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BRPI0712965A2 - ativador de adesão destinado a ser aplicado sobre um substrato em polìmero termoplástico elastomérico ou em pa e processo de tratamento de superfìcie e montagem por colagem correspondente - Google Patents

ativador de adesão destinado a ser aplicado sobre um substrato em polìmero termoplástico elastomérico ou em pa e processo de tratamento de superfìcie e montagem por colagem correspondente Download PDF

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Publication number
BRPI0712965A2
BRPI0712965A2 BRPI0712965-3A BRPI0712965A BRPI0712965A2 BR PI0712965 A2 BRPI0712965 A2 BR PI0712965A2 BR PI0712965 A BRPI0712965 A BR PI0712965A BR PI0712965 A2 BRPI0712965 A2 BR PI0712965A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
substrate
polyamide
adhesion
tpe
blocks
Prior art date
Application number
BRPI0712965-3A
Other languages
English (en)
Inventor
Bruno Dherbecourt
Rene Paul Eustache
Thierry Badel
Original Assignee
Arkema France
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Arkema France filed Critical Arkema France
Priority claimed from PCT/FR2007/051609 external-priority patent/WO2008003914A2/fr
Publication of BRPI0712965A2 publication Critical patent/BRPI0712965A2/pt

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    • C09DYES; PAINTS; POLISHES; NATURAL RESINS; ADHESIVES; COMPOSITIONS NOT OTHERWISE PROVIDED FOR; APPLICATIONS OF MATERIALS NOT OTHERWISE PROVIDED FOR
    • C09JADHESIVES; NON-MECHANICAL ASPECTS OF ADHESIVE PROCESSES IN GENERAL; ADHESIVE PROCESSES NOT PROVIDED FOR ELSEWHERE; USE OF MATERIALS AS ADHESIVES
    • C09J5/00Adhesive processes in general; Adhesive processes not provided for elsewhere, e.g. relating to primers
    • C09J5/02Adhesive processes in general; Adhesive processes not provided for elsewhere, e.g. relating to primers involving pretreatment of the surfaces to be joined
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    • A43BCHARACTERISTIC FEATURES OF FOOTWEAR; PARTS OF FOOTWEAR
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Abstract

ATIVADOR DE ADESãO DESTINADO A SER APLICADO SOBRE UM SUBSTRATO EM POLìMERO TERMOPLáSTICO ELASTOMéRICO OU EM PA E PROCESSOS DE TRATAMENTO DE SUPERFìCIE E MONTAGEM POR COLAGEM CORRESPONDENTE. A presente invenção se refere à montagem por colagem de um primeiro substrato (S1) em polímero termoplástico elastomérico (abreviado TPE) ou em poliamida (abreviado PA) homo ou copolímero (abreviado coPA) e um segundo substrato (S2) . Os substratos (S1) e (S2) podem ser de mesma natureza, isto é, em TPE ou em PA homo ou coPA podem ser de natureza diferente. De uma maneira geral, os substratos (S1) em polímero termopiástico elastomérico (TPE) são montados por colagem com outros substratos (S2) por meio de colas ou adesivos com solvente orgânico, chamados também de colas com solventes do tipo poliuretano bicomponente.

Description

ATIVADOR DE ADESÃO DESTINADO A SER APLICADO SOBRE UM SUBSTRATO EM POLÍMERO TERMOPLÁSTICO ELASTOMÉRICO OU EM PA E PROCESSOS DE TRATAMENTO DE SUPERFÍCIE E MONTAGEM POR COLAGEM CORRESPONDENTE
A presente invenção se refere à montagem por colagem de um primeiro substrato (S1) em polímero termoplástico elastomérico (abreviado TPE) ou em poliamida (abreviado PA) homo ou copolímero (abreviado coPA) e um segundo substrato (S2). Os substratos (S1) e (S2) podem ser de mesma natureza, isto é, em TPE ou em PA homo ou coPA podem ser de natureza diferente.
Os silicones são fortemente excluídos dos substratos (S1) e (S2).
O documento WO/14146 se refere a colagem de um material de silicone. Essa colagem é aumentada tratando a superfície do referido silicone de maneira a mudar o caráter da superfície do referido material. 0 tratamento consiste em funcionalizar, pelo menos parcialmente, a superfície do material com as funções químicas reativas, por exemplo, as funções hidroxila, carboxílica ou as duas. Os tratamentos apropriados para criar tal funcionalização incluem (i) a irradiação da superfície do material com uma dosagem eficaz de radiação eletromagnética, por exemplo, ultravioleta, infravermelho, ou radiação visível, e (ii) colocação em contato da superfície do material com diversos reativos oxidantes que podem ser gasosos, líquido, plasma, tal como o oxigênio, o ozônio, os peróxidos, as misturas de oxigênio-flúor (02/F2), as misturas de ar/fluoreto, as misturas de flúor, os ácidos de peróxido e os produtos análogos. O documento EP456972 se refere às poliimidas e não aos TPE ou aos PA. A superfície da poliimida é funcionalizada por abertura das funções imidas sobre as quais são ramificadas as funções carboxílicas que podem ser então combinadas com os complexos metálicos.
Estes documentos são muito diferentes da nossa invenção na medida onde, no nosso caso:
- as funções existente já existem sobre o polímero TPE ou PA. Não criamos nenhuma nova funcionalidade sobre o substrato de TPE ou de PA; e
o ativador de adesão tem por objetivo tornar acessível as funções existentes e acelerar sua reatividade com os isocianatos, em particular os isocianatos presentes nas colas e/ou primers aquosos.
De uma maneira geral, os substratos (Sl) em polímero termoplástico elastomérico (TPE) são montados por colagem com outros substratos (S2) por meio de colas ou adesivos com solvente orgânico, chamados também de colas com solventes do tipo poliuretano bicomponente.
A colagem deste tipo de substratos (Sl) sobre os substratos (S2) necessitam das operações seguintes em ordem:
- limpeza das superfícies dos substratos (Sl) e (S2) a serem colados com um solvente orgânico, tal como a metiletilcetona (MEK);
- aplicação, geralmente com pincel, sobre pelo menos a superfície de contato do substrato (Sl) em copolímero poliamida-bloco-poliéter de uma camada de composição primária geralmente a base de solventes;
- secagem em estufa da camada de primer; - aplicação, geralmente com pincel, sobre a camada de primer e igualmente sobre a superfície de contato do outro substrato (S2) de uma camada se cola bi-componente;
- secagem em estufa das camadas de cola;
- aproximação dos dois substratos (S1) e (S2) colados; e
colocar sob prensa o conjunto resultante da aproximação.
As composições de primer utilizadas são geralmente as composições bicomponentes cujo primeiro componente é uma solução de uma resina funcionalizada em um solvente orgânico e o segundo componente (reticulante), que é adicionado ao primeiro componente pouco antes da utilização, é um isocianato ou mistura de isocianato igualmente em solução em um solvente orgânico. Esta etapa de aplicação do primer implica que as emissões de solventes orgânicos na atmosfera.
As colas bicomponentes compreendem um primeiro componente que é uma resina orgânica hidroxilada em dispersão ou solução em um solvente orgânico e/ou em água e um segundo componente (reticulante) que é uma solução de isocianato em um solvente orgânico ou um isocianato puro. No caso de uma cola com solvente orgânico, uma nova emissão de solvente é gerada.
