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BRPI0816606B1 - instalação de lubrificação em linha de cilindros de laminação e processo de lubrificação em linha de cilindros de laminação - Google Patents

instalação de lubrificação em linha de cilindros de laminação e processo de lubrificação em linha de cilindros de laminação Download PDF

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BRPI0816606B1
BRPI0816606B1 BRPI0816606A BRPI0816606A BRPI0816606B1 BR PI0816606 B1 BRPI0816606 B1 BR PI0816606B1 BR PI0816606 A BRPI0816606 A BR PI0816606A BR PI0816606 A BRPI0816606 A BR PI0816606A BR PI0816606 B1 BRPI0816606 B1 BR PI0816606B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
oil
installation
ramp
fact
cylinders
Prior art date
Application number
BRPI0816606A
Other languages
English (en)
Inventor
Vervaet Bart
Lannoo Griet
Uijtdebroeks Hugo
Original Assignee
Centre De Recherches Metallurgiques Asbl Centrum Voor Res In De Metallurgie Vzw
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
Family has litigation
First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=39246792&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI0816606(B1) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Application filed by Centre De Recherches Metallurgiques Asbl Centrum Voor Res In De Metallurgie Vzw filed Critical Centre De Recherches Metallurgiques Asbl Centrum Voor Res In De Metallurgie Vzw
Publication of BRPI0816606A2 publication Critical patent/BRPI0816606A2/pt
Publication of BRPI0816606B1 publication Critical patent/BRPI0816606B1/pt

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    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B21MECHANICAL METAL-WORKING WITHOUT ESSENTIALLY REMOVING MATERIAL; PUNCHING METAL
    • B21BROLLING OF METAL
    • B21B27/00Rolls, roll alloys or roll fabrication; Lubricating, cooling or heating rolls while in use
    • B21B27/06Lubricating, cooling or heating rolls
    • B21B27/10Lubricating, cooling or heating rolls externally

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Abstract

instalação de lubrificação em linha de cilindros de laminação e processo de lubrificação em linha de cilindros de laminação a invenção refere-se a uma instalação de lubrificação em linha de cilindros de laminação (1), de preferência a quente, de uma placa metálica, de preferência de aço, por pulverização ou atomização de um lubrificante sobre um alvo compreendendo os mencionados cilindros e/ou a mencionada placa, de preferência na vizinhança do espaço entre cilindros, por meio de uma rampa (2) de atomizadores de ar (3) controláveis, disposta paralelamente aos mencionados cilindros (1) e alimentada com ar ou gás inerte sob pressão (4), caracterizada pelo fato de cada atomizador (3) compreender uma entrada para o ar ou o gás inerte sob pressão(4) e uma entrada de óleo puro sem pressão (5), em um adaptador (6) seguido de uma câmara de mistura (6’) assim como um esguicho de saída (7) para a mistura atomizada.

Description

INSTALAÇÃO DE LUBRIFICAÇÃO EM LINHA DE CILINDROS DE LAMINAÇÃO E PROCESSO DE LUBRIFICAÇÃO EM LINHA DE CILINDROS DE LAMINAÇÃO.
Campo da invenção [001] A presente invenção refere-se a uma nova instalação de lubrificação dos cilindros ou rolos de uma linha de laminação a quente ou a frio.
[002] A invenção refere-se igualmente ao processo de aplicação da instalação.
Antecedentes da invenção [003] Conhece-se que o processo de lubrificação dos cilindros de laminação em siderúrgica é frequentemente realizado por pulverização (ou vaporização) de uma emulsão, a qual é uma suspensão de gotinhas de óleo em água, com uma concentração de óleo variando tipicamente entre 0,3 e 2%. Pode-se tratar de uma emulsão estável ou de uma emulsão instável preparada em linha.
[004] Geralmente, a emulsão é aplicada diretamente sobre os rolos de trabalho por meio de um dispositivo de pulverização situado depois dos rodos com o intuito de aplicar o óleo sobre uma superfície seca. Esse modo de aplicação assegura uma distribuição melhor do óleo e, consequentemente, contribui para a redução do consumo de óleo.
