coleóptera, a uma peste díptera ou a uma peste lepidóptera.
[0017] Além disso, plantas de safra geneticamente manipuladas as quais têm um ou mais genes de resistência à pestes e, desse modo, expressam uma ou mais toxinas inseticidas são também conhecidas e algumas delas estão comercialmente disponíveis. Exemplos de tais plantas de safra geneticamente manipuladas incluem YieldGard (marca registrada) (um cultivar de milho expressando toxina CrylAb), YieldGard Rootworm (marca registrada) (um cultivar de milho expressando toxina Cry3Bb1), YieldGard Plus (marca registrada) (um cultivar de milho expressando CrylAb e toxina Cry3Bb1s), Herculex I (marca registrada) (um cultivar de milho expressando toxina Cry1Fa2 e N-acetiltransferase de fosfinotricina (PAT) para conferir resistência ao glufosinato), NatureGard (marca registrada), Agrisure (marca registrada), GT Advantage (G21, um caráter de resistência ao glifosato), Agrisure (marca registrada), CB Advantage (Bt11, um caráter de resistência à broca do milho (Corn Borer - CB)), Protecta (marca registrada) e semelhantes.
[0018] Exemplos da planta usada na presente invenção incluem uma planta tal como soja tendo resistência a afídeo, a qual é conferida por meio de introdução, por exemplo, do gene Rag 1 (Gene 1 de Resistência a Afídeo).
[0019] As plantas de safra descritas acima também incluem aquelas às quais uma capacidade de produzir uma substância antipatógeno tendo uma ação seletiva tenha sido conferida por meio de uma técnica de engenharia genética. Os exemplos conhecidos de tal substância antipatógeno são proteínas PR (PRPs descritas nos documentos EP-A-0392225) e semelhantes. Essas substâncias antipatógeno e plantas de safra geneticamente manipuladas as quais produzem tais substâncias antipatógeno são descritas nos documentos EP-A-0392225, WO 95/33818, EP-A-0353191 e semelhantes. Exemplos das substâncias antipatógeno expressas nas plantas de safra geneticamente manipuladas incluem inibidores do canal de íons, tais como inibidores do canal de sódio e inibidores do canal de cálcio (toxinas KP1, KP4, KP6 produzidas por vírus são conhecidas); sintase de estilbeno; sintase de bibenzila; quitinase; glucanase; proteínas PR; e substâncias antipatógeno produzidas por microorganismos, tais como antibióticos peptídi-cos, antibióticos contendo heterociclo e fatores de proteína envolvidos na resistência da planta à doenças (referidos como genes de resistência a doenças de planta e descritos no documento WO 03/000906).
[0020] As plantas de safra descritas acima incluem aquelas às quais um caráter benéfico, tal como um componente oleoso modificado ou um teor de aminoácido intensificado, tenha sido conferido por meio de uma técnica de engenharia genética. Exemplos de tais plantas de safra incluem VISTIVE (marca registrada) (soja com baixo teor de ácido linolênico, a qual tem um teor reduzido de ácido linolênico) e milho com alto teor de lisina (alto teor de óleo) (milho o qual tem um teor aumentado de lisina ou óleo).
[0021] Além disso, as plantas de safra descritas acima incluem plantas "compostas", as quais têm uma combinação de dois ou mais dos traços benéficos, tais como o traço de resistência a herbicida clássico descrito acima ou um gene de resistência a herbicida, um gene de resistência a um inseticida, uma peste, um gene que produz substância antipatógeno, um componente oleoso modificado e um teor de aminoácido intensificado.
[0022] Nessa etapa, um ou mais tipos de o composto de estrobilu-rina podem ser usados.
[0023] O composto de estrobilurina é também denominado um composto Qol e, usualmente, exibe atividade de controle de doença de planta atuando no sítio Qo de um complexo de transporte de elétrons mitocondrial de fungos filamentosos.
[0024] O composto de estrobilurina é, de preferência, um composto selecionado do grupo consistindo em kresoxim-metila azoxiestrobi-na, trifloxiestrobina, fluoxastrobina, picoxiestrobina, piraclostrobina, dimoxiestrobina, pyribencarb, metominostrobina, orisastrobina, enes-trobina, piraoxiestrobina e pirametostrobina, mais preferivelmente piraclostrobina, azoxiestrobina, dimoxiestrobina ou trifloxiestrobina, ainda de preferência piraclostrobina, azoxiestrobina ou trifloxiestrobina.
