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BRPI0409836B1 - Processo para a operação de um parque eólico - Google Patents

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BRPI0409836B1
BRPI0409836B1 BRPI0409836-6A BRPI0409836A BRPI0409836B1 BR PI0409836 B1 BRPI0409836 B1 BR PI0409836B1 BR PI0409836 A BRPI0409836 A BR PI0409836A BR PI0409836 B1 BRPI0409836 B1 BR PI0409836B1
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BRPI0409836-6A
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Aloys Wobben
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Aloys Wobben
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Publication date
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Publication of BRPI0409836A publication Critical patent/BRPI0409836A/pt
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Description

“PROCESSO PARA A OPERAÇÃO DE UM PARQUE EÓLICO” A presente invenção refere-se a um processo para a operação de um parque eólico tendo uma pluralidade de instalações de energia eólica. A invenção também se refere a uma instalação de energia eólica tendo um gerador eletricamente excitado e um parque eólico tendo um dispositivo central para o controle do parque. O termo “parque eólico” é usado aqui no sentido de uma pluralidade de instalações de energia eólica que são conectadas a um ponto de conexão de rede em comum, independentemente da disposição espacial das instalações de energia eólica individuais umas em relação às outras.
Isto é, até mesmo uma pluralidade de grupos de instalações de energia eólica, com os grupos espacialmente separados uns dos outros, é concebida como sendo um parque eólico, se eles são conectados a um ponto de conexão de rede, por exemplo, por meio de uma planta de transformador em comum.
Parques eólicos são há muito tempo conhecidos no estado da técnica. Em tais parques eólicos, a energia cinética do vento é convertida em energia elétrica por uma maior extensão do que é possível no caso de instalações individuais. Será apreciado, todavia, que um pré-requisito a este respeito é que suficiente vento esteja soprando.
Visto que, todavia, o vento não sopra sem interrupção, o tempo de calmaria pode ser usado para executar procedimentos operacionais, tais como destorcimento de cabos ou similares. Como, todavia, as instalações de energia eólica não produzem qualquer energia elétrica durante tempos de calmaria, elas extraem a energia requerida para a execução dos procedimentos operacionais a partir da rede. Será notado, todavia, que existem valores-limite, estabelecidos com a operadora da rede, para a extração de energia a partir da rede. A este respeito, a energia extraída da rede já é comparativamente cara, embora a produção excedente ao limite máximo estabelecido seja cobrada pela operadora da rede a uma taxa até mesmo mais alta. Por conseguinte, a operadora do parque eólico incorre em custos adicionais que reduzem os retornos do parque eólico, na dependência da quantidade de energia extraída da rede.
Por conseguinte, o objetivo da presente invenção é prover um processo para a operação de um parque eólico tendo uma pluralidade de instalações de energia eólica, e uma instalação de energia eólica tendo um gerador eletricamente excitado e um parque eólico tendo um dispositivo central para o controle do parque, em que a execução dos procedimentos operacionais é efetuada com uma extração de energia restrita ou reduzida a partir da rede (potência de referência).
Este objetivo é atingido em um parque eólico do tipo inicialmente mencionado, pelo fato de que os procedimentos operacionais de pelo menos uma instalação de energia eólica são controlados de uma tal maneira que energia elétrica é extraída da rede apenas até um valor máximo predeterminável. Desta maneira, é possível evitar pelo menos o nível de custos claramente mais elevado para a energia que excede o valor máximo.
Em uma forma de realização preferida da invenção, os procedimentos operacionais das instalações de energia eólica são executados em pelo menos dois grupos deslocados por um respectivo período de tempo predeterminável. Este agrupamento provê que a situação seja sempre de tal maneira que somente tantas instalações de energia eólica extraem energia da rede quando a energia extraída é tão reduzida quanto possível ou pelo menos não excede o valor máximo estabelecido.
