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BRPI0707451A2 - métodos de drenagem e de manutenção de uma pluralidade de processos hidrodinámicos para drenagem adequada de lìquido ou água a partir de uma quantidade de papel ou pasta de fibra e dispositivos respectivos, incluindo utilizáveis com uma prancha de formação ou um sistema de drenagem - Google Patents

métodos de drenagem e de manutenção de uma pluralidade de processos hidrodinámicos para drenagem adequada de lìquido ou água a partir de uma quantidade de papel ou pasta de fibra e dispositivos respectivos, incluindo utilizáveis com uma prancha de formação ou um sistema de drenagem Download PDF

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Publication number
BRPI0707451A2
BRPI0707451A2 BRPI0707451-4A BRPI0707451A BRPI0707451A2 BR PI0707451 A2 BRPI0707451 A2 BR PI0707451A2 BR PI0707451 A BRPI0707451 A BR PI0707451A BR PI0707451 A2 BRPI0707451 A2 BR PI0707451A2
Authority
BR
Brazil
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drainage
water
paper
blade
maintaining
Prior art date
Application number
BRPI0707451-4A
Other languages
English (en)
Inventor
Y Lopez Caram Luis Fernanado Cabrera
Original Assignee
Luis Fernando Cabrera Y Lopez Caram
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Luis Fernando Cabrera Y Lopez Caram filed Critical Luis Fernando Cabrera Y Lopez Caram
Publication of BRPI0707451A2 publication Critical patent/BRPI0707451A2/pt

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    • DTEXTILES; PAPER
    • D21PAPER-MAKING; PRODUCTION OF CELLULOSE
    • D21FPAPER-MAKING MACHINES; METHODS OF PRODUCING PAPER THEREON
    • D21F1/00Wet end of machines for making continuous webs of paper
    • D21F1/48Suction apparatus
    • D21F1/483Drainage foils and bars

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Abstract

Métodos de Drenagem e de Manutenção de uma Pluralidade de Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Liquido ou água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra e Dispositivos Respectivos, Incluindo tJtilizáveis com uma Prancha de Formação ou um Sistema de Drenagem" A invenção relaciona-se com um equipamento usado na formação de papel. Mais especificamente, a presente invenção é direcionada para um equipamento para manter os processos hidrodinamicos envolvidos na formação de uma esteira de fibra ou lâmina de papel. O desempenho deste equipamento não é afetado pela velocidade da máquina de papel, o peso de base da lãmina de papel e/ou a espessura da esteira que estiver sendo formada.

Description

"Métodos de Drenagem e de Manutenção de uma Pluralidade deProcessos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquido ouÁgua a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra eDispositivos Respectivos, Incluindo Utilizáveis com uma Pranchade Formação ou um Sistema de Drenagem"
Relatório Descritivo
Campo da Invenção
A presente invenção é direcionada para um equipamentousado na formação de papel. Mais especificamente, a presente inven-ção é dirigida para um equipamento para manter os processos hidrodi-nâmicos envolvidos na formação de uma esteira de fibra. O desempe-nho deste equipamento não é afetado pela velocidade da máquina depapel, pelo peso de base da lâmina de papel e/ou a espessura da esteiraque está sendo formada.
Antecedentes da Invenção
Em geral, é bem conhecido na indústria de fabrico de papelque a drenagem adequada de líquidos a partir da matéria-prima depapel sobre um tecido de formação é uma etapa importante paraassegurar um produto de qualidade. Isto é feito através do uso delâminas de fólios de drenagem normalmente localizados na extremidadeúmida da máquina, por exemplo, uma máquina de papel de Fourdrini-er. (Note-se que o termo de lâmina de drenagem, conforme aqui usado,pretende incluir lâminas ou fólios que ocasionem a drenagem ouatividade de matéria-prima ou ambas). Uma ampla variedade deprojetos diferentes para estas lâminas estão disponíveis hoje. Tipica-mente, estas lâminas proporcionam uma superfície de suporte para ofoi ou tecido de formação com uma parte de arrasto para a retirada deágua, que angula em afastamento do fio. Isto cria um intervalo entre asuperfície da lâmina e o tecido que causa o vácuo entre a lâmina e otecido. Isto não só drena água para fora do tecido, mas também poderesultar em empurrar o tecido para baixo. Quando o vácuo termina, otecido retorna à sua posição, o que pode resultar numa pulsaçãoatravés da matéria-prima, que pode ser desejável para a distribuição dematéria-prima. A atividade (causada pela deflexão do fio) e a quantida-de de água drenada a partir da lâmina estão diretamente relacionadascom o vácuo gerado pela lâmina e, portanto, para cada um. A drena-gem e a atividade por essas lâminas podem ser aumentadas colocandoa lâmina ou lâminas numa câmara de vácuo. A relação direta entre adrenagem e a atividade é desejável, porque, embora a atividade sejasempre desejável, a drenagem em demasia nos primeiros estágios noprocesso de formação de lâmina pode ter efeitos adversos sobre aretenção de fibras e carga. A drenagem rápida pode também ocasionara vedação de lâminas, tornando mais difícil a remoção subseqüente deágua. A tecnologia existente força o fabricante de papel a um compro-misso com a atividade pretendida, a fim de diminuir a drenagem nosprimeiros estágios.
A drenagem pode ser realizada por via de uma transferênciade líquido para líquido, como aquela ensinada na Patente US 3.823.062para Ward, que é aqui incorporada por referência. Esta referênciaensina a remoção de líquidos através de choques súbitos de pressão namatéria-prima. A referência afirma que a drenagem controlada delíquido para líquido da água a partir da suspensão é menos violenta doque a drenagem convencional.
Um tipo semelhante de drenagem é ensinado na Patente US5.242.547 para Corbellini. Esta Patente ensina a impedir a formação deum menisco (interface ar/água) sobre a superfície do tecido de formaçãoem oposição à lâmina a ser drenada. Esta referência consegue istoinundando a estrutura da caixa de vácuo que contém a(s) lâmina(s) eajustando a drenagem do líquido por um mecanismo de controle. Isto échamado de "Drenagem Submersa". A retirada de água aperfeiçoada édita ocorrer através do uso de sub-pressão atmosférica na caixa desucção.
Além da drenagem, as lâminas são montadas para criaratividade de propósito na suspensão, a fim de proporcionar a distribui-ção desejável do material. Essa lâmina é ensinada, por exemplo, naPatente US 4.789.433 para Fuchs. Esta referência ensina o uso de umalâmina conformada em onda (de preferência tendo uma superfícieáspera de retirada de água) para criar microturbulência na suspensãode fibra.
