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BRPI9814318B1 - processo para controle de insetos em culturas de plantas transgênicas úteis expressando a proteína cry1ab - Google Patents

processo para controle de insetos em culturas de plantas transgênicas úteis expressando a proteína cry1ab Download PDF

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BRPI9814318B1
BRPI9814318B1 BRPI9814318A BR9814318A BRPI9814318B1 BR PI9814318 B1 BRPI9814318 B1 BR PI9814318B1 BR PI9814318 A BRPI9814318 A BR PI9814318A BR 9814318 A BR9814318 A BR 9814318A BR PI9814318 B1 BRPI9814318 B1 BR PI9814318B1
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BR
Brazil
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crop
spp
bacterial
active ingredient
transgenic plant
Prior art date
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BRPI9814318A
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BR9814318A (pt
Inventor
Lee Bruce
Hofer Dieter
Brandl Franz
Sutter Marius
Angst Max
Graham Hall Roger
Original Assignee
Novartis Ag (Novartis Sa) (Novartis Inc )
Syngenta Participations Ag
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Publication date
Application filed by Novartis Ag (Novartis Sa) (Novartis Inc ), Syngenta Participations Ag filed Critical Novartis Ag (Novartis Sa) (Novartis Inc )
Priority to BRPI9816227A priority Critical patent/BRPI9816227B8/pt
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Abstract

patente de invenção: <b>"uso de macrolídeos em controle de pragas".<d> é agora descrito um processo de controle de pragas com compostos macrolídeos; mais especificamente a) um processo de controle de pragas em e sobre culturas transgênicas de plantas úteis, tais como, por exemplo, em culturas de milho, de cereais, de soja, de tomates, de algodão, de batatas, de arroz e de mostarda, com um composto macrolídeo, caracterizado pelo fato de que é aplicada às pragas ou ao seu ambiente, em particular à própria planta da cultura uma composição pesticida que compreende um composto macrolídeo em forma livre ou na forma de sal útil em agroquímica e pelo menos um auxiliar. b) um processo de proteção de material de propagação e dos órgãos da planta formados em uma ocasião posterior contra o ataque por pragas, caracterizado pelo fato de que é empregado um pesticida que compreende como composto pesticidamente ativo, pelo menos um composto macrolídeo como ingrediente ativo e pelo menos um auxiliar em proximidade espacial íntima a ou espacialmente juntamente com, a plantação ou a aplicação do material de propagação ao sítio de plantação ou de semeadura; c) um processo de controle de pragas de madeira e de moluscos com um composto macrolídeo, em que uma quantidade pesticidamente ativa de um composto pesticida que compreende, como composto pesticidamente ativo, pelo menos um composto macrolídeo, na forma livre ou na forma de sal que pode ser utilizada em agroquímica, como ingrediente ativo e pelo menos um auxiliar é aplicada às pragas ou ao seu ambiente; o uso correspondente destes compostos, pesticidas correspondentes cujo ingrediente ativo é selecionado entre estes compostos, um processo para a preparação e para o uso destas composições e material de propagação de planta que é protegido desta maneira do ataque por pragas.

Description

Relatório Descritivo da Patente de invenção para "PROCESSO PARA CONTROLE DE INSETOS EM CULTURAS DE PLANTAS TRANS-GÊNICAS ÚTEIS EXPRESSANDO A PROTEÍNA CRY1AB". A presente invenção se refere a um processo de controle de pragas com compostos macrolídeos; mais especificamente a (A) um novo processo de controle de pragas sobre culturas transgênicas de plantas úteis com um composto macrolídeo; (B) processo de proteção de material de propagação de planta e de órgãos de planta formados a uma ocasião posterior contra o ataque por pragas com um tal composto macrolídeo; e (C) um processo de controle de pragas de madeira e de moluscos com um composto macrolídeo.
Certos processos de controle de pragas são propostos na literatura. No entanto, estes processos não são completamente satisfatórios no campo do controle de pragas, porque há uma demanda do fornecimento de outros processos para controle e combate de pragas, em particular de insetos e representativos da ordem Acarina ou para proteção de plantas, especialmente de plantas de cultura. Este objetivo é atingido de acordo com a invenção pelo fornecimento do presente processo. (A) um primeiro aspecto da presente invenção portanto refere-se a um processo de controle de pragas em culturas transgênicas de plantas úteis, tais como, por exemplo, em culturas de milho, de cereais, de soja, de tomate, de algodão, de batata, de arroz e de mostarda, caracterizado pelo fato de que é aplicada uma composição pesticida que compreende um composto macrolídeo, em particular a abamectina, na forma livre ou na forma de sal agroquimicamen-te útil e pelo menos uma auxiliar às pragas em seu ambiente, em particular à própria planta da cultura; ao uso da composição em questão e ao material de propagação de plantas transgênicas que foram tratadas com a mesma.
Surpreendentemente, foi descoberto agora que o uso de um composto macrolídeo para o controle de pragas em plantas transgênicas úteis que contêm - por exemplo - um ou mais genes que expressam um ingrediente pesticidamente, particularmente inseticida, acaricida, nematocida ou fungicidamente ativo ou que são tolerantes contra herbicidas, tem um efeito sinergístico. É altamente surpreendente que o uso de um composto macrolídeo em combinação com uma planta transgênica exceda o efeito aditivoT-a_5er esperado em princípio, sobre as pragas a serem controladas e assim estenda a faixa de ação do composto macrolídeo e do princípio ativo expresso pela planta transgênica em particular em dois aspectos: Em particular, que dentro do âmbito da invenção (A) a atividade pesticida de um composto macrolídeo em combinação com o efeito expresso pela planta transgênica útil, não seia apenas aditivo em comparação com as atividades pesticidas do composto macrolídeo sozinho e da planta transgênica da cultura apenas, como pode ser habitualmente de se esperar, porém que está presente um efeito sinergístico. O termo “sinergístico” entretanto, não deve de modo algum ser entendido sob esta associação como estando restrito à atividade pesticida, porém o termo....também...se refere a outras propriedades vantajosas do processo de acordo com a invenção comparado com o composto macrolídeo sozinho e com a planta transgênica útil apenas. Exemplos de tais propriedades vantajosas que podem ser mencionadas são: extensão do espectro pesticida de ação sobre outras pragas, por exemplo sobre cepas resistentes; a redução......nataxa...de apíicação do composto macrolídeo ou controle suficiente das pragas com a ajuda das composições de acordo com a invenção até mesmo a uma taxa de aplicação do composto macrolídeo sozinho e da planta transgênica útil apenas são inteiramente ineficazes; maior sesurançajja cultura; qualidade melhorada de produção tal como teor...mais. alto de nutriente ou de óleo, melhor quali- dade da fibra, maior prazo de validade, teor reduzido de produtos tóxicos tais como micotoxinas, teor reduzido de resíduos ou de constituintes desfavoráveis de qualquer espécie ou melhor digeribilidade; tolerância melhorada a temperaturas desfavoráveis, retiradas ou teor de sal da água; melhores taxas de assimilação tal como captação de nutriente, captação de água e fotossíntese; propriedades favoráveis da cultura tal como folha aérea alterada, crescimento vegetativo reduzido, maiores rendimentos, formato da se-mente/espessura da semente favorável ou propriedades de germinação, colonialização alterada por saprófitas ou epífitas, redução de senescência, melhor produção de fitoalexina, melhoramenteo de amadurecimento acelerado, aumento da floração, reduzida queda da cápsula e fragmentação, melhor atração a benéficos e predadores, mior polinização, atração reduzida aos pássaros ou outras vantagens conhecidas dos peritos na técnica.
Os compostos macro!ídeos usados de acordo com as partes (A), (B) e (C) da invenção são conhecidos dos versados na técnica. Eles são as classes de substâncias que são divulgadas como milbemicinas e avermecti-nas, por exemplo na US-P- 5.077.298, US-P-4310519, German Offenle-gungsschrift 2.717.040 ou US-P- 4.427.663. Deve ser entendido também que estes macrolídeos significam, de acordo com a invenção, os derivados destas substâncias, isto é, por exemplo, milbemicina oxima, moxidectina, ivermectina, abamectina, emamectinaa e doramectina e também espinosi-nas de fórmula em que R-j, R2, R3, R4, R5 e Rg independentemente um do outro são hidrogênio ou um grupo alquila, alquenila, alquinila, cicloalquila, arila ou hete-rociclila substituído ou não substituído e as subestruturas A e B independentemente uma da outra significam que os dois átomos de carbono, aos quais está ligada cada uma destas subestruturas, estão ligados por uma ligação simples, por uma ligação dupla ou por uma ligação simples e uma ponte epóxi, em forma livre ou, se apropriado, em na forma de sal que pode ser utilizado agroquimicamente.
Dentro do âmbito da invenção ÍA) é preferida a abamectina. A abamectina é uma mistura de avermectina B-|a e avermectina Bjh e é descrita, por exemplo, em The Pesticide Manual, 10thEd. (1994), The British Crop Protection Council, Londres, página 3.
Também preferida dentro do âmbito da invenção (A) é a emamectinaa* que é a 4”-Desóxi-4”-epi-N-metiiamino avermectina B-u^B-ia, conhecida pela US-P- 4.874.749 e como MK-244 descrita no Journal of Organic Chemistry, Vol. 59 (1994), páginas 7704-7708. O sais agroquimicamente especialmente úteis de emamectinaa são descritos na US-P- 5.288.710.
Também preferido dentro do âmbito da invenção (A) é o grupo de compostos que consiste nas espinosinas e de seus derivados; o grupo de compostos que consiste nas espinosinas que ocorrem naturalmente ou o grupo de compostos que consiste nos derivados das espinosinas que ocorrem naturalmente. De preferência, o ingrediente ativo pode compreender, dentro do âmbito do assunto em questão dá invenção (A), espinosina A; es-pinosina D; ou uma mistura composto de espinosina A e espinosina D; especialmente preferida é spinosad, spinosad é conhecido pelo The Pesticide Manual, II^Ed. (1997), The British Crop Protection Council, Londres, páginas 1272-1273.
Os sais agroquimicamente compatíveis dos compostos macrolí-deos são, por exemplo, sais de adição de ácido de ácidos inorgânicos e orgânicos, em particular de ácido clorídrico, de ácido bromídrico, de ácido sulfúrico, de ácido nítrico, de ácido perclórico, de ácido fosfórico, de ácido fórmico, de ácido acético, de ácido trifluoroacético, de ácido oxálico, de ácido malônico, de ácido toluenossulfônico ou de ácido benzóico. Preferida dentro do âmbito da presente invenção é uma composição por si conhecida que compreende, como ingrediente ativo, abamectina ou spinosad na forma livre e emamectinaa como o sal benzoato.
As plantas transqênicas usadas de acordo com a invenção (A) são plantas ou material de propagação das mesmas, que são transformadas por meio de tecnologia de DNA recombinante de uma tal maneira que sejam - por exemplo - capazes de sintetizar toxinas que agem seletivamente como é sabido, por exemplo, partindo de invertebrados que produzem toxina, especialmente do filo Arthropoda, como pode ser obtido partindo de cepas de Bacillus thuringiensis: ou como são conhecidos partindo de plantas, tais como lectinas; ou na alternativa capaz de expressar uma resistência herbicida ou fungicida. Exemplos de tais toxinas ou de plantas transgênicas que são capazes de sintetizar tais toxinas, foram divulgados, por exemplo, na EP-A- 0.374.753, WO 93/07278, WO 95/34656, EP-A- 0.427.529 e EP-A-451.878 e são incorporados por referência no presente pedido de patente.
Os processos para geração de tais plantas transgênicas são amplamente conhecidos dos peritos na técnica e são descritos, por exemplo, nas publicações mencionadas acima.
As toxinas que podem ser expressas por tais plantas transgênicas incluem, por exemplo, toxinas, tais como proteínas que têm propriedades inseticidas e que são expressas por plantas transgênicas, por exemplo proteínas do Bacillus cereus ou proteínas do Bacillus popliae; ou endotoxi-nas do Bacillus thuringiensis (B.t.), tais como CrylA(a), CrylA(b), CrylA(c), CrylIA, CrylllA, CrylllB2 orCytA; VIP1; VIP2; VIP3: ou proteínas inseticidas de nematódeos que colonizam bactérias como Photorhabdus spp ou Xe-norhabdus spp tais como Photorhabdus luminescens, Xenorhabdus nema-tophilus etc; inibidores de proteinase, tais como inibidores de tripsina, inibidores de serina protease, patatina, cistatina, inibidores de papaína; proteínas inativadoras de ribossomo (RIP), tais como ricina, milho RIP, abrina, lu-fina, saporina ou briodina; lectinas de planta tais como lectinas de ervilha, lectinas de cevada ou lectinas de anêmona; ou aglutininas; toxinas produzidas por animais, tais como toxinas de escorpião, venenos de aranha, venenos de vespa e outras neurotoxinas inseto-específicas; enzimas de metabolismo de estemide, tais como 3-hidroxiesteróide oxidase, ecdiesteróide UDP-glicosil transferase, colesterol oxidases, inibidores de ecdisona, HMG-COAredutase, bloqueadoes de canal de íon tais como sódio e cálcio, hormônio juvenil esterase, receptores de hormônio diurético, estilbeno sintase, bibenzil sintase, quitinases e glucanases.
Exemplos de plantas transgênicas conhecidas que compreendem um ou mais genes que codificam resistência a inseticidas e expressam uma ou mais toxinas são os seguintes: KnockOut® (milho), YieldGard® (milho); NuCOTN 33B® (algodão), Bollgard® (algodão), NewLeaf® (bata- tas), NatureGard® e Protecta®. A tabela a seguir compreende outros exemplos de alvos e principais e fenótipos de cultura de culturas transgênicas que apresentam tolerância em relação a pragas principal mente insetos, ácaros, nematódeos, vírus, bactérias e doenças que sejam tolerantes a herbicidas ou classes de herbicidas específicos.
Tabela A1: Cultura: Milho Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura / expressado(s)(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolopirimidinas, Pirimidiloxibenzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanedionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tal como Isoxaflutol ou Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis de lignina alterados Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura / expressado(s)(s) Tolerância a Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Citochrome P450 por exemplo P450 SU1 Xenobióticos e herbicidas tais como Sulfoniluréias Biossíntese dimboa (gene Bx1) Helminthosporium turcicum, Rhopalosiphum maydis, Diplodia maydis, Ostrinia nubilalis, lepi-doptera sp. CMIII (peptídeo da semente de pequeno milho básico) agentes patogênicos de planta por exemplo, fusarium, alternaria, sclerotina, Milho - SAFP (zeamatina) agentes patogênicos de planta por exemplo, fusarium, alternaria, sclerotina, rhizoctonia, chaeto-mium, phycomices Gene Hm1 Cochliobulus Quitinases agentes patogênicos de planta Glucanases agentes patogênicos de planta Proteínas de cobertura vírus tais como vírus do mosáico do milho anão, vírus clorótico do milho anão Toxinas do Bacillus thuringiensis toxins, VIP 3, lepidoptera, coleoptera, diptera, Toxinas do Bacillus cereus, toxinas de Photorabdus e Xenorhabdus nematódeos, por exemplo ostrinia nubilalis, heliothis zea, lagartas dos cereais por exemplo spodop-tera frugiperda, lagartas da raiz Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura / expressado(s)(s) Tolerância a do milho, sesamia sp., lagarta negra, broca do milho asiático, gor-gulhos 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, por exemplo, ostri-nia nubilalis, heliothis zea, lagartas dos cereais por exemplo spo-doptera frugiperda, lagartas da raiz do milho, sesamia sp., lagarta negra, broca do milho asiático, gorgulhos Peroxidase lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, por exemplo, ostri-nia nubilalis, heliothis zea, lagartas dos cereais por exemplo spo-doptera frugiperda, lagartas da raiz do milho, sesamia sp., lagarta negra, broca do milho asiático, gorgulhos Inibidores de aminopeptidase por exemplo inibidor de Leucina aminopeptidase (LAPI) lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, por exemplo, ostri-nia nubilalis, heliothis zea, lagartas dos cereais por exemplo spo-doptera frugiperda, lagartas da raiz do milho, sesamia sp., lagarta negra, broca do milho asiático, gorgulhos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura / expressado(s)(s) Tolerância a Limoneno sintase lagartas da raiz do milho Lectinas lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, por exemplo, ostri-nia nubilalis, heliothis zea, lagartas dos cereais por exemplo spo-doptera frugiperda, lagartas da raiz do milho, sesamia sp., lagarta negra, broca do milho asiático, gorgulhos Inibidores de protease por exemplo, cistatina, patatina, virgiferina, CPTI gorgulhos, lagartas da raiz do milho Proteína inativadora de ribossoma lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, por exemplo, ostri-nia nubilalis, heliothis zea, lagartas dos cereais por exemplo spo-doptera frugiperda, lagartas da raiz do milho, sesamia sp., lagarta negra, broca do milho asiático, gorgulhos polipeptídeo de milho 5C9 lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, por exemplo, ostri-nia nubilalis, heliothis zea, lagartas dos cereais por exemplo spo-doptera frugiperda, lagartas da raiz do milho, sesamia sp., lagarta negra, broca do milho asiático, gorgulhos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura / expressado(s)(s) Tolerância a HMG-CoA redutase lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, por exemplo, ostri-nia nubilalis, heliothis zea, lagartas dos cereais por exemplo spo-doptera frugiperda, lagartas da raiz do milho, sesamia sp., lagarta negra, broca do milho asiático, gorgulhos Tabela A2: Trigo de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílieos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibidores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidase (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo P450 SU1 Xenobióticos e herbicidas tais como Sulfoniluréias Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos de planta por exemplo septoria e fusarium glicose oxidase agentes patogênicos de planta por exemplo fusarium, septoria genes de síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos de planta por exemplo fusarium, septoria serina trionina quinases agentes patogênicos de planta por exemplo fusarium, septoria e outras doenças Polipeptídeo que provoca resposta hipersensível agentes patogênicos de planta por exemplo fusarium, septoria e outras doenças Genes que adquirem resistência sistêmica (SAR) agentes patogênicos virais, bacte- rianos, fúngicos, nematoidais Guitinases agentes patogênicos de planta Glucanases agentes patogênicos de planta Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a ribonuclease de filamento duplo vírus tais como BYDV e MSMV
proteínas para revestimento vírus tais como BYDV e MSMV toxinas do Bacillus thuringiensis, VIP 3, lepidoptera, coleoptera, diptera, toxinas do Bacillus cereus, toxinas do nematódeos, Bacillus Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, Peroxidase lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, coleoptera, diptera, exemplo, inibidor da Leucina nematódeos, aminopeptidase Lectinas lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, afídeos Inibidores de protease por exemplo, cistatina, patatina, virgiferina, CPTI lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, afídeos proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, afídeos HMG-CoA reductase lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, por exemplo, ostri-nia nubilalis, heliothis zea, lagartas dos cereais por exemplo spo-doptera frugiperda, lagartas da raiz do milho, sesamia sp., lagarta negra, broca do milho asiático, gorgulhos Tabela A3: Cevada de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, T riazolopirimidinas, Pirimidiloxi- benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xíiicos, ciciohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaciortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo P450 SU1 Xenobióticos e herbicidas tais como Sulfoniluréias Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos de planta por exemplo septoria e fusarium glicose oxidase agentes patogênicos de planta por exemplo fusarium, septoria genes de síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos de planta por exemplo fusarium, septoria serina trionina quinases agentes patogênicos de planta por exemplo fusarium, septoria e outras doenças Polipeptídeo que provoca resposta hipersensível agentes patogênicos de planta por exemplo fusarium, septoria e outras doenças Genes que adquirem resistência sistêmica (SAR) agentes patogênicos virais, bacte- rianos, fúngicos, nematoidais Quitinases agentes patogênicos de planta Glucanases agentes patogênicos de planta ribonuclease de filamento duplo vírus tais como BYDV e MSMV
proteínas para revestimento vírus tais como BYDV e MSMV toxinas do Bacillus thuringiensis, VIP 3, lepidoptera, coleoptera, diptera, toxinas do Bacillus cereus, toxinas do nematódeos, Bacillus Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, Peroxidase lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, coleoptera, diptera, exemplo, inibidor da Leucina nematódeos, aminopeptidase Lectinas lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, afídeos Inibidores de protease por exemplo, lepidoptera, coleoptera, diptera, cistatina, patatina, virgiferina, CPTI nematódeos, afídeos proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, afídeos HMG-CoA reductase lepidoptera, coleoptera, diptera, nematódeos, afídeos Tabela A4: Arroz de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, T riazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitriIas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo P450 SU1 Xenobióticos e herbicidas tais como Sulfoniluréias Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos de planta glicose oxidase agentes patogênicos de planta genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos de planta serina/treonina quinases agentes patogênicos de planta Fenilalanina amônia quinase agentes patogênicos de planta por exemplo, pústula da folha bacteriana e pústula do arroz, in-duzível fitoalexinas agentes patogênicos de planta por exemplo, pústula da folha bacteriana e pústula do arroz B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos de planta por exemplo, pústula da folha bacteriana e pústula do arroz quinase receptora agentes patogênicos de planta por exemplo, pústula da folha bacteriana e pústula do arroz Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos de planta hipersensível Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Quitinases agentes patogênicos de planta por exemplo, pústula da folha bacteriana e pústula do arroz Glucanases agentes patogênicos de planta ribonuclease de filamento duplo vírus tais como BYDV e MSMV
proteínas para revestimento vírus tais como BYDV e MSMV toxinas do Bacillus thuringiensis, VIP 3, lepidoptera, por exemplo broca do toxinas do Bacillus Photorabdus e caule, coleoptera, por exemplo, Xenorhabdus gorgulho da água do arroz, inse- tos saltadores do arroz por exemplo, inseto saltador castanho do arroz 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, por exemplo broca do caule, coleoptera, por exemplo, gorgulho da água do arroz, insetos saltadores do arroz por exemplo, inseto saltador castanho do arroz Peroxidase lepidoptera, por exemplo broca do caule, coleoptera, por exemplo, gorgulho da água do arroz, insetos saltadores do arroz por exemplo, inseto saltador castanho do arroz Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, por exemplo broca do exemplo, de Leucina inibidor de caule, coleoptera, por exemplo, aminopeptidase gorgulho da água do arroz, inse- tos saltadores do arroz por exemplo, inseto saltador castanho do arroz Lectinas lepidoptera, por exemplo broca do caule, coleoptera, por exemplo, gorgulho da água do arroz, insetos saltadores do arroz por exemplo, inseto saltador castanho do arroz Inibidores de protease lepidoptera, por exemplo broca do caule, coleoptera, por exemplo, gorgulho da água do arroz, insetos saltadores do arroz por exemplo, inseto saltador castanho do arroz proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, por exemplo broca do caule, coleoptera, por exemplo, gorgulho da água do arroz, insetos saltadores do arroz por exemplo, inseto saltador castanho do arroz HMG-CoA reductase lepidoptera, por exemplo broca do caule, coleoptera, por exemplo, gorgulho da água do arroz, insetos saltadores do arroz por exemplo, inseto saltador castanho do arroz Tabela A5: Soja de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, T riazolopirimidinas, Pirimidiloxi- benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquímato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniluréias Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Polipeptídeo antifungal AlyAFP bactérias e agentes patogênicos tais como fusarium, sclerotinia, podridão do caule oxalato oxidase bactérias e agentes patogênicos tais como fusarium, sclerotinia, podridão do caule glicose oxidase bactérias e agentes patogênicos tais como fusarium, sclerotinia, podridão do caule genes da síntese de pirrolnitrina bactérias e agentes patogênicos tais como fusarium, sclerotinia, podridão do caule serina/treonina quinases bactérias e agentes patogênicos tais como fusarium, sclerotinia, podridão do caule Fenilalanina amônia liase bactérias e agentes patogênicos tais como fusarium, sclerotinia, podridão do caule fitoalexinas agentes patogênicos de planta por exemplo, pústula bacteriana da folha e pústula do arroz B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos de planta por exemplo, pústula da folha bacteriana e pústula do arroz quinase receptora bactérias e agentes patogênicos tais como fusarium, sclerotinia, podridão do caule Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos de planta hipersensível Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Quitinases bactérias e agentes patogênicos tais como fusarium, sclerotinia, podridão do caule Glucanases bactérias e agentes patogênicos tais como fusarium, sclerotinia, podridão do caule ribonuclease de filamento duplo vírus tais como BYDV e MSMV
proteínas para revestimento vírus tais como BYDV e MSMV toxinas do Bacillus thuringiensis, VIP 3, lepidoptera, coleoptera, afídeos toxinas do Bacillus cereus, toxinas do Bacillus Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, coleoptera, afídeos Peroxidase lepidoptera, coleoptera, afídeos Inibidores da Aminopeptidase lepidoptera, coleoptera, afídeos por exemplo, de Leucina inibidor de aminopeptidase Lectinas lepidoptera, coleoptera, afídeos Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, coleoptera, afídeos virgifenina proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, coleoptera, afídeos HMG-CoA reductase lepidoptera, coleoptera, afídeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Princípios de antialimentação nematódeos por exemplo nematódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A£: Batatas de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Aeetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxiniia e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniluréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase machucadura de ponto negro anti-sentido Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como phytophtora Ribonuclease Phytophtora, Verticillium, Rhizoc- tonia Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como phytophtora oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como Phytophtora, Verticillium, Rhizoctonia glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como Phytophtora, Verticillium, Rhizoctonia genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como Phytophtora, Verticillium, Rhizoctonia serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como Phytophtora, Verticillium, Rhizoctonia Cecropin B bactérias tais como corynebacte- rium sepedonicum, Erwinia caro-tovora Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como Phytophtora, Verticillium, Rhizoctonia Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a fitoalexinas ' agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como Phytophtora, Verticiliium, Rhizoctonia B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como Phytophtora, Verticiliium, Rhizoctonia quinase receptora agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como Phytophtora, Verticiliium, Rhizoctonia Polipeptídeo que provoca agentes patogênicos bacterianos resposta hipersensível e fúngicos tais como Phytophtora, Verticiliium, Rhizoctonia Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Quitinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como Phytophtora, Verticiliium, Rhizoctonia Barnase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos fúngicos tais como Phytophtora, Verticiliium, Rhizoctonia gene 49 da resposta de resistência agentes patogênicos bacterianos à doença e fúngicos fúngicos tais como Phytophtora, Verticiliium, Rhizoctonia trans aldolase anti-sentido pontos negros Glucanases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos fúngicos tais como Phytophtora, Verticiliium, Rhizoctonia Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s)___________________________Tolerância a_____________________ ribonuclease de filamento duplo vírus tais como PLRV, PVY e TRV
proteínas de revestimento vírus tais como PLRV, PVY e TRV
proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus tais como PLRV, PVY e TRV
proteínas de inclusão nuclear por vírus tais como PLRV, PVY e TRV exemplo a ou b Pseudoubiquitina vírus tais como PLRV, PVY e TRV
Replicase vírus tais como PLRV, PVY e TRV
Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, coleoptera por exemplo besouro da batata do colorado, afídeos toxinas do Bacillus cereus, toxinas de coleoptera por exemplo besouro Photorabdus e Xenorhabdus da batata do colorado, afídeos 3-Hidroxisteróide oxidase coleoptera por exemplo besouro da batata do colorado, afídeos Peroxidase coleoptera por exemplo besouro da batata do colorado, afídeos Inibidores da Aminopeptidase por coleoptera por exemplo besouro exemplo, inibidor da Aminopeptidase da batata do colorado, afídeos de Leucina estilbeno sintase coleoptera por exemplo besouro da batata do colorado, afídeos Lectinas coleoptera por exemplo besouro da batata do colorado, afídeos Inibidores de protease por exemplo coleoptera por exemplo besouro cistatina, patatina da batata do colorado, afídeos proteína inativadora de ribossomo coleoptera por exemplo besouro da batata do colorado, afídeos HMG-CoA reductase lepidoptera, coleoptera, afídeos Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nemató- deos do nó da raiz e cisto nematódeos Princípios de antialimentação nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A7: Tomates de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, T riazolopirimidinas, Pirimidiloxi- benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniluréias Polifenol oxidase ou Polifenol machucadura de ponto negro oxidase anti-sentido Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Metaiotioneína agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como phytophtora Ribonuclease Phytophtora, Verticillium, Rhizoc- tonia Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc. oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteria-na, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc. glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc. genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteria-na, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc. serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha I bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc.
Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Cecropin B agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc.
Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc. genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 bolor na folha Osmotina alternaria solani Alfa Hordotionina bactérias Sistemina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc.
Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc.
Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc. 12 locus de resistência a fusarium fusarium Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc. B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc. quinase receptora agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc.
Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc.
Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Quitinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc.
Barnase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, podridão Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a mole, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc.
Glucanases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos tais como mancha bacteriana, fusarium, “sof rot”, míldio em pó, raiz de coroa, bolor na folha etc. ribonuclease de filamento duplo vírus tais como PLRV, PVY e To- MoV proteínas de revestimento vírus tais como PLRV, PVY e To- MoV proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus tais como PLRV, PVY e To- MoV proteínas de inclusão nuclear por vírus tais como PLRV, PVY e exemplo a ou b ToMoV
Nucleoproteína TRV
Pseudoubiquitina vírus tais como PLRV, PVY e To- MoV
Replicase vírus tais como PLRV, PVY e To- MoV
Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera por exemplo heliothis, moscas brancas afídeos toxinas do Bacillus cereus, toxinas de afídeos Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera por exemplo heliothis, moscas brancas afídeos Peroxidase lepidoptera por exemplo heliothis, moscas brancas afídeos Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera por exemplo heliothis, Alvo afetado ou princípío(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a exemplo, inibidor da Aminopeptidase moscas brancas afídeos de Leucina Lectinas lepidoptera por exemplo heliothis, moscas brancas afídeos Inibidores de protease por exemplo lepidoptera por exemplo heliothis, cistatina, patatina moscas brancas afídeos proteína inativadora de ribossomo lepidoptera por exemplo heliothis, moscas brancas afídeos estilbeno sintase lepidoptera por exemplo heliothis, moscas brancas afídeos HMG-CoA redutase lepidoptera por exemplo heliothis, moscas brancas afídeos Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto ne-matódeos Princípios de antialimentação nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A8: Pimentões de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, T riazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniluréias _ Polifenol oxidase ou Polifenol agentes patogênicos bacterianos oxidase anti-sentido e fúngicos Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos bacterianos e fúngicos oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Cecropin B agentes patogênicos bacterianos e fúngicos podridão bolor na folha etc.
Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos e fúngicos genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Osmotina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Sistemina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos e fúngicos 12 locus de resistência a fusarium fusarium fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos e fúngicos B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos e fúngicos quinase receptora agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a hipersensível e fúngicos Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Quitinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Barnase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Glucanases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos ribonuclease de filamento duplo vírus tais como CMV, TEV
proteínas de revestimento vírus tais como CMV, TEV
proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus tais como CMV, TEV
proteínas de inclusão nuclear por vírus tais como CMV, TEV exemplo a ou b ou Nucleoproteína Pseudoubiquitina vírus tais como CMV, TEV
Replicase vírus tais como CMV, TEV
Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, moscas brancas afí- deos toxinas do Bacillus cereus, toxinas de Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, moscas brancas afí- deos Peroxidase lepidoptera, moscas brancas afí- deos Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, moscas brancas exemplo, inibidor da Aminopeptidase afídeos de Leucina Lectinas lepidoptera, moscas brancas afí- deos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, moscas brancas cistatina, patatina afídeos proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, moscas brancas afí- deos estilbeno sintase lepidoptera, moscas brancas afí- deos HMG-CoA redutase lepidoptera, moscas brancas afí- deos Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Princípios de antiaiimentação nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A9: Uvas de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitriiase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniluréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase agentes patogênicos bacterianos anti-sentido e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Cecropin B agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Osmotina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Sistemina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó quinase receptora agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Quitinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Barnase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó Glucanases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Botrytis e míldio em pó ribonuclease de filamento duplo vírus proteínas de revestimento vírus proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a proteínas de inclusão nuclear por vírus exemplo a ou b ou Nucleoproteína Pseudoubiquitina vírus Replicase vírus Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, afídeos toxinas do Bacillus cereus, toxinas de lepidoptera, afídeos Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hídroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos Peroxidase lepidoptera, afídeos Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos exemplo, inibidor da Aminopeptidase de Leucina Lectinas lepidoptera, afídeos Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos cistatina, patatina proteína inativadora de ríbossomo lepidoptera, afídeos estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, doenças HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos ou doenças gerais CBI nematódeos do nó da raiz Princípios de antialimentação nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A10: Colza de Semente para ÓLeo de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de eatabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniluréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase agentes patogênicos bacterianos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a anti-sentido e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Cecropin B agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 agentes patogênicos bacterianos Cf 4 Cf 2 e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Osmotina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Sistemina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia quinase receptora agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível e fúngicos como Cylindrosporium, Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Phoma, Sclerotinia Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Quitinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia Barnase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia, nematódeos Glucanases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como Cylindrosporium, Phoma, Sclerotinia ribonuclease de filamento duplo vírus proteínas de revestimento vírus proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus proteínas de inclusão nuclear por vírus exemplo a ou b ou Nucleoproteína Pseudoubiquitina vírus Replicase vírus Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, afídeos toxinas do Bacillus cereus, toxinas de Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos Peroxidase lepidoptera, afídeos Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos exemplo, inibidor da Aminopeptidase de Leucina Lectinas lepidoptera, afídeos Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a cistatina, patatina, CPTI proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, afídeos estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, doenças HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos CBI nematódeos do nó da raiz Princípios de antialimentação induzidos nematódeos por exemplo a um sítio de alimentação de nematódeo nematódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A11: vegetal Brassica de Cultura (couve, repolhinho de Bruxelas, brócolos etc.) Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, T riazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifeniipiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniluréias Polífenol oxidase ou Polifenol agentes patogênicos bacterianos oxidase anti-sentido e fúngicos Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos e fúngicos .
Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos bacterianos e fúngicos oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótlpo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Cecropin B agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos e fúngicos genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Osmotina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Sistemina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos e fúngicos fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos e fúngicos B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos e fúngicos quinase receptora agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível e fúngicos Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Quitinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Barnase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Glucanases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos ribonuclease de filamento duplo vírus proteínas de revestimento vírus proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus proteínas de inclusão nuclear por vírus exemplo a ou b ou Nucleoproteína Pseudoubiquitina vírus Replicase vírus Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, afídeos toxinas do Bacillus cereus, toxinas de Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos Peroxidase lepidoptera, afídeos Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos exemplo, inibidor da Aminopeptidase de Leucina Lectinas lepidoptera, afídeos Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos cistatina, patatina, CPTI proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, afídeos estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, doenças HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos CBI nematódeos do nó da raiz Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Princípios de antialimentação induzidos nematódeos por exemplo nema-a um sítio de alimentação de nematódeo tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A12: Frutas sem caroco de Cultura por exemplo maçãs, peras Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitriiase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniiuréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase agentes patogênicos bacterianos anti-sentido e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Polipeptídeo antifungal AlyAFP agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Cecropin B agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Osmotina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Sistemina agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo quinase receptora agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Proteína lítica agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Lisozima agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Quitinases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Barnase agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo Glucanases agentes patogênicos bacterianos e fúngicos como crosta da maçã ou bolha de fogo ribonuclease de filamento duplo vírus proteínas de revestimento vírus proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus proteínas de inclusão nuclear por vírus exemplo a ou b ou Nucleoproteína Pseudoubiquitina vírus Replicase vírus Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, afídeos, ácaros toxinas do Bacillus cereus, toxinas de Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos, ácaros Peroxidase lepidoptera, afídeos, ácaros Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos, ácaros exemplo, inibidor da Aminopeptidase de Leucina Lectinas lepidoptera, afídeos, ácaros Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos, ácaros cistatina, patatina, CPTI proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, afídeos, ácaros estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, doenças, ácaros HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos, ácaros Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos CBI nematódeos do nó da raiz Princípios de antialimentação induzidos nematódeos por exemplo a um sítio de alimentação de nematódeo nematódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A13: Melões de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniluréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase agentes patogênicos bacterianos anti-sentido ou fúngicos como phytophtora Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Polipeptídeo antifúngico AlyAFP agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Cecropin B agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Osmotina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Sistemina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora quinase receptora agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível ou fúngicos como phytophtora Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Proteína lítica agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Lisozima agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Quitinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Barnase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora Glucanases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como phytophtora ribonuclease de filamento duplo vírus como CMV, PRSV, WMV2, SMV, ZYMV proteínas de revestimento vírus como CMV, PRSV, WMV2, SMV, ZYMV proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus como CMV, PRSV, WMV2, SMV, ZYMV proteínas de inclusão nuclear por vírus como CMV, PRSV, WMV2, exemplo a ou b ou Nucleoproteína SMV, ZYMV
Pseudoubiquitina vírus como CMV, PRSV, WMV2, SMV, ZYMV
Replicase vírus como CMV, PRSV, WMV2, SMV, ZYMV
Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, afídeos, ácaros toxinas do Bacillus cereus, toxinas de Photorabdus e Xenorhabdus Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, mosca branca Peroxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, mosca branca Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos, ácaros, exemplo, inibidor da Aminopeptidase mosca branca de Leucina Lectinas lepidoptera, afídeos, ácaros, mosca branca Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos, ácaros, cistatina, patatina, CPTI, virgiferina mosca branca proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, afídeos, ácaros, mosca branca estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, ácaros, mosca branca HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos, ácaros, mosca branca Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos CBI nematódeos do nó da raiz Princípios de antialimentação induzidos nematódeos por exemplo nema a um sítio de alimentação de nematódeo tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A14: Banana de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolopirimidinas, Pirimidiloxibenzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxiaicanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxafiutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-diha!o-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidase (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como Sulfoniluréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase agentes patogênicos bacterianos anti-sentido ou fúngicos Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Polipeptídeo antifúngico AlyAFP agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Cecropin B agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Osmotina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Sistemina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos quinase receptora agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível ou fúngicos Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Proteína lítica agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Lisozima agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Quitinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Barnase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Glucanases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos ribonuclease de filamento duplo vírus como o vírus do topo do ca- cho de Banana (BBTV) proteínas de revestimento vírus como o vírus do topo do ca- cho de Banana (BBTV) proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus como o vírus do topo do ca- cho de Banana (BBTV) proteínas de inclusão nuclear por vírus como o vírus do topo do ca exemplo a ou b ou Nucleoproteína cho de Banana (BBTV) Pseudoubiquitina vírus como o vírus do topo do ca- cho de Banana (BBTV) Replicase vírus como o vírus do topo do ca- cho de Banana (BBTV) Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Toxinas do Bacillus thuringíensis VIP 3, lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos toxinas do Bacillus cereus, toxinas de Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos Peroxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos, ácaros, ne exemplo, inibidor da Aminopeptidase matódeos de Leucina Lectinas lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne cistatina, patatina, CPTI, virgiferina matódeos proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos CBI nematódeos do nó da raiz Princípios de antialimentação induzidos nematódeos por exemplo nema-a um sítio de alimentação de nematódeo tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A15: Algodão de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, T riazolopirimidinas, Pirimidiloxi- benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol ou Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antraniíato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como sulfoniluréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase agentes patogênicos bacterianos anti-sentido ou fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Polipeptídeo antifúngico AlyAFP agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Cecropin B agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Osmotina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Sistemina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos quinase receptora agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível ou fúngicos Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, baete- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Proteína iítica agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Lisozima agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Quitinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Barnase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Glucanases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos ribonuclease de filamento duplo Filamento ribonuclease duplo vírus como o vírus do tumor de ferida (WTV) proteínas de revestimento vírus como o vírus do tumor de ferida (WTV) proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus como o vírus do tumor de ferida (WTV) proteínas de inclusão nuclear por vírus como o vírus do tumor de exemplo a ou b ou Nucleoproteína ferida (WTV) Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Pseudoubiquitina vírus como o vírus do tumor de ferida (WTV) Replicase vírus como o vírus do tumor de ferida (WTV) Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, afídeos, ácaros, toxinas do Bacillus cereus, toxinas de nematódeos, mosca branca Photorabdus e Xenorhabdus 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca Peroxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- exemplo, inibidor da Aminopeptidase matódeos, mosca branca de Leucina Lectinas lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne-cistatina, patatina, CPTI, virgiferina matódeos, mosca branca proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos CBI nematódeos do nó da raiz Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Princípios de antialimentação induzidos nematódeos por exemplo nema- a um sítio de alimentação de nematódeo tódeos do nó da raiz e cisto ne Tabela A16: Cana-de-açúcar de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, T riazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como sulfoníluréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase agentes patogênicos bacterianos anti-sentido ou fúngicos Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Polipeptídeo antifúngico AlyAFP agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Cecropin B agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Osmotina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Sistemina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos quinase receptora agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível ou fúngicos Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Proteína lítica agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Lisozima agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos por exemplo, clavi-bacter Quitinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Barnase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Glucanases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Ribonuclease de filamento duplo vírus tais como SCMV, SrMV
proteínas de revestimento vírus tais como SCMV, SrMV
proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus tais como SCMV, SrMV
proteínas de inclusão nuclear por vírus tais como SCMV, SrMV exemplo a ou b ou Nucleoproteína Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Pseudoubiquitina vírus tais como SCMV, SrMV
Replicase vírus tais como SCMV, SrMV
Toxinas do Baciilus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, afídeos, ácaros, toxinas do Baciilus cereus, toxinas de nematódeos, mosca branca, be Photorabdus e Xenorhabdus souros, por exemplo, “mexican rice borer” 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, por exemplo, “mexican rice borer” Peroxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, por exemplo, “mexican rice borer” Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- exemplo, inibidor da Aminopeptidase matódeos, mosca branca, besou-de Leucina ros, por exemplo, “mexican rice borer” Lectinas lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, por exemplo, “mexican rice borer5’ Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne-cistatina, patatina, CPTI, virgiferina matódeos, mosca branca, besouros, por exemplo, “mexican rice borer” proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, por exemplo, “mexican rice borer” Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, por exemplo, “mexican rice borer” HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, por exemplo, “mexican rice borer” Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos CBI nematódeos do nó da raiz Princípios de antialimentação induzidos nematódeos por exemplo nema a um sítio de alimentação de nematódeo tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A17L_GirassoI de Cultura Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, T riazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutol or Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihaIo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como sulfoniluréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase agentes patogênicos bacterianos anti-sentido ou fúngicos Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Polipeptídeo antifúngico AlyAFP agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos, por exemplo, escle-rotínia glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Cecropin B agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Osmotina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Sistemina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos quinase receptora agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível ou fúngicos Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Proteína lítica agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Lisozima agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Quitinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Barnase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Glucanases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Ribonuclease de filamento duplo vírus tais como CMV, TMV
proteínas de revestimento vírus tais como CMV, TMV
proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus tais como CMV, TMV
proteínas de inclusão nuclear por vírus tais como CMV, TMV exemplo a ou b ou Nucleoproteína Pseudoubiquitina vírus tais como o vírus do tumor de ferida (WTV) Replicase vírus tais como o vírus do tumor de ferida (WTV) Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, afídeos, ácaros, toxinas do Bacillus cereus, toxinas de nematódeos, mosca branca, be-Photorabdus e Xenorhabdus souros 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros Peroxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- exemplo, inibidor da Aminopeptidase matódeos, mosca branca, besou-de Leucina ros Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Lectinas lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne-cistatina, patatina, CPTI, virgiferina matódeos, mosca branca, besouros proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos CBI nematódeos do nó da raiz Princípios de antialimentação induzidos nematódeos por exemplo nema a um sítio de alimentação de nematódeo tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Tabela A18: Açúcar de Beterraba de Cultura, Raiz de Beterraba Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Acetolactato sintase (ALS) Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolopirimidinas, Pirimidiloxi-benzoatos, Ftaletos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a AcetilCoA Carboxilase (ACCase) Ácidos ariloxifenoxialcanocarbo- xílicos, ciclohexanodionas Hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD) Isoxazóis tais como Isoxaflutoi ou Isoxaclortol, Trionas tais como mesotriona ou sulcotriona Fosfinotricina acetil transferase Fosfinotricina O-Metil transferase níveis alterados de lignina Glutamina sintetase Glufosinato, Bialafos Adenilossuccinato Liase (ADSL) Inibitores de síntese de IMP e de AMP
Adenilossuccinato Sintase Inibitores de síntese de adenilos- succinato Antranilato Sintase Inibitores de síntese e de catabo- lismo de triptofano Nitrilase 3,5-dihalo-4-hidróxi-benzonitrilas tais como Bromoxinila e loxinila 5-Enopiruvil-3-fosfoshiquimato Glifosato ou sulfosato Sintase (EPSPS) Glifosato oxidorredutase Glifosato ou sulfosato Protoporfirinogênio oxidasea (PROTOX) Difenil éteres, imidas cíclicas, fe- nilpirazóis, derivados de piridina, fenopilato, oxadiazóis etc.
