BRPI0612555A2 - máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas - Google Patents
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Abstract
MáQUINA TêXTIL PARA FABRICAçãO DE BOBINAS CRUZADAS. A presente invenção refere-se a uma máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas com um dispositivo, disposto em um agregado de operação, para o teste da qualidade dos fios ou da fiação a serem fabricados nos pontos de fiação da máquina têxtil, sendo que, o agregado de operação apresenta um equipamento de teste de tração, bem como, um equipamento para a condução de um fio para o equipamento de teste de tração. De acordo com a invenção está previsto que, o equipamento de teste de tração (15) dispõe de um trajeto de medição (19) de comprimento especificado, sendo que, no lado final do trajeto de medição (19) estão dispostos dispositivos de aperto do fio (20, 21). Neste caso, o primeiro dispositivo de aperto do fio (20) está apoiado móvel e pode ser admitido de modo definido através de um acionamento (22). Além disso, na área do trajeto de medição (19) está disposto um equipamento sensor (23). Tanto o acionamento (22), bem como, o equipamento sensor (23) estão em ligação com um equipamento de controle (25).
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÁQUINATÊXTIL PARA FABRICAÇÃO DE BOBINAS CRUZADAS".
Descrição:
A presente invenção refere-se a uma máquina têxtil para fabri-cação de bobinas cruzadas de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1.
No contexto com as máquinas têxteis para fabricação de bobi-nas cruzadas, é conhecido há bastante tempo controlar um fio contínuoquanto a defeitos do fio.
O controle de fio diretamente durante o processo de fabricaçãopossível até hoje, sem dúvida, se restringia a possibilidades de análises óp-ticas ou capacitivas (pontos de espessamento, de afinamento, formação denós, velocidades, diâmetros, fibras estranhas, etc.). Outros parâmetros defio importantes, tais como a resistência à ruptura do fio, o alongamento dofio, a finura do fio, a torção do fio, etc., até o momento, em geral, foram con-trolados em laboratórios. Neste caso, o controle ocorria freqüentemente eminícios de lotes, bem como, mais tarde em intervalos de tempo irregulares.
Para o controle, em primeiro lugar as bobinas tinham que serretiradas dos dispositivos de bobinar da máquina têxtil, testadas e, eventu-almente, mais tarde, ser conduzidas de novo à máquina têxtil.
Neste caso, em função deste processo relativamente dispendio-so, em geral o número de testes aleatórios era limitado. Isto significa que, noprocesso usual até o momento, até a detecção de desvios não permitidos(por exemplo, troca de jarras, falhas de finura da tira do trajeto, desgaste ouajuste incorreto nos pontos de fiar e bobinar) já poderia ter chegado a umamaior quantidade de fios inutilizável.
Além disso, um critério importante para a qualidade de uma bo-bina cruzada é a resistência à tração do dispositivo de juntar o fio.
Até o momento, a resistência à tração do dispositivo de juntar ofio também foi obtida em laboratórios de modo relativamente incômodo.
Certamente através do pedido de patente DE 37 05 925 A1 éconhecido um processo, no qual, o fio, fabricado em dispositivos de fiar porfricção de extremidade aberta, pode ser testado quanto a sua resistência àruptura mínima, bem como, quanto a sua tendência à formação de encres-pamento, através de um aparelho de manutenção e, no caso de não alcan-ce ou da ultrapassagem de valores do fio especificados, são adaptados cer-tos parâmetros de ajuste dos dispositivos de fiar por fricção de extremidadeaberta.
Certamente o processo descrito é impreciso e não é apropriadopara a determinação exata dos parâmetros do fio descritos anteriormente.
Também no pedido de patente DE 198 41 604 A1 são descritosum processo e um dispositivo para o exame da qualidade do fio nos pontosde fiar de uma máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas.
Neste caso, por meio de uma automação móvel, um fio é puxa-do de uma bobina cruzada, que está segura na moldura da bobina de umponto de trabalho de uma máquina têxtil para fabricação de bobinas cruza-das, e é submetido várias vezes a um teste de ruptura. Neste caso, o dispo-sitivo conhecido apresenta um dispositivo de retenção do fio, um equipa-mento de tensão do fio, bem como, um cabeçote de medição.