Outros tipos de lâminas pretendem evitar a turbulência,mas ainda a drenagem de efeito, tal como descrito, por exemplo, naPatente US 4.687.549 para Kallmes. Esta referência ensina a encher ointervalo entre a lâmina e a trama e afirma que a ausência de ar impedea expansão e a cavitação da água no intervalo e elimina substancial-mente quaisquer pulsos de pressão. Várias dessas lâminas e outrosdisposições podem ser encontradas na seguinte técnica anterior:Patentes US 5.951.823; 5.393.382; 5.089.090; 4.838.996; 5.011.577;4.123.322; 3.874.998; 4.909.906; 3.598.694; 4.459.176; 4.544.449;4.425.189; 5.437.769; 3.922.190; 5.389.207; 3.870.597; 5.387.320;3.738.911; 5.169.500 e 5.830.322, que são aqui incorporadas porreferência.
Tradicionalmente, máquinas de papel de velocidade alta ebaixa produzem graus diferentes de papel com uma grande variedadede pesos de base. A formação de lâmina é um processo de hidromecâ-nica e o movimento das fibras segue o movimento do fluido, porque aforça inercial de uma fibra individual é pequena, comparada com oarrasto viscoso no líquido. Os elementos de formação e drenagemafetam três processos hidrodinâmicos principais, que são a drenagem, aatividade da matéria-prima e o cisalhamento orientado. O líquido éuma substância que responde de acordo com forças de cisalhamentoque agem em ou sobre ele. A drenagem é o fluxo através do fio outecido e é caracterizado por uma velocidade de fluxo que é normalmentedependente do tempo.
A atividade da matéria-prima, num sentido idealizado, é aflutuação aleatória na velocidade de fluxo na suspensão fibrosa nãodrenada e geralmente apresenta-se como devida a uma mudança nomomento no fluxo devido ã deflexão do tecido de formação em respostaa forças de drenagem ou como sendo causada pela configuração dalâmina. O efeito predominante da atividade da matéria-prima é quebrarredes e mobilizar fibras em suspensão. O cisalhamento orientado e aatividade da matéria-prima são ambas processos produtores de cisa-lhamento que diferem apenas no seu grau de orientação numa escalabastante grande, isto é, uma escala que é grande comparada com otamanho das fibras individuais.
O cisalhamento orientado é o fluxo de cisalhamento quetem um padrão distinto e reconhecível na suspensão de fibra nãodrenada. O cisalhamento orientado na direção transversal ("CD")melhora tanto a formação como o teste de lâmina. O mecanismoprimário para cisalhamento CD (em máquinas de papel que não agitam)é a criação, a contração e a diversão subseqüente de cristas da Direçãode Máquina ("MD") bem definida no estoque do tecido. A fonte destascristas pode ser o rolete retificador da caixa, o ressalto de fatia da caixade cabeçote (ver, por exemplo, o Pedido Internacional PCT W095/30048publicado em 9 de novembro de 1995) ou um chuveiro de formação. Acrista contrai-se e reforma-se a intervalos constantes, dependendo davelocidade da máquina e da massa acima do tecido de formação. Isto échamado de inversão do cisalhamento CD. O número de inversões e,portanto, o efeito de cisalhamento CD é maximizado, se a pasta defibra/água mantiver o máximo de sua energia cinética original e forsujeita a pulsos de drenagem localizados (no MD) diretamente abaixodos pontos de inversão natural.Em qualquer sistema de formação, todos estes processoshidrodinâmicos podem acontecer simultaneamente. Eles geralmentenão são uniformemente distribuídos no tempo ou no espaço e não sãocompletamente independentes um do outro, eles interagem. De fato,cada um destes processos contribui em mais de uma maneira para osistema global. Deste modo, embora a técnica anterior acima mencio-nada possa contribuir em algum aspecto dos processos hidrodinâmicossupracitados, eles não coordenam todos os processos de um modorelativamente simples e efetivo.
A atividade da matéria-prima na parte inicial de umaplataforma de Fourdrinier é crítica para a produção de uma boa lâminade papel. Geralmente, a atividade da matéria-prima pode ser definidacomo turbulência na pasta de fibra-água sobre o tecido de formação.Esta turbulência tem lugar em todas as três dimensões. A atividade damatéria-prima desempenha uma parte importante no desenvolvimentode boa formação impedindo a estratiíicação da lâmina à medida que éformada, quebrando grupos de fibras e ocasionando que a orientação dafibra seja aleatória.
Tipicamente, a qualidade da atividade da matéria-prima éinversamente proporcional à remoção de água a partir da lâmina; isto é,a atividade é tipicamente intensificada se a taxa de retirada de água forretardada ou controlada. À medida que a água é removida, a atividadetorna-se mais difícil porque a lâmina se torna sedimentada, a falta deágua, que é a mídia primária em que a atividade acontece, fica maisescassa. A boa operação da máquina de papel é, deste modo, umequilíbrio entre a atividade, a drenagem e o efeito de cisalhamento.
A capacidade de cada máquina de formação é determinadapelos elementos de formação que compõem a plataforma. Depois de umquadro de formação, os elementos que se seguem têm de drenar a águarestante sem destruir a esteira já formada. O propósito destes elemen-tos é intensificar o trabalho feito pelos elementos de formação anterio-res.
À medida que o peso de base é aumentado, a espessura daesteira é aumentada. Com os elementos reais de formação/drenagemnão é possível manter uma pulsação hidráulica controlada suficiente-mente forte para produzir os processos hidrodinâmicos necessáriospara produzir uma lâmina bem formada de papel.
Um exemplo de meios convencionais para reintroduzir aágua de drenagem na matéria-prima da fibra, a fim de promover aatividade e a drenagem pode ser visto nas Figuras 1-7.
Um rolete de plataforma 100 na Figura 1 ocasiona que umagrande pulsação de pressão positiva seja aplicada na lâmina 96, o queresulta a partir da água 94 sob o tecido de formação 98 ser forçada paradentro do nip entrante formado pelo conduto no rolete 92 e tecido deformação 98. A quantidade de água reintroduzida é limitada à águaaderente à superfície do rolete 92. A pulsação positiva tem um bomefeito sobre a atividade da matéria-prima; ela causa o fluxo perpendicu-lar à superfície da lâmina. Do mesmo modo, sobre o lado de saída dorolete 90, são geradas grandes pressões negativas, que em muitomotivam a drenagem e a remoção de finos. Mas, a redução da consis-tência na esteira não é notada, então existe pouca melhoria através doaumento de atividade. Os roletes de plataforma são geralmente limita-dos a máquinas relativamente mais lentas, porque a pulsação positivadesejável transmitida para as lâminas pesadas de peso de base avelocidades específicas torna-se uma pulsação positiva indesejável querompe as lâminas de menos peso de base a maiores velocidades.