Cytochrome P450 por exemplo Xenobióticos e herbicidas tais P450 SU1 ou seleção como sulfoniluréias Polifenol oxidase ou Polifenol oxidase agentes patogênicos bacterianos anti-sentido ou fúngicos Metalotioneína agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Ribonuclease agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Polipeptídeo antifúngico AlyAFP agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos oxalato oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos, por exemplo, escle-rotínia glicose oxidase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes da síntese de pirrolnitrina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos serina/treonina quinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Cecropin B agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Fenilalanina amônia liase (PAL) agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos genes Cf por exemplo, Cf 9 Cf 5 Cf 4 Cf 2 agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Osmotina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alfa Hordotionina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Sistemina agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Inibidores de poligalacturonase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Gene regulador de Prf agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos fitoalexinas agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a B-1,3-glucanase anti-sentido agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Proteínas Ax +WIN agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos como Cercospora be-ticola quinase receptora agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Polipeptídeo que provoca resposta agentes patogênicos bacterianos hipersensível ou fúngicos Genes que adquirem resistência agentes patogênicos virais, bacte- sistêmica (SAR) rianos, fúngicos, nematoidais Proteína lítica agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Lisozima agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Quitinases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Barnase agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Glucanases agentes patogênicos bacterianos ou fúngicos Ribonuclease de filamento duplo vírus como BNYVV
proteínas de revestimento vírus como BNYVV
proteína de 17 kDa ou de 60 kDa vírus como BNYVV
proteínas de inclusão nuclear por vírus como BNYVV exemplo a ou b ou Nucleoproteína Pseudoubiquitina vírus como BNYVV
Replicase vírus como BNYVV
Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Toxinas do Bacillus thuringiensis VIP 3, lepidoptera, afídeos, ácaros, toxinas do Bacillus cereus, toxinas de nematódeos, mosca branca, be-Photorabdus e Xenorhabdus souros, moscas (rootflies) 3-Hidroxisteróide oxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, moscas (rootflies) Peroxidase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, moscas (rootflies) Inibidores da Aminopeptidase por lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- exemplo, inibidor da Aminopeptidase matódeos, mosca branca, besou-de Leucina ros, moscas (rootflies) Lectinas lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, moscas (rootflies) Inibidores de protease por exemplo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne-cistatina, patatina, CPTI, virgiferina matódeos, mosca branca, besouros, moscas (rootflies) proteína inativadora de ribossomo lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, moscas (rootflies) estilbeno sintase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, besouros, moscas (rootflies) HMG-CoA redutase lepidoptera, afídeos, ácaros, ne- matódeos, mosca branca, besouros, moscas (rootflies) Estímulo de eclosão do cisto nematódeo cisto nematódeos Alvo afetado ou princípio(s) Fenótipo de cultura/ expressado(s) Tolerância a Barnase nematódeos por exemplo nema- tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos Locus de resistência ao cisto cisto nematódeo Nematódeo de beterraba CBI nematódeos do nó da raiz Princípios de antialimentação induzidos nematódeos por exemplo nema a um sítio de alimentação de nematódeo tódeos do nó da raiz e cisto nematódeos As praaas de animaísmencionadas acima que podem ser controladas pelo processo de acordo com a invenção (A) incluem, por exemplo, insetos, representativos da ordem acarina e representativos da classe ne-matoda; especialmente da ordem Lepidoptera Acleris spp., Adoxophyes spp., especialmente Adoxophyes reticulana; Aegeria spp., Agrotis spp., especialmente Agrotis spinifera; Alabama argillaceae, Amylois spp., Anticarsia gemmatalis, Archips spp., Argyrotaenia spp., Autographa spp., Busseola fusca, Cadra cautella, Carposina nipponensis, Chilo spp., Choristoneura spp., Clysia ambiguelia, Cnaphalocrocis spp., Cnephasia spp., Cochylis spp., Coleophora spp., Crocidolomia binotalis, Cryptophlebia leucotreta, Cydia spp., especialmente Cydia pomonella; Diatraea spp., Diparopsis cas-tanea, Earias spp., Ephestia spp., especialmente E. Khüniella; Eucosma spp., Eupoecilia ambiguelia, Euproctis spp., Euxoa spp., Grapholita spp., Hedya nubiferana, Heliothis spp., especialmente H. virescens e H. zea; He-llula undalis, Hyphantria cunea, Keiferia lycopersicella, Leucoptera scitella, Lithocollethis spp., Lobesiaspp., Lymantria spp., Lyonetia spp., Malacosoma spp., Mamestra brassicae, Manduca sexta, Operophtera spp., Ostrinia nu-bilalis, Pammene spp., Pandemis spp., Panolis flammea, Pectinophora spp., Phthorimaea operculella, Pieris rapae, Pieris spp., Plutella xylostella, Prays spp., Scirpophaga spp., Sesamia spp., Sparganothis spp., Spodopteralitto-ralis, Synanthedon spp., Thaumetopoea spp., Tortrix spp., Trichoplusia ni e Yponomeuta spp.; da ordem Coleoptera, por exemplo Agriotes spp., Anthonomus spp., Atoma-ria linearis, Chaetocnema tibialis, Cosmopolites spp., Curculio spp., Der-mestes spp., Diabrotica spp., Epilachna spp., Eremnus spp., Leptinotarsa decemiineata, Lissorhoptrus spp., Melolontha spp., Oryzaephilus spp., Oti-orhynchus spp., Phlyctinus spp., Popiilia spp., Psylliodes spp., Rhizopertha spp., Scarabeidae, Sitophilus spp., Sitotroga spp,, Tenebrio spp., Tribolium spp. e Trogoderma spp.; da ordem Orthoptera, por exemplo Blatta spp., Blattella spp., Gryllotalpa spp., Leucophaea maderae, Locusta spp., Periplaneta spp. e Schistocerca spp.; da ordem Isoptera, por exemplo Reticulitermes spp.; da ordem Psocoptera, por exemplo, Liposcelis spp.; da ordem Anoplura, por exemplo Haematopinus spp., Linognathus spp., Pe-diculus spp., Pemphigus spp. e Phylloxera spp.; da ordem Mallophaga, por exemplo Damalinea spp. e Trichodecíes spp.; da ordem Thysanoptera, por exemplo Frankliniella spp., Hercinothrips spp., Taeniothrips spp., Thrips palmi, Thrips tabaci e Scirtothrips aurantii; da ordem Heteroptera, por exemplo Cimex spp., Distantiella theobroma, Dysdercus spp., Euchistus spp. Eurygaster spp. Leptocorisa spp., Nezara spp., Piesma spp., Rhodnius spp., Sahlbergella singularis, Scotinophara spp. e Triatoma spp.; da ordem Homoptera, por exemplo, Aleurothrixus floccosus, Aleyrodes bras-sicae, Aonidiella aurantii, Aphididae, Aphiscraccivora, A. fabae, A. gosypii; Aspidiotus spp., Bemisia tabaci, Ceroplaster spp., Chrysomphalus aonidium, Chrysomphalus dictyospermi, Coccus hesperidum, Empoasca spp., Erioso-ma ianigerum, Erythroneura spp., Gascardia spp., Laodelphax spp., Leca-nium corni, Lepidosaphes spp., Macrosiphus spp., Myzus spp., especially M.persicae; Nephotettix spp., especially N. cincticeps; Nilaparvata spp., especially N. lugens; Paratoria spp., Pemphigus spp., Planococcus spp., Pseudaulacaspis spp., Pseudococcus spp., especially P. Fragilis, P. citricu-lus e P. comstocki; Psylla spp., especially P. pyri; Pulvinaria aethiopica, Quadraspidiotus spp., Rhopalosiphum spp., Saissetia spp., Scaphoideus spp., Schizaphis spp., Sitobion spp., Trialeurodes vaporariorum, Trioza erytreae e Unaspis citri; da ordem Hymenoptera, por exemplo Acromyrmex, Atta spp., Cephus spp,, Diprion spp., Diprionidae, Gilpinia polytoma, Hoplocampa spp., Lasius spp., Monomorium pharaonis, Neodiprion spp., Solenopsis spp. e Vespa spp.; da ordem Diptera, por exemplo Aedes spp., Antherigona soccata, Bibio hor-tulanus, Calliphora erythrocephala, Ceratitis spp., Chrysomyia spp., Culex spp., Cuterebra spp., Dacus spp., Drosophila melanogaster, Fannia spp., Gastrophilus spp., Glossina spp., Hypoderma spp., Hyppobosca spp., Liri-omyza spp., Lucilia spp., Melanagromyza spp., Musca spp., Oestrus spp., Orseolia spp., Oscinella frit, Pegomyia hyoscyami, Phorbia spp.,Rhagoletis pomonella, Sciara spp., Stomoxys spp., Tabanus spp., Tannia spp. e Tipula spp; da ordem Siphonaptera, por exemplo Ceratophyllus spp. e Xenopsylla che-opis; da ordem de Thysanura, por exemplo Lepisma saccharina e da ordem Acarina, por exemplo Acarus siro, Aceria sheldoni; Aculus spp., especialmente A. schlechtendali; Amblyomma spp., Argas spp., Boophilús spp., Bre-vipalpus spp., especialmente B. californicus e B. phoenicis; Bryobia praetio-sa, Calipitrimerus spp., Chorioptes spp., Dermanyssus gallinae, Eote-tranychus spp., especialmente E.carpini e E. orientalis; Eriophyes spp., especialmente E. vitis; Hyalomma spp., Ixodes spp., Olygonychus pratensis, Ornithodoros spp., Panonychus spp., especialmente P. ulmi e P. citri; Phyllocoptruta spp., especialmente P. oleivora; Polyphagotarsonemus spp., especialmente P. latus; Psoroptes spp., Rhipicephalus spp., Rhizoglyphus spp., Sarcoptes spp., Tarsonemus spp. e Tetranychus spp., em particular T. urticae, T. cinnabarinus e T. Kanzawai; representantes da classe Nematoda; (1) nematódeos selecionados do grupo que consiste em nematódeos do nó da raiz, nematódeos formadores de cisto, angüílulas de caule e nematódeos de folhas; (2) nematódeos selecionados do grupo que consiste em Anguina spp.;
Aphelenchoides spp.; Ditylenchus spp.; Globodera spp., por exemplo Glo-bodera rostochiensis; Heterodera spp., por exemplo Heterodera avenae, Heterodera glycines, Heterodera schachtii or Heterodera trifolii; Longidorus spp.; Meloidogyne spp., por exemplo Meloidogyne incógnita ou Meloidogyne javanica; Pratylenchus, por exemplo Pratylenchus neglectans ou Pratylen-chus penetrans; Radopholus spp., por exemplo Radopholus similis; Tricho-dorus spp.; Tylenchulus, por exemplo Tylenchulus semi penetrans; e Xiphi-nema spp.; ou (3) nematódeos selecionados do grupo que consiste em Heterodera spp., por exemplo Heterodera glycines; e Meloidogyne spp., por exemplo Meloidogyne incógnita. O método de acordo com a invenção (A) permite que sejam controladas pragas do tipo mencionado antes, isto é, contidas ou destruídas, o que ocorre, em particular, em plantas transgêni-cas, principal mente plantas úteis e ornamentais em agricultura, em horticultura e em florestas ou em partes, tais como frutas, flores, folhagem, caules, tubérculos ou raízes, de tais plantas, a proteção contra estas pragas em alguns casos estendendo-se até mesmo a partes de planta que se formam em uma ocasião posterior. O processo de acordo com a invenção (A) pode ser emrpegado vantajosamente para controlar pragas em arroz, creais tais como milho ou sorgo; em frutas, por exemplo frutas com caroço, frutas sem caroço e frutas moles tais como maçãs, peras, ameixas, pêssegos, amêndoas, cerejas ou frutinhas, por exemplo, morgangos, framboesas ou amoras pretas; em legumes tais como feijão, lentilha, ervilha ou soja; em culturas de óleo tais como semente de colza, mostarda, papoula, azeitona, girassol, coco, plantas de óleo de mamona, cacau ou amendoim; na família das abóboras tais como abóbora moranga, pepino ou melões; em plantas de fibra tais como algodão, linho, cânhamo ou juta; em frutas cítricas tais como laranja, limão, toranja ou tangerina; em vegetais tais como espinafre, alface, aspargo, espécies de repolho, cenoura, cebola, tomate, batata, beterraba ou cápsico; na família do louro tais como abacate, Cinnamonium ou cânfora; ou em tabaco, nozes, café, berinjela, cana-de-açúcar, chá, pimentão, videiras, lúpulo, a família das bananas, plantas de látex ou ornamentais, principalmente em milho, arroz, cereais, soja, tomate, algodão, batata, beterraba sacarina, arroz e mostarda; em particular em algodão, arroz, soja, batata e milho.
Foi descoberto que o processo de acordo com a invenção (A) é valioso preventivamente ou curativamente no campo de controle de pragas até mesmo a baixas concentração de uso da composição pesticida e que é conseguido um espetro biocida muito favorável. Combinado com uma com-patibildiade favorável da composição empregada com espécies de sangue quente, peixes e plantas, o método de acordo com a invenção pode ser empregado contra todos ou estágios de desenvolvimento individual de pragas de animal normalmente sensíveis, porém também normalmente resistentes tais como insetos e representantes da ordem Acarina, dependendo da espécie da planta de cultura transgênica a ser protegida do ataque pelas pragas. O efeito inseticida ou acaricida do método de acordo com a invenção pode ser tornar aparente diretamente, isto é, em uma destruição das pragas que ocorre imediatamente ou somente após ter decorrido algum tempo, por exemplo, durante ecdise ou indiretamente, por exemplo, por exemplo como uma oviposição reduzida e/ou taxa de eclosão, a boa ação correspondente a uma taxa de destruição (mortalidade) de pelo menos 40 até 50%.
Dependendo dos objetivos pretendidos e das circunstâncias prevalecentes, os pesticidas dentro do âmbito da invenção (A), que são por si conhecidos, são concentrados emulsificáveis, concentrados em suspensão, soluções que pode ser borrifadas ou diluídas diretamente, pastas es-palháveis, emulsões diluídas, pós molháveis, pós solúveis, pós dispersíveis, pós molháveis, pós finos; grânulos ou encapsulações em substâncias poli-méricas que compreendem um composto macrolídeo.
