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BRPI0807636A2 - Composições biocidas - Google Patents

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Publication number
BRPI0807636A2
BRPI0807636A2 BRPI0807636-7A BRPI0807636A BRPI0807636A2 BR PI0807636 A2 BRPI0807636 A2 BR PI0807636A2 BR PI0807636 A BRPI0807636 A BR PI0807636A BR PI0807636 A2 BRPI0807636 A2 BR PI0807636A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
biocide
acid
fungicides
compositions according
dialkylamides
Prior art date
Application number
BRPI0807636-7A
Other languages
English (en)
Inventor
Joaquin Bigorra Llosas
Javier Raya
Bernd Fabry
Rainer Hoefer
Benoit Abribat
Original Assignee
Cognis Ip Man Gmbh
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Cognis Ip Man Gmbh filed Critical Cognis Ip Man Gmbh
Publication of BRPI0807636A2 publication Critical patent/BRPI0807636A2/pt

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    • AHUMAN NECESSITIES
    • A01AGRICULTURE; FORESTRY; ANIMAL HUSBANDRY; HUNTING; TRAPPING; FISHING
    • A01NPRESERVATION OF BODIES OF HUMANS OR ANIMALS OR PLANTS OR PARTS THEREOF; BIOCIDES, e.g. AS DISINFECTANTS, AS PESTICIDES OR AS HERBICIDES; PEST REPELLANTS OR ATTRACTANTS; PLANT GROWTH REGULATORS
    • A01N25/00Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators, characterised by their forms, or by their non-active ingredients or by their methods of application, e.g. seed treatment or sequential application; Substances for reducing the noxious effect of the active ingredients to organisms other than pests
    • A01N25/02Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators, characterised by their forms, or by their non-active ingredients or by their methods of application, e.g. seed treatment or sequential application; Substances for reducing the noxious effect of the active ingredients to organisms other than pests containing liquids as carriers, diluents or solvents
    • AHUMAN NECESSITIES
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    • A01N25/30Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators, characterised by their forms, or by their non-active ingredients or by their methods of application, e.g. seed treatment or sequential application; Substances for reducing the noxious effect of the active ingredients to organisms other than pests characterised by the surfactants
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    • A01N57/00Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing organic phosphorus compounds
    • A01N57/18Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing organic phosphorus compounds having phosphorus-to-carbon bonds
    • A01N57/20Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing organic phosphorus compounds having phosphorus-to-carbon bonds containing acyclic or cycloaliphatic radicals

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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSI- ÇÕES BIOCIDAS"
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se à área de produtos agroquímicos 5 e refere-se às composições biocidas compreendendo certas dialquilamidas e seu uso como solventes ou dispersantes para biocidas.
Antecedentes da Invenção
Biocidas, e em particular pesticidas tais como fungicidas, inseti- cidas e herbicidas, são importantes agentes auxiliares para agricultura a fim 10 de proteger e aumentar culturas. Dependendo das várias e frequentemente necessidades muito específicas, uma magnitude de ativos existe que mostra estruturas químicas e comportamentos muito diferentes. No entanto, é bem conhecido do estado da técnica que permanece difícil preparar soluções a- quosas destes ativos que estão exibindo uma estabilidade satisfatória, espe- 15 cialmente se armazenadas em temperaturas muito baixas ou elevadas du- rante um período mais longo. De fato, as soluções mostram uma forte ten- dência a ou separar ou formar cristais, que torna necessário redispersar os ativos nas composições antes de cada aplicação a fim de obter um produto homogêneo. Devido ao fato que em equipamentos de spray, que são habitu- 20 almente usados para a aplicação de formulações aquosas de agentes de tratamento de planta, diversos filtros e bicos estão presentes, um problema adicional aparece que é relacionado ao bloqueio destes filtros e bicos como um resultado de cristalização de composto ativo durante a aplicação de lico- res de spray aquosos com base em compostos ativos sólidos.
O pedido de patente européia EP 0453899 BI (Bayer) descreve
o uso de dietilamidas derivadas de ácidos C6-C2o graxos saturados como inibidores de cristalização para derivados de azol que podem ser aplicados como fungicidas. Infelizmente, as dietilamidas sugeridas na patente são úteis para um número limitado de ativos. Até no caso de azóis e derivados de a- 30 zol, a capacidade de inibir cristalização indesejável é limitada a temperaturas ambientes, enquanto os produtos estão perto de serem imprestáveis no caso em que as soluções devem ser usadas em temperaturas de cerca de 5 a 10°C.
Por esse motivo, o problema sustentando a presente invenção tem sido evitar as desvantagens do estado da técnica e desenvolver novas composições com estabilidade de armazenagem melhorada e tendência re- duzida para formar cristais para uma ampla faixa de biocidas dentro de uma faixa de temperatura entre 5 e 40°C.
Descrição Detalhada da Invenção
A presente invenção refere-se a composições biocidas, compre- endendo
(a) pelo menos uma dialquilamida com base em ácido oléico ou linoléico, e
(b) pelo menos um biocida.
Surpreendentemente foi observado que dialquilamidas, e de pre- ferência dietilamidas obtidas de ácido oléico ou ácido linoléico, em particular dimetilamida obtidas de ácido de colza, soja, girassol ou semente de colza, 15 mostram uma capacidade de solubilização melhorada comparado a dimeti- Iamidas de ácidos graxos tal como conhecido do estado da técnica. O reque- rente constatou que as dialquilamidas insaturadas são capazes de dissolver ou dispersar uma ampla faixa de biocidas até sob condições drásticas, o que quer dizer tempos de armazenagem de pelo menos 4 semanas em tempera- 20 turas entre 5 e 40°C sem separação ou sedimentação de fase.
Dialquilamidas
Dialquilamidas de acordo com a presente invenção (componente a) podem ser derivadas de ácido oléico/e ou ácido linoléico, e mais particu- larmente de ácidos graxos técnicos ricos nas referidas espécies. De prefe- rência as dialquilamidas seguem a fórmula geral (I),
R1CO-NR2R3 (I)
2
na qual R1CO representa um radical de ácido oléico ou ácido linoléico, e R e R3 independentemente representam grupos de hidrogênio ou alquila pos- suindo 1 a 4 átomos de carbono. As dialquilamidas preferidas representam 30 dimetilamidas. As espécies mais preferidas exibindo o melhor desempenho em dissolução ou dispersão de um amplo número de diferentes biocidas du- rante um longo período e tanto em temperaturas baixas quanto altas é uma mistura de dimetilamida de ácido oléico e linoléico, de preferência em rela- ções de peso de cerca de 10:90 a cerca de 90:10, mais preferivelmente cer- ca de 25:75 a cerca de 75:25, e mais preferivelmente cerca de 40:60 a 60:40, como obtida de ácidos graxos de colza, semente de colza, soja ou girassol de grau técnico.
