BRPI0603408A2 - mochila para atendimento pré-hospitalar em emergencia - Google Patents
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Abstract
MOCHILA PARA ATENDIMENTO PRé-HOSPITALAR EM EMERGENCIA é compreendida por uma mochila e duas outras acopláveis, porém menores e opcionais, contendo bateria e oxigenio. Carregadas em posicao costal pelo socorrista, com abertura em fecho rápido, e no seu interior uma maca e tr²s das gavetas escolhidas dentre as várias opcões que estóo no armário pertinente. A maca é dobrável e moldável à coluna vertebral do paciente, sendo entóo intertravada; contendo um extensor para o paciente alto; sendo também térmica e com cintos embutidos, além de suporte de apoio para cabeca. Contém também uma muleta para auxilio no traslado. Podendo ser transportada inclusive por pára-quedas ou bagageiro de motocicleta devido à sua extrema flexibilidade, contendo oxig²nio, bateria e iluminacao para uso em local escuro, sendo um sistema compacto, leve, auto-sustentável, para a utilizacao no solo e em transporte. Desenhos inclusos: 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 10, 11 e 12.
Description
"COCHILA PARA ATENDIMENTOPRÉ-HOSPITALAR EM EMERGENCIA".
Refere-se o presente relatóriodescritivo, a um dispositivo que será utilizado ematendimento pré-hospitaíar.
Este relatório, objeto da presentepatente, consiste em prover uma nova solução para oproblema de atendimento emergencial em condições queanteriormente estava restrito apenas à ambulânciaterrestre, e onde a demora ao atendimento resulta em ummaior número de casos fatais, devidos principalmente àdependência exclusiva das vias de acesso (ruas eestradas), que nem sempre estão em condição de permitirgrande velocidade do veículo de socorro, e que inclusivepara dificultar ainda mais se trata quase sempre deveículos pesados.
Suas grandes vantagens são asseguintes: em função de seu peso total ser muito baixopermite o transporte nas costas do socorrista, ou numa
maleta condicionada na garupa da motocicleta dosocorrista, e em função dos itens internos serem muito bemdistribuídos e de fácil acesso, a rapidez com que se poderealizar o socorro é que faz a diferença, pois o atendimentopoderá ser subseqüente ao acontecimento, fazendo comque os minutos iniciais, que aliás são os que se tem maiorchance de socorro, sejam aproveitados, não sendo o queocorre hoje.
Nosso sistema, objeto da presentepatente, é um dispositivo para ser utilizado em atendimentopré-hospitalar onde a estrutura construtiva é de tecnologiatotalmente nova (apesar de muitíssimo antiga), apoiandosuas bases de projeto nos animais predadores da era pré-terciária, onde tamanho era documento, mas, porém nãohavia ainda o aperfeiçoamento necessário para os grandescombates contra os enormes herbívoros que estavamsurgindo e com enorme massa muscular a ser devoradasendo que, porém, não havia a estrutura muscularsuficiente para esse combate envolvendo tal magnitude.Por esse motivo é que a natureza utilizou-se da formapaliativa de um sistema intermediário (e funcional) até queos grandes músculos estivessem plenamentedesenvolvidos, operacionais e funcionando a contento,para então atender plenamente as novas necessidades. Eé com base nessa solução paliativa que baseamos nossoprojeto não sendo, entretanto de maneira nenhuma ummeio paliativo como o foi para a natureza e sim definitivo,pois não nos utilizaremos de músculos, e sim apenas doconceito estrutura! do sistema vertebral desses grandesanimais.
O interessante é que, quando omotivo desta solicitação de patente foi se tornando umprojeto viável, também foram se apresentando, novasopções de aplicações nunca antes visualizadas,transformando-se realmente num projeto totalmente novo,como poderemos apreciar a seguir.
Não se dedicou tempo analisandoo atual sistema utilizado no atendimento pré-hospitalar,visto estarmos adotando um novo caminho, onde todas astécnicas existentes e adotadas até então, serão totalmenteultrapassadas num futuro bem próximo.
Assim sendo, a fim de permitiruma melhor visualização do que representa o objeto dapresente patente, proceder-se-á à sua descriçãopormenorizada.
Passemos então para a primeiraetapa que é a da maea, onde a única coisa antiga é onome.