Isto significa que, por exemplo, um cordão de fios, esticado entre abobina cruzada freada e o bocal de aspiração do fio da automação móvel, épuxado através de um cabeçote de medição, a tensão do fio é registrada e éindicada em um respectivo dispositivo de leitura. No momento da ruptura dofio a tensão do fio salta, de modo repentino, de volta para zero.
Neste caso, o tamanho da tensão do fio obtida desta maneiraestá em uma relação proporcional à resistência de ruptura do fio.
Também os resultados de exames obtidos com este equipamen-to conhecido são bem imprecisos. Isto significa que, os resultados de exa-mes que foram obtidos com este equipamento conhecido mostraram clarasdispersões e imprecisões em comparação com os resultados de exames,que foram obtidos com aparelhos de laboratório. Por isto, o equipamentoconhecido não pode se impor na prática.
Partindo de máquinas têxteis para fabricação de bobinas cruza-das do gênero descrito anteriormente, cabe à invenção a tarefa de criar umdispositivo que possibilite realizar testes de resistência à ruptura do fio dire-tamente no ponto de bobinar da máquina têxtil, sendo que, as condições deteste correspondem o mais amplamente possível às normas e padrões váli-dos de aparelhos de teste de laboratório.
De acordo com a invenção, esta tarefa é solucionada por umdispositivo como o que está descrito na reivindicação 1.
Execuções vantajosas da invenção são o objeto das reivindica-ções subordinadas.
O emprego de um agregado de operação executado de acordocom a invenção, com um equipamento de teste de tração que, através deum trajeto de medição de comprimento especificado, dispõe de dispositivosde aperto do fio dispostos no lado final do trajeto de medição, sendo que,pelo menos, um dos dispositivos de aperto do fio está apoiado móvel e podeser admitido através de um acionamento, bem como, na área do trajeto demedição, dispõe de um equipamento sensor que, como o acionamento parao deslocamento do dispositivo de aperto do fio, está conectado a um equi-pamento de controle, tem sobretudo a vantagem que, de modo simples, porexemplo, através da elevação da freqüência de testes, pode ser obtida umamelhor segurança da qualidade do fio, sem que, com isto, surjam custosadicionais de transporte, de manuseio e de laboratório para o teste da resis-tência do fio.
Neste caso, com o equipamento de acordo com a invenção po-dem ser obtidos sem problemas, não somente a resistência à ruptura do fio,bem como, o máximo alongamento do fio, mas também são testados osdispositivos de juntar os fios com relação a sua resistência.
Como descrito na reivindicação 2, o acionamento para o disposi-tivo de aperto do fio apoiado móvel é executado, de preferência, como motorescalonado. Um motor escalonado deste tipo representa um componente desérie em grande escala comprovado, de custo vantajoso, que pode ser con-trolado exatamente de forma relativamente simples.
Certamente, como execução alternativa, para o deslocamentode um dos dois dispositivos de aperto do fio, ao invés de um motor escalo-nado também pode ser empregado um mecanismo de êmbolo de empuxopneumático (reivindicação 3).
Como exposto nas reivindicações 4 e 5, o equipamento sensordisposto na área do trajeto de medição ou é um detector de valores de me-dição correspondente com um dos dispositivos de aperto do fio, ou um sen-sor da força de tração do fio posicionado entre os dispositivos de aperto dofio.
Neste caso, um detector de valores de medição, corresponden-te, por exemplo, com o segundo dispositivo de aperto do fio, mede direta-mente a força de tração axial do fio, enquanto que um sensor da força detração do fio disposto entre os dispositivos de aperto do fio mede um com-ponente de força, que atua ortogonalmente em relação à direção de tensãodo fio.
De acordo com as reivindicações 6 e 7, um primeiro dispositivode aperto do fio está apoiado ou móvel, através de uma alavanca de girar,ou o dispositivo de aperto do fio está apoiado, podendo ser deslocado, emuma guia linear.
Neste caso, o apoio móvel de um dispositivo de aperto do fio emuma alavanca de girar tem a vantagem que, em sua montagem construtiva,uma disposição deste tipo pode ser realizada de modo bem fácil e, por isso,com custo vantajoso.
