BRPI0708275A2 - arquitetura de definição de escopos de subsistema para subsalas em um espaço virtual - Google Patents
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Abstract
ARQUITETURA DE DEFINIçãO DE ESCOPOS DE SUBSISTEMA PARA SUBSALAS EM UM ESPAçO VIRTUAL. Trata-se de um método, sistema e arquitetura para proporcionar um sistema de conferência pela Rede que ofereça, de maneira eficaz, uma subsala ou várias subsalas dentro de uma única conferência pela Rede (também designada aqui pelos termos alternativos "reunião" ou "reunião virtual"). Em algumas concretizações, a arquitetura do sistema de conferência pela Rede oferece um sistema de conferência pela Rede que permite a criação de subsalas dentro de uma única conferência pela Rede, em que cada subsala proporciona uma visualização nomeada de cada subsistema funcional da conferência pela Rede, com ou sem níveis de permissão separados em cada visualização. Cada subsala também pode proporcionar uma visualização nomeada dos conteúdos da conferência pela Rede, com ou sem níveis de permissão separados em cada visualização.
Description
"ARQUITETURA DE DEFINIÇÃO DE ESCOPOS DE SUBSISTEMA PARASUBSALAS EM UM ESPAÇO VIRTUAL"
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Uma técnica comum de sala de aula consiste em dividir os estudantes em váriosgrupos pequenos, cada um dos quais trabalha em um problema diferente. Em um momentoposterior, o instrutor reúne novamente os estudantes para que relatem suas descobertas e oprogresso dos grupos separados. De maneira semelhante, os membros de uma equipe deprojeto podem ser divididos em vários grupos pequenos, em que cada grupo é designadopara realizar e/ou resolver uma ou mais tarefas. Periodicamente, o administrador do projetopode reunir novamente os membros das equipes de projeto para que relatem sobre o traba-lho dos grupos separados.
Os produtos de ensino eletrônico e "sala de aula virtual" permitem que cada estu-dante esteja em um sistema de computador separado, tal como um computador pessoal("PC") e, em vez de uma sala de aula, eles se encontram em um espaço virtual on-line, ge-ralmente usando um software de conferência pela Rede (web), tal como o Live Meeting daMICROSOFT. Embora os produtos de ensino eletrônico e sala de aula virtual possam darsuporte à situação em que uma sala é "dividida" em grupos menores, os produtos de ensinoeletrônico e sala de aula virtual atuais que dão suporte a esse recurso implementam cada"subsala" como uma conferência (ou reunião) pela Rede separada e totalmente sigilosa.
Visto que cada sala (por exemplo, a "sala principal" e as "subsalas") é uma conferênciacompleta da Rede, há uma certa quantidade de sobrecarga sobre o servidor (ou serviço)associada a cada subsala. Além disso, o processo de entrar em uma subsala pode ser lento,já que normalmente exige uma nova conexão com o servidor. Pode ser difícil para um instru-tor (por exemplo, um apresentador da conferência pela Rede) trocar com rapidez de umasubsala para outra subsala. De modo semelhante, se o instrutor desejar observar todas assalas, ele deverá estar conectado a todas as salas da conferência pela Rede, com toda asobrecarga associada ao lado do cliente. De forma similar, um estudante (por exemplo, umparticipante da conferência pela Rede) que está ao mesmo tempo na sala principal e emuma subsala exige clientes de conferência pela Rede separados para cada uma, o que ge-ralmente aumenta o consumo da unidade central de processamento ("CPU") e da memóriano PC do estudante. Além disso, o envio de um arquivo, documento, ou outro conteúdo deuma sala para outra pode ser difícil ou demorado.
SUMÁRIO
A presente invenção refere-se a um método, sistema e arquitetura para oferecer umsistema de conferência pela Rede que ofereça de maneira eficaz uma subsala ou váriassubsalas dentro de uma única conferência pela Rede. A arquitetura do sistema de conferên-cia pela Rede oferece um sistema de conferência pela Rede que permite a criação de sub-salas dentro de uma única conferência pela Rede, em que cada subsala oferece uma visua-lização nomeada em cada subsistema funcional da conferência pela Rede, com ou sem ní-veis de permissão separados em cada visualização. Cada subsala também pode ofereceruma visualização nomeada dos conteúdos da conferência pela Rede, com ou sem níveis depermissão separados em cada visualização.
A intenção deste Sumário é a de apresentar, de maneira simplificada, uma seleçãode conceitos que são descritos em detalhes a seguir na Descrição Detalhada. O presentesumário não tem a intenção de identificar aspectos cruciais ou essenciais da matéria reivin-dicada, e não deve ser usado para ajudar a determinar o âmbito da matéria reivindicada.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é um diagrama de blocos de alto nível ilustrando um ambiente exemplifi-cativo no qual opera de forma ilustrativa um sistema de conferência pela Rede.
A Figura 2 é um diagrama de blocos que ilustra os componentes selecionados deuma conferência pela Rede, de acordo com algumas concretizações.
A Figura 3 é um diagrama de blocos que ilustra os componentes selecionados deum subsistema funcional, de acordo com algumas concretizações.
A Figura 4 é um diagrama de blocos que ilustra um proxy de escopo magro (thin)criado por um subsistema funcional "ciente do escopo", de acordo com algumas concretiza-ções.
A Figura 5 é um diagrama de blocos que ilustra um proxy de escopo definido criadopor um subsistema funcional que não é "ciente do escopo", de acordo com algumas concre-tizações.
A Figura 6 é um fluxograma ilustrando as etapas ilustrativas realizadas por um a-presentador de reunião para criar uma subsala dentro de uma reunião, de acordo com al-gumas concretizações.
A Figura 7 é um fluxograma que ilustra o processamento de um gerenciador de es-copo para criar uma subsala, de acordo com algumas concretizações.
A Figura 8 é um fluxograma que ilustra o processamento de um subsistema funcio-nal para criar um proxy de escopo definido, de acordo com algumas concretizações.
A Figura 9 é um fluxograma que ilustra o processamento de um subsistema funcio-nal para associar participantes da reunião a uma subsala, de acordo com algumas concreti-zações.
A Figura 10 é um fluxograma que ilustra o processamento de um subsistema fun-cional para destruir uma subsala, de acordo com algumas concretizações.