[0025] Na etapa de tratamento de sementes de soja ou milho com o composto de estrobilurina, o composto de estrobilurina é usualmente misturado com um veículo sólido ou um veículo líquido, formulado com a adição opcional de um agente auxiliar para formulação, tal como tensoativos e, então, usado. O composto de estrobilurina pode ser formulado por meio de métodos convencionais. Exemplos dos veículos sólidos, veículos líquidos e agentes auxiliares incluem aqueles que são, em geral, usados para a formulação.
[0026] A dosagem de o composto de estrobilurina usada para tratamento de sementes de soja ou milho está, usualmente, na faixa de 0,001 a 40 g por 1 kg de sementes, de preferência 0,01 a 10 g por 1 kg de sementes. Exemplos do método para aplicação de o composto de estrobilurina à sementes de planta incluem, por exemplo, um método de sujeição das sementes a revestimento por pulverização com uma formulação contendo o composto de estrobilurina, um método de imersão das sementes em uma formulação contendo a o composto de estrobilurina e um método de revestimento das sementes com um veículo contendo o composto de estrobilurina.
[0027] No método de imersão das sementes em uma formulação contendo o composto de estrobilurina, a concentração do composto de estrobilurina na formulação é, de preferência, 10 a 700000 ppm, mais preferivelmente 100 a 100000 ppm. (2) Etapa de tratamento do campo com um ou mais inibidores de PPO antes, em ou após as sementes de soja ou milho tratadas com o composto de estrobilurina serem plantadas no campo [0028] O composto inibidor de PPO é um composto herbicida o qual inibe a oxidase de protoporfilinogênio IX (EC1-3-3.4) localizado sobre uma via de síntese de clorofila em plastídeos de planta, desse modo, causando murchamento e morte da planta.
[0029] O composto inibidor de PPO da presente invenção é selecionado do grupo consistindo em flumioxazina, sulfentrazona, saflufe-nacila, oxyfluorfeno e 3-(4-cloro-6-fluoro-2-trifluorometilbenzimidazol-7-il)-1-metil-6-trifluorometil-2,4-(1H,3H)pirimidinadiona e, de preferência, flumioxazina, sulfentrazona ou saflufenacila e, mais preferivelmente, flumioxazina. Quando piraclostrobina, azoxiestrobina ou trifloxiestrobi-na é usada como os compostos de estrobilurina, flumioxazina é particularmente aplicada ao método da presente invenção.
[0030] Nessa etapa, um ou mais tipos de compostos inibidores de PPO podem ser usados.
[0031] Na etapa de tratamento do campo com o composto inibidor de PPO, tal composto inibidor de PPO é usualmente misturado com um veículo sólido ou um veículo líquido, formulado com a adição opcional de um agente auxiliar para formulação, tal como tensoativos e, então, usado. Compostos inibidores de PPO podem ser formulados por meio de métodos convencionais. Exemplos dos veículos sólidos, veículos líquidos e agentes auxiliares incluem aqueles que são, em geral, usados para a formulação.
[0032] Exemplos do método de tratamento do campo com um composto inibidor de PPO incluem um método de aplicação de um composto inibidor de PPO ao solo do campo e um método de aplicação de um composto inibidor de PPO às ervas daninhas após sua germinação.
[0033] A dosagem do composto inibidor de PPO usada nessa etapa é, usualmente, de 5 a 2000 g, de preferência 5 a 500 g por 10.000 m2. Na etapa, um adjuvante pode ser misturado no momento de tal tratamento com o composto inibidor de PPO.
[0034] As sementes de soja ou milho as quais tenham sido tratadas com um ou mais compostos de estrobilurina são plantadas em um campo por meio de um método convencional. No método para controle de organismos nocivos de acordo com a presente invenção, o composto inibidor de PPO pode ser aplicado antes de plantio de sementes de soja ou milho, pode ser aplicado ao plantio de sementes de soja ou milho ou pode ser aplicado após plantio de sementes de soja ou milho.
[0035] No caso onde o composto inibidor de PPO é aplicado antes de plantio de sementes de soja ou milho, o composto inibidor de PPO é aplicado 50 dias antes a imediatamente antes de plantio, de preferência 30 dias antes a imediatamente antes de plantio, mais preferivelmente 20 dias antes a imediatamente antes de plantio.
[0036] No caso onde o composto inibidor de PPO é aplicado ao plantio de sementes de soja ou milho, o composto inibidor de PPO é aplicado no momento de plantio.