[005] O interesse por uma boa lubrificação dos cilindros de trabalho não está limitado simplesmente ao problema de desempenho dos cilindros (degradação da superfície), mas está igualmente ligado às forças e pares de laminação a serem aplicados e ao consumo de corrente elétrica necessário. A necessidade de se ter um desempenho de lubrificação é,
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2/16 todavia, acrescida da utilização de cilindro de tipo HSS caracterizados por um coeficiente de fricção mais elevado que o dos cilindros tradicionais, com aços mais duros e de espessura mais fraca, nas condições de aumento da produção e nas condições de qualidade de superfície impostas pelos clientes mais exigentes.
[006] Nas condições de lubrificação, o coeficiente de fricção depende de numerosos fatores tais como, a tecnologia de aplicação utilizada, a quantidade de óleo, a natureza do óleo, a velocidade de fluxo e a concentração da emulsão de óleo, a temperatura da superfície da placa ou dos cilindros, a natureza e o estado dos rolos (rugosidade, degradação, calamina, espessura do filme de água, etc.), a força e a velocidade de laminação, a redução, o matiz e o estado de superfície do produto, etc. Dessa forma, a eficácia da lubrificação pode ser muito diferente de um trem de laminação para outro e de um compartimento para outro no mesmo trem.
[007] Em laboratório, tem-se determinado que a eficácia de lubrificação é uma função da tecnologia de fornecimento de lubrificante, da natureza do lubrificante (mineral, a base de éster, etc.) e da quantidade do mesmo aplicada. Os resultados satisfatórios são obtidos pulverizando o óleo em deposições superficiais (plate-out) de 0,1 a 1 g/m2.
[008] Convencionalmente, o dispositivo de pulverização da emulsão de óleo é ou um injetor, a aspiração do óleo sendo realizada pela depressão criada pela água em movimento no tubo principal, ou um dispositivo com esguichos planos convencionais para a injeção de uma emulsão estável, por exemplo, um misturador estático (misturador de tubo estático) onde se procede a uma injeção de óleo em uma zona
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3/16 de tubo onde o cisalhamento (gradiente de velocidade) é aumentado devido à presença de obstáculos. O injetor ou o misturador de tubo estático é combinado com uma serie de injetores cujo número é selecionado em função da largura de placa para lubrificar (3 a 7 injetores para uma placa indo até 2 metros de largura).
[009] O documento EP-A-1 193 004 descreve um processo de lubrificação para uma laminação a frio compreendendo as etapas de: fornecimento de uma emulsão de óleo de laminação utilizando um primeiro dispositivo de fornecimento do óleo sob a forma de uma emulsão fornecida para um cilindro e uma placa de aço conforme um modo de circuito fechado assim como um segundo dispositivo de fornecimento da emulsão somente nas superfícies antes e depois da placa de aço. No segundo dispositivo, o óleo de laminação é adicionado a um emulsionador do mesmo tipo e da mesma concentração que aqueles utilizados para o primeiro dispositivo, com um controle de tamanho médio de partículas para que estas sejam maiores que no primeiro dispositivo. A emulsão produzida pelo segundo dispositivo não tendo se aderido à placa é recuperada ao mesmo tempo em que a emulsão produzida pelo primeiro dispositivo.
[010] O documento WO-A-03/002 277 divulga uma instalação para refrigerar e lubrificar os cilindros de trabalho em um compartimento de laminação, compreendendo separadamente uma rampa de pulverização de água de resfriamento e uma rampa de pulverização de óleo de lubrificação, de uma mistura óleo/ar, óleo/água ou óleo/ar/água ou ainda de graxa.
[011] O documento WO-A-03/000 437 divulga uma instalação e um processo de lubrificação de cilindros de laminação, onde
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4/16 uma emulsão de óleo em a água em proporções ajustáveis é preparada de forma homogênea em um misturador e fornecida para diferentes zonas de pulverização cuja distribuição é variável na largura. Cada zona corresponde a uma fila de esguichos, cada esguicho sendo controlado por meio de relés de válvula.