DESCRIÇÃO DETALHADA
A presente invenção refere-se a um método, sistema e arquitetura para oferecer umsistema de conferência pela Rede que oferece, de maneira eficaz, uma subsala, ou váriassubsalas, dentro de uma única conferência pela Rede (também designada aqui pelos termosalternativos "reunião" ou "reunião virtual"). Em algumas concretizações, a arquitetura do sis-tema de conferência pela Rede proporciona um sistema de conferência pela Rede que per-mite a criação de subsalas dentro de uma única conferência pela Rede, em que cada subsa-5 Ia proporciona uma visualização nomeada em cada subsistema funcional da conferênciapela Rede, com ou sem níveis de permissão separados em cada visualização. Cada subsalatambém pode proporcionar uma visualização nomeada dos conteúdos da conferência pelaRede, com ou sem níveis de permissão separados em cada visualização.
No decorrer da descrição, os termos a seguir terão geralmente os significados aseguir:
O termo "participante sem privilégios" refere-se a um usuário sem privilégios ou aum participante sem privilégios em uma reunião.
O termo "subsala" refere-se a um escopo nomeado.
O termo "subsistema funcional" ou "subsistema interativo" refere-se a um conjuntode recursos apresentados por um sistema de conferência pela Rede. Cada subsistema fun-cional implementa o conjunto de recursos. Um subsistema funcional que é capaz de expres-sar um recurso de escopo definido de si mesmo é considerado como "ciente do escopo", esubsistemas funcionais "cientes do escopo" podem implementar recursos de escopo defini-do usando proxies de escopo definido. Subsistemas funcionais convencionais incluem, massem a isto se restringir, bate-papo, gerenciador de perguntas & respostas (Q&A), comparti-lhamento de aplicativos, lista de participantes sem privilégios, compartilhamento de docu-mentos, quadro de comunicações, transferência de arquivos, áudio, vídeo, visualizador deslides, voz via Protocolo Internet (VolP), gerenciador de lista de participantes sem privilé-gios, entre outros.
O termo "escopo global" refere-se à união de todo o conteúdo de uma reunião, emtodos os escopos, e incluindo conteúdos que não são associados a nenhum escopo especí-fico. O escopo global é, de um ponto de vista conceituai, a sala principal.
O termo "sala principal" refere-se ao escopo global.
O termo "escopo nomeado" é, de um ponto de vista conceituai, um subconjunto doconteúdo disponível no escopo global (por exemplo, sala principal), ou pode ter seu próprioconteúdo, que não é visível a partir do escopo global. Por exemplo, os conjuntos de slidesde todas as salas são visíveis a um apresentador na sala principal. Se o apresentador mo-ver-se para um escopo nomeado, o apresentador será capaz de visualizar apenas os con-juntos de slides designados (ou associados) àquele escopo nomeado.
O termo "participante" refere-se a um usuário que esteja conectado a e em uma re-união em qualquer função.
O termo "apresentador" refere-se a um usuário com privilégios ou a um participantecom privilégios em uma reunião.
O termo "usuário com privilégios" ou "participante com privilégios" refere-se a umapessoa em uma reunião que pode realizar qualquer operação permitida em qualquer conte-údo dentro de qualquer escopo.
O termo "escopo" refere-se a uma parte ou visualização nomeada do conteúdo deuma reunião. Os clientes podem agir sobre os escopos sem ter conhecimento do conteúdoem outros escopos.
O termo "dados de escopo definido" refere-se a um subconjunto dos dados disponí-veis ao subsistema funcional, e que são usados pelo proxy de escopo definido. Por exem-pio, um proxy de escopo definido de um subsistema funcional visualizador de slides pode teracesso a uma lista parcial dos conjuntos de slides disponíveis ao subsistema funcional visu-alizador de slides.
O termo "recurso de escopo definido" refere-se a um recurso que tem um compor-tamento diferente quando em escopos diferentes. Por exemplo, a visualização de slide é umrecurso de escopo definido já que é possível criar e visualizar diferentes conjuntos de slidesa partir de escopos diferentes.
O termo "proxy de escopo definido" refere-se à manifestação de um único escopo.Os subsistemas funcionais implementam recursos de escopo definido usando proxies deescopo definido. Um proxy de escopo definido de um subsistema funcional implementa umsubconjunto de funcionalidades do subsistema funcional dentro do contexto dos dados deescopo definido do subsistema funcional. Sendo assim, um proxy de escopo definido de umsubsistema funcional é uma representação ou personalidade única do subsistema funcional.
O termo "usuário sem privilégios" ou "participante sem privilégios" refere-se a umapessoa em uma reunião que não pode fazer muita coisa a não ser que receba privilégiosespecíficos.
Em algumas concretizações, o sistema de conferência pela Rede incorpora um ge-renciador de escopo que gerencia a criação e a destruição de subsalas dentro de uma con-ferência pela Rede, gerencia o movimento dos usuários (por exemplo, participantes da reu-nião) entre as várias subsalas, incluindo a sala principal, e notifica essas mudanças às par-tes interessadas. O gerenciador de escopo pode ser implementado como um subsistemadentro do sistema de conferência pela Rede. Quando o sistema de conferência pela Rederecebe a solicitação de um usuário para criar uma reunião, o sistema de conferência pelaRede cria um escopo global ou sala principal para a reunião. Dentro do sistema de confe-rência pela Rede, a reunião pode ser composta pelo gerenciador de escopo e um conjuntode subsistemas funcionais determinado pelos recursos cuja disponibilização foi solicitadadurante a reunião. Por exemplo, supondo que o solicitante tenha solicitado que os recursosde compartilhamento de documentos, perguntas & respostas e transferência de arquivossejam disponibilizados durante a reunião, a reunião pode ser composta por instâncias dogerenciador de escopo, do subsistema funcional para compartilhamento de documentos, dosubsistema funcional para perguntas & respostas e do subsistema funcional para transfe-rência de arquivos. As instâncias dos subsistemas funcionais que foram criadas para a reu-nião, junto com seus conteúdos associados, podem ser consideradas, de um ponto de vistaconceituai, como a sala principal da reunião. Em outras palavras, os subsistemas funcionaisque foram criados para a reunião, junto com seus conteúdos associados, indicam a salaprincipal da reunião. O gerenciador de escopo dentro da reunião é informado sobre todos osoutros subsistemas funcionais da reunião, e o gerenciador de escopo responde a comandospara criar novas subsalas (isto é, escopos) ou destruir subsalas existentes (isto é, escopos)dentro da reunião ao emitir comandos (ou solicitações ou eventos etc.) aos subsistemasfuncionais da reunião.
