BRPI0807848B1 - Método que facilita envio de quadros que incluem mensagens de controle e método que facilita decodificação de um subconjunto de mensagens de controle, ambos em um ambiente de comunicação sem fio, aparelho de comunicação sem fio e memória legível por computador - Google Patents
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Abstract
método que facilita envio de quadros que incluem mensagens de controle e método que facilita decodificação de um subconjunto de mensagens de controle, ambos em um ambiente de comunicação sem fio, aparelho de comunicação sem fio e memória legível por computador sistemas e metodologias são descritos que facilitam a designação de índices para blocos de designação de link (labs) comunicados através de um downlink. os índices em um primeiro subconjunto são alocados para labs compartilhados, que são decodificados por uma pluralidade de terminais de acesso. índices em um segundo subconjunto são designados para labs não compartilhados que são, cada um, destinados a um terminal de acesso recebedor particular. a designação de um índice para cada lab não compartilhado pode ser baseada em um hash de um identificador correspondendo a um terminal de acesso recebedor pretendido e/ou capacidades de terminal de acesso. ademais, um terminal de acesso pode decodificar labs com base em índices correspondentes. os labs com índices em uma primeira faixa podem ser identificados como labs compartilhados e decodificados. adicionalmente, o terminal de acesso pode determinar uma segunda faixa de índices correspondendo aos labs não compartilhados para decodificar; a segunda faixa de índices inclui menos do que todos os índices correspondentes aos labs não compartilhados em um quadro enviado por uma estação base.
Description
MÉTODO QUE FACILITA ENVIO DE QUADROS QUE INCLUEM MENSAGENS DE CONTROLE E MÉTODO QUE FACILITA DECODIFICAÇÃO DE UM SUBCONJUNTO DE MENSAGENS DE CONTROLE, AMBOS EM UM AMBIENTE DE COMUNICAÇÃO SEM FIO, APARELHO DE COMUNICAÇÃO SEM FIO E
MEMÓRIA LEGÍVEL POR COMPUTADOR
FUNDAMENTOS
CAMPO [001] A descrição a seguir refere-se geralmente à comunicação sem fio, e mais particularmente, à permissão para que os terminais de acesso decodifiquem os subconjuntos dos blocos de designação de link (LABs) transferidos das estações base em um sistema de comunicação sem fio.
FUNDAMENTOS [002] Os sistemas de comunicação sem fio são amplamente desenvolvidos para fornecer vários tipos de comunicação; por exemplo, voz e/ou dados podem ser fornecidos através de tais sistemas de comunicação sem fio. Um sistema de comunicação sem fio típico, ou rede, pode fornecer a múltiplos usuários acesso a um ou mais recursos compartilhados (por exemplo, largura de banda, potência de transmissão, etc.). Por exemplo, um sistema pode utilizar uma variedade de múltiplas técnicas de acesso tal como Multiplexação por Divisão de Frequência (FDM), Multiplexação por Divisão de Tempo (TDM), Multiplexação por Divisão de Código (CDM), Multiplexação por Divisão de Frequência Ortogonal (OFDM), e outros.
[003] Geralmente, os sistemas de comunicação de acesso múltiplo sem fio podem suportar simultaneamente a comunicação para múltiplos terminais de acesso. Cada
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2/44 terminal de acesso pode se comunicar com uma ou mais estações base através das transmissões em links direto e reverso. O link direto (ou downlink) se refere ao link de comunicação das estações base para os terminais de acesso, e o link reverso (ou uplink) se refere ao link de comunicação dos terminais de acesso para as estações base. Esse link de comunicação pode ser estabelecido com um sistema de única-entrada única-saída, múltiplas-entradas única-saída, ou múltiplas-entradas múltiplas-saídas (MIMO).
[004] Os sistemas de comunicação sem fio frequentemente empregam uma ou mais estações base que fornecem uma área de cobertura. Uma estação base típica pode transmitir múltiplas sequências de dados para difusão, multidifusão e/ou serviços de unidifiusão, onde uma sequência de dados pode ser uma sequência de dados que pode ter interesse de recepção independente para um terminal de acesso. Um terminal de acesso dentro da área de cobertura de tal estação base pode ser empregado para receber uma, mais de uma ou todas as sequências de dados portadas pela sequência composta. Da mesma forma, um terminal de acesso pode transmitir dados para a estação base ou outro terminal de acesso.
[005] As estações base podem comunicar blocos de designação de link (LABs) através de downlink. Cada LAB pode fornecer informação relacionada com designação para os terminais de acesso em particular. De forma convencional, um terminal de acesso decodifica cada LAB comunicado através de downlink de uma estação base para identificar um subconjunto de LABs destinados para esse terminal de acesso em particular. No entanto, um número grande de LABs
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3/44 decodificados pode ser direcionado para os terminais de acesso diferente; de acordo, gastos significativos de recursos (por exemplo, tempo, ciclos de processador, etc.) podem ser desperdiçados pelo terminal de acesso quando empregando as técnicas comuns onde todos ou a maior parte dos LABs transferidos da estação base são decodificados.Os gastos com recursos podem causar impacto no desempenho do terminal de aceso tal como, por exemplo, pela diminuiçãode uma taxa de dados utilizada com relação à decodificaçãode dados direcionada na verdade para um terminal de acessoem particular.
SUMÁRIO [006] A seguir é apresentado um sumário simplificado de uma ou mais modalidades a fim de fornecer uma compreensão básica de tais modalidades. Esse sumário não é uma vista geral extensa de todas as modalidades contempladas, e não pretende identificar elementos chave ou críticos de todas as modalidades nem delinear o escopo de toda e qualquer modalidade. Sua única finalidade é apresentar alguns conceitos de uma ou mais modalidades de uma forma simplificada como uma introdução para a descrição mais detalhada que será apresentada posteriormente.
[007] De acordo com uma ou mais modalidades e descrição correspondente das mesmas, vários aspectos são descritos com relação à facilitação de designação de índices para os LABs comunicados através de um downlink. Os índices em um primeiro subconjunto são alocados nos LABs compartilhados, que são decodificados por uma pluralidade de terminais de acesso. Os índices em um segundo subconjunto são designados para os LABs não compartilhados,
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4/44 que são destinados a um terminal de acesso recebedor particular. A designação de um índice para cada LAB não compartilhado pode ser baseada em um hash de um identificador correspondendo a um terminal de acesso recebedor pretendido e/ou capacidades de terminal de acesso. Ademais, um terminal de acesso pode decodificar os LABs com base nos índices correspondentes. LABs com índices em uma primeira faixa podem ser identificados como LABs compartilhados e decodificados. Adicionalmente, o terminal de acesso pode determinar uma segunda faixa de índices correspondentes para os LABs não compartilhados para decodificar; a segunda faixa de índices inclui menos do que todos os índices correspondentes aos LABs não compartilhados em um quadro enviado por uma estação base.
[008] De acordo com os aspectos relacionados, um método que facilita o envio de quadros que inclui as mensagens de controle em um ambiente de comunicação sem fio é descrito aqui. O método pode incluir a designação de índices para um conjunto de mensagens de controle. Adicionalmente, o método pode compreender a restrição da transmissão dos respectivos subconjuntos de mensagens de controle para os respectivos terminais de acesso recebedor pretendido com base nos índices.
[009] Outro aspecto se refere a um aparelho de comunicação sem fio. O aparelho de comunicação sem fio pode incluir uma memória que retém instruções relacionadas com os índices de designação para um conjunto de mensagens de controle e restrição da transmissão dos respectivos subconjuntos das mensagens de controle para os respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos com base nos
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5/44 índices. Adicionalmente, o aparelho de comunicação sem fio pode incluir um processador, acoplado à memória, configurado para executar as instruções retidas na memória.
[0010] Outro aspecto se refere a um aparelho de comunicação sem fio que permite a designação de índices para os LABs e organização dos LABs com base nos mesmos em um ambiente de comunicação sem fio. O aparelho de comunicação sem fio pode incluir mecanismos para alocar índices para os LABs compartilhados. Adicionalmente, o aparelho de comunicação sem fio pode incluir mecanismos para alocar índices para LABs não compartilhados com base nas capacidades de terminal de acesso e hashes dos identificadores dos respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos. Ademais, o aparelho de comunicação sem fio pode compreender mecanismos para enviar LABs compartilhados e de LABs não compartilhados organizados com base nos índices designados.
[0011] Outro aspecto adicional se refere a um meio legível por máquina possuindo armazenadas no mesmo instruções executáveis por máquina para designação de índices para um conjunto de mensagens de controle; e restrição da transmissão dos respectivos subconjuntos de mensagens e controle para os respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos com base nos índices.
[0012] De acordo com outro aspecto, um aparelho em um sistema de comunicação sem fio pode incluir um processador, onde o processador pode ser configurado para designar índices para um conjunto de mensagens de controle. Ademais, o processador pode ser configurado para restringir a transmissão dos respectivos subconjuntos de
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6/44 mensagens de controle para os respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos com base nos índices.
