BRPI0914193A2 - ligante de componentes energizados em uma lente aftálmica - Google Patents
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Abstract
ligante de componentes energizados em uma lente oftálmica a invenção refere-se a métodos e aparelhos para fornecer uma lente oftálmica com uma fonte de energia incorporada a ela.
Description
Relatório Descritivo da Patente de lnvenção para "LIGANTE DE " COMPONENTES ENERGIZADOS EM UMA LENTE OFTÁLMICA".
PEDIDOS DE PATENTE RELACIONADOS Este pedido reivindica a prioridade ao pedido de patente provisó- 5 rio U.S. n° de série 61/192.765 que foi depositado em 22 de setembro de 2008, intitulado "Energized Ophthalmic Lens" e também para o pedido de patente americano 12/557.016, depositado em 10 de setembro de 2009, inti- tulado "Energized Ophthalmic Lens" como um pedido de continuação-em- parte, cujos conteúdos são dependentes e incorporados por referência.
d 10 CAMPO DE USO
E A presente invenção refere-se a métodos e aparelhos para for- - mar uma lente oftálmica energizada e, mais especificamente, em algumas modalidades, a métodos de ligação de uma ou mais de uma fonte de energia e componentes no interior de um molde de lente oftálmica de modo a facilitar 15 a formação da lente oftálmica energizada-
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO Tradicionalmente, um dispositivo oftálmico, como uma lente de contato, uma lente intraocular ou um plugue para o ponto lacrimal incluíam um dispositivo biocompatível com uma qualidade corretiva, cosmética ou te- 20 rapêutica. Uma lente de contato pode fornecer, por exemplo, um ou mais dentrse: funcionalidade de correção da visão, melhoria cosmética e efeitos terapêuticos- Cada função é fornecida por uma característica fisica da lente. Um design que incorpora uma qualidade refrativa em uma lente pode forne- cer uma função corretiva da visão. Um pigmento incorporado na lente pode 25 fornecer uma melhoria cosmética. Um agente ativo incorporado na lente po- de fornecer uma funcionalidade terapêutica. Estas caracteristicas físicas são obtidas sem que a lente entre em um estado energizado. Mais recentemente, formulou-se a teoria de que componentes a- tivos podem ser incorporados em uma lente de contato. Alguns componen- 30 tes podem incluir dispositivos semicondutores. Alguns exemplos mostraram dispositivos semicondutores incluídos em uma lente de contato colocada so- bre os olhos de animais. Entretanto, estes dispositivos não possuem um me-
canismo de energização de sustentação independente. Embora seja possí- " vel passar fios a partir de uma lente até uma bateria para energizar estes dispositivos semicondutores, e tenha sido postulado que os dispositivos po- dem ser energizados sem fio, nenhum mecanismo para esta energização 5 sem fio está disponível. É desejável, portanto, ter-se Ientes oftálmicas que sejam energi- zadas na medida adequada para fornecer uma ou mais funcionalidades a um produto oftálmico. Para isso, devem estar disponíveis métodos e apare- lhos para incorporar energia utilizável em uma lente oftálmica.
d 10 SUMÁRIO Consequentemente, a presente invenção inclui um dispositivo biomédico, como uma lente oftálmica, com uma porção energizada que foi incorporada à lente oftálmica através da colocação de uma fonte de energia em um ligante em comunicação fisica com uma parte do molde usado para 15 formar a lente oftálmica. Algumas modalidades incluem uma lente de contato de hidrogel de silicone moldada em molde com uma bateria ou outra fonte de energia contida de uma forma biocompatível na lente oftálmical. Uma porção energizada é assim criada na lente oftálmica através da inclusão de uma ou mais baterias na lente. 20 Em algumas modalidades, componentes, como dispositivos se- micondutores ou dispositivos que funcionam em corrente elétrica podem também ser colocados sobre a camada aglutinante e mantidos na posição durante a formação da lente oftálmica e incorporados na lente oftálmica. Em um outro aspecto, em algurnas modalidades, o dispositivo energizado é ca- 25 paz de fornecer energia para um dispositivo semicondutor incorporado na lente oftálmica. Tipicamente, as lentes oftálmicas são formadas através do con- trole da radiação actínica à qual a mistura de monômero reativo é exposta. A mistura de monômero reativo circunda a fonte de energia e, assim, incorpora 30 a fonte de energia na lente.
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A figura 1 ilustra uma modalidade exemplificadora de um siste-
ma de molde que pode ser usado em algumas implementações da presente invenção.
W A figura 2 ilustra uma modalidade exemplificadora de uma lente oftálmica energizada que inclui um dispositivo para re-energização. 5 A figura 3 ilustra um exemplo de uma lente oftáknica energizada com um dispositivo para re-energização e um componente energizado. A figura 4 ilustra um exemplo de uma lente oftálmica energizada em seção transversal. A figura 5 ilustra formatos de design exemplificadores para fon- d lO tes de energia. A figura 6 ilustra uma representação de um aparelho e automa- ção que podem ser usados para implementar algumas modalidades da pre- sente invenção. A figura 7 ilustra uma lente oftálmica com uma fonte de energia e 15 componentes. A figura 8 ilustra etapas metodológicas que podem ser imple- mentadas na prática da presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA Glossário 20 Nesta descrição e nas reivindicações relacionadas à invenção apresentada, vários termos podem ser usados, aos quais serão aplicadas as seguintes definições: Energizado: O estado de ser capaz de suprir corrente elétrica a, ou de ter energia elétrica armazenada em seu interior. 25 Lente oftálmica energizada: Uma lente oftálmica energizada re- fere-se a uma lente oftálmica com uma fonte de energia adicionada a ela, ou incluída na Iente formada. Fonte de energia: Um dispositivo capaz de suprir energia ou co- iocar uma lente oftálmica em um estado energizado. 30 Coletores de energia: Um dispositivo capaz de extrair energia do ambiente e converter essa energia em energia elétrica. Lente: Para uso na presente invenção "lente" se refere a qual-
quer dispositivo oftálmico que resida no ou sobre o olho.
Esses dispositivos ' podem fornecer correção ótica ou podem ser cosméticos.
Por exemplo, o termo lente pode se referir a uma lente de contato, lente intraocular, lente de sobreposição, inserto ocular, inserto ótico ou outro dispositivo similar através 5 do qual a visão é corrigida Olj modificada, ou através do qual a fisiologia ocu- lar é cosmeticamente acentuada (por exemplo, cor da Íris) sem impedir a vi- são.
Em algumas modalidades, as lentes preferenciais da invenção são Ien- tes de contato macias e são feitas de hidrogéis ou elastômeros de silicone, as quais incluem, mas não se limitam a, hidrogéis de silicone. . 10 Mistura para formação de lente: Para uso na presente invenção, ^ o termo "mistura para formação de lente" ou "mistura reativa" ou "RMM" (mistura de monômero reativo) se refere a um material de monômero ou pré- polimero que pode ser curado e reticulado, ou reticulado para formar uma lente oftálmica.
As várias modalidades podem incluir uma mistura para for- 15 mação de lentes com um ou mais aditivos tais como: bloqueadores UV, to- naiizantes, fotoiniciadores ou catalisadores e outros aditivos que podem ser desejáveis em lentes oftálmicas como lentes intraoculares ou de contato.
Célula de íon de litio: Uma célula eletroquímica na qual Íons de lítio se movem através da célula para gerar energia elétrica- Esta célula ele- 20 troquímica, tipicamente denominada bateria, pode ser re-energizada ou re- carregada nas suas formas típicas.
Energia: Trabalho feito ou energia transferida por unidade de tempo.
Recarregável ou re-energizável: Capaz de ser restaurada para 25 um estado com maior capacidade de realizar trabalho.
Muitos usos desta in- venção podem estar relacionados com a capacidade de ser restaurado com a capacidade de fluir corrente elétrica a uma determinada taxa por um certo periodo de tempo restabelecido.
Re-energizar ou recarregar: Restaurar a um estado com maior 30 capacidade de realizar trabalho.
Muitos usos desta invenção podem estar relacionados com a restauração da capacidade de um dispositivo fluir cor- rente elétrica a uma determinada taxa por um certo período de tempo resta-
beleci'do. . Em geral, de acordo com a presente invenção, uma fonte de e- nergia está incorporada em uma lente oftálmica.
Em algumas modalidades, um dispositivo oftálmico inclui uma zona ótica através da qual um usuário da 5 lente enxerga.
Uma estrutura de componentes e uma fonte de energia po- dem estar situadas fora da zona ótica.
Outras modalidades podem incluir uma estrutura de material condutor e uma ou mais fontes de energia que são suficientemente pequenas para não afetar de modo adverso a visão de um usuário de Iente de contato e, portanto, podem estar situadas dentro, ou fora
, 10 de uma zona ótica.
Em geral, de acordo com algumas modalidades da presente in- venção, uma fonte de energia está incorporada em uma lente oftálmica.
Dispositivo de lente oftálmica enerqizada Primeiro, com referência à figura 4, é ilustrada uma seção trans- 15 versal de uma lente energizada 400. Esta representação fornece uma seção transversal de um corpo geral de uma lente oftálmica 440. No interior deste corpo 440 está urna fonte de energia 420, como uma bateria de filme fino com um substrato sobre o qual ela é construída.
Começando a partir do substrato pode haver uma camada de catodo 422 que pode ser circundada 20 por uma camada de eletrólito 423 que pode então ser revestida por uma ca- mada de anodo 424. Estas camadas podem ser circundadas por uma cama- da de encapsulação 421 que veda as camadas da bateria do ambiente ex- terno- Em algumas modalidades exemplares, um dispositivo ótico controlado eletronicamente 410 também está incluído na lente e é mantido no lugar du- 25 rante a formação da lente através de uma camada aglutinante.