Durante essas diferentes etapas (etapa de aplicação do primer e/ou da cola e etapa de secagem) , foi avaliado que cerca de 3 0 kg de solventes orgânicos provenientes da utilização de um primer e de uma cola a base de solventes seja emitido durante a montagem de 10000 calçados, onde há múltiplos problemas em termo de poluição atmosférica, toxicidade mais igualmente em matéria de custos suplementares.
A presente invenção visa resolver esses inconvenientes e propõe meios simples e eficientes para aumentar a adesão de uma montagem por colagem dos substratos (S1) e (S2) definidos abaixo.
A presente invenção tem então por objeto a utilização de um ativador e/ou uma mistura de ativadores de adesão (A) sobre a superfície de um substrato (S1) em termopolímero plástico elastomérico (TPE) comportando as cadeias formadas de uma alternância de segmentos duros e de segmentos flexíveis ou em PA homo ou coPA, em vista da montagem por colagem do referido substrato (S1) sobre um outro substrato (S2). O aumento da adesão é obtido pela presença de um e/ou de uma mistura de ativadores de adesão (A) à superfície (F1) do substrato (S1) e/ou à interface entre o sibstrato (S1) e o primer (P) de adesão no caso de uma colagem com primer ou entre o substrato (S1) e a cola (C) no caso de uma colagem sem primer (P).
A invenção tem por objeto, a utilização de um ativador de adesão (A) destinado a reagir (i) com os grupamentos funcionais de pelo menos um polímero de um substrato (S1) e/ou (ii) para complexar as cadeias de pelo menos um polímero do referido substrato (S1), ao nível de uma superfície de colagem (F1) de um substrato (S1) compreendendo pelo menos um polímero termoplástico elastomérico (TPE), o qual comporta uma cedia formada de uma alternância de segmentos duros e de segmentos flexíveis, ou pelo menos uma poliamida homo ou copolimérica em vista da montagem por colagem do referido substrato (S1) à um outro substrato (S2).
De acordo com um modo de realização, a utilização é caracterizada pelo fato de que o ativador de adesão (A) é escolhido entre os catalisadores que intervem nas reações químicas envolvendo as funções isocianatos.
De acordo com um modo de realização, a utilização é caracterizada pelo fato de que o ativador de adesão (A) é escolhido entre os catalisadores do tipo amina, do tipo sais metálicos, do tipo organometálicos e suas misturas.
De acordo com um modo de realização, a utilização é caracterizada pelo fato de que o substrato (S2) é da mesma natureza que (Sl).
De acordo com um modo de realização, a utilização é caracterizada pelo fato de que o substrato (Sl) e o substrato (S2) são de natureza diferente, sabendo que (S2) é escolhido entre os (TPE), os homopolímeros e os copolímeros, tais como as poliolefinas, poliaminas, os poliésteres, os poliéteres, os poliésteréteres, as polimidas, os policarbonatos, as resinas fenólicas, os poliuretanos reticulados ou não, especialmente as espumas, os poli(etileno acetato de vinila), os elastômeros naturais ou sintéticos, tais como os polibutadienos, os poliisoprenos, os estireno-butadieno-estireno (SBS), estireno-butadieno-acrilonitrila (SBN), as poliacrilonitrilas, os tecidos naturais ou sintéticos, especialmente os tecidos em fibras poliméricas orgânicas, tais como os tecidos em fibras de polipropileno, polietileno, poliésteres, álcool polivinílico, poliacetato de vinila, policloreto de vinila, poliamida, os tecidos em fibras de vidro ou em fibra de carbono, assim como os materiais como o couro, o papel e o papelão.
De acordo com um modo de realização, a utilização é caracterizada pelo fato de que o substrato (S1) é escolhido entre (a) os copolímeros com blocos poliésteres e blocos poliéteres, (b) os copolímeros com blocos poliuretanos e blocos poliéteres, (c) os copolímeros com blocos poliamida e blocos poliéteres e suas misturas.
A invenção tratou igualmente de um processo de tratamento de superfície de um substrato (S1) em polímero termoplástico elastomérico (TPE) ou em poliamida homo ou copolimérica a fim de favorecer a aproximação de um primer e/ou cola sobre uma superfície de colagem (F1) do referido substrato (S1) com um outro substrato (S2), caracterizado pelo fato que um ativador de adesão (A) é incluído no polímero formando o substrato (S1).
De acordo com um modo de realização, o processo de tratamento de superfície de um substrato (S1) em polímero termoplástico elastomérico (TPE) ou em poliamida homo ou copolimérica a fim de favorecer a aproximação de um primer (P) e/ou cola (C) em vista da montagem por colagem do referido substrato (S1) à um outro substrato (S2) , é caracterizada pelo fato que aplica-se sobre o substrato (S1) um ativador de adesão (A) .
De acordo com um modo de realização, o processo de tratamento de superfície de um substrato (S1) é caracterizado pelo fato de que o ativador de adesão (A) é incluído em uma mistura compreendendo pelo menos um solvente de limpeza que é aplicado sobre a superfície de colagem (F1) do substrato (S1) em vista da montagem por colagem do referido substrato (S1) a um outro substrato (S2).
De acordo com um modo de realização, o processo de tratamento de superfície de um substrato (S1) é caracterizado pelo fato de que o ativador de adesão (A) é incluído em uma camada de primer (P) de adesão que é aplicada sobre a superfície de colagem (F1) do substrato (S1) a um outro substrato (S2).
De acordo com um modo de realização, o processo de tratamento de superfície de um substrato (S1) é caracterizado pelo fato de que o ativador de adesão (A) é incluído em uma camada de cola (C) que é aplicada sobre a superfície de colagem (F1) do substrato (S1) em vista da montagem por colagem do referido substrato (S1) a um outro substrato (S2).
De acordo com um modo de realização, o processo é caracterizado pelo fato de que se aplica o ativador de adesão (A) sozinho ou em mistura com um solvente desengordurante e/ou com um primer (P) de adesão e/ou com uma cola (C) sobre a superfície de colagem (F1) so substrato (S1).
De acordo com um modo de realização, o processo é caracterizado pelo fato de que se utiliza o ativador de adesão (A) a base solvente ou a base aquosa.
De acordo com um modo de realização, o processo de montagem por colagem de um substrato (S1) em polímero termoplástico elastomérico (TPE) ou em poliamida homo ou copolimérica a um substrato (S2) caracterizado pelo fato que trata-se uma superfície de colagem (F1) do substrato (S1) pelo processo tal como definido mais acima e que monta-se os dois substratos (S1) e (S2)por suas duas superfícies de colagem (Fl) e (F2), cujo pelo menos a uma esteja colado.
A invenção refere-se também à um conjunto colado de dois substratos (Sl) e (S2), especialmente sola de sapato com duas camadas de substrato (Sl) e (S2), uma pelo menos sendo um polímero termoplástico elastomérico (TPE) ou um poliamida homo ou copolimérica tendo sido ativado por um ativador de adesão (A), tal como definido mais acima.
De acordo com um modo de realização, o conjunto colado de dois substratos (Sl) e (S2) é obtido de acordo com o processo de montagem definido mais acima.
