BRPI0714054A2 - seringa, dispositivo de cápsula para a mesma, e dispositivo de seringa - Google Patents
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Abstract
SERINGA, DISPOSITIVO DE CáPSULA PARA A MESMA, E DISPOSITIVO DE SERINGA. A presente invenção refere-se a uma seringa (1) com uma extremidade dianteira (4) e uma extremidade traseira (6), a parte dianteira da seringa possuindo uma agulha oca de extensão axial (8) que se projeta a partir da extremidade dianteira (4), e a extremidade traseira da agulha estando em comunicação por fluido com um espaço (10) que se estende substançialmente para a extremidade traseira (6) da seringa, e a seringa (1) compreendendo um êmbolo (12) que se estende axialmente e se move para trás e para frente no espaço (10) e que é projetado de forma que, quando puxado para fora, suga o liquido, por exemplo, insulina, através da agulha (8) e, quando pressionado para dentro, descarrega o líquido através da agulha (8). Um elemento de flange projetado radialmente (20) na parte dianteira da seringa é projetado de tal forma que possa ser agarrada entre o polegar e o dedo médio da mão de um usuário, a seringa (1) sendo dimensionada de modo a permitir a injeção utilizando o dedo indicador da mesma mão. A presente invenção também refere-se a um dispositivo de cápsula para acomodar pelo menos parcialmente uma seringa. A presente invenção refere-se adicionalmente a um dispositivo de seringa.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SERINGA, DISPOSITIVO DE CÁPSULA PARA A MESMA, E DISPOSITIVO DE SE- RINGA".
Campo Técnico
A presente invenção refere-se a uma seringa, especialmente a
uma seringa de insulina, de acordo com o preâmbulo da reivindicação de patente 1. A invenção também se refere a um dispositivo de cápsula, para acomodar pelo menos parcialmente a acomodação de uma seringa, de a- cordo com o preâmbulo da reivindicação de patente 8. A invenção se refere adicionalmente a um dispositivo de seringa de acordo com a reivindicação 16.
Antecedentes
Muitas pessoas sofrem de diabetes. Devido à sua diabetes, mui- tas dessas pessoas precisam injetar várias vezes ao dia, normalmente após a ingestão de alimentos, e, portanto, precisam transportar seringas de insuli- na consigo onde quer que vão. Existe atualmente um número de desenhos diferentes de seringas de insulina de maior ou menor sofisticação com as quais a dose, isso é, o número de unidades a ser injetado, pode ser determi- nado, e que acomoda a insulina para várias dosagens. Um problema com tais seringas de insulina é que, apesar de
haver vários modelos possuindo o formato de uma caneta grande ou similar, as mesmas podem, em algumas circunstâncias ser muito complicadas para se transportar. No verão, por exemplo, quando as pessoas usam menos rou- pas, por exemplo, na praia ou similar, é um problema sempre se precisar carregar a mesma em bolsos de calças, visto que pode pressionar contra a pele, por exemplo, ao sentar ou similar. Isso significa que em tais casos a insulina não é tomada regularmente, nem é transportada com a freqüência necessária, aumentando, assim, o risco de outras doenças, por exemplo, doenças hepáticas. Ademais, as mesmas nem sempre fornecem uma dose exata. Ao invés disso, a dose obtida pode variar de uma quantidade de dose medida determinada.
Uma dose mais exata é fornecida por seringas convencionais com um êmbolo de extensão axial que move para frente e para trás e é pro- jetada de forma que, quando retirada, suga o líquido através da agulha para o espaço e, quando pressionado, descarrega o líquido do espaço através da agulha de injeção, mas são difíceis de utilizar em si mesmo e também são difíceis de transportar consigo. Objetivo da Invenção
Um objetivo da presente invenção é se disponibilizar uma serin- ga que, enquanto é relativamente fácil de se dosar, permita uma dosagem exata e seja fácil de utilizar e transportar. Descrição da Invenção
Esse objetivo e outros que se tornarão evidentes a partir da des- crição a seguir são alcançados por meio de uma seringa, um dispositivo de cápsula e um dispositivo de seringa de acordo com o acima exposto, e tam- bém possuindo os acessórios apresentados nas partes caracterizantes das reivindicações de patente independentes em anexo 1, 8 e 16. As modalida- des preferidas do dispositivo de acordo com a invenção são definidas nas reivindicações dependentes em anexo 2a7e9a15.