[0037] No caso onde o composto inibidor de PPO é aplicado após plantio de sementes de soja ou milho, o composto inibidor de PPO é aplicado, de preferência, imediatamente após a 50 dias após o plantio, mais preferivelmente imediatamente após a 3 dias após o plantio. O tempo de tratamento concreto no tratamento com o composto inibidor de PPO após plantio de sementes de soja inclui, por exemplo, o momento a partir da pré-emergência de soja até o momento de floração. O momento a partir da pré-emergência de soja até o momento de floração é, de preferência, o momento a partir da pré-emergência de soja até um estágio de 6 folhas compostas e, mais preferivelmente, o momento a partir da pré-emergência de soja até um estágio de 3 folhas compostas.O tempo de tratamento concreto no tratamento com o composto inibidor de PPO após plantio de sementes de milho inclui o momento a partir da pré-emergência de milho até o estágio de 12 folhas, de preferência o momento a partir da pré-emergência de milho até o estágio de 8 folhas e, mais preferivelmente, o momento a partir da pré-emergência de milho até o estágio de 6 folhas. A idade da folha de milho é determinada por meio do método de colar da folha.
[0038] Na presente invenção, os compostos inibidores de PPO mencionados acima são, de preferência, aplicados ao solo ou ervas daninhas no campo onde sementes de soja ou milho tratadas com um ou mais compostos de estrobilurina tenham sido plantadas ou onde as sementes têm de ser plantadas. Uma modalidade da presente invenção é um método de controle contra organismos nocivos em um campo de soja ou milho, o qual compreende aplicação de um ou mais compostos de inibição de PPO selecionados do grupo consistindo de flumioxazina, sulfentrazona, saflufenacila, oxyfluorfeno e 3-(4-cloro-6-fluoro-2-trifluorometilbenzimidazol-7-il)-1-metil-6-trifluorometil-2,4- (1 H,3H)pirimidinadiona ao solo ou ervas daninhas no campo onde sementes de soja ou milho tenham sido plantadas ou onde as sementes têm de ser plantadas, as referidas sementes sendo tratadas com um ou mais compostos de estrobilurina selecionados do grupo consistindo em kresoxim-metila, azoxiestrobina, trifloxiestrobina, fluoxastrobina, picoxiestrobina, piraclostrobina, dimoxiestrobina, pyribencarb, metomi-nostrobina, orisastrobina, enestrobina, piraoxiestrobina e pirametostro-bina.
[0039] De acordo com o método para controle de organismos nocivos da presente invenção, ervas daninhas no campo de soja ou milho podem ser controladas.
[0040] Exemplos de tais ervas daninhas incluem os seguintes.
[0041] Ervas daninhas Polygonaceae: Polygonum convolvulus, Polygonum lapathifolium, Polygonum pensylvanicum, Polygonum per-sicaria, Polygonum longisetum, Polygonum aviculare, Polygonum are-nastrum, Polygonum cuspidatum, Rumex japonicus, Rumex crispus, Rumex obtusifolius, Rumex acetosa.
[0042] Ervas daninhas Portulaceae: Portulaca oleracea.
[0043] Ervas daninhas Caryophyllaceae: Stellaria media, Ceras-tium holosteoides, Cerastium glomeratum, Spergula arvensis.
[0044] Ervas daninhas Chenopodiaceae: Chenopodium album, Kochia scoparia, Salsola kali, Atriplex spp.
[0045] Ervas daninhas Amaranthaceae: Amaranthus retroflexus, Amaranthus viridis, Amaranthus lividus, Amaranthus spinosus, Amaranthus hybridus, Amaranthus palmeri, Amaranthus rudis, Amaranthus patulus, Amaranthus tuberculatos, Amaranthus blitoides, Alternanthera philoxeroides, Alternanthera sessilis.
[0046] Ervas daninhas Papaveraceae: Papaver rhoeas.
[0047] Ervas daninhas Cruciferae: Raphanus raphanistrum, Si-napis arvensis, Capsella bursa-pastoris, Brassica juncea, Descurainia pinnata, Rorippa islandica, Rorippa sylvestris, Thlaspi arvense.
[0048] Ervas daninhas Leguminosae: Aeschynomene indica, Ses-bania exaltata, Cassia obtusifolia, Cassia occidentals, Desmodium tortuosa m, Trifolium repens, Pueraria lobata, Vicia angustifolia.
[0049] Ervas daninhas Oxalidaceae: Oxalis corniculata, Oxalis stri-ca.
[0050] Ervas daninhas Geraniaceae: Geranium carolinense, Erodi-um cicutarium.
[0051] Ervas daninhas Euphorbiaceae: Euphorbia helioscopia, Euphorbia maculata, Euphorbia humistrata, Euphorbia esula, Euphorbia heterophylla, Acalypha australis.
[0052] Ervas daninhas Malvaceae: Abutilon theophrasti, Sida spi-nosa, Hibiscus trionum.
[0053] Ervas daninhas Violaceae: Viola arvensis, Viola tricolor.