A invenção se refere igualmente à um kit de montagem por colagem de um substrato (Sl) em polímero termoplástico elastomérico ou em poliamida homo ou copolimérica à um outro substrato (S2) compreendendo:
a. um ativador de adesão (A), tal como definido mais acima, e
b. eventualmente um primer de adesão (P); e
c. uma cola (C) destinada à colagem do substrato (S1), e compreendendo:
- eventualmente um primer (P) de adesão; e
- uma cola (C) destinada à colagem do substrato (S2).
A estrutura da figura 1 representa um substrato (Sl) colado ao nível de sua superfície (Fl) a um substrato (S2) ao nível de sua superfície (F2) pelo intermédio de uma cola (C) e de um ativador de adesão de acordo com a invenção.
A estrutura da figura 2 compreende um primer de adesão a mais, em relação à figura 1 entre o ativador de adesão (A) e a cola (C).
As figuras 3 e 4 representam os modos de realização da invenção no qual as estruturas compreendem na sua camada de primer (P) ou na sua camada de cola (C) o ativador de adesão (A).
As figuras 5 e 6 representam um substrato S1 ou um substrato S2 (designado SI, 2 sobre as figuras) colados antes da aproximação com ou sem primer.
A invenção refere-se então à utilização de um ativador de adesão (A) destinado à:
(i) reagir com os grupamentos funcionais de pelo menos um polímero de um substrato (S1) ao nível de uma superfície de colagem (F1) do referido substrato (S1) e/ou
(ii) complexar as cadeias de pelo menos um polímero do referido substrato (S1), ao nível da referida superfície de colagem (F1) do referido substrato (S1), o referido polímero do referido substrato (S1) sendo escolhido entre:
- os polímeros termoplásticos elastoméricos (TPE), os quais comportam uma cadeia formada de uma alternância de segmentos duros e de segmentos F1exíveis, e
- as poliamidas, homo ou copoliméricas, em vista da montagem por colagem do referido substrato (S1) à um outro substrato (S2) .
Por "polímero termoplástico elastomérico (TPE)", entende-se um copolímero com blocos comportando em alternância blocos ou segmentos ditos duros ou rígidos e os blocos ou segmentos ditos F1exíveis ou macios.
A título de exemplo de copolímero com blocos duros e com blocos F1exíveis, pode-se citar respectivamente (a) os copolímeros com blocos poliésteres e blocos poliéteres (chamados também poliéterésteres) , (b) os copolímeros com blocos poliuretanos e blocos poliéteres (chamados também TPU abreviação de poliuretanos termoplásticos) e (c) os copolímeros com blocos poliamida e blocos poliéter (chamados também PEBA de acordo com a IUPAC).
Tratando-se dos poliéterésteres (a) , são os copolímeros com blocos poliésteres e blocos poliéteres. São constituídos de blocos poliéteres flexíveis que são os restos de poliéterdióis e de segmentos rígidos (blocos poliésteres) que resultam da reação de pelo menos diácido carboxílico com pelo menos uma porção diol curto alongadora de cadeia. Os blocos poliésteres e os blocos poliéteres são ligados pelas ligações ésteres que resultam da reação das funções ácidas do ácido com as funções OH do poliéterdiol.
O diol curto alongador de cadeia pode ser escolhido no grupo constituído de neopentilglicol, de ciclohexanodimetanol e os glicóis alifáticos de fórmula HO(CH2)nOH na qual η é um inteiro que vale de 2 a 10.
Vantajosamente, os diácidos são os ácidos dicarboxílicos aromáticos tendo de 8 a 14 átomos de carbono. Até 50% mol do ácido aromático dicarboxílico pode ser substituído por pelo menos um outro ácido aromático dicarboxílico tendo de 8 a 14 átomos de carbono, e/ou até 20% mol pode ser substituído por um ácido alifático dicarboxílico tendo de 2 a 12 átomos de carbono.
A título de exemplo de ácidos aromáticos dicarboxílicos, pode-se citar o ácido tereftálico, isoftálico, bibenzóico, naftaleno dicarboxílico, o ácido 4,4'-difenilenodicarboxílico, o ácido bis(p-carbóxifenil) metano, o ácido etileno bis p-benzóico, o ácido 1-4 tetrametileno bis(p-oxibenzóico) , o ácido etileno bis(para oxibenzóico), o ácido 1,3-trimetileno bis(p oxibenzóico). A título de exemplo de glicóis, pode-se citar o etileno glicol, o 1,3-trimetileno glicol, o 1,4- tetrametilenoglicol, o 1,6-hexametileno glicol, o 1,3- propileno glicol, o 1,8-octametilenoglicol, o 1,10- decametileno glicol e o 1,4-ciclohexileno dimetanol. Os copolímeros com blocos poliésteres e blocos poliéter são, por exemplo, copolímeros tendo as porções poliéteres derivadas de poliéterdióis, tais como o polietileno glicol (PEG), o polipropileno glicol (PPG), o politrimetileno éter glicol (P03G) ou politetrametileno glicol (PTMG), as porções diácido carboxílico, tal como o ácido tereftálico e as porções glicol (etano diol) ou butano diol, 1-4. O encadeamento dos poliéteres e dos diácidos forma os segmentos flexíveis enquanto que o encadeamento do glicol ou do butano diol com os diácidos forma os segmentos rígidos do copoliéteréster. Tais copoliéterésteres são descritos nas patentes EP 402.883 e EP 405.227. Estes poliéterésteres são os elastomeros termoplásticos. Podem conter os plastificantes.
Tratando-se dos TPU (b) , resultam da condensação de blocos poliéteres flexíveis que são os restos de poliéterdióis e de blocos rígidos poliuretanos procedentes da reação de pelo menos um diisocianato com pelo menos um diol curto. 0 diol curto alongador de cadeia pode ser escolhido entre os glicóis citados mais acima na descrição dos poliéterésteres. Os blocos poliuretanos e os blocos poliéteres são ligados pelas ligações que resultam da reação das funções isocianatos com as funções OH do poliéterdiol.
Pode-se ainda citar os poliésteruretanos, por exemplo os que compreendem as porções diisocianatos, as porções derivadas de poliésteres dióis amorfos e as porções derivadas de um diol curto alongador de cadeia. Podem conter plastificantes.
Tratando-se dos PEBA (c), resultam da copolicondensação de seqüências poliamidas com extremidades reativas com as seqüências poliéteres com extremidades reativas, tais como, entre outras:
1) Seqüências poliamidas com extremidades de cadeia diaminas com as seqüências polioxialquilenos com extremidades de cadeias dicarboxílicas.
2) Seqüências poliamidas com extremidades de cadeias dicarboxílicos das seqüências polioxialquilenos com extremidades de cadeias diaminas obtidas por cianoetilação e hidrogenação de seqüências polioxialquileno alfa-ômega dihidroxiladas alifáticas chamadas poliéterdióis.
3) Seqüências poliamidas com extremidades de cadeias dicarboxílicas com os poliéterdióis, os produtos obtidos sendo, neste caso específico, poliéterésteramidas. Os copolímeros da invenção são vantajosamente deste tipo.
As seqüências poliamidas com extremidades de cadeias dicarboxílicas provem, por exemplo, da condensação de precursores de poliamidas em presença de um diácido carboxílico limitador de cadeia.
As seqüências poliamidas com extremidades de cadeias diaminas provem, por exemplo da condensação de precursores de poliamidas em presença de uma diamina limitadora de cadeia.