Biocidas
Um biocida (componente b) é uma substância química capaz de martar de diferentes formas de organismos vivos usados em campos tais como medicina, agricultura, silvicultura, e controle de mosquito. Geralmente, biocidas são divididos em dois subgrupos:
• pesticidas, os quais inclui fungicidas, herbicidas, inseticidas, algicidas, moluscicidas, acaricidas e rodenticidas, e
• antimicrobianos. os quais inclui germicidas, antibióticos, anti- bacterianos, antivirais, antifúngicos, antiprotozoários e antiparasitas.
Biocidas podem também ser adicionados a outros materiais (tipi-
camente líquidos) para proteger o material de infestação e desenvolvimento biológico. Por exemplo, certos tipos de compostos de amônio quaternário (quats) podem ser adicionados a sistemas de reservatórios de água ou água industrial para agir como um algicida, protegendo a água de infestação e desenvolvimento de algas.
Pesticidas
A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) define um pesticida como "qualquer substância ou mistura de substâncias pretendida para prevenção, extermínio, repelência, ou mitigação de qualquer peste".[1]
Um pesticida pode ser uma substância química ou agente bioló- gico (tal como um vírus ou bactérias) usada contra pestes incluindo insetos, patógenos de planta, ervas daninhas, moluscos, aves, mamíferos, peixe, nematódeos (púrpuras redondas) e micróbios que competem com humanos 30 por alimento, destroem propriedade, propagam doença ou são um incômo- do. Nos seguintes exemplos, pesticidas adequados para as composições agroquímicas de acordo com a presente invenção são dados: • Fungicidas
Um fungicida é um de três métodos principais de controle de peste - controle químico de fungos neste caso. Fungicidas são compostos químicos usados para prevenir a propagação de fungos em jardins e cultu- 5 ras. Fungicidas são também usados para combater infecções fúngicas. Fun- gicidas podem ou ser de contato ou sistêmicos. Um fungicida de contato ma- ta fungos quando vaporizado em sua superfície. Um fungicida sistêmico de- ve ser absorvido pelo fungo antes que o fungo morra. Exemplos para fungi- cidas adequados, de acordo com a presente invenção, abrangem as seguin- 10 tes espécies: brometo de (3-etoxipropil)mercúrio, cloreto de 2- metoxietilmercúrio, 2-fenilfenol, sulfato de 8-hidroxiquinolina, 8- fenilmercurioxiquinolina, acibenzolar, fungicidas de ácido de acilamino, acy- petacs, aldimorfo, fungicidas de nitrogênio alifático, álcool de alila, fungicidas de amida, ampropilfos, anilazina, fungicidas de anilida, fungicidas de antibió- 15 tico, fungicidas aromáticos, aureofungin, azaconazol, azitiram, azoxistrobina, polissulfeto de bário, benalaxila, benalaxil-M, benodanila, benomila, benqui- nox, bentaluron, bentiavalicarbe, cloreto de benzalcônio, benzamacril, fungi- cidas de benzamida, benzamorfo, fungicidas de benzanilida, fungicidas de benzimidazol, fungicidas precursores de benzimidazol, fungicidas de benzi- 20 midazolilcarbamato, ácido benzoidroxâmico, fungicidas de benzotiazol, beto- xazina, binapacrila, bifenila, bitertanol, bitionol, blasticidina-S, mistura Borde- aux, boscalida, fungicidas de difenila em ponte, bromuconazol, bupirimato, mistura de Borgonha, butiobato, butilamina, polissulfeto de cálcio, captafol, captana, fungicidas de carbamato, carbamorfo, fungicidas de carbanilato, 25 carbendazim, carboxina, carpropamida, carvona, mistura Cheshunt, quino- metionato, clobentiazona, cloraniformetano, cloranila, clorfenazol, clorodini- tronaftaleno, cloronebe, cloropicrina, cio rota Ioni Ia, clorquinox, clozolinato, ciclopirox, climbazol, clotrimazol, fungicidas de conazol, fungicidas de cona- zol (imidazóis), fungicidas de conazol (triazóis), acetato de cobre(ll), carbo- 30 nato de cobre(ll), fungicidas de cobre básico, hidróxido de cobre, naftenato de cobre, oleato de cobre, oxicloreto de cobre, sulfato de cobre(ll), sulfato de cobre, cromato de zinco de cobre básico, cresol, cufranebe, cuprobam, óxido cuproso, ciazofamida, ciclafuramida, fungicidas de ditiocarbamato cíclico, ciclo-heximida, ciflufenamida, cimoxanila, cipendazol, ciproconazol, ciprodini- Ia1 dazomete, DBCP, debacarbe, decafentina, ácido desidroacético, fungici- das de dicarboximida, diclofluanida, diclona, diclorofeno, diclorofenila, fungi- 5 cidas de dicarboximida, diclozolina, diclobutrazol, diclocimete, diclomezina, diclorana, dietofencarbe, pirocarbonato de dietila, difenoconazol, diflumeto- rim, dimetirimol, dimetomorfo, dimoxistrobina, diniconazol, fungicidas de dini- trofenol, dinobuton, dinocap, dinocton, dinopenton, dinossulfon, dinoterbon, difenilamina, dipiritiona, dissulfiram, ditalimfos, ditianon, fungicidas de ditio- 10 carbamato, DNOC, dodemorfo, dodicin, dodina, DONATODINA, drazoxolo- na, edifenpos, epoxiconazol, etaconazol.etem, etaboxam, etirimol, etoxiqui- na, mercaptida de 2,3-di-hidroxipropila de etilmercúrio, acetato de etilmercú- rio, brometo de etilmercúrio, cloreto de etilmercúrio, fosfato de etilmercúrio, etridiazol, famoxadona, fenamidona, fenaminossulfe, fenapanil, fenarimol, 15 fenbuconazol, fenfuram, fenhexamida, fenitropana, fenoxanila, fenpiclonila, fenpropidina, fenpropimorfo, fentina, ferbam, ferinzona, fluazinam, fludioxoni- la, flumetover, flumorfo, fluopicolida, fluoroimida, fluotrimazol, fluoxastrobina, fluquinconazol, flusilazol, flusulfamida, flutolanila, flutriafol, folpete, formalde- ído, fosetila, fuberidazol, furalaxila, furametpir, fungicidas de furamida, fungi- 20 cidas de furanilida, furcarbanila, furconazol, furconazol-cis, furfural, furmeci- clox, furofanato, gliodina, griseofulvina, guazatina, halacrinato, hexacloro- benzeno, hexaclorobutadieno, hexaclorofeno, hexaconazol, hexiltiofos, hi- drargafeno, himexazol, imazalila, imibenconazol, fungicidas de imidazol, imi- noctadina, fungicidas inorgânicos, fungicidas de mercúrio inorgânicos, iodo- 25 metano, ipconazol, iprobenfos, iprodiona, iprovalicarbe, isoprotiolano, isova- lediona, casugamicina, cresoxim-metila, súlfur de cal, mancobre, mancoze- be, manebe, mebenil, mecarbinzida, mepanipirim, mepronila, cloreto mercú- rico, óxido mercúrico, cloreto mercuroso, fungicidas de mercúrio, metalaxila, metalaxila-M, metam, metazoxolona, metconazol, metasulfocarbe, metfuro- 30 xam, brometo de metila, isotiocianato de metila, benzoato de metilmercúrio, diciandiamida de metilmercúrio, pentaclorofenóxido de metilmercúrio, meti- ram, metominostrobina, metrafenona, metsulfovax, milnebe, fungicidas de morfolina, miclobutanila, miclozolina, N-(etilmercúrio)-p-