Em algumas concretizações, quando um usuário solicita entrar na reunião, o siste-ma de conferência pela Rede conecta o cliente do usuário ao gerenciador de escopo e acada um dos subsistemas funcionais que fazem parte da reunião. Dessa maneira, quando oparticipante da reunião entra pela primeira vez na reunião, o cliente do participante da reuni-ão interage diretamente com cada subsistema funcional da reunião, fazendo com que o par-ticipante da reunião participe da sala principal da reunião. Cada participante da reunião re-cebe privilégios que especificam as ações que o participante da reunião pode realizar en-quanto interage na sala principal. Os privilégios podem ter sido especificados pelo apresen-tador da reunião.
O sistema de conferência pela Rede pode oferecer uma interface com o usuário pe-la qual o apresentador da reunião, ou outro usuário com privilégios que possui os privilégiosnecessários, pode solicitar a criação de uma subsala dentro da reunião. Quando o sistemade conferência pela Rede recebe uma solicitação para criar uma subsala, o componentegerenciador de escopo da reunião cria um escopo para a subsala solicitada dentro da reuni-ão, gera um Identificador (ID) de escopo único para o escopo recém-criado e nomeia o es-copo. O nome pode ter sido informado pelo apresentador que solicitou a criação da subsala.Em seguida, o gerenciador de escopo ordena que cada um dos subsistemas funcionais dareunião crie um proxy de escopo definido para o ID de escopo. Cada subsistema funcionalda reunião responde criando um proxy de escopo definido para si mesmo e atribuindo o IDde escopo específico ao proxy de escopo definido para dar suporte ao escopo recém-criado.Cada subsistema funcional da reunião é exposto em uma subsala por meio de seu proxy deescopo definido. O conjunto ou grupo de proxies de escopo definido criado para dar suporteao escopo forma ou compreende a subsala dentro da reunião.
Em algumas concretizações, o proxy de escopo definido é implementado como umproxy "magro", que age como um filtro ou armazenamento temporário para seu subsistemafuncional correspondente. Em uma implementação de proxy magro, o conteúdo (por exem-plo, dados, arquivos, conjuntos de slides etc.) associado ao subsistema funcional e a lógicae processamento necessários para oferecer o recurso permanecem com o subsistema fun-cional.
O proxy de escopo definido contém a lógica para aplicar permissões pela filtragemde solicitações para realizar uma ação na subsala.
Por exemplo, quando o proxy de escopo definido recebe a solicitação para realizaruma ação, o proxy de escopo definido verifica as permissões do participante da reunião quesolicitou a ação em relação aos privilégios atribuídos ao participante dentro da subsala. Se oproxy de escopo definido determinar que o participante que solicitou a reunião possui privi-légios suficientes para realizar a ação dentro da subsala, o proxy de escopo definido passaa solicitação da ação para seu subsistema funcional correspondente, e o subsistema funcio-nal correspondente processa a ação solicitada como se a ação estivesse sendo realizada nasubsala. De forma diferente, se o proxy de escopo definido determinar que o participanteque solicitou a reunião não tem privilégios suficientes para realizar a ação dentro da subsa-la, o proxy de escopo definido pode gerar uma resposta de erro adequada.
Em algumas concretizações, um ou mais dos proxies de escopo definido criadospara uma subsala podem conter parte ou toda a lógica para realizar o processamento ne-cessário para oferecer o recurso. Por exemplo, um ou mais dos subsistemas funcionais po-dem não dar suporte à criação de proxies "magros". Quando tal subsistema funcional recebeuma solicitação do gerenciador de escopo para criar um proxy de escopo definido para umID de escopo (por exemplo, uma subsala), o subsistema funcional pode criar outra instânciade si mesmo e atribuir o ID de escopo específico à sua própria instância criada. Dessa for-ma, o sistema de conferência pela Rede pode dar suporte a subsistemas funcionais que nãosão capazes de criar proxies magros, e os recursos oferecidos por esses subsistemas fun-cionais podem ainda ser oferecidos nas subsalas junto com os recursos oferecidos pelossubsistemas funcionais "cientes do escopo".
O gerenciador de escopo pode então especificar, a cada subsistema funcional, oconteúdo que o subsistema funcional deve apresentar por meio do proxy de escopo defini-do. Por exemplo, o apresentador que solicitou a subsala pode ter especificado o conteúdoda reunião que deverá ser disponibilizado na subsala. O apresentador pode ter especificadoessa informação no momento da solicitação da criação da subsala ou após a solicitação dacriação da subsala. Cada subsistema funcional da reunião responde apresentando o conte-údo especificado por meio de seu proxy de escopo definido criado para a subsala. O subsis-tema funcional pode apresentar um item do conteúdo ao "marcar" ou indicar de alguma ou-tra forma que o item do conteúdo deve ser disponibilizado pelo proxy de escopo definidocorrespondente à subsala. Em algumas concretizações, o subsistema funcional pode marcarou anotar cada item do conteúdo com metadados que associam o item do conteúdo a umproxy de escopo definido específico ou a vários proxies de escopo definido. Dessa forma, osubsistema funcional não precisa mover fisicamente ou copiar o conteúdo da sala principalpara associar o conteúdo à subsala, e o conteúdo pode ser movido com facilidade de uma5 sala para outra na reunião. O conteúdo também pode ser facilmente associado a várias sa-las dentro da reunião. Além disso, ao anotar cada item do conteúdo, o subsistema funcionalé capaz de alocar recursos separados para cada um de seus proxies de escopo definidocom facilidade. Por exemplo, um subsistema funcional que oferece quadro de avisos podeseparar informações de desenho para cada uma de suas subsalas.