Em um desenvolvimento particularmente preferido do processo, o primeiro grupo é formado por uma instalação de energia eólica individual. Isto é particularmente vantajoso se o procedimento operacional é a colocação em operação do parque eólico, isto é, após o vento soprar novamente. Em lugar de extrair da rede a energia elétrica requerida para todas instalações do parque eólico para o ajuste do azimute ajuste de ângulo de lâmina, controle de instalação e excitação de gerador, isto é feito somente por um grupo e que o grupo preferivelmente compreende somente uma instalação de energia eólica. Conseqüentemente, esta energia requerida é também extraída da rede apenas para uma instalação de energia eólica. Tão logo aquela uma instalação de energia eólica esteja produzido energia elétrica por si só, esta energia é usada para colocar em operação outras instalações que, então, por sua vez, produzem energia elétrica que é então novamente usada para colocar em operação outras instalações.
Este procedimento deslocado no tempo significa que, para colocar em operação um parque eólico, somente a energia requerida para colocar em operação a primeira instalação tem que ser extraída da rede, enquanto as outras instalações do parque eólico podem ser então ativadas com a energia que já está sendo produzida no parque. Desta maneira, a energia produzida no parque eólico pode reconhecidamente não ser fornecida para a rede, mas, em retomo, não existe necessidade para que cara energia seja extraída da rede.
De acordo com um desenvolvimento preferido do processo de acordo com a invenção, a energia usada para os procedimentos operacionais é limitada a uma proporção predeterminável da energia produzida no parque eólico. Desta maneira, por um lado, o parque eólico pode ser colocado em operação e, por outro lado, energia elétrica é disponível, a qual pode ser fornecida para a rede. Por conseguinte, uma rede fraca já pode ser suportada enquanto um parque eólico está iniciando seu funcionamento, em lugar de ainda extrair energia da rede para o início de funcionamento do parque eólico.
De modo particularmente preferido, o processo é configurado de tal maneira que as instalações de energia eólica com a menor exigência de energia para um procedimento operacional predeterminado preferivelmente executam este procedimento. Aqui, uma distinção deve ser tirada de acordo com o respectivo procedimento operacional a ser executado. Se o procedimento operacional a ser executado é, por exemplo a operação de destorcimento de cabos, este procedimento, na forma de realização preferida, é primeiramente executado pelas instalações de energia eólica nas quais a menor quantidade de torcimento ocorreu. Aquelas instalações podem, correspondentemente, executar rapidamente o procedimento e então estão novamente disponíveis para a produção de energia elétrica. Da mesma maneira, o ajuste de rastreio da direção do vento é preferivelmente primeiramente realizado em relação às instalações nas quais o menor ângulo de guinada ocorreu.
Diferentes aspectos podem ser levados em consideração no procedimento operacional para colocar em operação instalações de energia eólica. Um aspecto é, por exemplo, que as respectivas instalações são mais afastadas para o lado do barlavento, isto é, na direção do vento, são colocadas primeiramente em operação, pois elas não são blindadas por outras instalações e, por conseguinte, podem extrair a quantidade de energia máxima a partir do vento. Um outro aspecto refere-se à potência máxima obtida a uma predeterminada velocidade de vento. Aqui, por conseguinte, consideração pode ser dada à característica de energia de uma instalação de energia eólica de modo que a quantidade máxima possível de energia elétrica pode ser produzida com o suprimento de vento disponível. Será apreciado que combinações de tais características são também possíveis, por exemplo, levando em conta o menor ângulo de guinada e o nível máximo de energia elétrica.
Para também tomar um parque eólico capaz de uma colocação em operação autônoma, ele pode incluir uma instalação de energia eólica permanentemente excitada com ajuste de rastreio de direção de vento, isenta de motor. A capacidade de uma colocação em operação autônoma, aqui, denota a capacidade de ser capaz de iniciar o funcionamento de um parque eólico, embora energia não possa ser tomada da rede, por exemplo, como uma conseqüência de uma falha na rede. Por conseguinte, por meio da instalação de energia eólica permanentemente excitada, é primeiramente possível iniciar o funcionamento de pelo menos uma instalação de energia eólica, a qual então produz energia elétrica de acordo com o processo reivindicado, e esta energia é então usada para colocar em operação outras instalações de energia eólica.