Nossa estrutura será monotubular,tendo muito a ver com urna grande coluna vertebral dosenormes animais predadores, antes da era TiranossaurusRex.
A nossa estrutura será compostade segmentos com a mesma função de cada vértebra, etambém com a mesma liberdade de movimentos, porém játendo incluso em si as limitações necessárias para cadamovimento, não permitindo assim que um ângulo maior doque o projetado seja alcançado, e com isto permitindo umaenorme agilidade, sem perder o compromisso com asegurança e a praticidade. Para melhor elucidar, tomemoscomo exemplo o pescoço do animal, onde a cabeça pode irde um íado para outro, subir e descer, assim como torcer eque por não possuir músculos suficientemente fortes,possuía limitações na própria coluna vertebral. Assim seránossa maca, que poderá moldar-se à coluna vertebral doacidentado, assegurando que nãc haja mobilidade damesma até ser atendida no hospital. Para tal, apósacomodar a maca ao formato da coluna acidentada (ondeum único movimento pode significar uma paraplegiapermanente) a mesma será travada através de umcomando trava superior (uplock), e será esse o seu formatoaté ser então destravada no hospital. Aqui cabe acolocação de que cada vértebra da nossa maca terá comoque costelas onde a costa do acidentado se moldará.
Também cabe colocar que cada "costela" por assim dizer,será coberta com um material que apresenta uma durezasemelhante a um colchão, para conforto do paciente, einclui um sistema de cinto de segurança do tipo todorecolhido (full in), e quando estendido será do tipo todo fora(full out), e em tempo; este projeto dos cintos estáexplicado abaixo sendo também de nossa autoria. Aindanessa maca adotamos, devido ao pequeno espaço ao qualnos propusemos a projetá-la, um extensor (na base inferior)para a eventualidade de o acidentado ser de grandeestatura. Também ao ser estendida na altura dos pés háum sistema de travamento (downlock) para assegurar aimobilidade do paciente. Também para a eventualidade dehipotermia, causado como exemplo, por uma fraturaexposta onde há uma grande hemorragia (havendo grandeperda de sangue e com conseqüente queda na pressãosangüínea, surgirá também como resposta direta ahipotermia) e para tal, adotamos que as áreas necessárias(região costa!) serão aquecidas através de resistênciaelétrica, controlada por um micro processador e sensortérmico colocado em cada segmento, assegurando a tãonecessária condição isotérmica ao paciente. Esseaquecimento será fornecido pela bateria anexa, controladapor um sistema multisensor térmico e será gerenciado porum complexo sistema eletrônico modular, pois a correntenecessária é enorme, e como não dispomos da mesma, emfunção do limitado peso da bateria que terá que sercarregada nas costas do socorrista. È necessário queassim seja modular, para assegurar que cada módulo damaca receba energia em separado, gerando daí um todoaquecido, e também na eventualidade de pane noaquecimento em um dos módulos, os demais não deixarãode serem assistidos.
Apenas para elucidar melhor asjunções das vértebras, logo de início comentadas, estãopropostas duas soluções, sendo uma mais completa ecorreta e uma segunda de menor custo aquisitivo, compequena redução de funções, porém tendo sua relaçãocusto/benefício amplamente atendida. No desenho 04temos indicadas as opções, sendo a da direita o modelomais simples, com poucas opções de adaptar-se à colunado paciente, porém apresenta um custo bem mais baixodevido à facilidade na fabricação, assim como ternostambém cada vértebra mais detalhada, para fins de análisee também as respectivas alças para transporte do paciente,como a respectiva base do cinto de segurança de cadavértebra, que estão indicadas no desenho 05.
Está incluído também nesteprojeto na parte superior (onde seria o travesseiro) umdispositivo idealizado de tal maneira que funcione comotrava de cabeça, pois normalmente requer-se que não hajatorção, nem movimento na coluna cervical.
Esse dispositivo merece umaexplanação em separado para ser mais facilmentecompreendido, a saber: na condição transversal da maca,estão pequenos segmentos, como que pequenostravesseiros presos entre si, mas que por baixo possuemum extensor, o qual quando vai sendo estendida, força ospequenos travesseiros a se curvarem para cima como queenvolvendo a cabeça do paciente, até mais de meia alturae permanecendo assim até que seja liberado. Porém estáprevisto também no projeto, uma movimentação adicionallateral para melhor acomodar a posição da cabeça dopaciente, pois em determinadas condições um pequenomovimento pode colocar a cabeça em posição bem mais confortável.