[0054] Ervas daninhas Cucurbitaceae: Sicyos angulatus, Echino-cystis lobata.
[0055] Ervas daninhas Lythraceae: Lythrum salicaria.
[0056] Ervas daninhas Apiaceae: Hydrocotyle sibthorpioides.
[0057] Ervas daninhas Asclepiadaceae: Asclepias syriaca, Ampe-lamus albidus.
[0058] Ervas daninhas Rubiaceae: Galium aparine, Galium spu-rium var. echinospermon, Spermacoce latifolia.
[0059] Ervas daninhas Convolvulaceae: Ipomoea nil, Ipomoea he-deracea, Ipomoea purpurea, Ipomoea hederacea var. integriuscula, Ipomoea lacunosa, Ipomoea triloba, Ipomoea coccinea, Ipomoea qua-moclit, Convolvulus arvensis, Calystegia hederacea.
[0060] Ervas daninhas Boraginaceae: Myosotis arvensis.
[0061] Ervas daninhas Lamiaceae: Lamium purpureum, Lamium amplexicaule.
[0062] Ervas daninhas Solanaceae: Datura stramonium, Solanum nigrum, Solanum americanum, Solanum ptycanthum, Solanum sarra-choides, Solanum rostratum, Solanum aculeatissimum, Solanum caro-linense, Physalis angulata, Physalis subglabrata, Nicandra physaloi-des.
[0063] Ervas daninhas Scrophulariaceae: Verônica hederaefolia, Verônica pérsica, Verônica arvensis.
[0064] Ervas daninhas Plantaginaceae: Plantago asiatica.
[0065] Ervas daninhas Compositae: Xanthium pensylvanicum, Xanthium occidentale, Helianthus annuus, Matricaria chamomilla, Ma-tricaria perforata, Chrysanthemum segetum, Matricaria matricarioides, Artemisia princeps, Solidago altíssima, Taraxacum officinale, Galinso-ga ciliata, Senecio vulgaris, Conyza bonariensis, Conyza canadensis, fimbrosia arteinisiaefolia, Ambrosia trifida, Bidens pilosa, Bidens frondosa, Cirsium arvense, Cirsium vulgare, Carduus nutans, Lactuca ser-riola, Sonchus asper.
[0066] Ervas daninhas Liliaceae: Allium canadense, Allium vineale.
[0067] Ervas daninhas Commelinaceae: Commelina communis, Commelina bengharensis.
[0068] Ervas daninhas Poaceae: Echinochloa crus-galli, Setaria viridis, Setaria faberi, Setaria glauca, Digitaria ciliaris, Digitaria sangui-nalis, Eleusine indica, Poa annua, Alospecurus aequalis, Alopecurus myosuroides, Avena fatua, Sorghum halepense, Sorghum vulgare, Agropyron repens, Lolium multiflorum, Lolium perenne, Lolium rigidum, Bromus secalinus, Bromus tectorum, Hordeum jubatum, Aegilops cylindrica, Phalaris arundinacea, Phalaris minor, Apera spica-venti, Panicum dichotomiflorum, Panicum texanum, Brachiaria platyphylla, Cenchrus echinatus, Cenchrus pauciflorus, Eriochloa villosa.
[0069] Ervas daninhas Cyperaceae: Cyperus microiria, Cyperus iria, Cyperus rotundus, Cyperus esculentus, Kyllinga gracillima.
[0070] Ervas daninhas Equisetaceae: Equisetum arvense, Equise- tum palustre e semelhantes..
[0071] O método da presente invenção pode controlar patógenos de planta, tais como os seguintes: [0072] Patógenos de planta que infectam soja, tais como Cercos-pora kikuchii, Elsinoe glycines, Diaporthe phaseolorum var. sojae, Sep-toria glycines, Cercospora sojina, Phakopsora pachyrhizi, Phytophtho-ra sojae, Rhizoctonia solani, Sclerotinia sclerotiorum.
[0073] Patógenos de planta que infectam milho, tais como Ustilago maydis, Cochliobolus heterostrophus, Gloeocercospora sorghi, Pucci-nia polysora, Cercospora zeae-maydis, Rhizoctonia solani.
[0074] Patógenos de planta que infectam sementes de soja ou milho ou as plantas soja ou milho em um estágio precoce, tais como As-pergillus, Penicillium, Fusarium, Gibberella, Tricoderma, Thielaviopsis, Rhizopus, Mucor, Corticium, Phoma, Rhizoctonia, Diplodia.
[0075] No método para controle de organismos nocivos de acordo com a presente invenção, um ou mais de outros produtos químicos agrícolas podem ser usados em combinação. Esses outros produtos químicos agrícolas incluem, por exemplo, inseticidas, acaricidas, ne-maticidas, fungicidas, herbicidas, reguladores do crescimento de planta e protetores de safra.