toluenossulfonanilida, nabam, natamicina, nitroestireno, nitrotal-isopropila, nuarimol, OCH1 octilinona, ofurace, fungicidas de organomercúrio, fungicidas de organofósforo, fungicidas organoestanho, orisastrobina, oxadixila, fungi- cidas de oxatiin, fungicidas de oxazol, cobre de oxina, oxpoconazol, oxicar- boxina, pefurazoato, penconazol, pencicuron, pentaclorofenol, pentiopirad, fenilmercuriuréia, acetato de fenilmercúrio, cloreto de fenilmercúrio, derivado de fenilmercúrio de pirocatecol, nitrato de fenilmercúrio, salicilato de fenil- mercúrio, fungicidas de fenilsulfamida, fosdifeno, ftalida, fungicidas de ftali- mida, picoxistrobina, piperalin, policarbamato, fungicidas de ditiocarbamato polimérico, polioxinas, polioxorim, fungicidas de polissulfeto, azida de potás- sio, polissulfeto de potássio, tiocianato de potássio, probenazol, procloraz, procimidona, propamocarbe, propiconazol, propinebe, proquinazida, protio- carbe, protioconazol, piracarbolida, piraclostrobina, fungicidas de pirazol, pirazofos, fungicidas de piridina, piridinitrila, pirifenox, pirimetanila, fungicidas de pirimidina, piroquilona, piroxiclor, piroxifur, fungicidas de pirrol, quinacetol, quinazamida, quinconazol, fungicidas de quinolina, fungicidas de quinona, fungicidas de quinoxalina, quinoxifeno, quintozeno, rabenzazol, salicilanilida, siltiofam, simeconazol, azida de sódio, ortofenilfenóxido de sódio, pentaclo- rofenóxido de sódio, polissulfeto de sódio, espiroxamina, estreptomicina, fungicidas de estrobilurina, fungicidas de sulfonanilida, súlfur, sultropen, TCMTB, tebuconazol, tecloftalam, tecnazeno, tecoram, tetraconazol, tiaben- dazol, tiadifluor, fungicidas de tiazol, ticiofeno, tifluzamida, fungicidas de tio- carbamato, tioclorfenpim, tiomersal, tiofanato, tiofanato-metila, fungicidas de tiofeno, tioquinox, tiram, tiadinila, tioximida, tivedo, tolclofos-metila, tolnaftato, tolilfluanida, acetato de tolilmercúrio, triadímefon, triadimenol, triamifos, tria- rimol, triazbutila, fungicidas de triazina, fungicidas de triazol, triazóxido, óxido de tributilestanho, triclamida, triciclazol, tridemorfo, trifloxistrobina, triflumizol, triforina, triticonazol, fungicidas não classificados, ácido undecilênico, unico- nazol, fungicidas de uréia, validamicina, fungicidas de valinamida, vinclozoli- na, zarilamida, naftenato de zinco, zinebe, ziram, zoxamida e suas misturas.
• Herbicidas Um herbicida é um pesticida usado para matar plantas indesejá- veis. Herbicidas seletivos matam alvos específicos enquanto deixando a cul- tura desejada relativamente não-danificada. Alguns destes agem por interfe- rência com o desenvolvimento da erva daninha e são frequentemente com 5 base em hormônios de planta. Herbicidas usados para limpar substrato resi- dual são não-seletivos e matam todo material de planta com o qual eles en- tram em contato. Herbicidas são amplamente usados em agricultura e em manuseio de gramado de jardinagem. Eles são aplicados em programas de controle de vegetação total (TVC) para manutenção de estradas de rodagem 10 e estradas de ferro. Quantidades menores são usadas em silvicultura, siste- mas de pasto, e manuseio de áreas estabelecidas à parte como habitat de animais selvagens. Nos seguintes, diversos herbicidas adequados são com- pilados:
2,4-D, Um herbicida de folhas amplas no grupo de fenóxi usado em 15 gramado e em produção de cultura de campo sem cultivo. Já principal- mente usado em uma mistura com outros herbicidas que agem como si- nérgicos, ele é o herbicida mais amplamente usado no mundo, o terceiro mais comumente usado nos Estados Unidos. Ele é um exemplo de auxi- na sintética (hormônio de planta).
■ Atrazina, um herbicida de triazina usado em milho e sorgo para controle de ervas daninhas de folhas amplas e capins. Ela é ainda usada por causa de seu baixo custo e porque ela trabalha como um sinérgico quando usada com outros herbicidas, ela é um inibidor de fotossistema
II.
■ Clopiralida, um herbicida de folhas amplas no grupo de piridina, usado principalmente em gramado, terras de pastagem natural, e para controle de cardos nocivos. Notória por sua capacidade de persistir no composto. Ela é outro exemplo de auxina sintética.
Dicamba, um herbicida de folhas amplas persistente ativo no solo, usado no gramado e milharal. Ela é outro exemplo de auxina sintética.
Glifosato, um herbicida não-seletivo (ele mata qualquer tipo de planta) sistêmico usado em queima sem cultivo e para controle de erva daninha em culturas que são geneticamente modificadas para resistir a seus efei- tos. Ele é um exemplo de um inibidor de EPSPs.
Imazapir1 um herbicida não-seletivo usado para o controle de uma ampla faixa de ervas daninhas incluindo capins anuais e perenes terrestres e ervas de folhas amplas, espécies arborizadas, e espécies aquáticas ripa- rian e emergentes.
Imazapic, um herbicida seletivo para tanto o controle pré quanto pós- emergente de alguns capins anuais e perenes e algumas ervas daninhas de folhas amplas. Imazapic mata plantas por inibição da produção de 10 aminoácidos de cadeia ramificada (valina, leucina, e isoleucina), os quais são necessários para síntese de proteína e desenvolvimento celu- lar.
Metoalaclor, um herbicida pré-emergente amplamente usado para con- trole de capins anuais em milho e sorgo; grandemente substituiu atrazina para estes usos.
Paraquat, um herbicida de contato não-seletivo usado para queima sem cultivo e em destruição aérea de plantações de maconha e coca. Ele é mais intensamente tóxico para pessoas do que qualquer outro herbicida em uso comercial bastante difundido.
* Picloram, um herbicida de piridina principalmente usado para controlar árvores indesejáveis em pastos e bordas de campos. Ele é outra auxina sintética.
Triclopir.