Como descrito na reivindicação 8, em uma forma de execuçãovantajosa está previsto que, o primeiro dispositivo de aperto do fio, que estádisposto em uma alavanca de girar, pode ser deslocado de modo definido,através de um acionamento por motor elétrico executado como motor esca-lonado.
Isto significa que, o motor escalonado gira o primeiro dispositivode aperto do fio fixado na alavanca de girar, cujo dispositivo fixa o fio que,além disso, é seguro no segundo dispositivo de aperto do fio até que ocorraa ruptura do fio.
Neste caso, através da adição do número de escalonamentosdo motor, que o motor escalonado realiza desde o alcance de uma força detensão prévia até o alcance de uma máxima força de tração, bem como,através da multiplicação com uma fórmula de conversão correspondente, deforma simples e bem-exata, neste caso, pode ser obtido o máximo alonga-mento da força de tração do fio.
Neste caso, os resultados da medição, que podem ser obtidoscom um equipamento de teste de tração executado deste modo, podem sercomparados com resultados de medição como os que podem ser obtidosem um laboratório têxtil.
Como apresentado na reivindicação 9, em uma execução vanta-josa, além disso, está previsto que, para a determinação exata da posiçãonula da alavanca de girar está previsto um iniciador. De preferência, um ini-ciador deste tipo é um sensor de Hall (reivindicação 10). Um sensor de Hallcomprovado deste tipo representa um meio confiável, que possibilita trazer aposição nula da alavanca de girar de modo exato, e que pode ser reproduzi-da muitas vezes opcionalmente.
Em uma forma de execução alternativa, certamente, ao invés deum iniciador também pode ser instalado um encosto fixo, como descrito nareivindicação 11.
Um encosto fixo também representa um dispositivo apropriadopara fixar de modo confiável uma posição nula ou de partida.
Como representado na reivindicação 12, o segundo dispositivode aperto do fio está fixado através do sensor de força, em uma parede dacarcaça do agregado de operação, sendo que, em uma forma de execuçãopreferida, o sensor de força é executado como equipamento de captar forçade DMS (reivindicação 13).
Equipamentos de captar força deste tipo que apresentam tirasde medição de alongamento, que são bem-conhecidos, e, em essência, sãoconstituídos de um suporte, sobre o qual é aplicada uma resistência elétrica,por exemplo, uma folha de plástico corroída, trabalham de modo bem exato.
Toda alteração de comprimento do suporte, que no caso em questão é cau-sada pela força de tração do fio, do fio preso no primeiro dispositivo de aper-to do fio, leva imediatamente a uma alteração da resistência proporcionalque é processada em um amplificador de valor de medição correspondente.Equipamentos de captar força de DMS deste tipo representamequipamentos de medição de custo favorável, bem-precisos, que trabalhamde modo bem-confiável.
Nas reivindicações 14 e 15 estão descritas formas de execuçãovantajosas, alternativas para a disposição do segundo dispositivo de apertodo fio, bem como, a disposição separada do correspondente detector devalores de medição.
Isto significa que, de acordo com a reivindicação 14, o detectorde valores de medição, cujo sensor de força está apoiado em um meio deamortecimento, está fixado em uma parede da carcaça do agregado de ope-ração através de um suporte, e o segundo dispositivo de aperto do fio, domesmo modo, está apoiado, podendo girar, na parede da carcaça do agre-gado de operação. Neste caso, um elemento de mola mantém o segundodispositivo de aperto do fio em contato no sensor de força do detector devalores de medição.
Certamente, como apresentado na reivindicação 15, o sensor deforça do detector de valores de medição pode ser fixado, através de ummeio de amortecimento, em um suporte, no qual é conduzida uma corrediçaque pode ser deslocada através de uma guia linear. Na guia linear está fixa-do o segundo dispositivo de aperto do fio e, com isto, está apoiado com es-sa guia podendo se deslocar linearmente.
Neste caso, também um elemento de mola mantém o segundodispositivo de aperto do fio em contato no sensor de força do detector devalores de medição.