[0013] De acordo com outros aspectos, um método que facilita a decodificação de um subconjunto de mensagens de controle em um ambiente de comunicação sem fio é descrito aqui. O método pode incluir receber um conjunto de mensagens de controle indexadas. Ademais, o método pode incluir decodificar um subconjunto de mensagens de controle indexadas identificadas com base nos índices correspondentes.
[0014] Outro aspecto se refere a um aparelho de comunicação sem fio que pode incluir uma memória que retém instruções relacionadas com a obtenção de um conjunto de mensagens de controle indexadas e decodificação de um subconjunto de mensagens de controle indexadas identificada com base nos índices correspondentes. Adicionalmente, o aparelho de comunicação sem fio pode compreender um processador, acoplado à memória, configurado para executar as instruções retidas na memória.
[0015] Outro aspecto se refere a um aparelho de comunicação sem fio que permite a decodificação de um subconjunto de LABs recebidos em um ambiente de comunicação sem fio. O aparelho de comunicação sem fio pode incluir mecanismos para demodular os LABs compartilhados reconhecidos com base em uma primeira faixa de índices. Adicionalmente, o aparelho de comunicação sem fio pode compreender mecanismos para identificar uma segunda faixa de índices com base em um hash de um identificador de terminal de acesso e uma medida de capacidade de terminal de acesso. Ademais, o aparelho de comunicação sem fio pode
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7/44 incluir mecanismos para demodular LABs não compartilhados reconhecidos com base na segunda faixa de índices.
[0016] Outro aspecto adicional se refere a um meio legível por máquina possuindo armazenadas no mesmo instruções executáveis por máquina para o recebimento de um conjunto de mensagens de controle indexado e decodificação de um subconjunto de mensagens de controle indexadas identificadas com base nos índices correspondentes.
[0017] De acordo com outro aspecto, um aparelho em um sistema de comunicação sem fio pode incluir um processador, onde o processador pode ser configurado para obter um conjunto de mensagens de controle indexadas. Adicionalmente, o processador pode ser configurado para decodificar um subconjunto de mensagens de controle indexadas identificadas com base nos índices correspondentes.
[0018] Para a realização das finalidades acima e relacionadas, as uma ou mais modalidades compreendem as características totalmente descritas doravante e apontadas particularmente nas reivindicações. A descrição a seguir a os desenhos em anexo apresentam em detalhes determinados aspectos ilustrativos das uma ou mais modalidades. Esses aspectos são indicativos, no entanto, de apenas poucas dentre as várias formas nas quais os princípios das várias modalidades podem ser empregados e as modalidades descritas devem incluir todos os aspectos e suas equivalências.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS [0019] A figura 1 é uma ilustração de um sistema de comunicação sem fio de acordo com os vários aspectos apresentados aqui;
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| [0020] A | figura 2 | é uma ilustração de | um | |
| sistema ilustrativo | que indexa | os LABs para | permitir | o |
| direcionamento dos | LABs para | terminais de | acesso | em |
particular;
| [0021] A figura 3 é uma | ilustração de | um | |||
| sistema | ilustrativo que | organiza os | LABs | dentro | dos |
| segmentos | de LAB para | transferir em | um | ambiente | de |
comunicação sem fio;
[0022] A figura 4 é uma ilustração de uma metodologia ilustrativa que facilita o envio de quadros que incluem as mensagens de controle em um ambiente de comunicação sem fio;
[0023] A figura 5 é uma ilustração de uma metodologia ilustrativa que facilita o envio de quadros que incluem os LABs compartilhados e não compartilhados em um ambiente de comunicação sem fio;
[0024] A figura 6 é uma ilustração de uma metodologia ilustrativa que facilita a decodificação de um subconjunto de mensagens de controle em um ambiente de comunicação sem fio;
[0025] A figura 7 é uma ilustração de uma metodologia ilustrativa que facilita a decodificação de um subconjunto de LABs em um ambiente de comunicação sem fio;
[0026] A figura 8 é uma ilustração de um terminal de acesso ilustrativo que facilita a utilização de LABs indexados em um sistema de comunicação sem fio;
[0027] A figura 9 é uma ilustração de um sistema ilustrativo que facilita a indexação de LABs em um ambiente de comunicação sem fio;
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9/44 [0028] A figura 10 é uma ilustração de um ambiente de rede sem fio ilustrativo que pode ser empregado em conjunto com os vários sistemas e métodos descritos aqui;
[0029] A figura 11 é uma ilustração de um sistema ilustrativo que permite a designação de índices para os LABs e organização de LABs com base em um ambiente de comunicação sem fio;
[0030] A figura 12 é uma ilustração de um sistema ilustrativo que permite a decodificação de um subconjunto de LABs recebidos em um ambiente de comunicação sem fio.
DESCRIÇÃO DETALHADA [0031] Várias modalidades são agora descritas com referência aos desenhos, onde referências numéricas são utilizadas para se referir a elementos similares por todas as vistas. Na descrição a seguir, para fins de explicação, inúmeros detalhes específicos são apresentados a fim de fornecer uma compreensão profunda de uma ou mais modalidades. Pode ser evidente, no entanto, que tais modalidades podem ser praticadas sem esses detalhes específicos. Em outros casos, estruturas e dispositivos bem conhecidos são ilustrados na forma de diagrama em bloco a fim de facilitar a descrição de uma ou mais modalidades.
[0032] Como utilizado nesse pedido, os termos componente, módulo, sistema, e similares devem se referir a uma entidade relacionada com computador, seja hardware, firmware, uma combinação de hardware e software, software, ou software em execução. Por exemplo, um componente pode ser, mas não está limitado a ser, um
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10/44 processo rodando em um processador, um processador, um objeto, um elemento executável, uma sequência de execução, um programa e/ou um computador. Por meio de ilustração, ambos um aplicativo rodando em um dispositivo de computação e o dispositivo de computação podem ser um componente. Um ou mais componentes podem residir dentro de um processo e/ou sequência de execução e um componente pode ser localizado em um computador e/ou distribuído entre dois ou mais computadores. Adicionalmente, esses componentes podem ser executados a partir de várias mídias legíveis por computador possuindo várias estruturas de dados armazenadas no mesmo. Os componentes podem se comunicar por meio de processos locais e/ou remotos tal como de acordo com um sinal possuindo um ou mais pacotes de dados (por exemplo, dados de um componente interagindo com outro componente em um sistema local, sistema distribuído, e/ou através de uma rede tal como a Internet com outros sistemas por meio de sinal).
[0033] Adicionalmente, várias modalidades são descritas aqui com relação a um terminal de acesso. Um terminal de acesso também pode ser chamado de sistema, unidade de assinante, estação de assinante, estação móvel, móvel, estação remota, terminal remoto, dispositivo móvel, terminal de usuário, terminal, dispositivo de comunicação sem fio, agente de usuário, dispositivo de usuário, ou equipamento de usuário (UE). Um terminal de acesso pode ser um telefone celular, um telefone sem fio, um telefone de Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP), uma estação de circuito local sem fio (WLL), um assistente digital pessoal (PDA), um dispositivo portátil possuindo uma capacidade de
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11/44 conexão sem fio, dispositivo de computação, ou outro dispositivo de processamento conectado a um modem sem fio. Ademais, várias modalidades são descritas aqui com relação a uma estação base. Uma estação base pode ser utilizada para comunicação com os terminais de acesso e também pode ser referida como um ponto de acesso, Nó B, ou alguma outra terminologia.
[0034] Ademais, vários aspectos ou características descritos aqui podem ser implementados como um método, aparelho ou artigo de fabricação utilizando a programação padrão e/ou técnicas de engenharia. O termo artigo de fabricação como utilizado aqui deve englobar um programa de computador acessível a partir de qualquer dispositivo legível por computador, portador ou mídia. Por exemplo, a mídia legível por computador pode incluir, mas não está limitada a dispositivos de armazenamento magnético (por exemplo, disco rígido, disco flexível, tiras magnéticas, etc.), discos óticos (por exemplo, disco compacto (CD), disco versátil digital (DVD), etc.), cartões inteligentes, e dispositivos de memória flash (por exemplo, EPROM, cartão, stick, key drive, etc.). Adicionalmente, várias mídias de armazenamento descritas aqui podem representar um ou mais dispositivos e/ou outras mídia legível por máquina para o armazenamento de informação. O termo meio legível por máquina pode incluir, sem ser limitado a, canais sem fio e várias outras mídias capazes de armazenar, conter, e/ou portar instruções e/ou dados.
[0035] Com referência agora à figura 1, um sistema de comunicação sem fio 100 é ilustrado de acordo com várias modalidades apresentadas aqui. O sistema 100
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12/44 compreende uma estação base 102 que pode incluir múltiplos grupos de antena. Por exemplo, um grupo de antena pode incluir as antenas 104 e 106, outro grupo pode compreender as antenas 108 e 110, e um grupo adicional pode incluir as antenas 112 e 114. Duas antenas são ilustradas para cada grupo de antenas; no entanto, mais ou menos antenas podem ser utilizadas para cada grupo. A estação base 102 pode incluir adicionalmente uma corrente transmissora e uma corrente receptora, cada uma das quais pode, por sua vez, compreender uma pluralidade de componentes associados com a transmissão e recepção de sinal (por exemplo, processadores, moduladores, multiplexadores, demoduladores, demultiplexadores, antenas, etc.), como será apreciado pelos versados na técnica.