Os ingredientes ativos são empregados nestas composições juntamente com pelo menos um dos auxiliares convencionalmente usados na técnica de formulação, tais como diluentes, por exemplo solventes ou veículos sólidos ou tais como compostos tensoativos (tensoativos).
Os auxiliares de formulação que são usados são, por exemplo, veículos sólidos, solventes, estabilizadores, auxiliares de “liberação lenta”, colorantes e, se apropriado, substâncias tensoativas (tensoativos). Os veí- culos e auxiliares adequados são todas aquelas substâncias que são convencionalmente usadas para produtos de proteção da cultura. Os auxiliares adequados tais como solventes, veículos sólidos, compostos tensoativos, tensoativos não-iônicos, tensoativos catiônicos, tensoativos aniônicos e outros auxiliares nas composições empregadas de acordo com a invenção são, por exemplo, aqueles que foram descritos na EP-A-736.252.
Estas composições para controle de pragas podem ser formuladas, por exemplo, como pós molháveis, pós finos, grânulos, soluções, concentrados emulsificáveis, emulsões, concentrados em suspensão ou aerossóis. Por exemplo, as composições são do tipo descrito na EP-A-736.252. A ação das composições dentro do âmbito da invenção (A) que compreendem um composto macrolídeo pode ser ampliada substancialmente e adaptada às circunstâncias prevalecentes por adição de outros ingredientes inseticidamente, acaricidamente e/ou fungicidamente ativos. Exemplos adequados de ingredientes ativos adicionados são representativos das seguintes classes de ingredientes ativos: compostos organofosforo-sos, nitrofenóis e derivados, formamidinas, uréias, carbamatos, piretróides, hidrocarbonetos clorados; especialmente componentes preferidos em misturas são, por exemplo, tiametoxam, pimetrozina, fenoxicarb, imidacloprid, Ti-435, fipronil, piridoxifen, enamectina, diazinon ou diafentiuron.
Como uma regra, as composições dentro do âmbito da invenção (A) compreendem 0,1 até 99%, em particular 0,1 até 95%, de um composto macrolídeo e 1 a 99,9%, em particular 5 a 99,9%, de - pelo menos - um auxiliar sólido ou líquido, sendo possível, como uma regra, para 0 a 25%, em particular 0, a 20%, das composições para serem tensoativos (% em cada caso significando por cento em peso). Embora as composições concentradas sejam mais preferidas como produtos comerciais, o usuário final usará, como uma regra, composições diluídas que têm concentrações consideravelmente mais baixas de ingrediente ativo.
As composições de acordo com a invenção (A) também podem compreender outros auxiliares sólidos ou líquidos, tais como estabilizadores, por exemplo, óleos vegetais epoxidados ou não epoxidados (por exem- pio, óleo de coco, óleo de semente de colza ou óleo de soja epoxidados), antiespumantes, por exemplo, óleo de silicone, conservantes, reguladores de viscosidade, aglutinantes e/ou agentes de pegajosidade e também fertilizantes ou outros ingredientes ativos para se conseguir efeitos específicos, por exemplo, bactericidas, fungicidas, nematicidas, moluscidas ou herbicidas.
As composições de acordo com a invenção (A) são produzidas de uma maneira conhecida, por exemplo antes da misturação com o auxili-ar/auxiliares por moagem, peneiração e/ou compressão do ingrediente ativo, por exemplo para fornecer um tamanho de partícula especial e por misturação íntima e/ou moagem do ingrediente ativo com o auxiliar/auxiliares. O método de acordo com a invenção para o controle de pragas do tipo mencionado acima é realizado de uma maneira por si conhecida dos versados na técnica, dependendo dos objetivos pretendidos e das circunstâncias prevalecentes, isto é, por borrifação, umedecimento, atomização, pulverização, aplicação com brocha, tratamento da semente, difusão ou derramamento da composição. Concentrações típicas de uso estão entre 0,1 e 1000 ppm, de preferência entre 0,1 e 500 ppm de ingrediente ativo. A taxa de aplicação pode variar dentro de amplas faixas e depende da constituição do solo, do tipo de aplicação (aplicação às folhas; tratamento da semente; aplicação no sulco da semente), da planta da cultura transgênica, da praga a ser controlada, das circunstâncias climáticas prevalecentes em cada caso e de outros fatores determinados pelo tipo de aplicação, da cronometragem da aplicação e da cultura Ivo. As taxas de aplicação por hectare são habitualmente 1 a 2000 g de composto macrolídeo por hectare, em particular 10 a 1000 g/ha, de preferência 10 a 500 g/ha, especialmente preferivelmente 10 a 200 g/ha.
Um tipo de aplicação preferido no campo da proteção da cultura dentro do âmbito da invenção (A) é a aplicação à folhagem das plantas (aplicação às folhas), sendo possível adaptar freqüência e taxa de aplicação ao risco de infestação com a praga em questão. Entretanto, o ingrediente ativo também pode entrar nas plantas pelo sistema da raiz (ação sistêmica), encharcando o local das plantas com uma composição líquida ou por incorporação do ingrediente ativo em forma sólida no local das plantas, por exemplo no solo, por exemplo na forma de grânulos (aplicação ao solo). No caso de culturas de arroz, tais grânulos podem ser medidos e introduzidos no arrozal.
As composições de acordo com a invenção (A) também são adequadas para proteger o material de propagação de plantas transgênicas, por exemplo semente, tais como frutas, tubérculos ou grãos ou cortes de plantas, de pragas de animais, em particular de insetos e de representantes da ordem Acarina. O material de propagação pode ser tratado com a composição antes da aplicação, por exemplo, a semente sendo tratada antes da semeadura. O ingrediente ativo também pode ser aplicado aos grãos da semente (revestimento), por molho dos grãos em uma composição líquida ou por revestimento dos mesmos com uma composição sólida. A composição também pode ser aplicada ao local de aplicação quando se aplica o material de propagação, por exemplo no sulco da semente durante a semeadura. Estes métodos de tratamento para o material de propagação e o material de propagação de planta tratado são assim um outro assunto da invenção.
Exemplos de formulações de compostos macrolídeos que podem ser usados no método de acordo com a invenção (A), por exemplo soluções, grânulos, pós finos, pós borrifáveis, concentrados em emulsão, grânulos revestidos e concentrados em suspensão são do tipo como foi descrito, por exemplo, na EP-A- 580.553, Exemplos F1 a F10.
Tabela B São usadas na tabela as seguintes abreviações: Princípio Ativo de planta transgênica: AP Photorhabdus luminescens: PL Xenorhabdus nematophilus: XN Inibidores de proteinase: Plnh.
Lectinas de planta Plec Aglutininas: Aggl 3-Hidroxiesteróide oxidase: HO Colesteroloxidase: CO Quitinase: CH Glucanase: GL η Estilbensintase: SS ο. Λ.*'' Tabela B: ^ ^ ^ Exemplos Biológicos Tabela 1: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a algodão transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 2: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a arroz transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 3: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a batatas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 4: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a brassica transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 5: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a tomates transgênicos, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 6: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a curcubitáceas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 7: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin à soja transgênica, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 8: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a milho transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 9: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a trigo transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 10: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a (bananas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 11: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a árvores cítricas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 12: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Abamectin a árvores de. frutas sem caroço transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 13: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a algodão transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 14: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a arroz transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 15: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a batatas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 16: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a tomates transgênicos, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 17: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a curcubitáceas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 18: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a soja transgênica, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 19: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a milho transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 20: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a trigo transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 21: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a bananas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 22: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a laranjeiras transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 23: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a fruta sem caroço transgênica, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 24: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Emamectina-Benzoato a curcubitáceas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 25: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a algodão transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 26: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a arroz transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 27: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a batatas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 28: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a brassica transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 29: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a tomates transgênicos, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 30: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a curcubitáceas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 31: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a soja transgênica, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 32: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a milho transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 33: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a trigo transgênico, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 34: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a bananas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 35: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a árvores cítricas transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela 36: Um processo de controle de pragas que compreende a aplicação de Spinosad a árvores de frutas sem caroço transgênicas, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a praga a ser controlada corresponde a uma linha da tabela B.
Tabela C: Abreviações: Acetil-COA Carboxilase: ACCase Acetolactato Sintase: ALS
HidroxifeniIpiruvato dioxigenase: HPPD Inibição de síntese de proteína: IPS Imitação de hormônio: HO Glutamina Sintetase: GS Protoporfirinogênio oxidase: PROTOX 5-Enolpiruvil-3-Fosfoshikimato Sintase: EPSPS
Princípio Tolerante a Cultura CÃ ÃLS Sulfoniluréias etc. *** Algodão C.2 ALS Sulfoniluréias etc. *** Arroz C.3 ALS Sulfoniluréias etc. *** Brassica C.4 ALS Sulfoniluréias etc. *** Batatas C.5 ALS Sulfoniluréias etc. *** Tomates C.6 ALS Sulfoniluréias etc. *** Curcubitáceas C.7 ALS Sulfoniluréias etc. *** Soja C.8 ALS Sulfoniluréias etc. *** Milho C.9 ALS Sulfoniluréias etc. *** Trigo C.10 ALS Sulfoniluréias etc. *** Fruta sem caroço C.11 ALS Sulfoniluréias etc. *** Fruta com caroço C.12 ALS Sulfoniluréias etc. *** citros C.13 ACCase +++ Algodão C.14 ACCase +++ Arroz C.15 ACCase +++ Brassica C.16 ACCase +++ Batatas C.17 ACCase +++ Tomates C.18 ACCase +++ Curcubitáceas C.19 ACCase +++ Soja C.20 ACCase +4.+ Milho C.21 ACCase +++ Trigo C.22 ACCase +++ Fruta sem caroço C.23 ACCase +++ Fruta com caroço C.24 ACCase +++ citros Princípio Tolerante a Cultura C.25 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Algodão C.26 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Arroz C.27 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Brassica C.28 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Batatas C.29 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Tomates C.30 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Curcubitáceas C.31 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Soja C.32 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Milho C.33 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Trigo C.34 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Fruta sem caroço C.35 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion Fruta com caroço C.36 HPPD Isoxaflutol, Isoxaclotol, Sulcotrion, Mesotrion citros C.37 Nitrilase Bromoxynil, loxynil Algodão C.38 Nitrilase Bromoxynil, loxynil Arroz C.39 Nitrilase Bromoxynil, loxynil Brassica C.40 Nitrilase Bromoxynil, loxynil Batatas C.41 Nitrilase Bromoxynil, loxynil Tomates C.42 Nitrilase Bromoxynil, loxynil Curcubitáceas Princípio Tolerante a Cultura C.43 Nitrilase Bromoxynil, loxynil Soja C.44 Nitrilase Bromoxynil, loxynil Milho C.45 Nitrilase Bromoxynil, loxynil Trigo C.46 Nitrilase Bromoxynil, loxynil fruta sem caroço C.47 Nitrilase Bromoxynil, loxynil fruta com caroço C.48 Nitrilase Bromoxynil, loxynil citros C.49 IPS Cloroactanilides &&& Algodão C.50 IPS Cloroactanilides &&& Arroz C.51 IPS Cloroactanilides &&& Brassíca C.52 IPS Cloroactanilides &&& Batatas C.53 IPS Cloroactanilides &&& Tomates C.54 IPS Cloroactanilides &&& Curcubitáceas C.55 IPS Cloroactanilides &&& Soja C.56 IPS Cloroactanilides &&& Milho C.57 IPS Cloroactanilides &&& Trigo C.58 IPS Cloroactanilides &&& fruta sem caroço C.59 IPS Cloroactanilides &&& fruta com caroço C.60 IPS Cloroactanilides &&& citros C.61 HOM 2,4-D, Mecoprop-P Algodão C.62 HOM 2,4-D, Mecoprop-P Arroz C.63 HOM 2,4-D, Mecoprop-P Brassica C.64 HOM 2,4-D, Mecoprop-P Batatas C.65 HOM 2,4-D, Mecoprop-P Tomates C.66 HOM 2,4-D, Mecoprop-P Curcubitáceas C.67 HOM 2,4-D, Mecoprop-P Soja C.68 HOM 2,4-D, Mecoprop-P Milho C.69 HOM 2,4-D, Mecoprop-P Trigo C.70 HOM 2,4-D, Mecoprop-P fruta sem caroço C.71 HOM 2,4-D, Mecoprop-P fruta com caroço C.72 HOM 2,4-D, Mecoprop-P citros Princípio Tolerante a Cultura C.73 PROTOX Inibidores de PROTOXIII Algodão C.74 PROTOX Inibidores de PROTOX/// Arroz C.75 PROTOX Inibidores de PROTOX/// Brassica C.76 PROTOX Inibidores de PROTOX/// Batatas C.77 PROTOX Inibidores de PROTOX/// Tomates C.78 PROTOX Inibidores de PROTOX/// Curcubitáceas C.79 PROTOX Inibidores de PROTOX/// Soja C.80 PROTOX Inibidores de PROTOX/// Milho C.81 PROTOX Inibidores de PROTOX/// Trigo C.82 PROTOX Inibidores de PROTOX III fruta sem caroço C.83 PROTOX Inibidores de PROTOX/// fruta com caroço C.84 PROTOX Inibidores de PROTOX/// citros C.85 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato Algodão C.86 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato Arroz C 87 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato Brassica C.88 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato Batatas C.89 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato Tomates C.90 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato Curcubitáceas C.91 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato Soja C.92 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato Milho C.93 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato Trigo C.94 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato fruta sem caroço C.95 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato fruta com caroço C.96 EPSPS Glifosato e/ou Sulfosato citros C.97 GS Glufosinato e/ou Bialafos Algodão C.98 GS Glufosinato e/ou Bialafos Arroz C.99 GS Glufosinato e/ou Bialafos Brassica C.100 GS Glufosinato e/ou Bialafos Batatas C.101 GS Glufosinato e/ou Bialafos Tomates C.102 GS Glufosinato e/ou Bialafos Curcubitáceas Princípio Tolerante a Cultura C.103 GS Glufosinato e/ou Bialafos Soja C.104 GS Glufosinato e/ou Bialafos Milho C.105 GS Glufosinato e/ou Bialafos Trigo C.106 GS Glufosinato e/ou Bialafos fruta sem caroço C.107 GS Glufosinato e/ou Bialafos fruta com caroço C.108 GS Glufosinato e/ou Bialafos citros *** Estão incluídas Sulfoniluréias, Imidazolinonas, Triazolpirimidinas, Dime-toxipirimidinas e N-Acilsulfonamidas: Sulfoniluréias tais como Ciorosulfuron, Clorimuron, Etametsulfuron, Metsui-furon, Primisulfuron, Prosulfuron, Triasulfuron, Cinosulfuron, Trifusulfuron, Oxasulfuron, Bensulfuron, Tribenuron ACC 322140, Fluzasulfuron, Etoxisulfuron, Fluzas-dulfuron, Nicosulfuron, Rimsulfuron, Tifensulfuron, Pirazosulfuron, Clopira-sulfuron, NC 330, Azimsufturon, Imazosulfuron, Sulfosulfuron, Amidosulfuron, Flupirsulfuron, CGA 362622 Imidazolinonas tais como Imazametabenz, Imazaquin, Imazametipir, Imaze-tapir, Imazapir e Imazamox;
Triazolopirimidinas tais como DE 511 Flumetsulam e Cloransulam; Dimethoxipirimidinas tais como Piritiobac, Piriminobac, Bispiribac e Piriben-zoxim. +++ Tolerantes a Diclofop-metil, Fluazifop-P-butil, Haloxifop-p-metil, Haloxi-fop-P-etil, Quizalafop-P-etil, clodinafop propargil, fenoxaprop--etil, Tepralo-xidim, Aloxidim, Setoxidim, Cicloxidim, Cloproxidim, Tralcoxidim, Butoxidim, Caloxidim, Cle-foxidim, Cletodim, &&& Cloroacetanilides tais como Alaclor Acetoclor, Dimetenamid /// Inibidores de protox: Por exemplo difeniléteres tais como Acifluorfen, Aclonifen, Bifenox, Clomitrofen, Etoxifen, Fluoroglicofen, Fomesafen, Lac-tofen, Oxifluorfen; Imidas tasi como Azafenidin, Carfentrazona-etil, Cinidon-etil, Flumiclorac-pentil, Flumioxazin, Fluriacet-metil, Oxadiargil, Oxadiazon, Pentoxazona, Sulfentrazona Irnidas e outras, tais como Fiumipropin, Flupropacil, Nipiraclof e Tidiazimin; e ainda Fluazotato e Pirafiufen-etil Exemplos Biológicos Tabela 39: Um processo de controle de representantes do genus Adoxo-phyêS que compreende a aplicação de Abamectin a uma cultura transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a cultura a ser protegida contra a praga corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 40: Um processo de controle de representantes do genus Agrotis que compreende a aplicação de Abamectin a uma cultura transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e a cultura a ser protegida contra a praga corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 41: Um processo de controlar Alabama araiJacea.ê,,compreendendo a aplicação de Abamectína a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 42: Um processo de controlar Anticarsia gemmataüs compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 43: Um processo de controlar representativos do gênero ChilcLCom-preendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C, Tabela 44: Um processo de controlar Clysia ambiguella compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 45: Um processo de controlar representativos do gênero Cnephalo-crocis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 46: Um processo de controlar Crocidolomia binotalis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 47: Um processo de controlar representativos do gênero Cydia compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 48: Um processo de controlar Diparopsis castanea compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 49: Um processo de controlar representativos do gênero Earias compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 50: Um processo de controlar representativos do gênero Ephestia compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 51: Um processo de controlar representativos do gênero Heliothis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 52: Um processo de controlar Hellula undalis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 53: Um processo de controlar Keiferia lycopersicella compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantaçao transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 54: Um processo de controlar Leucootera scitejla,compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 55: Um processo de controlar representativos do gênero Lithoco.-.. Ilethis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 56: Um processo de controlar Lobesia botrana compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 57: Um processo de controlar Ostrinia nubilalis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente re- sistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 58: Um processo de controlar representativos do gênero Pandemis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 59: Um processo de controlar Pectinophora gossypiella compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 60: Um processo de controlar Phyllocnistis citrella compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 61: Um processo de controlar representativos do gênero Pieris compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 62: Um processo de controlar Plutella xylostella compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 63: Um processo de controlar representativos do gênero Scirpopha-ga compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste cor- responde a uma linha da tabela C.
Tabela 64: Um processo de controlar representativos do gênero Sesamia compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 65: Um processo de controlar representativos do gênero Spargano-this compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 66: Um processo de controlar representativos do gênero Spodoptera compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C..
Tabela 67: Um processo de controlar representativos do gênero Tortrix compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 68: Um processo de controlar Trichoplusia ni compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 69: Um processo de controlar representativos do gênero Agriotes compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 70: Um processo de controlar Anthonomus grandis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 71: Um processo de controlar representativos do gênero Curculio compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 72: Um processo de controlar Diabrotica balteata compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 73: Um processo de controlar representativos do gênero Leptinotar-sa compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbícidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 74: Um processo de controlar representativos do gênero Lissorhop-trus compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 75: Um processo de controlar representativos do gênero Otiorhyn-chus compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 76: Um processo de controlar representativos do gênero Aleurothri-xus compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo ex- presso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 77: Um processo de controlar representativos do gênero Aleyrodes compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 78: Um processo de controlar representativos do gênero Aonidiella compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 79: Um processo de controlar representativos da família Aphididae compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 80: Um processo de controlar representativos do gênero Aphis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 81: Um processo de controlar Bemisia tabaci compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 82: Um processo de controlar representativos do gênero Empoasca compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 83: Um processo de controlar representativos do gênero Mycus compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 84: Um processo de controlar representativos do gênero Nephotettix compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 85: Um processo de controlar representativos do gênero Nilaparvata compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 86: Um processo de controlar representativos do gênero Pseudococcus compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 87: Um processo de controlar representativos do gênero Psylla compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 88: Um processo de controlar representativos do gênero Quadraspi-diotus compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 89: Um processo de controlar representativos do gênero Schizaphis compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 90: Um processo de controlar representativos do gênero Trialeuro-des compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 91: Um processo de controlar representativos do gênero Lyriomyza compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 92: Um processo de controlar representativos do gênero Oscineila compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 93: Um processo de controlar representativos do gênero Phorbia compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 94: Um processo de controlar representativos do gênero Franklinie-lla compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 95: Um processo de controlar representativos do gênero Thrips compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste cor- responde a uma linha da tabela C.