[0076] Exemplos desses outros produtos químicos agrícolas incluem os seguintes.
[0077] Inseticidas: fentiona, fenitrotiona, pirimiphos-metila, diazi-nona, quinalphos, isoxationa, Piridafentiona, chlorpyrifos-metila, vami-dotiona, malationa, fentoato, dimetoato, dissulfoton, monocrotophos, tetrachlorvinphos, chlorfenvinphos, propaphos, acefato, trichlorphon, EPN, pyraclorfos, carbarila, metolcarb, isoprocarb, BPMC, propoxur, XMC, carbofurano, carbosulfan, benfuracarb, furathiocarb, metomila, thiodicarb, cicloprotrina, ethofenprox, cartap, bensultap, tiociclame, buprofezina, tebufenozida, etiprola e piridalila.
[0078] Acaricidas: hexythiazox, piridabeno, fenpiroximato, tebufen-pyrad, chlorfenapyr, etoxazol, pirimidifeno e espirodiclofeno.
[0079] Nematicidas: fostiazato.
[0080] Fungicidas: captano, IBP, EDDP, tolclofos-metila, benomila, carbendazima, tiofanato-metila, mepronila, flutolanila, thifluzamid, fu-rametpyr, teclofthalam, pencycuron, carpropamid, diclocymet, metala-xil, triflumizol, azaconazol, bromuconazol, ciproconazol, diclobutrazol, difenoconazol, diniconazol, Mdiniconazol-M, epoxiconazol, fenbucona-zol, fluquinconazol, flusilazol, flutriafol, furconazol, furconazol-cis, he-xaconazol, imibenconazol, ipconazol, metconazol, miclobutanila, pen-conazol, propiconazol, protioconazol, quinconazol, simeconazol, tebu-conazol, tetraconazol, triadimefon, triadimenol, triticonazol, pefurazoa-to, prochloraz, azoxiestrobina, dimoxiestrobina, fluoxastrobina, kreso-xim-metila, metominostrobina, orisastrobina, picoxiestrobina, piraclos-trobina, trifloxiestrobina, validamicina A, blasticidina S, kasugamicina, polioxina, ftalida, probenazol, isoprotiolano, triciclazol, pyroquilon, fe-rinzona, acibnzolar S-metila, diclomezina, ácido oxolínico, óxido de fe-nazina, TPN e iprodiona.
[0081] Herbicidas: dicamba, 2,4-D, 2,4-DB, MCPA, MCPB, meco-prop, Pmecoprop-P, dichlorprop, Pdiehlorprop-P, bromoxinila, diclobe-nila, ioxinila, di-alato, butilato, tri-alato, phenmedipham, chlorpropham, asulam, phenisopham, benthiocarb, molinato, esprocarb, pyributicarb, prossulfocarb, orbencarb, EPTC, dimepiperato, swep, propachlor, me-tazachlor, alachlor, acetochlor, metolachlor, S-metolachlor, butachlor, pretilachlor, thenylchlor, aminocyclopyrachlor, trifluralina, pendimetali-na, etalfluralina, benfluralina, prodiamina, simazina, atrazina, propazi-na, cianazina, ametrina, simetrina, dimetmetrina, prometrina, indazi-flam, triaziflam, metribuzina, hexazinona, isoxabeno, diflufenican, diu-ron, linuron, fluometuron, difenoxuron, metil-daimuron, isoproturon, isouron, tebuthiuron, benzthiazuron, methabenzthiazuron, propanila, mefenacet, clomeprop, naproanilida, bromobutida, daimuron, cumylu-ron, diflufenzopyr, etobenzanid, bentazon, tridifano, indanofano, ami-trol, fenclorazol, clomazona, hidrazida maleica, piridato, chloridazon, norflurazon, bromacila, terbacila, oxazidometona, cinmetilina, benfure-sato, cafanstrola, pyrithiobac, pyrithiobac-sódio, pyriminobac, pyrimi-nobac-metila, bispyribac, bispyribac-sódio, piribenzoxima, pyrimisulfan, pyriftalid, fentrazamida, dimethenamid, dimethenamid-P, ACN, benn-zobicyclon, dithiopyr, triclopyr, thiazopyr, aminopiralida, clopiralida, da-lapon, clortiamida, amidossulfuron, azimsulfuron, bensulfuron, bensul-luron-metila, chlorimuron, chlorimuron-etila, cyclossulfamuron, ethoxysulfuron, flazassulfuron, flucetossulfuron, flupyrsulfuron, flupyr-sulfuron-metila-sódio, foramsulfuron, halossulfuron, halossulfuron-metila, imazossulfuron, mesossulfuron, mesossulfuron-metila, nicossul-furon, orthossulfamuron, oxassulfuron, primissulfuron, primissulfuron-metila, propyrissulfuron, pyrazossulfuron, pyrazossulfuron-etila, rimsul-furon, sulfometuron, sulfometuron-metila, sulfossulfuron, trifloxyssulfu-ronr