Agora com referência à figura 1, é ilustrado um sistema de mol- de útil à formação de urna lente oftálmica de acordo com a presente inven- ção.
Neste exernplo, um material de hidrogel do sistema de partes de molde 100 é formado em uma lente oftálmica, o qual inclui uma fonte de energia 30 109 incluída no material de hidrogel 110. De acordo com a presente inven- ção, a fonte de energia 109 é fixada através de uma camada aglutinante 111 a uma parte do molde enquanto a lente energizada 100 é formada pelo ma-
terial de hidrogel.
A fonte de energia pode também incluir meios eficazes de encapsulação e isolamento dos materiais dos quais ela é feita do ambiente, conforme ilustrado por uma camada de encapsulação lacrada 130. Algumas modalidades especificas incluem uma fonte de energia 5 que inclui uma bateria à base de Íon de lítio.
Baterias à base de Íon de lítio são geralmente recarregáveis.
De acordo com a presente invenção, a bate- ria à base de Íon de lítio está em comunicação elétrica com um dispositivo carregador e também com um circuito de gerenciamento de energia, ambos incluidos na lente. - . 10 Adicionalmente, algumas modalidades podem incluir a ligação de uma fonte de energia 109, que inclui uma bateria com materiais de filme fino, e um substrato flexivel para fornecer suporte para o material de filme fino.
Na presente inverição, um ou ambos dentre a fonte de energia e o substrato flexível são presos no lugar durante a deposição de uma mistura 15 reativa e polimerização da mistura reativa em uma lente oftálmica.
Para uso na presente invenção, os termos um molde inclui uma forma 100 que tem uma cavidade 105 dentro da qual uma mistura para for- mação de lente pode ser dispensada de modo que, pela reação ou cura da mistura para formação de lente, uma lente oftálmica de um formato desejado 20 é produzida.
Os moldes e os conjuntos de moldes 100 desta invenção são feitos de mais de uma "partes de molde" ou "peças de molde" 101-102. As partes de molde 101-102 podem ser unidas de modo que uma cavidade 105 seja formada entre as partes do molde 101-102 na qual uma Iente pode ser formada.
Esta combinação de partes de molde 101-102 é, de preferência, 25 temporária.
Na formação da lente, as partes do molde 101-102 podem ser separadas novamente para remoção da lente.
Pelo menos uma parte do molde 101-102 tem pelo menos uma porção de sua superficie 103-104 em contato com a mistura que forma a len- te de modo que por reação ou cura da mistura que forma a lente 110 esta 30 superfície 103-104 fornece um formato e forma desejados à porção da lente com a qual ela está em contato.
Em algumas modalidades, o mesmo é ver- dadeiro para pelo menos uma outra parte do molde 101-102, ainda outras modalidades incluem uma lente com uma superfície de forma livre e é for- . mada com apenas uma parte do molde através de polimerização voxel a vo- xel de uma mistura de monômeros.
Desta forma, por exemplo, em uma modalidade preferencial, um 5 conjunto de moldes 100 é formado a partir de duas partes 101-102, uma pe- ça fêmea côncava (peça anterior) 102 e uma peça macho convexa (peça posterior) 101 com uma cavidade formada entre elas.
A porção da superfície côncava 104 que entra em contato com a mistura para formação da lente tem a curvatura da curva anterior de uma lente oftálmica a ser produzida no . . 10 conjunto de moldes 100 e é suficientemente lisa e formada de modo que a superfície de uma lente oftálmica formada por polimerização da mistura para formação da lente que está em contato com a superficie côncava 104 seja oticamente aceitável.
Em algumas modalidades, a peça anterior do molde 102 pode 15 também ter uma flange anular integral com, e circundando, a borda circunfe- rencial circular 108 e se estende a partir dela em um plano normal ao eixo e estendendo-se a partir da flange (não mostrado). Uma superficie formadora de lente pode incluir uma superfície 103-104 com um acabamento de superficie com qualidade ótica, o que indi- 20 ca que a mesma é suficientemente lisa e formada de modo que a superfície da lente produzida pela polimerização de um material formador de lente em contato com a superfície de moldagem seja oticamente aceitável- Adicional- mente, em algumas modalidades, a superficie formadora da lente 103-104 pode ter uma geometria que é necessária para conferir à superfície da lente 25 as características óticas desejadas, incluindo, sem limitação, forças esféri- cas, não esféricas e cilíndricas, correção de aberração de onda frontal, cor- reção de topografia da córnea e similares, assim como quaisquer combina- ções dos mesmos.
Em 111 é ilustrada uma camada aglutinante sobre a qual uma 30 fonte de energia 109 pode ser colocada.
A camada aglutinante 111 pode também receber um material ou substrato flexível sobre o qual uma fonte de energia 109 é instalada, em algumas modalidades, o substrato pode também incluir vias de circuito, componentes e outros aspectos úteis para o uso da " fonte de energia. Em algumas modalidades, a camada aglutinante 111 pode ser um revestimento incolor de um material que pode ser incorporado a uma lente quando esta é formada. O revestimento incolor pode incluir, por exem- 5 pÍo, um pigmento conforme descrito a seguir, um monômero ou outro mate- rial biocompatível. Várias modalidades podem incluir uma fonte de energia que é colocada sobre uma ou ambas a zona ótica e a zona não-ótica de uma lente resultante. Ainda outras modalidades podem incluir um elemento de inserção anular sobre o qual uma fonte de energia é incorporada. O elemen- , 10 to de inserção anular pode ser rígido ou formável e circundar uma zona ótica através da qual um usuário enxerga.
- Em algumas modalidades, a camada aglutinante inclui um polí- mero capaz de formar uma rede polimérica interpenetrante com um material da lente, eliminando, assim, a necessidade de formação de ligações cova- 15 lentes entre o ligante e o material da lente para formar uma lente estável. A estabilidade de uma lente com uma fonte de energia colocada no ligante é fornecida pelo aprisionamento da fonte de energia no polimero da camada de ligação e em um polímero da base da Iente. Os polímeros de ligação da invenção podem incluir, por exemplo, aqueles produzidos a partir de um ho- 20 mopolimero ou um copolímero, ou combinações dos mesmos, com parâme- tros de soIubilidade similares, e sendo que o polímero de ligação tem parâ- metros de solubilidade similares ao materiai da lente. Os polímeros de liga- ção podem conter grupos funcionais que tornam os poIímeros e copoIímeros do polímero de ligação capazes de interagir uns com os outros. Os grupos 25 funcionais podem incluir grupos de um polimero ou copolímero que intera- gem com os dos outros de uma forma que aumenta a densidade das intera- ções que ajudam a inibir a mobilidade e/ou aprisionamento das particulas de pigmento. As interações entre os grupos funcionais podem ser polares, dis- persivas, ou de uma natureza de complexo de transferência de carga. Os 30 grupos funcionais podem estar situados nas cadeias principais do polímero ou copolimero ou penduradas nas cadeias principais. Como exemplo não limitante, um monômero, ou mistura de mo-
nômeros, que forma um polímero com uma carga positiva pode ser usado . em conjunto com um monômero ou monômeros que formam um polímero com uma carga negativa para formar o polímero de ligação.
Como um e- xemplo mais especifico, ácido metacrílico ("MAA") e metacrilato de 2- 5 hidroxietila ("HEMA") podem ser usados para fornecer um copolimero de MANHEMA que é então misturado com um copolímero de HEMA/3-(N, N- dimetil)propil acrilamida para formar o polímero de Iigação.
Como outro exemplo, o polímero de ligação pode ser composto de monômeros hidrofobicamente modificados incluindo, sem limitação, ami- lO das e ésteres com a seguinte fórmula:
CH3(CH2),-L-COCHR=CH2 em que L pode ser -NH ou oxigênio, x pode ser um número inteiro de 2 a 24, R pode ser uma Cj a C6 alquila ou hidrogênio e, de preferência, é metila ou hidrogênio.
Exemplos destas amidas e ésteres incluem, porém não se limi- tam a, lauril metacrilamida e metacrilato de hexila.
Como ainda outro exem- 15 plo, polímeros de ureias e carbamatos de cadeia alifática estendida podem ser usados para formar o poIímero de Iigação.
Os polimeros de Iigação adequados para uma camada agluti- nante podem também incluir um copolímero em bloco aleatório de HEMA, MAA e lauril rnetacrilato ("LMA"), um copolímero em blocos aleatórios de 20 HEMA e MAA ou HEMA e LMA, ou um homopolímero de HEMA.
A porcen- tagem em peso, com base no peso total do polimero de ligação, de cada componente nestas modalidades é de cerca de 93 a cerca de 100 porcento, em peso, de HEMA, cerca de 0 a cerca de 2 porcento, em peso, de MAA, e cerca de 0 a cerca de 5 porcento, em peso, de LMA. 25 O poIímero de ligação pode ter um peso molecular tal que permi- ta que ele seja levemente solúvel no material da lente e se expanda nele.
O material da lente se difunde no polimero de Iigação e é polimerizado e/ou reticulado.
Entretanto, simultaneamente, o peso molecular do polimero de ligação não pode ser tão alto que afete a qualidade da imagem impressa.