Com respeito a isto, energia elétrica é requerida em qualquer caso para suprir o sistema de controle da instalação ou de instalações de energia eólica a serem colocadas em funcionamento, mesmo se o ângulo de passo e a posição de azimute forem adequadas para colocar em operação a instalação ou instalações de energia eólica e a remanência do gerador é suficiente para excitação.
Desenvolvimentos preferidos da invenção são expostos nas reivindicações dependentes.
Uma forma de realização da invenção é descrita em maior detalhe doravante com referência às figuras, nas quais: A figura 1 mostra um parque eólico para a descrição do processo de acordo com a invenção, e A figura 2 mostra um parque eólico de acordo com a invenção.
Na figura 1 está representado um parque eólico 10 com uma multiplicidade de instalações de energia eólica. Algumas daquelas instalações de energia eólica são identificadas pelas referências 21 a 35. Em adição, a direção de vento 15 está marcada por uma seta nesta figura. Referência será feita a esta figura para explicar a operação de colocar em funcionamento o parque eólico, de acordo com o processo da invenção. A instalação de energia eólica que está mais afastada do barlavento, isto é, na direção do vento, é a instalação 21. Por conseguinte, esta instalação certamente pode captar a quantidade máxima de energia do vento.
Portanto, inicialmente somente a instalação de energia eólica 21 é colocada em operação usando energia extraída da rede, para o ajuste de azimute, ajuste de lâminas de rotor, excitação do gerador, controle da instalação e similares.
Neste caso, a recepção de energia pode ser considerada como sendo cerca de 5 kW, sendo que este valor é também dependente do tipo de instalação.
Se uma velocidade de vento de cerca de 6 m/s é tomada como base para a consideração, então, por exemplo, pode ser considerada como aplicada uma potência de 80 kW. Como esta potência é a potência fornecida pela instalação de energia eólica 1, seu próprio consumo já é levado em consideração. Por conseguinte, a potência fornecida por esta uma instalação de energia eólica pode ser usada para colocar em operação outras 16 instalações de energia eólica, e assim por diante. Será muito claro aqui que, apesar do procedimento de colocação em operação deslocado no tempo, o parque eólico inteiro pode entrar em operação muito rapidamente. Por conseguinte, em comparação com uma perda relativamente pequena em virtude da colocação em operação “retardada” de uma pluralidade de instalações de energia eólica, existe uma economia em termos de potência de referência, a qual não precisa ser paga. A figura 2 também mostra um parque eólico 10 com uma pluralidade de instalações de energia eólica 28 a 40. No interior deste parque eólico 10 encontra-se também uma instalação de energia eólica permanentemente excitada com ajuste de rastreio de vento 50, sem motor. O ajuste de rastreio de vento sem motor é ilustrado neste caso por meio de um cata-vento 51. Por conseguinte, quando o vento incide, esta instalação de energia eólica 50 é automaticamente orientada na direção do vento por meio do cata-vento 51 e inicia a produzir a energia elétrica quando o gerador é permanentemente excitado, por conseguinte não precisa de qualquer corrente de excitação.
Como tais instalações de energia eólica permanentemente excitadas são defmitivamente conhecidas no estado da arte, uma tal instalação não será descrita aqui em detalhe. Uma instalação de energia eólica do tipo ENERCON E-12 é adotada para esta forma de realização, a qual pode produzir uma potência de 30 kW e, na velocidade de vento de cerca de 6 m/s, acima considerada, produz cerca de 6 kW, isto é, potência suficiente para colocar em operação pelo menos uma outra instalação de energia eólica no parque eólico. Neste caso, um adequado suprimento de corrente de emergência, por si conhecido, pode ser disponível para o suprimento de potência ao sistema de controle de instalação, a qual é requerida como um mínimo.