• Inseticidas
Um inseticida é um pesticida usado contra insetos em todas as
formas desenvolventes. Eles incluem ovicidas e Iarvicidas usados contra os ovos e larvas de insetos. Inseticidas são usados em agricultura, medicina, indústria e no lar. Nos seguintes, inseticidas adequados são mencionados: Inseticidas Clorados tais como, por exemplo, Canfeclor, DDT, Hexacloro- ciclo-hexano, gama-Hexaclorociclo-hexano, Metoxiclor, Pentaclorofenol, TDE, Aldrin, Clordano, Clordecona, Dieldrina, Endosulfano, Endrina, Heptaclor, Mirex e suas misturas; Compostos de Orqanofósforo tais como, por exemplo, Acefato, Azinfos- metila, Bensulida, Cloretoxifos, Clorpirifos, Clorpirifos-metila, Diazinon, Diclorvos (DDVP), Dicrotofos, Dimetoato, Disulfoton, Etoprop, Fenami- fos, Fenitrotion, Fention, Fostiazato, Malation, Metamidofos, Metidation, 5 Metil-paration, Mevinfos, Naled, Ometoato, Oxiemeton-metila, Paration,
Forato, Fosalona, Fosmete, Fostebupirim, Pirimifos-metila, Profenofos, Terbufos, Tetraclorvinfos, Tribufos, Triclorfon e suas misturas; Carbamatos tais como, por exemplo, Aldicarbe, Carbofurano, Carbarila, Metomila, Metilcarbamato de 2-(1-metilpropil)fenila e suas misturas;
■ Piretróides tais como, por exemplo, Aletrina, Bifentrina, Deltametrina, Permetrina, Resmetrina, Sumitrina, Tetrametrina, Tralometrina, Transflu- trina e suas misturas;
Compostos Derivados de Toxina de Planta tais como, por exemplo, Der- ris(rotenona), Piretro, Neem (Azadiractina), Nicotina, Cafeína e suas mis- turas.
• Rodenticidas
Rodenticidas são uma categoria de substâncias químicas de controle de peste pretendida para matar roedores. Roedores são difíceis de matar com venenos porque seus hábitos de alimentação refletem seu lugar como limpadores.
Eles comeriam um pouco e esperariam, e se eles não ficassem doentes, eles continuariam comendo. Um rodenticida eficaz deve ser sem gosto e sem odor em concentrações letais, e possuir um efeito prolongado. Nos seguintes, exemplos para rodenticidas adequados são dados:
■ Anticoaqulantes são definidos como rodenticidas cumulativos crônicos (morte ocorre depois de 1 a 2 semanas depois de ingestão da dose letal, raramente mais cedo), dose única (segunda geração) ou dose múltipla (primeira geração). Sangramento interno fatal é causado por uma dose letal de anticoagulantes tais como brodifacoum, coumatetralila ou varfa- 30 rina. Estas substâncias em doses eficazes são antivitaminas K, bloqueio das enzimas Kr2,3-epóxido-redutase (esta enzima é preferencialmente bloqueada por derivados de 4-hidroxicumarina/4-hidroxitiacumarina) e Kpquinona-redutase (esta enzima é preferencialmente bloqueada por derivados de indandiona), privação do organismo de sua fonte de vita- mina Ki ativa. Isto leva a uma ruptura do ciclo de vitamina K1 resultando em uma incapacidade de produção de fatores coagulação sanguínea essenciais (principalmente fatores de coagulação Il (protrombina), Vll (proconvertina), IX (fator Christmas) e X (fator Stuart)). Além desta ruptu- ra metabólica específica, doses tóxicas de anticoagulantes de 4- hidroxicumarina/4-hidroxitiacumarina e indandiona são causadores de lesão a vasos sanguíneos muito pequenos (capilares), aumento de sua permeabilidade, causando sangramentos internos difusos (hemorragias). Estes efeitos são graduais; eles desenvolvem-se no curso de dias e não são acompanhados por qualquer percepções nociceptivas tais como dor ou agonia. Na fase final da intoxicação, o roedor esgotado desfalece em choque circulatório hipovolêmico ou anemia severa e morre calmamente. Anticoagulantes rodenticidas são ou agentes de primeira geração (4- hidroxicumarina tipo: varfarina, cumatetralila; indandiona tipo: pindona, difacinona, clorofacinona), geralmente requerendo concentrações eleva- das (geralmente entre 0,005 e 0,1%), uma ingestão consecutiva durante dias a fim de acumular a dose letal, eles não são muito ativos ou inativos depois de uma alimentação única e menos tóxica do que agentes de se- gunda geração, que são derivados de 4-hidroxicumarina (difenacoum, brodifacoum, bromadiolona e fiocumafeno) ou 4-hidróxi-1-benzotiin-2- ona (4-hidróxi-1-tiacumarina, algumas vezes incorretamente referida como 4-hidróxi-1-tiocumarina, por razão veja compostos heterocíclicos), isto é difetialona. Agentes de segunda geração são em grande parte mais tóxicos do que agentes de primeira geração. Eles são geralmente aplicados em concentrações inferiores em iscas (geralmente na ordem de 0,001 a 0,005%), e são letais depois de ingestão única de isca e são eficazes também contra raças de roedores que tornaram-se resistentes contra anticoagulantes de primeira geração; desta forma os anticoagu- lantes de segunda geração são algumas vezes referidos como "super- varfarinas". Algumas vezes rodenticidas anticoagulantes são potenciali- zados por um antibiótico, mais comumente a sulfaquinoxalina. O objetivo desta associação (por exemplo, 0,05% de varfarina + 0,02% de sulfaqui- noxalina, ou 0,005% de difenacoum + 0,02% de sulfaquinoxalina etc.) é que o agente antibiótico/bacteriostático suprima microflora intesti- nal/simbiótica do intestino que representa uma fonte de vitamina K. Des- ta forma, as bactérias simbióticas são mortas, ou seu metabolismo é pre- judicado e a produção de vitamina K por elas é diminuído, um efeito que logicamente contribui para a ação de anticoagulantes. Agentes antibióti- cos diferentes de sulfaquinoxalina podem ser usados, por exemplo co- trimoxazol, tetraciclina, neomicina ou metronidazol. Um sinergismo adi- cional usado em iscas rodenticidas é aquele de uma associação de um anticoagulante com um composto com atividade de vitamina D, isto é, colecalciferol ou ergocalciferol, (veja abaixo). Uma fórmula típica usada é, por exemplo, 0,025 a 0,05% de varfarina + 0,01% de colecalciferol. Em alguns países há até rodenticidas de três componentes fixos, isto é, anticoagulante + antibiótico + vitamina D, por exemplo 0,005% de dife- nacoum + 0,02% de sulfaquinoxalina + 0,01% de colecalciferol. Associa- ções de um anticoagulante de segunda geração com um antibiótico e/ou vitamina D são consideradas serem eficazes até contra as mais resisten- tes de roedores, embora alguns anticoagulantes de raças de segunda geração (isto é brodifacoum e difetialona), em concentrações de isca de 0,0025 a 0,005% são tão tóxicos que nenhuma raça resistente conheci- da de roedores existe, e até roedores resistentes contra quaisquer ou- tros derivados são confiavelmente exterminados por aplicação destes anticoagulantes mais tóxicos.