[012] O documento JP-A-2001/179 313 divulga um dispositivo de aplicação de lubrificante, seja sob a forma de óleo não diluído ou de emulsão, compreendendo uma estrutura em rede permitindo uma adesão uniforme do lubrificante a um cilindro de trabalho em um compartimento de laminação.
[013] A patente US-A-3 933 660 propõe um redutor de óleo de lubrificação para laminação a quente do cobre e de suas ligas compreendendo 1000 partes em peso de água, 6 a 200 partes em peso de ativador de superfície aniônica de tipo ácido carboxílico, sulfato ou fosfato e 0,8 a 200 partes em peso de água menos um composto contendo um agrupamento hidroxílico de tipo álcool, etileno glicol ou éter glicol. O óleo de laminação consegue no cobre e em suas ligas uma lubrificação, uma atitude para retirar um filme de oxido e uma atitude para prevenir a formação de um filme de oxido através de uma pulverização entre o cilindro de laminação e a placa para laminar a quente.
[014] O documento JP-A-2003/129 079 divulga uma composição lubrificante para o trabalho plástico de um metal compreendendo um carboxilato, um ácido fosfórico metálico ou um alquil fosfanato metálico.
[015] O documento JP-A-55 151 093 descreve um processo de lubrificação em laminação a frio de uma placa recoberta por um composto orgânico polar tal como ácido esteárico. A
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5/16 emulsão de óleo excedente é retirada depois da formação de uma camada de óleo absorvida na superfície da placa.
[016] documento
WO-A-2005/071
050 divulga um lubrificante auto-emulsionador para o trabalho dos metais obtido por meio de batimento (maleation) de óleo triglicerídeo vegetal ou animal.
[017]
Os principais inconvenientes inerentes esses dispositivos de pulverização de uma emulsão de óleo, utilizados a escala industrial, são os seguintes:
a interação óleo-água que é função do tipo de óleo e da qualidade da água, determina o tempo de adesão do óleo sobre o cilindro, assim como a quantidade aderente. A eficácia dos dispositivos utilizados, portanto, também não é previsível; os desempenhos das emulsões instáveis utilizadas estão altamente correlacionados à capacidade de manter uma boa dispersão do óleo na água, ou em outros termos, ao valor e à estabilidade durante o tempo da taxa de cisalhamento obtida, a qual está correlacionada ao gradiente de velocidade, que é uma função ao mesmo tempo do comprimento e do diâmetro do tubo utilizado assim como do fluxo da emulsão.
De fato é difícil manter essa estabilidade entre o misturador de tubo estático e os diferentes injetores; em outros termos, é difícil assegurar o controle do coeficiente de fricção obtido;
- a colocação em contato do óleo e da água conduz geralmente às reações formando uma fase polimérica dura e colante, obstruindo os condutos de admissão e os injetores.
[018] Para remediar esses inconvenientes, o demandante já fez a proposta, no documento EP-A-1 512 469, de um processo e uma instalação de lubrificação em linha de cilindros de
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6/16 laminação a quente permitindo manter constante ou sobretudo, sob controle a fricção a escala industrial, aumentar a eficácia do choque do óleo de lubrificação sobre os cilindros e aumentar a homogeneização da distribuição do óleo sobre os cilindros.
[019] Segundo esse processo, a lubrificação é realizada por pulverização ou atomização de um lubrificante ou de uma mistura de lubrificantes na vizinhança do interstício dos cilindros de trabalho, por meio de uma caixa fechada provida:
- de um meio de formação de uma nuvem de gotinhas de lubrificante de tamanho inferior a 700 pm, de preferência ainda inferior a 200 pm;
- de um diafragma na abertura regulável associado ao mencionado meio e colocado sobre uma face diante do da caixa;
e
- de um dispositivo de recuperação de lubrificante excedente sobre a parte do diafragma interno na caixa e sobre as paredes internas da caixa.
Sumário da invenção [020] A presente invenção visa fornecer uma solução que permite superar os inconvenientes do estado da técnica e em particular aqueles ligados à utilização de emulsões óleo/água.
[021] A invenção tem por objetivo a obtenção de uma alta homogeneidade de lubrificação dos cilindros, adaptável e controlável tanto na expansão quanto na queda.