O sistema de cinto de segurançafoi projetado visando algumas experiências vividas, asaber quando no calor da emergência disponibilizam-se oscintos, estes acabam por serem esquecidos em algumSugar, deixando de serem utilizados e acabam perdidos.
Ainda acontece de após o socorro, em função do estresseque o socorrista é submetido, acaba por esquecer o talcinto, e nunca se sabe onde. Em aeronave esse problemaé ainda maior devido à confusão com os cintos já inerentesà mesma, e uma coisa é certa, sempre se perde algum,que ou ficou aqui, ou lá na outra longínqua ambulância.
Para isto é que nosso cinto foiprojetado, pois o mesmo está fixo na maca, e é totalmenteescamoteável, sendo um dos lados preso por um pino travacom um pequeno percurso dentro da caixa que o envolve,para permitir que todo o cinto elástico quando na condiçãode espera esteja completamente recolhido dentro damesma. Para assegurar que este seja recolhido por inteiro,há uma mola tracionando o mesmo para dentro da caixa otempo todo, sendo como um pequeno cinto, porém de curtopercurso. No outro extremo do cinto temos como uma alçaque será acoplada ao outro lado da maca pois contém umgancho receptador da alça. Nosso cinío será um tantodiferente, pois será elástico, para envolver a vítima, tendoem vista que sua função não é evitar o impacto emacidente, e sim apenas manter o acidentado em sua novasituação.
Também nâo foi ainda apontado,porém se trata de um produto com proteção antifungo,facilmente lavável, e de alta resistência mecânica,permitindo uma garantia de que o paciente não estaráexposto a fungos já instalados na maca, ou sanguecontaminado.
Nosso produto agrupa materiaisde última tecnologia, e inclusive alguns dos itens agora éque estão a disposição do uso em aviação.
Temos a maca descrita em seufuncionamento básico, faltando ressaltar ainda a muletaque requer também explicação em separado, paraeventualidades como: barranco acima ou abaixo, corredorde prédio de apartamento com obstáculos ou para chamaro elevador, corredor residencial estreito, escadaria longa,enfim todo percurso que seja longo ou estressanterequerendo, portanto um descanso por parte do(s)socorrista(s), ou a liberação de um dos condutores, é entãopara esses casos que estamos sugerindo a muleta. Esteelemento de construção extremamente leve e com altaresistência mecânica, contém em seu lado inferior umaroda com molejo e movimento unidirecional, para aliviaresforço e ao mesmo tempo funcionar como descanso, poispor ser unidirecional o condutor coloca-a em condição ondenão haja mobilidade e transfere o peso acumulado para amesma. Portanto essa muleta é para uso do socorrista enão do paciente como poderia parecer de início. Em suaparte superior, em cada lado do Ύ" (formato da estruturada muleta) temos como que canaletas, para seremcolocadas sob pressão de cada lado da maca. Naeventualidade de um dos socorristas ser maior ou maisforte que o outro, a posição de fixação da muleta na macapode ser alterada, levando sempre em consideração ocentro de gravidade da mesma, isto depois de colocado opaciente e analisado as condições físicas de cadasocorrista. Na condição de espera, a muleta permaneceguardada sob um dos segmentos da maca,semidesmontada e para isto, é dotada de encaixe rápidopara pronta retirada e respectiva utilização.
Seu desencaixe da maca o qualdeverá ser efetuado na desrrsontagem desta ou aindaquando será colocada em urn veiculo de transportetambém será ern questão de segundos, e Isto quando jáestiver próximo do veículo condutor ou já dentro dohospital.
Todo este conjunto até agoradescrito não poderá alcançar um quilograma, tendo seupeso estimado em 800 gramas.
Todos os itens de nosso projetosempre objetivam segurança, praticidade, leveza, higiene,baixo custo, alta resistência a maus tratos e com altíssimograu de operacionabilidade.
Faltou dizer que nossa macaquando em condição de espera é dobrável em quatrolados, para ser acomodada dentro de uma mochila, naposição desmontada vertical, formando como que asparedes internas dessa mochila.