Vitamina Ki foi sugerida, e bem sucedidamente usada, como um antídoto para animais de estimação ou humanos quem e os quais foram ou acidentalmente ou intencionalmente (assaltos de veneno em tentativas sui- cidas de animais de estimação) expostos a venenos anticoagulantes. Além 30 disso, uma vez que alguns destes venenos agem por inibição de funções do fígado, e em estágios progressivos de envenenamento, diversos fatores de coagulação sanguínea assim como o volume total de sangue circulante são perdidos. Uma transfusão sanguínea (opcionalmente com os fatores de coa- gulação presentes) pode salvar uma vida de uma pessoa, que negligente- mente os toma, o que é uma vantagem sobre alguns venenos mais antigos. Fosfetos de Metal foram usados como um mecanismo de morte de roe- dores e são considerados rodenticidas de ação rápida de dose única (morte ocorre comumente dentro de 1 a 3 dias depois de ingestão de is- ca única). Uma dose de isca consistindo em alimento e um fosfeto (ge- ralmente fosfeto de zinco) é deixada onde os roedores podem come-la. O ácido no sistema digestivo do roedor reage com o fosfeto para gerar o gás de fosfina tóxico. Este método de controle de insetos parasitas tem uso possível em lugares onde roedores são resistentes a alguns dos an- ticoagulantes, particularmente para controle de camundongos de casa e campo; iscas de fosfeto de zinco são também mais baratos do que a maior parte dos anticoagulantes de segunda-geração, de modo que al- gumas vezes, em casos de grande infestação por roedores, sua popula- ção é inicialmente reduzida por quantidades copiosas de isca de fosfeto de zinco aplicados, e o restante da população que sobreviveu ao veneno de ação rápida inicial é em seguida erradicado por alimentação prolon- gada na isca anticoagulante. Inversamente, os roedores individuais que sobreviveram ao envenenamento de isca anticoagulante (população res- tante) podem ser erradicados por pré-iscamento deles com isca não tó- xica durante uma semana ou duas (isto é importantes a fim de superar isca com timidez e conseguir roedores usados para alimentação em á- reas específicas por oferecimento de alimento específico, especialmente quando erradicando ratos) e subsequentemente aplicação de isca enve- nenada da mesma espécie como usado para pré-iscamento até que todo o consumo da isca cesse (geralmente dentro de 2 a 4 dias). Estes méto- dos de rodenticidas alternantes com diferentes modos de ação fornece uma erradicação real ou uma de quase 100% da população de roedor na área se a aceitação/palatabilidade de isca é boa (isto é, roedores facil- mente alimentados dela).
Fosfetos são de preferência venenos de rato de ação rápida, resultando em que os ratos são morrendo geralmente em áreas abertas ao invés das construções afetadas. Exemplos típicos são fosfeto de alumínio (a- penas fumigante), fosfeto de cálcio (apenas fumigante), fosfeto de mag- nésio (apenas fumigante) e fosfeto de zinco (em iscas). Fosfeto de zinco é tipicamente adicionado a iscas de roedor em quantidades de em torno de 0,75 a 2%. As iscas possuem um odor tipo de alho pungente forte ca- racterístico pela fosfina liberada por hidrólise. O odor atrai (ou, pelo me- nos, não repele) roedores, mas ele possui um efeito repulsivo em outros mamíferos; aves, no entanto (notavelmente perus silvestres), não são sensíveis ao cheiro. Eles alimentaram-se na isca desta forma transfor- mando-se em lesão colateral.
Hipercalcemia Calciferóis (vitaminas D), colecalciferol (vitamina D3) e ergocalciferol (vitamina D2) são usados como rodenticidas, que são tóxi- cos aos roedores pela mesma razão que eles são benéficos aos mamí- feros: eles afetam cálcio e homeostase de fosfato no corpo. Vitaminas D são essenciais em quantidades de minuto (poucos IUs por quilograma de peso corporal diário, que é apenas uma fração de um miligrama), e como vitaminas solúveis mais gordurosas, elas são tóxicas em maiores doses quando elas facilmente resultam na então chamada hipervitami- nose, que é, simplesmente o referido, envenenamento pela vitamina. Se o envenenamento é severo o bastante (isto é, se a dose do tóxico é alta o bastante), ele eventualmente leva à morte. Em roedores consumindo a isca rodenticida, ele causa hipercalcemia por aumento do nível de cálcio, principalmente por aumento de absorção de cálcio do alimento, mobili- zando cálcio fixado à matriz óssea na forma ionizada (principalmente cá- tion de cálcio de mono-hidrogenocarbonato, parcialmente ligado às pro- teínas de plasma, [CaHCOs]+), que circula dissolvido no plasma sanguí- neo, e depois de ingestão de uma dose letal, os níveis de cálcio livre são elevados suficientemente de modo que os vasos sanguíneos, rins, a pa- rede do estômago e pulmões são mineralizados/calcificados (formação de cristais calcificados de sais/complexos de cálcio nos tecidos, desta forma lesando-os), além disso resultando em problemas cardíacos (mio- cárdio é sensível a variações de níveis de cálcio livre que afetam tanto contractilidade miocardial quanto propagação de excitação entre átrios e ventrículos) e sangramento (devido a lesão capilar), e possivelmente in- suficiência renal. Ela é considerada ser dose única, ou subcrônica (morte ocorrendo geralmente dentro de dias a uma semana depois de ingestão da isca) cumulativa (dependendo da concentração usada; a concentra- ção de isca de 0,075% comum é letal a mais roedores depois de uma ingestão única de maiores porções da isca). Concentrações aplicadas são colecalciferol a 0,075% e ergocalciferol a 0,1% quando usados sozi- nhos. Há um aspecto importante de toxicologia de calciferóis que é em que eles são sinérgicos com tóxicos anticoagulantes. Isto quer dizer que misturas de anticoagulantes e calciferóis na mesma isca são mais tóxi- cos do que a soma de toxicidades do anticoagulante e o calciferol na is- ca, de modo que um efeito hipercalcêmico maciço pode ser obtido por um conteúdo de calciferol substancialmente inferior na isca e vice-versa. Efeitos anticoagulantes/hemorrágicos mais pronunciados são observa- dos se calciferol está presente. Este sinergismo é na maioria das vezes usado em iscas baixas em calciferol porque concentrações eficazes de calciferóis são mais caras do que concentrações eficazes da maior parte dos anticoagulantes. A aplicação muito primeiramente historicamente de um calciferol em isca rodenticida estava, de fato, o produto de Sorex So- rexa® D (com uma fórmula diferente do que Sorexa® D de hoje) de volta no início dos anos 70, contendo 0,025% de varfarina + 0,1% de ergocal- ciferol. Hoje, Sorexa® CD contém uma combinação de difenacoum a 0,0025% + colecalciferol a 0,075%. Numerosos outros produtos de mar- ca registrada contendo ou 0,075 a 0,1% de calciferóis (por exemplo Quintox®, contendo colecalciferol a 0,075%) sozinho, ou uma combina- ção de 0,01 a 0,075% de calciferol com um anticoagulante são comer- cializados.