De acordo com o exemplo acima, por conseguinte, com uma extração de energia para colocar em operação uma instalação de energia eólica de cerca de 5 kW, uma instalação de energia eólica 21 pode ser colocada em operação. Então, com 80 kW, a instalação de energia eólica 21 proveria suficiente potência para colocar em operação outras 16 instalações de energia eólica do parque eólico. Desta maneira, 17 dentre 20 instalações de energia eólica do parque eólico 10 estarão então em operação dentro de um curto tempo. Nesta situação, todavia, energia elétrica da rede foi usada e, conseqüentemente, também custos não foram incorridos a este respeito ou o parque eólico pode ser colocado em funcionamento apesar de uma falha de rede e potência pode ser agora alimentada à rede.
Visto que, no caso de uma falha de rede, uma assim chamada rede de “escuridão”, primeiramente freqüência e tensão têm que ser novamente estabelecidas, uma máquina-mestre é naturalmente essencial, a qual assume esta função, por exemplo, com um inversor autocomutado. As (outras) instalações de energia eólica podem então ser sincronizadas com respeito à rede e podem novamente iniciar a alimentar potência. Dependendo da respectiva exigência envolvida, esta potência que é alimentada à rede pode ser potência reativa e/ou potência ativa.
Da maneira em que ura dado parque eólico pode ser colocado em funcionamento com o mínimo possível de suprimento de energia a partir da rede foi descrito anteriormente, um conceito correspondente será agora também descrito para uma única instalação de energia eólica.
Caso uma instalação de energia eólica esteja paralisada por causa de uma falta de vento ou porque a instalação, por exemplo, foi paralisada para operações de serviço, então é requerida energia elétrica para colocar em operação esta instalação de energia eólica para pelo menos o suprimento do sistema de controle de instalação com energia elétrica e/ou para ajustar as lâminas de rotor no ótimo ângulo de ataque (passo) e/ou para colocar a casa de máquinas da instalação de energia eólica em direção ao vento, de uma tal maneira, que o rotor possa ser acionado pelo vento de maneira ótima, e assim por diante.
No caso das instalações de energia eólica até agora conhecidas, como descrito, a energia necessária para colocar em operação a instalação de energia eólica é usualmente extraída da rede. Esta energia, todavia, tem que ser extraída da operadora de rede a um custo muito mais elevado e a operadora da instalação de energia eólica tem que pagar por esta potência de referência um preço claramente mais elevado do que obteria por um correspondente alimentação de energia para a rede.
Por conseguinte, o objetivo da presente invenção, em complemento ao acima descrito, é também limitar a necessidade de energia elétrica a partir da rede para colocar em operação uma instalação de energia eólica individual, a fím de, desta maneira, reduzir os custos totais para a operação da instalação de energia eólica.
Para esta finalidade, é proposto, em uma instalação de energia eólica que apresenta um dispositivo de armazenamento de energia no qual a energia elétrica é armazenada, inicialmente usar energia elétrica do dispositivo de armazenamento de energia, a fim de, desta maneira, mover o portador de máquina para a correta posição azimutal e/ou para prover o gerador com a necessária potência de excitação e/ou para mover as lâminas de rotor para um desejado ângulo de ajuste e, em particular, para colocar o sistema de controle de instalação em operação e, para esta finalidade, supri-lo com energia elétrica. O dispositivo de armazenamento de energia usado pode ser, por exemplo, o dispositivo de armazenamento de energia que, em qualquer caso, é freqüentemente provido em instalações de energia eólica para o desligamento de emergência das instalações de energia eólica, por exemplo, um dispositivo de armazenamento de energia elétrica para a provisão da energia para fixar as lâminas de rotor quando de um desligamento de emergência. Neste caso, é necessário assegurar que uma quantidade suficiente de energia para um desligamento de emergência seja mantida no dispositivo de armazenamento de energia.