De preferência, o peso molecular do polímero de ligação é de cerca de 7.000 a " cerca de 100.000, com mais preferência cerca de 7.000 a cerca de 40.000, com a máxima preferência cerca de 17.000 a cerca de 35.000 Mp±,, que cor- responde ao peso molecular do pico mais elevado nas análises de SEC (= 5 (Mn X Mw)y') Para os propósitos da invenção, o peso molecular pode ser de- terminado com o uso de um cromatógrafo de permeação em gel com uma dispersão de luz de 90° e detectores de Índice de refração. São usados duas colunas de P\N4000 e PW2500, um eluente metanol-água de 75/25 p/p ajus- lo tado para 50 mM de cloreto de sódio e uma mistura de moléculas de polieti- . leno glicol e óxido de poIietileno com pesos moleculares bem definidos vari- - ando na faixa de 325.000 a 194- Um versado na técnica reconhecerá que, com o uso de agentes de transferência de cadeia na produção do polimero de ligação, com o uso 15 de grandes quantidades de iniciador, com o uso de polimerização viva, com a seleção de concentrações adequadas de monômero e iniciador, com a se- leção de quantidades e tipos de solvente, ou combinações dos mesmos, po- de-se obter o peso molecular do polímero de ligação desejado. De preferên- cia, um agente de transferência de cadeia é usado junto com um iniciador, 20 ou, com mais preferência, com um iniciador e um ou mais soIventes para ob- ter o peso molecular desejado. Alternativamente, pequenas quantidades de um polimero de ligação com peso molecular muito alto podem ser usadas em conjunto com grandes quantidades de solvente para manter a viscosida- de desejada do polímero de ligação. De preferência, a viscosidade do poIí- 25 mero de ligação será de cerca de 4 a cerca de 15 Pa.s (cerca de 4.000 a cerca de 15.000 centipoise) a 23°C.
Os agentes de transferência de cadeia úteis na formação do po- límero de ligação usados na invenção têm valores de constantes de transfe- rência de cadeia de mais que cerca de 0,01, de preferência mais que cerca 30 de 7, e com mais preferência mais que cerca de 25.000.
Quaisquer iniciadores desejáveis podem ser usados, incluindo, sem limitação, iniciadores de ultravioleta, luz visivel e térmicos e similares e combinações dos mesmos.
De preferência, um iniciador térmico é usado, " com mais preferência 2,2-azobis isobutironitrila e 2,2-azobis 2- metilbutironitrila.
A quantidade de iniciador usada será de cerca de 0,1 a cer- ca de 5 porcento, em peso, com base no peso total da formulação.
De prefe- 5 rência, 2,2-azobis 2-metilbutironitrila é usada com dodecanotiol.
Uma camada de polimero de ligação ou outro meio pode ser produzida por qualquer processo de polimerização conveniente, incluindo, sem limitação, polimerização de cadeia de radical, polimerização em etapas, polimerização com emulsão, polimerização de cadeia iônica, abertura do a-
, 10 nel, polimerização com transferência de grupos, polimerização com transfe- rência de átomos e similares.
De preferência, uma polimerização de radical
- (ivre iniciada termicamente é usada.
As condições para executar a polimeri- zação são do conhecimento dos versados na técnica.
Solventes úteis na produção do polímero de ligação são solven- 15 tes de ebulição média tendo pontos de ebulição entre cerca de 120 e 230°C.
A seleção do solvente a ser usado será baseada no tipo de polímero de liga- ção a ser produzido e seu peso molecular.
Os soIventes adequados incluem, porém não se Iimitam a, diacetona álcool, ciclo-hexanona, lactato de isopro- pila, 3-metóxi l-butanol, 1-etóxi-2-propanol, e similares. 20 Em algumas modalidades, uma camada de polimero de Iigação 111 da invenção pode ser adaptada, em termos do fator de expansão em água, ao material da lente com o quai ela será usada.
A combinação ou combinação substancial do fator de expansão do polímero de ligação com o do material da lente curado correspondente na solução de armazenamento 25 pode faciiitar o impedimento do desenvolvimento de estresses dentro da len- te que resultem em propriedades óticas ruins ou alterações nos parâmetros da Iente.
Adicionalmente, o polímero de iigação pode ser capaz de expansão no material da lente, permitindo o inchaço da imagem impressa com o uso do corante da invenção.
Devido a este inchaço, a imagem fica aprisionada 30 no material da lente sem qualquer impacto sobre o conforto da lente.
Em algumas modalidades, corantes podem estar incluídos na camada aglutinante.
Pigmentos úteis com o polímero de ligação nos coran-
tes da invenção são os pigmentos orgânicos ou inorgânicos adequados para ' uso em lentes de contato, ou combinações destes pigmentos.
A opacidade pode ser controlada pela variação da concentração do pigmento e do agente opacificante usado, sendo que quantidades mais altas produzem maior opa- 5 cidade.
Os pigmentos orgânicos ilustrativos incluem, mas não se limitam a, o azul de ftalocianina, o verde de ftalocianina, o violeta de carbazol, o laranja de vat # 1, e similares, e combinações dos mesmos.
Exemplos de pigmentos inorgânicos úteis incluem, mas não se limitam a, negro de óxido de ferro, marrom de óxido de ferro, amarelo de óxido de ferro, vermelho de óxido de
. 10 ferro, dióxido de titânio, e similares, e combinações dos mesmos.
Além des- tes pigmentos, corantes solúveis e não-solúveis podem ser usados incluindo,
- mas não se limitando a, corantes à base de sulfona de vinila e diclorotriazi- na.
Corantes e pigmentos úteis são comerciaimente disponíveis.
Cores podem ser dispostas, por exemplo, em um padrão que 15 mascare os componentes presentes em uma lente de acordo com a presen- te invenção.
Por exemplo, cores opacas podem simular a aparência de um olho natural e disfarçar a presença dos componentes na iente.
Além disso, em algumas modalidades, a camada aglutinante contém um ou mais solventes que ajudam na aplicação da camada agluti- 20 nante como revestimento sobre a parte do molde.
É outra descoberta da in- venção que, para facilitar a formação de uma camada aglutinante que não escorra ou flua sobre a superfície da parte do molde à qual ela é aplicada, é desejável e preferencial que a camada aglutinante tenha uma tensão super- ficial abaixo de cerca de 27 mN/m.
Essa tensão superficial pode ser obtida 25 pelo tratamento da superfície, por exemplo uma superficie do molde, à qual a camada aglutinante será aplicada.
Os tratamentos de superfície podem ser executados por métodos conhecidos na técnica, por exemplo, mas não se limitando a, tratamentos por plasma e corona.
Alternativamente, e de prefe- rência, a tensão superficial desejada pode ser obtida pela escolha dos sol- 30 ventes usados no corante.
Consequentemente, os solventes exemplificadores úteis na ca- mada aglutinante incluem os solventes que são capazes de aumentar ou di-
minuir a viscosidade da mesma e ajudar a controlar a tensão superficial. " Solventes adequados incluem, porém não se limitam a, ciclopentanonas, 4- metil-2-pentanona, 1-metóxi-2-propanol, 1-etóxi-2-propanol, lactato de iso- propila e similares e combinações dos mesmos.
De preferência, 1-etóxi-2- 5 propanol e lactato de isopropila são usados.
Em algumas modalidades preferenciais, pelo menos três solven- tes diferentes são usados no material da camada aglutinante da invenção.
Os dois primeiros destes solventes, ambos solventes de ponto de ebulição médio, são usados na produção do poIímero de ligação.
Embora estes sol- . . 10 ventes possam ser submetidos a stripping a partir do polímero de ligação após sua formação, é preferencial que eles sejam retidos.
De preferência, os
· dois solventes são 1-etóxi-2-propanol e lactato de isopropila.
Um solvente de baixo ponto de ebulição adicional, significando um solvente com ponto de ebuliçào entre cerca de 75 e cerca de 120°C, pode ser usado para diminuir a 15 viscosidade do corante conforme desejado.
Solventes de baixo ponto de e- bulição adequados incluem, porém não se limitam a, 2- propanol, 1-metóxi- 2-propanol, l-propanol, e similares e combinações dos mesmos.
De prefe- rência, l-propanol é usado.
A quantidade especifica de solvente usada pode depender de 20 inúmeros fatores.
Por exemplo, a quantidade de solvente usada na formação do polimero de ligaçâo dependerá do peso molecular do polímero de ligação desejado e dos constituintes, como os monômeros e copolímeros, usados no polimero de ligação.
A quantidade de solvente de baixo ponto de ebulição usada dependerá da viscosidade e da tensão superficial desejada para o co- 25 rante.
Adicionalmente, se o corante for aplicado a um molde e curado com um material da lente, a quantidade de solvente usada dependerá dos mate- riais da lente e ou do molde usados e se o material do molde sofreu qualquer tratamento de superfície para aumentar sua molhabilidade.
A determinação da quantidade exata de solvente a ser usada está no âmbito da prática do 30 versado na técnica.
Geralmente, a porcentagem total, em peso, dos solven- tes usados será de cerca de 40 a cerca de 75 porcento, em peso, do solven- te que será usado.
