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BRPI0706989A2 - válvula de corte de entrada de ar do motor - Google Patents

válvula de corte de entrada de ar do motor Download PDF

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BRPI0706989A2
BRPI0706989A2 BRPI0706989-8A BRPI0706989A BRPI0706989A2 BR PI0706989 A2 BRPI0706989 A2 BR PI0706989A2 BR PI0706989 A BRPI0706989 A BR PI0706989A BR PI0706989 A2 BRPI0706989 A2 BR PI0706989A2
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BR
Brazil
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valve
cutting
engine
open position
flow control
Prior art date
Application number
BRPI0706989-8A
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English (en)
Inventor
Darren Rivet
Original Assignee
Darren Rivet
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Publication date
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First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=38344839&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI0706989(A2) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
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Abstract

VáLVULA DE CORTE DE ENTRADA DE AR DO MOTOR. A presente invenção contempla uma válvula de corte para interrupção do fluxo de ar para um motor. Uma válvula borboleta disposta numa pass.agem de ar é movimentada entre uma primeira posição aberta e uma segunda posição fechada de uma maneira controlada para impedir o acúmulo de combustível não queimado na hipótese de ativamento da válvula.

Description

"VÁLVULA DE CORTE DE ENTRADA DE AR DO MOTOR".
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção está relacionada a uma válvula de corte demotor, e em particular a uma válvula de corte de entrada de ar para ummotor a diesel.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Motores, em particular motores a diesel, podem entrar em umestado descontrolado conhecido como "disparo". Neste estado o motorfica submetido a combustão ilimitada e se não for interrompido, omotor pode atingir" velocidades destrutivas que podem resultar em falhacatastrófica do motor, e até mesmo danos pessoais para aqueles que seencontrarem nas suas proximidades. Existe uma série de causas dedisparo em motores incluindo, sem limitação, um regulador defeituosodo motor, superaquecimento do motor ou a admissão de hidrocarbonetosnão-regulamentares na câmara de combustão. Tais hidrocarbonetos podemser oriundos de uma fonte externa tal como formas gasosas aéreas, ouentão oriundas do próprio motor devido a uma falha de funcionamentotal como falha dos anéis de vedação de óleo do turbo compressor.
A maneira convencional de se parar um motor a diesel éinterromper o fluxo de combustível para a câmara de combustão,entretanto, um método alternativo precisa ser empregado para parar ummotor a diesel na hipótese de um disparo do mesmo. O método mais comumutilizado envolve a remoção do suprimento de ar para a câmara deÈombustão. Uma vez privada de oxigênio, a combustão descontroladacessa.. Desta forma, válvulas de segurança que interrompem o suprimentode ar para o motor foram desenvolvidas para desligar o motor numasituação tal como a descrita.
As típicas válvulas de corte são posicionadas na entrada de arpara o motor e empregam uma,váivula dotada de efeito mola tal que ficanuma posição fechada que bloqueia o suprimento de ar para a câmara decombustão. A válvula dotada de efeito mola é mantida numa posiçãoaberta por ação de um solenóide ou por ação de outros meios derestrição apropriados, permitindo assim um suprimento de ardesobstruído para dentro do motor. Quando da ocorrência de um disparo,ocorre uma desativação dos meios de restrição, e a válvula salta paraa sua posição fechada, assim interrompendo o suprimento de ar para acâmara de combustão e privando o motor de ar até que este pare. Outrasvariações dos sistemas de válvula de corte empregando vários meios deativação foram também desenvolvidos, porém todos apresentam em comum ouso de um sistema através do qual uma válvula se fecha subitamenteassumindo sua posição fechada ao receber alguma forma de estimulo. Aremoção instantânea do suprimento de ar usando tais sistemas deválvula convencional resultam na permanência de uma quantidadesignificativa de óleo diesel não queimado dentro do motor. 0combustível acumulado pode apresentar um efeito deletério sobre oscomponentes do motor. Além disso, quando da subsequente partida domotor após um desligamento, o motor carregado de combustível podemanifestar emissão de fumaça, ruídos do motor ou até mesmo danos aomotor.
É portanto desejável que se disponibilize uma válvula de corteque mitigue as referidas limitações.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção está direcionada a uma válvula de cortepara a entrada de ar de um motor.