chlorsulfuron, cinossulfuron, ethametsulfuron, ethametsulfuron-metila, iodossulfuron, iodosulfuron-metila-sódio, metsulfuron, metsulfu-ron-metila, prossulfuron, thifensulfuron, thifensulfuron-metila, triassulfu-ron, tribenuron, tribenuron-metila, triflussulfuron, triflussulfuron-metila, tritossulfuron, picolinafeno, beflubutamid, mesotriona, sulcotriona, tefu-riltriona, tembotriona, isoxaclortola, isoxaflutol, benzofenap, pirasulfo-tol, pirazolinato, pirazoxifeno, topramezona, flupoxam, amicarbazona, bencarbazona, flucarbazona, flucarbazona-sódio, ipfencarbazona, pro-poxicarbazona, propoxicarbazona-sódio, tiencarbazona, tiencarbazo-na-metila, cloransulam, cloransulam-metila, diclossulam, florassulam, flumetsulam, metosulam, penoxsulam, pyroxsulam, imazamethabenz, imazamethabenz-metila, imazamox, imazamox-amônio, imazapic, imazapic-amônio, imazapyr, imazaquin, imazethapyr, clodinafop, clodi-nafop-propargila, cyhalofop, cyhalofop-butila, diclofop, diclofop-metila, fenoxaprop, fenoxaprop-etila, fenoxaprop-P, fenoxaprop-P-etila, fluazi-fop, fluazifop-butila, fluazifop-P, fluazifop-P-butila, haloxyfop, ha-loxyfop-metila, haloxyfop-P, haloxyfop-P-metila, metamifop, propaqui-zafop, quizalofop, quizalofop-etila, quizalofop-P, quizalofop-P-etila, aloxidim, cletodim, setoxidim, tepraloxidim, trialcoxidim, pinoxaden, pi-roxassulfona, glifosato, glifosato-isopropilamina, g I ifosato-tri m eti I-sulfônio, glifosato-amônio, glifosato-diamônio, glifosato-sódio, glifosa-to-potássio, glufosinato, glufosinato-amônio, glufosinato-P, glufosinato-P-sódio, bialafos, anilofos, bensulida, butamifos, paraquat e diquat.
[0082] Reguladores do crescimento de planta: hymexazol, paclo-butrazol, uniconazol, uniconazol-P, inabenfida, prohexadiona-cálcio, 1-metilciclopropeno, trinexapac e giberelinas.
[0083] Protetores de safra: benoxacor, cloquintocet, ciometrinila, ciprosulfamida, dichlormid, dicyclonon, dietolato, fenclorazol, fenclorim, flurazol, fluxofenim, furilazol, isoxadifeno, mefenpyr, mefenato, anidrido naftálico e oxabetrinila.
Exemplos [0084] A presente invenção será ilustrada por meio dos exemplos a seguir, mas a presente invenção não está limitada a esses exemplos. Além disso, ha, nas descrições a seguir, significa hectare, isto é, 10.000 m2.
[0085] Primeiramente, o critério de avaliação para atividade herbicida descrita nos exemplos a seguir, é mostrado.
Atividade herbicida [0086] O efeito herbicida é avaliado usando uma escala de 0 a 100, em que um escore de "0" significa que não há ou há pouca diferença no grau de germinação ou crescimento nas ervas daninhas de teste entre ervas daninhas tratadas e ervas daninhas não tratadas no momento de observação e um escore de "100" significa que as ervas daninhas de teste resultam em murchamento completo e morte ou sua germinação ou crescimento é completamente inibido.
Exemplo 1 [0087] Em um copo plástico medindo 65 mm de diâmetro interno e 75 mm de altura, 4,8 mg de um concentrado emulsificável de piraclos-trobina (concentrado emulsificável contendo piraclostrobina a 23,8%, fabricado pela BASF sob a marca comercial Comet) e 12 sementes de soja foram colocados. O concentrado emulsificável de piraclostrobina foi aderido às sementes de soja agitando esse copo manualmente. Do mesmo modo, 13,2 mg do concentrado emulsificável de piraclostrobina foram aderidos às sementes de soja. Do mesmo modo, 4,8 mg de uma suspensão de azoxiestrobina (concentrado emulsificável contendo azoxiestrobina a 22,9%, fabricado pela Syngenta sob a marca comercial Amistar) foram aderidos às sementes de soja- Do mesmo modo, 20,4 mg de um suspensão de azoxiestrobina foram aderidos às sementes de soja.