O gerenciador de escopo pode especificar a cada subsistema funcional os partici-pantes da reunião que serão designados à subsala, e as permissões de cada participantedentro da subsala. Por exemplo, o apresentador que solicitou a subsala pode ter especifica-do os participantes da reunião que participarão na subsala, e todas as permissões dos parti-cipantes na subsala. O apresentador pode ter especificado essa informação no momento dasolicitação da criação da subsala ou após a solicitação da criação da subsala. Cada subsis-tema funcional da reunião responde conectando cada um dos clientes dos participantes dareunião ao proxy de escopo definido criado para a subsala pelo subsistema funcional. Emalgumas concretizações, o subsistema funcional pode associar uma lista de controle de a-cesso (ACL) ao proxy de escopo definido e manter as informações relacionadas à designa-ção dos participantes da reunião ao proxy de escopo definido (isto é, informações com res-peito aos participantes que foram designados à subsala) e os privilégios de cada participan-te na subsala na ACL. Dessa forma, o cliente de um participante da reunião interage comuma subsala específica ao interagir com cada subsistema funcional por meio do proxy deescopo definido que o subsistema apresentou para aquela subsala. Além disso, a ACL per-mite que cada proxy de escopo definido de um subsistema funcional imponha diferentespermissões. Isso permite que um participante da reunião tenha mais direitos ao operar pormeio de um proxy de escopo definido (por exemplo, uma subsala) do que o participante teriaao operar por meio de um proxy de escopo definido diferente (por exemplo, outra subsala).Em algumas concretizações, o subsistema funcional mantém a conexão entre o cliente e osubsistema funcional (por exemplo, a conexão do cliente à sala principal) mesmo quando ocliente é conectado a um proxy de escopo definido (por exemplo, a conexão do cliente auma subsala).
Em algumas concretizações, o subsistema funcional também pode manter um re-gistro que indica, para cada participante da reunião, as salas da reunião (por exemplo, salaprincipal e qualquer uma ou mais dentre as subsalas) às quais o participante é designado. Osubsistema funcional também pode manter um registro da sala em que determinado partici-pante está operando no momento. Isso permite que o subsistema funcional processe açõessolicitadas por um participante da reunião pelo proxy de escopo definido adequado, se aação tiver sido solicitada dentro de uma subsala. Em algumas concretizações, o cliente doparticipante pode fornecer uma indicação da sala na qual o participante está operando. Porexemplo, quando determinado participante é designado a uma subsala, o cliente do partici-pante pode exibir uma interface com o usuário (UI) tal como uma janela, que permite que oparticipante participe na subsala. Quando o participante submete uma solicitação para reali-zar uma ação usando essa Ul, o cliente pode fornecer uma indicação da subsala na qual oparticipante solicitou a ação, e o subsistema funcional pode processar a ação solicitada peloproxy de escopo definido adequado. Dessa forma, um participante da reunião pode ser de-signado a várias salas em uma reunião ao mesmo tempo.
O sistema de conferência pela Rede pode oferecer uma interface com o usuário pe-la qual o apresentador da reunião, ou outro usuário com privilégios que possui os privilégiosnecessários, pode solicitar o término ou o fechamento de uma subsala dentro da reunião.Quando o sistema de conferência pela Rede recebe uma solicitação para fechar uma subsa-la, o gerenciador de escopo instrui cada um dos subsistemas funcionais na reunião a destru-ir o proxy de escopo definido que foi criado para cada um dos subsistemas funcionais paradar suporte à subsala. Cada subsistema funcional da reunião responde destruindo do proxyde escopo definido em questão e designando novamente os participantes da reunião nasubsala de volta à sala principal. Cada subsistema funcional também identifica os itens doconteúdo associados ao proxy de escopo definido destruído e associa novamente os itensdo conteúdo à sala principal.
Em algumas concretizações, o escopo global contém a união dos conteúdos de to-dos os outros escopos. Isso permite que os apresentadores da reunião e outros participan-tes com privilégios observem todas as subsalas em uma reunião ainda que de dentro dasala principal da reunião.
A Figura 1 é um diagrama de blocos de alto nível ilustrando um ambiente exemplifi-cativo no qual opera, de forma ilustrativa, um sistema de conferência pela Rede. O ambienteé apenas um exemplo de um ambiente operacional adequado e não tem a intenção de im-plicar em qualquer limitação ao âmbito de uso ou funcionalidade do sistema de conferênciapela Rede. Conforme representado, o ambiente compreende um sistema de computadorservidor 102 e vários sistemas de computador cliente 104, todos acoplados à rede 106. Osistema de computador servidor serve como uma plataforma de computação na qual umsistema de conferência pela Rede 108 é executado. O sistema de conferência pela Rede"hospeda" várias conferências pela Rede 110 e oferece os serviços de conferência à confe-rência ou aos participantes da reunião 112. Cada participante pode executar um aplicativocliente 114 em seu sistema de computador cliente para acessar o sistema de conferênciapela Rede e participar em uma conferência pela Rede ou de várias conferências pela Rede.Os clientes em execução nos sistemas de computador cliente permitem que os participantesnos sistemas de computador cliente interajam com o sistema de conferência pela Rede. A-penas um sistema de computador servidor é ilustrado na Figura 1 para fins de simplicidade,e os versados na técnica apreciarão que o sistema de conferência pela Rede pode ser dis-tribuído entre vários sistemas de computador servidor.
Em termos gerais, a rede é uma ligação de comunicações que facilita a transferên-cia de conteúdos eletrônicos entre, por exemplo, a máquina de destino conectada, o servi-dor de gerenciamento e os servidores de conteúdo. Em algumas concretizações, a rede in-clui a Internet. Apreciar-se-á que a rede pode ser composta por um ou mais outros tipos deredes, tal como uma rede local, uma rede de longa distância, uma conexão discada ponto aponto, entre outras.
O dispositivo de computação no qual o sistema de conferência pela Rede é imple-mentado, incluindo os sistemas de computação cliente e servidor, pode incluir uma unidadecentral de processamento, memória, dispositivos de entrada (por exemplo, teclado e disposi-tivos de apontamento), dispositivos de saída (por exemplo, dispositivos de exibição) e dispo-sitivos de armazenamento (por exemplo, unidades de disco). A memória e os dispositivos dearmazenamento são meios legíveis por computador que podem conter instruções que im-plementam o sistema de conferência pela Rede. Além disso, as estruturas de dados e estru-turas de mensagem podem ser armazenadas ou transmitidas por meio de um meio detransmissão de dados, tal como um sinal em uma ligação de comunicações. Várias ligaçõesde comunicação podem ser usadas, tal como a Internet, uma rede local, uma rede de longadistância, uma conexão discada ponto a ponto, uma rede de telefones celulares, entre outras.