Preferivelmente, por ocasião da colocação em operação da instalação de energia eólica para o ajuste da casa de máquinas, as lâminas de rotor são ajustadas de tal maneira em termos de seu ângulo de ajuste que o rotor é acionado e então o gerador é suprido com energia de excitação, de modo que a instalação de energia eólica é capaz de produzir energia elétrica com o gerador. É também possível que a energia elétrica produzida pelo gerador seja usada sozinha ou junto com a energia ainda presente no dispositivo de armazenamento de energia, mediante a consideração da reserva de desligamento de emergência, para mover o suporte de máquina para a desejada posição azimutal.
Quando do movimento do suporte de máquina, é preferido, se nesta situação o rotor girar e mover as lâminas de rotor para uma posição que não frena ou dificilmente frena um movimento rotativo do rotor.
Como os cabos, na transição entre a gôndola e a torre de uma instalação de energia eólica, também têm que ser distorcidos de tempos em tempos (porque a gôndola girou em tomo de seu eixo geométrico de rotação uma pluralidade de vezes na mesma direção) e a operação de destorcimento é regularmente executada quando a instalação está estacionária e, nesta situação, para a execução da operação de destorcimento, a energia necessária para o destorcimento dos cabos, isto é, para a rotação azimutal de 360° e mais, por sua vez, tem que ser extraída da rede, é também proposto que a operação de destorcimento seja efetuada quando a velocidade do vento for maior do que a velocidade de colocar em operação, mas preferivelmente menor do que a velocidade nominal. Sob tais condições, a energia necessária para o destorcimento dos cabos pode ser então provida precisamente em um parque eólico que compreende instalações de energia eólica individuais, as quais então suprem sua potência diretamente para a instalação onde o destorcimento de cabos tem que ser efetuado, de modo que energia não tem que ser extraída da rede para a operação de destorcimento.
Se, por exemplo, a velocidade de vento for cerca de 5 m/s, a energia obtida não é, em qualquer caso, muito grande, mas é usualmente suficiente para prover a energia necessária para a rotação do alojamento de máquinas.
Em instalações de energia eólica da Enercon, por exemplo, as instalações de energia eólica do tipo E-40 ou E-66, dispositivos de armazenamento de carga elétrica são providos para cada lâmina de rotor, para o procedimento de desligamento de emergência, os quais são do tipo Ultracap (da Epcos) e com os quais uma quantidade relativamente elevada de energia pode ser armazenada, a qual é usualmente suficiente para causar não apenas um desligamento por uma vez e, assim, o deslocamento das lâminas de rotor para a posição embandeirada, mas também para prover suficientemente mais energia a fim de, desta maneira, também prover energia para outros componentes da instalação, tais como, por exemplo, o sistema de controle de instalação, dispositivos de ajuste de azimute e similares.
Se as instalações de energia eólica ou o parque eólico forem equipados com um dispositivo de armazenamento de energia separado, tal como, por exemplo, uma bateria, a energia desta bateria pode ser também usada para colocar em operação uma instalação ou para prover a energia necessária para ela, no início. É também possível prover uma única instalação de energia eólica com uma pequena roda eólica ou impelidor, o qual, quando a colocação em operação da instalação de energia eólica, pode prover a necessária energia, totalmente ou em parte, desde que a energia elétrica possa ser suficientemente colocada à disposição por um outro dispositivo de armazenamento de energia.
Caso as reservas de energia inerentes à instalação não sejam suficientes para o procedimento de colocação em operação, então estas são inicialmente usadas, de modo que somente então é efetuada a extração de energia elétrica a partir da rede e esta é, com isto, ao todo minimizada.
Finalmente, durante a operação normal da instalação de energia eólica, a energia extraída do dispositivo de armazenamento de energia pode ser suprida novamente a partir de fontes de energia que são produzidas pelas instalações de energia eólica propriamente ditas.
