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BRPI0611092A2 - derivados de pirimidilaminobenzamida para sìndrome hipereosinofìlica - Google Patents

derivados de pirimidilaminobenzamida para sìndrome hipereosinofìlica Download PDF

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Publication number
BRPI0611092A2
BRPI0611092A2 BRPI0611092-4A BRPI0611092A BRPI0611092A2 BR PI0611092 A2 BRPI0611092 A2 BR PI0611092A2 BR PI0611092 A BRPI0611092 A BR PI0611092A BR PI0611092 A2 BRPI0611092 A2 BR PI0611092A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
formula
lower alkyl
fip1l1
treatment
pdgfra
Prior art date
Application number
BRPI0611092-4A
Other languages
English (en)
Inventor
Paul W Manley
Juergen Mestan
Doriano Fabbro
Original Assignee
Novartis Ag
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Novartis Ag filed Critical Novartis Ag
Publication of BRPI0611092A2 publication Critical patent/BRPI0611092A2/pt

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Abstract

A presente invenção refere-se ao uso de derivados de pirimidilaminobenzamida para a preparação de um fármaco para tratamento de uma doença mieloproliferativa induzida por TEL-PDGFR<225> ou FIP1L1-PDGFR<225>, especialmente para o tratamento curativo e<sym>ou profilático de síndrome hipereosinofílica e síndrome hipereosinofílica com resistência a imatinib, e a um método de tratamento de síndrome hipereosinofílica, leucemia eosinofílica crónica e síndrome hipereosinofílica com resistência a imatinib, ou outras doenças associadas com FIP1L1-PDGFR<244>, TEL-PDGFR<225> ou mutações similares que ativam PDGFR.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DERIVADOSDE PIRIMIDILAMINOBENZAMIDA PARA SÍNDROME HIPEREOSINOFÍLICA".
A presente invenção refere-se ao uso de derivados de pirimidi-laminobenzamida para o tratamento de uma doença mielóproliferativa indu-zida por TEL-PDGFRp ou FIP1L1-PDGFRa, à manufatura de um fármacopara tratamento de uma doença proliferativa induzida por TEL-PDGFRp ouFIP1L1-PDGFRa, e a um método para o tratamento de animais de sangue-quente, incluindo humanos sofrendo de uma doença mielóproliferativa indu-zida por TEL-PDGFRp ou FIP1 L1-PDGFRa, especialmente leucemia mielo-monocítica, síndrome hipereosinofílica e leucemia eosinofílica crônica; emais especialmente síndrome hipereosinofílica com resistência a imatinib ouleucemia mielomonocítica com resistência a imatinib.
A presente invenção também refere-se a um método de trata-mento de leucemia mielomonocítica, síndrome hipereosinofílica, leucemiaeosinofílica crônica e síndrome hipereosinofílica com resistência a imatinib,ou outras doenças associadas com TEL-PDGFRp ou FIP1L1-PDGFRa oumutações similares que ativam PDGFR.
Antecedentes da Invenção
TEL-PDGFRp é uma quinase de fusão que é associada comleucemia mielomonocítica crônica (LMMC), um distúrbio mieloproliferativocaracterizado por mielopoiese anormal, eosinofilia, mielofibrose, e progres-são freqüente a leucemia de mielóide aguda.
FIP1L1-PDGFRa é uma quinase de fusão associada com sín-drome hipereosinofílica (SHE) ou leucemia eosinofílica crônica (LEC), umdistúrbio mieloproliferativo clonal associado com eosinofilia de sangue proe-minente e dano de órgão.
Atualmente tem sido mostrado que derivados de pirimidilamino-benzamida são ativos contra as quinases de fusão clinicamente relevantesTEL-PDGFRp e FIP1L1 -PDGFRa, que são associadas com as doenças mie-loproliferativas LMMC e SHE, respectivamente. Além disso, tais derivadosde pirimidilaminobenzamida são eficientes contra doenças mieloproliferativascausadas por TEL-PDGFRp e/ou FIP1L1-PDGFRa. Derivados de pirimidila-minobenzamida inibem eficientemente crescimentos de células Ba/F3 trans-formadas por ambas as quinases de fusão, e podem inibir fosforilação deresíduos de tirosina nessas quinases de fusão, bem como ativação de seusalvos sinalizadores de corrente. Derivados de pirimidilaminobenzamida tam-bém são eficientes in vitro contra uma mutação de T681I resistente a imati-nib em TEL-PDGFRp. Esse resíduo corresponde a T315I em BCR-ABL, umamutação que confere resistência a imatinib a pacientes, que é notoriamentedifícil de inibir. Imatinib (Nome Não-Proprietário Internacional) é um inibidorde tirosina quinase que é vendido sob a designação GLEEVEC® nos Esta-dos Unidos e GLIVER® na Europa.
Descobriu-se que derivados de pirimidilaminobenzamida são ú-teis no tratamento de doenças mieloproliferativas induzidas por TEL-PDGFRpou FIP1L1 -PDGFRa, especialmente para o tratamento curativo e/ou profiláticode leucemia mielomonocítica, síndrome hipereosinofílica, leucemia eosinofíli-ca crônica e síndrome hipereosinofílica com resistência a imatinib.
Sumário da Invenção
A presente invenção refere-se ao uso de compostos de pirimidi-laminobenzamida de fórmula (I):
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onde
Ri representa hidrogênio, alquila menor, alcóxi menor-alquilamenor, acilóxi-alquila menor, carbóxi-alquila menor, alcoxicarbonil menor-alquila menor, ou fenil-alquila menor;
R2 representa hidrogênio, alquila menor, opcionalmente substitu-ido por um ou mais radicais R3 idênticos ou diferentes, cicloalquila, benzoci-clõalquila, heterociclila, um grupo arila, ou um grupo de heteroarila mono- oubicíclico incluindo zero, um, dois ou três átomos de nitrogênio de anel e zeroou um átomo de oxigênio de anel e zero ou um átomo de enxofre, tais gru-pos em cada caso são não-substituídos ou mono- ou polissubstituídos;
e R3 representa hidróxi, alquila menor, alcóxi, carbóxi, alcoxicar-bonila menor, carbamoíla, carbamoíla N-mono ou N,N-dissubstituída, amino,amino mono- ou dissubstituído, cicloalquila, heterociclila, um grupo arila, ouum grupo de heteroarila mono- ou bicíclico incluindo zero, um, dois ou trêsátomos de nitrogênio de anel e zero ou um átomo de oxigênio de anel e zeroou um átomo de enxofre, tais grupos em cada caso são não-substituídos oumono- ou polissubstituídos;
ou onde Ri e R2 juntos representam alqueno com quatro, cincoou seis átomos de carbono opcionalmente mono- ou dissubstituídos por al-quila menor, cicloalquila, heterociclola, fenila, hidróxi, alcóxi menor, amino,amino mono- ou dissubstituído, oxo, piridinila, pirazinila ou pirimidinila; ben-zalqueno com quatro ou cinco átomos de carbono; oxaalqueno com um áto-mo de oxigênio e três ou quatro átomos de carbono; ou azaalquileno comum átomo de nitrogênio e três ou quatro átomos de carbono onde nitrogênioé não substituído ou substituído por alquila menor, fenil-alquila menor, alco-xicarbonila menor-alquila menor, carbóxi-alquila menor, carbamoil-alquilamenor, carbamoíla N-mono- ou N,N-dissubstituída-alquila menor, cicloalqui-la, alcoxicarbonila menor, carbóxi, fenila, fenila substituída, piridinila, pirimi-dinila, ou piperazinila;
R4 representa hidrogênio, alquila menor ou halogênio;
e um N-óxido ou um sal farmaceuticamente aceitável de talcomposto para a preparação de uma composição farmacêutica para o trata-mento de doença mieloproliferativa induzida por TEL-PDGFRp ou FIP1L1-PDGFRa, especialmente para o tratamento profilático e/ou curativo de leu-cemia mielomonocítica, síndrome hipereosinofílica, leucemia eosinofílicacrônica, síndrome hipereosinofílica com resistência a imatinib ou leucemiamielomonocítica com resistência a imatinib. A presente invenção ainda serefere ao uso de compostos de fórmula I para tratar ou prevenir doenças mi-eloproliferativas induzidas por FIP1L1-PDGFRa ou TEL-PDGFRp especial-mente para o tratamento curativo e/ou profilático de leucemia mielomonocíti-ca, leucemia eosinofílica crônica, síndrome hipereosinofílica e síndrome hi-pereosinofílica com resistência a imatinib.
