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BRPI1004611A2 - vaso antidengue para plantas - Google Patents

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BRPI1004611A2
BRPI1004611A2 BRPI1004611-9A BRPI1004611A BRPI1004611A2 BR PI1004611 A2 BRPI1004611 A2 BR PI1004611A2 BR PI1004611 A BRPI1004611 A BR PI1004611A BR PI1004611 A2 BRPI1004611 A2 BR PI1004611A2
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BR
Brazil
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reservoir
water
lid
antidengue
pot
Prior art date
Application number
BRPI1004611-9A
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English (en)
Inventor
Ovidio Reato
Original Assignee
Ovidio Reato
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Ovidio Reato filed Critical Ovidio Reato
Priority to BRPI1004611-9A priority Critical patent/BRPI1004611A2/pt
Publication of BRPI1004611A2 publication Critical patent/BRPI1004611A2/pt

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  • Catching Or Destruction (AREA)
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Abstract

Patente de Invenção de um Vaso Antidengue para Plantas, caracterizado por possuir um prato constituído por parede lateral e base circular, cuja parte central contém um vaso, que possui orificio ligando-o a um reservatório formado pelo espaço existente entre as paredes do prato e do vaso, cujo reservatório possui uma tampa contendo furículos. Na parede do prato, na altura aproximada de 1,0 cm abaixo da tampa, existe um escoadouro para assegurar bom nível de água no reservatório para suprir as plantas, além de escoar o seu excesso. Esse dispositivo atende a dois objetivos: conciliar a existência de água parada nos pratos dos vasos de plantas (como reserva para as suas necessidades futuras) sem o risco dessa água servir de meio de propagação de agentes transmissores de doenças, por via aquosa; e constituir-se em armadilha antidengue ao atrair as fêmeas do Aedes Aegypti para depositar seus ovos em local muito desfavorável a sua transformação em larvas e, na hipótese de tal fato ocorrer, as larvas serem carreadas para o interior do reservatório e os mosquitos delas resultantes aprisionados no seu interior, sem nenhuma possibilidade de se propagar para o ambiente externo.