Acaricidas, moluscicidas e nematicidas
Acaricidas são pesticidas que matam ácaros. Acaricidas antibióticos, acaricidas de carbamato, acaricidas de formamidina, reguladores de de- senvolvimento de ácaro, organocloro, permetrina e acaricidas de organo- fosfato todos pertencem a esta categoria.
Molusauicidas são pesticidas usados para controlar moluscos, tais como traças, lesmas e caracóis. Estas substâncias incluem metaldeído, metio- carbe e sulfato de alumínio. Um nematicida é um tipo de pesticida quími- co usado para matar nematódeos parasitários (uma disposição de ver- me).
Um nematicida é obtido de uma massa de semente de árvore de neenrr, que é o resíduo de sementes de neem depois de extração de óleo. A ár- vore de neem é conhecida por diversos nomes no mundo mas foi primei- ramente cultivada na índia desde tempos antigos.
• Antimicrobianos
Nos seguintes exemplos, antimicrobianos adequados para com- posições agroquímicas de acordo com a presente invenção são dados. De- sinfetantes bactericidas na maioria das vezes usados são aqueles aplicando cloro ativo (isto é, hipocloritos, cloraminas, dicloroisocianurato e tricloroi- socianurato, cloro úmido, dióxido de cloro, etc.),
oxigênio ativo (peróxidos tais como ácido peracético, persulfato de po- tássio, perborato de sódio, percarbonato de sódio e peridrato de uréia), ■ iodo (iodopovidona (povidona-iodo, Betadina), solução de Lugol, tintura de iodo, tensoativos não-iônicos iodados),
álcoois concentrados (principalmente etanol, 1-propanol, chamados também n-propanol e 2- propanol, chamado isopropanol e misturas dos mesmos; além disso, 2-fenoxietanol e 1- e 2-fenoxipropanóis são usa- dos),
substâncias fenólicas (tais como fenol (também chamados "ácido carbó- lico"), cresóis (chamados "Lisol" em combinação com sabões de potás- sio líquido), fenóis halogenados (clorados, bromados) tais como hexaclo- rofeno, triclosan, triclorofenol, tribromofenol, pentaclorofenol, Dibromol e sais dos mesmos),
tensoativos catiônicos tais como alguns cátions de amônio quaternário (tais como cloreto de benzalcônio, brometo ou cloreto de trimetilamônio de cetila, cloreto de didecildimetilamônio, cloreto de cetilpiridínio, cloreto de benzetônio) e outros, compostos não quarternários tais como di- hidrocloreto de clorexidina, glicoprotamina, octenidina, etc.), oxidantes fortes tais como soluções de ozônio e permanganato;
■ metais pesados e seus sais tais como prata coloidal, nitrato de prata, cloreto de mercúrio, sais de fenilmercúrio, sulfato de cobre, cloreto de ó- xido de cobre, etc. Metais pesados e seus sais são os bactericidas mais tóxicos, e ambientalmente arriscados e por esse motivo, seu uso é for- temente suprimido ou proibido; além disso, também 10 ■ ácidos fortes adequadamente concentrados(ácidos fosfórico, nítrico, sul- fúrico, amidossulfúrico, toluenossulfônico) e
álcalis (hidróxidos de sódio, potássio, cálcio) tais como entre pH < 1 ou > 13, particularmente abaixo de temperatura elevada (acima de 60°C), ma- tam bactérias.
Como antissépticos (isto é, agentes germicidas que podem ser
usados em corpo, pele, mucosas, ferimentos humano ou animal e similares), poucos dos desinfetantes acima mencionados podem ser usados sob condi- ções adequadas (principalmente concentração, pH, temperatura e toxicidade para homem/animal). Entre eles, os seguintes são importantes:
· algumas preparações de cloro adequadamente diluídas (por exemplo, solução de Daquin, solução de hipoclorito de sódio ou potássio a 0,5%, pH-ajustado a pH 7 até 8, ou solução a 0,5 até 1% de benzenossulfoclo- ramida de sódio (cloramina B)), algumas
preparações de iodo tais como iodopovidona em vários galênicos (un- guento, soluções, emplastros de ferimento), no passado também solu- ção de Lugol,
peróxidos como soluções de peridrato de uréia e soluções de ácido pe- racético a 0,1 até 0,25% tamponadas por pH,
álcoois com ou sem aditivos antissépticos, usados principalmente para antissepse de pele,
ácidos orgânicos fracos tais como ácido sórbico, ácido benzóico, ácido lático e ácido salicílico alguns compostos fenólicos tais como hexaclorofeno, triclosan e Dibro- mol, e
compostos ativos por cátion tais como soluções de benzalcônio a 0,05 até 0,5%, clorexidina a 0,5 até 4%, octenidina a 0,1 até 2%.
Antibióticos bactericidas matam bactérias; antibióticos bacterios-
táticos apenas diminui a velocidade de seu desenvolvimento ou reprodução. Penicilina é um bactericida, como são cefalosporinas. Antibióticos aminogli- cosídicos podem agir de ambas uma maneira bactericida (por ruptura de precursor de parede celular resultando em lise), ou maneira bacteriostática 10 (por conexão a 30 subunidades ribossômicas e redução de fidelidade de translação resultando em síntese de proteína não-acurada). Outros antibióti- cos bactericidas de acordo com a presente invenção incluem o fluoroquino- lonas, nitrofuranos, vancomicina, monobactams, cotrimoxazol, e metronida- zol.
Emulsificantes
Em diversos casos é vantajoso adicionar emulsificantes (compo- nente c) às composições biocidas a fim de suportar a estabilidade dos pro- dutos. Um primeiro grupo preferido de emulsificantes abrange tensoativos não-iônicos tais como, por exemplo:
· produtos da adição de óxido de etileno a 2 até 30 mois e/ou óxido de propileno a 0 até 5 mois em álcoois C8-22 graxos lineares, em ácidos C12- 22 graxos e em fenóis de alquila contendo 8 a 15 átomos de carbono no grupo de alquila;
monoésteres e diésteres de ácido C12/18 graxo de produtos de adição de óxido de etileno a 1 até 30 mois em glicerol;
mono- e diésteres de glicerol e mono- e diésteres de sorbitano de ácidos graxos saturados e insaturados contendo 6 a 22 átomos de carbono e produtos de adição de óxido de etileno destes;
produtos de adição de óxido de etileno a 15 até 60 mois em óleo de ríci- no e/ou óleo de rícino hidrogenado;
ésteres de poliol e, em particular, ésteres de poliglicerol tais como, por exemplo, poliricinoleato de poliglicerol, poli-12-hidroxistearato de poligli- cerol ou isostearato de dimerato de poliglicerol. Misturas de compostos de diversas destas classes são também adequadas; produtos de adição de mol óxido de etileno a 2 até 15 em óleo de rícino e/ou óleo de rícino hidrogenado;
5 · ésteres parciais com base em ácidos Ce/22 graxos insaturados ou satura- dos ramificados lineares, ácido ricinoléico e ácido 12-hidroxiesteárico e glicerol, poliglicerol, pentaeritritol, dipentaeritritol, álcoois de açúcar (por exemplo sorbitol), glicosídeos de alquila (por exemplo glicosídeo de me- tila, glicosídeo de butila, glicosídeo de laurila) e poliglicosídeos (por e- 10 xemplo celulose);
fosfatos de mono-, di e trialquila e fosfatos de mono-, di- e/ou tri-PEG- alquila e sais dos mesmos; álcoois de cera de lã;
copolímeros de poliéter de polisiloxano/polialquila e derivados corres- pondentes;
ésteres mistos de pentaeritritol, ácidos graxos, ácido cítrico e álcool gra- xo e/ou ésteres mistos de ácidos C6-22 graxos, glicose de metila e poli- óis, de preferência glicerol ou poliglicerol, polialquileno glicóis e · carbonato de glicerol.