Por meio de uma seringa com uma extremidade dianteira e uma extremidade traseira, a parte dianteira da seringa possuindo uma agulha oca de extensão axial que se projeta a partir da extremidade dianteira, a extre- midade traseira da agulha estando em comunicação por fluido com um es- paço que se estende substancialmente para a extremidade traseira da serin- ga, e a seringa compreendendo um êmbolo que se estende axialmente e se move para frente e para trás no espaço e é projetado de forma que, quando puxado, suga o líquido, por exemplo, insulina, através da agulha e, quando pressionado, descarrega o líquido através da agulha, em que um elemento de flange de projeção radial na parte dianteira da seringa é projetado de tal forma que possa ser agarrado entre o polegar e o dedo médio da mão de um usuário, a seringa sendo dimensionada de modo a permitir a injeção utili- zando o dedo indicador da mesma mão, uma seringa é obtida que é muito fácil de se utilizar, por exemplo, para injeção de insulina na região abdomi- nal. Em virtude do tamanho da seringa, que é relativamente curta, é mais fácil se transportar a mesma no corpo. Dessa forma é mais fácil se injetar insulina de forma regular com certa freqüência, mesmo quando se está na praia ou em outro lugar. Isso significa que doenças, por exemplo, doenças hepáticas, relacionadas com o uso irregular e/ou com o fato de a insulina não ser tomada com a freqüência necessária são reduzidas, isso é, proble- mas de saúde associados com a administração inadequada de insulina são reduzidos. Visto que a seringa é de um tipo convencional com uma estrutura simples, é possível se obter uma dose exata e garantir uma dosagem sim- ples. Ademais, o elemento ee flange permite que um envoltório protetor seja engatado sobre a agulha a fim de proteger o usuário quando a seringa não está em uso e para proteger a agulha, o elemento de flange funcionando como um batente de limite. O elemento de flange também permite que um envoltório protetor seja engatado sobre a extremidade traseira da seringa quando o êmbolo é puxado, o elemento de flange funcionando como um ba- tente de limite de tal forma que o êmbolo seja impedido de ser pressionado para dentro, o que significa que a seringa pode ser carregada de antemão e então transportada a fim de ser utilizada como e quando necessário.
O elemento de flange possui preferivelmente uma seção trans- versal substancialmente oval. Isso aperfeiçoa o agarre do elemento de flan- ge entre o polegar e o dedo médio.
O elemento de flange possui preferivelmente uma seção trans- versal substancialmente circular. Isso fornece um bom agarre e permite que a seringa seja agarrada em todos os ângulos, independentemente de como a seringa é virada. A geometria simples também simplifica a produção. O elemento de flange compreende preferivelmente pelo menos
duas partes de flange circunferenciais dispostas substancialmente em para- lelo uma com relação à outra, o que aperfeiçoa o agarre no elemento de flange entre o polegar e o dedo médio.
O elemento de flange é preferivelmente flexível o que aperfeiçoa o agarre e fornece maior conforto.
A seringa compreende preferivelmente um dispositivo para prender de forma liberável um elemento de luva, o dito dispositivo sendo disposto em pelo menos uma parte dianteira e parte traseira da seringa.
A seringa, com o êmbolo puxado, possui preferivelmente um comprimento na faixa de 30 a 80 mm, preferivelmente de 40 a 60 mm. Uma vantagem de a seringa ser curta é que é muito mais fácil se carregar a mesma. Uma vantagem adicional do tamanho da seringa é que é mais fácil se utilizar a mesma em comparação com uma seringa mais longa conven- cional, devido ao manuseio ser simplificado.
Por meio de um dispositivo de cápsula projetado para acomodar pelo menos parcialmente pelo menos uma seringa de acordo com qualquer uma das modalidades de acordo com a invenção acima, compreendendo pelo menos um elemento de luva traseira que é dimensionado de forma que, quando o êmbolo da respectiva seringa é puxado, o mesmo cobrirá o êmbo- lo projetado estendido da respectiva seringa de tal forma que, quando o e- Iemento de luva é engatado sobre o êmbolo, o êmbolo não possa ser pres- sionado para dentro, a seringa pode ser mantida pré-dosada de modo que esteja pronta para ser utilizada quando um usuário precisar da mesma. Isso também facilita o transporte da seringa, isso é, não há riscos de o usuário pressionar o êmbolo e de a insulina ou similar ser acidentalmente descarre- gada enquanto se transporta a seringa. O dispositivo de cápsula compreende preferivelmente e adicio-
nalmente pelo menos um elemento de luva dianteira projetado para cobrir a agulha de uma respectiva seringa quando a seringa não está em uso. Isso possibilita a proteção da seringa de tal forma que a agulha não pode ser da- nificada ou uma pessoa não pode sustentar acidentalmente um ferimento decorrente da agulha. Isso também facilita o transporte da agulha, isso é, não há riscos de o usuário ser ferido pela agulha enquanto transporta a se- ringa.