Os termos gerais usados aqui antes e de aqui em diante preferi-velmente têm dentro do contexto dessa divulgação os seguintes significados,a menos que indicado de outra maneira:
O prefixo "menor" denota um radical com até e incluindo ummáximo de 7, especialmente até e incluindo um máximo de 4 átomos decarbono, os radicais em questão sendo ou lineares ou ramificados com rami-ficação única ou múltipla.
Onde a forma plural for usada para compostos, sais, e similares,isso deve ser levado como significando também um único composto, sal, ousimilar.
Quaisquer átomos de carbono assimétricos podem estar presen-te na configuração (R)-, (S)- ou (R,S)-, preferivelmente na configuração (R)-ou (S)-. Os compostos podem então estar presentes como misturas de isô-meros ou como isômeros puros, preferivelmente como diastereoisômeros deenantiômeros puros.
A invenção também se refere a possíveis tautômeros dos com-postos de fórmula I.
Alquila menor é preferivelmente alquila com de e incluindo 1 atée incluindo 7, preferivelmente de e incluindo 1 até e incluindo 4 átomos decarobono, e é linear ou ramificado; preferivelmente, alquila menor é butila,como n-butila, sec-butila, isobutila, terc-butila, propila, como n-propila ou iso-propila, etila ou metila. Preferivelmente alquila menor é metila, propila outerc-butila.
Acila menor é preferivelmente formila ou alquilcarbonila menor,em particular acetila.
Um grupo arila é um radical aromático que é ligado à moléculaatravés de uma ligação localizada em um átomo de carbono de anel aromá-tico do radical. Em uma modalidade preferida, arila é um radical aromáticocom 6 a 14 átomos de carbono, especialmente fenila, naftila, tetrahidronafti-la, fluorenila ou fenantrenila, e é não-substituído ou substituído por um oumais, preferivelmente até três, especialmente um ou dois substituintes, es-pecialmente selecionado de amino, amino mono- ou dissubstituído, halogê-nio, alquila menor, alquila menor substituída, alquenila menor, alquinila me-nor, fenila, hidróxi, hidróxi eterificado ou esterificado, nitro, ciano, carbóxi,carbóxi esterificado, alcanoíla, benzoíla, carbamoíla, carbamoíla N-mono- orN,N-dissubstituída, amidino, guanidino, ureído, mercapto, sulfo, alquiltio me-nor, feniltio, fenil-alquiltio menor, alquilfenilatio menor, alquilsulfinila menor,fenilsulfinila, fenil-alquilsulfinila menor, alquilfenilsulfinila menor, alquilsulfoni-la menor, fenilsulfonila, fenil-alquilsulfonila menor, alquilfenilsulfonila menor,halogênio-alquilmercapto menor, halogênio-alquilsulfonila, como especial-mente trifluorometanossulfonila, dihidroxibora (-B(OH)2), heterociclila, umgrupo heteroarila mono- ou bicíclico e dióxi de alquileno menor ligado a áto-mos de C do anel, como metileno dióxi. Arila é mais preferivelmente fenila,naftila ou tetrahidronaftila, que em cada caso é ou não substituído ou inde-pendentemente substituído por um ou dois substituintes selecionados dogrupo incluindo halogênio, especialmente flúor, cloro ou bromo; hidróxi; hi-dróxi eterificado por alquila menor, por exemplo, por metila, por halogênio-alquila menor, por exemplo, trifluorometila, ou por fenila; dióxi de alquilenomenor ligado a dois átomos de C adjacentes, por exemplo, metilenodióxi,alquila menor, por exemplo, metila ou propila; halogênio-alquila menor, porexemplo, trifluorometila; hidróxi-alquila menor, por exemplo, hidroximetila ou2-hidróxi-2-propila; alcóxi menor-alquila menor; por exemplo, metoximetila ou2-metoxietila; alcoxicarbonila menor-alquila menor, por exemplo, metoxi-carbonilametila; alcinila menor, como 1-propinila; carbóxi esterificado, espe-cialmente alcoxicarbonila menor, por exemplo, metoxicarbonila, n-propóxicarbonila ou iso-propóxi carbonila; carbamoíla N-monossubstituída, em par-ticular carbamoíla monossubstituída por alquila menor, por exemplo, metila,n-propila ou iso-propila; amino; alquilamino menor, por exemplo, metilamino;dialquilamino amino, por exemplo, dimetilamino ou dietilamino; alquilenomenor-amino, por exemplo, pirrolidino ou piperidino; oxalquileno menor-amino, por exemplo, morfolino, azalquileno menor-amino, por exemplo, pipe-razino, acilamino, por exemplo, acetilamino ou benzoilamino; alquilsulfonilamenor, por exemplo, metilsulfonila; sulfamoíla; ou fenilsulfonila.
Um grupo cicloalquila é preferivelmente ciclopropila, ciclopentila,ciclohexila ou cicloheptila, e pode ser não-substituído ou substituído por um oumais, especialmente um ou dois, substituintes selecionados do grupo definidoacima como substituintes para arila, mais preferivelmente por alquila menor,como metila, alcóxi menor, como metóxi ou etóxi, ou hidróxi, e ainda por oxoou ligado a um anel de benzeno, com benzociclopentila ou benzociclohexila.
Alquila substituída é alquila como definido da última vez, especi-almente alquila menor, preferivelmente metila; onde um ou mais, especial-mente até três, substituintes podem estar presentes, primariamente do gruposelecionado de halogênio, especialmente flúor, amino, N-alquilamino menor,N,N-dialquilamino menor, N-alcanoilamino menor, hidróxi, ciano, carbóxi,alcoxicarbonila menor, e fenil-alcoxicarbonila menor. Trifluorometila é espe-cialmente preferido.