Um fólio de gravidade 88 é mostrado na Figura 2. O vácuogerado por uma lâmina de fólio 86 aumenta com um aumento noângulo do fólio e/ou o comprimento da lâmina. O vácuo, neste caso,aumenta em proporção direta com o quadrado da velocidade de máqui-na. As forças de vácuo geradas por um aumento da lâmina do fólioaumentam à medida que aumenta a resistência à drenagem 96 daesteira de fibras. São usados baixos ângulos de lâmina de fólio, fre-qüentemente na faixa de cerca de 0,5 a 1 grau, na parte inicial daplataforma de formação. O ângulo é aumentado para a extremidadeseca da plataforma de 3 a 4 graus. À medida que menos água ficadisponível na direção de máquina, o ângulo selecionado deve permitir acapacidade de que o intervalo de divergência seja enchido com água.
As Figuras de 3 a 7 mostram caixas de baixo vácuo 84 comdisposições de lâminas diferentes. Um fólio de gravidade também éusado em caixas de baixo vácuo. Estas unidades aumentadas de baixovácuo 84 proporcionam ao fabricante de papel uma ferramenta queafeta significativamente o processo controlando o vácuo aplicado e ascaracterísticas de pulsação. Os exemplos de configurações de caixas delâminas incluem:
fólio de gravidade ou caixa de lâminas de fóliocomo mostrados na Figura 2;
lâminas planas ou caixa úmida (não mostrada);
lâminas de degraus 82 como mostrado nasFiguras 3-5 e 7;
lâmina plana de compensação 80 conformemostrada na Figura 6; e
lâmina de degraus de pulsação positiva 78como mostrada na Figura 7.
Tradicionalmente, a caixa de lâminas de fólio, a caixa de lâminas planasde compensação e a caixa de lâminas de degraus são usadas principal-mente no processo de formação.
Em uso, uma caixa de lâminas de fólio de vácuo aumentadogerará vácuo como o fólio de gravidade faz, a água é continuamenteremovida sem controle e o processo de drenagem predominante é afiltração. Tipicamente, não existe nenhuma refluidização da esteira quejá está formada.
Numa caixa de lâminas planas de vácuo aumentado, égerada uma leve pulsação positiva sobre a superfície de contato lâmi-na/fio e a pressão exercida sobre a esteira de fibra é devida apenas aonível de vácuo mantido na caixa.
Numa caixa de lâminas de degraus de vácuo aumentado,como mostrado na Figura 3, é gerada uma variedade de perfis depressão dependendo de fatores tais como o comprimento do degrau, ointervalo entre lâminas, a velocidade da máquina, a profundidade dodegrau e o vácuo aplicado. A lâmina de degraus gera um vácuo de picoem relação ao quadrado da velocidade de máquina na parte inicial dalâmina, esta pressão de pico negativa ocasiona que a água drene e, aomesmo tempo, o fio é defletido para a direção do degrau, parte da águajá drenada é forçada a retornar para a esteira refluidizando as fibras equebrar os grupos de fios devido às forças de cisalhamento resultantes.Se o vácuo aplicado for mais alto do que o necessário, o fio é forçado acontatar o degrau da lâmina, como mostrado na Figura 4. Depois decerto tempo de operação nessa condição, o fólio acumula sujeira 76 nodegrau, perdendo a pulsação hidráulica que é reduzida ao mínimo,como mostrado na Figura 5, e impede a reintrodução de água naesteira.
A caixa de lâminas planas de compensação de vácuoaumentado, conforme mostrada na Figura 6, tem lâminas planasdianteiras/de arrasto intermediárias 80 em duas elevações diferentesabaixo da linha de fio. A lâmina intermediária 80 é fixada abaixo dalinha de fio para limitar a deílexão do fio sob vácuo e cria um niphidrodinâmico com a água sob o fio de formação.
A caixa de baixo vácuo de lâminas de degrau de pulsaçãopositiva de vácuo aumentado, conforme mostrada na Figura 7, fluidizaa lâmina tendo cada lâmina reintroduzindo parte da água removida pelaretaguarda da lâmina precedente para dentro da esteira. Não existe,porém, nenhum controle sobre a quantidade de matéria-prima de águareintroduzida na lâmina.
Embora algumas das referências precedentes tenham certasvantagens de atendimento, são sempre desejáveis aperfeiçoamentose/ou formas alternativas adicionais.
Sumário da Invenção
É um objetivo da presente invenção proporcionar umamáquina para manter os processos hidrodinâmicos de uma lâmina depapel formado sobre ela.
É um objetivo adicional da presente invenção proporcionaruma máquina utilizável com um quadro de formação e/ou uma máqui-na de drenagem de indução por velocidade.
É um objetivo adicional da presente invenção que a eficiên-cia da máquina não seja afetada pela velocidade da máquina, pelo pesode base da lâmina de papel e/ou pela espessura da esteira.
As várias características de novidade que caracterizam ainvenção são assinaladas com particularidade nas Reivindicaçõesanexas e que fazem parte desta revelação. Para uma melhor compreen-são da invenção, de suas vantagens operacionais e objetivos específicosatingidos pelos seus usos, é feita referência aos desenhos e matériadescritiva anexos em que são ilustradas as modalidades preferidas dainvenção.