[0088] Uma solução diluída em água de um pó umedecível granu-lar de trifloxiestrobina (2,6%) foi preparado mediante a adição de 52 mg de um pó umedecível granular de trifloxiestrobina (pó umedecível granular contendo trifloxiestrobina a 50%, fabricado pela Bayer Crop Science Inc. sob a marca comercial Flint) a 1 mL de água dessaliniza-da. 51,6 mg dessa solução diluída em água e 12 sementes de soja foram colocados no copo plástico. A solução diluída em água de trifloxiestrobina foi aderida às sementes de soja agitando esse copo plástico manualmente. Do mesmo modo, 199,2 mg da solução diluída em água de trifloxiestrobina foram aderidos às sementes de soja.
[0089] Um vaso de plástico medindo 194 mm de diâmetro interno e 17 6 mm de altura foi enchido com o solo. Nesse vaso, 2 sementes de soja foram plantadas por 1 vaso e 10 sementes de Ipomoea hede-racea var. integriuscula e Senna obtusifolia foram plantadas por 1 vaso. No dia de plantio das sementes de soja, após plantio da semente de soja, um grânulo de flumioxazina (grânulo contendo flumioxazina a 0,25%, fabricado pela Valent USA Corporation sob a marca comercial BroadStar) foi uniforme mente disperso sobre a superfície do solo na quantidade descrita nas Tabelas 19 a 21 manualmente.
[0090] Doze dias após plantio das sementes de soja, Ipomoea he-deracea var, integriuscuía e Senna obtusifolia, a atividade herbicida foi examinada.
[0091] A atividade herbicida é mostrada nas Tabelas 1 a 3.
Tabela 1 Tabela 2 Tabela 3 Exemplo 2 [0092] Em um recipiente de vidro medindo 60 mm de diâmetro interno e 20 mm de altura, 8 mg de um concentrado emulsificável de pi-raclostrobina (concentrado emulsificável contendo piraclostrobina a 23,8%, fabricado pela BASF sob a marca comercial Comet) e 25 sementes de milho foram colocados. Após tampar com um recipiente de vidro, o concentrado emulsificável de piraclostrobina foi aderido às sementes de milho agitando o recipiente de vidro manualmente. Do mesmo modo, 22 mg do concentrado emulsificável de piraclostrobina foram aderidos às sementes de milho.
[0093] Um vaso de plástico medindo 194 mm de diâmetro interno e 176 mm de altura foi enchido com o solo. Nesse vaso, 2 sementes de milho foram plantadas por 1 vaso e 10 sementes de Ipomoea iacu-nosa foram plantadas por 1 vaso. No dia de plantio das sementes de milho, após plantio das sementes de milho, uma solução diluída em água (24,5 mg de produto/litro) de um pó umedecível granular de flu-mioxazina (pó umedecível granular contendo flumioxazina a 51%, fabricado pela Valent USA Corporation sob a marca comercial Valor SX), uma solução diluída em água (66,7 mg de produto/litro) de um pó umedecível granular de sulfentrazona (pó umedecível granular con- tendo sulfentrazona a 75%, fabricado pela FMC Corporation sob a marca comercial Cover), uma solução diluída em água (15 mg/litro) de saflufenacila e uma solução diluída em água (100 mg/litro) de oxyfluor-feno foram uniformemente pulverizadas sobre a superfície do solo em cada quantidade descrita nas Tabelas 22 a 25, usando um pulverizador. As soluções diluídas em água de saflufenacila e oxyfluorfeno foram preparadas dissolvendo cada quantidade predeterminada de saflufenacila e oxyfluorfeno em acetona contendo Tween 20 a 2% (pe-so/v) e diluindo cada solução com água, de modo a ajustar a concentração de acetona para 10% em volume.
[0094] Doze dias após plantio das sementes de milho e Ipomoea íacunosa, a atividade herbicida foi examinada.
[0095] A atividade herbicida é mostrada nas Tabelas 4 a 7.