Amino mono- ou dissubstituído é especialmente amino substitu-ído por um ou dois radicais selecionados independentemente um do outro dealquila menor, como metila; hidróxi-alquila menor, como 2-hidroxietila; alcóximenor-alquila menor, como metóxi etila; fenil-alquila menor, como benzila ou2-feniletila; alcanoíla menor, como acetila; benzoíla; benzoíla substituída,onde o radical fenila é especialmente substituído por um ou mais, preferi-velmente um ou dois, substituintes selecionados de nitro, amino, halogênio,N-alquilamino menor, N,N-dialquilamino menor, hidróxi, ciano, carbóxi, alco-xicarbonila menor, alcanoíla menor, e carbamoíla; fenil-alcoxicarbonila me-nor, onde o radical fenila é não-substituído ou especialmente substituído porum ou mais, preferivelmente um ou dois, substituintes selecionados de nitro,amino, halogênio, N-alquilamino menor, N,N-dialquilamino menor, hidróxi,ciano, carbóxi, alquoxicarbonila menor, alcanoíla menor, e carbamoíla; e épreferivelmente N-alquilamino menor, como N-metilamino, hidróxi-alquilamino menor, como 2-hidroxietilamino ou 2-hidroxipropila, alcóxi me-nor-alquila menor, como metóxi etila, fenil-alquilamino menor, como benzi-lamino, N,N-dialquilamino menor, N-fenil-alquila menor-N-alquilamino menor,N,N-dialquilfenilamino menor, alquanoilamino menor, como acetilamino, ouum substituinte selecionado do grupo incluindo benzoilamino e fenil-alcoxicarbonilamino menor, onde o radical fenila em cada caso é não-substituído ou especialmente substituído por nitro ou amino, ou também porhalogênio, amino, N-alquilamino, N,N-dialquilamino menor, hidróxi, ciano,carbóxi, alcoxicarbonila menor, alcanoíla menor, carbamoíla ou aminocarbo-nilamino. Amino dissubstituído é também alquileno menor-amino, por exem-plo, pirrolidino, 2-oxopirrolidino ou piperidino; oxalquileno menor-amino, porexemplo, morfolino, ou azalquileno menor-amino, por exemplo, piperazino oupiperazino N-substituído, como N-metilpiperazino ou N-metoxicarbonilapipe-razino.
Halogênio é especialmente flúor, cloro, bromo ou iodo, especi-almente flúor, cloro ou bromo.
Hidróxi eterificado é especialmente C8-C2oalquilóxi, como n-decilóxi, alcóxi menor (preferido), como metóxi, etóxi, isopropilóxi, ou terc-butilóxi, fenil-alcóxi menor, como benzilóxi, fenilóxi, halogenio-alcóxi menor,como trifluorometóxi, 2,2,2-trifluoroetóxi ou 1,1,2,2-tetrafluoroetóxi, ou alcóximenor que é substituído por heteroarila mono- ou bicíclica incluindo um oudois átomos de nitrogênio, preferivelmente alcóxi menor que é substituídopor imidazolila, como 1 H-imidazolil-1 -ria, pirrolila, benzimidazolila, como 1-benzimidazolila, piridila, especialmente 2-, 3- ou 4-piridila, pirimidinila, espe-cialmente 2-pirimidinila, pirazinila, isoquinolinila, especialmente 3-isoquinolinila, quinolinila, indolila ou tiazolila.
Hidróxi esterifiçado é especialmente alcanoilóxi, benzoilóxi, al-coxicarbonilóxi menor, como terc-butoxicarbonilóxi, ou fenil-alcoxicarbonilóximenor, como benziloxicarbonilóxi.
Carbóxi esterificado é especialmente alcoxicarbonila menor,como terc-butoxicarbonila, iso-propoxicarbonila, metoxicarbonila ou etoxicar-bonila, fenil-alcoxicarbonila menor, ou feniloxicarbonila.
Alcanoíla é primariamente alquilcarbonila, especialmente alca-noíla menor, por exemplo, acetila.Carbamoíla N-mono- ou N,N-dissubstituída é especialmentesubstituída por um ou dois substituintes independentemente selecionados dealquila menor, fenil-alquila menor e hidróxi-alquila menor, ou alquileno me-nor, oxa-alquileno menor ou aza-alquileno menor opcionalmente substituídono átomo de nitrogênio terminal.
Um grupo de heteroarila mono- ou bicíclico incluindo zero, um,dois oü três átomos de nitrogênio de' anel e zero ou um átomo de oxigênio deanel e zero ou um átomo de enxofre, tais grupos em cada caso são não-substituídos ou mono- ou polissubstituídos, refere-se a uma porção heterocí-clica que é insatuada no anel ligando o radical de heteroarila ao resto da mo-lécula na fórmula I e é preferivelmente um anel, onde no anel ligante, mastambém opcionalmente em qualquer anel anelado ("annealed"), pelo menosum átomo de carbono é substituído por um heteroátomo selecionado do grupoconsistindo em nitrogênio, oxigênio e enxofre; onde o anel de ligação preferi-velmente tem 5 a 12, mais preferivelmente 5 ou 6 átomos de anel; e que po-dem ser não-substituídos ou substituídos por um ou mais, especialmente umou dois, substituintes selecionados do grupo definido acima como substituin-tes para arila, mais preferivelmente por alquila menor, como metila, alcóxi me-nor, como metóxi ou etóxi, ou hidróxi. Preferivelmente o grupo de heteroarilamono- ou bicíclico é selecionado do grupo consistindo em 2H-pirrolila, pirrolila,imidazolila, benzimidazolila, pirazolila, indazolila, purinila, piridila, pirazinila,pirimidinila, piridazinila, 4H-quinolizinila, isoquinolila, quinolila, ftalazinila, nafti-ridinila, quinoxalila, quinazolinila, quinnolinila, pteridinila, indolizinila, 3H-indolila, indolila, isoindolila, oxazolila, isoxazolila, tiazolila, isotiazolila, triazolila,tetrazolila, furazanila, benzo[d]pirazolila, tienila e furanila. Mais preferivelmen-te, o grupo heteroarila mono- ou bicíclico é selecionado do grupo consistindoem pirrolila, imidazolila, como 1 H-imidazol-1-ila, benzimidazolila, como 1-benzimidazolila, indazolila, especialmente 5-indazolila, piridila, especialmente2-, 3- ou 4-piridila, pirimidinila, especialmente 2-pirimidinila, pirazinila, isoqui-nolinila, especialmente 3-isoquinolinila, quinolinila, especialmente 4- ou 8-quinolinila, indolila, especialmente 3-indolila, tiazolila, benzo[d]pirazolila, tieni-la, e furanila. Em uma modalidade preferida da invenção, o radical piridila ésubstituído por hidróxi na posição orto ao átomo de nitrogênio e, logo, existepelo menos parcialmente na forma do tautômero correspondente que é piridin-(1H)-2-ona. Em outra modalidade preferida, o radical de pirimidinila é substitu-ído por hidróxi tanto na posição 2 e 4 e, logo, existe em várias formas tauto-méricas, por exemplo, como pirimidina-(1 H,3H)-2,4-diona.
Heterociclila é especialmente um sistema heterocíclico de cinco,seis ou sete membros com um ou dois heteroátomos selecionados do grupoincluindo nitrogênio, oxigênio, e enxofre, que pode ser insaturado ou total-mente ou parcialmente insaturado, e é não-substituído ou substituído espe-cialmente por alquila menor, como como metila, fenil-alquila menor, comobenzila, oxo, ou heteroarila, como 2-piperazinila; heterociclila é especialmen-te 2- ou 3-pirrolidinila, 2-oxo-5-pirrolidinila, piperidinila, N-benzil-4-piperidinila,N-alquila menor-4-piperidinila, N-alquila menor-piperazinila, morfolinila, porexemplo, 2- ou 3-morfolinila, 2-oxo-1H-azepin-3-ila, 2-tetrahidrofuranila, ou-> 15 2-metil-1,3-dioxolan-2-ila.
Sais são especialmente os sais farmaceuticamente aceitáveisde compostos de fórmula I.