Breve Descrição dos Desenhos
A descrição detalhada seguinte, dada à guisa de exemplo enão com a intenção de limitar a presente invenção somente a ela, serámelhor analisada em conjunto com os desenhos anexos, em que núme-ros de referência semelhantes denotam elementos e partes semelhantes,em que:
a Figura 1 representa um rolete conhecido deplataforma;
a Figura 2 representa uma lâmina conhecidade fólio de gravidade;
a Figura 3 representa uma caixa conhecida debaixo vácuo com lâminas de degraus;
a Figura 4 representa uma caixa conhecida debaixo vácuo com lâminas de degraus, tocando o fio o degrau;
a Figura 5 representa uma lâmina conhecidade degraus de caixa de baixo vácuo, com acumulação de sujeira;
a Figura 6 representa uma caixa conhecida debaixo vácuo de lâmina plana de compensação;
a Figura 7 representa uma caixa conhecida devácuo de lâmina de baixa pulsação positiva;
a Figura 8 representa uma lâmina, de acordocom um aspecto da presente invenção;
a Figura 9 representa uma lâmina de acordocom a Figura 8 com o suporte da lâmina 4 removido para clareza;
a Figura 9a representa uma lâmina de acordocom a Figura 9 com seção de compensação para controle de drenagem,de acordo com outro aspecto da invenção;
a Figura 10 representa uma lâmina de acordocom outro aspecto da presente invenção;
a Figura IOa representa uma lâmina de acordocom a Figura 10 com uma zona de microatividade de ângulos múltiplos;
a Figura IOb representa uma lâmina de acordocom a Figura 10 com um ponto de pivô;
a Figura IOc representa uma vista de perfil deuma lâmina e suporte conforme mostrada na Figura 10;
a Figura IOd representa uma vista de perfil deuma lâmina como mostrada na Figura 10 com um suporte alternativo;
a Figura IOe representa uma vista superior deuma lâmina de suporte utilizável com a lâmina mostrada na Figura 10;
a Figura IOf representa uma vista em seçãoreta da lâmina de suporte da Figura IOe num ponto em que o suporte éaberto para permitir o fluxo de água através do suporte;
a Figura IOg representa uma vista em seçãoreta da lâmina de suporte da Figura IOe num ponto em que a lâmina desuporte é fechada pelo suporte 4d;
a Figura IOh representa uma vista lateral dalâmina de suporte da Figura IOe;
a Figura 11 representa uma lâmina, de acordocom outro aspecto da presente invenção;
a Figura 12 representa uma lâmina, de acordocom outro aspecto da presente invenção;
a Figura 13 representa uma lâmina, de acordocom outro aspecto da presente invenção;
a Figura 14 representa uma lâmina, de acordocom outro aspecto da presente invenção;
a Figura 15 representa uma lâmina, de acordocom outro aspecto da presente invenção;
a Figura 15a representa uma lâmina conformemostrada na Figura 14 tendo múltiplas partes de corpo principais entrefólios;
a Figura 15b representa uma lâmina conformemostrada na Figura 15a tendo pontos de pivô nos corpos principais;
a Figura 15c representa uma lâmina segundomostrada na Figura 14, tendo zonas de atividade múltiplas e compri-das;
a Figura 15d representa uma lâmina comomostrada na Figura 15c tendo pontos de pivô;
a Figura 16 representa o desempenho hidráuli-ca de uma lâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção;
a Figura 17 representa o desempenho hidráuli-ca de uma lâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção;
a Figura 18 representa o desempenho hidráuli-ca de uma lâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção;a Figura 19 representa o desempenho hidráuli-ca de uma lâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção;
a Figura 20 representa o desempenho hidráuli-ca de uma lâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção;
a Figura 20a representa o desempenho hidráu-lica de uma lâmina, de acordo com outro aspecto da presente invenção;
a Figura 21 representa o fluxo de água numalâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção;
a Figura 22 representa o fluxo de água numalâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção;
a Figura 23 representa o fluxo de água numalâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção;
a Figura 24 representa o fluxo de água numalâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção;
a Figura 25 representa uma vista detalhada dageometria da lâmina, de acordo com pelo menos um aspecto da presen-te invenção;
a Figura 26 representa as bases da geometriade lâmina para calcular a pressão, de acordo com um aspecto dapresente invenção;
a Figura 27 representa as bases da geometriade lâmina para calcular a pressão, de acordo com outro aspecto dapresente invenção; e
a Figura 28 representa o fluxo da água numalâmina, de acordo com um aspecto da presente invenção.Descrição Detalhada
Um aspecto da presente invenção pode ser visto comreferência às Figuras 8, 9, 9a, 10, IOa e 10b. Na Figura 8, o corpo 3inclui uma extremidade dianteira 3a que contata o tecido de formação2. Como mostrado na Figura 8, a extremidade dianteira 3a em contatocom o tecido de formação é plana e paralela ao tecido de formação 2.Neste exemplo, é desejável que a extremidade dianteira 3 tenha contatopleno com o tecido de formação. Seguindo a extremidade dianteira 3aestá uma superfície divergente 3b, que forma um declive em afastamen-to da extremidade dianteira 3a. O ângulo da superfície divergente comrespeito à extremidade dianteira está, de preferência, dentro da faixa decerca de 0,1 a 10 graus. Todavia, é preferível que o ângulo seja demenos do que 10 graus.
A seguir, existe um canal 5 que conduz para uma zona deturbulência controlada 8 e, depois, para uma zona de microatividade12. A zona de microatividade 12 pode ser plana, como é mostrado nasFiguras 8 e 9, ou pode incluir um degrau 15, conforme mostrado naFigura 10, para criar turbulência controlada. Alternativamente, a zonade microatividade 12 pode ter uma seção divergente 12c e uma seçãoconvergente 12d, como mostrado nas Figuras 10a e 10b. A seçãodivergente 12c tem um ângulo α com a horizontal e a seção convergente12 d tem um ângulo β com a horizontal. Os ângulos α e β podem ser osmesmos ou, de preferência, diferentes para otimizar a atividade na zonade microatividade. A zona de microatividade 12 pode também incluirum plano de desvio 12a, a fim de reter água para a melhoria e controleda atividade, como mostrado na Figura 9a. Na prática, o uso de umazona de microatividade plana, angulada ou em degraus dependerá davelocidade da máquina, da consistência da esteira e do seu peso debase.
Entre o canal 5 e a zona de microatividade 12, existe umalâmina de suporte 4. A lâmina de suporte 4 ajuda a manter o tecido deformação 2 separado do corpo 3 (ou 3 e 16, como mostrado na Figura15, que será descrita abaixo). A lâmina de suporte 4 também forma ocanal 5. O canal 5 permite que a água 7 drenar a partir da pasta defibra 1, através do tecido 2 e se desloque para a zona de turbulênciacontrolada 8 seguida pela zona de microatividade 12. A lâmina desuporte 4 é ajustada no lugar pelos espaçadores 14 e fixada pelosparafusos 6 e espaçadores 14. Os parafusos 6 são distribuídos unifor-memente através da largura de máquina de tal modo que a lâmina desuporte não fique defletida e nenhuns fluxos perturbadores sejamcriados. Seguindo a zona de microatividade 12, em que o tecido deformação 2 vem para mais perto da lâmina de contato, a água é drena-da para o dreno 10.
Outro aspecto da presente invenção é mostrado nas Figuras1Oc e IOd, onde uma lâmina de suporte 4a é mostrada com maiordetalhe. As Figuras IOc e IOd são vistas em seção reta de uma lâminatomadas em locais diferentes através da direção de máquina transversalda lâmina. Na Figura 10c, o corte transversal é tomado ao longo deuma parte da lâmina de suporte 4a onde fica localizado o espaçador 4b.Esta Figura IOc em corte transversal mostra uma lâmina de suportesubstancialmente maciça 4a. Em contraste, a Figura IOd mostra umcorte transversal tomado ao longo de uma parte diferente da lâmina desuporte 4a num local onde não existe nenhum espaçador 4b, mas antesum canal 5 através da lâmina de suporte 4a para permitir que o fluxode água sob a lâmina de suporte 4a. Detalhes adicionais deste aspectoda invenção podem ser vistos com referência às Figuras lOe-h, onde sãomostradas vistas superior, em seção reta e dianteira, respectivamente.Os espaçadores 4b têm, de preferência, uma forma substancialmentearredondada, como mostrada na Figura IOe, para promover o fluxoestável da água pelo canal 5. Os suportes 4b são, de preferência,distribuídos uniformemente através da largura inteira 4e. Essa confi-guração facilitará na instalação ou substituição da lâmina de suporte4a, que é preferentemente feita numa peça, como mostrado nas Figurasl0a-h.