Os polímeros com blocos poliamidas e blocos poliéteres podem também compreender as porções repartidas de maneira aleatória. Esses polímeros podem ser preparados pela reação simultânea do poliéter e dos precursores dos blocos poliamidas.
Por exemplo, pode-se fazer reagir do poliéterdiol, os precursores de poliamida e um diácido limitador de cadeia. Obtém-se um polímero tendo essencialmente os blocos poliéteres, os blocos poliamidas de comprimento muito variável, mas também os diferentes reagentes tendo reagido de maneira aleatória que são repartidos de maneira aleatória (estatística) ao longo da cadeia polimérica.
Pode-se também fazer reagir da poliéterdiamina, os precursores de poliamida e um diácido limitador de cadeia. Obtém-se um polímero tendo essencialmente os blocos poliéteres, os blocos poliamidas de comprimento muito variável, mas também os diferentes reagentes tendo reagido de maneira aleatória que são repartidos de maneira aleatória (estatística) ao longo da cadeia polimérica.
Pode-se utilizar vantajosamente três tipos de blocos poliamidas.
De acordo com um primeiro tipo, as seqüências poliamidas provêm da condensação de um diácido carboxílico, em particular aqueles tendo de 4 a 20 átomos de carbono, de preferência aqueles tendo de 6 a 18 átomos de carbono e uma diamina alifática ou aromática, em particular aquelas tendo de 2 a 20 átomos de carbono, de preferência aquelas tendo de 6 a 14 átomos de carbono.
A título de exemplos de ácidos dicarboxílicos, pode-se citar o ácido 1,4-ciclohexildicarboxílico, os ácidos butanodióico, adípico, azelaico, subérico, sebácico, dodecanodicarboxílico, octadecanodicarboxílico e os ácidos tereftálico e isoftálico, mas também os ácidos graxos dimerizados.
A título de exemplos de diaminas, pode-se citar a tetrametileno diamina, a hexametilenodiamina, a 1,10- decametilenodiamina, a dodecametiIenodiamina7 a trimetilhexametileno diamina, os isómeros das bis (4- aminociclohexil)-metano(BACM),bis(3-metil-4- aminociclohexil)metano (BMACM), e 2-2-bis-(3-metil-4- aminociclohexil)-propano (BMACP), e para-amino-di-ciclo- hexil-metano (PACM), e a isoforonadiamina (IPDA) , o 2,6- bis-(aminometil)-norbornano (BAMN) e a piperazina (Pip).
Vantajosamente, tem-se os blocos PA 4.12, PA 4.14, PA 4.18, PA 6.10, PA 6.12, PA 6.14, PA 6.18, PA 9.12, PA 10.10, PA 10.12, PA 10.14 e PA 10.18.
> De acordo com um segundo tipo, as seqüências poliamidas resultam da condensação de um ou vários ácidos alfa ômega aminocarboxílicos e/ou de uma ou várias lactamas tendo de 6 a 12 átomos de carbono em presença de um diácido carboxílico tendo de 4 a 12 átomos de carbono ou de uma diamina.
A título de exemplos de lactamas, pode-se citar a caprolactama, a oenantolactama e a laurilactama.
A título de exemplos de ácido alfa ômega amino carboxílico, pode-se citar os ácidos aminocapróico, amino- 7-heptanóico, amino-ll-undecanóico e amino-12-dodecanóico.
Vantajosamente os blocos poliamidas do segundo tipo são em poliamida 12 ou em poliamida 6.
> De acordo com um terceiro tipo, as seqüências poliamidas resultam da condensação de pelo menos um ácido alfa ômega aminocarboxílico (ou uma lactama) , pelo menos uma diamina e pelo menos um diácido carboxílico.
Neste caso, prepara-se, durante uma primeira etapa, os blocos poliamida PA por policondensação:
. da ou das diaminas alifáticas lineares ou aromáticas tendo X átomos de carbono;
. do ou dos diácidos carboxílicos tendo Y átomos de carbono;
do ou dos comonômeros {z}, escolhidos entre as lactamas e os ácidos alfa-ômega aminocarboxílicos tendo Z átomos de carbono e as misturas équimolares de pelo menos uma diamina tendo Xl átomos de carbono e de pelo menos um diácido carboxílico tendo Yl átomos de carbonos, (XI, Yl) sendo diferente (de Χ, Υ),
o referido ou os referidos comonômeros {z} introduzidos em uma proporção ponderai que vai até 50%, de preferência até 20%, ainda mais vantajosamente até 10% em relação ao conjunto dos monômeros precursores de poliamida;
em presença de um limitador de cadeia escolhido entre diácidos carboxílicos; em seguida
Durante uma segunda etapa, faz-se reagir os blocos poliamida PA obtidos com blocos poliéter PE, em presença de um catalisador.
Vantajosamente, utiliza-se como limitador de cadeia o diácido carboxílico tendo Y átomos de carbono, que introduz-se em excessos em relação estequiométrica da ou das diaminas.
De preferência, conduz-se a policondensação a uma temperatura de 180 a 300°C. 0 catalisador é definido como sendo todo produto que permite facilitar a ligação dos blocos poliamida e dos blocos poliéter por esterificação ou por amidificação. O catalisador de esterificação é vantajosamente um derivado de um metal escolhido no grupo formado pelo titânio, o zircônio e o háfnio ou ainda um ácido forte, tal como o ácido fosfórico ou o ácido bórico.
Exemplos de catalisadores são aqueles descritos nas patentes US 4.331.786, US 4.115.475, US 4.195 015, US 4.839.441, US 4.864.014, US 4.230.838 e US 4.332.920.
O método geral de preparação em duas etapas dos copolímeros PEBA tendo ligações éster entre os blocos PA e os blocos PE é conhecido e descrito, por exemplo, na patente francesa FR 2.846.332. 0 método geral de preparação dos copolímeros PEBA da invenção tendo as ligações amida entre os blocos PA e os blocos PE é conhecido e descrito, por exemplo na patente europeia EP 1.482.011.
A reação de formação do bloco PA faz-se habitualmente entre 180 e 300°C, de preferência de 200 a 290°C, a pressão no reactor se estabelece entre 500 e 3000 KPa, e mantém-se cerca de 2 a 3 horas. Reduz-se lentamente a pressão colocando o reactor à pressão atmosférica, em seguida destila-se a água excedente, por exemplo durante uma hora ou duas.
A poliamida com extremidades ácido carboxílicas tendo sido preparada, acrescenta-se em seguida o poliéter e um catalisador. Pode-se acrescentar o poliéter uma ou várias vezes, do mesmo modo para o catalisador. De acordo com uma forma vantajosa, acrescenta-se de uma vez o poliéter, a reação das extremidades OH do poliéter e as extremidades COOH da poliamida começa com formação de ligações éster e eliminação de água. Elimina-se tanto quanto possível a água do meio reacional por destilação, em seguida introduz-se o catalisador para terminar a ligação dos blocos poliamidas e os blocos poliéteres. Esta segunda etapa se efectua sob agitação, de preferência sob um vácuo de pelo menos 6 mmHg (800 PA) a uma temperatura, tal que os reagentes e os copolímeros obtidos estejam ao estado fundido. A titulo de exemplo, essa temperatura pode ser compreendida entre 100 e 400°C e geralmente 200 e 300°C. A reação é seguida pela medida do torque de torção exercido pelo polímero fundido sobre o agitador ou pela medida da potência eléctrica consumida pelo agitador. 0 fim da reação é determinado pelo valor do torque ou da potência alvo.