Assim sendo, em um de seus aspectos, a presente invençãocompreende uma válvula de corte de entrada de ar para um motorapresentando uma entrada de ar, com a válvula de corte compreendendo;
(a) um alojamento apresentando uma passagem de fluxo de ar seestendendo através do alojamento;
(b) uma válvula de controle de fluxo disposta na passagem dofluxo de ar, sendo a válvula de controle de fluxo movimentável entreuma primeira posição aberta que permite o fluxo de ar através dapassagem e uma segunda posição fechada que impede o fluxo de aratravés da passagem;
(c) meios de atuação para movimentar a válvula de controle defluxo entre a sua primeira posição aberta e a sua segunda posiçãofechada, e para mover a válvula de controle de fluxo entre a suasegunda posição fechada e a sua primeira posição aberta;(d) meios" de comutação para ativar e desativar os meios de atuação; e
(e) meios para conectar de maneira vedável a passagem dofluxo de ar para a entrada de ar do motor;
Através dos quais a válvula de controle de fluxo se move entrea sua primeira posição aberta e a sua segunda posição fechada numperíodo de tempo previamente determinado. Em uma incorporação, aválvula de controle de fluxo é uma válvula borboleta. Em uma outraincorporação, os meios de atuação compreendem um atuador apresentandoum meio de acionamento para controlar o movimento da válvula decontrole de fluxo entre a sua primeira posição aberta e a sua segundaposição fechada e entre a sua segunda posição fechada e a sua primeiraposição aberta. Em uma incorporação, o atuador compreende umaengrenagem de pinhão conectada à válvula de controle de fluxo, umarosca sem fim acionando a engrenagem de pinhão, e um motor elétricoacionando a rosca sem fim.
Niama incorporação, os meios de atuação estão adaptados paramovimentar a válvula de controle de fluxo entre a sua primeira posiçãoaberta e a sua segunda posição fechada em um período de tempo que émaior do que 1 segundo, mas porém é menor do que 6 segundos. Em umaincorporação, o período de tempo é de cerca de 2 segundos até cerca de3 segundos, e em uma outra incorporação o período de tempo é de cercade 4 segundos até cerca de 5 segundos.
Em uma incorporação os meios de comutação respondem a umacondição operacional do motor, sendo que a referida condiçãooperacional do motor inclui qualquer um dos elementos selecionadosentre temperatura, pressão ou revoluções por minuto ("RPM"). Em umaincorporação, os meios de comutação respondem a uma condiçãooperacional de uma componente auxiliar do motor. Em váriasincorporações os meios de comutação respondem a um sinal transmitidomanualmente, ou a um sinal transmitido remotamente. Em umaincorporação os meios de comutação compreendem um módulo de controleeletrônico, e em uma incorporação o módulo de controle eletrônicocontrola a velocidade do motor elétrico.Numa incorporação, o módulo de controle eletrônico pode serpreviamente programado para ativar os meios de atuação quando daocorrência de uma condição operacional especifica do motor, sendo quea condição operacional especifica do motor inclui qualquer um doselementos entre um nivel de temperatura especifico, um nivel depressão especifico ou um nivel de RPM especifico. Em uma incorporação,o módulo de controle eletrônico responde a uma condição operacional deuma componente auxiliar do motor.
Em uma incorporação existe um sensor de válvula conectado aomódulo de controle eletrônico para detectar se a válvula de controlede fluxo está aberta ou fechada. Em uma incorporação, o sensor deválvula compreende um micro-comutador ativando o mecanismo da válvulade controle de fluxo, estando o micro-comutador conectadoeletronicamente ao módulo de controle eletrônico.
Numa outra incorporação, o aparelho apresenta meios deexibição conectados ao módulo de controle eletrônico, sendo que osmeios de exibição apresentam indicadores. Em uma incorporação, osmeios de exibição apresentam indicadores para indicar o que foi quefez com que o módulo de controle eletrônico ativasse os meiosatuadores para fechar a válvula de controle de fluxo.
Em uma incorporação, o alojamento compreende um alojamento doacionador que é fixado de maneira que permite sua remoção a umalojamento de canal tubular, com o alojamento de canal definindo apassagem do fluxo de ar. Em uma outra incorporação, o alojamento doacionador compreende um alojamento do motor e engrenagem interpostoentre uma cobertura de topo e uma cobertura de base.