Tais sais são formados, por exemplo, como sais de adição áci-da, preferivelmente com ácidos orgânicos ou inorgânicos, de compostos defórmula I com um átomo de nitrogênio básico, especialmente os sais farma-ceuticamente aceitáveis. Ácidos inorgânicos apropriados são, por exemplo,ácidos de halogênio, como ácido clorídrico, ácido sulfúrico, ou ácido fosfóri-co. Ácidos orgânicos apropriados são, por exemplo, ácidos carboxílicos, fos-fônicos, sulfônicos ou sulfâmicos, por exemplo, ácido acético, ácido propiô-nico, ácido octanóico, ácido decanóico, ácido dodecanóico, ácido glicólico,ácido lático, ácido fumárico, ácido succínico, ácido adípico, ácido pimélico,ácido subérico, ácido azaléico, ácido málico, ácido tartárico, ácido cítrico,aminoácidos, como ácido glutâmico ou ácido aspártico, ácido maléico, ácidohidroximaléico, ácido metilmaléico, ácido carboxílico de ciclohexano, ácidocarboxílico de adamantano, ácido benzóico, ácido salicíclico, ácido 4-aminossalicíclico, ácido itálico, ácido fenilacético, ácido mandélico, ácidocinâmico, ácido metano- ou etanossulfônico, ácido 2-naftalenossulfônico,ácido 1,5-naftaleno-dissulfônico, ácido 2-, 3- ou 4-metilbenzenossulfônico,ácido metilsulfúrico, ácido etilsulfúrico, ácido dodecilsulfúrico, ácido N-ciclohexilsulfâmico, ácido N-metil-, N-etil- ou N-propilsulfâmico, ou outrosácidos protônicos orgânicos, como ácido ascórbico.
Na presença de radicais negativamente carregados, como car-bóxi ou sulfo, sais também podem ser formados com bases, por exemplo,sais de amônio ou de metal, como sais de metal alcalino, ou de metal alcali-no-terroso, por exemplo, sais de sódio, potássio, magnésio ou cálcio, ou saisde amônio com amônia ou aminas orgânicas apropriadas, como monoami-nas terciárias, por exemplo, trietilamina ou tri(2-hidroxietil)amina, ou basesheterocíclicas, por exemplo N-etil-piperidina ou N-N'-dimetilpiperazina.
Quando um grupo básico e um grupo ácido estão presentes namesma molécula, um composto de fórmula I pode também formar sais internos.
Para fins de isolamento ou purificação, também é possível usarsais farmaceuticamente não-aceitáveis, por exemplo, picratos ou perclora-tos. Para uso terapêutico, apenas sais farmaceuticamente aceitáveis oucompostos livres são empregados (onde aplicável na forma de preparaçõesfarmacêuticas), e esses são, logo, preferidos.
Em vista da relação próxima entre os compostos novos em for-ma livre e aqueles na forma de seus sais, incluindo aqueles sais que podemser usados como intermediários, por exemplo, na purificação ou identificaçãodos compostos novos, qualquer referência aos compostos livres aqui antes ede aqui em diante deve ser entendida como se referindo também aos saiscorrespondentes, como apropriado e expediente.
Compostos dentro do escopo da fórmula I e o processo para suamanufatura são divulgados em WO 04/005281 publicado em 15 de janeirode 2004 que é incorporado aqui na presente afirmação por referência. Umcomposto preferido é 4-metil-3-[[4-(3-piridinil)-2-pirimidinil]amino]-/V-[5-(4-metil-1H-imidazol-1-il)-3-(trifluorometil)fenil]benzamida e N-óxidos e saisfarmaceuticamente aceitáveis destes de fórmula (II):<formula>formula see original document page 12</formula>
Em cada caso onde citações das aplicações de patente ou pu-blicações científicas são dadas em particular para compostos de fórmula (I),o tópico ("subject-matter") dos produtos finais, as preparações farmacêuticase as reivindicações são incorporados aqui na presente aplicação por refe-rência a estas publicações.
A estrutura dos agentes ativos identificada por números de códi-go, nomes registrados ou genéricos podem ser tomados da edição atual docompêndio padrão "The Merck Index" ou de bases de dados, por exemplo,Patents International (por exemplo, IMS World Publications). O conteúdocorrespondente deste é incorporado aqui por referência.
Descobriu-se surpreendentemente que compostos de fórmula (I)possuem propriedades terapêuticas, o que o torna particularmente úteis co-mo um inibidor de PDGFRa (fator de crescimento a derivado de plaqueta,também abreviado como PDGRA) e especialmente para o tratamento e pro-filaxia de doenças induzidas por TEL-PDGFRp e FIP1L1-PDGFRa comoSHE, LEC e SHE com resistência a imatinib.
FIP1L1 -PDGFRa, como usado aqui antes e de aqui em diante, éa designação do produto de fusão dos genes FIP1L1 (FIP1 tipo 1) comPDGFRa. TEL-PDGFRp, como usado aqui antes e de aqui em diante, é adesignação do produto de fusão dos genes TEL com PDGFRp.
O composto (II) inibiu células Ba/F3 transformadas com TEL-PDGFRp e inibiu também eficientemente autofosforilação de tirosina deTEL-PDGFRp, bem como fosforilação de intermediários sinalizadores dePDGFRp conhecidos incluindo PLCv e PI3K. O composto (II) também inibiucélulas Ba/F3 transformadas com TEL-PDGFRp T6811 mutante, que é amutação homóloga à mutação T3151 em BCR-ABL que confere resistênciaa imatinib.
A presente invenção, logo, preocupa-se com o uso de compos-tos de fórmula (I) para a preparação de um fármaco para o tratamento deuma doença mieloproliferativa induzida por FIP1L1-PDGFRa e TEL-PDGFRP ou outra doença associada com FIP1L1-PDGFRa ou TEL-PDGFRp ou mutações similares que ativam PDGFR.
O termo "uma doença mieloproliferativa induzida por FIP1L1-PDGFRa" como usado aqui inclui, mas não é limitado a, leucemia eosinofíli-ca crônica, síndrome hipereosinofílica e síndrome hipereosinofílica com re-sistência a imatinib. Esse termo também inclui especificamente doenças re-sultantes de mutação de FIP1L1-PDGFRa, particularmente de mutação deFIP1L1-PDGFRaT674l.
A presente invenção mais particularmente refere-se ao uso decompostos de fórmula (I) para a preparação de um fármaco para o tratamen-to de leucemia mielomonocítica, leucemia eosinofílica crônica, síndrome hi-pereosinofílica de LMMC, síndrome hipereosinofílica com resistência a ima-tinib e leucemia mielomonocítica com resistência a imatinib.
Em outra modalidade, a presente invenção fornece um métodopara tratamento de uma doença mieloproliferativa induzida por FIP1L1-PDGFRa e TEL-PDGFRp incluindo administração a um mamífero em ne-cessidade de tal tratamento de uma quantidade terapeuticamente eficientede compostos de fórmula (I), ou de sais farmaceuticamente aceitáveis oupró-fármacos destes.
Preferivelmente, a presente invenção fornece um método para tra-tamento de mamíferos, especialmente humanos, sofrendo de uma doença mie-loproliferativa induzida por FIP1L1-PDGFRa e TEL-PDGFRp incluindo adminis-tração a um mamífero em necessidade de tal tratamento de uma quantidadeinibidora de FIP1L1-PDGFRa e TEL-PDGFRp de 4-metil-3-[[4-(3-piridinil)-2-pirimidinil]amino]-/\/-[5-(4-metil-1H-imidazol-1-il)-3-(trifluorometil)fenil]benzamida(Composto (II)) ou um sal farmaceuticamente aceitável deste.Preferivelmente, esse método é usado para tratamento de do-enças mieloproliferativas induzidas por FIP1L1 -PDGFRa.