Partamos agora para o interiorlivre de nossa mochila.
Será preenchida com pequenasgavetas com frentes coloridas, normalmente armazenadasem um armário que se situará na base de operações, eescolhidas conforme a missão chamada, sendo que taisgavetas objetivam atender o problema do cliente ouconforme a missão a qual já designada. O número degavetas por missão é estipulado em três por vez.Apenas a título de exemplotomemos que para o acompanhamento de uma excursãode garotos a uma caminhada no campo, adota-se digamos,as gavetas: 2, 3 e 7, principalmente em função dascaracterísticas típicas da pessoa jovem e dos riscos deacidentes mais normais dessa faixa de idade. No entantopara o caso de acompanhamento de excursão de pessoasna terceira idade serão adotadas outras gavetas, digamos:2, 5 e 9 em função da expectativa pertinente a esse tipo deatendimento. Para o socorro de grandes catástrofes comoum Tsunami adota-se, por exemplo, as gavetas paraatendimento geral: 1, 2, 3. Se for necessário, outrasmochilas poderão ser enviadas através de pára-quedas ouhelicópteros.
No caso de um atendimentoemergencia! poderá se fazer uso de motocicleta comsocorrista, aí então já se terá uma idéia do ocorrido,podendo-se escolher as gavetas conforme a chamadaradiofônica assim o tiver orientado.
Wovamente sigamos por parte,cabendo agora a explanação da referida gaveta.
A gaveta proposta aqui atende anecessidade da praticidade, leveza e objetividade, poispodemos ter uma gaveta para cada subtipo de emergência.Construída de material resistente e muito leve, e quandoaberta com abertura do tipo lateral seqüencial, teremos ositens cirúrgicos à disposição, bastando para isto que sejaretirado o lacre frontal de cada item a ser utilizado. Estelacre assegura a higiene necessária, e a confiabilidade deque ainda não foi manuseado, e também indicando queapós cada uso a mesma deve ser vistoriada por umapessoa responsável e novamente lacrada. Cada gavetaterá a cor frontal para um determinado fim a qual se propõeatender, seguindo o padrão já adotado internacionalmente.Possui uma alça para o transporte, apesar de ser pequenaa distancia a percorrer (o acidentado estará próximo damochila).
Quando um socorrista recebe ochamado, sempre vem inclusa uma referência do tipo deacidente a ser enfrentado, e nesse momento essesocorrista dirige-se então até o armário onde estão nãosomente a mochila, mas também as gavetas e a bateria,sempre mantida carregada através de um carregadorcolocado no armário, e é nesse instante que se compõe okit de atendimento para a chamada. Com um pequeno graude destreza, o socorrista que já possui alguma experiênciade atendimento, facilmente acertará seus utensílios para achamada de emergência.
Quando retornando da missão suamochila será desmontada, lavada e as gavetas entreguesao responsável para pronto restabelecimento das mesmasao seu lugar no armário, devidamente preenchidas elacradas.
A mochila contém ainda do ladode fora, fixação do tipo rápido para duas mochilas menores,sendo a primeira para aplicação nas missões noturnas ouaquelas onde haja baixa incidência de luz, a qual contémbateria para: aquecimento da maca, bisturi elétrico eiluminação; e a segunda mochila para acomodação de umpequeno cilindro de oxigênio e seus respectivosapetrechos.
O armário quase é cio tipo comum,com o derivativo de atender a estocagem das gavetas, dasmochilas (grande e pequena), o carregador de bateriatambém embutido, estoque de materiais de reposição esimilares, e que seja acessível apenas pelo socorrista epelo responsável pela recarga das gavetas.
A mochila possui a característicade poder ser utilizada por pára-quedistas, aumentando emmuito sua aplicação, pois no caso de um "tsunami", umaaeronave civil ou militar poderá lançar os pára-quedistasdiretamente sobre a zona atingida e com isso oatendimento e a seguridade de vida iniciar-se-ãoimediatamente, não sendo descartada a hipótese de seremlançados pára-quedas contendo volumes adicionaissomente com mais mochilas. Após a condição da vida jáestar assegurada, consegue-se então realizar novosatendimentos até a chegada do resgate. Para a hipótese dedemora no resgate, apenas com o recebimento de maisoxigênio e medicamentos, poderemos então manter nossospacientes por diversos dias hospedados sobre a maca e acéu aberto, porém vivos.
