O vestuário: sua evolução (intro)
Se nos concentrarmos no início da vida do Homem na terra, observamos que o seu vestuário era muito rudimentar: folhas cobriam partes do seu corpo e, mais tarde, as peles de animais, quando percebeu que precisava de um aquecimento mais eficaz. Certamente pôde proteger-se melhor das intempéries e diferenciar-se de outras tribos rivais.
Quem vivia em zonas de clima mais ameno, pôde descobrir as fibras animais e vegetais. As lãs e os pêlos eram penteados, molhados e colocados em camadas sobre esteiras. Estas eram enroladas e depois, com uma vara, batia-se com força de modo a compacta-los. Assim também se produzia o feltro que era, depois, cortado e costurado de modo a se fazerem roupas, tapetes e tendas.
Cedo o Homem percebeu que as suas roupas lhe podiam trazer prestígio e cedo começou a utilizá-las como forma de se distinguir das classes sociais mais baixas. Deste modo, usavam peles, tinturas, tecidos exóticos e metais preciosos em abundância.
No comércio, as técnicas de tecelagem e de curtimento de couros eram verdadeiras relíquias que se mantinham em segredo dentro das tribos e que promoveram o sustento das mesmas por muito tempo.
Só no final da Idade Média, no séc. XIV, começaram a surgir as primeiras peças de vestuário propositadamente para mulheres e homens.
Adaptado de: http://lilimachado.wordpress.com/2008/04/20/21/