A parte dianteira do flange do elemento de flange da seringa é preferivelmente projetada de modo que, depois do engate do elemento de luva dianteira, o mesmo age como um batente limite para o elemento de luva dianteira. Isso impede que a agulha seja danificada e evita que a pessoa seja ferida pela agulha. A parte traseira de flange do elemento de flange da seringa é preferivelmente projetada de forma que, depois do engate do elemento de luva traseira, o mesmo aja como um batente limite para o elemento de luva traseira. Isso evita que o embolo seja inadvertidamente pressionado para dentro e que o líquido, isso é, insulina, seja descarregado quando não for necessário, isso é, quando a seringa não precisar ser utilizada. Essa é tam- bém uma forma confiável de se manter a seringa pré-dosada.
Uma vantagem adicional da utilização do elemento de flange como um batente limite para o elemento de luva dianteira e elemento de luva traseira é que o dispositivo de cápsula ocupa menos espaço do que se toda a seringa fosse encerrada.
Dispositivos são fornecidos preferivelmente para a fixação Iibe- rável de pelo menos um dos elemento de luva dianteira e elemento de luva traseira. Isso permite o manuseio simples, quando os elementos de luva permanecem no lugar protegendo a seringa, até que um usuário remova os mesmos, isso é, o risco de os mesmos se soltarem de forma inadvertida é minimizado.
Preferivelmente, pelo menos um dentre o elemento de luva dian- teira e o elemento de luva traseira compreende um dispositivo de fixação, por exemplo, uma abertura de fixação, para a fixação de um anel ou similar. Dessa forma, a seringa/seringas podem ser transportadas em um anel, em uma tira em torno do pescoço, ou similares, facilitando, assim, o transporte da seringa junto com a pessoa.
Preferivelmente, pelo menos dois elementos de luva traseira são conectados em paralelo um ao outro para formar uma parte de cápsula tra- seira. Dessa forma, várias seringas podem ser transportadas em torno de um e do mesmo dispositivo de cápsula, caso no qual é possível que diferen- tes seringas sejam pré-dosadas de forma diferente. O dispositivo de casula pode ser projetado aqui como um pequeno maço de cigarros ou similar, o que significa que o dispositivo de cápsula possa ser facilmente transportado no bolso de uma camisa, bolso de uma calça, bolso de um casaco ou simi- lar. Dispositivos são preferivelmente fornecidos para o encerramento impermeável a líquido da seringa pelos elementos de luva. Dessa forma, a seringa pode ser transportada no dispositivo de cápsula sem o risco de ex- posição do líquido a partir de fora, por exemplo, água. A seringa pode, con- sequentemente, ser transportada durante o banho, por exemplo. Descrição das Figuras
A presente invenção será melhor bem compreendida com refe- rência à descrição detalhada a seguir lida em conjunto com os desenhos em anexo, nos quais referências numéricas idênticas designam partes idênticas apresentadas em muitas vistas, e nas quais:
a figura 1 ilustra uma vista em perspectiva esquemática de uma seringa de acordo com uma primeira modalidade da presente invenção;
as figuras de 1a a 1f ilustram vistas laterais esquemáticas e vis- tas transversais da seringa de acordo com as modalidades alternativas da presente invenção;
a figura 2 ilustra uma vista em perspectiva esquemática de um dispositivo de seringa de acordo com uma primeira modalidade da invenção, compreendendo um dispositivo de cápsula de acordo com uma primeira mo- dalidade da invenção; a figura 3 ilustra uma vista esquemática de um dispositivo de
seringa de acordo com uma segunda modalidade da invenção compreen- dendo um dispositivo de cápsula de acordo com uma segunda modalidade da invenção.