[022] A invenção tem ainda por objetivo uma utilização precisa e econômica de lubrificante, a fluxo muito baixo, para a mesma eficácia.
[023] A invenção tem, todavia, como objetivo a realização
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7/16 de uma instalação que não necessita da chegada de eletricidade no nível do compartimento, nem o aquecimento do óleo.
[024] A invenção tem, todavia, como objetivo uma manutenção fácil, graças particularmente à prevenção da obstrução das tubulações e dos esguichos.
[025] A invenção tem ainda como objetivo a eliminação do risco de fogo e a diminuição da poluição pelo lubrificante.
[026] A invenção tem, todavia, como objetivo adicional fornecer os esguichos diretamente montados sobre um coletor de ar comum, sob a forma de um sistema compacto, o qual os alimenta e lhes serve igualmente de suporte mecânico.
[027] A invenção tem, todavia, como objetivo fornecer uma instalação compreendendo ou uma bomba comum para vários esguichos por zona, ou várias bombas de dosagem para vários esguichos, a razão de uma só bomba por esguicho.
[028] A invenção tem, por último, como objetivo a utilização de um óleo sem pressão em o esguicho, o qual é de fluxo regulável.
Principais elementos característicos da invenção [029] Um primeiro objetivo da presente invenção, indicado na reivindicação 1, refere-se a uma instalação de lubrificação em linha de cilindros de laminação, de preferência a quente, de uma placa metálica, de preferência de aço, por meio de pulverização ou atomização de um lubrificante sobre um alvo compreendendo os mencionados cilindros e/ou a mencionada placa de preferência na vizinhança de o espaço entre cilindros (emprise), por meio de uma rampa de atomizadores a ar controláveis, dispostos paralelamente aos mencionados cilindros e alimentados a ar ou
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8/16 gás inerte sob pressão, caracterizado pelo fato de que o atomizador compreende uma entrada para o ar ou o gás inerte sob pressão e uma entrada de óleo puro sem pressão em um adaptador seguido de uma câmara de mistura, assim como um esguicho de saída para a mistura atomizada.
[030] As formas de execução preferidas da instalação segundo a invenção são descritas nas reivindicações dependentes de 2 a 13.
[031] Um outro objeto da presente invenção, indicado na reivindicação 14, refere-se a um processo de lubrificação em linha de cilindros de laminação, de preferência a quente, de uma placa metálica, de preferência de aço, por meio de pulverização ou atomização de um lubrificante por meio da instalação anteriormente citada, caracterizado pelo fato de que gera-se, na saída dos atomizadores da rampa, uma nuvem de gotinhas finas de óleo puro sob pressão de ar, com um fluxo de óleo máximo de 200 ml/min, o óleo entrando sem pressão no atomizador, a pressão de ar sendo inferior a 0,5 bar.
[032] As formas de execução preferidas do processo segundo a invenção são descritas nas reivindicações dependentes de 15 a 16.
Breve descrição das figuras [033] A figura 1 é uma representação em perspectiva (com sua vista de detalhe) de uma rampa de atomizadores a ar para a pulverização de óleo puro sobre os cilindros de laminação, de acordo com a presente invenção;
[034] A figura 2 representa esquematicamente uma vista de detalhe em corte de um atomizador da rampa da figura 1;
[035] A figura 3 representa esquematicamente uma vista geral da instalação de lubrificante segundo uma primeira
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9/16 forma de execução preferida da invenção;
[036] A figura 4 representa um exemplo real de desenho de atomizador obtido com a instalação de acordo com a presente invenção;
[037] A figura 5 representa esquematicamente uma vista geral da instalação de lubrificação segundo uma segunda forma de execução preferida da invenção;
[038] A figura 6 representa esquematicamente uma válvula para distribuição modular (MDV) tal como utilizada na instalação da figura 5;
[039] A figura 7 representa graficamente a evolução da força total de laminação no decorrer do tempo em uma instalação com tubo estático, respectivamente com utilização de óleo de laminação e óleo de colza como lubrificante e para
diferentes valores de deposição; e
[040] A figura 8 representa graficamente a evolução da
força total de lami nação no decorrer do tempo em uma
instalação segundo a figura 5, com utilização de óleo de
colza.