Na prática, outra lâmina 11 pode ser imediatamente insta-lada a seguir ao dreno 10. Uma extremidade dianteira da segundalâmina 11 pode ser vista na Figura 8. O número de lâminas necessá-rias sobre a plataforma de formação é dependente da espessura T dapasta de fibra 1, da consistência da matéria-prima, do peso de base, daretenção e da velocidade de máquina.
Uma variedade de configurações é possível usando aspectosdiferentes da presente invenção, incluindo:
1 - Lâminas com uma superfície plana 12, comomostrado na Figura 11;
2 - Lâminas com um degrau 15, como mostradona Figura 12;
3 - Lâminas alternadas com um degrau 15 euma superfície plana 12, como mostrado na Figura 13;
4 - Lâminas com a dianteira na extremidade 16isto está realmente removida do resto da lâmina e tem uma extremidadedianteira que angula em afastamento a partir do tecido de formação, emcombinação com uma superfície plana 12, como mostrado na Figura14;
5 - Lâminas com a dianteira na extremidade 16que está realmente removida do resto da lâmina e tem uma extremidadedianteira que angula em afastamento a partir do tecido de formação, emcombinação com um degrau 15, como mostrado na Figura 15 ;
6 - Lâminas com a dianteira na extremidade 16removida do resto da lâmina e tendo uma extremidade dianteira queangula em afastamento a partir do tecido de formação com a zona deatividade formada de seções convergentes e divergentes 12d, 12c, comou sem um ponto de pivô 22, como mostrado nas Figuras 15a e 15b; ou
7. - Uma lâmina 24, 25 com uma zona compridade microatividade tendo múltiplas seções 12c divergentes e convergen-tes, 12d, com ou sem um ponto de pivô 22, como mostrado nas Figuras- 15c e 15d.
Outras disposições das lâminas de acordo com certosaspectos da presente invenção também são possíveis dentro do âmbitoda presente invenção.
A lâmina como mostrada nas Figuras 8, 9, 9a, 10, 10 a e10b, realiza um ciclo de formação onde têm lugar os processos hidrodi-nâmicos necessários para formar a lâmina de papel. Na extremidadedianteira 3a, é criado um pulso positivo pl que produz o efeito decisalhamento. Na superfície divergente 3b, a água 7 drena a partir dalâmina ou pasta de fibra 1 devido ao aumento da energia cinética eredução da energia potencial. Isto é o segundo processo hidrodinâmicosobre a lâmina. A seguir, a lâmina de suporte 4 cria uma segundapulsação positiva P2 que é semelhante a Pl. A água drenada 7 seguena continuação através do canal 5. A parte da água drenada é, então,reintroduzida na lâmina 2 na zona de microatividade 12 e a zona deturbulência controlada 8. A drenagem continua com a água saindo dalâmina através do dreno 10. Portanto, três processos hidrodinâmicostêm lugar dentro de um ciclo de formação nestas seções da lâmina.
A Figura 10 b mostra um ponto de pivô 22 que permite quea parte de arrasto de uma lâmina 23 seja ajustada conforme necessário,de acordo com os parâmetros operacionais do dispositivo. A Figura 15crepresenta um aspecto adicional da invenção tendo múltiplos ciclos deseções anguladas divergentes e convergentes numa única lâmina longa25. Estes ciclos múltiplos ajudam a preservar a atividade na parteinicial da plataforma de formação. As Figura 15d representa a mesmalâmina de ciclos múltiplos 24 formado com um ponto de pivô 22.
A espessura T da pasta 1 não afeta o desempenho dalâmina de suporte 4 nem a velocidade da máquina. Na prática, asdimensões dos degraus A e B da primeira fase, mostrada na Figura 25,são de tamanhos de acordo com a espessura da pasta e a velocidade damáquina. Como tal, porque a etapa A pode ser ajustada ajustando alâmina de suporte 4, as propriedades do dispositivo pode ser otimizadaspara uma espessura de matéria-prima e velocidade de máquina particu-lares.
Como resultado do processo hidrodinâmico realizado pelalâmina e a reintrodução da água na parte inicial da lâmina, podem serobtidos os seguintes aperfeiçoamentos pela presente invenção:
I - não existe nenhum processo de filtração naparte inicial da lâmina;
II-A energia necessária para direcionar o fio éreduzida, porque não existe nenhum arrasto criado pelo fio que atuasobre a lâmina, visto que a lâmina é suportada pela água ao longo doseu comprimento;
III - Não existe nenhuma acumulação de sujeirasobre a lâmina, porque existe fluxo contínuo da água;
IV - As fibras no fio são redistribuídas e ativa-das com a mesma água;
V-A retenção de finos é aumentada e unifor-memente distribuída através da espessura da lâmina;VI - A formação é melhorada;
VII - A quadratura da lâmina é controladaconforme necessário;
VIII - A drenagem é controlada e o processo defiltração pode ser eliminado; e
IX - As propriedades físicas do papel sãomelhoradas ou controlaram conforme necessário.
As Figuras 14 e 15 mostram um aspecto adicional dapresente invenção, em que a extremidade dianteira 3 é separada apartir do corpo principal 16 da lâmina. Esta configuração é útil emmáquinas, quando uma das drenagens foi feita em elementos préviossem remoção da água ou existe espaço limitado na plataforma deformação, permitindo matérias-primas maiores, ainda que controladasda água a ser removida a partir da pasta fibrosa 1.
As Figuras 16, 17, 18, 19, 20 e 20a mostram o desempenhohidráulico de lâminas de acordo com certos aspectos da presenteinvenção. Na Figura 16, na seção 3a, é criado um pulso positivo Pl queproduza efeito de cisalhamento. A seção divergente 3b drena água 7devido ao aumento da energia cinética e redução da energia potencial.Isto é o segundo processo hidrodinâmico sobre a lâmina. A lâmina desuporte 4 cria uma segunda pulsação positiva P2 que é semelhante aPI. A água drenada 7 segue continuamente através do canal 5.
Na Figura 17, a água 7 é drenada através de uma chapa 17que tem a extremidade dianteira 3a e a seção divergente 3b, localizadasobre uma parte separada da lâmina. Novamente, a extremidadedianteira 3a da chapa 17 cria uma pulsação positiva Pl e produz umefeito de cisalhamento. A seção divergente 3b drena água 7 a partir dapasta fibrosa para promover a atividade, que flui continuamente atravésdo canal 5. Novamente a lâmina de suporte 4 cria uma pulsação P2(pulsações positivas alternadas que criam efeito de cisalhamento sobrea direção transversal de máquina) que é semelhante a P1.