Poderá igualmente acrescentar durante a síntese, ao momento julgado mais oportuno, uma ou várias moléculas utilizadas como antioxidante, por exemplo o Irganox® 1010 ou o Irganox® 245.
De acordo com uma alternativa deste terceiro tipo os blocos poliamidas resultam da condensação de pelo menos dois ácidos alfa ômega aminocarboxílicos ou de pelo menos duas lactamas tendo de 6 a 12 átomos de carbono ou uma lactama e um ácido aminocarboxí Iico não tendo o mesmo número de átomos de carbono em presença eventual de um limitador de cadeia.
A título de exemplo de ácido alfa ômega amino carboxílico alifático, pode-se citar os ácidos aminocapróicos, amino-7-heptanóico, amino-11-undecanóico e amino-12-dodecanóico.
A título de exemplo de lactama, pode-se citar a caprolactama, a oenantolactama e a laurilactama.
A título de exemplo de diaminas alifáticas, pode-se citar a hexametilenodiamina, a dodecameti lenodiamina e a trimetilhexametileno diamina.
A título de exemplo de diácidos cicloalifáticos, pode- se citar o ácido 1,4-ciclohexildicarboxílico.
A título de exemplo de diácidos alifáticos, pode-se citar os ácidos butano-dióico, adípico, azelaico, subérico, sebácico, dodecanodicarboxílico, os ácidos graxos dimerizados (estes ácidos graxos dimerizados têm de preferência um teor de dímero de pelo menos 98%; de preferência são hidrogenados; são comercializados sob a marca "PRIPOL" pela sociedade "UNICHEMA" , ou sob a marca EMPOL pela sociedade HENKEL) e os Polioxialquilenos-α,ω diácidos.
A título de exemplo diácidos aromáticos, pode-se citar os ácidos tereftálico (T) e isoftálico (I).
A título de exemplo de diaminas cicloalifáticos, pode- se citar os isómeros do bis(4-aminociclohexil)-metano (BACM), bis (3-metil-4-aminociclohexil) metano (BMACM), e 2- 2-bis-(3-metil-4-aminociclohexil)-propano (BMACP), e para- amino-di-ciclo-hexil-metano (PACM). As outras diaminas correntemente utilizadas podem ser a isoforonadiamina (IPDA), o 2,6-bis-(aminometil)-norbornano (BAMN) e a piperazina.
A título de exemplos de seqüências poliamidas do terceiro tipo, pode-se citar as seguintes: - 6.6 /6
6.6 designa as porções hexametilenodiamina condensadas com o ácido adípico.
6 designa porções que resultam da condensação da caprolactama.
- 6.6/Pip. 10/12 no qual 6.6 designa porções hexametilenodiamina condensadas com o ácido adípico.
Pip. 10 designa asporções que resultam da condensação da piperazina e o ácido sebácico.
12 designa as porções que resultam da condensação da laurilactama.
As proporções em peso são respectivamente 25 a 35/20 a 30/20 a 30/ o total sendo 80 e vantajosamente 30 a 35/22 a 27/22 a 27/ o total sendo 80.
Por exemplo, as proporções 32/24/24/conduzem a uma temperatura de fusão de 119 a 137°C.
- 6.6 / 6.10 / 11 / 12 no qual
6.6 designa a hexametilenodiamina condensada com o ácido adípico.
6.10 designa a hexametilenodiamina condensada com o ácido sebácico.
11 designa as porções que resultam da condensação do ácido aminoundecanóico.
12 designa as porções que resultam da condensação da laurilactama.
As proporções em peso são respectivamente 10 a 20/15 a /10 a 20/15 a 25 o total sendo 70 e vantajosamente 12 a 16/18 a 25/12 a 16/18 a 25 o total sendo 70.
Por exemplo as proporções 14/21/14/21/conduzem a uma temperatura de fusão de 119 com 131°C.
Os blocos poliamidas são obtidos em presença de um diácido ou de uma diamina limitadora de cadeia se quer os blocos poliamidas com extremidades ácidas ou aminas. Se os precursores compreendem já diácido ou uma diamina, é suficiente, por exemplo utilizar em excesso. Os blocos poliéteres podem representar 5 a 85% em peso do copolímero com blocos poliamidas e poliéteres. Os blocos poliéteres são constituídos de porções óxido de alquileno. Estas porções podem ser, por exemplo as porções óxido de etileno, as porções óxido de propileno ou tetrahidrofurano (que conduz aos encadeamentos politetrametileno glicol). Utiliza-se assim blocos PEG, isto é, aqueles constituídos de porções óxido de etileno, dos blocos PPG, isto é, aqueles constituídos de porções óxido de propileno, as porções politrimetileno éter de glicol (de tais copolímeros com os blocos politrimetileno éter são descritos na patente US 6590065), e os blocos PTMG, isto é, aqueles constituídos de porções tetrametileno glicóis chamados também de politetrahidrofurano. Utiliza-se vantajosamente os blocos PEG ou os blocos obtidos por oxietilação de bisfenóis, como por exemplo o bisfenol A. Esses últimos produtos são descritos na patente EP 613.919.
Os blocos poliéteres podem também ser constituídos de aminas primárias etoxiladas. Utiliza-se vantajosamente também esses blocos. A título de exemplo de aminas primárias etoxiladas pode-se citar os produtos de fórmula:
<formula>formula see original document page 21</formula>
na qual m e η são compreendidos entre 1 e 20 e χ entre 8 e 18. Esses produtos estão disponíveis no comércio sob a marca N0RAM0X® da sociedade CECA e sob a marca GENAMIN® da sociedade CLARIANT.
A quantidade de blocos poliéter nesses copolímeros com blocos poliamidas e blocos poliéteres é vantajosamente de 10 a 70% em peso do copolímero e de preferência de 35 a 60%.
Os blocos poliéterdióis quer são utilizados tais que e copolicondensados com os blocos poliamidas com extremidades carboxílicas, quer sejam aminas para serem transformados em poliéter diaminas e condensados com os blocos poliamidas com extremidades carboxílicas. Podem também ser misturados com os precursores de poliamida e um limitador de cadeia diácido para fazer os polímeros com blocos poliamidas e blocos poliéteres tendo as porções repartidas de maneira estatística.
A massa molaire em número Mn das seqüências poliamidas é compreendida entre 500 e 10000 e de preferência entre 500 e 4000 excepto para os blocos poliamidas do segundo tipo. A massa Mn das seqüências poliéter é compreendida entre 100 e 6.000 e de preferência entre 200 e 3.000.
Estes polímeros com blocos poliamidas e blocos poliéteres que provem da copolicondensação de seqüências poliamidas e poliéteres preparadas anteriormente ou de uma reação em uma etapa apresenta, por exemplo, uma viscosidade intrínseca entre 0,8 e 2,5 medida no metacresol a 25°C para uma concentração inicial de 0,8 g/100 ml.
Trata-se da preparação dos copolímeros com blocos poliamidas e blocos poliéter, podem ser preparados por qualquer meio que permite acrescentar os blocos poliamida e os blocos poliéter. Na prática, utiliza-se essencialmente dois processos um dito em 2 etapas, o outro em uma etapa.