Mais preferivelmente, esse método é usado para tratar síndromehipereosinofílica ou síndrome hipereosinofílica com resistência a imatinib.
Em outra modalidade, a presente invenção relaciona-se ao usode compostos de fórmula (I) para a preparação de uma composição farma-cêutica para uso em tratamento de uma doença mieloproliferativa induzidapor FIP1L1-PDGFRa e TEL-PDGFRp, mais particularmente para tratamentode leucemia mielomonocítica, leucemia eosinofílica crônica, síndrome hipe-reosinofílica ou síndrome hipereosinofílica com resistência a imatinib.
Na presente descrição, o termo "tratamento" inclui tanto trata-mento profilático como tratamento preventivo, bem como tratamento curativoou aliviador de doença, incluindo tratamento de pacientes com risco de con-trair a doença ou com suspeita de terem contraído a doença, bem como pa-cientes doentes. Esse termo inclui ainda o tratamento para o atraso de pro-gressão da doença.
O termo "curativo" como usado aqui significa eficiência em tra-tamento de episódios que estão ocorrendo envolvendo doenças mieloprolife-rativas induzidas por FIP1L1-PDGFRa e TEL-PDGFR(3.
O termo "profilático" significa a prevenção do início ou recorrên-cia de doenças envolvendo doenças mieloproliferativas induzidas porFIP1L1-PDGFRa e TEL-PDGFRp.
O termo "atraso de proteção" como usado aqui significa adminis-tração do composto ativo a pacientes que estão em uma pré-etapa ou etapaprecoce da doença a ser tratada, em cujos pacientes, por exemplo, uma pré-forma da doença correspondente é diagnosticada ou cujos pacientes este-jam em uma condição, por exemplo, durante um tratamento médico ou umacondição resultante de um acidente, sob a qual é provável que a doença cor-respondente se desenvolverá.
Essa faixa imprevisível de propriedades significa que o uso decompostos de fórmula (I) são de interesse particular para a manufatura deum fármaco para o tratamento de doenças envolvendo doenças mieloprolife-rativas induzidas por FIP1L1-PDGFRa e TEL-PDGFRp.
Esse efeito pode especialmente ser clinicamente relevante parapacientes com síndrome hipereosinofílica ou síndrome hipereosinofílica comresistência a imatinib.
Para demonstrar que compostos de fórmula (I) são particular-mente apropriados para o tratamento de doenças mieloproliferativas induzi-das por FIP1L1-PDGFRa ou TEL-PDGFRp com boa margem terapêutica eoutras vantagens, tentativas clínicas podem ser realizadas de uma maneiraconhecida a uma pessoa versada.
A dosagem precisa de compostos de fórmula (I) a ser emprega-da para inibir atividade de FIP1L1-PDGFRa ou TEL-PDGFR(3 ou para trata-mento de doenças mieloproliferativas induzidas por FIP1L1-PDGFRa ouTEL-PDGFR|3 depende de vários fatores incluindo o hospedeiro, a naturezae a severidade da condição sendo tratada, e do modo de administração. Ocomposto de fórmula (I) pode ser administrado por qualquer rota incluindooralmente, parenteralmente, por exemplo, intraperitoneamente, intraveno-samente, intramuscularmente, subcutaneamente, intraturmoralmente, ouretalmente, ou enteralmente. Preferivelmente, o composto de fórmula (I) éadministrado oralmente, preferivelmente a uma dose diária de 1-300 mg/kgde peso corporal, ou, para a maioria de primatas maiores, uma dosagemdiária de 50-5000, preferivelmente 500-3000 mg. Uma dosagem diária prefe-rível é de 1 -75 mg/kg de peso corporal ou, para a maioria dos primatas maio-res, uma dosagem diária de 10-2000 mg, administrado como uma única do-se ou dividido em múltiplas doses, como dosagem duas vezes por dia.
Usualmente, uma pequena dose é administrada inicialmente e adosagem é gradualmente aumentada até a dosagem ótima para o hospedei-ro sob tratamento é determinada. O limite superior de dosagem é aqueleimposto pelos efeitos colaterais e pode ser determinado por tentativas para ohospedeiro sendo tratado.
Compostos de fórmula I podem ser combinados com um oumais veículos farmaceuticamente aceitáveis e, opcionalmente, com um oumais outros adjuvantes farmacêuticos e administrados enteralmente, porexemplo, oralmente, na forma de comprimidos, cápsulas, pílulas, etc. ou pa-renteralmente, por exemplo, intraperitonealmente ou intravenosamente, naforma de soluções ou suspensões injetáveis estéreis. As composições ente-rais e parenterais podem ser preparadas de maneiras convencionais.
Os compostos de fórmula (I) podem ser usados sozinhos oucombinados com pelo menos qualquer outro composto farmaceuticamenteativo para uso nessas patologias. Esses compostos ativos podem ser com-binados na mesma preparação farmacêutica ou na forma de preparações de"kits de partes" combinados no sentido que os parceiros de combinaçãopossam ser dosados independentemente ou por uso de diferentes combina-ções fixas com quantidades distintas dos parceiros de combinação, ou seja,simultaneamente ou em período de tempo diferentes. As partes do kit departes podem então, por exemplo, ser administradas simultaneamente oucronologicamente separadas, isto é, a períodos de tempo diferentes e comintervalos de tempo igual ou diferente para qualquer parte do kit de partes.Exemplos não-limitantes de compostos que podem ser citados para uso emcombinação com compostos de fórmula (I) são fármacos quimioterápicoscitotóxicos, como citosina arabinosida, daunorubicina, doxorubicina, ciclofos-famida, VP-16, ou imatinib, etc. Além disso, compostos de fórmula (I) podemser combinados com outros inibidores de transdução de sinal ou outros fár-macos marcadores oncogênicos ("oncogene-targeted") com a expectativa deresultado de sinergia significante.
A invenção refere-se também à combinação de compostos defórmula (I) como descrito aqui antes com imatinib para o tratamento das do-enças e condições descritas aqui antes. A administração de tal combinaçãopode ser feita ao mesmo tempo, por exemplo, na forma de uma composiçãoou preparação farmacêutica combinada fixa, ou seqüencialmente ou crono-logicamente separada. A administração de compostos de fórmula (I) em umaforma de dosagem como descrita aqui antes e de imatinib em sua forma co-mercializada GLEEVEC® nos Estados Unidos/GLIVEC® na Europa e com asdosagens visadas para estas formas de dosagem são atualmente preferidas.
O tratamento de doenças mieloproliferativas induzidas porFIP1L1-PDGFRa ou TEL-PDGFR0 com a combinação acima pode ser umtão-chamado tratamento de primeira linha, ou seja, o tratamento de uma do-ença recentemente diagnosticada sem qualquer quimioterapia precedenteou similares, ou pode ser também um tão-chamado tratamento de segundalinha, ou seja, o tratamento da doença após tratamento precedente com ima-tinib ou compostos de fórmula (I), dependendo da severidade ou etapa dadoença, bem como a condição geral do paciente, etc.