As Figuras 18, 19, 20 e 20a mostram os efeitos hidrodinâ-micos de: uma zona de microatividade plana na Figura 18; uma zona demicroatividade com um plano de compensação na Figura 19; e umazona de microatividade em degraus na Figura 20. Em cada uma destasFiguras, parte da água drenada 7 é reintroduzida na lâmina 1 na zonade microatividade 12 e/ou na zona de turbulência controlada 8. Adrenagem de continuação também tem lugar. Como discutido acima, écriado cisalhamento na extremidade dianteira 3a e a lâmina de suporte4 produz pulsos Pl e P2. Quando a água 7 é reintroduzida na seção 8,as fibras são redistribuídas, criando, assim, atividade na seção 8. Ondenecessário, pode ser criado o cisalhamento de finos com o uso de umdegrau 15, como mostrado na Figura 20. Para aumentar a microativi-dade na zona de microatividade 12, pode ser empregado um plano decompensação 12a para reter água adicional conforme necessário. Azona de microatividade 12 é compreendida de seções de compensação12a e 12b. Estas seções de compensação podem ser planas ou angula-das. O projeto final das seções de compensação 12a e 12b depende daespessura da pasta e da velocidade de máquina. Tipicamente, a drena-gem é controlada na parte final das seções 12, 12a e 12b.
A Figura 20a mostra uma disposição capaz de operaçãosem vácuo adicional. Isto é possível através do uso da seção divergente12c e a seção convergente 12d, discutida acima. Em uso, a seçãodivergente 12d cria um vácuo pelo ângulo da divergência causando umaperda de energia potencial. Este vácuo criado então puxa água a partirda matéria-prima. Uma parte da água é, então, reintroduzida pelaseção convergente 12d e cria atividade na matéria-prima. Todavia, umaparte maior da água é drenada pelo dreno 10.Na Figura 21, é representado um aspecto adicional dapresente invenção. A água 7 que flui através do canal 5 forma linhas defluxo 19 na seção 21. Na medida em que a seção reta transversalhidráulica do trajeto de fluxo da água 7 está sendo continuamentereduzido, a água 7 é forçada para dentro e é reintroduzida através do fiode formação 13 e para dentro da pasta de fibra 1. A força da águareintroduzida 7 pode defletir o tecido de formação 13. Todavia, isto écontrariado, pelo menos até certo ponto, pelo vácuo gerado pelo aumen-to na energia cinética. Na seção 18, são gerados a atividade de fibra e oefeito de cisalhamento e, como conseqüência, a formação de esteira defibra é melhorada. Diferentemente de alguns dos métodos conhecidosde produção de lâmina descritos acima, o tecido de formação 12 nãocontata a superfície da zona de microatividade 12, em razão do fluxocontínuo da água através do canal 5. Como resultado, não são inter-rompidos o cisalhamento nem a atividade de fibra na lâmina 1.
Na Figura 22, numa tentativa de reter uma certa parte daágua 7 para a zona de microatividade 12, existe um plano de compen-sação que inclui as partes 12a e 12b. A parte 12b pode ser projetadanum ângulo que pode estar entre 0,1 e 10 graus, a fim de controlar adrenagem. A faixa preferida para o ângulo da parte 12b está entre 1 e 3graus.
A Figura 23 representa uma lâmina que usa um degrau 15para produzir altos níveis de turbulência. As dimensões reais dodegrau 15 são dependentes da espessura da pasta, da consistência dapasta e da velocidade de máquina.
A Figura 24 representa as linhas de fluxo 19 do fluxo deágua que acontece, à medida que o tecido de formação passa sobre odegrau 15. Como pode ser visto, são formadas correntes de redemoinhona direção de máquina e são criadas ao longo da largura total damáquina. As correntes de redemoinho estarão em geral numa rotaçãono sentido dos ponteiros do relógio, quando se observa um dispositivotendo uma direção de máquina conforme mostrada na Figura 24. Ofluxo da água 7 fica estável no ponto de reconexão. A dimensão da zonade contra-fluxos dependerá da velocidade da máquina, do tamanho dodegrau e da quantidade de água sobre o degrau. As correntes deremoinho criam altos níveis de turbulência e velocidades diferenciaisentre a pasta de fibra e as correntes de remoinho. Esta ação quebra osgrupos de fibras, redistribuindo, assim, as fibras e melhorando aformação do papel.
Outro aspecto da presente invenção é direcionado para ageometria da lâmina. Na Figura 25, a área entre o lado de saída dalâmina de suporte 4 e a dianteira na extremidade da lâmina seguinte 11é onde o cisalhamento, a atividade e a drenagem acontecem (os trêsprocessos hidrodinâmicos necessários para formar a lâmina de papel).A lado A da lâmina é onde são desenvolvidos o cisalhamento e a ativi-dade hidrodinâmica e a drenagem acontece no lado B da lâmina. Aprimeira fase é a partir do lado de saída da lâmina de suporte 4 para aextremidade do degrau 15. O degrau A é dimensionado de acordo coma quantidade de água que vem a partir de elementos prévios e a águadrenada nesta fase. Na primeira fase, a água é reintroduzida na pastade fibra 1 e é desenvolvido elevado efeito de cisalhamento. A partir doinício da segunda fase até o ponto máximo de deflexão do fio, é desen-volvida elevada atividade devido às correntes de remoinho no degrau eas velocidades diferenciais instantâneas entre a água 7 e o tecido deformação 13. O lado A é o lado de pressão mais elevada da lâmina e,deste modo, a água sempre fluirá em direção do lado B da lâmina,resultando, em última instância, na drenagem.
A Figura 26 proporciona um modelo para determinar apressão dinâmica desenvolvida sobre o tecido de formação, que pode sercalculada pela equação seguinte:<formula>formula see original document page 24</formula>
onde "m" é a deflexão do fio em 2,54 centímetros, "c" é o alcancedo fio em 2,54 centímetros, tVm' é a velocidade de máquina em 30centímetros por minuto, e iK' é uma constante, de valor0,82864451984491991898e-3.
A pressão dinâmica desenvolvida sobre o tecido de formaçãoé proporcional à força gravitacional ou centrífuga experimentada pelotecido de formação, que é comumente referida como 'força g' e normal-mente situa-se na faixa de 1 a 10, porém, são preferíveis valores entre 3e 5.
Aquelas pessoas de capacidade na técnica reconhecerãoque podem ser usados outros valores para iK' para empreender estecálculo sem sair do âmbito da presente invenção, porém, o valor pro-porcionado acima foi determinado como o preferido.
A Figura 27 mostra uma vista de perto de uma lâmina ten-do seções divergentes e convergentes 12c e 12d, respectivamente.Embora aqui mostradas como tendo o mesmo comprimento C1 e C2,estes comprimentos podem ser otimizados conforme necessário para oprocesso de produção. Além disso, os ângulos, α e β, podem ser otimi-zados para a criação de vácuo e a reintrodução da água na matéria-prima, respectivamente.
