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quarta-feira, 30 de julho de 2014

As Férias com a Virginia e os netos


Passaram rápido as duas semanas que a Sofia e o Henrique me fizeram companhia foram embora com os pais as manhas na praia foram animadas as crianças dam brilho a nossa caminhada a avó Virgínia deve ter ficado cansada mas feliz por tê-los com ela .


segunda-feira, 21 de julho de 2014

Parabens Padre Batalha


O domingo foi cansativo começou com a comida para o meu neto o que acontece de manha.

A parte da tarde fui com amigas á Canção Nova a Ribamar foram três horas de oração em que me senti

Mais perto de Deus.

Ás cinco horas havia missa na Casa do Oeste que não conhecia era festa  de aniversário do Padre Batalha.

Foi uma cerimónia bonita com muitos amigos que o Padre foi fazendo pela sua vida Sacerdotal

No final foi oferecido o seu último livro Alerta Para Servir; seguido de um enorme lanche que todos

Levaram para partilhar finalizou com o bolo dos cinquenta anos de Sacerdócio.

Obrigada Padre Batalha meu confessor espiritual, e por o amigo de muitos anos

         Manuela

Aniversário do Padre Batalha

A Fundação João XXIII, constituída em 1991, gere a Casa do Oeste e os projetos a ela associados, como os cursos de formação, em parceria com outras associações locais, ou o projeto de solidariedade com o povo da Guiné.
A Casa do Oeste possui uma localização privilegiada. Encontra-se na localidade de Ribamar, concelho da Lourinhã, e possui uma fantástica vista sobre o mar. Tem 74 camas, entre quartos e camaratas, salas de formação, uma biblioteca aberta ao público, um auditório polivalente, refeitório e bar. Aqui encontram-se ainda as sedes dos movimentos de Ação Católica Rural (ACR e JARC).
Muitas crianças, jovens e adultos têm beneficiado deste espaço e das diversas atividades aqui desenvolvidas, de formação, convívio e lazer, como os campos de férias, a Festa das Colheitas ou da Família Rural, fazendo desta casa um Centro de Apoio ao Desenvolvimento Local.
A Casa do Oeste está disponível para retiros, ações de formação, colónias de férias, etc., por grupos dos Movimentos de Ação Católica do Patriarcado e de outras dioceses, por grupos paroquiais, escolas, instituições de solidariedade social e outras instituições e serviços sem fins lucrativos.

sábado, 19 de julho de 2014

A vida me ensinou



A vida me ensinou...
 
 A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
 Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
 Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
 Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
 Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
 Afinal eu posso ser sempre melhor.
 A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
 A ser forte quando os que amo estão com problemas;
 Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
 Ouvir a todos que só precisam desabafar;
 Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
 Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
 Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
 A alegrar a quem precisa;
 A pedir perdão;
 A sonhar acordado;
 A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
 A aproveitar cada instante de felicidade;
 A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
 Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",
 embora nem sempre consiga entendê-las;
 A ver o encanto do pôr-do-sol;
 A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
 A abrir minhas janelas para o amor;
 A não temer o futuro;
 Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
 como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher."
 Charles Chaplin In A Vida me ensinou
 
 

segunda-feira, 7 de julho de 2014


Com a visita que fiz á Mariazinha deu para meditar no nosso final de vida, lembro-a falando dos seus rapazes( os sem abrigo)da comunidade Vida e Paz da Quinta da Tomada e das muitas nossas idas até  da Capela da quinta onde fazíamos oração com a Irma Maria e dos Avós ,um casal de idade que fez bens á quinta i para lá ficar até ao fim da vida .
Mas voltando á Mariazinha de seu nome Maria Daniel foi até agora voluntária de e para os sem abrigo pedia para eles sempre preocupada com o bacalhau para o Natal que fazia questão não faltasse na quinta da Tomada pagando com as esmolas obtidas e dando o restante.  
Logo de seguida começava o seu peditório; ou era para o óleo ou azeite e para o cabrito para a Pascoa foi grande colaboradora até agora.
Parou, fui visita-la ontem ao lar onde está á duas semanas depois da alegria de a ver a tristeza de ali a deixa;r da amiga dinâmica que conhecia vela num meio onde não conhece ninguém longe do meio onde viveu; as visitas iram ser poucas e será mais uma entre os utentes daquele lar onde nem sabe onde esta nem quem a levou até ali
 

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A partida


Lembrava muitas vezes a vida em pequeno na Lourinhã. Os dias em que jogou futebol. As horas que passava a treinar os remates à baliza, de diversos ângulos. “Só precisava de alguém que me devolvesse a bola”, dizia.

Recordava a mãe, o pai, a devoção em excesso da mãe, as memórias que partilhou com a família e amigos e que agora partem com ele.

O coração onde guardava a paixão, atraiçoou-o ao fim de 66 anos. Queria viver, tinha vontade de viver.

Apesar das restrições que a saúde lhe impunha gostava de trabalhar e estava sempre pronto para escrever mais umas linhas ou para gravar um comentário. Recordava os tempos da televisão, quando marcou um período importante do jornalismo desportivo. Era o rosto do desporto na televisão portuguesa e da Volta a Portugal.

Uma memória única, recordava tudo, até os momentos mais duros como o saneamento do Diário de Notícias pelas mãos de Saramago. Mas sempre sem rancor.

Adorava as cadernetas de cromos. Comprava carteirinhas “para o filho” e gostava de as concluir. Comentava as coleções que lhe trazia o filho ou os amigos do estrangeiro.

Foi um Amigo, com quem tive o prazer de me cruzar. Um Amigo que tristemente vejo partir e que deixa um vazio.

Até sempre, Amigo Rui!

·          

 A partida dos que nos habituámos a ver neste pequeno ecrã, e mais ainda quando vimos crescer este Lourinhanense a mágoa ainda é maior ,mas é a partida certa mas que nunca se está preparado.
Descanse em paz . 
Manuela