estudo

Este fim-de-semana vai ser de estudo para mim. Vou adquirir e renovar conhecimentos sobre um tema que me interessa muito. Gosto de aprender e reciclar conhecimentos. E se, por norma, costumo fazê-lo sozinha, rodeada de livros e com a ajuda da internet, sabe mesmo bem quando são outros que se predispõem a ensinar.

O conhecimento não deve ficar na nossa gaveta e ser fechado à chave para permanecer só connosco… Não nos pertence e, como tal, deve ser partilhado. Por isso, hei-de mostrar-vos o que aprendi, aqui no blog. Resta agora ficarem curiosos para saber de que se trata!

encontro de 3º grau

(imagem retirada da net)

Quais são as diferenças entre uma abelha e uma vespa, sabem? Pelo que me consta, apenas as fêmeas têm ferrão e as abelhas são mais peludas que as vespas.  Hoje tive um encontro de terceiro grau com uma delas e não cheguei a perceber quem era o meu agressor…

Pois, fui mordida. Duas vezes! Nunca me tinha acontecido… e eu que, na aldeia da minha avó passava frequentemente por um carreiro onde viviam abelhas conseguindo, de alguma forma, sempre passar despercebida… Sabem então onde a encontrei (ou ela me encontrou a mim!)? Numa camioneta! Pois, estava eu  sentada,  muito quietinha, quando sinto algo a passear-me pelas pernas. Tentei enxotar através do vestido mas, como era comprido, não vi o que era. Só sei que senti um choque eléctrico no dedo. Já foram picados alguma vez? Dói que se farta!

Continuei a sentir algo a tocar-me nas pernas e, ao mesmo tempo que me agarrava ao dedo com dores, não queria era ter um bicho a subir-me pelas pernas acima. Então, obviamente fui tentar enxotá-lo novamente – longe de mim pensar que poderia estar uma abelha num autocarro! – quando senti outra ferroada na perna. Bolas, que atirei um salto e pus toda a gente a olhar para mim!

Não sei o que aconteceu ao bicho, dizem que morrem depois de picar mas eu não fiz de propósito… sei que queria tanto sair de dentro do meu vestido como eu a queria bem longe das minhas zonas privadas mas ambas nos tentámos defender… Acho que, com a força da sua ferroada, foi bem mais forte do que eu.

Agora, só por despeito,  já não gosto tanto de mel! Ora toma, abelha má!

Adenda:

As picadas de abelha provocam prurido e inchaço, para além de dor incomodativa. Para reduzirem o inchaço, utilizem uma moeda para pressionar o local. Desinfectem com álcool e apliquem uma daquelas pomadas anti-histamínicas que se adquirem na farmácia.

Sei que este blog fala muito de música. São os meus gostos pessoais e nada mais subjectivo que isso. Os meus leitores têm os seus próprios gostos e influências e, se calhar, acham aborrecido “ter que” ouvir os meus aqui.

Note-se que não quero impor nada a ninguém – Live and let live é o meu lema – mas gosto de partilhar. Encarem isto assim: se passarem por aqui e gostarem, sintam-se à vontade para ficar a cuscar. Se não gostarem, muito obrigada por terem vindo e, mesmo que se queiram ir embora, somos amigos à mesma! 🙂

Este fim-de-semana fiquei em pulgas quando descobri este músico. Chama-se Newton Faulkner e vem da Inglaterra. Se gostarem desta versão que fez da lindíssima “Teardrop”, não deixem de descobrir as músicas dele também.

oh, lua…

Quem é que nunca olhou para a lua uma vez na vida e se sentiu hipnotizado pela sua beleza e grandiosidade?
Pois é, mesmo estando a milhares de quilómetros de distância, esta nossa estrela tem grande influência nas nossas vidas.

Desde sempre adorada em inúmeras culturas pelo mundo, ela é a Grande Mãe, responsável pelas mudanças de maré, na fertilização dos solos e até nos nascimentos de bebés.

A lua cheia, para além de criar os melhores ambientes românticos para namorar, é o símbolo maior da fertilidade e da faceta feminina da mulher. É símbolo de abundância e clarividência. Impulsionadora da criatividade de músicos e poetas.

Desde sempre que a lua me atrai, principalmente quando está cheia, com o seu poder no máximo. E ela altera o meu estado de espírito, ai se altera!

Ás vezes, dou por mim com uma energia tremenda e nem estou com TPM!! Logo percebo: “ok, está lua cheia. Estou com a lua!!”

“Amor em Itália”

Depois de um torcicolo no pescoço, apercebi-me que tinha que mudar de almofadas. Fomos a uma loja daquelas azuis e amarelas e facilmente resolvemos a questão, escolhendo umas almofadas que se adequam à nossa forma de dormir e tudo. Sobraram então duas almofadas sem capa apropriada para a decoração. Pus mãos à obra e saiu isto.