A eficiência de compostos de fórmula (I) para o tratamento dedoenças mieloproliferativas induzidas por FIP1L1-PDGFRa ou TEL-PDGFRBé ilustrada pelos resultados dos seguintes exemplos. Esses exemplos ilus-tram a invenção sem limitar seu escopo de maneira alguma:
Construtos
TEL-PDGFRp [T/P], FIP1L1-PDGFRa [F/P] e FIP1L1-PDGFRaT674I clonada em MSCV-IRES-GFP [MSCV-GFP], e TEL-PDGFRfi, TEL-PDGFRfi T681I, e TEL-FGFR3 I[T/F] são clonados em MSCV-neomicina[MSCV-neo]. Uma mutação D842V é introduzida em PDGFRA cDNA de tiposelvagem e clonada em MSCV-puromicina [MSCV-puro].Cultura de Célula, Produção de Retrovírus, e Transdução de Células Ba/F3
Células 293T são culturadas em meio Eagle modificado de Dul-becco (MEMD) + 10% de soro bovino fetal (SBF). Células Ba/F3 são cultu-radas em RPMI 1640 (RPMI) + 10% SBF + 1 ng/mL de interleucina (IL)-3 derato. Sobrenadantes retrovirais são gerados e usados para transduzir célulasde Ba/F3. Linhagens de célula T/P MSCV-neo e T/F MSCV-neo são selecio-nadas com 1 mg/mL de G418 na presença de IL-3 por 8-10 dias. Linhagensde célula F/P MSCV-GFP são selecionadas em IL-3 sem RPMI por 7-10 di-as. Linhagens de célula PDGFRa D842V MSCV-puro são selecionadas em 2ug/mL de puromicina por 7-14 dias. Células Ba/F3 transformadas são de-senvolvidas em IL-3 sem RPMI.
Exames de Proliferação de Célula de Independência de IL-3
Os efeitos dos compostos em viabilidade e proliferação de célu-las foram determinados usando o kit de exame luminescente de detecção deATP ATPLite® de Perkin Elmèr Life Sciences (Cat. N9: 6016947) de acordocom as instruções dos fornecedores. Esse sistema de exame é baseado naprodução de luz (luminescência) causada pela reação de ATP com lucifera-se e D-luciferina adicionadas.
Linhagens de célula Ba/F3 FIP1L1-PDGFRa e Ba/F3 TEL-PDGFRp, desenvolvidas em suspensão em RPMI 1640 (Invitromex, Cat. NQ:L0501), 10% de soro de bezerro (Animed, Cat. N9: 2-01F86-I), 2 mM de L-glutamina (Gibco), foram semeadas em placas de cultura de tecido negro de 96cavidades (Packard) a uma densidade de 10000 células por cavidade em 50 uLde meio completo imediatamente seguido por adição de 50 uL por cavidade dediluição de duas etapas em série de compostos 2x concentrados (duplicatas).Células sem composto foram usadas como um controle e um meio sem célulasfoi usado para determinar o sinal antecedente de exame. Após 70 horas de in-cubação, (37gC, 5% de CO2), as células foram lisadas por adição de 50 uL porcavidade de solução de lise de células de mamífero (fornecida com o kit) e commistura por 5 min em um agitador de placas orbital a 700 rpm. Subseqüente-mente, 50 uL de solução de substrato (luciferase e D-luciferina) foi adicionada eapós 5 minutos de agitação e 10 min de adaptação ao escuro das placas, aemissão de luz foi medida com um Packard TopCount.
A atividade de composto foi determinada como inibição de cres-cimento total (TGI) das culturas de célula e foi calculado como se segue:após subtração do sinal antecedente obtido para as células de controle foitomado como 100%. O efeito do composto foi expresso como redução per-centual do sinal de controle. Os valores de TGI50 foram determinados dascurvas de respostas de dose por extrapolação gráfica.
O Compostos (II) inibiu a proliferação tanto de Ba/F3 FIP1L1-PDGFRa como de Ba/F3 TEL-PDGFRP com valores de IC50 de <100 nM.
A mutação T315I em BCR-ABL confere resistência a imatinib enão é inibida por nenhum inibidor de tirosina quianse de molécula pequena.A mutação homóloga em TEL-PDGFRp é T681I, e essa mutação tambémconfere resistência a imatinib. O Composto (II) inibiu células de Ba/F3 trans-formadas por um TEL-PDGFRp T681I mutante com um IC50 de <25 nM,similar àquele da fusão TEL-PDGFRp não-mutada.Western Blots
Para F/P: Células Ba/F3 são incubadas com as concentraçõesindicadas de Composto (II) por 4 horas em RPMI sem FBS ou IL-3. Célulassão lisadas em um tampão de lise [PBS com 1 M de Na2EDTA, 1 M de NaF,0,1% de Triton X-100, 200 mM de Na3V04, 200 mM de oxido de fenilarsina ecomprimidos de inibição completa de protease (Roche)]. 50 ug de lisato deproteína é combinado com tampão de carga de SDS redutor + ditiotreitol(Cell Signaling) antes da eletroforése em 10-12% de géis SDS-PAGE (géisprontos de Tris-HCI, Bio-Rad) e transferidos a membranas de nitrocelulose.
Os anticorpos usados foram: fosfo-PDGFRa (Tir-720), PDGFRa 951, Stat5-b(Santa Cruz); fosfo-Stat5 (Tir-694) (Cell Signaling); anti-peroxidase de coelho(Amersham Pharmacia Biotech).
Para T/P: Células Ba/F3 expressando estavelmente T/P ou T/Fsão tratados com falta excessiva de soro em RPMI 1640 normal por 4 horasantes da lise. Os extratos de célula são clarificados por centrifugação e usa-dos para imunoprecipitação ou imunoblotting. Os procedimentos de imunob-lotting ligados a enzima são feitos como descrito. Anticorpos aplicados inclu-em: soro de anti-PDGFRB de coelho (Pharmingen); soro de anti-PI3K (p85)de coelho; antifosfotirosina 4G10 de rato (Upstate Biotechnology); anticorposcontra FGFR3, fosfo-PI3K p85 (Tir-508) (Santa Cruz Biotechnology); PLCy,fosfo-PLCy (Tir-783) (Cell Signaling).
Transplantes de Medula Óssea e Tratamento de Fármaco de CamundongosExperimentos de transplante de medula óssea de Murino são fei-tos como previamente descrito. Sobrenadantes retrovirais MSCV-GFP são titu-lados por transdução de células Ba/F3 com sobrenadante (mais polibreno, 10ug/mL) e analisados para a porcentagem de células de GFP+ por citometria defluxo á 48 h pós-transdução. Ratos doadores de Balb/C (Taconic) são tratadospor 5-6 dias com 5-fluoracil (150 mg/kg, injeção intraperitoneal). Células de me-dula óssea do rato doador são colhidas, tratadas com tampão de lise de célulasvermelhas do sangue, e culturadas 24 h em meio de transplante (RPMI + 10%de SBF + 6 ng/mL de IL-3,10 ng/mL IL-6, e 10 ng/mL de fator de célula-tronco).Células são tratadas por infecção de rotação com sobrenadantes retrovirais (1ml_ de sobrenadante por 4 x 106 células, mais polibreno) e centrifugadas a 2500rpm por 90 min. 24 horas depois, a infecção de rotação é repetida, depois ascélulas são lavadas, ressuspensas em solução balanceada de Hank, e injeta-das em veias de cauda laterais de ratos Balb/C recipientes (Taconic) letalmenteirradiados (2x450 rad) a 0.5-1 x 106 células/rato. O Composto (II) é suprido co-mo um pó e preparado como solução de estoque em NMP (N-metil-2-pirrolidona, Aldrich) e diluído em polietileno glicol 300 (Sigma) para injeções.Iniciando do dia 11 após o transplante, os animais são tratados com 75mg/kg/dia de Composto (II) ou um placebo (polietileno glicol, volume idêntico aoComposto (II)) a cada 24 h por gavagem oral com agulhas de gavagem de 22graduações. Os animais foram sacrificados quando eles tiveram esplenomega-lia palpável ou estavam moribundos, ou, se saudáveis, 7 dias após o sacrifíciodo último animal no grupo de placebo.