Descrição detalhada da invenção
[041] A presente invenção baseia-se no principio de
atomização com ar para pulverizar quantidades muito pequenas de óleo puro sobre os cilindros de trabalho. Devido à concentração fraca de óleo puro utilizada, uma de deposição superficial de 0 a 0,6 g/m2 pode ser alcançada. Segundo o dispositivo de atomização de ar da invenção, a pulverização é formada graças à mistura intima de óleo e de ar proveniente de duas tubulações distintas, o ar e o óleo sendo misturados logo apos a saída do pequeno tubo de entrada de óleo. Para obter um desenho perfeito de pulverização, a
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10/16 pressão de ar e o fluxo de óleo foram perfeitamente ajustados ao tipo de aplicação considerada, de maneira a evitar a formação de névoa.
[042] É característico da presente invenção que o óleo não está sob pressão, ou seja, ele tem uma pressão tão fraca quanto possível, porém ele é fornecido aos esguichos em quantidades muito pequenas por uma (micro)-bomba, em combinação ou não com um distribuidor. O óleo escoa por um tubo pequeno e o risco de obstrução do esguicho é inexistente porque seu orifício tem uma abertura cujo tamanho é da ordem de milímetro. Nenhum aquecimento do óleo é requerido porque o desenho de pulverização e o tamanho das gotinhas são controlados unicamente pela pressão de ar.
[043] Devido às condições de ambiente hostis que reinam em os compartimentos (altas temperaturas, umidade, etc.), é proposto um cabeçote de pulverização robusto o qual pode facilmente suportar essas influencias hostis. Nenhum resfriamento do cabeçote é requerido já que o mesmo é constituído de metal. Com esse sistema, é igualmente possível ter um controle da largura de pulverização, de maneira tal que esta largura pode ser calculada sobre a largura da placa. É necessário então instalar uma bomba adicional para esse objetivo.
Descrição das formas de concretização preferidas da invenção EXEMPLO 1:
[044]
Segundo uma primeira forma de execução preferida da invenção, representada na figura 1, o dispositivo de lubrificação compreende uma rampa 2 de atomizadores a ar disposta paralelamente ao cilindro de laminação 1.
Os atomizadores 3 são dispostos ao longo desta rampa 2,
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11/16 perpendicularmente à mesma, de preferência equidistantes os uns em relação aos outros. Preferivelmente, a distância entre a rampa e o cilindro é de 100-200 mm.
[045] A figura 2 mostra o detalhe de um atomizador realizado em aço inoxidável. O mesmo compreende uma entrada de ar sob pressão 4, uma entrada de óleo não pressurizada 5, essas duas entradas estando situadas no nível de um adaptador especialmente conhecido 6 seguido de uma câmara de mistura 6' onde mistura-se óleo e ar, assim como um esguicho 7 para a saída da mistura atomizada. Adaptador 6 situado depois do coletor de ar 4 permite então o transporte do ar e a alimentação de óleo pela entrada 5. Ele faz igualmente o papel de fixação do esguicho (suporte).
[046] Vantajosamente, prever-se-á uma quinzena de atomizadores 3 para uma rampa 2 permitindo uma largura de tratamento de 2 m, com por exemplo, um fluxo de óleo mínimo de 50 ml/minuto e máximo de 150 ml/minuto. Os valores preferidos de fluxo de óleo serão determinados, para cada trem de laminação específico, em função da velocidade de rotação dos cilindros (até 20 m/s). Utilizar-se-á preferivelmente óleo natural (portanto sem entorno propicio), a uma pressão tão fraca quanto possível (idealmente 0 bar), de viscosidade da ordem de 20 - 50 mPa.s. O sistema será regulado de maneira a obter uma deposição da ordem de 0,4 g/cm2, o qual permite otimizar a força e o par de laminação. A pressão de ar não pode exceder 0,4 - 0,45 bar, sob pena de se ver a formação de névoa. O orifício dos esguichos não dever ser muito pequeno, ele é tipicamente de 1,5 mm de diâmetro, onde o risco de obstrução é fraco, como já mencionado.