[0036] A estação base 102 pode comunicar com um ou mais terminais de acesso tal como o terminal de acesso 116 e o terminal de acesso 122; no entanto, deve ser apreciado que a estação base 102 pode se comunicar com substancialmente qualquer número de terminais de acesso similares aos terminais de acesso 116 e 122. Os terminais de acesso 116 e 122 podem ser, por exemplo, telefones celulares, telefones inteligentes, laptops, dispositivos de comunicação portáteis, dispositivos de computação portáteis, rádios via satélite, sistemas de posicionamento global, PDAs, e/ou qualquer outro dispositivo adequado para comunicação através do sistema de comunicação sem fio 100. Como apresentado, o terminal de acesso 116 está em comunicação com antenas 112 e 114, onde as antenas 112 e 114 transmitem a informação para o terminal de acesso 116 através de um link direto 118 e recebe informação do
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13/44 terminal de acesso 116 através de um link reverso 120. Ademais, o terminal de acesso 122 está em comunicação com as antenas 104 e 106, onde as antenas 104 e 106 transmitem informação para o terminal de acesso 122 através de um link direto 124 e recebem informação do terminal de acesso 122 através de um link reverso 126. Em um sistema de duplexação por divisão de frequência (FDD), o link direto 118 pode utilizar uma banda de frequência diferente da utilizada pelo link reverso 120, e o link direto 124 pode empregar uma banda de frequência diferente da empregada pelo link reverso 126, por exemplo. Adicionalmente, em um sistema de duplexação por divisão de tempo (TDD), o link direto 118 e o link reverso 120 podem utilizar uma banda de frequência comum e link direto 124 e link reverso 126 podem utilizar uma banda de frequência comum.
[0037] Cada grupo de antenas a/ou a área na qual são designadas para se comunicar pode ser referido como um setor da estação base 102. Por exemplo, os grupos de antena podem ser designados para se comunicar com os terminais de acesso em um setor das áreas cobertas pela estação base 102. Em comunicação através dos links direto 118 e 124, as antenas transmissoras da estação base 102 podem utilizar a formação de feixe para aperfeiçoar a relação sinal/ruído de links direto 118 e 124 para os terminais de acesso 116 e 122. Além disso, enquanto a estação base 102 utiliza a formação de feixe para transmitir para os terminais de acesso 116 e 122 espalhados de forma aleatória através de uma cobertura associada, os terminais de acesso nas células vizinhas podem ser submetidos a menos interferência em comparação com uma
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14/44 estação base transmitindo através de uma única antena para todos os seus terminais de acesso.
[0038] A estação base 102 pode transmitir uma pluralidade de LABs (por exemplo, mensagens de designação de link (LAMs),...) através do link direto. Um subconjunto de LABs pode ser LABs compartilhados, que são mensagens que cada terminal de acesso 116, 122 na área geográfica coberta pela estação de base 102 deve decodificar e/ou demodular; o restante dos LABs pode ser LABs individuais (por exemplo, LABs não compartilhados) que são destinados a um terminal de acesso respectivo 116, 122. Dessa forma, cada terminal de acesso 116, 122 na área geográfica coberta pela estação base 102 pode ser o recebedor pretendido de um subconjunto de LABs enviados pela estação base 102.
[0039] Um terminal de acesso em particular 116, 122 pode discernir se um LAB é destinado ao terminal de acesso em particular 116, 122 pela decodificação do LAB. Por exemplo, o terminal de acesso particular 116, 122 pode decodificar um LAB e determinar um identificador associado com o mesmo (por exemplo, o LAB pode ser criptografado com o identificador de um terminal de acesso 116, 122 para o qual o LAB é destinado, que pode ou não ser o terminal de acesso particular 116, 122 decodificando o LAB). Se o identificador associado com o LAB coincidir com um identificador do terminal de acesso particular 116, 122 que decodifica o LAB, então o terminal de acesso em particular 116, 122 pode empregar adicionalmente o conteúdo do LAB (por exemplo, implementar a informação de designação incluída no LAB, transmitir e/ou receber de acordo com a informação de designação, ..). Ao invés de o terminal de
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15/44 acesso particular 116, 122 decodificar todos ou a maior parte dos LABs no conjunto (por exemplo, o conjunto de LABs transmitido em um quadro físico (PHY)) enviados pela estação base 102, um subconjunto de LABs pode ser decodificado pelo terminal de aceso particular 116, 122; de forma similar, outros terminais de acesso 116, 122 também podem decodificar os respectivos subconjuntos dos LABs transferidos da estação base 102. De acordo, a estação base 102 pode determinar qual subconjunto de LABs será decodificado por cada terminal de acesso 116, 122. Ademais, a estação base 102 pode direcionar LAB(s) para terminais de acesso particulares 116, 122 pela transferência de LABs dentro do subconjunto identificado correspondente aos terminais de acesso particulares 116, 122 (por exemplo, como uma função das designações de índice).
[0040] LABs transmitidos pela estação base 102 podem ser blocos de designação de link direto e/ou blocos de designação de link reverso. Os blocos de designação de link direto são mensagens que informam os terminais de acesso 116, 122 sobre as modificações de recursos utilizados para comunicação no link direto. Adicionalmente, os blocos de designação de link reverso são mensagens que informam os terminais de acesso 116, 122 sobre modificações de recursos utilizadas para comunicação no link reverso. Por exemplo, um LAB pode informar um terminal de acesso particular 116, 122 que empregue uma largura de banda especificada para comunicação através do link direto e link reverso. Ademais, o LAB pode indicar um formato de pacote a ser empregado para tal comunicação através da largura de banda especificada. Adicionalmente, cada LAB pode incluir
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16/44 um identificador que corresponda de forma singular a um terminal de acesso particular 116, 122 (por exemplo, o identificador pode ser codificado no LAB). De acordo com um exemplo, o identificador pode ser um Identificador de Controle de Acesso à Mídia (MACID) de um terminal de acesso particular 116, 122. De acordo com outra ilustração, o identificador pode ser um MACID de difusão, caso no qual o
LAB que inclui o MACID de difusão pode ser demodulado por todos os terminais de acesso 116, 122 no setor.
[0041] Agora com referência à figura 2, é ilustrado o sistema 200 que indexa os LABs para permitir o direcionamento dos LABs para os terminais de acesso particulares. O sistema 200 inclui uma estação base 202 que pode se comunicar com um ou mais terminais de acesso (por exemplo, um terminal de acesso N 204,..., um terminal de acesso N 206, onde N pode ser qualquer número inteiro). A estação base 202 pode transmitir LABs compartilhados e/ou
LABs não compartilhados através do link direto para os terminais de acesso 204-206. De acordo com uma ilustração, a estação base 202 pode enviar um conjunto de LABs através do Canal de Controle Compartilhado (SCCH). Ademais, com base no conteúdo (por exemplo, informação relacionada com designação) dos LABs, a comunicação de link direto e/ou link reverso pode ser realizada entre os terminais de acesso 204-206 para os quais os LABs são direcionados e a estação base 202.
[0042] A estação base 202 pode incluir adicionalmente um indexador LAB compartilhado 208, um indexador LAB não compartilhado 210, e um transmissor LAB 212. Os LABs transmitidos pela transmissão LAB 212 em cada
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17/44 quadro podem ser indexados pelo indexador LAB compartilhado
208 e/ou indexador LAB não compartilhado 210. O indexador LAB compartilhado 208 pode indexar cada LAB compartilhado e indexador LAB não compartilhado 210 pode indexar cada LAB não compartilhado. Por meio de ilustração, os índices podem ser utilizados para ordenar a sequência de LABs (por exemplo, LABs compartilhados e LABs não compartilhados) incluídos em um quadro. Ademais, é contemplado que um indexador LAB comum (não ilustrado) pode ser utilizado no lugar do indexador LAB compartilhado separado 208 e o indexador LAB não compartilhado 210; o indexador LAB comum pode indexar ambos os LABs compartilhados e LABs não compartilhados. Depois de serem indexados, os LABs podem ser enviados a partir da estação base 202 para os terminais de acesso 204-206 pelo transmissor LAB 212.
[0043] Os LABs transferidos em cada quadro pelo transmissor LAB 212 podem ser indexados de acordo com várias regras implementadas pelo indexador LAB compartilhado 208 e o indexador LAB não compartilhado 210. Um número total de LABs que pode ser transmitido em um quadro físico (PHY) pelo transmissor LAB 212 pode ser referido como MaxNumLABs (por exemplo, MaxNumQPSKLABs,...). Ademais, cada LAB em cada quadro PHY pode receber um índice pelo indexador LAB compartilhado 208 e/ou indexador LAB não compartilhado 210. Um subconjunto do número total de LABs incluído em um quadro pode ser LABs compartilhados, que são direcionados na direção de cada terminal de acesso 204-206 na área de cobertura da estação base 202 para decodificação. De acordo, cada terminal de acesso 204-206
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18/44 pode decodificar os LABs compartilhados. O número de LABs compartilhados pode ser referido como MaxNumSharedLABs.