Análise de Doença Mieloproliferativa em Camundonqos
Sangue periférico é coletado da cavidade retroorbital usando tu-bos capilares de vidro heparinizados e analisados por contagem de célulassangüíneas e de manchas (manchadas com Wright e Giemsa) completa ediferencial automatizadas. Suspensões de célula única do baço e medulaóssea são preparadas por apertar o tecido através de um filtro ("strainer") decélulas, seguido de lise de células vermelhas do sangue. As células sãocongeladas em 90% de SBF, 10% de DMSO.
Para histopatologia, os tecidos são fixos por pelo menos 72 ho-ras em 10% de formalina neutra tamponada, desidratada em álcool, limpaem xileno, e infiltrada com parafina em um processador automatizado (Lei-ca). As seções de tecido (4 um) de blocos de tecido embebidos em parafinasão colocadas em slides carregados e desparafinizdos em xileno, re-hidratados através de soluções de álcool graduadas, e manchadas com he-matoxilina e eosina.
Para citometria de fluxo, células são lavadas em PBS+ 1% dealbumina de soro bovino (ASB), bloqueada com FC-Block (BD Pharmingen)por 10 minutos em gelo, e manchada com anticorpos monoclonais em SBP+ 1% de ASB por 20 min em gelo. Os anticorpos usados foram: Gr1 conju-gado por aloficocianina (APC), CD19, e TCRB; e Mac-1 conjugado por ficoe-trina (PE), B220, e CD3 (BD Pharmingen). A análise citométrica de fluxo érealizada em um instrumento FACSCalibur e analisado com o software Cell-Quest. A viabilidade é examinada por incubação de células com 7AAD (BDPharmingen) por 5 minutos antes da citometria de fluxo. As células são sin-cronizadas ("gated") por viabilidade (usando espalhamento frontal/lateral e7AAD) e por positividade de GFP,' e 10,000 eventos deste subgrupo sãoanalisados para expressão marcante.
Significância estatística de diferenças entre grupos tratados comComposto (II) e placebo em tempo de sobrevivência, contagens de célulassangüíneas brancas, e pesos de baço são examinadas usando um Mann-Whitney U-test (teste de soma de classificação Wilcoxon) de dois lados.Composto (II) é Eficiente para Tratamento de Doença Mioproliferativa Indu-zida por TEL-PDGFRB e FIP1L1-PDGFRa em um Teste BMT de Murino
Um protocolo de transplante de medula óssea de murino é usa-do para modelar a doença proliferativa causada por TEL-PDGFR(3 e FIP1L1-PDGFRa. A transdução retroviral dessas quinases de fusão em células demedula óssea de ratos doadores tratados com 5FU, seguido de transplanteem recipientes letalmente irradiados, produz um fenótipo mieloproliferativorapidamente fatal caracterizado por leucocitose com predominância de mie-lóide, esplenomegalia, e hematopoiese extramedulária.
Células de medula óssea do doador são transduzidas com umvetor retroviral de murino expressando TEL-PDGFR(5 ou FIP1L1-PDGFRa etransplantadas nos recipientes. Ratos transplantados com T/P ou F/P sãodivididos em dois grupos que foram tratados com gavagem oral diária deplacebo ou de Composto (II) que foi dosado a 150 mg/kg/dia, iniciando nodia 11 após o transplante.
O grupo de placebo de TEL-PDGFRp desenvolveu uma doençamieloproliferativa completamente penetrante com uma latência média de 17dias; todos os animais tratados com T/P foram sacrificados devido à pro-gressão de doença no dia 18. Em contraste, todos os animais no grupo tra-tado com o Composto (II) ainda estavam vivos no ponto final previamentedefinido do estudo de 7 dias após o tempo de sacrifício dos animais de pla-cebo, e houve uma prolongação estatisticamente significante de sobrevivên-cia no grupo de Composto (II) (26 dias; p<0,001). Comparado aos animaistratados com placebo, os animais tratados com Composto (II) também ti-nham reduções estatisticamente significantes em células sangüíneas bran-cas (CSB) totais (563,7 x 106 células/mL para placebo vs. 18,6 x 106 célu-las/mL para Composto (II), p<0,05) e peso de baço (802,5 mg para placebovs. 350,0 mg para Composto (II), p<0,01) (Tabela 1).
Tabela 1
<table>table see original document page 22</column></row><table>
A histopatologia de órgãos hematopoiéticos dos ratos de place-bo com doença induzida por TEL-PDGFRJ3 demonstra uma infiltração mas-siva de formas de mielóide em maturação que completamente destruiu aarquitetura esplênica normal. Outro exame demonstra marcadamente a me-dula óssea hipercelular com uma completa predominância de formas de mie-lóide em maturação. Hematopoiese extracelular é observada no fígado eleucocitose marcada é observada no sangue periférico. Exame histopatoló-gico dos órgãos dos ratos com TÉL-PDGFR(3 tratados com Composto (II)mostraram uma doença mieloproliferativa significantemente menos severaque suas contrapartes tratadas com placebo, embora características de ex-pansão de mielóide ainda estejam presentes. Enquanto a arquitetura esplê-nica de animais com TEL-PDGFR(3 tratados com Composto (II) é perturba-da, há uma preservação relativa de polpas vermelha e branca esplênicas emcomparação com baços do grupo tratado com placebo. Outra análise de ba-ços de animais tratados com Composto (II) também demonstra que a polpaesplênica vermelha parece estar expandida por uma mistura tanto de formasde mielóide em maturação e elementos de eritróide em contraste à popula-ção predominantemente de mielóide observada em animais tratados complacebo. Mudanças similares também são notadas na medula óssea de ani-mais tratados com Composto (II) que, embora sendo hipercelular, demonstrauma mistura tanto de mielóide como elementos de eritróide contra as medu-las ósseas de mielóide completamente predominante do grupo tratado complacebo. Finalmente, o peso do tumor significantemente reduzido dos ani-mais tratados com o Composto TEL-PDGFR(3 (II) também é refletido em se-ções de fígado desses animais que demonstram apenas remendos focais dehematopoiese extracelular comparado ao envolvimento de fígado extensivoobservado nos animais tratados com placebo.
A análise de FACS de baço de animais de placebo T/P mostrouum aumento marcado em células Gr1+/Mac1+ e uma diminuição em célulasde linfóide (B220+, CD19+) comparado a um baço normal. Em corroboraçãocom as descobertas históricas, animais tratados com o Composto (II) mos-traram um modelo de mieloproliferação, mas com uma porcentagem consis-tentemente reduzida de células Gr1+/Mac1+ e uma porcentagem deB220+/CD19+ comparado ao grupo de placebo.
No experimento de transplante de medula óssea de FIP1LI-PDGFRa, mais diferenças entre os grupos de placebo e de Composto (II).