Em uma incorporação, os meios para conectar de maneira vedávela passagem do fluxo de ar para a entrada de ar do motor compreendempelo menos uma manga se estendendo para fora da passagem do fluxo dear. Em uma outra incorporação, um tamanho padrão de válvula de corte éadaptável para uso em diversos tamanhos de entrada de ar através douso de diferentes tamanhos de manga.
Em um outro aspecto da presente invenção, a invençãocompreende uma válvula de corte de entrada de ar para um motorapresentando uma entrada de ar, com a válvula de corte compreendendo;(a) um alojamento apresentando uma passagem do fluxo de ar seestendendo através do alojamento;
(b) uma válvula borboleta disposta na passagem do fluxo de arsendo a válvula borboleta movimentável entre uma primeira posiçãoaberta que permite o fluxo de ar através da passagem e uma segundaposição fechada que impede o fluxo de ar através da passagem, com aválvula borboleta apresentando um eixo central;
(c) uma engrenagem de pinhão conectada ao eixo da válvula borboleta;
(d) uma rosca sem fim acionando a engrenagem de pinhão;
(e) um motor elétrico conectado à rosca sem fim;
(f) um módulo controlador para ativar e desativar o motorelétrico e para controlar a velocidade do motor; e
(g) meios para conectar de maneira vedável a passagem do fluxode ar para a entrada de ar do motor;
por meio dos quais a rotação da rosca sem fim causa rotação doeixo da válvula borboleta tal que a válvula borboleta pode sermovimentada entre a sua primeira posição aberta e a sua segundaposição fechada e entre a sua segunda posição fechada e a sua primeiraposição aberta num período de tempo previamente determinado.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS
A presente invenção será agora descrita através de um exemplode incorporação fazendo referência às figuras simplificadas anexasdiagramáticas e fora de escala. Nas referidas figuras:
A Figura 1 é uma vista frontal diagramática de umaincorporação da presente invenção.
A Figura 2 é uma vista frontal diagramática explodida doscomponentes de uma incorporação da presente invenção.
A Figura 3 é uma vista diagramática dos componentes de umaincorporação da presente invenção
A Figura 4 é uma vista frontal diagramática explodida doscomponentes de uma incorporação da presente invenção.
A Figura 5 é uma representação diagramática de umaincorporação da presente invenção.A Figura 6 é uma representação diagramática de uma incorporaçãoda presente invenção.
A Figura 7 é uma representação diagramática explodida decomponentes de uma'incorporação da presente invenção.
A Figura 8 é um diagrama de blocos esquemático do sistema decontrole de uma incorporação da presente invenção.
As Figuras 9A e 9B são vistas superiores em seção transversalde uma válvula borboleta dentro da passagem do fluxo de ar de umaincorporação da presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Escopo
A presente invenção revela uma válvula de corte para a entradade ar de um motor. Ao descrever a presente invenção, todos os termosnão definidos no presente documento têm seus significados iguaisàqueles reconhecidos no estado da técnica. Na medida em que adescrição apresentada a seguir é de uma incorporação especifica ou deum uso particular da invenção, esta se destina apenas a ilustrar, enão limitar a invenção conforme reivindicada. A descrição apresentadaa seguir se destina a contemplar todas as alternativas, modificações eequivalentes que estão inclusos no espirito e escopo da presenteinvenção, conforme definidas no quadro reivindicatório apenso.
Descrição
A presente invenção revela uma válvula de corte para a entradade ar de um motor. Conforme ilustrado na Figura 1, a válvula de corte(10) é composta por um alojamento (20) definindo uma passagem do fluxode ar (18) . Uma válvula de controle de fluxo está disposta na passagemdo fluxo de ar (18) e é movimentável entre uma primeira posição abertaque permite o fluxo de ar através da passagem do fluxo de ar (18), euma segunda posição fechada que impede o fluxo de ar através dapassagem do fluxo de ar (18). Conforme ilustrado nas Figuras, em umaincorporação, uma válvula borboleta (16) pode ser utilizada. Embora ouso de uma válvula borboleta seja descrito, deve ser compreendido ofato de que outras válvulas de controle de fluxo adequadas, tal comouma válvula esférica, também podem ser usadas para praticar a presenteinvenção. Conforme ilustrado nas Figuras 9A e 9B, a válvula borboletaé movimentável entre uma primeira posição aberta na qual fica paralelaao fluxo de ar (seta A) através da passagem de fluxo de ar (18), e umasegunda posição fechada na qual fica perpendicular ao fluxo de ar(seta A) na passagem de fluxo de ar (18). Conforme visualizado naFigura 9A, quando a válvula borboleta (16) se encontra na sua primeiraposição aberta, o fluxo de ar através da passagem do fluxo de ar ficaessencialmente desobstruído. entretanto, conforme visualizado naFigura 9B, quando a válvula borboleta (16) é movida para dentro da suasegunda posição fechada, o fluxo de ar é bloqueado.