Os produtos de adição de óxido de etileno e/ou óxido de propile- no em álcoois graxos, ácidos graxos, alquilfenóis, mono- e diésteres de gli- cerol e mono- e diésteres de sorbitano de ácidos graxos ou em óleo de rícino são produtos comercialmente disponíveis conhecidos. Eles são misturas 25 homólogas das quais o grau médio de alcoxilação corresponde à relação entre as quantidades de óxido de etileno e/ou óxido de propileno e substrato com as quais a reação de adição é realizada. Monoésteres e diésteres de ácido C12/8 graxo de produtos de adição de óxido de etileno em glicerol são conhecidos como realçadores de camada de lipídeo para formulações cos- 30 méticas. Os emulsificantes preferidos são descritos em mais detalhe como segue:
• Glicerídeos Parciais Exemplos típicos de glicerídeos parciais adequados são mono- glicerídeo de ácido hidroxiesteárico, diglicerídeo de ácido hidroxiesteárico, monoglicerídeo de ácido isosteárico, diglicerídeo de ácido isosteárico, mo- noglicerídeo de ácido oléico, diglicerídeo de ácido oléico, monoglicerídeo de 5 ácido ricinoléico, diglicerídeo de ácido ricinoléico, monoglicerídeo de ácido linoléico, diglicerídeo de ácido linoléico, monoglicerídeo de ácido linolênico, diglicerídeo de ácido linolênico, monoglicerídeo de ácido erúcico, diglicerídeo de ácido erúcico, monoglicerídeo de ácido tartárico, diglicerídeo de ácido tartárico, monoglicerídeo de ácido cítrico, diglicerídeo de ácido cítrico, mo- 10 noglicerídeo de ácido málico, diglicerídeo de ácido málico e misturas técni- cas destes que podem ainda conter pequenas quantidades de triglicerídeo do processo de produção. Produtos de adição de óxido de etileno a 1 até 30 mois, e de preferência 5 até 10, nos glicerídeos parciais mencionados são também adequados.
· Ésteres de Sorbitano
Ésteres de sorbitano adequados são monoisostearato de sorbi- tano, sesqui-isostearato de sorbitano, di-isostearato de sorbitano, tri- isostearato de sorbitano, monooleato de sorbitano, sesquioleato de sorbita- no, dioleato de sorbitano, trioleato de sorbitano, monoerucato de sorbitano, sesquierucato de sorbitano, dierucato de sorbitano, trierucato de sorbitano, monoricinoleato de sorbitano, sesquiricinoleato de sorbitano, diricinoleato de sorbitano, triricinoleato de sorbitano, mono-hidroxistearato de sorbitano, ses- qui-hidroxistearato de sorbitano, di-hidroxiestearato de sorbitano, tri- hidroxiestearato de sorbitano, monotartarato de sorbitano, sesquitartarato de sorbitano, ditartarato de sorbitano, tritartarato de sorbitano, monocitrato de sorbitano, sesquicitrato de sorbitano, dicitrato de sorbitano, tricitrato de sorbi- tano, monomaleato de sorbitano, sesquimaleato de sorbitano, dimaleato de sorbitano, trimaleato de sorbitano e misturas técnicas dos mesmos. Produtos de adição de óxido de etileno a 1 até 30 mois, e de preferência 5 até 10, nos ésteres de sorbitano mencionados são também adequados.
• Ésteres de Poliglicerol
Exemplos típicos de ésteres de poliglicerol adequados são Dipo- Iihidroxiestearato de Poligliceril-2 (Dehymuls® PGPH), Poliglicerin-3-Di- isostearato (Lameform® TGI), Isostearato de Poligliceril-4 (Isolan® Gl 34), Oleato Poligliceril-3, Di-isostearato de Poligliceril-3 de Di-isostearoíla (Iso- lan® PDI), Distearato de Metilglicose Poligliceril-3 de (Tego Care® 450), Cera 5 de abelha de Poligliceril-3 (Cera Bellina®), Caprato de Poligliceril-4 (Caprato de Poliglicerol T2010/90), Éter de Cetila de Poligliceril-3 (Chimexane® NL), Distearato de Poligliceril-3 (Cremophor® GS 32) e Poliricinoleato de Poligli- cerila (Admul® WOL 1403), Isostearato de Dimerato de Poliglicerila e mistu- ras dos mesmos. Exemplos de outros poliolésteres são adequados os mono- 10 , di- e triésteres de propano de trimetilol ou pentaeritritol com ácido láurico, ácido cocograxo, ácido graxo de sebo, ácido palmítico, ácido esteárico, áci- do oléico, ácido beênico e outros mais, opcionalmente reagidos com óxido de etileno a 1 até 30 mol.
Emulsificantes aniônicos típicos são ácidos C12-22 graxos alifáti- cos tais como ácido palmítico, ácido esteárico ou ácido beênico, por exem- plo, e ácidos C12-22 dicarboxílicos tais como ácido azeláico ou ácido sebáci- co, por exemplo.
Outros emulsificantes adequados são tensoativos zwiteriônicos. Tensoativos zwiteriônicos são compostos tensoativos que contêm pelo me- nos um grupo de amônio quaternário e pelo menos um carboxilato e um gru- po de sulfonato na molécula. Tensoativos zwiteriônicos particularmente ade- quados são as então chamadas betaínas tais como os glicinatos de amônio de N-alquil-N,N-dimetila, por exemplo glicinato de amônio de dimetila de co- coalquila, glicinatos de amônio de N-acilaminopropil-N,N-dimetila, por exem- pio glicinato de amônio de dimetila de cocoacilaminopropila, e imidazolinas de 2-alquil-3-carboximetil-3-hidroxietila contendo 8 a 18 átomos de carbono no grupo de alquila ou acila e glicinato de carboximetila de hidroxietila de cocoacilaminoetila. O derivado de amida de ácido graxo conhecido sob o nome de CTFA de Betaína de Cocamidopropila é particularmente preferido. Tensoativos anfolíticos são também emulsificantes adequados. Tensoativos anfolíticos são compostos tensoativo que, além de um grupo de Cs-is alquila ou acila, contêm pelo menos um grupo de amino livre e pelo menos um gru- po de -COOH- ou -SO3H- na molécula e que são capazes de formação de sais internos. Exemplos de tensoativos anfolíticos adequados são glicinas de N-alquila, ácidos propiônicos de N-alquila, ácidos N-alquilaminobutíricos, ácidos N-alquiliminodipropiônicos, glicinas N-hidroxietil-N-alquilamidopropila, 5 taurinas de N-alquila, sarcosinas de N-alquila, ácidos 2-alquil- aminopropiô- nicos e ácidos alquilaminoacéticos contendo em torno de 8 a 18 átomos de carbono no grupo de alquila. Tensoativos anfolíticos particularmente preferi- dos são N-cocoalquilamino-propionato, aminopropionato de cocoacilaminoe- tila e sarcosina de C12-18 acila.