No processo em duas etapas fabrica-se os blocos poliamidas em seguida uma segunda etapa acrescenta-se os blocos poliamidas e os blocos poliéteres. No processo em uma etapa mistura-se os precursores de poliamida, o limitador de cadeias e o poliéter; obtém-se então um polímero tendo essencialmente os blocos poliéteres, os blocos poliamidas de comprimento muito variável, mas também os diferentes reagentes tendo reagido de maneira aleatória que são repartidos de maneira aleatória (estatística) ao longo da cadeia polimérica. Que seja em uma ou duas etapas é vantajoso operar em presença de um catalisador. Pode-se utilizar os catalisadores descritos nas patentes US 4.331.786, US 4.115 475, US 4.195.015, US 4.839.441, US 4.864.014, US 4.230.838 ET US 4.332.920, WO 04 037898, EP 1262527, EP 1270211, EP 1136512, EP 1046675, EP 1057870, EP 1155065, EP 506495 e EP 504058. No processo em uma etapa fabrica-se também os blocos poliamida, isto porque escreveu-se no início deste parágrafo que esses copolímeros podiam ser preparados por qualquer meio que acrescenta os blocos poliamidas (bloco PA) e os blocos poliéteres (bloco PE).
Vantajosamente, os copolímeros PEBA tem blocos PA em PA 6, em PA 12, em PA 6.6/6, em PA 10.10 e em PA 6.14 e blocos PE em PTMG, em PPG, em P03G e em PEG.
Sl é escolhido entre os PTE definidos previamente e os homo e copolímeros poliamidas. Sl e S2 podem ser idênticos ou diferentes, mas neste caso S2 é escolhido entre os PTE definidos previamente, as homopoliméricas e as copoliméricas como poliolefinas, poliaminas, os poliésteres, os poliéteres, os poliésteréteres, as poliimidas, os policarbonatos, as resinas fenólicas, os poliuretanos réticulados ou não, especialmente as espumas, os poli (etileno acetato de vinila), os elastômeros naturais ou sintéticos como polibutadienos, poliisoprenos, estireno-butadieno-estireno (SBS), estireno-butadieno- acrilonitrila (SBN), as poliacrilonitrilas, os tecidos naturais ou sintéticos, especialmente os tecidos de fibras poliméricas orgânicas, tais como os tecidos em fibras de polipropileno,polietileno, poliésteres,álcool polivinílico, poliacetato de vinila, policloreto de vinila, poliamida, os tecidos em fibras de vidro e fibras de carbono, bem como os materiais como o couro, o papel e o pepelão. Todos esses materiais podem também estar sob a forma de espuma, quando isso é possível.
No que diz respeito ao primer de adesão (P) , pode ser a base de solvente(s) orgânico(s) ou a base aquosa.
No que diz respeito à cola (C) , pode ser a base de solvente(s) orgânico(s) ou a base aquosa.
Pode-se, por conseguinte ter uma combinação de primer de adesão (P) a base solvente (s) ou a base aquosa com uma cola (C) a base solvente(s) ou a base aquosa, sabendo que o ativador de adesão (A) pode ser:
- depositado ao nível da interface de adesão, isto é, entre o Substrato (Sl) e o primer (P) ou a cola (C);
- incorporado no primer de adesão (P) e/ou na cola (C) sando que deve, neste caso, ser capaz de migrar para a interface entre o Substrato (Sl) e o primer ou a cola.
O ativador de adesão (A) pode ser combinado pela aplicação de um primer de adesão (P) a base solvente(s) com fraco poder de adesão, mas a base de componente (s) orgânico(s) volátil(eis) (abreviado V.O.C) reduz ou a base aquosa com uma cola (C) a base solvente (s) ou a base aquosa.
Os ativadores de adesão pode compreender vários componentes.
0 ativador de adesão (a) é vantajosamente escolhido para ser capaz de ativar a superfície do substrato (Sl):
(i) reagindo com os grupamentos funcionais do polímero ou de pelo menos um polímero do substrato (Sl) quando este compreende uma mistura de polímeros e/ou reagindo com grupamentos funcionais do primer (P) e/ou da cola (C); e/ou
- (ii) complexando as cadeias do polímero ou de pelo menos um polímero do substrato (Sl) quando este compreende uma mistura de polímeros e/ou complexando as cadeias de polímero do primer (P) e/ou complexando as cadeias de polímero da cola (C); e
- catalisar a reação de colagem.
Os grupamentos funcionais podem ser, por exemplo, do tipo -0H, -COOH, -NH2, =NH, =C=O, função époxido, a lista sendo não exaustiva.
O ou os ativadores de adesão (A) podem ser aptos a reagir à quente ou frio.
0 ativador de adesão (a) pode ser introduzido na solução de limpeza ou no polímero por uma operação isolamento ou com a ajuda de uma mistura mestre que contém o promotor de adesão ou durante a policondensação do TPE ou por incorporação por mistura a seco durante a transformação das partes modeladas.
Pode-se incorporar o ativador de adesão (A) no revestimento em contato com (Sl) com condição que o ativador de adesão (A) possa reagir com o polímero de (Sl), o revestimento sendo definido como sendo a solução de limpeza, o primer (P) e/ou a cola (C) . Chama-se a interface de adesão a superfície de contato entre o substrato (Sl) e o revestimento.
A solução de incorporar o ativador de adesão (A) na solução de limpeza é uma solução preferida.
As soluções de limpeza são as geralmente utilizadas para eliminar as impurezas, gorduras, agentes estranhos que podem alterar a adesão dos primers (P) e/ou das colas (C) sobre os substratos.
Estas soluções de limpeza podem igualmente conter aditivos como agentes molhantes ou detergentes para favorecer a eliminação de produtos poluentes e/ou para melhorar a molhabilidade dos suportes.
Pode-se citar, por exemplo, as soluções de limpeza a base de água, a base de solventes orgânicos alifáticos ou a base de solventes aromáticos e as suas misturas compostas de 2 ou de 3 solventes precedentes.
Os principais grupos de solventes são:
• as cetonas (ex: Acetona, metiletilcetona).
• Os álcoois (ex: metanol, etanol, isopropanol, glicóis).
• Os ésteres (ex: acetatos, agrosolventes).
• Os éteres (ex: éteres etílicos, THF, dioxano).
• Os éteres de glicol.
• Os hidrocarbonetos aromáticos (benzeno, tolueno, xileno, cumeno).
• Os solventes petroleiros (fora aromáticos: alcanos, alcenos).
• Os hidrocarbonetos halogênados: (clorados, bromados ou fluorados).
• Solventes específicos (aminas, amidas, terpenos).
Os solventes orgânicos ou as soluções a base de água e a base de solventes orgânicos será escolhida corretamente de maneira a reduzir ao máximo as emissões de solventes, reduzir os riscos ligados à toxicidade e à ecotoxicidade e favorecer uma boa solubilidade do ativador de adesão e uma estabilidade das misturas.
Foi demonstrado que certos solventes e/ou mistura de solventes ditos funcionais desempenham o papel de ativador de aderência (A) e permite aumentar a aderência de primers aquosos e/ou de colas aquosas sobre os suportes de polímeros termoplásticos (TPE). É o caso das misturas butanol/butanodiol. A simples presença deste tipo de solvente e de ativador de acordo com a invenção com a interface do substrato permite aumentar o nível de aderência inicial, assim como a permanência da reatividade deste tratamento de superfície.