As formas de execução descritas nas reivindicações 14 e 15 secaracterizam pelo fato de que, as oscilações, que através da parede da car-caça do agregado de operação, poderiam atuar sobre o equipamento deteste de tração, são amortecidas até que os valores de medição não pos-sam mais ser influenciados de modo negativo. Isto significa que, através dadisposição separada entre o dispositivo de aperto do fio e o detector de va-lores de medição, bem como, do apoio dos sensores de força do detector devalores de medição em meios de amortecimento especiais, as oscilaçõessurgidas podem ser amplamente absorvidas. Como outro meio de amorte-cimento de oscilações também pode ser disposto um meio de amortecimen-to entre o dispositivo de aperto do fio e o sensor de força.
Além disso, em uma forma de execução vantajosa, como descri-to nas reivindicações de 16 a 18, está previsto que, na área do trajeto demedição esteja disposto um sensor do fio. Este sensor do fio pode ser exe-cutado ou como sensor do fio óptico ou como sensor do fio capacitivo. Comsensores do fio deste tipo bastante conhecidos podem ser detectadas, demodo confiável, irregularidades do fio, em particular, oscilações da massado fio, como as que o dispositivo de juntar os fios apresentam.
Um sensor do fio deste tipo possibilita determinar com seguran-ça um dispositivo de juntar os fios com o fio carregado na bobina cruzada e,assim, o posicionar na área do trajeto de medição, de tal modo que, o fiopossa ser testado por meio do equipamento de teste de tração. Isto significaque, o dispositivo de juntar os fios, posicionado dentro do trajeto de medi-ção, pode a qualquer tempo ser submetido a um teste de resistência à rup-tura.
Como descrito na reivindicação 19, em uma forma de execuçãovantajosa está previsto que, o agregado de operação apresente um equi-pamento de controle próprio, independente que está conectado, através deum coletor da máquina, à unidade de controle central da máquina têxtil parafabricação de bobinas cruzadas.
Neste caso, o equipamento de controle do agregado de opera-ção apresenta, por exemplo, um dispositivo de avaliação, que processa osresultados de medição do equipamento de teste de tração. Uma execuçãodeste tipo possibilita não somente uma operação do equipamento de testede tração de acordo com a invenção e uma avaliação dos resultados demedição ou diretamente através de um equipamento de controle do agrega-do de operação, ou através da unidade de controle central da máquina têxtil,porém também representa no todo uma solução relativamente descomplica-da, de custo vantajoso.
Como explicado nas reivindicações de 20 a 22, o equipamentode teste de tração do agregado de operação está equipado com uma ala-vanca de captar e enfiar o fio, que possibilita posicionar o fio de modo segu-ro no trajeto de medição, recuperado do bocal de aspiração próprio dos pon-tos de fiar da bobina cruzada.
Isto significa que, de acordo com a necessidade, a alavanca decaptar e enfiar o fio disposta móvel no agregado de operação é girada naárea do ponto de fiar e, neste caso, posiciona uma placa para captar fio,disposta na alavanca de captar e enfiar o fio, no trajeto de curso do fio, detal modo que, o fio, recebido pelo bocal de aspiração próprio do ponto defiar, que troca durante o enrolamento pela bobina cruzada, é captado e podeser colocado nos dispositivos de aperto do fio do trajeto de medição.
Neste caso, o giro da alavanca de captar e enfiar o fio ocorreatravés de um motor escalonado, sendo que, de modo vantajoso, entre aalavanca de girar e o motor escalonado está ligada uma engrenagem dedentes retos de custo vantajoso.
Em seguida a invenção será descrita, em detalhes, por meio deum exemplo de execução representado nos desenhos. É mostrado:
Figura 1 esquematicamente, em vista lateral, um ponto de traba-lho de uma máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas com um a-gregado de operação, sendo que, aqui, por motivos de visibilidade o equi-pamento de teste de tração equipado de acordo com a invenção não estárepresentado,
Figura 2 o agregado de operação com o equipamento de testede tração de acordo com a invenção durante a recepção do fio em um pontode trabalho,
Figura 3 o agregado de operação de acordo com a figura 2, du-rante a colocação do fio a ser testado no trajeto de medição do equipamentode teste de tração,
Figura 4 uma outra forma de execução da disposição do segun-do dispositivo de aperto do fio, bem como, do detector de valores de medição,
Figura 5 uma terceira forma de execução da disposição do se-gundo dispositivo de aperto do fio, bem como, do correspondente detectorde valores de medição,
Na figura 1 está representada esquematicamente, em vista late-ral, uma metade de uma máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas1, no exemplo de execução, de uma máquina de fiar de rotor de extremida-de aberta. Máquinas têxteis deste tipo, como conhecido, entre suas arma-ções finais (não representadas) dispõem de uma multiplicidade de pontos detrabalho 2 do mesmo tipo.