Conforme ilustrado nas Figuras 1, 2 e 4, em uma incorporação oalojamento (20) é compreendido por um alojamento do acionador (23)afixado a um alojamento de canal tubular (32) . O alojamento doacionador (23) contem o motor elétrico (12) e a rosca sem fim (14). Arosca sem fim (14) é acionada por uma rosca sem fim (não ilustrada nasFiguras) conectada ao motor elétrico (12). Em uma incorporação, oalojamento do acionador (23) compreende adicionalmente um alojamentodo motor e engrenagem (25) que fica interposto entre uma cobertura detopo (22) e uma cobertura de base (24). O alojamento de canal tubular(32) define a passagem de fluxo de ar (18). 0 alojamento do canal (32)pode apresentar uma placa (21) para facilitar a fixação da coberturade base (24) do alojamento do acionador (23) . As componentes doalojamento são fixadas umas às outras de maneira que permite suaremoção usando parafusos (44), ou qualquer outro meio de fixaçãoadequado que possa ser utilizado por alguém versado na técnica. 0motor elétrico (12) fica montado no alojamento do motor e engrenagem(25) usando parafusos de montagem de motor, ou usando qualquer outromecanismo de fixação adequado.
Conforme ilustrado nas Figuras 1, 2, 4 e 7, a válvulaborboleta (16) apresenta um formato redondo e seu tamanho em diâmetrocorresponde ao diâmetro interior da passagem do fluxo de ar (18). Aválvula borboleta apresenta receptáculos (46) em um lado para um pinoinferior (26) e uma engrenagem de pinhão similar a um eixo (28). Arotação da engrenagem de pinhão (28) causa uma rotação correspondenteda válvula borboleta (16) em torno do eixo longitudinal do pinoinferior (26) e da engrenagem de pinhão (28) . A engrenagem de pinhão(28) apresenta buchas superior e inferior (38) associadas parafacilitar a rotação e apresenta um pino de batente (42) para reter aengrenagem de pinhão em seu devido lugar. 0 alojamento de canaltubular (32) apresenta uma abertura (29) através da qual a engrenagemde pinhão (28) pode se projetar para dentro da passagem do fluxo de ar(18), e apresenta também um recesso complementar (27) na suasuperfície interna diretamente oposto à abertura para a engrenagem depinhão para receber o pino inferior (26). Ά válvula de corte (10)apresenta meios de atuação para acionar a válvula borboleta (16) . Emuma incorporação os meios de atuação correspondem a um atuadorapresentando um meio de acionamento para controlar o movimento daválvula borboleta (16) entre a sua primeira posição aberta e a suasegunda posição fechada, e entre a sua segunda posição fechada e a suaprimeira posição aberta.
Conforme ilustrado nas Figuras 1-7, o atuador pode sercompreendido pela engrenagem de pinhão (28) acionada por uma rosca semfim (14) que é acionada por uma rosca sem fim (não ilustrada nasFiguras) que por sua vez é acionada pelo motor elétrico (12). A roscasem fim (14) se engata na engrenagem de pinhão (28) da válvulaborboleta (16) por meio de uma abertura de formato complementar (33) .Desta maneira, quando o motor elétrico (12) é ativado, a rosca sem fim(14) é acionada. O movimento rotacional da rosca sem fim (14) acionadafaz com que a engrenagem de pinhão (28) gire e esta gira a válvulaborboleta (16) dentro da passagem do fluxo de ar (18). Desta maneira,a válvula borboleta (16) é movida entre a sua primeira posição abertae a sua segunda posição fechada. Para mover a válvula borboleta (16)desde a sua segunda posição fechada para a sua primeira posição abertaapós o fechamento, a polaridade do motor elétrico (12) é invertida pormeio da mudança da carga da corrente de alimentação fornecida ao motorelétrico (positiva"para negativa, e vice-versa). Isto resulta em que omotor elétrico (12) efetivamente gira ao contrário, fazendo com que arosca sem fim (14) gire na direção oposta e assim retornando a válvulaborboleta (16) à sua primeira posição aberta. Qualquer tipo de motorelétrico adequado que permita uma polarização reversa, tal comonormalmente utilizado para aplicações similares pode ser utilizado coma presente invenção.