Pelo fato desta solução permitir aumentar o tempo de ativação das superfícies a serem coladas, traz ao montador mais flexibilidade dando-lhe os meios para gerir cada etapa de montagem das peças a serem coladas, bem como sua manipulação e acondicionamento.
Os ativadores de adesão (A) são escolhidos entre os catalisadores utilizados nas reações químicas que implicam as funções isocianatos. Pode-se citar em particular os catalisadores do tipo amina (amina secundária ou terciária), do tipo sais metálicos ou do tipo organometálicos.
Como catalisador do tipo amida, pode-se citar, por exemplo, Dietilamina (DEA), Dietanolamina, Dimetiletanolamina, Trietilamina (TEA), Trietanolamina (TEOA), Triisopropanol amina (TIPA), Trietilenodiamina (TEDA), Dimetilaminapropilamina (DMAPA), Dimetilciclohexilamina (DMACHA), Trietilenotetramida, Triisopropilamina, Ν,Ν,Ν,N1 tetraetiletilenodiamina, Ν,Ν,N1,N'-tetrametil-1,3-butanodiamina, 2,2'bis(dimetilaminaetil) éter (BDMAEE) , 1-(3- aminipropil)imidazol (API), N-metilimidazol (NMI), 1,2- dimetilimidazol (DMI), imidazol, 1,4-diazol(2.2.2)- biciclooctano (DABCO), N-metil,N-etilmorfolina.
Como catalisadores a base de sais metálicos, pode-se citar, por exemplo, aqueles a base de: Bi, Pb, Sn, Ti, Fe, Sb, U, Cd, Co, Th, Al, Hg, Zn, Ni, R3N, Ce, Mo, V, Mn, Zr, R3P.
Tomados em um sentido amplo os organometálicos são caracterizados pela associação de ligação metal segmentos orgânicos. Sem ser exaustivo, cita-se por exemplo: o dibutildilaurato de estanho, o octoato acetato de estanho, o oleato de estanho, o 2-etilhexanoato de estanho, o dibutildilauril mercaptido de estanho, o dibutildiacetato de estanho, naftenato de chumbo, o estearato de zinco, os produtos de reação do oxido de estanho (SnO) ou os produtos de reação do dibutilóxido de estanho com um ácido carboxílico tendo de 1 a 20 átomos de carbono, o oxido de hidrato de monobutil estanho, o butil cloro dihidróxido estanho, o butil tris (2-etilhexoato) estanho, o ácido butil estânico, o dioctil dilaurato de estanho, o dioctil maleato de estanho, o oxalato de estanho, os carboxilatos de zinco, os carboxilatos de bismuto, os compostos organomercurosos, as dicetonas de zircônio com dicetonas como a 2,4-pentanodiona, o etilacetoacetato, o clorociclopentadieno, o dibenzoilmetano, a 3-etil- acetilacetona, a 1,1,1-trifloro-acetilacetona, a dibenzoilmetano benzoilacetona, a benzoilacetona, o triacetilmetano, a 2,2,6,6-tetra-metil-3,5-heptanodiona, a 6-metil-2,4-heptanodiona, a 6-metil-2,4-heptanodiona, a 2, 4-pentanodiona, a 2,2-dimetil-6,6,7,7, 8,8-heptafluoro- 3, 5-octanodiona, a 6-metil-2,4-heptanodiona, a 2,2-dimetil- 6,6,7,7,8,8-heptafluoro-3,5-octanodiona, a 6-metil-2,4- heptanodiona e butanol, a 6-metil-2,4-heptanodiona e acetilacetato de etila, a 6-metil-2,4-heptanodiona e 2 acetociclopentanona, a 6-metil-2,4-heptanodiona e dibenzoilmetano e dicetonatos de háfnio, o butóxido de zircônio, o molibdênio e/ou tungstênio com um estado de oxidação de pelo menos +4, o bismuto 2-etilhexanoato, os compostos orgânicos estânicos (IV), o molibdato de amônio, o molibdato de lítio, o molibdato de sódio, o molibdato de césio, o molibdato de potássio, o molibdato de rubídio, o paramolibdato de amônio (NH4) 6Mo7024. 4H20, o molibdenil bisacetilacetonato MoO2(C5H7O5)2, o dióxido de molibdênio tetrametilheptadionato MoO2(TMHD)2, os alcóxidos de molibdênio formados de 1,2-, 1,3-, ou 1,4-dióis, tais como o etileno glicol, propileno glicol ou o ácido 1,4- butanodiolmolibdico, os óxidos de molibdênio, o tetraetilamônio de molibdato, o tungstênio de sódio, o molibdato de magnésio, o molibdato de cálcio, o ácido de tungstênio, o tungstênio de lítio, o ácido fosfotungstênico, os compostos a base de molibdênio e/ou tungstênio em estado de oxidação +6, os compostos a base de vanádio em estado de oxidação de pelo menos +4, vanadato de amônio, vanadato de lítio, vanadato de sódio, vanadato de potássio, o ortovanadato de lítio, o ortovanadato de sódio, o ortovanadato de potássio, vanadato de magnésio, vanadato de cálcio, o vanadil (IV) acetilacetonato VO(C5H7O5)2/ o vanadil bistetrametilheotadionato VO(TMHD)2, o ácido vanádico, naftenato de zinco, o octoato de chumbo, o óxido de tributilestanho, Zr(OBu)4, Ti(OBu)4, o cobalto naftenato, o zircônio naftenato, Bu2Sn(OCH3)2, VO(OBu)3, OCt2SnO, Ph3SnOH, o cobalto acetilacetonato, os dionatos de Al, os dionatos de Mn, os dionatos de Ni, os dionatos de Co, os monocarboxilatos de ferro, o acetato de ferro, o isobutirato de ferro, o trifluoroacetato de ferro.
Pode-se em particular citar o Dabco T12, o Fomrez SUL- 4, o Fascat 4202, o Dabco T9, o Fomrez C-2 e o Cata Chek.
O ativador de adesão (A) está presente com 0,001 a 8%, de preferência de 0,001 a 4% em peso em relação ao peso total do meio no qual encontra-se, o polímero ou o revestimento (solução de limpeza, primer e/ou cola).
Os exemplos seguintes (tabela 1) ilustram a presente invenção sem, contudo estar a limitar o alcance. Nos exemplos, as abreviaturas seguintes são utilizadas.
Substratos:
5533: PEBA do tipo PAl 2 - PTMG (poliamida 12- politetrametileno glicol), comercializado pela Sociedade ARKEMA sob a denominação "PEBAX® 5533".
7033: PEBA do tipo PAl 2-PTMG (poliamida 12- politetrametileno glicol) , comercializado pela Sociedade ARKEMA sob a denominação "PEBAX® 7033".
O PEBAX® 7033 é mais duro que o PEBAX® 5533. Solvente: MEK: metil etil cetona
Primers:
W104: primer a base aquosa comercializado pela Sociedade DONGSUNG sob a denominação "Aquace® W104".
(Extrato seco-30 min a 150°C = 40% em peso)
Agente de reticulação ARF-4 0® comercializado pela sociedade Dongsung. (Extrato seco-30 min a 150°C = 83,5% em peso)
Dply 165: primer com solvente comercializado pela Sociedade DONGSUNG sob a denominação "D-Pli® 165" (Extrato seco-30 min a 150°C = 10% em peso)
Agente de reticulação RFE® comercializado pela sociedade Bayer. (Extrato seco-30 min a 1500C = 26,9% em peso)
Ativador de adesão:
Borchi Kat22 da Sociedade Borchers é um Carboxilato de Zinco (Organometálico).