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12/16 [047] A figura 3 mostra uma vista geral de uma instalação de lubrificação segundo esta primeira forma de concretização da invenção, compreendendo uma rampa de atomizadores controláveis, tal como descritos na figura 2.
[048] Cada um dos atomizadores 3 da rampa 2 é controlado no nível de um distribuidor 9 compreendendo tanto as microbombas de dosagem como os atomizadores na rampa. Cada microbomba do distribuidor 9 é alimentada por um reservatório de óleo 11 e controlada individualmente, por meio de um controlador de fluxo de óleo (12), por um computados 10 (por exemplo, 15 saídas, 0 - 40 Hz). A rampa 2 é alimentada por um conduto de ar sob pressão 13. O valor de pressão de ar é comunicado ao PC para regulagem por um manômetro 14. A velocidade do cilindro 1 é igualmente comunicada ao PC por um aparelho de medida 15. Uma válvula suplementar On/Off (não representada) pode ser instalada no conduto de óleo alimentando o distribuidor 9, justo antes do mesmo, por razoes de facilidade de utilização da instalação.
[049] O exemplo de desenho de atomização representado na figura 4 tem uma extensão de 18 cm, com uma distância de 20 cm dos esguichos. A extensão é de 13, 5 cm se os esguichos estão a 15 cm (fluxo de óleo e 6 ml/min e pressão de ar de 0,3 bar com um fluxo de ar de 10 l/min por esguicho).
EXEMPLO 2:
[050] Segundo uma segunda forma de concretização preferida da invenção, representada na figura 5, a rampa 2 de atomizadores a ar, disposta paralelamente ao cilindro de laminação 1, é alimentada com óleo vindo do reservatório 11 segundo as linhas paralelas providas de bombas de dosagem 16 e limitada, cada uma, por uma entrada 17, com uma válvula de
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13/16 distribuição modular 8 (MDV, para válvula divisora modular, ver figura 6) encontrando-se em uma extremidade da rampa 2 e cujas saídas múltiplas 18 alimentam os atomizadores 3 situados na rampa 2. Uma válvula suplementar On/Off (não representada) pode ser instalada nos condutos paralelos de óleo alimentando o distribuidor 8, justo diante do mesmo, por razoes de facilidade de utilização da instalação.
[051] Um exemplo de distribuidor MDV 8, com seis saídas 11, comercializado por Lubriquip Inc., Cleveland, Ohio (USA), é representado na figura 6. Um ciclo de alimentação sequencial das diferentes portas de saída 18 é assegurado pelo movimento dos pistões 19. A utilização de várias válvulas permite dividir o cilindro a ser lubrificado em 2 ou 3 zonas, por exemplo, A, B, C. O fornecimento de ar 13 é assegurado em uma extremidade da rampa 2 (0,3 bar). Em cada uma das zonas A, B, C, uma bomba de dosagem e um distribuidor MDV são utilizados para alimentar cada atomizador 3 da zona. Para cada zona, o óleo vindo do reservatório central 11 é conduzido a uma bomba de dosagem 16. A pressão mínima depende da perda de carga da válvula MDV. Geralmente, uma pressão de 2 bar é necessária, porém, em caso de necessidade, pode-se aumentar a pressão até 10 - 15 bar. Vantajosamente, o óleo será filtrado, na medida em que as impurezas chegando às válvulas MDV sejam susceptíveis de perturbar o funcionamento.
[052] Vantajosamente, a pressão de óleo e a pressão de ar serão controladas permanentemente. Assim mesmo, cada ciclo de
MDV pode ser perfeitamente controlado (por exemplo, um acionamento a cada 0,5 s; para 8 saídas, diferenças de tempo entre duas saídas = 0,0625 s) e pode ser registrado em um PC.
Se um tubo entope, um sinal de alarme será enviado e
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14/16 permitirá a colocação fora de circuito da válvula MDV correspondente.
Resultados dos ensaios comparativos [053] Foram realizados os ensaios comparativos de lubrificação de cilindros continuado por meio de dois tipos de lubrificantes diferentes, a saber, respectivamente, de óleo de laminação a quente e de óleo de colza. As duas tecnologias utilizadas são, respectivamente, por emulsão, aquela utilizando o principio do tubo estático, segundo o estado da técnica e aquela utilizando o óleo puro segundo a presente invenção.