A mochila poderá permanecer abordo de navio, helicóptero, enfim qualquer meio que estejacom potencial de atendimento pré-hospiíalar, também emfunção de seu invólucro ser impermeável.
Uma manutenção periódica seránecessária, pois a permanência no campo gera desgaste,atrito e redução da vida útil, com a conseqüência direta naqueda da garantia do correto atendimento ao paciente.
Uma opção de atendimentoemergenciaS que se nos parece de futuro muito promissor éa utilização da motocicleta como meio de locomoção dosocorrista.
Seu procedimento é descritoassim: após o recebimento do pedido de socorro edevidamente montada a mochila com as gavetasnecessárias ao atendimento requisitado, o socorrista irá nacondição de garupeiro, com a finalidade de manter a maisperfeita concentração mental possível. Para isto énecessário um perfeito entrosamento/confiança entre opiloto e o socorrista, pois o correto será que o atendenteesteja de olhos fechados e alheio aos procedimentos depilotagem da motocicleta, para evitar que um excesso deadrenalina e emoção, venha tirar sua condição de autocontrole tão necessário para a hora do socorro em si. Amoto apresenta a condição de pular canteiro de avenida,andar na contramão, andar por calçada e um sem fim de"não faça dessa maneira", mas uma vida justifica taisações, desde que não comprometa a integridade daequipe. Após a chegada ao local, enquanto o socorrista sedirige ao acidentado, o motoqueiro carrega a mochila e otubo de oxigênio, que será transportado no bagageiroespecial afixado na moto, até onde está o socorrista, eentão este fornecerá ao motoqueiro as informações de qualtipo de atendimento o hospital deverá esperar noatendimento, e se esse possui essas condiçõesnecessárias, caso contrario já será indicado outro hospital ecom isso ganhando tempo e tempo vital, assim nossomotoqueiro já irá planejando o melhor roteiro para umrápido acesso, ao mesmo tempo em que contata essehospital, consultando e deixando de sobreaviso para achegada do nosso paciente.
Após o atendimento emergencialrealizado, e depois de checado se existe nas proximidadesum veículo médico, paramédico ou militar para transportedo paciente, adota-se duas opções. Primeira, naeventualidade de existir tal veículo, ainda durante oatendimento médico, já se indica o local do sinistro paraque a viatura chegue mais rápida. Segunda, não seencontra nenhum veículo próximo, então o motoqueirosolicitará/requisitará o auxilio de um veículo civil em trânsitopelo local, com espaço suficiente para o transporte dopaciente e a moto irá à frente, utilizando-se de sistemaáudio visual, fechando rua e interferindo no transito normalpara que esse veículo sem nenhuma identificação sejarespeitado, e tenha livre acesso pelos caminhos que omotoqueiro indicar, enquanto dentro irá o paciente e osocorrista mantendo o devido atendimento.
Como também não poderia deixarde existir, haverá um manual e respectivo curso paratreinamento, inclusive para conscientização do elementoresponsável pelo retorno do equipamento para a condiçãode stand-by (espera), pois depende dele a seguridadenecessária.
Um manual de psicologia aplicadaao socorrista, com o objetivo de haver um melhoratendimento em casos difíceis a serem encontrados, ondese faz necessário resgatar o ego do paciente e solicitar oapoio do superego do mesmo, com o objetivo de somatizaresforços, para que haja uma sobrevida do acidentado,através de um respaldo psicossomático. Esse manualtambém fará parte do sistema.
Claims (6)
1.