[0044] De acordo com um exemplo, o indexador
LAB compartilhado 208 e o indexador LAB não compartilhado 210 podem indexar os LABs em um conjunto f, onde f = 0,...,MaxNumLABs-1. O conjunto f pode incluir dois subconjuntos: um primeiro subconjunto para LABs compartilhados e um segundo subconjunto para LABs individuais (por exemplo, LABs não compartilhados). O indexador de LAB compartilhado 208 pode alocar índices de LABs compartilhados no primeiro subconjunto, os índices para os LABs compartilhados podem ser f = 0,...,
MaxNumLABs. Adicionalmente, o indexador LAB não compartilhado 210 pode dividir índices no segundo subconjunto com base nas capacidades dos terminais de acesso 204-206. As capacidades do terminal de acesso (por exemplo, medição de capacidades de terminal de acesso,...) podem apresentar um número de LABs a serem decodificados por um terminal de acesso particular (por exemplo, todos os terminais de acesso 204-206 podem decodificar um número similar de LABs, todos os terminais de acesso 204-206 podem decodificar números diferentes de LABs, pelo menos dois terminais de acesso 204-206 podem decodificar um número similar de LABs, enquanto pelo menos um outro terminal de acesso 204-206 decodifica um número diferente de LABs, ...). Por exemplo, as capacidades do terminal de acesso podem ser definidas de acordo com um protocolo de capacidade (por exemplo, retida na memória,...). Por meio de outra ilustração, as capacidades dos terminais de acesso 204-206 podem ser comunicadas para o indexador LAB não
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19/44 compartilhado 210 (por exemplo, a partir dos terminais de acesso 204-206, uma estação base diferente, uma rede,...).
[0045] O número máximo de LABs individuais que um terminal de acesso (por exemplo, terminal de acesso 1 204, ..., terminal de acesso N 206) pode decodificar pode ser referido como MaxNumIndivLABDec. Adicionalmente, cada terminal de acesso 204-206 pode ser associado com um MACID correspondente; estação base 202 pode alocar os MACIDs para os terminais de acesso 204-206 (por exemplo, MACIDs podem ser alocados pela estação base 202 como parte das mensagens de concessão de acesso enviadas para o terminal de acesso 204-206). O MACID, por exemplo, pode ser um identificador de terminal de acesso específico de setor. O indexador LAB não compartilhado 210 pode designar índices para os LABs destinados aos terminais de acesso particulares 204-206 como uma função dos MACIDs dos terminais de acesso em particular 204-206. Dessa forma, LABs individuais destinados a um terminal de acesso específico (por exemplo, terminal de acesso 1 204, ...) com MACID m podem receber índices com base em um hash do MACID como se segue: MaxNumSharedLABs + fHASH(MACID), ..., MaxNumSharedLABs + (fHASH(MACID)+MaxNumIndivLABDec-1)mod(MaxNumLABsMaxNumSharedLABs). De acordo com uma ilustração, um LAB particular (por exemplo, LAB não compartilhado) pode ser direcionado para um terminal de acesso em particular (por exemplo, o terminal de acesso 1 204) designado MACID 0.
Deve-se apreciar, no entanto, que a presente matéria reivindicada não está limitada ao envio do LAB não compartilhado para o terminal de acesso 1 204 ou que o terminal de acesso 1 204 receba o MACID 0. Adicionalmente,
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20/44 o hash do MACID 0 pode ser igual a 0. Dessa forma, o terminal de acesso 1 204 pode decodificar LABs com índices de MaxNumSharedLABs para sua capacidade (por exemplo, MaxNumIndivLABDec) mais MaxNumSharedLABs, onde a capacidade é o número de LABs que o terminal de acesso 1 204 pode decodificar. Dessa forma, o indexador LAB não compartilhado 210 pode alocar um índice para o LAB particular dentro de tal faixa (por exemplo, MaxNumSharedLABs, ..., MaxNumIndivLABDec+MaxNumSharedLABs) quando direcionando o LAB particular para o terminal de acesso 1 204. Ademais, o transmissor LAB 212 pode enviar o LAB particular (e/ou qualquer outro LAB) com a indexação correspondente através do link direto.
[0046] Cada terminal de acesso 204-206 pode incluir adicionalmente um decodificador LAB compartilhado (por exemplo, terminal de acesso 1 204 pode incluir um decodificador LAB compartilhado 1 214, ..., terminal de acesso N pode incluir um decodificador LAB compartilhado N
| 216) e | um | decodificador | de | subconjunto | LAB | não |
| compartilhado | (por exemplo, o | terminal de acesso | 1 204 | pode | ||
| incluir | um | decodificador | de | subconjunto | LAB | não |
| compartilhado | 1 218,... o terminal | de acesso | N 206 | pode | ||
| incluir | um | decodificador | de | subconjunto | LAB | não |
compartilhado N 220). Os decodificadores LAB compartilhados 214-216 podem decodificar os LABs compartilhados obtidos a partir da estação base 202. Mais particularmente, os decodificadores LAB compartilhados 214-216 podem identificar LABs com índices de 0 a MaxNumSharedLABs-1 como sendo LABs compartilhados. Adicionalmente, os decodificadores de LAB compartilhados 214-216 podem
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21/44 decodificar os LABs identificados como sendo LABs compartilhados com base na avaliação dos índices associados. Dessa forma, cada terminal de acesso 204-206 em uma área geográfica coberta pela estação base 202 pode decodificar um número (por exemplo, MaxNumSharedLABs) de LABs compartilhados.
[0047] Os decodificadores de subconjunto de
LAB não compartilhado 218-220 podem decodificar os respectivos subconjuntos dos LABs não compartilhados. De acordo com um exemplo, o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 1 218 pode identificar um subconjunto de
LABs não compartilhados para decodificar o terminal de acesso 1 204 com base nas capacidades do terminal de acesso
204 (por exemplo, o número de LABs não compartilhados para serem decodificados pelo terminal de acesso 1 204 que podem ser referidos como MaxNumIndivLABDec), e uma função hash de um MACID correspondente ao terminal de acesso 1 204. Por exemplo, o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 1 218 pode determinar uma faixa de índices
LAB como uma função das capacidades e o hash do MACID; a faixa pode se estender por um número máximo de LABs não compartilhados que podem ser decodificados pelo terminal de acesso 1 204. Ademais, o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 1 218 pode decodificar os LABs com índices que se encontram dentro da faixa determinada. Adicionalmente, depois de ser decodificado, o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 1 214 (e/ou o terminal de acesso 1 204 em geral) pode avaliar se o LAB decodificado inclui o MACID do terminal de acesso 1 204 (por exemplo, o MACID do terminal de acesso 1 204 é
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22/44 codificado nesse LAB). Se o MACID for incluído no LAB, então o terminal de acesso 1 204 pode utilizar os conteúdos do LAB; do contrário, se o LAB falhar em incluir o MACID do terminal de acesso 1 204, o LAB pode ser descartado sem ser empregado. Pela decodificação de um subconjunto de LABs não compartilhados ao invés de todos ou a maior parte dos LABs não compartilhados como frequentemente ocorre com técnicas convencionais, o terminal de acesso 1 204 pode conservar os recursos para decodificação de dados direcionados ao mesmo ao invés de decodificar um grande número de LABs não intencionados para o terminal de acesso 1 204. Apesar de o acima exposto descrever o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 1 218 e o terminal de acesso 1 204, devese apreciar que qualquer outro decodificador de subconjunto LAB não compartilhado (por exemplo, decodificador de subconjunto LAB não compartilhado N 220,...) e/ou terminal de acesso (por exemplo, o terminal de acesso N 206) pode ser substancialmente similar.
[0048] Voltando-se à figura 3, é ilustrado um sistema 300 que organiza os LABs dentro de segmentos LAB para a transferência em um ambiente de comunicação sem fio. O sistema 300 inclui a estação base 202 que pode compreender adicionalmente o indexador LAB compartilhado 208, o indexador LAB não compartilhado 210, e o transmissor LAB 212 conforme descrito acima. Adicionalmente, o sistema 300 inclui um terminal de acesso 301 (por exemplo, o terminal de acesso 1 204 da figura 2, terminal de acesso N 206 da figura 2,...); apesar de um terminal de acesso 302 ser apresentado, é contemplado que o sistema 300 pode incluir qualquer número de terminais de acesso similares ao
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23/44 terminal de acesso 302. O terminal de acesso 302 pode incluir adicionalmente um decodificador LAB compartilhado 304 (por exemplo, decodificador LAB compartilhado 1 214 da figura 2, o decodificador LAB compartilhado N 216 da figura 2,...) e um decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 306 (por exemplo, decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 1 218 da figura 2, o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado N 220 da figura 2,...).