Por fim, a Figura 28 mostra em geral o padrão de fluxo da águaarrastada na matéria-prima à medida que o fio passa por 2 acima dalâmina de suporte 4 e através das seções divergentes e convergentes12c e 12d. Como pode ser visto, a água é removida e reintroduzida namatéria-prima em várias localizações ao longo da lâmina.
Embora a invenção tenha sido descrita com relação ao queé considerado como sendo a modalidade mais prática e preferida, deveficar entendido que esta invenção não é limitada às modalidades descri-tas, mas, pelo contrário, pretende-se cobrir várias modificações edisposições equivalentes, incluídas no espírito e âmbito das Reivindica-ções anexas.

Claims (54)

1. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra,transportada num tecido que passa sobre o dispositivo e para reduzirvariações de direção transversal de máquina na lâmina de papel ou naqualidade da esteira de fibra, caracterizado por que o dispositivocompreende:uma lâmina primária tendo uma superfície de suporte daextremidade principal adjacente ao tecido para suporte do mesmo euma superfície dianteira de extremidade de arrasto do mesmo quediverge para baixo, em afastamento da superfície de suporte da extre-midade dianteira, formando um canal entre o tecido e a superfície deextremidade de arrasto;em que o canal direciona a água drenada a partir da quan-tidade de papel para uma zona controlada de turbulência ou microativi-dadeformada entre a lâmina primária e o tecido,em que a água drenada é reintroduzida em parte ou com-pletamente na pasta de fibra.
2. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que a lâmina primáriaé plana.
3. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que a lâmina primáriacompreende um ou mais degraus.
4. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que a lâmina primáriacompreende uma ou mais seções divergentes e convergentes.
5. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que a lâmina primáriacompreende uma combinação de degraus, seções divergentes e conver-gentes.
6. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 3, caracterizado por que o degrau éformado sobre a extremidade de arrasto da lâmina primária.
7. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 4, caracterizado por que as seções diver-gentes e convergentes são formadas sobre a extremidade de arrasto dalâmina primária.
8. - Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 4, caracterizado por que a seção divergen-te faz um ângulo α com a horizontal e a seção convergente faz umângulo β com a horizontal.
9. - Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que compreendeainda uma lâmina de suporte localizada entre o tecido e a zona demicroatividade, em que a lâmina de suporte separa o tecido a partir dalâmina primária e forma o canal.
10. - Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que compreendeainda um dreno localizado depois da zona de microatividade.
11. - Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que a lâmina primáriaé disposta em torno de um ponto de pivô.
12. - Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que a lâmina primáriacompreende superfícies alternadas em degrau e planas.
13. - Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 3, caracterizado por que os degraus sãodimensionados segundo uma espessura da quantidade de papel e umavelocidade do dispositivo.
14. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 8, caracterizado por que o ângulo a e oângulo β estão entre 0,1 e 10 graus.
15. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que a lâmina primáriacompreende ainda uma seção de desvio para controlar a drenagem.
16. Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que uma pressãohidrodinâmica desenvolvida sobre o tecido é determinada usando aequação:<formula>formula see original document page 29</formula>em que m=deflexão do tecido em 2,54 centímetrosc=extensão do tecido em 2,54 centímetrosVm=velocidade do dispositivo de em 30 centímetros porminutoK=O,82864451984491991898e-3.
17. - Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que a lâmina primáriaé alongada e compreende uma pluralidade de zonas de microatividade.
18. - Dispositivo de Drenagem Para Manutenção de uma Pluralidadede Processos Hidrodinâmicos Para Drenagem Adequada de Líquidoou Água a Partir de uma Quantidade de Papel ou Pasta de Fibra, deacordo com a Reivindicação 17, caracterizado por que a lâmina primá-ria é disposta em torno de um ponto de pivô.
19. - Método de Drenagem de Líquido a Partir de uma Quantidade dePapel Contida Sobre um Tecido numa Máquina de Fabrico de Papel,caracterizado por que compreende as etapas seguintes:proporcionar um dispositivo de drenagem que compreendeuma lâmina primária tendo uma superfície de suporte da extremidadedianteira adjacente ao tecido para suporte do mesmo e uma superfíciede extremidade de arrasto do mesmo que diverge para baixo em afasta-mento da superfície de suporte da extremidade dianteira formando umcanal entre o tecido e a superfície da extremidade de arrasto; edirecionar o líquido drenado a partir da quantidade depapel para uma zona controlada de turbulência ou microatividadefor-mada entre a lâmina primária e o tecido de maneira a permitir que pelomenos uma parte do líquido drenado seja forçada de volta através dotecido para a quantidade de papel.
20. - Método de Drenagem de Líquido a Partir de uma Quantidade dePapel Contida Sobre um Tecido numa Máquina de Fabrico de Papel,de acordo com a Reivindicação 19, caracterizado por que compreendeainda a etapa de prover uma lâmina de suporte entre o tecido e a zonade microatividade, em que a lâmina de suporte separa o tecido a partirda lâmina primária e forma o canal.
21. Método de Drenagem de Líquido a Partir de uma Quantidade dePapel Contida Sobre um Tecido numa Máquina de Fabrico de Papel,de acordo com a Reivindicação 20, caracterizado por que a lâmina desuporte é fixada usando espaçadores e parafusos.
22. Método de Drenagem de Líquido a Partir de uma Quantidade dePapel Contida Sobre um Tecido numa Máquina de Fabrico de Papel,de acordo com a Reivindicação 20, caracterizado por que a lâmina desuporte é fixada sem espaçadores ou parafusos, a fim de permitir ofluxo de líquido através do canal.
23. Método de Drenagem de Líquido a Partir de uma Quantidade dePapel Contida Sobre um Tecido numa Máquina de Fabrico de Papel,de acordo com a Reivindicação 19, caracterizado por que compreendeainda a etapa de desenvolver uma pressão hidrodinâmica sobre o tecidodeterminado usando a equação:<formula>formula see original document page 31</formula>em que m=deflexão do tecido em 2,54 centímetrosc=extensão do tecido em 2,54 centímetrosVm=velocidade do dispositivo de em 30 centímetros porminutoK=0,82864451984491991898e-3.
24.Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, caracterizado por que compreende:um tecido de formação em que é carregada uma pasta defibra; tendo o tecido de formação uma superfície exterior e uma superfí-cie interna; euma lâmina primária tendo uma superfície de suporte daextremidade dianteira que é plana e paralela e em contato corrediçocom a superfície interna do tecido de formação e uma superfície daextremidade de arrasto que forma declive em afastamento da extremi-dade principal num ângulo que segue a extremidade principal, trans-portando, assim, a água drenada a partir da pasta de fibra para umazona controlada de turbulência ou microatividadeformada abaixo dotecido de formação;em que o ângulo da extremidade de arrasto com respeito àextremidade principal está na faixa de 0,1 a 10 graus.
25. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a lâmina primária compreende um plano de desvio, a fimde reter água para a melhoria da atividade e controle.
26. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que compreende ainda uma lâmina de suporte disposta entreo tecido e a zona de microatividade, em que a lâmina de suporte separao tecido a partir da lâmina primária e forma um canal que direciona aágua drenada a partir da quantidade de papel para a zona de turbulên-cia ou zona de microatividade controlada.
27. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 26, caracteri-zado por que a lâmina de suporte permite o fluxo livre da água atravésdo canal.
28. Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a lâmina primária compreende uma ou mais etapas, a fimde criar uma turbulência controlada.
29. Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a extremidade principal da lâmina primária angula emafastamento a partir do tecido de formação em combinação com umasuperfície plana.
30. Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a extremidade principal da lâmina primária angula emafastamento a partir do tecido de formação com a zona de atividadeformada de uma seção de convergência e divergência com ou sem umponto de pivô.
31. Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a lâmina primária é alongada e compreende uma plurali-dade de zonas de microatividade.
32. Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a lâmina primária compreende uma ou mais seçõesdivergentes e convergentes.
33. Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 26, caracteri-zado por que a lâmina de suporte é colocada no lugar por espaçadores eparafusos, sendo os espaçadores e os parafusos uniformemente distri-buídos através do sistema de tal maneira que a lâmina de suporte nãodeílita a partir de sua posição original.
34. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 26, caracteri-zado por que a lâmina de suporte é inserível no corpo da máquina emuma peça, possibilitando, assim, a instalação fácil.
35. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 26, caracteri-zado por que os suportes da lâmina de suporte têm uma forma subs-tancialmente arredondada, a fim de promover fluxo de água estávelatravés do canal, sendo a lâmina de suporte uniformemente distribuídaatravés da largura inteira do sistema.
36. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a lâmina primária compreende uma combinação deetapas, seções divergentes e convergentes.
37. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 32, caracteri-zado por que a seção divergente faz um ângulo α com a horizontal e aseção convergente faz um ângulo β com a horizontal.
38. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a lâmina primária é disposta em torno de um ponto depivô.
39. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a extremidade principal angula em afastamento do tecidode formação e compreende um degrau.
40. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a água drenada é reutilizada em pelo menos uma parte doprocesso de formação, a fim de produzir um efeito hidrodinâmicopretendido.
41. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que compreende ainda lâminas que criam uma pressãohidrodinâmica que extrai água da pasta de fibra, sendo a pressãohidrodinâmica criada por vácuo.
42. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 32, caracteri-zado por que as seções divergentes e convergentes são dispostas emtorno de um ponto de pivô.
43. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a lâmina primária compreende superfícies em degrau eplanas alternantes.
44. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 28, caracteri-zado por que os degraus são dimensionados segundo uma espessura dapasta de fibra e uma velocidade do sistema.
45. - Dispositivo Utilizável com uma Prancha de Formação ou umSistema de Drenagem, de acordo com a Reivindicação 24, caracteri-zado por que a pressão hidrodinâmica desenvolvida sobre o tecido deformação é determinada usando a equação:<formula>formula see original document page 36</formula>em que m=deflexão do tecido em 2,54 centímetrosc=extensão do tecido em 2,54 centímetrosVm=velocidade do dispositivo de em 30 centímetros porminutoK=O,82864451984491991898e-3.
46. Método de Manutenção de um ou mais Processos Hidrodinâmi-cos Envolvidos no Fabrico de Papel, caracterizado por que o métodocompreende as etapas de:proporcionar um dispositivo que compreende uma lâminaprimária tendo uma superfície de suporte da extremidade dianteira queé plana e paralela e em contato corrediço com a superfície interna dotecido de formação e uma superfície de extremidade de arrasto queforma declive em afastamento a partir da extremidade principal numângulo a seguir à extremidade principal, conduzindo, assim, a águadrenada a partir da pasta de fibra para uma zona controlada de turbu-lência ou microatividadeformada abaixo do tecido de formação;em que o ângulo da extremidade de arrasto com respeito àextremidade principal está na faixa de 0,1 a 10 graus.
47. Método de Manutenção de um ou mais Processos Hidrodinâmi-cos Envolvidos no Fabrico de Papel, de acordo com a Reivindicação-46, caracterizado por que compreende ainda a etapa de proporcionaruma lâmina de suporte entre o tecido e a zona de microatividade, emque a lâmina de suporte separa o tecido a partir da lâmina primária eforma um canal que dirige a água drenada a partir da quantidade depapel para uma zona de turbulência ou zona de microatividade contro-lada.
48. - Método de Manutenção de um ou mais Processos Hidrodinâmi-cos Envolvidos no Fabrico de Papel, de acordo com a Reivindicação 46, caracterizado por que a extremidade principal da lâmina primáriaangula em afastamento do tecido de formação em combinação com umasuperfície plana.
49. - Método de Manutenção de um ou mais Processos Hidrodinâmi-cos Envolvidos no Fabrico de Papel, de acordo com a Reivindicação 46, caracterizado por que a extremidade principal da lâmina primáriaangula em afastamento a partir do tecido de formação com a zona deatividade formada de uma seção convergente e divergente com ou semum ponto de pivô.
50. - Método de Manutenção de um ou mais Processos Hidrodinâmi-cos Envolvidos no Fabrico de Papel, de acordo com a Reivindicação 47,caracterizado por que a lâmina de suporte é fixada usando espaça-dores e parafusos, sendo os espaçadores e os parafusos uniformementedistribuídos através do sistema de tal maneira que a lâmina de suportenão deflita a partir de sua posição original.
51. - Método de Manutenção de um ou mais Processos Hidrodinâmi-cos Envolvidos no Fabrico de Papel, de acordo com a Reivindicação 47,caracterizado por que a lâmina de suporte pode ser inserida nocorpo da máquina numa peça, possibilitando, assim, a instalação fácil.
52. - Método de Manutenção de um ou mais Processos Hidrodinâmi-cos Envolvidos no Fabrico de Papel, de acordo com a Reivindicação 46, caracterizado por que compreende ainda a etapa de proporcionarchapas que criam uma pressão hidrodinâmica que extrai a água dapasta de fibra, sendo a pressão criada por vácuo.
53.
- Método de Manutenção de um ou mais Processos Hidrodinâmi-cos Envolvidos no Fabrico de Papel, de acordo com a Reivindicação 52, caracterizado por que a pressão hidrodinâmica desenvolvida sobreo tecido de formação é determinada usando a equação:<formula>formula see original document page 38</formula>em que m=deflexão do tecido em 2,54 centímetrosc=extensão do tecido em 2,54 centímetrosVm=velocidade do dispositivo de em 30 centímetros porminutoK=0,82864451984491991898e-3.
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