"MOCHILA PARA ATENDIMENTOPRÉ-HOSPITALAR EM EMERGENCIA" é compreendidapor uma invenção que será utilizada em atendimento pré-hospitalar, sendo que nada existe de similar no mercadomundial.Caracterizado por conter nodesenho 1, o corpo da mochila como item 1 e a mochila dabateria como item 2, a serem carregadas no ombro dosocorrista pelas alças item 3, havendo como opção deaquisição o sistema de abertura por fecho rápido, item 4 etendo o item 5 como mochila também acoplável e opcionalde reservatório de oxigênio com seus apetrechos.Já no desenho 2 podemosapreciar seu interior, sendo a maca o item 1, e as gavetascomo item 2, a serem escolhidas dentre as várias opçõesque estão no estoque de armazenamento.O desenho 3 nos mostra asdivisórias internas na mochila, sempre em tecido flexível eimpermeável.No desenho 4 encontramos amaca em si sendo esta, apresentada como item 1,enquanto o item 2 representa um extensor para aeventualidade do paciente ser de grande estatura; o item 3é a alma da maca, pois trata-se de segmentos de materialque apresenta grande resistência mecânica, sendo aomesmo tempo um material bastante leve, bem aos moldesde uma coluna vertebral, onde um pequeno movimentopode ser obtido em cada segmento, e com isto obteremosa adequação da maca à coluna vertebral do paciente, paraa eventualidade desta estar torta e correndo o risco deapresentar paraplegia, portanto poderemos moldar a macaà respectiva condição com deformação, salvaguardando acoluna cervical do paciente, para que haja um corretoatendimento porém já no hospital.
Portanto o item 3 é aalma do projeto.Outro item que requer umareinvidicação especial é o item 4 e que será descrito juntocom o desenho (6).O item 5 serve para travar o setorsuperior da maca.
Bastando para isto que o socorristacolocando a mão sob a maca segure a trava e puxando porbaixo até a frente onde sentirá um click, já na posiçãohorizontal, e será utilizada também como alça paratransporte e manuseio da maca.O item 6 serve para travar a seçãoinferior da maca.
Idem acima.O item 7 é a muleta que servepara descanso e apoio para os socorristas nas subidas edecidas de morro, ou ainda o difícil percurso de dentro deum apartamento num edifício até o veículo de transporte.Está apresentada na forma de descanso e transporte, localonde não ocupa espaço útil.O item 8 representa os diversoscintos de segurança completamente escamoteáveis, parafixação do paciente durante o traslado até o hospital.O item 9 indica - cada módulo(costela) em três posições, com as alças de suporte pelosocorrista, sendo estas escamoteáveis, e o sistema deestrutura monotubular de cada costela, agregadas entre si.Não está indicado o local em função da irrelevância domesmo, porém a central de processamento para controledo aquecimento da maca, mais exatamente de cadacostela, será sob um dos elementos da maca, contendocada elemento um sensor térmico e resistência elétrica,para manter a temperatura solicitada.
Apenas para elucidarmais, o programa adotado controlará uma costela por vez,devido ao pequeno tamanho da bateria disponível, e apósatingir a temperatura correta, então uma política demanutenção será adotada pela CPU.O desenho 5 descreve a unidadedo cinto escamoteávei sendo o item 1, a costela da macaconstruída em chapa estampada (ou injetada), e quecontém a furação para os rebites da base estrutural damaca -sendo estes centrais- e os rasgos para o encaixe dacaixa do cinto, indicada como item 2; Ao passo que acondição onde temos a caixa e os eixos, sendo o anteriorfixo, como base das molas escamoteadoras do cinto; e ooutro eixo -o vai-vem do cinto- trata-se do item 3. Já o item-4 representa o cinto recolhido com a sua alça de fixaçãodo paciente; sendo apresentado o item 5 como condiçãoesticada para uso imediato.O desenho 6 exemplifica otravesseiro acima referido (desenho 4, item 4), pois trata-sede um movimento transversal ao eixo da maca, ondeatravés de um extensor sob diversos pequenostravesseiros unidos por dobradiças, conseguiremos fazercom que o travesseiro vá se curvando para cima(dobrando), até tornar-se um apoio completo para a cabeçado paciente, permitindo porém, uma pequenamovimentação lateral da mesma, evitando assim dor, masao mesmo tempo mantendo fixada a cabeça, sobretudonão permitindo que a mesma balance, vindo a torcer acoluna cervical. O item 1 representa a maca, como base. Oitem 2 representa o ponto de ligação do travesseiro com amaca, já sendo também o elemento central do travesseiro.O item 3 por sua vez, representa a manopla, que quandogirada