Animais tratados com placebo desenvolveram rapidamente uma doençamieloproliferativa fatal similar àquela previamente descrita para FIP1L1-PDGFRa. Enquanto todos os animais de placebo são perdidos para a doen-ça no dia 24, todos os animais tratados com Composto (II) permaneceramvivos e saudáveis até o dia 33 quando o estudo estava terminado. Compa-rado ao placebo, o tratamento com Composto (II) estava co-relacionado comreduções significantes em CSB totais (569,7 x 106 células/mL para placebovs. 5,6 x 106 células/mL para Composto (II), p<0,01) e peso de baço (731,8mg para placebo vs. 88,0 mg para Composto (II), p<0,01) (Tabela 1).
Análises de FACS e histopatológicas revelaram evidência dedoença mieloproliferativa severa em animais de FIP1L1-PDGFRa tratadoscom placebo, como demonstrado por uma infiltração massiva de elementosde mielóide em maturação nos baços e medulas ósseas, bem como grausextensos de hematopoiese extramedular nos fígados do grupo tratado complacebo. Em contraste, o exame de órgãos hematopoieticos de animais tra-tados com Compostos (II) demonstram uma preservação impressionante dearquitetura esplênica normal com quantidades substancialmente reduzidasde elementos de mielóide em maturação na polpa vermelha que foi corroba-da por análise citométrica de fluxo de esplenócitos derivados desses ani-mais. Seções de medula óssea de animais tratados com fármaco tambémmostraram melhora dramática sobre animais tratados com placebo e forammenos celulares com a reaparência de espécies de gordura e mais razõesnormais de elementos de mielóide para elementos de eritróide. Finalmente,a eficiência do Composto (II) nestes animais tratados com fármaco foi de-monstrada pela ausência notável de qualquer hematopoiese extramedularem seus fígados.
Estudo Clínico
O efeito de Composto (II) em níveis transcritos de FIP1L1-PDGFRa e estados de mutação de c-kit/PDGFR-a em células malignas,to-madas do sangue e/ou medula óssea é examinado.
SHE, MS e LEC podem resultar de uma nova quinase de fusão:FIP1L1-PDGFRa. SM pode também se resultar de uma mutação ativante nogene KIT. Q-RT-PCR para FIP1L1-PDGFRa transcrito a Baseline, ciclo 1 dia15, cilo 1, 2 e 3 dia 18 e a cada 3g ciclo subseqüente, fim de estudo. Análisede mutação de c-kit, PDGFR-a. Três grupos separados, cada um com asseguintes populações de paciente: Pontos finais de SHE/LEC: taxas de res-posta após 3 meses de terapia.

Claims (10)

1. Uso de um derivado de pirimidilaminobenzamida de fórmula (I): <formula>formula see original document page 26</formula> ondeR1 representa hidrogênio, alquila menor, alcóxi menor-alquilamenor, acilóxi-alquila menor, carbóxi-alquila menor, alcoxicarbonil menor-alquila menor, ou fenil-alquila menor;R2 representa hidrogênio, alquila menor, opcionalmente substitu-ído por um ou mais radicais R3 idênticos ou diferentes, cicloalquila, benzoci-cloalquila, heterociclila, um grupo arila, ou um grupo heteroarila mono- oubicíclico incluindo zero, um, dois ou três átomos de nitrogênio de anel e zeroou um átomo de oxigênio de anel e zero ou um átomo de enxofre, tais gru-pos em cada caso são não-substituídos ou mono- ou polissubstituídos;e R3 representa hidróxi, alquila menor, alcóxi, carbóxi, alcoxicar-bonila menor, carbamoíla, carbamoíla N-mono ou N,N-dissubstituída, amino,amino mono- ou dissubstituído, cicloalquila, heterociclila, um grupo arila, ouum grupo de heteroarila mono- ou bicíclico incluindo zero, um, dois ou trêsátomos de nitrogênio de anel e zero ou um átomo de oxigênio de anel e zeroou um átomo de enxofre, tais grupos em cada caso são não-substituídos oumono- ou polissubstituídos;ou onde R1 e R2 juntos representam alqueno com quatro, cincoou seis átomos de carbono opcionalmente mono- ou dissubstituídos poralquila menor, cicloalquila, heterociclila, fenila, hidróxi, alcóxi menor, amino,amino mono- ou dissubstituído, oxo, piridinila, pirazinila ou pirimidinila; ben-zalqueno com quatro ou cinco átomos de carbono; oxaalqueno com umátomo de oxigênio e três ou quatro átomos de carbono; ou azaalquileno comum átomo de nitrogênio e três ou quatro átomos de carbono onde nitrogênioé não substituído ou substituído por alquila menor, fenil-alquila menor, alco-xicarbonila menor-alquila menor, carbóxi-alquila menor, carbamoil-alquilamenor, carbamoíla N-mono- ou N,N-dissubstituída-alquila menor, cicloalqui-la, alcoxicarbonila menor, carbóxi, fenila, fenila substituída, piridinila, pirimi-dinila, ou piperazinila;R4 representa hidrogênio, alquila menor ou halogênio;e um N-óxido ou um sal farmaceuticamente aceitável de talcomposto para a preparação de uma composição farmacêutica para o trata-mento de doença mieloproliferativa induzida por TEL-PDGFR3 ou FIP1L1-PDGFRa.
2. Uso de acordo com a reivindicação 1, onde a doença mielo-proliferativa é selecionado de leucemia mielomonocítica, síndrome hipereo-sinofílica, leucemia eosinofílica crônica e síndrome hipereosinofílica com re-sistência a imatinib.
3. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 ou 2,onde o composto de fórmula (I) é 4-metil-3-[[4-(3-piridinil)-2-pirimidinil]ami-no]-/V-[5-(4-metil-1 H-imidazol-1 -il)-3-(trifluorometil)fenil]benzamida de fórmula (II):<formula>formula see original document page 27</formula>e N-óxidos ou sais farmaceuticamente aceitáveis destes.
4. Uso de um composto de fórmula (II):<formula>formula see original document page 28</formula> ou N-óxidos ou sais farmaceuticamente aceitáveis destes, para tratamentoou prevenção de uma doença mieloproliferativa selecionada de leucemiamielomonocítica, síndrome hipereosinofílica, leucemia eosinofílica crônica esíndrome hipereosinofílica com resistência a imatinib.
5. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1-3, pa-ra o tratamento de doenças mieloproliferativas induzidas por FIP1L1-PDGFRa onde uma mutação em FIP1L1 -PDGFRa esteja presente.
6. Uso de acordo com a reivindicação 5, onde a mutação éT674I.
7. Uso de acordo com a reivindicação 4, para o tratamento desíndrome hipereosinofílica.
8. Uso de acordo com a reivindicação 7, onde a síndrome hipe-reosinofílica é resistente a tratamento com imatinib.
9. Método para tratamento de mamíferos sofrendo de uma do-ença mieloproliferativa induzida por FIP1L1-PDGFRa ou TEL-PDGFR(3 inclu-indo administração a um mamífero em necessidade de tal tratamento deuma quantidade inibidora de FIP1L1-PDGFRa ou TEL-PDGFRp de um com-posto de fórmula (II):<formula>formula see original document page 29</formula> ou um N-óxido ou sais farmaceuticamente aceitáveis deste.
10. Composição farmacêutica para o tratamento de doença mie-loproliferativa induzida por FIP1L1 -PDGFRa ou induzida por TEL-PDGFRp,incluindo um composto de fórmula (II): <formula>formula see original document page 29</formula> ou um N-óxido ou sais farmaceuticamente aceitáveis deste.
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