Estes pontos de trabalho 2 apresentam, respectivamente, entreoutras coisas, um agregado de fiação 3, bem como, um dispositivo de bobi-nar 4.
O dispositivo de bobinar 4 dispõe, por exemplo, de uma moldurada bobina 9, de um cilindro de acionamento da bobina 11, bem como, de umequipamento de troca do fio 16.
O cilindro de acionamento da bobina 11 que pode ser admitidopor um acionamento 13 de motor individual, neste caso, aciona, com fechodevido ao atrito, a bobina cruzada 8 apoiada podendo girar livremente namoldura da bobina 9.
Neste caso, nos agregados de fiação 3, as tiras de fibras 6, queestão estocadas nas jarras 5, são processadas para formar fios 7 que, emseguida, são enrolados nos dispositivos de bobinar 4 para formar as bobinascruzadas 8.
Em seguida, através de um equipamento de transporte de bobi-nas cruzadas 12, as bobinas cruzadas prontas são transportadas para umaestação de carregamento (não mostrada) disposta no lado da extremidadeda máquina.
Como indicado na figura 1, os pontos de trabalho 2 apresentam,ao lado do agregado de fiação 3 e do dispositivo de bobinar 4, respectiva-mente, ainda outros equipamentos de manuseio do fio, por exemplo, umequipamento de extração do fio 10, um bocal de aspiração 17 ou um parafi-nador 14.
A função desses componentes é bastante conhecida em si e estáesclarecida em detalhes, por exemplo, no pedido de patente DE 101 39 075 A.
Embora tais pontos de trabalho 2 trabalhem em geral de modoautárquico, isto é, eliminam automaticamente interrupções de fiação, porexemplo, rupturas do fio, as máquinas têxteis são equipadas adicionalmentecom um agregado de operação 18, que ao lado da limpeza da máquina têxtilprovidencia para que, as bobinas cruzadas 8 prontas sejam transportadasno equipamento de transporte de bobinas cruzadas 12 e, em seguida, novascápsulas vazias sejam trocadas na moldura da bobina 9.
O agregado de operação 18 apresenta um equipamento de con-trole 25, que está conectado à unidade de controle central 27 da máquinatêxtil através de um coletor da máquina 26.
Além disso, o agregado de operação 18 está conectado com umequipamento de acordo com a invenção para o teste da qualidade dos fiosfabricados nos pontos de trabalho 2 e dos dispositivos de juntar o fio.
Esse equipamento de acordo com a invenção, designado a se-guir como equipamento de teste de tração 15 está representado em deta-lhes nas figuras de 2 a 5.
Como é evidente, em particular, das figuras 2 e 3, o equipamen-to de teste de tração 15 apresenta dois dispositivos de aperto do fio 20 e 21,que formam entre si um trajeto de medição 19.
O primeiro dispositivo de aperto do fio 20, neste caso, está dis-posto em uma alavanca de girar 29, que pode ser girada, de forma definidaatravés de um motor escalonado 22.
Para posicionamento exato da alavanca de girar 29 em sua po-sição nula ou de partida, de preferência, além disso está previsto um sensorde Hall 31.
Sem dúvida, ao invés do sensor de Hall também pode ser pre-visto um encosto fixo, no qual a alavanca de girar encoste em sua posiçãode partida.
Tanto o motor escalonado 22 como também o sensor de Hall31, neste caso, estão conectados ao equipamento de controle 25 do agre-gado de operação 18 através de condutores de controle 41 e 42.O segundo dispositivo de aperto do fio 21 está fixado ou comoindicado nas figuras 2 e 3, móvel de modo limitado na parede da carcaça 33do agregado de operação 18 através de um detector de valores de medição23, ou como representado nas figuras 4 e 5, o detector de valores de medi-ção 23 e o dispositivo de aperto do fio 21 estão apoiados separadamente.