As concretizações do sistema de conferência pela Rede podem ser implementadasem vários ambientes operacionais que incluem computadores pessoais, computadores ser-vidores, dispositivos portáteis ou laptop, sistemas multiprocessadores, sistemas baseadosem microprocessadores, componentes eletrônicos programados pelo consumidor, câmerasdigitais, PCs de rede, microcomputadores, computadores de grande porte, ambientes decomputação distribuída que incluem qualquer um dos sistemas ou dispositivos acima, entreoutros. Os sistemas de computador podem ser telefones celulares, assistentes digitais pes-soais, telefones inteligentes (smartphones), computadores pessoais, componentes eletrôni-cos programados pelo consumidor, câmeras digitais, entre outros.
O sistema de conferência pela Rede pode ser descrito no contexto geral de instru-ções executáveis por computador, tais como módulos de programa executados por um oumais computadores ou outros dispositivos. Geralmente, os módulos de programa incluemrotinas, programas, objetos, componentes, estruturas de dados, entre outros, que efetuamtarefas específicas ou implementam tipos de dados abstratos específicos. Normalmente, afuncionalidade dos módulos de programa pode ser combinada ou distribuída conforme dese-jado em várias concretizações.
A Figura 2 é um diagrama de blocos que ilustra componentes selecionados de umaconferência pela Rede 202, de acordo com algumas concretizações. Conforme representa-do, a conferência pela Rede compreende um gerenciador de escopo 204 e vários subsiste-mas funcionais 206. O gerenciador de escopo gerencia a criação, destruição e nomeação deescopos, bem como qualquer informação pertinente ao gerenciamento dos subsistemasfuncionais contidos na conferência pela Rede, além dos proxies de escopo definido dossubsistemas funcionais. Cada subsistema funcional oferece um recurso ou conjunto de re-cursos apresentados na conferência pela Rede por meio do sistema de conferência pelaRede. Os subsistemas funcionais incluem, sem a isto se restringirem, bate-papo, comparti-lhamento de aplicativos, lista de participantes sem privilégios, compartilhamento de docu-mentos, quadro de comunicações, transferência de arquivos, áudio, vídeo etc. Conformerepresentado na Figura 2, cada subsistema funcional é ilustrado em associação a váriosproxies de escopo definido 208a-c. Quando se ordena que um subsistema funcional crieuma subsala com um ID de escopo específico, o subsistema funcional cria um proxy de es-copo definido para si mesmo. Cada um dos proxies de escopo definido oferecer uma visuali-zação nomeada em seu subsistema funcional correspondente, e o grupo de proxies de es-copo definido com o mesmo nome ou ID de escopo oferece uma única visualização em ummodelo ou subsala de dados compartilhados comum dentro da conferência pela Rede. Atítulo exemplificativo, o grupo de proxies de escopo definido 208a compreende uma subsala,o grupo de proxies de escopo definido 208b compreende outra subsala e o grupo de proxiesde escopo definido 208c compreende ainda outra subsala dentro da mesma conferênciapela Rede.
A Figura 3 é um diagrama de blocos que ilustra os componentes selecionados deum subsistema funcional 302, de acordo com algumas concretizações. Conforme represen-tado, o subsistema funcional compreende um componente funcional 304, uma lista de con-trole de acesso (ACL) do subsistema funcional 306, vários conteúdos 308a-n e vários proxi-es de escopo definido 312. O componente funcional oferece as funcionalidades associadasao recurso, ou aos recursos, oferecido pelo subsistema funcional. Por exemplo, se o subsis-tema funcional oferecer recursos de compartilhamento de arquivos, o componente funcionalcontém a lógica que implementa as funcionalidades de compartilhamento de arquivos. AACL do subsistema funcional especifica as permissões ou os direitos de acesso associadosao subsistemas funcional. Por exemplo, a ACL do sistema funcional pode especificar os di-reitos que cada participante ou grupo de participantes tem ao interagir diretamente com osubsistema funcional. Visto que o escopo global de uma conferência pela Rede é compostopelos próprios subsistemas funcionais, interagir com o subsistema funcional é semelhante ainteragir na sala principal da conferência pela Rede. Sendo assim, a ACL do subsistemafuncional especifica os direitos do participante enquanto participando da sala principal daconferência pela Rede. O conteúdo é uma informação, tal como, por exemplo, um arquivo,documento ou recurso separado etc., que está no ou associado ao subsistema funcional.
Por exemplo, no caso de um subsistema funcional de compartilhamento de arquivos, umitem do conteúdo pode ser um arquivo específico. No caso de um subsistema funcionalQ&A, um item do conteúdo pode ser um conjunto de perguntas e respostas. No caso de umsubsistema funcional visualizador de slides, um item do conteúdo pode ser um conjunto es-pecífico de slides. Cada item do conteúdo 308a-n é associado a uma lista correspondentede escopos associados 310a-n. A lista de escopos associados é composta por metadadosque especificam os escopos aos quais o item associado do conteúdo está associado. Emalgumas concretizações, cada item do conteúdo é sempre associado ao escopo global,mesmo quando o item do conteúdo está adicionalmente associado a um ou mais escoposnomeados. Cada um dos proxies de escopo definido oferece uma representação de proxydo subsistema funcional e funciona como um conduto a um subconjunto nomeado dos con-teúdos do subsistema funcional. Cada proxy de escopo definido 312 é associado a um ID deescopo 314 correspondente. Cada ID de escopo identifica somente um escopo nomeadodentro da conferência pela Rede, e o grupo de proxies de escopo definido associados aomesmo ID de escopo apresenta uma única visualização nomeada nos conteúdos da confe-rência pela Rede.