Chama-se “Amor em Itália” e é inspirada no livro que ando a ler. Agora tenho que procurar inspiração para a capa da almofada que falta. Como acham que fica no meu sofá?

alimento

“Pronto, ela agora endoideceu”, pensam vocês. “Fotografar tomates? Mas ela não tem mais nada para fazer?”.

Eu respondo: tenho mais que fazer, sim mas, como louca que sou, gosto de “perder” tempo com detalhes. 🙂

O post da querida Sandra inspirou-me a falar de alimentos. Mas com memórias, que são os mais saborosos.

Eu sou da opinião que o que vem da terra, da forma mais natural possível, é uma bênção e é o melhor que podemos comer. Das minhas melhores lembranças de infância, faz parte estar na casa da minha avó, no campo, e apanhar tomates que comia de imediato, sem passar por água nem nada. Tinham um sabor maravilhoso e uma cor vermelhinha deliciosa. Os da foto não são de lá e tenho pena…

Outra das lembranças mais doces é apanhar figos e comer logo também ou até apanhar caracóis! Pois é, na altura comia-os… eheh E roubar fruta! eheheh (provavelmente não devia dizer isto aqui mas… quem não o fez?!)

Sonho um dia ter uma casa com uma pequena horta, onde possa plantar um pouquinho de tudo. E muitas plantas para condimentar os meus alimentos.

Vocês têm memórias com alimentos? Gostaria muito que as partilhassem.

de volta ao antigamente

Frequentemente no nosso dia-a-dia fazemos os nossos rituais sem pensar. É já algo tão intrincado em nós que não perdemos tempo a questionar como seria dantes. Para nós é natural guardar os alimentos no frigorífico para os preservar ou recorrer ao telefone para encomendar comida quando não temos tempo ou vontade de cozinhar.

Colocar a roupa na máquina tornou-se um hábito e é, com certeza, uma ajuda tremenda na vida atarefada da mulher actual. Mas a mulher antiga, como o fazia? A mulher antiga, minhas amigas, dobrava as costas para lavar a sua roupa e tinha até um nome para definir a sua profissão. Era a lavadeira e todas as famílias da classe media tinham uma.

As águas eram limpas, as mulheres juntava-se e cantavam, rodeadas de ar puro e verde. As roupas ficavam com cheiro a sabão e eram colocadas nos estendais para secar ao sol.

Lembro-me que na terra da minha mãe, puro campo, havia no meio do pinhal um lavadouro e ainda vi as minhas tias e outras mulheres a lavar lá as suas roupas. Usava-se sabão azul e branco e nada de amaciadores ou a parafernália de detergentes que existem hoje no mercado.

Aqui, perto da minha rua, existe um mini-mercado com produtos do antigamente. Sabonetes de lavanda e para roupas delicadas. São biodegradáveis, feitos manualmente, sem ingredientes de origem animal ou testados em animais.

As embalagens são tão bonitas e estou entusiasmada para pôr a mão no sabão.

sunday, lazy sunday

– manhã passada de volta da cozinha a fazer um simples bolo de iogurte de amora;

– páginas e páginas deste livro, enquanto tentava espantar o calor;

– sonecas de quem pode facilmente deitar-se no chão fresquinho;

– umas belas danças de sofá, de pernas esticadas, enquanto imagino que comidinhas vão preencher as minhas mãos esta semana.

Quando me deito, gosto de sentir que o meu dia foi preenchido e fiz todas as coisas que queria fazer. Mas, tenho de reconhecer: há lá coisa melhor que um domingo preguiçoso?

honesty

Pára tudo!

Estas duas últimas semanas foram meio inconstantes para mim e penso que o deixei transmitir aqui no blog.

Gosto de pensar positivo e de passar essa energia aos outros, logo, faz lá sentido escrever sobre as minhas tristezas??

O problema é que, quem me conhece, sabe que sou transparente e repara imediatamente nos meus olhos o que me vai na alma.

Daí mostrar hoje os meus olhos. Porque quero ser honesta e dizer-vos: tenho uma tristeza natural, dias em que me vou mesmo abaixo e em que parece que carrego o mundo às costas. Mas, quando estou feliz… segurem-me, que vos beijo a todos!

Estes olhos castanhos já viram muito, choraram imenso e sorriram ainda mais. Facilmente neles  podem ver uma menina alegre e inocente mas, são poucos os que neles percebem uma velhinha que já muito viveu.

Não quero passar tristezas com este post mas, sim, revelar um pouco do que sou.

Agradeço às pessoas que deixaram comentários tão simpáticos nestas dias e prometo que para a semana já vou escrever sobre temas que vos possa interessar mais.

Um feliz fim-de-semana para tod@s!