Borchi Kat24 da Sociedade Borchers é um Carboxilato de bismuto (Organometálico).
Borchi KatVP244 da Sociedade Borchers é um Carboxilato de Zinco e de bismuto em mistura (Organometálico).
Cola:
WOl: cola aquosa comercializada pela Sociedade DONGSUNG sob a denominação "Aquace® WOl". (Extrato seco-30
Mn 150°C = 46,9% em peso)
Agente de reticulação ARF-4 0® comercializado pela sociedade Dongsung.
Os ensaios foram realizados utilizando o material seguinte:
- prensa em A524 (WKD 029 consigna Pressão máxima (indicação 78,4 a 147,1 Pa (8 a 15 kg/cm2);
- estufa Heraeus em A524 (FGE 138) consigna 70°C, ventilada;
- cortadores ISO 34;
- prensa pneumática para o corte de amostras.
Modo operacional geral de montagem:
Os substratos (Sl) e (S2) são placas de dimensões 100 χ 100 χ 1 mm.
> Preparação do substrato (Sl)
- Limpeza (nos exemplos comparativos) ou limpeza com ativador de adesão (nos exemplos de acordo com a invenção) por um solvente ou mistura de solventes que contem um ativador de adesão de uma face lisa do substrato (Sl);
Tempo de limpeza: 10 a 30 s
- secagem 2 minutos com temperatura ambiente (exceto indicado ao contrário);
- aplicação do primer W104 aquoso (+5% agente de reticulação ARF-40®) ao pincel;
- secagem 5 minutos a 700C em estufa ventilada;
- resfriamento 2 minutos a temperatura ambiente;
- aplicação da cola W01 (+5% agente de reticulação ARF- 4 0®) aquosa ao pincel;
- secagem: 5 minutos a 70°C em estufa ventilada.
> Preparação do substrato (S2)
- limpeza ao solvente MEK de uma face lisa do
substrato S2;
Tempo de limpeza 10 a 3Os.
- secagem 2 minutos a temperatura ambiente;
aplicação do primer Dply 165 (+5% agente de reticulação RFE®) ao pincel; - secagem 3 minutos a 70C em estufa ventilada;
- resfriamento 2 minutos a temperatura ambiente;
- aplicação da cola WOl (+5% agente de reticulação ARF-40®) aquosa ao pincel;
- secagem 5 minutos a 70°C em estufa ventilada.
TABELA 1
<table>table see original document page 33</column></row><table> <table>table see original document page 34</column></row><table> <table>table see original document page 35</column></row><table> <table>table see original document page 36</column></row><table>

Claims (11)

1. Utilização de um ativador de adesão (A) caracterizado por ser destinado à: (iii) reagir com os grupamentos funcionais de pelo menos um polímero de um substrato (Sl) ao nível de uma superfície de colagem (Fl) do referido substrato (Sl) e/ou (iv) complexar as cadeias de pelo menos um polímero do referido substrato (Sl), ao nível da referida superfície de colagem (Fl) do referido substrato (Sl), o referido polímero do referido substrato (Sl) sendo escolhido entre: - os polímeros termoplásticos elastoméricos (TPE), os quais comportam uma cadeia formada de uma alternância de segmentos duros e de segmentos flexíveis, e - as poliamidas, homo ou copoliméricas, em vista da montagem por colagem do referido substrato (Sl) à um outro substrato (S2) .
2. Utilização, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o ativador de adesão (A) é escolhido entre os catalisadores que intervem nas reações químicas envolvendo as funções isocianatos.
3. Utilização, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que o ativador de adesão (A) ser escolhido entre os catalisadores do tipo amina, do tipo sais metálicos, so tipo organometálicos e suas misturas.
4. Utilização, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2 ou 3, caracterizada pelo fato de que o substrato (S2) é da mesma natureza que o substrato (Sl).
5. Utilização, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2 ou 3, caracterizada pelo fato de que o substrato (Sl) e o o substrato (S2) são de natureza diferente, sabendo que (S2) é escolhido entre os (TPE), os homopolímeros e os copolímeros, tais como as poliolefinas, poliaminas, os poliésteres, os poliéteres, os poliésteréteres, as polimidas, os policarbonatos, as resinas fenólicas, os poliuretanos reticulados ou não, especialmente as espumas, os poli(etileno acetato de vinila), os elastômeros naturais ou sintéticos, tais como os polibutadienos, os poliisoprenos, os estireno-butadieno- estireno (SBS), estireno-butadieno-acrilonitrila (SBN), as poliacrilonitrilas, os tecidos naturais ou sintéticos, especialmente os tecidos em fibras poliméricas orgânicas, tais como os tecidos em fibras de polipropileno, polietileno, poliésteres, álcool polivinilico, poliacetato de vinila, policloreto de vinila, poliamida, os tecidos em fibras de vidro ou em fibra de carbono, assim como os materiais como o couro, o papel e o papelão.
6. Utilização, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2, 3, 4 ou 5, caracterizada pelo fato de que o substrato (Sl) é escolhido entre (a) os copolímeros com blocos poliésteres e blocos poliéteres, (b) os copolímeros com blocos poliuretanos e blocos poliéteres, (c) os copolímeros com blocos poliamida e blocos poliéteres e suas misturas.
7. Processo de tratamento de superfície de um substrato (Sl) em polímero termoplástico elastomérico (TPE) ou em poliamida homo ou copolimérica a fim de favorecer a aproximação de um primer (P) e/ou de uma cola (C) em vista da montagem por colagem so referido substrato (Sl) à um outro substrato (S2), caracterizado pelo fato de que aplica-se sobre o substrato (S1) um ativador de adesão (A).
8. Processo, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que aplica-se o ativador de adesão (A) sozinho ou em mistura com um solvente desengordurante e/ou inclui em um primer (P) de adesão a base solvente orgânico ou a base aquosa e/ou inclui em uma cola (C) sobre a superfície de colagem (F1) so substrato (S1) em vista da montagem por colagem do referido substrato (S1) à um outro substrato (S2).
9. Processo de montagem por colagem de um substrato (S1) em polímero termoplástico elastomérico (TPE) ou em poliamida homo ou copolimérica tendo uma superfície de colagem (F1) à um substrato (S2) tendo uma superfície de colagem (F2) caracterizado pelo fato de que trata-se a superfície de colagem (F1) do substrato (S1) pelo processo de tratamento de superfície, tal como definido em qualquer uma das reivindicações 7 ou 8, e que monta-se os dois substratos (S1) e (S2) pelas suas duas superfícies de colagem (F1) e (F2), cujo pelo menos uma foi colada.
10. Conjunto colado de dois substratos (S1) e (S2) , caracterizado por ter sido obtido de acordo com o processo de montagem de acordo com a reivindicação 5.
11. Conjunto colado de dois substratos (S1) e (S2) , caracterizado por ser especialmente solas de sapato com duas camadas de substrato (S1) e (S2) , um pelo menos sendo um polímero termoplástico elastomérico (TPE) ou uma poliamida homo ou copolimérica tendo sido ativada pela utilização de um ativador de adesão (A) de acordo com uma das reivindicações 1, 2, 3, 4, 5 ou 6.
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