A válvula de corte (10) apresenta meios de comutação paraativar e desativar o atuador, e em uma incorporação estes meios podemcorresponder a um módulo de controle eletrônico (50).
Pode ser compreendido que através do controle de velocidade domotor elétrico (12), o tempo que leva a válvula borboleta (16) para semover desde a sua primeira posição aberta até a sua segunda posiçãofechada pode ser controlado cuidadosamente. Em uma incorporação, opróprio motor elétrico (12) pode ser calibrado de maneira tal quequando da ativação este demore um certo intervalo de tempo previamentedeterminado para mover a válvula borboleta (16) entre as posiçõesdesejadas, e de maneira tal que venha a ser desativado uma vezexpirado o referido intervalo de tempo. Assim sendo, quando daativação do motor elétrico (12) pelos meios de comutação, o motorelétrico (12) é acionado por um período de tempo fixo durante o qual aválvula borboleta (16) se move entre a posição aberta e a posiçãofechada. Depois do desligamento, os meios de comutação são novamenteativados e o prodesso é repetido em ordem reversa para retornar aválvula borboleta (16) à sua posição aberta.
Numa outra incorporação, o módulo de controle eletrônico ativae desativa o motor elétrico (12) e controla a velocidade do motorelétrico (12) . O módulo de controle eletrônico (50) pode serprogramado de maneira tal que um usuário pode pré-definir o intervalode tempo para o fechamento da válvula borboleta baseado no tipo demotor com o qual esta está sendo utilizada.
O fechamento retardado ou gradual da válvula borboleta (16)facilita uma redução progressiva do fluxo de ar para a câmara decombustão. Isso tem um efeito similar ao da extinção de uma chama, epermite que o combustível presente seja consumido enquanto impede oacúmulo de combustível não queimado dentro do motor. Isto mitiga osproblemas associados ao acúmulo de combustível não queimado dentro domotor. O período de tempo adequado para o fechamento da válvulaborboleta (16) depende do tamanho e do tipo do motor. O temporequerido pela válvula borboleta (16) para se fechar quando daativação do motor elétrico (12) pode ser ajustado e previamentedefinido de acordo com o que foi discutido anteriormente. Um intervalode tempo de mais do que um segundo, porém menos do que 6 segundos éadequado para a maioria dos motores. Para válvulas menores, umintervalo de tempo apropriado pode ser entre 2 e 3 segundos, e paraválvulas maiores um intervalo de tempo de entre 4 e 5 segundos podeser adequado.
A operação do motor elétrico (12) pode ser iniciadaautomaticamente em resposta a uma condição operacional do motor talcomo calor, pressão ou RPM. Quando o motor, ou componentes auxiliaresdo motor, alcança uma determinada condição, sensores reconhecem acondição e um sinal é transmitido aos meios de comutação para ativar oatuador, fechando assim a válvula borboleta (16) e desligando assim omotor. Sinais de entrada para os meios de comutação para estimular omovimento do atuador também podem ser sinais transmitidos manualmentetais como alguém acionando um botão de desligamento de emergência porexemplo. Sinais transmitidos remotamente também podem ser usados paradesencadear os meios de comutação tais como uma transmissão via radiopor exemplo. Em uma incorporação dirigida a veículos, um transmissorpode ser usado em' uma configuração do tipo key fob para permitir odesligamento do veículo individual associado a esta configuração. Podeser entendido que os meios de comutação em diferentes motores podemser configurados para responder a diferentes tipos de sinal manual ouremoto. Isto facilita a capacidade de se ter desligamentos seqüenciaisou simultâneos de motores dentro de um raio de transmissão fixoutilizando sinais mestre. Por exemplo, meios de comutação emdeterminados motores podem ser adaptados para receber sinais do tipoA, ao passo em que meios de comutação em outros motores determinadospodem ser adaptados para receber sinais do tipo B. Desta maneira,utilizando um poço de petróleo como exemplo, na eventualidade de umasituação de emergência tal como um apagamento, o supervisor desegurança poderia "imediatamente transmitir o sinal A, e assim ativartodos os meios de comutação adaptados para receber o sinal A eportanto desligando estes motores associados. Os motores com meios decomutação adaptados para receber o sinal B irão representar aquelesmotores ainda necessários em tal situação de emergência tais comogeradores de