Desde que referência seja também feita a um dispositivo de armazenamento de energia no presente pedido, este pode ser também um gerador específico no interior do parque eólico, por exemplo, um gerador diesel, isto é, um gerador capaz de prover energia elétrica que não tem que ser extraída da rede, para colocar em operação uma instalação de energia eólica individual ou uma pluralidade de instalações de energia eólica.
Se uma instalação de energia eólica for provida com uma pequena roda eólica ou turbina, por exemplo, uma roda eólica que provê uma potência de cerca de 250 Watts a 3 kW (tais rodas eólicas podem ser montadas virtualmente em qualquer lugar, por exemplo, na torre, pode e assim por diante, em uma instalação de energia eólica) é também facilmente possível que a instalação de energia eólica seja suprida com energia elétrica quando, em virtude das mais diversas causas, ela não mais seja sobretudo capaz de extrair energia da rede propriamente dita. Visto que, todavia, as instalações de energia eólica são freqüentemente também auto-suficientes na extração de energia elétrica, por exemplo, para a operação de luzes indicadoras de perigo (luzes intermitentes) e/ou para a operação dos componentes de instalação envolvidos em procedimentos de regulagem e controle, esta necessária energia (também para o carregamento do dispositivo de armazenamento de energia provido) pode ser também produzida com a pequena roda eólica. Em adição, como descrito, esta pequena roda eólica também pode ser usada para prover fornecer total ou parcialmente energia elétrica para colocar em operação a instalação de energia eólica. Isto também pode ocorrer, por exemplo, quando do ajuste das lâminas de rotor, desde que nem todas as lâminas de rotor sejam ajustadas ao mesmo tempo, mas primeiramente somente uma única lâmina de rotor é ajustada, de modo que a instalação propriamente dita já inicia a girar quando existir vento suficiente, de modo que a energia então gerada pela própria instalação de energia eólica é então também suficiente para ajustar as outras lâminas de rotor para o desejado ângulo de ajuste.
Um outro aspecto de acordo com a invenção provê que não apenas a energia produzida por uma instalação de energia eólica individual seja usada para colocar uma ou uma pluralidade de instalações de energia eólica em operação, por exemplo, para prover energia, para que o correto ângulo azimutal possa ser adotado, mas sim, se um período de calmaria se estabelecer, isto é, envolvendo uma baixa velocidade de vento que pode cair até para 0, e as instalações de energia eólica de um parque eólico são progressivamente desligadas, então isto é também efetuado de acordo com a invenção de uma tal maneira que as instalações de energia eólica de um parque eólico são então orientadas em diferentes direções. Isto pode ser efetuado, por um lado, em virtude do fato de que um sistema de controle é provido na instalação, de modo que, pouco antes do desligamento dctmitivo, uma instalação gira para uma direção predeterminada ou predeterminável, ou que aquelas instalações que ainda estão girado e, assim, produzem uma pequena quantidade de energia elétrica, usam esta energia elétrica para acionar o sistema de acionamento azimutal de outras instalações, de modo que estas instalações têm uma orientação que difere das outras.
Se o período de calmaria continuar e o vento parar de soprar ou a velocidade de vento se tomar baixa de modo que todas instalações não mais produzam sobretudo qualquer energia elétrica, então as várias instalações ou vários grupos de instalações envolvem orientações diferentes em relação ao vento.
Se, agora, um forte vento novamente ocorrer, o qual sopra a uma velocidade que está acima da velocidade de ligação, então algumas instalações já estão substancialmente corretamente orientadas em relação ao vento e podem iniciar a produção imediatamente, sem absolutamente requerer o ajuste azimutal de tais instalações. Estas instalações podem agora preferivelmente produzir energia que é usada para primeiramente ajustar corretamente o azimute das outras instalações — na direção do vento —.
Será apreciado que é possível não apenas cada instalação individual assumir uma direção diferente, mas isto também pode ser efetuado de uma maneira por grupos, de modo que um número de dadas instalações pode ser orientado em quase que as mesmas direções, se, no caso de uma calmaria, a velocidade de vento cair abaixo da velocidade de ligaçao.