Description

VASO ANTroENGUE PARA PLANTAS RELATÓRIO DESCRITIVO
Patente de Invenção de um Vaso Antidengue para Plantas
caracterizado por possuir um prato (1) constituído por uma base circular (1.1), dotada de ressaltos externos (1.1.1) cuja parede (1.2), que possui altura aproximadamente igual a 1/4 do diâmetro da base circular (1.1), forma um ângulo interno com essa base circular (1.1) de aproximadamente 105°. A parte central do prato (1) contém um vaso (2) cujo fundo (2.1), é formado pela porção central da base circular (1.1) e cuja parede (2.2) é formada por uma secção invertida de cone cuja altura mede aproximadamente 1,1 vezes o tamanho do diâmetro do prato (1). O espaço existente entre as paredes do prato (1) e do vaso (2) constitui um reservatório (3), que possui uma tampa (4), que contem furículos (4.1) de cerca de 0,8 mm de diâmetro, a qual liga, horizontalmente, essas duas paredes, e posicionada a cerca de 1,0 cm abaixo da extremidade superior da parede (1.2). O vaso (2) contém um orifício (2.3) situado na sua parede (2.2), junto ao seu fundo (2.1), ligando-o ao reservatório (3). Na parede (1.2) do prato, na altura correspondente a cerca de 1,0 cm abaixo da tampa (4) existe um escoadouro (5) formado por uma fenda de até 0,5 mm de altura por cerca de 1,0 cm de comprimento e situada, horizontalmente, nessa parede (1.2) do prato (1), cuja função é a de assegurar um bom nível de água no reservatório para suprir as plantas, além de escoar o excesso de água vertido sobre o reservatório (3), por chuva e/ou irrigação. Este projeto de patente prevê, portanto, um produto constituído por uma única peça englobando o vaso propriamente dito e o prato com proteção antidengue, (inclusos o reservatório de água, a sua tampa e o escoadouro) e objetivaria fornecer proteção antidengue aos possuidores de vasos de plantas, além de se constituir numa armadilha antidengue, como se verá mais adiante.
Com o intuito de melhor ilustrar essa patente de invenção estão
sendo apresentadas as figuras que se seguem:
A Figura 1 representa a vista frontal; a Figura 2 mostra o corte total; a Figura 3 indica o vaso em perspectiva; e a Figura 4 representa o corte parcial em perspectiva. Ressalve-se que, por um problema de software, as figuras 3 e 4 mostram o vaso e o prato com o formato ligeiramente sextavado, embora a intenção é que ambos sejam circulares.
Quanto ao seu funcionamento, a água de chuva ou de irrigação vertida sobre o vaso (2) com plantas penetra na terra contida no seu interior e o seu excesso, pela ação da força de gravidade e principio dos vasos comunicantes, se 40 escoará, por intermédio do orifício (2.3) para o reservatório (3).
Do mesmo modo, as águas de chuva e/ou irrigação vertidas sobre a tampa (4) também escoarão para o reservatório (3) devido aos furículos existentes nessa tampa (4).
O volume de água depositado no reservatório (3) se constitui 45 numa reserva destinada à irrigação da planta. Assim, na medida em que a terra existente no interior do vaso começa a perder umidade, a água situada no reservatório (3) passa a fluir em direção ao fundo do vaso (2.1) por intermédio do orifício (23) que os liga.
O nível máximo de água no interior do reservatório (3) será, portanto, aquele no qual o escoadouro (5) capta as águas do reservatório (3), ou seja, aproximadamente 1,0 cm abaixo da tampa (4). Quando o nível de água no reservatório (3) ultrapassar o ponto de captação de água do escoadouro (5), o seu volume excedente fluirá para fora, ou seja, para o exterior do prato (1).
Por outro lado, a água depositada no reservatório (3), além de se constituir numa reserva destinada à irrigação da planta, tem a finalidade de servir de armadilha para inúmeras espécies de agentes transmissores de doenças, por via aquosa, dentre os quais os mosquitos do gênero Aedes, dos quais a espécie Aedes Aegypthus é o transmissor da dengue.
No caso especifico do Aedes Aegypti, a sua fêmea tem por hábito colocar os seus ovos nas paredes dos recipientes, logo acima do nível da água, esperando que o nível de água suba e propicie condições para a eclosão desses ovos em larvas. A explicação cientifica para esse comportamento está no fato de que a fêmea desse mosquito possui sensores que detectam a presença de vapores de água e de substâncias orgânicas em água limpa. Portanto, a existência desse depósito de água parada, limpa e rica em matéria orgânica deverá, pois, atrair e induzir as fêmeas do mosquito transmissor da dengue a por os seus ovos na tampa (4) e/ou nas partes das paredes (1.2) e (2.2) próximas à tampa.
Como o excesso de água vertido sobre o prato (1), seja de chuva ou de irrigação, é escoado para o exterior do prato, por intermédio do seu escoadouro (5), o nível máximo da água no interior do reservatório (3) deverá localizar-se a cerca de 1,0 cm abaixo da tampa (4). Assim, os ovos do mosquito depositados na parte externa da tampa (4) e nas partes das paredes (1.2) e (2.2) próximas da tampa (4) não contarão, em principio, com a umidade necessária à sua transformação em larva, embora eles possam sobreviver em estado latente nessa situação por cerca de doze meses. Entretanto, nos meses de verão, é comum a ocorrência de chuvas persistentes que duram vários dias. Nesta situação, aqueles vasos de plantas situados fora das edificações poderiam apresentar um grau de umidade tal que proporcionasse condições para a eclosão, em larvas, dos ovos depositados na tampa (4) e partes das paredes (1.2) e (2.2). Entretanto, tal processo (transformação de ovos em larvas) demora em média 12 horas, razão pela qual são remotas as possibilidades de tal fato acontecer. Mas ainda que tal fato ocorresse, as larvas em processo de formação tenderiam a morrer por falta de água permanente na tampa. Já aquelas larvas recém nascidas que conseguissem se desenvolver, de forma completa, devido ao seu pequeno tamanho, seriam carreadas para o interior do reservatório, seja como conseqüência do escoamento do excesso de água do 40 reservatório (que faria a tampa ficar seca), seja em busca dos alimentos (matéria orgânica) ali existentes.