Além dos soIventes, um plastificante pode ser, e de preferência
W é, adicionado à camada aglutinante para reduzir a formação de trincas du- rante a secagem da mesma, e para acentuar a difusão e a expansão da ca- mada aglutinante pelo material da lente. O tipo e a quantidade de plastifican- 5 te usado dependerão do peso molecular do polimero de ligação usado e, pa- ra os corantes colocados em moldes que são armazenados antes do uso, da estabilidade de vida útil desejada. Plastificantes úteis incluem, porém não se limitam a, glicerol, propileno glicol, dipropileno glicol, tripropileno glicol, polie- tileno glicol 200, 400, ou 600, e similares e combinações dos mesmos. De . 10 preferência, gliceroi é usado. As quantidades de plastificante usadas serão geralmente de 0 a cerca de 10 porcento, em peso, com base no peso do co- rante. Um versado na técnica reconhecerá que aditivos além daqueles discutidos podem também ser incluídos na composição de camada agluti- 15 nante da invençâo. Os aditivos adequados incluem, porém não se limitam a, aditivos que auxiliam o fluxo e o nivelamento, aditivos para evitar a formação de espuma, aditivos para modificação da reologia e similares, bem como combinações dos mesmos. Em algumas modalidades da presente invenção, a camada de 20 ligação se torna incorporada no material da lente mediante a cura do materi- al da lente. Desta forma, a camada aglutinante pode se incorporar mais pró- ximo da superfície anterior ou posterior da lente formada dependendo da su- perfície do molde à qual a camada aglutinante é aplicada. Adicionalmente, uma ou mais camadas da camada de ligação podem ser aplicadas em qual- 25 quer ordem. Embora a invenção possa ser usada para fornecer Ientes de contato gelatinosas ou rígidas, produzidas a partir de qualquer material de lente conhecido, ou material adequado para fabricar estas lentes, de prefe- rência, as lentes da invenção são lentes de contato gelatinosas que têm con- 30 teúdos de água de cerca de 0 a cerca de 90 porcento. Com mais preferên- cia, as lentes são produzidas a partir de monômeros contendo grupos hidró- xi, grupos carboxila, ou ambos, ou são produzidas a partir de poIimeros con-
tendo silicone, como siloxanos, hidrogéis, hidrogéis de silicone, e combina- . ções dos mesmos.
O material útil para formar as lentes da invenção pode ser produzido através da reação de blendas de macrômeros, monômeros, e combinações dos mesmos, junto com aditivos, como iniciadores de poIimeri- 5 zação.
Materiais adequados incluem, porém não se limitam a, hidrogéis de silicone produzidos a partir de macrômeros de silicone e monômeros hidrofí- licos.
Modalidades adicionais podem surgir a partir da forma na qual os componentes internos são encapsulados pelo material de encapsulação. . . 10 Pode ser possível revestir uma fonte de energia de uma maneira que envol- va uma Iinha de junção entre duas camadas de encapsulante.
Alternativa- mente, o encapsulante pode ser aplicado de modo a não gerar junções, em- bora deva ser observado que muitas modalidades exigiriam que a fonte de energia fornecesse dois pontos de contato elétrico distintos e isolados- Pode 15 ser óbvio para um versado na técnica que há várias outras formas de encap- sular uma fonte de energia, as quais podem estar de acordo com a técnica detalhada na presente invenção.
O material da parte do molde 101-102 pode incluir, por exemplo: uma poliolefina de um ou mais de: polipropileno, poliestireno, polietileno, me- 20 tacrilato de polimetila, e poliolefinas modificadas.
Outros moldes podem in- cluir um material cerâmico ou metálico.
Um copolímero alicÍclico preferencial contém dois diferentes po- límeros alicíclicos, e está disponível junto à Zeon Chemicals L.P. sob o nome comercial de ZEONOR.
Há vários graus diferentes de ZEONOR.
Vários 25 graus podem ter temperaturas de transição vitrea na faixa de 105°C a 160°C.
Um material especificamente preferencial é ZEONOR 1060R.
Outros materiais de molde que podem ser combinados com um ou mais aditivos para formar um molde de lente oftálmica incluem, por e- xemplo, resinas de polipropileno Zieglar-Natta (algumas vezes chamadas de 30 znPP). Uma resina de polipropileno Zieglar-Natta exemplificadora está dis- ponível sob o nome PP 9544 MED.
O PP 9544 MED é um copolímero alea- tório clarificado para moldagem cIara, de acordo com as normas do FDA 21
CFR (c) 3.2 disponibilizado pela ExxonMobile Chemical Company.
O PP " 9544 MED é um copolímero aleatório (znPP) com um grupo etileno (deste ponto em diante no presente documento 9544 MED). Outras resinas de poli- propileno Zieglar-Natta exemplificadoras incluem: polipropileno 3761 da Ato- 5 fina e polipropileno 3620WZ da Atofina.
Ainda adicionalmente, em algumas modalidades, os moldes da invenção podem conter polímeros como poIipropileno, polietileno, poliestire- no, metacrilato de polimetila, poliolefinas modificadas contendo uma porção alicíclica na cadeia principal e poliolefinas cÍclicas.
Esta blenda por de ser
. 10 usada em uma ou ambas as metades do molde, onde é preferencial que es- ta blenda seja usada na curva posterior e a curva frontal consista em copo-
" límeros alicíclicos.
Em alguns métodos preferenciais de preparação dos moldes 100 de acordo com a presente invenção, moldagem por injeção é utilizada de 15 acordo com técnicas conhecidas, entretanto, modalidades podem também incluir rnoldes criados por outras técnicas incluindo, por exemplo: armação, torneamento por diamante, ou corte por laser.
Tipicamente, as lentes são formadas em pelo menos uma super- fície de ambas as partes do molde 101-102, Entretanto, em algumas modali- 20 dades, uma superfície de uma lente pode ser formada a partir de uma parte do molde 101-102 e a outra superfície da lente pode ser formada com o uso de um método de armação, ou outros métodos.
Agora com referência à figura 2, em algumas modalidades, uma Iente energizada 200 inclui uma fonte de energia 210 com dois pontos de 25 contato 240. Em algumas modalidades, os pontos de contato 240 incluem dois fios eletricamente condutivos 230 fixados a eles para conduzir a energia da fonte de energia 210 para outro dispositivo 220. A maneira pela qual os fios elétricos 230 podem ser conectados aos pontos de contato 240 pode formar várias modalidades nesta técnica. 30 Em algumas modalidades, estes fios podem ser fixados por uma técnica de ligação por fio que irá atritar fisicamente um fio em um contato elétrico com um metal de bloco de ligação alternativo.
Outras modalidades ainda podem se originar da fusão de metalurgia de contato entre o fio 230 e o ponto de
W contato 240, por exemplo, com uma técnica de solda. Em outras modalida- des, pode ser possível depositar por evaporação os fios de conexão 230 ao ponto de contato 240. Em ainda outras modalidades, epóxis ou tintas condu- 5 tivas podem ser usadas para definir o elemento condutor 230 e conectá-lo aos pontos de contato 240. Pode ser óbvio para um versado na técnica que vários meios de conexão ao ponto de contato de uma fonte de energia para transportar energia para ou de outro dispositivo podem compreender moda- lidades incluidas no escopo desta invenção.
. 10 Conforme anteriormente discutido, uma fonte de energia 200 pode incluir uma combinação de dois ou mais dos tipos de fontes de energia - que foram descritas. Por exemplo, a fonte de energia na figura 2 pode com- preender uma bateria de filme fino à base de ion de lítio recarregável 210 que é combinada com um dispositivo 220, como uma célula fotoelétrica. Vá- 15 rios tipos de célula fotoelétrica podem ser compatíveis com a técnica da pre- sente invenção, como um exemplo, um dispositivo fotovoltaico que poderia ser usado para esta modalidade é o CPC1822 produzido pela Clare, lnc. (Beverly, MA, EUA), que mede aproximadamente 2,5 mm x 1,8 mm x 0,3 mm na forma de matriz e é capaz de fornecer 4 volts de eletricidade de cor- 20 rente contínua (VDC) em condições de luz. Em algumas modalidades, a saí- da do dispositivo fotovoltaico pode ser fomecida diretamente à bateria, con- forme mostrado na figura 2. Alternativamente, um dispositivo de gerencia- mento de energia pode controlar o carregamento da bateria recarregável com algum tipo de dispositivo re-energizante. Este exemplo específico é for- 25 necido em um sentido não-limitador, já que várias modalidades de re- energização de uma fonte de energia podem estar incluídas no escopo desta técnica inventiva sobre lentes oftálmicas energizadas. No caso da célula fotovoltaica Clare, uma fonte de Iuz externa pode compreender a forma de re-energizar outra fonte de energia ligada. Em 30 intensidades de luz na ordem da intensidade do sol ou mais, a célula fornece significativa corrente de carregamento. Pode haver várias formas de configu- rar um sistema de re-energização para interagir com tal dispositivo fotovol-
taico.
Como um exemplo não-limitador, pode ser possivel fornecer luz de in- " tensidade adequada durante o armazenamento de uma lente oftálmica em meio de hidratação.
Outras modalidades de re-energização de uma fonte de energia 5 podem ser definidas por dispositivos alternativos.
Por exemplo, um gradiente térmico ao longo do corpo da lente oftálmica pode ser usado por um disposi- tivo termoelétrico para fornecer re-energização a uma fonte de energia.
Em modaiidades alternativas, a energia externa pode ser acoplada na Iente of- tálmica com o uso de um sinal externo de radiofrequência e um dispositivo 10 absorvente na lente; um campo de tensão externa e um dispositivo de aco- . plamento capacitor na Iente; ou energia mecânica ou pressão e um dispositi-
- vo piezoelétrico.
Pode ser óbvio para um versado na técnica que há várias outras formas de re-energização de uma fonte de energia em uma lente of- tálmica energizada. 15 Como mencionado na discussão precedente, produtos químicos não-recarregáveis de fontes de energia do tipo bateria podem proporcionar modalidades alternativas da inovação aqui apresentada.