[0049] A estação base 202 também pode incluir um designado de segmento LAB 308 que aloca cada LAB a um segmento LAB correspondente. De acordo com uma ilustração, o designado de segmento LAB 308 pode operar em conjunto com o indexador LAB não compartilhado 210 para determinar índices para alocar os LABs não compartilhados para permitir a organização de tais LABs não compartilhados dentro dos segmentos LAB. Um segmento LAB é um recurso OFDM (por exemplo, recurso de tempo/frequência) através do qual um ou mais LABs são comunicados. O designador de segmento LAB 308 agrupa os LABs destinados a um recebedor comum (por exemplo, terminal de acesso 302,...) em um segmento LAB comum. Por exemplo, os LABs não compartilhados direcionados para o terminal de acesso 302 podem ser montados juntos e designados para um segmento LAB (ou mais de um segmento LAB) pelo designador de segmento LAB 308; dessa forma, o terminal de acesso 302 pode obter todos os LABs não compartilhados direcionados para o terminal de acesso 302 sobre esse segmento LAB. O designador de segmento LAB 308 pode minimizar um número de segmentos LAB utilizados para enviar LABs não compartilhados para o terminal de acesso
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302. Dessa forma, um número de estimativas de canal associadas com os segmentos LAB realizados pelo terminal de acesso 302 pode ser reduzido enquanto se decodifica os LABs.
[0050] O terminal de acesso 302 pode incluir adicionalmente um avaliador hash 310. O avaliador hash 31 analisa uma função hash com base em um MACID do terminal de acesso 302 enquanto minimiza um número de segmentos LAB que são utilizados para receber os LABs transmitidos a partir da estação base 202. Por exemplo, o avaliador hash 310 ajusta uma saída da função hash para alinhar os índices de LABs não compartilhados em um número mínimo de segmentos LAB. Adicionalmente, o avaliador hash 310 pode ter um conhecimento a priori de uma forma pela qual o designador de segmento LAB 308 aloca os LABs não compartilhados para os segmentos LAB.
[0051] A seguir é fornecida uma técnica ilustrativa que pode ser implementada pelo designador de segmento LAB 308 para alocar os LABs para os segmentos LABs para segmentos LAB. O designador de segmento LAB 308 pode designar os LABs para segmentos LAB para o terminal de acesso 302 e/ou qualquer número de terminais de acesso diferentes (não ilustrados). Adicionalmente, o avaliador hash 310 pode empregar essa técnica para discernir quais LABs obtidos a partir da estação base 202 decodificar. Por exemplo, se um MACID do terminal de acesso 302 hashes para uma faixa de índices que espalha através de dois segmentos LAB, a função hash pode ser alterada para permitir que todos os LABs se encontrem em um segmento LAB.
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25/44 [0052] De acordo com esse exemplo, o terminal de acesso 302 pode decodificar os blocos (i,j) do Canal de Controle Compartilhado (F-SCCH) do link direto com o valor de i na faixa de 0,...,min(MaxNumSharedLABs, MaxSCCHDecodedBlocks)-1. O índice j pode ser 0 para um LAB grande, 0 ou 1 para LABs menores se dois LABs forem enviados em uma partição LAB, e assim por diante. Ademais, se MaxSCCHDecodedBlocks>MaxNumSharedLABs e MaxNumQPSKLABs>MaxNumSharedLABs, então S(MACID) pode ser definido de acordo com o seguinte. Um número total de LABs que não são compartilhados pode ser referido como MaxNumUnsharedLABs, que pode ser igual a um número máximo de LABs (por exemplo, MaxNumQPSKLABs) menos um número máximo de LABs compartilhados (por exemplo, MaxNumSharedLABs). Adicionalmente, b = fPHY-HASH(MACID) mod MaxNumUnsharedLABs. Adicionalmente, x = min(MaxSCCHDDecodedBlocks - MaxNumSharedLABs, MaxNumUnsharedLABs). LK pode ser definido como sendo um número total de LABs excluindo LABs compartilhados que são contidos nos segmentos LAB com índices k ou menos. Por exemplo, um segmento comum pode ter índice 0 e um primeiro segmento LAB pode ter um índice 1; no entanto, a matéria reivindicada não está limitada a isso. Um Protocolo de Camada Física pode especificar a noção do segmento comum e o segmento LAB e um número de LABs em cada segmento. Adicionalmente, s pode ser um inteiro máximo que satisfaz Ls-1<b.
[0053] Se b+x-1<Ls, então S(MACID) pode ser definido como sendo igual a {b,...,b+x-1}. Se x<Ls-Ls-1 e b+x-1>Ls então S(MACID) pode ser definido como se segue:
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26/44 para valores ímpares de MACID, S(MACID) = {Ls-i,...,Ls-i+x1}; ou, S(MACID)={Ls-x,...,Ls-1}. Se x>Ls-Ls-1 e b+x-1 <MaxNumUnsharedLABs, então S(MACID) pode ser definido como sendo a {b,...,b+x-1}. Se x>Ls-Ls-1 e b+x-1>
MaxNumUnsharedLABs, então S(MACID) = {b,...,MaxNumUnsharedLABs-1}u{0,1,...,x-1(MaxNumUnsharedLABs-b)}. De acordo, o terminal de acesso 302 (por exemplo, o decodificador LAB compartilhado 304 e/ou o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 306 com base em uma avaliação realizada pelo avaliador hash 310) pode decodificar os blocos F-SCCH (MaxNumSharedLABs+i,j) com o valor de i pertencendo a S(MACID) como apresentado acima.
[0054] Com referência às figuras de 4 a 7, as metodologias referentes à utilização de índices para LABs para otimizar a utilização de recurso em um ambiente de comunicação sem fio são ilustradas. Enquanto, para fins de simplicidade de explicação, as metodologias são ilustradas e descritas como uma série de atos, deve-se compreender e apreciar que as metodologias não são limitadas pela ordem dos atos, visto que alguns atos podem, de acordo com uma ou mais modalidades, ocorrer em ordens diferentes e/ou simultaneamente com outros atos a partir do que foi ilustrado e descrito aqui. Por exemplo, os versados na técnica compreenderão e apreciarão que uma metodologia pode ser alternativamente representada como uma série de estados ou eventos inter-relacionados, tal como em um diagrama de estado. Ademais, nem todos os atos ilustrados podem ser equipados para implementar uma metodologia de acordo com uma ou mais modalidades.
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27/44 [0055] Voltando-se à figura 4, é ilustrada uma metodologia que facilita o envio de quadros que incluem mensagens de controle em um ambiente de comunicação sem fio. Em 402, os índices podem ser designados para um conjunto de mensagens de controle. Por exemplo, as mensagens de controle podem ser LABs. Ademais, o conjunto de mensagens de controle pode incluir LABs compartilhados e LABs não compartilhados. Em 404, a transmissão dos respectivos subconjuntos das mensagens de controle pode ser restringida aos respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos com base nos índices. De acordo com uma ilustração, os índices designados podem ser utilizados para direcionar um subconjunto em particular de mensagens de controle para um terminal de acesso recebedor pretendido particular. Ademais, cada subconjunto de mensagens de controle pode ser restringido a um subconjunto de grupos de recurso tempo-frequência (por exemplo, tiles) alocados para
| o conjunto de s | egmentos de | controle. | ||
| [0056] | Com | referência à figura | 15, | é |
| ilustrada uma | metodologia | 500 que facilita o | envio | de |
| quadros que | incluem | LABs compartilhados | e | não |
| compartilhados | em um ambiente de comunicação sem | fio. | Em |
502, os índices podem ser designados para LABs compartilhados em um quadro. Os LABs compartilhados devem ser decodificados pelos terminais de acesso em um setor. Por exemplo, LABs compartilhados podem ter índices de 0 a MaxNumSharedLABs-1. Em 504, os índices podem receber os LABs não compartilhados no quadro como uma função de hashes de identificadores correspondentes aos terminais de acesso recebedores pretendidos respectivos. Um LAB não
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28/44 compartilhado (por exemplo, um LAB individual, ...) é um LAB direcionado para um terminal de acesso recebedor particular (ao invés de um grupo de terminais de acesso recebedores pretendidos). De acordo com uma ilustração, o identificador pode ser um MACID. Adicionalmente, os índices podem ser designados para os LABs não compartilhados com base nas capacidades do terminal de acesso (por exemplo, número de LABs não compartilhados que podem ser decodificados por cada terminal de acesso em um quadro determinado, MaxNumIndivLABDec, ...). Por meio de outro exemplo, hashes de identificadores podem ser ajustados para otimizar a designação de índice para os LABs não compartilhados; isso é, a designação de índice pode ser alterada com base nos hashes ajustados para minimizar um número de segmentos LAB através dos quais os LABs não compartilhados direcionados para um terminal de acesso comum são comunicados. Em 506, o quadro que inclui os LABs compartilhados e os LABs não compartilhados ordenados de acordo com os índices designados pode ser transmitido. Por exemplo, o quadro pode ser comunicado através de um F-SCCH; no entanto, a matéria reivindicada não está limitada a isso. Ademais, os LABs compartilhados e/ou os LABs não compartilhados podem fornecer informação relacionada com designação (por exemplo, relacionada com larguras de banda a serem utilizadas, formatos de pacote para empregar com tais larguras de banda, ...) para os terminais de acesso recebedores. Dessa forma, a comunicação de link direto e/ou link reverso pode ser realizada com base nos LABs compartilhados transmitidos e LABs não compartilhados.