Descrição Detalhada da Invenção A figura 1 ilustra uma vista em perspectiva de uma seringa 1 de
acordo com a invenção, possuindo um corpo substancialmente cilíndrico 2 com uma extremidade dianteira 4 e uma extremidade traseira 6. Em sua par- te dianteira, a seringa possui uma agulha oca de extensão axial 8, que se projeta a partir da extremidade dianteira 4. A extremidade traseira da agulha está em comunicação por fluido com um espaço 10 que se estende substan- cialmente para a extremidade traseira 6 do corpo. A seringa também com- preende um êmbolo 12 que se estende axialmente e se move para frente e para trás no espaço 10, e êmbolo 12 esse que é projetado de forma que, quando puxado para fora, suga o líquido, isso é, a insulina, através a agulha 8 para o espaço 10 e, quando pressionado para dentro, descarrega o líquido a partir do espaço 10 através da agulha 8 para a injeção. O espaço 10 na seringa é preferivelmente transparente. O êmbolo possui preferivelmente graduações na forma de marcações em seu exterior, por exemplo, linhas e/ou números. Alternativamente, o espaço na seringa possui graduações na forma de marcações, por exemplo, linhas e/ou números, indicando as unida- des de dose e dispostos axialmente ao longo do espaço. Isso permite que o usuário meça com maior facilidade o número desejado de unidades de dose.
Em sua parte dianteira, o corpo 2 da seringa 1 possui um ele- mento de flange dianteiro projetado radialmente 20 ou elemento de agarre. O elemento de flange 20 possui, em uma modalidade, uma seção transver- sal substancialmente oval. De acordo com outra modalidade, o elemento de flange 20 possui uma seção transversal circular. Seções transversais alter- nativas do elemento de flange são concebíveis, tal como retangular, quadra- da, em formato de cintura, etc. O elemento de flange 20 possui uma parte de flange dianteira 22 com uma superfície 23 voltada para a extremidade dian- teira da seringa 1, e uma parte de flange traseira 24 com uma superfície 25 voltada na direção da extremidade traseira da seringa. O elemento de flange também compreende preferivelmente uma parte de flange intermediária 26 disposta entre a parte de flange dianteira 22 e a parte de flange traseira 24. As partes de flange 22, 24, 26 são preferivelmente dispostas em paralelo uma à outra. A parte de flange dianteira 22 possui preferivelmente um diâ- metro de seção transversal maior, isso é, uma extensão radial maior, do que a parte de flange intermediária 26, e a parte de flange intermediária 26 pos- sui preferivelmente um diâmetro transversal maior, isso é, uma extensão radial maior, do que a parte de flange traseira 24. Isso aperfeiçoa adicional- mente o agarre em torno do elemento de flange 20 e minimiza o risco de o usuário deixar o mesmo deslizar durante a injeção. O elemento de flange 20 é projetado de tal forma que possa ser agarrado entre o polegar e o dedo médio, e, de acordo, possui uma extensão na direção axial. A extensão na direção axial é preferivelmente tal que a superfície do elemento de flange 20 possa ser agarrada entre o polegar e o dedo médio, como descrito acima. O elemento de flange 20 é preferivelmente flexível e é feito de um material a- dequado tal como polipropileno ou borracha de dureza e fricção adequadas, de forma que o agarre entre o polegar e o dedo médio seja otimizado.
A seringa 1 é dimensionada de forma que, quando o êmbolo 12 é puxado para fora durante o uso, o usuário, segurando a seringa 1 com o polegar e o dedo médio de uma mão no elemento de flange 20, pode facil- mente aplicar uma injeção pressionando o êmbolo com o dedo indicador da mesma mão, de forma que a insulina seja injetada, por exemplo, na região abdominal. Com o êmbolo puxado para fora, a seringa preferivelmente pos- sui um comprimento na faixa de 30 a 80 mm, preferivelmente 40 a 60 mm.