Tabela 96: Um processo de controlar Scirtothrips aurantii compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 97: Um processo de controlar representativos do gênero Aceria compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 98: Um processo de controlar representativos do gênero Aculus compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 99: Um processo de controlar representativos do gênero Brevipalpüs compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 100: Um processo de controlar representativos do gênero Pa-nonychus compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 101: Um processo de controlar representativos do gênero Phyllo-coptruta compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 102: Um processo de controlar representativos do gênero Te- tranychus compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 103: Um processo de controlar representativos do gênero Heterode-ra compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 104: Um processo de controlar representativos do gênero Meloido-gyne compreendendo a aplicação de Abamectina a uma plantação transgê-nica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 105: Um processo de controlar Mamestra brassica compreendendo a aplicação de Abamectina a uma.plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 106: Um processo de controlar representativos do gênero Adoxo-phyes compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 107: Um processo de controlar representativos do gênero Agrotis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 108: Um processo de controlar Alabama argillaceae compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgêniea e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 109: Um processo de controlar Anticarsia gemmatalis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgêniea herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgêniea e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 110: Um processo de controlar representativos do gênero Chilo compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgêniea herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgêniea e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 111: Um processo de controlar Clysia ambiguella compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgêniea herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgêniea e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 112: Um processo de controlar representativos do gênero Cnephalo-crocis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgêniea herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgêniea e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 113: Um processo de controlar Crocidolomia binotalis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgêniea herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgêniea e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 114: Um processo de controlar representativos do gênero Cydia compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgêniea herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgêniea e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 115: Um processo de controlar Diparopsis castanea compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 116: Um processo de controlar representativos do gênero Earias compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 117: Um processo de controlar representativos do gênero Ephestia compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 118: Um processo de controlar representativos do gênero Heliothis de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 119: Um processo de controlar Hellula undalis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 120: Um processo de controlar Keiferia lycopersicella compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 121: Um processo de controlar Leucoptera scitella compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbi- cidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 122: Um processo de controlar representativos do gênero Lithoco-llethis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 123: Um processo de controlar Lobesia botrana compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 124: Um processo de controlar Ostrinia nubilalis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 125: Um processo de controlar representativos do gênero Pandemis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 126: Um processo de controlar Pectinophora gossypiella compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 127: Um processo de controlar Phyilocnistis citrella compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste cor- responde a uma linha da tabela C.
Tabela 128: Um processo de controlar representativos do gênero Pieris compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 129: Um processo de controlar Plutella xylostella compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 130: Um processo de controlar representativos do gênero Scirpo-phaga compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 131: Um processo de controlar representativos do gênero Sesamia compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 132: Um processo de controlar representativos do gênero Sparga-nothis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 133: Um processo de controlar representativos do gênero Spodopte-ra compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 134: Um processo de controlar representativos do gênero Tortrix compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 135: Um processo de controlar Trichoplusia ni compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 136: Um processo de controlar representativos do gênero Agriotes compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 137: Um processo de controlar Anthonomus grandis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 138: Um processo de controlar representativos do gênero Curculio compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 139: Um processo de controlar Diabrotica balteata compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 140: Um processo de controlar representativos do gênero Leptino-tarsa compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 141: Um processo de controlar representativos do gênero Lis-sorhoptrus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 142: Um processo de controlar representativos do gênero Otiorhyn-chus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 143: Um processo de controlar representativos do gênero Aleurothri-xus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 144: Um processo de controlar representativos do gênero Aieyrodes compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 145: Um processo de controlar representativos do gênero Aonidiella compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 146: Um processo de controlar representativos da família Aphididae compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 147: Um processo de controlar representativos do gênero Aphis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 148: Um processo de controlar Bemisia tabaci compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 149: Um processo de controlar representativos do gênero Empoasca compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 150: Um processo de controlar representativos do gênero Mycus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 151: Um processo de controlar representativos do gênero Nephote-ttix compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 152: Um processo de controlar representativos do gênero Nilapar-vata compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 153: Um processo de controlar representativos do gênero Pseudococcus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 154: Um processo de controlar representativos do gênero Psylla compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 155: Um processo de controlar representativos do gênero Quadras-pidiotus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 156: Um processo de controlar representativos do gênero Schiza-phis compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 157: Um processo de controlar representativos do gênero Trialeuro-des compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 158: Um processo de controlar representativos do gênero Lyriomyza compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 159: Um processo de controlar representativos do gênero Oscinella compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 160: Um processo de controlar representativos do gênero Phorbia compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 161: Um processo de controlar representativos do gênero Frankiini-ella compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 162: Um processo de controlar representativos do gênero Thrips compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 163: Um processo de controlar Scirtothrips aurantii compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 164: Um processo de controlar representativos do gênero Aceria compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 165: Um processo de controlar representativos do gênero Aculus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 166: Um processo de controlar representativos do gênero Brevipal- pus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 167: Um processo de controlar representativos do gênero Pa-nonychus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 168: Um processo de controlar representativos do gênero Phyllo-coptruta compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 169: Um processo de controlar representativos do gênero Te-tranychus compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 170: Um processo de controlar representativos do gênero Heterode-ra compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 171: Um processo de controlar representativos do gênero Meloido-gyne compreendendo a aplicação de Benzoato de Emamectinaa a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 172: Um processo de controlar representativos do gênero Adoxo-phyes compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo ex- presso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 173: Um processo de controlar representativos do gênero Agrotis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 174: Um processo de controlar Alabama argillaceae compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 175: Um processo de controlar Anticarsia gemmatalis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 176: Um processo de controlar representativos do gênero Chilo compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 177: Um processo de controlar Clysia ambiguella compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 178: Um processo de controlar Crocidolomia binotalis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 179: Um processo de controlar representativos do gênero Cydia compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 180: Um processo de controlar Diparopsis castanea compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 181: Um processo de controlar representativos do gênero Earias compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C, Tabela 182: Um processo de controlar representativos do gênero Ephestia compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso . pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 183: Um processo de controlar representativos do gênero Heliothis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 184: Um processo de controlar Hellula undalis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 185: Um processo de controlar Keiferia lycopersicella compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 186: Um processo de controlar Leucoptera scitelia compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 187: Um processo de controlar representativos do gênero Lithoeo-llethis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 188: Um processo de controlar Lobesia botrana compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 189: Um processo de controlar Ostrinia nubilalis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 190: Um processo de controlar representativos do gênero Pandemis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 191: Um processo de controlar Pectinophora gossypiella compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste correspon- de a uma linha da tabela C.
Tabela 192: Um processo de controlar Phyllocnistis citrella compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 193: Um processo de controlar representativos do gênero Pieris compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 194: Um processo de controlar Plutella xylostella compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta trans-gênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 195: Um processo de controlar representativos do gênero Scirpo-phaga compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 196: Um processo de controlar representativos do gênero Sesamia compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 197: Um processo de controlar representativos do gênero Sparga-nothis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a pèste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 198: Um processo de controlar representativos do gênero Spodopte- ra compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 199: Um processo de controlar representativos do gênero Tortrix compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 200: Um processo de controlar Trichoplusia ni compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 201: Um processo de controlar representativos do gênero Agriotes compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 202: Um processo de controlar Anthonomus grandis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 203: Um processo de controlar representativos do gênero Curculio compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 204: Um processo de controlar Diabrotica balteata compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta trans- gênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 205: Um processo de controlar representativos do gênero Leptino-tarsa compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 206: Um processo de controlar representativos do gênero Lis-sorhoptrus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 207: Um processo de controlar representativos do gênero Otiorhyn-chus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 208: Um processo de controlar representativos do gênero Aleurothri-xus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C, Tabela 209: Um processo de controlar representativos do gênero Aleyrodes compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C, Tabela 210: Um processo de controlar representativos do gênero Aonidiella compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 211: Um processo de controlar representativos da família Aphididae compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 212: Um processo de controlar representativos do gênero Aphis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 213: Um processo de controlar Bemisia tabaci compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 214: Um processo de controlar representativos do gênero Empoasca compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 215: Um processo de controlar representativos do gênero Mycus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 216: Um processo de controlar representativos do gênero Nephote-ttix compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 217: Um processo de controlar representativos do gênero Nilapan-rata compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 218: Um processo de controlar representativos do gênero Pseudococcus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 219: Um processo de controlar representativos do gênero Psylla compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 220: Um processo de controlar representativos do gênero Quadras-pidiotus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 221: Um processo de controlar representativos do gênero Schiza-phis compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 222: Um processo de controlar representativos do gênero Trialeuro-des compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 223: Um processo de controlar representativos do gênero Lyriomyza compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste cor- responde a uma linha da tabela C.
Tabela 224: Um processo de controlar representativos do gênero Oscineila compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 225: Um processo de controlar representativos do gênero Phorbia compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 226: Um processo de controlar representativos do gênero Franklini-ella compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 227: Um processo de controlar representativos do gênero Thrips compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 228: Um processo de controlar Scirtothrips aurantii compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 229: Um processo de controlar representativos do gênero Aceria compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 230: Um processo de controlar representativos do gênero Aculus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 231: Um processo de controlar representativos do gênero Brevipal-pus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 232: Um processo de controlar representativos do gênero Pa-nonychus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 233: Um processo de controlar representativos do gênero Phyllo-coptruta compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 234: Um processo de controlar representativos do gênero Te-tranychus compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 235: Um processo de controlar representativos do gênero Heterode-ra compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 236: Um processo de controlar representativos do gênero Meloido-gyne compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Tabela 237: Um processo de controlar Mamestra brassica compreendendo a aplicação de Spinosad a uma plantação transgênica herbicidamente resistente, em que a combinação do princípio ativo expresso pela planta transgênica e da plantação a ser protegida contra a peste corresponde a uma linha da tabela C.
Exemplo B1: Acão contra adultos de Anthonomus arandis. Spo-doptera littoralis ou Heliothis virescens Plantas de algodão transgênicas jovens que expressam a delta-endotoxina CrvIIIA são borrifadas com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 100, 50, 10, 5, 1 ppm de benzoato de emamecti-naa, respectivamente. Após o revestimento em spray ter secado, as plantas de algodão são povoadas com 10 adultos Aolhonomus arandis. 10 larvas de Spodootera littoralis ou 10 larvas de Heliothis virescens respectivamente e introduzidas em um recipiente plástico. A avaliação ocorre 3 a 10 dias mais tarde. A redução na porcentagem na população, ou a redução na porcentagem no dano de alimentação (% de ação), é determinada por comparação do número de besouros mortos e do dano de alimentação nas plantas de algodão transgênicas com o das plantas de algodão não transgênicas que foram tratadas com uma mistura em spray de emulsão que compreende benzoato de emamectinaa e CrylllA-toxina convencional em uma concentração de em cada caso 100, 50, 10, 5, 1 ppm respectivamente.
Neste teste, o controle dos insetos testados na planta transaêni-ca é superior, enquanto ele é insuficiente na planta não transgênica.
Exemplo B2: Ação contra adultos Anthonomus arandis, Spo-doptera littoralis ou Heliothis virescens Plantas de algodão transgênicas jovens que expressam a delta-endotoxina CtylilA_são borrifadas com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 100, 50, 10, 5, 1 ppm de abamectina, respectivamente. Após o revestimento em spray ter secado, as plantas de algodão são povoadas com 10 adultos Anthonomus grandis, 10 larvas de Spodoptera li- ttoralis ou 10 larvas de Heliothis virescens respectivamente e introduzidas em um recipiente plástico. A avaliação ocorre 3 a 10 dias mais tarde. A redução na porcentagem na população, ou a redução na porcentagem no dano de alimentação (% de ação), é determinada por comparação do número de besouros mortos e do dano de alimentação nas plantas de algodão transgênicas com o das plantas de algodão não transgênicas que foram tratadas com uma mistura em spray de emulsão que compreende abamecti-na e CrylllA-toxina convencional em uma concentração de em cada caso 100, 50, 10, 5, 1 ppm respectivamente.
Neste teste, o controle dos insetos testados na planta transgêni-ca é superior, enquanto ele é insuficiente na planta não transgênica.
Exemplo B3: Ação contra adultos Anthonomus grandis, Spo-doptera littoralis ou Heliothis virescens Plantas de algodão transgênicas jovens que expressam a delta-endotoxina CrylilA são borrifadas com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 100, 50, 10, 5, 1 ppm de spinosad, respectivamente. Após o revestimento em spray ter secado, as plantas de algodão são povoadas com 10 adultos Anthonomus grandis, 10 larvas de Spodoptera littoralis ou 10 larvas de Heliothis virescens respectivamente e introduzidas em um recipiente plástico. A avaliação ocorre 3 a 10 dias mais tarde. A redução na porcentagem na população, ou a redução na porcentagem no dano de alimentação (% de ação), é determinada por comparação do número de besouros mortos e do dano de alimentação nas plantas de algodão transgênicas com o das plantas de algodão não transgênicas que foram tratadas com uma mistura em spray de emulsão que compreende spinosad e CrylllA-toxina convencional em uma concentração de em cada caso 100, 50, 10, 5, 1 ppm respectivamente.
Neste teste, o controle dos insetos testados na planta transgênica é superior, enquanto ele é insuficiente na planta não transgênica.
Exemplo B4: Ação contra adultos Anthonomus grandis. Spodoptera littoralis ou Heliothis virescens Plantas de algodão transgênicas jovens que expressam a delta- endotoxina Crvla(c) são borrifadas com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 100, 50, 10, 5, 1 ppm de spinosad, respectivamente. Após o revestimento em spray ter secado, as plantas de algodão são povoadas com 10 adultos Anthonomus grandis, 10 larvas de Spodoptera litto-ralis ou 10 larvas de Heliothis virescens respectivamente e introduzidas em um recipiente plástico. A avaliação ocorre 3 a 10 dias mais tarde. A redução na porcentagem na população, ou a redução na porcentagem no dano de alimentação (% de ação), é determinada por comparação do número de besouros mortos e do dano de alimentação nas plantas de algodão transgêni-cas com o das plantas de algodão não transgênicas que foram tratadas com uma mistura em spray de emulsão que compreende spinosad e CrylllA-toxina convencional em uma concentração de em cada caso 100, 50, 10, 5, 1 ppm respectivamente.
Neste teste, o controle dos insetos testados na planta transgêni-ca é superior, enquanto ele é insuficiente na planta não transgênica.
Exemplo B5: Ação contra adultos Anthonomus grandis. Spodoptera littoralis ou Heliothis virescens Plantas de algodão transgênicas jovens que expressam a delta-endotoxina Cryla(c) são borrifadas com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 100, 50, 10, 5, 1 ppm de abamectina, respectivamente. Após o revestimento em spray ter secado, as plantas de algodão são povoadas com 10 adultos Anthonomus grandis, 10 larvas de Spodoptera littoralis ou 10 larvas de Heliothis virescens respectivamente e introduzidas em um recipiente plástico. A avaliação ocorre 3 a 10 dias mais tarde. A redução na porcentagem na população, ou a redução na porcentagem no dano de alimentação (% de ação), é determinada por comparação do número de besouros mortos e do dano de alimentação nas plantas de algodão transgênicas com o das plantas de algodão não transgênicas que foram tratadas com uma mistura em spray de emulsão que compreende abamectina e CrylllA-toxina convencional em uma concentração de em cada caso 100, 50,10, 5, 1 ppm respectivamente.
Neste teste, o controle dos insetos testados na planta transgêni- ca é superior, enquanto ele é insuficiente na planta não transgênica.
Exemplo B6: Acão contra adultos Anthonomus arandis. Spo-doptera littoralis ou Heliothis virescens Plantas de algodão transgênicas jovens que expressam a delta-endotoxina Cryla(c) são borrifadas com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 100, 50, 10, 5, 1 ppm de abamectina, respectivamente. Após o revestimento em spray ter secado, as plantas de algodão são povoadas com 10 adultos Anthonomus grandis, 10 larvas de Spodoptera littoralis ou 10 larvas de Heliothis virescens respectivamente e introduzidas em um recipiente plástico. A avaliação ocorre 3 a 10 dias mais tarde. A redução na porcentagem na população, ou a redução na porcentagem no dano de alimentação (% de ação), é determinada por comparação do número de besouros mortos e do dano de alimentação nas plantas de algodão transgênicas com o das plantas de algodão não transgênicas que foram tratadas com uma mistura em spray de emulsão que compreende benzoato de emamectinaa e CrylllA-toxina convencional em uma concentração de em cada caso 100, 50, 10, 5, 1 ppm respectivamente.
Neste teste, o controle dos insetos testados na planta transgênica é superior, enquanto ele é insuficiente na planta não transgênica.
Exemolo B7: Acão contra Ostrinia nubilalis. Spodootera spp. ou Heliothis spp.
Um pedaço de terra plantado com milho cv. KnockQut ® e um pedaço de terra adjacente (b) do mesmo tamanho que é plantado com tamanho convencional, mostrando ambos infestação natural com Ostrinia nu-bilalis. Spodoptera sp ou Heliothis. são borrifados com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 200, 100, 50, 10, 5, 1 ppm de spinosad. Imediata e posteriormente, o pedaço de terra (b) é tratado com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 200,100, 50, 10, 5, 1 ppm da endotoxína expressa por KnockOut ®. A avaliação ocorre 6 dias depois. A redução da porcentagem na população (% de ação) é determinada por comparação de pestes mortas nas plantas do pedaço de terra (a) com aquelas nas plantas de pedaço de terra (b). O controle melhorado de Ostrinia nubilalis. Spodoptera so ou Heliothis é observado nas plantas do pedaço de terra (a), enquanto o pedaço de terra (b) mostra um nível de controle de não mais de 80%.
Exemplo B8: Ação contra Ostrinia nubilalis. Spodoptera sp ou Heliothis sp Um pedaço de terra (a) plantado com milho cv. KnockOut® e um pedaço de terra adjacente (b) do mesmo tamanho que é plantado com milho convencional, ambos mostrando infestação natural com Ostrinia nubilalis. Spodoptera sp ou Heliothis. são borrifados com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 200, 100, 50, 10, 5, 1 ppm de abamectina. Imediata e posteriormente, um pedaço de terra (b) é tratado com uma mistura em spray de emulsão compreendendo 200, 100, 50, 10, 5, 1 ppm da en-dotoxina expressa por KnockOut®. A avaliação ocorre 6 dias mais tarde. A redução da porcentagem na população (% de ação) é determinada por comparação do número de pestes mortas nas plantas do pedaço de terra (a) com o nas plantas do pedaço de terra (b). O controle melhorado de Ostrinia nubilalis. Spodoptera sp ou Heliothis é observado nas plantas do pedaço de terra (a), enquanto o pedaço de terra (b) mostra um nível de controle de não mais do que 80%.