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29/44 [0057] Com referência à figura 6, e ilustrada uma metodologia 600 que facilita a decodificação de um subconjunto de mensagens de controle em um ambiente de comunicação sem fio. Em 602, um conjunto de mensagens de controle indexadas pode ser recebido. As mensagens de controle, por exemplo, podem ser LABs. Ademais, os LABs compartilhados e/ou os LABs não compartilhados podem ser obtidos. Em 604, um subconjunto das mensagens de controle indexadas identificadas com base nos índices correspondentes pode ser decodificado. Os índices correspondentes podem ser determinados com base em um hash de m identificador de um terminal de acesso e/ou capacidades do terminal de acesso recebedor. Ademais, o subconjunto de mensagens de controle decodificadas pode ser restringido a um subconjunto de grupos de recurso tempofrequência (por exemplo, tiles) alocados ao conjunto de mensagens de controle indexadas, [0058] Agora, voltando-se à figura 7, é ilustrada uma metodologia 700 que facilita a decodificação de um subconjunto de LABs em um ambiente de comunicação sem fio. em 702, um quadro que inclui LABs indexados pode ser recebido em um terminal de acesso. Os LABs indexados podem incluir LABs compartilhados e LABs não compartilhados (por exemplo, LABs individuais, ...). Ademais, os índices associados com cada um dos LABs no quadro podem ser discernidos (por exemplo, os LABs podem ser indexados por f = 0,...,MaxNumLABs-1). Em 704, os LABs compartilhados identificados com base em uma primeira faixa de índices podem ser decodificados. Os LABs compartilhados podem ser decodificados pelo terminal de acesso além de outros
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30/44 terminais de acesso em um setor comum. Adicionalmente, a primeira faixa de índices pode ser de 0 a um número máximo de LABs compartilhados menos 1 (por exemplo,
0,...,MaxNumSharedLABs-1). Em 706, uma segunda faixa de índices pode ser determinada com base pelo menos em parte em um hash de um identificador correspondendo ao terminal de acesso. A segunda faixa de índices pode incluir menos que todos os índices correspondentes aos LABs não compartilhados no quadro. O identificador pode ser, por exemplo, um MACID do terminal de acesso. Ademais, a segunda faixa de índices pode ser gerada com base nas capacidades do terminal de acesso (por exemplo, número de LABs não compartilhados que podem ser decodificados pelo terminal de acesso em um quadro determinado, MaxNumIndivLABDec,...). De acordo, a segunda faixa de índices pode ser
MaxNumSharedLABs + fHASH(MACID),...,MaxNumSharedLABs+(fHASH(MAC ID)+ MaxNumIndivLABDec-1)mod(MaxNumLABs-MaxNumSharedLABs). Por meio de outra ilustração, o hash do identificador pode ser ajustado para manipular a segunda faixa de índices. Depois dessa ilustração, a manipulação da segunda faixa de índices pode permitir que os LABs não compartilhados sejam obtidos mediante um número minimizado de segmentos LAB (por exemplo, um segmento LAB, dois segmentos LAB,...), onde um segmento LAB é um recurso OFDM. Em 7 08, os LABs não compartilhados identificados com base na segunda faixa de índices podem ser decodificados. Por exemplo, depois de ser decodificado, um identificador incorporado em um LAB não compartilhado (por exemplo, indicando um terminal de acesso recebedor pretendido) pode ser reconhecido e comparado com o identificador correspondente ao terminal de acesso. Se os
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31/44 identificadores combinares, então o terminal de acesso pode empregar os conteúdos do LAB; do contrário, o terminal de acesso pode ignorar os conteúdos do LAB.
[0059] Será apreciado que, de acordo com um ou mais aspectos descritos aqui, inferências podem ser feitas com relação ao emprego de índices para comunicar LABs. Como utilizado aqui, o termo para inferir ou inferência se refere geralmente ao processo de racionalização sobre ou inferência de estados do sistema, ambiente e/ou usuário de um conjunto de observações como capturado através de eventos e/ou dados. A inferência pode ser empregada para identificar um contexto ou ação especifico, ou pode gerar uma distribuição de probabilidade através de estados, por exemplo. A inferência pode ser probabilística - isso é, a computação de uma distribuição de probabilidade através dos estados de interesse com base em uma consideração de dados e eventos. A inferência também pode se referir a técnicas empregadas para composição de eventos de nível mais alto a partir de um conjunto de eventos e/ou dados. Tal inferência resulta na construção de novos eventos ou ações a partir de um conjunto de eventos observados e/ou dados de evento armazenados, se ou não os eventos são correlacionados em proximidade temporal, e se os eventos e dados vêm de uma ou várias fontes de dados e eventos.
[0060] De acordo com um exemplo, um ou mais métodos apresentados acima podem incluir a realização de inferências pertencentes aos índices de seleção para designar para os LABs. Por meio de ilustração adicional, uma inferência pode ser feita relacionada com a
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32/44 determinação de como otimizar LABs destinados a recebedores particulares dentro dos segmentos LAB. Será apreciado que os exemplos acima são ilustrativos por natureza e não devem limitar o número de inferências que podem ser feitas ou a forma na qual tais inferências são feitas em conjunto com as várias modalidades e/ou métodos descritos aqui.
[0061] A figura 8 é uma ilustração de um terminal de acesso 800 que facilita a utilização dos LABs indexados em um sistema de comunicação sem fio. O terminal de acesso 800 compreende um receptor 802 que recebe um sinal, por exemplo, de uma antena receptora (não ilustrada), e realiza as ações típicas na mesma (por exemplo, filtra, amplifica, converte descendentemente, etc.) o sinal recebido e digitaliza o sinal condicionado para obter amostras. O receptor 802 pode ser, por exemplo, um receptor MMSE, e pode compreender um demodulador 804 que pode demodular os símbolos recebidos e fornecer os mesmos para um processador 806 para a estimativa de canal. O processador 806 pode ser um processador dedicado para analisar a informação recebida pelo receptor 802 e/ou gerar informação para a transmissão por um transmissor 816, um processador que controla um ou mais componentes do terminal de acesso 800, e/ou um processador que analisa a informação recebida pelo receptor 802, gera informação para transmissão pelo transmissor 816, e controla um ou mais componentes do terminal de acesso 800.
[0062] O terminal de acesso 800 pode compreender adicionalmente memória 808 que é acoplada de forma operacional ao processador 806 e que pode armazenar dados a serem transmitidos, dados recebidos,
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33/44 identificadores designados para o terminal de acesso 800, informação relacionada com os LABs obtidos, e qualquer outra informação adequada para a seleção de se decodifica os LABs obtidos. A memória 808 pode armazenar adicionalmente os protocolos e/ou algoritmos associados com a decifração de se se decodifica os LABs e/ou utiliza o conteúdo dos LABs decodificados.
[0063]
Será apreciado que o armazenador de dados (por exemplo, memória 808) descrito aqui pode ser a memória volátil ou memória não volátil, ou pode incluir ambas as memórias volátil e não volátil. Por meio de ilustração, e não de limitação, a memória não volátil pode incluir memória de leitura apenas (ROM), ROM programável (PROM), ROM eletricamente programável (EPROM), PROM eletricamente eliminável (EEPROM), ou memória flash. A memória volátil pode incluir memória de acesso randômico (RAM), que age como memória cache externa. Por meio de ilustração e não de limitação, RAM está disponível em muitas formas tal como RAM sincronizada (SRAM), RAM dinâmica (DRAM), DRAM sincronizada (SDRAM), SDRAM de taxa dupla (DDR SDRAM), SDRAM melhorada (ESDRAM), DRAM Synchlink (SLDRAM), e RAM Rambus Direta (DRRAM). A memória 808 dos sistemas e métodos deve compreender sem limitação esses e quaisquer outros tipos de memória adequados.
0064]
O receptor 802 é acoplado de forma operacionalmente adicional a um decodificador LAB compartilhado 810 que decodifica os LABs compartilhados obtidos pelo receptor 802. O decodificador LAB compartilhado 810 pode identificar ser um LAB incluído em um quadro recebido é um LAB compartilhado. Por exemplo, o
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34/44 decodificador LAB compartilhado 810 pode analisar um índice associado com o LAB para decifrar se o LAB é um LAB compartilhado. Adicionalmente, o decodificador de LAB compartilhado 810 pode empregar os dados decodificados incluídos no LAB compartilhado. Adicionalmente, o receptor 802 pode ser operacionalmente acoplado a um decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 812 que decodifica os LABs não compartilhados obtidos pelo receptor 802. O decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 812 pode determinar um subconjunto de índices que correspondem ao terminal de acesso 800 e/ou capacidades do terminal de acesso 800. Adicionalmente, o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 812 pode decodificar os LABs (por exemplo, LABs não compartilhados, LABs individuais,...) que correspondem ao subconjunto de índices. Ademais, o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 800 é o recebedor pretendido (por exemplo, pela avaliação de um identificador criptografado no LAB,...). O terminal de acesso 800 ainda compreende adicionalmente um modulador 814 e um transmissor 816 que transmite o sinal para, por exemplo, uma estação base, outro terminal de acesso, etc. Apesar de apresentado como sendo separado do processador 806, deve-se apreciar que o decodificador LAB compartilhado 810, o decodificador de subconjunto LAB não compartilhado 812 e/ou o modulador 814 podem ser parte do processador 06 ou um número de processadores (não ilustrados).