Tabela 4 Tabela 5 Tabela 6 Tabela 7 Exemplo 3 [0096] Píraclostrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, 3-(4-cloro-6-fluoro-2-trifluorometilbenzimidazol-7-il)-q-metil-6-trifluorometil- 2,4-(1 H,3H)pirimidinadiona é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[0097] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 4 [0098] Azoxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, sul-fentrazona é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[0099] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 5 [00100] Azoxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio de, saflufenacila é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00101] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 6 [00102] Azoxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, oxyfluorfeno é uniformemente aplicado à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00103] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 7 [00104] Azoxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, 3-(4-cloro-6-fluoro-2-trifluorometilbenzimidazol-7-il)-1-metil-6-trifluorometil- 2,4-(1 H,3H)pirimidinadiona é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa, [00105] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 8 [00106] Dimoxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, flu-mioxazina é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00107] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle con- tra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 9 [00108] Dimoxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, sul-fentrazona é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00109] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 10 [00110] Dimoxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, saflu-fenacila é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00111] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 11 [00112] Dimoxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, oxyfluorfeno é uniformemente aplicado à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00113] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 12 [00114] Dimoxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas, No dia de plantio, 3-(4-cloro-6-fluoro-2-trifluorometilbenzimidazol-7-il)-1-metil-6-trifluorometil- 2,4-(1 H,3H)pirimidinadiona é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00115] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado, Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 13 [00116] Trifloxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, sul-fentrazona é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00117] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 14 [00118] Trifloxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, saflu-fenacila é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00119] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado, Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 15 [00120] Trifloxiestrobina é presa a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, oxyfluorfeno é uniformemente aplicado à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00121] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 16 [00122] Trifloxiestrobina é preso a sementes de soja e sementes de milho. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, 3-(4-cloro-6-fluoro-2-trifluorometilbenzimidazol-7-il)-1-metil-6-trifluorometil- 2,4-(1 H,3H)pirimidinadiona é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00123] No dia 10 após plantio, o efeito herbicida contra as ervas daninhas é examinado. Como um resultado, um efeito de controle contra as ervas daninhas pode ser confirmado.
Exemplo 17 [00124] Piraclostrobina, azoxiestrobina, dimoxiestrobina ou trifloxiestrobina é preso a sementes de soja. Então, um solo é colocado em um vaso e as sementes e sementes de erva daninha acima são plantadas. No dia de plantio, flumioxazina, sulfentrazona, saflufenacila, oxyfluorfeno ou 3-(4-cloro-6-fluoro-2-trifluorometilbenzimidazol-7-il)-1 -metil-6-trifluorometil-2,4-(1H,3H)pirimidinadiona é uniformemente aplicada à superfície do solo. O vaso é colocado em uma estufa.
[00125] No momento quando a folha primária de Glycine max é observada, uma suspensão de esporos de Phakopsora pachyrhizi Sydow é inoculada por pulverização, seguido por umidificação durante a noite.
[00126] Catorze a dezoito dias após plantio, a área de lesão é examinada. Como um resultado, o efeito de controle contra Phakopsora pachyrhizi pode ser confirmado.
Disponibilidade industrial [00127] Organismos nocivos no campo de soja ou milho podem ser controlados por meio do método para controle de organismos nocivos de acordo com a presente invenção.
REIVINDICAÇÕES

Claims (7)

1. Método de controle contra ervas daninhas em um campo de soja ou milho, caracterizado pelo fato de que compreende aplicação de um composto de inibição de PPO selecionado do grupo consistindo em flumioxazina, sulfentrazona, saflufenacila e oxifluorfeno ao solo ou ervas daninhas no campo onde sementes de soja ou milho tenham sido plantadas ou onde as referidas sementes têm de ser plantadas, as referidas sementes sendo tratadas com um composto de es-trobilurina selecionado do grupo consistindo em azoxiestrobina, tri-floxiestrobina e piraclostrobina, através das seguintes combinações: flumioxazina e piraclostrobina; flumioxazina e azoxiestrobina; flumioxazina e trifloxiestrobina; sulfentrazona e piraclostrobina; saflufenacila e piraclostrobina; e oxifluorfeno e piraclostrobina.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende as etapas de: tratamento de sementes de soja ou milho com o composto de estrobilurina e tratamento do campo com um composto de inibição de PPO é realizado antes, em ou após plantio da semente de soja ou milho tratada com um composto de estrobilurina.
3. Método de controle de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o campo antes de semear a semente de soja ou milho tratada com o composto de estrobilurina é submetida à etapa de tratamento com composto de inibição de PPO.
4. Método de controle de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o campo, ao plantio da semente de soja ou milho tratada com o composto de estrobilurina é submetido à etapa de tratamento com o composto de inibição de PPO.
5. Método de controle de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o campo, após plantio da semente de soja ou milho tratada com o composto de estrobilurina é submetido à etapa de tratamento com o composto de inibição de PPO.
6. Método de controle de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o campo é um campo de soja e em que a semente de soja é tratada com o composto de estrobilurina.
7. Método de controle de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o campo é um campo de milho e em que a semente de milho é tratada com o composto de estrobilurina.

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