O detector de valores de medição 23, de preferência, um sensorde força 47 executado como detector de força de DMS, está conectado aoequipamento de controle 25 do agregado de operação 18 através de umamplificador do valor de medição, bem como, de um condutor de sinal 38.
Na área do trajeto de medição 19, isto é, entre os dois dispositivos de apertodo fio 20 e 21 que podem ser admitidos pneumaticamente, que podem sercontrolados, por exemplo, através de uma válvula eletromagnética 28, estádisposto um sensor do fio óptico ou um sensor do fio capacitivo 37, que estáem ligação, do mesmo modo, com o equipamento de controle 25 do agre-gado de operação 18.
Além disso, o equipamento de teste de tração 15 dispõe de umaalavanca de captar e enfiar o fio 34, que pode girar por meio de um motorescalonado 36, bem como, de uma engrenagem de dentes retos 35. Tam-bém o motor escalonado 36 está conectado ao equipamento de controle 25do agregado de operação 18 através de um condutor de controle 44.
Na área de sua extremidade livre, além disso, o alavanca decaptar e enfiar o fio 34 apresenta uma placa para captar fio 39, bem como,um rolete de desvio 40.
Na forma de execução de acordo com a figura 4 o detector devalores de medição 23 está fixado rigidamente na parede da carcaça 33 doagregado de operação 18 através de um suporte 45.
O sensor de força 47 do detector de valores de medição 23,neste caso, está apoiado em meios de amortecimento 46, e está conectadoao equipamento de controle 25 através de um condutor do sensor 38.
O detector de valores de medição 23 corresponde com o segun-do dispositivo de aperto do fio 21, que se movimenta de modo limitado emtorno de um eixo de girar 49, está apoiado, do mesmo modo, na parede dacarcaça 33 do agregado de operação 18.
Entre o dispositivo de aperto do fio 21 e o suporte 45 do detectorde valores de medição 23 está ligado um elemento de mola 48, que mantémo dispositivo de aperto do fio 21 em contato no sensor de força 47 do detec-tor de valores de medição 23.
No caso da forma de execução de acordo com a figura 5 o dis-positivo de aperto do fio 21 está apoiado, podendo ser deslocado linearmen-te em relação à parede da carcaça 33 do agregado de operação 18.
Isto é, um suporte 45 fixado na parede da carcaça 33 apresentauma guia linear 52, na qual é conduzida uma corrediça 51 deslizando.
O dispositivo de aperto do fio 21, que dispõe de um cilindropneumático 57, cuja haste do êmbolo 55 atua sobre uma bigorna 54, nestecaso, pode ser controlado, de modo definido, por meio de um condutorpneumático 56 através de uma válvula eletromagnética 28.
Além disso, como no exemplo de execução de acordo com afigura 4, no suporte 45 está fixado um equipamento de captar valores demedição 23, cujo sensor de força 47 também neste caso, está com molejoem um meio de amortecimento 46, por exemplo, em um apoio de borracha.
Também na forma de execução de acordo com a figura 5, um elemento demola 48 mantém o dispositivo de aperto do fio 21 em contato no sensor deforça 47 do detector de valores de medição 23.
Funcionamento do equipamento de acordo com a invenção:
O agregado de operação 18 é transportado para o teste da qua-lidade de um fio ou de um dispositivo de juntar fios em caso de necessidadeou de acordo com um horário a ser escolhido livremente para um dos pontosde trabalho 2 da máquina têxtil 1 e se posiciona, então, diante do referidoponto de trabalho 2.
Através do bocal de aspiração 17 próprio do ponto de fiar, en-tão, primeiramente é captada a extremidade do fio, do fio 7 que passa nabobina cruzada 8.
A bobina cruzada 8 é girada, para essa finalidade, através docilindro de acionamento da bobina 11 na direção de desenrolamento AR, e obocal de aspiração 17 é admitido com pressão baixa.