A Figura 4 é um diagrama de blocos que ilustra um proxy de escopo magro 402 cri-ado por um subsistema funcional "ciente do escopo", de acordo com algumas concretiza-ções. O proxy de escopo magro é uma manifestação do subsistema funcional em um esco-po nomeado da conferência pela Rede. Conforme representado, o proxy de escopo magrocompreende um componente de filtragem 404 e uma lista de controle de acesso (ACL) doproxy 406. A ACL do proxy especifica as permissões ou os direitos de acesso concedidosaos participantes da conferência pela Rede enquanto interagindo por meio do proxy de es-copo magro. O componente de filtragem filtra as ações solicitadas por meio do proxy de es-copo magro de acordo com os privilégios e direitos especificados na ACL do proxy. Por e-xemplo, quando o proxy de escopo magro recebe uma solicitação para realizar uma ação, ocomponente de filtragem verifica a ação solicitada em relação à ACL do proxy com o intuitode determinar se a ação solicitada é uma ação autorizada. Ao determinar que a ação solici-tada é uma ação autorizada, o componente de filtragem encaminha a ação solicitada aocomponente funcional do subsistema funcional para o processamento da ação. O proxy deescopo magro contém a lógica de filtragem e não a funcionalidade de recursos.
A Figura 5 é um diagrama de blocos que ilustra um proxy de escopo definido 502criado por um subsistema funcional que não é "ciente do escopo", de acordo com algumasconcretizações. Conforme representado, o proxy de escopo definido compreende um com-ponente funcional 504 e uma lista de controle de acesso (ACL) do proxy 506. A ACL doproxy especifica as permissões ou os direitos de acesso concedidos aos participantes daconferência pela Rede enquanto interagindo por meio do proxy de escopo definido. O com-ponente funcional é uma instância da lógica que implementa as funcionalidades associadasao recurso, ou aos recursos, oferecido pelo subsistema funcional. O componente funcionalprocessa as ações solicitadas por meio do proxy de escopo definido de acordo com os privi-légios e direitos especificados na ACL do proxy. Nesta concretização, o componente funcio-nal é semelhante ao componente funcional descrito na Figura 4 visto que o componentefuncional processa as ações solicitadas.
A Figura 6 é um fluxograma ilustrando as etapas ilustrativas realizadas por um a-presentador de reunião para criar uma subsala dentro de uma reunião, de acordo com al-gumas concretizações. A título exemplificativo, um apresentador de reunião, enquanto parti-cipando de uma reunião oferecida pelo sistema de conferência pela Rede, pode decidir criaruma subsala dentro da reunião. No bloco 602, o apresentador da reunião especifica um no-me para a subsala da reunião. No bloco 604, o apresentador da reunião especifica os parti-cipantes da reunião que passarão para a subsala. Para cada participante da reunião especi-ficado (bloco 606), o apresentador da reunião especifica as permissões para o participanteda reunião dentro da subsala no bloco 608, até que as permissões para todos os participan-tes da reunião especificados tenham sido especificadas (bloco 610). No bloco 612, o apre-sentador da reunião envia a solicitação para criar a subsala dentro da reunião. O apresenta-dor da reunião pode entrar com as informações solicitadas para solicitar a subsala por meiode uma IU apresentada no cliente do apresentador pelo sistema de conferência pela Rede.
Os recursos que serão oferecidos na subsala podem ser determinados a partir dos privilé-gios especificados para cada um dos participantes da reunião. Em algumas concretizações,o apresentador da reunião também pode especificar explicitamente os recursos que serãooferecidos na subsala. Em algumas concretizações, o apresentador da reunião pode especi-ficar os conteúdos que serão disponibilizados dentro da subsala.
Os versados na técnica apreciarão que, para este e outros processos e métodosrevelados pelo presente documento, as funções realizadas nos processos e métodos podemser implementadas em ordens diferentes. Além do mais, as etapas delineadas são mera-mente exemplificativas e algumas etapas podem ser opcionais, combinadas em menos eta-pas ou expandidas em etapas adicionais.
A Figura 7 é um fluxograma que ilustra o processamento de um gerenciador de es-copo para criar uma subsala, de acordo com algumas concretizações. No bloco 702, o com-ponente gerenciador de escopo de uma reunião recebe uma solicitação para criar uma sub-sala dentro da reunião. No bloco 704, o gerenciador de escopo verifica se o usuário quesolicitou a criação da subsala tem autorização para criar uma subsala. Se o usuário não temautorização para criar uma subsala, então, no bloco 706, o gerenciador de escopo notifica oerro. Caso contrário, se o usuário que solicitou a criação da subsala tem autorização paracriar uma subsala, então, no bloco 708, o gerenciador de escopo instrui cada subsistemafuncional na reunião a criar um proxy de escopo definido com um nome específico. O nomeespecífico pode ser o nome da subsala especificado pelo solicitante da subsala. Em algu-mas concretizações, o gerenciador de escopo pode criar um ID de escopo que identificasomente a subsala solicitada dentro da reunião, associar o ID de escopo ao nome da subsa-la e instruir cada subsistema funcional da reunião que crie um proxy de escopo definido eidentifique o proxy de escopo com o ID de escopo.
No bloco 710, o gerenciador de escopo verifica se a subsala foi criada com êxito.Por exemplo, o gerenciador de escopo determina se recebeu uma indicação de que cadaum dos subsistemas criou com êxito um proxy de escopo definido. Se a subsala não foi cria-da com êxito, então, no bloco 712, o gerenciador de escopo notifica o erro. Caso contrário,se a subsala tiver sido criada com êxito, então, no bloco 714, o gerenciador de escopo noti-fica a criação bem sucedida da subsala solicitada. Por exemplo, o gerenciador de escopopode fazer com que uma indicação apareça no cliente do solicitante da subsala que indica acriação bem sucedida da subsala. No bloco 716, o gerenciador de escopo informa a cadaum dos participantes com privilégios da reunião quanto à criação da subsala dentro da reu-nião.
Em seguida, para cada subsistema funcional na reunião (bloco 718), o gerenciadorde escopo põe em prática os blocos 720-722, até que todos os subsistemas funcionais dareunião sejam processados (bloco 722). No bloco 720, o gerenciador de escopo informa aosubsistema funcional quanto os participantes que participarão por meio do proxy de escopodefinido exibido pelo subsistema funcional. No bloco 722, o gerenciador de escopo informaao subsistema funcional quanto às permissões de cada participante enquanto participandopor meio do proxy de escopo definido. Os versados na técnica apreciarão que, dependendodas permissões especificadas pelo usuário que solicitou a subsala, um ou mais dos subsis-temas funcionais podem não ter todos os participantes participando por meio de seu proxyde escopo definido. Isso permite que uma subsala não ofereça um recurso ou recursos ofe-recidos na sala principal da reunião. No bloco 726, o gerenciador de escopo informa a cadaum dos participantes que foi designado à subsala quanto à designação à subsala. Em algu-mas concretizações, o gerenciador de escopo pode oferecer uma indicação da designação auma subsala ao cliente do participante, e o cliente pode exibir uma IU que inclui uma indica-ção da designação à subsala. A IU exibida também pode oferecer um interface por meio daqual o participante pode operar dentro da subsala.