Exemplo B9: Acão contra Ostrinia nubilalis. Spodoptera sp ou Heliothis sp Um pedaço de terra (a) plantado com milho cv. KoockOut®-e um pedaço de terra adjacente (b) do mesmo tamanho que é plantado com milho convencional, ambos mostrando infestação natural com Ostrinia nubilalis. Spodoptera sp ou Heliothis. são borrifados com uma mistura em spray de emulsão aquosa compreendendo 200, 100, 50, 10, 5, 1 ppm de benzoato de emamectinaa. Imediatamente posteriormente, um pedaço de terra (b) é tratado com uma mistura em spray de emulsão compreendendo 200, 100, 50, 10, 5, 1 ppm da endotoxina expressa por KnockOut®. A avaliação ocorre 6 dias mais tarde. A redução da porcentagem na população (% de ação) é determinada por comparação do número de pestes mortas nas plantas do pedaço de terra (a) com o nas plantas do pedaço de terra (b). O controle melhorado de Ostrinia nubilalis, Soodoptera sp ou Heliothis é observado nas plantas do pedaço de terra (a), enquanto o pedaço de terra (b) mostra um nível de controle de não mais do que 80%. A invenção refere-se também a (B) Um processo-de-proteaer material de propagação de planta e órgãos de planta formados em um momento no tempo posterior do ataque por pestes, caracterizado pelo fato de que pelo fato de um pesticida que compreende, como composto pesticidamente ativo, pelo menos um composto macrolídeo, especialmente abamectina, emamectinaa ou spinosad na forma livre ou em sal que pode ser utilizado agroquimicamente como ingreaiente ativo e pelo menos um auxiliar em proximidade espacial próxima a, ou espacialmente junto com, plantação ou aplicação do material de propagação é empregado ao sítio de plantação ou de^§emeadura; o uso correspondente deste compostos, correspondendo a pesticidas cujo ingrediente ativo é selecionado de entre estes compostos, um processo de produzir e usar estas composições, e o material de propagação de planta protegeu assim o ataque por pestes.
Os macrolídeos usados de acordo com a invenção são conhecidos pelos peritos na técnica. Eles estão na classe de substâncias como mencionado na parte (A) da invenção. São preferidas a abamectina e a emamectinaa.
Os sais que podem ser utilizados agroquimicamente dos macrolídeos de acordo com a invenção são, por exemplo, o mesmo que na parte (A) da invenção.
No caso da abamectina, prefere-se a forma livre no quadro da parte (B) da invenção. Especialmente preferidos dentro do âmbito da parte (B) da invenção está um processo em que a emamectinaa é empregada na forma livre ou como um sal agroquimicamente aceitável; especialmente como sal; em particular como o benzoato, benzoato substituído, benzenossulfonato, citrato, fosfato, tartarato ou maleato; preferivelmente como o benzoato ou o benzenossulfonato, especialmente preferivelmente como o benzoato. 0 âmbito do assunto-matéria da invenção (B) se estende em particular a representativos das classes Insecta, Arachnida e Nematoda.
Estes são principalmente insetos da ordem Lepidoptera, por exemplo Acleris spp., Adoxophyes spp., Aegeria spp., Agrotis spp., Alabama argilla-ceae, Amylois spp., Anticarsia gemmataiis, Archips spp., Argyrotaenia spp., Astylus atromaculatus, Autographa spp., Busseola fusca, Cadra cautella, Carposina nipponensis, Chilo spp., Choristoneura spp., Clysia ambiguella, Cnaphalocrocis spp., Cnephasia spp., Cochylis spp., Coleophora spp., Cro-cidolomia binatalis, Cryptophlebia leucotreta, Cydia spp., Diatraea spp., Di-paropsis castanea, Earias spp., Ephestia spp., Eucosma spp., Eupoecilia ambiguella, Euproctis spp., Euxoa spp., Grapholita spp., Hedya nubiferana, Heliothis spp., Hellula undalis, Heteronychus arator, Hyphantria cunea, Kei-feria lycopersicella, Leucoptera scitella, Lithocoliethis spp., Lobesia botrana, Lymantria spp., Lyonetia spp., Malacosoma spp., Mamestra brassicae, Manduca sexta, Operophtera spp., Ostrinia nubilalis, Pammene spp., Pandemis spp., Panolis flammea, Pectinophora gossypiella, Phthorimaea operculella, Pieris rapae, Pieris spp., Plutella xylostella, Prays spp., Scirpophaga spp., Sesamia spp., Sparganothis spp., Spodoptera spp., Synanthedon spp., Thaumetopoea spp., Tortrix spp., Trichoplusia ni e Yponomeuta spp.; da ordem Coleoptera, por exemplo Agriotes spp., Anthonomus spp., Atomaria linearis, Chaetocnema tibialis, Cosmopolites spp., Curculio spp., Dermestes spp., Diabrotica spp., Epila-chna spp., Eremnus spp., Leptinotarsa decemlineata, Lissorhoptrus spp., Melolontha spp., Orycaephilus spp., Otiorhynchus spp., Phlyctinus spp., Po-pillia spp., Psylliodes spp., Rhizopertha spp., Scarabeidae, Sitophilus spp., Sitotroga spp., Tenebrio spp., Tribolium spp. e Trogoderma spp.; da ordem Orthoptera, por exemplo Biatta spp., Blattella spp., Gryllotalpa spp., Leucophaea maderae, Locusta spp., Periplaneta spp. e Schistocerca spp.; da ordem Psocoptera, por exemplo Liposcelis spp.; da ordem Anoplura, por exemplo Haematopinus spp., Linognathus spp., Pediculus spp., Pemphigus spp. e Phylloxera spp.; da ordem Mallophaga, por exemplo Damalinea spp. e Tricho-dectes spp.; da ordem Thysanoptera, por exemplo Frankliniella spp., Herci-nothrips spp., Taeniothrips spp., Thrips palmi, Thrips tabaci e Scirtothrips aurantii; da ordem Heteroptera, por exemplo Cimex spp., Distantiella the-obroma, Dysdercus spp., Euchistus spp. Eurygaster spp. Leptocorisa spp., Nezara spp., Piesma spp., Rhodnius spp., Sahlbergella singularis, Scotino-phara spp. e Triatoma spp.; da ordem Homoptera, por exemplo Aleurothrixus floccosus, Aleyrodes brassicae, Aonidiella spp., Aphididae, Aphis spp., Aspidiotus spp., Bemisia tabaci, Ceroplaster spp., Chrysomphalus aonidium, Chrysomphalus dictyospermi, Coccus hesperidum, Empoasca spp., Eriosoma larigerum, Erythroneura spp., Gascardia spp., Laodelphax spp., Lecanium corni, Lepi-dosaphes spp., Macrosiphus spp., Myzus spp., Nephotettix spp., Nilaparvata spp., Paratoria spp., Pemphigus spp., Planococcus spp., Pseudaulacaspis spp., Pseudococcus spp., Psylla spp., Pulvinaria aethiopica, Quadraspidio-tus spp., Rhopalosiphum spp., Saissetia spp., Scaphoideus spp., Schizaphis spp., Sitobion spp., Trialeurodes vaporariorum, Trioza erytreae e Unaspis citri; da ordem Hymenoptera, por exemplo Acromyrmex, Atta spp., Cephus spp., Diprion spp., Diprionidae, Gilpinia polytoma, Hoplocampa spp., Lasius spp., Monomorium pharaonis, Neodiprion spp., Solenopsis spp. e Vespa spp.; da ordem Diptera, por exemplo Aedes spp., Antherigona socca-ta, Bibio hortulanus, Calliphora erythrocephala, Ceratitis spp., Chrysomyia spp., Culex spp., Cuterebra spp., Dacus spp., Drosophila melanogaster, Fannia spp., Gastrophilus spp., Glossina spp., Hypoderma spp., Hyppobos-ca spp., Liriomyza spp., Lucilia spp., Melanagromyza spp., Musca spp., Oestrus spp., Orseolia spp., Oscinella frit, Pegomyia hyoscyami, Phorbia spp., Rhagoletis pomonella, Sciara spp., Stomoxys spp., Tabanus spp., Tannia spp. e Tipula spp.; da ordem Siphonaptera, por exemplo Ceratophyllus spp. e Xe-nopsyila cheopis; ou da ordem Thysanura, por exemplo Lepisma saccharina.
Entre a classe Arachnida, eles são preferivelmente representativos da ordem Acarina, por exemplo Acarus siro, Aceria sheldoni, Aculus schlechtendali, Amblyomma spp., Argas spp., Boophilus spp., Brevipalpus spp., Bryobia praetiosa, Calipitrimerus spp., Chorioptes spp., Dermanyssus gallinae, Eotetranychus carpini, Erio-phyes spp., Hyalomma spp., Ixodes spp., Olygonychus pratensis, Ornithodo-ros spp., Panonychus spp., Phyllocoptruta oleivora, Polyphagotarsonemus latus, Psoroptes spp., Rhipicephalus spp., Rhizoglyphus spp., Sarcoptes spp., Tarsonemus spp. e Tetranychus spp..
Especialmente preferido é o controle de insetos das ordens Co-leoptera e Lepidoptera; na ordem Colepotera especialmente o gênero e as espécies Agriotes spp., Anthonomus spp., Atomaria linearis, Chaetocnema tibialis, Diabrotica spp. e Leptinotarsa decemlineata; na ordem Lepidoptera o gênero e as espécies Adoxophyes spp., Agrotis spp., Alabama argillaceae, Anticarsia gemmatalis, Chilo spp., Cydia spp., Ephestia spp., Heliothis spp., Keiferia lycopersicella, Mamestra brassicae, Pectinophora gossypiella, Plu-tella xylostella, Sesamia spp., Spodoptera spp., Tortrix spp. e Trichoplusia.
Um outro assunto preferido de acordo com a parte (B) da invenção é o controle de representativos da classe Nematoda, tais como nemató-deos de nódulo, anguílula de caule e nematódeos foliares; especialmente Heterodera spp., por exemplo Heterodera scha-chtii, Heterodora avenae e Heterodora trifolii; Globodera spp., por exemplo Globodera rostochiensis; Meloidogyne spp., por exemplo Meloidogyne inco-ginita e Meloidogyne javanica; Radopholus spp., por exemplo Radopholus similis; Pratylenchus, por exemplo Pratylenchus neglectans e Pratylenchus penetrans; Tylenchulus, por exemplo Tylenchulus semipenetrans; Longido-rus, Trichodorus, Xiphinema, Ditylenchus, Aphelenchoides e Anguina, em particular Meloidogyne, por exemplo Meloidogyne incógnita, e Heterodera, por exemplo Heterodera glycines.
Os macrolídeos usados de acordo com a invenção (B) são ingredientes ativos valiosos de maneira preventiva e/ou curativa nos campos de controle de inseto, mesmo em taxas de aplicação baixas, embora sejam bem tolerados por espécies de sangue quente, peixes, insetos e plantas. Os ingredientes ativos usados de acordo com a invenção são eficazes contra todos os estágios de desenvolvimento ou estágios de desenvolvimento individuais de pestes normalmente sensíveis, mas também resistentes. A ação dos ingredientes ativos usados de acordo com a invenção pode ser evidente diretamente, isto é, na forma de destruição das pestes, o que ocorre imediatamente ou apenas após algum tempo ter se passado, por exemplo durante ecdise, ou indiretamente, por exemplo como uma oviposição e/ou taxa de incubação reduzida, a boa ação correspondendo a uma taxa de destruição (mortalidade) de pelo menos 50 a 60%.
Com a ajuda dos ingredientes ativos usados de acordo com a parte (B) da invenção, é possível controlar, isto é, conter ou destruir, pestes que ocorrem no material de propagação de planta, principalmente no material de propagação de plantas úteis e ornamentais na agricultura, na horticultura e em florestas, e mesmo órgãos de planta que crescem em um momento do tempo posterior são também protegidos destas pestes, isto é, a proteção dura, por exemplo, até que as plantas maduras tenham se desenvolvido e em que o material de propagação, ou as plantas que se desenvolvem dos mesmos, é protegido não apenas de pestes que atacam os órgãos aéreos da planta, mas também de pestes que habitam o solo. O material de propagação de planta na parte (B) da invenção, isto é, por exemplo, mudas, rizomas, plantas de viveiro, de corte ou, em particular semente (sementes), tais como fruta, tubérculos, sementes ou bulbos, são, em particular, material de propagação de cereais, tal como trigo, cevada, centeio, aveia, arroz, milho ou sorgo; beterraba, tal como beterraba de açúcar ou de forragem; fruta, por exemplo fruta sem caroço, fruta com caroço e fruta mole, por exemplo maçãs, pêras, ameixas, pêssegos, amêndoas, cerejas ou do tipo frutinha, por exemplo morango, framboesa e amora-preta; em legumes tais como feijão, lentilha, ervilha ou soja; em cultu- ras de óleo tais como colza, mostarda, papoula, azeitona, girassol, coco, plantas de óleo de mamona, cacau ou amendoim; na família das abóboras tais como abóbora moranga, pepinos ou melões; em plantas de fibra tais como algodão, linho, cânhamo ou juta; em frutas cítricas tais como laranjas, limões, pomelo ou tangerinas; em vegetais tais como espinafre, alface, as-pargos, espécies de couve, cenouras, cebolas, tomates, batatas, beterraba ou cápsico; Lauraceae, tais como abacate, Cinnamonium ou cânfora; ou no tabaco, nozes, café, berinjela, cana-de-açúcar, chá, pimentão, videira, lúpulo, Musaceae, plantas de látex ou ornamentais, especialmente de cereais arroz, algodão, milho, soja, colza, vegetais, batatas, girassol, beterraba sacarina e sorgo. O material de propagação geneticamente modificado é de preferência materiai ae propagaçao, em paracuiar semente, que contém um ou mais genes que expressam uma resistência pesticida, em particular uma resistência inseticida ou acaricida, mas também uma resistência fungicida ou nematicida, que torna a planta resistente a herbicidas, o que leva a maior resistência a doenças de planta ou que introduzem outras propriedades agronomicamente vantajosas na planta. Tais plantas ou seu material de propagação, são em particular aqueles que contêm um gene derivado de um Bacillus thuringiensis e que codificam uma proteína inseticidamente ativa ou que contêm um gene. Estes são, especialmente, materiais de propagação de planta geneticamente modificada de batatas, alfafa, cereais, tais como trigo, cevada, centeio, aveia, arroz, milho ou sorgo; legumes tais como feijão, lentilha, ervilha ou soja; beterraba tal como de açúcar ou de forragem; culturas de óleo tais como de colza, mostarda, papoula, azeitona, girassol, coco, plantas de óleo de mamona, cacau ou amendoim; curcubitáceas tais como abóbora moranga, pepinos ou melões; em plantas de fibra tais como algodão, linho, cânhamo ou juta; em frutas cítricas tais como laranjas, limões, pomelo ou tangerinas; em vegetais tais como espinafre, alface, as-pargos, espécies de couve, cenouras, cebolas ou tomates.
Exemplos do material de propagação de planta geneticamente modificada mencionados são, por exemplo, os produtos comercialmente disponíveis Maximizer® (KnockOut®), Yieldgard®, Roundup Ready Soybe-ans®, TC Biend® ou NuCOTN 33B®, todos sendo conhecidos daqueles versados na técnica.
Outros campos de aplicação para os ingredientes ativos usados de acordo com a invenção parte (B) são, por exemplo, a proteção de produtos estocados ou estoques ou no setor de higiene; em particular a proteção contra pragas de animais domésticos ou de gado produtivo. A invenção do assunto em questão (B) portanto também se refere a pesticidas correspondentes para uso, a serem selecionados dependendo dos objetivos pretendidos e das circunstâncias prevalecentes, tais como concentrados emulsificáveis, concentrados em suspensão, soluções que podem ser diretamente borrifadas ou diluídas, pastas que podem ser espalhadas, emulsões diluídas, pós solúveis, pós dispersíveis, pós molháveis, pós finos, grânulos ou encapsulações em substâncias poliméricas que compreendem - pelo menos um dos ingredientes ativos usados de acordo com a invenção e ao uso destas composições inseticidas para uso em um processo. É preferida uma..mmposição que compreende., apenas um composto ma-crolídeo, especialmente emameetinajDU um sal da mesma.
Nestas composições, o ingrediente ativo é empregado em forma pura, por exemplo um ingrediente ativo sólido em um tamanho dé partícula especial ou, de preferência, juntamente com - pelo menos - um dos auxiliares convencionalmente usados na técnica de formulação, tais como diluen-tes, por exemplo solventes ou veículos sólidos ou tais como compostos de superfície ativos (tensoativos).
Os auxiliares adequados tais como solventes, veículos sólidos, compostos tensoativos, tensoativos não-iônicos, tensoativos catiônicos e tensoativos aniônicos nas composições empregadas de acordo com a invenção são, por exemplo, aqueles que foram descritos na EP-A- 736.252.
As formulações líquidas para o tratamento de material de propagação de planta de acordo com a invenção parte (B), especialmente de semente, compreendem, por exemplo, substâncias tensoativas (1 - 15% em peso), tais como triestirenofenóis eto- xilados e sais dos mesmos, alquil poliglicol éter etoxilatos, copolímeros de polioxipropileno/polioxietileno, o sal de sódio do ácido lignossulfônico, sais do ácido polinaftalenossulfônico e sal de trietanolamina do ácido alquilben-zenossulfônico; agentes anticongelantes (5 - 15%), tal como, por exemplo, DL-propano-1,2-diol ou propano-1,2,3-triol; colorantes (1 -10%), tais como pigmentos ou corantes solúveis em água; antiespumantes (0,05 -1%), tal como polidimetilsiloxano; revestimentos (1 - 10%), tais como polietileno glicol, acetato de polivinila, polivinilpirrolidona, poliacrilato; revestimentos (0,1 -1%), tal como 1,2-benzoisotiazol-3-ona; espessantes (0,1 -1%), tal como heteropolissacarídeo e solventes, tal como água.
As formulações sólidas para o tratamento de material de propagação de planta, especialmente de semente, compreendem, por exemplo: substâncias tensoativas (1 - 10%), tal como alquil poliglicol éter etoxilato, copolímeros de polioxipropileno/polioxietileno, o sal de sódio do ácido lignossulfônico, sais do ácido polinaftalenossulfônico; colorantes (1 -10%), tais como pigmentos ou corantes solúveis em água; antiespumantes (0,05 -1%), tal como polidimetilsiloxano; revestimentos (1 -10%), tais como polietileno glicol ou celulose; e veículos (até 100% peso/peso), tais como sílica em pó, talco em pó, argilas e similares.
Como uma regra, as composições compreendem 0,1 até 99%, em particular 0,1 até 95%, de ingrediente ativo e 1 até 99,9%, em particular 5 até 99,9% de - pelo menos - um auxiliar sólido ou líquido, sendo possível, como uma regra, 0 a 25%, em particular 0,1a 20%, das composições a serem tensoativos (% em cada caso por cento em peso). Embora composições concentradas sejam mais preferidas como bens comercialmente disponíveis, o consumidor final usará, como uma regra, composições diluídas que têm concentrações muito mais baixas de ingrediente ativo.
As composições preferidas, tais como concentrados emulsificá- veis, pós finos, concentrados em suspensão, pós molháveis e grânulos têm, por exemplo, aquelas composições que são mencionadas na EP-A-736.252.