Como indicado na figura 2, após a recepção da extremidade dofio, enquanto a bobina cruzada continua a girar na direção de desenrola-mento AR, o bocal de aspiração 17 gira para baixo e, neste caso, forma umcordão de fios.
Nesse cordão de fios a alavanca de captar e enfiar o fio 34 girae, neste caso, capta com sua placa para captar fios 39 os fios a serem tro-cados.
Em seguida, como indicado na figura 3, a alavanca de captar eenfiar o fio 34 é girada para uma posição de colocar I, sendo que, o fio épuxado através do rolete de desvio 40.
Durante o giro da alavanca de captar e enfiar o fio 34 a bobinacruzada continua a girar na direção de desenrolamento AR.
Na posição de colocar I entre o rolete de desvio 40 da alavancade captar e enfiar o fio 34 e o bocal de aspiração 17 formou-se um cordãode fios S, que é enrolado nos dispositivos de aperto do fio 20, 21 abertos,bem como, no sensor do fio 37.
A continuação do desenrolar do funcionamento se orienta nofato, se deve ocorrer um teste de resistência à ruptura do fio, ou se um dis-positivo de juntar fios deve ser examinado quanto a sua resistência à ruptu-ra. Se for anunciado um teste de resistência à ruptura do fio, os dispositivosde aperto do fio 20, 21 são fechados pneumaticamente através do controlecorrespondente da válvula eletromagnética 28. O fio a ser testado encontra-se, então, no trajeto de medição 19.
Durante o teste de resistência à ruptura do dispositivo de juntarfios, através do bocal de aspiração 17, primeiramente o fio continua a serdesenrolado da bobina cruzada que gira na direção de desenrolamento AR,como apresentado anteriormente, e o fio extraído é testado pelo sensor dofio 37 óptico ou capacitivo em um dispositivo de juntar fios.
Assim que o sensor do fio 37 detecta um dispositivo de juntarfios desse tipo, neste caso, também os dispositivos de aperto do fio 20, 21são fechados pneumaticamente, de tal modo que o dispositivo de juntar fiosé fixado na área do trajeto de medição 19.
Em seguida, através do motor escalonado 22 a alavanca de gi-rar 29 e, com isso, o dispositivo de aperto do fio 20 é girado na direção Raté que no detector de valores de medição 23, através do qual o dispositivode aperto do fio 21 é fixado móvel de modo limitado na parede da carcaça33 do agregado de operação 18, seja registrada uma força de tensão préviapredeterminada. Em seguida, a alavanca de girar 29 continua a girar na di-reção R, e na verdade até uma ruptura do fio ou do dispositivo de juntar fios.
Os escalonamentos do motor do motor escalonado 22, que omotor executa desde o alcance de uma tensão prévia do fio predeterminadaaté o alcance da força de tração máxima, neste caso, são contados e sãousados por meio de multiplicação com uma fórmula de conversão apropria-da, para o cálculo do máximo alongamento da força de tração do fio 7.
Os valores medidos no equipamento de teste de tração 15 deacordo com a invenção podem ser perfeitamente comparados em sua exati-dão com valores, como os que puderam ser obtidos até o presente momen-to em laboratórios de fiação.
Claims (22)
1. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas com umagregado de operação, bem como, com um dispositivo para o teste da qua-lidade dos fios ou da fiação fabricados nos pontos de fiação da máquina têx-til, sendo que, o agregado de operação apresenta um equipamento de testede tração, bem como, um equipamento para a condução de um fio para oequipamento de teste de tração, caracterizada pelo fato de que, o equipa-mento de teste de tração (15) dispõe de um trajeto de medição (19) decomprimento especificado com dispositivos de aperto do fio (20, 21) dispos-tos no lado final do trajeto de medição (19), pelo fato de que, pelo menos,um dos dispositivos de aperto do fio (20, 21) está apoiado móvel e pode seradmitido através de um acionamento (22), pelo fato de que, na área do traje-to de medição (19) está disposto um equipamento sensor (23) para a deter-minação da força de tração do fio e, pelo fato de que, o acionamento (22),bem como, o equipamento sensor (23) estão conectados a um equipamentode controle (25).
2. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acordocom a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, o acionamento (22) éexecutado como acionamento por motor elétrico, de preferência, como mo·tor escalonado.
3. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acordocom a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, o acionamento (22) éexecutado como mecanismo de êmbolo de empuxo pneumático.
4. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acordocom a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, o equipamento sen-sor (23) é um equipamento de captar valores de medição disposto em umdos dispositivos de aperto do fio (20, 21).
5. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acordocom a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, o equipamento sen-sor (23) é um sensor de força de tração do fio disposto entre os dispositivosde aperto do fio (20, 21).
6. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acordocom a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, um primeiro dispositi-vo de aperto do fio (20) está disposto em uma alavanca de girar (29).
7. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acordocom a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, um primeiro dispositi-vo de aperto do fio (20) é conduzido podendo ser deslocado em uma guialinear.
8. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acordocom a reivindicação 6, caracterizada pelo fato de que, um primeiro dispositi-vo de aperto do fio (20) pode ser girado, de modo definido, através do acio-namento (22) por motor elétrico executado como motor escalonado, sendoque, do número de escalas do motor, que o motor escalonado (22) executaapós o alcance de uma força de tensão prévia até o alcance de uma forçade tração máxima, bem como, de uma fórmula de cálculo pode ser calcula-do o máximo alongamento da força de tração do fio (7).
9. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acordocom a reivindicação 6, caracterizada pelo fato de que, para a determinaçãoda posição nula da alavanca de girar (29) está previsto um iniciador (31).
10. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que, o iniciador (31) éexecutado como sensor de Hall (31).
11. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 6, caracterizada pelo fato de que, para a determina-ção da posição nula da alavanca de girar (29) está previsto um encosto fixo.
12. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, um segundo dis-positivo de aperto do fio (21) está fixado através do equipamento de captarvalores de medição (23), executado como sensor de força, em uma parededa carcaça (33) do agregado de operação (18).
13. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que, osensor de força é executado como equipamento de captar força de DMS(23) com amplificador de valores de medição.
14. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, o equipamento decaptar valores de medição (23), cujo sensor de força (47) está apoiado emum meio de amortecimento (46), está fixado, através de um suporte (45) emuma parede da carcaça (33) do agregado de operação (18) e, pelo fato deque, o segundo dispositivo de aperto do fio (21) está apoiado, podendo gi-rar, na parede da carcaça (33), sendo que, está previsto um elemento demola (48) que mantém o segundo dispositivo de aperto do fio (21) em conta-to no sensor de força (47) do equipamento de captar valores de medição(23).
15. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, o equipamento decaptar valores de medição (23), cujo sensor de força (47) está apoiado emum meio de amortecimento (46), está fixado, através de um suporte (45) emuma parede da carcaça (33) do agregado de operação (18), que apresentauma guia linear (52) e que sobre a guia linear (52) está apoiada uma corre-diça (51) que pode ser deslocada, que suporta o segundo dispositivo de a-perto do fio (21), sendo que, está previsto um elemento de mola (48) quemantém o segundo dispositivo de aperto do fio (21) em contato no sensor deforça (47) do equipamento de captar valor de medição (23).
16. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, na área do trajetode medição (19) está disposto um sensor do fio (37) que detecta a presençado fio (7).
17. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que, o sensor do fio(37) é executado como sensor do fio óptico.
18. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que, o sensor do fio(37) é executado como sensor do fio capacitivo.
19. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, o equipamento decontrole (25) é componente do agregado de operação (18) e está em liga-ção, através de um coletor da máquina (26), com uma unidade de controlecentral (27) da máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas (1).
20. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que, o agregado de o-peração (18) está equipado com uma alavanca de captar e enfiar o fio (34)que posiciona o fio (7) a ser testado no trajeto de medição (19) do equipa-mento de teste de tração (15).
21. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 20, caracterizada pelo fato de que, no lado final daalavanca de captar e enfiar o fio (34) está disposta, pelo menos, uma placapara captar fio (39).
22. Máquina têxtil para fabricação de bobinas cruzadas de acor-do com a reivindicação 20, caracterizada pelo fato de que, a alavanca decaptar e enfiar o fio (34) está conectada a um motor escalonado (36) atravésde uma engrenagem de dentes retos (35).
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