Em algumas concretizações, o gerenciador de escopo pode criar uma subsala vaziadentro de uma reunião. Por exemplo, o apresentador da reunião pode ter solicitado a cria-ção de um subsala, mas pode não ter especificado os participantes da reunião designados àsubsala. Nesse caso, o gerenciador de escopo cria uma subsala vazia dentro da reunião epode posteriormente posicionar participantes da reunião na subsala. Por exemplo, o apre-sentador da reunião que solicitou a subsala, ou outro usuário privilegiado com permissões osuficiente, pode designar alguns ou todos os participantes da reunião para uma subsala e-xistente. Em algumas concretizações, o gerenciador de escopo pode designar automatica-mente algum ou todos os participantes da reunião para a subsala, em vez de criar uma sub-sala vazia.
A Figura 8 é um fluxograma que ilustra o processamento de um subsistema funcio-nal para criar um proxy de escopo definido, de acordo com algumas concretizações. No blo-co 802, o subsistema funcional recebe uma indicação para criar um proxy de escopo defini-do. No bloco 804, o subsistema funcional cria o proxy de escopo definido solicitado. No blo-co 806, o subsistema funcional verifica se foi possível criar com êxito o proxy de escopo de-finido. Se o subsistema funcional não tiver sido capaz de criar com êxito o proxy de escopodefinido, então, no bloco 808, o subsistema funcional notifica o erro. Por exemplo, o subsis-tema funcional pode retornar um erro ao gerenciador de escopo informando ao gerenciadorde escopo quanto à criação malsucedida do proxy de escopo definido solicitado. Caso con-trário, se o subsistema funcional não tiver sido capaz de criar com êxito o proxy de escopodefinido, então, no bloco 810, o subsistema funcional associa um nome ao proxy de escopodefinido criado. O nome pode ser o nome da subsala representada pelo proxy de escopodefinido. No bloco 812, o subsistema funcional notifica a criação bem sucedida do proxy deescopo definido solicitado, por exemplo, ao gerenciador de escopo.
A Figura 9 é um fluxograma que ilustra o processamento de um subsistema funcio-nal para associar participantes da reunião a uma subsala, de acordo com algumas concreti-zações. No bloco 902, o subsistema funcional recebe informações com respeito aos partici-pantes da reunião que participarão por meio do proxy de escopo definido. No bloco 904, osubsistema funcional recebe informações com respeito às permissões de cada participanteenquanto participando por meio do proxy de escopo definido. No bloco 906, o subsistemafuncional cria uma ACL do proxy para o proxy de escopo definido. Em algumas concretiza-ções, o subsistema funcional associa um item ou itens do conteúdo ao proxy de escopo de-finido. Por exemplo, para cada item do conteúdo especificado a ser disponibilizado por meiodo proxy de escopo definido, o subsistema pode incluir na lista de escopos associados decada item do conteúdo uma indicação do escopo representado pelo proxy de escopo defini-do. Em algumas concretizações, para cada participante designado à subsala, o subsistemafuncional conecta o cliente do participante ao proxy de escopo definido que foi criado para asubsala pelo subsistema funcional.A Figura 10 é um fluxograma que ilustra o processamento de um subsistema fun-cional para destruir uma subsala, de acordo com algumas concretizações. A título exemplifi-cativo, um componente gerenciador de escopo de uma reunião pode ordenar que cada umdos subsistemas funcionais feche ou destrua uma subsala criada dentro da reunião. No blo-co 1002, o subsistema funcional recebe uma indicação para destruir uma subsala. No bloco1004, o subsistema funcional move todos os participantes que estavam participando da sub-sala de volta à sala principal da reunião. No bloco 1006, o subsistema funcional restaura osprivilégios de cada participante na sala principal. Por exemplo, um participante pode ter re-cebido privilégios diferentes na subsala em relação à sala principal da reunião. Quando esseparticipante voltar à sala principal, o subsistema funcional restaura os privilégios do partici-pante para os privilégios designados ao participante na sala principal.
No bloco 1008, o subsistema funcional informa aos participantes quanto à remoçãoda subsala. Em algumas concretizações, o subsistema funcional pode enviar uma indicaçãoda remoção do participante da subsala ao cliente do participante. O cliente pode então en-viar uma indicação da remoção da sala principal e remover ou deixar de exibir a IU que per-mitia que o participante operasse dentro da subsala. O cliente pode exibir ou exibir nova-mente a IU à sala principal da conferência pela Rede. No bloco 1010, o subsistema funcio-nal move todos os conteúdos associados à subsala para a sala principal da reunião. Porexemplo, para cada item do conteúdo associado à subsala, o subsistema funcional poderemover de sua lista de escopos associados a indicação do escopo que será destruído (porexemplo, a subsala), e, se não estiver presente, incluir na lista de escopos associados umaindicação do escopo global (por exemplo, a sala principal). No bloco 1012, o subsistemafuncional destrói a subsala. Por exemplo, o subsistema funcional destrói o proxy de escopodefinido que o subsistema funcional criou para a subsala.
Embora a matéria reivindicada tenha sido descrita em linguagem específica aos as-pectos estruturais e/ou procedimentos metodológicos, entender-se-á que a matéria definidanas reivindicações anexas não se limita necessariamente aos aspectos ou procedimentosespecíficos descritos. Em vez disso, os aspectos e procedimentos específicos descritos a-cima são revelados como formas exemplificativas de se implementar as reivindicações.