[0065] A figura 9 é uma ilustração de um sistema 900 que facilita a indexação dos LABs em um ambiente de comunicação sem fio. O sistema 900 compreende uma estação base 902 (por exemplo, ponto de acesso,...) com
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35/44 um receptor 910 que recebe sinais de um ou mais terminais de acesso 904 através de uma pluralidade de antenas receptoras 906, e um transmissor 922 que transmite para um ou mais terminais de acesso 904 através de uma antena de transmissão 908. O receptor 910 pode receber informação das antenas receptoras 906 e está operacionalmente associado com um demodulador 91 que demodula a informação recebida. Os símbolos demodulados são analisados por um processador 914 que pode ser similar ao processador descrito acima com relação à figura 8, e que é acoplado a uma memória 916 que armazena informação relacionada com os identificadores de terminal de acesso (por exemplo, MACIDs,...), dados a serem transmitidos para ou recebidos dos terminais de acesso 904 (ou uma estação base diferente (não ilustrada)) (por exemplo, LABs,...), e/ou qualquer outra informação adequada relacionada com a realização de várias ações e funções apresentadas aqui. O processador 914 é acoplado adicionalmente a um indexador LAB compartilhado 918 que designa índices para um primeiro subconjunto de LABs (por exemplo, LABs compartilhados) de um quadro, onde LABs no primeiro subconjunto são destinados a serem compartilhados entre uma pluralidade de terminais de acesso 904.
[0066] O indexador de LAB compartilhado 818 pode ser acoplado de forma operacional a um indexador LAB não compartilhado 920 que designa índices para os LABs (por exemplo, LABs não compartilhados, LABs individuais, ...) em um segundo subconjunto. Ademais, o indexador LAB não compartilhado 920 pode basear uma designação de índice em um hash de um identificador (por exemplo, MACID,...) correspondente a um terminal de acesso recebedor pretendido
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36/44 a partir de uma pluralidade de terminais de acesso 904. Adicionalmente, o indexador LAB não compartilhado 920 pode considerar as capacidades do terminal de acesso recebedor pretendido quando alocando o índice. Adicionalmente, o indexador LAB não compartilhado 920 (e/ou o indexador LAB compartilhado 818) podem fornecer um quadro de ordenação de LABs de acordo com os índices correspondentes para um modulador 922. O modulador 92 pode multiplexar o quadro para transmissão por um transmissor 926 através da antena 908 para os terminais de acesso 904. Apesar de apresentado como sendo separado do processador 914, deve-se apreciar que o indexador LAB compartilhado 918, o indexador LAB não compartilhado 920 e/ou o modulador 922 podem ser parte de processador 914 ou de um número de processadores (não ilustrado).
[0067] A figura 10 ilustra um exemplo de sistema de comunicação sem fio 1000. O sistema de comunicação sem fio 1000 apresenta uma estação base 1010 e um terminal de acesso 1050 para fins de brevidade. No entanto, deve-se apreciar que o sistema 1000 pode incluir mais de uma estação base e/ou mais de um terminal de acesso, onde as estações base adicionais e/ou terminais de acesso podem ser substancialmente similares ou diferentes da estação base ilustrativa 1010 e do terminal de acesso 1050 descrito abaixo. Adicionalmente, deve-se apreciar que a estação base 1010 e/ou o terminal de acesso 1050 podem empregar os sistemas (figuras 1 a 3, 8 e 9 e 11 e 12) e/ou métodos (figuras 4 a 7) descritos aqui para facilitar a comunicação sem fio entre os mesmos.
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37/44 [0068] Na estação base 1010, os dados de tráfego para um número de sequências de dados são fornecidos a partir de uma fonte de dados 1012 para um processador de dados de transmissão (TX) 1014. De acordo com um exemplo, cada sequência de dados pode ser transmitida através de uma antena respectiva. O processador de dados TX 1014 formata, codifica e intercala a sequência de dados de tráfego com base em um esquema de codificação particular selecionado para essa sequência de dados para fornecer dados codificados.
[0069] Os dados codificados para cada sequência de dados podem ser multiplexados com dados piloto utilizando técnicas OFDM. Adicionalmente ou alternativamente, os símbolos piloto podem ser multiplexados por divisão de frequência (FDM), multiplexados por divisão de tempo (TDM), ou multiplexados por divisão de código (CDM). Os dados piloto são tipicamente um padrão de dados conhecido que é processado de uma forma conhecida e podem ser utilizados no terminal de acesso 1050 para estimar a resposta de canal. O piloto multiplexado e os dados codificados para cada sequência de dados podem ser modulados (por exemplo, mapeados em símbolo) com base em um esquema de modulação particular (por exemplo, chaveamento de mudança de fase binária (BPSK), chaveamento de mudança de fase em quadratura (QPSK), chaveamento de mudança em M fase (M-PSK), modulação de amplitude em M quadratura (M-QAM), etc.) selecionado para essa sequência de dados para fornecer símbolos de modulação. A taxa de dados, codificação e modulação para
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38/44 cada sequência de dados pode ser determinada pelas instruções realizadas ou fornecidas pelo processador 103.
[0070] Os símbolos de modulação para as sequências de dados podem ser fornecidos para um processador MIMO TX 1020, que pode processar adicionalmente os símbolos de modulação (por exemplo, para OFDM). O processador MIMO TX 1020 então fornece NT sequências de símbolo de modulação para NT transmissores (TMTR) 1022a a 1022t. Em várias modalidades, o processador MIMO TX 1020 aplica os pesos de formação de feixe aos símbolos de sequências de dados e à antena de onde o símbolo está sendo transmitido.
[0071] Cada transmissor 1022 recebe e processa uma sequência de símbolo respectiva para fornecer um ou mais sinais analógicos, e condiciona adicionalmente (por exemplo, amplifica, filtra, e converte ascendentemente) os sinais analógicos para fornecer um sinal modulado adequado para transmissão através do canal MIMO. Adicionalmente, NT sinais modulados dos transmissores 1022a a 1022t são transmitidos das NT antenas 1024a a 1024t, respectivamente.
[0072] No terminal de acesso 1050, os sinais modulados transmitidos são recebidos por NR antenas 1052a a 1052r e o sinal recebido de cada antena 1052 é fornecido para um respectivo receptor (RCVR) 1054a a 1054r. Cada receptor 1054 condiciona (por exemplo, filtra, amplifica e converte descendentemente) um sinal respectivo, digitaliza o sinal condicionado para fornecer amostras, e processa adicionalmente as amostras para fornecer uma sequência de símbolo recebida correspondente.
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39/44 [0073] Um processador de dados RX 1060 pode receber e processar as Nr sequências de símbolo recebidas dos Nr receptores 1054 com base em uma técnica de processamento de receptor particular para fornecer NT sequências de símbolo detectadas. O processador de dados RX 1060 pode demodular, desintercalar, e decodificar cada sequência de símbolo detectada para recuperar os dados de tráfego para a sequência de dados. O processamento pelo processador de dados RX 1060 é complementar ao realizado pelo processador MIMO TX 1020 e o processador de dados TX 1014 na estação base 1010.
[0074] Um processador 1070 pode determinar periodicamente qual tecnologia disponível utilizar como discutido acima. Adicionalmente, o processador 1070 pode formular uma mensagem de link reverso compreendendo uma parte de índice de matriz e uma parte de valor de classificação.
[0075] A mensagem de link reverso pode compreender vários tipos de informações referentes ao link de comunicação e/ou à sequência de dados recebida. A mensagem de link reversa pode ser processada por um processador de dados TX 1038, que também recebe os dados de tráfego para várias sequências de dados de uma fonte de dados 1036, modulados por um modulador 1080, condicionados pelos transmissores 1054a a 1054r, e transmitidos de volta para a estação base 1010.
[0076] Na estação base 1010, os sinais modulados do terminal de acesso 1050 são recebidos pelas antenas 1024, condicionados pelos receptores 1022, demodulados por um demodulador 1040, e processados por um
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40/44 processador de dados RX 1042 para extrair a mensagem de link reverso transmitida pelo terminal de acesso 1050. Adicionalmente, o processador 1030 pode processar a mensagem extraída para determinar qual matriz de précodificação utilizar para determinar os pesos de formação de feixe.
[0077] Os processadores 1030 e 1070 podem direcionar (por exemplo, controlar, coordenar, gerenciar, etc.) a operação na estação base 1010 e o terminal de acesso 1050, respectivamente. Os processadores respectivos 1030 e 1070 podem ser associados com a memória 1032 e 1072 que armazenam os códigos de programa e dados. Os processadores 1030 e 1070 também podem realizar as computações para derivar as estimativas de resposta a impulso e frequência para uplink e downlink, respectivamente.