Embora, potencial- mente, não possuam algumas das vantagens da capacidade de recarga, es- tas modalidades podem ter, alternativamente, vantagens potenciais de custo 20 e implementação.
Pode-se considerar dentro do escopo desta descrição in- cluir células eletroqulmicas encapsuladas não-recarregáveis em maneiras equivalentes às fontes de energia recarregáveis que foram aqui apresenta- das.
As várias fontes de energia da presente invenção fornecem uma 25 fonte de alimentação "on board" no interior da lente oftálmica, a qual pode ser usada em conjunto com componentes eletrônicos, substratos de interco- nexão de circuito flexivel, interconexões elétricas impressas, sensores, e/ou outros componentes ativos adaptados.
Estes vários componentes que po- dem ser energizados podem definir modalidades que executam uma ampla 30 gama de funções.
Como exemplos não-limitadores, uma lente oftálmica e- nergizada pode ser uma funcionalidade de energização de dispositivo eletro- ótico para ajustar as características focais de uma Iente oftálmica.
Em ainda
' outras modalidades, a função energizada pode ativar um mecanismo de " bombeamento na lente oftálmica que pode bombear fármacos ou outros ma- teriais.
Ainda adicionalmente, a função energizada pode envolver dispositi- vos de detecção e dispositivos de comunicação em uma Iente oftálmica.
Po- 5 de ser óbvio para um versado na técnica que há uma grande gama de mo- dalidades relacionadas às funções que podem ser ativadas em uma Iente oftálmica energizada.
Em algumas modalidades, a fonte de energia em uma lente of- tálmica energizada pode suprir energia para uma função de controle dentro . . 10 da lente oftálmica para fornecer ativação controlada sem fio de uma função energizada ainda adicional em uma lente oftálmica ou outro artigo hidrogel
- moldado.
Como exemplo não limitante, a fonte de energia pode compreen- der uma microbateria de fiime fino encapsulada incorporada que pode ter uma capacidade de corrente máxima finita e limitada.
Para reduzir correntes 15 de fuga, ou extração de corrente quiescente, de modo que uma microbateria de filme fino completamente carregada mantenha sua carga pelo maior tem- po possÍvel durante o armazenamento, podem ser usados vários meios de ativação ou conexão elétrica de uma microbateria a outros componentes na lente eletroativa.
Em algumas modalidades, uma célula fotovoltaica (por e- 20 xemplo, Clare CPC1822 na forma de matriz) ou um dispositivo de detecção fotoelétrica podem ativar transistores ou outros componentes microeletrôni- cos dentro da lente sob condições de iluminação prescritas que podem en- tão ativar a interconexão da bateria com outros componentes microeletrôni- cos na lente.
Em outra modalidade, um microssensor/interruptor de efeito 25 Hall como o A1172 produzido pela Allegro Microsystems, lnc. (Worcester, MA, EUA) pode ser usado para ativar a bateria e/ou outros componentes mi- croeletrônicos na lente quando exposto ao pólo norte e/ou sul de um Ímã.
Em outras modalidades, chaves de contato físico, chaves de membrana, chaves de RF, sensores de temperatura, fotodiodos, fotoresistores, fototran- 30 sistores, ou sensores óticos podem ser usados para ativar a bateria e/ou d ispositivos eletrônicos ligados na Iente oftálmica energizada.
Em algumas modalidades, uma fonte de energia em uma lente oftálmica energizada pode ser incorporada ao lado de circuitos integrados.
Em modalidades exemplificadoras deste tipo, a incorporação de microbateri- as planas de filme fino em substratos de silício poderia ser prevista com re- lação ao processo de fabricação do semicondutor.
Tais abordagens poderi- 5 am ser usadas vantajosamente para fornecer fontes de energia separadas para vários circuitos integrados que podem ser incorporados na lente eletro- ativa da presente invenção.
Em modalidades alternativas, o circuito integra- do pode ser incorporado como um componente distinto da lente energizada.
Com referência à figura 3, item 300 é mostrada uma representa-
, 10 ção de uma modalidade exemplificadora de uma lente oftálmica energizada.
Nesta representação, a fonte de energia 310 pode incluir uma bateria recar- regável à base de íon de lítio de filme fino.
A bateria pode ter pontos de con- tato 370 para permitir a interconexão.
Fios podem ser fios ligados por fio aos pontos de contato 370 e conectam a bateria a uma célula fotoelétrica 360 15 que pode ser usada para re-energizar a fonte de energia 310 da bateria.
Fios adicionais podem conectar a fonte de energia a uma interconexão de circuito flexível através de contatos ligados por fio sobre um segundo conjunto de pontos de contato 350- Estes pontos de contato 350 podem ser uma porção de um substrato de interconexão flexível 355. Este substrato de interconexão 20 pode ser feito em um formato que se aproxima de uma forma de lente típica de modo similar à fonte de energia anteriormente discutida.
Para adicionar flexibilidade adicional, um substrato de interconexão 355 pode incluir carac- terísticas de formato adicionais, como cortes radiais 345 ao longo do seu comprimento- Em abas individuais do substrato de interconexão 355 podem 25 ser conectados vários componentes eletrônicos, como lCs, componentes descontínuos, componentes passivos e os dispositivos que são mostrados como o item 330. Estes componentes são interconectados por fios ou outros meios de conexão 340 às vias de condução localizadas no interior do subs- trato de interconexão 355. Como exemplo não limitante, os vários compo- 30 nentes podem ser conectados ao substrato de interconexão flexível 355 a- través dos vários meios já discutidos que podem ser feitas interconexões à bateria.
A combinação dos vários componentes elétricos pode definir um si-
nal de controle para um dispositivo eletro-ótico mostrado como item 390. Es- " te sinal de controle pode ser conduzido ao longo da interconexão 320. Este tipo de lente oftálmica energizada exemplificadora com função energizada é fornecido apenas com o propósito de exemplo.
Esta descrição não deve ser 5 interpretada como limitadora do escopo da técnica da invenção, uma vez que pode ficar claro para um versado na técnica, que podem existir muitas modalidades diferentes de função, design, esquema de interconexão, es- quema de energização e utilização geral dos conceitos desta invenção.
Agora com referência à figura 5, nas figuras 5a, 5b, 5c e 5d es-
. 10 tão vários exemplos de formatos diferentes que podem ser assumidos por uma fonte de energia em uma lente oftálmica.
O item 500 mostra uma fonte de energia de referência produzida a partir de materiais de filme fino, que, por referência, é formada com um formato plano.
Quando a dimensão deste formato 500 é de aproximadamente um milímetro ou menos, ele pode com- 15 preender uma fonte de energia para uma lente oftálmica energizada.
O item 510 mostra uma forma tridimensional exemplificadora na qual o substrato flexível e a bateria encapsulada assumem um formato de anel completo, que quando não distorcida de modo flexivel, possui aproximadamente o mesmo formato assumido por uma lente oftálmica não distorcida.
Em algumas rno- 20 dalidades, o raio do formato de anel pode ser de aproximadamente oito mm para uma modalidade de lente oftálmica energizada.
O mesmo aspecto tri- dimensional pode ser compartilhado por modalidades que são um quarto de anel 530, meio anel 520 ou outro formato arqueado.
Pode ficar claro para um versado na técnica que muitos formatos diferentes incluindo outros formatos 25 em anel parcial podem compreender modalidades alternativas incluídas no escopo desta invenção.
Em algumas modalidades, formatos retangulares e planos podem também ser adaptados em uma geometria de carcaça semi- esférica incluída em uma lente oftálmica.
Outro conjunto de modalidades da presente invenção se refere a 30 agentes quimicos de bateria específicos que podem ser utilizados vantajo- samente em uma Iente oftálmica energizada.