As figuras 1a a 1f ilustram as vistas laterais esquemáticas e as vistas transversais da seringa 1 de acordo com as modalidades alternativas do elemento de flange 20a a 20f ou elemento de agarre 20a a 20f da presen- te invenção, onde o elemento de flange 20a a 20f possui uma extensão axial e uma extensão radial. A figura 1a ilustra uma vista lateral da seringa 1 na qual o elemento de flange 20a possui um formato cilíndrico e, de acordo com uma primeira variação 20a-1, uma seção transversal oval, e, de acordo com uma segunda variação, uma seção transversal circular 20a-2. Seções trans- versais alternativas são concebíveis também, tal como quadrada, retangular, pentagonal, triangular, etc. A figura 1b ilustra uma vista lateral da seringa 1 na qual o elemento de flange 20b possui um perfil em formato de cintura, isso é, um formato substancialmente cilíndrico onde a largura da seção transversal diminui na direção do centro axial do cilindro, e, de acordo com uma primeira variação 20b-1, uma seção transversal quadrada, e, de acordo com uma segunda variação, uma seção transversal circular 20b-2. Seções transversais alternativas também são concebíveis, tal como retangular ou oval ou similar. A figura 1c ilustra uma vista lateral da seringa 1 na qual o elemento de flange 20c possui um perfil avolumado, isso é, um formato substancialmente cilíndrico onde a largura da seção transversal aumenta na direção do centro axial do cilindro, e, de acordo com uma primeira variação 20c-1, uma seção transversal oval, e, de acordo com uma segunda variação, uma seção transversal circular 20c-2. Seções transversais alternativas tam- bém são concebíveis. A figura 1d ilustra uma vista lateral da seringa 1 na qual o elemento de flange 20d possui partes de flange de extensão axial dis- tribuídas de maneira preferivelmente uniforme e se estendendo radialmente para fora a partir do corpo da seringa 1 de acordo com a seção transversal 20d-1. A figura 1e ilustra uma vista lateral da seringa 1 na qual o elemento de flange 20e possui partes de flange circunferencial de extensão radial, e, de acordo com uma primeira variação 20e-1, uma seção transversal triangu- lar e, de acordo com uma segunda variação, uma seção transversal quadra- da 20e-2. Seções transversais alternativas também são concebíveis. A figura 1f ilustra uma vista lateral da seringa 1 na qual o elemento de flange 20f possui um perfil de trapézio diminuindo de largura na direção da parte dian- teira da seringa e, de acordo com uma primeira variação 20f-1, uma seção transversal oval, e, de acordo com uma segunda variação, uma seção trans- versal circular 20f-2. Seções transversais alternativas também são concebí- veis. A seringa 1 com as modalidades alternativas do elemento de flange 20a-20f, do contrário, possuem a mesma função que a modalidade com o elemento de flange descrito na figura 1. O elemento de flange 20a-20f de acordo com as modalidades acima é preferivelmente flexível e feito de um material adequado tal como polipropileno ou borracha de dureza e ficção adequadas, de forma que o agarre entre o polegar e o dedo médio seja oti- mizado. As superfícies do elemento de flange 20a-20f pode conter sulcos, pode ser elevado, possuir pontos e saliências e assim por diante, a fim de otimizar o agarre.
A figura 2 ilustra uma vista em perspectiva de um dispositivo de seringa 100 de acordo com uma primeira modalidade da invenção, compre- endendo um dispositivo de cápsula 40 de acordo com uma primeira modali- dade da invenção e a seringa 1 de acordo com a invenção, dispositivo de cápsula esse 40 que é projetado para cobrir pelo menos parcialmente a se- ringa 1. O dispositivo de cápsula 40 compreende um elemento de luva dian- teira 42 projetado para cobrir a agulha 8 quando a seringa 1 não está em uso, a parte de flange dianteira 22 do elemento de flange 20 sendo projetada como um batente limite para o elemento de luva dianteira 42, elemento de luva 42 esse que é preferivelmente projetado para ser preso de forma liberá- vel por um dispositivo de retenção. O dispositivo de retenção pode, por e- xemplo, ser uma disposição de encaixe por pressão ou disposição rosquea- da, isso é, roscas externas na seringa 1 e roscas internas no elemento de luva dianteira 42 adaptadas de forma que possam ser enrascadas juntas. O elemento de luva dianteira 42, portanto, funciona como um envoltório de pro- teção para impedir danos à agulha 8 quando a seringa 1 não está em uso. O dispositivo de cápsula 40 compreende adicionalmente um e-
Iemento de luva traseira 44, que é dimensionado de forma que, quando o êmbolo 12 é puxado para fora, isso é, quando a dosagem ocorre, cobre o êmbolo protuberante 12, e a parte de flange traseira 24 do elemento de flan- ge 20 é nesse caso projetado como um batente limite para o elemento de luva traseira 44, que, por sua vez, significa que o êmbolo puxado para fora 12, quando o elemento de luva traseira 44 é engatado, não pode ser aciden- talmente pressionado para dentro e descarregar a insulina. O elemento de luva traseira 44 é preferivelmente preso de forma liberável pelo dispositivo de retenção. O dispositivo de retenção pode, por exemplo, ser uma disposi- ção de encaixe por pressão ou uma disposição rosqueada, isso é, roscas externas na seringa e roscas internas no elemento de elemento traseira a- daptadas de forma que possam ser enrascadas juntas. Na figura 2, uma se- ringa é alojada no dispositivo de cápsula, como fica evidente a partir do ele- mento de flange 20 da seringa entre o elemento de luva dianteira 42 e o e- Iemento de elemento de luva traseira 44. O dispositivo de cápsula 40 pode ser conectado de forma correspondente à seringa 1 com as modalidades alternativas do elemento de flange 20a a 20f.