Composições Biocidas
Tipicamente, as composições de acordo com a presente inven- ção compreendem
(a) cerca de 0,1 % de peso de biocida a cerca de 99 % de peso de biocida, de preferência cerca de 5 % de peso de biocida a cerca de 90 % de
peso de biocida, e mais preferivelmente cerca de 15 % de peso de bio-
cida a cerca de 25 % de peso de biocida de dialquilamidas derivadas de ácido oléico e/ou ácido linoléico,
(b) cerca de 1 % de peso de biocida a cerca de 99,1 % de peso de biocida, de preferência cerca de 2 % de peso de biocida a cerca de 80 % de
peso de biocida, e mais preferivelmente cerca de 5 % de peso de bio-
cida a cerca de 15 % de peso de biocida de biocidas, e
(c) 0 % de peso de biocida a cerca de 10 % de peso de biocida, e de pre- ferência 1 a 5 % de peso de biocida de emulsificantes em condição que as quantidades adicionam-se com água a 100 % de peso de biocida
Geralmente, o conteúdo de matéria ativa (que significa a soma de
componentes a + b + c) é cerca de 5 % de peso de biocida a cerca de 50 % de peso de biocida, e de preferência cerca de 10 % de peso de biocida a cerca de 25 % de peso de biocida, calculado no total da com- posição aquosa.
Aplicação Industrial
Uma modalidade final da presente invenção é relacionada ao uso de dialquilamidas com base em ácido oléico e/ou ácido linoléico, em par- ticular dietilamidas com base em ácido de colza, semente de colza, soja ou girassol de grau técnico como solventes ou dispersantes para biocidas. Exemplos
Exemplos 1 a 6, Exemplos Comparativos C1 e C2 Diversos concentrados aquosos foram preparados por mistura
de biocidas, dimetilamidas e emulsificantes em água até que uma solução homogênea fosse obtida. Os concentrados foram subsequentemente diluí- dos com água a fim de obter uma concentração de matéria ativa de 10 % de peso de biocida. Os produtos desta forma obtidos foram armazenados du- 10 rante um período de 10 a 40 dias em temperaturas de 5, 20 e 40°C. A esta- bilidade das misturas foi observada por inspeção e determinada de acordo com a seguinte escala: (++) = estável; (+) = separação de fase le- ve/formação de alguns cristais; (o) = separação de fase significan- te/sedimentação; (-) fases claramente separadas/sedimentação forte de cris- 15 tais. Os resultados são compilados na tabela 1. As quantidades refletem a composição dos concentrados.
Tabela 1
Estabilidade de Composições Biocidas
Composição 1 2 3 4 5 6 C1 C2 [% peso de biocida] Bifenila 35 - - - - - - - Glifosfato - - - - 25 - 35 - Deltametrina - - 35 - - 25 - 35 Glicoprotamina - - - 35 - - - - Dimetilamida de ácido oléico 25 10 15 10 10 - - Dimetilamida de ácido linoléico 25 15 10 5 5 - - Dimetilamida de ácido esteárico - - - - 25 25 Sorbitanomono/dilaurato 10 10 10 10 10 10 10 10 Água adicionar 100 Estabilidade ! Composição 1 2 3 4 5 6 C1 C2 [% peso de biocida] - depois de 10 dias, 5°C ++ ++ ++ ++ ++ ++ 0 0 - depois de 20 dias, 5°C + o ++ ++ ++ ++ - - - depois de 40 dias, 5°C 0 0 + + + ++ - - - depois de 10 dias, 20°C ++ ++ ++ ++ ++ ++ ++ ++ - depois de 20 dias, 20°C ++ ++ ++ ++ ++ ++ ++ ++ - depois de 40 dias, 20°C ++ ++ ++ ++ ++ ++ + + - depois de 10 dias, 40°C ++ + ++ ++ ++ ++ + + - depois de 20 dias, 40°C ++ + ++ ++ ++ ++ O O - depois de 40 dias, 40°C + + + + ++ ++ O O

Claims (10)

1. Composições biocidas, compreendendo (a) pelo menos uma dialquilamida com base em ácido oléico ou linoléico, e (b) pelo menos um biocida.
2. Composições de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que elas compreendem como componente (a) dialquilamidas de acordo com a fórmula geral (I), R1CO-NR2R3(I) na qual R1CO representa um radical de ácido oléico e/ou linoléico, e R2 e R3 independentemente representam grupos de hidrogênio ou alquila possuindo 1 a 4 átomos de carbono.
3. Composições de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracte- rizado pelo fato de que elas compreendem como componente (a) dialquila- midas com base em ácido de colza, semente de colza, soja ou girassol de grau técnico.
4. Composições de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 3, caracterizado pelo fato de que elas compreendem como compo- nente (a) misturas de dimetilamidas com base em ácido oléico e ácido lino- léico em relações de peso de 10:90 a 90:10.
5. Composições de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 4, caracterizado pelo fato de que elas compreendem biocidas (componente b) selecionados do grupo consistindo em pesticidas e antimi- crobianos.
6. Composições de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 5, caracterizado pelo fato de que elas compreendem pesticidas se- lecionados do grupo consistindo em fungicidas, herbicidas, inseticidas, ro- denticidas, acaricidas, moluscicidas, nematicidas e suas misturas.
7. Composições de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 6, caracterizado pelo fato de que elas compreendem como opcional componente (c) emulsificantes.
8. Composições de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 7, caracterizado pelo fato de que elas compreendem (a) 0,1 % de peso de biocida a 99 % de peso de biocida De dialquilamidas derivadas de ácido oléico e/ou linoléico, (b) 1 % de peso de biocida a 99,1 % de peso de biocida de biocidas, e (c) 0 % de peso de biocida a 10 % de peso de biocida de emulsificantes em condição que as quantidades adicionam-se com água a 100 % de peso de biocida
9. Composições de acordo com qualquer uma das reivindica- ções 1 a 8, caracterizado pelo fato de que elas mostram um conteúdo de matéria ativa de 5 % de peso de biocida a 50 % de peso de biocida
10. Uso de dialquilamidas com base em ácido oléico e/ou linoléi- co como solventes ou dispersantes para biocidas.
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