[054] O tubo estático compreende 4 esguichos situados a uma distância de 20 - 50 cm dos cilindros a serem lubrificados. A velocidade dos cilindros é compreendida entre 0,3 e 0,5 m/s e a taxa de redução é de 50%. A atomização sobre os cilindros cria uma zona de pulverização que tem uma largura de 15 cm.
[055] As condições industriais correspondentes a uma
deposição de 0,6 g/m2 foram simuladas. s ensaios oram
igualmente realizados com os valores de deposição mais
elevados.
[056] Uma deposição teórica de 0, 6 g/m2 corresponde a um
fluxo de 5 ml/min (ou 1,25 ml/min por esguicho) a uma
velocidade de 0,3 m/s e a um fluxo de 8 ml/min a uma
velocidade de 0,5 m/s.
[057] Uma deposição teórica de 4, 2 g/m2 corresponde a um
fluxo de 32 ml/min (ou 8 ml/min por esguicho) a uma
velocidade de 0,3 m/s.
[058] Uma deposição teórica de 2, 5 g/m2 corresponde a um
fluxo de 32 ml/min (ou 8 ml/min por esguicho) a uma
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15/16 velocidade de 0,5 m/s.
[059] A figura 7 mostra a variação da força de laminação em função do tempo (e a media móvel em 250 períodos, 22), para cada tipo de óleo e, segundo o caso, a diferentes valores de deposição (de 0,6 a 4,2 g/m2) . A velocidade dos cilindros 23 é igualmente representada.
[060] Foram realizados os ensaios similares com a tecnologia segundo a invenção, com válvulas de distribuição modular de óleo (de colza) puro e atomização a ar. A velocidade dos cilindros é de 0,3 e a taxa de redução é de 50%. A atomização tem uma largura de 20 cm (sobre uma placa de 10 cm).
[061] O distribuidor de óleo foi utilizado com uma bomba de dosagem e 8 saídas (portanto, 8 esguichos). O fluxo total para o distribuidor sendo de 60 ml/min (ou 7,5 ml/esguicho), o que corresponde a uma deposição teórica de 0,4 g/m2.
[062] Esses primeiros ensaios representados nas figuras 7 e 8 mostram que a força de laminação, com a mudança necessária, é sensivelmente reduzida (aproximadamente 15%) utilizando-se a tecnologia segundo a presente invenção.
Vantagens da invenção:
[063] As vantagens da presente invenção são especialmente as seguintes:
- utilização de óleo puro não pressurizado (no limite de 0 bar) e não aquecido, com redução de pelo menos 30% do fluxo de óleo em relação à utilização de emulsões;
- nenhuma emulsão, ou seja, entorno apropriado para o óleo;
- diminuição do risco de incêndio (sem pressão de óleo);
- diminuição da poluição do ambiente;
- sem formação de névoa;
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16/16
- sem risco de obstrução dos esguichos, a utilização de esguichos com orifícios importantes sendo permitida, a viscosidade do óleo não sendo por isso limitativa;
- alta homogeneidade de pulverização;
- otimização da força de laminação e grande eficácia de lubrificação;
- controle direto do fluxo de óleo sobre o cilindro superior e sobre o cilindro inferior;
- obtenção de um sistema compacto e robusto;
- sem necessidade de limpeza das tubulações de lubrificação com utilização de água quente, visto a utilização de óleo puro;
- possibilidade de utilizar óleo vegetal sem aditivos, o qual é mais ecológico.
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Claims (16)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Instalação de lubrificação em linha de cilindros de laminação, de preferência a quente, de uma placa metálica, de preferência de aço, por pulverização ou atomização de um lubrificante sobre um alvo compreendendo os mencionados cilindros e/ou a mencionada placa, de preferência na vizinhança do espaço entre cilindros, por meio de uma rampa (2) de atomizadores a ar (3) controláveis, disposta paralelamente aos mencionados cilindros (1) e alimentada com ar ou gás inerte sob pressão (4), caracterizada pelo fato de cada atomizador (3) compreender uma entrada para o ar ou o gás inerte sob pressão (4) e uma entrada de óleo puro sem pressão (5), em um adaptador (6) seguido de uma câmara de mistura (6') assim como um esguicho de saída (7) para a mistura atomizada.