As composições de acordo com a invenção parte (B) também podem compreender outros auxiliares sólidos ou líquidos, tais como estabilizadores, por exemplo óleos vegetais não epoxidados ou epoxidados (por exemplo óleo de coco, óleo de colza ou óleo de soja epoxidados), anties-pumantes, por exemplo óleo de silicone, conservantes, reguladores de viscosidade, aglutinantes e/ou agentes de pegajosidade e também fertilizantes ou outros ingredientes ativos para conseguir efeitos específicos, por exemplo bactericidas, nematicidas, moluscidas ou herbicidas seletivos. A acão das composições de acordo com a invenção parte (B) pode ser ampliada consideravelmente por adição de outros ingredientes inseticida, acaricida e/ou fungicidamente ativos e adaptados a circunstâncias prevalecentes. Adições adequadas de ingredientes inseticida e acaricida-mente ativos são, por exemplo, representativos das seguintes classes de ingredientes ativos: compostos organofosforosos, nitrofenóis e derivados, formamidinas, derivados de triazina, derivados de nitroenamina, derivados de nitro- e de cianoguanidina, uréias, benzoiluréias, carbamatos, piretrói-des, hidrocarbonetos clorados e produtos do Bacillus thuringiensis. Os componentes especialmente preferidos em misturas são NI-25, TI-304, TI-435, MTI-446, fipronil, lufenuron, pyripfoxifen, tiacloprid, fluxofenime; imidaclo-prid, thiamethoxam, fenoxycarb, diafenthiuron, pymetrozine, diazinon, disul-photon; profenofos, furathiocarb; cyromazin, cypermethrin, tau-fluvalinate, tefluthrin ou produtos do Bacillus thuringiensis, muito especialmente NI-25, TI-304, TI-435, MTI-446, fipronil, tiacloprid, imidacloprid, thiamethoxam, fenoxycarb, diafenthiuron, pymetrozine, diazinon, disulphoton; profenofos, furathiocarb; cyromazin, cypermethrin, tau-fluvalinate, tefluthrin ou produtos do Bacillus thuringiensis, muito especialmente NI-25, TI-304, TI-435, MTI-446, fipronil, tiacloprid, imidacloprid, thiamethoxam e tefluthrin.
Exemplos de adições adequadas de ingredientes fungicidamente ativos são os seguintes compostos: azoxistrobin; bitertanol; carboxin;
Cu2Ü; cymoxanil; cyproconazole; cyprodinil; dichlofluamid; difenoconazole; diniconazole; epoxiconazole; fenpiclonil; fludioxonil; fluquiconazole; flusila-zole; flutriafol; furalaxyl; guaztin; hexaconazole; hymexazol; imazalil; imiben-conazole; ipconazole; kresoxim-methyl; mancozeb; metaiazyl; R-metalazyl; metconazole; oxadixyl, pefurazoate; penconazole; pencycyron; prochloraz; propiconazole; pyroquilone; SSF-109; spiroxamin; tebuconazole; teflutrin; tiabendazole; toiifluamide; triazoxide; triadimeton; triadimenol; triflumizole; triticonazole e uniconazole.
As composições a serem usadas de acordo com a invenção parte (B) são preparadas de uma maneira conhecida, por exemplo na ausência de auxiliares por moagem e/ou penei ração, por exemplo até um tamanho de partícula especial ou por compressão de um ingrediente ativo sólido, e na presença de pelo menos um auxiliar, por exemplo por misturação íntima e/ou moagem do ingrediente ativo com o auxiliar/auxiiiares. Estes métodos para preparação das composições de acordo com a invenção e o uso de macrolídeos para preparação destas composições também são assuntos da invenção.
Os processos de aplicação de acordo com a invenção parte (B) para a proteção de material de propagação de planta, que, de acordo com a invenção, é qualquer material de planta capaz de desenvolver plantas completas após plantar ou semear até o local de plantação ou de semeadura, por exemplo mudas, rizomas, plantinhas novas, corte ou, em particular semente (sementes), tais como frutos, tubérculos, grãos ou bulbos, contra ataque por pragas são caracterizados pelo fato de que, por exemplo, são aplicadas composições adequadas de uma tal maneira que elas são aplicadas em proximidade espacial a ou espacial e juntamente com, plantação ou semeadura do material de propagação ao local de plantação ou de semeadura ocorre de acordo com a invenção, de preferência antes da plantação ou da semeadura do material de propagação, por aplicação das composições por aplicação ao solo diretamente ao local em que foi plantado ou semeado o material de propagação, por exemplo de preferência antes da semeadura no sulco da semente ou a uma área intimamente limitada ao redor do local da plantação ou da semeadura do material de propagação. A aplicação de tais composições, que ocorre espacial mente juntamente com a plantação ou a aplicação do material de propagação ao local de plantação ou de semeadura deve ser entendida como significando que o material de propagação que foi pré-tratado com estas composições é plantado ou semeado no local de plantação ou de semeadura, sendo possível, dependendo dos alvos pretendidos e das circunstâncias prevalecentes, para que o pré-tratamento do material de propagação seja efetuado por exemplo por borrifação, atomiza-ção, pulverização ou difusão das composições sobre o material de propagação ou aplicação com brocha ou derramamento das composições sobre o material de propagação ou, na eventualidade de semente, em particular também por tratamento da semente. Quando se realiza o tratamento da semente, o que é preferido de acordo com a invenção, isto é, semente seca, tratamento de semente úmida, tratamento de semente líquida ou tratamento da suspensão, é adicionado um pesticida adequado à semente antes da semeadura em um aparelho para.tratamento de semente e a composição é distribuída uniformemente sobre a semente, por exemplo por agitação do conteúdo da aparelhagem de tratamento da semente e/ou por rotação e/ou agitação de todo o aparelho de tratamento da semente. As modalidades especiais de um tal tratamento da semente compreendem, por exemplo, imergir a semente em uma composição líquida, revestimento da semente com uma composição sólida (revestimento da semente) ou conseguindo penetração do ingrediente ativo na semente por adição da composição à água usada para pré-molho da semente (imersão da semente). As taxas típicas de aplicação para as composições usadas no tratamento da semente de acordo com a invenção estão, por exemplo, entre 0,1 e 100 g de ingrediente ativo por 100 kg de semente, em particular entre 1 e 60 g/100 kg de semente, de preferência entre 4 e 40 g/100 kg de semente. O tratamento da semente de acordo com a invenção parte (B) compreende, em particular, que em consequência da baixa toxicidade do ingrediente ativo usado, é observada boa tolerância pelos pássaros da semente tratada, por exemplo, no caso de pássaros que, sendo comedores de semente no campo aberto, tendem a tirar semente de campos recém-semeados, tais como trigueirões, melros, tordos, patos, faisões, tentilhões, gansos, pintarroxos, galinhas, gralhas, cotovias, serezinos, gaivotas, corvos, perdizes, pombos torcazes, pintassilgos, pombos ou pintassilgos verdes. O tratamento da semente de acordo com a invenção também se estende ao tratamento da semente estocada. O material de propagação de planta comercial que foi pré-tratado de acordo com a invenção parte (B) é um outro assunto da invenção.
Exemplos de formulações de compostos macrolídeos que podem ser usados no processo de acordo com a invenção (B), são soluções, grânulos, pós finos, pós que podem ser borrifados, concentrados em emulsão, grânulos revestidos e concentrados em suspensão, são do tipo como foi descrito, por exemplo, na EP-A- 580.553, Exemplos F1 a F10.
Exemplo F1: Procedimento geral para tratamento líquido da semente A quantidade necessária de formulação líquida é colocada em um frasco de Erlenmeyer. O frasco é agitado para distribuir o líquido em todo o fundo do recipiente. A quantidade necessária de semente é introduzida no frasco imediatamente depois disso. O frasco é agitado vigorosa e manualmente durante aproximadamente um minuto de modo que toda a semente fique coberta com o líquido. O conteúdo do frasco é despejado sobre uma prateleira de secagem e seco em uma estufa.
Exemplo F2: Procedimento geral para tratamento a seco da semente Vários frascos de gargalo largo são cheios com o mesmo número de grãos de semente e cada frasco é carregado com uma tal quantidade de pó molhável que seia obtida a quantidade desejada de inqrediente ativo por grão de semente (por exemplo 0,03, 0,1 ou 0,3 mg por grão). Os frascos são colocados sobre um cilindro e girados durante três minutos a 80 rotações por minuto. Os grãos de semente que estão presos às paredes dos frascos são então desencaixados por agitação manual e os frascos são girados na direção oposta durante três minutos.
Exemplos biológicos (% = por cento em peso, a não ser se for especificado de outro modo) Exemplo B4: Acão de tratamento da semente contra larvas de primeiro instar de Spodoptera littoralis sobre folhas de milho São semeadas sementes de milho que foram tratadas como descrito no procedimento F1. 12, 19, 26, 33, 40 e 47 dias após a semeadu-ra, seções de 5 a 8 cm de comprimento das folhas bem do topo das plantas são colocadas em bécheres de vidro e infestadas com uma quantidade predeterminada de uma suspensão de larvas L1 recém-eclodidas de Spodoptera littoralis. Os bécheres são fechados com uma tampa e mantidos a 25°C, a uma umidade atmosférica relativa de 60% e um ciclo de luz do dia de 16 horas. A avaliação ocorre três a cinco dias após a infestação. A percentagem de redução da população (% de acão) é determinada comparando-se o número de larvas sobreviventes sobre as plantas crescidas provenientes das sementes tratadas e das sementes não tratadas.
Exemplo B5: Ação de tratamento da semente contra Diabrotica balteata adulto sobre folhas de beterraba sacarina Foram semeadas sementes de beterraba sacarina que foram tratadas como descrito no procedimento F1. 33, 40, 47, 54 e 61 dias após a semeadura, as folhas em cada caso de três a cinco plantas são colocadas em um bécher de vidro e infestadas com um número predeterminado de Di-abrotica balteata adulto jovem. Os bécheres são fechados com uma tampa e mantidos a 25°C, a uma umidade atmosférica relativa de 60% e um ciclo de luz do dia de 16 horas. A avaliação ocorre três a cinco dias após a infestação. A percentagem de redução da população (% de ação) é determinada comparando-se o número de Diabrotica adultos sobreviventes sobre as plantas crescidas provenientes das sementes tratadas e das sementes não tratadas.
Exemplo B6: Ação de tratamento da semente contra larvas de terceiro instar de Diabrotica balteata sobre raízes de milho Sementes de milho foram tratadas como descrito no procedimento F1 e semeadas. 14, 21 e 28 dias após a semeadura em cada caso são colocadas cinco larvas de terceiro instar de Diabrotica balteata sobre o fundo de cada vaso de planta. A avaliação ocorre 6 dias após a infestação.
Os dados registrados são o número de instar sobreviventes (larvas e pupas) no caule das plantas, sobre a superfície do solo e no solo. A percentagem de redução na população (% de ação) é determinada comparando o número de larvas e de pupas sobreviventes sobre as plantas crescidas partindo de sementes tratadas e de sementes não tratadas e de seu ambiente.
Exemplo B7: Ação de tratamento da semente contra Aohis fabae Um frasco de vidro ou um recipiente de plástico é cheio com 100 g de sementes de feijão e uma tal quantidade de uma formulação do ingrediente ativo que se consiga uma razão de 0,1, 1 ou 10 g de ingrediente ativo por kg de semente. O ingrediente ativo é distribuído uniformemente sobre a superfície da semente por rotação e/ou agitação do recipiente. As sementes que foram tratadas desta maneira são semeadas em vasos de flores (3 sementes por vaso). As plantinhas são cultivadas em uma estufa a 25 a 30°C até que alcancem o estágio de 2 folhas e então populadas com Aphis fabae. 6 dias após a população, o teste é avaliado. A percentagem de redução na população (% de ação) é determinada comparando-se o número de indivíduos sobreviventes sobre as plantas cultivadas provenientes de sementes tratadas e de sementes não tratadas.
Neste teste, a boa acão é mostrada por abamectina, emamecti-na ou spinosad.
Exemplo B8: Ação de tratamento da semente contra Mvzus persicae Um frasco de vidro ou um recipiente de plástico é cheio com 100 g de sementes de beterraba sacarina e uma tal quantidade de uma formulação do ingrediente ativo, preparada com um pó que pode ser borrifado e um pouco de água, que se consiga uma razão de 0,1, 1 ou 10 g de ingrediente ativo por kg de semente. O recipiente fechado para tratamento de semente é agitado sobre um cilindro até que a pasta esteja distribuída uniformemente sobre a superfície da semente. As sementes que foram tratadas (revestidas) desta maneira são secas e semeadas em solo loess em vasos de plástico. As mudas são cultivadas em uma estufa a 24 até 26°C, uma umidade atmosférica relativa de 50 a 60% e um tempo de iluminação diário de 14 horas. 4 semanas após a germinação, as plantas, que têm 10 cm de altura, são populadas com uma população mista de Myzus persicae. A avaliação ocorre 2 e 7 dias depois que as plantas foram populadas. A percentagem de redução na população (% de ação) é determinada comparando-se o número de indivíduos sobreviventes sobre as plantas cultivadas provenientes de sementes tratadas e de sementes não tratadas.
Neste teste é mostrada boa ação por abamectin, emamectina e spinosad. A invenção refere-se ainda a (C) Um processo de controle de Draaas de madeira e de moluscos, caracterizado pelo fato de que é aplicada uma quantidade pesticidamente ativa de um pesticida que compreende, como composto pesticidamente ativo, pelo menos um composto macrolídeo, de preferência abamectina, emamectina ou spinosad, em forma livre ou na forma de sal utilizada em agroquímica, como ingrediente ativo e pelo menos um auxiliar às pragas em seu ambiente; ao uso correspondente destes compostos, a pesticidas correspondente cujo ingrediente ativo é selecionado entre estes compostos, a um processo para a preparação de e ao uso destas composições e ao material de propagação de planta assim protegido do ataque por pragas.
Os compostos macrolídeos usados de acordo com a invenção são os mesmos que os mencionados sob o aspecto (A) da invenção. Além disso, o sal como mencionado sob a parte (A) da invenção. No caso da abamectina, é preferida a forma livre de acordo com a invenção. Especialmente preferida para as finalidades da presente invenção é uma composição que compreende emamectina em forma livre ou como um sal tolerado em agroquímica como o único componente pesticidamente ativo; especialmente como o sal; mais especialmente como o benzoato, benzoato substituído, benzenossulfonato, citrato, fosfato, tartarato ou maleato; de preferência como o benzoato ou o benzenossulfonato, especialmente de preferência como o benzoato.
Um grande número de diferentes classes de ingrediente ativo é mencionado na literatura como ingredientes ativos que agem artropodeci- damente para controle de gastrópodos e de cupins. Surpreendentemente, foi descoberto aue os compostos conhecidos sob o termo coletivo macrolí-deos, também, exibem uma atividade moluscida e cupinicida importante, especificamente contra gastrópodos, tais como lesmas e caracóis e contra pragas de madeira, em particular representativas da ordem de Isoptera.
Os moluscos incluem, por exemplo, Ampullariidae; Arion (A. ater, A. circumscriptus, A. hortensis, A. rufus); Bradybaenidae (Bradybaen fruticum); Cepaea (C, hortensis, C. Ne-moralis); Cochlodina; Deroceras (D. agrestis, D. Empiricorum, D. laeve, D. reticulatum); Discus (D. rotundatus); Euomphalia; Galba (G. trunculata); He-licella (H. itala, H. obvia); Helicidae (Helicigona arbustorum); Helicodiscus; Helix (H. aperta); Umax (L. cinereoniger, L. flavus, L. marginatus, L. maxi-mus, L. tenellus); Lymnaea; Milax (M. gagates, M. marginatus, M. sowerbyl); Opeas; Pomacea (P. canaticulata); Vallonia e Zenitoides.
Os cupins incluem, em particular, as famílias Hodotermitidae, Kalotermitidae, Rhinotermitidae e Termitidae. Deve ser entendido que outras pragas que prejudicam a madeira pelo fato de se alimentarem de madeira, usando a mesma como um substrato ou reproduzindo-se em madeira, significam por exemplo Xylocopa virginica e da família Anobiblidae, tal como Anobium punctatum.
As lesmas e os caracóis como pragas em horticultura e em agricultura são um problema crescente. Elas podem causar graves danos às plantas por alimentação e também podem provocar acúmulo de sujeira pelo muco e pelas fezes das lesmas e dos caracóis. Novas mudanças no controle de culturas levaram a um maior número de variedades de espécies de planta que são sensíveis a lesmas e caracóis e a obrigação de dispensar a queima de campos de restolho - o que está baseado na abordagem ecológica - e em vez disso o ato de arar na palha sugere que os problemas existentes com os moluscos, especialmente os problemas com lesma serão piorados.
Os cupins são capazes de infligir danos substanciais às construções em particular a latitudes geográficas entre 42° N e 42 S°. Em prin- cípio podem ser distinguidos dois tipos de cupins: Os cupins que vivem no subsolo - o tipo mais amplamente distribuído - requerem ar morno e um ambiente úmido. Para que se tenha sempre disponível a umidade necessária, estes cupins devem ter acesso direto ao solo úmido. Os danos causados por cupins subterrâneos estão sempre virtualmente associados aos danos à madeira.
Os cupins que usam madeira seca como seu substrato representam - até mesmo menos freqüentemente - um grande problema, pois eles não requerem contato com o solo úmido. Eles penetram nos prédios abaixo das ripas de madeira do teto, através de espaços livres e através dos orifícios de ventilação. Outros são trazidos para os lares com peças de mobiliário que já se encontram infestadas. O pré-tratamento da madeira é considerado o método mais eficaz de controle de tais cupins. Os danos provocados por cupins que vivem na madeira seca são causados mais lentamente do que os danos provocados por cupins que vivem em um ambiente úmido, portanto, os danos provocados por cupins do primeiro tipo mencionado são encontrados predominantemente em prédios antigos.
Os danos provocados por cupins que vivem subterraneamente em um ambiente úmido podem ser evitados pela aplicação de substâncias inseticidamente ativas aos cupins ou ao seu ambiente. Tais compostos são convencionalmente empregados principalmente para aplicação ao solo ao redor dos prédios.
Os gastropodicidas que são habitual e comercialmente disponíveis compreendem metaldeído e carbamatos tais como, por exemplo, metio-carb. Os carbamatos são altamente eficazes como moluscidas, porém exibem a séria desvantagem de serem altamente tóxicos aos mamíferos tais como, por exemplo, aos gatos, aos cães e aos ouriços e a outros organismos, tais como minhocas, que deviam ser deixadas em paz. Embora os moluscidas de metaldeído exibam uma mais baixa toxicidade, eles não são letais aos moluscos, porém têm um efeito anestesiador ou desidratador, desse modo imobilizando as pragas. Há portanto uma demanda de um mo-luscida útil que seja altamente eficaz contra, por exemplo, lesmas e cara- cóis, mas não tenha, ou tenha um efeito tóxico muito baixo sobre os vermes tais como as minhocas, e os mamíferos. Este objetivo é alcançado com os compostos macrolídeos da presente invenção.
Além disso, as composições habitualmente disponíveis para o controle dos cupins não são satisfatórias sob todos os aspectos, pois geralmente zonas relativamente grandes ao redor de construções de prédios ou os próprios prédios, devem ser tratados com grandes quantidades de inseticida. Isto pode levar a problemas secundários, em particular no caso de pesticidas persistentes, especialmente nas casas. Neste caso também, há portanto uma demanda adicional de soluções melhoradas, em particular por aplicação de ingredientes ativos que possam ser empregados em quantidades particularmente baixas e que tenham baixa volatilidade. A parte (C) da invenção também se refere a pesticidas tais como concentrados emulsificáveis, concentrados em suspensão, soluções que podem ser borrifadas ou diluídas diretamente, pastas que podem ser espalhadas, emulsões diluídas, pós que podem ser borrifados, pós solúveis, pós dispersíveis, pós molháveis, pós finos, grânulos, péletes ou encapsulações em substâncias poliméricas, todas devendo ser escolhidas para se adaptar aos objetivos pretendidos e às circunstâncias prevalecentes e que compreendem - pelo menos - um dos ingredientes ativos de acordo com a invenção. O ingrediente ativo é empregado nestas composições em forma pura, por exemplo um ingrediente ativo sólido em um tamanho de partícula especial, ou, de preferência, juntamente com - pelo menos - um dos auxiliares ou veículos convencionalmente usados em tecnologia da formulação.