Claims (20)
1. Método para proporcionar uma subsala em um sistema de conferência pela Re-de, o método sendo CARACTERIZADO por compreender:proporcionar uma conferência pela Rede composta por vários subsistemas funcio-nais, cada subsistema funcional proporcionando um recurso ou vários recursos na conferên-cia pela Rede, em que os vários subsistemas funcionais indicam uma sala principal da con-ferência pela Rede;quando o sistema de conferência pela Rede receber uma solicitação para criar umaprimeira subsala com um primeiro nome dentro da conferência pela Rede (702),criar um primeiro proxy de escopo definido para cada um dos vários subsistemasfuncionais (804), cada um dos primeiros proxies de escopo definido proporcionando umavisualização de seu subsistema funcional correspondente; eassociar o primeiro nome a cada um dos primeiros proxies de escopo definido(810), em que o grupo dos primeiros proxies de escopo definido associado ao primeiro nomeindica a primeira subsala dentro da conferência pela Rede, e também em que os participan-tes da reunião designados para a primeira subsala participam da primeira subsala interagin-do com os vários subsistemas funcionais por meio do primeiro proxy de escopo definido decada subsistema funcional.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de quepelo menos um dos primeiros proxies de escopo definido é um proxy de escopo magro(thin).
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO por adicionalmen-te compreender:designar pelo menos um participante da conferência pela Rede à primeira subsala(902); ecriar uma ACL para cada um dos primeiros proxies de escopo definido (906),em que a ACL especifica, para cada participante da reunião designado à primeirasubsala, as permissões do participante da reunião enquanto participa da primeira subsala.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de queas permissões do participante da reunião especificam as ações que o participante da reuni-ão pode realizar enquanto participa da primeira subsala.
5. Método, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de queas permissões do participante da reunião especificam os conteúdos aos quais o participanteda reunião tem permissão para manipular enquanto participa da primeira subsala.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO por adicionalmen-te compreender especificar, para cada um dos primeiros proxies de escopo definido, o con-teúdo que será apresentado por meio do primeiro proxy de escopo definido.
7. Método, de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADO pelo fato de que oconteúdo especificado é um subconjunto dos conteúdos do subsistema funcional correspon-dente.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO por adicionalmen-te compreender:quando o sistema de conferência pela Rede receber uma solicitação para criar umasegunda subsala com um segundo nome dentro da conferência pela Rede (702),criar um segundo proxy de escopo definido para cada um dos vários subsistemasfuncionais (804), cada um dos segundos proxies de escopo definido proporcionando umavisualização de seu subsistema funcional correspondente; eassociar o segundo nome a cada um dos segundos proxies de escopo definido(810), em que o grupo dos segundos proxies de escopo definido associado ao segundo no-me compreende a segunda subsala dentro da conferência pela Rede, e também em que osparticipantes da reunião designados para a segunda subsala participam da segunda subsalainteragindo com os vários subsistemas funcionais por meio do segundo proxy de escopodefinido de cada subsistema funcional.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO por adicionalmen-te compreender, ao criar com êxito a primeira subsala dentro da conferência pela Rede, in-formar a cada participante com privilégios na conferência pela Rede quanto à criação daprimeira subsala.
10. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO por adicional-mente compreender:quando o sistema de conferência pela Rede receber uma solicitação para destruiruma primeira subsala dentro da conferência pela Rede (1002),mover todos os participantes da reunião designados à primeira subsala de volta pa-ra a sala principal da conferência pela Rede (1004), emover todo o conteúdo associado à primeira subsala para a sala principal da confe-rência pela Rede (1010).
11. Método, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADO por adicional-mente compreender informar a todos os participantes da reunião movidos da primeira sub-sala sobre a sua remoção da primeira subsala (1008).
12. Método, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADO por adicional-mente compreender, para cada participante da reunião movido da primeira subsala de voltaà sala principal da conferência pela Rede, restaurar os privilégios do participante da reuniãona sala principal (1006).
13. Sistema de conferência pela Rele com definição de escopos de subsistema,CARACTERIZADO por compreender:um componente que proporciona pelo menos uma reunião virtual, a reunião virtualcompreendendo:um componente gerenciador de escopo (204) que gerencia a criação e a destruiçãode subsalas dentro da reunião virtual; epelo menos um subsistema funcional (206) que, ao receber uma instrução para cri-ar uma subsala, cria um proxy de escopo definido (208) para si mesmo, o proxy de escopoproporcionando uma manifestação do subsistema funcional na subsala, o proxy de escopodefinido representando uma visualização nomeada dos conteúdos do subsistema funcional,de modo que um cliente interagindo na subsala interaja com o subsistema funcional pormeio do proxy de escopo definido criado para a subsala pelo subsistema funcional.
14. Sistema, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pelo fato deque o subsistema funcional adicionalmente apresenta um item do conteúdo no subsistemafuncional por meio do proxy de escopo definido.
15. Sistema, de acordo com a reivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato deque a apresentação do item do conteúdo por meio do proxy de escopo definido inclui anotaro item do conteúdo sem mover fisicamente o item do conteúdo.
16. Sistema, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pelo fato deque o subsistema funcional adicionalmente erra uma ACL para o proxy de escopo definido,em que a ACL especifica permissões para os participantes da reunião que estão interagindopor meio do proxy de escopo definido.
17. Meio legível por computador contendo instruções para um sistema de conferên-cia pela Rede (108) para proporcionar uma subsala dentro de uma reunião virtual por meiode um método CARACTERIZADO por compreender:proporcionar uma reunião virtual composta por vários subsistemas funcionais (206),cada subsistema funcional proporcionando um recurso ou vários recursos na conferênciapela Rede;quando o sistema de conferência pela Rede receber uma solicitação para criar umasubsala com um nome dentro da reunião virtual (702),gerar um ID de escopo (314);associar o ID de escopo ao nome;criar um proxy de escopo definido para cada um dos vários subsistemas funcionais(708), cada um dos proxies de escopo definido proporcionando uma visualização de seusubsistema funcional correspondente; edesignar o ID de escopo a cada um dos proxies de escopo definido, de modo que ogrupo dos proxies de escopo definido com o mesmo ID de escopo indique a subsala com onome dentro da reunião virtual.
18. Meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO por incluir apresentar conteúdos por meio da subsala anotando os con-teúdos para associar os conteúdos ao proxy de escopo definido sem mover fisicamente osconteúdos.
19. Meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO por incluir criar uma ACL para cada um dos proxies de escopo definido,em que a ACL especifica permissões para os participantes da reunião que estão interagindopor meio de seu proxy de escopo definido correspondente.
20. Meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 17,CARACTERIZADO pelo fato de que cada um dos proxies de escopo definido é um proxy deescopo magro que filtra ações que são solicitadas por meio do proxy de escopo magro paradeterminar se as ações são autorizadas.
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