suporte, ou motores de bomba d'água contra incêndio,entretanto, se estes motores ficarem comprometidos, o supervisor podeentão escolher transmitir o sinal B, desligando assim todos osmotores. Pode ser entendido que os veículos equipados com os meios decomutação adaptados para receber sinais remotos, também terão seusmotores desligados caso entrem no raio de transmissão caso o sinalseja transmitido em tais situações de emergência. Veículos deemergência tais com o carros de bombeiro e ambulâncias poderiam seradaptados para receber o sinal B, permitindo assim a continuação doseu funcionamento em circunstância de emergência se assim fordesejado. A transmissão de tais sinais remotos poderia também ocorrerautomaticamente, ao invés de manualmente, quando da ocorrência de umevento ou condição previamente especificado tal como um certo valor depressão de perfuração de poço. Um desligamento seqüencial ouescalonado como este também pode ser obtido através da incorporaçãovia circuito elétrico dos meios de comutação dos vários motores em umpainel de controle central. Se um módulo de controle eletrônico (50)for empregado como os meios de comutação, os sinais de entrada podemser manuais ou automáticos conforme ilustrado na Figura 8. Os sinaispodem ser transmitidos remotamente (62) ou manualmente usando umpainel de comutação ou controle (54). O módulo de controle eletrônico(50) pode ser conectado ao módulo de controle do motor (60) usando umbarramento de dados (58). Os dados referentes às condiçõesoperacionais do motor são transmitidos desde o módulo de controle domotor (60) para o módulo de controle eletrônico (50) e quando umadeterminada condição atinge um certo estado (por exemplo, um valor detemperatura elevada previamente especificada, ou um valor de pressãode óleo especificado), o módulo de controle eletrônico (50) ativa omotor elétrico (12) para fechar a válvula borboleta (16). De maneirasimilar, uma sonda tacômetro (56) pode ser montada dentro do motor,por exemplo no volante ou em outra massa que gire, com dados oriundosda sonda tacômetro (56) sendo alimentados ao módulo de controleeletrônico (50) . O módulo de controle eletrônico (50) está conectado auma fonte de bateria separada da ignição (64) e é capaz de suportarvoltagens variadas, incluindo sem limitação, cargas entre 12 e 32volts. O módulo de controle eletrônico (50) provê energia ao motorelétrico (12). Em uma incorporação, uma carga de cerca de 12 volts éfornecida ao motor. Em uma outra incorporação existem dois fios deenergia que ligam o módulo de controle eletrônico (50) ao motorelétrico, uma para uma corrente positiva, e um para uma correntenegativa para inverter a polaridade do motor elétrico (12) e assimabrir e fechar a válvula borboleta (16). 0 módulo de controleeletrônico (50) também pode ser conectado por dois fios a um sensor deválvula (não ilustrado nas figuras) que pode detectar quando a válvulaborboleta (16) está aberta ou fechada. 0 módulo de controle eletrônico(50) pode ser conectado a meios de exibição (52), tais como uma telade LCD ou uma tela de plasma, e podem assim exibir sinais de indicaçãopara informar um usuário se a válvula borboleta (16) está aberta oufechada. Em uma incorporação, os meios de exibição podem simplesmentecompreender diodos luminosos rotulados. Um painel de controle (54)pode também ser conectado ao módulo de controle eletrônico (50)permitindo que um usuário altere os parâmetros do que vai desencadearo módulo de controle eletrônico (50) para ativar o motor elétrico(12), e a qual velocidade o motor elétrico (12) irá funcionar. 0painel de controle (54) pode ser uma forma de placa sensível ou umatela sensível ao toque. Aqueles versados na técnica deverãocompreender o fato de que os meios de exibição e o painel de controlepodem ser combinados em uma mesma unidade. Os meios de exibição (52)também podem exibir informações transmitidas desde o módulo decontrole eletrônico (50) referentes a qual sinal de entrada fez comque o módulo de controle eletrônico (50) iniciasse o desligamento. Porexemplo, um sinal transmitido manualmente, a um sinal remoto e se foreste o caso se este faz parte de um desligamento mestre, ou de umacondição operacional. Esta informação é muito importante para umusuário poder avaliar quando e como reiniciar após um desligamento, epara identificar qual foi o problema que conduziu ao desligamento. Nocontexto de um veículo, os meios de exibição (52) e o painel decontrole (54) podem ser montados no painel de instrumentos do veículo.Conforme ilustrado na Figura 6, mangas (31) podem ser fixadasà passagem do fluxo de ar (18) para permitir uma conexão vedada dapassagem do fluxo de ar tubular (18) para a entrada de ar do motor. Asmangas podem ser acopladas à entrada de ar usando meios de fixaçãoempregados por aqueles versados na técnica incluindo, sem limitação,configurações de colares, parafusos de ajuste, presilhas e anéis deranhura complementares. Pode ser entendido que mangas de diversostamanhos podem ser empregadas para permitir o uso de uma unidade deválvula de tamanho padronizado com entradas de ar de tamanhosvariados. Em uma incorporação, pode haver uma variedade de tamanhos deunidade de válvula padrão (por exemplo 3 polegadas, 4 polegadas e 7polegadas) . 0 tamanho mais próximo do tamanho da entrada de ar deveser selecionado, e qualquer ajuste adicional requerido deve seralcançado através da seleção de uma manga de tamanho apropriado. Asmangas podem ser construídas de alumínio ou aço, ou a partir dequalquer outro material adequado. A válvula de corte (10) é instaladaem linha com a entrada de ar e irá funcionar otimamente se posicionadano lado sob pressão de qualquer sistema turbo.
Embora descrita no contexto de disparo em um motor a diesel,deverá ser compreendido o fato de que a válvula de corte (10) pode serutilizada para parar qualquer tipo de motor apresentando uma entradade ar.
Conforme ficará aparente para aqueles versados na técnica,diversas modificações, adaptações e variações dos ensinamentosespecíficos apresentados acima podem ser feitas sem abandonar o escopoda invenção aqui reivindicada.

Claims (26)

1. "VÁLVULA DE CORTE DE ENTRADA DE AR DO MOTOR" para um motorapresentando uma entrada de ar, com a válvula de corte caracterizadapor compreender;(a) um alojamento apresentando uma passagem do fluxo de ar seestendendo através do alojamento;(b) uma válvula de controle de fluxo disposta na passagem dofluxo de ar, sendo a válvula de controle de fluxo movimentável entreuma primeira posição aberta que permite o fluxo de ar através dapassagem e uma segunda posição fechada que impede o fluxo de aratravés da passagem;(c) meios de atuação para movimentar a válvula de controle defluxo entre a sua primeira posição aberta e a sua segunda posiçãofechada, e para mover a válvula de controle de fluxo entre a suasegunda posição fechada e a sua primeira posição aberta;(d) meios de comutação para ativar e desativar os meios deatuação; e(e) meios para conectar de maneira vedável a passagem do fluxode ar para a entrada de ar do motor;Através dos quais a válvula de controle de fluxo se move entrea sua primeira posição aberta e a sua segunda posição fechada numperíodo de tempo previamente determinado.
2. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1caracterizada pelo, fato de que a válvula de controle de fluxo é umaválvula borboleta.
3. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1caracterizada pelo fato de que os meios de atuação compreendem umatuador apresentando um meio de acionamento para controlar o movimentoda válvula de controle de fluxo entre a primeira posição aberta e asegunda posição fechada e entre a segunda posição fechada e a primeiraposição aberta.
4. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 3caracterizada pelo fato de que o atuador compreende;(a) uma engrenagem de pinhão conectada à válvula de controlede fluxo;(b) uma rosca sem fim acionando uma engrenagem de pinhão; e(c) um motor elétrico acionando uma rosca sem fim.
5. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que os meios de atuação estão adaptadospara mover a válvula de controle de fluxo entre a sua primeira posiçãoaberta e a sua segunda posição fechada em um período de tempo que émaior do que 1 segundo, mas porém é menor do que 6 segundos.
6. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 5,caracterizada pelo fato de que os meios de atuação estão adaptadospara mover a válvula de controle de fluxo entre a sua primeira posiçãoaberta e a sua segunda posição fechada em um período de tempo de cercade 2 segundos até cerca de 3 segundos.
7. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 5,caracterizada pelo fato de que os meios de atuação estão adaptadospara mover a válvula de controle de fluxo entre a sua primeira posiçãoaberta e a sua segunda posição fechada em um período de tempo de cercade 4 segundos até cerca de 5 segundos.
8. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1caracterizada pelo fato de que os meios de comutação respondem a umacondição operacional do motor.
9. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1caracterizada pelo fato de que os meios de comutação respondem a umacondição operacional de uma componente auxiliar do motor.
10. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 8caracterizada pelo, fato de que a condição operacional do motor incluiqualquer uma das variáveis temperatura, pressão ou RPM.
11. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1caracterizada pelo fato de que os meios de comutação respondem a umsinal transmitido manualmente.
12. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1caracterizada pelo fato de que os meios de comutação respondem a umsinal transmitido remotamente.
13. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1caracterizada pelo fato de que os meios de comutação compreendem ummódulo de controle eletrônico.
14. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 13caracterizada pelo fato de que o módulo de controle eletrônicocontrola a velocidade do motor elétrico.
15. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 13caracterizada pelo fato de que o módulo de controle eletrônico podeser previamente programado para ativar os meios de atuação quando daocorrência de uma condição operacional especifica do motor.
16. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 13caracterizada pelo fato de que o módulo de controle eletrônico podeser previamente programado para ativar os meios de atuação quando daocorrência de uma condição operacional especifica de uma componenteauxiliar do motor.
17. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 15caracterizada pelo, fato de que a condição operacional especifica domotor inclui qualquer uma da variáveis nivel de temperaturaespecifico, nivel de pressão especifico ou nivel de RPM especifico.
18. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 13caracterizada por compreender adicionalmente um sensor de válvula paradetectar se a válvula de controle de fluxo está aberta ou fechada, eonde o módulo de controle eletrônico está conectado operacionalmenteao sensor de válvula.
19. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 18caracterizada pelo fato de que o sensor de válvula compreende ummicro-comutador ativando o mecanismo da válvula de controle de fluxo,estando o micro-comutador conectado eletronicamente ao módulo decontrole eletrônico.
20. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 18caracterizada por compreender adicionalmente meios de exibiçãoconectados ao módulo de controle eletrônico, com os meios de exibiçãoapresentando indicadores para indicar se a válvula de controle defluxo está aberta ou fechada.
21. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 13caracterizada por compreender adicionalmente meios de exibiçãoconectados ao módulo de controle eletrônico, com os meios de exibiçãoapresentando indicadores.
22. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1caracterizada pelo fato de que o alojamento compreende um alojamentodo acionador que .é fixado de maneira que permite sua remoção a umalojamento de canal tubular, com o alojamento de canal definindo apassagem do fluxo de ar.
23. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 22caracterizada pelo fato de que o alojamento do acionador compreende umalojamento do motor e engrenagem interposto entre uma cobertura detopo e uma cobertura de base.
24. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 1caracterizada pelo fato de que os meios para conectar de maneiravedável a passagem do fluxo de ar para a entrada de ar do motorcompreendem pelo menos uma manga se estendendo para fora da passagemdo fluxo de ar.
25. "VÁLVULA DE CORTE" de acordo com a reivindicação 24,caracterizada pelo fato de que um tamanho padrão da válvula de corte éadaptável para uso em vários tamanhos de entrada de ar através do usode diferentes tamanhos de manga.
26. "VÁLVULA DE CORTE" de entrada de ar for um motorapresentando uma entrada de ar, com a válvula de corte caracterizadapor compreender;(a) um alojamento apresentando uma passagem do fluxo de ar seestendendo através do alojamento;(b) uma válvula borboleta disposta na passagem do fluxo de ar,sendo a válvula borboleta movimentável entre uma primeira posiçãoaberta que permite o fluxo de ar através da passagem e uma segundaposição fechada que impede o fluxo de ar através da passagem, com aválvula borboleta apresentando um eixo central;(c) uma engrenagem de pinhão conectada ao eixo da válvulaborboleta;(d) uma rosca sem fim acionando uma engrenagem de pinhão;(e) um motor elétrico conectado à rosca sem fim;(f) um módulo controlador para ativar e desativar o motorelétrico e para controlar a velocidade do motor; e(g) meios para conectar de maneira vedável a passagem do fluxode ar para a entrada de ar do motor;por meio dos quais a rotação da rosca sem fim causa rotação doeixo da válvula borboleta de maneira tal que a válvula borboleta podeser movimentada entre a sua primeira posição aberta e a sua segundaposição fechada e entre a sua segunda posição fechada e a sua primeiraposição aberta num período de tempo previamente determinado.
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