[0078] Deve-se compreender que as modalidades descritas aqui podem ser implementadas em hardware, software, firmware, middleware, microcódigo, ou qualquer combinação dos mesmos. Para uma implementação de hardware, as unidades de processamento podem ser implementadas dentro de um ou mais circuitos integrados específicos de aplicativo (ASICs), processadores de sinal digital (DSPs), dispositivos de processamento de sinal digital (DSPDs), dispositivos lógicos programáveis (PLDs), conjuntos de porta programáveis em campo (FPGAs), processadores, controladores, microcontroladores, microprocessadores, outras unidades eletrônicas projetadas para realizar as funções descritas aqui, ou uma combinação dos mesmos.
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41/44 [0079] Quando as modalidades são implementadas em software, firmware, middleware, ou microcódigo, o código de programa ou segmentos de código, as mesmas podem ser armazenadas em um meio legível por máquina, tal como um componente de armazenamento. Um segmento de código pode representar um procedimento, uma função, um subprograma, um programa, uma rotina, uma subrotina, um módulo, um pacote de software uma classe, ou qualquer combinação de instruções, estruturas de dados ou declarações de programa. Um segmento de código pode ser acoplado a outro segmento de código ou um circuito de hardware pela passagem e/ou recepção de informação, dados, argumentos, parâmetros, ou conteúdo de memória. A informação, os argumentos, os parâmetros, dados, etc. podem ser passados, enviados ou transmitidos utilizando-se qualquer meio adequado incluindo o compartilhamento de memória, a passagem de mensagem, a passagem de token, a transmissão de rede, etc.
[0080] Para uma implementação de software, as técnicas descritas aqui podem ser implementadas com módulos (por exemplo, procedimentos, funções e assim por diante) que realizam as funções descritas aqui. Os códigos de software podem ser armazenados nas unidades de memória e executados pelos processadores. A unidade de memória pode ser implementada dentro do processador ou fora do processador, caso no qual pode ser acoplada de forma comunicativa ao processador através de vários meios como é sabido na técnica.
[0081] Com referência à figura 11, é ilustrado um sistema 1100 que permite a designação de
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42/44 índices para os LABs e organização de LABs com base em um ambiente de comunicação sem fio. Por exemplo, o sistema 1100 pode residir pelo menos parcialmente dentro de uma estação base. Deve-se apreciar que o sistema 1100 é representado como incluindo blocos funcionais, que podem ser blocos funcionais que representam as funções implementadas por um processador, software ou combinação dos mesmos (por exemplo, firmware). O sistema 1100 inclui um agrupamento lógico 1102 de componentes elétricos que podem agir em conjunto. Por exemplo, o agrupamento lógico 1102 pode incluir um componente elétrico para alocação de índices aos LABs compartilhados 1104. Adicionalmente, o agrupamento lógico 1102 pode compreender um componente elétrico para alocação de índices para LABs não compartilhados com base nas capacidades térmicas de acesso e hashes de identificadores dos respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos 1106. Ademais, o agrupamento lógico 1102 pode incluir um componente elétrico para o envio de LABs compartilhados e LABs não compartilhados podem ser organizados dentro de um quadro. Adicionalmente, o sistema 1100 pode incluir uma memória 1110 que retém instruções para execução de funções associadas com os componentes elétricos 1104, 1106 e 1108. Enquanto ilustrados como senso externos à memória 1110, deve-se compreender que um ou mais componentes elétricos 1104, 1106 e 1108 podem existir dentro da memória 1110.
[0082] Voltando-se à figura 12, é ilustrado um sistema 1200 que permite a decodificação de um subconjunto de LABs em um ambiente de comunicação sem fio. O sistema 1200 pode residir dentro de um terminal de
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43/44 acesso, por exemplo. Como apresentado, o sistema 1200 inclui blocos funcionais que podem representar funções implementadas por um processador, software, ou combinação dos mesmos (por exemplo, firmware). O sistema 1200 inclui um agrupamento lógico 1202 dos componentes elétricos que podem agir em conjunto. O agrupamento lógico 1202 pode incluir um componente elétrico para demodular os LABs compartilhados reconhecidos com base em uma primeira faixa de índices 1204. Ademais, o agrupamento lógico 1202 pode incluir um componente elétrico para identificação de uma segunda faixa de índices com base em um hash de um identificador de terminal de acesso e uma medida de capacidade de terminal de acesso 1206. Por exemplo, o identificador de terminal de acesso pode ser um MACID correspondente ao terminal de acesso e a medida de capacidade de terminal de acesso pode ser um número de LABs não compartilhados que o terminal de acesso pode demodular. Adicionalmente, o agrupamento lógico 1202 pode incluir um componente elétrico para demodulação de LABs não compartilhados reconhecidos com base na segunda faixa de índices 1208. Adicionalmente, o sistema 1200 pode incluir uma memória 1210 que retém instruções para execução das funções associadas com os componentes elétricos 1204, 1206, e 1208. Enquanto ilustrados como sendo externos à memória 1210, deve-se compreender que os componentes elétricos 1204, 1206, e 1208 podem existir dentro da memória 1210.
[0083] O que foi descrito acima inclui exemplos de uma ou mais modalidades. É, obviamente, impossível se descrever cada possível combinação de componentes ou metodologias para fins de descrição das
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44/44 modalidades acima, mas os versados na técnica podem reconhecer que muitas combinações e permutas adicionais de varias modalidades são possíveis. De acordo, as modalidades descritas devem englobar todas as ditas alterações, modificações e variações que se encontram dentro do espírito e escopo das reivindicações em anexo. Adicionalmente, até onde o termo inclui é utilizado na descrição detalhada ou nas reivindicações, tal termo deve ser inclusivo de forma similar ao termo compreendendo como compreendendo é interpretado quando empregado como uma palavra de transição em uma reivindicação.
Claims (9)
1. Método (400) que facilita envio de quadros que incluem mensagens de controle em um ambiente de comunicação sem fio (100; 200), caracterizado pelo fato de que compreende:
designar índices para um conjunto de mensagens de controle;
restringir transmissão de respectivos subconjuntos das mensagens de controle para respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos (116; 122; 204; 206; 800) com base nos índices; e restringir cada um dos respectivos subconjuntos de mensagens de controle a um subconjunto correspondente de grupos de recurso tempo-frequência alocados ao conjunto de mensagens de controle.
2/4
LABs compartilhados estão em um subconjunto a partir de 0 a MaxNumSharedLABs-1, onde MaxNumSharedLABs denota um número máximo de LABs decodificados por múltiplos terminais de acesso (116; 122; 204; 206; 800).
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as mensagens de controle incluem blocos de designação de link (LABs) compartilhados e não compartilhados, compreendendo adicionalmente:
correspondendo aos respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos; e transmitir o quadro que inclui os LABs compartilhados e os LABs não compartilhados ordenados de acordo com os índices designados.
3/4 quadro físico que inclui os LABs compartilhados e os LABs individuais ordenados de acordo com os índices alocados.
3. Método (400), de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que os índices designados aos
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4/4 um processador (806), acoplado à memória (808), configurado para executar as instruções retidas na memória; e em que o subconjunto de mensagens de controle decodificadas é restrito a um subconjunto de grupos de recurso tempo-frequência alocados ao conjunto de mensagens de controle.
4. Aparelho de comunicação sem fio (102; 902), caracterizado pelo fato de que compreende:
uma memória (916) que retém instruções relacionadas a índices de designação para um conjunto de mensagens de controle e restringe transmissão de respectivos subconjuntos das mensagens de controle para respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos (116; 122; 204; 206; 800) com base nos índices;
um processador (914), acoplado à memória (916), configurado para executar as instruções retidas na memória; e
frequência alocados ao conjunto de mensagens de controle.
5. Aparelho de comunicação sem fio, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a mensagem de controle inclui blocos de designação de link (LABs) compartilhados e não compartilhados e a memória adicionalmente retém instruções relacionadas a alocar índices para LABs compartilhados em um quadro físico, alocar índices a LABs individuais no quadro físico como uma função de hashes de MACIDs correspondendo aos respectivos terminais de acesso recebedores pretendidos, e transmitir o
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6. Aparelho de comunicação sem fio (102; 902), de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que os índices alocados aos LABs compartilhados estão em um subconjunto a partir de 0 a MaxNumSharedLABs-1, onde MaxNumSharedLABs denota um número máximo de LABs decodificados por múltiplos terminais de acesso (116; 122; 204; 206; 800).
receber um conjunto de mensagens de controle indexadas;
decodificar um subconjunto das mensagens de controle indexadas identificadas com base em índices correspondentes; e em que o subconjunto de mensagens de controle decodificadas é restrito a um subconjunto de grupos de recurso tempo-frequência alocados ao conjunto de mensagens de controle.
8. Aparelho de comunicação sem fio (116; 122;
204; 206; 800), caracterizado pelo fato de que compreende:
uma memória (808) que retém instruções relacionadas com a obtenção de um conjunto de mensagens de controle indexadas e decodificação de um subconjunto de mensagens de controle indexadas identificadas com base em índices correspondentes;
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9. Memória legível por computador caracterizada pelo fato de que contém gravado o método conforme definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 3 ou 7.
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