Em qualquer caso, a forma de realização acima descrita com a diferente orientação de direção de vento com respeito a várias instalações, quando uma calmaria ocorrer, é vantajoso porque isto assegura que, quando o vento se estabelecer novamente, pelo menos uma instalação de energia eólica do parque eólico pode ser colocada em operação sem requerer significante ajuste de azimute.
Uma variante da forma de realização acima descrita provê que aquelas instalações de energia eólica que se desligam primeiramente quando uma calmaria se estabelece assumam uma orientação azimutal que é a mais diametral possível com relação à prevalecente direção de vento, de modo que, se a calmaria continuar, as instalações de energia eólica que se desligam por último permanecem na direção a partir da qual o vento por último soprou.
Uma outra variante provê que existem certas direções preferidas nas quais as instalações podem ser orientadas quando uma calmaria ocorrer. Esta direção preferida pode ser, por exemplo, a direção de vento principal, de modo que, então, quando o vento novamente se estabelecer, isto é, quando o período de calmaria terminar, existe uma probabilidade relativamente elevada que o vento esteja provindo da direção de vento principal e, assim, um grande número de instalações de energia eólica não mais tem que ser novamente ajustado com respeito a seu azimute.
Um sistema de gerenciamento de parque eólico ou um computador adequado é responsável pela diferente orientação de azimute das instalações de energia eólica quando uma calmaria ocorrer. O sistema de gerenciamento de parque eólico ou computador inclui um programa adequado que provê que as mais diferentes instalações assumam uma diferente orientação azimutal, dependendo da direção de vento que respectivamente prevalece. Isto pode ser efetuado de uma tal maneira que é não somente qualquer orientação azimutal que é ajustada, mas sim determinadas direções preferidas, por exemplo, os quatro pontos cardeais principais, Norte, Leste, Sul e Oeste. Assim, por exemplo, as instalações de Oeste de um parque eólico podem ser orientadas para o Oeste, as instalações de Norte de um parque eólico para o Norte, e as instalações de Leste um parque eólico para o Leste e as instalações de Sul de um parque eólico para o Sul. Será apreciado que posições intermediárias entre orientações de vento, tais como Norte-Oeste, Sul-Oeste e assim por diante, são também possíveis.
Por conseguinte, existe uma probabilidade de quase 100 % que, quando o vento começa a soprar novamente com uma velocidade de vento acima da velocidade de ligação, certas instalações sejam diretamente expostas ao vento e não estejam na sombra de vento de qualquer outra instalação. Desta maneira, a ulterior ligação de todas as outras instalações é também acelerada. Não apenas o dispositivo de acionamento de azimute precisa ser usado para o ajuste azimutal, mas também isto pode ser efetuado por meio de lâminas de rotor individuais de uma instalação que está sendo ajustada de maneira assíncrona com as outras. Se, por exemplo, 2 das 3 lâminas de rotor estão na posição embandeirada e uma lâmina de rotor é orientada pela máxima extensão através do vento, o azimute pode também ser ajustado por meio do ajuste especializado daquela lâmina de rotor, dependendo de precisamente onde ela é respectivamente disposta, por exemplo, na posição das 9:00 horas ou na posição das 3:00 horas, sem que seja necessária a operação das disposições de acionamento de azimute para esta finalidade, de modo que a energia elétrica máxima não é necessária para o procedimento de ajuste.
REIVINDICAÇÃO

Claims (1)

1. Processo para a operação de um parque eólico (10), o qual compreende uma pluralidade de instalações de energia eólica, caracterizado pelo fato de que os procedimentos operacionais de cada instalação de energia eólica são controlados de tal modo que a energia elétrica seja extraída da rede apenas até um valor máximo predeterminável, e a energia elétrica para colocar em operação uma instalação de energia eólica seja extraída de uma ou mais instalações de energia eólica que já está ou estão em operação de produção de energia.
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