Como as larvas vivem e se desenvolvem somente em meio aquoso elas não teriam condições de sair do reservatório, primeiro porque o seu nível situa-se abaixo da sua tampa; segundo, porque a medida do diâmetro do furículos 45 da tampa impede-as de fazê-lo; terceiro porque tampouco teriam condições de sair do reservatório, por intermédio do escoadouro, devido às suas medidas. Desse modo, as larvas existentes no interior do reservatório teriam todas as condições para se desenvolver e se transformar em mosquitos, mas condenadas a ali morrer, pois estariam todos (larvas e mosquitos) aprisionados no seu interior, sem condições de alcançar o ambiente externo.
Esse sistema atende, pois, a dois objetivos:
.conciliar a existência de água parada nos vasos de plantas (como reserva para as suas necessidades futuras) sem o risco dessa água servir de meio de propagação de agentes transmissores de doenças, por via aquosa.
.constituir-se em armadilha antidengue ao atrair as fêmeas do Aedes Aegypti para depositar seus ovos em local muito desfavorável à sua transformação em larvas e, na hipótese de tal fato ocorrer, as larvas serem carreadas para o interior do reservatório e os mosquitos delas resultantes aprisionados no seu interior, sem nenhuma possibilidade de se propagar para o ambiente externo.
As dimensões do vaso antidengue para plantas são variáveis como
forma de se adequar aos diferentes tamanhos de plantas vegetais ornamentais existentes no mercado. Entretanto, os seus componentes deverão guardar uma proporcionalidade que seja igual ou próxima à preconizada acima, tendo em vista os aspectos ligados a sua funcionalidade e estética. Ressalte-se, todavia, que qualquer que seja o seu tamanho,
algumas de suas medidas não poderão ser alteradas por estarem diretamente relacionadas com a sua funcionalidade (tamanho da larva do mosquito Aedes Aegypti). Essas medidas padrões são as seguintes:
.furículos da tampa do reservatório = diâmetro de até 0,8 mm; .altura da fenda do escoadouro = até 0,5 mm.
O material a ser usado na sua confecção é o que permite atender aos aspectos relacionados com os seus custos e características funcionais e estéticas, como o plástico, acrílico, cerâmica, dentre outros.
Considera-se, em princípio, que o formato do vaso não deverá alterar a sua funcionalidade, razão pela qual a sua forma final poderá ser circular, quadrangular, hexagonal, dentre outras.
No que se refere ao estado da técnica, a literatura relacionada ao combate da dengue faz referência a vários dispositivos concebidos sob a denominação de "vaso antidengue para plantas". Na busca efetuada junto ao INPI foram encontrados os seguintes títulos, a seguir comentados: MU 8302563-4 U; PI 0303035-0 A; e PI0504821-4 A.
A patente ora pleiteada apresenta uma inovação tecnológica representada pela possibilidade de conciliar a existência de depósito de água parada nos pratos dos vasos de plantas, perceptível ao mosquito da dengue, sem o 40 risco dessa água servir de meio de propagação de agentes transmissores de doenças, por via aquosa. Desse modo, além de propiciar uma reserva de água para as necessidades da planta, esse reservatório constitui-se numa armadilha antidengue, pois os vapores d'água dele emanados têm por função atrair as fêmeas do Aedes Aegypti para depositar seus ovos em local muito desfavorável à sua 45 transformação em larvas e, na hipótese de tal fato ocorrer, as larvas serem carreadas para o interior do reservatório e os mosquitos delas resultantes aprisionados no seu interior, sem nenhuma possibilidade de se propagar para o ambiente externo. Como conseqüência dessa inovação tecnológica o produto final da patente ora pleiteada apresenta estética similar aos vasos e pratos para plantas existentes no mercado, diferentemente dos projetos acima referidos, resultantes da busca efetuada junto ao INPI, cujos reservatórios de água ficam isolados e embutidos no interior do vaso, e sem desempenhar nenhuma função como armadilha antidengue.
Outra inovação constante da patente ora pleiteada diz respeito à previsão de um escoadouro, em forma de fenda horizontal, situada na parede lateral do prato, com a finalidade de criar um reservatório de água e escoar o seu excesso, evitando que a terra do vaso fique encharcada. Vale observar que, dentre os três títulos acima relacionados pelo INPI, dois não fazem menção a esse importante dispositivo e um prevê uma ou mais janelas com telas para exercer essa função, com as janelas localizadas na parte externa do vaso e as telas em outra peça denominada suporte interno do vaso, o que exigirá um perfeito acoplamento entre essas duas peças para funcionar.
Outra inovação da patente ora pleiteada está na possibilidade de também se verter água (de chuva e/ou irrigação) diretamente sobre o reservatório, sem passar pela terra do vaso, evitando-se assim o problema de lixiviação (dissolução em água dos sais minerais da terra do vaso, e seu posterior deslocamento para fora do mesmo). Esse problema, que leva ao empobrecimento da terra do vaso, está presente nos três títulos resultantes da busca efetuada junto ao INPI.