Um exemplo de modalidade, que foi desenvolvida pela empresa Oak Ridge Laboratories, compreende constituintes de uma célula de lítio ou de íon de lítio. Materiais comuns para
W o anodo destas células incluem lítio metálico ou, alternativamente, para a célula de ion de litio incluem grafite. Um exemplo de modalidade altemativa destas células seria a incorporação de elementos de siiício em escala mi- 5 crométrica para atuar como o anodo de tal bateria de filme fino incorporada em uma lente de contato. Os materiais usados para o catodo das baterias podem incluir óxido de lítio e manganês e óxido de Iítio e cobalto, que possuem boas mé- tricas de desempenho para as baterias assim formadas. Alternativamente, . . 10 catodos de fosfeto de litio e ferro podem ter desempenho similar, entretanto, em algumas aplicações, eles pode ter aspectos aprimorados relacionados ao - carregamento. Além disso, a dimensão destes e de outros materiais de ca- todo pode otimizar o desempenho de carregamento; como por exernplo, formar o catodo a partir de cristais em escala nanométrica dos vários materi- 15 ais pode melhorar dramaticamente a taxa de recarga da bateria. Vários materiais que podem estar incluídos como constituintes de uma fonte de energia podem ser, de preferência, encapsulados. Pode ser desejável encapsular a fonte de energia para isolar seus constituintes do ambiente oftálmico. Alternativamente, aspectos do ambiente oftálmico po- 20 dem afetar negativamente o desempenho das fontes de energia, caso elas não sejam adequadamente isoladas por uma modalidade de encapsulação- Várias modalidades da técnica da invenção podem se originar da escolha dos materiais. Consequentemente, em algumas modalidades, um material da 25 lente pode incluir um componente contendo silicone. Um "componente con- tendo silicone" é um que contém pelo menos uma unidade [-Si-O-] em um monômero, macrômero ou pré-polímero. De preferência, o Si total e ligado a O estão presentes no componente contendo silicone em uma quantidade maior que cerca de 20 porcento, em peso, e com mais preferência maior que 30 30 porcento, em peso, do peso molecular total do componente contendo sili- cone. Componentes contendo silicone úteis compreendem, de preferência, grupos funcionais polimerizáveis, como acrilato, metacrilato, acrilamida, me-
tacrilamida, vinila, N-vinilactama, N-vinilamida, e grupos funcionais de estiri- la. Componentes contendo silicone adequados incluem compostos de fõrmula I r1-?:jo-2,':o-2,:r1 èÜj K'j, k ". 5 em que R1 é independentemente selecionado dentre grupos reativos
W monovalentes, grupos alquila monovalentes, ou grupos arila monovalentes, sendo que qualquer um dos anteriormente mencionados pode compreender, ainda, funcionalidades selecionadas de hidróxi, amino, oxa, carbóxi, alquil 10 carbóxi, alcóxi, amido, carbamato, carbonato, halogênio ou combinações dos mesmos, e cadeias de siloxano monovalentes que compreendem de 1 a 100 unidades de repetição Si-O, as quais podem compreender, ainda, funcionali- dades selecionadas de alquila, hidróxi, amino, oxa, carbóxi, alquil carbóxi, alcóxi, amido, carbamato, haiogênio ou combinações dos mesmos; 15 onde b = 0 a 500, onde entende-se que quando b é diferente de 0, b é uma distribuição que tem um modo igual a um valor estabelecido; sendo que pelo menos um R1 compreende um grupo reativo monovalente, e em algumas modalidades entre um e 3 R1 compreendem gmpos reativos monovalentes. 20 Para uso na presente invenção "grupos reativos monovalentes" são grupos que podem sofrer polimerização por radicais Iivres e/ou catiôni- ca. Alguns exemplos não limitadores de grupos reativos de radical livre in- cluem (met)acriiatos, estirilas, vinilas, éteres de vinila, Cj- 6a|qui|(met)acri|atos, (met)acrilamidas, C1-6a|qui|(met)acri|amidas, N- 25 vinilactamas, N-vinilamidas, C2-12alqueni|as, C2-12alquenilfeni|as, C2- 12a|queni|nafti|as, C2-6alqueni|fenj| C1-6a|qui|as, O-vinilcarbamatos e O- vinilcarbonatos. Exemplos não limitadores de grupos reativos catiônicos in-
cluem éteres de vinila ou grupos epóxido e misturas dos mesmos. Em uma ' modalidade, os grupos reativos de radical livre compreendem (met)acrilato, acrilóxi, (met)acri1amida, e misturas dos mesmos. Grupos alquila e arila monovalentes adequados incluem grupos 5 Cj a C16a|quila monovalentes não substituidos, grupos C6-C14 arila, como metila, etila, propila, butila, 2-hidróxipropila, propoxipropila, polietilenoxipropi- la substituídos e não substituídos, combinações dos mesmos e similares. Em uma modalidade b é zero, um R' é um grupo reativo mono- valente, e pelo menos 3 R1 são selecionados a partir de grupos alquila mo- . q 10 novalentes que têm um a 16 átomos de carbono, e em outra modalidade, a partir de grupos alquila monovalentes que têm um a 6 átomos de carbono.
· Alguns exemplos não limitadores de componentes de silicone desta modali- dade incluem éster 2-metil-2-hidróxi-3-[3-[1 ,3,3,3-tetrametil-1- [(trimeti|si|i|)oxi]disiloxanii]propóxi]propÍIjco ("S1GMA"), 15 2-hidróxi-3-metacri|oxipropiloxipropi|-tris(trimetijsi|óxi)si|ano, 3-metacri|oxipropiitris(trimeti|si|óxi)si|ano ("TRIS"), 3-metacri|oxipropi|bis(trimetilsi|óxi)meti|si|ano e 3-metacriloxipropilpentametil dissiloxano. Em outra modalidade, b é 2 a 20, 3 a 15 ou em algumas modali- 20 dades 3 a 10; pelo menos um R1 terminal compreende um grupo reativo mo- nQvalente e os R1 restantes são selecionados a partir de grupos alquila mo- novalentes com 1 a 16 átomos de carbono e, em outra modalidade, a partir de grupos alquiia monovalentes com tem 1 a 6 átomos de carbono. Em ain- da outra modaiidade, b é 3 a 15, um R1 terminal compreende um grupo rea- 25 tivo monovalente, o outro R' terminal compreende um grupo alquila monova- lente que tem 1 a 6 átomos de carbono e os R1 restantes compreendem grupos alquila monovalentes que têm 1 a 3 átomos de carbono. Alguns e- xemplos não limitadores de componentes de silicone desta modalidade in- cluem polidimetilsiloxano terminado em éter (mono-(2-hidróxi-3- 30 metacriloxipropü)-propÍlico (peso molecular de 400 a 1.000)) ("OH-mPDMS"), polidimetilsiloxanos terminados mono-n-butila terminados em monometacri- loxipropila (peso molecular de 800 a 1.000), ç'mPDMS").
Em outra modalidade b é 5 a 400 ou de 10 a 300, ambos qs R1 " terminais compreendem grupos reativos monovalentes e OS R1 restantes são selecionados independentemente a partir de grupos alquila monovalentes que têm 1 a 18 átomos de carbono, os quais podem ter Iigações éter entre 5 átomos de carbono e podem compreender, ainda, halogênio. Em uma modalidade, onde uma lente de hidrogel de silicone é desejada, a lente da presente invenção será produzida a partir de uma mis- tura reativa que compreende pelo menos cerca de 20 e, de preferência, en- tre cerca de 20 e 70%, em peso, de componentes contendo silicone com ba- n lO se no peso total dos componentes monoméricos reativos a partir dos quais o polímero é feito- Em outra modalidade, um a quatro R1 compreendem um carbo- nato ou carbamato de vinila com a seguinte fórmula: .m
R O H2c=t-(cH,),-o-ã-Y em que: Y denota O-, S- ou NH-; 15 Rdenotahidrogêniooumetila,dé1,2,3ou4,eqéOou1. Os monômeros de carbonato de vinila ou carbamato de vinila contendo silicone incluem, especificamente: 1,3-bis[4-(vinilóxi carboniló- xi)but-1--il]tetrameW-dissiloxano; 3-(vinilóxi carbonil tio) propil-[tris(trimetií si!ó- xi)silano]; carbamato de 3-[tris(trimetil süóxi)silil] propil alila; carbamato de 3- 20 [tris(trimetil silóxi)silil] propil vinila; carbonato de trimetilsilil etil vinila; carbo- nato de trimeti|si|i| metil vinila, e
H ii r r ) r' ii F!2C"C—OCO(CH3)4—Si—O Si O,
I Si (CH2)4OCO—C_CH2 h CH3 CH3 J25 CH3
Quando se deseja dispositivos biomédicos com um módulo a- " baixo de cerca de 200, apenas um R1 deve compreender um grupo reativo monovalente e não mais que dois dos grupos R1 restantes compreenderão grupos siloxano monovalentes.
5 Uma outra cIasse de componentes contendo siiicone inclui ma- crômeros de poliuretano com as seguintes fórmulas: Fórmulas lV-Vl (*D*A*D*G)a *D*D*Ej E(*D*G*D*A)a *D*G*D*E1 ou . 10 E(*D*A*D*G)a *D*A*D*E1 ¶ em que: % D denota um dirradical aiquila, um dirradical a|qui|cic|oa|qui|a, um dirradical cicloalquila, um dirradical arila ou um dirradical alquilarila tendo 6 a 30 átomos de carbono, 15 G denota um dirradical alquila, um dirradical cicloalquila, um dir- radical alquücicloalquila, um dirradical arila ou um dirradical alquilarila tendo 1 a 40 átomos de carbono e que pode conter ligações éter, tio ou amina na cadeia principai; * denota uma ligação uretano ou ureído; 20 , é pelo menos 1: A denota um radical polimérico divalente de fórmula: —(cH,),)Àrj?7t,i)) ,,,,h_ Fórmula Vll R1' denota, independentemente, um grupo alquila ou alquila fluo- ro-substituída tendo de 1 a 10 átomos de carbono, os quais podem conter ligações éter entre átomos de carbono; y é pelo menos 1; e p fornece um 25 peso de 400 a 10.000 à porção; cada um dentre E e E1 denota, independen- temente, um radical orgânico insaturado polimerizável representado pela fórmula:
Fórmula Vlll m R12 i R'K~-(CH2+Kk—(&(ArWR'~ em que: R1' é hidrogênio ou metila; R'3 é hidrogênio, um radical alquila que tem de 1 a 6 átomos de carbono, ou um radical —CO—Y—R15 em que Y é —O—,Y—S— ou —NH—; R" é um radical divalente que tem de 1 a 12 á- tomo de carbono; X denota —CO— ou —OCO—; Z denota —O— ou — 5 NH—; Ar denota um radical aromático que tem de 6 a 30 átomos de carbo- no;wéde0a6;xé0ou1;yéOou1;ezéOou1. Um componente contendo silicone preferencial é um macrômero " de poliuretano representado pela seguinte fórmula: Fórmula lX "47°wqâTm"P"p+"A"B""'{Êl:r'"""FyIR· iLK++-MÁ:% sendo que R16 é um dirradical de um di-isocianato após remoção 10 do grupo isocianato, como o dirradical de di-isocianato de isoforona. Outro macrômero contendo silicone adequado é o composto de fórmula X (no qual x + y é um número na faixa de 10 a 30) formado peia reação de fluoréter, polidimetil siloxano terminado em hidróxi, di-isocianato de isoforona e isocia- natoetilmetacrilato.