Exemplos de auxiliares de formulação são veículos sólidos, solventes, estabilizadores, auxiliares de liberação lenta, colorantes e, se apropriado, substâncias tensoativas (tensoativos). Os veículos e os auxiliares adequados são todos substâncias convencionalmente usadas em produtos de proteção de plantações, em particular em gastropodicidas. Os auxiliares adequados tais como solventes, veículos sólidos, compostos tensoativos, tensoativos não-iônicos, tensoativos catiônicos, tensoativos aniônicos e ou- tros auxiliares nas composições empregados de acordo com a invenção são, por exemplo, aqueles que foram descritos na EP-A- 736.252.
Outras substâncias adequadas que podem ser usadas como veículos para moluscidas são fagoestimuladores, isto é, as iscas e/ou alimento (ou sejam substâncias que podem ser usadas fisiologicamente por lesmas e caracóis) habitualmente contidos em formulações de isca. Também podem ser usadas misturas de fagoestimuladores com outros veículos orgânicos e/ou inorgânicos.
Os fagoestimuladores para moluscidas são de preferência cereais moídos, tais como por exemplo, farinha de trigo, farinha de cevada, farinha de centeio e também amido de arroz, soja moída, farinha de peixe, melaço, semente de colza moída e similares. É possível empregar apenas um fagoestimulador ou então uma mistura de fagoestimuladores.
Para tornar a isca mais palatável para os moluscos, podem ser usadas uma ou mais das substâncias a seguir como aditivo para iscas para lesmas e caracóis: a) uma vitamina B, em particular Β1, B2, ácido nicotínico ou nicotinamida; b) vitamina E; c) material proteináceo animal ou vegetal, por exemplo albuminas e seus produtos de degradação hidrolítica, em particular aqueles obtidos por hidró-lise enzimática, por exemplo, por pepsina, tais como metaproteínas, proteo-ses, peptonas, polipeptídeos, peptídeos, dicetopiperazinas e aminoácidos; d) um ou mais aminoácidos ou sais ou amidas dos mesmos, que também podem ser produtos sintéticos; e) um ácido nucléico ou um produto de degradação hidrolítica do mesmo, tais como um nueleotídeo, um nucleosídeo, adenina, guanina, citosina, ura-cila ou timina; f) uréia, ácido carbâmico; g) um sal de amônio, por exemplo acetato de amônio; h) um amino açúcar, por exemplo, glucosamina ou galactosamina; i) compostos de sódio, de potássio, de cálcio ou de magnésio ou traços de compostos de manganês, de cobre, de ferro, de cobalto, de zinco, de alumí- nio, de boro ou de molibdênio, em particular quelatos destes, tal como Ver-sene®; j) ácido fosfórico ou fosfatos de glicerila ou de açúcar; k) água.
Os estabilizadores podem ser todos estabilizadores de alimentos conhecidos que têm uma ação fungistática, fungicida, bacteriostática e/ou bactericida, tais como benzoato de sódio, p-hidroxibenzoato de metila, brometo de cetiltrimetil amônio, ácido cítrico, ácido tartárico, ácido sórbico, fenóis, alquilfenóis ou fenóis clorados.
Os auxiliares de liberação lenta que podem ser empregados incluem, além das substâncias mencionadas como veículos sólidos, resinas tais como resinas de uréia/formaldeído, farinha de soja, ceras, estearatos e óleos tal como óleo de mamona.
As substâncias que podem ser empregadas como auxiliares para moluscidas de acordo com a parte (C) da invenção são, por exemplo, aglutinantes tais como metilcelosolve, polivinilpirrolidona, álcool polivinílico, poliacrilatos, polimetilatos, ceras naturais, ceras quimicamente modificadas e ceras sintéticas, açúcares, amido, alginatos, ágar, lignossulfonatos e goma arábica, umectantes tais como poliálcoois, por exemplo açúcares ou glicerol, conservantes, colorantes, iscas para lesmas e caracóis, repelentes para espécies de sangue quente e/ou outros auxiliares de formulação. Combinações com ingredientes moluscidamente ativos conhecidos, por exemplo metaldeído ou mercaptodimetur, também são possíveis.
As etapas de formulação podem ser complementadas por mistu-ração, granulação (grânulos) e, se apropriado, compressão (pílulas, comprimidos, péletes).
As composições moluscidas que de preferência compreendem outros veículos e/ou auxiliares além do ingrediente ativo estão de preferência presentes na forma pronta para uso como pós que podem ser borrifados, pós rastreadores, como grânulos (o ingrediente ativo estando presente como uma mistura com o material veículo) ou como péletes. As formulações especialmente preferidas são pós rastreadores, grânulos ou péletes.
As formulações que são especificamente adequadas para controle de moluscos de acordo com a parte (C) da invenção são grânulos ou péletes que compreendem, como uma regra, 0 até 90%, de preferência 0 até 70%, de material veículo, 0,1 até 10%, de preferência 1 a 5%, de ingrediente ativo, 10 a 95%, de preferência 25 a 90%, de fagoestimulador, 0,5 a 25%, de preferência 5 a 20%, de aglutinante e, se apropriado, 0 a 15% de outros auxiliares (% em cada caso por cento em peso). A quantidade a ser aplicada em cada caso como gastropodicida não é crítica, em conseqüência da falta de, ou baixa toxicidade a espécies do sangue quente e depende das circunstâncias prevalecentes, tais como da gravidade da infestação, das condições climáticas e das plantas a serem protegidas. A taxa de aplicação de tipos de isca de acordo com a invenção pode ser variada dentro de uma faixa substancial. Em geral, entre 3 e 15 kg de isca de caracol e de lesma são usados por hectare, de preferência entre 5 e 10 kg por hectare. Convenientemente, os gastropodicidas são distribuídos tão uniformemente quanto possível entre as plantas de cultura por bor-rifação de uma suspensão aquosa ou por difusão dos pós, dos grânulos ou dos péletes no solo. Se a proteção da planta não for densa, também pode ser conveniente estabelecer “tiras de rastros” ao redor das plantas a serem protegidas.
Como os gastropodicidas de acordo com a invenção são nitidamente bem tolerados pelas plantas, não se aplicam limitações às plantas a serem protegidas. Assim, todas as plantas ornamentais e de cultura em agricultura, florestas e horticultura (também em estufas) em todos os estágios de crescimento podem ser protegidas contra danos por lesmas e caracóis. A formulação e o uso de iscas de lesmas e de caracóis de acordo com a invenção e das composições para o controle de pragas de madeira podem ser observados nos exemplos a seguir.
As composições a serem usadas de acordo com a invenção parte (C) para o controle de gastrópodos e de pragas de madeira são preparadas de maneira conhecida, na ausência de auxiliares por exemplo por moagem e/ou penei ração, por exemplo para obter um tamanho de partícula especial ou por compressão de um ingrediente ativo sólido e na presença de pelo menos um auxiliar por exemplo por misturação íntima e/ou moagem do ingrediente ativo com o (s) auxiliar/auxiliares. Estes processos para a preparação das composições de acordo com a invenção e o uso dos compostos macrolídeos para a preparação destas composições também são o assunto da invenção.
Como regra, as composições no quadro da parte (C) da invenção compreendem 0,1 até 99%, em particular 0,1 até 95%, de ingrediente ativo e 1 a 99,9%, em particular 5 a 99,9%, de - pelo menos - um auxiliar sólido ou líquido, sendo possível, como uma regra, que os tensoativos sejam responsáveis por 0 até 25%, em particular 0,1 até 20%, das composições (% em cada caso é por cento em peso). Embora sejam mais preferidas composições concentradas como artigos comercialmente disponíveis, o consumidor usa, como regra, composições diluídas que têm concentrações muito mais baixas de ingrediente ativo. A atividade das composições .de acordo com a invenção pode..... ser ampliada consideravelmente por adição de outros ingredientes ativos por exemplo, inseticida, acaricida e/ou fungicidamente ativos e adaptados às circunstâncias prevalecentes. Exemplos de ingredientes ativos adicionados adequados são os mesmos que os mencionados sob a parte (B) da invenção.
Em uma modalidade especialmente preferida da invenção, é usado o composto macrolídeo para o controle das cupins e de outras pragas destruidoras de madeira no solo, alcançando desse modo uma proteção indireta das construções com madeira serrada. É aplicada ao solo uma quantidade do composto macrolídeo suficiente para controlar as pragas, de preferência a uma taxa de aplicação de 1 g até 2000 g por hectare, especialmente 2 até 200 g, em particular 5 até 100 g.
Os cupins operários devem trabalhar no solo tratado com pesticida para ter acesso à madeira. Inevitavelmente, eles absorverão parte do pesticida e irão trazer de volta para a colônia de cupins e assim espalhar o ingrediente ativo na colônia de cupins. O (s) ingrediente (s) ativo (s) também pode (m) ser aplicado (s) na forma de iscas, por exemplo na forma de tabletes que compreendem o ingrediente ativo, tal como descrito na Patente US N8 5.096.710. Especial e preferencialmente, o composto macrolídeo é aplicado aos materiais que são usados pelos cupins como alimento e materiais de construção para a colônia de cupins. Exemplos de tais materiais são placa, papel, pó fino de madeira, celulose em pó ou algodão. As concentrações úteis destes materiais são 0,01 até 10.000 ppm. Tais iscas são especialmente eficientes até mesmo quando são empregados ferormônios adicionalmente e é usada madeira que já foi atacada por fungos. Tais usos são discutidos, por exemplo, na Patente US N8 5.151.443.
Os compostos macrolídeos de acordo com a invenção parte (C) são ingredientes preventiva e/ou curativamente valiosos com um espetro biocida muito favorável no campo do controle de moluscos e de pragas de madeira, até mesmo a baixas concentrações de uso e são bem tolerados por espécies de sangue quente, peixes e plantas. Os ingredientes ativos de acordo com a invenção são ativos contra todos ou estágios individuais de desenvolvimento de moluscos e de pragas de maneira normalmente sensíveis, porém também resistentes, especialmente cupins. A ação moluscida dos ingredientes ativos de acordo com a invenção pode se manifestar diretamente, isto é, na destruição das pragas, seja imediatamente ou somente após ter decorrido algum tempo ou indiretamente, por exemplo, em uma taxa reduzida de oviposição e/ou de eclosão, a boa ação correspondente a uma taxa de destruição (mortalidade) de pelo menos 50 a 60%.
Usando-se os ingredientes ativos de acordo com a invenção parte (C), é possível controlar, isto é, conter ou destruir, os danos por moluscos em particular sobre plantas, principalmente sobre plantas úteis e ornamentais em agricultura, em horticultura e em florestas ou pragas do tipo mencionado antes que ocorrem sobre órgãos de tais plantas, tais como frutos, flores, folhagens, caules, tubérculos ou raízes e em alguns casos até mesmo órgãos de plantas que crescem a uma ocasião posterior são ainda protegidos contra estas pragas.
As culturas alvo adequadas para controle de moluscos são, em particular, os cereais, tais como trigo, cevada, centeio, aveia, arroz, milho ou sorgo; beterraba, tais como beterraba sacarina ou para forragem; frutos, por exemplo frutas sem caroço, frutas com caroço e frutas moles, tais como maçãs, pêras, ameixas, pêssegos, amêndoas, cerejas ou frutinhas, por exemplo, morangos, framboesas ou amoras pretas; legumes tais como feijão, lentilha, ervilha ou soja; em culturas de óleo tais como colza, mostarda, papoula, azeitona, girassol, coco, plantas de óleo de mamona, cacau ou amendoim; na família das abóboras tais como abóbora moranga, pepinos ou melões; em plantas de fibra tais como algodão, linho, cânhamo ou juta; em frutas cítricas tais como laranjas, limões, pomelo ou tangerinas; em vegetais tais como espinafre, alface, aspargos, espécies de couve, cenouras, cebolas, tomates, batatas, beterraba ou cápsico; a família do louro, tais como abacate, Cinnamonium ou cânfora; e tabaco, nozes, café, berinjela, cana-de-açúcar, chá, pimentão, videira, lúpulo, família das bananas, plantas de látex e ornamentais.
Outros campos de aplicação para os ingredientes ativos de acordo com a invenção parte (C) são a proteção de produtos estocados e de estoques e de materiais de moluscos e de pragas de madeira.
As composições de acordo com a invenção parte (C) são também adequadas para a proteção de material de propagação de planta, por exemplo da semente, tais como frutos, tubérculos ou grãos ou propágulos de planta, contra gastrópodos e cupins, especialmente contra gastrópodos. O material de propagação pode ser tratado com a composição antes da plantação, por exemplo da semente antes da semeadura. Alternativamente, os ingredientes ativos de acordo com a invenção podem ser aplicados a grãos de semente (revestimento) seja por imersão dos grãos em uma composição líquida ou por revestimento dos mesmos com uma composição sólida. Alternativamente, a composição pode ser aplicada ao local da plantação quando o material de propagação está sendo plantado, por exemplo, no sulco da semente durante a semeadura. Estes métodos de tratamento para o material de propagação da planta e o material de propagação da planta tratado assim são outros assuntos da invenção.
Pretende-se ilustrar com os exemplos a seguir a parte (C) da invenção. Eles Dãe-tmoõem limitação à mesma.
Exemplos dé tormulaçáó Exemplo F3: Preparação de péletes para caracol 40 kg de semente de colza moída (razão de semente de colza moída extraída/não extraída = 65:35), 2,6 kg de uma pré-mistura finamente moída que compreende 2,1 kg de composto macrolídeo e 500 g de sílica altamente dispersa, 4,7 kg de amido de milho reticulado a frio, 540 g de resina de uréia/formaldeído, 100 g de isopropanol, 3 kg de melaço de beterraba sacarina e 140 g de colorante azul (1,4-di (isobutilamino) antraquinona) são introduzidos em sucessão em um misturador e misturados intimamente. Isto é seguido por moldagem por compressão. O produto é deixado esfriar e secar e são removidos os finos usando-se uma tela de 0,5 mm. Isto fornece uma formulação para isca para lesmas e caracóis.
Em vez do processo de moldagem por compressão, também pode ser usado um outro processo usual de compactação para a preparação da formulação para isca para lesmas e caracóis.
Exemplos de uso Exemplo A1: Teste para determinação da eficácia dos péletes para lesmas e caracóis contra Deroceras reticulatum A eficácia dos péletes para lesmas e caracóis contra pequenas espécies de lesma, por exemplo da espécie Deroceras, é testada em caixas de policarbonato com uma base de 17 cm x 22 cm. O fundo da caixa é coberto com diversas camadas de papel celulose que é suficientemente ume-decido. Os péletes para lesmas e caracóis são espalhados uniformemente sobre a metade da área de teste a uma taxa de aplicação de 20 partículas; a outra metade permanece não tratada. Para evitar comportamento forçado, é fornecida às lesmas alimentação suplementar não tratada: duas metades de batata dispostas em cantos diagonalmente opostos da caixa. 10 lesmas de campo reticuladas adultas (Deroceras reticulatum) são introduzidas na área e a umidade atmosférica são mantidas virtualmente constantes durante todo o período do teste: 19° e umidade atmosférica relativa de 90 a 95%. O estado das lesmas é checado e avaliado diariamente nos sete dias consecutivos. Quando se avalia a eficácia, são levados em consideração a taxa de mortalidade e o número de animais que apresentam sintomas de danos.
Neste teste, os compostos macrolídeos de acordo com a invenção são muito eficazes.
Exemplo A2: Teste para determinar a eficácia dos péletes para lesmas e caracóis contra Arion rufus A eficácia dos péletes para lesmas e caracóis contra espécies maiores de lesma é testada em caixas para teste de plástico equipadas com uma tela da arame. Cada caixa tem uma base de 0,25 m2. O fundo da caixa é coberto por uma camada de 2 a 3 cm de profundidade de adubo. O adubo é umedecido suficientemente antes do início do experimento. Os péletes de lesma e de caracol são difundidos uniformemente sobre a metade do lado esquerdo da área experimental a uma taxa de aplicação de 3,1 g; a metade do lado permanece não tratada. Para evitar comportamento forçado, é administrado adicionalmente às lesmas alimento suplementar não tratado; duas metades de batata dispostas em cantos diagonalmente opostos da caixa. 10 lesmas vermelhas adultas (Arion rugus) são introduzidas na área não tratada de cada caixa. Cada teste é replicado quatro vezes. A temperatura e a umidade atmosférica são mantidas virtualmente constantes durante todo o período do teste: 19° e umidade atmosférica relativa de 90 a 95%. O estado das lesmas é checado e avaliado diariamente nos sete dias consecutivos. Quando se avalia a eficácia, são levados em consideração a taxa de mortalidade e o número de animais que apresentam sintomas de danos.
Neste teste, os compostos macrolídeos de acordo com a invenção são muito eficazes.
Exemplo A3: Teste para determinar a eficácia sistêmica contra Deroceras reticulatum a) Plantas de alface É preparada uma solução teste dissolvendo-se uma amostra de um composto macrolídeo em 1 mL de acetona e completando a solução com água até 50 mL. As raízes, previamente limpas com água doce, de plantas jovens de alface com 6 cm de altura são imersas durante pelo menos dois dias nesta solução. Para cada teste, foram cortadas as folhas individuais destas plantas de alface e colocadas sobre um papel de filtro para manter úmidas as folhas durante o experimento. Então, são introduzidas duas lesmas de tamanho médio em cada placa de Petri e são determinadas a quantidade de folhas consumidas e a mortalidade durante um período de dois dias.
Neste teste, os compostos macrolídeos de acordo com a invenção apresentam uma boa ação. b) Semente São introduzidas bateladas de 10 lesmas em 5 caixas seladas contendo adubo e que têm uma base de 35 cm x 20 cm. Em cada caso são espalhados uniformemente em quatro caixas 100 grãos de trigo de inverno. Na quinta caixa, são distribuídos 50 grãos de trigo de inverno tratados sobre um lado da caixa e 50 grãos de trigo de inverno não tratados no outro lado da caixa para testar a ação repelente.
Neste teste, os compostos macrolídeos de acordo com a invenção são muito eficazes.
Exemplo A4: Ação contra cupins Iscas de madeira são tratadas com diferentes quantidades de composto macrolídeo e é testado seu efeito sobre a taxa de eclosão e a sobrevivência dos cupins. São usadas soluções com concentrações de 0 ppm, 0,1 ppm, 100 ppm e 1000 ppm da substância teste em acetona. É usada água no estudo do controle. As iscas consistem de madeira de pinheiro que foi mantida em um ambiente natural durante quatro meses.
Os cupins são coletados de pedaços de madeira infestados ao ar livre. Para realizar o estudo de isca de madeira, a madeira é mantida durante 48 horas em uma estufa a 80 °C. A madeira seca é então pesada e os pedaços são colocados durante 18 horas em soluções do ingrediente ativo à concentração desejada. Os pedaços de madeira são então removidos das soluções, secos ao ar e repesados. Para determinar a ação das iscas contra os cupins, os pedaços de madeira assim tratados são colocados sobre uma fina camada de solo não tratado em placas Petri.
Os cupins (50 operários e 2 guerreiros) são introduzidos em cada placa Petri. As placas são inspecionadas três vezes por semana, durante um período de 8 semanas. São registrados o desenvolvimento dos insetos, anormalidades e modalidades. Após 8 semanas, os toros são lavados com água e secos de novo em uma estufa durante 48 horas a 80°C. De novo, o peso de cada peça de madeira é subsequentemente determinado. O diferencial de peso corresponde à quantidade da madeira consumida pelos cupins.
Neste teste, os compostos macrolídeos de acordo com a invenção são muito eficazes.
REIVINDICAÇÕES

Claims (4)

1. Processo para controle de insetos em culturas de plantas transgênicas úteis expressando a proteína CrylAb, caracterizado pelo fato de que é aplicada às pragas, ou ao seu ambiente, uma composição pesticida compreendendo Abamectina, em forma livre ou na forma de sal, agroquimi-camente útil, como ingrediente ativo, e pelo menos um auxiliar.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que é tratada a folhagem da planta transgênica.
3. Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a cultura transgênica de plantas úteis é o milho.
4. Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a cultura transgênica de plantas úteis é a soja.
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