O dispositivo de cápsula compreende adicionalmente um dispo- sitivo de fixação 46, projetado na figura como um recesso 46 ou abertura de fixação 46, disposto na extremidade traseira do elemento de elemento de luva traseira. Alternativamente, o dispositivo de fixação pode ser disposto na extremidade do elemento de luva dianteira, ou em ambas as extremidades. O dispositivo de retenção é preferivelmente disposto de forma que, quando o elemento de luva respectivo 42, 44 é engatado na seringa, o encerramento impermeável a líquido seja obtido, por exemplo, por meio do dispositivo de vedação. Os meios de obtenção do encerramento impermeável a líquido quando a seringa é alojada no dispositivo de cápsula também podem ser separados dos dispositivos de retenção e podem, por exemplo, ser um anel de vedação, ou podem envolver a seringa tendo formato de cone ou similar. O dispositivo de cápsula é preferivelmente feito de um material durável.
A figura 3 ilustra uma vista em perspectiva de um dispositivo de seringa 200 de acordo com uma segunda modalidade da invenção, compre- endendo um dispositivo de cápsula 50 de acordo com uma modalidade al- ternativa da invenção, dispositivo de cápsula esse 50 que é projetado para acomodar pelo menos parcialmente três seringas. O dispositivo de cápsula compreende um elemento de luva dianteira 42 para cada seringa 1, projeta- do para cobrir a agulha 8 de cada seringa 1 quando a seringa não está em uso, a parte de flange dianteira 22 do elemento de flange 20 de cada seringa sendo projetada como um batente limite para o elemento de luva respectivo 42, elemento de luva esse 42 que é preferivelmente projetado para ser fixa- do de forma liberável pelo dispositivo de retenção. O dispositivo de retenção pode, por exemplo, ser uma disposição de encaixe por pressão ou uma dis- posição rosqueada, isso é, roscas externas na seringa 1 e roscas internas no elemento de luva dianteira 42 adaptadas de forma que possam ser ros- queadas juntas.
O dispositivo de cápsula 50 compreende adicionalmente uma parte de cápsula traseira 54 compreendendo elementos de luva traseira mu- tuamente paralelos e interconectados 55, 56, 57 que são dispostos em uma fileira e constituem partes da parte de cápsula traseira. Os elementos de lu- va 55, 56, 57 são dispostos de acordo de tal forma que, na seção transversal da parte de cápsula traseira 54, uma linha imaginária desenhada a partir do centro de cada elemento de luva 55, 56, 57 forme uma linha reta. Os ele- mentos de luva 55, 56, 57 são dimensionados de forma que, quando o êm- bolo 12 é puxado para fora, isso é, quando a dosagem ocorre, os mesmos devem cobrir o êmbolo protuberante 12 da respectiva seringa 1, e a parte de flange traseira 24 do elemento de flange 20 de cada seringa 1 é projetada como um batente limite para o elemento de luva respectivo 55, 56, 57 da parte de cápsula traseira 54, que, por sua vez, significa que o êmbolo puxa- do para fora 12, quando o elemento de luva respectivo 55, 56, 57 é engatado na respectiva seringa 1, não pode ser acidentalmente pressionado para den- tro e descarregar a insulina. A parte traseira da cápsula 54 é preferivelmente presa de forma liberável pelo dispositivo de retenção. O dispositivo de reten- ção pode, por exemplo, ser uma disposição de encaixe por pressão. Na figu- ra 3, três seringas são acomodadas no dispositivo de cápsula 50, uma em cada um dos elementos de luva dianteira e traseira, respectivamente. O dis- positivo de cápsula 50 pode ser conectado de forma correspondente à serin- ga 1 com as modalidades alternativas do elemento de flange 20a a 20f.