Fórmula X
O Q JyO mAo(sM·p)us!,oÁ nh^j , O O ( >NAwH,cF,—(KEà—(ocF,o,h—N2mp aomk,L,,M,£,»,D,,,ojm> ,4 )=° 15 Outros componentes contendo silicone adequados para uso nes- ta invenção incluem macrômeros contendo poIissiloxano, éter de polialquile- no, di-isocianato, hidrocarboneto polifluorado, éter polifluorado e grupos de polissacarÍdeo; polissiloxanos com um enxerto fluorado polar ou um grupo
|atefa| que tem um átomo de hidrogênio fixado a um átomo de carbono diflú- " or-substituido terminal; metacrilatos de siloxanila hidrofílicos contendo éter e ligações de siloxanila e monômeros reticuláveis contendo grupos de poliéter e polisüoxanila.
Qualquer um dos polissiloxanos anteriormente mencionados 5 podem também ser usados como o componente contendo silicone nesta in- venção.
Embora a invenção possa ser usada para fornecer lentes de contato gelatinosas ou rígidas, produzidas a partir de qualquer material de lente conhecido, ou material adeqljado para fabricar estas lentes, de prefe- lO rências, as lentes da invenção são lentes de contato gelatinosas que têm - conteúdos de água de cerca de 0 a cerca de 90 porcento.
Com mais prefe- rência, as Ientes são produzidas a partir de monômeros contendo grupos hi- dróxi, grupos carboxila, ou ambos, ou são produzidas a partir de polimeros contendo silicone, como siloxarios, hidrogéis, hidrogéis de silicone, e combi- 15 nações dos mesmos.
O material útil para formar as Ientes da invenção pode ser produzido através da reação de blendas de macrômeros, monômeros, e combinações dos mesmos, junto com aditivos, como iniciadores de polimeri- zação.
Os materiais adequados incluem, porém não se limitam a, hidrogéis de silicone produzidos a partir de macrômeros de silicone e monômeros hi- 20 drofílicos- Modalidades adicionais estão relacionadas com a forma na qual os componentes internos são encapsulados pelo material de encapsulação.
Pode ser possivel revestir uma fonte de energia de uma maneira que envol- va uma linha de junção entre duas camadas de encapsulante.
Alternativa- 25 mente, o encapsulante pode ser aplicado de modo a rjão gerar junções, em- bora deva ser observado que muitas modalidades exigiriam que a fonte de energia fornecesse dois pontos de contato elétrico distintos e isolados.
Pode ser óbvio para um versado na técnica que há várias outras formas de encap- sular uma fonte de energia, as quais podem estar de acordo com a técnica 30 detalhada na presente invenção.
Pode haver várias modalidades relacionadas ao método de for- mação de um dispositivo oftálmico energizado dos diversos tipos que foram descritos. Em um conjunto de modalidades, a técnica inventiva da presente " invenção pode incluir agrupar subcomponentes de uma modalidade de lente oftálmica energizada particular em etapas separadas. O agrupamento "sepa- rado" de microbaterias de filme fino vantajosamente formatadas, circuitos 5 flexíveis, interconexões, componentes microeletrônicos, e/ou outros compo- nentes eletroativos em conjunto com um revestimento conformal biocompa- tível e inerte, para fornecer uma única embalagem incorporável com todos os itens incluídos que pode ser incorporada em processos de fabricação de lente de contato conhecidos por moldagem com uso de moldes. Os circuitos . 10 flexíveis podem incluir aqueles fabricados a partir de filme de poliimida re- . vestido com cobre ou outros substratos similares.
» Os revestimentos conformais podem incluir, mas não se (imitam a, parileno (graus N, C, D, HT, e quaisquer combinações dos mesmos), po- li(p-xilileno), revestimentos dielétricos, revestimentos conformais de silicone, 15 revestimentos conformais de poliuretano, revestimentos conformais acrílicos, polímeros rígidos permeáveis a gás, ou quaisquer outros revestimentos bio- compatíveis vantajosos. Algumas modalidades da presente invenção incluem métodos que são direcionados ao design geométrico das microbaterias de filme fino 20 em geometrias suscetiveis à incorporação aos e/ou encapsulação pelos ma- teriais da lente oftálmica. Outras modalidades incluem métodos para incor- porar microbaterias de filme fino em vários materiais, como por exemplo, po- rém sem limitação, hidrogéis, hidrogéis de silicone, materiais de lente de contato rígida permeável a gás "RGP", silicones, polímeros termoplásticos, 25 elastômeros termopiásticos, polímeros endurecidos por calor, revestimentos conformais dielétricos/isolantes, e revestimentos de barreira hermética. Ainda outras modalidades envolvem métodos para a colocação estratégica de uma fonte de energia em uma geometria de lente oftálmica. Especificamente, em algumas modalidades, a fonte de energia pode ser um 30 artigo opaco. Já que é preferível que a fonte de energia não obstrua a transmissão de luz através de uma zona ótica da lente oftálmica, os métodos de design, em algumas modalidades, podem garantir que uma zona ótica que compreende 5 a 8 mm centrais da lente de contato não seja obstruída por nenhuma porção opaca da fonte de energia ou circuito de suporte ou ou- tros componentes.
Em algumas modalidades, a massa e a densidade da fonte de 5 energia podem facilitar os designs para que a dita fonte de energia possa funcionar também sozinha ou em conjunto com outras zonas de estabiliza- ção da lente projetadas no corpo da lente oftálmica para estabilizar de ma- neira rotacional a lente no oIho.
Tais modalidades podem ser vantajosas pa- ra várias aplicações incluindo, mas não se limitando a, correção de astigma- . 10 tismo, maior conforto durante o uso da lente nos oIhos, ou localização con- . sistente/controlada de outros componentes no interior da lente oftálmica e- nergizada.
Em modalidades adicionais, a fonte de energia pode ser coloca- da a uma determinada distância da borda externa da lente de contato para 15 permitir o design vantajoso do perfil da borda da lente de contato de modo a fornecer boas características de conforto, porém minimizando a ocorrência de eventos adversos.
Exemplos destes eventos adversos a serem evitados podem incluir lesões epiteliais arqueadas superiores ou conjuntivite papilar gigante. 20 Como exemplo não limitante, em algumas modalidades, elemen- tos de catodo, eletrólito e anodo de células eletroquímicas incorporadas po- dem ser formados por tintas impressas adequadas em formatos que definem estas regiões de catodo, eletrólito e anodo.
Pode ficar claro que as baterias assim formadas podem incluir tanto células de uso único à base, por exem- 25 plo, de agentes químicos de óxido de manganês e zinco, quanto baterias fi- nas recarregáveis à base de agentes químicos de lítio similares aos agentes químicos de bateria de filme fino mencionados acima.
Pode ficar claro para um versado na técnica que uma variedade de diferentes modalidades das várias características e métodos de formação de Ientes oftálmicas energiza- 30 das podem envolver o uso de técnicas de impressão.
Pode haver várias modalidades relacionadas aos aparelhos que podem ser usados para formar modalidades da lente oftálmica energizada com os vários métodos que foram discutidos. Uma etapa fundamental no e processamento pode se referir ao suporte dos vários componentes que compreendem uma fonte de energia da lente oftálmica, enquanto o corpo da lente oftálmica é moldado em volta destes componentes. Em algumas moda- 5 lidades, a fonte de energia pode ser afixada a pontos de retenção em um molde da Iente. Os pontos de retenção podem ser afixados com o mesmo tipo de material polimerizado que será formado no corpo da lente. Pode ficar claro para um versado na técnica que várias formas de fomecimento de su- . porte para as várias fontes de energia antes delas serern encapsuladas no 10 corpo da lente compreendem modalidades incluídas no escopo desta inven- . ção.