  2. 2. Instalação, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender um distribuidor (9) para controle da saída de óleo de cada atomizador (3) da rampa (2), o mencionado distribuidor (9) sendo alimentado por um reservatório de óleo (11) e compreendendo uma bomba de dosagem de precisão associada a cada atomizador (3) da rampa (2), a mencionada bomba sendo controlável individualmente por um computador (10) .
  3. 3. Instalação, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender um distribuidor (9) para controle da saída de óleo de cada atomizador (3) da rampa (2), o mencionado distribuidor (9) compreendendo pelo menos uma linha de alimentação de óleo provida de uma bomba de dosagem de precisão (16) seguida de uma válvula para distribuição modular ou válvula MDV (8) compreendendo uma pluralidade de
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    2/4 saídas (18) e um sistema de distribuição sequencial por pistões (19).
  4. 4. Instalação, de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelo fato de a válvula MDV (8) ser configurada para alimentar de maneira seletiva os grupos de atomizadores (3) para uma lubrificação diferenciada de zonas correspondentes (A, B, C) do alvo.
  5. 5. Instalação, de acordo com a reivindicação 4, caracterizada pelo fato de o número de zonas (A, B, C) ser pelo menos igual a 2.
  6. 6. Instalação, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 2 a 5, caracterizada pelo fato de compreender um controlador de fluxo de óleo (12) cuja medida é utilizável pelo computador (10) para o controle da alimentação com óleo da rampa (2) assim como da largura de pulverização e um manômetro (14) fornecendo uma medida de pressão de ar podendo estar igualmente em comunicação com o computador (10).
  7. 7. Instalação, de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelo fato de compreender ainda um aparelho de medida (15) permitindo comunicar a velocidade instantânea de um cilindro (1) ao computador (10).
  8. 8. Instalação, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 7, caracterizada pelo fato de o tamanho do orifício dos esguichos (7) ser compreendido entre 0,5 e 2 mm de diâmetro.
  9. 9. Instalação, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 8, caracterizada pelo fato de os atomizadores (3) serem equidistantes sobre a rampa (2).
  10. 10. Instalação, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 9, caracterizada pelo fato de a distância entre a
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    3/4 rampa (2) e o alvo ser compreendida entre 100 e 150 mm.
  11. 11. Instalação, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 10, caracterizada pelo fato de compreender um sistema de filtração do óleo.
  12. 12. Instalação, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 11, caracterizada pelo fato de as nuvens de pulverização dos atomizadores individuais (3) recobrirem-se parcialmente sobre o alvo.
  13. 13. Instalação, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 12, caracterizada pelo fato de ser provida para lubrificar uma placa ou uma superfície cilíndrica metálica movendo-se em uma velocidade linear indo de 0,5 a 20 m/s.
  14. 14. Processo de lubrificação em linha de cilindros de laminação, de preferência a quente, de uma placa metálica, de preferência de aço, por pulverização ou atomização de um lubrificante através da instalação, definida de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 13, caracterizado pelo fato de gerar, na saída dos atomizadores (3) da rampa (2), uma nuvem de gotinhas finas de óleo puro sob pressão de ar, com um fluxo de óleo máximo de 200 ml/min, o óleo entrando sem pressão em o atomizador, a pressão de ar sendo inferior a 0,5 bar.
  15. 15. Processo, de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de uma distribuição de óleo para os atomizadores individuais (3) da rampa (2) ser regulada pelo computador (10) o qual recebe como entrada os valores medidos de fluxo de óleo, de pressão de ar e de velocidade de cilindro.
  16. 16. Processo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 14 ou 15, caracterizado pelo fato de a instalação ser regulada para depositar sobre o alvo, uma quantidade
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    4/4 superficial (plate-out) de lubrificante compreendida entre 0,1 e 1 g/m2.
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