Como na primeira modalidade de acordo com a figura 2, o dis- positivo de cápsula deve compreender um dispositivo de fixação (não ilus- trado), projetado como um recesso ou abertura de fixação, por exemplo, e disposto na extremidade traseira do elemento de luva traseira, ou na extre- midade do elemento de luva dianteira, ou em ambas as extremidades. O dispositivo de retenção é preferivelmente projetado de forma que, quando o elemento de luva respectivo 42, 55, 56, 57 é engatado na seringa, um encer- ramento impermeável a líquido seja obtido, por exemplo, por meio de veda- ção. O dispositivo para obtenção de um encerramento impermeável a vaza- mento quando as seringas são alojadas no dispositivo de cápsula não pode ser separado do dispositivo de retenção e pode, por exemplo, ser um anel de vedação, ou pode envolver as seringas tendo um formato cônico ou simi- lar. O dispositivo de cápsula é preferivelmente feito de um material durável.
Alternativamente, a parte traseira de cápsula 54 compreende, ao invés de três elementos de luva, um número maior que três, por exemplo, quatro ou cinco, ou menor que três, isso é, dois elementos de luva. Os ele- mentos de luva da parte traseira da cápsula são alternativamente dispostos em paralelo um ao outro de forma que, em uma seção transversal da parte traseira da cápsula, uma linha imaginária desenhada a partir do centro do elemento de luva respectivo forme um triângulo (no caso de três elementos de luva), um quadrado (no caso de quatro elementos de luva), etc. Outras geometrias também são concebíveis.
Alternativamente, o dispositivo de cápsula pode ser projetado de modo que cubra completamente pelo menos uma seringa, caso no qual o elemento de luva dianteira e elemento de luva traseira são projetados para serem fixados de forma liberável um ao outro por dispositivos de retenção, isto é, são conectados diretamente um ao outro ao invés de serem conecta- dos através do elemento de flange e/ou dispositivo de retenção do elemento de seringa/flange. O dispositivo de retenção pode, por exemplo, ser uma disposição de encaixe por pressão, ou uma disposição de rosca, isso é, ros- cas externas no elemento de luva dianteira ou elemento de luva traseira e roscas internas no elemento de luva traseira ou elemento de luva dianteira, esses sendo adaptados de modo que possam ser enrascados juntos.
Claims (16)
1. Seringa (1) com uma extremidade dianteira (4) e uma extre- midade traseira (6), a parte dianteira da seringa possuindo uma agulha oca de extensão axial (8) que se projeta a partir da extremidade dianteira (4), a extremidade traseira da agulha estando em comunicação por fluido com um espaço (10) que se estende substancialmente para a extremidade traseira (6) da seringa, e a seringa (1) compreendendo um êmbolo (12) que se es- tende axialmente e é móvel para e do espaço (10) e que é projetado de for- ma que, quando puxado para fora, suga o líquido, por exemplo, insulina, a- través da agulha (8) e, quando pressionado para dentro, descarrega o líqui- do através da agulha (8), caracterizada pelo fato de o elemento de flange de projeção radial (20) na parte dianteira da seringa ser projetado de tal forma que possa ser agarrado entre o polegar e o dedo médio da mão de um usuá- rio, a seringa (1) sendo dimensionada de modo a permitir a injeção utilizando o dedo indicador da mesma mão.
2. Seringa de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de o elemento de flange (20) possuir uma seção transversal substanci- almente oval.
3. Seringa de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de o elemento de flange (20) possuir uma seção transversal substanci- almente circular.
4. Seringa de acordo com qualquer uma das reivindicações ante- riores, caracterizada pelo fato de o elemento de flange (20) compreender pelo menos duas partes de flange circunferencial (22, 242, 26) dispostas substancialmente de forma paralela uma à outra.
5. Seringa de acordo com qualquer uma das reivindicações ante- riores, caracterizada pelo fato de o elemento de flange (20) ser flexível.