fornece a condição para o item 4 movimentar osmini-travesseiros, formando assim o apoio da cabeça.O desenho 1 representa a muletaem si, onde o item 1 indica o conjunto único em forma deTeo item 2 o rodeiro, que é acoplado com um encaixerápido, e que possui um movimento mono direcional, aopasso que o item 3 é composto de duas canaletassemelhantes, as quais quando acopladas ao conjunto,através de encaixe rápido, formam a muleta para serencaixada sob pressão às laterais da maca, servindo amuleta como apoio ao(s) socorrista(s), para que um doselemento descanse ou enquanto aguardam por exemplo oelevador de um prédio ou ainda tome posição mais altanum barranco enquanto o outro aguarda descansando,tendo em vista a subida enfrentada. Cumpre salientar quesua altura não atende a posição normal dos padioleiros,para evitar que todo o peso seja permanentementetransferido para a mesma.A figura B apresenta a gaveta aser adotada para a mochila, em função da praticidade demúltipla escolha, e da leveza no manuseio, onde o item 1indica a base e laterais dianteira e traseira, contendo aindauma pequena alça para içamento de dentro da mochila, jáo item 2 é a primeira das laterais dobráveis, formando umamesa em pleno ar (pois contém um auto limitador), sendoseguida semelhantemente pelos itens 3 e 4.Extrapolando o uso clássico damochila, cuja posição é costal, adotou-se a motocicletacomo opção óbvia, isto indicado no desenho 9, devido asua agilidade e rapidez (pois pula canteiro, contornatrânsito, etc). Para este motivo, incluímos· um bagageirocontendo não somente a mochila, mas também um cilindrode oxigênio, e a possibilidade de uso da bateria da própriamotocicleta, permitindo assim que haja atendimentonoturno, ou em local de baixa iluminação. Comoprocedimento padrão, o motoqueiro preocupar-se-á com acondução enquanto o socorrista permanece em completaconcentração para o atendimento iminente, e também nãofará esforço algum durante a corrida até o local deatendimento, evitando que surja qualquer estresse de suaparte. Durante o atendimento por sua vez, o motoqueiro iráse preocupar com a escolha do hospital correto paraaquele atendimento específico e solicitar uma viaturapróxima, caso não haja nenhuma disponível, requisitaráentão um veículo civil em trânsito pelo local, para otransporte da vítima. Durante o traslado, o motoqueiro vai àfrente abrindo caminho para o nosso paciente e seu veículoemprestado, a serviço da comunidade, pela colaboração aosemelhante, fator este que deve ser exaltado e maisexplorado entre o nosso povo.O desenho Φ exemplifica maisdetalhadamente como será o bagageiro.No desenho 11 temos umasegunda hipótese, onde poderemos carregar itenscomplementares no mesmo bagageiro, tais como itens deuso elétrico, utilizando-se da bateria da moto, e elementosde uso nâo tão comuns ao uso da mochila.Também pode ser lançada depára-quedas, ou além ainda, fazer parte de acampamentoe excursões passando, portanto a ser um item de pré-atendimento na condição PREDITIVA, coisa inexistenteatualmente.O desenho 12 é auto explicativo,pois conterá não apenas a mochila, como as diversasgavetas à disposição do socorrista, que as poderá escolherdependendo do tipo de atendimento a ser realizado; e quetambém conterá espaço para guardar a mochila, a pequenamochila contendo os itens elétricos inclusive a bateria, oseu carregador, além dos itens de reposição para amesma. Assim estaremos completando o ciclo completo doatendimento portátil.
Priority Applications (1)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| BRPI0603408 BRPI0603408A2 (pt) | 2006-03-14 | 2006-03-14 | mochila para atendimento pré-hospitalar em emergencia |
Applications Claiming Priority (1)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| BRPI0603408 BRPI0603408A2 (pt) | 2006-03-14 | 2006-03-14 | mochila para atendimento pré-hospitalar em emergencia |
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| Publication Number | Publication Date |
|---|---|
| BRPI0603408A2 true BRPI0603408A2 (pt) | 2010-08-31 |
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ID=42651493
Family Applications (1)
| Application Number | Title | Priority Date | Filing Date |
|---|---|---|---|
| BRPI0603408 BRPI0603408A2 (pt) | 2006-03-14 | 2006-03-14 | mochila para atendimento pré-hospitalar em emergencia |
Country Status (1)
| Country | Link |
|---|---|
| BR (1) | BRPI0603408A2 (pt) |
-
2006
- 2006-03-14 BR BRPI0603408 patent/BRPI0603408A2/pt not_active Application Discontinuation
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