. Conforme mencionado acima, em algumas modalidades da pre- sente invenção, a fonte de energia inclui uma célula eletroqulmica ou bateri- a. Há muitos tipos diferentes de baterias que podem estar incluídos em mo- 15 dalidades das lentes oftálmicas energizadas. Por exemplo, baterias descar- táveis podem ser formadas a partir de vários materiais de catodo e anodo. Como exemplos não-limitadores, estes materiais podem incluir zinco, carbo- no, prata, manganês, cobalto, litio, silício. Ainda outras modalidades podem se originar do uso de baterias que são recarregáveis. Tais baterias podem, 20 por sua vez, ser produzidas a partir de tecnologia de Íon de lítio, tecnologia de prata, tecnologia de magnésio, tecnologia de nióbio. Pode ficar claro para um versado na técnica que várias tecnologias atuais de produção de bateri- as para sistemas de baterias descartáveis ou recarregáveis podem compre- ender a fonte de energia em várias modalidades de uma lente oftálmica e- 25 nergizada. As restrições físicas e dimensionais do ambiente de uma lente de contato podem favorecer determinados tipos de bateria em relação a ou- tros. Um exemplo deste favorecimento pode ocorrer para baterias de filme fino. As baterias de filme fino podem ocupar o pequeno volume de espaço 30 compatível com modalidades oftálmicas humanas. Além disso, elas podem ser produzidas sobre um substrato que é flexível, o que permite que o corpo da Iente oftálmica e da bateria incluída com substrato tenha Iiberdade para flexionar. No caso de baterias de filme fino, os exemplos podem incluir
D formas de carga única e recarregáveis. As baterias recarregáveis fornecem a capacidade de prolongar o tempo de vida utilizável do produto, e portanto, 5 maiores taxas de consumo de energia. Muita atividade de desenvoivimento tem sido focalizada na tecnologia para produzir lentes oftálmicas energiza- das eletricamente com baterias de filme fino recarregáveis; entretanto, a téc- nica da invenção não se limita a esta subclasse- Baterias de filme fino recarregáveis são comercialmente disponí- h 1O veis, por exemplo, o Oak Ridge National Laboratory produziu várias formas desde o início dos anos de 90. Os atuais produtores comerciais destas bate- rias incluem Excellatron Solid State, LLC (Atlanta, GA, EUA), Infinite Power Solutions (Littleton, CO, EUA), e Cymbet Corporation, (Elk River, MN, EUA). A tecnologia é dominada atualmente por usos que inciuem baterias de filme 15 fino plarias. O uso destas baterias pode compreender algumas modalidades desta técnica inventiva; entretanto, a formação da bateria de filme fino em um formato tridimensional, por exemplo com um raio de curvatura esférico compreende modalidades desejáveis da técnica da invenção. Pode ficar cIa- ro para um versado na técnica que vários formatos e formas desta modali- 20 dade de bateria tridimensional estão incluídos no escopo da invenção. Agora com referência à figura 6, é ilustrado um aparelho para a- plicar uma camada aglutinante a uma parte do molde. O aparelho inclui uma primeira máquina 610 que é capaz de posicionar um aplicador de revesti- mento aglutinante 611-612 próximo a uma ou mais partes do molde 614 e 25 aplicar um revestimento aglutinante em uma ou mais partes do molde. Em algumas modalidades, os aplicadores de revestimento aglutinante 611-612 se moverão em uma direção vertical para ficar perto da uma ou mais partes do molde 614. O aplicador da camada aglutinante pode incluir, por exemplo, um ou mais de: um dispositivo de tampografia e um mecanismo a jato de tin- 30 ta. As aplicações de revestimentos, como os usados para a aplicações de corante em uma lente de contato ou outra tonalização cosmética de lentes de contato são bem conhecidas. Na presente invenção, os métodos e o apa-
relho para a aplicação de corante em uma lente de contato podem ser adap- " tados para introduzir também uma camada aglutinante em uma parte do molde que é capaz de aderir uma fonte de energia ou outro componente à parte do molde. 5 Uma segunda máquina 615 para colocar um ou mais de: a fonte de energia e outros componentes dentro da parte do molde pode também estar perto da parte do molde 614. Agora com referência à figura 7 é mostrada uma representação de cima para baixo de uma modalidade exemplificadora de uma lente oftál-
B lO mica 700 com a fonte de energia 710 e os componentes 712, 714, e 715. Nesta representação, uma fonte de energia 710 é mostrada em uma porção . periférica 711 da lente oftálmica 700. A fonte de energia 710 pode incluir, por exemplo, uma bateria recarregável à base de ion de Iítio de filme fino. A fon- te de energia 710 pode ser conectada aos pontos de contato 714 para per- 15 mitir interconexão. Os fios podem ser fios ligados por fio aos pontos de con- tato 714 e conectam a fonte de energia 710 a uma célula fotoelétrica 715 que pode ser usada para re-energizar a fonte de energia 710 da bateria. Fios adicionais podem conectar a fonte de energia 710 a uma interconexão de circuito flexível através de contatos ligados por fio. 20 Em algumas modalidades, a lente oftálrnica 700 pode também incluir um substrato flexível sobre o qua! a fonte de energia 710 e os compo- nentes 712, 714, e 715 estão instalados. Este substrato flexivel pode ser fei- to em um formato que se aproxima de uma forma de lente típica de modo similar ao anteriormente discutido. Vários componentes eletrônicos 712, co- 25 mo circuitos integrados, componentes descontínuos, componentes passivos e tais dispositivos podem também estar incluídos. Uma zona ótica 713 também é ilustrada. A zona ótica pode ser oticamente passiva sem alteração ótica, ou ela pode ter uma característica ótica predeterminada, como uma correção ótica predefinida. Ainda outras 30 modalidades incluem uma zona ótica com um componente ótico variável que pode ser alterado por comando- Em algumas modalidades, uma lente oftálmica com um compo-
nente, como um dispositivo processador, pode ser compativel com uma fon- " te de energia 710 incorporada em uma lente oftálmica e usada para executar funções lógicas ou processar dados de outro modo na lente oftálmica. Agora com referência à figura 8, são listadas algumas etapas 5 metodológicas que podem ser implementadas de acordo corn algumas mo- dalidades da presente invenção. As etapas metodológicas são exemplifica- doras e não devem limitar o escopo da invenção, já que o todo ou uma parte pode ser implementado em uma invenção reivindicada Em 801, uma cama- da aglutinante é aplicada a uma primeira parte de um molde. Em 802, a ca- lO mada agiutinante pode ser pré-polimerizada para criar uma pegajosidade
R sobre a camada aglutinante. A pegajosidade pode tornar a camada agluti- - nante mais condutiva para receber e ligar uma fonte de energia à camada aglutinante. Em 803, uma fonte de energia é posicionada em contato com a camada aglutinante, geralmente dentro dos parâmetros da primeira parte do 15 molde- A parte do molde é assim aderida à primeira parte do molde através da camada aglutinante. Em 804 uma mistura reativa é depositada na primei- ra parte do molde. Em 805, uma segunda parte do molde é colocada próximo à primeira parte do molde e uma cavidade formadora da lente é, então, forma- 20 da com a fonte de energia e a camada aglutinante incluidas no interior da cavidade e a mistura reativa preenchendo a cavidade em um formato de uma lente oftálmica- Em 806, a mistura reativa é polimerizada no formato da lente oftálmica definido pela cavidade. A polimerização é completada, por exemplo, através da exposição à radiação actínica. A fonte de energia está 25 agora incorporada no interior do material polimerizado da lente. Em 807, a lente oftálmica com a fonte de energia é removida das partes do molde. Conclusão A presente invenção, conforme descrito acima e conforme defi- nido adiciona]mente pelas reivindicações abaixo, fornece métodos de pro- 30 cessamento de lentes oftálmicas e aparelhos para a implementação desses métodos, bem como das lentes oftálmicas assim formadas-
Claims (23)
1. Método de formação de uma lente oftálmica energizada, o método compreendendo: aplicar uma camada aglutinante a uma primeira parte de um 5 molde; colocar uma fonte de energia sobre a camada aglutinante apli- cada à primeira parte do molde; depositar uma mistura reativa no interior da primeira parte do molde; e 10 polimerizar a mistura reativa para formar uma lente oftálmica que 0 compreende o material poIimerizado da lente.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo a- dicionalmente as etapas de: pré-polimerizar a camada aglutinante. 15
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a camada de ligação compreende um polímero capaz de formar uma rede polimérica interpenetrante com o material da lente polimerizado.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a fonte de energia é fixada a um substrato flexível e o substrato flexível é colocado em 20 comunicação física com a camada aglutinante.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo, adicionalmente as etapas de definir uma área que compreende uma zona ótica e uma área fora da zona ótica e de colocar a fonte de energia na área fora da zona ótica. 25
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a camada aglutinante compreende um ou ambos dentre: um homopolímero e um copo- límero.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a camada aglutinante compreende um polímero de ligação que compreende polímeros 30 e copolimeros com grupos funcionais que tornam os polímeros e copoIíme- ros do pollmero de ligação capazes de interagir uns com os outros.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo,
adicionalmente, posicionar um ou mais componentes de extração de corren- " te elétrica e a fonte de energia compreende uma área de fixação que conec- ta a fonte de energia a um ou mais componentes de extração de corrente elétrica. 5 9. Método, de acordo com a reivindicação 8, compreendendo, adicionalmente, um componente de re-energização.
10. Método, de acordo com a reivindicação 9, em que o compo- nente de re-energização compreende pelo menos um dentre um dispositivo fotoelétrico, um dispositivo absoNente de frequência de rád io, um dispositivo . 10 de acoplamento de energia indutiva, um dispositivo de acoplamento de e- . nergia capacitiva, um dispositivo termoelétrico ou um dispositivo piezoelétri- . co.
11. Método, de acordo com a reivindicação 10, em que o com- ponente de re-energização fornece energia diretamente para re-energizar o 15 dispositivo de energia.
12. Dispositivo, como definido na reivindicação 10, em que o componente de energização fornece energia que é modificada por um dis- positivo de alteração da característica da energia para re-energizar o dispo- sitivo de energia. 20
13. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 12, em que um dispositivo de energização compreende um dispositivo fotoelétrico e inclui uma fonte de luz externa.
14. Dispositivo, como definido na reivindicação 1, em que a fonte de energia é uma bateria à base de ion de litio. 25
15. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 14, em que a ba- teria é recarregável.
16. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 14, em que a ba- teria é uma bateria descartável.
17. Dispositivo, como definido na reivindicação 1, em que a fonte 30 de energia compreende pelo menos um dentre: células de combustível, ca- pacitores, piezelétricos ou fotoelétricos.
18. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 14, em que a ba-
teria é encapsulada. . 19. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 14, em que a ba- teria tem o formato de um anel completo.
20. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 14, em que a ba- 5 teria tem o formato de um anel parcial.
21. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 14, em que a ba- teria tem menos que 500 mícrons de espessura.
22. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a fonte de energia compreende um material semicondutor. . 10
23. Método, de acordo com a reivindicação 8, em que os com- . ponentes de extração de corrente elétrica compreendem constituintes que . foram impressos.
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