Claims (5)

1. "Patente de Invenção de um Vaso Antidengue para Plantas", caracterizado por possuir um reservatório de água (3) protegido por uma tampa (4), dotada de furículos (4.1) de até 0,8 mm de diâmetro para recepcionar água de chuva e/ou irrigação, situada a cerca de 1,0 cm acima do escoadouro (5) e destinado a suprir de água a terra e as plantas contidas no vaso (2), por meio do orifício (2.3), na medida em que sua umidade for diminuindo.
2. "Patente de Invenção de um Vaso Antidengue para Plantas", como reivindicado em 1, e ainda caracterizado por dispor de um escoadouro (5) constituído por uma fenda de 0,5 mm de altura por cerca de 1,0 cm de comprimento situada, horizontalmente, na parede (1.2) do prato, na altura de cerca de 1,0 cm abaixo da tampa (4) cuja função é a de assegurar um bom nível de água no reservatório (3) para suprir as plantas, além de escoar o excesso de água vertido sobre o reservatório (3), por chuva e/ou irrigação, evitando assim o seu contato com a tampa (4) e o encharcamento das plantas.
3. "Patente de Invenção de um Vaso Antidengue para Plantas", como reivindicado em 1, e ainda caracterizado por possuir uma tampa (4) dotada de furículos (4.1) de até 0,8 mm de diâmetro, para recepcionar a água de chuva e/ou irrigação em direção ao reservatório (3) e permitir a emanação de vapores da água contida no reservatório (3) para atrair as fêmeas do mosquito Aedes Aegypti para depositar seus ovos na tampa (4) e nas partes das paredes (1.2) e (2.2) situadas acima da tampa (4).
4. "Patente de Invenção de um Vaso Antidengue para Plantas", como reivindicado em 1, e ainda caracterizado por dispor dos componentes (vaso (2), reservatório (3), tampa (4), e escoadouro (5)) organizados de tal modo que permitem-lhe funcionar como armadilha antidengue ao atrair as fêmeas do Aedes Aegypti para depositar seus ovos em local muito desfavorável à sua transformação em larvas e, na hipótese de tal fato ocorrer, as larvas serem carreadas para o interior do reservatório (3) e os mosquitos delas resultantes aprisionados no seu interior, sem nenhuma possibilidade de se propagar para o ambiente externo.
5. "Patente de Invenção de um Vaso Antidengue para Plantas", como reivindicado em 1, e ainda caracterizado pelo fato de, alternativamente, e objetivando facilitar e racionalizar o seu transporte, os mesmos serem fabricados em duas partes separadas (vaso e prato) as quais, para efeito de montagem, sejam rosqueáveis ou encaixadas entre si.
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