6. Seringa de acordo com qualquer uma das reivindicações ante- riores, caracterizada pelo fato de a seringa compreender dispositivos para prender de forma liberável um elemento de luva, o dito dispositivo sendo disposto em pelo menos uma das parte dianteira e parte traseira da seringa (1)·
7. Seringa de acordo com qualquer uma das reivindicações ante- riores, caracterizada pelo fato de, com o embolo (12) puxado para fora, a seringa (1) possuir um comprimento na faixa de 30 a 80 mm, preferivelmente de 40 a 60 mm.
8. Dispositivo de cápsula (40; 50) projetado para acomodar pelo menos parcialmente uma seringa (1) como definida em qualquer uma das reivindicações de 1 a 7, compreendendo pelo menos um elemento traseiro de luva (44; 55, 56, 57) que é dimensionado de forma que, quando o êmbolo da respectiva seringa for puxado para fora, o mesmo cubra o êmbolo protu- berante da respectiva seringa (1) de forma que, quando o elemento de luva for engatado sobre o êmbolo, o êmbolo não possa ser pressionado para dentro.
9. Dispositivo de cápsula de acordo com a reivindicação 8, ca- racterizado pelo fato de o dispositivo de cápsula (40; 50) compreender adi- cionalmente pelo menos um elemento dianteiro de luva (42) projetado para cobrir a agulha de uma respectiva seringa (1) quando a seringa não estiver em uso.
10. Dispositivo de cápsula de acordo com a reivindicação 9, ca- racterizado pelo fato de a parte dianteira do flange (22) do elemento de flan- ge (20) da seringa (1) ser projetado de forma que, depois do engate do ele- mento dianteiro de luva (42), o mesmo aja como um batente limite para o elemento dianteiro de luva (42).
11. Dispositivo de cápsula de acordo com qualquer uma das rei- vindicações de 8 a 10, caracterizado pelo fato de a parte traseira do flange (24) do elemento de flange (20) da seringa ser projetada de forma que, de- pois do engate do elemento traseiro de luva (44; 55, 56, 57), a mesma aja como um batente limite para o elemento traseiro de luva.
12. Dispositivo de cápsula de acordo com qualquer uma das rei- vindicações de 9 a 11, caracterizado por dispositivos para a fixação liberável de pelo menos um dos elemento dianteiro de luva (42) e elemento traseiro de luva (44; 55, 56, 57).
13. Dispositivo de cápsula de acordo com qualquer uma das rei- vindicações de 9 a 12, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos ele- mento dianteiro de luva e elemento traseiro de luva compreender um dispo- sitivo de fixação (46), por exemplo, uma abertura de fixação (46), para a fi- xação de um anel ou similar.
14. Dispositivo de cápsula de acordo com qualquer uma das rei- vindicações de 8 a 12, caracterizado pelo fato de pelo menos dois elementos traseiros de luva (55, 56, 57) serem conectados em paralelo um ao outro para formar uma parte traseira de cápsula.
15. Dispositivo de cápsula de acordo com qualquer uma das rei- vindicações de 9 a 12, caracterizado por meios permitindo o encerramento impermeável a líquido da seringa pelos elementos de luva (42, 44; 55, 56, 57).
16. Dispositivo de seringa compreendendo uma seringa (1), co- mo definida em qualquer uma das reivindicações de 1 a 7, e um dispositivo de cápsula (40; 50) de acordo com qualquer uma das reivindicações de 8 a 14, e projetado de forma que, quando a seringa não estiver em uso, acomo- de pelo menos parcialmente uma seringa (1).
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Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| B25A | Requested transfer of rights approved |
Owner name: INSULUTION GMBH (SE) |
|
| B25A | Requested transfer of rights approved |
Owner name: PATRICK MARTINSSON (SE) , INSULUTION AB (SE) |
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| B08F | Application dismissed because of non-payment of annual fees [chapter 8.6 patent gazette] |
Free format text: REFERENTE A 8A ANUIDADE. |
|
| B08K | Patent lapsed as no evidence of payment of the annual fee has been furnished to inpi [chapter 8.11 patent gazette] |
Free format text: EM VIRTUDE DO ARQUIVAMENTO PUBLICADO NA RPI 2313 DE 05-05-2015 E CONSIDERANDO AUSENCIA DE MANIFESTACAO DENTRO DOS PRAZOS LEGAIS, INFORMO QUE CABE SER MANTIDO O ARQUIVAMENTO DO PEDIDO DE PATENTE, CONFORME O DISPOSTO NO ARTIGO 12, DA RESOLUCAO 113/2013. |